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						<item>
				<title>CAEd prorroga prazo de inscrições para bolsas e cadastro reserva destinados a estudantes de pós-graduação da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/09/02/caed-prorroga-prazo-de-inscricoes-para-bolsas-e-cadastro-reserva-destinados-a-estudantes-de-pos-graduacao-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 19:22:51 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Educação Especial (CAEd/Prograd), prorrogou o prazo para inscrições no Edital 021/2026, destinado a pessoas pós-graduandas da UFSM com formação inicial em Terapia Ocupacional, Psicologia, Educação Especial e Fonoaudiologia. Também há vaga para estudante pós-graduando/a negro/a (preto/a ou pardo/a) com formação em História, Pedagogia, Psicologia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Educação Especial (CAEd/Prograd), prorrogou o prazo para inscrições no<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/021-2026"><strong> Edital 021/2026</strong></a>, destinado a pessoas pós-graduandas da UFSM com formação inicial em <strong>Terapia Ocupacional, Psicologia, Educação Especial e Fonoaudiologia.</strong> Também há vaga para estudante pós-graduando/a negro/a (preto/a ou pardo/a) com formação em <strong>História, Pedagogia, Psicologia ou Educação Especial.</strong></p>
<p>As inscrições para bolsas ou cadastro reserva seguem até o dia <strong>20 de setembro</strong>. O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/021-2026"><strong>Edital 021/2026</strong></a> pode ser acessado em <a href="https://ufsm.br/caed"><strong>ufsm.br/caed</strong></a>.  </p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed@ufsm.br"><strong>caed@ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“A aproximação dos grupos de pesquisa da pós-graduação com as comunidade é estratégica”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/08/24/a-aproximacao-dos-grupos-de-pesquisa-da-pos-graduacao-com-as-comunidade-e-estrategica</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:45:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Comitê Gestor do PROEXT-PG avalia políticas de incentivo à extensão na pós-graduação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O mês de agosto marca o final do ciclo de dois anos do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG) na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa é um edital financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes) para a extensão universitária a partir da prática de pesquisa, e contemplou dez projetos liderados por programas de pós-graduação em diferentes áreas do conhecimento. Para Cristina Nogueira, Pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, e Tatiana Emanuelli, Coordenadora de Pós-Graduação, representantes do Comitê Gestor do Programa na UFSM, apesar de bem-vindo, o investimento em projetos do tipo ainda é escasso. </p><p> </p><p>As universidades públicas são as líderes na produção de conhecimento e na criação de soluções inovadoras, principalmente por meio da pesquisa realizada na pós-graduação. “A aproximação dos grupos de pesquisa da pós-graduação com as comunidades, a realidade do mundo do trabalho e os setores produtivos é estratégica. Essa sinergia poderá transformar realidades ao aplicar ou transferir os conhecimentos desenvolvidos na pesquisa, gerando um impacto significativamente superior àquele de uma extensão meramente assistencialista, que apenas tenta suprir deficiências ou substituir o papel do Estado”, afirmam Cristina e Tatiana.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/montagem_001-1024x667.jpg" alt="" />													
		<p>Para a Pró-Reitora de Extensão da UFSM e membra do Comitê Gestor, Milena Freire, há uma concepção histórica do fazer pesquisa: “Ela pode, muitas vezes, ser construída dentro dos muros da universidade, uma pesquisa que não se relaciona e não dialoga com o que a sociedade quer, com quais são as grandes questões que nós temos hoje, em termos de demandas da sociedade em todas as áreas”, afirma. Esta não é uma visão equivocada de como se faz pesquisa, mas ignora as possibilidades de construir conhecimento junto às comunidades. “Então, quando temos um investimento de política pública que tenha essa orientação, com fomento, as coisas ficam mais articuladas, temos a possibilidade de valorizar projetos que já tenham essa dimensão”, enfatiza Milena.</p><p> </p><p>No caso dos dez projetos contemplados pela atual edição do Programa, Cristina e Tatiana avaliam que houve uma boa adesão dos PPGs, embora a maioria dos projetos aprovados sejam liderados por grupos com histórico de extensão. “Isso evidencia que, embora haja interesse crescente, muitos PPGs ainda enfrentam desafios estruturais ou culturais para incorporar esse tipo de atuação em suas dinâmicas habituais de pesquisa e do entendimento do papel do envolvimento nas ações de extensão como parte de um processo formativo dos pós-graduandos”, explicam.</p>		
			<h3>Impacto social de programas de financiamento
</h3>		
		<p>Apesar da extensão estar no nome do edital de financiamento, Cristina e Tatiana gostam de enfatizar o impacto social. Por ser um conceito mais amplo, não se restringe apenas a ações nas comunidades, mas pode contemplar o setor produtivo e trabalhista, organizações governamentais e não governamentais e até interferir na criação de políticas públicas. “A pós-graduação pode gerar impactos acadêmico-científicos, econômicos, de saúde e bem estar, políticos, ambientais, sociais e culturais que podem ter abrangência local, regional, nacional ou internacional. Estes impactos podem ser potenciais ou reais e diretos ou indiretos”, detalham. De acordo com Milena, o impacto social não se restringe aos resultados das pesquisas, mas colabora para a formação do estudante e do pesquisador, uma vez que abrange desenvolvimento tecnológico, inovação e formulação de políticas públicas baseadas em evidências.</p>		
							<b>“Eu acho que são dois momentos para pensar essa adesão de projetos e grupos de pesquisa, porque se dá via disponibilidade de recursos, o que é fundamental, e também pela vocação dos coordenadores e das proposições dos projetos. Mas depois podemos pensar como essa adesão se dá, de maneira muito especial, a partir da experiência, da relação e prática com a comunidade, junto aos territórios, numa escuta atenta e sensível de quais são as demandas, e de aprendizagem a partir de outros saberes que não apenas os científicos, clássicos e duros”.
</b>Milena Freire, Pró-Reitora de Extensão da UFSM.
		<p>Cristina e Tatiana avaliam que a aproximação da extensão com a pós-graduação oportuniza a redefinição e refinamento das lacunas científicas. “Torna-os mais alinhados às demandas reais e capazes de gerar respostas de aplicabilidade mais direta. Permite também validar aquilo que foi gerado dentro dos espaços de pesquisa, verificando se os produtos ou processos desenvolvidos se aplicam como originalmente previsto nos estudos”, explicam.</p>		
			<h3>O futuro de investimentos em extensão
</h3>		
		<p>Para Milena, há um futuro promissor para este tipo de investimento, uma vez que o movimento de aproximação da extensão com a pesquisa é recente. “Eu tenho a expectativa daquilo que discutimos a partir dos fóruns de pró-reitores de extensão: a partir de editais como esse, fazemos a avaliação dos resultados junto à CAPES para poder compreender que novas demandas aparecem, quais são os avanços, o que precisamos aprimorar. Mas certamente a extensão está em um novo momento dentro do Ministério da Educação (MEC)”, explica. Cristina e Tatiana afirmam que, por parte da CAPES, não há nenhuma sinalização de novos editais, mas os projetos podem buscar investimentos fora de fontes tradicionais de fomento. “Projetos alinhados ao setor produtivo podem ser financiados diretamente por parceiros privados e indústrias interessadas, enquanto iniciativas de elevado impacto social ou voltadas ao aprimoramento de serviços públicos podem captar recursos por meio de parcerias governamentais e emendas parlamentares”, detalham.</p><p> </p><p>Confira, <a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/producoes-audiovisuais" target="_blank" rel="noopener"><u><b><i>neste link</i></b></u></a>, os vídeos que contam as histórias dos dez projetos.</p><p><b>Expediente:</b></p><p>Reportagem: Samara Wobeto, jornalista voluntária;</p><p>Design: Evandro Bertol, designer.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reunião de Acolhimento do PPGZ acontecerá no dia 27 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/2026/08/17/reuniao-de-acolhimento-do-ppgz-acontecera-no-dia-27-de-agosto</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:58:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[ppgz]]></category>

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						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZ) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizará, no dia 27 de agosto, às 14h, a Reunião de Acolhimento destinada aos novos alunos do Programa. O encontro será realizado no Prédio 42 da UFSM, na Sala Serafim Valandro, e tem como objetivo proporcionar um primeiro momento de integração, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZ) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizará, no dia 27 de agosto, às 14h, a Reunião de Acolhimento destinada aos novos alunos do Programa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro será realizado no Prédio 42 da UFSM, na Sala Serafim Valandro, e tem como objetivo proporcionar um primeiro momento de integração, orientação e esclarecimento de dúvidas aos discentes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pautas da reunião</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o encontro, serão abordados os seguintes assuntos:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Recepção dos novos alunos;</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Apresentação do Regulamento do Programa e da minuta de bolsas;</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Esclarecimento de dúvidas gerais.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A reunião será uma oportunidade para que os novos discentes conheçam melhor o funcionamento do PPGZ, suas normas e orientações, além de esclarecer questões importantes para o início de sua trajetória na pós-graduação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>📅 Data: 27 de agosto<br>⏰ Horário: 14h<br>📍 Local: Prédio 42 da UFSM – Sala Serafim Valandro</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Contamos com a presença de todos e desejamos boas-vindas aos novos alunos do PPGZ!</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2026/08/1-2-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-893" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de reunião nacional sobre programas de iniciação científica e tecnológica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/08/11/ufsm-participa-de-reuniao-nacional-sobre-programas-de-iniciacao-cientifica-e-tecnologica</link>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:17:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participou, nos dias 10 e 11 de agosto, da 8ª Reunião dos Representantes de Iniciação Científica (RIC) e dos Coordenadores dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica, promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O encontro foi realizado presencialmente na Pontifícia Universidade Católica de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participou, nos dias 10 e 11 de agosto, da <em>8ª Reunião dos Representantes de Iniciação Científica </em>(RIC)<em> e dos Coordenadores dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica</em>, promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O encontro foi realizado presencialmente na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e integra as comemorações dos 75 anos do CNPq.</p>
<p>Representando a UFSM no evento, estiveram presentes a <em>Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa</em>, <em>Prof.ª Cristina Wayne Nogueira</em>, e a <em>Coordenadora de Pesquisa</em>, <em>Prof.ª Cristiane de Bona da Silva</em>.</p>
<p>A reunião reúne representantes de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país para discutir instrumentos de acompanhamento e avaliação dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica, com foco no aprimoramento da gestão dos programas em âmbito nacional e institucional.</p>
<p>Entre os programas contemplados na reunião estão o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), o PIBIC-Ações Afirmativas (PIBIC-AF), o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) e o PIBIC-Ensino Médio (PIBIC-EM).</p>
<p>Além das discussões sobre os mecanismos de acompanhamento e avaliação, a programação promoveu a troca de experiências entre as instituições, contribuindo para o fortalecimento dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica.</p>
<p><em>Texto: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":23309,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/08/3-768x1024.jpeg" alt="Fotografia de um grupo de oito pessoas reunidas em frente ao painel oficial da 8ª Reunião de Trabalho de Representantes e Coordenadores(as) Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica – Edição 2026. O grupo está de pé, lado a lado, posando e sorrindo para a câmera. As pessoas vestem roupas predominantemente sociais e casuais formais. O fundo é iluminado em azul e apresenta o logotipo do CNPq e a identidade visual do evento. O espaço possui piso escuro e paredes com tijolos aparentes." class="wp-image-23309" /><figcaption class="wp-element-caption">Prof.ª Cristina Wayne Nogueira e Prof.ª Cristiane de Bona da Silva junto a Representantes de Iniciação Científica (RIC) e Coordenadores(as) dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica do CNPq</figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":23311,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/08/1-768x1024.jpeg" alt="Fotografia de um evento institucional em um espaço interno, com iluminação predominantemente azul. Ao fundo, há um painel com as inscrições “Iniciação Científica e Tecnológica – 8ª Reunião de Trabalho de Representantes e Coordenadores(as) Institucionais – Edição 2026” e “Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica”, além dos logotipos do CNPq e das instituições apoiadoras. Em frente ao painel, duas mulheres posam lado a lado para uma fotografia. Ambas estão de pé e sorrindo para a câmera, vestidas com roupas sociais. O ambiente tem paredes de tijolos aparentes e piso claro. Posando para a foto encontram-se a Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Prof.ª Cristina Wayne Nogueira, e a Coordenadora de Pesquisa, Prof.ª Cristiane de Bona da Silva." class="wp-image-23311" /><figcaption class="wp-element-caption">Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Prof.ª Cristina Wayne Nogueira, e a Coordenadora de Pesquisa, Prof.ª Cristiane de Bona da Silva</figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":23314,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/08/2-edited.jpeg" alt="Fotografia de um auditório durante a 8ª Reunião de Trabalho de Representantes e Coordenadores(as) Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica, edição 2026. Ao fundo, um telão exibe a identidade visual do evento. No palco, há quatro painéis verticais com informações sobre programas de iniciação científica, incluindo PIBIC-Af, PIBIC, PIBITI e PIBIC-EM. Uma intérprete de Libras está posicionada à esquerda do palco, enquanto uma pessoa fala ao púlpito à direita. O palco possui cadeiras, pequenas mesas, troféus e arranjos florais. Na parte inferior da imagem, vê-se o público sentado no auditório, observado de costas." class="wp-image-23314" /><figcaption class="wp-element-caption">8ª Reunião dos Representantes de Iniciação Científica (RIC) e dos Coordenadores dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>8ª JAI JOVEM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/08/11/8a-jai-jovem</link>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:52:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
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		<category><![CDATA[JAIJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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						<description><![CDATA[As Pró-reitorias de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informam que está publicado o Edital 032/2026 &#8211; 8ª JAI JOVEM,  para dar ciência à comunidade em geral das normas e procedimentos que nortearão a realização da 8ª Jornada Acadêmica Integrada Jovem (JAI Jovem) da UFSM. As [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>As Pró-reitorias de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informam que está publicado o<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/032-2026"> Edital 032/2026 - 8ª JAI JOVEM</a>,  para dar ciência à comunidade em geral das normas e procedimentos que nortearão a realização da 8ª Jornada Acadêmica Integrada Jovem (JAI Jovem) da UFSM.</p>
<p>As escolas interessadas deverão preencher o formulário <span class="fontstyle0"><a href="https://docs.google.com/forms/d/1SmV1ycWcc3yyGKDikrIYFOF-X_CR7M76LJTXQuNvWZA/edit?ts=6a7b21d2">“Cadastro de Escola Participante”</a> até as 17 horas do dia 24 de agosto de 2026.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ABERTAS AS INSCRIÇÕES DA 41ª JAI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/08/07/abertas-as-inscricoes-da-41a-jai</link>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:30:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
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						<description><![CDATA[As Pró-reitorias de Pós-graduação e Pesquisa (PRPGP), de Extensão (PRE), de Graduação (PROGRAD) e de Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informam que foi publicado hoje, dia 07 de agosto de 2026, o Edital 028/2026, que da ciência à comunidade em geral das normas e procedimentos que nortearão a realização da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>As Pró-reitorias de Pós-graduação e Pesquisa (PRPGP), de Extensão (PRE), de Graduação (PROGRAD) e de Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informam que foi publicado hoje, dia 07 de agosto de 2026, o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/681/2026/08/Edital-028_2026-41a-JAI.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital 028/2026</a>, que da ciência à comunidade em geral das normas e procedimentos que nortearão a realização da 41ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM.</p>
<p><br />As<a href="https://portal.ufsm.br/jai/mainMenu.html" target="_blank" rel="noopener"> inscrições</a> estarão disponíveis até as 17 horas do dia 31 de agosto de 2026.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>‘Não adianta o conhecimento ficar no artigo científico, no capítulo de livro. Ele tem que chegar no produtor e no técnico’</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/08/05/nao-adianta-o-conhecimento-ficar-no-artigo-cientifico-no-capitulo-de-livro-ele-tem-que-chegar-no-produtor-e-no-tecnico</link>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:18:04 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Gustavo Brunetto comenta ações e resultados de projeto da UFSM na Serra Gaúcha
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde 2025, um grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se desloca até a Serra Gaúcha para estudar os solos de vinhedos e pomares de pessegueiros que foram atingidos pelas enchentes de 2024. O projeto, no entanto, não é a única motivação da presença do Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces). O Gepaces já atua há cerca de 20 anos com extensão na região. </p><p> </p><p>Nomeado ‘Diagnóstico da aptidão agrícola das terras e fertilidade do solo em áreas agrícolas atingidas por desastres climáticos’, o projeto é vinculado ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). Com a proximidade do encerramento do ciclo de dois anos dos projetos, o professor e coordenador Gustavo Brunetto comenta as ações e resultados obtidos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Quais foram as ações do projeto realizadas até o momento?</p><p>Gustavo Brunetto: A primeira etapa foi justamente diagnosticar as propriedades atingidas. Nós selecionamos propriedades que trabalham com videira e pessegueiro em alguns municípios da Serra. Nós coletamos amostras de solo nessas áreas, que foram selecionadas com a interação com o setor privado. Houve a participação de algumas cooperativas que produzem fruta e vinho na Serra, a Emater e as secretarias da agricultura também participaram. Então, foram escolhidas aquelas propriedades que mais foram atingidas, que tiveram muita perda de solo, perda de água, perda de nutriente e plantas. Inclusive algumas famílias até tiveram danos maiores. No segundo momento, depois da seleção, nós fomos ao campo e desenvolvemos uma metodologia de amostragem de solo para essas áreas que foram muito afetadas, porque normalmente a amostragem de solo a gente coleta em um cenário que não foi danificado por causa do excesso de chuva. Ali o solo foi movimentado. Foram metros de solo acumulados em alguns locais e em outros a perda de solo foi muito grande. Então, nós, primeiro, desenvolvemos uma metodologia para termos confiabilidade nos resultados e depois nós coletamos essas amostras de solo. Elas foram levadas para o laboratório e nós analisamos os elementos químicos. E, aí, nós conseguimos obter os resultados.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Pode citar os principais resultados?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Esses resultados foram organizados e submetidos à análise estatística e nós chegamos à conclusão de quais elementos foram mais perdidos [no solo], por exemplo, o fósforo e a matéria orgânica. Em vários momentos, esses resultados retornaram para o setor produtivo. Era um acordo que nós tínhamos. Então, por exemplo, em várias palestras, esses resultados foram apresentados para a Emater, para os associados, os produtores e os técnicos vinculados à cooperativa em toda a Serra Gaúcha, e aos estudantes. No ano passado, nós fomos convidados pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul para participar de um evento regional onde demonstramos que nós, da UFSM, fomos a primeira instituição pública a fazer um trabalho nessa área.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A primeira instituição que deu o start depois de todo aquele acontecido foi a UFSM. Por quê? Porque nós já estávamos há 20 anos ali, trabalhando na Serra.&nbsp;</p>
		<p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Nós tínhamos expertise do que fazer, porque nós estamos num programa conceito 7, então o nosso curso é de excelência, o melhor programa de pós-graduação da região Sul. Então, automaticamente, sabendo o que tem que fazer, nós fomos convidados e nós fizemos.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/gepaces_stills_2.2.1-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Vinhedos na Serra Gaúcha.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: O que veio depois do diagnóstico e da análise dos solos degradados?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Numa segunda etapa, e por isso que fomos adquirindo outros recursos [de um edital da FAPERGS], para impulsionar esse trabalho, nós coletamos os solos dessas áreas com diferentes níveis de degradação. Esse solo veio para Santa Maria e agora nós estamos fazendo cultivos em casas de vegetação para verificar, por exemplo, se as estratégias que acreditamos que podem ser utilizadas para recuperar o solo funcionam. Por exemplo, a aplicação de resíduos orgânicos, ou seja, materiais derivados de animais, que têm carbono. Carbono no solo forma matéria orgânica. Estamos verificando se esses materiais podem ajudar a aumentar o teor de matéria orgânica no solo, mas também se o uso de plantas de cobertura é uma estratégia para aumentar o teor de carbono. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Nós estamos criando um cenário em condição controlada, com solos em diferentes níveis de degradação, testando o que nós podemos fazer, com estratégias agronomicamente já aceitas e conhecidas, para ajudar a recuperar esse solo. Isso é um screen inicial, um estudo inicial que a gente sempre faz em casa de vegetação, porque o solo foge de um padrão normal.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Estes resultados [de análises] são feitos em parceria com o Programa de Pós-graduação em Agrobiologia e com o Programa de Pós-graduação em Química, que participam da proposta. A ideia é levarmos esse resultado para os técnicos e produtores, que é um dos objetivos dentro dessa ideia da extensão. E se nós captarmos mais recursos, a outra ação que vamos fazer é instalar campo, ensaios, áreas demonstrativas com produtores nas áreas que tiveram a perda de solo, para verificar se realmente aquilo que aparece como melhores estratégias para recuperar o solo em ambiente controlado aqui na UFSM, em casa de vegetação, se elas podem ser reproduzidas no campo.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Qual é a importância de entender o nível de carbono no solo?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Nós aproveitamos o monitoramento das áreas degradadas e ampliamos, estamos monitorando outras áreas que tiveram índices menores de degradação de perda de solo. Estamos avaliando o estoque de carbono, ou seja, a concentração de carbono que tem no solo, a quantidade acumulada de carbono e tentando explicar quais são as práticas que já são feitas pelo produtor que mais promovem o acúmulo. O carbono é uma possibilidade de agregar o solo para se estruturar melhor. E isso ajuda na infiltração de água. No período que chover mais, se tu tem um solo que tem a capacidade de infiltrar mais água, menos água vai ser escoada, menos nutriente vai ser perdido e menos solo vai ser perdido.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Nós estamos fazendo, talvez, o maior diagnóstico na Serra Gaúcha já feito até hoje.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ele é feito há mais de um ano, isso é importante destacar. Há mais de um ano nós estamos verificando se, por exemplo, o uso de planta de cobertura aumenta o teor de carbono em uma área que nunca teve planta de cobertura para proteger o solo entre vinhedos ou frutíferas. Se a planta de cobertura mostrar que tem essa potencialidade, nós vamos poder ter garantia de dizer: ‘Olha, se o produtor utilizar plantas de cobertura durante vários anos, ele vai ter uma porta de carbono no solo e automaticamente você vai ter um solo que tem condição de infiltrar mais água e perder menos’. Por outro lado, se o produtor nunca utilizar plantas de cobertura, ele vai ter menos carbono e se acontecerem chuvas intensas, maiores serão as perdas.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Qual é a importância disso para o produtor?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Hoje, certamente, o nosso grupo de pesquisa é um dos que tem contribuído muito para gerar conhecimento nessas áreas de agricultura familiar que dependem da fruticultura. Nós estamos falando de uma das regiões que mais produz frutas no Brasil e que mais produz hortaliças no Rio Grande do Sul. Então nós estamos falando de produção de alimentos. É alimento no prato, não é alimento que às vezes é destinado ao mercado externo, não, isso aqui é circulação de dinheiro interno. Então, ajudando essas propriedades, nós estamos ajudando toda a população, seja regional, estadual, também municipal e nacional, porque estamos falando de alimentos que são consumidos diariamente, no café da manhã, almoço e janta. E destaco que sempre foi um trabalho em colaboração, com as cooperativas, associação de produtores, empresa de extensão privada e pública. A gente sempre divulga, porque não adianta gerar o conhecimento se você não faz essa divulgação. Então a gente tem essa preocupação, levando a marca da Universidade para fora dos muros, para a sociedade entender que é importante ter pesquisa. E ela tem uma aplicabilidade, soluciona o problema deles, da sociedade, bota dinheiro no bolso dos produtores, que isso aí também é importante.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/gepaces_stills_agosto_2.40.3-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Professor Gustavo Brunetto, coordenador do projeto.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: De onde vem a preocupação de vocês para que o conhecimento produzido pela pesquisa chegue aos produtores e demais públicos que podem se beneficiar dele? </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Essa preocupação surgiu por causa da minha história, porque eu sou filho de pequeno produtor. Eu sempre trabalhei com fruticultura, agricultura. E eu observava que, quando meu pai trabalhava, nós tínhamos deficiência ou necessidade de mais conhecimento técnico. Mas aí tem algumas coisas que são fundamentais.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Primeiro é ter conhecimento técnico. Quem gera o conhecimento é o pesquisador. Por isso que hoje eu sou o pesquisador. Segundo, não adianta o conhecimento ficar no artigo científico, no capítulo de livro. Ele tem que chegar no produtor e no técnico.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Por isso que nós temos a preocupação de fazer extensão. Por isso que nós também aprovamos esse projeto, porque a gente tem histórico de fazer extensão. Nós não começamos a fazer extensão por causa do projeto por causa do edital. Já são mais de 20 anos fazendo isso. Geramos o resultado e levamos para o produtor por diferentes canais: dia de campo, palestra, workshop, nivelamento técnico dos técnicos. E eu vou te dizer que as pessoas que participam de todas essas ações recebem muito bem tudo o que a gente fala. Por quê? Primeiro, porque elas sentem que a universidade, os professores e os alunos estão engajados e preocupados em solucionar problemas reais, que são do dia a dia, que geram dificuldade econômica para o produtor. Segundo, eles verificam que aquilo que nós estamos propondo melhora o solo dele, produz mais e ele ganha dinheiro. Porque também não adianta melhorar e ele não ganhar dinheiro, aí a gente não convence ele. E a preocupação, além de tudo isso, é formar pessoas de qualidade. Temos uma preocupação muito grande de formar bons alunos de iniciação científica, excelentes mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos. E para a pessoa também estar bem formada ela precisa conhecer a realidade. Então esse projeto também é uma oportunidade do aluno estar em contato com a realidade e entender que aquilo que ele está estudando é importante. Isso motiva o aluno. Ele não pode ficar só dentro da universidade, ele tem que ter oportunidades de frequentar outros ambientes. Conversar com o produtor, conversar com o técnico, voltar para dentro da universidade, repensar se aquilo que ele está fazendo como pesquisa é adequado, se precisa algum ajuste. Isso aí é fundamental para a formação do bom profissional.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Durante toda a execução do projeto foi possível perceber a preocupação de vocês com a comunicação científica e com a divulgação científica. Qual é a importância dessas ações em conjunto com a pesquisa e a extensão?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Todos os conhecimentos e os resultados que nós geramos tentamos publicar em boas revistas nacionais e internacionais. Por quê? Porque estamos em um programa de pós-graduação e é necessário mostrar pra comunidade científica que estamos publicando. Além disso, nós sempre publicamos os resultados em livros e capítulos de livros. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Somado a isso, nós temos publicado informes e comunicados técnicos, que são materiais com uma linguagem mais simples, para o técnico e produtor. Temos várias cartilhas da amostragem de solo, amostragem de tecido, tudo nesse contexto para avaliar se o solo foi mais ou menos degradado, o que que precisa ser feito. E também, o nosso grupo Gepaces tá online, né? Nós estamos agora esperando para lançar um site, que vai ser também um local para alimentar com material técnico gerado pelo nosso grupo e os parceiros. É uma quantidade enorme, por quê? Como o nosso grupo tem um respeito muito grande fora da Universidade Federal de Santa Maria, frequentemente somos contatados para fornecer esses capítulos de livros, livros, resumos, ir nos eventos. Então, nós vamos colocar todos esses materiais de 20 anos de pesquisa, que é uma quantidade enorme, dentro do site. E gratuitamente para o produtor e o técnico poderem acessar. E para fechar isso, é um outro movimento que nós fizemos sempre uma vez por ano, eu também ministro uma disciplina no curso de EAD do Técnico em Fruticultura, no Politécnico. São pessoas que já trabalham e que buscam o EAD em fruticultura para se especializar no tema adubação e nutrição de frutíferas. Às vezes, em um semestre, você tem 60 alunos que já estão no campo, eles recebem esse conhecimento e já estão utilizando. Também ministro aulas aqui no Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo e no Programa de Vitivinicultura e Enologia, que a gente compartilha essas informações. Então, verifica que nós temos canais que, às vezes, são materiais impressos e ou via e-book, material digital. Às vezes, são contatos face com face, que a gente conversa com os interessados. Também utilizamos outros canais de mídias, por exemplo, o Instagram do nosso do grupo tem mais de 5 mil  seguidores, é muito ativo. E além disso, os canais clássicos, muita entrevista em rádio e televisão, isso é frequente. Então a gente tenta ter essa amplitude de estratégias de divulgação.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Você comentou um pouco sobre a sua relação com a pesquisa e com a preocupação de converter o conhecimento produzido para os produtores. Qual é a tua percepção pessoal como professor, como pesquisador, como filho de pequenos agricultores, com os resultados alcançados no projeto e, consequentemente, a diferença que vocês conseguem fazer na vida desses produtores?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Primeiro: os resultados obtidos são de qualidade, porque a gente tem um rigor metodológico no campo e no laboratório muito grandes. Então todos os resultados são confiáveis, seguindo metodologias. Isso é importante. Além disso, os resultados estão chegando ao usuário. Isso também é fundamental. Chegar pelas nossas ações, mas também pelas ações dos parceiros, cooperativas, que têm nos ajudado muito a mobilizar os produtores e mesmo os colegas da extensão, do privado, do público, que mobilizam, chamam. Então às vezes você tem um evento que tem 60, 100, 150 pessoas mobilizadas, e a gente vai lá e divulga as informações. E somado a tudo isso é muito gratificante escutar os relatos dos produtores. Eles sentem que alguém está preocupado com ele. E no nosso caso aqui, nós estamos preocupados, os pesquisadores e os alunos. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">O produtor agradece o fato de os resultados melhorarem e fazerem com que ele permaneça na sua propriedade.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Se você não tem o mínimo de apoio científico, o camarada às vezes começa a se desanimar, começa a diminuir a sua lucratividade e ele sai da atividade agrícola, o que não é o nosso desejo. Então, os relatos são muito positivos, seja lá na casa do produtor, seja nos eventos que nós temos feito.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Por último, professor, queria saber se tem algo que não te perguntei mas que acha importante acrescentar?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Conseguimos fazer o projeto em virtude da colaboração público-privada. Eu sou um defensor árduo disso, que a Universidade tem que conversar com o setor da extensão, com o setor da inovação, com o setor público fora outras instituições públicas, mas também com o setor privado. Então esse projeto deu certo porque tivemos o apoio de várias instituições e dentro de cada instituição pública e privada. Nós temos bons parceiros que também se esforçaram e destaco também o engajamento dos alunos. Porque se não fosse o engajamento dos alunos, não teria como fazer e termos sucesso. Alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado vestiram a camisa e fizeram com maestria aquilo que a gente tinha proposto no projeto. Por isso que eles também estão contentes com os resultados e com os feedbacks.</p><p><b><i>Expediente:</i></b></p><p><b>Entrevista: </b>Samara Wobeto, jornalista volunt´ária</p><p><b>Edição: </b>Luciane Treulieb, jornalista</p><p><b>Imagens: </b>Marcos Oliveira</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove nova edição do Prêmio Tese – Edição 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/07/20/ufsm-promove-nova-edicao-do-premio-tese-edicao-2026</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:23:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/?p=23252</guid>
						<description><![CDATA[A iniciativa selecionará uma tese de sete áreas de conhecimento para receber a premiação.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":23254,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/Premio-Tese-destaque-geral-768x432-1.jpg" alt="Banner institucional do Prêmio UFSM Tese. No centro da imagem há um círculo azul escuro com o logotipo do prêmio em laranja, formado por um símbolo estilizado acima da inscrição &quot;UFSM&quot;, seguida do texto &quot;PRÊMIO TESE&quot;. Ao fundo, aparecem tons de bege e azul, com textura que remete a páginas de livros e silhuetas esmaecidas de estátuas clássicas nas laterais." class="wp-image-23254" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PRPGP), em parceria com a Editora da UFSM, torna público o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2026">Edital do Prêmio Tese UFSM – Edição 2026</a>, referente a teses defendidas no ano de 2025 nos programas de pós-graduação da UFSM.</p>
<p><br />O Prêmio Tese UFSM, edição 2026, será outorgado para as melhores teses de doutorado defendidas em 2025, a serem escolhidas entre as teses inicialmente pré-selecionadas em cada Programa de Pós-Graduação (PPG) da UFSM e posteriormente selecionadas em cada Unidade de Ensino da Universidade, em conformidade com as áreas de conhecimento da Editora da UFSM, de acordo com as seguintes categorias:</p>
<p> </p>
<p>I – Artes e Letras <br />II – Ciências Rurais <br />III – Ciências da Saúde <br />IV– Ciências Naturais e Exatas <br />V – Ciências Sociais e Humanas <br />VI – Ciências Tecnológicas <br />VII – Educação e Ensino</p>
<p> </p>
<p>Consulte o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2026">edital do prêmio</a> para maiores detalhes.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAEd prorroga editais de seleção de bolsistas de graduação e pós-graduação, destinados a dez áreas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/07/16/caed-prorroga-editais-de-selecao-de-bolsistas-de-graduacao-e-pos-graduacao-destinados-a-dez-areas</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:51:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=27351</guid>
						<description><![CDATA[  A Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd) da UFSM está com inscrições abertas para seleção de acadêmicos(as) da instituição em dois editais. Bolsistas de Graduação &#8211; O Edital 017/2026 está com inscrições abertas até 30 de julho, para acadêmicos(as) dos cursos de Farmácia, Letras Licenciatura, Engenharia Civil, Artes Visuais, Direito, Medicina e Ciência da Computação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A <strong>Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd)</strong> da UFSM está com inscrições abertas para seleção de acadêmicos(as) da instituição em dois editais.</p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>Bolsistas de Graduação</strong></span> - O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/017-2026"><strong>Edital 017/2026</strong> </a>está com inscrições abertas até <strong>30 de julho</strong>, para acadêmicos(as) dos cursos de <strong>Farmácia, Letras Licenciatura, Engenharia Civil, Artes Visuais, Direito, Medicina e Ciência da Computação e/ou Engenharia da Computação. </strong> </p>
<p>Há também uma vaga destinada a <strong>estudante indígena da UFSM, de qualquer curso de graduação</strong>.</p>
<p>As <strong>bolsas de 20 horas de R$ 700,00</strong> são destinadas às vagas de Farmácia e para estudante indígena. As demais áreas vão compor cadastro reserva, a ser convocado de acordo com a disponibilidade orçamentária e necessidade da instituição.</p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed.acoesafirmativas@ufsm.br"><strong>caed.acoesafirmativas@ufsm.br</strong></a>.</p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>Bolsistas de Pós-Graduação</strong> </span>- O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/016-2026"><strong>Edital 016/2026</strong></a> segue aberto até <strong>02 de agosto</strong>, para selecionar bolsistas de <strong>pós-graduação</strong> que tenham formação inicial nos cursos de <strong>Letras, História ou Pedagogia</strong>.  </p>
<p>A bolsa é vinculada ao projeto "<strong>Aprendizagem e Formação Continuada na Educação Superior</strong>".</p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed@ufsm.br"><strong>caed@ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina de costura aproxima UFSM e comunidade na Montanha Russa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/07/16/oficina-de-costura-aproxima-ufsm-e-comunidade-na-montanha-russa</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:31:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo fluir]]></category>
		<category><![CDATA[costura]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[montanha russa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=466</guid>
						<description><![CDATA[Encontros semanais promovidos pelo Projeto Fluir conectam Universidade, famílias e território ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde o início do ano, na Associação de Moradores da comunidade Montanha Russa, em Santa Maria, uma oficina de costura passou a reunir moradoras, voluntárias, estudantes e professores da UFSM. Aos poucos, os encontros passaram a atrair famílias inteiras, transformando a associação em um espaço de convivência entre moradores e a Universidade.  <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-768x1024.jpeg" alt="" width="450" height="525" /></p><p>O Projeto Fluir, da UFSM, iniciou suas ações em escolas da região há cerca de um ano e meio, a partir do trabalho com crianças e professoras em territórios marcados pelos impactos das enchentes de 2024 e por situações de vulnerabilidade social. A proposta era construir espaços de acolhimento, escuta e garantia de direitos. Com o tempo, porém, a equipe percebeu que compreender a realidade das crianças exigia olhar também para os espaços onde elas vivem e constroem suas relações cotidianas. Segundo a coordenadora do projeto, Taciana Segat, o trabalho foi ganhando novas dimensões ao longo do percurso: "Teve uma metamorfose entre o que era o projeto inicial e no que ele se transformou", resume. </p><p>Foi nesse movimento que surgiu a ideia da oficina de costura. Mais do que ensinar uma nova habilidade às moradoras, a atividade passou a funcionar como uma forma de se aproximar das famílias e criar um espaço de encontro fora do ambiente escolar. “Como é que essa criança vive na comunidade, para além dos muros da escola?”, questiona o professor Gabriel dos Santos Kehler. </p><p> </p><p>A partir dessa pergunta, a costura se tornou uma oportunidade para fortalecer vínculos, acompanhar o cotidiano das famílias e ampliar a atuação do projeto para além da escola. “A costura tem sido usada como um dispositivo para acessar essa família. Ao pensar nas aulas de costura, a gente pensou em algo que chamaria a atenção com esse caráter de aprender algo novo”, explica Gabriel.</p>		
			<h2>Costura como forma de aproximação</h2>		
		<p>A proposta se consolidou a partir de uma conversa entre a professora Taciana e Berenice Trindade de Mello, proprietária do Armarinho Donna Bere, de Camobi. Acostumada a participar de iniciativas comunitárias, Bere aceitou o convite para ensinar costura junto a outras voluntárias.</p><p>No início, a expectativa era incerta. “Eu já tinha feito isso em outra comunidade e não foi muito bem aceito. Então eu pensava: será que vão aceitar?”, lembra. A recepção, porém, surpreendeu. “No primeiro dia tinha umas 30 mulheres. Elas foram muito receptivas, fizeram mesa de doces, de salgados para nos receber. Foi muito legal”, conta.</p><p>Com o passar dos encontros, Bere percebeu que o interesse das participantes era grande, mas esbarrava em uma limitação prática: muitas não tinham máquinas para continuar treinando em casa. A partir disso, ela passou a adaptar as atividades. “Eu mudei um pouco o foco. Botei o fuxico, agora vou botar pintura. Eu levo tecido, agulha e linha”. Para ela, no entanto, os resultados mais importantes vão além da aprendizagem de uma técnica: “Não é só chegar ali e ensinar alguma coisa. É saber ouvir a pessoa, dar atenção, dar um abraço quando ela chega. Depois ela te retribui isso. Tu vê o interesse delas crescendo cada vez mais”.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-1-1024x768.jpeg" alt="" width="600" height="450" /></p><p>Uma das histórias que mais a marcaram foi a de uma participante que chegava aos encontros e permanecia isolada, acompanhada dos dois filhos pequenos. “A mudança dela é perceptível. Hoje o gurizinho brinca com todo mundo, a neném anda de colo em colo e ela senta para fazer as atividades despreocupada. Antes parecia que ela tinha medo”, relata a costureira. As quartas-feiras acabaram se tornando especiais também para quem ensina: “Quando eu vou para lá, eu volto renovada. Renovada mesmo. É só gratidão”.</p><p>A costura também passou a se articular às atividades das crianças. Em uma das ações propostas pelo Fluir, elas produziram histórias em uma atividade de RPG (Role-Playing Game, jogo em que os participantes interpretam personagens e constroem juntos uma história) e passaram a pensar na caracterização dos personagens. Com isso, a confecção das roupas se conectou ao trabalho das costureiras. </p><p>A metáfora da costura acabou se tornando uma síntese do que acontece na comunidade. “A aula de costura está costurando uma rede”, diz Gabriel. “Ela está costurando vínculos afetivos, está costurando essas histórias que a gente está criando para pensar uma cultura da infância em contexto de não escolarização”, afirma.</p>		
			<h2>Crianças vistas em outro contexto
</h2>		
		<p>A presença da equipe na comunidade também abriu novas possibilidades de compreensão sobre as crianças acompanhadas pelo projeto. Ao encontrar famílias e estudantes fora do ambiente escolar, a equipe passou a observar relações, rotinas e experiências que não apareciam durante as atividades nas escolas. </p><p>Gabriel explica que a proposta não é reproduzir a escola dentro da comunidade, mas trabalhar a chamada “pedagogia social”, que busca desenvolver ações educativas em espaços comunitários e fortalecer os vínculos entre crianças, famílias e território. “A pedagogia social entra pensando esse espaço não formal de escolarização”, pontua o professor. </p><p>A experiência também tem impactado a formação dos estudantes de graduação e pós-graduação envolvidos no projeto. "O coletivo Fluir se torna, além de um projeto de extensão, também um projeto de ensino", afirma Taciana Segat. Segundo a professora, o interesse dos estudantes cresceu à medida que as ações se expandiram para a comunidade. "Eles querem ir lá, eles vêm, eles querem entender", relata. Ao atuar diretamente na comunidade, eles passam a conhecer possibilidades de trabalho para além da escola e a refletir sobre diferentes formas de atuação educativa.</p>		
			<h2>Um ponto de encontro semanal
</h2>		
		<p>Com o passar dos meses, os encontros se consolidaram como um momento esperado pela comunidade. “A quarta-feira se tornou um ponto de encontro”, resume Gabriel. Segundo ele, famílias passaram a frequentar regularmente a associação para participar da iniciativa. </p><p>As atividades são planejadas e sistematizadas pela equipe da UFSM antes de cada encontro. Pela manhã, há trabalho com bolsistas; à tarde, formação com os estudantes; e, à noite, a ida à comunidade. “O que acontece lá é fruto do planejamento e da sistematização que a gente fez durante o dia”, explica Gabriel.</p><p>Essa presença contínua também ajudou a construir confiança. Gabriel lembra o caso de um pai que, no início, não entrava na Associação. “Ele ficava quase ‘de guarda’ do lado de fora, esperando a esposa e a criança. Depois ele começou a entrar e ficar no celular. Hoje ele é um pai que entra e tem a autonomia de pegar uma bola e brincar com as crianças”.</p><p>Para ele, a mudança mostra que o espaço passou a ser reconhecido como seguro. “No início, pode ter tido certa desconfiança. ‘Ah, quem é essa gente? Que que eles vêm fazer?’. Mas é um lugar seguro, seja para chorar, seja para brincar, seja para ser protagonista, porque sabe que tem pessoas que estão toda semana lá fazendo esse trabalho”.</p>[caption id="attachment_468" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.41-295x300.jpeg" alt="" width="400" height="407" /> Crianças da comunidade também participam das atividades, enquanto as moradoras recebem aulas de costura[/caption]<p>Entre as participantes está Diná de Lourdes Stock, moradora da comunidade. Ela conta que decidiu participar da oficina para ocupar o tempo livre e enfrentar a solidão. “Eu faço faxinas, mas tenho algumas horas vagas para descanso. Sou separada, moro sozinha e queria ocupar meu tempo em alguma coisa para me distrair. Foi o meio que achei para disfarçar um pouco a solidão e a depressão que eu sinto”, relata. Com o passar dos meses, ela percebeu mudanças tanto em si mesma quanto na convivência entre os moradores. “O que mais me motiva a voltar é que a gente aprende coisas novas. A conversa, a participação de todos, o entrosamento que dá, isso enche o coração da gente de coisas boas. Antes a gente só dava um oi. Depois do curso foi fortalecendo mais as amizades”.</p><p>Para Diná, a presença das crianças também é uma das marcas dos encontros. “É uma alegria sem tamanho. Elas ocupam a mente, se distraem e cultivam coisas boas. A convivência entre as gerações da nossa comunidade é muito importante”. </p><p>A percepção é compartilhada por Jonas, presidente da Associação de Moradores da Montanha Russa. “O projeto Fluir veio com o intuito de juntar as famílias, as crianças e os moradores. Todos estão empenhados nas atividades e muito felizes com o que está acontecendo. Com as crianças, está sendo muito importante para o desenvolvimento delas nas atividades de convivência social”, afirma.</p>		
			<h2>Da comunidade às políticas públicas</h2>		
		<p>A experiência vivida na Montanha Russa também alimenta outra frente do Fluir: o diálogo com gestores municipais e redes de ensino sobre políticas públicas voltadas à infância, especialmente os Planos Municipais da Primeira Infância.</p><p>Para a professora Viviane Ache Cancian, pensar sobre a infância exige articular educação, saúde, assistência social e outros setores da sociedade. “A cidade não é pensada para a criança, ela é pensada numa perspectiva do adulto. E o marco legal da primeira infância traz pela primeira vez a escuta das crianças”, afirma.</p><p>Segundo ela, o trabalho desenvolvido na comunidade ajuda a aproximar as políticas públicas das realidades vividas pelas crianças e suas famílias. “Nós temos políticas interessantes, mas elas não chegam na ponta, não chegam nas crianças. A gente tá defendendo o direito das crianças aqui”.</p><p>Viviane destaca que a aproximação com as famílias foi fundamental para compreender situações que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano escolar. “Uma coisa é fazer um trabalho com as crianças, outra coisa é compreender quem é que está por trás delas”, observa.</p><p>Para a professora, a principal contribuição do projeto está justamente em conectar diferentes dimensões da vida das crianças. “Quando a gente vai dialogando para além da escola, a gente vai entendendo esses contextos. Na verdade, é tudo interligado. Nós que socialmente fomos ‘fatiando’ as coisas”. Por isso, conclui: “Não se faz educação de criança sem escola, família e comunidade”.</p>		
			<h2>O que fica quando a Universidade sai?</h2>		
		<p>Com o fim dos recursos do PROEXT-PG, programa da Capes que vinha financiando o projeto, o Fluir deve seguir em atividade, mas com o desafio de fortalecer o protagonismo da própria comunidade. A equipe já discute formas de manter os vínculos criados e, ao mesmo tempo, permitir que a associação e os moradores assumam cada vez mais as ações.</p><p>“No próximo semestre, a gente vai tentar reorganizar. Vamos tirar as máquinas de costura, porque tem um custo ligado a esse edital que termina agora, mas queremos planejar rodas de conversa envolvendo tricô, crochê, alguma coisa que permita continuar esse vínculo, porque a gente já viu que isso se tornou uma cultura. Queremos, sobretudo, engajar cada vez mais a gestão comunitária para que o protagonismo fique com a própria comunidade”, explica Gabriel.</p><p>Para ele, a pergunta agora é o que permanece quando o projeto se desloca para outros territórios. “A ideia é essa: quando a gente sai, o que que fica? Então esse é o desafio para o próximo semestre”.</p><p> </p><p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista</p><p><strong>Fotografias:</strong> Projeto Fluir</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Gabinete Itinerante aproxima a PRPGP dos centros de ensino e campi fora de sede da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/07/13/gabinete-itinerante-aproxima-a-prpgp-dos-centros-de-ensino-e-campi-fora-de-sede-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:48:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante o primeiro semestre de 2026, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou uma série de visitas aos centros de ensino da Universidade e aos campi Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. As ações integram o Gabinete Itinerante, iniciativa que busca ampliar o diálogo e aproximar a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante o primeiro semestre de 2026, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou uma série de visitas aos centros de ensino da Universidade e aos campi Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. As ações integram o Gabinete Itinerante, iniciativa que busca ampliar o diálogo e aproximar a gestão dos diferentes núcleos que compõem a instituição.</p>
<p>A proposta do Gabinete Itinerante, desta vez realizado pela PRPGP, é fortalecer a presença da Pró-Reitoria junto à comunidade acadêmica, criando espaços de escuta, diálogo e troca de informações sobre as demandas relacionadas à pós-graduação e à pesquisa na UFSM. Por meio dos encontros, a equipe da PRPGP pôde conhecer de forma mais próxima as diferentes realidades, desafios e potencialidades existentes nos centros e campi da Universidade, contribuindo para a gestão 2026-2029.</p>
<p>As visitas também possibilitaram o contato direto com gestores, coordenadores de programas de pós-graduação, pesquisadores e demais integrantes da comunidade universitária. Durante os encontros, foram discutidas demandas específicas de cada unidade, além de temas relacionados às políticas institucionais e os projetos planejados pela Pró-Reitoria.</p>
<p>O Gabinete Itinerante é uma iniciativa que parte da Gestão Martha Adaime e Tiago Marchesan, tendo a participação de todas as Pró-Reitorias da UFSM. Para a PRPGP, a aproximação com os centros de ensino e os campi fora de sede representa um importante movimento para o fortalecimento da pós-graduação e da pesquisa na Universidade.</p>
<p>Nesta primeira etapa, nem todos os centros de ensino e campi da UFSM foram contemplados pelo cronograma de visitas. O Gabinete Itinerante terá continuidade durante o segundo semestre de 2026, possibilitando o encontro com as unidades ainda não visitadas.</p>
<p> </p>
<p><b>Visitas realizadas durante o 1º/semestre de 2026:</b><br />27/5 - CCS<br />03/5 - Colégio Politécnico e CT<br />10/6 - CCR<br />17/6 - CE e CCNE<br />01/7 - CCSH e CTISM<br />08/7 - FW<br />09/7 - PM</p>
<p> </p>
<pre><em>Texto: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em><br /><em>Fotos: Laura Daniel Gassen e Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em></pre>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/FW-1024x683.jpg" alt="Nove pessoas posam lado a lado em um ambiente interno moderno, a sala inovadora. Ao fundo há uma grande lousa branca e, à direita, uma parede com estrutura metálica em formato de grade. O piso é verde e há pufes pretos e azuis atrás do grupo. As pessoas sorriem para a câmera e vestem roupas de inverno, incluindo casacos pretos, verdes, marrons, vermelhos e azuis." /><figcaption>Campi Frederico Westphalen</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/PM-1024x683.jpg" alt="Grupo de aproximadamente vinte pessoas reunidas no auditório do campi palmeira das missões, posando para uma foto. Parte do grupo está em pé e quatro pessoas estão agachadas na primeira fila. Ao fundo há uma tela de projeção com apresentação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), além de bandeiras e um púlpito. Em primeiro plano aparecem cadeiras azuis com pranchetas, parcialmente vazias." /><figcaption>Campi Palmeira das Missões</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CTISM-1024x683.jpg" alt="Grupo de cerca de vinte e cinco pessoas reunidas em auditório do CTISM, posando para uma fotografia. A maioria está em pé em diferentes fileiras, enquanto duas pessoas estão posicionadas à frente. O ambiente possui projetor no teto, tela de projeção ao fundo, mesas, cadeiras e equipamentos de gravação, como câmeras e tripés, visíveis no lado direito da imagem. Todos estão voltados para a câmera, usando roupas de frio." /><figcaption>Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCSH-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de aula. Cerca de 25 pessoas posam para a câmera entre mesas e cadeiras escolares, em frente a um quadro branco e uma tela de projeção. Algumas estão em pé e outras agachadas na primeira fila. O ambiente é iluminado por luzes fluorescentes e os participantes usam roupas de inverno." /><figcaption>Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCNE-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em um auditório. Aproximadamente 16 pessoas posam em frente ao palco, com uma tela de projeção ao fundo. Parte do grupo está em pé e parte agachada na primeira fila. As cadeiras do auditório aparecem em primeiro plano." /><figcaption>Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CE-1024x683.jpg" alt="Fotografia de cinco pessoas em pé, lado a lado, em uma sala de reuniões. Ao fundo há uma porta branca e paredes claras. Sobre a mesa à frente aparecem um celular, uma garrafa térmica e alguns materiais de trabalho." /><figcaption>Centro de Educação (CE)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCR-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de reuniões. Cerca de 12 pessoas posam diante de uma televisão fixada na parede. Uma pessoa está agachada à frente e as demais permanecem em pé. O ambiente possui iluminação embutida e cadeiras de auditório em primeiro plano." /><figcaption>Centro de Ciências Rurais (CCR)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CT-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em um auditório. Cerca de 20 pessoas posam sobre o palco em frente a uma tela de projeção que exibe a apresentação &quot;Pós-Graduação e Pesquisa na Universidade Federal de Santa Maria&quot;. Parte do grupo está em pé e parte agachada na primeira fila." /><figcaption>Centro de Tecnologia (CT)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/POLI-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de reuniões. Dez pessoas posam ao lado de uma tela que exibe uma apresentação sobre pós-graduação e pesquisa na Universidade Federal de Santa Maria. À frente há uma mesa de reuniões com xícaras, garrafa térmica, teclado e outros materiais." /><figcaption>Colégio Politécnico da UFSM</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCS-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de reuniões. Cerca de 22 pessoas posam atrás de uma grande mesa de madeira. O ambiente conta com equipamentos de áudio e vídeo, quadro branco ao fundo e iluminação natural e artificial. Os participantes estão distribuídos em duas fileiras, em pé e sentados." /><figcaption>Centro de Ciências da Saúde (CCS)</figcaption></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAEd seleciona bolsistas de pós-graduação com graduação em Educação Especial, Educação Física, Terapia Ocupacional ou Fonoaudiologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/07/10/caed-seleciona-bolsistas-de-pos-graduacao-com-graduacao-em-educacao-especial-educacao-fisica-terapia-ocupacional-ou-fonoaudiologia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 21:49:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  A Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/PROGRAD/UFSM) divulgou a abertura de inscrições para a seleção de bolsistas de pós-graduação, que possuam graduação nos cursos de Educação Especial, Educação Física, Terapia Ocupacional ou Fonoaudiologia. A seleção refere-se ao projeto &#8220;Aprendizagem e Formação Continuada na Educação Superior&#8220;. A distribuição de bolsas e vagas para cadastro reserva está [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A<strong> Coordenadoria de Ações Educacionais</strong> (CAEd/PROGRAD/UFSM) divulgou a abertura de inscrições para a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/018-2026"><strong>seleção de bolsistas de pós-graduação</strong></a>, que possuam <strong>graduação nos cursos de Educação Especial, Educação Física, Terapia Ocupacional ou Fonoaudiologia.</strong></p>
<p>A seleção refere-se ao projeto "<strong>Aprendizagem e Formação Continuada na Educação Superior</strong>". A distribuição de bolsas e vagas para cadastro reserva está organizada da seguinte maneira:</p>
<ul style="list-style-type: square">
<li><strong>Educação Especial: 01 vaga;</strong></li>
<li><strong>Educação Física: 01 vaga;</strong></li>
<li><strong>Terapia Ocupacional: cadastro reserva; e</strong></li>
<li><strong>Fonoaudiologia: cadastro reserva.</strong></li>
</ul>
<p>As inscrições e o envio da documentação devem ser feitos <span style="background-color: #ffff00"><strong>até 21 de julho, às 23h59min</strong></span>. Os(as) candidatos(as) selecionados(as) serão convocados(as) de acordo com a necessidade da Coordenadoria de Ações Educacionais e disponibilidade de recursos.</p>
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/018-2026"><strong>Edital 018/2026</strong></a>, com todas as orientações, está disponível no site <a href="https://ufsm.br/caed"><strong>ufsm.br/caed</strong></a>. Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed@ufsm.br"><strong>caed@ufsm.br</strong></a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Publicação do Edital de Estudante Especial n. 029/2026/PRPGP/UFSM de inscrição para Estudante Especial em disciplinas de Pós-Graduação no 2º semestre letivo de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/07/10/publicacao-do-edital-de-estudante-especial-n-029-2026-prpgp-ufsm-de-inscricao-para-estudante-especial-em-disciplinas-de-pos-graduacao-no-2o-semestre-letivo-de-2026</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:19:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aluno especial]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Ingresso]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Processo seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa torna público o Edital de Estudante Especial n. 029/2026/PRPGP/UFSM para solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I de Pós Graduação, referente ao 2º semestre letivo de 2026. O período de inscrições e envio da documentação à solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I, via [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa torna público o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/029-2026">Edital de Estudante Especial n. 029/2026/PRPGP/UFSM</a> para solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I de Pós Graduação, referente ao 2º semestre letivo de 2026.</p>
<p>O período de inscrições e envio da documentação à solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I, via web no Portal do Aluno Especial, é de 10 a 24 de julho de 2026.</p>
<p>As <strong>dúvidas referentes as disciplinas devem ser tiradas diretamente com os cursos que as ofertam</strong> e as formas de contato podem ser obtidas no <a href="https://www.ufsm.br/pos-graduacao" target="_blank" rel="noopener">menu Pós-Graduação, página Cursos onde os cursos estão organizados por nível (Especialização, Mestrado e Doutorado)</a>.</p>
<p>Dúvidas referente ao edital podem ser direcionadas ao setor de Controle Acadêmico de Pós-Graduação da PRPGP no e-mail <a class="notranslate" href="mailto:ingresso.prpgp@ufsm.br">ingresso.prpgp@ufsm.br</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“O idoso precisa conversar, precisa de abraço, além da ginástica e da dança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/06/30/o-idoso-precisa-conversar-precisa-de-abraco-alem-da-ginastica-e-da-danca</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:41:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=460</guid>
						<description><![CDATA[Ao encerrar dois anos de atividades do PROEXT-PG, Gustavo Duarte faz um balanço dos aprendizados do projeto Feliz(c)idade e dos impactos da iniciativa para idosos, estudantes e a comunidade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Promover o envelhecimento saudável foi o objetivo que guiou o projeto Feliz(c)idade ao longo dos dois anos de execução do PROEXT-PG UFSM Além do Arco. Coordenado pelos professores Gustavo Duarte e Melissa Braz, a iniciativa reuniu idosos, estudantes e docentes de diferentes áreas em ações voltadas à saúde e ao bem-estar.</p>
<p>O projeto promoveu uma atuação interdisciplinar que integrou Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Nutrição em atividades de ginástica, fortalecimento muscular, equilíbrio, dança, estimulação cognitiva, educação alimentar e práticas integrativas. </p>
<p>Sob coordenação de Gustavo Duarte, os grupos Corpo Mais e Dança Mais reuniram dezenas de participantes em atividades semanais voltadas à promoção da saúde e à convivência. Já as ações coordenadas por Melissa Braz levaram atividades a idosos residentes na Vila Itagiba, instituição de longa permanência para pessoas idosas, e ao grupo Renascer, formado por mulheres que passaram pelo tratamento do câncer de mama. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-e1782848275728-1024x708.jpeg" alt="" width="700" height="484" /></p>
<p>A iniciativa também manteve parcerias com grupos da comunidade, como o Mexe Coração. Ao longo do projeto, dezenas de idosos participaram das atividades desenvolvidas dentro e fora da Universidade, enquanto docentes e estudantes construíram ações integradas de ensino, pesquisa e extensão voltadas ao envelhecimento.</p>
<p>Com o encerramento do ciclo de dois anos do PROEXT-PG, o professor Gustavo Duarte, do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), faz um balanço dos resultados alcançados pelo projeto, dos aprendizados construídos ao lado dos participantes e do que a experiência revelou sobre envelhecimento, convivência e combate à solidão.</p>
<p><b>Além do Arco — Depois desse período de atuação, o que vocês aprenderam sobre as principais necessidades das pessoas idosas de Santa Maria?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Muitas coisas. Ainda há muita coisa para fazer, desde a acessibilidade dentro da Universidade e da cidade. Não há calçadas e adaptações suficientes para a população idosa. A gente está tentando buscar o selo de Cidade Amiga do Idoso, da Organização Mundial da Saúde. Rio Grande e Pelotas já têm, por exemplo. A ideia é construir, junto à prefeitura e outros parceiros, uma comissão para discutir o que Santa Maria precisa avançar nessa área.</p>
<p>O que a cidade pode fazer? Uma praça para idosos, um centro de referência, um centro-dia. O centro-dia é uma unidade pública destinada ao atendimento especializado de pessoas idosas durante o dia. É uma alternativa para quem precisa de acompanhamento, mas não necessita de institucionalização. Hoje nós não temos esse serviço em Santa Maria.</p>
<p>Também faltam locais públicos acessíveis, centros de convivência e mais profissionais preparados para trabalhar com o envelhecimento. Muitos idosos estão sozinhos, precisam de cuidadores e apoio. Eles vêm aos projetos, mas o nosso funciona apenas alguns dias da semana. E nos outros dias? Quem cuida do idoso? Então isso precisa ser pensado como política pública.</p>
<p><b>Além do Arco — E para além dessas questões estruturais, o que mais chamou a atenção de vocês durante o projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> O que mais nos chamou atenção foi a questão da saúde mental. A maioria dos idosos participa de três ou quatro grupos, mas ainda assim enfrenta muita solidão e depressão. Eles chegam antes das atividades e vão embora depois porque querem conversar.</p>
<p>A gente está tentando ampliar atividades como sessões de cinema e rodas de conversa. Não só para fazer exercício. Vamos sentar, conversar e falar da vida. O idoso precisa conversar, precisa de abraço além da ginástica e da dança. Precisa de escuta sensível. Muitos estão sozinhos em casa. São viúvos, casais longevos, mulheres que vivem sozinhas. Muitas vezes a família não tem tempo de acompanhar, no máximo nos fins de semana.</p>
<p>Então, realmente, a solidão e a depressão aparecem muito. Foi um aprendizado importante para nós. A gente trabalhou toda a questão da saúde, mas percebeu que é preciso olhar também para a dimensão psicossocial, para os encontros, para a convivência e para as redes de apoio. Eles precisam dessa rede, desse suporte, que é o que a extensão faz há muito tempo e que, depois da pandemia, se tornou ainda mais necessário.</p>
[caption id="attachment_462" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.40-3-300x237.jpeg" alt="" width="600" height="473" /> Professor Gustavo junto a participantes do projeto[/caption]
<p><b>Além do Arco — Houve algum resultado que surpreendeu vocês ao longo do projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Os homens continuaram e ficaram. A gente tinha só dois homens no projeto, agora a gente já tem acho que cinco ou seis. As próprias mulheres trazem os amigos viúvos, além dos companheiros. Outra coisa é que, além do nosso grupo, os idosos estão se encontrando fora. Domingo vão tomar chimarrão na Medianeira ou no Parque Itaimbé. Já foi um desdobramento do nosso projeto.</p>
<p><b>Além do Arco — Existe alguma história que represente bem o que vocês construíram nesses dois anos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Tem a dona Fausta. Ela tem 88 anos e não falta às quartas-feiras. Ela pega um ônibus ou dois lá da Tancredo Neves, Santa Marta, daquela região, para chegar. Ela faz ginástica, ela faz dança, mora sozinha, é autônoma, tá em outros grupos também. Ela faz questão de dizer que já começou lá  nos anos 1990 com o professor Juca [José Francisco Silva Dias, docente aposentado da UFSM que fundou o NIEaTI (Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade)]. Ela nunca reclama. A gente esquece que ela tem 88 anos.</p>
<p>Também tem um grupo de professoras aposentadas que estão na ginástica e na dança. Elas têm uma relação a partir do grupo. Vão no cinema, vão no teatro, fazem o figurino da dança. Agora duas delas vão a Joinville conosco para assistir ao Festival Internacional de Dança. É uma oportunidade que pode abrir a cabeça, apresentar outro mundo pra elas.</p>
<p><b>Além do Arco — Você atua diretamente com atividades de dança. O que a dança proporciona para esse público além do exercício físico?</b></p>
[caption id="attachment_461" align="alignleft" width="720"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-1.jpeg" alt="" width="720" height="672" /> Aulas de dança do projeto[/caption]
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Toda atividade física é importante. Mas o que a dança proporciona, só ela proporciona. Ao mesmo tempo trabalha ritmo, coordenação, afetividade, musicalidade e novas conexões no cérebro. Porque é muita informação junto. Não é nem dupla tarefa, é tripla tarefa. São várias coisas ao mesmo tempo que uma simples coreografia trabalha no corpo e no cérebro: a coreografia tem que encaixar na música, interpretar um papel, ainda tem que segurar um objeto, né? Porque elas dançam com lenço, com sombrinha, com leque espanhol, com chapéu... É a percepção do espaço, do tempo, do ritmo.</p>
<p>E as aulas não param às quartas-feiras. Como a gente tem um grupo do WhatsApp, a gente filma a coreografia e posta lá.  Eu também coloco coisas do Festival de Dança Joinville, de balé, de Flamenco. É muito mais do que dançar. É o antes da dança e o depois. A dança não acaba só no corpo, tem um estudo teórico do grupo de dança. A gente está estudando os feminismos agora. Estamos fazendo a coreografia da história das mulheres, começamos com Gal, vai ter Elis Regina, Rita Lee… E eu não decido nada sozinho, elas estão implicadas no processo junto.</p>
<p><b>Além do Arco — E qual foi o impacto do projeto para os estudantes envolvidos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Eu tenho duas ou três mestrandas que nunca tinham trabalhado com idosos. Muitas delas estão colocando questões de gênero agora que não estavam presentes nos trabalhos sobre envelhecimento. O projeto delas de mestrado mudou e se qualificou a partir desse trabalho de campo, do que elas viram no Corpo Mais, no Dança Mais e nas outras ações do Feliz(c)idade.</p>
<p>Os mestrandos que passaram pelos projetos nesses dois anos ficaram mais apaixonados pelo envelhecimento. Muitos mudaram o foco das pesquisas a partir das questões que encontraram nos grupos.</p>
<p><b>Além do Arco — E pessoalmente, como essa experiência transformou você?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b>  É  aquilo que não cabe no Lattes, que não tem como pontuar, né? Me transformou tanto como ser humano quanto como profissional. Fazer as coisas com mais calma, com paciência, com mais emoção, com mais afetividade, com mais significado. Como professor, dentro da sala de aula, me ajudou a planejar melhor minhas aulas, e como pesquisador também, porque há múltiplas velhices, não é só um envelhecimento.</p>
<p><b>Além do Arco — O projeto está chegando ao fim. O que vem pela frente?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b> Eu acho que é o evento Feliz(c)idade. Era uma demanda que todos queriam. A gente veio do Acampavida, que começou com o professor Juca e o professor Marco [Aurelio Acosta, referência em Gerontologia). A gente fez duas edições do Feliz(c)idade e a terceira vai ficar para novembro ou dezembro. Agora já tem os grupos parceiros, entrou no calendário da UFSM. Cada vez mais professores querem dar oficinas. Então vamos ocupar uma lacuna muito grande que existia, retomando esse encontro com outra roupagem, outra cara.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista<br /><br /><strong>Fotografias:</strong> Projeto Feli(z)cidade</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Avisos aos candidatos do processo seletivo 030/2025 (2a janela)!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/2026/06/29/avisos-aos-candidatos-do-processo-seletivo-030-2025-2a-janela</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:29:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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		<category><![CDATA[Processo seletivo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/?p=844</guid>
						<description><![CDATA[Prezados candidatos, Informamos que os horários das entrevistas deferidas foram encaminhadas pelo e-mail de inscrição no dia 18/06.Pedimos por gentileza que verifiquem a caixa postal e de spam de vocês. Aproveitarmos a oportunidade para informar que as seleções agendadas para hoje a tarde (29/06) serão reagendadas devido ao jogo do Brasil.Nova data e horário serão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Prezados candidatos,</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Informamos que os horários das entrevistas deferidas foram encaminhadas pelo e-mail de inscrição no dia 18/06.<br>Pedimos por gentileza que verifiquem a caixa postal e de spam de vocês.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Aproveitarmos a oportunidade para informar que as seleções agendadas para hoje a tarde (29/06) serão reagendadas devido ao jogo do Brasil.<br>Nova data e horário serão em breve divulgados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atenciosamente,<br>Coordenação do curso de pós graduação em Zootecnia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roteiros turísticos da erva-mate são lançados no 39º Carijo da Canção Gaúcha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/06/17/roteiros-turisticos-da-erva-mate-sao-lancados-no-39o-carijo-da-cancao-gaucha</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:24:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo rural]]></category>
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						<description><![CDATA[O ‘Caminho dos Ervais’ percorre propriedades rurais produtoras de erva-mate
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No final de maio, durante o 39º Carijo da Canção Gaúcha, foi lançado o roteiro turístico ‘Caminho dos Ervais’ em Palmeira das Missões. Desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Agronegócios da Universidade Federal de Santa Maria (PPGAgr/UFSM-PM), o projeto é uma das iniciativas vinculadas ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG).</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/d3e69fba-78c2-46ae-9ca7-bafc02a17da5.jpg-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Lançamento do roteiro turístico 'Caminho dos Ervais', com visita a um erval no interior de Palmeira das Missões.</figcaption>
										</figure>
		<p>Rosani Spanevello, coordenadora do projeto, afirma que a iniciativa busca criar alternativas de renda para produtores familiares da erva-mate a partir do turismo rural. “Esta possibilidade acontece porque as propriedades analisadas possuem, além do erval, a agroindústria processadora. Isso significa dizer que o turista que busca o roteiro Caminhos dos Ervais encontra a paisagem da erva-mate (floresta ou os ervais) e pode acompanhar a transformação deste erval no produto final (erva-mate)”, explica. Além disso, o roteiro oferta produtos gastronômicos variados que são feitos com erva-mate por Vera Lucia Friderich da Cruz, uma das proprietárias da Ervateira Gurizinho. A agricultora conta que a família formada por ela, o marido Paulo Sérgio e a filha Katiuci, ficou feliz por poder mostrar, por meio do turismo, o cotidiano com a erva-mate e a rotina de trabalho.  “O projeto trouxe mais visibilidade, e com isso vem o retorno financeiro, o aumento das vendas e o reconhecimento do nosso trabalho”, afirma.</p>
<p> </p>
<p>O nascimento do roteiro turístico vinculado à erva-mate encontra na história de Palmeira das Missões uma de suas raízes. Reconhecida como o Berço da Erva-Mate no Rio Grande do Sul por meio da <b><u><i><a href="https://leisestaduais.com.br/rs/lei-ordinaria-n-15163-2018-rio-grande-do-sul-declara-o-municipio-de-palmeira-das-missoes-berco-da-erva-mate-no-estado-do-rio-grande-do-sul" target="_blank" rel="noopener">Lei Estadual 15.163</a>,</i></u></b> de 2018, a cidade tem tradição tanto na plantação de ervais quanto no processamento da planta por meio de ervateiras. Parte da preservação dessa cultura se dá por meio da instituição do <a href="https://www.palmeiradasmissoes.rs.leg.br/institucional/noticias/mateada-celebra-o-dia-municipal-da-erva-mate-em-palmeira-das-missoes" target="_blank" rel="noopener"><b><u><i>Dia Municipal da Erva-Mate</i></u></b></a> (24 de abril) e do <a href="https://leggicomunali.it/a/rs/p/palmeira-das-missoes/lei-ordinaria/2017/509/5089/lei-ordinaria-n-5089-2017-preserva-atraves-do-tombamento-o-pe-de-erva-mate-plantado-em-frente-do-pavilhao-vicente-da-silva-machado-netto-no-parque-de-exposicoes-tealmo-jose-schardong-no-municipio-de-palmeira-das-missoes-rs-devido-ao-seu-valor-historico"><i><u><b>tombamento</b></u></i> </a>de uma planta de erva-mate plantada em 1986. Além disso, o Festival Carijo da Canção Gaúcha, realizado anualmente no mês de maio, preserva as origens do processamento da erva-mate por meio da s<a href="https://www.instagram.com/p/DZBzofMDc6B/?img_index=3" target="_blank" rel="noopener"><u><b><i>ecagem e cancheamento</i></b></u></a> da planta. O nome do festival é uma palavra de origem caingangue e faz referência a uma técnica indígena de secagem da erva-mate.</p>		
			<h3>Os roteiros</h3>		
		<p>O itinerário dos roteiros compreende a visita a duas propriedades. Do centro de Palmeira das Missões, a equipe vai até a comunidade Santa Terezinha, onde visita os ervais da família Müller. Em um segundo momento, a visita é na Ervateira Gurizinho, de Paulo Sérgio e Vera, em que é possível acompanhar as etapas de secagem, moagem, processamento e embalamento do produto. Além disso, Vera oferta uma degustação gastronômica, com bolos, chá, sagu e carapinha (ou cri-cri) feitos com erva-mate. “É uma forma de gerar mais renda com o que já temos na propriedade, e para os visitantes é a oportunidade de ver como é feita a erva-mate, que tanto é apreciada. Já faço algumas receitas com erva-mate para os turistas degustarem, e estou desenvolvendo mais”, conta Vera.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/IMG_8491-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Demonstração de colheita da erva-mate durante visita no erval da Família Müller.</figcaption>
										</figure>
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/3368731c-258b-4957-bf25-dfcf5123b0c2.jpg-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Caminhada no erval da Família Müller</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/f54dc267-9393-4079-8aeb-4751a0abff1b.jpg-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Degustação de alimentos feitos com erva-mate na Ervateira Gurizinho.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/b8e084bd-54e3-4a2c-9796-31588dc5dacb.jpg-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Grupo de turistas acompanha o processamento da erva-mate na ervateira Gurizinho.</figcaption>
										</figure>
		<p>O lançamento do ‘Caminho dos Ervais’ envolveu o percurso do roteiro turístico no dia 27 de maio, durante a tarde, e uma cerimônia de lançamento do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KlQJWfyGYRo&amp;list=PLBB5c0vb8B4Hx88Wv84wwK1S3BFeOh5_G"><u><b><i>vídeo do projeto</i></b></u></a> durante a noite, no Carijo. Para Cinara Martins da Silva, extensionista rural da Emater Ascar em Palmeira das Missões e parceira do projeto, a estreia ter ocorrido no Festival foi especial e tem sentido com as vivências da semana dedicada ao Carijo. “Quem foi deu um retorno de imensa satisfação para nós que planejamos. As pessoas voltaram encantadas com a paisagem do erval. Muita gente não conhece um pé de erva-mate, às vezes nunca teve contato. E [puderam] visitar um erval, participar, entender e sentir a natureza, a paz,  sair desse erval e ir para produção, para entender como é feita a erva-mate, como ela chega até o pacote. Foram só elogios”, relembra Cinara.</p><p>Uma semana antes, o grupo experimentou o trajeto a partir de um <a href="https://www.instagram.com/p/DYkAEucEUbJ/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener"><b><u><i>roteiro-piloto</i></u></b></a>, com o objetivo de testar as visitas e melhorá-las a partir dos retornos das e dos turistas. Rosani explica que a atividade foi fundamental para preparar os produtores para receber os visitantes. Para Cinara, o teste evidenciou a importância de organizar as propriedades para acolher os turistas e entender onde é possível agregar mais valor aos roteiros. “É deixar no turista aquela sementinha de querer voltar ou de indicar para as demais pessoas”, conta. </p>
<p> </p>
<p>A extensionista afirma que a cidade tem muito potencial para ampliação destes roteiros turísticos, e não apenas da erva-mate. Ela evidencia a necessidade de criação de políticas públicas para fortalecimento das pequenas propriedades rurais, como as que estão em desenvolvimento por meio do projeto e junto à Secretaria de Turismo do município. “Esse projeto trouxe uma visibilidade muito grande para Palmeira das Missões e principalmente para a questão do turismo com erva-mate”, afirma Cinara.</p>
<p> </p>
<p>Rosani complementa que a cidade ainda tem escassas experiências em turismo rural, e o ‘Caminho dos Ervais’ busca mitigar essa ausência. “Acredito que essa experiência pode alavancar outras oportunidades para os produtores de erva-mate e para o próprio turismo rural. O roteiro também pode contribuir no encaminhamento da indicação geográfica da erva-mate no polo ervateiro das missões, na qual o município faz parte”, destaca a coordenadora.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/a07bdf8f-d238-4528-9e8e-124c49394f00.jpg-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Processo de sapecagem da erva-mate recém-colhida durante 39º Carijo</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/IMG_9311-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Cancheamento da erva-mate após o processo de secagem, que dura dias.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/a13d3b7a-19ba-43b9-a03b-81454ec69879-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto junto aos produtores na Casa do Mate, no 39º Carijo.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Próxima data já confirmada</h3>		
		<p>Para quem tem interesse em fazer o roteiro turístico ‘Caminho dos Ervais’, a próxima data já está confirmada. Será na tarde do dia 26 de junho e tem vagas limitadas. Mais informações sobre a atividade podem ser encontradas neste&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DZpSJRcEd_L/?img_index=1" target="_blank"><i><u><b>post</b></u></i>&nbsp;</a>do instagram do projeto.</p>
<p></p>
<p><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista voluntária;</p>
<p><b>Fotos</b>: Projeto Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>02/2026 - Edital de Seleção de Bolsa Pesquisador de Doutorado - Laboratório de Mobilidade e Logística</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/002-2026-6</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:29:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#ppgecam]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=7888</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Laboratório de Mobilidade e Logística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público(a) a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do curso de pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria para Bolsas de Pesquisador de Doutorado, obtida junto ao Projeto Análise do eixo viário na Av. N. Sra. Das Dores e N. Sra. Medianeira de Santa Maria/RS.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Laboratório de Mobilidade e Logística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público(a) a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do curso de pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria para Bolsas de Pesquisador de Doutorado, obtida junto ao Projeto Análise do eixo viário na Av. N. Sra. Das Dores e N. Sra. Medianeira de Santa Maria/RS.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) lança edital de credenciamento de estruturas multiusuárias </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/06/01/pro-reitoria-de-pos-graduacao-e-pesquisa-prpgp-lanca-edital-de-credenciamento-de-estruturas-multiusuarias</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:23:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/?p=22323</guid>
						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) publicou no dia 26 de maio o Edital 26/2026-PRPGP/UFSM para o credenciamento de estruturas multiusuárias da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O edital está previsto na Resolução UFSM n° 248/2026 e materializa o trabalho iniciado no ano de 2022 pela PRPGP junto a comunidade acadêmica para a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) publicou no dia 26 de maio o Edital 26/2026-PRPGP/UFSM para o credenciamento de estruturas multiusuárias da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O edital está previsto na </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-248-2026"><span style="font-weight: 400">Resolução UFSM n° 248/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> e materializa o trabalho iniciado no ano de 2022 pela PRPGP junto a comunidade acadêmica para a proposição de regramento institucional de estruturas multiusuárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Edital 26/2026-PRPGP/UFSM tem por objetivos, a) Identificar e credenciar estruturas multiusuárias localizadas nos campi da UFSM a fim de promover a transparência e o acesso ao uso compartilhado do bem público, b) Contribuir com a otimização e eficácia no uso de equipamentos e instalações de grande porte e alto valor agregado para a geração de conhecimento, tecnologia e inovação, c) Incentivar boas práticas de gestão, investimento institucional, manutenção e atualização tecnológica das estruturas e d) Permitir o apoio institucional às estruturas multiusuárias credenciadas, de acordo com as disponibilidades orçamentárias da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Inicialmente, o credenciamento é destinado para estruturas multiusuárias categorizadas como Infraestrutura Multiusuária com Suporte Multiusuário (IMSM) ou  Infraestrutura Multiusuária Plena (IMP). A expectativa é que no decorrer do processo de amadurecimento e aprendizagem institucional outras categorias previstas na </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-248-2026"><span style="font-weight: 400">Resolução UFSM n° 248/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> de </span><i><span style="font-weight: 400">Centros Multiusuários de Pesquisa e Inovação</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Institutos de Pesquisa e Inovação</span></i><span style="font-weight: 400"> também terão credenciamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/026-2026"><span style="font-weight: 400">Edital 26/2026-PRPGP/UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> bem como o tutorial de solicitação de credenciamento e demais anexos podem ser acessados na página da PRPGP.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Rita de Cassia Trindade dos Santos</em><br /><em>Revisão: Laura Gassen</em><br /><br /><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ProgeAqua avança com cursos e capacitações na região de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/27/progeaqua-avanca-com-cursos-e-capacitacoes-na-regiao-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 19:44:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[12 municípios são contemplados pelo projeto na etapa de formação técnica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O final de maio marca o início das capacitações técnicas do Programa de Geração de Renda e Qualidade do Pescado (ProgeAqua) na região de Santa Maria. As palestras e cursos vão tratar de cuidados de manejo, qualidade da água, alimentação dos peixes, manejo de doenças, legislação ambiental e comercialização do pescado. São contemplados cerca de 120 produtores dos municípios de Cacequi, Dona Francisca, Jari, Novo Cabral, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Pinhal Grande, Quevedos, Santa Maria,  São Sepé, São Pedro e São João do Polêsine.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.20.34-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Reunião de alinhamento do ProgeAqua em São Pedro do Sul.</figcaption>
										</figure>
		<p>Segundo Rafael Lazzari, coordenador do projeto, o cenário da piscicultura na região de Santa Maria e da Quarta Colônia ainda é incipiente e conta com poucos produtores. Para o pesquisador, o objetivo é criar e estimular a cultura de criação de peixes. “O projeto tem trazido, em um primeiro momento, a sensibilização de alguns produtores. E os municípios têm manifestado uma demanda para fortalecer o acompanhamento de processos criatórios para futuras feiras do peixe”, explica Rafael.</p>
<p>De acordo com Rafael, a expectativa é que, a partir do ProgeAqua, cada município consiga organizar a piscicultura local. “Eu tô falando de criar uma lei municipal, de ter um corpo técnico e conseguir fazer esse apoio aos produtores”, afirma.&nbsp;</p>
<p>Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o ProgeAqua é um dos dez projetos contemplados pelo Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). As capacitações seguem até junho e o projeto tem continuidade mesmo após o término do período do Programa.</p>		
													<img width="1024" height="517" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.22.09-1024x517.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.21.09-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>Texto: Samara Wobeto, jornalista voluntária.</p><p>Imagens: ProgeAqua.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem uma proposta aprovada em edital da Finep para preservação e recuperação de acervos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/05/22/ufsm-tem-uma-proposta-aprovada-em-edital-da-finep-para-preservacao-e-recuperacao-de-acervos</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:35:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve uma proposta aprovada na Chamada Pública MCTI/FINEP/FNDCT – Identidade Brasil: Recuperação e Preservação de Acervos 2025, promovida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O edital prevê investimentos em iniciativas voltadas à preservação, recuperação, digitalização e ampliação do acesso a acervos científicos, históricos e culturais em instituições [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve uma proposta aprovada na Chamada Pública MCTI/FINEP/FNDCT – Identidade Brasil: Recuperação e Preservação de Acervos 2025, promovida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O edital prevê investimentos em iniciativas voltadas à preservação, recuperação, digitalização e ampliação do acesso a acervos científicos, históricos e culturais em instituições brasileiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A chamada pública tem como objetivo fortalecer a infraestrutura de instituições de guarda, como universidades, museus, bibliotecas, arquivos e centros de memória, promovendo ações de conservação patrimonial, digitalização de acervos, acessibilidade física e digital, além da difusão do patrimônio científico e cultural brasileiro. Os recursos são oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e estão divididos entre os grupos de concorrência de acervos científicos e de acervos históricos e culturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 22 de maio de 2026, a Finep apresentou os resultados parciais do edital na qual a UFSM foi considerada aprovada em uma proposta: “Acervos Científicos Em Rede: projeto de qualificação de coleções científicas da UFSM”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os espaços contemplados estão o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani, o LASCA/UFSM, o Acervo Artístico da UFSM e o Jardim Botânico de Santa Maria, acervos de grande relevância científica, histórica, cultural e social, responsáveis pela preservação de patrimônios reconhecidos nacionalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta aprovada prevê ações voltadas à modernização tecnológica, catalogação e digitalização de coleções, conservação preventiva, segurança e acessibilidade, além da ampliação do acesso público aos acervos por meio de ações de extensão, exposições e disponibilização digital.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre segunda janela de inscrições para pós-graduação com ingresso em 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/egressos/2026/05/16/ufsm-abre-segunda-janela-de-inscricoes-para-pos-graduacao-com-ingresso-em-2026</link>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 13:56:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Egressos]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Edital oferece 1071 vagas para ingresso ainda neste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), abriu nesta quinta-feira (14) a segunda janela do <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw2iLIzIANqoESCfarYzMneZ">Edital PRPGP/UFSM nº 030/2025</a></strong> para ingresso na pós-graduação. </p>
<p dir="ltr">Nesta segunda janela, são oferecidas 1.071 vagas, sendo 32 de especialização, 698 de mestrado e 341 de doutorado. O ingresso ocorrerá neste ano, conforme calendário de cada programa.</p>
<p>O edital traz um passo a passo com orientações sobre o preenchimento da ficha e o envio da documentação exigida.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<ul>
<li>
<p>Período: <strong>14 de maio a 8 de junho</strong></p>
</li>
<li>
<p>Local: <strong>exclusivamente pela internet</strong></p>
</li>
<li>
<p>Valor: <strong>não há cobrança de taxa.</strong></p>
</li>
</ul>
<h2>Processo seletivo</h2>
<p>A análise documental será feita pelas comissões de cada curso. Os critérios de avaliação – como provas, entrevistas, análise de currículo ou projeto – serão detalhados nos editais específicos de cada programa.</p>
<p>É permitido se inscrever em mais de um curso, desde que não sejam ambos <em>stricto sensu</em> (mestrado/doutorado). Caso um dos cursos seja lato sensu (especialização), é possível a matrícula simultânea.</p>
<h2>Vagas e ações afirmativas</h2>
<p>As vagas seguem a Política de Ações Afirmativas e Inclusão da UFSM (Resolução 068/2021), contemplando categorias como pessoas pretas e pardas, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas trans, professores da rede básica, pessoas de baixa renda e estrangeiros.</p>
<p>Os candidatos aprovados em vagas de ações afirmativas participarão de webconferências obrigatórias com comissões da UFSM. O não comparecimento implica o indeferimento da vaga.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<ul>
<li>Inscrições: 14 de maio a 8 de junho</li>
<li>
<p>Divulgação da lista preliminar de inscritos: 9 de junho</p>
</li>
<li>
<p>Seleção interna: 11 de junho a 15 de julho</p>
</li>
<li>
<p>Publicação da lista final de classificados e suplentes: 24 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Confirmação de vaga: 27 e 28 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Início das atividades acadêmicas: ao longo de 2026, conforme calendário de cada curso, disponível no<strong> <a href="http://edital%20prpgp/UFSM%20n%C2%BA%20030/2025" data-wplink-url-error="true">edital</a></strong></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>Orientações</h2>
<p>Os candidatos devem acompanhar atentamente as publicações no <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw39RdEuNHLyvJrdTZoqtY79">site da PRPGP</a></strong>, onde serão divulgados eventuais adendos ou retificações. A UFSM recomenda que a inscrição seja feita com antecedência e que os documentos sejam conferidos com cuidado.</p>
<p><em>Fonte: ufsm.br </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre segunda janela de inscrições para pós-graduação com ingresso em 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/14/segunda-janela-pos-graduacao</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:42:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[janela ingresso pós]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Edital oferece 1071 vagas para ingresso ainda neste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="273" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/PG2-26-Banner-1500x400-Inscricoes-2-1024x273.jpg" alt="banner colorido horizontal com informações sobre a segunda janela de inscrições para a pós-graduação. A imagem destaca que é a segunda janela." />													
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), abriu nesta quinta-feira (14) a segunda janela do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw2iLIzIANqoESCfarYzMneZ">Edital PRPGP/UFSM nº 030/2025</a> para ingresso na pós-graduação. </p>
<p dir="ltr">Nesta segunda janela, são oferecidas 1.071 vagas, sendo 32 de especialização, 698 de mestrado e 341 de doutorado. O ingresso ocorrerá neste ano, conforme calendário de cada programa.</p>
<p>O edital traz um passo a passo com orientações sobre o preenchimento da ficha e o envio da documentação exigida.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<ul>
<li>
<p>Período: 14 de maio a 8 de junho</p>
</li>
<li>
<p>Local: exclusivamente pela internet</p>
</li>
<li>
<p>Valor: não há cobrança de taxa. </p>
</li>
</ul>
<h2>Processo seletivo</h2>
<p>A análise documental será feita pelas comissões de cada curso. Os critérios de avaliação – como provas, entrevistas, análise de currículo ou projeto – serão detalhados nos editais específicos de cada programa.</p>
<p>É permitido se inscrever em mais de um curso, desde que não sejam ambos stricto sensu (mestrado/doutorado). Caso um dos cursos seja lato sensu (especialização), é possível a matrícula simultânea.</p>
<h2>Vagas e ações afirmativas</h2>
<p>As vagas seguem a Política de Ações Afirmativas e Inclusão da UFSM (Resolução 068/2021), contemplando categorias como pessoas pretas e pardas, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas trans, professores da rede básica, pessoas de baixa renda e estrangeiros.</p>
<p>Os candidatos aprovados em vagas de ações afirmativas participarãom de webconferências obrigatórias com comissões da UFSM. O não comparecimento implica indeferimento da vaga.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<ul>
<li>Inscrições: 14 de maio a 8 de junho</li>
<li>
<p>Divulgação da lista preliminar de inscritos: 9 de junho</p>
</li>
<li>
<p>Seleção interna: 11 de junho a 15 de julho</p>
</li>
<li>
<p>Publicação da lista final de classificados e suplentes: 24 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Confirmação de vaga: 27 e 28 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Início das atividades acadêmicas: ao longo de 2026, conforme calendário de cada curso, disponível no <a href="http://Edital PRPGP/UFSM nº 030/2025" data-wplink-url-error="true">edital</a></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>Orientações</h2>
<p>Os candidatos devem acompanhar atentamente as publicações no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw39RdEuNHLyvJrdTZoqtY79">site da PRPGP</a>, onde serão divulgados eventuais adendos ou retificações. A UFSM recomenda que a inscrição seja feita com antecedência e que os documentos sejam conferidos com cuidado.</p>
<p><br /><br /><br /><br /></p>
 
 
 
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PRORROGADO: Residência em Saúde Uniprofissional - Veterinária seleciona elaboradores e revisores de questões para seu processo seletivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/05/06/residencia-em-saude-uniprofissional-veterinaria-seleciona-elaboradores-e-revisores-de-questoes-para-seu-processo-seletivo</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:13:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[Residência Uniprofissional]]></category>
		<category><![CDATA[Revisão de Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=26688</guid>
						<description><![CDATA[  A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para servidores(as) da instituição interessados(as) em atuar como elaboradores(as) e revisores(as) de questões de prova. O edital é voltado ao Processo Seletivo Residência em Saúde – Modalidade Uniprofissional – Medicina Veterinária. Podem participar servidores(as) efetivos(as) docentes ou técnico-administrativos(as) da UFSM, ativos(as) ou aposentados(as), que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para servidores(as) da instituição interessados(as) em atuar como elaboradores(as) e revisores(as) de questões de prova. O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/022-2026"><strong>edital</strong></a> é voltado ao <strong>Processo Seletivo Residência em Saúde – Modalidade Uniprofissional – Medicina Veterinária</strong>.</p>
<p>Podem participar servidores(as) efetivos(as) docentes ou técnico-administrativos(as) da UFSM, ativos(as) ou aposentados(as), que não estejam cedidos(as) para outra instituição.</p>
<p>Como critérios de seleção, o edital estipula:</p>
<p>- Graduação em Letras, para a área de <strong>Revisão de Linguagem</strong>;</p>
<p>- Graduação em Letras ou Comunicação Social ou Jornalismo, para a área de <strong>Auditoria de Questões</strong>;</p>
<p>- Graduação em Medicina Veterinária para as <strong>Áreas Específicas</strong>:</p>
<p><strong>a) Saúde Pública e Políticas Públicas de Saúde;</strong><br /><strong>b) Legislação Reguladora da Residência em Área Profissional de Saúde e Código de Ética do Médico Veterinário;</strong><br /><strong>c) Cirurgia Veterinária;</strong><br /><strong>d) Anestesiologia Veterinária;</strong><br /><strong>e) Clínica Médica de Pequenos Animais;</strong><br /><strong>f) Patologia Clínica Veterinária;</strong><br /><strong>g) Diagnóstico por Imagem em Medicina Veterinária;</strong><br /><strong>h) Clínica de Ruminantes;</strong><br /><strong>i) Medicina Veterinária Preventiva.</strong></p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>As inscrições foram prorrogadas para o dia 29 de maio, para a área de Anestesiologia Veterinária.</strong></span></p>
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/022-2026"><strong>Edital 022/2026 e sua retificação</strong></a> podem ser acessados no site <a href="https://ufsm.br/prograd"><strong>ufsm.br/prograd</strong></a>.  </p>
<p>Dúvidas podem ser encaminhadas ao Núcleo de Ingresso e Seleção Acadêmicos da Pró-Reitoria de Graduação, pelo email <a href="mailto:nisa@nisa.ufsm.br"><strong>nisa@nisa.ufsm.br</strong></a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>12 coisas que você pode aprender ouvindo o podcast Clima de Crise</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/06/12-coisas-que-voce-pode-aprender-ouvindo-o-podcast-clima-de-crise</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:41:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=432</guid>
						<description><![CDATA[Podcast produzido pela UFSM reúne pesquisadores e profissionais que estão na linha de frente dos estudos sobre Mudanças Climáticas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 deixaram marcas visíveis nas cidades, nas paisagens e na vida de milhares de pessoas. Mas também evidenciaram algo maior: a crise climática já faz parte do cotidiano. Foi a partir desse cenário que surgiu o podcast <em>Clima de Crise</em>, produzido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para aproximar universidade e sociedade a partir da pauta climática.</p><p>Com seis episódios divididos em duas temporadas, o podcast reúne pesquisadores e profissionais que estão na linha de frente dos estudos sobre mudanças climáticas para discutir, em linguagem acessível, como eventos extremos afetam a saúde, o território, a comunicação, a educação e a vida em comunidade. Mais do que explicar fenômenos ambientais, a série busca mostrar os impactos sociais da crise climática.</p><p>“O principal aprendizado é o entendimento de que já estamos vivendo em um período de emergência climática e que precisamos agir, individual e coletivamente”, afirma a diretora do podcast, Camila Pereira. “Precisamos repensar nosso consumo, nossos hábitos, nossa comunicação, nossa gestão e nossas leis ambientais.”</p><p>O <em>Clima de Crise</em> parte de perguntas concretas: o que acontece com quem precisa de atendimento de saúde quando uma cidade fica isolada por uma enchente? Como as pessoas se informam quando a internet deixa de funcionar? O que muda nos rios e no solo depois de um evento extremo? Ao longo dos episódios, especialistas ajudam a compreender como a crise climática reorganiza rotinas, amplia desigualdades e transforma territórios. “Passei a enxergar a crise climática de forma mais próxima, entendendo que ela já está acontecendo e que não há como voltar atrás”, diz Camila.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-17.39.00-1024x667.jpeg" alt="" width="1024" height="667" /></p><p>A lista a seguir reúne 12 aprendizados e curiosidades extraídos das entrevistas com especialistas e apresentam ideias que ajudam a entender melhor o que aconteceu em 2024 e o que pode acontecer daqui para frente.</p><ol><li><p><strong>O vínculo com o território muda a forma de reagir a desastres</strong></p><p>Diante de um desastre, nem todo mundo reage da mesma forma, e isso pode estar relacionado com a relação construída com o lugar onde se vive. No episódio 1, <em>Pertencimento e Memória em tempos de Crise Climática</em>, a professora Maria Medianeira Padoin, do Departamento de História da UFSM, destaca que se reconhecer como parte do território pode influenciar a disposição para agir diante dos problemas e impactar diretamente a resposta às crises. Ela considera fundamental que se fortaleça um “sentimento comunitário”, ou seja, “um sentimento de pertencimento coletivo, [que o território] não só meu, [mas é] nosso”.</p></li><li><p><strong>Universidades podem atuar diretamente nos territórios em situações de crise</strong></p><p>No episódio 1, Maria Medianeira Padoin explica que a presença da UFSM no território da Quarta Colônia se dá em projetos desenvolvidos junto às comunidades, escolas e gestores locais, e são voltados à compreensão e à busca de soluções para problemas da região em diálogo com os moradores. Durante as enchentes de 2024, essa rede também se tornou visível na prática. “Eu comecei a receber muitas ligações de nossos alunos, era meia-noite, uma da manhã… [eles diziam] nós estamos sem luz, com necessidades”, relata. Ao mesmo tempo, professores de diferentes áreas também entraram em contato oferecendo ajuda, evidenciando a universidade como uma rede mobilizada diante da crise.</p></li><li><p><strong>Nem toda cidade pode ter todos os serviços de saúde — e isso vira um problema em situações de crise</strong></p><p>No episódio 2, <em>Saúde em contexto de emergência climática</em>, a mestranda em Saúde Coletiva pela UFSM, Gabriela Toniolo Bertolo, explica que não existem atendimentos especializados em todos os municípios do Brasil, já que o sistema de saúde no país é organizado para funcionar de forma regionalizada.</p><p>“Pensa um município de 2, 3 mil habitantes ter cardiologista, ter cirurgia geral para aquela população — isso é inviável e insustentável, tanto financeiramente quanto de forma logística para o sistema”, afirma.</p><p>A organização do SUS em regiões e macrorregiões permite concentrar recursos e garantir atendimento para aquela população, mas cria vulnerabilidades em situações extremas. Durante as enchentes de 2024, cidades ficaram isoladas e perderam acesso a serviços: “Em dois dias, Santa Maria ficou ilhada. E como agir quando os serviços de média e alta complexidade, os principais prestadores da região, ficam isolados? Não é possível trazer os pacientes para cá, e os que já estão aqui também não conseguem voltar para casa.”</p><p>Segundo Gabriela, foi necessário mobilizar diferentes frentes para garantir o atendimento, com apoio de outras instâncias públicas e, em alguns momentos, da iniciativa privada.</p></li><li><p><strong>Remédios doados durante enchentes podem acabar descartados</strong></p><p>Durante as enchentes de 2024, a grande quantidade de doações de medicamentos acabou gerando alguns desafios, como conta Gabriela Bertolo no episódio 2: “A solidariedade é o que nos torna humanos, mas, sem uma orientação, nos trouxe vários problemas”.</p><p>Muitos dos medicamentos doados não puderam ser utilizados, seja por falta de controle de validade, por terem sido armazenados de forma inadequada ou por não corresponderem às necessidades do momento: “Quando as pessoas doam medicamento da farmacinha da casa delas, aquele medicamento controlado ou aquele medicamento cortado que a gente não tem noção da data de validade, não temos como entregar esse medicamento para a população, ele vai ser descartado”, explica Gabriela.</p><p>A situação exigiu a criação de uma estrutura específica para triagem, com equipe técnica responsável por avaliar o que poderia ou não ser aproveitado.</p></li><li><p><strong>Quando a internet falha, a informação também entra em risco</strong></p><p>Sem internet, como uma comunidade se informa em meio a um desastre? Durante as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, essa pergunta deixou de ser hipotética. Em diversas regiões, a conexão caiu ou se tornou instável — e, com ela, o principal meio de acesso à informação.</p><p>No episódio 3 — <em>Jornalismo Local, Desertos de Notícia e Resiliência Climática</em> — a professora Laura Storch, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, relata que algumas regiões da Quarta Colônia ficaram sem acesso à internet: “toda aquela lógica globalizada de informação, desabou naquele momento”.</p><p>O episódio revela como a crise expôs a dependência de infraestruturas digitais e a vulnerabilidade dos sistemas de informação em contextos extremos.</p></li><li><p><strong>Rádios e WhatsApp foram essenciais para a circulação de informação durante a crise</strong></p><p>Com a queda ou instabilidade da internet, a circulação de informação passou a depender de meios mais próximos do território. No episódio 3, Laura Storch destaca que as rádios mantêm uma relação direta com as comunidades, o que fortalece seu papel em momentos de crise. Além disso, sua atuação envolve presença física nas áreas afetadas, com profissionais que se deslocam até regiões isoladas para relatar o que está acontecendo.</p><p>Mesmo com falhas na conexão, os grupos de WhatsApp também tiveram papel importante sempre que havia algum acesso disponível. Por serem organizados a partir de vínculos diretos entre moradores, funcionaram como redes locais de troca de informações. “Existia um fluxo de informação muito potente acontecendo ali”, afirma.</p><p>Os grupos ajudavam a identificar pessoas isoladas, organizar pedidos de ajuda e circular informações urgentes entre moradores e equipes de resposta.</p></li><li><p><strong>Eventos extremos são naturais, o desastre depende de como ocupamos o território</strong></p><p>No episódio 4 — <em>Clima, Território e Educação Ecológica</em> — o professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM Adriano Figueiró explica que eventos como as chuvas fortes de 2024 são parte do processo natural da dinâmica da evolução da paisagem: “Não há nada de estranho no que aconteceu, porque isso vem acontecendo há milhões de anos. A paisagem hoje só é o que é porque eventos extremos dessa natureza aconteceram com muito mais intensidade, com muito mais frequência”, afirma.</p><p>O que transforma esses eventos em desastre, no entanto, é a forma como os territórios são ocupados. Áreas como margens de rios e encostas instáveis são especialmente vulneráveis. “Os maiores danos ocorreram justamente naquelas estruturas construídas pelos seres humanos que desrespeitam os caminhos naturais da própria paisagem”, explica Adriano.</p><p>Segundo ele, esses eventos continuarão ocorrendo — possivelmente com maior frequência em função das mudanças climáticas. Diante disso, é preciso aprender como reduzir os danos à vida e aos bens materiais.</p></li><li><p><strong>O solo leva séculos para se formar — mas pode desaparecer em poucos dias</strong></p><p>No episódio 4, Adriano Figueiró destaca que a formação do solo é um processo extremamente lento: “Para produzir 1 cm de solo, eu preciso por volta de 400 anos”.</p><p>Durante as enchentes de 2024, áreas da Quarta Colônia perderam quase 1,5 metro de solo em apenas três dias de chuva. O contraste revela que certos danos ambientais são praticamente irreversíveis no tempo humano, e reforça a importância de práticas de conservação e planejamento do uso da terra: “com algumas técnicas simples de conservação do solo, nós poderíamos ter preservado mais do nosso patrimônio”, enfatiza o pesquisador.</p></li><li><p><strong>Um rio pode ficar mais rápido e destrutivo depois de um evento extremo</strong></p><p>Eventos extremos podem alterar a forma e o comportamento dos rios, com efeitos que permanecem no tempo. No episódio 5, <i>Chuva, solo e ciência: o que aprendemos com as enchentes,</i> o professor do Departamento de Solos da UFSM Jean Minella explica que, após as enchentes, mudanças no leito do rio reduziram sua rugosidade e alteraram seu fluxo.</p><p>“Ele se tornou menos rugoso, mais retilíneo”, afirma, explicando que é como se tivesse passado por uma “pavimentação natural”, ou seja, “para um mesmo evento de chuva que aconteça agora, as velocidades do rio estão maiores. Então o rio está propagando aquela mesma vazão que propagava antes de uma forma muito mais rápida”.</p><p>Isso, segundo o pesquisador, pode intensificar os danos em eventos futuros.</p></li><li><p><strong>O mesmo sistema que causa enchente também pode causar falta de água depois</strong></p><p>No episódio 5, o professor Jean Minella explica que os períodos de enchente e estiagem estão ligados ao funcionamento do sistema hídrico. Segundo ele, a forma como a superfície das bacias é ocupada interfere diretamente na recarga dos aquíferos, das nascentes e na quantidade de água disponível nos rios ao longo do ano.</p><p>O impacto vai além dos eventos extremos. Jean Minella afirma que rios que ficam “extremamente violentos” durante as chuvas podem depois “agonizar”, sem água suficiente para abastecer comunidades urbanas e rurais. “Esse excesso que a gente tem de escoamento superficial é a água que vai faltar no período de baixa precipitação”, resume o pesquisador.</p><p>Para ele, o sistema está “obviamente desequilibrado”: a água escoa rápido demais durante as chuvas e deixa de abastecer o solo, os rios e os aquíferos nos períodos secos.</p></li><li><p><strong>Nem os especialistas esperavam a dimensão das enchentes no Sul</strong></p><p>Mesmo com dados e modelos de medição cada vez mais sofisticados, a magnitude de alguns eventos climáticos ainda surpreende. No episódio 6 — <em>Variabilidade climática no Sul do Brasil</em> — a meteorologista e docente do Departamento de Física da UFSM Nathalie Boiaski afirma que os eventos extremos surpreenderam até quem pesquisa o tema. “Nenhum de nós era capaz de compreender a magnitude de um evento extremo até então”, relata.</p><p>A pesquisadora, que mora na Quarta Colônia, conta que também foi atingida pelas enchentes de 2024: “Eu sou meteorologista, tenho a formação, eu tinha os dados na mão. Por que que eu não saí? Porque a gente não quer acreditar”.</p><p>Ela relata que não deixou sua casa imediatamente, porque jamais imaginou que o rio pudesse atingir o nível que atingiu. Segundo ela, como nunca havia acontecido algo parecido antes, acreditou que “ia chover, mas não ia ser tanto assim a ponto de a gente precisar sair de casa”. A saída aconteceu apenas quando percebeu que o nível do rio estava subindo rápido demais.</p><p>Para ela, os eventos recentes mostram que, mesmo com avanços na meteorologia, a dimensão dos impactos ainda desafia a capacidade de previsão e resposta da sociedade.</p></li><li><p><strong>Eventos extremos locais são mais difíceis de prever — e os alertas ganham ainda mais importância</strong></p><p>No episódio 6, Nathalie Boiaski explica que eventos em escala regional ou local são mais difíceis de antecipar com precisão, especialmente pela falta de dados em determinadas áreas. Chuvas intensas podem atingir uma região específica enquanto bairros próximos permanecem sem chuva, o que dificulta a representação desses eventos nos modelos de previsão. “chove no centro da cidade de Santa Maria e não chove em Camobi”, exemplifica.</p><p>A situação se torna ainda mais complexa em áreas com pouco monitoramento. “Então nós precisamos sim de mais monitoramento, porque não tem milagre que o meteorologista possa fazer sem ter um ponto de observação, sem ter pluviômetro, sem ter termômetro, sem ter anemômetros”, afirma a pesquisadora, citando a falta de equipamentos em parte da Quarta Colônia.</p><p>Nesse cenário, mesmo com incertezas, a recomendação é sempre considerar os avisos e agir preventivamente. A forma como as pessoas respondem a esses alertas pode influenciar diretamente os impactos das situações de risco. Ela defende que os alertas meteorológicos sejam levados a sério: “Na dúvida, saia”.</p></li></ol><p>```</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-06-123446-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" />O podcast <i>Clima de Crise</i> foi produzido no âmbito dos projetos “Governança e multidimensionalidade dos riscos climáticos” (Fapergs 06/2024) e “Comunicação de proximidade” (PROEXT-PG/Capes), vinculados à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p><h4><b>Todos os episódios já estão disponíveis, confira:</b></h4><ul><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 1 — Pertencimento e Memória em tempos de Crise Climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/5aSErRkx2eMqHOvTKvxBiq">https://open.spotify.com/episode/5aSErRkx2eMqHOvTKvxBiq</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 2 — Saúde em contexto de emergência climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/41Z21uM58NGSPpESF1cOHX">https://open.spotify.com/episode/41Z21uM58NGSPpESF1cOHX</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 3 — Jornalismo Local, Desertos de Notícia e Resiliência Climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/2xChGQmiHA7hRaNL27qsyD">https://open.spotify.com/episode/2xChGQmiHA7hRaNL27qsyD</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 4 — Clima, Território e Educação Ecológica</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/11g5CbODKQGhs7pKfaoqMi">https://open.spotify.com/episode/11g5CbODKQGhs7pKfaoqMi</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 5 — Chuva, solo e ciência — o que aprendemos com as enchentes</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/0vyVHnbyzCHqMyDsGvioug">https://open.spotify.com/episode/0vyVHnbyzCHqMyDsGvioug</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 6 — Variabilidade climática no Sul do Brasil — interações, mecanismos e impactos</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/6QFzVuNFxZQ6kh5bHnAZvg">https://open.spotify.com/episode/6QFzVuNFxZQ6kh5bHnAZvg</a></li></ul><p>Texto: Luciane Treulieb, jornalista</p><p>Ilustração: Evandro Bertol, designer</p>]]></content:encoded>
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				<title>Egressa da UFSM recebe Medalha John C. Marsden por melhor tese de doutorado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/egressos/2026/05/05/egressa-da-ufsm-recebe-medalha-john-c-marsden-por-melhor-tese-de-doutorado</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 10:13:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
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						<description><![CDATA[  A egressa do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Lívia Roese-Miron, foi agraciada, em 2026, com a Medalha John C. Marsden, concedida pela Linnean Society de Londres ao melhor trabalho de doutorado em biologia em áreas além da botânica. O reconhecimento está relacionado a um estudo publicado [&hellip;]]]></description>
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<p data-start="201" data-end="499"> </p>
[caption id="attachment_579" align="alignright" width="260"]<img class="size-medium wp-image-579" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/639/2026/05/egressos-ufsm-Livia-Roese-Miron-tese-premiada-260x300.jpg" alt="" width="260" height="300" /> <em>Lívia Roese-Miron teve tese premiada</em>[/caption]
<p data-start="201" data-end="499">A egressa do Programa de <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgba"><strong>Pós-Graduação em Biodiversidade Animal</strong></a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), <strong>Lívia Roese-Miron</strong>, foi agraciada, em 2026, com a <a href="https://www.linnean.org/the-society/medals-awards-prizes-grants/phd-medals-and-prizes/the-john-c-marsden-medal#:~:text=The%20medal%20is%20awarded%20annually,PhD%20student%20as%20first%20author."><strong>Medalha John C. Marsden</strong></a>, concedida pela <strong>Linnean Society de Londres</strong> ao melhor trabalho de doutorado em biologia em áreas além da botânica.</p>
<p data-start="501" data-end="881">O reconhecimento está relacionado a um estudo publicado em 2025 na <em data-start="568" data-end="611">Zoological Journal of the Linnean Society</em>, que apresenta parte dos resultados de sua tese. A pesquisa investigou o <em data-start="685" data-end="713">Siriusgnathus niemeyerorum</em>, um cinodonte, grupo de vertebrados que integra a linhagem ancestral dos mamíferos, que viveu há mais de 200 milhões de anos, no período Triássico, no sul do Brasil.</p>
<p data-start="883" data-end="1345">O trabalho envolveu a análise detalhada de um crânio completo da espécie por meio de tomografia computadorizada de alta resolução. A partir disso, foi possível reconstruir estruturas internas, incluindo descrições inéditas dos nervos cranianos e do ouvido interno. Os resultados também apontam novas características relacionadas à mobilidade facial, com implicações para a compreensão de comportamentos como alimentação, defesa e interação social desses animais.</p>
<p> </p>
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<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text"><em>Detalhes do crânio de </em>Siriusgnathus niemeyerorum <br /><br /></figcaption>
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<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text"><em>Detalhes da anatomia interna do crânio de </em>Siriusgnathus niemeyerorum</figcaption>
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<p data-start="1347" data-end="1678"> </p>
<p data-start="1347" data-end="1678">“Estou muito honrada em receber este prêmio. O reconhecimento reflete os esforços envolvidos no trabalho e destaca a importância de estudar a evolução dos sinápsidos. Sou especialmente grata aos meus coautores e ao orientador, professor <strong>Leonardo Kerber</strong>, cujas contribuições foram essenciais para a pesquisa”, afirma a pesquisadora.</p>
<p data-start="1680" data-end="1995">Segundo o editor-chefe da revista, <strong>Jeff Streicher</strong>, responsável pela seleção do trabalho premiado, o estudo se destaca pelo rigor analítico e pela qualidade das ilustrações. Ele também ressaltou o potencial das tecnologias atuais para investigar estruturas do sistema nervoso de espécies extintas há milhões de anos. </p>
<p data-start="1680" data-end="1995">A divulgação oficial da premiação está disponível no site da <a href="https://www.linnean.org/the-society/medals-awards-prizes-grants/phd-medals-and-prizes/the-john-c-marsden-medal#:~:text=The%20medal%20is%20awarded%20annually,PhD%20student%20as%20first%20author."><strong>Linnean Society</strong></a>, e o artigo, de autoria de Lívia Roese-Miron, Fernando Abdala, Flávio Augusto Pretto, Rodrigo Temp Müller, Iasmim Michelotti da Costa, Marcelo Ricardo Sánchez-Villagra e Leonardo Kerber, pode ser acessado<strong><a href="https://doi.org/10.1093/zoolinnean/zlaf107"> aqui</a></strong>. </p>
<p data-start="1680" data-end="1995"><em>Texto: CAPPA/UFSM</em></p>
<p data-start="1680" data-end="1995"><em>Fonte: ufsm.br </em></p>
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