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				<title>Pesquisadores da UFSM-PM realizam missão em Mariana e Brumadinho</title>
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				<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 15:00:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[missão técnica]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto de pesquisa busca entender o pós-enchente a partir de outras catástrofes]]></description>
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/fotos-2-1024x768.jpg" alt="Foto colorida horizontal de seis pessoa, sendo cinco homens e uma mulhes. Todos usam roupas casuais e seguram as bandeiras da UFSM e do Rio Grande do Sul. Atrás deles, uma pequena igreja branca. A imagem foi feita em um dia com tempo firme." />											<figcaption>Missão técnica da UFSM passou por cidades mineiras que sofreram com rompimento de barragens de mineração</figcaption>
										</figure>
		<p>Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria campus Palmeira das Missões (UFSM-PM) participaram de missão técnica nos municípios de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais. A atividade, realizada entre 24 de setembro e 1º de setembro, integra o projeto <em>“</em>O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais<em>”. </em>A pesquisa está vinculada ao <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/palmeira-das-missoes/ppgagr" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/palmeira-das-missoes/ppgagr&amp;source=gmail&amp;ust=1761058638565000&amp;usg=AOvVaw0FAbCxxC4FF_I-DFlII2cA">Programa de Pós-Graduação em Agronegócios</a>&nbsp;(PPGAGR/UFSM-PM).</p>
<p>O grupo foi composto pelo professor Nelson Guilherme Machado Pinto, do Departamento de Administração e coordenador do PPGAGR, e pelos acadêmicos Thiago Machado Budó e Gabriel Anderson Wachholz. A missão técnica teve como objetivo analisar, sob o ponto de vista da governança ambiental dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) do Rio Grande do Sul, as estratégias implementadas para prevenir desastres climáticos e as medidas adotadas após sua ocorrência, em comparação com experiências internacionais e nacionais anteriores.</p>
<p>Durante a missão, os pesquisadores se reuniram com órgãos públicos, como a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (Seplag); visitaram as comunidades atingidas; conversaram com representantes da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos (Avabrum), da Comissão dos Atingidos pela Barragem do Fundão (CABF) e do Instituto Taliberti. Também realizaram atividades com movimentos sociais e projetos locais nas duas cidades, e participaram de discussões acadêmicas na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), com grupos de pesquisadores da PUC Minas, e de uma mostra de cinema sobre mineração, meio ambiente e mudanças climáticas no Memorial Brumadinho.</p>
<p>Para o coordenador do projeto, professor Nelson Guilherme Machado Pinto, a missão foi uma oportunidade de aprendizado sobre a gestão e os impactos de grandes tragédias. “Foi uma experiência marcante de vida. Ninguém volta da mesma forma após visitar as realidades das tragédias de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais. Para nós, gaúchos, que estamos tentando entender a nossa governança ambiental no pós-enchentes de 2024, é um aprendizado sobre como a gestão organizacional do tempo é um fator importante na reconstrução de tragédias e desastres", comentou.&nbsp;</p>
<p>O professor destacou que os moradores das duas cidades mineiras mesmo após momentos tão difíceis, são muito acolhedores. "Trazemos na bagagem muitas experiências e vivências para aplicar a nossa realidade. Foram os dois primeiros territórios visitados dos cinco previstos, os únicos brasileiros, o que foi importante para observarmos os desdobramentos institucionais", comparou. Nelson ainda informa que, em 2026, serão realizadas missões técnicas em Nova Orleans (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Valência (Espanha). "Esperamos ampliar nossa perspectiva para uma análise da gestão de tragédias e desastres sob uma visão global” enfatizou.</p>
<p>O projeto é financiado pelo Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Voltado a Desastres Climáticos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e faz parte de um conjunto de ações que buscam compreender como diferentes regiões e países estruturam suas políticas de governança ambiental frente a desastres. O estudo estabelece uma base comparativa entre o contexto do Rio Grande do Sul e casos nacionais e internacionais, como o furacão Katrina, nos Estados Unidos; o tsunami no Japão; as chuvas em Valência, na Espanha; e os rompimentos de barragens em Mariana e Brumadinho.</p>
<p><em>Com informações da Divisão de Divulgação Institucional UFSM-PM</em></p><p><em>Foto: Nelson Guilherme Machado Pinto/Arquivo Pessoal</em></p>
<p><br></p>]]></content:encoded>
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