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				<title>11 esculturas do Centro de Educação da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/11-esculturas-centro-educacao-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 11:00:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Catalogação de esculturas do campus da UFSM identifica e disponibiliza ao público informações sobre as obras
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-fbc83bcd-7fff-9dbc-0199-237a54f8e1b5" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Quem visita o campus da&nbsp; UFSM em Santa Maria encontra obras de arte, como esculturas e murais, espalhadas por toda a Universidade. As obras existentes na UFSM são muito diversas, como a escultura da bússola na Avenida Roraima, o próprio Arco e os murais espalhados pelos prédios.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em dezembro de 2021, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, foram lançados os catálogos de murais e esculturas da UFSM. O <a style="text-decoration: none" href="https://drive.google.com/file/d/1aoB-ripgKwzGgTuZR3aJ2HE3yd9hdCv-/view">Catálogo de Murais</a> é fruto da <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/rastros-de-extensao/exposicao-murais-da-ufsm/">Exposição de Murais</a> que aconteceu em 2018, sob curadoria da arquivista do Departamento de Arquivo Geral Cristina Strohschoen dos Santos, na qual foram exibidos <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/21-murais-da-ufsm/">21 murais do campus</a>.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Já o <a style="text-decoration: none" href="https://drive.google.com/file/d/1dx3VRq5Ug6YqIF3U3meKk3xfJWKUHql0/view">Catálogo de Esculturas</a> foi organizado pela arquivista Flávia Jappe e pelo professor José Francisco Goulart, e registra informações sobre cada obra, seus autores, características técnicas e localização. As obras catalogadas estão expostas ao ar livre, no campus sede em Santa Maria. A versão digital dos dois catálogos foi disponibilizada em fevereiro deste ano.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Flávia Jappe é formada em Artes Visuais e Arquivologia pela UFSM e servidora da instituição desde 2014 como técnica em microfilmagem e desde 2019 como arquivista no Departamento de Arquivo Geral (DAG). Ela destaca a importância de realizar a catalogação: “A ideia propulsora foi a preservação das informações pertinentes às obras de esculturas da UFSM, ou seja, o viés documental. Após o trabalho desenvolvido no projeto de pesquisa, foi possível disponibilizar as informações ao público.” Segundo Flávia, as esculturas encontradas no campus de Santa Maria são um convite à comunidade geral para apreciar a arte de maneira gratuita.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O catálogo das esculturas conta com informações sobre as 38 obras que estão espalhadas pelo campus. A Revista Arco separou uma lista de 11 delas que podem ser encontradas no Centro de Educação da UFSM. Confira:</p>

<h3>1. Figura</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/1_Figura_Teoura_Benetti-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">
<p id="docs-internal-guid-8fb46b81-7fff-831a-9a4a-cbbed761c4a0" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">É a obra mais antiga desta lista. Produzida no ano de 2001 e com autoria de Téoura Benetti, essa escultura foi modelada em argila com posterior utilização da técnica de fôrma perdida e finalizada com fibra de vidro, resina e massa plástica.</p>

<h3>2. Escultura sem título</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/2_Juliano_Siqueira.jpg" alt="" loading="lazy" width="729" height="951">

Criada por Juliano Siqueira em 2003, essa escultura foi modelada em argila com posterior utilização da técnica de fôrma perdida. Finalizada com fibra de vidro e resina com corante.
<h3>3. Escultura sem título</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/3_Jair_Favero.jpg" alt="" loading="lazy" width="667" height="951">

Escultura de Jair Fávero, construída em 2005 e feita em concreto, pedra arenito, pedra talco, madeira e aço.
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-f98089e0-7fff-8963-437e-593e5d8fcc91">4. Escultura sem título</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/4_Catiuscia_Bordin_Dotto.jpg" alt="" loading="lazy" width="729" height="951">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De autoria de Catiuscia Bordin Dotto, essa escultura&nbsp; feita em 2006&nbsp; foi modelada em argila com posterior queima (terracota).</p>

<h3>5. Escultura sem título</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/5_Camila_Mesquita_Santos-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">
<p id="docs-internal-guid-8f43d312-7fff-6139-febf-e8741542147d" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Escultura modelada em argila com posterior queima (terracota). Produzida por Camila Mesquita Santos em 2009.</p>

<h3>6. Observador do Céu</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/6_Observador_do_ceu_Anderson_Mota-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="683">
<p id="docs-internal-guid-0018e52f-7fff-2029-c0bc-aa899df1f3b2" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Feita no ano de 2010 por Anderson Mota, essa escultura foi modelada em argila com posterior queima (terracota) em forno cerâmico.</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-d7a4dd70-7fff-7193-19a5-d7fa6899251e">7. Escultura sem título</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/7_Jorge_Gularte-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">

Escultura de Jorge Gularte, criada em 2010 e modelada em argila com posterior em queima (terracota).
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">8. Triangulações N1</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/8_Triangulacoes_N1_Douglas_Medeiros.jpg" alt="" loading="lazy" width="667" height="951">

De autoria de Douglas Medeiros, essa escultura foi construída no ano de 2015 em cimento, chapas e barra de ferro soldadas.
<h3>9. Psicobélico</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/9_Psicobelico_Mateus_Bolson.jpg" alt="" loading="lazy" width="729" height="951">
<p id="docs-internal-guid-438e0bed-7fff-f86e-b6f6-896da513ddba" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Escultura confeccionada com chapas de metal soldadas. Feita por Mateus Bolson em 2015.</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">10. Cabeça de Cavalo</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/10_Cabeca_de_cavalo_Augusto_Sachs-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">
<p id="docs-internal-guid-ff5dbe84-7fff-ce62-c18e-075c36f69d5b" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Construída por Augusto Sachs em chapas de ferro soldado, alojadas sobre pedra de mármore gaúcho. (sem data)</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-f42390a4-7fff-1f30-e4e9-61a28ab9a8ae">11. Escultura-Banco-Escultura I</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/11_Escultura-Banco-Escultura_I_Carina_Plein-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="683">
<p id="docs-internal-guid-3adda761-7fff-9aa1-3e5a-ce1c75e88046" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Escultura estruturada a partir de sucatas. Modelada, revestida e finalizada diretamente com massa de cimento. De autoria de Carina Plein. (sem data)</p>
<p id="docs-internal-guid-77fad8f6-7fff-575a-ac65-af2459e05e63" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Glossário:</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fôrma perdida: É uma técnica de modelagem de escultura. A escultura em argila é revestida em materiais como cera, gesso, cimento ou materiais plásticos. Depois de aquecido, o molde é quebrado e a forma final da obra é revelada.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Queima: Técnica de finalização de uma escultura. Depois de moldada em argila, a escultura é submetida a altas temperaturas, obtendo assim a cerâmica ou a terracota.</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Expediente:&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Reportagem: Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</p>
Fotografia: Rafael Happke;
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário; e Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e voluntária;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Edição geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunas do Colégio Politécnico lançam aplicativo que mapeia esculturas de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/19/alunas-do-colegio-politecnico-lancam-aplicativo-que-mapeia-esculturas-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 12:28:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>

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						<description><![CDATA[Luísa dos Santos Furquim e Virgínia Comis Berguemaier, de 16 e 17 anos, respectivamente, estudam no Colégio Politécnico da UFSM e atualmente estão no segundo ano do Ensino Médio. Orientadas pela professora da disciplina de Artes Márcia Gerhardt e pelo professor da disciplina de Geografia e coordenador do curso técnico de Geoprocessamento, Valmir Viera, as [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54578" align="alignright" width="401"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/foto-entrevista-encontrarte.jpg"><img class="wp-image-54578" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/foto-entrevista-encontrarte.jpg" alt="" width="401" height="352" /></a> Alunas do segundo ano do Ensino Médio desenvolveram o aplicativo durante a pandemia[/caption]
<p dir="ltr">Luísa dos Santos Furquim e Virgínia Comis Berguemaier, de 16 e 17 anos, respectivamente, estudam no Colégio Politécnico da UFSM e atualmente estão no segundo ano do Ensino Médio. Orientadas pela professora da disciplina de Artes Márcia Gerhardt e pelo professor da disciplina de Geografia e coordenador do curso técnico de Geoprocessamento, Valmir Viera, as estudantes desenvolveram um aplicativo a partir do projeto piloto realizado por ex-alunos do colégio que mapeia e estuda as esculturas de Santa Maria, o<a href="https://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/encontr_arte_sm" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/encontr_arte_sm&amp;source=gmail&amp;ust=1605870461420000&amp;usg=AOvVaw1i2lj8ajev8eSLkxGwrDHY"> Encontr’arteSM,</a> lançado no dia 12 de novembro.</p>
<p dir="ltr">As estudantes contam que o aplicativo não contém apenas o mapa de esculturas da cidade, mas também diversas outras ferramentas, para estimular a integração e a valorização do espaço urbano, social e cultural santa-mariense. </p>
<p dir="ltr"><strong>A criação do app</strong></p>
<p dir="ltr">O protótipo foi desenvolvido em 2018/2019 e contava com o mapeamento das esculturas localizadas no campus sede da UFSM. Luísa e Virgínia começaram a trabalhar no projeto no ano passado, ao fazer o georreferenciamento e apresentar a proposta em eventos e mostras. Já o aplicativo foi criado esse ano, durante a pandemia de Covid-19. Como a locomoção não era possível, elas pensaram em criar a ferramenta e disponibilizar os resultados para todos. Inicialmente, a ideia era mapear as esculturas da região central de Santa Maria, apenas para complementar o projeto existente. Mas, segundo as estudantes, acabou se tornando um momento de reflexão sobre a arte na cidade e o acesso a ela. Então, democratizar essa arte e torná-la mais visível e presente no cotidiano se fez um dos principais objetivos da proposta. </p>
<p dir="ltr">As primeiras etapas foram realizadas por meio de uma integração com o curso técnico de Geoprocessamento do Colégio Politécnico. Alunos do curso auxiliaram no trabalho com novas tecnologias. Após o georreferenciamento, foi feita a apresentação da ideia inicial do projeto em diversas mostras educacionais e científicas, como o Espaço Ciência da Universidade Franciscana, em 2019, onde conquistaram o primeiro lugar com a primeira versão do projeto.</p>
<p dir="ltr"><strong><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/print-app.jpg"><img class=" wp-image-54579 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/print-app.jpg" alt="" width="281" height="508" /></a>Funções disponíveis</strong></p>
<p dir="ltr">No aplicativo, além do mapa de esculturas da cidade e o mapa resultante do projeto piloto, que abrange as esculturas na UFSM, existe uma galeria de fotos com algumas das esculturas mais conhecidas e um espaço chamado "Museu Virtual", para a população publicar sua própria arte (esculturas, pinturas, fotografias, desenhos, etc) ou alguma obra vista pelas ruas, expressando seu ponto de vista sobre ela. Também há um mural para deixar comentários diversos e um espaço para denúncias, reportando casos de vandalismo ou depreciação à arte pública da cidade e/ou maus usos de espaços públicos de lazer, como praças mal cuidadas e sujas, por exemplo. Assim, o encaminhamento de tais fatos para o órgão responsável do município é facilitado.</p>
<p dir="ltr">Antes da pandemia, foi possível mapear grande parte das esculturas dos bairros Centro, Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora de Fátima, e disponibilizar os pontos no aplicativo. Além das funcionalidades interativas, o aplicativo também conta com mais informações sobre as idealizadoras e sobre o projeto, assim como depoimentos de alguns envolvidos.</p>
<p dir="ltr">Por enquanto, por conta do modo que o aplicativo foi criado, por meio de um website gratuito, não é possível adicionar as funções que Luísa e Virgínia gostariam. Elas contam que, no momento, o aplicativo possibilita a adição de fotos apenas pelos administradores. Porém, a postagem de comentários e denúncias fica a cargo dos usuários. “Pretendemos expandir o app e suas funções, principalmente para poder disponibilizá-lo por meio da App Store e Google Apps, o que requer o pagamento de uma quantia em dinheiro”, comentam.</p>
<p dir="ltr">Durante o trabalho empenhado na idealização desta iniciativa, as meninas contam que, por mais que o processo tenha sido cansativo, foi muito gratificante. O mapeamento das esculturas, por exemplo, requer a ida pessoalmente aos locais, o que demanda muita paciência e organização, além das longas reuniões, e muito tempo no colégio fora do horário de aula, desenvolvendo ideias para levá-las a feiras e mostras.</p>
<p dir="ltr">“Após tudo isso, ver o projeto se concretizando e ter resultados, como as premiações que recebemos e o apoio e retorno dos colegas, é demais, é a parte mais gratificante, onde percebemos que o esforço vale a pena. Fomos muito privilegiadas de ter orientadores maravilhosos, que nos auxiliaram em todos os passos do projeto, sempre supervisionando e colocando a ‘mão na massa’ também. É uma grande oportunidade que tivemos a sorte de ter, e esperamos que, além do projeto em si, a possibilidade de ter uma experiência de pesquisa e desenvolvimento de trabalhos ainda no Ensino Médio seja passada adiante e beneficie muitos outros alunos e professores além de nós”, finalizam. </p>
<p dir="ltr"><em>Texto: Vitória Faria Parise, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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