<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=estiagem" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 21:58:38 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Projeto da UFSM busca auxiliar quilombolas em meio à estiagem no estado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/14/projeto-da-ufsm-busca-auxiliar-quilombolas-em-meio-a-estiagem-no-estado</link>
				<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 11:06:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[projeto pilão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61207</guid>
						<description><![CDATA[Pilão: Presença Negra no Campo discute as demandas das comunidades quilombolas diante da seca gaúcha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Segundo <a href="https://www.defesacivil.rs.gov.br/estiagem">dados da Defesa Civil do Rio Grande do Sul</a>, o estado alcançou, no último sábado (11), 272 decretos municipais de situação de emergência relativos à estiagem. São diversos os impactos gerados pela seca, que tem entre os seus principais efeitos a insegurança alimentar e a dificuldade de sobrevivência de animais e de seres humanos. Reconhecendo a gravidade dos impasses que atingem, principalmente, aqueles que vivem no campo, o Projeto Pilão discute atividades que possam auxiliar neste período.</p>
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/11/30/inclusao-social-e-cultural-de-comunidades-quilombolas-e-foco-de-projeto-na-antiga-reitoria" target="_blank" rel="noopener">Pilão: Presença Negra no Campo</a> está entre os <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/05/10/conheca-as-acoes-que-atuarao-no-espaco-da-antiga-reitoria-ufsm" target="_blank" rel="noopener">dez projetos de extensão</a> da UFSM que integram o Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria). Há cerca de 17 anos, a iniciativa promove atividades de incentivo à inclusão social e cultural de comunidades quilombolas residentes na região central do Rio Grande do Sul. Nesse território, atua nos quilombos de Arnesto Penna Carneiro – Palma, do 8º Distrito de Santa Maria; Cerro do Louro, Estância do Meio e Timbaúva, em Formigueiro; e Barro Vermelho, Passo da Serraria, Silêncio e Rincão dos Martimianos, em Restinga Sêca. </p>
<p>O número de decretos presentes no relatório da Defesa Civil do estado corresponde a mais da metade das cidades gaúchas. Formigueiro e Restinga Sêca foram incluídas na lista recentemente, enquanto Santa Maria permanece desde dezembro, considerando o biênio 2022/2023. Em meio a esse cenário, o Pilão participou de uma reunião remota com os quilombolas de Formigueiro, que solicitaram o apoio do projeto devido à falta de água potável em suas regiões. Em 2010, com apoio da Fundação Cultural Palmares, a equipe já havia perfurado um poço artesiano que atende diversas famílias em Cerro do Louro, mas é limitado à população presente nas áreas mais próximas.</p>
<p>No início deste mês de fevereiro, o projeto<i> </i>encontrou o parceiro e deputado estadual Valdeci Oliveira, em uma reunião presencial que abordou as solicitações realizadas pelas comunidades e que discutiu as ações necessárias para atravessar os problemas resultantes da estiagem. Na ocasião, os representantes se comprometeram a tomar providências, começando com a criação de uma documentação a ser encaminhada às demais instâncias responsáveis por assegurar o direito humano de acesso à água potável e ao saneamento básico, com foco em atender às demandas dos quilombos localizados em Formigueiro.</p>
<p><i>Texto: Pró-Reitoria de Extensão</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sistema silvipastoril auxilia pastagens e animais neste período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgef/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 14:56:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[sistema silvipastoril]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgef/?p=1206</guid>
						<description><![CDATA[“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto do calor quanto do frio, com faixas de sombreamento.</p>
<p>Já a produtora Sandra Gomes Brum, de Tupanciretã, destaca que nas duas áreas que têm com este sistema, totalizando cinco hectares, buscou a recuperação do solo e sombra para os animais. “Nós presenciamos nestes dias muito quentes os animais na sombra e isto é uma proteção. E no inverno também, as acácias protegem o gado dos ventos frios e da geada”, declara. Além dos animais, o pasto também fica protegido tanto do sol quanto da geada, afirma. Sandra optou pelo plantio da acácia negra, porque auxilia no aumento da matéria orgânica do solo e tem crescimento rápido.</p>
[caption id="attachment_7329" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-7329 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Propriedade em Tupanciretã desenvolve sistema silvipastoril há 23 anos com o uso da acácia negra – Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]
<p>O produtor de Barra do Ribeiro, Pedro Feijó, implantou o sistema silvipastoril há dois anos em uma área de sete hectares. “Esse sistema eu acredito que não tenha mais volta com esta integração, porque o animal fica comendo na sombra, num lugar que traz benefícios pra ele”, afirma. A ideia do produtor é ampliar em mais um hectare com plantio de eucaliptos.</p>
<p>“É uma grande oportunidade para o produtor minimizar os efeitos da estiagem, porque se cria um microclima na parte do sub-bosque, que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo o bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores”, diz o Engenheiro Florestal Jackson Brilhante, coordenador do Comitê Gestor Estadual do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+ </a>da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O plano tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos.</p>
<p>A coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC+), juntamente com a Emater e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), esteve visitando, no final de janeiro, produtores de três municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca.</p>
[caption id="attachment_7330" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-7330 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril2-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Pastagens crescem, mesmo durante a estiagem, em função do sistema silvipastoril desenvolvido em propriedade de Barra do Ribeiro – Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]
<p>O Professor do Curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.</p>
<p>Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. “O que nós estamos vendo, na prática, é que a floresta não prejudica a pastagem, que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono”. O trabalho é desenvolvido pela UFSM em parceria com a Embrapa e a Emater.</p>
<p>A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com este sistema silvipastoril. O primeiro município a implantar este sistema foi Nova Esperança, em 2005. “Produtores rurais, técnicos e pesquisadores vêm observando a persistência da pastagem verde e crescendo, mesmo com muitos dias de falta de chuvas, resultando reserva de forragem em pé para os animais se alimentarem satisfatoriamente e persistirem na produção de leite e engorda, mesmo em momentos de crise como a que vivemos desde novembro de 2022”, destaca o engenheiro florestal da Emater, Gilmar Deponti. Além da Emater Santa Maria, outras 12 regionais vêm desenvolvendo trabalhos de incentivo à implantação do sistema silvipastoril.</p>
<p>“Os produtores que visitamos estão muito satisfeitos, pois o sistema além de minimizar os impactos da estiagem na produção de leite e de carne, também contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor agropecuário gaúcho”, destaca Jackson. Segundo ele, o estado deve incentivar a adoção desse sistema de produção como uma estratégia de médio e longo prazo para minimizar o impacto da estiagem na produção pecuária gaúcha.</p>
<p><a href="https://www.agricultura.rs.gov.br/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem"><em>Notícia elaborada pela jornalista MARIA ALICE LUSSANI.</em></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sistema silvipastoril auxilia pastagens e animais neste período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 14:53:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[#pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[sistema silvipastoril]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=7328</guid>
						<description><![CDATA[“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto do calor quanto do frio, com faixas de sombreamento.</p>
<p>Já a produtora Sandra Gomes Brum, de Tupanciretã, destaca que nas duas áreas que têm com este sistema, totalizando cinco hectares, buscou a recuperação do solo e sombra para os animais. “Nós presenciamos nestes dias muito quentes os animais na sombra e isto é uma proteção. E no inverno também, as acácias protegem o gado dos ventos frios e da geada”, declara. Além dos animais, o pasto também fica protegido tanto do sol quanto da geada, afirma. Sandra optou pelo plantio da acácia negra, porque auxilia no aumento da matéria orgânica do solo e tem crescimento rápido.</p>[caption id="attachment_7329" align="alignright" width="300"]<img class="size-medium wp-image-7329" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Propriedade em Tupanciretã desenvolve sistema silvipastoril há 23 anos com o uso da acácia negra - Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]<p>O produtor de Barra do Ribeiro, Pedro Feijó, implantou o sistema silvipastoril há dois anos em uma área de sete hectares. “Esse sistema eu acredito que não tenha mais volta com esta integração, porque o animal fica comendo na sombra, num lugar que traz benefícios pra ele”, afirma. A ideia do produtor é ampliar em mais um hectare com plantio de eucaliptos.</p>
<p>“É uma grande oportunidade para o produtor minimizar os efeitos da estiagem, porque se cria um microclima na parte do sub-bosque, que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo o bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores”, diz o Engenheiro Florestal Jackson Brilhante, coordenador do Comitê Gestor Estadual do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+ </a>da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O plano tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos.</p>
<p>A coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC+), juntamente com a Emater e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), esteve visitando, no final de janeiro, produtores de três municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca.</p>[caption id="attachment_7330" align="alignleft" width="300"]<img class="size-medium wp-image-7330" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril2-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Pastagens crescem, mesmo durante a estiagem, em função do sistema silvipastoril desenvolvido em propriedade de Barra do Ribeiro - Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]<p>O Professor do Curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.</p>
<p>Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. “O que nós estamos vendo, na prática, é que a floresta não prejudica a pastagem, que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono”. O trabalho é desenvolvido pela UFSM em parceria com a Embrapa e a Emater.</p>
<p>A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com este sistema silvipastoril. O primeiro município a implantar este sistema foi Nova Esperança, em 2005. “Produtores rurais, técnicos e pesquisadores vêm observando a persistência da pastagem verde e crescendo, mesmo com muitos dias de falta de chuvas, resultando reserva de forragem em pé para os animais se alimentarem satisfatoriamente e persistirem na produção de leite e engorda, mesmo em momentos de crise como a que vivemos desde novembro de 2022”, destaca o engenheiro florestal da Emater, Gilmar Deponti. Além da Emater Santa Maria, outras 12 regionais vêm desenvolvendo trabalhos de incentivo à implantação do sistema silvipastoril.</p>
<p>“Os produtores que visitamos estão muito satisfeitos, pois o sistema além de minimizar os impactos da estiagem na produção de leite e de carne, também contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor agropecuário gaúcho”, destaca Jackson. Segundo ele, o estado deve incentivar a adoção desse sistema de produção como uma estratégia de médio e longo prazo para minimizar o impacto da estiagem na produção pecuária gaúcha.</p>
<p><a href="https://www.agricultura.rs.gov.br/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem"><span style="color: #808080"><em>Notícia elaborada pela jornalista MARIA ALICE LUSSANI.</em></span></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sistema silvipastoril auxilia pastagens e animais no período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-no-periodo-de-estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 12:28:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[emater]]></category>
		<category><![CDATA[embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[plano ABC+]]></category>
		<category><![CDATA[seapi]]></category>
		<category><![CDATA[sistema silvipastoril]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61203</guid>
						<description><![CDATA[Curso de Engenharia Florestal da UFSM realiza trabalho em parceria com Emater e Embrapa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_61204" align="alignright" width="800"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/08084910_147930_GDO.jpeg"><img class="wp-image-61204 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/08084910_147930_GDO.jpeg" alt="foto colorida horizontal mostra um gramado com animais pastando e ao fundo árvores altas em um terreno levemente ondulado" width="800" height="450" /></a> Sistema de integração lavoura-pecuária-floresta desenvolvido em Agudo reduz as áreas de calor[/caption]
<p>A UFSM, por meio do curso de Engenharia Florestal, em parceria com a Embrapa e a Emater, vem desenvolvendo um trabalho voltado à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. O sistema vem dando ótimos resultados, especialmente em um período de estiagem, porque permite a criação de um microclima na parte do sub-bosque que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores. </p>
<p>O professor do curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora, neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.</p>
<p>Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. O que se está vendo, na prática, é que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono. </p>
<div class="gmail_default">"O trabalho tem tido um resultado fantástico, especialmente em relação ao pasto, isto é, o consórcio proposto entre floresta e pastagem não prejudica em nada a produção de pasto, ou seja, a floresta passa a ser um plus no fluxo de caixa da propriedade. Além disso, nesse período de estiagem, se confirmou que o consórcio traz benefícios à pastagem e aos animais. Seguimos analisando os aspectos financeiros do sistema, as formas de maximizar esse consórcio e, especialmente, como o sistema silvipastoril pode contribuir para mitigar as mudanças climáticas e até criar uma nova fonte de renda para esses proprietários, via pagamento por serviços ambientais", destaca o professor, para quem, com este trabalho, a UFSM assume um importante protagonismo nessa área e se destaca em nível nacional.</div>
<div> </div>
<div>Farias, que integra o Comitê Gestor do Plano ABC+ no estado desde maio de 2022, relata que o <span style="color: initial">projeto mescla a extensão e a pesquisa, com áreas de observação em Cacequi, São Francisco de Assis, São Pedro do Sul, Dilermando de Aguiar, Santa Maria e em Agudo. Alunos de graduação e de pós-graduação da Engenharia Florestal realizam pesquisas sobre o tema.</span></div>
<div> </div>
<div>Recentemente, a coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (<a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+</a>), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), que tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos, visitou produtores de municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita, que também contou com representantes da UFSM e da Emater, foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca. A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com o sistema silvipastoril.</div>
<div> </div>
<div><em>Com informações da Assessoria de Comunicação da Seapi</em><br /><em>Fotos: Fernando Dias/Seapi</em></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mais da metade dos municípios do RS decretam situação de emergência devido à estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/02/08/mais-da-metade-dos-municipios-do-rs-decretam-situacao-de-emergencia-devido-a-estiagem</link>
				<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 12:46:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=7314</guid>
						<description><![CDATA[A estiagem em 39 municípios da região central resulta em decretos de situação de emergência. Mais da metade dos municípios do RS já publicaram seus decretos, e muitos também estão levando água potável para famílias da zona rural.  Os prejuízos na agricultura e na pecuária do RS já ultrapassam 3 bilhões de Reais, principalmente na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="size-medium wp-image-7315 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/seca-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" />A estiagem em 39 municípios da região central resulta em decretos de situação de emergência. Mais da metade dos municípios do RS já publicaram seus decretos, e muitos também estão levando água potável para famílias da zona rural.  Os prejuízos na agricultura e na pecuária do RS já ultrapassam 3 bilhões de Reais, principalmente na produção de soja e na criação de animais para corte.</p>
<p>Com o reconhecimento da situação de emergência, os municípios passam a receber recursos estaduais e uma verba federal para o combate à seca e no auxílio às famílias atingidas pela estiagem. "É uma das maiores estiagem dos últimos 15, 20 anos", afirma o secretário da Agricultura, Valmir Miliorança.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-7316 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/Animais-passam-fome-e-sede-e-o-cenario-e-cada-vez-mais-preocupante-Divulgacao-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></p>
<p>Outra consequência da estiagem são as queimadas. O aumento exponencial ocorre normalmente no período de verão, mas é bem maior com a seca. Ocorrendo a estiagem, a vegetação fica seca e se torna um combustível mais fácil para a deflagração do fogo, as causas são desde a ação humana, com o descarte irregular de lixo, de garrafas de vidro e bitucas de cigarro, até efeitos da natureza, como ocorreu na Reserva Ecológica do Taim, em dezembro, onde um raio atingiu uma vegetação seca e causou um incêndio de grandes proporções, que levou vários dias para ser controlado. Quando a vegetação está úmida é menor a possibilidade. </p>
<p>Os modelos meteorológicos mostram que as temperaturas máximas podem ficam próximas dos 40ºC no Rio Grande do Sul nos próximos dias. Segundo informações da MetSul, a baixa umidade relativa do ar também vai contribuir para o aquecimento no estado. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Trabalho de grupo de meteorologia da UFSM fornece informações climáticas durante período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 17:08:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9638</guid>
						<description><![CDATA[Previsões climáticas adaptadas à realidade local ajudam na criação de medidas de enfrentamento à seca]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="color: #000000;font-size: 16px">A falta de chuva e as altas temperaturas registradas nos últimos meses já levaram 235 municípios do Rio Grande do Sul a decretarem situação de emergência junto à <a style="color: #204c90" href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1Ckk6-QxXIpoFyUgvdVHJ5yI0Gqq0jGBe4yAZyffF8Zo/edit#gid=1651647734">Defesa Civil Estadual</a>. A estiagem tem causado prejuízos para a agricultura, pecuária e deixado famílias rurais sem acesso a água. Segundo dados da <a style="color: #204c90" href="https://www.emater.tche.br/site/index.php">Emater</a>, a região de Santa Maria é a que enfrenta as maiores dificuldades nas lavouras, seguida pelas áreas de Ijuí, Santa Rosa e Frederico Westphalen.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Conforme Murilo Machado Lopes, meteorologista na UFSM e integrante do Grupo de Meteorologia, o principal fator responsável por esse problema são os índices de chuva que se mantiveram abaixo do esperado durante todo o último trimestre. “Quando a chuva ocorre é de forma muito irregular, apenas alguns locais tiveram alguma precipitação e outros não tiveram nada. Isso leva à condição de déficit hídrico”, afirma.</p>		
												<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/02/elizabeth-lies-campos-1024x768.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Murilo também explica que a estiagem vivenciada nos últimos três anos foi intensificada pelo La Niña. O fenômeno natural provoca um resfriamento das águas do Oceano Pacífico causando mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperaturas. O evento está diretamente relacionado com uma mudança nas condições dos ventos que sopram com mais intensidade e movimentam a superfície da água. Em períodos de La Niña, costuma ser mais chuvoso na região Nordeste e mais seco no Sul do Brasil.</p>
<h3><b>Contribuição da Universidade</b></h3>
<p>Na UFSM, o Grupo de Meteorologia vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) tem divulgado um <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/meteorologia/previsao-climatica-mensal">boletim climático mensal</a> com informações detalhadas mês a mês sobre precipitação, temperatura e ocorrência de fenômenos climáticos no estado. O trabalho é resultado de um esforço conjunto do Laboratório de Hidrometeorologia (LHMET), do Grupo de Modelagem Atmosférica (GruMA) e do Grupo de Pesquisas em Clima (GPC). O professor e coordenador do curso de Meteorologia, Jônatan Dupont Tatsch, explica que o grupo surgiu em setembro de 2022 com dois objetivos: aproximar estudantes, pós-graduandos e Técnicos Administrativos em Educação e gerar informações para a sociedade a partir de conhecimentos na área. A previsão climática é realizada  em uma reunião mensal e sempre traz informações sobre o trimestre seguinte. A previsão se dá por consenso, isto é, o resultado surge de uma análise compartilhada por vários profissionais especializados na área. </p>
<p>O primeiro passo é reunir dados de previsões climáticas confiáveis disponíveis para o sul do Brasil, tanto de centros mundiais como regionais - cerca de 15 centros diferentes. A partir disso, cria-se um panorama geral sobre o cenário climático futuro. Os integrantes também analisam a situação atual e o que ocorreu nos últimos meses. “Como estão as condições atuais do solo, da atmosfera, umidade, temperatura e precipitação. Então, juntando todas essas informações, a gente coloca para discussão e gera uma previsão por consenso do grupo”, explica Jônatan.</p>
<p>De acordo com o docente, essa é uma técnica utilizada por grande parte dos centros de meteorologia. Assim, o diferencial do trabalho na UFSM está no olhar local que os profissionais agregam à previsão. O objetivo é fornecer informações mais precisas sobre o contexto regional e, para isso, é preciso adaptar os modelos meteorológicos que servem de referência para os profissionais.</p>
<h3><b>Modelos meteorológicos</b></h3>
<p>Para prever o tempo, são utilizados modelos meteorológicos que são conjuntos de equações que descrevem o comportamento da atmosfera no passado, presente e futuro. Eles são criados e lidos a partir de algoritmos matemáticos. Atualmente, existem diversos modelos desenvolvidos por agências e organizações que se dedicam ao estudo da meteorologia e que se tornam referências globais para os meteorologistas gerarem suas previsões. Entre eles está o Sistema de previsão global da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e o Centro Europeu de Previsões Meteorológicas a Médio Prazo (ECMWF).</p>
<h3><b>Adaptação</b></h3>
<p>Os modelos globais são simplificados, porque buscam simular o clima de forma ampla para todo o mundo. Por isso, para se ter um modelo que represente melhor as condições locais, é preciso modificar as equações, ou seja, aperfeiçoá-lo. Com esse objetivo, novas informações são inseridas dentro dos modelos por meio de códigos computacionais. </p>
<p>Alguns dados que podem ser inseridos para melhorar a capacidade de previsão local são utilizar um mapa que caracteriza o solo do Rio Grande do Sul, em vez de um mapa de solo global, ou então inserir a vegetação do Bioma Pampa, por exemplo. O professor ressalta que informações como essas são produzidas na própria UFSM, por meio de pesquisas científicas de campo.</p>
<h3><b>Resultados</b></h3>
<p>Para fevereiro, o boletim climático indica tempo similar ao de janeiro, com chuvas abaixo da média e de fraca intensidade. Conforme o meteorologista Murilo, o estado também continuará enfrentando bastante calor com temperaturas acima dos 30°C. No que diz respeito ao La Niña, há um enfraquecimento do fenômeno, porém a chuva ainda deve seguir irregular, fazendo com que as consequências da estiagem ainda sejam sentidas por um longo período.</p>
<p>Informações sobre o tempo e o clima são importantes em diversos setores da sociedade, como a agricultura e o meio ambiente. Diante da problemática da estiagem vivenciada no Rio Grande do Sul, as previsões do Grupo de Meteorologia da UFSM contribuem para a tomada de decisões públicas especialmente na região central. O professor Jônatan explica que, ao ter acesso a dados que mostrem a quantidade de chuva para os próximos meses, as autoridades passam a criar ações como forma de mitigar os efeitos da seca. “As informações são usadas para toda a logística da distribuição de água, construção de reservatórios e cisternas para hidratação animal e até dos próprios agricultores que estão passando por essa situação crítica”, afirma. </p>
<p>O grupo também participa de espaços como o Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), que reúne entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima para disponibilizar previsões oficiais a cada estação.</p>
<p><strong>Expediente:</strong> <br /><strong>Reportagem:</strong> Caroline Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; <br /><strong>Foto:</strong> Elizabeth Lie, disponível em <a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/YbgPWfWlvkE">Unsplash</a><br /><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores e alunos da UFSM participam nesta quarta (3) de evento virtual sobre estiagens</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/03/professores-e-alunos-da-ufsm-participam-nesta-quarta-3-de-evento-virtual-sobre-a-estiagem-no-rs</link>
				<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 11:20:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[plantio direto]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55212</guid>
						<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (3), às 14h, ocorre uma mesa-redonda com o tema &#8220;Estiagens no RS: o que podemos fazer para prevenir ou minimizar impactos&#8221;? Entre os participantes estarão professores e alunos da UFSM.  A atividade faz parte do projeto Casa do Plantio Direto, que acontece anualmente durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. Neste ano, com o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Convite_Plantio_Direto.jpeg"><img class="alignright  wp-image-55213" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Convite_Plantio_Direto.jpeg" alt="" width="415" height="416" /></a>Nesta quarta-feira (3), às 14h, ocorre uma mesa-redonda com o tema "Estiagens no RS: o que podemos fazer para prevenir ou minimizar impactos"? Entre os participantes estarão professores e alunos da UFSM. </p>
<p>A atividade faz parte do projeto Casa do Plantio Direto, que acontece anualmente durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. Neste ano, com o cancelamento da feira devido à pandemia, a programação está sendo realizada no formato online. </p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Transmissão e inscrições pelo <a href="https://plantiodireto.com.br/eventos" target="_blank" rel="noopener">link</a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        