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				<title>Curso de Dança-Licenciatura da UFSM participou de documentário vencedor no Festival de Cinema de Gramado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/25/curso-de-danca-licenciatura-da-ufsm-participou-de-documentario-vencedor-no-festival-de-cinema-de-gramado</link>
				<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 11:47:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[curso de dança licenciatura]]></category>
		<category><![CDATA[festival de cinema de gramado]]></category>
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						<description><![CDATA[Produção da TV OVO também teve cenas gravadas no Jardim Botânico]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70263" align="alignright" width="409"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-15-at-14.08.35.jpeg"><img class="wp-image-70263" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-15-at-14.08.35.jpeg" alt="foto vertical colorida de uma mulher sentada, de costas, olhando em um monitor as gravações que acontecem á frente, de meninas vestidas de vermelho em meio a um bambuzal" width="409" height="545" /></a> Bastidores das gravações das cenas de dança no Jardim Botânico[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O documentário “Quando a gente menina cresce”, dirigido pela jornalista, produtora audiovisual e coordenadora da TV OVO Neli Mombelli, foi o vencedor do Kikito de melhor longa-metragem gaúcho no 53º Festival de Cinema de Gramado. </span><span style="font-weight: 400">O documentário acompanha seis alunas de 9 a 12 anos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Professor Sérgio Lopes, de Santa Maria, no processo de crescimento e chegada da primeira menstruação. Conta com cenas filmadas no Jardim Botânico da UFSM em colaboração com o curso de Dança-Licenciatura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> “Quando a gente menina cresce” é o primeiro longa-metragem produzido pela TV OVO, e foi selecionado para a iniciativa Mostra Sedac/Iecine de longas gaúchos, parceria do evento com a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio do Instituto Estadual de Cinema (Iecine). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As filmagens aconteceram durante um ano, em 2023, e por conta da temática o filme foi desenvolvido por uma equipe majoritariamente feminina, incluindo direção, roteiro, produção executiva, e execução de som e fotografia. O documentário teve financiamento do Pró-Cultura RS, e apoio institucional da Secretaria de Município de Cultura e da Santa Maria Film Commission.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O longa registra o cotidiano de seis meninas durante um ano letivo, filmado sempre na escola onde estudam, e tendo como temática principal a primeira menstruação. “Quando começamos o filme, nenhuma delas tinha menstruado ainda. Por isso trabalha muito com essa expectativa: o que elas entendem de menstruação, o que elas imaginam ou esperam que vai ser, e também o que elas aprendem na família, se isso é conversado ou não”, explica Neli.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A diretora comenta que o documentário apresenta uma linguagem híbrida, incorporando a parte documental com observação documental, entrevistas com as meninas, animação e a videodança. Porém, originalmente, as entrevistas não seriam o foco principal do filme. Neli conta que elas acabaram ganhando força quando percebeu que as meninas se expressavam muito bem e eram muito espontâneas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A animação foi pensada como uma solução para mostrar questões que não poderiam ser captadas com imagens. De forma similar, a videodança foi incluída para ilustrar as mudanças e sentimentos da menstruação. “A ideia era mostrar movimentos mais internos do corpo, essa luta que se trava, de certa forma, no ciclo menstrual. E está conectada com outro conceito, que é de imagens da natureza, que usamos bastante no filme. Para aproximar a ideia do ciclo menstrual com os ciclos da natureza, e do ciclo natural da vida”, comenta Neli.</span></p>
<h3>Incorporação da dança no documentário</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em “Quando a gente menina cresce”, as cenas de dança são utilizadas como metáforas para as mensagens abordadas no longa, e para explicar os sentimentos das meninas com um apoio visual. Para isso, a diretora procurou Odailso Berté, professor, coreógrafo e coordenador do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA) da UFSM. A ideia inicial era uma cena final de dança com as alunas do LICCDA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, a pedagoga e bailarina Mônica Corrêa de Borba Barboza, que também faz parte do LICCDA, acabou responsável por coordenar as cenas de dança do filme. “Muito sensivelmente, ao conhecer a proposta do filme, o Oda percebeu que seria muito mais potente uma direção feminina para tratar de um tema feminino. E ele passou a direção desse trabalho para mim. Eu dirigi coreograficamente o trabalho artístico que está no audiovisual, e também fiquei responsável por formar um elenco para esse filme”, conta Mônica.</span></p>
[caption id="attachment_70265" align="alignleft" width="424"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-15-at-14.09.14.jpeg"><img class="wp-image-70265" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-15-at-14.09.14.jpeg" alt="foto vertical colorida de oito meninas lado a lado, olhando para a câmera, em uma grade na fachada de um prédio de um andar com grama e verdes abaixo" width="424" height="566" /></a> Alunas do curso de Dança-Licenciatura que participaram do documentário[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O elenco de seis dançarinas é formado por duas egressas do curso de Dança-Licenciatura que participam do grupo de pesquisa "NÓS! Grupo de Estudos e Pesquisas em Formação de Professores(as) de Dança", liderado por Mônica, e quatro discentes do curso de graduação em Dança-Licenciatura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mônica explica que as bailarinas foram escolhidas de forma a se assemelharem com as seis meninas que protagonizam o documentário, e que cada bailarina ficou responsável por uma menina. “Cada uma delas observava uma das meninas, nos vídeos que a gente tinha. E as bailarinas analisaram a corporeidade, captaram movimentos das próprias crianças, ressignificaram nos seus próprios corpos, trazendo as suas movimentações de infância junto, para construir pequenos solos individuais”, comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cena com a performance foi filmada no Jardim Botânico da UFSM. A ideia de Neli era que a cena fosse gravada em um ambiente natural. A escolha também reflete o dia a dia das meninas na escola, e acabou influenciando a construção da coreografia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós víamos que elas gostavam muito de se pendurar e brincar nas árvores. E fizemos muito essa relação, dessas brincadeiras das crianças nas árvores com a locação, e criamos a metáfora de que as bailarinas adultas são essas meninas no seu próximo momento de vida, na juventude. Como se as bailarinas olhassem para si mesmas enquanto meninas, lá na sua primeira menstruação”, explica Mônica.</span></p>
<h3>Oficinas de dança na escola</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além da participação das bailarinas, Mônica também sugeriu que as próprias meninas aparecessem dançando. A partir da ideia, foram criadas oficinas semanais de aulas de dança contemporânea, que aconteciam nas sextas-feiras na escola das alunas. As aulas ocorreram de maio a setembro de 2023, e eram ministradas pela professora e por uma das bailarinas e acadêmica do curso de Dança-Licenciatura, Lauren Diel. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lauren complementa que as oficinas tinham uma proposta autobiográfica, para que as meninas pudessem, através da dança, se expressar. “Com isso, conectamos com as criações que faríamos enquanto elenco adulto, que foram criadas também a partir disso que vivemos ao longo do ano com as meninas. Os próprios movimentos de dança que elas construíram ao longo das oficinas inspiraram o nosso repertório das cenas de dança do elenco adulto do filme”, comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A acadêmica relata ainda que as bailarinas conheceram as meninas durante uma das últimas oficinas. “Nos aproximamos delas e pudemos conhecer, por meio da própria dança, quem eram essas personagens que iríamos dançar. E gerando algumas identificações das meninas com algumas colegas do elenco adulto, e vice-versa”, diz.</span></p>
<h3>Conexões por meio da dança</h3>
<p><span style="font-weight: 400">No documentário dirigido por Neli, a dança é mais que uma cena bonita para admirar: carrega diversos significados, tanto para as meninas quanto para a equipe do curso de Dança-Licenciatura. A experiência, de acordo com Mônica, foi um "lindo processo", que envolveu educadores e alunos. “Para mim, como professora, e formadora de professores também, foi uma experiência muito rica. Nos proporcionou uma reflexão sobre o papel da dança, sobre como ela pode ajudar nesse processo de desenvolvimento, de compreensão de si mesmo, de construção da identidade, de pertencimento”, comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lauren destaca que acompanhar o desenvolvimento das meninas foi essencial para sua própria formação. “Poder acompanhar elas se descobrindo em movimento, se soltando e se expressando, foi muito emocionante. E um diferencial foi elas serem protagonistas das próprias narrativas, que depois nós transformamos também em repertório. Acredito que tornou a experiência ainda mais emocionante e significativa para todas nós”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de levar a dança contemporânea para as meninas, o filme também representa a temática da menstruação de forma artística. Segundo Lauren, as bailarinas do elenco adulto puderam expressar suas próprias vivências por meio do documentário. “Somos ensinadas a esconder que menstruamos, quando estamos com cólica, nos dizem que somos instáveis se demonstramos estar mais extrovertidas ou mais introvertidas em diferentes momentos, o que na verdade é natural em um corpo que é cíclico. Refletir e viver artisticamente sobre isso foi, de certa forma, libertador”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, existem projetos que objetivam levar a dança para a comunidade. É o caso do projeto de extensão <a href="https://www.ufsm.br/2024/01/19/diverso-rompendo-barreiras-na-arte-atraves-da-acessibilidade" target="_blank" rel="noopener">“DiVerso: um programa de arte acessível”</a>, </span><span style="font-size: revert;color: initial">que oferece atividades e oficinas com acessibilidade para pessoas com deficiência, e o projeto de pesquisa coordenado pela professora Mônica, o "Dança em todo canto (e com toda gente!)</span><span style="font-size: revert;color: initial">, por meio do qual foram realizadas as oficinas com as meninas do documentário.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Fotos: Divulgação</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo da UFSM realiza intervenção artística no Brique da Vila Belga no domingo (04)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/12/01/grupo-da-ufsm-realiza-intervencao-artistica-no-brique-da-vila-belga-no-domingo-04</link>
				<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 18:00:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Criativo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[liccda]]></category>

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						<description><![CDATA[Intervenção artística POVO encerra o ciclo de apresentações SER-POVO-MOVENTE]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-60646 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/12/POVO.jpg" alt="" width="429" height="606" />O Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA), do curso de Dança-Licenciatura da UFSM, dá continuidade no ciclo de intervenções artísticas “Ser-Povo-Movente”, </span><span style="font-weight: 400">no Brique da Vila Belga. Após as intervenções SER, no coreto da Praça Saldanha Marinho, e MOVENTE, na Antiga Reitoria da UFSM, a intervenção artística POVO será no dia 04 de dezembro, às 18h30, em frente à Cooperativa dos Empregados da Viação Férrea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dirigida pela professora Mônica Corrêa de Borba Barboza, a intervenção POVO aborda a chegada da linha férrea, a organização do operariado e a construção da cidade de Santa Maria em sua oficialização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O processo criativo desta intervenção foi baseado em álbuns de família e relatos de familiares dos bailarinos que trabalharam na viação férrea / Gare. A coreografia reconstrói metafórica e artisticamente estas imagens, experiências e relatos. </span><span style="font-weight: 400">Junto do trabalho do operariado, a intervenção POVO recorda a festa e a celebração dos antigos bailes carnavalescos, criando uma atmosfera nostálgica também em relação aos desfiles das escolas de samba de Santa Maria que desde 2016 não têm sido realizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A realização do ciclo de intervenções artísticas SER-POVO-MOVENTE, é uma ação do LICCDA e marca a primeira fase do Projeto Dança e Patrimônio Cultural do Distrito Criativo Centro-Gare. A segunda fase do projeto se dará em 2023 com um espetáculo no Theatro Treze de Maio, no dia 17 de agosto, em comemoração ao dia do Patrimônio Cultural. Esta obra cruzará dança contemporânea, tecnologia e visualidade, mergulhando os bailarinos em imagens da cidade de Santa Maria que mais representam sua história e seu patrimônio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">São parceiros no projeto a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, o Curso de Dança-Licenciatura e a Prefeitura de Santa Maria, através da Secretaria da Cultura.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo da UFSM realiza intervenção artística na antiga Reitoria na quarta (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/28/grupo-da-ufsm-realiza-intervencao-artistica-na-antiga-reitoria-na-quarta-30</link>
				<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 13:00:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[dança licenciatura]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Criativo]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança apresentará "Movente" às 18h30]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="gmail_default"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/card_movente-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-60607" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/card_movente-1.jpg" alt="" width="359" height="563" /></a>O Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA), do curso de Dança-Licenciatura da UFSM, continua com o ciclo de intervenções artísticas "Ser-Povo-Movente" em locais de referência patrimonial da cidade de Santa Maria, dentro do Distrito Criativo Centro-Gare.</div>
<div class="gmail_default"> </div>
<div class="gmail_default">Após a estreia, com a intervenção "Ser" no coreto da Praça Saldanha Marinho, o LICCDA apresenta na próxima quarta-feira (30), às 18h30, no saguão da antiga Reitoria da UFSM, a intervenção "Movente".</div>
<div class="gmail_default"> </div>
<div class="gmail_default">Com direção do professor Odailso Berté, "Movente" aborda a criação da UFSM. O contexto da ditadura militar aparece como referência do momento histórico em que a UFSM dava seus passos iniciais enquanto primeira universidade pública do interior do país. Os sonhos da juventude e os ideais do movimento estudantil são tomados como motores de esperança frente às recentes críticas e ataques que a universidade tem sofrido.</div>
<div class="gmail_default"> </div>
<div class="gmail_default">A música vencedora da 29ª Tertúlia Musical Nativista de Santa Maria (2022), "A Lenda das Visões", de Cleber Brenner, que aborda de maneira poética a história da UFSM, também foi uma das referências para a composição coreográfica e compõe a trilha sonora da intervenção "Movente".</div>
<div class="gmail_default"> </div>
<div class="gmail_default">O ciclo de intervenções "Ser-Povo-Movente" é uma ação do projeto de pesquisa Arte e Patrimônio Cultural e do projeto de extensão Dança e Patrimônio Cultural. A realização conta com a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural e a Prefeitura de Santa Maria, através da Secretaria da Cultura.</div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estande Virtual da UFSM na Feira do Livro tem lançamento, mesa de diálogo e exposição virtual nesta quarta (7)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/07/estande-virtual-da-ufsm-na-feira-do-livro-tem-lancamento-mesa-de-dialogo-e-exposicao-virtual-nesta-quarta-7</link>
				<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 13:09:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro de santa maria]]></category>
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						<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (7), às 16h, no Estande Virtual da UFSM na Feira do Livro de Santa Maria, haverá o lançamento da obra &#8220;O abraço de amor de Kahlo, Estrada, Zenil e eu: uma genealogia matricial a partir do corpo performativo&#8221;, do professor do CEFD Odailso Berté. Na mesma oportunidade, acontece a live “Família Kahlo &#8211; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/Mesa-de-dialogo-07.10-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-53904" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/Mesa-de-dialogo-07.10-1.jpg" alt="" width="423" height="529" /></a>Nesta quarta-feira (7), às 16h, no Estande Virtual da UFSM na Feira do Livro de Santa Maria, haverá o lançamento da obra "O abraço de amor de Kahlo, Estrada, Zenil e eu: uma genealogia matricial a partir do corpo performativo", do professor do CEFD Odailso Berté. Na mesma oportunidade, acontece a <em>live</em> “Família Kahlo - berço de artistas”, na qual Odailso participará de uma mesa de diálogo com Cristina Kahlo, fotógrafa e sobrinha-neta de Frida Kahlo.</p>
<p>Ao final da conversa, a exposição virtual “Tantas Fridas”, de Cristina Kahlo, estará disponível para visualização pelo Instagram @liccdaufsm. A exposição retrata, através das lentes de Cristina, os diferentes olhares e percepções feitos sob a figura de Frida Kahlo.</p>
<p>As atividades podem ser acompanhadas no <a href="https://www.facebook.com/editoraufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a> da Editora UFSM e no Google Meet da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) (editais-cultura.pre@ufsm.br).</p>
<p><em>Fonte: Assessoria de Comunicação da Editora UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estande Virtual da UFSM na Feira do Livro terá mesa de diálogo com Cristina Kahlo, lançamento de livro e exposição virtual</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/09/29/estande-virtual-da-ufsm-na-feira-do-livro-tera-mesa-de-dialogo-com-cristina-kahlo-lancamento-de-livro-e-exposicao-virtual</link>
				<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 11:25:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Nos 60 anos da UFSM, o Projeto de Extensão EN-RED-ARTE: Redes de Criação e Fruição Artística, coordenado pelo professor do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) Odailso Berté, junto à Editora UFSM e à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), traz ao Brasil a fotógrafa mexicana Cristina Kahlo, sobrinha-neta da pintora Frida Kahlo, para a mesa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/Mesa-de-dialogo-07.10.jpg"><img class="alignright  wp-image-53731" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/Mesa-de-dialogo-07.10.jpg" alt="" width="434" height="543" /></a>Nos 60 anos da UFSM, o Projeto de Extensão EN-RED-ARTE: Redes de Criação e Fruição Artística, coordenado pelo professor do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) Odailso Berté, junto à Editora UFSM e à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), traz ao Brasil a fotógrafa mexicana Cristina Kahlo, sobrinha-neta da pintora Frida Kahlo, para a mesa de diálogo online “Família Kahlo – berço de artistas”, a ser realizada no dia 7 de outubro, às 16h, no <a href="https://www.ufsm.br/2020/09/28/ufsm-vai-participar-com-estande-virtual-na-47o-feira-do-livro-de-santa-maria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Estande Virtual da UFSM</a> na 47ª Feira do Livro de Santa Maria.</p>
<p>O evento marca o lançamento do livro “O abraço de amor de Kahlo, Estrada, Zenil e eu: uma genealogia matricial a partir do corpo performativo”, do professor Odailso Berté, que resultou de seus estudos de pós-doutorado, em 2018, quando residiu no México e conheceu, além de familiares da pintora, como Cristina Kahlo, os seus alunos diretos, os pintores Arturo Estrada e Guillermo Monroy. Esta obra é uma coedição entre a Editora UFSM e a Editora da Universidad Iberoamericana Ciudad de México, contando com a versão em português no Brasil e em espanhol no México.</p>
<p>No dia 7, junto da mesa de diálogo “Família Kahlo – berço de artistas” e do lançamento do livro, também acontecerá a abertura da exposição virtual “Tantas Fridas”, da fotógrafa Cristina Kahlo, que conta com cinco séries de fotografias inspiradas nos modos como a icônica figura de Frida Kahlo é reinterpretada por diferentes pessoas que a admiram. A exposição acontece na página do Instagram @liccdaufsm, do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA).</p>
<p>A inscrição para participar da mesa de diálogo “Família Kahlo – berço de artistas”, com Cristina Kahlo e Odailso Berté, via Google Meet, está sendo realizada pelo e-mail editais-cultura.pre@ufsm.br. A atividade também poderá ser acompanhada pelo <a href="https://www.facebook.com/editoraufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook da Editora UFSM</a>.</p>
<p>As referidas atividades são realizadas pela Editora UFSM e Editora da Universidad Iberoamericana, Pró-Reitoria de Extensão e Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança, com apoio do CEFD e do curso de Dança-Licenciatura da UFSM.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição "Y Solamente Social" abre nesta segunda-feira (6)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/06/exposicao-y-solamente-social-abre-nesta-segunda-feira-6</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 12:45:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[Y Solamente Social]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto de ensino &#8220;Y Solamente Social: criação artística em tempos de pandemia&#8221;, coordenado pelos professores Mônica Borba e Odailso Berté, do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), lança a exposição virtual “Y Solamente Social” nesta segunda (6), aniversário de Frida Kahlo, na página do Instagram do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/Flyer-2.jpg"><img class="alignright  wp-image-52767" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/Flyer-2.jpg" alt="" width="403" height="403" /></a>O projeto de ensino "Y Solamente Social: criação artística em tempos de pandemia", coordenado pelos professores Mônica Borba e Odailso Berté, do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), lança a exposição virtual “Y Solamente Social” nesta segunda (6), aniversário de Frida Kahlo, na página do Instagram do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA): @liccdaufsm.</p>
<p>Esta exposição de autorretratos marca a segunda etapa do referido projeto de ensino, que inspira-se nas obras de Frida Kahlo por ela ser uma artista que, devido às suas enfermidades, desenvolveu muitos de seus<br />processos criativos em longos períodos de isolamento social. O projeto também reflete sobre os grupos sociais que vivem constantes situações de isolamento social, privados de seus direitos e desrespeitados em sua condição de ser, como mulheres, sujeitos LGBT+, indígenas, negros e pessoas com deficiência.</p>
<p>Na primeira etapa do projeto "Y Solamente Social", os acadêmicos e bailarinos do LICCDA criaram vídeos em suas próprias casas, relacionando obras de Kahlo com a atual situação de isolamento social. Os vídeos estão disponíveis no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCqK6ySmIZztcbN5MCDRxA8g" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.<br /><br />Nesta segunda etapa, o projeto ganha braços extensionistas e, além dos bailarinos do LICCDA, inclui os bailarinos do espetáculo Som e Luz em Corpos, da aldeia guarani Tekoá Koeju e da cidade de São Miguel das Missões e professores da Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Igineo Romeu Koeju na criação de autorretratos também inspirados nos modos em como Kahlo pintava a si mesma.</p>
<p>Com sete séries de fotografias digitais, a exposição virtual "Y Solamente Social" trabalha o autorretrato como ferramenta de autoexpressão e referência da diversidade. Junto de cada obra, a exposição traz o recurso de acessibilidade com descrição das imagens que traduzem as visualidades em palavras e assim possibilitam uma forma de apreciação artística para pessoas cegas.</p>
<p>A partir das 00:00h do dia 6 de julho, a exposição estará aberta no Instagram do LICCDA, e às 18h acontecerá uma <em>live</em> de abertura, seguida da videoperformance "Gen(te)rra", do professor Crystian Castro. Esta ação está sendo realizada com o apoio da UFSM, do CEFD, do curso de Dança-Licenciatura, do LICCDA e da Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Igineo Romeu Koeju.</p>
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				<title>Projeto do curso de licenciatura em Dança reflete sobre o isolamento social e cria arte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/12/projeto-do-curso-de-licenciatura-em-danca-reflete-sobre-o-isolamento-social-e-cria-arte</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2020 14:55:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[dança licenciatura]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[frida kahlo]]></category>
		<category><![CDATA[liccda]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto de ensino “Y Solamente Social: criação artística em tempos de pandemia”, coordenado pelos professores Mônica Borba e Odailso Berté, do curso de Dança-Licenciatura, do Centro de Educação Física e Desportos da UFSM, e desenvolvido pelos acadêmicos e bailarinos do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA), se inspira em Frida Kahlo para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto de ensino “Y Solamente Social: criação artística em tempos de pandemia”, coordenado pelos professores Mônica Borba e Odailso Berté, do curso de Dança-Licenciatura, do Centro de Educação Física e Desportos da UFSM, e desenvolvido pelos acadêmicos e bailarinos do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA), se inspira em Frida Kahlo para refletir sobre o isolamento social e criar arte.</p>
<p>A inspiração poética do projeto vem de uma reflexão sobre o atual momento de isolamento social, motivado pela pandemia da Covid-19, sobre o livro do sociólogo português Boaventura se Sousa Santos, “A cruel pedagogia do vírus” (2020), e os períodos de isolamento e convalescência que a pintora mexicana Frida Kahlo viveu, nos quais criou muitas de suas obras.</p>
<p>As ações do projeto conectam ensino, pesquisa e extensão, interligando disciplinas do curso de Dança-Licenciatura, a pesquisa sobre educação, corpo, dança, performance e a obra de Frida Kahlo, dos professores Crystian Castro, Mônica Borba e Odailso Berté. É também uma continuidade do trabalho artístico-pedagógico extensionista com os alunos e professores da Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Igineo Romeu Koenju, de São Miguel das Missões, através de tecnologias em rede.</p>
<p>Na primeira fase do projeto, inspirados nas obras de Kahlo, os professores e bailarinos do LICCDA estão refletindo sobre a atual situação de isolamento social e criando, individualmente, em suas casas, videodanças, narrativas visuais, autorretratos e poesias que conectam seu cotidiano com a experiência de estar isolado. As produções estão sendo compartilhadas em plataformas online e redes sociais, como as videodanças “Las cosas simples”, da professora Mônica Borba, “(Espera)nça”, da acadêmica Estela Sá de Mesquita, e “B-612: um processo para existir”, do professor Odailso Berté, que já estão disponíveis no YouTube (veja abaixo).</p>
<p><span style="font-size: inherit">A segunda fase do projeto consistirá em reuniões online e processos artístico-pedagógicos com os professores e jovens da Aldeia Guarani Tekoá Koenjú. A partir dos modos como Frida Kahlo reinventava o uso das indumentárias indígenas mexicanas, em uma época em que o México estava sendo fortemente influenciado pela cultura branca europeia, serão produzidos autorretratos para expressar a identidade cultural dos Guarani na sociedade contemporânea e sua relação com o meio ambiente, as plantas, os animais e o cotidiano da aldeia.</span></p>
<p>As criações seguirão sendo compartilhadas em plataformas online e redes sociais e, posteriormente, quando do retorno às atividades e aulas presenciais,&nbsp;o material produzido servirá de base para a terceira fase do projeto, que consistirá na montagem de um espetáculo de dança contemporânea, integrando professores e bailarinos do LICCDA/UFSM e da Aldeia Guarani Tekoá Koenjú.</p>
<p><em>Assista às videodanças “Las cosas simples”, “(Espera)nça” e “B-612: um processo para existir”:</em></p>
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				<title>Divulgada a temporada 2019 do espetáculo "Som e Luz em Corpos" em São Miguel das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/19/divulgada-a-temporada-2019-do-espetaculo-som-e-luz-em-corpos-em-sao-miguel-das-missoes</link>
				<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 14:56:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[são miguel das missões]]></category>
		<category><![CDATA[Som e Luz em Corpos]]></category>

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						<description><![CDATA[Foi divulgado o calendário da temporada 2019 do espetáculo &#8220;Som e Luz em Corpos&#8221;, ação do Projeto de Extensão &#8220;De Terra Seus Corpos&#8221; &#8211; Convênio UFSM/Fatec e Prefeitura de São Miguel das Missões. As apresentações iniciam no dia 19 de abril e vão até 29 dezembro, em datas específicas, conforme o calendário (imagem ao lado). [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/CARTAZ_SLC.jpg"><img class="alignright wp-image-46967" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/CARTAZ_SLC.jpg" alt="Arte com as datas do evento" width="381" height="539" /></a>Foi divulgado o calendário da temporada 2019 do espetáculo "Som e Luz em Corpos", ação do Projeto de Extensão "De Terra Seus Corpos" - Convênio UFSM/Fatec e Prefeitura de São Miguel das Missões.

As apresentações iniciam no dia 19 de abril e vão até 29 dezembro, em datas específicas, conforme o calendário (<em>imagem ao lado</em>).

O "<a href="https://www.ufsm.br/2019/02/27/acoes-extensionistas-do-projeto-de-terra-seus-corpos-serao-ampliadas/">Som e Luz em Corpos</a>" foi criado originalmente no ano de 2005, pelo coreógrafo Odailso Berté, com o objetivo de reinterpretar a saga missioneira por meio da arte do movimento, tendo como palco natural o sítio histórico e as ruínas de São Miguel, lugar onde essa história aconteceu.

A produção é do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA), do curso de Dança – Licenciatura da UFSM.]]></content:encoded>
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				<title>Ações extensionistas do projeto “De terra seus corpos” serão ampliadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/02/27/acoes-extensionistas-do-projeto-de-terra-seus-corpos-serao-ampliadas</link>
				<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 14:59:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
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		<category><![CDATA[PRE]]></category>
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		<category><![CDATA[são miguel das missões]]></category>
		<category><![CDATA[Som e Luz em Corpos]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_46686" align="alignright" width="365"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/02/espetaculo_SLC1.jpg"><img class="wp-image-46686 alignright" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/02/espetaculo_SLC1.jpg" alt="Foto mostra as ruínas de São Miguel à noite, iluminada de roda, com bailarinos à frente apresentando o espetáculo, a maioria deles deitados no chão" width="365" height="243" /></a> Espetáculo "Som e luz em corpos" terá nova temporada[/caption]

O professor Odailso Berté, do curso de Dança – Licenciatura da UFSM, coordenador do Projeto de Extensão “De terra seus corpos” e criador e diretor do espetáculo "Som e luz em corpos" esteve reunido com representantes do município de São Miguel das Missões para tratar da ampliação das ações extensionistas, artísticas e pedagógicas do convênio com a UFSM/Fatec até 2020. Estiveram presentes a prefeita em exercício de São Miguel das Missões, Jussara Ana Bittencourt, o secretário municipal de Turismo, Desenvolvimento e Cultura, Fabiano Moraes, a diretora de eventos, Márcia Reck, e a secretária de Educação, Sônia Vieira Rosa.

Devido à receptividade do espetáculo "Som e luz em corpos" por parte da comunidade de São Miguel e do aumento do fluxo turístico que a obra artística, realizada a céu aberto no palco natural onde a história missioneira aconteceu, promove, como demonstrou a retomada desse projeto com as apresentações ocorridas em dezembro de 2018, decidiu-se pela ampliação para contemplar diferentes atividades em torno do espetáculo.

Em parceria com a Secretaria de Educação de São Miguel, serão oferecidas Oficinas Formativas de Arte/Dança, ministrada por professores e acadêmicos dos cursos de Dança da UFSM (Licenciatura e Bacharelado), para crianças, alunos do Ensino Médio, professores de arte e comunidade.

O processo artístico-pedagógico, objetivo do espetáculo, poderá ser concretizado ao possibilitar à comunidade local outras formas de acesso à formação em arte e a participação do elenco do espetáculo, que trabalharão com os bailarinos dos cursos de Dança da UFSM. As ações visam contribuir para a educação e o desenvolvimento regional, conforme o PDI da UFSM.

As oficinas terão início em abril e se estenderão até dezembro, coincidindo com o calendário de apresentações da temporada 2019 do espetáculo "Som e luz em corpos", que, em breve, será anunciada.

O espetáculo tem coreografia e direção de arte dos professores Mônica Borba e Crystian Castro, direção geral do professor Odailso Berté, produção do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (LICCDA) e apoio da PRE, do CEFD, do IPHAN, do IBRAM e da Associação dos Amigos das Missões.

<em>Foto: Mayza Frizzo/Divulgação</em>]]></content:encoded>
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