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						<item>
				<title>Curso de Agronomia da UFSM/FW prepara profissionais para enfrentar desafios climáticos no campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/14/curso-de-agronomia-da-ufsm-fw-prepara-profissionais-para-enfrentar-desafios-climaticos-no-campo</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:59:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Diante da possibilidade de um novo El Niño, práticas sustentáveis desenvolvidas pela Universidade contribuem para a adaptação da agricultura frente à crise climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A ocorrência de um novo El Niño nos próximos meses reacende discussões sobre os impactos da emergência climática na agricultura brasileira, especialmente nas regiões Sul do país. Nesse contexto, o <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/agronomia" target="_blank" rel="noopener">curso de Agronomia</a> do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) desenvolve ações de ensino, pesquisa e orientação voltadas à adaptação das culturas agrícolas, à conservação dos recursos naturais e ao fortalecimento de práticas sustentáveis no campo.</p><p>Segundo dados da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), a probabilidade de ocorrência do fenômeno aumenta ao longo de 2026. Em abril, o Oceano Pacífico já apresentou sinais concretos do El Niño.</p><h2>O que é o El Niño?</h2><p>O fenômeno climático é caracterizado pelo aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico. Para que ele seja oficialmente identificado, é preciso que a temperatura da superfície do mar permaneça acima da média por várias semanas, provocando alterações na circulação atmosférica. No Brasil, os efeitos variam conforme a região, enquanto o Sul costuma registrar aumento no volume de chuvas, outras regiões podem enfrentar períodos de estiagem. No Rio Grande do Sul, os impactos estão frequentemente associados ao excesso de umidade e dificuldades na produção agrícola.</p><p>A professora do curso de Agronomia da UFSM/FW, Gizelli Moiano de Paula, explica que compreender esses fenômenos climáticos faz parte da formação dos estudantes e também da atuação da universidade junto à comunidade regional. “Preparamos os estudantes sobre esses conceitos, sobre o que o El Niño nos traz e os impactos que ele provoca no Rio Grande do Sul. Também orientamos sobre a importância de buscar previsões e prognósticos em fontes confiáveis”, afirma.</p><h2>Impactos na agricultura</h2><p>A agricultura está entre os setores mais afetados pelos eventos climáticos extremos. O excesso de chuvas pode comprometer o desenvolvimento das culturas, dificultar o plantio e favorecer o surgimento de doenças nas plantas devido à alta umidade. Além disso, áreas sem manejo adequado podem sofrer processos de erosão e degradação do solo, causando prejuízos ambientais e econômicos.</p><p>Conforme a docente, situações semelhantes já foram observadas no estado. “Quando o El Niño vem com bastante intensidade, ele promove degradação do solo, especialmente em áreas sem cobertura adequada. Foi o que aconteceu em grande parte do Rio Grande do Sul entre 2023 e 2024, quando a água levou parte importante da camada superficial do solo”, destaca. Os impactos também atingem outras áreas da produção agropecuária, como a pecuária leiteira e a produção de carne, além de culturas hortícolas e frutíferas, que podem apresentar redução na produtividade.</p>[caption id="attachment_14209" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/prejuizo-plantacoes-foto-emater-rs-prefeitura-erechim-2.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Foto: Emater/RS - Prefeitura de Erechim[/caption]<h2>Manejo e práticas sustentáveis</h2><p>Diante desse cenário, práticas de manejo e conservação do solo tornam-se fundamentais para minimizar os impactos causados pelas mudanças climáticas. Entre as estratégias recomendadas estão a rotação de culturas, o acompanhamento do zoneamento agrícola, o cuidado com a época de semeadura e a manutenção da cobertura do solo.</p><p>De acordo com Gizelli, a adoção dessas práticas contribui não apenas para preservar a produtividade, mas também para fortalecer a sustentabilidade no campo. “Quando o solo fica descoberto, há perda de nutrientes, de umidade e de partículas importantes. Por isso, práticas de manejo e conservação são essenciais ", explica. A professora ainda destaca o sistema de plantio direto como uma alternativa importante para reduzir impactos ambientais. A prática auxilia na conservação do solo e contribui para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa.</p><h2>Emergência climática e adaptação</h2><p>Para a docente, os fenômenos climáticos extremos, provocados pela ação humana no meio ambiente, estão diretamente relacionados ao atual contexto de emergência climática, que é marcado pelo aumento das temperaturas globais. A professora ressalta que “hoje nós já estamos em um processo de alerta, que é o que chamamos de emergência climática. Precisamos mudar algumas práticas, inclusive na agricultura, porque esses fenômenos tendem a ocorrer com mais frequência e intensidade”.</p><p>Nesse contexto, a universidade desempenha papel importante na produção de conhecimento e no desenvolvimento de soluções voltadas à adaptação climática. Além de formação profissional, o curso de Agronomia da UFSM/FW desenvolve pesquisas e ações que incentivam o uso sustentável dos recursos naturais e o fortalecimento da agricultura regional.</p><p>“O curso de Agronomia da UFSM/FW preza por um futuro sustentável no campo. As diferentes disciplinas e pesquisas são desenvolvidas pensando em produzir com sustentabilidade e em fortalecer práticas que contribuam para o clima e para o planeta”, conclui a professora.</p><p><em>Texto: Sabrina Santana Lins, Bosista da Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</em></p><p><em>Revisão: Cristina Guerini, Produtora Cultural</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Totens interativos e exposição fotográfica são estratégias para a conscientização sobre a crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/19/totens-interativos-e-exposicao-fotografica-sao-estrategias-para-a-conscientizacao-sobre-a-crise-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 17:26:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
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		<category><![CDATA[enchentes RS 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[totens interativos]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto Memorar Quarta Colônia, da UFSM, objetiva sensibilização e resiliência climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No início de novembro, a Jornada Acadêmica Integrada Mirim (<a href="https://www.ufsm.br/2025/11/05/4a-edicao-da-jai-mirim-abre-as-portas-da-ufsm-aos-pequenos-cientistas"><b><u>JAI Mirim</u></b></a>) recebeu pequenos cientistas do ensino infantil e fundamental no Museu do Conhecimento da UFSM. Dentre os projetos presentes no evento, um dos destaques foi o Memorar - Memorial das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia. Foi a estreia de t<a href="https://www.instagram.com/p/DQpa0Jskano/?img_index=1"><u><b>otens digitais interativos</b></u></a>, adquiridos com recursos do Pró-Equipamentos, projeto parceiro financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes). Por meio dos totens, as crianças puderam visualizar e interagir com histórias em quadrinhos, quizzes, imagens das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e mapas que mostram o movimento das águas no estado.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.08-3-e1766165301863-1024x906.jpeg" alt="" />											<figcaption>Criança interage com totem durante JAI Mirim, na UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>O professor Adriano Figueiró é do Departamento de Geografia da UFSM e coordena o projeto Memorar. Segundo ele, mais de 300 pessoas, entre crianças e professores, passaram e interagiram com os totens. “Todo mundo ficou bastante impactado e surpreso com o conteúdo que observaram. Eu acho que isso cumpriu um primeiro objetivo [do projeto], que é justamente a sensibilização”, afirma Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Os totens funcionam como ferramentas de divulgação científica e difusão do conhecimento sobre mudanças e resiliência climática, pois permitem compreender, visualizar e interagir com explicações sobre causas e efeitos dos eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes. “A partir da mudança climática, nós transformamos o extraordinário em ordinário”, declara Adriano. Para o professor, esse entendimento é importante para sensibilizar e conscientizar diferentes gerações. Crianças, adolescentes e jovens, que no momento são os públicos-alvo do projeto, têm mais facilidade de compreender a seriedade do fenômeno por terem nascido imersos nesta complexidade. Consequentemente, tem mais possibilidade de incorporar práticas sustentáveis no seu dia a dia.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, por não ter presente a vivência da memória de eventos climáticos extremos que já aconteciam no século passado, a noção de urgência e de planejamento de ações a longo prazo encontra mais dificuldades. Já para os adultos, essa mesma característica dificulta a compreensão da mudança climática, uma vez que enchentes, estiagens, chuvas de granizo e vendavais já causavam destruição em décadas passadas. “Mas a partir do momento em que eles começam a compreender que a mudança climática é, na verdade, a intensificação dos fenômenos extraordinários que sempre aconteceram, eu diria que eles são parceiros mais fáceis de serem incorporados, porque têm uma noção  de mundo que os jovens não têm”, explica Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Foram adquiridos dez totens que atualmente estão no Museu do Conhecimento da UFSM. No entanto, de acordo com Adriano, futuramente alguns deles podem ser instalados no Memorial da Resiliência Climática, objetivo principal do projeto e que está em fase de planejamento.</p>		
			<h3>Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho</h3>		
		<p>A fim de ampliar a visibilidade do projeto, o Memorar QC inaugurou na semana passada a mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’ no hall do Centro de Ciências Naturais e Exatas. “O nosso objetivo é tentar partir de diferentes instrumentos para sensibilizar diferentes grupos da comunidade”, diz Adriano. São 20 fotos das enchentes de 2024 selecionadas a partir de materiais midiáticos, que também são dados coletados pelo projeto. Estas fotografias representam a tragédia. Por outro lado, Adriano afirma que a ideia da mostra surgiu para fazer uma espécie de contrapeso, já que a atuação no projeto exige reviver a catástrofe e rememorar a tragédia. Por isso, criaram um concurso fotográfico para selecionar fotos de paisagens da Quarta Colônia, que significam o Sonho. “[Serve] para que as pessoas possam perceber o potencial dessas paisagens para construir a vida”, declara.</p>		
							“A paisagem da Quarta Colônia é excepcionalmente linda. Mas quando você confronta essas duas realidades, ou seja, uma paisagem linda e uma paisagem submetida a uma catástrofe, nós percebemos que a passagem de uma paisagem linda para uma de perigo, morte e destruição, é uma passagem muito rápida, que pode se dar num tempo muito curto. Por isso temos que criar estratégias para tentar evitar que o impacto seja tão grande como foi em 2024”. - Adriano Figueiró, coordenador do projeto.
		<p>Para Adriano, este comparativo demonstra que, para além da tragédia, aquela paisagem tem capacidade de resiliência e recuperação. A mostra fotográfica é itinerante e será levada para diferentes espaços da UFSM, de escolas e da Quarta Colônia em 2026.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1024x682.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica reúne imagens das paisagens da Quarta Colônia antes e depois das enchentes de 2024.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Memória como ferramenta para o futuro</h3>		
		<p>O nome do projeto já informa um de seus objetivos: transformar a enchente em memória. Adriano explica que, apesar de ser um processo doloroso, rememorar as paisagens e consequências das enchentes de 2024 é necessário. “Costumamos dizer que a memória é a única coisa que efetivamente consegue ligar o passado ao presente, para construir o futuro”, declara. Por isso ela se torna ferramenta de conscientização: permite compreender a noção da passagem do tempo. “[Ela] nos permite ter a noção de onde as coisas vieram, de como chegaram até aqui, do que aconteceu lá atrás, porque esse processo se repete no tempo. E se não temos a memória, não temos a compreensão de repetição”, conta Adriano. Isso é importante para compreender, inclusive, a intensificação de fenômenos climáticos extremos. </p>		
							<b>“Esse é o princípio para nós. Vivemos um momento, na sociedade planetária, submetido a um modo de produção capitalista, em que a memória tende a ser sistematicamente apagada porque quando temos um indivíduo sem memória, ele é mais vulnerável para o processo do consumo, da construção de imaginários que não são reais”, finaliza Adriano.</b>
		<p>Um dos instrumentos para a preservação da memória das enchentes será o Memorial da Resiliência Climática, cuja previsão de instalação é para o próximo ano.</p><p><i><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista</i></p>
<p><i><b>Fotografias</b>: Memorar Quarta Colônia</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro online internacional discute comunicação organizacional e crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/09/poscom-clima</link>
				<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 18:05:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Trabalho do Poscom será apresentado em atividade organizada por rede latino-americana de pesquisadores de comunicação ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Grupo de Pesquisa Comunicação Institucional e Organizacional do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participará de forma remota do "IV Encuentro Comunicación, Cambio Climático Y Agenda 2030: escuchar a la naturaleza, conversar sobre sostenibilidad". O evento será promovido pela Rede Latino-americana de Pesquisa em Comunicação Organizacional nesta quarta (9) e nesta quinta (10). </p>
<p>O trabalho selecionado é "Comunicação Organizacional, Comunitária e Desenvolvimento Sustentável: desafios e iniciativas após as enchentes no Rio Grande do Sul, Brasil". Elaborado pela professora Maria Ivete Trevisan Fossá, vice-líder do grupo de pesquisa, e Fabio Frá Fernandes, membro do grupo e relações-públicas da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), o estudo também conta com a colaboração de Ademir Tomás Velasco Cargnelutti, da Escola Estadual Padre Pedro Marcelino Copetti. <span style="font-size: revert;color: initial">A pesquisa trata da experiência de um dos nove municípios da Quarta Colônia, no interior do Rio Grande do Sul, impactado pela enchente deste ano. </span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Durante a apresentação, os autores discutirão a urgência de integrar práticas de comunicação organizacional inclusiva e eficaz, especialmente em contextos de calamidade climática. O estudo examina como a mobilização social, representada pelo projeto "Caminhos de Ivorá", tem contribuído para a construção de soluções sustentáveis e para o desenvolvimento econômico, social e cultural das comunidades locais. Além disso, a pesquisa ressalta a importância de uma governança transparente e colaborativa na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.</span></p>
<p>A professora Maria Ivete e o relações-públicas Fabio Frá enfatizam a relevância deste trabalho para o fortalecimento da resiliência das comunidades locais diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. O encontro compartilhar conhecimentos e experiências sobre iniciativas de comunicação voltadas para a sustentabilidade na América Latina.</p>
<p>Mais informações sobre o evento podem ser conferidas no portal: <a id="m_8416876806639872691LPlnk311875" href="https://www.redlaco.org/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.redlaco.org/&amp;source=gmail&amp;ust=1728582157388000&amp;usg=AOvVaw28fE83Aai49d4Ka8I7uP7-">https://www.redlaco.org/</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM  sediará encontro latino-americano de comunicação organizacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-publicas/2024/06/18/ufsm-sediara-encontro-latino-americano-de-comunicacao-organizacional</link>
				<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 19:22:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[RedLACo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-publicas/?p=698</guid>
						<description><![CDATA[A Rede Latino-Americana de Comunicação Organizacional &#8211; RedLAco promoverá o seu IV Encontro nos dias 9 e 10 de&nbsp; outubro de 2024, de forma remota, sob a organização da UFSM e da Universidade Católica do Uruguai. Destinado a pesquisadores e profissionais latino-americanos de comunicação organizacional e relações públicas, o tema desta edição é: Comunicação, Mudança [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Rede Latino-Americana de Comunicação Organizacional - RedLAco promoverá o seu IV Encontro nos dias 9 e 10 de&nbsp; outubro de 2024, de forma remota, sob a organização da UFSM e da Universidade Católica do Uruguai. Destinado a pesquisadores e profissionais latino-americanos de comunicação organizacional e relações públicas, o tema desta edição é: <strong>Comunicação, Mudança Climática e Agenda 2030: escutar a natureza, conversar sobre sustentabilidade.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O IV Encontro da RedLAco tem como propósito fomentar o diálogo, construir conhecimento coletivo e estabelecer relações colaborativas entre pesquisadores, professores, profissionais e estudantes de pós-graduação na América Latina. O evento concentra-se em temas cruciais relacionados à comunicação organizacional, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mudanças climáticas e territorialidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Encontro abrange três eixos temáticos diferentes, com diversas subcategorias dentro&nbsp; de cada um deles e cujo detalhamento encontra-se <a href="https://assets.website-files.com/5fa624f0af64f323ced3c4c0/6644fbd14a7cef4a18da7162_Convocatoria%20IV%20Encuentro%20RedLAco_octubre_2024.pdf">disponível aqui</a>. Os três eixos são:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>“Responsabilidade da comunicação organizacional com os ODS.”</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>“Comunicar as mudanças climáticas.”</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>“Sustentabilidade, populações e territorialidades.”</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Interessados em apresentar suas contribuições e reflexões sobre o tema do Encontro devem submeter apenas um resumo (500 a 1.000 palavras)&nbsp; por meio do formulário (<a href="https://www.redlaco.org/">disponível aqui</a>),&nbsp; com uma foto e breve apresentação (máximo de 100 palavras) d<strong>e cada autor antes de 14 de julho de 2024.</strong> Serão aceitas propostas em espanhol e português. Propostas fora dos eixos temáticos, mas dentro das perspectivas pesquisadas na Rede também serão aceitas, sendo relacionadas à:&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Projetos de Pesquisa Implantados</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Pesquisas em Andamento</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Transferência de Experiência</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Inovação Educacional.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para outras informações e inscrições, acesse o convite oficial do evento. (<a href="https://www.redlaco.org/">disponível aqui</a>)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As&nbsp; dúvidas ou mais informações podem ser encaminhadas para: encuentro@redlaco.org</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        