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				<title>Curso de instalações elétricas promove autonomia e segurança para mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/24/curso-de-instalacoes-eletricas-promove-autonomia-e-seguranca-para-mulheres</link>
				<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 17:16:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[PerspeCTiva Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[WIE IEEE]]></category>

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						<description><![CDATA[Segunda edição do curso, promovido pelo IEEE WIE UFSM, ensina noções básicas de eletricidade com foco em empoderamento feminino.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><span style="font-weight: 400">O grupo </span><i><span style="font-weight: 400">Women in Engineering</span></i><span style="font-weight: 400"> (WIE), subgrupo do </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/ieee-student-branch"><b><i>Ramo Estudantil da IEEE</i></b></a><span style="font-weight: 400">,</span><span style="font-weight: 400"> promove no dia 26 de setembro, às 18h30, a segunda edição do curso de Noções de Segurança em Instalações Elétricas Básicas para Mulheres, no prédio 5 do campus da UFSM (CTISM). A iniciativa tem como objetivo fomentar a independência e a segurança das participantes em situações cotidianas. A atividade busca oferecer conhecimentos práticos em reparos domésticos simples, aliando segurança, independência e empoderamento feminino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso abordará conteúdos como: equipamentos de proteção, instalações residenciais e reparos básicos em tomadas, chuveiros e torneiras elétricas. A programação inclui momentos teóricos e práticos, realizados em laboratório. Como explica Maria Luiza, presidente do WIE e uma das ministrantes do curso: “A ideia é passar segurança e conhecimento para que elas consigam realizar esses reparos sozinhas. Mais do que ensinar, queremos mostrar a forma correta e segura de executar cada procedimento”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta edição, a estrutura do curso foi aprimorada. O uso dos laboratórios do CTISM e novos materiais, como tomadas, fiações e espelhos, permitirá uma experiência mais próxima da realidade das residências. </span></p>
<p><b>Women in Engineering</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Reativado no ano passado, após um período de inatividade durante a pandemia, o </span><a href="https://www.instagram.com/wieieeeufsm"><b><i>WIE</i></b></a><span style="font-weight: 400"> busca incentivar a entrada e permanência de mulheres nas áreas de ciência e engenharia, além de combater a desigualdade de gênero ainda presente no meio acadêmico. Atualmente, o WIE conta com estudantes de graduação e pós-graduação das engenharias Elétrica e Aeroespacial, mas está em campanha para atrair mais integrantes de diferentes cursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A primeira edição do curso foi essencial para o retorno às atividades do grupo e serviu como experiência para aprimorar a proposta, que agora retorna com novidades e melhor estrutura. Além do conteúdo prático, o curso também busca criar um espaço de acolhimento, empoderamento e representatividade feminina dentro do Centro de Tecnologia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No início deste ano, o grupo também promoveu uma campanha de doação de cabelo no Hall do CT, reforçando o compromisso em aliar conhecimento técnico com ações sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mais informações, acesse o </span><em><strong><a href="https://www.instagram.com/wieieeeufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=a3RmN2t2NjAzcnF6">Instagram do WIE</a></strong></em><span style="font-weight: 400">.</span></p>

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<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Design-sem-nome-1.jpg" alt="" class="wp-image-7327" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Maior veículo solar do mundo, SolarButterfly visita a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/19/maior-veiculo-solar-do-mundo-solarbutterfly-visita-a-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:28:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bombaja H2]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[GPMOT]]></category>
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		<category><![CDATA[SolarButterfly]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto suíço em forma de borboleta estacionou no Centro de Tecnologia para promover soluções sustentáveis antes de seguir rumo à COP 30, em Belém do Pará]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7307,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_124439-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7307" /><figcaption class="wp-element-caption">SolarButterfly em frente ao CT</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Santa Maria recebeu, nesta sexta-feira (19/09), o SolarButterfly, o maior veículo movido a energia solar do mundo. A tripulação do veículo, que partiu da Suíça, está na reta final de uma jornada de quatro anos ao redor do planeta, tendo percorrido até então mais de 86 mil quilômetros em 43 países. O grupo foi recebido na UFSM por professores e estudantes do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE)</a></em></strong> do Centro de Tecnologia (CT).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Depois da chuva do começo da manhã, o sol voltou junto da chegada do veículo - fundamental para recarregar as baterias do SolarButterfly, que conta com 80m² de painéis solares. O veículo ficou estacionado em frente ao prédio principal do CT e esteve aberto para visitação da imprensa e dos estudantes. À tarde, a equipe fez uma apresentação, no auditório Pércio Reis, onde os suíços Simon Hofmann e Reto Baumann compartilharam as experiências da expedição e responderam perguntas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7308,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_122429-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7308" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">O SolarButterfly</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com formato inovador, o <strong><em><a href="https://www.instagram.com/solarbutterflytour/">SolarButterfly</a></em></strong> é uma <em>tiny house</em> autônoma em forma de borboleta, com 9 metros de comprimento. O projeto é rebocado por um carro elétrico e é abastecido por asas solares retráteis, que geram energia suficiente para percorrer até 200 km por dia sem qualquer emissão de poluentes. Idealizado pelo pioneiro solar Louis Palmer e desenvolvido pela <strong><em><a href="https://www.unilu.ch/en/">Universidade de Lucerna (HSLU)</a></em></strong>, na Suíça, é o primeiro veículo do mundo construído em grande parte com garrafas PET recicladas retiradas do oceano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em seu interior, a casa sobre rodas conta com uma cozinha completa, quatro camas, chuveiro e espaços de trabalho e oficina. A missão central do projeto, uma iniciativa de uma ONG (<strong><em><a href="https://solarbutterfly.org/">https://solarbutterfly.org/</a></em></strong>), é promover a sustentabilidade e apresentar ao público soluções economicamente viáveis para os problemas causados pelas mudanças climáticas. Envolvendo uma equipe de mais de 100 pessoas, o projeto do SolarButterfly já reuniu centenas de inovações de fácil aplicação e vem visitando escolas em vários continentes para sensibilizar os jovens acerca das tecnologias sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Simon Hofmann, um dos tripulantes do SolarButterfly, aponta que "a ideia nasceu durante a pandemia, com a visão de demonstrar que já é possível viajar e viver completa e suficientemente sem o uso de energia vinda de combustíveis fósseis". Ele explica a origem do nome, uma metáfora sobre a transformação que deve inspirar o modo de vida dos humanos:</p>
<p>"Como uma borboleta, que se transforma ao longo de sua jornada, coletamos também outras soluções que encontramos em todo o mundo, que já existem e que funcionam para frear o aquecimento global e para dar à próxima geração um planeta para viver em uma situação confortável. E isso é incrível! Por exemplo, encontramos um engenheiro na Alemanha que construiu pequenas turbinas em forma de peixe que, inseridas nos riachos, geram energia para vilarejos inteiros. Na Finlândia, descobrimos um inventor que está aquecendo areia em silos durante o verão e no inverno ele usa o calor para gerar aquecimento e energia para sua casa".</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após passar pela África e desembarcar recentemente no Uruguai, o SolarButterfly segue viagem pelo Brasil até Belém (PA), para a <strong><em><a href="https://cop30.br/pt-br">COP 30</a></em></strong>, em novembro, com destino final na Colômbia. Simon destaca: "Estamos indo a Belém para participar da próxima Conferência do Clima, onde políticos de todo o mundo estão se juntando. Gostaríamos de apresentar para eles o projeto SolarButterfly e todas as soluções que já coletamos, para lhes dizer que agora é hora de parar de falar e começar a agir, as soluções estão aqui". Até o fim da viagem, a equipe pretende totalizar os 100 mil quilômetros rodados, levando a mensagem da sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">CT-UFSM: protagonismo em mobilidade sustentável</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:image {"id":7309,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_124643-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7309" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Centro de Tecnologia da UFSM foi escolhido como ponto de parada estratégico devido ao seu protagonismo nas pesquisas sobre mobilidade alternativa à combustão. Além do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, anfitrião da visita e <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/2022/09/15/ppgee-ufsm-alcanca-o-conceito-7-nota-maxima-da-capes">um dos melhores cursos da área no país</a></em></strong>, há outras iniciativas de destaque na área. Dentre elas: o <strong><em><a href="https://iemufsm.com.br/">Instituto de Energia e Mobilidade (IEM</a></em></strong>, antigo INRI), que desenvolve projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com o setor industrial e elétrico; as pesquisas do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpmot">Grupo de Pesquisas em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMOT)</a></em></strong>; e o novo grupo de competição, Bombaja H2, que está desenvolvendo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/11/bombaja-h2-estreia-com-destaque-em-competicao-nacional-de-veiculos-movidos-a-hidrogenio">um protótipo movido a hidrogênio</a></em></strong>. A acolhida à equipe envolveu também membros do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/ieee-student-branch">Ramo Estudantil do IEEE UFSM</a></em></strong>.<br><br>Simon disse que a decisão de vir a Santa Maria se deu por sugestão de Louis Palmer, que é quem organiza o roteiro da viagem. "É uma universidade enorme, serve bem para nosso projeto e eu espero que nosso projeto também sirva para sua Universidade; estou orgulhoso de estar aqui", afirmou Simon.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/IMG-20250919-WA0023-1024x770.jpg" alt="" class="wp-image-7310" /><figcaption class="wp-element-caption">SolarButterfly com as "asas" fechadas</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
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<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em><br /><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM forma equipe para desenvolver carro movido a hidrogênio em projeto pioneiro do Centro de Tecnologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/10/ufsm-forma-equipe-para-desenvolver-carro-movido-a-hidrogenio-em-projeto-pioneiro-do-centro-de-tecnologia</link>
				<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:07:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bombaja]]></category>
		<category><![CDATA[ceesp]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
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						<description><![CDATA[Nova equipe Bombaja H2 adapta modelo off-road antigo da Bombaja e planeja levar projeto inédito da UFSM à competição nacional em São Paulo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM formou uma equipe voltada ao desenvolvimento de um veículo elétrico movido a hidrogênio. Trata-se da equipe Bombaja H2, projeto derivado do <a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/bombaja" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Bombaja</i></b></a>, tradicional e premiada equipe de competição de veículos off-road da instituição, e que promove a integração entre ensino, pesquisa e extensão. A nova equipe, formada no CT, busca  adaptar um veículo já existente à propulsão por hidrogênio. O objetivo do projeto é participar da competição nacional da modalidade, a <em><strong><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/h2_challenge/" target="_blank" rel="noopener">SAE H2</a>,</strong></em> prevista para ocorrer de 30 de julho a 3 de agosto, em São Paulo.</p><p>A ideia surgiu no início de 2024, a partir da percepção de que a UFSM ainda não possuía equipes voltadas para a mobilidade elétrica ou para tecnologias de hidrogênio, diferentemente de outras universidades brasileiras. “Decidimos começar pelo hidrogênio, porque as universidades com tradição em inovação já tinham algo nessa área. Pegamos essa ideia e abraçamos a causa de criar uma equipe com esse foco”, explicou Leonardo Felipe dos Santos, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener">PPGEE</a></strong></em>) e um dos integrantes do projeto.</p><p>O veículo utilizado na adaptação será o BJ-16, um carro antigo do Bombaja. A escolha se baseia em uma exigência da competição, que permite realizar adaptações mínimas em projetos já existentes. Enquanto o Bombaja foca no desempenho estrutural e dinâmico de seus veículos, a equipe Bombaja H2 prioriza o desenvolvimento da tecnologia de propulsão a hidrogênio.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="763" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/Image_20250710_094503_088-768x763.jpeg" alt="" />											<figcaption>Veículo BJ-16 do Bombaja será adaptado para propulsão a hidrogênio pelo Bombaja H2</figcaption>
										</figure>
			<h3>Competição recente e tecnologia emergente</h3>		
		<p> A competição SAE H2 teve sua primeira edição presencial em 2022, depois de dois anos de realização no formato online devido à pandemia. Voltada para a pesquisa e inovação, a disputa exige que as equipes desenvolvam sistemas de propulsão a hidrogênio, com critérios que avaliam não apenas o desempenho do veículo, mas também a eficiência energética e o aproveitamento dos recursos. No Brasil, o diferencial da prova é a obrigatoriedade de converter o hidrogênio em eletricidade para alimentar o motor, o que aproxima a competição do contexto industrial nacional.</p><p>“O Brasil é hoje o maior produtor de hidrogênio verde do mundo, com pureza de 99,9%. No entanto, exporta quase toda a produção, e a infraestrutura para uso interno ainda é escassa. Esse tipo de projeto ajuda a preparar profissionais para essa nova demanda do mercado energético”, destacou Leonardo Felipe. </p>		
			<h3>Equipe multidisciplinar e desafios</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 conta com 14 integrantes, número que deve chegar a 30 nos próximos meses, com a finalização do Processo Seletivo iniciado em junho. A equipe é composta por estudantes de graduação, pós-graduação e ensino técnico. Os cursos de graduação representados são: Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia de Telecomunicações. “Abrimos o processo seletivo para o CTISM (Colégio Técnico Industrial de Santa Maria) e houve bastante interesse, principalmente pela proposta de trabalhar com energia limpa e sustentável”, contou Pedro Henrique Santos, discente de Engenharia Mecânica e gerente de marketing da equipe.</p><p>Além das vagas para as áreas técnicas do projeto, como estrutura, suspensão, freios, elétrica, entre outras, também foram abertas oportunidades para a área de gestão, que abrange marketing e setor administrativo. Essas vagas foram destinadas a acadêmicos de todos os cursos da UFSM, com prioridade para os cursos de Comunicação Social e Administração.</p><p>Por enquanto, a Bombaja H2 não possui um espaço próprio. As atividades vêm sendo realizadas em parceria com o Bombaja, na oficina mecânica do CT, além do espaço cedido por laboratórios como o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (<strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ceesp" target="_blank" rel="noopener">CEESP</a></em></strong>), o Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gepoc" target="_blank" rel="noopener">GEPOC</a></strong></em>) e o  Grupo de Estudo e Desenvolvimento de Reatores Eletrônicos (<a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>GEDRE</strong></em></a>). A equipe planeja conseguir um espaço fixo para realizar as pesquisas que possam ser utilizadas a longo prazo.</p>		
			<h3>Extensão e qualificação</h3>		
		<p>Além do desenvolvimento técnico do veículo, o projeto Bombaja H2 prevê a realização de ações de extensão e cursos de capacitação para estudantes e comunidade externa. Estão previstas oficinas sobre softwares de modelagem, como SolidWorks, sobre noções básicas de elétrica predial e minicursos de Matlab e HIL (Hardware-in-the-Loop), ferramentas que permitem simular o comportamento de inversores e sistemas de propulsão antes da montagem física.“Queremos levar o conhecimento de hidrogênio para as escolas, mostrar na prática o que é a engenharia e estimular os jovens a ingressarem na área. Sobram vagas no CT hoje, e isso é preocupante. Esse projeto também serve para divulgar a engenharia e a UFSM”, afirmou Leonardo Felipe.</p>		
			<h3>Expectativa para a competição</h3>		
		<p>Apesar do desejo de levar o carro para a competição ainda neste ano, a equipe enfrentou dificuldades de prazo para inscrição e envio de documentação. “Se tivéssemos começado dois meses antes, seria possível. O prazo para envio dos documentos terminou dia 10 e não conseguimos cumprir”, lamentou Pedro Henrique</p><p>Mesmo assim, os integrantes planejam ir a São Paulo para acompanhar o evento e estabelecer contatos com outras equipes e com a organização da SAE. A participação presencial é considerada estratégica para aprender sobre as exigências da competição e garantir melhores condições para a edição de 2026. “A ideia é pular etapas e chegar com um carro pronto. A SAE fornece a célula de hidrogênio e as baterias, mas o restante pretendemos produzir aqui na UFSM”, comentou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Mobilização e financiamento</h3>		
		<p>O projeto ainda busca financiamento para cobrir os custos de transporte, equipamentos e inscrição. Além do apoio da universidade, a equipe mantém negociações com empresas parceiras e elaborou propostas para entidades como o <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ieeesb" target="_blank" rel="noopener">IEEE</a></strong></em>, com o objetivo de captar recursos e expandir as atividades de extensão.</p><p>“Nossa preocupação é que os alunos não precisem tirar dinheiro do próprio bolso para participar. Queremos viabilizar tudo por meio de parcerias e recursos externos”, ressaltou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Formalização e perspectivas</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 está vinculada ao projeto Bombaja, como uma subdivisão. A oficialização como subequipe deve ocorrer em breve, junto ao professor Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, coordenador do Bombaja e ao docente Jonas Roberto Tibola, do CTISM, orientador do Bombaja H2. A expectativa dos integrantes é consolidar a equipe, desenvolver tecnologia própria para o setor e se tornar referência nacional na área de veículos movidos a hidrogênio.</p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. </em></p><p><em>Foto por Bombaja/Divulgação</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>#CTnaReconstrução: relembre os projetos do CT-UFSM em resposta às enchentes de 2024</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/05/07/ctnareconstrucao-relembre-os-projetos-do-ct-ufsm-em-resposta-as-enchentes-de-2024</link>
				<pubDate>Wed, 07 May 2025 20:18:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6604</guid>
						<description><![CDATA[Um ano depois da tragédia climática, a primeira da série de reportagens aborda as principais ações dos grupos e projetos do CT que ampararam Santa Maria e região no auge das inundações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você se lembra do que estava fazendo há um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática desde 1941? As chuvas começaram no dia 27 de abril, ganharam força no dia 29 e assolaram o estado durante todo o mês de maio, em forma de enchentes e deslizamentos de terra. Segundo dados da Agência Gov, as inundações causaram danos em 484 dos 497 municípios gaúchos. Em 2024, o Rio Guaíba atingiu a marca de 5,37 metros acima do nível normal em Porto Alegre — 61 centímetros acima da marca da enchente histórica de 1941. Foram 184 vítimas fatais, além de 806 feridos e 25 pessoas até hoje desaparecidas. </p><p>Antes do pico registrado na capital gaúcha, Santa Maria foi a cidade com o maior volume de chuva no mundo no primeiro dia de maio, com cerca de 214 mm, de acordo com dados do site meteorológico Ogimet. O dado já era sentido na véspera na UFSM: no início da tarde de 30 de abril, diversos locais do campus foram tomados pela água, incluindo o subsolo da Reitoria — onde estava parte do arquivo permanente da instituição. O espaço ficou submerso com o rápido alagamento, e os documentos do Departamento de Arquivo Geral (DAG) <a href="https://ufsm.br/r-1-69016" target="_blank" rel="noopener"><b><i>seguem em processo de recuperação até hoje</i></b></a>. No mesmo dia, as atividades acadêmicas foram suspensas e só retornaram em 20 de maio, focadas em ações de acolhimento e sem a aplicação de provas e trabalhos.</p><p>A Subdivisão de Comunicação preparou uma série de reportagens intitulada <b>#CTnaReconstrução</b>, na qual você vai relembrar ou conhecer os projetos, servidores e estudantes que atuaram na linha de frente, com iniciativas de apoio imediato à população e projetos de recuperação e prevenção a médio e longo prazo de áreas atingidas pela tragédia climática no RS. Nesta primeira reportagem, destacamos um dos projetos que não aceitaram o sentimento de impotência diante da catástrofe e agiram no momento mais crítico da situação.</p>		
			<h3>Conserto de Eletrodomésticos</h3>		
		<p>Foram semanas de chuvas intensas, cidades alagadas, famílias desabrigadas e estruturas públicas e privadas destruídas. Em meio a esse cenário, estudantes e professores do CT da UFSM se organizaram para oferecer apoio à população atingida. Uma das ações que se destacou nesse período foi a do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/ieeesb"><b><i>IEEE Students Branch UFSM</i></b></a>, organização estudantil formada por acadêmicos de Engenharia Elétrica, que colocou seu conhecimento técnico a serviço da comunidade.</p><p>A IEEE é a maior sociedade profissional voltada aos engenheiros eletricistas no mundo, com atuação internacional e foco em conectar o meio acadêmico ao setor industrial. Para descentralizar sua gestão e ampliar a formação de estudantes, a organização mantém polos universitários, chamados de ramos estudantis. Na UFSM, o IEEE está presente desde 2016 e, além de integrar alunos interessados em engenharia elétrica e áreas afins, desenvolve atividades de pesquisa, extensão e formação profissional.   </p><p>O principal objetivo do grupo é promover a profissionalização dos estudantes, oferecendo experiências que vão além da sala de aula, com a participação em projetos, eventos técnicos e iniciativas que aproximam os participantes do mercado de trabalho.</p><p>O grupo ofereceu assistência técnica gratuita para conserto de eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos danificados pelas águas (preferencialmente geladeiras, micro-ondas e lavadora de roupas). Esta iniciativa, mais do que consertar aparelhos, devolveu dignidade e esperança a muitas famílias.</p>		
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											<a href="https://www.instagram.com/p/C6paTL9sjds/?utm_source=ig_web_copy_link&#038;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank">
							<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/unnamed-2-1-300x300.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Card utilizado em 2024 pelo projeto para divulgação da assistência</figcaption>
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			<h3>O início de tudo: da indignação à ação</h3>		
		<p>A ideia partiu de uma inquietação coletiva diante da tragédia. “A gente via nos noticiários e nos grupos de amigos o relato de muitas pessoas que tinham perdido não só suas casas, mas também os poucos eletrodomésticos que possuíam. Geladeiras, micro-ondas, ventiladores, máquinas de lavar, tudo que foi submerso pela água. E aí pensamos: a gente tem conhecimento técnico, ferramentas e vontade de ajudar, então por que não fazer isso?”, conta Antônio Brum Vieira, que na época era o presidente do IEEE Students Branch</p><p>O grupo começou a se mobilizar no início de maio, período em que as aulas estavam suspensas e havia um clima de expectativa no ar. No domingo, o professor Cassiano Rech, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, procurou os integrantes e questionou o que o ramo pretendia fazer. Na segunda-feira, 6 de maio, às duas da tarde, mesmo sem energia elétrica e com sinal de internet instável, os estudantes realizaram uma reunião híbrida no campus. Durante o encontro, surgiu a ideia de usar os conhecimentos em eletroeletrônica e eletromecânica para ajudar a comunidade. Na terça-feira, 7, o grupo começou a se organizar e, na quarta-feira, 8, alinhou as ações e definiu os primeiros passos da iniciativa.</p><p>A partir dessas primeiras organizações, os integrantes se mobilizaram rapidamente para estruturar a ação. O hall do prédio 07 do Centro de Tecnologia da UFSM foi ofertado como ponto  de atendimento, por ser de fácil acesso e contar com a infraestrutura básica necessária. “A princípio, a gente começou de forma bem improvisada. Levamos algumas bancadas, ferramentas e fios, e fomos tentando organizar a triagem dos aparelhos que iam chegando”, relembra Maria Luiza Trevisan Kieling, integrante do projeto.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0034-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0034" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0019-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0019" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0021-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0021" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0022-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0022" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0030-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0030" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0033-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0033" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0018-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0018" /></figure>			
			<h3>Organização e logística em meio ao caos</h3>		
		<p>Para organizar o atendimento, o grupo criou um cadastro on-line, no qual as pessoas indicavam suas informações e qual equipamento precisava de manutenção. Essa medida ajudou a organizar a demanda e evitar aglomerações, considerando que o estado ainda enfrentava dificuldades com transporte e comunicação.</p><p>Outro desafio enfrentado pelo grupo foi a logística de materiais e peças. Com a falta de orçamento para peças específicas, o primeiro passo foi limpar os equipamentos. A obtenção de componentes para os reparos exigiu criatividade e solidariedade. “A gente começou limpando e torcendo para que funcionasse, depois contamos muito com as doações. Divulgamos uma chave Pix para arrecadar recursos e conseguimos apoio de colegas, professores e pessoas da comunidade”, explica Antônio Brum Vieira.</p><p>A atuação do grupo foi organizada em equipes, divididas entre a parte técnica, responsável pelos reparos dos equipamentos; o setor administrativo, que atendia telefonemas, respondia mensagens e realizava cadastros; e o time de campo, que buscava itens nas casas de quem não conseguia levá-los até o ponto de manutenção. Além disso, os estudantes contaram com o apoio da comunidade local, que ofereceu cursos de qualificação para o conserto de geladeiras, micro-ondas e máquinas de lavar. Profissionais da cidade, com anos de experiência, compartilharam técnicas e orientações fundamentais para o trabalho, ajudando na triagem de defeitos e fornecendo peças para os primeiros reparos. Esse envolvimento garantiu que o grupo pudesse atuar com segurança e eficiência, além de estabelecer uma rede de apoio para casos mais complexos.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0017-1-768x1023.jpg" alt="IMG-20240508-WA0017" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240507-WA0057-768x1023.jpg" alt="IMG-20240507-WA0057" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0006-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0006" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240508-WA0008-768x1024.jpg" alt="IMG-20240508-WA0008" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG_2311-768x1024.jpg" alt="IMG_2311" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG_2315-768x1024.jpg" alt="IMG_2315" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG_2316-768x1024.jpg" alt="IMG_2316" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG_2319-768x1024.jpg" alt="IMG_2319" /></figure>			
			<h3>
Reparos: educação e segurança
</h3>		
		<p>Enquanto realizavam os consertos, os voluntários perceberam que muitas pessoas não tinham orientação sobre como lidar com os eletrodomésticos após a enchente. Era comum que moradores tentassem religar os aparelhos logo depois que a água baixava, sem realizar qualquer tipo de limpeza ou avaliação técnica, o que aumentava o risco de acidentes e curtos-circuitos.</p>https://youtu.be/rs3pn4-4YMU?si=SD-yyi4k5H5LdDWS<p>Por isso, o IEEE incorporou à iniciativa ações educativas, orientando os moradores sobre os cuidados necessários antes de utilizar novamente os equipamentos. “A gente explicava que era importante deixar secar, limpar bem, testar fora de casa antes de ligar na tomada. Muitos acidentes domésticos foram evitados só com essa conversa”, destaca Leonardo Felipe da Silva, atual presidente do projeto.</p><p>Embora o grupo tenha priorizado o recebimento de geladeiras, micro-ondas e máquinas de lavar — considerados itens essenciais para a rotina básica e de difícil reposição —, os voluntários acabaram recebendo todo tipo de equipamento. Entre os objetos estavam televisores, secadores de cabelo, lixas elétricas de unha, autoclaves e até microscópios. Um dos casos marcantes foi o de uma proprietária de salão de beleza, que perdeu todos os equipamentos na enchente e conseguiu recuperar quase tudo com a ajuda do grupo. Segundo os organizadores, praticamente qualquer aparelho que tivesse sido molhado foi levado até o ponto de coleta.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/eb4c4710-ff6e-44f4-936c-a213272b67c5-225x300.jpg" alt="eb4c4710-ff6e-44f4-936c-a213272b67c5" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240507-WA0011-1-300x225.jpg" alt="IMG-20240507-WA0011" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/5fb93836-9d98-4d76-b2f6-5139aa135792-225x300.jpg" alt="5fb93836-9d98-4d76-b2f6-5139aa135792" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240507-WA0015-1-300x225.jpg" alt="IMG-20240507-WA0015" /></figure>			
			<h3>Impacto humano: solidariedade que vai além dos números</h3>		
		<p>Embora o projeto tenha consertado dezenas de eletrodomésticos nas semanas que se seguiram, o presidente do IEEE Students Branch destaca que o maior resultado não pode ser contabilizado em números. “Cada geladeira que a gente consertava, cada micro-ondas que voltava a funcionar, era um pequeno passo para as famílias recomeçarem. Muitas vezes, mais do que o conserto em si, as pessoas precisavam de alguém que as escutasse, que se preocupasse com o que elas estavam passando”, reflete Leonardo Felipe da Silva.</p><p>Um dos momentos mais marcantes, segundo Antônio Brum Vieira, foi ver famílias emocionadas ao saber que seus aparelhos poderiam ter conserto gratuito. “Teve gente que veio chorando, dizendo que não tinha mais nada em casa, e só de saber que poderia recuperar pelo menos o fogão ou a geladeira, já se sentia um pouco mais aliviada”, relembra.</p><p>Além dos reparos realizados no campus, parte do grupo também foi até as localidades mais afetadas para atender quem não conseguia levar os equipamentos até o ponto de coleta. Nessas visitas, os voluntários se depararam com cenários devastadores, que lembravam zonas de guerra, com casas tomadas pelo barro e famílias tentando resgatar o que fosse possível. Em muitos casos, o atendimento ia além da assistência técnica e incluía apoio emocional. Um dos chamados aconteceu no Beco do Beijo, em Camobi, onde um senhor teve a casa completamente alagada. Em outra situação, na Nova Santa Marta, os voluntários insistiram em concluir o atendimento, mesmo sem transporte disponível, e retornaram satisfeitos por conseguirem ajudar. </p><p>Além disso, inúmeros pedidos de ajuda chegavam pelas redes sociais, com moradores enviando fotos e vídeos das perdas e, em meio ao desespero, pedindo auxílio. “A gente respondia com carinho. Foi algo muito importante, porque naquele momento as pessoas estavam pedindo socorro. Acho que foi a melhor coisa que a gente poderia ter feito, mesmo sem estar tão estruturado assim”, relatou Maria Luiza Trevisan Kieling.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240507-WA0019-768x1024.jpg" alt="IMG-20240507-WA0019" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240509-WA0026-768x1024.jpg" alt="IMG-20240509-WA0026" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240509-WA0028-768x1024.jpg" alt="IMG-20240509-WA0028" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240509-WA0010-768x1024.jpg" alt="IMG-20240509-WA0010" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/IMG-20240509-WA0022-768x1024.jpg" alt="IMG-20240509-WA0022" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/1715390836597-768x1024.jpg" alt="1715390836597" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/1715390836607-1-768x1024.jpg" alt="1715390836607 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/1715390836616-768x1024.jpg" alt="1715390836616" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/1715390836626-768x1024.jpg" alt="1715390836626" /></figure>			
			<h3>Bastidores de quem também sofreu</h3>		
		<p>Apesar de estarem ajudando, alguns dos integrantes do projeto também foram afetados pelas enchentes. Estudantes perderam móveis, eletrodomésticos e viram suas casas invadidas pela água. Ainda assim, permaneceram na linha de frente, atendendo quem mais precisava.</p><p>“Tivemos integrantes que ficaram ilhados, que perderam coisas em casa, mas mesmo assim estavam ali, tentando ajudar. Isso fortaleceu muito nosso grupo e mostrou que, mesmo diante da dificuldade, a solidariedade fala mais alto”, comenta Antônio Brum Vieira.</p>		
			<h3>Legado e novos planos</h3>		
		<p>Os voluntários reconhecem que, embora o projeto não tenha sido o mais estruturado possível, ele foi suficiente para atender às necessidades daquele momento e serviu como impulso para outras iniciativas semelhantes. A ação realizada na UFSM inspirou Universidades de diversas cidades, como Cachoeira do Sul, Porto Alegre e Caxias do Sul – e instituições como Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e Universidade de Caxias do Sul (UCS) –, que adotaram o modelo de organização e gestão criado de forma espontânea em Santa Maria. “A gente começou antes de todo mundo, sem saber exatamente o que estava fazendo, só com a vontade de ajudar”, relembrou Leonardo Felipe da Silva. Segundo eles, o fato de já terem enfrentado os desafios iniciais ajudou as instituições que vieram depois a se organizarem com mais eficiência. O projeto também recebeu apoio e visibilidade de instituições de fora do estado, como a Universidade Federal da Bahia (UFBA), que compartilhou as ações nas redes sociais diariamente.</p><p>A mobilização deixou marcas importantes para o IEEE Students Branch. Além de consolidar o grupo como referência em ações de extensão e responsabilidade social, a iniciativa motivou a criação de um protocolo de atendimento emergencial para futuras situações de calamidade.</p><p>Com o encerramento do projeto emergencial das enchentes, surgiu a proposta de transformar a iniciativa em uma ação permanente, voltada a atender famílias de baixa renda. A ideia é oferecer, de forma contínua, um serviço de conserto de eletrodomésticos e equipamentos para pessoas que não têm condições de arcar com esse custo. O projeto será reestruturado em etapas, com uma equipe menor, mas mantendo o propósito social que marcou a atuação anterior. A proposta é seguir levando apoio e cuidado para quem mais precisa.</p>		
			<h3>Universidade pública, gratuita e solidária</h3>		
		<p>A ação do IEEE Students Branch UFSM reafirma o papel social da Universidade pública enquanto espaço de formação técnica, científica e humana. Em momentos de crise, projetos como esse mostram que o conhecimento produzido dentro da academia pode e deve ser colocado a serviço da sociedade. “A gente aprende na sala de aula a resolver problemas técnicos, mas essa experiência ensinou que o mais importante é resolver problemas de gente. Foi uma lição de solidariedade, empatia e compromisso social que vai ficar para sempre com a gente”, conclui Maria Luiza Trevisan Kieling. </p><p>Para os integrantes do projeto, devolver à comunidade parte do que recebem dentro da Universidade sempre foi uma prioridade. Como espaço público mantido pela própria população, a UFSM pertence à comunidade, e retribuir esse apoio é, segundo os voluntários, não apenas uma obrigação, mas também um privilégio. A ação solidária durante as enchentes e os atendimentos posteriores mudaram a percepção de muitos estudantes sobre a realidade ao redor e reforçaram a importância de aproximar a instituição da vida das pessoas.</p><p> “Pouca gente sabe o que a gente faz aqui dentro da UFSM. E com esse projeto, conseguimos encurtar esse caminho e contribuir de verdade. Se parar pra pensar, a faculdade pública é mantida por essa mesma comunidade. Estar presente quando ela mais precisou foi o mínimo que poderíamos fazer”, destacou  Antônio Brum Vieira. Para eles, a experiência transformou não só o senso de responsabilidade social, mas também a maneira de enxergar o papel da universidade em momentos de crise.</p>		
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											<a href="https://www.instagram.com/p/C8p0UbSut70/?img_index=3" target="_blank">
							<img width="300" height="297" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/unnamed-3-1-300x297.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Clique na imagem para conferir a prestação de contas e o balanço final da campanha solidária</figcaption>
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		<p><i>Esta é a primeira reportagem da série #CTnaReconstrução. Acompanhe as próximas matérias ao longo do mês de maio no site do CT!</i></p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p><p><em>Fotos por IEEE Student Branch.</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>! Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nova oportunidade para estudantes: IEEE CASS chega à UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/03/25/nova-oportunidade-para-estudantes-ieee-cass-chega-a-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 12:55:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CASS]]></category>
		<category><![CDATA[GMicro]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6342</guid>
						<description><![CDATA[Organização promove o avanço da teoria, análise, design, ferramentas e implementação de circuitos e sistemas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde novembro de 2024, o Centro de Tecnologia conta com mais uma organização técnico-estudantil: trata-se de um novo Capítulo do ramo estudantil da IEEE CASS, sigla em inglês para <a href="https://ieee-cas.org/"><em><strong>Institute of Electrical and Electronics Engineers - Circuits and Systems Society</strong></em></a>.</p>
<p>O <a href="https://www.ieee.org/"><em><strong>Instituto dos Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas - IEEE</strong></em></a> - foi fundado em 1963, e hoje é uma das maiores associações técnicas profissionais do mundo, com mais de 486.000 membros em mais de 190 países. Destes, mais de 189.000 são membros Estudantes. Seu propósito principal é incentivar a inovação tecnológica para o benefício da humanidade, especialmente nas áreas de Engenharia Elétrica e Eletrônica, Comunicações, Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Tecnologia da Informação e disciplinas afins. O IEEE é subdividido em 39 sociedades, cada uma com foco em uma área de conhecimento específica. As Sociedades disponibilizam publicações e conferências revisadas por pares, networking e outros serviços, e são organizadas localmente em Capítulos. Existem 2.815 Capítulos profissionais ao redor do mundo, 3.613 Ramos Estudantis em faculdades e universidades em mais de 100 países e 4.240 Capítulos de Ramos Estudantis das Sociedades técnicas do IEEE.</p>
<p>A IEEE CASS é a sociedade da IEEE que engloba a parte de Circuitos e Sistemas e promove o avanço da teoria, análise, design, ferramentas e implementação de circuitos e sistemas. O campo abrange os seus fundamentos teóricos, aplicações e arquiteturas, bem como a implementação de circuitos e sistemas de algoritmos para processamento de sinais e informação. A sociedade oferece acesso às informações técnicas mais essenciais do setor, oportunidades de networking, ferramentas de desenvolvimento de carreira e muitos outros benefícios exclusivos.</p>
<p>A fundação do capítulo do ramo estudantil da IEEE CASS na UFSM aconteceu no dia 3 de novembro de 2024 e a formalização na reunião dos presidentes do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/ieee-student-branch">ramo estudantil do IEEE na UFSM</a></strong></em>, em 19 de novembro de 2024. Com a criação do capítulo, o grupo busca difundir uma área que entende ser pouco divulgada na UFSM, a microeletrônica. O objetivo da organização é ampliar o reconhecimento da microeletrônica dentro da UFSM promovendo palestras, workshops, visitas técnicas e, consequentemente, destacar a universidade no cenário nacional por meio da participação em congressos, eventos e simpósios.</p>
[caption id="attachment_6344" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-6344" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/03/CASS_FotoDiretoria-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" /> Membros da diretoria do recém-criado IEEE CASS da UFSM[/caption]
<p>A ideia da fundação do Capítulo vem desde o final de 2023, quando o estudante Martim Kowalczuk Presser, que já estava há um ano no Grupo de Microeletrônica (GMICRO), sentia falta de uma divulgação e agitação da área para os estudantes de graduação. Porém, com poucas pessoas fazendo parte do do grupo naquela época, a fundação só começou a se desenhar em setembro de 2024, durante o evento EMICRO/SIM 2024 (na Unipampa, em Bagé-RS), no qual Martim e seus colegas Anderson Venzke Backes e Kauana Fort tiveram a oportunidade de se reunir com o presidente do capítulo CASS do Rio Grande do Sul, o Prof. Mateus Grellert da UFRGS, para conversar sobre a criação do capítulo estudantil.</p>
<p>Atualmente, a diretoria do CASS UFSM é composta por cinco membros, e um professor responsável pelo capítulo estudantil:</p>
<p>Orientador: Prof. Dr. André Luiz Aita<br />Presidente: Martim Kowalczuk Presser<br />Vice-presidente: Anderson Venzke Backes<br />Tesoureiro: João Buzatti Mendes<br />Secretária: Kauana Quintana Fort<br />WebMaster: Mathias Cirolini Michelotti</p>
<p>Além da diretoria, o capítulo conta com um total de 12 membros ativos. Todos fazem parte do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gmicro/projetos">Grupo de Microeletrônica (GMICRO)</a></strong></em>, localizado no segundo andar do Anexo B do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM. </p>
<p>O IEEE CASS tem perspectivas positivas para o futuro. Para este ano, o grupo projeta workshops voltados para circuitos digitais, circuitos analógicos e um possível workshop em conjunto com o PET da Engenharia Elétrica. Ainda, organiza eventos e palestras para a comunidade acadêmica, as quais serão voltadas tanto para assuntos de microeletrônica quanto para assuntos de interesse geral: pesquisa e escrita de artigos científicos, vida pós faculdade, empreendedorismo, etc. Um dos primeiros eventos programados para este ano pelo grupo é o workshop voltado a circuitos digitais, assunto de interesse comum de todas as engenharias, pois a disciplina "circuitos digitais" ou "sistemas digitais" está na grade curricular da maioria delas. </p>
<p>Mais informações sobre o grupo podem ser encontradas nas redes sociais:</p>
<p>Instagram: <em><strong><a href="https://www.instagram.com/ieeecassufsm/">https://www.instagram.com/ieeecassufsm/</a></strong></em></p>
<p>LinkedIn: <a href="http://www.linkedin.com/in/ieee-cass-student-branch-chapter-b2b291341"><em><strong>www.linkedin.com/in/ieee-cass-student-branch-chapter-b2b291341</strong></em></a></p>
<p>Linktree: <em><strong><a href="https://linktr.ee/ieeecass_ufsm">https://linktr.ee/ieeecass_ufsm</a></strong></em></p>
<hr />
<p><em>Por Subdivisão de Comunicação, com informações e foto do IEEE CASS.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>

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													</item>
						<item>
				<title>Grupo da UFSM conserta gratuitamente equipamentos afetados pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/05/07/grupo-da-ufsm-conserta-gratuitamente-equipamentos-afetados-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 07 May 2024 11:08:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65746</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa é do IEEE UFSM Student Branch, dos cursos de graduação e pós em Engenharia Elétrica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<div class="x9f619 xjbqb8w x168nmei x13lgxp2 x5pf9jr xo71vjh x1uhb9sk x1plvlek xryxfnj x1c4vz4f x2lah0s x1q0g3np xqjyukv x1oa3qoh x6s0dn4 x1amjocr x78zum5 xl56j7k"><span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye xvs91rp x1s688f x5n08af x10wh9bi x1wdrske x8viiok x18hxmgj" dir="auto"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-14.39.37.jpeg"><img class="alignright  wp-image-65750" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-14.39.37.jpeg" alt="" width="475" height="475" /></a>O IEEE UFSM Student Branch, uma o</span><span style="color: initial">rganização sem fins lucrativos vinculada ao curso de Engenharia Elétrica e ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFSM, está realizando até 17 de maio, das 9h às 17h30, a uma iniciativa voluntária de conserto gratuito de eletrodomésticos e eletrônicos danificados pelas fortes chuvas. </span></div>
<div> </div>
<div>Quem tiver equipamentos com problemas ocasionados pelos temporais pode levá-los ao hall do Centro de Tecnologia (CT) no Campus Sede, ou entrar em contato pelo Whatsapp (55) 9 9208-3655.</div>
<div> </div>
<div>Os voluntários farão avaliação, conserto de equipamentos não especializados e darão dicas de manutenção pós-reparo. Porém, não será garantido o conserto de todos os equipamentos, e aqueles que exigem peças específicas ou conhecimento técnico avançado podem não ser reparáveis.</div>
<div> </div>
<div>A prioridade é para os afetados pelas inundações e para equipamentos de necessidade básica, como geladeira, micro-ondas e lavadora de roupas. <br /><br /></div>
<div>Mais informações no <a href="https://www.instagram.com/ieeesbufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos do PPG Engenharia Elétrica da UFSM recebem premiações internacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/31/alunos-do-ppg-engenharia-eletrica-da-ufsm-recebem-premiacoes-internacionais</link>
				<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 12:39:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56657</guid>
						<description><![CDATA[Giancarlo Clerici Daros e Guilherme Ricardo Hubner são membros do ramo estudantil IEEE da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dois membros do <a href="https://ieee.inriufsm.com.br/?fbclid=IwAR19-yq3pBNs1tkZQjbTRbL3_fl2n_L9dWSjBEnlbSUeMqA7gQNh7HOqwWg" target="_blank" rel="noopener">ramo estudantil IEEE da UFSM</a> foram premiados pela Industrial Applications Society (IAS) no âmbito de melhores dissertações e trabalhos de conclusão de curso (TCCs) do mundo. O estudante de mestrado Giancarlo Clerici Daros recebeu o prêmio de 1° lugar entre os melhores TCCs. Já doutorando Guilherme Ricardo Hubner obteve o 2° lugar entre as melhores dissertações de mestrado. Ambos são alunos do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE), do Centro de Tecnologia (CT). Mais informações sobre a premiação no <a href="https://ias.ieee.org/chapters-membership/chapter-promotion-programs,-awards-and-contests.html" target="_blank" rel="noopener">site</a>. </p>
<p>A <a href="https://www.ieee.org" target="_blank" rel="noopener">IEEE</a> é a maior organização global de profissionais de todas as áreas da Engenharia que promovem o avanço da tecnologia e seus afins. É papel da IEEE promover e incentivar, desde o âmbito de pesquisas científicas, como artigos, revistas e journals, até eventos das mais diversas áreas da tecnologia. É o principal meio de comunicação entre engenheiros de todo o mundo.</p>
<div>A IEEE, para melhor organização, possui capítulos, os quais reúnem profissionais de áreas específicas. O capítulo IAS (Industrial Applications Society) promove um concurso anual, o qual premia estudantes ligados à IAS. Este concurso possui, dentre outros, premiações para melhores teses de doutorado, dissertações de mestrado e trabalhos de conclusão de curso. </div>
<div> </div>
<div>As premiações englobam valor em dinheiro e certificado, além da oportunidade de participar do IAS Annual Meeting, que neste ano ocorreria no Canadá, porém, por complicações devido à Covid, não será realizado presencialmente.</div>
<div> </div>
<div>Mais informações na página do ramo estudantil IEEE da UFSM no <a href="https://www.facebook.com/ufsmieeesb" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Doutorando em Engenharia Elétrica passa a presidir capítulo da IAS na América Latina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/01/24/doutorando-do-ppgee-passa-a-presidir-capitulo-da-ias-na-america-latina</link>
				<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 11:25:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[ias]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=46377</guid>
						<description><![CDATA[Caio Ruviaro Dantas Osório, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFSM, aceitou o convite da IEEE Industry Applications Society (IAS), através de seu Chapters and Membership Committee (CMD), para ser o IAS Chapters Area Chair da Região 9 &#8211; América Latina a partir de 2019. A posição de &#8220;presidente de área&#8221; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="gmail_default">Caio Ruviaro Dantas Osório, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFSM, aceitou o convite da IEEE Industry Applications Society (IAS), através de seu Chapters and Membership Committee (CMD), para ser o IAS Chapters Area Chair da Região 9 - América Latina a partir de 2019.</p>
<p class="gmail_default">A posição de "presidente de área" é voluntária, sendo o elemento de conexão entre os capítulos estudantis de uma determinada região (América Latina, neste caso) e o CMD da IAS. As funções incluem apoiar e promover as atividades destes capítulos (que são unidades locais da IEEE e de suas sociedades, agregando estudantes, pesquisadores, professores e profissionais com interesses em comum), bem como levar possíveis demandas à IAS.</p>
A IAS é uma das maiores sociedades do Institute of Electrical and Electronical Engineers (IEEE). Realiza e reúne eventos, publicações científicas, patentes e outros. Possui como missão promover o avanço da teoria e da prática em engenharia elétrica e eletrônica.
<div>
<p class="gmail_default">Em 2016, alunos e professores do PPGEE fundaram, e desde então vêm mantendo, através de diversas atividades, os capítulos UFSM da IEEE. Atualmente há um capítulo conjunto profissional, um ramo estudantil, três capítulos estudantis de sociedades e um capítulo de afinidade.</p>
Desde 2016, já foram promovidos inúmeros eventos (palestras, workshops, viagens técnicas, minicursos, congressos e seminários), além de os integrantes terem recebidos diversos prêmios e participado de eventos nacionais e internacionais, o que tem elevado consideravelmente a visibilidade e internacionalização do PPGEE

</div>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Doutorando do PPGEE tem trabalho premiado em evento do IEEE nos EUA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2018/10/22/doutorando-do-ppgee-tem-trabalho-premiado-em-evento-do-ieee-nos-eua</link>
				<pubDate>Mon, 22 Oct 2018 15:00:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[GEPOC]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=1568</guid>
						<description><![CDATA[O aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFSM, Gleisson Balen, teve sua dissertação de mestrado premiada durante o IAS Annual Meeting 2018, evento da Industrial Application Society (IAS), que faz parte do Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE). A conferência foi realizada na cidade de Portland, nos Estados [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?attachment_id=1569"><img class="alignright wp-image-1569 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2018/10/IAS-2018-277-300x200.jpg" alt="Três homens estão de pé, lado a lado. Um deles, ao centro, segura um certificado com a mão esquerda." width="300" height="200"></a>O aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFSM, Gleisson Balen, teve sua dissertação de mestrado premiada durante o <a href="https://ias.ieee.org/2018annualmeeting">IAS Annual Meeting 2018</a>, evento da <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjF-5j5pZreAhXL1lkKHXqHBEgQFjAAegQICRAB&amp;url=https%3A%2F%2Fias.ieee.org%2F&amp;usg=AOvVaw0WMON9sMIKUglv4DKmL2g9">Industrial Application Society (IAS)</a>, que faz parte do <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwi2muX_pZreAhXvx1kKHehWBw0QFjAAegQICBAB&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ieee.org.br%2F&amp;usg=AOvVaw2fcVNuLTTbu6AIC5kZzhZl">Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE)</a>. A conferência foi realizada na cidade de Portland, nos Estados Unidos, entre os dias 22 e 27 de setembro.

O Annual Meeting é um evento anual da IAS, que completou 50 anos em 2015. Há 10 anos a conferência é realizada concomitantemente ao <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiF456OppreAhUEvlkKHeJACt0QFjAAegQICRAB&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ieee-ecce.org%2F2018%2F&amp;usg=AOvVaw0gm-YDy8wM7LXevqYNy3bW">Energy Conversion Congress and Exposition (ECCE)</a>, reunindo mais de 2 mil pessoas todo ano, sendo as maiores da área. Os temas tratados envolvem a eletrônica de potência aplicada à indústria, desde iluminação, máquinas elétricas, veículos elétricos até mineração.

A dissertação premiada, “Desenvolvimento de uma estação de carregamento rápido com elemento armazenador de energia para veículos elétricos”, está vinculado ao <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwirhNmhppreAhVDnFkKHbL8A2oQFjAAegQICRAC&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ufsm.br%2Fgepoc&amp;usg=AOvVaw2ePnqJVc3vMwvA2mTGmDAt">Grupo de Pesquisa em Eletrônica de Potência e Controle (GEPOC)</a> e é um aprofundamento do TCC de Gleisson. Para ele, o diferencial do trabalho está na multidisciplinaridade: “ele aborda o projeto de componentes, controle, modulação, análise de impedância e estudos de viabilidade financeira. A diferença desta estação de carregamento está na redução do custo global do sistema e aumento da eficiência ao se comparar com o modelo tradicional utilizado em muitos países para recarga rápida”.

O professor do Departamento de Processamento de Energia Elétrica da UFSM, Humberto Pinheiro, foi o orientador do trabalho. Ele fala sobre a importância do reconhecimento recebido por Gleisson: “É sempre um prazer ter esse reconhecimento internacional. O projeto traz um conceito atual e de interesse mundial, o que é comprovado pelo interesse da IAS”.

Durante o evento, Gleisson também recebeu o prêmio de melhor apresentação entre os que tiveram suas teses de doutorado e mestrado premiadas. Para ele, a experiência de participar da conferência pode ser um incentivo para outros estudantes: “é uma oportunidade incrível para mostrar que podemos sim ter boas ideias e que podemos ir longe com nosso trabalho. Tive a oportunidade de conversar pessoalmente com os maiores pesquisadores, professores e alunos da área e também com membros de grandes empresas e professores renomados. Além disso, fiz várias amizades com estudantes do mundo inteiro”.

Gleisson conta que sua história na área começou quando fez seu registro como membro estudantil do Capítulo da IAS-IEEE em Santa Maria: “Conheci melhor a sociedade, suas oportunidades e suas premiações. Indico a todos os alunos das engenharias que trabalham com eletrônica de potência e controle que se associem e busquem informação sobre a sociedade. Existem muitos benefícios e oportunidades”.

Além de ter seu trabalho reconhecido, Gleisson teve a oportunidade de ir ao evento com as despesas de viagem, estadia e inscrição nos dois eventos pagos pela IAS. “Sou muito grato a toda a IEEE, aos professores e alunos que trabalharam para trazer um capítulo dela para Santa Maria”, afirma ele.

O trabalho terá continuidade e está em busca de apoio financeiro. “Para colocar em prática, precisa-se de muito trabalho, principalmente na área de comunicação de dados, controle e eletrônica de potência. Os veículos estão chegando e precisaremos de infraestrutura para abastecer as baterias de forma rápida e segura. Buscamos apoio financeiro para a implementação do sistema em escala real”, adianta Gleisson.

Mais informações sobre o trabalho podem ser acessadas na <a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&amp;id_trabalho=5036519">Plataforma Sucupira</a>.

<span style="font-size: 8pt"><em>Texto por Lucas Gutierres, acadêmico de Jornalismo –&nbsp;</em><em>Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.</em></span>

<hr>

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