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			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
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				<title>UFSM promove nova edição do Prêmio Tese – Edição 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/07/20/ufsm-promove-nova-edicao-do-premio-tese-edicao-2026</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:23:59 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[A iniciativa selecionará uma tese de sete áreas de conhecimento para receber a premiação.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":23254,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/Premio-Tese-destaque-geral-768x432-1.jpg" alt="Banner institucional do Prêmio UFSM Tese. No centro da imagem há um círculo azul escuro com o logotipo do prêmio em laranja, formado por um símbolo estilizado acima da inscrição &quot;UFSM&quot;, seguida do texto &quot;PRÊMIO TESE&quot;. Ao fundo, aparecem tons de bege e azul, com textura que remete a páginas de livros e silhuetas esmaecidas de estátuas clássicas nas laterais." class="wp-image-23254" /></figure>
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<p>A Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PRPGP), em parceria com a Editora da UFSM, torna público o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2026">Edital do Prêmio Tese UFSM – Edição 2026</a>, referente a teses defendidas no ano de 2025 nos programas de pós-graduação da UFSM.</p>
<p><br />O Prêmio Tese UFSM, edição 2026, será outorgado para as melhores teses de doutorado defendidas em 2025, a serem escolhidas entre as teses inicialmente pré-selecionadas em cada Programa de Pós-Graduação (PPG) da UFSM e posteriormente selecionadas em cada Unidade de Ensino da Universidade, em conformidade com as áreas de conhecimento da Editora da UFSM, de acordo com as seguintes categorias:</p>
<p> </p>
<p>I – Artes e Letras <br />II – Ciências Rurais <br />III – Ciências da Saúde <br />IV– Ciências Naturais e Exatas <br />V – Ciências Sociais e Humanas <br />VI – Ciências Tecnológicas <br />VII – Educação e Ensino</p>
<p> </p>
<p>Consulte o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2026">edital do prêmio</a> para maiores detalhes.</p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAEd prorroga editais de seleção de bolsistas de graduação e pós-graduação, destinados a dez áreas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/07/16/caed-prorroga-editais-de-selecao-de-bolsistas-de-graduacao-e-pos-graduacao-destinados-a-dez-areas</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:51:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
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						<description><![CDATA[  A Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd) da UFSM está com inscrições abertas para seleção de acadêmicos(as) da instituição em dois editais. Bolsistas de Graduação &#8211; O Edital 017/2026 está com inscrições abertas até 30 de julho, para acadêmicos(as) dos cursos de Farmácia, Letras Licenciatura, Engenharia Civil, Artes Visuais, Direito, Medicina e Ciência da Computação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A <strong>Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd)</strong> da UFSM está com inscrições abertas para seleção de acadêmicos(as) da instituição em dois editais.</p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>Bolsistas de Graduação</strong></span> - O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/017-2026"><strong>Edital 017/2026</strong> </a>está com inscrições abertas até <strong>30 de julho</strong>, para acadêmicos(as) dos cursos de <strong>Farmácia, Letras Licenciatura, Engenharia Civil, Artes Visuais, Direito, Medicina e Ciência da Computação e/ou Engenharia da Computação. </strong> </p>
<p>Há também uma vaga destinada a <strong>estudante indígena da UFSM, de qualquer curso de graduação</strong>.</p>
<p>As <strong>bolsas de 20 horas de R$ 700,00</strong> são destinadas às vagas de Farmácia e para estudante indígena. As demais áreas vão compor cadastro reserva, a ser convocado de acordo com a disponibilidade orçamentária e necessidade da instituição.</p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed.acoesafirmativas@ufsm.br"><strong>caed.acoesafirmativas@ufsm.br</strong></a>.</p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>Bolsistas de Pós-Graduação</strong> </span>- O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/016-2026"><strong>Edital 016/2026</strong></a> segue aberto até <strong>02 de agosto</strong>, para selecionar bolsistas de <strong>pós-graduação</strong> que tenham formação inicial nos cursos de <strong>Letras, História ou Pedagogia</strong>.  </p>
<p>A bolsa é vinculada ao projeto "<strong>Aprendizagem e Formação Continuada na Educação Superior</strong>".</p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed@ufsm.br"><strong>caed@ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina de costura aproxima UFSM e comunidade na Montanha Russa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/07/16/oficina-de-costura-aproxima-ufsm-e-comunidade-na-montanha-russa</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:31:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[costura]]></category>
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						<description><![CDATA[Encontros semanais promovidos pelo Projeto Fluir conectam Universidade, famílias e território ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde o início do ano, na Associação de Moradores da comunidade Montanha Russa, em Santa Maria, uma oficina de costura passou a reunir moradoras, voluntárias, estudantes e professores da UFSM. Aos poucos, os encontros passaram a atrair famílias inteiras, transformando a associação em um espaço de convivência entre moradores e a Universidade.  <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-768x1024.jpeg" alt="" width="450" height="525" /></p><p>O Projeto Fluir, da UFSM, iniciou suas ações em escolas da região há cerca de um ano e meio, a partir do trabalho com crianças e professoras em territórios marcados pelos impactos das enchentes de 2024 e por situações de vulnerabilidade social. A proposta era construir espaços de acolhimento, escuta e garantia de direitos. Com o tempo, porém, a equipe percebeu que compreender a realidade das crianças exigia olhar também para os espaços onde elas vivem e constroem suas relações cotidianas. Segundo a coordenadora do projeto, Taciana Segat, o trabalho foi ganhando novas dimensões ao longo do percurso: "Teve uma metamorfose entre o que era o projeto inicial e no que ele se transformou", resume. </p><p>Foi nesse movimento que surgiu a ideia da oficina de costura. Mais do que ensinar uma nova habilidade às moradoras, a atividade passou a funcionar como uma forma de se aproximar das famílias e criar um espaço de encontro fora do ambiente escolar. “Como é que essa criança vive na comunidade, para além dos muros da escola?”, questiona o professor Gabriel dos Santos Kehler. </p><p> </p><p>A partir dessa pergunta, a costura se tornou uma oportunidade para fortalecer vínculos, acompanhar o cotidiano das famílias e ampliar a atuação do projeto para além da escola. “A costura tem sido usada como um dispositivo para acessar essa família. Ao pensar nas aulas de costura, a gente pensou em algo que chamaria a atenção com esse caráter de aprender algo novo”, explica Gabriel.</p>		
			<h2>Costura como forma de aproximação</h2>		
		<p>A proposta se consolidou a partir de uma conversa entre a professora Taciana e Berenice Trindade de Mello, proprietária do Armarinho Donna Bere, de Camobi. Acostumada a participar de iniciativas comunitárias, Bere aceitou o convite para ensinar costura junto a outras voluntárias.</p><p>No início, a expectativa era incerta. “Eu já tinha feito isso em outra comunidade e não foi muito bem aceito. Então eu pensava: será que vão aceitar?”, lembra. A recepção, porém, surpreendeu. “No primeiro dia tinha umas 30 mulheres. Elas foram muito receptivas, fizeram mesa de doces, de salgados para nos receber. Foi muito legal”, conta.</p><p>Com o passar dos encontros, Bere percebeu que o interesse das participantes era grande, mas esbarrava em uma limitação prática: muitas não tinham máquinas para continuar treinando em casa. A partir disso, ela passou a adaptar as atividades. “Eu mudei um pouco o foco. Botei o fuxico, agora vou botar pintura. Eu levo tecido, agulha e linha”. Para ela, no entanto, os resultados mais importantes vão além da aprendizagem de uma técnica: “Não é só chegar ali e ensinar alguma coisa. É saber ouvir a pessoa, dar atenção, dar um abraço quando ela chega. Depois ela te retribui isso. Tu vê o interesse delas crescendo cada vez mais”.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-1-1024x768.jpeg" alt="" width="600" height="450" /></p><p>Uma das histórias que mais a marcaram foi a de uma participante que chegava aos encontros e permanecia isolada, acompanhada dos dois filhos pequenos. “A mudança dela é perceptível. Hoje o gurizinho brinca com todo mundo, a neném anda de colo em colo e ela senta para fazer as atividades despreocupada. Antes parecia que ela tinha medo”, relata a costureira. As quartas-feiras acabaram se tornando especiais também para quem ensina: “Quando eu vou para lá, eu volto renovada. Renovada mesmo. É só gratidão”.</p><p>A costura também passou a se articular às atividades das crianças. Em uma das ações propostas pelo Fluir, elas produziram histórias em uma atividade de RPG (Role-Playing Game, jogo em que os participantes interpretam personagens e constroem juntos uma história) e passaram a pensar na caracterização dos personagens. Com isso, a confecção das roupas se conectou ao trabalho das costureiras. </p><p>A metáfora da costura acabou se tornando uma síntese do que acontece na comunidade. “A aula de costura está costurando uma rede”, diz Gabriel. “Ela está costurando vínculos afetivos, está costurando essas histórias que a gente está criando para pensar uma cultura da infância em contexto de não escolarização”, afirma.</p>		
			<h2>Crianças vistas em outro contexto
</h2>		
		<p>A presença da equipe na comunidade também abriu novas possibilidades de compreensão sobre as crianças acompanhadas pelo projeto. Ao encontrar famílias e estudantes fora do ambiente escolar, a equipe passou a observar relações, rotinas e experiências que não apareciam durante as atividades nas escolas. </p><p>Gabriel explica que a proposta não é reproduzir a escola dentro da comunidade, mas trabalhar a chamada “pedagogia social”, que busca desenvolver ações educativas em espaços comunitários e fortalecer os vínculos entre crianças, famílias e território. “A pedagogia social entra pensando esse espaço não formal de escolarização”, pontua o professor. </p><p>A experiência também tem impactado a formação dos estudantes de graduação e pós-graduação envolvidos no projeto. "O coletivo Fluir se torna, além de um projeto de extensão, também um projeto de ensino", afirma Taciana Segat. Segundo a professora, o interesse dos estudantes cresceu à medida que as ações se expandiram para a comunidade. "Eles querem ir lá, eles vêm, eles querem entender", relata. Ao atuar diretamente na comunidade, eles passam a conhecer possibilidades de trabalho para além da escola e a refletir sobre diferentes formas de atuação educativa.</p>		
			<h2>Um ponto de encontro semanal
</h2>		
		<p>Com o passar dos meses, os encontros se consolidaram como um momento esperado pela comunidade. “A quarta-feira se tornou um ponto de encontro”, resume Gabriel. Segundo ele, famílias passaram a frequentar regularmente a associação para participar da iniciativa. </p><p>As atividades são planejadas e sistematizadas pela equipe da UFSM antes de cada encontro. Pela manhã, há trabalho com bolsistas; à tarde, formação com os estudantes; e, à noite, a ida à comunidade. “O que acontece lá é fruto do planejamento e da sistematização que a gente fez durante o dia”, explica Gabriel.</p><p>Essa presença contínua também ajudou a construir confiança. Gabriel lembra o caso de um pai que, no início, não entrava na Associação. “Ele ficava quase ‘de guarda’ do lado de fora, esperando a esposa e a criança. Depois ele começou a entrar e ficar no celular. Hoje ele é um pai que entra e tem a autonomia de pegar uma bola e brincar com as crianças”.</p><p>Para ele, a mudança mostra que o espaço passou a ser reconhecido como seguro. “No início, pode ter tido certa desconfiança. ‘Ah, quem é essa gente? Que que eles vêm fazer?’. Mas é um lugar seguro, seja para chorar, seja para brincar, seja para ser protagonista, porque sabe que tem pessoas que estão toda semana lá fazendo esse trabalho”.</p>[caption id="attachment_468" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.41-295x300.jpeg" alt="" width="400" height="407" /> Crianças da comunidade também participam das atividades, enquanto as moradoras recebem aulas de costura[/caption]<p>Entre as participantes está Diná de Lourdes Stock, moradora da comunidade. Ela conta que decidiu participar da oficina para ocupar o tempo livre e enfrentar a solidão. “Eu faço faxinas, mas tenho algumas horas vagas para descanso. Sou separada, moro sozinha e queria ocupar meu tempo em alguma coisa para me distrair. Foi o meio que achei para disfarçar um pouco a solidão e a depressão que eu sinto”, relata. Com o passar dos meses, ela percebeu mudanças tanto em si mesma quanto na convivência entre os moradores. “O que mais me motiva a voltar é que a gente aprende coisas novas. A conversa, a participação de todos, o entrosamento que dá, isso enche o coração da gente de coisas boas. Antes a gente só dava um oi. Depois do curso foi fortalecendo mais as amizades”.</p><p>Para Diná, a presença das crianças também é uma das marcas dos encontros. “É uma alegria sem tamanho. Elas ocupam a mente, se distraem e cultivam coisas boas. A convivência entre as gerações da nossa comunidade é muito importante”. </p><p>A percepção é compartilhada por Jonas, presidente da Associação de Moradores da Montanha Russa. “O projeto Fluir veio com o intuito de juntar as famílias, as crianças e os moradores. Todos estão empenhados nas atividades e muito felizes com o que está acontecendo. Com as crianças, está sendo muito importante para o desenvolvimento delas nas atividades de convivência social”, afirma.</p>		
			<h2>Da comunidade às políticas públicas</h2>		
		<p>A experiência vivida na Montanha Russa também alimenta outra frente do Fluir: o diálogo com gestores municipais e redes de ensino sobre políticas públicas voltadas à infância, especialmente os Planos Municipais da Primeira Infância.</p><p>Para a professora Viviane Ache Cancian, pensar sobre a infância exige articular educação, saúde, assistência social e outros setores da sociedade. “A cidade não é pensada para a criança, ela é pensada numa perspectiva do adulto. E o marco legal da primeira infância traz pela primeira vez a escuta das crianças”, afirma.</p><p>Segundo ela, o trabalho desenvolvido na comunidade ajuda a aproximar as políticas públicas das realidades vividas pelas crianças e suas famílias. “Nós temos políticas interessantes, mas elas não chegam na ponta, não chegam nas crianças. A gente tá defendendo o direito das crianças aqui”.</p><p>Viviane destaca que a aproximação com as famílias foi fundamental para compreender situações que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano escolar. “Uma coisa é fazer um trabalho com as crianças, outra coisa é compreender quem é que está por trás delas”, observa.</p><p>Para a professora, a principal contribuição do projeto está justamente em conectar diferentes dimensões da vida das crianças. “Quando a gente vai dialogando para além da escola, a gente vai entendendo esses contextos. Na verdade, é tudo interligado. Nós que socialmente fomos ‘fatiando’ as coisas”. Por isso, conclui: “Não se faz educação de criança sem escola, família e comunidade”.</p>		
			<h2>O que fica quando a Universidade sai?</h2>		
		<p>Com o fim dos recursos do PROEXT-PG, programa da Capes que vinha financiando o projeto, o Fluir deve seguir em atividade, mas com o desafio de fortalecer o protagonismo da própria comunidade. A equipe já discute formas de manter os vínculos criados e, ao mesmo tempo, permitir que a associação e os moradores assumam cada vez mais as ações.</p><p>“No próximo semestre, a gente vai tentar reorganizar. Vamos tirar as máquinas de costura, porque tem um custo ligado a esse edital que termina agora, mas queremos planejar rodas de conversa envolvendo tricô, crochê, alguma coisa que permita continuar esse vínculo, porque a gente já viu que isso se tornou uma cultura. Queremos, sobretudo, engajar cada vez mais a gestão comunitária para que o protagonismo fique com a própria comunidade”, explica Gabriel.</p><p>Para ele, a pergunta agora é o que permanece quando o projeto se desloca para outros territórios. “A ideia é essa: quando a gente sai, o que que fica? Então esse é o desafio para o próximo semestre”.</p><p> </p><p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista</p><p><strong>Fotografias:</strong> Projeto Fluir</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Gabinete Itinerante aproxima a PRPGP dos centros de ensino e campi fora de sede da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/07/13/gabinete-itinerante-aproxima-a-prpgp-dos-centros-de-ensino-e-campi-fora-de-sede-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:48:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante o primeiro semestre de 2026, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou uma série de visitas aos centros de ensino da Universidade e aos campi Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. As ações integram o Gabinete Itinerante, iniciativa que busca ampliar o diálogo e aproximar a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante o primeiro semestre de 2026, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou uma série de visitas aos centros de ensino da Universidade e aos campi Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. As ações integram o Gabinete Itinerante, iniciativa que busca ampliar o diálogo e aproximar a gestão dos diferentes núcleos que compõem a instituição.</p>
<p>A proposta do Gabinete Itinerante, desta vez realizado pela PRPGP, é fortalecer a presença da Pró-Reitoria junto à comunidade acadêmica, criando espaços de escuta, diálogo e troca de informações sobre as demandas relacionadas à pós-graduação e à pesquisa na UFSM. Por meio dos encontros, a equipe da PRPGP pôde conhecer de forma mais próxima as diferentes realidades, desafios e potencialidades existentes nos centros e campi da Universidade, contribuindo para a gestão 2026-2029.</p>
<p>As visitas também possibilitaram o contato direto com gestores, coordenadores de programas de pós-graduação, pesquisadores e demais integrantes da comunidade universitária. Durante os encontros, foram discutidas demandas específicas de cada unidade, além de temas relacionados às políticas institucionais e os projetos planejados pela Pró-Reitoria.</p>
<p>O Gabinete Itinerante é uma iniciativa que parte da Gestão Martha Adaime e Tiago Marchesan, tendo a participação de todas as Pró-Reitorias da UFSM. Para a PRPGP, a aproximação com os centros de ensino e os campi fora de sede representa um importante movimento para o fortalecimento da pós-graduação e da pesquisa na Universidade.</p>
<p>Nesta primeira etapa, nem todos os centros de ensino e campi da UFSM foram contemplados pelo cronograma de visitas. O Gabinete Itinerante terá continuidade durante o segundo semestre de 2026, possibilitando o encontro com as unidades ainda não visitadas.</p>
<p> </p>
<p><b>Visitas realizadas durante o 1º/semestre de 2026:</b><br />27/5 - CCS<br />03/5 - Colégio Politécnico e CT<br />10/6 - CCR<br />17/6 - CE e CCNE<br />01/7 - CCSH e CTISM<br />08/7 - FW<br />09/7 - PM</p>
<p> </p>
<pre><em>Texto: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em><br /><em>Fotos: Laura Daniel Gassen e Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em></pre>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/FW-1024x683.jpg" alt="Nove pessoas posam lado a lado em um ambiente interno moderno, a sala inovadora. Ao fundo há uma grande lousa branca e, à direita, uma parede com estrutura metálica em formato de grade. O piso é verde e há pufes pretos e azuis atrás do grupo. As pessoas sorriem para a câmera e vestem roupas de inverno, incluindo casacos pretos, verdes, marrons, vermelhos e azuis." /><figcaption>Campi Frederico Westphalen</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/PM-1024x683.jpg" alt="Grupo de aproximadamente vinte pessoas reunidas no auditório do campi palmeira das missões, posando para uma foto. Parte do grupo está em pé e quatro pessoas estão agachadas na primeira fila. Ao fundo há uma tela de projeção com apresentação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), além de bandeiras e um púlpito. Em primeiro plano aparecem cadeiras azuis com pranchetas, parcialmente vazias." /><figcaption>Campi Palmeira das Missões</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CTISM-1024x683.jpg" alt="Grupo de cerca de vinte e cinco pessoas reunidas em auditório do CTISM, posando para uma fotografia. A maioria está em pé em diferentes fileiras, enquanto duas pessoas estão posicionadas à frente. O ambiente possui projetor no teto, tela de projeção ao fundo, mesas, cadeiras e equipamentos de gravação, como câmeras e tripés, visíveis no lado direito da imagem. Todos estão voltados para a câmera, usando roupas de frio." /><figcaption>Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCSH-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de aula. Cerca de 25 pessoas posam para a câmera entre mesas e cadeiras escolares, em frente a um quadro branco e uma tela de projeção. Algumas estão em pé e outras agachadas na primeira fila. O ambiente é iluminado por luzes fluorescentes e os participantes usam roupas de inverno." /><figcaption>Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCNE-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em um auditório. Aproximadamente 16 pessoas posam em frente ao palco, com uma tela de projeção ao fundo. Parte do grupo está em pé e parte agachada na primeira fila. As cadeiras do auditório aparecem em primeiro plano." /><figcaption>Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CE-1024x683.jpg" alt="Fotografia de cinco pessoas em pé, lado a lado, em uma sala de reuniões. Ao fundo há uma porta branca e paredes claras. Sobre a mesa à frente aparecem um celular, uma garrafa térmica e alguns materiais de trabalho." /><figcaption>Centro de Educação (CE)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCR-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de reuniões. Cerca de 12 pessoas posam diante de uma televisão fixada na parede. Uma pessoa está agachada à frente e as demais permanecem em pé. O ambiente possui iluminação embutida e cadeiras de auditório em primeiro plano." /><figcaption>Centro de Ciências Rurais (CCR)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CT-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em um auditório. Cerca de 20 pessoas posam sobre o palco em frente a uma tela de projeção que exibe a apresentação &quot;Pós-Graduação e Pesquisa na Universidade Federal de Santa Maria&quot;. Parte do grupo está em pé e parte agachada na primeira fila." /><figcaption>Centro de Tecnologia (CT)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/POLI-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de reuniões. Dez pessoas posam ao lado de uma tela que exibe uma apresentação sobre pós-graduação e pesquisa na Universidade Federal de Santa Maria. À frente há uma mesa de reuniões com xícaras, garrafa térmica, teclado e outros materiais." /><figcaption>Colégio Politécnico da UFSM</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/07/CCS-1024x683.jpg" alt="Fotografia de grupo em uma sala de reuniões. Cerca de 22 pessoas posam atrás de uma grande mesa de madeira. O ambiente conta com equipamentos de áudio e vídeo, quadro branco ao fundo e iluminação natural e artificial. Os participantes estão distribuídos em duas fileiras, em pé e sentados." /><figcaption>Centro de Ciências da Saúde (CCS)</figcaption></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAEd seleciona bolsistas de pós-graduação com graduação em Educação Especial, Educação Física, Terapia Ocupacional ou Fonoaudiologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/07/10/caed-seleciona-bolsistas-de-pos-graduacao-com-graduacao-em-educacao-especial-educacao-fisica-terapia-ocupacional-ou-fonoaudiologia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 21:49:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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						<description><![CDATA[  A Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/PROGRAD/UFSM) divulgou a abertura de inscrições para a seleção de bolsistas de pós-graduação, que possuam graduação nos cursos de Educação Especial, Educação Física, Terapia Ocupacional ou Fonoaudiologia. A seleção refere-se ao projeto &#8220;Aprendizagem e Formação Continuada na Educação Superior&#8220;. A distribuição de bolsas e vagas para cadastro reserva está [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A<strong> Coordenadoria de Ações Educacionais</strong> (CAEd/PROGRAD/UFSM) divulgou a abertura de inscrições para a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/018-2026"><strong>seleção de bolsistas de pós-graduação</strong></a>, que possuam <strong>graduação nos cursos de Educação Especial, Educação Física, Terapia Ocupacional ou Fonoaudiologia.</strong></p>
<p>A seleção refere-se ao projeto "<strong>Aprendizagem e Formação Continuada na Educação Superior</strong>". A distribuição de bolsas e vagas para cadastro reserva está organizada da seguinte maneira:</p>
<ul style="list-style-type: square">
<li><strong>Educação Especial: 01 vaga;</strong></li>
<li><strong>Educação Física: 01 vaga;</strong></li>
<li><strong>Terapia Ocupacional: cadastro reserva; e</strong></li>
<li><strong>Fonoaudiologia: cadastro reserva.</strong></li>
</ul>
<p>As inscrições e o envio da documentação devem ser feitos <span style="background-color: #ffff00"><strong>até 21 de julho, às 23h59min</strong></span>. Os(as) candidatos(as) selecionados(as) serão convocados(as) de acordo com a necessidade da Coordenadoria de Ações Educacionais e disponibilidade de recursos.</p>
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/editais/018-2026"><strong>Edital 018/2026</strong></a>, com todas as orientações, está disponível no site <a href="https://ufsm.br/caed"><strong>ufsm.br/caed</strong></a>. Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:caed@ufsm.br"><strong>caed@ufsm.br</strong></a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Publicação do Edital de Estudante Especial n. 029/2026/PRPGP/UFSM de inscrição para Estudante Especial em disciplinas de Pós-Graduação no 2º semestre letivo de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/07/10/publicacao-do-edital-de-estudante-especial-n-029-2026-prpgp-ufsm-de-inscricao-para-estudante-especial-em-disciplinas-de-pos-graduacao-no-2o-semestre-letivo-de-2026</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:19:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aluno especial]]></category>
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		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa torna público o Edital de Estudante Especial n. 029/2026/PRPGP/UFSM para solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I de Pós Graduação, referente ao 2º semestre letivo de 2026. O período de inscrições e envio da documentação à solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I, via [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa torna público o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/029-2026">Edital de Estudante Especial n. 029/2026/PRPGP/UFSM</a> para solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I de Pós Graduação, referente ao 2º semestre letivo de 2026.</p>
<p>O período de inscrições e envio da documentação à solicitação de matrícula na categoria de Estudante Especial I, via web no Portal do Aluno Especial, é de 10 a 24 de julho de 2026.</p>
<p>As <strong>dúvidas referentes as disciplinas devem ser tiradas diretamente com os cursos que as ofertam</strong> e as formas de contato podem ser obtidas no <a href="https://www.ufsm.br/pos-graduacao" target="_blank" rel="noopener">menu Pós-Graduação, página Cursos onde os cursos estão organizados por nível (Especialização, Mestrado e Doutorado)</a>.</p>
<p>Dúvidas referente ao edital podem ser direcionadas ao setor de Controle Acadêmico de Pós-Graduação da PRPGP no e-mail <a class="notranslate" href="mailto:ingresso.prpgp@ufsm.br">ingresso.prpgp@ufsm.br</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“O idoso precisa conversar, precisa de abraço, além da ginástica e da dança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/06/30/o-idoso-precisa-conversar-precisa-de-abraco-alem-da-ginastica-e-da-danca</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:41:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
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						<description><![CDATA[Ao encerrar dois anos de atividades do PROEXT-PG, Gustavo Duarte faz um balanço dos aprendizados do projeto Feliz(c)idade e dos impactos da iniciativa para idosos, estudantes e a comunidade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Promover o envelhecimento saudável foi o objetivo que guiou o projeto Feliz(c)idade ao longo dos dois anos de execução do PROEXT-PG UFSM Além do Arco. Coordenado pelos professores Gustavo Duarte e Melissa Braz, a iniciativa reuniu idosos, estudantes e docentes de diferentes áreas em ações voltadas à saúde e ao bem-estar.</p>
<p>O projeto promoveu uma atuação interdisciplinar que integrou Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Nutrição em atividades de ginástica, fortalecimento muscular, equilíbrio, dança, estimulação cognitiva, educação alimentar e práticas integrativas. </p>
<p>Sob coordenação de Gustavo Duarte, os grupos Corpo Mais e Dança Mais reuniram dezenas de participantes em atividades semanais voltadas à promoção da saúde e à convivência. Já as ações coordenadas por Melissa Braz levaram atividades a idosos residentes na Vila Itagiba, instituição de longa permanência para pessoas idosas, e ao grupo Renascer, formado por mulheres que passaram pelo tratamento do câncer de mama. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-e1782848275728-1024x708.jpeg" alt="" width="700" height="484" /></p>
<p>A iniciativa também manteve parcerias com grupos da comunidade, como o Mexe Coração. Ao longo do projeto, dezenas de idosos participaram das atividades desenvolvidas dentro e fora da Universidade, enquanto docentes e estudantes construíram ações integradas de ensino, pesquisa e extensão voltadas ao envelhecimento.</p>
<p>Com o encerramento do ciclo de dois anos do PROEXT-PG, o professor Gustavo Duarte, do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), faz um balanço dos resultados alcançados pelo projeto, dos aprendizados construídos ao lado dos participantes e do que a experiência revelou sobre envelhecimento, convivência e combate à solidão.</p>
<p><b>Além do Arco — Depois desse período de atuação, o que vocês aprenderam sobre as principais necessidades das pessoas idosas de Santa Maria?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Muitas coisas. Ainda há muita coisa para fazer, desde a acessibilidade dentro da Universidade e da cidade. Não há calçadas e adaptações suficientes para a população idosa. A gente está tentando buscar o selo de Cidade Amiga do Idoso, da Organização Mundial da Saúde. Rio Grande e Pelotas já têm, por exemplo. A ideia é construir, junto à prefeitura e outros parceiros, uma comissão para discutir o que Santa Maria precisa avançar nessa área.</p>
<p>O que a cidade pode fazer? Uma praça para idosos, um centro de referência, um centro-dia. O centro-dia é uma unidade pública destinada ao atendimento especializado de pessoas idosas durante o dia. É uma alternativa para quem precisa de acompanhamento, mas não necessita de institucionalização. Hoje nós não temos esse serviço em Santa Maria.</p>
<p>Também faltam locais públicos acessíveis, centros de convivência e mais profissionais preparados para trabalhar com o envelhecimento. Muitos idosos estão sozinhos, precisam de cuidadores e apoio. Eles vêm aos projetos, mas o nosso funciona apenas alguns dias da semana. E nos outros dias? Quem cuida do idoso? Então isso precisa ser pensado como política pública.</p>
<p><b>Além do Arco — E para além dessas questões estruturais, o que mais chamou a atenção de vocês durante o projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> O que mais nos chamou atenção foi a questão da saúde mental. A maioria dos idosos participa de três ou quatro grupos, mas ainda assim enfrenta muita solidão e depressão. Eles chegam antes das atividades e vão embora depois porque querem conversar.</p>
<p>A gente está tentando ampliar atividades como sessões de cinema e rodas de conversa. Não só para fazer exercício. Vamos sentar, conversar e falar da vida. O idoso precisa conversar, precisa de abraço além da ginástica e da dança. Precisa de escuta sensível. Muitos estão sozinhos em casa. São viúvos, casais longevos, mulheres que vivem sozinhas. Muitas vezes a família não tem tempo de acompanhar, no máximo nos fins de semana.</p>
<p>Então, realmente, a solidão e a depressão aparecem muito. Foi um aprendizado importante para nós. A gente trabalhou toda a questão da saúde, mas percebeu que é preciso olhar também para a dimensão psicossocial, para os encontros, para a convivência e para as redes de apoio. Eles precisam dessa rede, desse suporte, que é o que a extensão faz há muito tempo e que, depois da pandemia, se tornou ainda mais necessário.</p>
[caption id="attachment_462" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.40-3-300x237.jpeg" alt="" width="600" height="473" /> Professor Gustavo junto a participantes do projeto[/caption]
<p><b>Além do Arco — Houve algum resultado que surpreendeu vocês ao longo do projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Os homens continuaram e ficaram. A gente tinha só dois homens no projeto, agora a gente já tem acho que cinco ou seis. As próprias mulheres trazem os amigos viúvos, além dos companheiros. Outra coisa é que, além do nosso grupo, os idosos estão se encontrando fora. Domingo vão tomar chimarrão na Medianeira ou no Parque Itaimbé. Já foi um desdobramento do nosso projeto.</p>
<p><b>Além do Arco — Existe alguma história que represente bem o que vocês construíram nesses dois anos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Tem a dona Fausta. Ela tem 88 anos e não falta às quartas-feiras. Ela pega um ônibus ou dois lá da Tancredo Neves, Santa Marta, daquela região, para chegar. Ela faz ginástica, ela faz dança, mora sozinha, é autônoma, tá em outros grupos também. Ela faz questão de dizer que já começou lá  nos anos 1990 com o professor Juca [José Francisco Silva Dias, docente aposentado da UFSM que fundou o NIEaTI (Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade)]. Ela nunca reclama. A gente esquece que ela tem 88 anos.</p>
<p>Também tem um grupo de professoras aposentadas que estão na ginástica e na dança. Elas têm uma relação a partir do grupo. Vão no cinema, vão no teatro, fazem o figurino da dança. Agora duas delas vão a Joinville conosco para assistir ao Festival Internacional de Dança. É uma oportunidade que pode abrir a cabeça, apresentar outro mundo pra elas.</p>
<p><b>Além do Arco — Você atua diretamente com atividades de dança. O que a dança proporciona para esse público além do exercício físico?</b></p>
[caption id="attachment_461" align="alignleft" width="720"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-1.jpeg" alt="" width="720" height="672" /> Aulas de dança do projeto[/caption]
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Toda atividade física é importante. Mas o que a dança proporciona, só ela proporciona. Ao mesmo tempo trabalha ritmo, coordenação, afetividade, musicalidade e novas conexões no cérebro. Porque é muita informação junto. Não é nem dupla tarefa, é tripla tarefa. São várias coisas ao mesmo tempo que uma simples coreografia trabalha no corpo e no cérebro: a coreografia tem que encaixar na música, interpretar um papel, ainda tem que segurar um objeto, né? Porque elas dançam com lenço, com sombrinha, com leque espanhol, com chapéu... É a percepção do espaço, do tempo, do ritmo.</p>
<p>E as aulas não param às quartas-feiras. Como a gente tem um grupo do WhatsApp, a gente filma a coreografia e posta lá.  Eu também coloco coisas do Festival de Dança Joinville, de balé, de Flamenco. É muito mais do que dançar. É o antes da dança e o depois. A dança não acaba só no corpo, tem um estudo teórico do grupo de dança. A gente está estudando os feminismos agora. Estamos fazendo a coreografia da história das mulheres, começamos com Gal, vai ter Elis Regina, Rita Lee… E eu não decido nada sozinho, elas estão implicadas no processo junto.</p>
<p><b>Além do Arco — E qual foi o impacto do projeto para os estudantes envolvidos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Eu tenho duas ou três mestrandas que nunca tinham trabalhado com idosos. Muitas delas estão colocando questões de gênero agora que não estavam presentes nos trabalhos sobre envelhecimento. O projeto delas de mestrado mudou e se qualificou a partir desse trabalho de campo, do que elas viram no Corpo Mais, no Dança Mais e nas outras ações do Feliz(c)idade.</p>
<p>Os mestrandos que passaram pelos projetos nesses dois anos ficaram mais apaixonados pelo envelhecimento. Muitos mudaram o foco das pesquisas a partir das questões que encontraram nos grupos.</p>
<p><b>Além do Arco — E pessoalmente, como essa experiência transformou você?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b>  É  aquilo que não cabe no Lattes, que não tem como pontuar, né? Me transformou tanto como ser humano quanto como profissional. Fazer as coisas com mais calma, com paciência, com mais emoção, com mais afetividade, com mais significado. Como professor, dentro da sala de aula, me ajudou a planejar melhor minhas aulas, e como pesquisador também, porque há múltiplas velhices, não é só um envelhecimento.</p>
<p><b>Além do Arco — O projeto está chegando ao fim. O que vem pela frente?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b> Eu acho que é o evento Feliz(c)idade. Era uma demanda que todos queriam. A gente veio do Acampavida, que começou com o professor Juca e o professor Marco [Aurelio Acosta, referência em Gerontologia). A gente fez duas edições do Feliz(c)idade e a terceira vai ficar para novembro ou dezembro. Agora já tem os grupos parceiros, entrou no calendário da UFSM. Cada vez mais professores querem dar oficinas. Então vamos ocupar uma lacuna muito grande que existia, retomando esse encontro com outra roupagem, outra cara.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista<br /><br /><strong>Fotografias:</strong> Projeto Feli(z)cidade</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Avisos aos candidatos do processo seletivo 030/2025 (2a janela)!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/2026/06/29/avisos-aos-candidatos-do-processo-seletivo-030-2025-2a-janela</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:29:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
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						<description><![CDATA[Prezados candidatos, Informamos que os horários das entrevistas deferidas foram encaminhadas pelo e-mail de inscrição no dia 18/06.Pedimos por gentileza que verifiquem a caixa postal e de spam de vocês. Aproveitarmos a oportunidade para informar que as seleções agendadas para hoje a tarde (29/06) serão reagendadas devido ao jogo do Brasil.Nova data e horário serão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Prezados candidatos,</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Informamos que os horários das entrevistas deferidas foram encaminhadas pelo e-mail de inscrição no dia 18/06.<br>Pedimos por gentileza que verifiquem a caixa postal e de spam de vocês.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Aproveitarmos a oportunidade para informar que as seleções agendadas para hoje a tarde (29/06) serão reagendadas devido ao jogo do Brasil.<br>Nova data e horário serão em breve divulgados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atenciosamente,<br>Coordenação do curso de pós graduação em Zootecnia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roteiros turísticos da erva-mate são lançados no 39º Carijo da Canção Gaúcha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/06/17/roteiros-turisticos-da-erva-mate-sao-lancados-no-39o-carijo-da-cancao-gaucha</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:24:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[O ‘Caminho dos Ervais’ percorre propriedades rurais produtoras de erva-mate
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No final de maio, durante o 39º Carijo da Canção Gaúcha, foi lançado o roteiro turístico ‘Caminho dos Ervais’ em Palmeira das Missões. Desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Agronegócios da Universidade Federal de Santa Maria (PPGAgr/UFSM-PM), o projeto é uma das iniciativas vinculadas ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG).</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/d3e69fba-78c2-46ae-9ca7-bafc02a17da5.jpg-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Lançamento do roteiro turístico 'Caminho dos Ervais', com visita a um erval no interior de Palmeira das Missões.</figcaption>
										</figure>
		<p>Rosani Spanevello, coordenadora do projeto, afirma que a iniciativa busca criar alternativas de renda para produtores familiares da erva-mate a partir do turismo rural. “Esta possibilidade acontece porque as propriedades analisadas possuem, além do erval, a agroindústria processadora. Isso significa dizer que o turista que busca o roteiro Caminhos dos Ervais encontra a paisagem da erva-mate (floresta ou os ervais) e pode acompanhar a transformação deste erval no produto final (erva-mate)”, explica. Além disso, o roteiro oferta produtos gastronômicos variados que são feitos com erva-mate por Vera Lucia Friderich da Cruz, uma das proprietárias da Ervateira Gurizinho. A agricultora conta que a família formada por ela, o marido Paulo Sérgio e a filha Katiuci, ficou feliz por poder mostrar, por meio do turismo, o cotidiano com a erva-mate e a rotina de trabalho.  “O projeto trouxe mais visibilidade, e com isso vem o retorno financeiro, o aumento das vendas e o reconhecimento do nosso trabalho”, afirma.</p>
<p> </p>
<p>O nascimento do roteiro turístico vinculado à erva-mate encontra na história de Palmeira das Missões uma de suas raízes. Reconhecida como o Berço da Erva-Mate no Rio Grande do Sul por meio da <b><u><i><a href="https://leisestaduais.com.br/rs/lei-ordinaria-n-15163-2018-rio-grande-do-sul-declara-o-municipio-de-palmeira-das-missoes-berco-da-erva-mate-no-estado-do-rio-grande-do-sul" target="_blank" rel="noopener">Lei Estadual 15.163</a>,</i></u></b> de 2018, a cidade tem tradição tanto na plantação de ervais quanto no processamento da planta por meio de ervateiras. Parte da preservação dessa cultura se dá por meio da instituição do <a href="https://www.palmeiradasmissoes.rs.leg.br/institucional/noticias/mateada-celebra-o-dia-municipal-da-erva-mate-em-palmeira-das-missoes" target="_blank" rel="noopener"><b><u><i>Dia Municipal da Erva-Mate</i></u></b></a> (24 de abril) e do <a href="https://leggicomunali.it/a/rs/p/palmeira-das-missoes/lei-ordinaria/2017/509/5089/lei-ordinaria-n-5089-2017-preserva-atraves-do-tombamento-o-pe-de-erva-mate-plantado-em-frente-do-pavilhao-vicente-da-silva-machado-netto-no-parque-de-exposicoes-tealmo-jose-schardong-no-municipio-de-palmeira-das-missoes-rs-devido-ao-seu-valor-historico"><i><u><b>tombamento</b></u></i> </a>de uma planta de erva-mate plantada em 1986. Além disso, o Festival Carijo da Canção Gaúcha, realizado anualmente no mês de maio, preserva as origens do processamento da erva-mate por meio da s<a href="https://www.instagram.com/p/DZBzofMDc6B/?img_index=3" target="_blank" rel="noopener"><u><b><i>ecagem e cancheamento</i></b></u></a> da planta. O nome do festival é uma palavra de origem caingangue e faz referência a uma técnica indígena de secagem da erva-mate.</p>		
			<h3>Os roteiros</h3>		
		<p>O itinerário dos roteiros compreende a visita a duas propriedades. Do centro de Palmeira das Missões, a equipe vai até a comunidade Santa Terezinha, onde visita os ervais da família Müller. Em um segundo momento, a visita é na Ervateira Gurizinho, de Paulo Sérgio e Vera, em que é possível acompanhar as etapas de secagem, moagem, processamento e embalamento do produto. Além disso, Vera oferta uma degustação gastronômica, com bolos, chá, sagu e carapinha (ou cri-cri) feitos com erva-mate. “É uma forma de gerar mais renda com o que já temos na propriedade, e para os visitantes é a oportunidade de ver como é feita a erva-mate, que tanto é apreciada. Já faço algumas receitas com erva-mate para os turistas degustarem, e estou desenvolvendo mais”, conta Vera.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/IMG_8491-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Demonstração de colheita da erva-mate durante visita no erval da Família Müller.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/3368731c-258b-4957-bf25-dfcf5123b0c2.jpg-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Caminhada no erval da Família Müller</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/f54dc267-9393-4079-8aeb-4751a0abff1b.jpg-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Degustação de alimentos feitos com erva-mate na Ervateira Gurizinho.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/b8e084bd-54e3-4a2c-9796-31588dc5dacb.jpg-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Grupo de turistas acompanha o processamento da erva-mate na ervateira Gurizinho.</figcaption>
										</figure>
		<p>O lançamento do ‘Caminho dos Ervais’ envolveu o percurso do roteiro turístico no dia 27 de maio, durante a tarde, e uma cerimônia de lançamento do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KlQJWfyGYRo&amp;list=PLBB5c0vb8B4Hx88Wv84wwK1S3BFeOh5_G"><u><b><i>vídeo do projeto</i></b></u></a> durante a noite, no Carijo. Para Cinara Martins da Silva, extensionista rural da Emater Ascar em Palmeira das Missões e parceira do projeto, a estreia ter ocorrido no Festival foi especial e tem sentido com as vivências da semana dedicada ao Carijo. “Quem foi deu um retorno de imensa satisfação para nós que planejamos. As pessoas voltaram encantadas com a paisagem do erval. Muita gente não conhece um pé de erva-mate, às vezes nunca teve contato. E [puderam] visitar um erval, participar, entender e sentir a natureza, a paz,  sair desse erval e ir para produção, para entender como é feita a erva-mate, como ela chega até o pacote. Foram só elogios”, relembra Cinara.</p><p>Uma semana antes, o grupo experimentou o trajeto a partir de um <a href="https://www.instagram.com/p/DYkAEucEUbJ/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener"><b><u><i>roteiro-piloto</i></u></b></a>, com o objetivo de testar as visitas e melhorá-las a partir dos retornos das e dos turistas. Rosani explica que a atividade foi fundamental para preparar os produtores para receber os visitantes. Para Cinara, o teste evidenciou a importância de organizar as propriedades para acolher os turistas e entender onde é possível agregar mais valor aos roteiros. “É deixar no turista aquela sementinha de querer voltar ou de indicar para as demais pessoas”, conta. </p>
<p> </p>
<p>A extensionista afirma que a cidade tem muito potencial para ampliação destes roteiros turísticos, e não apenas da erva-mate. Ela evidencia a necessidade de criação de políticas públicas para fortalecimento das pequenas propriedades rurais, como as que estão em desenvolvimento por meio do projeto e junto à Secretaria de Turismo do município. “Esse projeto trouxe uma visibilidade muito grande para Palmeira das Missões e principalmente para a questão do turismo com erva-mate”, afirma Cinara.</p>
<p> </p>
<p>Rosani complementa que a cidade ainda tem escassas experiências em turismo rural, e o ‘Caminho dos Ervais’ busca mitigar essa ausência. “Acredito que essa experiência pode alavancar outras oportunidades para os produtores de erva-mate e para o próprio turismo rural. O roteiro também pode contribuir no encaminhamento da indicação geográfica da erva-mate no polo ervateiro das missões, na qual o município faz parte”, destaca a coordenadora.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/a07bdf8f-d238-4528-9e8e-124c49394f00.jpg-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Processo de sapecagem da erva-mate recém-colhida durante 39º Carijo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/IMG_9311-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Cancheamento da erva-mate após o processo de secagem, que dura dias.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/a13d3b7a-19ba-43b9-a03b-81454ec69879-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto junto aos produtores na Casa do Mate, no 39º Carijo.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Próxima data já confirmada</h3>		
		<p>Para quem tem interesse em fazer o roteiro turístico ‘Caminho dos Ervais’, a próxima data já está confirmada. Será na tarde do dia 26 de junho e tem vagas limitadas. Mais informações sobre a atividade podem ser encontradas neste&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DZpSJRcEd_L/?img_index=1" target="_blank"><i><u><b>post</b></u></i>&nbsp;</a>do instagram do projeto.</p>
<p></p>
<p><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista voluntária;</p>
<p><b>Fotos</b>: Projeto Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>02/2026 - Edital de Seleção de Bolsa Pesquisador de Doutorado - Laboratório de Mobilidade e Logística</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/002-2026-6</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:29:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#ppgecam]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=7888</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Laboratório de Mobilidade e Logística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público(a) a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do curso de pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria para Bolsas de Pesquisador de Doutorado, obtida junto ao Projeto Análise do eixo viário na Av. N. Sra. Das Dores e N. Sra. Medianeira de Santa Maria/RS.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Laboratório de Mobilidade e Logística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público(a) a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do curso de pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria para Bolsas de Pesquisador de Doutorado, obtida junto ao Projeto Análise do eixo viário na Av. N. Sra. Das Dores e N. Sra. Medianeira de Santa Maria/RS.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) lança edital de credenciamento de estruturas multiusuárias </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/06/01/pro-reitoria-de-pos-graduacao-e-pesquisa-prpgp-lanca-edital-de-credenciamento-de-estruturas-multiusuarias</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:23:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/?p=22323</guid>
						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) publicou no dia 26 de maio o Edital 26/2026-PRPGP/UFSM para o credenciamento de estruturas multiusuárias da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O edital está previsto na Resolução UFSM n° 248/2026 e materializa o trabalho iniciado no ano de 2022 pela PRPGP junto a comunidade acadêmica para a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) publicou no dia 26 de maio o Edital 26/2026-PRPGP/UFSM para o credenciamento de estruturas multiusuárias da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O edital está previsto na </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-248-2026"><span style="font-weight: 400">Resolução UFSM n° 248/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> e materializa o trabalho iniciado no ano de 2022 pela PRPGP junto a comunidade acadêmica para a proposição de regramento institucional de estruturas multiusuárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Edital 26/2026-PRPGP/UFSM tem por objetivos, a) Identificar e credenciar estruturas multiusuárias localizadas nos campi da UFSM a fim de promover a transparência e o acesso ao uso compartilhado do bem público, b) Contribuir com a otimização e eficácia no uso de equipamentos e instalações de grande porte e alto valor agregado para a geração de conhecimento, tecnologia e inovação, c) Incentivar boas práticas de gestão, investimento institucional, manutenção e atualização tecnológica das estruturas e d) Permitir o apoio institucional às estruturas multiusuárias credenciadas, de acordo com as disponibilidades orçamentárias da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Inicialmente, o credenciamento é destinado para estruturas multiusuárias categorizadas como Infraestrutura Multiusuária com Suporte Multiusuário (IMSM) ou  Infraestrutura Multiusuária Plena (IMP). A expectativa é que no decorrer do processo de amadurecimento e aprendizagem institucional outras categorias previstas na </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-248-2026"><span style="font-weight: 400">Resolução UFSM n° 248/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> de </span><i><span style="font-weight: 400">Centros Multiusuários de Pesquisa e Inovação</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Institutos de Pesquisa e Inovação</span></i><span style="font-weight: 400"> também terão credenciamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/026-2026"><span style="font-weight: 400">Edital 26/2026-PRPGP/UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> bem como o tutorial de solicitação de credenciamento e demais anexos podem ser acessados na página da PRPGP.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Rita de Cassia Trindade dos Santos</em><br /><em>Revisão: Laura Gassen</em><br /><br /><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ProgeAqua avança com cursos e capacitações na região de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/27/progeaqua-avanca-com-cursos-e-capacitacoes-na-regiao-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 19:44:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitações]]></category>
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		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=438</guid>
						<description><![CDATA[12 municípios são contemplados pelo projeto na etapa de formação técnica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O final de maio marca o início das capacitações técnicas do Programa de Geração de Renda e Qualidade do Pescado (ProgeAqua) na região de Santa Maria. As palestras e cursos vão tratar de cuidados de manejo, qualidade da água, alimentação dos peixes, manejo de doenças, legislação ambiental e comercialização do pescado. São contemplados cerca de 120 produtores dos municípios de Cacequi, Dona Francisca, Jari, Novo Cabral, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Pinhal Grande, Quevedos, Santa Maria,  São Sepé, São Pedro e São João do Polêsine.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.20.34-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Reunião de alinhamento do ProgeAqua em São Pedro do Sul.</figcaption>
										</figure>
		<p>Segundo Rafael Lazzari, coordenador do projeto, o cenário da piscicultura na região de Santa Maria e da Quarta Colônia ainda é incipiente e conta com poucos produtores. Para o pesquisador, o objetivo é criar e estimular a cultura de criação de peixes. “O projeto tem trazido, em um primeiro momento, a sensibilização de alguns produtores. E os municípios têm manifestado uma demanda para fortalecer o acompanhamento de processos criatórios para futuras feiras do peixe”, explica Rafael.</p>
<p>De acordo com Rafael, a expectativa é que, a partir do ProgeAqua, cada município consiga organizar a piscicultura local. “Eu tô falando de criar uma lei municipal, de ter um corpo técnico e conseguir fazer esse apoio aos produtores”, afirma.&nbsp;</p>
<p>Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o ProgeAqua é um dos dez projetos contemplados pelo Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). As capacitações seguem até junho e o projeto tem continuidade mesmo após o término do período do Programa.</p>		
													<img width="1024" height="517" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.22.09-1024x517.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.21.09-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>Texto: Samara Wobeto, jornalista voluntária.</p><p>Imagens: ProgeAqua.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem uma proposta aprovada em edital da Finep para preservação e recuperação de acervos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/05/22/ufsm-tem-uma-proposta-aprovada-em-edital-da-finep-para-preservacao-e-recuperacao-de-acervos</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:35:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve uma proposta aprovada na Chamada Pública MCTI/FINEP/FNDCT – Identidade Brasil: Recuperação e Preservação de Acervos 2025, promovida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O edital prevê investimentos em iniciativas voltadas à preservação, recuperação, digitalização e ampliação do acesso a acervos científicos, históricos e culturais em instituições [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve uma proposta aprovada na Chamada Pública MCTI/FINEP/FNDCT – Identidade Brasil: Recuperação e Preservação de Acervos 2025, promovida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O edital prevê investimentos em iniciativas voltadas à preservação, recuperação, digitalização e ampliação do acesso a acervos científicos, históricos e culturais em instituições brasileiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A chamada pública tem como objetivo fortalecer a infraestrutura de instituições de guarda, como universidades, museus, bibliotecas, arquivos e centros de memória, promovendo ações de conservação patrimonial, digitalização de acervos, acessibilidade física e digital, além da difusão do patrimônio científico e cultural brasileiro. Os recursos são oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e estão divididos entre os grupos de concorrência de acervos científicos e de acervos históricos e culturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 22 de maio de 2026, a Finep apresentou os resultados parciais do edital na qual a UFSM foi considerada aprovada em uma proposta: “Acervos Científicos Em Rede: projeto de qualificação de coleções científicas da UFSM”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os espaços contemplados estão o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani, o LASCA/UFSM, o Acervo Artístico da UFSM e o Jardim Botânico de Santa Maria, acervos de grande relevância científica, histórica, cultural e social, responsáveis pela preservação de patrimônios reconhecidos nacionalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta aprovada prevê ações voltadas à modernização tecnológica, catalogação e digitalização de coleções, conservação preventiva, segurança e acessibilidade, além da ampliação do acesso público aos acervos por meio de ações de extensão, exposições e disponibilização digital.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre segunda janela de inscrições para pós-graduação com ingresso em 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/egressos/2026/05/16/ufsm-abre-segunda-janela-de-inscricoes-para-pos-graduacao-com-ingresso-em-2026</link>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 13:56:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Egressos]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/egressos/?p=582</guid>
						<description><![CDATA[Edital oferece 1071 vagas para ingresso ainda neste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), abriu nesta quinta-feira (14) a segunda janela do <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw2iLIzIANqoESCfarYzMneZ">Edital PRPGP/UFSM nº 030/2025</a></strong> para ingresso na pós-graduação. </p>
<p dir="ltr">Nesta segunda janela, são oferecidas 1.071 vagas, sendo 32 de especialização, 698 de mestrado e 341 de doutorado. O ingresso ocorrerá neste ano, conforme calendário de cada programa.</p>
<p>O edital traz um passo a passo com orientações sobre o preenchimento da ficha e o envio da documentação exigida.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<ul>
<li>
<p>Período: <strong>14 de maio a 8 de junho</strong></p>
</li>
<li>
<p>Local: <strong>exclusivamente pela internet</strong></p>
</li>
<li>
<p>Valor: <strong>não há cobrança de taxa.</strong></p>
</li>
</ul>
<h2>Processo seletivo</h2>
<p>A análise documental será feita pelas comissões de cada curso. Os critérios de avaliação – como provas, entrevistas, análise de currículo ou projeto – serão detalhados nos editais específicos de cada programa.</p>
<p>É permitido se inscrever em mais de um curso, desde que não sejam ambos <em>stricto sensu</em> (mestrado/doutorado). Caso um dos cursos seja lato sensu (especialização), é possível a matrícula simultânea.</p>
<h2>Vagas e ações afirmativas</h2>
<p>As vagas seguem a Política de Ações Afirmativas e Inclusão da UFSM (Resolução 068/2021), contemplando categorias como pessoas pretas e pardas, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas trans, professores da rede básica, pessoas de baixa renda e estrangeiros.</p>
<p>Os candidatos aprovados em vagas de ações afirmativas participarão de webconferências obrigatórias com comissões da UFSM. O não comparecimento implica o indeferimento da vaga.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<ul>
<li>Inscrições: 14 de maio a 8 de junho</li>
<li>
<p>Divulgação da lista preliminar de inscritos: 9 de junho</p>
</li>
<li>
<p>Seleção interna: 11 de junho a 15 de julho</p>
</li>
<li>
<p>Publicação da lista final de classificados e suplentes: 24 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Confirmação de vaga: 27 e 28 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Início das atividades acadêmicas: ao longo de 2026, conforme calendário de cada curso, disponível no<strong> <a href="http://edital%20prpgp/UFSM%20n%C2%BA%20030/2025" data-wplink-url-error="true">edital</a></strong></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>Orientações</h2>
<p>Os candidatos devem acompanhar atentamente as publicações no <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw39RdEuNHLyvJrdTZoqtY79">site da PRPGP</a></strong>, onde serão divulgados eventuais adendos ou retificações. A UFSM recomenda que a inscrição seja feita com antecedência e que os documentos sejam conferidos com cuidado.</p>
<p><em>Fonte: ufsm.br </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre segunda janela de inscrições para pós-graduação com ingresso em 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/14/segunda-janela-pos-graduacao</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:42:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[janela ingresso pós]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72794</guid>
						<description><![CDATA[Edital oferece 1071 vagas para ingresso ainda neste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="273" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/PG2-26-Banner-1500x400-Inscricoes-2-1024x273.jpg" alt="banner colorido horizontal com informações sobre a segunda janela de inscrições para a pós-graduação. A imagem destaca que é a segunda janela." />													
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), abriu nesta quinta-feira (14) a segunda janela do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw2iLIzIANqoESCfarYzMneZ">Edital PRPGP/UFSM nº 030/2025</a> para ingresso na pós-graduação. </p>
<p dir="ltr">Nesta segunda janela, são oferecidas 1.071 vagas, sendo 32 de especialização, 698 de mestrado e 341 de doutorado. O ingresso ocorrerá neste ano, conforme calendário de cada programa.</p>
<p>O edital traz um passo a passo com orientações sobre o preenchimento da ficha e o envio da documentação exigida.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<ul>
<li>
<p>Período: 14 de maio a 8 de junho</p>
</li>
<li>
<p>Local: exclusivamente pela internet</p>
</li>
<li>
<p>Valor: não há cobrança de taxa. </p>
</li>
</ul>
<h2>Processo seletivo</h2>
<p>A análise documental será feita pelas comissões de cada curso. Os critérios de avaliação – como provas, entrevistas, análise de currículo ou projeto – serão detalhados nos editais específicos de cada programa.</p>
<p>É permitido se inscrever em mais de um curso, desde que não sejam ambos stricto sensu (mestrado/doutorado). Caso um dos cursos seja lato sensu (especialização), é possível a matrícula simultânea.</p>
<h2>Vagas e ações afirmativas</h2>
<p>As vagas seguem a Política de Ações Afirmativas e Inclusão da UFSM (Resolução 068/2021), contemplando categorias como pessoas pretas e pardas, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas trans, professores da rede básica, pessoas de baixa renda e estrangeiros.</p>
<p>Os candidatos aprovados em vagas de ações afirmativas participarãom de webconferências obrigatórias com comissões da UFSM. O não comparecimento implica indeferimento da vaga.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<ul>
<li>Inscrições: 14 de maio a 8 de junho</li>
<li>
<p>Divulgação da lista preliminar de inscritos: 9 de junho</p>
</li>
<li>
<p>Seleção interna: 11 de junho a 15 de julho</p>
</li>
<li>
<p>Publicação da lista final de classificados e suplentes: 24 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Confirmação de vaga: 27 e 28 de julho </p>
</li>
<li>
<p>Início das atividades acadêmicas: ao longo de 2026, conforme calendário de cada curso, disponível no <a href="http://Edital PRPGP/UFSM nº 030/2025" data-wplink-url-error="true">edital</a></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>Orientações</h2>
<p>Os candidatos devem acompanhar atentamente as publicações no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp&amp;source=gmail&amp;ust=1778848004385000&amp;usg=AOvVaw39RdEuNHLyvJrdTZoqtY79">site da PRPGP</a>, onde serão divulgados eventuais adendos ou retificações. A UFSM recomenda que a inscrição seja feita com antecedência e que os documentos sejam conferidos com cuidado.</p>
<p><br /><br /><br /><br /></p>
 
 
 
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PRORROGADO: Residência em Saúde Uniprofissional - Veterinária seleciona elaboradores e revisores de questões para seu processo seletivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/05/06/residencia-em-saude-uniprofissional-veterinaria-seleciona-elaboradores-e-revisores-de-questoes-para-seu-processo-seletivo</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:13:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[Residência Uniprofissional]]></category>
		<category><![CDATA[Revisão de Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para servidores(as) da instituição interessados(as) em atuar como elaboradores(as) e revisores(as) de questões de prova. O edital é voltado ao Processo Seletivo Residência em Saúde – Modalidade Uniprofissional – Medicina Veterinária. Podem participar servidores(as) efetivos(as) docentes ou técnico-administrativos(as) da UFSM, ativos(as) ou aposentados(as), que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para servidores(as) da instituição interessados(as) em atuar como elaboradores(as) e revisores(as) de questões de prova. O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/022-2026"><strong>edital</strong></a> é voltado ao <strong>Processo Seletivo Residência em Saúde – Modalidade Uniprofissional – Medicina Veterinária</strong>.</p>
<p>Podem participar servidores(as) efetivos(as) docentes ou técnico-administrativos(as) da UFSM, ativos(as) ou aposentados(as), que não estejam cedidos(as) para outra instituição.</p>
<p>Como critérios de seleção, o edital estipula:</p>
<p>- Graduação em Letras, para a área de <strong>Revisão de Linguagem</strong>;</p>
<p>- Graduação em Letras ou Comunicação Social ou Jornalismo, para a área de <strong>Auditoria de Questões</strong>;</p>
<p>- Graduação em Medicina Veterinária para as <strong>Áreas Específicas</strong>:</p>
<p><strong>a) Saúde Pública e Políticas Públicas de Saúde;</strong><br /><strong>b) Legislação Reguladora da Residência em Área Profissional de Saúde e Código de Ética do Médico Veterinário;</strong><br /><strong>c) Cirurgia Veterinária;</strong><br /><strong>d) Anestesiologia Veterinária;</strong><br /><strong>e) Clínica Médica de Pequenos Animais;</strong><br /><strong>f) Patologia Clínica Veterinária;</strong><br /><strong>g) Diagnóstico por Imagem em Medicina Veterinária;</strong><br /><strong>h) Clínica de Ruminantes;</strong><br /><strong>i) Medicina Veterinária Preventiva.</strong></p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>As inscrições foram prorrogadas para o dia 29 de maio, para a área de Anestesiologia Veterinária.</strong></span></p>
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/022-2026"><strong>Edital 022/2026 e sua retificação</strong></a> podem ser acessados no site <a href="https://ufsm.br/prograd"><strong>ufsm.br/prograd</strong></a>.  </p>
<p>Dúvidas podem ser encaminhadas ao Núcleo de Ingresso e Seleção Acadêmicos da Pró-Reitoria de Graduação, pelo email <a href="mailto:nisa@nisa.ufsm.br"><strong>nisa@nisa.ufsm.br</strong></a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>12 coisas que você pode aprender ouvindo o podcast Clima de Crise</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/06/12-coisas-que-voce-pode-aprender-ouvindo-o-podcast-clima-de-crise</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:41:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

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						<description><![CDATA[Podcast produzido pela UFSM reúne pesquisadores e profissionais que estão na linha de frente dos estudos sobre Mudanças Climáticas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 deixaram marcas visíveis nas cidades, nas paisagens e na vida de milhares de pessoas. Mas também evidenciaram algo maior: a crise climática já faz parte do cotidiano. Foi a partir desse cenário que surgiu o podcast <em>Clima de Crise</em>, produzido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para aproximar universidade e sociedade a partir da pauta climática.</p><p>Com seis episódios divididos em duas temporadas, o podcast reúne pesquisadores e profissionais que estão na linha de frente dos estudos sobre mudanças climáticas para discutir, em linguagem acessível, como eventos extremos afetam a saúde, o território, a comunicação, a educação e a vida em comunidade. Mais do que explicar fenômenos ambientais, a série busca mostrar os impactos sociais da crise climática.</p><p>“O principal aprendizado é o entendimento de que já estamos vivendo em um período de emergência climática e que precisamos agir, individual e coletivamente”, afirma a diretora do podcast, Camila Pereira. “Precisamos repensar nosso consumo, nossos hábitos, nossa comunicação, nossa gestão e nossas leis ambientais.”</p><p>O <em>Clima de Crise</em> parte de perguntas concretas: o que acontece com quem precisa de atendimento de saúde quando uma cidade fica isolada por uma enchente? Como as pessoas se informam quando a internet deixa de funcionar? O que muda nos rios e no solo depois de um evento extremo? Ao longo dos episódios, especialistas ajudam a compreender como a crise climática reorganiza rotinas, amplia desigualdades e transforma territórios. “Passei a enxergar a crise climática de forma mais próxima, entendendo que ela já está acontecendo e que não há como voltar atrás”, diz Camila.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-17.39.00-1024x667.jpeg" alt="" width="1024" height="667" /></p><p>A lista a seguir reúne 12 aprendizados e curiosidades extraídos das entrevistas com especialistas e apresentam ideias que ajudam a entender melhor o que aconteceu em 2024 e o que pode acontecer daqui para frente.</p><ol><li><p><strong>O vínculo com o território muda a forma de reagir a desastres</strong></p><p>Diante de um desastre, nem todo mundo reage da mesma forma, e isso pode estar relacionado com a relação construída com o lugar onde se vive. No episódio 1, <em>Pertencimento e Memória em tempos de Crise Climática</em>, a professora Maria Medianeira Padoin, do Departamento de História da UFSM, destaca que se reconhecer como parte do território pode influenciar a disposição para agir diante dos problemas e impactar diretamente a resposta às crises. Ela considera fundamental que se fortaleça um “sentimento comunitário”, ou seja, “um sentimento de pertencimento coletivo, [que o território] não só meu, [mas é] nosso”.</p></li><li><p><strong>Universidades podem atuar diretamente nos territórios em situações de crise</strong></p><p>No episódio 1, Maria Medianeira Padoin explica que a presença da UFSM no território da Quarta Colônia se dá em projetos desenvolvidos junto às comunidades, escolas e gestores locais, e são voltados à compreensão e à busca de soluções para problemas da região em diálogo com os moradores. Durante as enchentes de 2024, essa rede também se tornou visível na prática. “Eu comecei a receber muitas ligações de nossos alunos, era meia-noite, uma da manhã… [eles diziam] nós estamos sem luz, com necessidades”, relata. Ao mesmo tempo, professores de diferentes áreas também entraram em contato oferecendo ajuda, evidenciando a universidade como uma rede mobilizada diante da crise.</p></li><li><p><strong>Nem toda cidade pode ter todos os serviços de saúde — e isso vira um problema em situações de crise</strong></p><p>No episódio 2, <em>Saúde em contexto de emergência climática</em>, a mestranda em Saúde Coletiva pela UFSM, Gabriela Toniolo Bertolo, explica que não existem atendimentos especializados em todos os municípios do Brasil, já que o sistema de saúde no país é organizado para funcionar de forma regionalizada.</p><p>“Pensa um município de 2, 3 mil habitantes ter cardiologista, ter cirurgia geral para aquela população — isso é inviável e insustentável, tanto financeiramente quanto de forma logística para o sistema”, afirma.</p><p>A organização do SUS em regiões e macrorregiões permite concentrar recursos e garantir atendimento para aquela população, mas cria vulnerabilidades em situações extremas. Durante as enchentes de 2024, cidades ficaram isoladas e perderam acesso a serviços: “Em dois dias, Santa Maria ficou ilhada. E como agir quando os serviços de média e alta complexidade, os principais prestadores da região, ficam isolados? Não é possível trazer os pacientes para cá, e os que já estão aqui também não conseguem voltar para casa.”</p><p>Segundo Gabriela, foi necessário mobilizar diferentes frentes para garantir o atendimento, com apoio de outras instâncias públicas e, em alguns momentos, da iniciativa privada.</p></li><li><p><strong>Remédios doados durante enchentes podem acabar descartados</strong></p><p>Durante as enchentes de 2024, a grande quantidade de doações de medicamentos acabou gerando alguns desafios, como conta Gabriela Bertolo no episódio 2: “A solidariedade é o que nos torna humanos, mas, sem uma orientação, nos trouxe vários problemas”.</p><p>Muitos dos medicamentos doados não puderam ser utilizados, seja por falta de controle de validade, por terem sido armazenados de forma inadequada ou por não corresponderem às necessidades do momento: “Quando as pessoas doam medicamento da farmacinha da casa delas, aquele medicamento controlado ou aquele medicamento cortado que a gente não tem noção da data de validade, não temos como entregar esse medicamento para a população, ele vai ser descartado”, explica Gabriela.</p><p>A situação exigiu a criação de uma estrutura específica para triagem, com equipe técnica responsável por avaliar o que poderia ou não ser aproveitado.</p></li><li><p><strong>Quando a internet falha, a informação também entra em risco</strong></p><p>Sem internet, como uma comunidade se informa em meio a um desastre? Durante as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, essa pergunta deixou de ser hipotética. Em diversas regiões, a conexão caiu ou se tornou instável — e, com ela, o principal meio de acesso à informação.</p><p>No episódio 3 — <em>Jornalismo Local, Desertos de Notícia e Resiliência Climática</em> — a professora Laura Storch, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, relata que algumas regiões da Quarta Colônia ficaram sem acesso à internet: “toda aquela lógica globalizada de informação, desabou naquele momento”.</p><p>O episódio revela como a crise expôs a dependência de infraestruturas digitais e a vulnerabilidade dos sistemas de informação em contextos extremos.</p></li><li><p><strong>Rádios e WhatsApp foram essenciais para a circulação de informação durante a crise</strong></p><p>Com a queda ou instabilidade da internet, a circulação de informação passou a depender de meios mais próximos do território. No episódio 3, Laura Storch destaca que as rádios mantêm uma relação direta com as comunidades, o que fortalece seu papel em momentos de crise. Além disso, sua atuação envolve presença física nas áreas afetadas, com profissionais que se deslocam até regiões isoladas para relatar o que está acontecendo.</p><p>Mesmo com falhas na conexão, os grupos de WhatsApp também tiveram papel importante sempre que havia algum acesso disponível. Por serem organizados a partir de vínculos diretos entre moradores, funcionaram como redes locais de troca de informações. “Existia um fluxo de informação muito potente acontecendo ali”, afirma.</p><p>Os grupos ajudavam a identificar pessoas isoladas, organizar pedidos de ajuda e circular informações urgentes entre moradores e equipes de resposta.</p></li><li><p><strong>Eventos extremos são naturais, o desastre depende de como ocupamos o território</strong></p><p>No episódio 4 — <em>Clima, Território e Educação Ecológica</em> — o professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM Adriano Figueiró explica que eventos como as chuvas fortes de 2024 são parte do processo natural da dinâmica da evolução da paisagem: “Não há nada de estranho no que aconteceu, porque isso vem acontecendo há milhões de anos. A paisagem hoje só é o que é porque eventos extremos dessa natureza aconteceram com muito mais intensidade, com muito mais frequência”, afirma.</p><p>O que transforma esses eventos em desastre, no entanto, é a forma como os territórios são ocupados. Áreas como margens de rios e encostas instáveis são especialmente vulneráveis. “Os maiores danos ocorreram justamente naquelas estruturas construídas pelos seres humanos que desrespeitam os caminhos naturais da própria paisagem”, explica Adriano.</p><p>Segundo ele, esses eventos continuarão ocorrendo — possivelmente com maior frequência em função das mudanças climáticas. Diante disso, é preciso aprender como reduzir os danos à vida e aos bens materiais.</p></li><li><p><strong>O solo leva séculos para se formar — mas pode desaparecer em poucos dias</strong></p><p>No episódio 4, Adriano Figueiró destaca que a formação do solo é um processo extremamente lento: “Para produzir 1 cm de solo, eu preciso por volta de 400 anos”.</p><p>Durante as enchentes de 2024, áreas da Quarta Colônia perderam quase 1,5 metro de solo em apenas três dias de chuva. O contraste revela que certos danos ambientais são praticamente irreversíveis no tempo humano, e reforça a importância de práticas de conservação e planejamento do uso da terra: “com algumas técnicas simples de conservação do solo, nós poderíamos ter preservado mais do nosso patrimônio”, enfatiza o pesquisador.</p></li><li><p><strong>Um rio pode ficar mais rápido e destrutivo depois de um evento extremo</strong></p><p>Eventos extremos podem alterar a forma e o comportamento dos rios, com efeitos que permanecem no tempo. No episódio 5, <i>Chuva, solo e ciência: o que aprendemos com as enchentes,</i> o professor do Departamento de Solos da UFSM Jean Minella explica que, após as enchentes, mudanças no leito do rio reduziram sua rugosidade e alteraram seu fluxo.</p><p>“Ele se tornou menos rugoso, mais retilíneo”, afirma, explicando que é como se tivesse passado por uma “pavimentação natural”, ou seja, “para um mesmo evento de chuva que aconteça agora, as velocidades do rio estão maiores. Então o rio está propagando aquela mesma vazão que propagava antes de uma forma muito mais rápida”.</p><p>Isso, segundo o pesquisador, pode intensificar os danos em eventos futuros.</p></li><li><p><strong>O mesmo sistema que causa enchente também pode causar falta de água depois</strong></p><p>No episódio 5, o professor Jean Minella explica que os períodos de enchente e estiagem estão ligados ao funcionamento do sistema hídrico. Segundo ele, a forma como a superfície das bacias é ocupada interfere diretamente na recarga dos aquíferos, das nascentes e na quantidade de água disponível nos rios ao longo do ano.</p><p>O impacto vai além dos eventos extremos. Jean Minella afirma que rios que ficam “extremamente violentos” durante as chuvas podem depois “agonizar”, sem água suficiente para abastecer comunidades urbanas e rurais. “Esse excesso que a gente tem de escoamento superficial é a água que vai faltar no período de baixa precipitação”, resume o pesquisador.</p><p>Para ele, o sistema está “obviamente desequilibrado”: a água escoa rápido demais durante as chuvas e deixa de abastecer o solo, os rios e os aquíferos nos períodos secos.</p></li><li><p><strong>Nem os especialistas esperavam a dimensão das enchentes no Sul</strong></p><p>Mesmo com dados e modelos de medição cada vez mais sofisticados, a magnitude de alguns eventos climáticos ainda surpreende. No episódio 6 — <em>Variabilidade climática no Sul do Brasil</em> — a meteorologista e docente do Departamento de Física da UFSM Nathalie Boiaski afirma que os eventos extremos surpreenderam até quem pesquisa o tema. “Nenhum de nós era capaz de compreender a magnitude de um evento extremo até então”, relata.</p><p>A pesquisadora, que mora na Quarta Colônia, conta que também foi atingida pelas enchentes de 2024: “Eu sou meteorologista, tenho a formação, eu tinha os dados na mão. Por que que eu não saí? Porque a gente não quer acreditar”.</p><p>Ela relata que não deixou sua casa imediatamente, porque jamais imaginou que o rio pudesse atingir o nível que atingiu. Segundo ela, como nunca havia acontecido algo parecido antes, acreditou que “ia chover, mas não ia ser tanto assim a ponto de a gente precisar sair de casa”. A saída aconteceu apenas quando percebeu que o nível do rio estava subindo rápido demais.</p><p>Para ela, os eventos recentes mostram que, mesmo com avanços na meteorologia, a dimensão dos impactos ainda desafia a capacidade de previsão e resposta da sociedade.</p></li><li><p><strong>Eventos extremos locais são mais difíceis de prever — e os alertas ganham ainda mais importância</strong></p><p>No episódio 6, Nathalie Boiaski explica que eventos em escala regional ou local são mais difíceis de antecipar com precisão, especialmente pela falta de dados em determinadas áreas. Chuvas intensas podem atingir uma região específica enquanto bairros próximos permanecem sem chuva, o que dificulta a representação desses eventos nos modelos de previsão. “chove no centro da cidade de Santa Maria e não chove em Camobi”, exemplifica.</p><p>A situação se torna ainda mais complexa em áreas com pouco monitoramento. “Então nós precisamos sim de mais monitoramento, porque não tem milagre que o meteorologista possa fazer sem ter um ponto de observação, sem ter pluviômetro, sem ter termômetro, sem ter anemômetros”, afirma a pesquisadora, citando a falta de equipamentos em parte da Quarta Colônia.</p><p>Nesse cenário, mesmo com incertezas, a recomendação é sempre considerar os avisos e agir preventivamente. A forma como as pessoas respondem a esses alertas pode influenciar diretamente os impactos das situações de risco. Ela defende que os alertas meteorológicos sejam levados a sério: “Na dúvida, saia”.</p></li></ol><p>```</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-06-123446-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" />O podcast <i>Clima de Crise</i> foi produzido no âmbito dos projetos “Governança e multidimensionalidade dos riscos climáticos” (Fapergs 06/2024) e “Comunicação de proximidade” (PROEXT-PG/Capes), vinculados à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p><h4><b>Todos os episódios já estão disponíveis, confira:</b></h4><ul><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 1 — Pertencimento e Memória em tempos de Crise Climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/5aSErRkx2eMqHOvTKvxBiq">https://open.spotify.com/episode/5aSErRkx2eMqHOvTKvxBiq</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 2 — Saúde em contexto de emergência climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/41Z21uM58NGSPpESF1cOHX">https://open.spotify.com/episode/41Z21uM58NGSPpESF1cOHX</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 3 — Jornalismo Local, Desertos de Notícia e Resiliência Climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/2xChGQmiHA7hRaNL27qsyD">https://open.spotify.com/episode/2xChGQmiHA7hRaNL27qsyD</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 4 — Clima, Território e Educação Ecológica</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/11g5CbODKQGhs7pKfaoqMi">https://open.spotify.com/episode/11g5CbODKQGhs7pKfaoqMi</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 5 — Chuva, solo e ciência — o que aprendemos com as enchentes</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/0vyVHnbyzCHqMyDsGvioug">https://open.spotify.com/episode/0vyVHnbyzCHqMyDsGvioug</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 6 — Variabilidade climática no Sul do Brasil — interações, mecanismos e impactos</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/6QFzVuNFxZQ6kh5bHnAZvg">https://open.spotify.com/episode/6QFzVuNFxZQ6kh5bHnAZvg</a></li></ul><p>Texto: Luciane Treulieb, jornalista</p><p>Ilustração: Evandro Bertol, designer</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM recebe Medalha John C. Marsden por melhor tese de doutorado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/egressos/2026/05/05/egressa-da-ufsm-recebe-medalha-john-c-marsden-por-melhor-tese-de-doutorado</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 10:13:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
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		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  A egressa do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Lívia Roese-Miron, foi agraciada, em 2026, com a Medalha John C. Marsden, concedida pela Linnean Society de Londres ao melhor trabalho de doutorado em biologia em áreas além da botânica. O reconhecimento está relacionado a um estudo publicado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-422600e2 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="422600e2" data-element_type="section">
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<p data-start="201" data-end="499"> </p>
[caption id="attachment_579" align="alignright" width="260"]<img class="size-medium wp-image-579" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/639/2026/05/egressos-ufsm-Livia-Roese-Miron-tese-premiada-260x300.jpg" alt="" width="260" height="300" /> <em>Lívia Roese-Miron teve tese premiada</em>[/caption]
<p data-start="201" data-end="499">A egressa do Programa de <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgba"><strong>Pós-Graduação em Biodiversidade Animal</strong></a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), <strong>Lívia Roese-Miron</strong>, foi agraciada, em 2026, com a <a href="https://www.linnean.org/the-society/medals-awards-prizes-grants/phd-medals-and-prizes/the-john-c-marsden-medal#:~:text=The%20medal%20is%20awarded%20annually,PhD%20student%20as%20first%20author."><strong>Medalha John C. Marsden</strong></a>, concedida pela <strong>Linnean Society de Londres</strong> ao melhor trabalho de doutorado em biologia em áreas além da botânica.</p>
<p data-start="501" data-end="881">O reconhecimento está relacionado a um estudo publicado em 2025 na <em data-start="568" data-end="611">Zoological Journal of the Linnean Society</em>, que apresenta parte dos resultados de sua tese. A pesquisa investigou o <em data-start="685" data-end="713">Siriusgnathus niemeyerorum</em>, um cinodonte, grupo de vertebrados que integra a linhagem ancestral dos mamíferos, que viveu há mais de 200 milhões de anos, no período Triássico, no sul do Brasil.</p>
<p data-start="883" data-end="1345">O trabalho envolveu a análise detalhada de um crânio completo da espécie por meio de tomografia computadorizada de alta resolução. A partir disso, foi possível reconstruir estruturas internas, incluindo descrições inéditas dos nervos cranianos e do ouvido interno. Os resultados também apontam novas características relacionadas à mobilidade facial, com implicações para a compreensão de comportamentos como alimentação, defesa e interação social desses animais.</p>
<p> </p>
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<figure class="wp-caption"><img class="attachment-large size-large wp-image-72675" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Imagem-1.jpg" alt="" width="859" height="657" />
<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text"><em>Detalhes do crânio de </em>Siriusgnathus niemeyerorum <br /><br /></figcaption>
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<figure class="wp-caption"><img class="attachment-large size-large wp-image-72676" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Imagem-2.jpg" alt="" width="843" height="706" />
<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text"><em>Detalhes da anatomia interna do crânio de </em>Siriusgnathus niemeyerorum</figcaption>
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<p data-start="1347" data-end="1678"> </p>
<p data-start="1347" data-end="1678">“Estou muito honrada em receber este prêmio. O reconhecimento reflete os esforços envolvidos no trabalho e destaca a importância de estudar a evolução dos sinápsidos. Sou especialmente grata aos meus coautores e ao orientador, professor <strong>Leonardo Kerber</strong>, cujas contribuições foram essenciais para a pesquisa”, afirma a pesquisadora.</p>
<p data-start="1680" data-end="1995">Segundo o editor-chefe da revista, <strong>Jeff Streicher</strong>, responsável pela seleção do trabalho premiado, o estudo se destaca pelo rigor analítico e pela qualidade das ilustrações. Ele também ressaltou o potencial das tecnologias atuais para investigar estruturas do sistema nervoso de espécies extintas há milhões de anos. </p>
<p data-start="1680" data-end="1995">A divulgação oficial da premiação está disponível no site da <a href="https://www.linnean.org/the-society/medals-awards-prizes-grants/phd-medals-and-prizes/the-john-c-marsden-medal#:~:text=The%20medal%20is%20awarded%20annually,PhD%20student%20as%20first%20author."><strong>Linnean Society</strong></a>, e o artigo, de autoria de Lívia Roese-Miron, Fernando Abdala, Flávio Augusto Pretto, Rodrigo Temp Müller, Iasmim Michelotti da Costa, Marcelo Ricardo Sánchez-Villagra e Leonardo Kerber, pode ser acessado<strong><a href="https://doi.org/10.1093/zoolinnean/zlaf107"> aqui</a></strong>. </p>
<p data-start="1680" data-end="1995"><em>Texto: CAPPA/UFSM</em></p>
<p data-start="1680" data-end="1995"><em>Fonte: ufsm.br </em></p>
</div>
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</div>
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</div>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre edital interno para seleção de proposta institucional para o Sandbox Regulatório de IA na Educação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/04/30/ufsm-abre-edital-interno-para-selecao-de-proposta-institucional-para-o-sandbox-regulatorio-de-ia-na-educacao</link>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:57:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio de iniciativa conjunta da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA) e do Centro de Processamento de Dados (CPD), publicou o Edital Interno nº 018/2026, voltado à seleção de uma proposta institucional a ser submetida ao Edital MEC nº 01/2026 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio de iniciativa conjunta da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA) e do Centro de Processamento de Dados (CPD), publicou o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/018-2026"><strong>Edital Interno nº 018/2026</strong></a>, voltado à seleção de uma proposta institucional a ser submetida ao <strong>Edital MEC nº 01/2026 – Sandbox Regulatório de Inteligência Artificial na Educação</strong>. </span><span style="font-weight: 400">O objetivo da chamada é <strong>selecionar uma proposta institucional de solução de Inteligência Artificial aplicada à educação</strong>, com alto potencial de impacto, inovação e viabilidade técnica.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa busca qualificar a participação institucional da UFSM no edital do Ministério da Educação, o Sandbox, que selecionará até oito soluções de IA para participação em ambiente regulatório experimental. P</span><span style="font-weight: 400">odem submeter propostas docentes, técnico-administrativos em educação, grupos de pesquisa e laboratórios institucionais da UFSM. As propostas poderão ter caráter interdisciplinar e deverão contar com um responsável pelo projeto, na condição de coordenador.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os requisitos, as soluções devem estar em fase inicial de desenvolvimento, demonstrar viabilidade técnica e operacional, utilizar dados anonimizados e apresentar aplicação na área educacional. O edital contempla áreas como acesso, permanência e êxito escolar; Educação de Jovens e Adultos (EJA); redução de desigualdades; inclusão digital e acessibilidade; gestão educacional; prevenção da evasão escolar; apoio pedagógico complementar; integração e análise de dados educacionais; interoperabilidade; e inovação pública digital.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">As propostas devem ser enviadas em arquivo PDF único para o e-mail<strong> npe.prpe@ufsm.br</strong>, com o assunto “Sandbox IA MEC 2026 - Nome coordenador(a), laboratório, ou grupo de pesquisa”. O prazo para <strong>submissão</strong> <strong>é até</strong> <strong>4 de maio de 2026</strong>.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">O <strong>resultado preliminar</strong> está <strong>previsto para 7 de maio</strong>, com período de recursos em 8 de maio. O resultado final será divulgado em 11 de maio, e a proposta finalista poderá ser convocada para apresentação oral, em formato on-line, no dia 12 de maio. A submissão da proposta selecionada ao MEC deverá ocorrer até 13 de maio de 2026.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/018-2026">edital nº 018/2026</a> completo está disponível na página de editais da PRPGP. </span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Além do edital interno da UFSM, os interessados devem acessar o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/editais-chamamento-publico/sandbox-ia-educacao">Edital MEC nº 01/2026 – Sandbox Regulatório de Inteligência Artificial na Educação</a>, para conhecimento integral das regras e disposições da seleção nacional.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: <span style="font-weight: 400">Laura Gassen</span></em></p>
<p><em>Revisão: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFSM foi eleita no Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da Andifes como representante da região Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/04/23/pro-reitora-de-pos-graduacao-e-pesquisa-da-ufsm-foi-eleita-no-colegio-de-pro-reitores-de-pesquisa-pos-graduacao-e-inovacao-da-andifes-como-representante-da-regiao-sul</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:18:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 16 e 17 de abril de 2026, foi realizada, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em Brasília (DF), a reunião Conjunta do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior (COPROPI) e do segmento das federais do Fórum de Pró-Reitores [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:columns {"verticalAlignment":"center"} -->
<div class="wp-block-columns are-vertically-aligned-center"><!-- wp:column {"verticalAlignment":"center"} -->
<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center"><!-- wp:image {"id":21779,"width":"848px","height":"auto","aspectRatio":"1.3333510950071934","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1776544817987-1-1024x768.jpg" alt="Fotografia com dois homens e três mulheres, lado a lado, sorrindo, presentes Silvana Zucolotto (UFRN), presidenta do colegiado e representante da região Nordeste, Ronney Arismel Mancebo Boloy (CEFET/RJ), pela região Sudeste, Kênia Ferreira Rodrigues (UFNT), pela região Norte e Cristina Wayne (UFSM) pela região sul. Em um auditório, com fundo de madeira, e logo da CAPES." class="wp-image-21779" style="aspect-ratio:1.3333510950071934;width:848px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">Nova Diretoria do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior</figcaption></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">Entre os dias 16 e 17 de abril de 2026, foi realizada, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em Brasília (DF), a reunião Conjunta do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior (COPROPI) e do segmento das federais do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (FOPROP). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encontro reuniu representantes de universidades federais e de instituições vinculadas ao sistema nacional de ciência e pós-graduação. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi representada pela Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, professora Cristina Wayne Nogueira e Pró-Reitora Substituta,  </span><span style="font-weight: 400">Prof.ª Tatiana Emanuelli</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a programação, foram discutidas perspectivas para o ano de 2026 no campo da ciência, tecnologia e inovação, com destaque para pautas relacionadas ao financiamento da pós-graduação, à avaliação dos programas, à articulação entre universidades e agências de fomento e ao fortalecimento das políticas nacionais voltadas à pesquisa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os participantes da agenda estiveram representantes do CNPq e da CAPES, que apresentaram diretrizes institucionais, perspectivas de atuação e temas centrais para o próximo período, contribuindo para o alinhamento entre as instituições federais e os órgãos responsáveis pela formulação e execução das políticas públicas do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A reunião também marcou a definição da nova gestão do COPROPI/ANDIFES para 2026. Na ocasião, a professora Cristina Wayne Nogueira (UFSM) foi eleita representante da região Sul no colegiado, ampliando a inserção da UFSM nos espaços nacionais de debate e formulação de políticas acadêmicas. </span></p>
<p> </p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Laura Gassen</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</span></i></p>
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<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":21783,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1776544866379-edited-1.jpg" alt="Fotografia com os representantes das universidades e instituições públicas. Em um auditório, com fundo de madeira, e logo da CAPES." class="wp-image-21783" /><figcaption class="wp-element-caption">Representantes das universidades e instituições públicas</figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":21782,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1776544618613-edited-1.jpg" alt="Plenária com apresentação da professora Rossana Valéria de Souza e Silva sobre internacionalização da pós-graduação brasileira, compondo a mesa de autoridades as professoras Cristina Wayne Nogueira e Kelly Castro. Em um auditório, com fundo de madeira, e logo da CAPES." class="wp-image-21782" /><figcaption class="wp-element-caption">Plenária com apresentação sobre internacionalização da pós-graduação brasileira</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Time Enactus leva sustentabilidade e empreendedorismo social para escolas de Santa Maria e Caçapava do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/04/21/time-enactus-leva-sustentabilidade-e-empreendedorismo-social-para-escolas-de-santa-maria-e-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:38:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[time enactus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=424</guid>
						<description><![CDATA[As crianças têm contato com a educação financeira por meio da ‘Escolinha de Negócios’]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>Durante cerca de quatro meses, crianças do quarto ano de escolas públicas foram responsáveis pelo cuidado, rega e crescimento de mudas de temperos diversos. Nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental Dagoberto Barcellos, de Caçapava do Sul, e Lourenço Dalla Corte, de Santa Maria, oficinas de sustentabilidade e empreendedorismo social foram responsáveis por introduzir a prática da educação financeira. Promovidos pelo Time Enactus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), os encontros da ‘Escolinha de Negócios’ tinham como objetivo a conscientização da importância de dois eixos: o cuidado com o meio ambiente e com o dinheiro. </p>
<p>De acordo com Kamilly Dias, acadêmica da Licenciatura de Educação Física e bolsista do Time Enactus, foi por meio do cuidado com as plantas que as crianças aprenderam sobre o desenvolvimento dos negócios. “Eles escolheram o temperinho que mais agradou e a partir disso trabalhamos negócios, vendas, como lidar com o dinheiro, o que significa custo, preço, como surgiu o dinheiro, como funciona um cartão de crédito, o banco. Tudo de uma forma leve”, conta. Ao entregar a muda de tempero, os integrantes do Time Enactus proporcionaram uma oficina para explicar as diferenças entre os temperos, suas possibilidades de uso e quais cuidados são necessários. Nessa atividade, as e os estudantes elaboraram placas de identificação das plantas e suas características. As crianças também tiveram a oportunidade de participar de uma oficina de customização dos vasos, em que foram trabalhados aspectos da agregação de valor de um produto.</p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/criancas_001-1024x768.jpg" alt="" />													
		<p>Depois de cerca de quatro meses, as plantas, que eram cuidadas no dia-a-dia da escola, foram comercializadas em feiras de produtores, como a Polifeira, em Santa Maria, e a Feira do Produtor Rural, em Caçapava do Sul. Após a venda, as crianças decidiam o que fazer com o lucro.</p>		
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/criancas_004-768x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/criancas_002-576x1024.jpg" alt="" />													
		<p>Josiane de Oliveira, professora na escola Dagoberto Barcellos, conta que seus alunos foram muito receptivos ao projeto da Escolinha de Negócios. Para ela, os encontros quinzenais agregaram muito no desenvolvimento do tema da educação financeira, que ela costuma abordar durante as aulas de matemática. “Acredito que os alunos desenvolveram o esperado, que foi desde a educação ambiental, de cuidar do meio ambiente, que eles precisaram cuidar e ter responsabilidade com a sua planta, e depois com a educação financeira, de comercializar a plantinha com todos os passos do preço, do lucro, do conhecimento das plantas”, descreve. Para Josiane, além do desenvolvimento da consciência ambiental e financeira, os alunos também aprenderam sobre como se comunicar e conversar com as pessoas, habilidade que foi fundamental para realizar as vendas das mudas no centro da cidade de Caçapava do Sul.</p>
<p> </p>
<p>A partir da experiência, Kamilly Dias percebeu que as crianças não tinham muito conhecimento sobre questões básicas de finanças mas, ao mesmo tempo, havia curiosidade em aprender. “Eles desenvolveram sacadas bem legais a partir das percepções. Falávamos sobre salário, sobre CLT, uma pessoa que tem emprego fixo ou que é autônoma. E eles conseguiam se enxergar dentro disso: ‘Ah, meu pai é pintor, então ele é autônomo’”, explica Kamilly. </p>
<p> </p>
<p>A estudante acredita que a educação financeira deveria ser mais trabalhada na escola. “Conseguimos precificar quanto ia sair cada mudinha. Colocamos preço no vaso, na terra, no trabalho que eles tiveram, de cuidar, cultivar, regar. Colocamos preço e valor nessas coisas. E eles conseguiram chegar em um valor final que poderiam vender a plantinha. Eles entenderam que o custo da planta é um e que o lucro que iam ter é outro”, explica Kamilly. Ela também conta que, após a venda das plantas, algumas das crianças optaram por comprar sorvete, enquanto outras pensaram em usar o dinheiro para comprar mais mudas a fim de expandir o ‘negócio’. “Muitos disseram: ‘Ah, profe, eu vou pegar o valor do custo, comprar outras plantinhas, porque aí eu cultivo e vou ter de novo o meu lucro, mas também o valor do meu custo. Vou ganhar R$10,00 na minha planta e com isso eu vou gastar tanto e guardar o resto’”, lembra Kamilly.</p>		
			<h3>Sustentabilidade e empreendedorismo social como bases do Time Enactus</h3>		
		<p>O Time Enactus é uma organização internacional que tem 133 times somente no Brasil. De acordo com Débora Bobsin, coordenadora do Time na UFSM, o propósito é levar, para as universidades, o viés do empreendedorismo social. “Acontecem por meio da execução de projetos que olhem para problemas locais das suas comunidades e que gerem impacto para elas”, explica. Na UFSM, isso se executa por meio de ações de extensão, que é uma das formas de oficializar os times nas universidades. São cerca de 15 estudantes envolvidos, entre bolsistas e voluntários, de áreas como Psicologia, Química, Agronomia, Desenho Industrial, Ciências da Computação, Odontologia, Ciências Sociais, Engenharia de Telecomunicações e Educação Física.</p>
<p> </p>
<p>Formado pelo tripé dos vieses do ambiental, do social e da sustentabilidade financeira, o Time Enactus tem essas temáticas como centrais. Também é por isso que as ações de extensão feitas pelo Time na UFSM têm esse enfoque: “E é muito difícil falar de empreendedorismo social sem falar de questões ambientais, entende? Quando partimos de um problema, eles estão imbricados. E vem pela demanda das escolas, que têm dificuldade de trabalhar questões ambientais de forma transversal”, conta Débora. Para ela, as duas temáticas estão entrelaçadas. “É difícil de desconectar. Pensa nos recicladores: eles trabalham com um negócio que é ambiental, que gera ingresso financeiro e é uma maneira de sustento e que minimiza problemas que nós [a sociedade] criamos”, reflete.</p>		
			<h3>Outras ações de extensão</h3>		
		<p>A ‘Escolinha de Negócios’ dá continuidade a uma iniciativa anterior do Time Enactus, o projeto Florescer. É uma das ações de extensão desenvolvidas pelo Time a partir dos recursos do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). De acordo com Débora e Kamilly, a experiência deve continuar em 2026 na escola Dagoberto Barcellos, de Caçapava do Sul, e com outra escola de Santa Maria. Débora também comenta que, no ano de 2026, o Time Enactus deve testar uma modalidade da ação com turmas do ensino médio, com o objetivo de discutir o empreendedorismo a partir da resolução de problemas da escola.</p>
<p>O projeto também tem materiais didáticos, como cartilhas, em processo de editoração, que vão permitir a aplicação do modelo da Escolinha de Negócios em outras escolas, como um guia para as e os professores. Além disso, também trabalham no desenvolvimento de dois jogos: o Ciclus, que trata do descarte correto de resíduos, e outro, de tabuleiro, sobre educação empreendedora, que está na fase de desenvolvimento.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">E<i>xpediente:</i></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Reportagem: Samara Wobeto, jornalista voluntária.</i></p>
<p><i>Fotos: Time Enactus UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reitoria e PRPGP da UFSM estiveram presentes no evento Marco Zero do Programa CAPES Global.Edu</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/04/16/reitoria-e-prpgp-da-ufsm-estiveram-presentes-no-evento-marco-zero-do-programa-capes-global-edu</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:49:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Capes Global]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/?p=21705</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) esteve presente no evento Marco Zero do Programa CAPES Global, representada pelo Vice-Reitor, Tiago Bandeira Marchesan, e a Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Cristina Wayne Nogueira. O evento aconteceu em Brasília (DF) entre os dias 8 e 9 de abril. A iniciativa teve como objetivo dar início à [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) esteve presente no evento <b>Marco Zero do Programa CAPES Global</b>, representada pelo Vice-Reitor, Tiago Bandeira Marchesan, e a Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Cristina Wayne Nogueira. O evento aconteceu em Brasília (DF) entre os dias 8 e 9 de abril. A iniciativa teve como objetivo dar início à execução do <b>Programa CAPES Global.Edu</b>, que visa fomentar redes de cooperação internacional entre instituições de ensino superior brasileiras e parceiros estrangeiros, fortalecendo a internacionalização da pesquisa e da pós-graduação no país.</p>
<p>A presença da UFSM no evento marca um avanço estratégico institucional, uma vez que a Universidade integra três propostas aprovadas no âmbito do CAPES Global, sendo uma delas na condição de instituição coordenadora e as outras duas como associada. O resultado evidencia a capacidade de articulação da UFSM em redes colaborativas e seu protagonismo na promoção de iniciativas de alcance internacional.</p>
<p>A participação no programa amplia as possibilidades de cooperação acadêmica, com impactos diretos na mobilidade de docentes, TAEs e discentes, no desenvolvimento de pesquisas em rede e no acesso a recursos para projetos estratégicos. Além disso, contribui para a qualificação dos programas de pós-graduação e para a projeção internacional da produção científica da Universidade.</p>
<p>O CAPES Global.Edu, vinculado ao Ministério da Educação (MEC), busca integrar instituições com diferentes níveis de internacionalização, promovendo o desenvolvimento de atividades conjuntas de pesquisa e pós-graduação. A implementação do programa ocorre por meio de cotas de bolsas de mobilidade acadêmica e financiamento na execução de projetos, incluindo apoio a missões internacionais e manutenção de pesquisas colaborativas. Há perspectiva de adesão da FAPERGS ao CAPES GLOBAL, com fomento à mobilidade nacional entre a UFSM e os parceiros brasileiros.</p>
<p>A inserção da UFSM no CAPES Global.Edu mostra seu compromisso institucional com a internacionalização, um dos desafios contemplados no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e trabalhados em cooperação entre a Reitoria, a PRPGP, a DRI e a rede cooperativa de instituições participantes.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column {"width":"100%"} -->
<div class="wp-block-column" style="flex-basis:100%"><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto de: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</em></p>
<!-- /wp:paragraph --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Registros do evento</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":21706,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775673994148-1024x576.jpg" alt="Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Professora Cristina Wayne Nogueira fala durante o evento Marco Zero Capes Global no auditório da CAPES em Brasília. No fundo da foto, um painel de madeira com a logo da CAPES no centro, em composição com as bandeiras de Brasília, do Brasil e da CAPES, nesta sequência, localizadas no canto esquerdo, e uma projeção realizada em um retângulo de lona com uma apresentação em slides." class="wp-image-21706" /><figcaption class="wp-element-caption">Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Professora Cristina Wayne Nogueira fala durante o evento Marco Zero Capes Global</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column -->

<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":21720,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775673994135-edited-1.jpg" alt="Apresentação da proposta coordenada pela UFSM projetada com o título: aliança inter-regional de internacionalização" class="wp-image-21720" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação da proposta coordenada pela UFSM</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775673994129-1024x768.jpg" alt="Registro fotográfico com a presença de seis representantes da proposta coordenada pela UFSM. Ambos estão posicionados de pé, um ao lado do outro. Em meio a eles, os professores Tiago Bandeira Marchesan (Vice-Reitor) e Cristina Wayne Nogueira (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa). O registro foi feito em uma salão aberto em tons marrons amadeirados e com um painel azul ao fundo, com desenhos de algumas pétalas em vários tons de azul." class="wp-image-21707" /><figcaption class="wp-element-caption">Rede da proposta coordenada pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria)</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775673994116-edited-3.jpg" alt="Registro fotográfico com a presença de oito representantes da proposta coordenada pela UNB. Ambos estão posicionados de pé, um ao lado do outro. Em meio a eles, os professores Tiago Bandeira Marchesan (Vice-Reitor) e Cristina Wayne Nogueira (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa). O registro foi feito no auditório da CAPES, um ambiente em tons marrons amadeirados presente na parede ao fundo e nos elementos que compõem a sala. No chão um carpete cinza. No fundo da foto, um painel de madeira com a logo da CAPES no centro, em composição com as bandeiras de Brasília, do Brasil e da CAPES, nesta sequência, localizadas no canto esquerdo." class="wp-image-21718" /><figcaption class="wp-element-caption">Rede da proposta coordenada pela UNB (Universidade de Brasília)</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775673994122-1024x768.jpg" alt="Registro fotográfico com a presença de seis representantes da proposta coordenada pela UFPE. Ambos estão posicionados de pé, um ao lado do outro. Em meio a eles, os professores Tiago Bandeira Marchesan (Vice-Reitor) e Cristina Wayne Nogueira (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa). O registro foi feito em uma salão aberto em tons marrons amadeirados e com um painel azul ao fundo, com desenhos de algumas pétalas em vários tons de azul." class="wp-image-21708" /><figcaption class="wp-element-caption">Rede da proposta coordenada pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)</figcaption></figure>
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						<item>
				<title>Quando ensinar também transforma quem ensina: os impactos do Sumo Educacional na formação de seus integrantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/04/06/quando-ensinar-tambem-transforma-quem-ensina-os-impactos-do-sumo-educacional-na-formacao-de-seus-integrantes</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:59:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[PRE]]></category>
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		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[sumo educacional]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa de extensão da UFSM evidencia a formação acadêmica, profissional e cidadã dos estudantes envolvidos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entrar em uma sala de aula pela primeira vez, observar alguns alunos atentos — outros nem tanto —, e perceber que o conteúdo pode realmente influenciar a forma como essas pessoas lidam com o dinheiro é uma experiência marcante. Para muitos estudantes universitários, esse momento marca o início de uma transformação que vai além do aprendizado técnico. É nesse processo que a extensão universitária se mostra uma via de mão dupla: ao levar conhecimento à comunidade, também promove aprendizados profundos para quem ensina.</p><p>Essa é a realidade vivenciada pelos integrantes do Sumo Educacional, programa de extensão vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Criado com o objetivo de promover a educação financeira em escolas públicas, na formação de professores e junto a jovens em situação de vulnerabilidade social, o Sumo tem mostrado que seu impacto não se limita ao público externo. Ele transforma, de forma significativa, a trajetória acadêmica, profissional e pessoal de quem faz parte da equipe.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-31-at-12.25.56-1024x729.jpeg" alt="" width="1024" height="729" /></p><p> </p>		
			<h2>Aprender fazendo: a sala de aula como espaço de formação</h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-155402.jpg" alt="" width="400" height="372" />Para muitos integrantes do Sumo, o primeiro contato com a extensão vem acompanhado de nervosismo. Ansiedade antes das aulas, receio de não conseguir engajar os estudantes ou de não dominar completamente o conteúdo fazem parte do processo. No entanto, esses sentimentos iniciais dão lugar, com o tempo, à autoconfiança, à satisfação e ao sentimento de realização.</p><p>Os relatos dos participantes mostram um percurso comum: a insegurança inicial vai sendo substituída pela percepção de que o conhecimento acadêmico ganha sentido quando aplicado na prática. Ao preparar aulas, adaptar a linguagem ao público e lidar com realidades sociais diversas, os estudantes desenvolvem habilidades que dificilmente seriam adquiridas apenas dentro da sala de aula da universidade. “Depois da aula, vem um sentimento de missão cumprida”, relatou uma das participantes. “A gente sai cansado, mas com a certeza de que aquilo fez diferença para alguém.”</p>		
			<h2>Educação financeira que começa em casa</h2>		
		<p>Um dos efeitos mais recorrentes observados entre os integrantes do Sumo é a mudança na própria relação com o dinheiro. Planejamento financeiro, controle de gastos, uso consciente do crédito e organização do orçamento deixam de ser apenas conceitos ensinados e passam a fazer parte do cotidiano deles.</p><p>A maioria dos participantes relata melhorias em seu comportamento financeiro. Alguns passaram a usar planilhas, outros começaram a poupar ou a refletir mais antes de consumir. Para muitos, o contato direto com a realidade das escolas públicas e com jovens em situação de vulnerabilidade ampliou a consciência sobre desigualdade e endividamento no Brasil, reforçando a importância social da educação financeira.</p><p>Essa vivência prática também rompe “bolhas”. Ao sair do ambiente universitário e atuar em escolas e instituições sociais, os integrantes</p><p>passam a compreender melhor os desafios enfrentados por grande parte da população brasileira.</p>		
			<h2><p>Muito além do conteúdo: desenvolvimento humano e profissional</p></h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-154858-1024x551.jpg" alt="" width="800" height="430" />Os impactos do Sumo Educacional não se restringem ao campo financeiro. Os participantes destacam ganhos expressivos em habilidades como comunicação, oratória, liderança, trabalho em equipe, empatia e organização. Muitos relatam que aprenderam a falar em público, a se posicionar com mais segurança e a lidar com diferentes perfis de pessoas.</p><p>Além disso, a estrutura interna do programa permite que os estudantes atuem também na gestão, comunicação, expansão e organização das atividades. Essa vivência proporciona uma formação interdisciplinar, aproximando os integrantes de experiências semelhantes às do mercado de trabalho, mas com um forte componente social.</p><p>“O Sumo me mostrou que eu posso usar o que aprendo na Universidade para transformar realidades”, resumiu um participante. “E isso muda a forma como a gente se vê como estudante e como cidadão.”</p>		
			<h2><h3>Extensão como permanência e pertencimento</h3></h2>		
		<p>Outro aspecto relevante destacado pelos integrantes é o papel da extensão na permanência universitária. O sentimento de pertencimento, a criação de vínculos sociais e a percepção de utilidade social fazem com que muitos estudantes se sintam mais motivados a permanecer na universidade.</p><p>Para alguns, a participação no Sumo foi decisiva para não desistir da graduação. A possibilidade de aplicar o conhecimento, de receber bolsas de extensão e de fazer parte de um grupo com propósito claro fortalece o vínculo com a instituição e reduz a sensação de distanciamento entre universidade e sociedade..</p>		
			<h3>Uma via de mão dupla que gera impacto social
</h3>		
		<p>Os resultados do estudo que embasa este texto mostram que os próprios integrantes percebem o Sumo Educacional como fortemente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, redução das desigualdades e trabalho decente.</p><p>Ao ensinar educação financeira, os estudantes aprendem sobre o conteúdo, sobre si mesmos e sobre a sociedade. A extensão deixa de ser apenas uma atividade complementar e passa a ser um espaço central de formação cidadã, acadêmica e humana.</p><p>A experiência do Sumo Educacional reforça uma ideia fundamental: quando a universidade se abre para a comunidade, ela não apenas cumpre seu papel social, mas também se transforma. E, nesse processo, forma profissionais mais conscientes, preparados e comprometidos com a realidade que os cerca. No fim das contas, ensinar também é aprender. E, no Sumo, essa lição é vivida todos os dias.</p><p>Texto: Natali Cassola, integrante do Sumo e doutoranda na PUCRS</p><p>Edição: Luciane Treulieb</p><p>Ilustração: Evandro Bertol</p><p>Imagens em sala de aula capturadas do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QZyy5vPkjLU" target="_blank" rel="noopener">vídeo do Sumo Educacional</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e Comitê de Igualdade de Gênero promovem seminário sobre equidade na pós-graduação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/04/06/pro-reitoria-de-pos-graduacao-e-pesquisa-prpgp-e-comite-de-igualdade-de-genero-promovem-seminario-sobre-equidade-na-pos-graduacao</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:11:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PÓS-GRADUAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário da Pós-Graduação]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio de uma parceria entre o Comitê de Igualdade de Gênero e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), promoveu, na tarde de 31 de março de 2026, o seminário Políticas de Equidade na Pós-Graduação. O evento reuniu coordenadores de Programas de Pós-graduação para discutir as desigualdades [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio de uma parceria entre o Comitê de Igualdade de Gênero e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), promoveu, na tarde de 31 de março de 2026, o seminário </span><i><span style="font-weight: 400">Políticas de Equidade na Pós-Graduação</span></i><span style="font-weight: 400">. O evento reuniu coordenadores de Programas de Pós-graduação para discutir as desigualdades estruturais e estratégias institucionais voltadas à promoção da equidade na pós-graduação Stricto sensu. Com a participação das professoras Fernanda Staniscuaski (UFRGS) e Ana Luisa Araujo de Oliveira (UNIVASF), integrantes do Comitê de </span><span style="font-weight: 400">Permanente de Ações Estratégicas para Equidade de Gênero com suas Interseccionalidades da CAPES, foram apresentadas as recomendações deste Comitê para a avaliação quadrienal dos programas de pós-graduação</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a programação, a professora Fernanda Staniscuaski abordou o cenário atual de baixa representatividade de mulheres em cargos de gestão na educação e na ciência brasileira, as causas da desigualdade de gênero, os estereótipos de gênero, assédio e parentalidade, além de apresentar o novo Comitê Permanente encarregado deste tema na CAPES, e suas recomendações para a avaliação quadrienal dos programas de pós-graduação.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Destacou-se ainda, a apresentação da professora Ana Luisa Araujo de Oliveira, vinculada ao Observatório das Políticas Afirmativas Raciais (Opará) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), que abordou a temática </span><i><span style="font-weight: 400">Raça e Gênero na Carreira Docente</span></i><span style="font-weight: 400">. A pesquisadora apresentou dados recentes que evidenciam a persistência de desigualdades raciais e de gênero no ensino superior brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pessoas negras e indígenas correspondem a 44,26% dos concluintes do ensino superior. No entanto, essa presença não se reflete na composição do corpo docente das instituições públicas, onde esse grupo soma apenas 29,5%. A desigualdade se intensifica na análise de gênero: mulheres negras representam somente 12,9% do total de docentes, evidenciando barreiras estruturais que limitam o acesso e a progressão na carreira acadêmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o seminário, também foram discutidas propostas para o enfrentamento do racismo nas universidades. O debate evidenciou a necessidade de avançar na implementação de políticas de equidade na pós-graduação, reforçando o compromisso institucional com a construção de um ambiente universitário mais inclusivo, diverso e socialmente comprometido.</span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-4 is-cropped"><!-- wp:image {"id":21415,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775055962469-768x1024.jpg" alt="Seminário sobre equidade na pós-graduação" class="wp-image-21415" /><figcaption class="wp-element-caption">Seminário sobre equidade na pós-graduação</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775055962488-768x1024.jpg" alt="Seminário sobre equidade na pós-graduação" class="wp-image-21417" /><figcaption class="wp-element-caption">Seminário sobre equidade na pós-graduação</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775055962481-1024x576.jpg" alt="Seminário sobre equidade na pós-graduação" class="wp-image-21418" /><figcaption class="wp-element-caption">Seminário sobre equidade na pós-graduação</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1775055962494-576x1024.jpg" alt="Seminário sobre equidade na pós-graduação" class="wp-image-21416" /><figcaption class="wp-element-caption">Seminário sobre equidade na pós-graduação</figcaption></figure>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM consolida participação no CAPES-Global.Edu com três propostas aprovadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/20/ufsm-consolida-participacao-no-capes-global-edu-com-tres-propostas-aprovadas</link>
				<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 16:31:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Capes-Global.Edu]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete do Reitor]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72221</guid>
						<description><![CDATA[Universidade, que coordena uma das iniciativas aprovadas, está entre as poucas instituições do país com três projetos contemplados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="424" data-end="714">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) é uma das poucas instituições do país com três propostas aprovadas na primeira edição do CAPES-Global.Edu, programa federal de internacionalização da pós-graduação lançado em 2025. A universidade também coordena uma das iniciativas contempladas.</p>
<p data-start="716" data-end="1084">O resultado final foi divulgado na sexta-feira (20) e confirmou o deferimento do recurso apresentado na proposta liderada pela UFSM. Na divulgação preliminar, o projeto havia sido classificado na 24ª posição, em uma lista com 23 propostas aprovadas inicialmente. Após a análise do recurso, o resultado foi revisto e a proposta passou a integrar o conjunto selecionado.</p>
<h3 data-start="1086" data-end="1099">Novo modelo</h3>
<p data-start="1101" data-end="1453">O CAPES-Global.Edu substitui o Programa Institucional de Internacionalização Capes-PrInt, criado em 2018. A principal mudança está no formato de participação: no modelo anterior, cada universidade submetia sua proposta individualmente; nesta edição, passou a ser obrigatória a formação de redes compostas por instituições de diferentes regiões do país.</p>
<h3 data-start="1455" data-end="1486">Proposta coordenada pela UFSM</h3>
<p data-start="1488" data-end="1875">Na proposta que coordena, a UFSM lidera uma rede formada pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) e Universidade de Brasília (UnB). As instituições estão situadas nas regiões Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste e reúnem, ao todo, 47 Programas de Pós-Graduação (PPGs).</p>
<p data-start="1877" data-end="2183">O projeto organiza as atividades da rede a partir das áreas de atuação de cada instituição: a UEPB em desenvolvimento regional e inovação social; a UFT em biodiversidade e agricultura tropical; o IFMT em formação técnica e energias renováveis; e a UnB em saúde global integrada e pesquisa interdisciplinar.</p>
<h3 data-start="2185" data-end="2218">Outras iniciativas contempladas</h3>
<p data-start="2220" data-end="2638">Entre os projetos aprovados com participação da UFSM está a Rede Global de Pesquisa para Cooperação e Desenvolvimento, coordenada pela Universidade de Brasília (UnB). A iniciativa reúne instituições das cinco regiões do país e soma 165 Programas de Pós-Graduação, organizados em cinco eixos temáticos, com foco na mobilidade acadêmica, na consolidação de parcerias internacionais e na redução de assimetrias regionais.</p>
<p data-start="2640" data-end="2994">A UFSM também integra a rede Tecnologias Convergentes para a Sustentabilidade, Inclusão e Cooperação Global, coordenada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A proposta é estruturada em três temas estratégicos voltados à inovação sustentável, à transição energética e à inclusão social, com articulação internacional e atuação interdisciplinar.</p>
<h3 data-start="2996" data-end="3021">Recursos e distribuição</h3>
<p data-start="3023" data-end="3299">O planejamento financeiro da proposta coordenada pela UFSM contempla missões internacionais, ações institucionais e bolsas no período de 2026 a 2029. Para 2026, estão previstas três missões, e quatro por ano entre 2027 e 2029, com valores anuais entre R$ 100 mil e R$ 190 mil.</p>
<p data-start="3301" data-end="3507">Para ações institucionais, o orçamento é de R$ 25 mil em 2026 e de R$ 21 mil nos três anos seguintes. As bolsas destinam R$ 77.762,00 por ano à capacitação no exterior, totalizando R$ 311.048,00 no período.</p>
<p data-start="3509" data-end="3874">Para reduzir a assimetria regional, os recursos do Comitê Gestor foram distribuídos igualmente entre as cinco instituições, embora a UFSM concentre 60% dos PPGs envolvidos na proposta. A divisão direciona proporcionalmente mais recursos às instituições das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e permite a realização de missões e eventos institucionais conjuntos.</p>
<p data-start="3876" data-end="4152">Com a confirmação do resultado final, a UFSM passa a integrar três projetos aprovados na primeira edição do CAPES-Global.Edu, incluindo a proposta que coordena. É, também, a única federal da região sul a aprovar três projetos na iniciativa. A seleção consolida a participação da universidade no novo modelo de cooperação em rede estabelecido pelo programa.</p>
<p data-start="3876" data-end="4152"> </p>
<p data-start="3876" data-end="4152"><em>Texto: Clara Basso, estudante de jornalismo, e Pedro Pereira, jornalista</em><br /><em>Edição: Gabinete da Reitoria e Agência de Notícias</em></p>
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													</item>
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