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				<title>Vozes e saberes negros estão em pauta no Copene Sul 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/15/vozes-e-saberes-negros-estao-em-pauta-no-copene-sul-2025</link>
				<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 21:33:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento sediado na UFSM destaca produções acadêmicas, culturais e políticas de pesquisadores(as) negros(as) do Sul do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_70993" align="alignright" width="615"]<img class=" wp-image-70993" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/7-COPENE-Foto-Daniel-Michelon-De-Carli-165-300x200.jpg" alt="Foto horizontal. Mostra um auditório com filas de cadeiras em forma de degraus, semelhante a um cinema. Ao centro, uma mulher de costas (de cabelo escuro, vestindo blusa e saia verdes) desce uma das escadas da plateia. No palco, tendo ao fundo a logo marca do Copene, cinco pessoas estão sentadas em poltronas em torno de uma mesa." width="615" height="410" /> A UFSM recebe pela primeira vez o Copene, cuja abertura ocorreu nesta quarta-feira (15) no Centro de Convenções[/caption]

O 7º Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Sul (Copene Sul) movimenta a UFSM desta quarta-feira (15) até o próximo sábado (18). O evento, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e Negras, acontece pela primeira vez na instituição e reúne cerca de 700 participantes do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Com o tema “Resistências ao sul do sul: tecendo as cosmopercepções para o bem-viver”, o congresso celebra a produção acadêmica negra e a valorização de múltiplos saberes.

Professor da Licenciatura em Dança da UFSM e integrante da comissão organizadora, Jesse Cruz destaca que trazer o Copene para Santa Maria representa muito mais do que sediar um congresso. “A UFSM tem uma história de luta, de existência e de resistência, então para nós é um prazer muito grande receber toda a comunidade do Sul do Brasil aqui no coração do Rio Grande. Trazer o evento para cá é demarcar um território”, conta.

Durante a manhã, a programação contou com apresentações culturais e a conferência de abertura, que reforçou o papel do evento como espaço de memória, reconhecimento e ocupação. “Pensar o sul do sul é pensar que, no extremo sul, estamos aqui, estamos pensando e estamos produzindo”, relata Jesse.

À tarde, as atividades seguiram com mesas-redondas, painéis, oficinas e exposições, que abordaram temas como saúde, território quilombola, educação e expressões artísticas. Entre os trabalhos apresentados, Rafaela Carvalho dos Santos, estudante da Licenciatura em Dança, trouxe seu projeto Flamenco Negro, que busca resgatar a presença e o protagonismo negro dentro da dança flamenca, expressão tradicional da Espanha que mistura canto, música e movimento corporal.

[caption id="attachment_70994" align="alignleft" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/7-COPENE-Foto-Daniel-Michelon-De-Carli-213.jpg"><img class=" wp-image-70994" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/7-COPENE-Foto-Daniel-Michelon-De-Carli-213-300x200.jpg" alt="Foto horizontal. Mostra em primeiro plano, à esquerda, um tambor de madeira de cerca de um metro de altura, enrolado em cordas. À direita e ao fundo, estão oito pessoas em pé (todas elas desfocadas). Uma mulher à frente do grupo fala ao microfone." width="575" height="383" /></a> Mesas-redondas, painéis, oficinas e exposições abordam temas como saúde, território quilombola, educação e expressões artísticas[/caption]

Ela começou a dançar aos 9 anos de idade e, desde 2025, desenvolve o projeto tanto na UFSM quanto na comunidade do Loteamento Cipriano da Rocha, em parceria com o projeto de extensão Mojubá – Danças Populares Brasileiras. “Em 2024, iniciei o Flamenco Negro em Santa Maria, visando não somente pessoas pretas, mas também pessoas periféricas que não têm acesso à dança flamenca, que hoje é muito elitizada”, comenta.

Para a estudante, o Copene é um espaço de valorização dos saberes das produções negras. “Aqui posso falar sobre a minha dança e o projeto que venho desenvolvendo. Espero que depois daqui ele cresça como uma iniciativa social e que possa ser levado para outras comunidades. E quem sabe eu transforme isso em um trabalho de conclusão de curso futuramente”, afirma.

O primeiro dia de evento se encerrou com a mesa-redonda “Mulheres negras e indígenas ao sul do sul”, seguida de intervenções culturais que reforçaram a riqueza das expressões artísticas e dos saberes presentes no congresso.

A programação completa e outras informações sobre o evento estão disponíveis no <a href="https://www.copenesul2025.abpn.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> do 7º Copene Sul</a>.

<i>Texto: Isadora Bortolotto, estudante de jornalismo e voluntária na Agência de Notícias </i>

<i>Fotos: Daniel De Carli</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe emenda parlamentar de R$ 200 mil para incentivo à produção científica de autoria negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/09/ufsm-recebe-emenda-parlamentar-de-r-200-mil-para-incentivo-a-producao-cientifica-de-autoria-negra</link>
				<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 15:39:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[copene sul]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade racial]]></category>
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						<description><![CDATA[Recurso também se destina à realização do Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (Copene Sul) em Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>

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[caption id="attachment_69436" align="alignleft" width="830"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-09-at-09.17.38-1.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de um grupo de pessoas em pé" width="830" height="467"> Integrantes do Neabi com a deputada Denise Pêssoa[/caption]
</p><p>A deputada federal Denise Pessôa (PT-RS) entregou simbolicamente, na última sexta-feira (6), ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da Universidade Federal de Santa Maria emenda de R$ 200 mil. O recurso se trata de um incentivo à produção científica de autoria negra e ao fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR) no Sul do Brasil.&nbsp;</p>
<p>O repasse da emenda foi feito pela deputada deputada Federal aos coordenadores do NEABI, a técnica Ângela Souza e o professor Anderson Machado, o coordenador de Cidadania e Desenvolvimento da UFSM, Victor Lopes, a Lazie Lopes, representante do Movimento Negro Unificado (MNU).</p>
<p>A iniciativa visa fomentar a produção acadêmica com recorte racial, ampliar a articulação entre universidades, poder público e sociedade civil, além de pesquisas públicas de enfrentamento ao racismo e de promoção à equidade racial. A iniciativa também busca fortalecer o <a href="https://www.copenesul2025.abpn.org.br/">Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (Copene Sul)</a>, que será realizado de 15 a 18 de outubro na UFSM. O Congresso terá como tema "Resistência do Sul ao Sul: Tecendo cosmopercepções para o bem viver".</p>
<p></p>
<p>
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				<title>Live "A voz e a palavra do Movimento Negro na Constituinte" ocorre nesta terça (27)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/26/live-a-voz-e-a-palavra-do-movimento-negro-na-constituinte-ocorre-nesta-terca-27</link>
				<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 12:54:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos e Pesquisas em Democracia e Constituição, liderado pela professora Nina Trícia Disconzi Rodrigues e vinculado ao curso e Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da UFSM, receberá a pesquisadora e professora Natália Neris dos Santos para uma live nesta terça-feira (27), às 18h, com o tema &#8220;A voz e a palavra [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/natialia-neris-3.jpg"><img class="alignright  wp-image-54260" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/natialia-neris-3.jpg" alt="" width="402" height="402" /></a>O Grupo de Estudos e Pesquisas em Democracia e Constituição, liderado pela professora Nina Trícia Disconzi Rodrigues e vinculado ao curso e Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da UFSM, receberá a pesquisadora e professora Natália Neris dos Santos para uma <em>live</em> nesta terça-feira (27), às 18h, com o tema "A voz e a palavra do Movimento Negro na Assembleia Nacional Constituinte de 1988". O evento ocorrerá através de transmissão ao vivo no canal do PPGD-UFSM no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCXmPFFcyBcTLjaHNM_c0knw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.</p>
<p>No Brasil, a desigualdade racial vem sendo denunciada pelo Movimento Negro através do séculos. Nesse ínterim, é imprescindível entender de que modo se deu a tematização do racismo e as questões raciais no momento que inaugura as possibilidades de interlocução entre a sociedade civil e as instituições formais do Estado: a Assembleia Nacional Constituinte (ANC) de 1987-1988.</p>
<p>Partindo de tal premissa, a pesquisadora Natália Neris desenvolveu, em 2015, uma dissertação fundamental na compreensão das demandas do movimento negro no contexto da ANC. Ainda, é possível compreender os argumentos mobilizadores para sustentar a necessidade e viabilidade da inserção dos pleitos do Movimento Negro no texto constitucional, e por fim, quais destas demandas foram incluídas na CRFB/88.</p>
<p>Natália é doutoranda em Direitos Humanos na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FD-USP), mestra em Direito pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. Atua em projetos de pesquisa no Grupo de Estudos e Pesquisas das Políticas Públicas para a Inclusão Social da Universidade de São Paulo e Núcleo de Direito e Democracia do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (NDD/Cebrap). Foi professora no curso de graduação em Serviço Social na Faculdade Paulista de Serviço Social de São Paulo (FAPSS-SP) entre 2015 e 2016. Atualmente é pesquisadora no InternetLab – Pesquisa em Direito e Tecnologia onde coordena a linha Desigualdades e Identidades.</p>
<p>Mais informações no <a href="https://gpdecon.wordpress.com/2020/10/17/live-a-voz-e-a-palavra-do-movimento-negro-da-constituicao-de-1988/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.<br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Observatório de Direitos Humanos da UFSM promove lives sobre o Movimento Negro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/08/05/observatorio-de-direitos-humanos-da-ufsm-promove-lives-sobre-o-movimento-negro</link>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 11:16:20 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Visando à geração de debates e à promoção de discussões sobre questões do Movimento Negro, o Observatório de Direitos Humanos (ODH) da UFSM, junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), realiza, nesta quinta-feira (6), às 19h, uma live chamada “Clubes Sociais Negros no Rio Grande do Sul”. Os clubes representam um importante espaço de preservação da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Visando à geração de debates e à promoção de discussões sobre questões do Movimento Negro, o Observatório de Direitos Humanos (ODH) da UFSM, junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), realiza, nesta quinta-feira (6), às 19h, uma <em>live</em> chamada “Clubes Sociais Negros no Rio Grande do Sul”. Os clubes representam um importante espaço de preservação da memória afrodescendente no estado.</p>
<p>Para falar sobre o tema, estarão presentes a professora Giane Vargas (curso de História da Unipampa), Cátia Cilene Morais (Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Caçapava do Sul) e Ubirajara Carvalho Rodrigues (Sociedade Beneficente Cultural Floresta Aurora). </p>
<p>Já na próxima terça-feira (11), às 19h, o ODH promoverá a <em>live</em> <span style="font-size: inherit">"Caminhos da Igualdade Racial nas Universidades”, com a participação da professora Maria Rita Py Dutra (do Movimento Negro de Santa Maria), Ana Mello Aguiar (servidora aposentada da UFSM) e a professora Sandra de Deus (pró-reitora de Extensão da UFRGS). </span><span style="font-size: inherit">Na ocasião, ocorrerá, também, o lançamento de um edital de seleção de bolsista para auxiliar na elaboração da política de igualdade racial na UFSM.</span></p>
<p>As <em>lives</em>, que serão mediadas pelo coordenador do ODH, Victor de Carli Lopes, poderão ser acompanhadas na página da PRE no <a href="https://www.facebook.com/observatorioufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>.</p>
<p><em>Fonte: Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dossiê Direitos Humanos - Revista Arco</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/12/dossie-direitos-humanos-revista-arco</link>
				<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 19:16:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Em dezembro de 2018, a Declaração Universal dos Direitos Humanos celebra 70 anos. A partir disso, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM promoveu o I Fórum de Direitos Humanos entre os dias 5 e 7 deste mês, com palestras sobre infância e adolescência, gênero, movimento negro, LGBTQI+ e imigrações. Durante os dias do evento, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Em dezembro de 2018, a Declaração Universal dos Direitos Humanos celebra 70 anos. A partir disso, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM promoveu o <a href="https://www.ufsm.br/2018/11/27/pro-reitoria-de-extensao-realizara-primeiro-forum-de-direitos-humanos/">I Fórum de Direitos Humanos</a> entre os dias 5 e 7 deste mês, com palestras sobre infância e adolescência, gênero, movimento negro, LGBTQI+ e imigrações. Durante os dias do evento, a revista Arco publicou um Dossiê com três reportagens abordando a temática por diferentes ângulos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>A <a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=4993">primeira matéria</a> abordou o assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, a partir de dados de pesquisa realizada por grupo paulista - integrado por Lara Thomazini, uma das palestrantes do Fórum. Na sequência, apresentamos a reportagem <a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5014">Humanidade em foco</a>, destacando a exposição sobre Direitos Humanos organizada pela PRE no hall da Reitoria. Na <a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5032">terceira matéria</a>, Erasto Fortes Mendonça, professor aposentado da UNB, falou das oscilações conservadoras e progressistas do país na atualidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza Fórum nos 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/03/ufsm-realiza-forum-nos-70-anos-da-declaracao-dos-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 12:45:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[A primeira edição do Fórum de Direitos Humanos da UFSM ocorre no ano em que se comemoram os 70 anos da assinatura da Declaração Universal de DH. A programação será realizada no Salão Imembuí, no Prédio da Reitoria, durante os dias 5, 6 e 7 de dezembro. Os interessados em participar podem ser inscrever por formulário [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A primeira edição do Fórum de Direitos Humanos da UFSM ocorre no ano em que se comemoram os 70 anos da assinatura da Declaração Universal de DH. A programação será realizada no Salão Imembuí, <br />no Prédio da Reitoria, durante os dias 5, 6 e 7 de dezembro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os interessados em participar podem ser inscrever por <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd7yUp60sJngv3sca0q9LGY6fn2B3PGNJZl6Ix1xaI3e5KPsg/viewform">formulário online</a>.</p>
<p>Mais informações pelo telefone: (55) 3220 8219 ou pelo e-mail <a href="mailto:extensao@ufsm.br">extensao@ufsm.br</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Programação </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Quarta (5)</strong><br /><strong>9h –</strong> Exposição Fotográfica no hall da reitoria<br /><strong>9h30 –</strong> Abertura<br /><strong>10h –</strong> Palestra “Educação em Direitos Humanos à luz dos 70 anos da Declaração Universal dos DH”, com professor Erasto Fortes Mendonça (UnB)<br /><strong>13h30 –</strong> Roda de conversa: “Infância e Adolescência”com representantes do convênio entre MP-RS/FASE/UFSM.<br /><strong>16h30 –</strong> Roda de conversa: “Infância e Adolescência” com representantes de projetos da UFSM na área.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Quinta (6)</strong><br /><strong>9h –</strong> Exposição Fotográfica no hall da reitoria<br /><strong>9h –</strong> Palestra “Hostilidade, silêncio e omissão: o retrato do assédio no mercado de comunicação de São Paulo”, com Lara Thomazini (UFBA)<br /><strong>10h45 –</strong> Roda de conversa: “Política de Igualdade de Gênero na UFSM” com a Comissão responsável pela elaboração<br /><strong>14h –</strong> Roda de conversa: “Ser mulher: significados e representações” com Milena Freire e Hellen Byanchini<br /><strong>15h45 –</strong> Roda de conversa: “LGBTQI+”</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sexta (7)</strong><br /><strong>9h –</strong> Exposição Fotográfica no hall da reitoria<br /><strong>9h –</strong> Roda de conversa: “Ações Afirmativas, Movimento Negro e Indígenas”<br /><strong>10h30 –</strong> Roda de conversa: “Imigrações”<br /><strong>14h –</strong> Plenária Final: relatos e demandas levantadas nas rodas de conversa e encaminhamentos</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento que integra a programação do mês da Consciência Negra é promovido pelo GT CHEGA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2018/11/14/evento-que-integra-a-programacao-do-mes-da-consciencia-negra-e-promovido-pelo-gt-chega</link>
				<pubDate>Wed, 14 Nov 2018 22:28:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[GT CHEGA]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=754</guid>
						<description><![CDATA[Entre os dias 19 e 21 de novembro, o Grupo de Trabalho CHEGA do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) promove o evento “Intelectuais Negras e Negros nas Ciências Naturais e Exatas: abordando uma ciência contra-hegemônica”. Em celebração ao mês da Consciência Negra, o evento faz parte da programação institucional do Novembro Negro organizada [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400">Entre os dias 19 e 21 de novembro, o Grupo de Trabalho CHEGA do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) promove o evento “</span><i><span style="font-weight: 400">Intelectuais Negras e Negros nas Ciências Naturais e Exatas: abordando uma ciência contra-hegemônica”. </span></i><span style="font-weight: 400">Em celebração ao mês da Consciência Negra, o evento faz parte da programação institucional do Novembro Negro organizada pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB) e tem como objetivo difundir os estudos étnico-raciais da UFSM e demais instituições de ensino, bem como fazer com que exista uma unidade nas representações negras aqui existentes. </span>

<span style="font-weight: 400">De acordo com representantes do GT CHEGA, as ações deste evento </span><i><span style="font-weight: 400">“justificam-se pela urgência dos debates étnico-raciais que emergem de uma  sociedade de passado escravocrata, como é a brasileira, e reverberam nas instituições de ensino”</span></i><span style="font-weight: 400">. </span>

[caption id="attachment_755" align="alignleft" width="382"]<img class="wp-image-755 " src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/11/GT-Chega-1024x550.jpg" alt="" width="382" height="205" /> Atividade de acolhimento do GT CHEGA. Foto: Núcleo de Divulgação Institucional/CCNE.[/caption]

<span style="font-weight: 400">A fisioterapeuta Sandra Aires, palestrante convidada do evento, reforça a influência dos mais de 300 anos de escravidão que vigoraram no país sobre a sociedade atual e fala que </span><i><span style="font-weight: 400">“nunca devemos esquecer as comemorações de 20 de novembro, que marca a morte de Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra no Brasil”</span></i><span style="font-weight: 400">. Além disso, as ações deste evento buscam corresponder ao Desafio 3 - Inclusão Social do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFSM, já que se trata de uma oportunidade para a construção de uma formação acadêmica que abarque os aspectos de inclusão e diversidade.</span>

<span style="font-weight: 400">Com o propósito de aproximar os diálogos, pesquisas e ser um espaço de compartilhamento teórico entre pesquisadores das mais diversas áreas de estudo, o evento contará com a participação de palestrantes de instituições como Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e Universidade Franciscana (UFN), além dos palestrantes vinculados à UFSM ou à cidade de Santa Maria/RS. </span>

<span style="font-weight: 400">O GT CHEGA salienta que “</span><i><span style="font-weight: 400">todos os palestrantes foram convidados a partir de seu protagonismo, não apenas na comunidade acadêmica, como também nas comunidades em que estão inseridos”</span></i><span style="font-weight: 400">. Neste sentido, esse evento cumpre um importante papel na contribuição para a sociedade e ciência, pois além de dar visibilidade para pesquisas e ações étnico-raciais, desenvolvidas dentro e fora da UFSM, valoriza a negritude e quebra o paradigma de uma ciência hegemônica. Para Victor de Carli Lopes, mestrando da UFSM e também convidado do evento, essa atividade </span><i><span style="font-weight: 400">“</span></i><i><span style="font-weight: 400">fornece importantes ferramentas para seguirmos combatendo de forma cada vez mais capaz aos racismos epistêmicos que permeiam a nossa academia."</span></i>

&nbsp;

<i><span style="font-weight: 400">Texto por: J. Antônio de S. Buere Filho, acadêmico de Comunicação Social – Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i>

<i><span style="font-weight: 400">Edição: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Mês da Consciência Negra na UFSM: tempo de repensar, discutir e combater o racismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/06/mes-da-consciencia-negra-na-ufsm-tempo-de-repensar-discutir-e-combater-o-racismo</link>
				<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 15:39:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[maria rita py dutra]]></category>
		<category><![CDATA[mês da consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Neab]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45458</guid>
						<description><![CDATA[Nesta segunda feira (5) teve início a programação oficial do Mês da Consciência Negra na UFSM. O Centro de Convenções da Universidade recebeu a abertura da programação, que homenageou a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra, a professora e escritora Maria Rita Py Dutra. Também houve leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_45461" align="alignright" width="350"]<img class="wp-image-45461" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7444.jpg" alt="Mulher cantando e atrás, no telão, uma frase sobre privilégio" width="350" height="233" /> Abertura do Mês da Consciência Negra teve música, homenagem, debate e manifestações de repúdio ao racismo[/caption]
<p>Nesta segunda feira (5) teve início a programação oficial do Mês da Consciência Negra na UFSM. O Centro de Convenções da Universidade recebeu a abertura da programação, que homenageou a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra, a professora e escritora Maria Rita Py Dutra. Também houve leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município. As atividades seguem até o final do mês e são organizadas pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a partir do Observatório de Direitos Humanos, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB).</p>
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<p>A cerimônia de abertura foi marcada pela discussão sobre os casos de racismo em ambientes da UFSM e contou com a participação do reitor Paulo Afonso Burmann, do coordenador do NEAB, Victor de Carli, da patronesse, Maria Rita Py Dutra, e de acadêmicos negros e negras da Universidade. Os convidados discutiram os casos de racismo em diferentes ambientes da UFSM e chamaram a atenção para a necessidade de organização e integração do movimento negro contra os retrocessos e a possibilidade de perda dos direitos conquistados.</p>
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<p>Nesse sentido, logo no início da atividade, ocorreu a leitura da Carta de Repúdio, redigida por estudantes negros e negras da Instituição. O texto alerta para o preconceito e exige respostas e tomadas de atitude por parte da Reitoria em relação às manifestações e à violência moral contra a comunidade acadêmica negra. Após a leitura da carta, o coordenador do NEAB destacou, em sua fala, os dez anos das <a href="https://www.ufsm.br/2018/11/05/dez-anos-de-acoes-afirmativas-na-ufsm/">Políticas de Ações Afirmativas</a> desenvolvidas pela Instituição e chamou atenção para a importância do sistema de cotas no ingresso acadêmico. Victor ressaltou o papel decisivo das reivindicações do movimento negro para a conquista da reserva de vagas nas universidades, além de discutir sobre a necessidade de, cada vez mais, enegrecer os ambientes de ensino, como a UFSM.</p>
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<p>O reitor comentou a necessidade de refletir e discutir as importantes conquistas do movimento negro e discorreu sobre a importância das Ações Afirmativas, bem como das resoluções e portarias que garantem a reserva de vagas para a comunidade negra. Burmann ressaltou, entretanto, que essas ações não são suficientes para compensar as desigualdades históricas construídas socialmente. Em resposta a Carta de Repúdio, o professor destacou a atuação da Instituição em atividades que colaboram com as pautas propostas pelo movimento e mencionou a importância de não se calar diante das manifestações racistas. O reitor atentou ainda para o papel das lideranças históricas e marcantes do movimento negro, como a patronesse Maria Rita, que, a partir de atos, palavras e militância, incentiva os jovens negros e negras a buscarem seu espaço no Ensino Superior.</p>
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<p>Após o pronunciamento do reitor, acadêmicos e servidores negros e negras fizeram manifestação acerca da importância das cotas e do ingresso da comunidade negra no ensino superior e alertaram sobre a resistência.</p>
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<p><strong>Reconhecimento à militância</strong></p>
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[caption id="attachment_45459" align="alignright" width="350"]<img class="wp-image-45459" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7408.jpg" alt="À direita, mulher no púlpito. Ao fundo, imagem projetada com a peça de divulgação do Mês da Consciência Negra" width="350" height="233" /> Professora e escritora Maria Rita é a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra da UFSM[/caption]
<p>A abertura do Mês da Consciência Negra seguiu com a homenagem à professora Maria Rita Py Dutra, escolhida pelos organizadores e coletivos que construíram a programação das atividades, como a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra. Para a homenageada, uma programação como essa é importante para demarcar o respeito, a consideração e o reconhecimento por parte da Universidade em relação à comunidade negra que a integra.</p>
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<p>Em relação ao título de patronesse, Maria Rita reconhece a importância, mas destaca que a homenagem não se limita só a ela, mas sim, a todos os jovens negros e negras que lutam por seus direitos. “Eu compartilho e transfiro para eles esse título. Reconheço que estou aqui dentro, sou uma intelectual e fiz doutorado. Mas eu venho da base, do movimento social e movimento negro. Em virtude disso, a minha fala e meu posicionamento aqui dentro, não está distante do movimento. Nós estamos sempre dialogando”, comenta.</p>
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<p>A professora destacou a importância da organização do movimento negro e a necessidade de repensar os atos desenvolvidos pelos coletivos. Segundo a patronesse, é preciso estar atento, resistir e persistir na luta pela conquista de direitos. Além disso, falou sobre a necessidade de inserir a comunidade negra em todas as esferas da sociedade e chamou a atenção para cursos com mais professores negros e negras e, assim, para a possibilidade de um novo olhar sobre o mundo e mais democracia no ensino.  Para Maria Rita, o racismo se combate com leis e visibilidade.</p>
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<p><strong>Programação no Calendário do Município e apresentação de Deborah Rosa</strong></p>
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[caption id="attachment_45462" align="alignright" width="350"]<img class="wp-image-45462" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7458.jpg" alt="" width="350" height="233" /> Cantora Deborah Rosa interpretou músicas brasileiras[/caption]
<p>Ao final da cerimônia, o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom, assinou, na presença da mesa, o documento que institui o Mês da Consciência Negra, no Calendário Oficial do Município.</p>
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<p>Na sequência, teve início a apresentação musical da cantora Deborah Rosa e Banda, cujo repertório trouxe canções de intérpretes brasileiros. Para completar a performance, o telão exibiu fotos de estudantes, servidores e personalidades negras.</p>
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<p>A programação do Mês da Consciência negra se estende até o final de novembro. As atividades podem ser conferidas da <a href="https://www.facebook.com/NEAB.SantaMaria/">página do NEAB no Facebook</a>.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto e fotos: Bárbara Marmor,acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
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<p><em>Edição: Maurício Dias </em></p>
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				<title>Mês da Consciência Negra é promovido na UFSM, que terá como patronesse Maria Rita Py Dutra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2018/10/31/mes-da-consciencia-negra-e-promovido-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 15:26:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=722</guid>
						<description><![CDATA[A data de 20 de novembro é marcada no calendário nacional como o dia da Consciência Negra. Este dia, que tem o objetivo de reforçar a memória de Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes negros brasileiros que lutou para a liberdade do seu povo, será pauta das atividades acadêmicas da Universidade Federal de Santa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_723" align="alignright" width="359"]<img class="wp-image-723" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/10/UFSM.2017.020.007.RA-2-1024x535.jpg" alt="" width="359" height="187" /> Maria Rita Py Dutra, patronesse homenageada. Foto: Revista Arco.[/caption]

<span style="font-weight: 400">A data de 20 de novembro é marcada no calendário nacional como o dia da Consciência Negra. Este dia, que tem o objetivo de reforçar a memória de Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes negros brasileiros que lutou para a liberdade do seu povo, será pauta das atividades acadêmicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em novembro. Através do diálogo e organização entre o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB), a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e demais entidades negras da instituição, é promovido o Mês da Consciência Negra na UFSM. </span>

<span style="font-weight: 400">O Mês da Consciência Negra também será o momento para celebrar os 10 anos de implementação das cotas raciais na instituição. Por esta razão, a Patronesse desta celebração será a Profª. Drª </span><span style="font-weight: 400">Maria Rita Py Dutra. </span>

<span style="font-weight: 400">Escritora, poeta e membro da Casa do Poeta de Santa Maria/RS, Maria Rita é uma importante figura do movimento negro da cidade, pois foi uma das primeiras negras a ingressar na UFSM. “Em 1969 eu entrei na UFSM e naquela época tínhamos 3 estudantes negros aqui que eu conheci, então era uma universidade totalmente europeia”. Hoje, Maria Rita relata que as cotas são de extrema importância para tornar o ensino superior de acesso para todos os negros, estudantes de escola pública, pessoas com deficiência e indígenas. </span>

[caption id="attachment_724" align="alignleft" width="398"]<img class="wp-image-724 " src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/10/foto-3-1-1024x576.jpg" alt="" width="398" height="224" /> Integrantes do Movimento Negro e membros da comissão organizadora do Mês da Consciência Negra com a homenageada.[/caption]

<span style="font-weight: 400">O Mês da Consciência Negra terá abertura no evento “Abertura do Mês da Consciência Negra”, que será realizado no dia 05/11, às 20h, no Centro de Convenções da UFSM. Com entrada franca, o evento prestará homenagem à Patronesse e também contará com apresentação da cantora Deborah Rosa, cujo show conta com repertório de músicas populares brasileiras e músicas negras.</span>

<span style="font-weight: 400">As comemorações deste mês se estenderão por toda a instituição. O GT CHEGA do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) organiza o evento “</span><span style="font-weight: 400">Intelectuais Negras e Negros nas Ciências Naturais e Exatas”, a  ser realizado entre os dias 19 e 21 de novembro. Com o intuito de </span><span style="font-weight: 400">difundir os estudos étnico-raciais da universidade e demais instituições de ensino, o evento também pretende criar uma unidade nas representações negras existentes no centro, a partir da vivência e compartilhamento teórico, cultural e de ações representativas do cotidiano.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Serviço:</span>

<span style="font-weight: 400">Evento: Abertura do Mês da Consciência Negra</span>

<span style="font-weight: 400">Data: 05/11, às 20h.</span>

<span style="font-weight: 400">Local: Centro de Convenções (UFSM).</span>

<span style="font-weight: 400">Entrada franca.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Evento: </span><span style="font-weight: 400">Intelectuais Negras e Negros nas Ciências Naturais e Exatas</span>

<span style="font-weight: 400">Data: 19, 20 e 21/11, às 14h.</span>

<span style="font-weight: 400">Local: Auditório Sérgio Pires (anexo ao prédio 17)</span>

<span style="font-weight: 400">Entrada franca.</span>

&nbsp;

<i>Texto por: J. Antônio de Souza Buere, acadêmico de Comunicação Social – Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i>

<i>Edição: Wellington Gonçalves, </i><i>relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança a edição 2018 do Mês da Consciência Negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/10/15/ufsm-lanca-a-edicao-2018-do-mes-da-consciencia-negra</link>
				<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 21:35:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45083</guid>
						<description><![CDATA[Data da morte de Zumbi dos Palmares, o Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro. Antecipando-se à celebração, a UFSM – através do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) e em conjunto com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e os movimentos negros organizados dentro da instituição – lançou na manhã desta segunda-feira [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_45084" align="alignright" width="334"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/foto-2.jpg"><img class="wp-image-45084 " src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/foto-2.jpg" alt="" width="334" height="487" /></a> Representando a UFSM, o vice-reitor Luciano Schuch homenageia Maria Rita Py Dutra[/caption]

Data da morte de Zumbi dos Palmares, o Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro. Antecipando-se à celebração, a UFSM – através do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) e em conjunto com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e os movimentos negros organizados dentro da instituição – lançou na manhã desta segunda-feira (15) a edição 2018 do Mês da Consciência Negra. No ano em que a política de ações afirmativas/cotas raciais completa uma década na universidade, a patronesse da programação de atividades alusivas ao tema é a professora Maria Rita Py Dutra. Hoje ela compareceu ao lançamento, no hall da Reitoria, para receber a homenagem. Na ocasião, entre outras personalidades, estiveram presentes o vice-reitor Luciano Schuch e o pró-reitor de Extensão, Flavi Ferreira Lisboa Filho.

Maria Rita é formada em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Cursou pós-graduação em Supervisão Educacional na Faculdade Porto-Alegrense (Fapa), além de Especialização em História do Rio Grande do Sul. Pela UFSM, é mestre em Ciências Sociais e doutora em Educação. Também faz parte da Casa do Poeta de Santa Maria.

A programação do Mês da Consciência Negra está sendo construída em conjunto pelo Neab, PRE, Gabinete do Reitor, Coletivo Afronta, Dandaras, GT Negros/Núcleo de Estudos Contemporâneos (Necon), Associação dos Servidores (Assufsm), Irmandade Negra, Ará Dudu, Povo de Clio, Sindicatos dos Técnicos de Nível Superior (Atens), Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed), Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism) e Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).]]></content:encoded>
													</item>
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