<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=horta-comunitaria" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 22:34:15 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Comissão de Extensão do Centro de Ciências Rurais divulga o resultado final do Edital Destaque Extensionista CCR 2022</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2022/08/09/comissao-de-extensao-do-centro-de-ciencias-rurais-divulga-o-resultado-final-do-edital-destaque-extensionista-ccr-2022</link>
				<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 17:41:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=6768</guid>
						<description><![CDATA[Todos os projetos de extensão desenvolvidos no Centro de Ciências Rurais merecem reconhecimento, alguns deles obtiveram ótimos resultados e por isso a Comissão de Extensão do CCR lançou o Destaque Extensionista CCR 2022.Neste Edital foram premiadas duas categorias: Extensionista Docente e Extensionista Externo. DESTAQUE EXTENSIONISTA DOCENTEPROF.ª DR.ª NEILA SILVIA PEREIRA DOS SANTOS RICHARDS Docente do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Todos os projetos de extensão desenvolvidos no Centro de Ciências Rurais merecem reconhecimento, alguns deles obtiveram ótimos resultados e por isso a Comissão de Extensão do CCR lançou o Destaque Extensionista CCR 2022.<br />Neste Edital foram premiadas duas categorias:</p>
<ul>
<li>Extensionista Docente e</li>
<li>Extensionista Externo.<br /><br /></li>
</ul>
<p><strong>DESTAQUE EXTENSIONISTA DOCENTE</strong><br /><strong>PROF.ª DR.ª NEILA SILVIA PEREIRA DOS SANTOS RICHARDS</strong></p>
<p><img class="" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/Foto-Neila.jpg" alt="Mulheres sustentáveis e transformadoras: Neila Richards e a ODS 2 – UMA" width="326" height="298" /></p>
<p>Docente do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFSM. Coordena ações de extensão voltadas a qualificar a comunidade, produtos e serviços, principalmente com ênfase no trabalho social, com a finalidade de fortalecer a função produtiva, promovendo, desta forma, o acesso à inclusão do principal ator, ou seja, os participantes/munícipes que necessitem de orientações pontuais, no processo produtivo, nas ações de inovação, na consultoria em questões de legislação, no apoio e capacitação na área de manipulação segura dos alimentos.</p>
<p>As ações tem o objetivo principal de estimular o resgate e a construção de histórias, instigando o caráter criativo, proativo e preventivo, aumentando suas capacidades e potencialidades, visando o enfrentamento da vulnerabilidade social. Ao longo dos anos, as ações foram orientadas conforme a demanda proposta pela comunidade, definindo ações de acordo com a situação atual, pois uma das premissas é a busca de experiências que permitam a reflexão e a apropriação do contexto social numa perspectiva ampla, com foco no trabalho interdisciplinar e diálogo, oportunizando a transformação por meio da educação.</p>
<p>Neste processo, há a forte inserção das mulheres, pois a sua presença é importante para a harmonia e a permanência das famílias nas pequenas cidades e no campo, pois muitas vezes elas buscam trabalho nas “cidades grandes” para evitar a lida de campo e, quando consegue trabalhar na propriedade, junto à família, a chance de melhorar a qualidade de vida é maior. Todas as ações desenvolvidas ao longo dos 15 anos vão ao encontro da promoção do ensino e aprendizagem. Várias ações promoveram a interação dialógica da Universidade com a sociedade, mas enfatiza-se a ação “Geoprodotto: valorando saberes e sabores da Quarta Colônia”, que tem melhorado a situação social e econômica dos participantes. As ações propostas estão sendo importantes na construção e projeção identitária dos produtos artesanais do território da Quarta Colônia.</p>
<p>Lista de algumas das ações desenvolvidas:</p>
<ul>
<li>Mídias digitais na informação da cadeia produtiva do leite - #leite na mídia,</li>
<li>Ação de extensão voltada ao enfrentamento a COVID 19 por parte de estabelecimentos comerciais de alimentos em Santa Maria e Quarta Colônia,</li>
<li>Plantas alimentícias não convencionais (panc): cultivo, identificação e usos alimentares e medicinais,</li>
<li>Programa de extensão em desenvolvimento da cadeia produtiva do leite de Santa Maria,</li>
<li>Geoprodotto: valorando saberes e sabores da Quarta Colônia,</li>
<li>Controle de qualidade e valor nutricional dos alimentos, das matérias primas alimentares e subprodutos agroindustriais.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>DESTAQUE EXTENSIONISTA EXTERNO</strong><br /><strong>LUIZ ANTÔNIO LORETO (Mestre Militar)</strong></p>
<p><img class="alignnone  wp-image-6769" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2022/08/mestre-militar-300x300.jpg" alt="" width="317" height="317" /><br />É presidente da Associação de Moradores do Residencial Dom Ivo Lorscheiter (AMDIL), no Bairro Diácono João Luis Pozzobon. É participante do Programa de Extensão “Hortas Comunitárias em Santa Maria - Segurança alimentar e economia solidária”. Atualmente, estão implantadas em Santa Maria três hortas comunitárias:</p>
<ul>
<li>Horta Agroecológica Comunitária Neide Vaz,</li>
<li>Horta Zilda Arns e</li>
<li>Horta Cipriano da Rocha. </li>
</ul>
<p>Duas estão em formação: Horta SUSEPE (Penitenciária Estadual de Santa Maria) e Horta Auta de Souza (Bairro Santa Marta). Merece destaque a participação do Mestre Militar na questão ambiental:</p>
<ul>
<li>Construção do Relógio Biológico de Plantas Medicinais, em parceria com a UBS Maringá;</li>
<li>Compostagem na horta dos resíduos orgânicos das famílias envolvidas;</li>
<li>Educação socioambiental das 47 crianças e adolescentes participantes das aulas de capoeira, que ministra na sede da AMDIL, pela Associação Capoeira de Rua Berimbau (onde atua como fundador e presidente);</li>
<li>Recuperação de área de preservação permanente que circunda o Residencial D. Ivo, com a implantação de um sistema de agrofloresta.</li>
</ul>
<p>Assim, a indicação da Comissão se deve ao seu ativismo social, comprometido com a educação popular, inclusão social, geração de renda por meio da economia solidária e defesa ambiental sustentável e por ser uma figura social fundamental nesse momento histórico, para a continuidade desse programa de extensão universitária da UFSM e para a constituição em Santa Maria de uma política municipal de agricultura urbana e periurbana.</p>
<p>A Comissão de Extensão parabeniza os extensionistas premiados e também todas as pessoas envolvidas nos projetos de extensão do CCR.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Com apoio da UFSM, Horta Comunitária Neide Vaz transforma sustentabilidade em bem-estar e geração de renda</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/09/com-apoio-da-ufsm-horta-comunitaria-neide-vaz-transforma-sustentabilidade-em-bem-estar-e-geracao-de-renda</link>
				<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 13:51:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Feicoop]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57441</guid>
						<description><![CDATA[Colégio Politécnico e diversos setores da UFSM auxiliam o projeto que beneficia famílias do bairro Diácono João Luiz Pozzobon]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_57442" align="alignright" width="487"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-04-at-10.27.13.jpeg"><img class="wp-image-57442" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-04-at-10.27.13.jpeg" alt="Foto vertical colorida mostra uma senhora agachada, olhando para a câmera, enquanto cuida de um canteiro com plantas e uma estrutura de cobertura. Ao fundo, telhados de casas em um dia nublado" width="487" height="570" /></a> Moradora do loteamento Dom Ivo Lorscheiter trabalhando em seu canteiro na horta Neide Vaz[/caption]
<p dir="ltr">Em novembro de 2016, a comunidade do bairro Diácono João Luiz Pozzobon, em Santa Maria, via um espaço coletivo se converter em um aterro sanitário, sem seu consentimento. A Associação de Moradores Dom Ivo Lorscheiter (Amordil) tinha então duas opções: abrigar o Centro de Tradições Gaúchas ou, por sugestão do líder comunitário Luiz Antonio Loreto, transformar o espaço em uma horta comunitária. A segunda ideia foi a que angariou mais adeptos.</p>
<p dir="ltr">Para levar o projeto da horta adiante, ele precisava de apoiadores. Um dos primeiros a serem acionados foi o Conselho de Segurança Alimentar de Santa Maria (Consea-SM), cujo presidente do conselho era então Juarez Felisberto, técnico-administrativo do Departamento de Zootecnia da UFSM e que, com o tempo, tornou-se um apoiador fundamental para a continuidade da horta. Com essa parceria foi promovida, em julho de 2017, durante a  24ª Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), a Roda de Conversa “Hortas Comunitárias Agroecológicas: O desafio da produção de alimentos saudáveis em espaços urbanos”.</p>
<p dir="ltr">Já em 2018, coordenado por Juarez Felisberto, o projeto começou a dar seus primeiros passos com o apoio do Fundo de Incentivo à Extensão Universitária (Fiex) da UFSM. A iniciativa, apoiada pela Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), possui o objetivo de enfrentar a insegurança alimentar no país, sobretudo em comunidades de vulnerabilidade social. Também houve o apoio do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), que busca promover a agricultura sustentável e combater a fome. </p>
<p dir="ltr">O coordenador Juarez conta que a inspiração do projeto vem de Maringá, no Paraná, do Centro de Referência de Agricultura Urbana e Periurbana da Universidade Estadual de Maringá, uma iniciativa que conta com 40 hortas comunitárias espalhadas pela cidade. Além disso, o técnico ressalta a importância das parceiras tanto dentro da Universidade quanto fora: o Museu dos Solos, o Departamento de Solos, ambos da UFSM, o Projeto Esperança, coordenado pela irmã Lourdes Dill, a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, dentre outros.</p>
<p dir="ltr">O Colégio Politécnico começou a participar recentemente, por meio do Setor de Olericultura e do Setor de Máquinas Agrícolas. O técnico Raviel tem colaborado com orientações técnicas para a equipe que coordena o projeto, assim como produzindo mudas de hortaliças para serem implantadas. Já o Setor de Máquinas Agrícolas está colaborando na abertura de uma nova horta, situada na Rua Zilda Arns. Além das parcerias dentro da Universidade, também houve o apoio das empresas Cotrel, com empréstimo de máquinas, e a Multi Fértil, com adubos para adubação, bem como de pessoas da comunidade que se envolvem pela causa.</p>
<p dir="ltr">Entre os objetivos do projeto estão a geração de renda direta e indireta, por meio da venda dos excedentes da sua produção, e a promoção de saúde preventiva e holística, que ocorre por meio da produção de um canteiro para ervas medicinais. Também é uma meta implementar o sistema de agrofloresta, no qual a produção e o cultivo dos solos procura minimizar os efeitos e impactos ambientais sobre a mata nativa existente. Além disso, são cultivadas as Plantas Não Convencionais Alimentícias (PANCs) e utilizadas sementes crioulas, para resgatar a valorização dos saberes regionais. O nome escolhido para a horta foi uma homenagem à moradora do bairro e ativista social, falecida em 2018.</p>
<h3><strong>“O trabalho na Neide Vaz tem sido muito gratificante"</strong></h3>
[caption id="attachment_57443" align="alignleft" width="571"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-04-at-10.11.33.jpeg"><img class="wp-image-57443" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-04-at-10.11.33.jpeg" alt="Foto vertical colorida mostra dois jovens em meio a canteiros da horta comunitária. Eles carregam regadores, um deles está regando um dos canteiros, com a água caindo. Ao fundo, casas em um final de tarde" width="571" height="428" /></a> Bolsistas da UFSM ajudam na produção da horta Neide Vaz[/caption]
<p dir="ltr">Luiz Antônio Loreto, líder comunitário conhecido como Mestre Militar, ressalta como a horta melhorou a qualidade de vida das famílias. “O trabalho na Neide Vaz tem sido muito gratificante, cada família tem um canteiro, o excedente é vendido para complementar a renda de cada uma, e os relatos sempre ressaltam como a horta é terapêutica e como é incrível acompanhar e depois comer o que você mesmo produziu”. Além disso, as crianças, que antes não comiam hortaliças, apenas gostavam de produtos industrializados, começaram a melhorar sua alimentação por gostar de consumir os alimentos da horta. “Nós, aqui em casa mesmo, nunca mais compramos verduras no mercado, e às vezes conseguimos fazer uma refeição inteira só com o que produzimos”. </p>
<p dir="ltr">Mesmo com a pandemia, e as dificuldades que o projeto passou para continuar com os bolsistas e as reuniões, as famílias não pararam de produzir. Nesse período, o apoio veio de uma emenda parlamentar para poder continuar com o apoio dos bolsistas durante 2020. A horta comunitária Neide Vaz, mesmo tão jovem, já é exemplo e instiga outras comunidades da região de Santa Maria a fazerem o mesmo, servindo de objeto para artigos científicos, apresentações de trabalhos na JAI da UFSM (Jornada Acadêmica Integrada) e também na Feicoop.  </p>
<h3><strong>Programa poderá alcançar mais bairros da cidade</strong></h3>
<p dir="ltr">A melhor notícia que podia chegar nesse momento é a inclusão do Programa de Hortas Comunitárias no Plano Diretor de Santa Maria, podendo, assim, alcançar mais bairros com o auxílio da Prefeitura. Uma iniciativa de uma pequena comunidade, junto com o estímulo à pesquisa dentro da Universidade e a intenção de uma produção sustentável e humana - pautas essenciais para o Brasil de hoje -, tornam o projeto um exemplo a ser seguido não só pelos santa-marienses, mas por todos os brasileiros.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Texto</strong>: Clarisse Amaral, da Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</em><br /><em><strong>Fotos</strong>: Juarez Felisberto/acervo do projeto</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seleção de dois bolsistas para horta comunitária agroecológica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/06/25/selecao-de-dois-bolsistas-para-horta-comunitaria-agroecologica</link>
				<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 11:31:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas para alunos]]></category>
		<category><![CDATA[FIEX]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56144</guid>
						<description><![CDATA[Estão abertas até domingo (27) as inscrições para seleção de duas bolsas de extensão para o projeto Fiex “Horta Comunitária Agroecológica Neide Vaz na Associação de Moradores Dom Ivo Lorscheitter”.    Podem participar da seleção alunos dos cursos de Agronomia, Engenharia Ambiental e Sanitária, Técnico em Agricultura e Técnico em Agropecuária.   Mais informações no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>Estão abertas até domingo (27) as inscrições para seleção de duas bolsas de extensão para o projeto Fiex “Horta Comunitária Agroecológica Neide Vaz na Associação de Moradores Dom Ivo Lorscheitter”. </div>
<div> </div>
<div>Podem participar da seleção alunos dos cursos de Agronomia, Engenharia Ambiental e Sanitária, Técnico em Agricultura e Técnico em Agropecuária.</div>
<div> </div>
<div>Mais informações no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/06/Edital-bolsista-para-FIEX-048435-2021.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital</a>.</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seleção de bolsistas para projeto de extensão Horta Comunitária Agroecológica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/06/02/selecao-de-bolsistas-para-projeto-de-extensao-horta-comunitaria-agroecologica</link>
				<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 12:32:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas para alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[FIEX]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55946</guid>
						<description><![CDATA[Estão abertas desta quarta (2) até domingo (6) as inscrições para seleção de acadêmicos para bolsa de extensão para o Projeto Fiex &#8220;Horta Comunitária Agroecológica Neide Vaz na Associação de Moradores Dom Ivo Lorscheitter&#8221; – Ação: Suporte forrageiro e apoio veterinário e zootécnico para equinos de famílias de carroceiros catadores de materiais recicláveis, como estratégia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estão abertas desta quarta (2) até domingo (6) as inscrições para seleção de acadêmicos para bolsa de extensão para o Projeto Fiex "Horta Comunitária Agroecológica Neide Vaz na Associação de Moradores Dom Ivo Lorscheitter" – Ação: Suporte forrageiro e apoio veterinário e zootécnico para equinos de famílias de carroceiros catadores de materiais recicláveis, como estratégia de saúde mental, segurança alimentar, educação ambiental e construção de uma política de bem estar dos animais na comunidade.</p>
<p>Podem participar da seleção alunos de Medicina Veterinária, Zootecnia, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Produção Editorial, Relações Públicas e Jornalismo). Interessados devem enviar currículo para o e-mail juarezf2008@gmail.com. </p>
<p>Mais informações no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/06/Edital-bolsista-FIEX-ODH-2021.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Riqueza que vem do chão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/riqueza-que-vem-do-chao</link>
				<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 15:52:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5449</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão da UFSM realiza parceria com a comunidade Dom Ivo Lorscheiter e mantém horta comunitária na região]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ouça esta reportagem:</p><p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Riqueza-que-vem-do-chão-Locução-Marcelo.mp3"][/audio]</p><p> </p><p>Você já ouviu falar em <i style="font-size: 1.125rem">agroecologia</i>? Desde o início de 2018, a Organização das Nações Unidas (ONU) aposta nessa palavra para erradicar a fome e proteger os recursos naturais do planeta. Por meio dela, é possível conquistar autonomia na alimentação.</p><p>Para colocar em prática esta atitude sustentável, a UFSM firmou parceria com os 587 moradores do <i>Residencial Dom Ivo Lorscheiter,</i> localizado próximo à faixa nova (BR-287) - que liga o centro de Santa Maria ao bairro Camobi. Em conjunto, idealizaram a primeira Horta Agroecológica Comunitária da cidade de Santa Maria.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/boxplantas1.0.png" alt="" width="3333" height="1550" /></p><p><b>Nasce um terreno fértil</b></p><p>A horta foi planejada ainda em 2016. Começou a ganhar forma em 2017. Mas só se consolidou em 2018. O interesse pela criação partiu dos moradores do residencial após rodas de conversa, sobre economia solidária e agricultura familiar, na Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), que ocorreu entre os dias 12 a 15 de julho de 2018. </p><p>A comunidade firmou parceria com o técnico-administrativo Juarez Felisberto, do Departamento de Zootecnia da UFSM, que também já foi presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar (Comsea). </p><p>O projeto é baseado nas hortas comunitárias da cidade de Maringá, no Paraná. Lá, a Universidade Estadual de Maringá desenvolve a assistência técnica e a extensão rural em conjunto com a Prefeitura, responsável por auxiliar na logística. Mais de mil famílias participam do programa que produz cerca de 900 toneladas de alimento por ano.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/6.jpg" alt="" width="804" height="552" /></p><p>A horta, em Santa Maria, fica localizada ao lado do Centro Comunitário do residencial - construído com recursos do programa Minha Casa Minha Vida em 2014. Antigamente, esse mesmo terreno, que hoje germina hortaliças, plantas condimentares e fitoterápicas, era usado como local de despejo. “As pessoas jogavam fogão, sofás e outros resíduos”, conta Juarez. Segundo o técnico, a terra era muito maltratada, principalmente pela situação do aterro de lixo. </p><p>Para o voluntário Jonathan Pereira, a horta é importante para os moradores por incentivar o empoderamento e a autonomia, em conjunto com as práticas agroecológicas. “Essa iniciativa ajuda as pessoas a entenderem que sai riqueza de um chão que sempre foi dito que era pobre”, comenta Jonathan. </p><p>Atualmente, onze famílias participam do projeto. Crianças e idosos convivem no mesmo ambiente com um propósito em comum: plantar e cultivar as coisas na terra. As crianças costumam ser um público fiel da horta, admirando e ajudando a cuidar. “Tá ali a esperança de botar aquela sementinha pra chegar em casa e florescer”, comenta Lucas Murari, bolsista do projeto. Na horta são cultivados pés de alface, beterraba, repolho, brócolis, couve flor, cebola, ervilha, abóbora, berinjela, cenouras, salsa, entre outras hortaliças.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/4.jpg" alt="" width="804" height="552" /></p><p>Recentemente, os moradores do Dom Ivo decidiram homenagear Neide Vaz, líder comunitária que faleceu no final de 2018, dando seu nome ao projeto. Para Juarez, essa atitude mostra que a horta tem como prioridade não apenas o cultivo de alimentos, mas a produção de solidariedade.</p><p><b>Os recursos</b></p><p>A horta comunitária, que está registrada como um projeto de extensão da UFSM, busca estimular uma alimentação saudável e sustentável, sem o uso de agrotóxicos ou outros tipos de veneno. </p><p>Os resíduos orgânicos gerados pelos moradores do Residencial possuem uma finalidade útil: eles ajudam a horta a crescer ao servirem como adubo para as plantas, pelo processo de compostagem. </p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/5.jpg" alt="" width="804" height="552" /></p><p>A UFSM auxiliou a estruturar a horta, com adubo, terra, trator e algumas mudas de hortaliças, pelo setor do Colégio Politécnico da parte de fruticultura e também do Jardim Botânico.</p><p>O Departamento de Solos da UFSM doou caixas d’água para que a água da chuva seja coletada pelas calhas, e a horta possa ser irrigada. Outros materiais, como tubo de PVC para a irrigação, foram comprados pelo projeto. Para auxiliar ainda mais nas partes prática e técnica da agricultura, foi firmada uma parceria com o PET de Agronomia da UFSM.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/1.jpg" alt="" width="804" height="443" /></p><p>Para alguns participantes do projeto, como o casal seu Adair e dona Florência da Rosa, a horta surtiu efeito terapêutico e ajudou a melhorar a qualidade de vida. Para a senhora de 71 anos, a horta é um ganho pro residencial “a gente tira muita coisa dali: salada, tempero… a gente nem compra mais fora”. Ela nunca havia cultivado uma horta antes e se sente muito bem com a integração que a plantação proporciona.</p><p><b>Em constante renovação</b></p><p>As plantações em escala industrial consistem em terrenos com milhares de hectares com fauna e flora natural desmatados, para então ser plantado o produto que será cultivado. No Rio Grande do Sul, por exemplo, é muito comum a plantação de soja. A agrofloresta, por outro lado, é a plantação que une várias plantas com diferentes extratos (tamanhos) e ciclos de vida. Elas convivem em harmonia, sintropia, e criam um sistema de constância entre si, imitando um sistema florestal equilibrado.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/boxplanta2.0.png" alt="" width="3333" height="1550" /></p><p>No caso da horta comunitária no Dom Ivo, a agrofloresta que está sendo implementada  contará com pés de bananeiras - já que essas árvores retêm água e, em período de seca, podem liberar esse recurso para as outras plantas. As plantas têm autonomia para fazer o que é necessário para manter o sistema vivo, mesmo que isso signifique sacrificar uma delas. Tudo é feito para o bem maior.</p><p><strong>Reportagem e fotografias:</strong> Mirella Joels, acadêmica de Jornalismo<br /><strong>Edição:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo<br /><strong>Infografia:</strong> Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial<br /><strong>Locução:</strong> Marcelo De Franceschi</p>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        