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				<title>UFSM lança pesquisa para diagnosticar e melhorar a mobilidade urbana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/13/ufsm-lanca-pesquisa-para-diagnosticar-e-melhorar-a-mobilidade-urbana</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 14:23:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
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						<description><![CDATA[Questionário online, desenvolvido pelo LAMOT, busca levantar as percepções e desafios da comunidade acadêmica nos deslocamentos até os campi]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Deslocar-se até a UFSM é uma experiência que, para muitos, envolve transtornos: ônibus lotados e desconfortáveis, congestionamento, alto custo da passagem e do combustível, dentre outros. Preocupada em melhorar essa realidade, a UFSM está convidando toda a sua comunidade para participar de uma pesquisa sobre mobilidade urbana. A pesquisa é realizada pelo <a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot" target="_blank" rel="noopener">Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT),</a> vinculado ao Centro de Tecnologia (CT), com o apoio da Pró-Reitoria de Planejamento (PROPLAN). O objetivo é coletar dados que sirvam de base para a implementação de medidas eficazes que tornem os deslocamentos mais seguros, eficientes e sustentáveis.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O questionário é totalmente anônimo e leva aproximadamente 10 minutos para ser respondido. Podem participar os estudantes e os servidores docentes e técnico-administrativos da Universidade, por meio do <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noopener">Portal de Questionários</a>. O link para o questionário permanecerá disponível até o dia 30 de novembro.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A ampla participação é fundamental para que a universidade possa compreender as reais necessidades e opiniões de quem diariamente trafega até a instituição nos quatro campi (Santa Maria, Palmeira das Missões, Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul).</p>
<p>O questionário é composto de três seções. A primeira busca entender os padrões de deslocamento da comunidade acadêmica a partir do modelo de transporte utilizado e do tempo de deslocamento rotineiro. A segunda sessão traz afirmações acerca diferentes aspectos da mobilidade urbana e seus variados transportes, com as quais os respondentes devem concordar ou discordar.</p>
<p>O professor Alejandro Ruiz-Padillo, coordenador do LAMOT, ressalta que a pesquisa pode ser respondida por todos os membros da comunidade acadêmica: “mesmo quem não utiliza algum dos modos de transportes que aparecem elencados, a pessoa pode responder, porque precisamos conhecer a percepção sobre estes aspetos tanto por usuários quanto por não usuários”. A última seção coleta os dados necessários para traçar o perfil do respondente. Os respondentes não serão identificados: os dados, ressalta-se, serão tratados estatisticamente e de forma anônima, para garantir a privacidade das informações prestadas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">“Para poder implementar medidas que melhorem os deslocamentos da comunidade acadêmica até os campi, precisamos conhecer suas opiniões e percepções. Portanto, pedimos sua colaboração”, reforça a equipe do LAMOT. A pesquisa é um passo importante no planejamento de uma mobilidade mais inteligente e com melhor qualidade para todos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Mais informações pelo e-mail lamot@ufsm.br.</p>
<p><em>Fonte: Subdivisão de Comunicação do CT</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança pesquisa para diagnosticar e melhorar a mobilidade urbana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/13/ufsm-lanca-pesquisa-para-diagnosticar-e-melhorar-a-mobilidade-urbana</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:48:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Questionário]]></category>

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						<description><![CDATA[Questionário online, desenvolvido pelo Laboratório de Mobilidade e Logística, busca levantar as percepções e desafios da comunidade acadêmica nos deslocamentos até os campi.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Deslocar-se até a Universidade Federal de Santa Maria é uma experiência que, para muitos, envolve transtornos: ônibus lotados e desconfortáveis, congestionamento, alto custo da passagem e do combustível, dentre outros. Preocupada em melhorar essa realidade, a UFSM está convidando toda a sua comunidade para participar de uma pesquisa sobre mobilidade urbana. A pesquisa é realizada pelo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT)</a></em></strong>, vinculado ao Centro de Tecnologia da UFSM, com o apoio da Pró-Reitoria de Planejamento (PROPLAN). O objetivo é coletar dados que sirvam de base para a implementação de medidas eficazes que tornem os deslocamentos mais seguros, eficientes e sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O questionário é totalmente anônimo e leva aproximadamente 10 minutos para ser respondido. Podem participar os estudantes e os servidores docentes e técnicos administrativos da Universidade, por meio do <strong><em><a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" data-type="link" data-id="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal de Questionários</a></em></strong>. A ampla participação é fundamental para que a universidade possa compreender as reais necessidades e opiniões de quem diariamente trafega até a instituição nos quatro campi (Santa Maria, Palmeira das Missões, Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O questionário é composto de três seções. A primeira busca entender os padrões de deslocamento da comunidade acadêmica a partir do modelo de transporte utilizado e do tempo de deslocamento rotineiro. A segunda sessão traz afirmações acerca diferentes aspectos da mobilidade urbana e seus variados transportes, com as quais os respondentes devem concordar ou discordar. O professor Alejandro Ruiz-Padillo, coordenador do LAMOT, ressalta que a pesquisa pode ser respondida por todos os membros da comunidade acadêmica: "mesmo quem não utiliza algum dos modos de transportes que aparecem elencados, a pessoa pode responder, porque precisamos conhecer a percepção sobre estes aspetos tanto por usuários quanto por não usuários". A última seção coleta os dados necessários para traçar o perfil do respondente. Os respondentes não serão identificados: os dados, ressalta-se, serão tratados estatisticamente e de forma anônima, para garantir a privacidade das informações prestadas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p class="ds-markdown-paragraph">A UFSM cumpre papel importante nos debates sobre mobilidade urbana, especialmente em Santa Maria. Recentemente, o Diretor do Centro de Tecnologia e futuro Vice-Reitor da UFSM, professor Tiago Marchesan, <a href="https://diariosm.com.br/noticias/geral/-nos-preocupa-pela-divisao-que-causa-no-bairro--diz-futuro-vice-reitor-da-ufsm-sobre-possivel-viaduto-no-acesso-ao-campus-e-outras-noticias.15436524"><em><strong>manifestou-se publicamente</strong></em></a> acerca do projeto de duplicação da RSC-287, no trecho conhecido como Faixa Nova, que prevê a construção de um viaduto na rotatória da Avenida Roraima, principal acesso ao campus sede. Marchesan destacou a preocupação institucional com o impacto da obra no cotidiano da comunidade. Além disso, a comunidade estudantil da UFSM, representada pelo Diretório Central dos Estudantes, mantém uma postura crítica ao preço da passagem (reajustada para R$ 6,50 em julho deste ano) e aos serviços prestados pela Associação de Transportadores Urbanos (ATU) - recentemente, os estudantes encontraram dificuldades para recarregar seus cartões de transporte público porque <a href="https://diariosm.com.br/noticias/geral/saiba-o-motivo-que-afetou-as-recargas-online-de-cartoes-do-transporte-coletivo-em-santa-maria-e-quando-o-servico-sera-restabelecido.15436552" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>o canal de recargas da ATU ficou indisponível</strong></em></a>.</p>
<p>O link para o questionário permanecerá disponível até o dia <strong>30 de novembro</strong>, no Portal de Questionários da UFSM.</p>

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">“Para poder implementar medidas que melhorem os deslocamentos da comunidade acadêmica até os campi, precisamos conhecer suas opiniões e percepções. Portanto, pedimos sua colaboração”, reforça a equipe do LAMOT. A pesquisa é um passo importante no planejamento de uma mobilidade mais inteligente e com melhor qualidade para todos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Serviço:</strong><br>O que: Pesquisa sobre Mobilidade na UFSM<br>Público-alvo: Docentes, técnicos administrativos e estudantes dos quatro campi da UFSM<br>Prazo: Até 30 de novembro<br>Acesso: <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html"><strong><em>https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html</em></strong></a><br>Dúvidas: lamot@ufsm.br</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Captura-de-tela-2025-11-13-103833-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7493" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM, com informações do prof. Alejandro Ruiz-Padillo.<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM integra grupo de trabalho que vai rediscutir o projeto de viaduto na rótula da Avenida Roraima</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/ufsm-integra-grupo-de-trabalho-que-vai-rediscutir-o-projeto-de-viaduto-na-rotula-da-avenida-roraima</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 16:09:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[faixa nova]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete do Reitor]]></category>
		<category><![CDATA[GeMob]]></category>
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		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudos de professores alertam para riscos e impactos do projeto previsto para a RSC-287
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A UFSM propôs uma discussão conjunta para buscar soluções à duplicação da </span>RSC-287, a Faixa Nova de Camobi, especialmente quanto ao viaduto previsto na Avenida Roraima, na rótula de acesso ao Campus Sede. Esta foi a manifestação do diretor do Centro de Tecnologia (CT), Tiago Marchesan, futuro vice-reitor, em audiência pública realizada há poucos dias no CTG Sentinela da Querência, em Camobi.</p>
<p dir="ltr">Convidado para compor a mesa oficial, Tiago enfatizou a importância da duplicação da rodovia, mas revelou preocupação com a proposta do viaduto apresentada pela empresa paranaense vencedora da licitação, que resultaria em <span style="font-size: large">grandes paredes laterais das rampas, que encobririam o acesso à Universidade e dividiriam o bairro. </span></p>
<p dir="ltr">"O sentimento é de que a duplicação da Faixa Nova, principalmente no trecho urbano, da forma que está sendo realizada, divide o bairro ao meio, atravanca esse parque linear que é a Avenida Roraima, usada não só para trânsito, mas também para caminhadas, esportes, bicicletas, todos os modais de transporte", afirma.</p>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Como resultado da audiência pública, que reuniu cerca de 150 participantes, foi encaminhada a criação de um grupo de trabalho reunindo representantes da UFSM, Prefeitura, Câmara de Vereadores e entidades representativas do município para trabalhar uma solução técnica e articular junto ao Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para que o projeto inicial não seja licitado.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="color: initial;font-size: revert">"A UFSM se insere, junto com as demais entidades, nesse trabalho de viabilização de uma solução técnica. A Universidade tem pesquisadores qualificados, que podem auxiliar e colaborar na elaboração de um projeto melhor, em conversa com a sociedade e em sintonia com os interesses da comunidade", salienta Tiago, que é o representante da Universidade no grupo de trabalho.</span></div>
<div> </div>
<h3>Preocupações e recomendações</h3>
<p><span style="font-size: large">A pedido do Gabinete do Reitor, os professores Alejandro Ruiz Padillo, </span>do Laboratório de Mobilidade e Logística (Lamot), e Carlos Félix, do Grupo de Estudos em Mobilidade (GeMob), do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, encaminharam pareceres técnicos com análises convergentes que apontam preocupações e recomendações sobre o projeto de interseção entre a RSC-287 e a Avenida Roraima. As análises indicam a necessidade de revisão técnica e urbanística do projeto apresentado pela Engemin Engenharia ao Daer. </p>
<p>A proposta prevê que a RSC-287 seja elevada sobre a Avenida Roraima, substituindo a atual rotatória por um sistema de alças de acesso e retornos laterais. Essa configuração, segundo os documentos, levanta questionamentos sobre segurança, fluidez e integração urbana.</p>
<p><span style="font-size: large">O estudo do grupo GeMob destaca que a interseção já opera no limite de sua capacidade, especialmente nos horários de pico, quando coincidem o tráfego regional e o grande volume de veículos que entram e saem da UFSM. Porém, em relação à proposta apresentada, o parecer alerta para o risco de saturação das alças e retornos, caso não sejam dimensionados adequadamente, e para conflitos de tráfego entre os fluxos vindos da universidade e da ERS-509, a Faixa Velha.</span></p>
<p><span style="font-size: large">O relatório também ressalta impactos urbanísticos e ambientais decorrentes do viaduto em aterro, como ruído, alterações na drenagem, desapropriações e barreiras físicas que podem fragmentar o bairro. Além disso, chama atenção para o impacto visual e simbólico da estrutura na entrada principal da UFSM e para o risco de que os espaços sob o viaduto se tornem áreas de insegurança pública. </span></p>
<p><span style="font-size: large">Entre as recomendações, estão a realização de estudos detalhados de tráfego, a avaliação de alternativas de projeto — como rotatórias multiníveis ou soluções mistas — e a garantia de ciclovias, passagens de pedestres e pontos de ônibus seguros.</span></p>
<h3 dir="ltr">Necessidade de novos estudos</h3>
<p><span style="font-size: large">Já o parecer do Laboratório de Mobilidade e Logística reforça que a nova configuração proposta cria entrelaçamentos curtos e potencialmente perigosos na Avenida Roraima, além de interromper a ciclovia e calçadas existentes, contrariando as diretrizes do Plano de Mobilidade Urbana de Santa Maria. O documento também ressalta a necessidade de manter a continuidade e segurança da infraestrutura voltada a pedestres e ciclistas, e de garantir condições adequadas para o transporte coletivo que atende o Campus Sede e o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM).</span></p>
<p><span style="font-size: large">Os professores destacam que não tiveram acesso ao projeto detalhado nem aos dados de tráfego utilizados para embasar a proposta, o que limita a avaliação técnica e reforça a importância de mais transparência e de novos estudos de demanda e simulação. Também recomendam que a proposta considere medidas de mitigação ambiental e sonora, bem como um plano de fases de obra que minimize os impactos sobre a circulação local durante a construção.</span></p>
<p><span style="font-size: large">Ambos os pareceres concordam que o projeto, como está, pode gerar congestionamentos, riscos à segurança viária e perda de qualidade urbana se não forem feitos ajustes e estudos complementares. Assim, defendem uma avaliação integrada que envolva também a interseção da Avenida Roraima com a ERS-509, já sobrecarregada, para evitar o deslocamento de problemas de tráfego de um ponto para outro. </span></p>
<p><em>Foto: Felippe Richardt</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docentes do CT aprovados no Programa Pesquisador Gaúcho da Fapergs</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/07/17/docentes-do-ct-aprovados-no-programa-pesquisador-gaucho-da-fapergs</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 21:13:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5268</guid>
						<description><![CDATA[Instituição selecionou projetos que contribuirão para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no  Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Foi publicada nesta quarta-feira (17) o resultado preliminar do Programa Pesquisador Gaúcho (<a href="https://fapergs.rs.gov.br/edital-fapergs-09-2023-programa-pesquisador-gaucho-pqg">Edital Fapergs nº 09/2023</a>) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). O edital selecionou previamente 385 projetos de pesquisa em ciência, tecnologia ou inovação que visam a contribuir significativamente para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no estado do Rio Grande do Sul, em qualquer área do conhecimento, feitos por pesquisadores doutores. Destes, 11 são professores do CT.</p>
<p>Os projetos aprovados receberão apoio financeiro da Fundação, em duas faixas de valor: até R$ 90.000,00 para propostas de caráter experimental e até R$ 45.000,00 para propostas de caráter predominantemente teórico. Os recursos do edital totalizam 25 milhões de reais e serão destinados a apoiar despesas de custeio e de capital necessárias para a execução do projeto de pesquisa. Dentre os critérios de seleção, constam a experiência prévia do coordenador do projeto, sua produção científica, o potencial de impacto dos resultados do ponto de vista técnico-científico, de inovação, difusão, socioeconômico e ambiental, além da excelência da proposta quanto à qualidade e originalidade, bem como quanto ao avanço esperado na área.</p>
<p>Os docentes do CT e seus respectivos projetos aprovados no resultado preliminar são:</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Bárbara Estevão Clasen</span> - Novos catalisadores para remoção de poluentes emergentes de matrizes ambientais: síntese, caracterização, aplicação e avaliação ecotoxicológica.<span style="text-decoration: underline"><br />Cristiano José Scheuer</span> - Caracterização e análise de desempenho de revestimentos à base de nanopartículas de óxidos metálicos na mitigação da corrosão.<br /><span style="text-decoration: underline">Elvis Carissimi</span> - Alumina Ativada Ozonizada (AAO): Uso de ozonização para melhoria das propriedades de adsorção de íons fluoreto com o uso de alumina visando o abastecimento público de água.<br /><span style="text-decoration: underline">Fabrício Longhi Bolina</span> - Investigação ao incêndio dos concretos brasileiros visando suprir lacunas normativas otimizar o projeto estrutural a sustentabilidade e a segurança das edificações.<br /><span style="text-decoration: underline">Flávio Dias Mayer</span> - Aproveitamento de biomassas residuais para produção integrada de bio-hidrogênio no Rio Grande do Sul.<br /><span style="text-decoration: underline">Ghendy Cardoso Junior</span> - Monitoramento e validação em campo de uma rede rural para distribuição de energia elétrica do tipo trifásica a dois fios.<br /><span style="text-decoration: underline">Gustavo Marchesan</span> - Detecção em tempo quase real de inconformidades de redes de baixa tensão.<br /><span style="text-decoration: underline">Michel Brondani</span> - Síntese integrada de precursores de biocombustíveis e plataformas químicas a partir do bagaço de oliva usando rotas tecnológicas verdes.<br /><span style="text-decoration: underline">Natália de Freitas Daudt</span> - Manufatura aditiva de ligas metálicas por binder jetting e sinterização.<br /><span style="text-decoration: underline">Nina Paula Goncalves Salau</span> - Maximização da Eficiência da Pirólise de Biomassa Agrícola: Integração de Tecnologias Ultrassônicas e Modelagem de Aprendizado de Máquina para Produção de Catalisadores Heterogêneos.<br /><span style="text-decoration: underline">Ronaldo Hoffmann</span> - Desenvolvimento de uma rota sustentável para produção de açúcares e carvão a partir de resíduos lignocelulósicos regionais: caracterização, pré-tratamento e avaliação integrada.</p>
<p>A Fapergs tem a finalidade de fomentar a pesquisa em todas as áreas do conhecimento. Dentre suas atribuições estão: promover a inovação tecnológica do setor produtivo, o intercâmbio e a divulgação científica, tecnológica e cultural; estimular a formação de recursos humanos, o fortalecimento e a expansão da infraestrutura de pesquisa no Estado.</p>
<p>Confira na íntegra o edital em: <a href="https://fapergs.rs.gov.br/edital-fapergs-09-2023-programa-pesquisador-gaucho-pqg">EDITAL FAPERGS 09/2023 - PROGRAMA PESQUISADOR GAÚCHO – PqG - FAPERGS - Fundação de Amparo à pesquisa do Estado do RS</a></p>
<hr />
<p><em style="font-size: revert;color: initial">Texto por Yuri Lima – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p>
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<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vidas trilhadas pela insegurança: UFSM busca auxiliar moradores beira-trilhos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/05/vidas-trilhadas-pela-inseguranca-ufsm-busca-auxiliar-moradores-beira-trilhos</link>
				<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:27:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[beira-trilhos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63976</guid>
						<description><![CDATA[Comunidade beira-trilhos luta pelo direito à moradia com o apoio da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-64009 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Gif-1.gif" alt="" width="480" height="320" />Já imaginou viver diariamente sem a garantia de que você pode morar em sua residência? Há cinco anos comunidades que habitam próximas aos trilhos férreos de Santa Maria convivem com essa insegurança, devido à falta de amparo social e às indefinições na legislação em torno do que seriam locais apropriados ou não para residir nas imediações das vias por onde passam os trens na cidade. Na tentativa de amenizar as angústias dessas famílias, o Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT), vinculado ao Curso de Engenharia de Transportes e Logística da UFSM campus Cachoeira do Sul e ao Centro de Tecnologia no campus sede da UFSM, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), se uniu à luta da </span><a href="https://www.facebook.com/ampf.sm.rg/"><span style="font-weight: 400">Associação de Moradores Próximos à Ferrovia </span></a><span style="font-weight: 400">(AMPF) pelo direito à moradia, a partir do desenvolvimento de uma metodologia para guiar este tipo de situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A necessidade de se fazer uma análise aprofundada sobre as regiões próximas aos trilhos decorre das incoerências em relação à distância que cada residência deve estar dos trilhos, apresentadas pela concessionária da malha ferroviária do Rio Grande do Sul, em seus pedidos de reintegração de posse, solicitados à Justiça desde 2018. Isso porque, de acordo com informações do LAMOT e com a Lei Federal </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6766.htm"><span style="font-weight: 400">n° 6.766/79 </span></a><span style="font-weight: 400">(modificada pela Lei n° 14.285/21), toda ferrovia possui uma área de domínio correspondente a, no mínimo, 15 metros de distância para os dois lados da via férrea, a partir do eixo central do trilho (conforme indica a figura abaixo), mais 15 metros de área não-edificante, também para ambos os lados. O grande problema é que, por haver a possibilidade de ser de tamanhos variáveis, as áreas de domínio das regiões próximas aos trilhos de Santa Maria possuem valores muito discrepantes, variando de 15 a 100 metros, por exemplo, como é o caso </span><span style="font-weight: 400">da residência do presidente da AMPF, Pablo Rocha, que reside a 100 metros de distância dos trilhos, mas mesmo assim lhe foi solicitada a remoção da moradia. Assim como ele, centenas de famílias enfrentam o impasse de residir a uma distância dita a elas como inadequada da via férrea, ainda que não haja justificativas bem estruturadas para determinar essas medidas variáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignright wp-image-63977 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Ilustracao-.jpeg" alt="" width="502" height="504" />Mas por quais motivos isso acontece? Primeiro, é preciso entender os conceitos de área de domínio e área não-edificante. O primeiro termo é usado para designar o espaço destinado à operação de ferrovias e construção de novas malhas ferroviárias ou demais estruturas necessárias, como pátios de manobra. Portanto é de utilidade pública, podendo ter seu tamanho variável, de acordo com cada legislação específica. E, na presença de taludes (terrenos em declive), a faixa de domínio precisa abranger, ao menos, 10 metros após os limites do bordo do talude (que se refere à crista de corte, quando está acima da ferrovia, ou ao pé de aterro, quando é em cota menor à ferrovia, segundo explica o coordenador do LAMOT, Alejandro Padillo. Nesse sentido, não é permitido haver, nessa área, casas, estabelecimentos agrícolas e comerciais, nem instalação de redes elétricas, hidráulicas, entre outros. Somente o Estado e a concessionária da ferrovia podem fazer a manutenção das faixas de domínio. Logo, qualquer ocupação destes locais deve ser autorizada por estas entidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vale destacar que a faixa de domínio pode ter tamanho variável por causa de limitações do terreno, do urbanismo da região, da presença de córregos e rodovias, ou dos diferentes níveis de perigo que a via férrea oferece para cada região, já que há locais em que o trilho está posicionado de maneira menos segura, como quando ele passa em áreas mais altas que seus arredores, por exemplo. Contudo, os aspectos determinantes para definir as distâncias de cada área de domínio não são claros. Por isso o LAMOT está estudando as regiões de Santa Maria, para estabelecer uma metodologia objetiva e genérica para orientar a realização de estudos técnicos, como o que está sendo feito para a via férrea de Santa Maria, de acordo com o coordenador do Laboratório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já as áreas não-edificantes, que possuem uma largura de 15 metros, servem para garantir a possibilidade de eventuais expansões da rede ferroviária, além de servir de apoio para operações da concessionária. Neste espaço também não é permitido construir edificações ou estruturas permanentes, mesmo que o local seja de propriedade privada (exceto com termo de permissão especial de uso por parte do órgão correspondente). Porém, na área não-edificante já são permitidas atividades agrícolas, industriais ou comerciais, bem como redes elétricas e de dados.</span></p>
<h3>Um problema social</h3>
[caption id="attachment_63979" align="alignleft" width="501"]<img class="wp-image-63979 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_6790.jpg" alt="" width="501" height="334" /> Pablo Rocha reside cerca de 100 metros de distância dos trilhos[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">É a partir desse cenário de indefinições que a concessionária da malha ferroviária está reivindicando pelos terrenos próximos aos trilhos, desde o bairro Camobi até o distrito da Boca do Monte. Contudo, há aproximadamente três mil pessoas residindo nessas localidades há anos, o que dificulta o processo de retirada das casas das regiões, porque, além da moradia em si, as famílias têm suas vidas estruturadas nas proximidades dos trilhos, como relata Pablo Rocha: </span><span style="font-weight: 400">‘’tem um outro lado da história, porque essa questão envolve não só moradia, mas também educação, por exemplo. Quantas crianças estão envolvidas nesta situação? Quantos idosos? Quantas pessoas com deficiência (PCD)? Existe toda uma questão social já consolidada; o PCD que mora aqui se trata no posto de saúde da localidade, por exemplo. Para onde ele vai?". </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por conta dessas complicações, os processos de autoria da concessionária não foram concluídos até hoje. No momento, as tramitações estão suspensas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), justamente para que a empresa, a pedido do DNIT (órgão responsável pela elaboração de análises ligadas ao Sistema Federal de Viação), realize um estudo técnico acerca das distâncias mínimas que cada casa deve ter dos trilhos e, posteriormente, verifique as residências que precisarão ser removidas. Porém, a assessoria jurídica da AMPF informou não ter conhecimento acerca do andamento desse estudo, que não apresenta ainda previsão para ser finalizado. Neste meio tempo, centenas de famílias vivem em meio à insegurança, sem saber se poderão seguir residindo em suas casas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesse sentido, o presidente da AMPF explica que o estudo feito pela UFSM auxiliará a comunidade a obter informações sobre a questão das distâncias das residências dos trilhos mais rapidamente, para que dessa forma se mobilizem conforme os resultados apresentados. Para isso, o coordenador do LAMOT explica que há várias fases até que se chegue à conclusão do estudo. <i>"</i>Primeiro, há o desenvolvimento do tema, com entrevistas com os atores envolvidos (moradores, concessionária, especialistas na área ferroviária) e pesquisas bibliográficas e documentais. A partir disso, selecionam-se os aspectos a serem analisados e ponderados. Na sequência, se avaliam os critérios com medições em campo e análise de projetos da infraestrutura. Finalmente, todos esses valores se agregam com uma técnica de análise multicritério, e os resultados são representados de forma georreferenciada", explica.</span></p>
<h3>Qual o perigo de morar perto de uma via férrea?</h3>
[caption id="attachment_63980" align="alignright" width="500"]<img class="wp-image-63980" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_6610.jpg" alt="" width="500" height="333" /> Niceia Papalia em frente aos trilhos que passam atrás de sua casa[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Se por um lado a comunidade deseja e luta para permanecer em suas residências, por outro, a insegurança é constante. </span><span style="font-weight: 400">Pablo Rocha reconhece e ressalta a importância do transporte ferroviário, tanto em relação à logística do meio quanto por conta de seus benefícios para o meio ambiente. Somado a isso, uma moradora da região Camobi, Niceia Papalia, comenta sobre os incômodos de morar tão perto de uma via férrea: </span><i><span style="font-weight: 400">‘</span></i><span style="font-weight: 400">’claro que é perigoso [morar próximo à ferrovia], às vezes, os trens vêm de madrugada e é um barulho tão forte; tudo treme. Na minha casa parece que vibra tudo, daí a gente tem medo do que possa acontecer. [Felizmente], os trens não passam tão seguidamente, é umas quatro vezes por semana no máximo.’’</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda que passem com pouca frequência, Alejandro Padillo explica que há diversos riscos de acidente ao morar perto dos trilhos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">descarrilamento e tombamento do trem;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">atropelamento por trem;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">colisões do trem com veículos nos cruzamentos em nível ou locais adjacentes à via;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">deslizamento de terras nas moradias;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">poluição sonora (ruído) em horários de passagem do trem;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">despejamento de carga perigosa, caso haja acidente ferroviário;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">prejuízo à drenagem das águas ao longo ou através da ferrovia, ou alagamento das moradias devido à obstrução das obras de drenagem.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Além destes problemas, o coordenador do LAMOT comenta que morar nas proximidades dos trilhos pode levar a uma segregação social e econômica dessas comunidades, em consequência do efeito barreira que a via férrea causa no território, por causa das dificuldades de cruzamento dos trilhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tais problemas não são exclusivos daqui. Para se ter uma ideia, a ferrovia que perpassa Santa Maria está presente em, ao menos, outras 35 cidades do estado, onde os mesmos tipos de impasse estão presentes. Padillo explica que tais questões são comuns de ocorrer em regiões próximas aos trilhos. Logo, o governo deveria garantir que as pessoas não morassem nesses locais, por meio da disponibilização de moradias dignas, já que não há garantia de segurança verdadeira para aqueles que residem nessas localidades, exceto em casos específicos em que obras de infraestrutura consigam elevar a segurança, mas o coordenador do LAMOT destaca que isso é raro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em meio aos perigos de residir perto de uma via férrea, moradores relatam ainda outros problemas: </span><span style="font-weight: 400">‘’o que eu mais penso é que a gente não pode investir, não pode fazer nada [na casa], porque quando vê a gente investe um dinheiro e precisa sair em seguida. E isso se prolonga há anos já. A gente não tem esgoto, não tem água. Fica um impasse, que ninguém mexe nem de um lado, nem do outro’’</span><span style="font-weight: 400">, relata o morador da região de Camobi Eneias Papalia, acerca da falta de controle sobre o futuro que amedronta não só ele, mas todas famílias entrevistadas para esta reportagem, como é o caso de Ana Lúcia do Nascimento, que reside na mesma região que Papalia há 27 anos:</span><i><span style="font-weight: 400"> ‘</span></i><span style="font-weight: 400">’o esgoto das casas cai tudo aqui, daí eu não consigo abrir nem a janela. Tem até um cachorro morto ali dentro da sanga. Quando vem enchente, minha casa enche d'água até a parte da frente. As coisinhas que a gente luta pra ter, vem a chuva e estraga tudo. Não dá nem pra mandar arrumar, porque a qualquer momento a gente pode ser expulsa de casa. É tudo incerto.’</span><span style="font-weight: 400">’</span></p>
<h3>Então, por que não sair destas regiões?</h3>
[caption id="attachment_63981" align="alignleft" width="500"]<img class="wp-image-63981 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_6981.jpg" alt="" width="500" height="333" /> Élcio da Silva em frente a sua casa[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com tantos perigos e incômodos provocados por permanecer residindo próximo aos trilhos, é possível que se questione por quais motivos as famílias seguem lutando pela moradia nestes locais. E isso se deve principalmente pela falta de amparo do governo para que as pessoas se mudem para outras regiões, conforme relatam os entrevistados. De acordo com eles, nem entidades estatais, nem a concessionária forneceram qualquer tipo de auxílio para a realocação das famílias, inviabilizando a mudança de quem, muitas vezes, só tem a própria residência como bem, como é o caso de Élcio da Silva, aposentado de 74 anos que mora na região próxima à antiga estação férrea de Santa Maria: </span><span style="font-weight: 400">‘’eu me sinto apavorado; eu penso 'como é que eu vou sair daqui pra procurar casa?', com o valor que tá hoje em dia o aluguel. E aqui eu tenho minha sogra que é velhinha. Eu vou ter que sair correndo com esse pessoal todo"</span><span style="font-weight: 400">, comenta o aposentado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para além da questão financeira, grande parcela de quem corre risco de remoção da casa reside há mais de uma década na área da via férrea. Logo, realocar essas pessoas significa retirá-las das suas rotinas e convívios estabelecidos há anos. Dirceu Rosa mora há 33 anos a cerca de 20 metros de distância dos trilhos, no bairro Camobi. Imagine residir em uma localidade por mais de três décadas, construir laços, trabalhar, viver em uma região e de uma hora para outra precisar deixar seu lar, sem ajuda de nenhuma entidade, nem orientações de para onde ir. Em meio à insegurança, Rosa usa do humor para lidar com a situação: </span><i><span style="font-weight: 400">‘</span></i><span style="font-weight: 400">’a grande preocupação é saber onde que eu vou morar; nem embaixo da ponte deixam morar mais [risadas], morar onde?’’</span></p>
[caption id="attachment_63982" align="alignright" width="501"]<img class="wp-image-63982 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_7054.jpg" alt="" width="501" height="334" /> Dirceu Rosa em frente a sua casa[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Irmã de Eneas, Niceia Papalia, relata se sentir impotente em relação à situação e afirma que gostaria de seguir morando na região de sua casa: </span><i><span style="font-weight: 400">‘</span></i><span style="font-weight: 400">’aqui em Camobi, a gente consulta no postinho [de saúde], trabalha e estuda. E, de repente, querem nos tirar daqui e por lá não sei aonde. O ideal seria ficar por aqui.’’ </span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na tentativa de evitar que o máximo de famílias tenham que deixar suas casas, o coordenador de Desenvolvimento Regional e Cidadania do ODH, Victor de Carli, reforça que o papel da UFSM é de fornecer o subsídio para se pensar sobre o impacto que essa questão social terá nas famílias afetadas, buscando elencar alternativas para que as desocupações não sejam tão turbulentas: </span><span style="font-weight: 400">‘’[devemos pensar] como podemos promover uma reurbanização da cidade, como podemos pensar em contrapartidas sociais para essas pessoas que precisam sair de suas casas; [pensar] como vai ficar a questão do emprego delas, da moradia delas, do acesso delas à cidade como um bem de cidadania básica’</span><span style="font-weight: 400">’, complementa de Carli. Nesse sentido, a Universidade está pensando nas melhores formas de reinserir estas famílias em outros lugares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, o coordenador explica ser necessário um somatório de forças para colaborar com as famílias beira-trilhos, já que esta ainda é uma pauta pouco visibilizada e bastante complexa. Por isso, ele convida os cursos de Arquitetura, Direito e Ciências Sociais a pensar sobre o caso, pois até o momento a AMPF está recebendo o amparo somente do projeto LAMOT.</span></p>
<h3>Qual o futuro dos beira-trilhos?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Alejandro Padillo conta que os estudos de identificação e avaliação de riscos relacionados às ocupações próximas às ferrovias do LAMOT foram iniciados em janeiro de 2023 e, no momento, a equipe está analisando variáveis para determinar os riscos derivados de cada um desses casos. Posteriormente, as informações levantadas pelo LAMOT serão organizadas em um guia técnico, que servirá de auxílio para pesquisas como a que está sendo feita pelo DNIT, de acordo com Padillo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Junto a isso, a equipe pretende desenvolver e sistematizar uma metodologia de identificação que agregue todas as variáveis, ponderadas de acordo com sua importância, em um índice de risco normalizado que possa ser representado espacialmente, criando, desta forma, um </span><span style="font-weight: 400">‘’mapa de risco entorno das ferrovias’’</span><span style="font-weight: 400">. O coordenador do LAMOT comenta que o projeto também busca divulgar conceitos técnicos como área de domínio e área não-edificante, citados anteriormente, por meio de </span><a href="https://www.instagram.com/lamot_ufsm/"><span style="font-weight: 400">redes sociais</span></a><span style="font-weight: 400">, a fim de que este assunto se torne acessível e de fácil compreensão à população santa-mariense. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a finalização deste estudo, prevista para o final de 2024, a expectativa é que o trabalho do DNIT seja agilizado e proponha uma diminuição no número de casas que deverão ser desocupadas, conforme conta Pablo Rocha: </span><span style="font-weight: 400">‘’nós queremos justiça para que as famílias tenham paz e garantia do direito’’</span><span style="font-weight: 400">. O presidente da Associação reforça ainda que não pretende desistir da luta por amparo social às famílias que precisarão ser realocadas. Nesse ínterim, Rocha e os mais de três mil moradores beira-trilhos seguem convivendo com as incertezas de não saber se poderão ou não seguir em suas casas.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller, acadêmica de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: </span></i><i><span style="font-weight: 400">Ana Alicia Flores, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias.<br />Ilustração: Lucas Zanella, acadêmico de Desenho Industrial e estagiário da Agência de Notícias<br /></span></i>Edição: Mariana Henriques e Ricardo Bonfanti, jornalistas</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>7° DiaLOG  ”A logística da vida”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/cachoeira-do-sul/engenharia-de-transportes-e-logistica/2023/10/04/7-dialog-a-logistica-da-vida</link>
				<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 19:26:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[DiaLOG-UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ETL;]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[grupos-Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última terça feira, 26 de setembro,  o LAMOT promoveu um evento com um apelo muito importante.  A 7° edição do DiaLOG  foi ”A logística da vida”.  A segunda edição de 2023 teve como objetivo dialogar sobre a relação entre a logística e a doação de órgãos e também promover conscientização sobre a importância do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:image {"id":1189,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2023/10/Banner-DiaLOG-1-1024x307.jpg" alt="" /></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="padding-left: 40px;text-align: center"><strong>Na última terça feira, 26 de setembro,  o LAMOT promoveu um evento com um apelo muito importante. </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: center">A 7° edição do DiaLOG  foi <strong>”A logística da vida”</strong>. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A segunda edição de 2023 teve como objetivo dialogar sobre a<strong> relação entre a logística e a doação de órgãos</strong> e também promover conscientização sobre a importância do tema. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O mês de setembro, “Setembro Verde”,  foi escolhido como o mês de incentivo à doação de órgãos, e o dia 27, como o Dia Nacional da Doação de Órgãos (Lei nº 11.584/2007),  dedicados à conscientização e ao incentivo à doação de órgãos com o objetivo de destacar que o ato de doar órgãos pode salvar vidas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O evento que ocorreu na Sala Inovadora, no campus da UFSM, em Cachoeira do Sul,  trouxe convidados que falaram como a logística está presente nesse processo tão importante.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Felipe Pierezãm, enfermeiro e membro do Ministério da Saúde, diretamente de Brasília, compartilhou informações sobre o setor e as principais dificuldades associadas ao processo complexo que envolve a logística da doação de órgãos e ainda completou conversando com os presentes sobre a doação de órgãos no contexto da Amazônia legal.  </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Vanessa Moura da Silva, enfermeira, especialista em Terapia Intensiva, Coordenadora das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul, Coordenadora da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgão e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) Do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul e Representante da Organização de Procura de Órgãos 6 ( OPO 6) do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul, compartilhou sua experiência, através um relato além de técnico, compartilhou a relação humana, envolvida e indispensável para conduzir todo o processo. Vanessa, com sua vasta experiência em coleta de órgãos de cidadãos de Cachoeira do Sul, trouxe à tona a grande realidade das dificuldades desse processo em uma cidade menor e com recursos limitados.</p>
<p>Débora Felix, acadêmica em enfermagem e técnica em enfermagem UTI-A, contribuiu detalhando as inúmeras ações necessárias para que os órgãos doados permaneçam em perfeitas condições e possam ser transplantados nos pacientes receptores. Vanessa contou aos ouvintes a complexidade da pergunta que ela, como coordenadora da Comissão Intra-Hospitalar, faz aos familiares de um paciente que teve morte encefálica, vocês querem ser doadores de órgãos?</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"align":"right","id":1190,"width":576,"height":1024,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","className":"is-style-rounded"} --></p>
<figure></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:image {"id":1192,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure></figure>
<p>Essa 7° edição do DiaLOG foi muito especial. Os mais de 60 participantes, ouviram, participaram e questionaram os convidados, atentamente. Com certeza os presentes saíram do evento compreendendo a dificuldade do processo, a complexidade da logística e a importância social de ser doador de órgãos.  </p>
<p>Agradecemos aos convidados e também a todos os participantes de mais um DiaLOG - dia de dialogarmos sobre a Logística. </p>
<p>Nos encontramos no próximo semestre para mais uma boa conversa.</p>
<p> <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2023/10/DiaLog-Apresentacao-1-1-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2023/10/DiaLog-Apresentacao-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p> </p>
<p><!-- /wp:image --></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2023/10/DiaLOG-Post-1-300x300.jpg" alt="DiaLOG - Post (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2023/10/DiaLOG-Post-2-300x300.jpg" alt="DiaLOG - Post (2)" /></figure>			
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													</item>
						<item>
				<title>001/2023 - EDITAL PRPGP/UFSM N. 014/2023 – IC UNIFICADO  LABORATÓRIO DE MOBILIDADE E LOGÍSTICA – CENTRO DE TECNOLOGIA  SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - Prof. Dr. Alejandro Ruiz Padillo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2023-9</link>
				<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 12:27:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=4414</guid>
						<description><![CDATA[<p>O professor Dr. Alejandro Ruiz Padillo, do Laboratório de Mobilidade e Logística do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria, através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPQ e PROBIC/FAPERGS – IC UNIFICADO da PróReitoria de Pós-graduação e Pesquisa da UFSM (Edital 014/2023), torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Maria, para Bolsas de Iniciação Científica, conforme Resolução 01/2013 e as Resoluções RN 017/2006 (e seus anexos) e RN 023/2008 do CNPq, para atuarem como bolsistas de Iniciação Científica no projeto Nº 060072 “Desenvolvimento de indicadores de planejamento, avaliação e gestão sustentável de infraestrutura”.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O professor Dr. Alejandro Ruiz Padillo, do Laboratório de Mobilidade e Logística do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria, através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPQ e PROBIC/FAPERGS – IC UNIFICADO da PróReitoria de Pós-graduação e Pesquisa da UFSM (Edital 014/2023), torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Maria, para Bolsas de Iniciação Científica, conforme Resolução 01/2013 e as Resoluções RN 017/2006 (e seus anexos) e RN 023/2008 do CNPq, para atuarem como bolsistas de Iniciação Científica no projeto Nº 060072 “Desenvolvimento de indicadores de planejamento, avaliação e gestão sustentável de infraestrutura”.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza pesquisa sobre mobilidade da comunidade acadêmica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/22/ufsm-realiza-pesquisa-sobre-mobilidade-da-comunidade-academica</link>
				<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 11:52:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60560</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo da pesquisa é auxiliar planejadores urbanos na promoção de deslocamentos mais seguros, sustentáveis e eficientes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A maior parte dos professores, técnicos administrativos em educação e estudantes da UFSM precisam se deslocar para os campi da Instituição para realização de suas atividades na Universidade, e as características da mobilidade urbana afetam a rotina e qualidade de vida de cada um. Após muitos meses de pandemia em que as rotinas e os padrões de transporte se alteraram, no ano de 2022, a comunidade acadêmica voltou a se deslocar habitualmente desde casa até o Campus, no entanto, muitos aspectos do transporte podem ter mudado.</p>
<p>Com o objetivo de entender quais são os atributos mais importantes relacionados ao transporte da comunidade acadêmica no trajeto rotineiro até a UFSM, o <span style="color: #222222"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif"><span style="font-size: medium">Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT)</span></span></span> está realizando uma pesquisa sobre o tema. O objetivo é auxiliar os planejadores urbanos das cidades onde se localizam os campi da UFSM, assim como a equipe de gestão da própria Universidade, na promoção de deslocamentos mais seguros, sustentáveis e eficientes, com visão de futuro na nova realidade atual.</p>
<p>Neste momento a pesquisa encontra-se em fase de coleta de opiniões e respostas. A participação pode ser feita até o final de 2022, pelo <span style="text-decoration: underline"><a href="https://portal.ufsm.br/questionario/index.html">Portal de Questionários</a></span>, de forma totalmente anônimo. O tempo de resposta ao questionário é cerca de 10 minutos.</p>
<p>A pesquisa está sendo desenvolvida com coordenação do professor Alejandro Ruiz Padillo e com a participação de várias bolsistas do curso de Engenharia Civil da UFSM. O estudo abrange aos quatro campi da UFSM, incluindo os alunos de todos os níveis, professores e técnicos administrativos em educação e visa analisar as diferentes realidades geográficas, econômicas e sociais da UFSM.</p>
<p>As <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/Relatorio-Avaliacao-de-padroes-de-viagens-estudantes-UFSM.pdf">fases anteriores da pesquisa</a> já permitiram conhecer como eram esses deslocamentos casa-UFSM antes da pandemia. Agora, o grupo quer saber como eles estão sendo realizados no momento atual, já que após esse período de mudanças bruscas, os dados tradicionais sobre a mobilidade ficaram obsoletos e tanto os pesquisadores na área como os responsáveis nas prefeituras, na UFSM e empresas de transporte precisam conhecer a situação atual para poderem analisar os pontos fortes e fracos, seus problemas e necessidades.</p>
<p>Uma vez analisados os dados, os resultados da pesquisa serão disponibilizados a toda a comunidade, assim como serão colocados à disposição da equipe de gestão da UFSM, das autoridades locais e estaduais, e para toda a comunidade científica.</p>
<p> </p>
<p><em>Com informações do LAMOT</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Minicurso "Log&amp;Mob - os 5 Ws da Logística e da Mobilidade"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/cachoeira-do-sul/engenharia-de-transportes-e-logistica/2021/09/29/893</link>
				<pubDate>Wed, 29 Sep 2021 16:54:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/cachoeira-do-sul/engenharia-de-transportes-e-logistica/?p=893</guid>
						<description><![CDATA[  O LAMOT &#8211; Laboratório de Mobilidade e Logística da UFSM &#8211; Universidade Federal de Santa Maria está promovendo o minicurso &#8220;Log&amp;Mob &#8211; os 5 Ws da Logística e da Mobilidade&#8221; A ação faz parte de projetos de extensão apoiados pelo FIEX 2021, coordenados pelo professor Alejandro Ruiz Padillo e pela professora Vanessa T. Alves, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto"><img class="alignnone size-full wp-image-889" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2021/09/Capa.jpg" alt="Log&amp;Mob 2021" width="1920" height="1080" /></div>
<div dir="auto"> </div>
<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">O <a class="oajrlxb2 g5ia77u1 qu0x051f esr5mh6w e9989ue4 r7d6kgcz rq0escxv nhd2j8a9 nc684nl6 p7hjln8o kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x jb3vyjys rz4wbd8a qt6c0cv9 a8nywdso i1ao9s8h esuyzwwr f1sip0of lzcic4wl q66pz984 gpro0wi8 b1v8xokw" role="link" href="https://www.facebook.com/lamot.ufsm/?__cft__[0]=AZU8qdKfJoXtXgMjUky4-WyFHi_DkRRU3S54UoDQxWjxbHW1662XkTCFeEJ2O6cpxgMe7PX8BMj-uqWPiuGpwD67V2PKhpdYeDoVV5c9B0sFeumKdWJNjx7G_c9vgGTE0nxllQo9znr3_vkYMyelAYiU&amp;__tn__=kK-R"><span class="nc684nl6">LAMOT - Laboratório de Mobilidade e Logística</span></a> da <a class="oajrlxb2 g5ia77u1 qu0x051f esr5mh6w e9989ue4 r7d6kgcz rq0escxv nhd2j8a9 nc684nl6 p7hjln8o kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x jb3vyjys rz4wbd8a qt6c0cv9 a8nywdso i1ao9s8h esuyzwwr f1sip0of lzcic4wl q66pz984 gpro0wi8 b1v8xokw" role="link" href="https://www.facebook.com/UFSM.BR/?__cft__[0]=AZU8qdKfJoXtXgMjUky4-WyFHi_DkRRU3S54UoDQxWjxbHW1662XkTCFeEJ2O6cpxgMe7PX8BMj-uqWPiuGpwD67V2PKhpdYeDoVV5c9B0sFeumKdWJNjx7G_c9vgGTE0nxllQo9znr3_vkYMyelAYiU&amp;__tn__=kK-R"><span class="nc684nl6">UFSM - Universidade Federal de Santa Maria</span></a> está promovendo o minicurso "Log&amp;Mob - os 5 Ws da Logística e da Mobilidade"</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto"><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/tb3/1/16/1f913.png" alt="🤓" width="16" height="16" /></span><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t8b/1/16/1f9d1_1f3fe_200d_1f4bb.png" alt="🧑🏾‍💻" width="16" height="16" /></span> A ação faz parte de projetos de extensão apoiados pelo FIEX 2021, coordenados pelo professor Alejandro Ruiz Padillo e pela professora Vanessa T. Alves, com o objetivo de propagar conhecimento sobre Mobilidade Sustentável e Logística Urbana.</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto"><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t8c/1/16/1f4bb.png" alt="💻" width="16" height="16" /></span><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t2d/1/16/1f3ac.png" alt="🎬" width="16" height="16" /></span> A série Log&amp;Mob 2021, que é aberta e gratuita para a comunidade, está constituída por minicursos sobre logística e mobilidade em formato de vídeos curtos com animações, imagens e entrevistas, de uma forma clara e acessível.</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto"><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t3c/1/16/1f4a1.png" alt="💡" width="16" height="16" /></span><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t42/1/16/1f50e.png" alt="🔎" width="16" height="16" /></span> Para a ação está sendo utilizada a ferramenta 5W. O nome vem do inglês e designa a abordagem de análise de um tema a partir de cinco perguntas: o quê (what), por que (why), onde (where), quando (when) e quem (who).</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto"><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t5c/1/16/1f5d3.png" alt="🗓" width="16" height="16" /></span><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t57/1/16/1f4f1.png" alt="📱" width="16" height="16" /></span> Os episódios iniciaram no mês de julho e se estenderão até dezembro de 2021. Todo material está sendo disponibilizado no canal do YouTube e nas redes sociais (Facebook e Instagram) do LAMOT.</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto"><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t79/1/16/1f469_1f3fb_200d_1f3eb.png" alt="👩🏻‍🏫" width="16" height="16" /></span> <span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/te/1/16/1f449_1f3fd.png" alt="👉🏽" width="16" height="16" /></span> Para assistir os vídeo basta clicar no link abaixo.</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto"><a class="oajrlxb2 g5ia77u1 qu0x051f esr5mh6w e9989ue4 r7d6kgcz rq0escxv nhd2j8a9 nc684nl6 p7hjln8o kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x jb3vyjys rz4wbd8a qt6c0cv9 a8nywdso i1ao9s8h esuyzwwr f1sip0of lzcic4wl py34i1dx gpro0wi8" role="link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLVvoigOp6tnT9H3B4Wxudvnju2mUMhIcw" target="_blank" rel="nofollow noopener">Log&amp;Mob2021</a></div>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Divulgação Edital Seleção de Bolsista LAMOT</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil/2021/06/21/divulgacao-edital-selecao-de-bolsista-lamot</link>
				<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 23:59:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[bolsista]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil/?p=1879</guid>
						<description><![CDATA[A Pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria,
através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PROBIC) da
FAPERGS, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do Curso
de Engenharia Civil do Centro de Tecnologia da UFSM, para Bolsas de Iniciação
Científica, conforme Resolução 01/2013.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:list -->
<ul><li>O Edital o edital que foi aberto hoje 21 de junho de 2020, para inscrição de candidatos para bolsa de iniciação científica PROBIC / FAPERGS, que envio em anexo. A inscrição é online através do seguinte link até o próximo domingo dia 27/06/2021:<a rel="noreferrer noopener" href="https://forms.gle/M5kTLGW8D3nRk9kg8" target="_blank">https://forms.gle/M5kTLGW8D3nRk9kg8</a></li><li>A entrevista será por videoconferência nos dias 28 e 29 de junho. Além de fazer a inscrição, como indica o item 2.3 do edital, os candidatos devem enviar, para o e-mail <a rel="noreferrer noopener" href="mailto:alejandro.ruiz-padillo@ufsm.br" target="_blank">alejandro.ruiz-padillo@ufsm.br</a> a seguinte documentação: Comprovante de matrícula no Curso de Engenharia Civil, Histórico Escolar Simplificado, carta de intenção e, em caso de o candidato já ter sido bolsista e/ou participante em projeto de pesquisa ou possuir experiência na área, entregar comprovante da atividade.</li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Mais informações no edital: file:///C:/Users/pccli/Downloads/Edital%20Sele%C3%A7%C3%A3o%20de%20Bolsista%20PROBIC%202021%20LAMOT.pdf</li></ul>
<!-- /wp:list -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Questionário sobre os Impactos da pandemia nos padrões de deslocamento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/cachoeira-do-sul/engenharia-de-transportes-e-logistica/2020/12/07/questionario-sobre-os-impactos-da-pandemia-nos-padroes-de-deslocamento</link>
				<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 19:03:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade; deslocamentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/cachoeira-do-sul/engenharia-de-transportes-e-logistica/?p=653</guid>
						<description><![CDATA[Impactos da pandemia nos padrões de deslocamento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3>LAMOT desenvolve questionário para identificar os impactos da pandemia na mobilidade.</h3>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A pandemia trouxe diversos impactos que afetaram o cotidiano das pessoas, dentre eles, estão aqueles relacionados a mobilidade urbana. Com a adoção de medidas restritivas pelos governos para diminuir os riscos de contágio de covid-19, as atividades relacionadas ao trabalho, ensino e lazer tiveram que ser remodeladas. Como exemplo dessas medidas, incluem-se a suspensão de algumas atividades, adoção de rotinas de tele-trabalho ou home office, restrição de horários de funcionamento de atividades comerciais, entre outros. Essas medidas acabaram trazendo mudanças nos padrões de deslocamento nas cidades.</p>
<p>Diante disso, o estudo “Impactos da pandemia nos padrões de deslocamento” tem como objetivo identificar esses impactos relacionados à mobilidade nas cidades, e tem entre seus focos de estudo as cidades de Santa Maria e Cachoeira do Sul. A pesquisa busca encontrar respostas sobre quais estratégias as cidades devem considerar, podendo assim auxiliar planejadores urbanos na promoção de deslocamentos mais seguros, sustentáveis e eficientes.</p>
<p>Os pesquisadores do Laboratório de Mobilidade e Logística convidam a todos para participar da pesquisa, a contribuição de todos será através da resposta de um questionário realizado de forma anônima, com um tempo de resposta aproximado de menos de 10 minutos.</p>
<p><strong>Faça sua parte, contribua para a mobilidade de sua cidade!</strong></p>
<h5><strong><a href="https://forms.gle/Scpd13bem84YHGHy6">https://forms.gle/Scpd13bem84YHGHy6</a></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":654,"sizeSlug":"large"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/266/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-06-at-20.50.54-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-654" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes projetam entrada de novo campus da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/estudantes-projetam-entrada-de-novo-campus-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 07 May 2019 11:43:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de transportes e logística]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/?p=5796</guid>
						<description><![CDATA[Tráfego de veículos e segurança na estrada foram levados em consideração na obra em Cachoeira do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Planejar a infraestrutura de um campus universitário não é uma missão simples. Demandas locais, como fluxo de veículos e de pessoas são detalhes importantes a serem considerados, pensando, inclusive, a longo prazo. Este foi o trabalho desenvolvido por um grupo de acadêmicos do curso de Engenharia de Transportes e Logística e integrantes do Laboratório de Mobilidade e Logística (Lamot) da UFSM de Cachoeira do Sul. O grupo estudou de que maneira a entrada da nova sede do campus deveria ser construída.  </p>
<p> </p>
<p>A mais recente unidade da UFSM, fundada em 2014, estava instalada provisoriamente no centro da cidade, em prédios alugados ou cedidos. Desde o início de 2019, o campus funciona no Passo d’Areia, localizado a sete quilômetros do espaço anterior e às margens da rodovia VRS-809 e a maioria dos estudantes e servidores se deslocava a pé ou de bicicleta. Na estrutura atual, o carro, motocicleta e ônibus são utilizados.</p>
<p> </p>
<p>Isso foi constatado pela pesquisa desenvolvida no Lamot, em 2018, que estimou o possível tráfego até as instalações definitivas do campus. O estudo foi feito mediante questionário aplicado com membros da comunidade acadêmica sobre a maneira como iam ao campus antigo e quais eram as intenções a partir da mudança, já que 70% reside próximo às instalações anteriores.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-5797 size-full" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/05/infográfica_cachoeira_do_sul_alterado-01-819x1024.jpg" alt="" width="819" height="1024" /></p>
<p>O número de veículos deve ser estudado, pois “influencia no tipo de cruzamento e dimensões geométricas, que devem ser desenhados na rodovia de acesso às instalações do campus, assim como no cálculo do pavimento”, explica o professor Alejandro Padillo, que coordena o projeto juntamente com Brenda Medeiros, docente do curso de Engenharia de Transportes e Logística da UFSM/CS. Ainda participa do estudo a pesquisadora Tânia Batistela Torres, do doutorado em Engenharia de Produção pela UFRGS.</p>
<p> </p>
<p>Em 2019, depois da conclusão da pesquisa, o Lamot e os docentes do curso de Engenharia de Transportes e Logística auxiliaram na proposta de desenho do acesso ao campus, além do acompanharem das obras. Alejandro conta que “o papel do campus em todo este processo está sendo fundamental, assim como a parceria e ajuda da Prefeitura de Cachoeira do Sul, que aceitou a responsabilidade de executar as obras mediante convênio com o Daer [Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem]”.</p>
<p> </p>
<p>Para a obra, foram levadas em conta características do terreno, como a topografia, a visibilidades no ponto de acesso, os obstáculos e outros elementos presentes na área, necessidade de entroncamento com a via já construída dentro do Campus e, sobretudo, razões de segurança no trânsito, que nortearam todo o desenho. Apesar de se tratar de um acesso provisório – a estrutura definitiva prevista é uma rotatória – as questões de segurança estudadas na pesquisa levaram os alunos a otimização do desenho da obra proposto à Prefeitura e ao Daer, responsável pela rodovia.  </p>
<p> </p>
<p>Outros resultados destacados no estudo foram em relação à necessidade de um planejamento adequado dos deslocamentos. O professor conta que essa é uma questão importante “para alcançar os objetivos de sustentabilidade que a sociedade atual exige, mais ainda sendo uma instituição de ensino de referência como é a UFSM”. Sendo assim, os integrantes do Lamot perceberam que um sistema de transporte público coletivo até o local seria o mais adequado. Com os resultados do relatório, foi possível solicitar à Prefeitura e à empresa de ônibus da cidade uma nova linha, que sirva ao Campus, assim como planejar os horários, intervalos e itinerários.</p>
<p> </p>
<p><strong>Engenharia de Transportes e Logística</strong></p>
<p> </p>
<p>Criado no segundo semestre de 2014 – período em que o campus da UFSM em Cachoeira do Sul foi inaugurado – o curso é o único do estado e um dos poucos no país. Os profissionais da área atuam em sistemas de transportes rodoviário, ferroviário, aquaviário, aéreo e dutoviário, além de veículos não motorizados. Também podem exercer funções nas fases de planejamento, construção, gestão, conservação e manutenção desses serviços.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reportagem</strong>: Paulo César Ferraz, acadêmico de Jornalismo</p>
<p><strong>Edição</strong>: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</p>
<p><strong>Ilustração</strong>: Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        