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						<item>
				<title>Egressa do CT-UFSM desenvolve pesquisa sobre micromobilidade inclusiva em doutorado na Universidade de Melbourne</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/03/egressa-do-ct-ufsm-desenvolve-pesquisa-sobre-micromobilidade-inclusiva-em-doutorado-na-universidade-de-melbourne</link>
				<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 12:20:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[micromobilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[PPGAUP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6988</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa de Ana Paula Soares Müller, orientada pelo professor Alejandro Ruiz Padillo, estuda mobilidade de grupos marginalizados, como pessoas com deficiência, idosos e populações de baixa renda]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Ana Paula Soares Müller, graduada em Engenharia Civil e mestre pelo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgaup">PPGAUP</a></em></strong> do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), acaba de ser selecionada para uma prestigiada bolsa de doutorado na <strong><em><a href="https://eng.unimelb.edu.au/">Faculdade de Engenharia e Tecnologia da Informação</a></em></strong> da Universidade de Melbourne, na Austrália. O programa da universidade australiana, realizado em parceria com o <strong><em><a href="https://socialequity.unimelb.edu.au/">Instituto de Equidade Social de Melbourne</a></em></strong>, apoia pesquisas que promovam equidade social através da tecnologia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa de Ana Paula, cujo título em inglês é "Defining accessibility metrics for equitable and inclusive micromobility: an approach based on needs and capabilities" visa desenvolver indicadores que incluam as necessidades de mobilidade de grupos marginalizados, como pessoas com deficiência, idosos e populações de baixa renda. A orientação será feita em colaboração internacional, entre a professora Patrícia Sauri Lavieri, do Departamento de Engenharia de Infraestrutura na Universidade de Melbourne, e o professor Alejandro Ruiz-Padillo, do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/dtrt">Departamento de Transporte da UFSM</a></em></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante seu período na UFSM, Ana Paula atuou como colaboradora voluntária no <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot">Laboratório de Mobilidade e Logística</a></em></strong> (LAMOT), onde aprofundou estudos sobre acessibilidade pedestre – tema de seu mestrado – e publicou artigos relevantes na área. Mesmo no doutorado, Ana Paula mantém seu vínculo com o LAMOT; segundo o professor Alejandro, um dos coordenadores do LAMOT, trata-se de um passo importante na internacionalização das pesquisas, já Ana é a primeira doutoranda do grupo no exterior. Na graduação, a estudante realizou intercâmbio em Melbourne por meio do programa <strong><em><a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/ciencia-sem-fronteiras">Ciência sem Fronteiras</a></em></strong>; naquela oportunidade, realizou estágio voluntário na empresa de engenharia Pitt&amp;Sherry. Antes do doutorado, também lecionou no Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, consolidando sua trajetória acadêmica em instituições públicas brasileiras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":6989,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/1000190325-576x1024.jpg" alt="" /><figcaption>Ana Paula no campus da Universidade de Melbourne (acervo pessoal)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<p>O site do Instituto de Equidade Social de Melbourne realizou uma <a href="https://socialequity.unimelb.edu.au/news/latest/new-phd-ana-paula-soares-muller"><em><strong>entrevista</strong></em></a> com Ana Paula, traduzida e transcrita a seguir:</p>
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Entrevista com Ana Paula Soares Müller</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Antes de iniciar seu doutorado, qual era sua trajetória?<br><em>Antes do PhD, trabalhei principalmente como colaboradora voluntária no Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT) da Universidade Federal de Santa Maria, no Brasil. No LAMOT, pude desenvolver minha pesquisa de mestrado sobre acessibilidade para pedestres com diferentes deficiências e publicar artigos relevantes nessa área. Antes disso, atuei como professora substituta no Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, também no Brasil, onde tive a oportunidade de desenvolver habilidades importantes como docente e pesquisadora.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O que a motivou a escolher esse tema para o doutorado?<br><em>Compreender a importância da equidade e acessibilidade é algo que cresceu em mim desde cedo. Vivi em contextos de forte desigualdade social e vi as consequências da inacessibilidade ao longo da vida de pessoas. Minha trajetória acadêmica foi toda construída em escolas públicas, e minha melhor amiga de infância usa cadeira de rodas. Para mim, mobilidade acessível sempre foi sinônimo de qualidade de vida. À medida que amadureci e entendi meus privilégios em acessar lugares e oportunidades enquanto tantos ao meu redor não podiam, assumi como meta trabalhar por uma mobilidade mais equitativa, especialmente para os mais vulneráveis. Como pesquisadora, acredito que o doutorado é o próximo passo para alcançar esse objetivo.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Quais resultados você espera alcançar?<br><em>Realizar um doutorado em engenharia de transportes na Universidade de Melbourne é um sonho realizado. Acredito que isso me permitirá desenvolver habilidades para me tornar uma pesquisadora e profissional melhor. Espero que minha pesquisa contribua ativamente para uma micromobilidade mais justa, especialmente para quem mais precisa: pessoas com condições de mobilidade limitadas. Quero que meu trabalho ofereça aos gestores públicos e urbanistas insights valiosos para construir cidades mais acessíveis, atentas às percepções e capacidades individuais. Idealmente, pretendo contribuir para melhorias práticas nas condições de micromobilidade, tanto na Austrália quanto no Brasil. E certamente darei o meu melhor para chegar lá.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:separator -->
<hr />
<!-- /wp:separator -->
<p><em>Com informações do Instituto de Equidade Social de Melbourne, do LAMOT e edição da Subdivisão de Comunicação do CT</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <br /><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <br /><em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em parceria com startup, UFSM desenvolve projeto que estimula micromobilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/14/em-parceria-com-startup-ufsm-desenvolve-projeto-que-estimula-micromobilidade</link>
				<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 11:12:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[FINEP]]></category>
		<category><![CDATA[micromobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67189</guid>
						<description><![CDATA[A iniciativa recebeu mais de R$8 milhões pelo edital de inovações radicais no setor elétrico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_67190" align="alignleft" width="488"]<img class="wp-image-67190 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-10-at-14.44.53-1.jpeg" alt="" width="488" height="366" /> Reunião realizada na sede da Energy2Go com a equipe da UFSM e Cibiogás[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Sustentabilidade e retorno social estão entre os objetivos de uma iniciativa da UFSM, aprovada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que busca criar as primeiras estações de troca de baterias de motos e bicicletas elétricas. No </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/2023/08/28/aproximadamente-r-51-milhoes-estao-disponiveis-no-edital-finep-inovacoes-radicais-setor-eletrico"><span style="font-weight: 400">edital</span></a><span style="font-weight: 400"> de inovações disruptivas no setor elétrico, o projeto recebeu um valor acima de R$8 milhões, sendo R$2 milhões, aproximadamente, destinados ao desenvolvimento da iniciativa na Universidade. O restante do valor é para uso das empresas parceiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Intitulado: “</span>Armazenamento virtual de energia para transações <em>peer to peer</em> baseada em rede de estações de recarga <em>battery swap</em> de micromobilidade<span style="font-weight: 400">”, o projeto é coordenado pela professora titular do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência da UFSM, Luciane Silva Neves, em colaboração com a startup </span><a href="https://www.energy2go.com.br/"><span style="font-weight: 400">Energy2Go</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www.itaipuparquetec.org.br/cibiogas/"><span style="font-weight: 400">Cibiogás</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto busca desenvolver estações inteligentes que realizem o “swap” (troca) de baterias de veículos de micromobilidade (motos e bicicletas elétricas). Além disso, por meio de um sistema de transação (transferência) de energia e monitoramento, as estações irão direcionar a energia extra armazenada para a rede elétrica. “Existem momentos do dia em que as pessoas não utilizam as estações e assim elas terão energia extra”, comenta a coordenadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cada instituição envolvida desenvolve uma parte do projeto. A UFSM irá elaborar os algoritmos gestores da energia, e o sistema operacional (softwares) de transação de energia entre as estações e a rede elétrica. Já a Cibiogás ficará responsável pela análise regulatória da energia armazenada e a Energy2Go, por fim, desenvolverá as estações.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Do projeto à prática</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dentre alguns objetivos específicos, a iniciativa prevê a criação de um aplicativo conectado com o sistema das estações para que as pessoas possam agendar a troca das baterias e verificar os locais onde o procedimento pode ser feito. Luciane conta que as estações “podem ser instaladas em locais de grande circulação, como universidades, praças e até mesmo em serviços que utilizam dos veículos de micromobilidade, como deliveries”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Espera-se que entre 12 e 14 estações testes sejam instaladas no Rio de Janeiro, e uma no campus sede da UFSM até 2025. Além disso, a Universidade irá receber duas motos e duas bicicletas, ambas elétricas, para demonstração do funcionamento da iniciativa. “No momento, estamos buscando parceiros que já produzem motos elétricas para integrar e colaborar no desenvolvimento técnico do projeto”, acrescenta Luciane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A coordenadora ainda destacou outros benefícios sócio-ambientais da proposta: “Facilita o deslocamento, incentiva a descarbonização nos setores de delivery, e gera mais oportunidades de emprego nesses serviços, além de ampliar a vida útil das baterias utilizadas em veículos de micromobilidade”, afirma.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Da inspiração à criação</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Luciane conta que a iniciativa buscou inspirações fora do Brasil: “Existem modelos de estações desenvolvidas, como as da </span><a href="https://www.gogoro.com/gogoro-network/"><span style="font-weight: 400">Gogogo Network</span></a><span style="font-weight: 400">, em Taiwan na China. Pretendemos criar uma estrutura semelhante à deles em nosso projeto”.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Sobre a Finep </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Fundada em 1967, a Finep é uma empresa pública brasileira que estimula a ciência, tecnologia e inovação em diversas instituições, incluindo universidades. A empresa é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), além de ter sede no Rio de Janeiro. O edital que contemplou o projeto de micromobilidade foi lançado em agosto de 2023 e visava iniciativas que atendiam as finalidades dentro das  seguintes linhas temáticas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Energia Eólica Offshore;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Energia solar;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para geração a partir de demais fontes limpas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Armazenamento de energia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Transmissão em ultra alta tensão;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Hidrogênio de fontes renováveis.</span></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Pedro Moro, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias}<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: arquivo pessoal de Luciane<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Mariana Henriques, Jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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