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						<item>
				<title>Projeto Mulheres Mil realiza tarde de reflexão, integração e aprendizagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/02/projeto-mulheres-mil-realiza-tarde-de-reflexao-integracao-e-aprendizagem</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 20:33:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
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		<category><![CDATA[empoderamento feminino]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres empreendedoras]]></category>

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						<description><![CDATA[Após palestras com servidoras da Polícia Civil, houve uma festa junina com alimentos produzidos no âmbito do projeto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No dia 24 de junho, o Projeto Mulheres Mil, realizado em parceria entre o Colégio Politécnico da UFSM e o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism), promoveu uma tarde de reflexão, integração e convivência nas dependências do Ctism. A atividade reuniu alunas dos cursos de Reparadora de Eletrodomésticos, Operadora de Computadores, Assistente Administrativo e Padeira.

A programação iniciou-se no Auditório do Ctism, com uma palestra conduzida pela delegada Elizabete Kaoru Shimomura e pela escrivã Silvanna Lodi, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher. O momento proporcionou diálogo, esclarecimento de dúvidas e orientações sobre direitos das mulheres, prevenção e enfrentamento da violência, reforçando a importância da informação, do acolhimento e da rede de proteção.

Após a palestra, as participantes seguiram para o Arraial Mulheres Mil, uma festa junina organizada como espaço de integração entre os cursos. Para a dinâmica da festa, foi distribuído às participantes um dinheiro fictício, chamado “Mulheréis”, utilizado para a aquisição dos quitutes. A proposta também possibilitou reflexões sobre economia, precificação, organização, consumo e controle dos produtos.

Os alimentos servidos no arraial foram produzidos pelas alunas do curso de Padeira em três tardes de aula, nos dias 16, 17 e 23 de junho, no Laboratório de Panificação, Frutas e Hortaliças, do Colégio Politécnico da UFSM. Ao todo, foram produzidos mais de 1.500 unidades de 20 produtos, entre os quais destacam-se rapadura de abóbora, pé-de-moça, doce de batata-doce, brigadeiro de banana, brigadeiro, beijinho, brigadeiro de milho, carrapinha, pipoca caramelizada, broas/biscoitos doces e salgados diversos, bolo de milho, bolo de fubá com goiabada, bolo de chocolate, focaccia, pizza, cuca de doce de leite, empada de frango e enroladinho de salsicha.

A festa contou com a participação das alunas de todos os cursos envolvidos e com o apoio de bolsistas, servidores técnico-administrativos e docentes do Ctism e do Colégio Politécnico. Mais do que um momento de confraternização, o arraial constituiu uma atividade pedagógica integrada, fortalecendo vínculos, promovendo aprendizagens práticas e valorizando o protagonismo das mulheres.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Empoderamento feminino no campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/empoderamento-feminino-no-campo</link>
				<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 14:28:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura de Precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[empoderamento feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisas indicam que presença de mulheres cresce no agronegócio brasileiro e mundial. Da mesma forma, interesse por tecnologia e agricultura de precisão também aumenta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-a6e0d8fc-7fff-8cb6-99ac-739ab23e2775" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No campo, na lida com o gado, na gestão técnica ou na supervisão de lavouras, as mulheres quebraram o tabu no universo agrícola. Esse ambiente, que antes era dominado por homens, agora também tem mulheres no comando. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Os resultados gerados pelo <u></u><u><a href="https://censoagro2017.ibge.gov.br/templates/censo_agro/resultadosagro/index.html" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></u> mostram que, no final de 2017, das 18 milhões de pessoas ligadas ao agronegócio no Brasil, havia cerca de 11,9 milhões (65,8%) de homens e apenas 6,2 milhões (34,2%) de mulheres. Um número pequeno, mas que representa um avanço de 13% em comparação ao <u><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/51/agro_2006.pdf" target="_blank" rel="noopener">levantamento anterior</a></u>, feito no início do século 21. </p><p>Apesar dos desafios que persistem, as estatísticas mostram que a presença feminina cresce na agricultura brasileira e mundial. Ao analisar a participação feminina, a <u><a href="https://www.fao.org/gender/background/es/" target="_blank" rel="noopener">Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura</a></u> (FAO) constatou que, atualmente, cerca de 60 milhões de mulheres da América Latina trabalham no campo e cumprem papel central no abastecimento de insumos. A FAO considera que pelo menos 60% a 80% dos alimentos são produzidos pelas mãos de mulheres.</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/11/Ellas_capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida em tons de rosa e roxo com duas mulheres no centro e em primeiro plano. A da esquerda da imagem tem cabelos cacheados e escuros, pele escura, olhos pretos; veste camiseta de manga comprida em tom de salmão e segura, nas mãos, um controle remoto preto com uma luz azul acesa na extremidade. A mulher do lado direito da imagem tem cabelos ondulados, compridos e escuros, pele clara, olhos escuros; veste camiseta listrada em tons de roxo e segura, nas mãos, um tablet que emite uma luz azulada. Ela está com a cabeça abaixada. Ao fundo, plantação em duas montanhas que se encontram no centro da imagem. No céu, um drone roxo que emite uma luz azulada. O céu é rosa bebê." loading="lazy" />														
			<h3>(R)evolução</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-a749390e-7fff-6d38-2c6c-2f71c5a2d3e7" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O trabalho no campo é, normalmente, influenciado por questões familiares. Pais agricultores tendem a incentivar os filhos a prosseguir com o trabalho. É o caso de Daiane Ross, que cresceu no meio rural e cursou a faculdade de Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com o objetivo de se qualificar para  seguir vivendo da agricultura. Daiane comenta que, mesmo com receio, adaptou-se ao meio e buscou espaço na agricultura digital. Hoje ela presta suporte a produtores rurais que estão implementando tecnologias no campo. É pelo trabalho dela que muitos homens e mulheres aprendem a fazer a gestão da propriedade rural, aumentar a produtividade das culturas e otimizar o tempo. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Daiane vê o futuro no agro como promissor. Apesar dos preconceitos ainda enfrentados, ela acredita que é possível conquistar um espaço igualitário no agronegócio. O crescente número de estudantes mulheres em cursos de ciências rurais representa, para ela, um avanço. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Jéssica Boelter é outro exemplo de quem buscou espaço no agro. Também formada em Agronomia pela UFSM, ela decidiu seguir as novas tendências do mundo agro através do geoprocessamento - uma análise de dados e informações geográficas, por meio de cálculos e softwares específicos. Hoje, ela é analista digital. Responsável pelas ferramentas digitais da empresa que trabalha, Jéssica oferece suporte técnico no campo para milhares de outras mulheres que, assim como ela, sonham com o reconhecimento.</p>		
			<h3>Ellas no Comando</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para incentivar a valorização do trabalho da mulher no ambiente agrícola, a UFSM realizou, em agosto de 2022, o evento <u><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/eventos/ellas-no-comando/">Ellas no </a><a>Comando</a></u><u>.</u> A atividade  reuniu acadêmicas dos cursos das Ciências Rurais e também outras mulheres para discutir a participação feminina na agricultura de precisão. O evento teve duração de dois finais de semana e contou com palestras e oficinas que mostraram exemplos de mulheres que hoje são protagonistas na área. Juntas, elas conversaram sobre drones na agricultura, maquinários, automação agrícola e plataformas digitais. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Segundo a comissão da Crop Júnior - empresa vinculada ao curso de Agronomia da UFSM e organizadora do evento, o Ellas no Comando surgiu com a ideia de incentivar mulheres a serem protagonistas das soluções sustentáveis do agronegócio. Para a empresa, há um aumento significativo no número de graduandas interessadas em pautas que envolvem tecnologias. A ação foi pensada como forma de incentivo ao mercado, que tende a exigir o conhecimento sobre as principais tendências.</p><p><br />Jéssica e Daiane participaram do Ellas no Comando como palestrantes. Para elas, as atividades foram importantes para promover trocas de experiências. "Discussões como essa realmente trazem um sentido diferente para a agricultura. Trazer essa visão para as alunas foi bom para acalmar as dúvidas e a preocupação de como se inserir no mercado”, afirma Jéssica.</p>		
			<h3>Representatividade e inspiração</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-d7072415-7fff-da6e-11df-50341267b368" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um passo importante para entender o papel da mulher na transformação da agropecuária no Brasil é perceber que, ao incluir a força feminina nos trabalhos do campo, abrem-se espaços para novas formas de pensar e agir. “A nossa participação no campo estimula mais meninas a seguirem o mesmo caminho, a repensarem e verem esperanças no agro.”, afirma Daiane.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A mulher sofreu e ainda sofre discriminação nas várias áreas em que se insere na sociedade. Relatos de abuso psicológico, moral e sexual ainda são comuns nos ambientes de trabalho. Para Jéssica e Daiane, novas políticas públicas podem ser importantes para o fomento ao empreendedorismo feminino e para facilitar o acesso à tecnologia no campo.</p>		
			<h3>Donas do Agro</h3>		
		<p>Outra iniciativa realizada por e para elas é o evento Donas do Agro. Em sua 5ª edição, realizada em 19 de outubro, o evento reuniu cerca de 70 pessoas. Sete mulheres fizeram parte da banca de palestrantes. O Donas do Agro é realizado anualmente e promovido pelo grupo Encorte UFSM. Durante a programação, foram discutidas práticas de sucesso no agronegócio e a importância da participação feminina no universo agro. </p><strong><em>Expediente:</em></strong><em><strong>Reportagem:</strong> Tayline Alves Manganelli, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em><em><strong>Design gráfico:</strong> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em><em><strong>Mídia social: </strong>Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Tr</em>eulieb, <em>jornalista.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chamada pública seleciona aluno da UFSM para fazer obra artística no Centro de Educação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/01/02/chamada-publica-seleciona-aluno-da-ufsm-para-fazer-obra-artistica-no-centro-de-educacao</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jan 2020 11:57:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[chamada pública]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=50931</guid>
						<description><![CDATA[O Centro de Educação (CE) divulga chamada pública para selecionar aluno da UFSM que fará produção artística no 3º andar do prédio 16B, no campus sede. O objetivo é tornar acolhedor o espaço destinado ao aleitamento materno, bem como promover o empoderamento feminino.  Mais informações disponíveis na chamada pública.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Centro de Educação (CE) divulga chamada pública para selecionar aluno da UFSM que fará produção artística no 3º andar do prédio 16B, no campus sede. O objetivo é tornar acolhedor o espaço destinado ao aleitamento materno, bem como promover o empoderamento feminino. </p>
<p>Mais informações disponíveis na <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/01/Chamada-Pública.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">chamada pública</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campanha do Dia da Mulher aborda luta por igualdade de gênero no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/08/campanha-do-dia-da-mulher-aborda-luta-por-igualdade-de-genero-no-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 18:57:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento feminino]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[O dia 8 de março é conhecido mundialmente por ser o Dia Internacional da Mulher. A data é lembrada como um dia para reivindicar igualdade de gênero e com manifestações ao redor do mundo. Pensando nisso, a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE) desenvolveu campanha, divulgada no Facebook e no Instagram &#8211; e compartilhada em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":46779} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Arte8mFinal-1.jpg" alt="" class="wp-image-46779" /><figcaption>Peça de divulgação traz Mariell Franco, vereadora carioca assassinada em março de 2018</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O dia 8 de março é conhecido mundialmente por ser o Dia Internacional da Mulher. A data é lembrada como um dia para reivindicar igualdade de gênero e com manifestações ao redor do mundo. Pensando nisso, a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE) desenvolveu campanha, divulgada no <a href="https://www.facebook.com/pg/preufsm/posts/?ref=page_internal">Facebook</a> e no <a href="https://www.instagram.com/extensaoufsm/">Instagram</a> - e compartilhada em diversas redes sociais ligadas à instituição. A proposta tem o intuito de dar visibilidade para a luta que as mulheres enfrentam todo o dia e não apenas no dia 8 de março. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As campanha aborda vários assuntos relacionados ao meio feminino. Como feminismo, brasileiras que fizeram história, políticas de gênero da UFSM e tipos e índices de violência contra as mulheres.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ideia surgiu a partir de um diálogo com o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/">Observatório de Direitos Humanos da UFSM</a>, que atua em diferentes frentes, entre elas ações com foco em aspectos de gênero. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo as organizadoras, a campanha também é trabalhada em um momento real de necessidade. No Brasil, os números de violência têm aumentado a cada ano. A cada 7,2 segundos, uma mulher é vítima de violência física, 164 são estupradas por dia. É o 5º país que mais mata mulheres no mundo. Portanto, na visão das servidoras que organizaram a campanha, não é um dia para ser comemorado, é para refletir a luta, e a Universidade dialogar com a comunidade ao mostrar que a luta é de todos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:gallery {"ids":["46782","46783"],"align":"center","className":"aligncenter"} -->
<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Insta-feminista-576x1024.jpg" alt="" data-id="46782" data-link="https://www.ufsm.br/2019/03/08/campanha-do-dia-da-mulher-aborda-luta-por-igualdade-de-genero-no-brasil/insta-feminista/" class="wp-image-46782" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/pq-lilás-1-576x1024.jpg" alt="" data-id="46783" data-link="https://www.ufsm.br/2019/03/08/campanha-do-dia-da-mulher-aborda-luta-por-igualdade-de-genero-no-brasil/pq-lilas-2/" class="wp-image-46783" /></figure></li></ul>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Idealização e recepção da proposta</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A campanha surgiu dentro do Núcleo de Divulgação Institucional da PRE de forma coletiva, entre as mulheres. Todo o processo de criação foi feito a partir da troca de experiências, relatos, referências e necessidades. “Nós estamos vivendo um período complicado para tratar de algumas temáticas, então nossa escolha foi construir uma campanha que contasse trajetórias e trouxesse informações que pudessem sensibilizar as pessoas para a causa, que auxiliasse na compreensão do tema de forma simples. Muita gente ainda não entende o que é o feminismo, onde está a desigualdade, e que a violência de gênero é uma questão estrutural”, destaca Mariana Henriques, coordenadora do NDI da PRE. Também integram o núcleo Andréa Ortis, bolsista de jornalismo e Vitória Rorato, bolsista de Publicidade e Propaganda.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":46787,"align":"left","width":367,"height":652} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Carolina-opção-1-1-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-46787" width="367" height="652" /><figcaption>História de vida de Carolina Maria de Jesus é uma das compartilhadas na campanha</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A partir da campanha, a PRE tenta aproximar esses conceitos e essas realidades das pessoas. Busca, ainda, ser o mais abrangente possível, destacando as várias formas de luta das mulheres, as mulheres negras, indígenas e trans.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para as organizadoras da campanha, a sociedade é machista e todas as referências culturais são definidas pelo masculino. Romper com essa lógica é uma forma de mudar a realidade. Para isso, é necessário apresentar novas referências e contar outras histórias de mulheres brasileiras para que se tenha uma sociedade mais justa e igualitária. Assim, o feminismo é necessário.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a PRE, a recepção do público está sendo muito boa. As publicações tiveram alcance de aproximadamente 70 mil pessoas - e não apenas no Brasil. “O retorno está sendo muito positivo. Essa é uma temática latente que precisava ser abordada. As pessoas estão muito felizes e orgulhosas pela Universidade se posicionar e abordar um tema assim. Estão se sentindo representadas e isso é fundamental”, aponta Mariana.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As ações da campanha seguirão durante todo mês. O trabalho mais intensivo segue até esta sexta, com publicações de conteúdos diários. Entretanto, ao longo de março ainda serão abordados outros tópicos. Além disso, a UFSM preparou uma programação especial, com oficinas, rodas de conversa e bate-papos. A programação pode ser conferida abaixo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mês da Mulher na UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Discotecagem para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 12/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 14h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Multiuso &nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Rima para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 12/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 15h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Multiuso </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Beatbox para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 12/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 15h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Multiuso </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Roda de conversa Ambiente Laboral e Qualidade de Vida</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 14/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora:9h30min</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório da CQVS</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Mecânica Automotiva para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 19/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 14h às 17h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: sala 218 - Reitoria</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Elétrica para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 22/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 15:30</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Laboratório de Instalações Elétricas - CTISM </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Defesa Pessoal para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 27/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 14h30min às 16h30min</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Alternativo, prédio 48C, PROGEP (ao lado do prédio da reitoria)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Roda de conversa Saúde da Mulher</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia 27/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 9h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório da CQVS</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Bate-papo Mulheres Empreendedoras</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 28/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 10h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório do 74 C</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Coelho de Almeida, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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