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				<title>UFSM receberá exposição fotográfica da Assembleia Legislativa sobre feminicídio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/26/ufsm-recebera-exposicao-fotografica-sobre-feminicidio-da-assembleia-legislativa</link>
				<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:40:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia legislativa]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra ficará no hall da Reitoria de 3 a 6 de março; abertura oficial será no dia 5]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O feminicídio é a face mais cruel da desigualdade de gênero. No Rio Grande do Sul, já são 19 feminicídios registrados em menos de dois meses de 2026 — um dado alarmante que evidencia a urgência de ações concretas e permanentes de enfrentamento a essa violência.</p>
<p>Com o propósito de dar visibilidade a essas histórias e fortalecer o debate público sobre a violência contra mulheres e meninas, a Força-Tarefa de Combate aos Feminicídios — grupo de trabalho da Comissão de Segurança, Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, em parceria com o Senado Federal e a Câmara dos Deputados — realiza a exposição fotográfica “Arrancadas de Nós: Histórias que Precisam Ser Contadas”.</p>
<p>A mostra será realizada no hall do prédio da Reitoria da UFSM de 3 a 6 de março. A cerimônia oficial de abertura ocorrerá no dia 5 de março, às 9h30.</p>
<p>A exposição reúne banners que retratam vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul, homenageando suas trajetórias e resgatando suas histórias. Mais do que números, são vidas interrompidas pela violência de gênero. A proposta é provocar reflexão, sensibilizar a comunidade acadêmica e a sociedade em geral, e reforçar a urgência de políticas públicas eficazes de prevenção e enfrentamento ao feminicídio.</p>
<p>A iniciativa integra a agenda permanente da Força-Tarefa, instituída para mobilizar a sociedade gaúcha no combate à violência contra mulheres e meninas, articulando ações institucionais e promovendo o debate público qualificado sobre a proteção e a garantia de direitos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Totens interativos e exposição fotográfica são estratégias para a conscientização sobre a crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/19/totens-interativos-e-exposicao-fotografica-sao-estrategias-para-a-conscientizacao-sobre-a-crise-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 17:26:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[enchentes RS 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[totens interativos]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto Memorar Quarta Colônia, da UFSM, objetiva sensibilização e resiliência climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No início de novembro, a Jornada Acadêmica Integrada Mirim (<a href="https://www.ufsm.br/2025/11/05/4a-edicao-da-jai-mirim-abre-as-portas-da-ufsm-aos-pequenos-cientistas"><b><u>JAI Mirim</u></b></a>) recebeu pequenos cientistas do ensino infantil e fundamental no Museu do Conhecimento da UFSM. Dentre os projetos presentes no evento, um dos destaques foi o Memorar - Memorial das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia. Foi a estreia de t<a href="https://www.instagram.com/p/DQpa0Jskano/?img_index=1"><u><b>otens digitais interativos</b></u></a>, adquiridos com recursos do Pró-Equipamentos, projeto parceiro financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes). Por meio dos totens, as crianças puderam visualizar e interagir com histórias em quadrinhos, quizzes, imagens das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e mapas que mostram o movimento das águas no estado.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.08-3-e1766165301863-1024x906.jpeg" alt="" />											<figcaption>Criança interage com totem durante JAI Mirim, na UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>O professor Adriano Figueiró é do Departamento de Geografia da UFSM e coordena o projeto Memorar. Segundo ele, mais de 300 pessoas, entre crianças e professores, passaram e interagiram com os totens. “Todo mundo ficou bastante impactado e surpreso com o conteúdo que observaram. Eu acho que isso cumpriu um primeiro objetivo [do projeto], que é justamente a sensibilização”, afirma Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Os totens funcionam como ferramentas de divulgação científica e difusão do conhecimento sobre mudanças e resiliência climática, pois permitem compreender, visualizar e interagir com explicações sobre causas e efeitos dos eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes. “A partir da mudança climática, nós transformamos o extraordinário em ordinário”, declara Adriano. Para o professor, esse entendimento é importante para sensibilizar e conscientizar diferentes gerações. Crianças, adolescentes e jovens, que no momento são os públicos-alvo do projeto, têm mais facilidade de compreender a seriedade do fenômeno por terem nascido imersos nesta complexidade. Consequentemente, tem mais possibilidade de incorporar práticas sustentáveis no seu dia a dia.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, por não ter presente a vivência da memória de eventos climáticos extremos que já aconteciam no século passado, a noção de urgência e de planejamento de ações a longo prazo encontra mais dificuldades. Já para os adultos, essa mesma característica dificulta a compreensão da mudança climática, uma vez que enchentes, estiagens, chuvas de granizo e vendavais já causavam destruição em décadas passadas. “Mas a partir do momento em que eles começam a compreender que a mudança climática é, na verdade, a intensificação dos fenômenos extraordinários que sempre aconteceram, eu diria que eles são parceiros mais fáceis de serem incorporados, porque têm uma noção  de mundo que os jovens não têm”, explica Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Foram adquiridos dez totens que atualmente estão no Museu do Conhecimento da UFSM. No entanto, de acordo com Adriano, futuramente alguns deles podem ser instalados no Memorial da Resiliência Climática, objetivo principal do projeto e que está em fase de planejamento.</p>		
			<h3>Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho</h3>		
		<p>A fim de ampliar a visibilidade do projeto, o Memorar QC inaugurou na semana passada a mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’ no hall do Centro de Ciências Naturais e Exatas. “O nosso objetivo é tentar partir de diferentes instrumentos para sensibilizar diferentes grupos da comunidade”, diz Adriano. São 20 fotos das enchentes de 2024 selecionadas a partir de materiais midiáticos, que também são dados coletados pelo projeto. Estas fotografias representam a tragédia. Por outro lado, Adriano afirma que a ideia da mostra surgiu para fazer uma espécie de contrapeso, já que a atuação no projeto exige reviver a catástrofe e rememorar a tragédia. Por isso, criaram um concurso fotográfico para selecionar fotos de paisagens da Quarta Colônia, que significam o Sonho. “[Serve] para que as pessoas possam perceber o potencial dessas paisagens para construir a vida”, declara.</p>		
							“A paisagem da Quarta Colônia é excepcionalmente linda. Mas quando você confronta essas duas realidades, ou seja, uma paisagem linda e uma paisagem submetida a uma catástrofe, nós percebemos que a passagem de uma paisagem linda para uma de perigo, morte e destruição, é uma passagem muito rápida, que pode se dar num tempo muito curto. Por isso temos que criar estratégias para tentar evitar que o impacto seja tão grande como foi em 2024”. - Adriano Figueiró, coordenador do projeto.
		<p>Para Adriano, este comparativo demonstra que, para além da tragédia, aquela paisagem tem capacidade de resiliência e recuperação. A mostra fotográfica é itinerante e será levada para diferentes espaços da UFSM, de escolas e da Quarta Colônia em 2026.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1024x682.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica reúne imagens das paisagens da Quarta Colônia antes e depois das enchentes de 2024.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Memória como ferramenta para o futuro</h3>		
		<p>O nome do projeto já informa um de seus objetivos: transformar a enchente em memória. Adriano explica que, apesar de ser um processo doloroso, rememorar as paisagens e consequências das enchentes de 2024 é necessário. “Costumamos dizer que a memória é a única coisa que efetivamente consegue ligar o passado ao presente, para construir o futuro”, declara. Por isso ela se torna ferramenta de conscientização: permite compreender a noção da passagem do tempo. “[Ela] nos permite ter a noção de onde as coisas vieram, de como chegaram até aqui, do que aconteceu lá atrás, porque esse processo se repete no tempo. E se não temos a memória, não temos a compreensão de repetição”, conta Adriano. Isso é importante para compreender, inclusive, a intensificação de fenômenos climáticos extremos. </p>		
							<b>“Esse é o princípio para nós. Vivemos um momento, na sociedade planetária, submetido a um modo de produção capitalista, em que a memória tende a ser sistematicamente apagada porque quando temos um indivíduo sem memória, ele é mais vulnerável para o processo do consumo, da construção de imaginários que não são reais”, finaliza Adriano.</b>
		<p>Um dos instrumentos para a preservação da memória das enchentes será o Memorial da Resiliência Climática, cuja previsão de instalação é para o próximo ano.</p><p><i><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista</i></p>
<p><i><b>Fotografias</b>: Memorar Quarta Colônia</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Extensão da UFSM comemora 50 anos com exposição fotográfica </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/17/pro-reitoria-de-extensao-da-ufsm-comemora-50-anos-com-exposicao-fotografica</link>
				<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 13:03:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[conexões que transformam]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Exposição “Conexões que Transformam”  relembra o início da PRE na UFSM 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70522" align="alignright" width="541"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/16.9.2025-exposicao-cc-Paulo-Barauna-07.jpg"><img class="wp-image-70522" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/16.9.2025-exposicao-cc-Paulo-Barauna-07.jpg" alt="foto colorida horizontal de uma moça de roupa preta caminhando entre armações brancas nas quais estão pendurados quadros em um ambiente interno. Ao fundo há mais pessoas" width="541" height="406" /></a> Fotografias em preto e branco e coloridas foram expostas[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Fotografias vindas de décadas passadas foram expostas na “Conexões que Transformam”, exposição fotográfica que celebra os 50 anos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). No hall do mezanino do Centro de Convenções, 57 fotografias foram expostas para relembrar os anos iniciais da extensão na UFSM. A mostra pode ser visitada até 1° de outubro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O início da exposição, com fotos a partir de 5 de agosto de 1969, trouxe fotografias em preto e branco com alta qualidade. “As pessoas fizeram a seguinte observação: ‘nossa, que qualidade absurda essas fotografias’. Aí a gente se dá conta que hoje em dia todo mundo está acostumado com fotografia pelo Whatsapp. A qualidade é muito importante para o arquivamento”, comentou Cristina Strohschoen, a arquivista responsável pela exposição. Com o passar dos anos, as fotografias ganharam cores. Mas, uma coisa entre elas não mudou: a presença de pessoas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Vera Lucia Portinho Vianna, coordenadora de Cultura e Arte que colaborou com a exposição, “</span><span style="font-weight: 400">nós privilegiamos fotos que mostrassem pessoas e não só eventos parados”. A relação entre pessoas marca a extensão universitária. A conversa entre comunidade e universidade é feita entre pessoas que apoiam outras pessoas. </span></p>
[caption id="attachment_70524" align="alignleft" width="496"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/16.9.2025-exposicao-cc-Paulo-Barauna-01.jpg"><img class="wp-image-70524" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/16.9.2025-exposicao-cc-Paulo-Barauna-01.jpg" alt="foto colorida horizontal de uma moça, do lado esquerdo, fotografando com um celular dois quadros pendurados em uma parede branca. Ao fundo há pessoas" width="496" height="372" /></a> São 57 fotografias expostas no CC[/caption]
<h3>O processo de seleção das fotografias </h3>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">Eu confesso que foi um dos trabalhos mais difíceis da minha vida até agora como curadora”, relatou Cristina</span><span style="font-weight: 400">. Segundo ela, a dificuldade principal estava em selecionar fotografias com boa qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para escolher as fotografias da exposição, a arquivista abriu o arsenal de fotografias da PRE, com mais de sete mil imagens. Além disso, pediu uma lista ao pró-reitor para que nenhum evento relevante faltasse entre os escolhidos. Após escolher algumas imagens, foi necessário observar a qualidade delas. “De</span><span style="font-weight: 400"> alguns eventos infelizmente precisamos tirar as fotografias, porque quando tomamos a decisão de que seria uma impressão fotográfica de 30 por 40 centímetros, sabíamos que precisávamos de qualidade”, compartilhou. </span><span style="font-weight: 400">Após a seleção, as fotografias foram organizadas em ordem cronológica. Todo o processo de escolha, seleção, reuniões e organização da exposição durou dois meses, de acordo com a arquivista. </span></p>
<h3>A arte na extensão </h3>
<p><span style="font-weight: 400">“Eu acho que as manifestações artísticas e a produção artística sempre estiveram presentes na Universidade. Alguns registros a gente não tem, mas a gente sabe da existência pelo trabalho dos docentes e dos alunos que aqui passaram. A gente conseguiu resgatar alguma coisa nessa exposição”, relembrou Vera. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A exposição conta com fotografias de diversas áreas e a arte está presente em muitas delas. De acordo com Vera, a cultura e a arte conseguem chegar com mais facilidade até a comunidade. </span></p>
[caption id="attachment_70523" align="alignright" width="494"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/16.9.2025-exposicao-cc-Paulo-Barauna-06.jpg"><img class="wp-image-70523" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/16.9.2025-exposicao-cc-Paulo-Barauna-06.jpg" alt="foto colorida horizontal de um homem com um grande lenço cinza envolto em seus ombros, de óculos, falando com uma mulher de cabelos loiros, vista parcialmente do lado esquerdo. Ela segura um celular em direção a ele, parecendo gravar sua voz. Ao fundo há pessoas olhando a exposição" width="494" height="371" /></a> Pró-reitor de extensão reforçou a importância da prática extensionista[/caption]
<h3>A extensão na UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A extensão é um dos três pilares para a formação de profissionais. Mas, além disso, representa o contato entre a sociedade e a academia. Assim, é possível que as barreiras se rompam e que conhecimentos e experiências sejam compartilhadas entre a comunidade e a Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Flavi Ferreira Lisboa Filho, pró-reitor de Extensão, esteve presente na exposição e falou sobre a importância da valorização dessa prática. “A extensão tem capacidade de transformar vidas. Os estudantes passam a ter uma uma formação mais cidadã, mais humana, que respeita os valores de coletividade, os valores de democracia e isso é fundamental para uma sociedade que quer melhorar a cada dia ”, afirmou Flavi. </span></p>
<p>A exposição está aberta para visitações no mezanino do Centro de Convenções até dia 01 de outubro, Após essa data, estará em exposição na Câmara de Vereadores de Santa Maria e em outros campi da Instituição. O horário de visitação é das 12h até as 13h30min e o agendamento deve ser feito através do e-mail cultura.pre@ufsm.br.</p>
<p>As fotografias da exposição também podem ser conferidas no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/exposicao-50-anos-pre" target="_blank" rel="noopener">site da PRE</a>.</p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias </span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial, bolsista</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cineclube da Boca apresenta programação dupla</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/06/12/cineclube-da-boca-apresenta-programacao-dupla</link>
				<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 17:03:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube da Boca]]></category>
		<category><![CDATA[Dossiê Viventes: O Pampa Viverá]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Fotográfica]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 13 de junho, quinta-feira, o Cineclube da Boca apresentará a exposição de fotos &#8220;Luzes do Campo&#8221; de Mário Witt antes da exibição do documentário &#8220;Dossiê Viventes: O Pampa Viverá&#8221; de Tiago Rodrigues, de 2019. O evento acontece auditório do prédio 67.  A luta de comunidades da bacia do Camaquã contra o projeto de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No dia 13 de junho, quinta-feira, o Cineclube da Boca apresentará a exposição de fotos "Luzes do Campo" de Mário Witt antes da exibição do documentário "Dossiê Viventes: O Pampa Viverá" de Tiago Rodrigues, de 2019. O evento acontece auditório do prédio 67. </p>
<p>A luta de comunidades da bacia do Camaquã contra o projeto de instalação de uma mineradora de chumbo, das empresas Votorantim Metais (Nexa) e Iamgold, às margens do rio, é o tema do documentário “Dossiê Viventes: O Pampa Viverá”. A película será exibida às 19h. </p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2258" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/06/06_JUNHO_0222-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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