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				<title>Farmácia Escola da UFSM recebe medicamentos de todo o país</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/03/farmacia-escola-da-ufsm-recebe-medicamentos-de-todo-o-pais</link>
				<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 17:12:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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						<description><![CDATA[A ação visa ajudar os municípios afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul a restabelecerem seus estoques]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-65957 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/farmacia-escola.jpeg" alt="" width="502" height="282" />A Farmácia Escola da UFSM está recebendo doações de medicamentos de todo o país. O projeto é coordenado pelo professor Rodrigo Silveira Pinto, do departamento de Farmácia Industrial da Universidade. A ação visa auxiliar os municípios do Rio Grande do Sul a restabelecerem seus estoques de medicamentos do SUS, após terem sido afetados por enchentes ou dificuldades logísticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa envolve diversas entidades, como universidades, entre elas a UFSM, a Universidade Franciscana, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Universidade de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de conselhos de profissionais da saúde e ONGs, como a Associação Santamariense de Farmacêuticos (ASFARMA) e o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (COSEMS RS). Todos se uniram para organizar a logística de doações, a triagem dos medicamentos, a distribuição para os municípios e o acompanhamento das necessidades de cada localidade. </span></p>
<h3>Logística e doações </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Inicialmente, as doações recebidas passam por uma triagem para avaliar sua qualidade e validade. Após, elas são separadas por classe terapêutica e incorporadas ao sistema <a href="https://tamojuntors.com.br/">TamoJuntoRS</a>, plataforma criada para auxiliar nessa ação. Através dela, os secretários de saúde ou farmacêuticos dos municípios afetados podem entrar no sistema e solicitar os medicamentos que estão precisando. "Com a lista de necessidades dos municípios, geramos uma planilha semanal enviada aos doadores de medicamentos para atender à demanda não cumprida. Após o pedido ser feito, os medicamentos são separados e lançados no sistema", explica o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A partir daí, os medicamentos são distribuídos aos municípios, de acordo com as necessidades. Dependendo da localidade, os medicamentos são entregues por via aérea, se o local for de difícil acesso, ou via terrestre, caso as estradas estejam em condições. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor explica que as doações dos medicamentos do projeto são feitas por organizações não governamentais e que as entidades vinculadas ao governo têm sua própria via de doação. Pessoas físicas podem fazer doações via Pix (chave CNPJ ASFARMA-SM: 95619912/0001-52), pelo canal de comunicação da Associação Santamariense de Farmacêuticos. O dinheiro arrecadado será utilizado na compra de mais medicamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em caso de dúvidas sobre o processo de doação, os interessados podem contatar diretamente o Coordenador do projeto, Rodrigo Silveira Pinto, pelo número  51 982732571.</span></p>
<h3>Comitê de Crise </h3>
<p><span style="font-weight: 400">No  município de Santa Maria foi criado um Comitê de Crise, formado por representantes da UFSM, UFN, Associação dos Farmacêuticos do RS (AFARGS), ASFARMA e COSEMS RS. Esse grupo gerencia as ações que são feitas através de reuniões semanais para avaliar o progresso do trabalho. Nos encontros, os medicamentos que não estão em estoque são listados como necessidades a serem atendidas e essa lista é enviada aos doadores para que possam ajudar a suprir a demanda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os impactos dessa ação são significativos nos municípios beneficiados, pois garantem o acesso das cidades aos medicamentos disponibilizados no sistema TamoJuntoRS. Além disso, a rede logística criada permite que os medicamentos cheguem de forma rápida e segura aos locais afetados, mesmo em situações de difícil acesso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Silveira, a ação já ajudou alguns municípios no polo de Santa Maria, região central do estado. Os municípios já beneficiados são: Santa Maria, Faxinal do Soturno, Agudo, Ivorá, Nova Palma, Restinga Seca, Silveira Martins, Mata, Toropi, Dona Francisca, São Gabriel, Pinhão Grande, São José do Norte, Camaquã, Vila Nova do Sul e Candelária. </span></p>
<p> </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: João Pedro Sousa, acadêmico de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Por que medicamentos genéricos são mais baratos?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/por-que-medicamentos-genericos-sao-mais-baratos</link>
				<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 16:30:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos genéricos mais baratos]]></category>
		<category><![CDATA[remédios genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[similares]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9617</guid>
						<description><![CDATA[Por serem mais baratos que outros medicamentos, algumas pessoas acreditam que eles sejam menos eficazes ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.724163579940796;text-indent: -0.05500030517578125pt;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 0pt 0.05500030517578125pt;margin: 20.304931640625pt 1.55328369140625pt 0pt 0.4889984130859375pt">Você vai ao médico e ele te receita um medicamento referência (original). Você chega na farmácia para comprar o medicamento e o farmacêutico te oferece o ‘genérico’ (uma cópia daquele remédio), e diz que é mais barato. Relutante, você não sabe qual escolher - e até tem um certo preconceito. Mas você sabia que as duas classes de remédios têm os mesmos efeitos no organismo e o genérico pode ser adquirido sem medo?&nbsp;</p>
De acordo com as farmacêuticas da Farmácia Escola da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o medicamento de referência é aquele que surge primeiro, ou seja, é um medicamento inovador. “A indústria farmacêutica investiu em pesquisa para desenvolver um medicamento inovador. Após a conclusão da pesquisa, ela faz um pedido de registro deste medicamento junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)”, destaca a coordenadora da Farmácia Escola, Marila Marchiori.

<img width="1024" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/genericos_1024x512_004.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustra horizontal e colorida de três caixas de medicamentos. Da esquerda para a direita: caixa laranja com detalhes em branco e uma faixa vermelha no centro. Tem os textos 'Medicamento referência ' e 'Venda sob prescrição médica'. Da caixa, sai uma cartela de comprimidos em formato de cilindro nas cores amarelo e vermelho. O fundo é verde água. Ao lado, caixa verde água com detalhes em branco e uma faixa vermelha no centro. Tem os textos 'Medicamento similar' e 'Venda sob prescrição médica'. Tem uma cartela com comprimidos no formato de cilindro nas cores amarelo e azul. O fundo é amarelo. E, na direita da imagem, caixa azul com detalhes em branco e uma faixa amarela e outra vermelha. Tem os textos 'Medicamento genérico', 'Venda sob prescrição médica' e 'Genérico'. A última palavra está sobre a faixa amarela. Tem uma cartela com comprimidos circulares e na cor rosa claro. O fundo é laranja." loading="lazy">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7241628646850586;text-indent: -0.37400054931640625pt;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 0pt 0.37400054931640625pt;margin: 20.304962158203125pt 1.55810546875pt 0pt 0.5pt">Ao registrar um medicamento original, o laboratório é beneficiado pela Lei das Patentes (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996). Todos os produtos comerciais originais, o que inclui os medicamentos, são protegidos pela propriedade intelectual, ou patente. Isto quer dizer que durante certo período de tempo, que pode chegar a até 20 anos, a fórmula do medicamento é uma propriedade exclusiva de quem a criou e não pode ser reproduzida sem a sua licença.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7241617202758788;text-indent: 1.4850006103515625pt;text-align: justify;margin: 20.305023193359375pt 1.317626953125pt 0pt 0.3899993896484375pt">“A indústria farmacêutica ganha esse período de patente para recuperar o dinheiro [gasto com a criação do medicamento]. Depois que quebra a patente, a fórmula é liberada para outras indústrias que queiram fazer uma cópia”, explica a farmacêutica da Farmácia Escola da UFSM, Ana Paula Ferreira.&nbsp;</p>
<b id="docs-internal-guid-cf4c824a-7fff-e2ae-2442-e28348414f7b" style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7241650104522706;text-indent: -0.35199737548828125pt;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 0pt 0.35199737548828125pt;margin: 0pt 1.33441162109375pt 0pt 0.5pt">Após a quebra da patente, outras indústrias farmacêuticas podem começar a produzir medicamentos com as mesmas características do produto inovador, como é o caso dos genéricos. Como a maioria dos estudos de eficácia e segurança foram realizados no momento da criação do medicamento de referência, os produtos genéricos têm geralmente um custo menor para o consumidor.</p>
“A indústria que&nbsp; vai produzir o genérico não investiu em pesquisa e desenvolvimento no início. Essa é uma das razões para que o medicamento genérico seja&nbsp; mais barato na maioria das vezes”, explica Marila Marchiori.
<table style="border-collapse: collapse;width: 100%">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 50%"><b>Referência</b>

É o medicamento inovador. Os laboratórios farmacêuticos têm exclusividade sobre a comercialização da fórmula durante o período da patente, que pode durar entre 10 e 20 anos.</td>
<td style="width: 50%"><b>Genérico&nbsp;</b>

Contém o mesmo princípio ativo, dose, fórmula&nbsp; farmacêutica, eficácia e segurança. A produção do genérico é liberada após a expiração da patente do medicamento de referência.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Genéricos como uma opção mais acessível</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.724163579940796;text-indent: 0.17600250244140625pt;text-align: justify;margin: 25.109771728515625pt 0.903076171875pt 0pt 0.8740005493164062pt">Conforme explica a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Lei dos Genéricos (Lei nº 9.787, de 1999) foi aprovada pelo esforço conjunto do Ministério da Saúde, do Congresso e da sociedade civil, e surgiu porque os preços dos medicamentos subiram descontroladamente na década de 1990. A entrada dos genéricos no mercado incentivou a concorrência no setor, trouxe novas opções ao consumidor e fez cair os preços.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.724163579940796;text-indent: 0.4949951171875pt;text-align: justify;margin: 20.304946899414062pt 0.768310546875pt 0pt 0.84100341796875pt">No entanto, o preço baixo desses medicamentos não tem relação com sua qualidade. Após serem criados, os genéricos são submetidos a um rígido controle de qualidade, que assegura que o consumidor tenha resultados iguais aos do medicamento de referência. Além disso, a Anvisa é a instituição responsável por verificar e autorizar o comércio desses medicamentos.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.724163579940796;text-indent: 0.7259979248046875pt;text-align: justify;margin: 20.304946899414062pt 2.70782470703125pt 0pt 1.1490020751953125pt">“A Anvisa fiscaliza para ver se está tudo certo. Se não, eles tiram do mercado”, destaca a farmacêutica da Farmácia Escola da UFSM, Claudia Silveira. “Qualquer mudança de fórmula tem que ser previamente notificada à Anvisa para ser&nbsp; autorizada. Já aconteceu de alguma substância ou medicamento ter um contaminante na matéria-prima, então é retirado do mercado”, complementa Ana Paula.</p>

<h3>Similar não é genérico!</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.724163579940796;text-indent: -0.39600372314453125pt;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 0pt 0.39600372314453125pt;margin: 25.10980224609375pt 1.3623046875pt 0pt 0.5pt">Além dos medicamentos genéricos, as indústrias podem usar a fórmula farmacêutica de alguns medicamentos para criar os similares. Esse tipo de medicamento contém o mesmo princípio ativo dos de referência, mas só podem substituí-lo após passar por testes laboratoriais que comprovem a sua equivalência. Os que já cumpriram esse processo são chamados de “similares intercambiáveis”.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.724163579940796;text-indent: 0.417999267578125pt;text-align: justify;margin: 20.304931640625pt 1.2158203125pt 0pt 0.9290008544921875pt">Desde 2014, a Anvisa publica a&nbsp;<u><b><a href="http://antigo.anvisa.gov.br/en_US/medicamentos-similares">lista dos similares intercambiáveis</a></b></u>, que é atualizada à medida que novos similares são registrados e renovados com a análise de estudos comparativos.&nbsp;</p>
Além disso, Claudia Silveira alerta sobre a substituição dos similares intercambiáveis por genéricos. De acordo com ela, similares intercambiáveis e genéricos podem substituir os de referência, mas um similar intercambiável não pode ser trocado por um genérico e vice-versa. “Eles não foram testados entre si, só foram testados com o de referência. A Anvisa que determina isso”, destaca.
<p dir="ltr"><em><strong>Expediente:</strong></em></p>
<p dir="ltr">Reportagem: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</p>
<p dir="ltr">Design gráfico: Evandro Bertol, designer.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3218586921691895;text-indent: -0.03600311279296875pt;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 0pt 0.03600311279296875pt;margin: 2.6500701904296875pt 1.41973876953125pt 0pt 0.95599365234375pt">Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3218586921691895;text-indent: -0.03600311279296875pt;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 0pt 0.03600311279296875pt;margin: 2.6500701904296875pt 1.41973876953125pt 0pt 0.95599365234375pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;&nbsp;</p>
Edição geral: Luciane Treulieb, jornalista.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza ações informativas sobre o descarte e armazenamento correto de medicamentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/10/19/ufsm-realiza-acoes-informativas-sobre-o-descarte-e-armazenamento-correto-de-medicamentos</link>
				<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 14:27:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60093</guid>
						<description><![CDATA[Acadêmicos de Medicina conscientizam usuários em postos de saúde de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_60094" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-17-at-10.39.47.jpeg"><img class="wp-image-60094" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-17-at-10.39.47.jpeg" alt="foto colorida horizontal com oito pessoas, perfiladas lado a lado, em uma sala de aula, na parede de trás um banner escrito &quot;grupo medicação&quot;" width="610" height="458" /></a> Grupo da UFSM atua para conscientizar sobre o descarte correto de medicamentos[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Os medicamentos desempenham um papel crucial no tratamento de várias doenças. A maioria dos indivíduos desenvolveu o mau hábito de descartar indevidamente seus remédios não utilizados ou vencidos, o que traz uma série de riscos à saúde humana e contribui para a degradação ambiental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os procedimentos de descarte e também de armazenamento correto de medicamentos têm sido objeto de pesquisa, a exemplo do trabalho que vem sendo feito por p</span><span style="font-weight: 400">rojetos de pesquisa e extensão voltados à conscientização da população </span><span style="font-weight: 400">sobre o descarte e armazenamento correto de medicamentos, vinculados ao Centro de Ciência da Saúde (CCS) da UFSM, coordenados pelas professoras Edi Franciele Ries, Valéria Maria Limberger Bayer e Verginia Margareth Possatti Rocha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Gabriela Cava, acadêmica de Medicina e bolsista do Grupo MedicAção, que realiza atividades de conscientização, em julho deste ano foi ministrada uma </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/politecnico/2022/08/09/turmas-do-curso-tecnico-em-farmacia-e-do-tecnico-em-cuidados-de-idosos-participam-de-palestra-sobre-armazenamento-e-descarte-de-medicamentos/"><span style="font-weight: 400">palestra</span></a><span style="font-weight: 400"> para as turmas dos cursos técnicos em Farmácia e em Cuidados de Idosos sobre o descarte correto e quais os impactos do descarte incorreto. "Os alunos do Técnico em Farmácia e do Técnico em Cuidados de Idosos também serão profissionais da saúde, então, é importante que eles saibam isso para falar para os seus pacientes, pessoas que eles vierem a atender", comentou a estudante.</span></p>
<h3>Ações de conscientização</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As ações de conscientização se baseiam principalmente em conversas em salas de espera em unidades de saúde. Os bolsistas, em duplas, abordam os pacientes enquanto esperam por seus atendimentos, se apresentam e, posteriormente, fazem questionamentos em relação às práticas de armazenamento e descarte. Feito isso, os projetos buscam "parabenizar" práticas corretas e também apontar como melhorar aquelas incorretas, sempre enfatizando os riscos oriundos tanto do armazenamento quanto do descarte de medicamentos quando realizados de modo inadequado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As ações são realizadas até duas vezes por semana nos seguintes locais de Santa Maria:  </span></p>
<p><b>Casa 13 de Maio:</b> <span style="font-weight: 400">Rua Riachuelo, 364, Centro;</span></p>
<p><b>CAPS:</b><span style="font-weight: 400"> Avenida Hélvio Basso, 1245, Bairro Medianeira;</span></p>
<p><b>Posto José Erasmo Crossetti: </b>Rua<span style="font-weight: 400"> Floriano Peixoto, 1752, Centro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">"Andamos, em toda as ações, com cartilhas informativas tanto sobre o descarte quanto o armazenamento, visando não apenas melhorar o entendimento da pessoa acerca das informações passadas, como também a multiplicação destas, podendo atingir as pessoas conhecidas pelo paciente em questão", explica o bolsista e acadêmico do curso de Medicina Augusto Ueno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante as atividades, os participantes perceberam que a maioria da população santa-mariense realiza o armazenamento de forma adequada, ao passo que quanto ao descarte, apenas a minoria realiza da forma correta. Há relatos de descarte em lixo comum e vaso sanitário, além da queima de medicamentos ao ar livre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo os participantes, o projeto é bem aceito pela população. "Uma coisa que nos chama a atenção é que, como as pessoas já estão na espera, elas não se incomodam com a nossa abordagem, se mostram interessadas ao que temos a dizer, e muitas delas relatam que nunca tinham pensado nisso antes, ninguém tinha falado sobre esse assunto. Percebemos que a maioria da população não tem conhecimento sobre descarte. As pessoas precisam ter muita conscientização sobre o tema", reflete Gabriela.</span></p>
<h3>Afinal, como é o descarte e o armazenamento correto? </h3>
<p><span style="font-weight: 400">O programa desenvolvido pela UFSM recomenda sempre que as pessoas juntem os medicamentos vencidos ou em desuso em uma sacolinha e descartem idealmente em farmácias. No município de Santa Maria há uma lei municipal (</span><span style="font-weight: 400">Lei nº 5.092, de 3 de abril de 2013)</span><span style="font-weight: 400"> que obriga a receber os medicamentos para descarte. Sendo assim, sempre que necessário ir à farmácia, recomenda-se levar a sacolinha com os medicamentos.</span></p>
<p>Quanto ao armazenamento, deve-se <span style="font-weight: 400">utilizar local fresco e arejado, com circulação de ar e sem abafamentos. Deve-se evitar locais quentes, como a cozinha, e úmidos, como o banheiro. Manter o local de armazenamento sempre limpo, e não colocar medicamentos sobre a geladeira, onde a temperatura é alta.</span></p>
<p><em>Texto: Gabriela de Souza Gabbi, estagiária de Jornalismo na Agência de Notícias</em><br /><em>Foto: Divulgação</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Quais os próximos passos da vacinação contra o coronavírus?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/quais-os-proximos-passos-da-vacinacao-contra-o-coronavirus</link>
				<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 12:17:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[4ª dose covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[vacinação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9375</guid>
						<description><![CDATA[Alterações no Plano Nacional de Imunização, atualização e chegada de novas vacinas e testes de medicamentos irão mudar o combate ao coronavírus]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Das quatro ondas de infecções às quatro doses de vacina, foram muitos os acontecimentos ocorridos em mais de dois anos de pandemia do coronavírus. Segundo o <a style="text-decoration: none" href="https://especiais.g1.globo.com/bemestar/vacina/2021/mapa-brasil-vacina-covid/">consórcio de imprensa</a> que reúne dados das secretarias estaduais de saúde, mais de 179 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose da vacina; mais de 167 milhões fizeram a segunda ou vacinas de dose única e mais de 100 milhões realizaram a terceira dose - o que, segundo o Plano Nacional de Imunização (PNI), corresponde atualmente ao ciclo básico de imunização contra o coronavírus.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As últimas mudanças do Ministério da Saúde em relação ao PNI incluíram a ampliação da terceira dose para adolescentes e da quarta dose para pessoas com idade a partir de 50 anos e uma dose adicional (quinta) para imunodeprimidos. A queda natural da imunidade seis meses após a vacina traz o questionamento sobre qual será o futuro da campanha de imunização.</p>
												<img width="1024" height="670" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/07/4-dose-1024x670.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida, em tons de azul e verde, de uma pessoa em uma estrada de terra no meio de uma paisagem. A estrada corta um gramado verde e desemboca no meio de duas montanhas. No meio das montanhas, ilustração de um frasco de vacina e uma seringa sobre uma estrela de doze pontas amarelo pastel. Na frente das montanhas, fileira de árvores do tipo pinheiros em tons de azul marinho e azul acinzentado. Sobre o gramado e ao lado da estrada, há uma placa de madeira em formato de flecha. O fundo é cinza." loading="lazy">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e um dos <a style="text-decoration: none" href="https://veja.abril.com.br/saude/os-sete-cientistas-brasileiros-no-coracao-do-estudo-da-vacina-de-oxford/">cientistas brasileiros que participaram no desenvolvimento da vacina de Oxford</a>, Alexandre Schwarzbold apresenta duas hipóteses: a primeira seria realizar uma campanha de vacinação sazonal antes da chegada do inverno - período com maior incidência de vírus respiratórios, como a gripe (influenza A, B e C). A segunda é que, com a diminuição da circulação do vírus, a vacinação seja direcionada para perfis de risco como pessoas idosas e imunodeprimidas.</p>
<b id="docs-internal-guid-bdafcb7b-7fff-558d-8279-c2c126b7daa8" style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ana Paula Seerig, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UFSM e Secretária Adjunta de Saúde de Santa Maria, acredita que a campanha de vacinação contra o coronavírus passe a ser realizada no mesmo formato da vacina para gripe.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Apesar de ainda não haver um posicionamento do Ministério da Saúde para a criação de uma campanha anual, mudanças futuras são uma certeza para a secretária. Ela relata que, com tantas alterações no decorrer da campanha, até mesmo os profissionais da saúde ficaram perdidos. “A gente brinca que hoje [a campanha] está assim, mas até de noite ou amanhã pode mudar. Com tantas mudanças, nós que somos profissionais da saúde, que lemos todas as notas e informações, às vezes temos que parar e pensar no que está acontecendo”, destaca.</p>

<h3>Pandemia e Endemia</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A diminuição do número de óbitos e de novos infectados por meio da vacinação fez com que o termo pós-pandemia se tornasse corriqueiro. Essa nomenclatura gera um debate sobre se o momento vivido atualmente seria uma epidemia, endemia e até se a pandemia realmente ficou no passado.</p>
<b id="docs-internal-guid-cfcf5954-7fff-f2fa-ca6d-a82f4b4105dc" style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Como Schwarzbold explica, pandemia é uma epidemia - quando uma doença atinge diferentes localidades em nível municipal, estadual e nacional - em escala global. Já a endemia é quando a doença está dentro do seu nível histórico, controlada e sem risco de sobrecarregar o sistema de saúde.</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O que torna difícil “bater o martelo” sobre a atual situação da Covid-19 é o fato de que o estágio de combate ao vírus muda de forma significativa ao redor do globo. O professor contextualiza que, ao mesmo tempo em que a China apresenta baixos índices epidêmicos por manter sua política de “<a style="text-decoration: none" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2022/06/10/presidente-chines-defende-politica-anticovid-e-xangai-amplia-campanha-de-testes.htm">covid zero</a>”, alguns países africanos seguem com baixa cobertura vacinal e um número elevado de novos casos.</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O pesquisador analisa que o Brasil, assim como Portugal, Espanha, Itália e outros países europeus, vive uma fase de transição entre pandemia e endemia por conta da sua ampla cobertura vacinal. Schwarzbold explica que, apesar da taxa de transmissão ser baixa em comparação com os momentos mais severos da pandemia, ela continua alta em comparação com outras doenças. “Antes da epidemia, não havia um vírus que se transmitisse tanto entre as pessoas. É preciso um organismo internacional, como a OMS, para dizer que o mundo inteiro está em nível endêmico. Existem alguns indicadores que apontam para uma endemia, mas eles precisam se manter estáveis por muito tempo”, ressalta.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um exemplo de local com nível endêmico, segundo o pesquisador, seria o município de Santa Maria, onde a Covid-19 não gera sobrecarga no sistema de saúde e também não apresenta taxa de transmissão muito maior do que outros vírus causadores de doenças respiratórias. No entanto, o professor ressalta que a grande circulação viral que se mantém em determinados locais do mundo pode gerar novas variantes capazes de trazer de volta o cenário epidêmico à cidade.</p>

<h3>Desigualdade e impactos na saúde pública</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Independentemente da nomenclatura - pandemia, epidemia, endemia - o caminho para que o coronavírus fique definitivamente para trás é mais distante do que deveria para algumas pessoas por conta da desigualdade. Segundo dados do site <a style="text-decoration: none" href="https://ourworldindata.org/explorers/coronavirus-data-explorer?facet=none&amp;Interval=Cumulative&amp;Relative+to+Population=true&amp;Color+by+test+positivity=false&amp;country=Low+income~High+income~Lower+middle+income~Upper+middle+income&amp;Metric=People+vaccinated">Our World In Data</a>, ligado à Universidade de Oxford, aproximadamente 80% da população de países considerados de alta renda receberam pelo menos uma dose da vacina. Em países classificados como baixa renda, menos de 18% da população já recebeu a primeira dose do esquema vacinal.</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No entanto, não é preciso cruzar fronteiras internacionais para perceber essa desigualdade. De acordo com o <a style="text-decoration: none" href="https://especiais.g1.globo.com/bemestar/vacina/2021/mapa-brasil-vacina-covid/">Mapa da Vacinação</a>, no estado de São Paulo, quase 90% da população acima de 18 anos já fez a dose de reforço, enquanto em Roraima essa taxa é inferior a 22%.</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em sua atuação na linha de frente contra o coronavírus, Ana Paula Seerig relata contrastes dentro do município de Santa Maria. “Quando a gente vai nas comunidades mais distantes ou que tem um acesso reduzido ao serviço de saúde, ainda vê pessoas que não fizeram nenhuma dose de vacina”, conta a secretária adjunta de saúde.&nbsp;</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Segundo ela, a falta de infraestrutura como transporte urbano e a vulnerabilidade socioeconômica são os principais fatores que dificultam o acesso à vacinação por pessoas de regiões periféricas do município, que possui baixa cobertura de atenção primária (ações do sistema de saúde que visam prevenir doenças).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além da dificuldade de acesso, a população mais pobre sofre os efeitos da doença de forma mais severa. “Quanto maior a desigualdade social, maior o risco à saúde. Uma pessoa com covid em um ambiente familiar que permita o isolamento, acesso a uma máscara de qualidade, à alimentação e à hidratação adequada é diferente de um paciente com covid em uma casa de dois cômodos, em que não é possível fazer o isolamento”, destaca Ana Paula.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A secretária adjunta de saúde ressalta o maior custo gerado no tratamento de casos graves da doença e até mesmo casos de <a style="font-size: 1rem;background-color: var(--bs-body-bg);text-align: var(--bs-body-text-align)" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/covid-longa-imprevisivel-e-debilitante/"><u>covid longa</u></a>, cujas consequências ainda não são totalmente conhecidas. Como gestora da equipe de saúde de Santa Maria, ela cita atendimentos a pessoas que contraíram a doença no ano passado e ainda apresentam dificuldades respiratórias, perda de memória e de olfato e que ainda precisam ser atendidas pelo sistema de saúde.</p>

<h3>Atualizações e novas ferramentas para enfrentar o vírus</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Outra novidade a caminho é o processo de atualizações nas vacinas para abranger variantes que não existiam no início do seu desenvolvimento. O professor destaca que, com uma cobertura mais ampla das variantes e menor circulação viral, a imunidade coletiva se torna possível por meio da vacinação.</p>
<b id="docs-internal-guid-37c777db-7fff-22d5-7e9e-2dc2a49802d4" style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A ômicron é a variante para qual os pesquisadores têm focado seus esforços, pelo fato de atualmente ser a que mais escapa do controle vacinal - apesar de a vacinação prevenir casos graves, ela não possui a mesma eficiência para diminuir a transmissibilidade. Além disso, a variante tem pelo menos quatro subvariantes. Segundo Schwarzbold, todas apresentam nível de gravidade semelhante à ômicron. “A atualização da plataforma serve para a vacina chegar na frente do vírus, para que ele não tenha tempo para mutar e que não se replique em quantidade suficiente para criar variantes de risco”, afirma o docente.</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Alguns imunizantes ainda aguardam a aprovação da Anvisa para ingressarem no Plano Nacional de Imunização, como a vacina da Clover Biopharmaceuticals, que contou com a participação da UFSM em seus testes. O professor aponta que há possibilidade de o plano de vacinação contar com oito a dez fornecedores de imunizantes distintos, o que amplia as ferramentas de combate ao vírus. A parceria da UFSM com a Clover será retomada para os testes de uma vacina destinada para crianças com menos de cinco anos - que não são contempladas atualmente pelo PNI.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além das vacinas, a UFSM irá realizar teste de medicamentos para o tratamento do coronavírus ainda neste ano. Segundo o professor, os medicamentos em si ainda são segredos industriais de três empresas distintas. Um dos remédios será aplicado em pacientes com comorbidades logo no início da doença, com o objetivo de evitar que ela evolua para casos graves. Os outros dois serão utilizados para combater a doença em estágio grave.</p>

<h3>Inovações criadas durante a pandemia</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Se, por um lado, a pandemia foi um período de muitas adaptações, por outro, também trouxe muitos avanços no campo científico, que serão úteis para combater outras doenças. O primeiro a ser destacado por Schwarzbold são as vacinas genéticas, lançadas pela primeira vez no mercado após 20 anos de desenvolvimento em laboratórios.</p>
<b id="docs-internal-guid-1b492115-7fff-d2d0-e61e-b0d1ff5516cc" style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com o pesquisador, a tecnologia inédita no desenvolvimento de vacinas apresentou grande eficácia e segurança e tende a se tornar cada vez mais comum. "A utilização dessas vacinas irá avançar muito. A Modena já está estudando aplicar a vacina genética para vários vírus. Nós vamos ver um avanço muito grande no controle das doenças virais nas próximas décadas”, destaca. A vacina contra a chikungunya é outra desenvolvida em plataforma genética e que já está disponível.</p>
<b style="font-weight: normal">&nbsp;</b>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Uma das vacinas em desenvolvimento é para o vírus sincicial respiratório, que causa pneumonia em idosos e em bebês, além de ser um dos responsáveis pelo desenvolvimento de bronquiolite em recém-nascidos. Há também a vacina para a dengue, que a UFSM irá desenvolver juntamente com o Butantan. Outra imunizante que está em fase de desenvolvimento é para a prevenção de uma forma grave de herpes que pode causar meningite.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Outra mudança foi a consolidação da aplicação heteróloga (com diferentes imunizantes), como por exemplo, receber a vacina da Coronavac na primeira e segunda dose e a da Pfizer na terceira. Apesar de conhecido, o conceito ainda não havia sido posto em prática de forma sistemática. Schwarzbold conta que, antes das pesquisas, a própria comunidade científica tinha dúvida sobre as consequências dessa aplicação, como queda na eficácia ou até mesmo efeitos colaterais graves. No entanto, os resultados dos estudos descartaram essas hipóteses. “As aplicações heterólogas - imunização com diferentes imunizantes - são as mais eficientes. Para o coronavírus, essa aplicação já é recomendada por muitos programas de imunização, inclusive do Brasil”, destaca.</p>
<strong><em>Expediente:</em></strong>

<em><strong>Reportagem:</strong> Bernardo Salcedo, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em>

<em><strong>Design gráfico:</strong> Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em>

<em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em>

<em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aspirina e ácido acetilsalicílico (AAS) podem fazer mal para quem está com suspeita de dengue?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/aspirina-e-aas-fazer-mal-suspeita-dengue</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 13:23:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[AAS]]></category>
		<category><![CDATA[ácido acetilsalicílico]]></category>
		<category><![CDATA[aspirina]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[suspeita de dengue]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9344</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 10 mil casos no Rio Grande do Sul, ainda existem dúvidas sobre qual medicamento tomar em caso de suspeita da doença]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-624d0bf0-7fff-909a-8c5e-347bd58e6f1a" dir="ltr">Com o aumento dos casos de dengue no Brasil, uma dúvida que surgiu entre a população é sobre o uso de medicamentos como aspirina e ácido acetilsalicílico (AAS) para o tratamento da doença. Segundo o<a href="https://saude.rs.gov.br/mais-tres-obitos-por-dengue-sao-confirmados-no-rio-grande-do-sul"> <u>Ministério da Saúde</u></a>, em 2022 os casos de dengue no Brasil cresceram 43,9%. O Rio Grande do Sul já registra, neste ano, mais do que o dobro do número de casos autóctones confirmados em 2021 - quando a contaminação acontece dentro de um mesmo local. No ano passado, foram 3.906 casos e, neste ano, já são 10.536 casos. </p><p>O professor Eduardo Flores, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva (DMVP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), afirma que esse aumento pode estar relacionado a dois fatores. O primeiro é que em 2020 e 2021 pode ter havido subnotificação e, portanto, o que se registra nesses anos não é um aumento de casos, mas sim das notificações. O segundo ponto é o favorecimento das  condições climáticas para a proliferação e a reprodução dos mosquitos, o que pode ter beneficiado esse aumento.</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/Dengue_Capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Ilustração horizontal e em tons de azul marinho de um homem confuso entre dois mosquitos da dengue. O homem está de frente, em primeiro plano, da cintura para cima. Ele tem pele branca, cabelos raspados e em tonalidade escura, olhos redondos e brancos, bigode ralo; veste camiseta azul marinha. Segura uma cartela de AAS na mão, em cores vermelha e branca. Ao lado do seu ouvido, na esquerda da imagem, mosquito da dengue preto com pintas brancas, e um balão de fala ao lado, com a frase &quot;Não toma! Vai fazer mal&quot;. Na direita da imagem, ao lado do ouvido do homem, outro mosquito da dengue, e, ao lado, balão de fala com a frase &quot;Toma sim!&quot;. O fundo é uma parede de tijolos em cinza escuro." loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-3e6d7208-7fff-953e-f90d-bc6208ed306d" dir="ltr">De acordo com o professor, os aumentos de casos de dengue no Brasil estão relacionados a segunda variável. O calor e o clima úmido proporcionam maior proliferação do mosquito, enquanto na temporada de temperaturas mais frias a reprodução tende a diminuir. Por isso os picos de casos de dengue nas regiões sul e sudeste ocorrem no final do verão e no início do outono, entre fevereiro e março, que é quando há maior população de mosquito circulando e, consequentemente, mais atividade do vírus.</p><p dir="ltr">Eduardo Flores explica que o vírus da dengue é dividido em quatro grupos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Cada um dos tipos causa doenças parecidas, mas raramente circulam ao mesmo tempo e no mesmo local. De acordo com o pesquisador, por existirem quatro tipos de dengue, uma pessoa só poderá ser infectada pelo vírus um total de quatro vezes ao longo da vida. É importante ressaltar que, se contrair um tipo de dengue, após o período de infecção, o indivíduo se torna imune ao tipo contraído.</p><p>Os sintomas da doença são a febre alta acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas - pequenas manchas vermelhas presentes em  20% ou 30% dos casos. A Revista Arco preparou um mitômetro para saber se, em caso de suspeita da doença, faz mal ingerir medicamentos como ácido acetilsalicílico (AAS) e aspirina.</p>		
			<h3>O problema da automedicação</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-edb69301-7fff-519f-fa04-8b3a03d2e2bc" dir="ltr">Por apresentar sintomas comuns, a dengue pode ser confundida com outras doenças, como a gripe. De acordo com Ana Paula Ferreira, farmacêutica da Farmácia Escola da UFSM, os  medicamentos utilizados no tratamento de gripes e resfriados não são indicados em caso de suspeita de dengue. A farmacêutica alerta para prestar atenção em casos registrados na região, uma vez que os sintomas podem estar relacionados à dengue, além de evitar os medicamentos com salicilatos na composição, principalmente o ácido acetilsalicílico (AAS) e anti-inflamatórios em geral, como Diclofenaco, cetoprofeno, ibuprofeno e nimesulida.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A farmacêutica Melina Renz, também da Farmácia Escola, lembra que, embora não seja tão comentado, outro tipo de medicamento que deve ser evitado são os corticoides. Esse tipo de anti-inflamatório não é recomendado por não existirem estudos que comprovem a eficácia no tratamento da doença. Segundo a farmacêutica Claudia Silveira,  também da Farmácia Escola, a automedicação para alguém que já tem uma doença pré-existente pode agravar o quadro, uma vez que muitas pessoas desconhecem seu organismo e não sabem se têm alergia a algum medicamento.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertam sobre a  importância de observar a composição do medicamento, para evitar aqueles contra indicados no caso de suspeita de dengue. Ana Paula ressalta que, em caso de dúvidas e na ausência de acesso a um médico ou posto de saúde, pode-se consultar um profissional farmacêutico, a fim de tirar dúvidas sobre os medicamentos que devem ser evitados em caso de suspeita da doença.</p>		
			<h3>Reações e efeitos da Aspirina e Ácido acetilsalicílico (AAS)</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-d751bfb0-7fff-1795-cda3-0020901929d1" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ana Paula Ferreira esclarece que o ácido acetilsalicílico (AAS),  anti-inflamatório não esteróide, também conhecido como Aspirina, é uma droga usada para ‘afinar o sangue’: ela diminui a agregação plaquetária, o que minimiza a coagulação sanguínea. Uma das consequências da dengue, em sua forma mais grave, é a hemorragia. No momento que a pessoa ingere um medicamento que dificulta a coagulação, há mais chances de que a hemorragia aconteça.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Eduardo Flores informa que a dengue hemorrágica é a forma grave da doença:  em geral, entre 95% e 99% das pessoas têm febre, ficam em repouso e se recuperam. No entanto, até 2% dos casos se agravam na chamada dengue hemorrágica. Esse tipo da doença ocorre principalmente quando o indivíduo foi infectado com um tipo de dengue e tem nova infecção com outro tipo entre dois e quatro anos depois da primeira vez. A imunidade prévia  não protege contra o tipo diferente de dengue, e ainda pode agravar o caso.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com Ana Paula, a orientação geral é evitar os anti-inflamatórios, uma vez que eles mexem com a  cascata da agregação plaquetária e  podem causar sangramentos. Os derivados do Ácido Acetilsalicílico (Aas) são os que têm mais efeitos nesse sentido. A farmacêutica ressalta que não são somente  medicamentos de uso oral que podem ter consequências no agravamento do caso. O Gelol - analgésico em forma de pomada utilizado para tratamento de contusões, reumatismos, dores musculares e torcicolos - tem Salicilato de metila na composição e inclui  na bula a recomendação de não ser utilizado em caso de suspeita de dengue. Mesmo que pequena, o Gelol pode promover uma absorção de seus componentes, e não é possível saber de que forma o organismo infectado pela dengue vai reagir à substância.</p>		
			<h3>Em caso de suspeita de dengue</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-a2b65fca-7fff-bbdb-b19c-2d98469bc684" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Marila Marchiori, farmacêutica da Farmácia Escola UFSM, afirma que a principal recomendação ao ter febre alta, dor de cabeça, dor nos olhos e cansaço, é fazer tratamento não medicamentoso por meio da ingestão de  bastante líquido e procurar atendimento médico.</p><p>Não existe um tratamento específico para a dengue, o que se faz é um tratamento sintomático, utilizando medicamentos que aliviam os sintomas da doença mas não agem sobre a causa. Claudia Silveira chama a atenção para a nomenclatura dos medicamentos, uma vez que muitos são conhecidos pelo nome comercial e não atentam para a composição, que pode ter contraindicação. Por isso, aconselha-se sempre a leitura da bula ou a busca por informações sobre o medicamento com o farmacêutico.</p>		
												<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/comprovado-658x1024.png" alt="" loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-e9910d9d-7fff-38a9-5094-f5113cd06617" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Veredito final: Comprovado!</p>
<p dir="ltr">
</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em caso de suspeita de dengue, não tome ácido acetilsalicílico (AAS) ou aspirina. Esse é um medicamento que dificulta a coagulação, o que facilita a ocorrência de hemorragia - uma das consequências da dengue em sua forma mais grave. A orientação geral é evitar anti-inflamatórios, porque todos são potenciais causadores de sangramentos. Os derivados do Ácido Acetilsalicílico são os mais propensos a esse efeito. Sempre procure um médico e, antes de ingerir um medicamento, leia a bula e/ou tire suas dúvidas sobre o medicamento com o farmacêutico.</p><strong><em>Expediente:</em></strong><em><strong>Reportagem:</strong> Karoline Rosa, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em><em><strong>Design gráfico:</strong> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Ludmilla Naiva, acadêmica de Relações Públicas e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em><em><strong>Relações Públicas:</strong> Carla Isa Costa;</em><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de edital conjunto para aquisição de materiais para o enfrentamento da COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/23/ufsm-participa-de-edital-conjunto-para-aquisicao-de-materiais-para-o-enfrentamento-da-covid-19</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 14:37:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[chamada pública]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria está participando do Edital 02/2020 de chamamento público para aquisição de equipamentos de proteção individual, medicamentos, materiais e equipamentos hospitalares, assim como reagentes e outros insumos de pesquisa necessários para o enfrentamento da COVID-19. O edital foi idealizado pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria está participando do <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/Edital-02_2020_2-chamamento-publico-versão-Final-edital-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Edital 02/2020</a> de chamamento público para aquisição de equipamentos de proteção individual, medicamentos, materiais e equipamentos hospitalares, assim como reagentes e outros insumos de pesquisa necessários para o enfrentamento da COVID-19. O edital foi idealizado pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das Instituições Federais de Ensino Superior (FORPLAD).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Coordenado pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) o edital conjunto concentra a solicitação de materiais para diversas universidades e hospitais universitários do país. Aquisições conjuntas proporcionam redução de custo por meio da compra de maiores quantidades. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A execução será dará por meio de Dispensa de Licitação, conforme a Lei 13.979/2020 e a Lei 8.666/1993, observadas as regras dispostas no edital. Os fornecedores interessados em participar do credenciamento poderão enviar proposta comercial para o e-mail chamamentocovi19@unifesp.br. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Confira o edital: </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/Edital-02_2020_2-chamamento-publico-versão-Final-edital-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Edital 02/2020</a><br><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/Anexo-II-chamamento-publico-unifesp-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anexo</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Descarte correto para os medicamentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/descarte-correto-para-os-medicamentos</link>
				<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 19:39:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[descarte]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[programa de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UBS]]></category>

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						<description><![CDATA[Destino impróprio impacta o meio ambiente e a saúde da população]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Resíduos de serviço de saúde são sobras das atividades de hospitais e clínicas. Medicamentos vencidos ou em desuso fazem parte desse grupo e necessitam de descarte correto, pois impactam o meio ambiente e a sociedade. Pensando nisso, o um programa de extensão da UFSM busca orientar a população sobre o descarte de medicamentos não utilizados, e disponibilizar mais locais para esse fim - além das farmácias, que são obrigadas, por legislação municipal, a aceitarem esse tipo de material.</span>

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<span style="font-weight: 400;">Segundo a coordenadora do programa, Valéria Bayer, pontua que algumas pessoas relatam não saberem quais são os locais corretos para descarte dos medicamentos e se surpreendem quando descobrem que não podem descartá-los na pia. Isso, muitas vezes, faz  com que haja acúmulo de medicamentos em casa. “Nós [agentes da saúde] nos preocupamos com resíduo hospitalar dos estabelecimentos de saúde, e não nos damos conta de que os maiores geradores desse tipo de resíduo são os domicílios”, relata Valéria.</span>

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<strong>Como surgiu?</strong>

<span style="font-weight: 400;">O Programa de extensão </span><i><span style="font-weight: 400;">Conscientização da população e recolhimento de medicamentos em desuso nas unidades de saúde da região leste de Santa Maria</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi idealizado em 2016 por Edi Francieli Ries e Valéria Bayer, ambas professoras do curso de Farmácia e do Departamento de Saúde Coletiva da UFSM.</span> <span style="font-weight: 400;">O que, inicialmente, era um projeto, se tornou um programa e hoje é desenvolvido em sete unidades da zona leste da cidade: Unidade Básica de Saúde (UBS) Wilson Paulo Noal, UBS Walter Aita, Estratégia Saúde da Família (ESF) São José, ESF Maringá, UBS São Francisco e nas unidades ESF Arroio do Só e ESF Pains, que são distritais.</span>

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<span style="font-weight: 400;">Em 2016, houve elaboração de cartilhas para orientação, banners para reconhecimento do local de descarte e etiquetas que são utilizadas nas unidades para diferenciar lixo comum de lixo hospitalar. Para que o descarte de medicamentos fosse implantado nos postos de saúde, foi criado um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde, baseado na legislação que rege o processo de classificar e separar tais rejeitos. Em setembro de 2017, as atividades começaram nas UBS e ESF da zona leste. </span>

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<strong>Como funciona o Programa?</strong>

<span style="font-weight: 400;">Quinzenalmente, os bolsistas do Programa atuam diretamente com a população na entrega orientada de cartilhas. De acordo com os membros, </span><span style="font-weight: 400;">a orientação é a fase mais importante no processo, pois cada vez que é feita, o volume de medicamentos coletados aumenta. </span><span style="font-weight: 400;">Junto a esta ação, são recolhidos os resíduos já descartados na caixa de coleta da unidade e tabuladas informações do medicamento. São listados dados como nome, forma, dosagem e data de vencimento, por exemplo.</span>

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<span style="font-weight: 400;">Todos os dados coletados, servem, posteriormente, para a realização de novas ações com a comunidade, no sentido de incentivar a conscientização do descarte correto dos resíduos químicos. No período entre outubro de 2017 e fevereiro de 2018, duas mil unidades de medicamentos foram recolhidas nos sete pontos disponíveis.</span>

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<span style="font-weight: 400;">A aluna do curso de Medicina Rodayne Khouri Nascimento é bolsista do programa e, atualmente, monitora as UBS Walter Aita e Wilson Paulo Noal - sendo, esta última, a única onde a coleta ocorre semanalmente, pois tem maior fluxo de pessoas e de descarte. Ela afirma não ter disciplinas na graduação que tratem do assunto, e que, até então, não tinha noção do quanto o processo é complexo. “A própria drágea, que é o envelope que armazena os compridos, continua contaminada mesmo que você tire todos os comprimidos, pois ainda há restos de substâncias químicas do remédio”, relata a aluna.</span>

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<img class="aligncenter size-large wp-image-3441" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/04/Medicamentos_infográfico-1024x668.png" alt="" width="1024" height="668" />

Reportagem: Bibiana Pinheiro

Infográfico: Pollyana Santoro

Fotografia em destaque: Rafael Happke]]></content:encoded>
													</item>
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