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						<item>
				<title>Orientações e datas acadêmicas - 2º semestre de 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/tecnologia-em-gestao-ambiental/2025/07/18/orientacoes-e-datas-academicas-2o-semestre-de-2025</link>
				<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 14:44:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2º semestre de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Matrículas]]></category>

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						<description><![CDATA[Prezados(as) estudantes.​ Disponibilizamos o quadro de horários, as datas e orientações para a matrícula, que deverão ser feitas via Portal Estudantil: 21/07 a 26/07 – Solicitar a matrícula. 21/07 a 03/09 – Solicitar o Trancamento Total do semestre. O Trancamento Parcial (de disciplinas) deve ser solicitado via e-mail à coordenação do curso, depois do período final de ajuste.  28/07 a 30/07 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="font-weight: 400">Prezados(as) estudantes.​</p>
<p style="font-weight: 400">Disponibilizamos o <strong><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/487/2025/07/Oferta-GA-2025.2-1.pdf">quadro de horários</a></strong>, as datas e orientações para a matrícula, que deverão ser feitas via <a href="https://portal.ufsm.br/estudantil/index.html"><strong>Portal Estudantil</strong></a>:</p>
<p><strong>21/07 a 26/07 – </strong>Solicitar a matrícula.</p>
<p><strong>21/07 a 03/09</strong> – Solicitar o Trancamento Total do semestre. O Trancamento Parcial (de disciplinas) deve ser solicitado via e-mail à coordenação do curso, depois do período final de ajuste. </p>
<p><strong>28/07 a 30/07 – </strong>Solicitar o ajuste de matrícula (incluir ou excluir disciplinas) no Portal.</p>
<p><strong>04/08 a 08/08 – </strong>Solicitar o ajuste de matrícula no Portal ou na Secretaria Integrada.</p>
<p style="font-weight: 400"><strong>11/08 a 12/08 – </strong>Solicitar, via Portal Estudantil a matrícula em disciplinas ofertadas por outros cursos (extracurricular).</p>
<p> </p>
<p><strong>Há um tutorial explicando como fazer a matrícula pelo Portal Estudantil (antigo Portal do Aluno): </strong><a href="https://ntetube.nte.ufsm.br/v/1558984169">https://ntetube.nte.ufsm.br/v/1558984169</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Atenção!!! </strong></p>
<p><strong>Estudante que não fizer a matrícula ou o trancamento perde o vínculo com o curso. </strong>Aqueles que não possuem disciplinas para cursar, devem solicitar SOD (sem oferta de disciplina) para a Secretaria Integrada (<a href="mailto:sies.poli@ufsm.br">sies.poli@ufsm.br</a>).</p>
<p><strong>Calendário acadêmico da UFSM: </strong> <a href="https://www.ufsm.br/calendario">https://www.ufsm.br/calendario</a></p>
<p> </p>
<p>A Coordenação do Curso e a Secretaria Integrada dos Cursos de Educação Superior ficam à disposição para auxiliá-los(as).</p>
<p>Durante as férias acadêmicas, nosso horário de atendimento é das 08h às 14h (Prédio 70G  – Sala G125).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inscrições abertas para professores formadores do curso de Especialização em Educação Ambiental EAD</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/cte/2023/03/07/inscricoes-abertas-para-professores-formadores-do-curso-de-especializacao-em-gestao-ambiental-ead</link>
				<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 14:49:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Editais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria prograd]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>

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						<description><![CDATA[A Coordenadoria de Tecnologia Educacional da Pró-Reitoria de Graduação da UFSM (CTE/PROGRAD), informa que estão abertas, até o dia 04 de abril de 2023, as inscrições de bolsistas para atuação como professores formadores do curso de Especialização em Educação Ambiental na modalidade de Educação a Distância, no âmbito UAB/UFSM.  As vagas ofertadas são para cadastro [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Coordenadoria de Tecnologia Educacional da Pró-Reitoria de Graduação da UFSM (CTE/PROGRAD), informa que estão abertas, até o dia 04 de abril de 2023, as inscrições de bolsistas para atuação como professores formadores do curso de Especialização em Educação Ambiental na modalidade de Educação a Distância, no âmbito UAB/UFSM. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As vagas ofertadas são para cadastro de reserva, com bolsa entre R$ 1.500,00 e R$ 1.850,00. É preciso ter disponibilidade de, no mínimo, 20 (vinte) horas semanais para desenvolver atividades relativas ao trabalho, como ministrar aulas no polo de apoio presencial, efetuar visitas ao polo, inclusive nos finais de semana (sextas-feiras, sábados e domingos), caso seja indicada a necessidade pela coordenação do curso. Preferência por graduados nas grandes áreas de Ciências Agrárias, Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Ciência da Computação, Engenharias, Ciências da Saúde e&nbsp; Ciências Biológicas, de acordo com ordem de preferência estabelecida no edital.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações sobre cronogramas, requisitos, regras, anexos e outras disposições, acesse o <a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br/edital/73-form-educamb-23">EDITAL.</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Compromisso com o futuro em favor da Terra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/compromisso-com-o-futuro-em-favor-da-terra</link>
				<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 13:42:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[12ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Dossiê UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[compromisso sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[dossiê]]></category>
		<category><![CDATA[dossiê passado presente e futuro]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[UFSM avança na Agenda 2030 da ONU e caminha para a excelência em ensino e sustentabilidade até o ano 2050]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Representantes da comunidade internacional se reuniram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, em setembro de 2015, para firmar um compromisso pela sustentabilidade do planeta. Na ocasião, 193 países decidiram adotar como guia o documento "Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável”. Trata-se de um plano de ação para construir um caminho sustentável até 2030, com metas para erradicar a pobreza e promover a dignidade humana dentro dos limites da Terra. Tais preocupações se mostram ainda mais pertinentes pelo fato de que, de 2014 a 2020, foram registrados os sete anos mais quentes da história, segundo dados da Agência Espacial Americana (Nasa) e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/Capa_Dossie_Futuro-1024x668.jpg" alt="Ilustração horizontal e colorida de um mapa da Universidade Federal de Santa Maria vista de cima. O mapa está na diagonal esquerda. No canto inferior esquerdo, a Avenida Roraima e o arco, em azul. A Avenida corta a ilustração em uma reta até a metade, quando contorna um bosque. Vários prédios estão espalhados pelo mapa, principalmente nas cores branco, azul, verde, cinza e laranja. Depois do arco, do lado direito, prédios do CTISM. Do lado esquerdo, prédio laranja, outro branco. Mais adiante, posto de combustível e prédios dos bancos. Do lado direito, prédios do Centro de Tecnologia em laranja e azul claro. Na extremidade direita, prédio do curso de Arquitetura, Restaurante Universitário 2 e caixa de água. Há outros prédios brancos, cinzas e azuis. Do lado esquerdo, Hospital Universitário em verde, e atrás, prédios dos cursos de saúde em verde, cinza e azul. Mais adiante, do lado direito, fileira de cinco prédios brancos, com detalhes em cores diferentes (amarelo, azul, vermelho, laranja e verde). Do lado esquerdo, biblioteca central em bege. Mais adiante, a ponte seca, e logo após, do lado esquerdo, o Restaurante Universitário 1, em azul. Logo após, uma fileira de cinco prédios brancos grandes, dois prédios brancos pequenos e dois prédios cinzas pequenos, que são as Casas do Estudante. Do lado direito, três prédios brancos com anexos. O primeiro é o Centro de Artes e Letras e os demais pertencem ao Centro de Ciências Rurais, que tem a biblioteca de vidro entre eles. A Avenida se divide em duas ruas, uma para a direita e outra para a esquerda. Na frente, um bosque de árvores altas e com copa densa. Indo para a esquerda, o obelisco de espelhos do Reitor Fundador. Seguindo a rua, no canto superior esquerdo, o estádio em laranja, branco e azul. Na frente, fileira de prédios: um branco grande, dois brancos pequenos, dois brancos com detalhes em azul também pequenos, e a Reitoria, prédio grande e horizontal em cinza. Atrás dos prédios, bosque de araucárias. Na frente da Reitoria, prédio pequeno de um andar e com tijolos a vista. Do lado, o Centro de Convenções, prédio grande, em branco e cinza, e ao lado, a Casa de Comunicação, prédio azul e branco. Voltando à avenida, indo para o lado direito, o planetário em branco e amarelo, prédio redondo com cúpula arredondada. Logo, dobrando à esqueça, a Biblioteca do Centro de Ciências Sociais e Humanas, e ao lado, os três prédios do CCSH. Ao lado, as estufas do Colégio Politécnico, e os prédios do mesmo, em cinza, marrom e branco. O chão é verde." loading="lazy" />														
		Três anos após o acordo entre as nações, em 2018, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM participou de um encontro nacional organizado pela ONG suprapartidária REDE ODS BRASIL, que aconteceu em Brasília-DF. Desde então, uma equipe institucional trabalha em ações baseadas na Agenda 2030 da ONU e nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Estes funcionam como um roteiro para acompanhar e revisar ações que integram três dimensões do crescimento baseado na sustentabilidade: a econômica, a social e a ambiental. <p>O grupo é coordenado pelo Pró-Reitor Adjunto de Extensão, Rudiney Soares Pereira, que conta ter sido incumbido de pensar no processo de implantação da Agenda 2030 junto de várias mãos e muitas cabeças pensantes. A comissão de trabalho reúne técnico-administrativos e docentes de vários setores da Universidade e dos quatro campi. Em 2019, o grupo elaborou um diagnóstico que classifica mais de 11,8 mil ações de ensino, pesquisa e extensão alinhadas a um ou mais ODS.</p><p>Essas atuações contribuíram para o bom posicionamento da UFSM, que está empatada na 14a posição dentre as universidades brasileiras que melhor trabalham com os 17 ODS, segundo a revista britânica Times Higher Education (THE). No ranking geral, divulgado em 2021, a Instituição está entre a 401ª a 600ª colocação, e demonstra tendência de crescimento no índice, uma vez que em 2018 era avaliada em 10 Objetivos e na última lista se destacou em 14.</p>		
			<h3>Energia limpa e acessível</h3>		
		<p>O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016/2026 da UFSM definiu diretrizes da política de gestão ambiental para o período de 10 anos. No documento, a Universidade assume o compromisso de reduzir o consumo energético e de estimular a geração própria de energia, tendo como pretensão que os edifícios se qualifiquem como de máxima eficiência energética. As novas construções devem se enquadrar no conceito de Zero Energy Building – edificações com microgeração de energia que supram o consumo total ou parcial.</p><p>Ainda não existem edifícios de energia zero no campus de Camobi, mas há estudos e estimativas na busca pela geração própria de energia solar. A Pró-Reitora Adjunta de Infraestrutura (Proinfra) e professora no programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo (PPGAUP), Ísis Portolan, explica que há mais potencial em obter autossuficiência energética em edificações com até dois andares, por não serem prédios muito grandes. Os edifícios da Casa do Estudante II (CEU II), por exemplo, são objeto de pesquisa de professores da Engenharia Elétrica para a implementação de energia fotovoltaica.</p><p>Em 2020, a capacidade instalada de produção máxima das usinas fotovoltaicas na UFSM era próxima de 170 quilowatts pico. Juntamente das duas novas estações a serem instaladas no campus Santa Maria em 2021, de 400kWp cada uma, e uma em Cachoeira do Sul, pode-se chegar a 1 gigawatt instalado nas estruturas da Universidade. Na sede, a instalação permitirá o uso da energia por parte do Centro de Educação Física e Desportos com sobras para a CEU, de onde por enquanto a distribuição produzida não passará, pois se trata do espaço com maior despesa energética do campus.</p>		
												<img width="1024" height="911" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/Ilustracao_Dossie_Futuro_3-1024x911.jpg" alt="Ilustração colorida de um posto de combustível elétrico. A ilustração é de cima para baixo, e tem como destaque o telhado solar, que é quadriculado e tem doze placas solares na cor azul marinho. Em cada uma das extremidades, dois postes brancos sobre retângulo branco. No meio dos postes, ponto de recarga em branco, com fios pretos acoplados. No lado direito, carro vermelho instalado ao lado do ponto de recarga, com os fios pretos conectados. O chão é verde. O fundo é branco." loading="lazy" />														
			<h3>Água potável e armazenamento das chuvas</h3>		
												<img width="1024" height="911" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/Ilustracao_Dossie_Futuro_2-1024x911.jpg" alt="Ilustração quadrada e colorida de uma estufa. A ilustração está na diagonal esquerda e vista de cima para baixo. A estufa tem estrutura branca e paredes e telhado transparentes. A estrutura tem três postes finos e três arcos no telhado. No interior da estufa, plantas como margaridas rosas, planta com cachos amarelos e cinco prateleiras com três andares de mudas verdes. Ao lado direito da estufa, conectado a ela por um cano preto, caixa de água azul sobre estrutura de metal branco. O chão é verde. O fundo é branco." loading="lazy" />														
		<p>O compromisso de encarar a sustentabilidade hídrica também está contemplado no PDI, com a busca do envolvimento da comunidade e a total transparência no uso da água. No prédio 37 da CEU II, a UFSM investiu na construção de dois blocos com tecnologias sustentáveis, como caixas d’água ligadas a cisternas que armazenam a água da chuva para uso nos vasos sanitários. No Colégio Politécnico, o armazenamento beneficia também o setor de floricultura.</p><p>Fora dos muros da Universidade, o Projeto Captação, da ONG Engenheiros Sem Fronteiras, é exemplo de ação pela sustentabilidade hídrica em Santa Maria. Gabrielli Morelato Hosono faz parte do Captação desde 2019 e conta que o grupo implementa sistemas de retenção de água da chuva. Isso é possível por meio de doações de pessoas e empresas, principalmente de lojas de materiais de construção. A primeira aplicação do projeto foi construída em 2018 em um prédio usado pelo Centro de Tecnologia para experimentos, onde fica a sede da ONG. Em 2019, o grupo construiu outro sistema de retenção de água no Colégio Marista, localizado no centro da cidade e, em 2020, aplicaria o projeto na comunidade Dom Ivo, no bairro Passo D'areia, ação adiada por causa da pandemia.</p><p><br />Para Nadyanni Andres, integrante do Comitê Ambiental da CEU II, uma possibilidade do reuso da água seria utilizar a própria estrutura da CEU para a horta comunitária do prédio 60, feita por estudantes. A utilização de cisternas na manutenção de hortas destinadas à comunidade interna e assistida diretamente pelas políticas de assistência estudantil é uma opção, mas o manejo da água apresenta outros caminhos autossustentáveis. Podem-se citar a redução da poluição, a melhora da qualidade da água e a colaboração no objetivo de acesso ao saneamento e higiene iguais e adequados a todos.</p>		
			<h3>O FUTURO</h3>		
												<img width="1024" height="911" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/Ilustracao_Dossie_Futuro_1-1024x911.jpg" alt="Ilustração quadrada e colorida de um prédio de três andares. A parte da frente do prédio está recortada, mostrando seu interior. O prédio está na diagonal esquerda e de cima para baixo. Tem paredes brancas, e no teto, sete placas de energia solar. Na parede, há uma faixa azul. Na parte da frente, são seis apartamentos. Cada um tem uma cama beliche marrom, com colchão bege, uma escrivaninha marrom com cadeira em encosto azul e notebook cinza e preto sobre a escrivaninha, além de uma porta marrom. O chão é verde e o fundo é branco." loading="lazy" />														
		<p>Quando há recursos financeiros, as inovações criadas na UFSM são utilizadas pela própria instituição. A pista multiuso é um exemplo de ideia de alunos e professores implementada pela Proinfra. Trata-se de um espaço multimodal para carrinhos de bebê, pessoas cegas e aquelas que usam cadeira de rodas, bicicletas e skates, que percorre todo o campus sede e ajuda na mobilidade interna e na integração com o bairro Camobi. Ao vislumbrar 2030, Ísis projeta ciclovias que liguem o campus até lugares distantes como o bairro Tancredo Neves e as cidades da Quarta Colônia, o que fomentaria o cicloturismo.</p><p>Como os prédios da Universidade foram construídos principalmente nas décadas de 1960 e 1970, a maioria não é muito eficiente em relação à sustentabilidade, e são necessárias transformações para torná-los sustentáveis, ou seja, para que causem menos impactos ambientais e busquem maior eficiência no uso de recursos naturais. Essas mudanças parecem mais distantes com a queda de investimento para construções, por parte da União, desde 2012. Ainda assim, para os próximos dez anos, a Pró-Reitora Adjunta cita a possibilidade de reformas <br />como a aplicação de brises – dispositivo para impedir a incidência direta de radiação solar – de proteções solares nas fachadas, a criação de mais janelas e a instalação de paredes verdes.</p><p>Ísis ressalta que não apenas as construções precisam de atenção, mas também é necessário preservar as áreas verdes com vegetação arbórea, ampliando-as para a área rural da UFSM. Nadyanni, domiciliada na Universidade, almeja que haverá lugares onde, em 10 anos, o alimento dos moradores da Cidade Universitária será produzido comunitariamente na CEU II. E sabe o córrego ao lado do posto de combustível? Para Ísis, em um futuro com investimentos adequados, poderemos esquecer o mau cheiro de 2020 e imaginar uma água límpida com possibilidade de passeios de caiaque em 2030.</p><p>Mas e em 2050? Para a professora, as edificações, hoje com 50 anos, já terão passado pelas modificações estruturais necessárias, terão captação da água da chuva, energia solar e equipamentos de alta eficiência energética. Os sistemas de mobilidade estarão ainda melhores e a Universidade, mais acessível e integrada à sociedade, agradável enquanto local de trabalho e, definitivamente, vista não só como lugar para ter aulas.</p><p>E por que não imaginarmos a UFSM como provedora de energia e novas tecnologias de uso d’água para toda Santa Maria e região? É um questionamento feito pela líder do Projeto Captação, Gabrielli. Para ela, em concordância com Ísis, com a produção de energia aumentando gradativamente, podemos vislumbrar os carros elétricos como algo usual, tendo no campus sede um ponto de carga elétrica – que já existe. O eletroposto referido é parte de um projeto com o Centro Internacional de Energias Renováveis (Cibiogas) e a concessionária Copel, do Paraná, e fez da UFSM a primeira universidade no Rio Grande do Sul a instalar um posto para recargas rápidas de veículos elétricos – e de maneira gratuita. Mas a Universidade está acostumada a ser pioneira, pois antes já havia sido a primeira a receber um veículo elétrico para pesquisas em terras gaúchas, fato ocorrido em 2020.</p><p>Rudiney ainda cita como objetivo tornar a UFSM uma universidade de excelência, mais igualitária e universal. Ele pondera que as universidades são "instituições de Estado, não de governo, e apesar de os governos muitas vezes criarem todas as restrições ou obstáculos para que não cresçam, elas continuam crescendo”. Caminhando em seu crescimento como agente transformador local, regional e nacional, em 2050 a projeção da UFSM é de uma universidade mais internacionalizada, com mais fluxo de pessoas de vários lugares do mundo e mobilização pelo reconhecimento do trabalho da nossa comunidade acadêmica em nível internacional. </p><p> </p><p>Pensar no futuro ajuda na elaboração de um plano de ações como as discutidas aqui. Mas também pode  contribuir para a mudança de cultura a partir da implementação de pequenas práticas cotidianas, como separar o lixo adequadamente, privilegiar a luz natural em vez de lâmpadas e trocar, quando possível, o ar-condicionado pelas janelas abertas.</p><em><strong>Expediente: </strong></em>
<em><strong>Reportagem:</strong> Lucas Felipe da Silva, acadêmico de Jornalismo;</em>
<em><strong>Ilustração e diagramação:</strong> Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial.</em><br><em style="font-size: 16px">Conteúdo produzido para a 12ª edição impressa da Revista Arco (Dezembro 2021)</em><em><br></em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza plantio de espécies nativas no campus sede e na Avenida Roraima</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/12/11/ufsm-realiza-plantio-de-especies-nativas-no-campus-sede-e-na-avenida-roraima</link>
				<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 17:59:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[campus sede]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[plantio de espécies nativas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=54748</guid>
						<description><![CDATA[Quem circula pela Avenida Roraima até o arco de acesso à UFSM e dentro do campus sede da Instituição deve ter percebido que a paisagem mudou. Algumas espécies arbóreas foram retiradas e um intenso trabalho de plantio de mudas nativas é realizado nos locais.  Desde o início de 2020, a UFSM, por meio da Pró-Reitoria [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Quem circula pela Avenida Roraima até o arco de acesso à UFSM e dentro do campus sede da Instituição deve ter percebido que a paisagem mudou. Algumas espécies arbóreas foram retiradas e um intenso trabalho de plantio de mudas nativas é realizado nos locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-10-at-12.32.31.jpeg"><img class="alignleft wp-image-54750" title="Manutenção do campus" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-10-at-12.32.31.jpeg" alt="" width="330" height="248" /></a>Desde o início de 2020, a UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra), realiza o corte seletivo de árvores que colocam em risco edificações e pedestres. Para isso, um e</span><span style="font-weight: 400">studo foi feito determinando quais plantas estavam ameaçando a</span><span style="font-weight: 400"> segurança no loca</span><span style="font-weight: 400">l. Os cortes são planejados e efetuados mediante autorização de órgãos ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Conforme Rodrigo Santos, Coordenador de Manutenção da Proinfra, o quesito segurança é o principal motivo para os cortes. “Muitas árvores estavam entrando em senescência, devido à idade avançada, ou fraturadas por queda de raios, e a possibilidade de virem a  tombar em cima de alguma edificação era muito grande, ou até mesmo em cima de algum morador ou pedestre”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o coordenador também destaca que as árvores que estão sendo cortadas são todas exóticas, ou seja, não originárias do Brasil e consideradas invasoras, como pinus e eucaliptos. </span><span style="font-weight: 400">No lugar delas, são plantadas espécies nativas. “Nesse momento, mais de 200 mudas nativas já foram plantadas. O planejamento que temos é de </span><span style="font-weight: 400">realizar o plantio de cerca de 250, apenas este ano, na Avenida Roraima”, informa Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, na avenida de acesso à UFSM, serão plantadas mais de 15 espécies diferentes, entre elas: jacarandá-mimoso, goiabeira-serrana, araçá, araticum, guabiroba do campo, angico vermelho, pata-de-vaca rosa, ipê roxo, cangerana, cedro, camboatá vermelho, açoita-cavalo, falso barbatimão, caroba, corticeira do banhado, dedaleiro, sibipiruna e ingazeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-02-at-10.45.16.jpeg"><img class="alignright wp-image-54749" title="Plantio Avenida Roraima" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-02-at-10.45.16.jpeg" alt="" width="326" height="245" /></a>O mesmo trabalho também está sendo feito no interior do campus sede da Instituição, em que são retiradas árvores que ameaçam a segurança e feita a compensação com espécies locais. Na última semana, por exemplo, mudas de ipê amarelo foram plantadas ao longo do acesso</span><span style="font-weight: 400"> principal do Campus, até o Hospital Universitário (HUSM-EBSERH). </span><span style="font-weight: 400">A expectativa é que o </span><span style="font-weight: 400">trabalho de corte e plantio na Avenida Roraima termine ainda este ano. Dentro do campus, a previsão é final de 2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Erli Bolzan, do Setor de Urbanismo e Paisagismo da Coordenadoria de Manutenção da Proinfra, o plantio de espécies nativas e arborização do campus acontece desde 2009, e ele contabiliza que hoje existam mais de 4 mil árvores plantadas vivas, entre elas espécies frutíferas, como Goiabeira-serrana, Ameixeira e Pitangueira. Apenas no ano de 2020, em que o trabalho foi dificultado em função da pandemia de Coronavírus, mais de 400 mudas foram plantadas pelo setor. Esse número é ainda maior pois conta com o auxílio de voluntários, que já realizaram o plantio de mais de 160 outras mudas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós sempre procuramos compensar cada árvore que tiramos, inclusive com um plantio maior do que o número de cortes. Nós temos a preocupação de manter a Instituição coordenada e limpa para que a comunidade possua um ambiente mais tranquilo e sociável. A arborização é fundamental nesse processo. Todo trabalho realizado hoje, será muito visível daqui uns 5 anos, quando essas plantas estarão encorpadas e desenvolvidas” explica Bolzan. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho de arborização também é realizado na chamada “Área Nova” da UFSM, próximo à Estrada Municipal Silvio Schirmer, conhecida como Estrada de Pains. Lá está planejado o plantio de cerca de 150 mudas de espécies nativas. O setor também dá suporte ao Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia, em São João do Polêsine, e em breve atuará no Campus de Cachoeira do Sul. “Já está sendo elaborado um projeto de arquitetura para o local e assim que estiver concluído, levaremos as mudas cedidas pelo Colégio Politécnico para serem plantadas lá.” informa Bolzan. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além do plantio de árvores, o setor de Urbanismo e Paisagismo também é responsável pelo plantio contínuo de flores na Instituição, trabalho que, segundo Bolzan, acontece desde 2008. As flores são produzidas na Floresce, a floricultura do Colégio Politécnico. Entre elas, ao longo das avenidas da UFSM é possível observar azaléias, madressilvas, jasmins, alamandas, entre outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nas próximas semanas, as equipes responsáveis seguem atuando no entorno da UFSM. O plantio de árvores e flores é possibilitado através de uma parceria com o Centro de Ciências Rurais, através do Departamento de Fitotecnia e do Laboratório de Silvicultura, do Viveiro Florestal da UFSM, do Jardim Botânico e do Colégio Politécnico.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Mariana Henriques / Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor<br />Fotos: Erli Bolzan</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM conquista 25º lugar nacional em ranking de sustentabilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/12/09/green-metric</link>
				<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 20:40:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GreenMetric]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No quesito transporte do GreenMetric, a instituição está em quinto lugar entre as federais brasileiras A Universidade Federal de Santa Maria é a 25ª instituição de ensino superior mais sustentável do Brasil, conforme o GreenMetric 2020. No levantamento global, a instituição ficou na posição 524.O ranking criado pela Universidade da Indonésia avaliou, entre maio e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2><em><strong>No quesito transporte do GreenMetric, a instituição está em quinto lugar entre as federais brasileiras</strong></em></h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Universidade Federal de Santa Maria é a 25ª instituição de ensino superior mais sustentável do Brasil, conforme o GreenMetric 2020. No levantamento global, a instituição ficou na posição 524.O ranking criado pela Universidade da Indonésia avaliou, entre maio e outubro deste ano, seis indicadores relacionados à gestão ambiental.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Essa é a primeira vez que a UFSM participa do <a href="http://greenmetric.ui.ac.id/participant-2019/">GreenMetric</a>. A instituição se destaca na área de transportes, com a quinta posição entre as federais brasileiras e a nona entre as nacionais. A pista multiuso, o volume de bicicletas que circulam no campus, o transporte intracampus, os coletivos que trazem a comunidade para os campi e a sinalização que prioriza o pedestre fazem parte do quesito.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">
</p>		
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-09-at-10.05.28-1024x1024.jpeg" alt="" loading="lazy" />											
		<p dir="ltr">A pró-reitora adjunta de Infraestrutura e professora do curso de Arquitetura e Urbanismo, Ísis Portolan, lembra de outras ações sustentáveis da UFSM, como a substituição de árvores exóticas por nativas, o recolhimento de água da chuva para regar plantas nas estufas, a instalação de usina fotovoltaica e o uso de apenas lâmpadas de LED nos ambientes internos e externos.</p><p dir="ltr">Além disso, a UFSM tem um bom desempenho geral em função das áreas e das localizações dos campi. Só em Santa Maria são mais de 1,8 mil hectares.</p><p dir="ltr">A gestão ambiental é um dos desafios do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/pdi/">Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)</a> de 2016-2016 da UFSM. O desafio compreende o licenciamento ambiental, a política ambiental da instituição, a gestão dos resíduos sólidos, a adoção da logística reversa, a revitalização de áreas verdes, a gestão de esgotos e efluentes, a eficiência energética e uso de energias alternativas, a sustentabilidade hídrica e a educação ambiental. </p><h3><b>Compreenda o GreenMetric</b></h3><p>O ranking avalia a sustentabilidade nas instituições de ensino a partir do conjunto de ações em seis áreas: configuração e infraestrutura, energia e mudança climática, gerenciamento do lixo, uso da água, transporte, educação e pesquisa. </p><p>O representante de cada instituição preenche uma lista de questões sobre os seis temas. Importa a área verde disponível e até a localização do campus - se na zona urbana, suburbana ou rural. As respostas são mensuradas de forma estatística com pesos iguais para todos os quesitos.</p><p>O GreenMetric surgiu em 2010 como forma de estimular a sustentabilidade. No primeiro ano contou com 95 universidades de 35 nações. No último levantamento, houve a participação de 780 instituições de 85 países.</p><h3><b>Destaque para a Holanda</b></h3><p>Na lista das dez universidades mais sustentáveis, o GreenMetric destaca a Holanda com as posições 1, 7 e 8, respectivamente, para as universidades de <a href="https://www.wur.nl/en/wageningen-university.htm">Wageningen</a>, Groningen e Leiden. </p><p>Na Universidade de Wageningen, existe um programa de sustentabilidade robusto. Todas as novas construções utilizam uma série de diretrizes para causar o menor impacto ambiental possível. Existem 24 pontos de recarga para carros elétricos, geração de energia a partir de fontes alternativas acima da demanda da universidade, reutilização da água em todos os prédios e jardim cultivado com lixo orgânico. Além disso, 40% dos alimentos e bebidas disponíveis no campus são provenientes de produtores orgânicos.</p><p><em><strong>Reportagem</strong>: Maurício Dias</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico realiza pré-lançamento online do projeto Telhado Verde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/12/04/jardim-botanico-realiza-pre-lancamento-online-do-projeto-telhado-verde</link>
				<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 15:25:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[telhado verde]]></category>

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						<description><![CDATA[Também chamado de telhado ecológico, eco telhado ou cobertura vegetal, o Telhado Verde do Jardim Botânico da UFSM teve seu pré-lançamento realizado nesta quinta (3), em transmissão ao vivo pela página do Facebook da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). O objetivo foi apresentar o projeto finalizado à comunidade local e regional de Santa Maria e explicar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<!-- wp:image {"align":"left","id":54692,"width":467,"height":262,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-03-at-23.19.59-3.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-03-at-23.19.59-3-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-54692" width="467" height="262" /></a><figcaption>Campanha do Jardim Botânico mobilizou a comunidade com doações para compor a cobertura vegetal</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Também chamado de telhado ecológico, eco telhado ou cobertura vegetal, o Telhado Verde do Jardim Botânico da UFSM teve seu pré-lançamento realizado nesta quinta (3), em transmissão ao vivo pela página do Facebook da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). O objetivo foi apresentar o projeto finalizado à comunidade local e regional de Santa Maria e explicar o funcionamento do jardim. A transmissão com a presença do vice-reitor da UFSM, Luciano Schuch, o pró-reitor e o pró-reitor adjunto de Extensão, Flavi Lisboa e Rudiney Soares Pereira, o vice-diretor do Centro de Ciências Naturais e Exatas, Neri Paniz, e o diretor do Jardim Botânico, Fabio Menezes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A abertura teve início com a fala da coordenadora do projeto, Simone Messina Gomez, do Programa de Educação Socioambiental da UFSM. A técnica em assuntos educacionais explicou sobre as três dimensões que o projeto se apoia: engenharia sustentável,  paisagismo e educação socioambiental. De acordo com a coordenadora, a ideia do telhado surgiu da paisagista e também bolsista do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX), Daiane Oliveira. Para sua finalização, foram essenciais as pesquisas da professora Rutineia Tassi, por meio do Grupo de Pesquisa em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias do Centro de Tecnologia da UFSM, e a direção do Centro de Ciências Naturais e Exatas, por meio professora Sonia Cechin. Outro elemento importante foram as doações de plantas feitas pelo público.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>O projeto contou também com a colaboração e a parceria da Floricultura Floresce de Santa Maria, com o Colégio Politécnico da UFSM, através da Cooperativa Escola dos Estudantes do Colégio Politécnico (CESPOL) e dos cursos Técnico em Paisagismo e Tecnologia em Gestão Ambiental; Centro de Tecnologia (UFSM), através do Grupo de Pesquisa em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias; Pró-Reitoria de Infraestrutura; e Pró-Reitoria de Extensão.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Telhados verdes atuam como isolantes térmicos e proporcionam ambientes frescos</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"right","id":54693,"width":512,"height":288,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-03-at-23.19.59-4.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-03-at-23.19.59-4-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-54693" width="512" height="288" /></a></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O telhado verde, além de ser atrativo para visitantes, auxilia no processo de drenagem pluvial e estimula a percepção da diversidade vegetal, colaborando para o aumento da biodiversidade. Eles são uma ótima solução termoacústica, atuando como um isolante térmico e evitando a transferência de calor, frio ou ruído para o interior da edificação.&nbsp;</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Após a fala da Simone, um mini documentário foi transmitido. Nele, foi possível perceber a diferença do antes e depois do telhado e algumas explicações foram feitas pela paisagista Daiane sobre algumas escolhas de plantas e do solo com areia. “As bromélias foram escolhidas pela sua rusticidade e capacidade de adaptação. Elas têm a capacidade de armazenar água nas suas rosetas foliares”, explicou a paisagista. Sobre a areia utilizada no solo, a aluna de Biologia explicou que ela contribui para melhores condições de drenagem, sendo um excelente substrato para as bromélias, e não impossibilita que, no futuro, seja colocada grama no telhado.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Foi gratificante colocar a mão na terra, carregar areia, carregar os insumos. Valeu a pena cada segundo, sei que tudo que a gente fez, vai reverter para a nossa sociedade”, comentou Simone.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As visitas ao telhado verde, por enquanto, estão suspensas - podendo ser retomadas futuramente. Simone explica que a ideia é executar mais atividades educativas levando em conta diversos outros temas. Além disso, construir casas nas árvores também é um projeto futuro para atrair o público para o Jardim Botânico.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A transmissão completa do pré-lançamento do projeto pode ser assistida na página do <a href="https://www.facebook.com/preufsm/">Facebook da PRE</a></p>
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<p><em>Reportagem: Eloíze Moraes, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Jardim Botânico seleciona bolsistas de Biologia, Engenharia Florestal e Gestão Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/02/26/jardim-botanico-seleciona-bolsistas-de-biologia-engenharia-florestal-e-gestao-ambiental</link>
				<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 11:55:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas para alunos]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=46656</guid>
						<description><![CDATA[O Jardim Botânico divulga edital de seleção de bolsistas para o 1º semestre de 2019. Há vagas para alunos dos cursos de Biologia, Engenharia Florestal e Gestão Ambiental. São seis vagas, sendo uma para coleção de plantas carnívoras, duas para coleções, viveiro e arboreto e três para educação ambiental. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail jardimbotanico@ufsm.br.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Jardim Botânico divulga <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/02/Edital-bolsistas-JB12019.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital</a> de seleção de bolsistas para o 1º semestre de 2019. Há vagas para alunos dos cursos de Biologia, Engenharia Florestal e Gestão Ambiental.

São seis vagas, sendo uma para coleção de plantas carnívoras, duas para coleções, viveiro e arboreto e três para educação ambiental.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail <a href="mailto:jardimbotanico@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">jardimbotanico@ufsm.br.</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM assina Termo de Adesão à Agenda Ambiental na Administração Pública</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/02/14/ufsm-assina-termo-de-adesao-a-agenda-ambiental-na-administracao-publica</link>
				<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 13:49:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agenda ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mma]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

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						<description><![CDATA[Foi assinado, no início deste ano, o Termo de Adesão da UFSM ao Programa Agenda Ambiental na Administração Pública, convênio entre a UFSM e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicado no último dia 6 no Diário Oficial da União. A Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P é um programa do Ministério do Meio Ambiente que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Foi assinado, no início deste ano, o Termo de Adesão da UFSM ao Programa Agenda Ambiental na Administração Pública, convênio entre a UFSM e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicado no último dia 6 no Diário Oficial da União.

A Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P é um programa do Ministério do Meio Ambiente que visa promover a responsabilidade socioambiental e inserir critérios de sustentabilidade nas atividades da administração pública. A adesão tem por finalidade integrar esforços para desenvolver, no âmbito da instituição, ações e projetos que objetivem promover a conscientização socioambiental e a utilização coerente dos recursos naturais e dos bens públicos.

Jñana Gadea de Mello, integrante da Comissão de Gestão Ambiental do campus de Palmeira das Missões, explica que o convênio foi uma iniciativa da UFSM-PM. “O Plano de Gestão Ambiental do campus foi elaborado com base na proposta da A3P e será divulgado no início do ano letivo. Através dele, alunos, servidores e terceirizados da instituição terão orientações para a destinação adequada dos resíduos, utilização consciente dos recursos naturais, aquisição e utilização de produtos e serviços com critérios sustentáveis, além de capacitações e sensibilizações para promover e disseminar práticas de gestão ambiental”, afirma.

Com a adesão, a UFSM pode utilizar o Selo de Sustentabilidade na Administração Pública, que tem por objetivo conferir o reconhecimento e a divulgação de práticas de gestão baseadas em conceitos de sustentabilidade implantadas pelas administrações públicas. O Selo é composto por três categorias independentes: o Selo Verde, em reconhecimento às instituições públicas pelo empenho na adesão e implementação da A3P; o Selo Prata, para atestar o empenho das instituições públicas no cumprimento da entrega do Relatório Anual de implementação da A3P, previsto no Termo de Adesão; e o Selo Laranja, concedido para destacar a participação das instituições públicas como vencedoras do Prêmio Melhores Práticas da A3P.

<em>Fonte: Assessoria de Comunicação UFSM-PM</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Onde a onça bebe água?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/onde-a-onca-bebe-agua</link>
				<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 17:57:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[NEAP]]></category>
		<category><![CDATA[Onça]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual do Turvo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=4651</guid>
						<description><![CDATA[Aprovado pela fundação O Boticário, projeto da UFSM deve auxiliar na preservação ambiental do Parque Estadual do Turvo
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Com um título instigante e sugestivo, o projeto científico </span><i><span style="font-weight: 400;">Onde a onça bebe água? Uma história para contar sobre o Parque Estadual do Turvo</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi aprovado pela</span> <a href="http://www.fundacaogrupoboticario.org.br/pt/Pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Fundação O Boticário de Proteção à Natureza</span></a><span style="font-weight: 400;">. A partir de agora, </span><span style="font-weight: 400;">receberá incentivo para investir em ações de educação ambiental na maior unidade de conservação do Rio Grande do Sul.</span>

<b><img class="aligncenter size-full wp-image-4652" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/Parque-Estadual-do-Turvo_Box.jpg" alt="" width="800" height="500" /></b>

<span style="font-weight: 400;">A iniciativa  é orientada pela professora Suzane Marcuzzo, coordenadora do laboratório do </span><a href="https://www.facebook.com/neapufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Núcleo de Áreas Protegidas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Neap) </span><span style="font-weight: 400;">da UFSM, vinculado ao Curso de Gestão Ambiental do Colégio Politécnico; e conta com o apoio da Associação Amigos do Interior de Tenente Portela, que busca - entre outras ações - fomentar o turismo da região. A ideia de trabalhar com ações voltadas para a preservação do </span><a href="https://parquedoturvo.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual do Turvo</span></a><span style="font-weight: 400;"> surgiu da professora Suzane, que conheceu a área e elaborou parte do plano de manejo do local quando trabalhou na Secretaria Estadual do Meio Ambiente, antes de ingressar como docente da UFSM.</span>

<span style="font-weight: 400;">Localização do Parque do Turvo</span>

<iframe src="https://www.google.com/maps/d/embed?mid=1EQ4WPpx8E7MOacskKN4kw8a7u6A" width="640" height="480"></iframe>

<b>A onça</b>

<span style="font-weight: 400;">A onça-pintada (<em>Panthera onca</em>) é o maior felino da América do Sul e o terceiro maior do mundo - depois dos tigres e leões. Também conhecida como Jaguar, ocupa o topo da cadeia alimentar em florestas densas, seu habitat natural. São animais solitários e territorialistas, demarcando seu território com urina, excrementos e marcas de garras, sobretudo, nas árvores. Ainda assim, podem passar longos períodos perambulando e nadando à procura de caça e territórios mais amplos.</span>

<span style="font-weight: 400;">Por serem animais com hábitos noturnos, dificilmente são flagrados. Como a área de cobertura florestal é maior no lado argentino, no Parque Estadual do Turvo, há 20 anos não se tinham registros de pegadas do animal que já é classificado como <em>criticamente em perigo</em> na lista de espécies ameaçadas de extinção no Rio Grande do Sul. Contudo, nos últimos meses, a equipe que trabalha no local notou a movimentação da espécie através de armadilhas fotográficas instaladas. Com isso, foi possível identificar cinco onças, por meio da observação dos seu padrões distinto de pintas.</span>

<img class="aligncenter size-full wp-image-4654" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/onça-2.jpg" alt="" width="960" height="639" />

<span style="font-weight: 400;">A beleza cênica, o deslumbramento e o medo que a onça costuma causar nas pessoas motivaram a escolha do animal como foco no desenvolvimento do projeto. A professora afirma que trabalhar com a imagem da espécie reflete na riqueza da biodiversidade do local. “No projeto focamos na própria espécie [onça-pintada] como veículo de mudança de percepção dos visitantes e dos moradores da cidade de Derrubadas. Isso cria um novo sentimento nas pessoas: de reconhecimento, de preservação”, reflete Suzane.</span>

<b>O projeto</b>

<span style="font-weight: 400;">A ideia surgiu a partir de pesquisas de opinião feitas no Parque, que identificaram a necessidade de criar atividades e ferramentas que permitam aos frequentadores conhecer e vivenciar aspectos relacionados à biodiversidade do local. A estudante do curso de Gestão Ambiental Letícia Jaskulski trabalhou na coleta de dados e informações para a elaboração do projeto, com a aplicação de questionários aos visitantes. “Foi um mês inteiro de imersão no Parque e intenso aprendizado. Trabalhamos no sentido de entender quais eram as percepções e motivações das pessoas que chegavam ali. Agora, a ideia é criar outras formas e sugerir outras percepções acerca do local”, relata a estudante.</span>

<span style="font-weight: 400;">Com a duração do projeto prevista para dois anos, as ações consistem em modernizar o espaço de educação ambiental no centro de visitantes do parque e criar materiais de suporte com informações sobre o local - como totens, cartilhas e placas informativas que serão colocadas ao longo das trilhas. Todos os materiais informativos já estão sendo produzidos no NEAP, e além de serem compostos por ilustrações de espécies da fauna e da flora local, possuem uma linguagem fácil e acessível para todos os públicos. </span>

<span style="font-weight: 400;">Concomitantemente a isso, o grupo pretende seguir pesquisando a partir dos resultados que serão encontrados, com o objetivo de elaborar novas estratégias para a preservação da biodiversidade na região. Também serão investidos recursos na capacitação de guias e moradores do entorno para estimular o turismo e, consequentemente, a geração de renda na região. A professora Suzane destaca que a intenção é “criar uma rede” de incentivo à consciência ambiental e identificação com o local, além de promover um desenvolvimento sustentável na região que tem sua economia fortemente atrelada à agricultura e à exploração de recursos: “Em conjunto com a natureza, somos todos elos de uma corrente, que pode se fortalecer. Se um romper, todo o resto será atingido.”</span>

[caption id="attachment_4653" align="alignnone" width="960"]<img class="wp-image-4653 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/cachoeira.jpg" alt="" width="960" height="640" /> Salto do Yucumã, principal atrativo do Parque Estadual do Turvo - local onde “a onça bebe água”[/caption]

<b>Fundação O Boticário de Preservação da Natureza</b>

<span style="font-weight: 400;">Criada em 1990, a Fundação apoia ações de conservação da natureza e financia projetos no Brasil. O edital em questão tinha como foco a conservação dos biomas e o resultado foi publicado no mês de fevereiro deste ano, premiando no total 21 propostas. </span>

<span style="font-weight: 400;">A assinatura do contrato com o projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Onde a onça bebe água? Uma história para contar sobre o Parque Estadual do Turvo</span></i><span style="font-weight: 400;"> ocorreu no mês de agosto. O grupo deve receber em parcelas o valor total de R$ 98 mil para investir nas ações propostas, a partir do ano que vem. </span>

<b>Reportagem:</b><span style="font-weight: 400;"> Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição</b><span style="font-weight: 400;">: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</span><span style="font-weight: 400;">
</span><b>Infografia: </b><span style="font-weight: 400;">Pollyana Santoro, acadêmica de Desenho Industrial</span>

<b>Mapa</b><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> Portal eletrônico do Parque Estadual do Turvo</span><span style="font-weight: 400;">
</span><b>Fotografia</b><span style="font-weight: 400;">: Bjørn-Einar Nilsen</span>]]></content:encoded>
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				<title>Lar, sustentável lar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/lar-sustentavel-lar</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jan 2014 19:34:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
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						<description><![CDATA[Moradia popular é construída a partir de materiais e tecnologias sustentáveis]]></description>
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Um sonho. Talvez seja essa a melhor definição de uma casa popular para quem, depois de muitos planos e economias, consegue finalmente ter a sua casa própria. Para Marcos Vaghetti, professor do Departamento de Estruturas e Construção Civil da UFSM, uma simples casa popular serviu como inspiração para um grande projeto. Sonho de uns, inspiração de outros, a ideia se consolidou como projeto e, hoje, a Casa Popular Eficiente: um benefício ambiental aliado a um custo mínimo impulsiona grande pesquisa na área de tecnologias sustentáveis na Universidade.

O projeto nasceu em 2008, idealizado por Marcos Vaghetti, então professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Ulbra. “Destinado a um público de baixa renda, o diferencial era uma casa onde fossem utilizados materiais sustentáveis em sua construção”, explica o professor. O foco do projeto era minimizar os danos ao meio ambiente a partir de materiais alternativos na construção, mas sem perder de vista a qualidade de vida dos moradores.

A partir daí, um ano foi destinado à pesquisa de materiais que causassem o menor impacto ao meio ambiente. Então, chegou-se às mais diversas alternativas sustentáveis para compor a casa, desde as telhas tetra pak construídas a partir de caixas de leite, até o piso de PVC reciclado.

Atualmente, a construção civil é responsável por grande parte da emissão de resíduos que causam poluição, como o cimento, além de contribuir para o efeito estufa com a emissão de gases. O projeto da Casa Popular Eficiente promove essa mudança na lógica de produção, necessária para a preservação do ambiente.
<h3><strong>EXPANDINDO SABERES</strong></h3>
Com a vinda do professor para a UFSM, o projeto ganhou um novo caráter. A parceria com os cursos de Engenharia possibilitou que a casa se tornasse ainda mais ecologicamente correta. Além dos materiais sustentáveis, diferentes tecnologias, como a captação da água da chuva para utilização doméstica, passaram a ser pesquisadas para serem inseridas no projeto. “Além de fazer um produto sustentável para a sociedade, o projeto busca transmitir para esses futuros profissionais essa cultura ambiental”, considera Vaghetti.

Hoje a Casa Popular Eficiente é um dos projetos integrantes do Grupo de Estudo e Pesquisa em Tecnologias Sustentáveis, coordenado pelos professores Marcos Vaghetti e Elvis Carissimi. Compõem o grupo cerca de 30 alunos de graduação divididos em subgrupos. As engenharias Acústica, Civil, Elétrica, Sanitária e Ambiental e o curso de Arquitetura e Urbanismo se dividem, cada um em sua área específica, para agregar ao projeto as chamadas soluções sustentáveis.

As soluções sustentáveis são maneiras desenvolvidas para aproveitar os recursos naturais, como, por exemplo, a utilização da energia solar para produção de energia elétrica para a própria casa, e até mesmo o tratamento da água do chuveiro para reaproveitá-la para regar plantas.

Outro diferencial do projeto é que ele foi produzido pensando no microclima da região. Os sistemas de aquecimento e ventilação foram planejados de acordo com os fatores climáticos de Santa Maria, onde o calor predomina na maior parte do ano. O projeto ainda permite ampliações, tanto para os lados quanto para cima, facilitando uma possível reforma, o que é comum em casas populares.

Já em 2012, a possibilidade de construir a casa de fato, levantando o projeto do papel, impulsionou os estudos da casa, que tem 55 m² divididos em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. “Uma coisa é estudar um projeto, outra coisa é ter a materialidade, a casa construída”, destaca o professor. A construção da casa, no Centro de Eventos da UFSM, terminou em maio de 2013 e, a partir daí, os materiais e tecnologias empregados puderam ser analisados e testados.

Por se tratar de um projeto de pesquisa, devem ser necessários mais alguns anos para que o projeto esteja pronto para ser executado. Segundo Vaghetti, a Casa Popular Eficiente poderá servir de modelo para a construção de uma vila ecológica. “Além de gerar pesquisa dentro da universidade, é uma maneira de transferir pra sociedade uma casa sustentável, sem deixar de lado a qualidade de vida da população”, finaliza.

<a class="bigger_image" title="" href="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2014/01/soluções-info.jpg"><img class="aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2014/01/soluções-info.jpg" alt="Infografia de casa sustentável" width="774" height="699" /></a>

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<div class="texto_rodape"><em><strong>Repórter:</strong> Natascha Carvalho</em></div>
<div><em><strong>Infografia: </strong>Projetar</em></div>]]></content:encoded>
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