<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=pre" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Sun, 02 Aug 2026 13:50:43 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>UFSM leva a extensão universitária ao Pará em missão do Projeto Rondon</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/31/ufsm-leva-a-extensao-universitaria-ao-para-em-missao-do-projeto-rondon</link>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:26:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73634</guid>
						<description><![CDATA[Equipe interdisciplinar da universidade promove oficinas de saúde, educação, cultura e cidadania em Novo Repartimento (PA)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73636" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8399.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8399-768x1024.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical de estudantes que integram a equipe do Projeto Rondon da UFSM no interior de uma viatura militar durante deslocamento na centésima operação do Projeto Rondon. Seis estudantes vestem coletes amarelos de identificação e estão sentados em bancos laterais distribuídos nos dois lados do veículo. Cinco deles olham para a câmera e dois seguram recipientes para bebidas. A imagem é registrada a partir da abertura traseira da viatura do 52º Batalhão de Infantaria de Selva, permitindo visualizar a estrutura interna do veículo, as escotilhas superiores abertas e o céu ao fundo." width="575" height="767" /></a> Rondonistas da UFSM participaram de treinamento no 52º Batalhão de Infantaria de Selva[/caption]<p>A centésima operação do Projeto Rondon, denominada Operação Carimbó, foi realizada no Pará de 6 a 25 de julho, contando com a participação de uma equipe UFSM, designada para atuar no município de Novo Repartimento. A instituição integrou a missão com uma equipe formada pelos professores Silvana Bastos Cogo, do Departamento de Enfermagem, e Clóvis Paniz, do curso de Farmácia, além de oito estudantes de diferentes cursos de graduação. A preparação para a atividade começou em 2025, após a aprovação da proposta da universidade, e envolveu meses de capacitação antes da chegada da equipe ao Pará.</p><p>Entre 7 e 11 de julho, os participantes realizaram treinamentos no 52º Batalhão de Infantaria de Selva e, posteriormente, seguiram para Novo Repartimento, onde desenvolveram 48 oficinas nas áreas de saúde, educação, cultura, direitos humanos e justiça. As ações beneficiaram 2.453 pessoas e resultaram na emissão de 1.973 certificados.</p><p>Coordenado pelo Ministério da Defesa, o Projeto Rondon reúne universitários de diferentes instituições do Brasil em ações extensionistas voltadas à promoção da cidadania e ao desenvolvimento local, especialmente em municípios do interior do país. “Foram dias de convivência intensa, trabalho em equipe, desafios, mudanças de planos e contato com uma realidade muito diferente daquela a que estamos habituados”, afirma Clóvis Paniz.</p><p>Para a professora Silvana Cogo, a participação da UFSM alcançou os objetivos propostos. “Acreditamos que contribuímos de forma positiva com a comunidade e, ao mesmo tempo, proporcionamos uma formação diferenciada aos rondonistas”, ressalta.</p><h3><b>Saúde em diálogo com a comunidade</b></h3><p>As ações na área da saúde concentraram parte da programação da equipe da UFSM em Novo Repartimento. A partir das demandas apresentadas pelo município, os rondonistas realizaram oficinas e capacitações para profissionais da atenção primária à saúde, agentes comunitários, agentes de combate às endemias, trabalhadores da educação e moradores. Os encontros abordaram temas como primeiros socorros, hanseníase, saúde mental, curativos e feridas, saúde da mulher, saúde da pessoa idosa, cuidado com crianças e adolescentes, além de higiene e manipulação de alimentos.</p><p>Entre os momentos mais marcantes da operação, a estudante de Enfermagem Raila Oliveira destaca a dinâmica “Mural das Experiências”, que reuniu agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias para compartilhar vivências sobre o trabalho desenvolvido no município. “Foi um momento de muita escuta, aprendizado e troca de experiências”, afirma. Para a acadêmica, a atividade evidenciou o comprometimento das equipes locais com o cuidado à população.</p>[caption id="attachment_73637" align="alignleft" width="550"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8717-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8717-1-768x1024.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical de uma oficina sobre higiene e segurança alimentar realizada por integrantes do Projeto Rondon da UFSM. Em primeiro plano, sobre uma mesa de madeira, há um material didático ilustrado, uma bacia plástica verde com frutas, um frasco branco, um pano azul e uma escova de limpeza. Ao fundo, uma integrante uniformizada do projeto aparece parcialmente ao lado da mesa enquanto conduz a atividade. Mais atrás, outras pessoas permanecem sentadas em bancos de madeira." width="550" height="733" /></a> Oficina sobre higiene e manipulação de alimentos integrou as ações de saúde[/caption]<p>A estudante de Medicina Alessandra da Rosa avalia que a principal contribuição da equipe esteve na adaptação do conhecimento acadêmico às necessidades da população. “Transformar informações clínicas em algo que uma agente comunitária de saúde, uma merendeira ou uma senhora conseguissem aplicar no dia seguinte foi o que realmente fez diferença”, afirma. A experiência também ampliou sua compreensão sobre a saúde pública. “Fomos até lá para ensinar e voltamos aprendendo”, conclui.</p><p>Estudante de Enfermagem, Anna Luiza Tochetto integrou o eixo de direito durante a operação. A experiência exigiu que estudasse temas fora de sua área de formação e participasse de oficinas sobre cidadania e garantia de direitos. “Foi necessário sair da minha zona de conforto, buscar novos conhecimentos e aprender constantemente durante toda a operação”, relata.</p><h3><b>Direitos, cultura e educação no território</b></h3><p>As ações nos eixos de cultura, educação, direitos humanos e justiça ampliaram a programação da equipe da UFSM em Novo Repartimento. As oficinas abordaram temas como acesso à justiça, Estatuto da Criança e do Adolescente, mediação de conflitos, metodologias ativas e inteligência artificial na educação, além de formação de agentes culturais, cine-debates, oficinas de artesanato, música, dança e rodas de conversa voltadas à valorização da cultura local e ao fortalecimento da cidadania. Estudantes dos cursos de História, Direito, Pedagogia e Letras participaram da organização e da condução das atividades.</p><p>Integrante do eixo de cultura, o estudante de História Wilian de Oliveira destaca que a operação proporcionou contato direto com a memória e a identidade de Novo Repartimento. Segundo ele, conhecer a história do município e compreender sua relação com os povos indígenas ampliou sua percepção sobre a realidade local. “Retorno da operação mais consciente do papel que a universidade pode exercer junto à sociedade e mais motivado a continuar desenvolvendo ações que aproximem o conhecimento acadêmico das necessidades da população”, afirma.</p><p>A estudante de Direito Maria Fernanda Feldmann participou da elaboração e da condução de oficinas sobre acesso à justiça, fortalecimento da rede de proteção, prevenção às diferentes formas de violência e garantia de direitos, destinadas a profissionais do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Conselho Tutelar e das áreas da educação, saúde e segurança pública. “Busquei traduzir temas que muitas vezes parecem distantes da população, mostrando como o direito pode ser um instrumento de garantia de direitos e transformação social”, afirma.</p>[caption id="attachment_73638" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/equipe.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/equipe-1024x768.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Em um corredor, oito estudantes e dois professores da equipe do Projeto Rondon pela UFSM aparecem reunidos em um abraço coletivo, em um momento de confraternização. O grupo está próximo à parede, que possui revestimento verde na parte inferior e fotografias, placas e símbolos relacionados a atividades militares e ao Projeto Rondon na parte superior. Os participantes vestem camisetas amarelas e verdes, e alguns usam óculos. Ao fundo, há portas e placas de identificação das salas. A cena transmite descontração, união e integração entre os integrantes da equipe." width="575" height="431" /></a> Equipe de rondonistas da UFSM em um momento de confraternização[/caption]<p>A repercussão das atividades entre os participantes foi um dos destaques da experiência. “Me emocionou perceber que muitas pessoas saíam das oficinas dizendo que finalmente compreendiam melhor seus direitos e onde buscar ajuda”, relata a estudante.</p><h3><b>A extensão universitária na formação dos estudantes</b></h3><p>Para o professor Clóvis Paniz, a participação no Projeto Rondon mostrou que a extensão universitária ultrapassa os limites da sala de aula ao aproximar estudantes e docentes de diferentes realidades. A convivência com a população de Novo Repartimento evidenciou, segundo ele, a importância da escuta, da troca de conhecimentos e da atuação conjunta entre diferentes áreas. “O Projeto Rondon permite aos estudantes e professores um contato mais próximo com diferentes realidades”, relata.</p><p>A atuação da UFSM na centésima operação reforça a trajetória da universidade na extensão e no diálogo com a sociedade. O docente destaca que iniciativas como essa aproximam o conhecimento acadêmico das necessidades encontradas fora dos espaços universitários. “Experiências como o Projeto Rondon fortalecem essa relação porque aproximam a universidade das demandas concretas da sociedade”, afirma.</p><p>Para a professora Silvana, o principal resultado da participação está justamente na troca construída durante a operação. “Levamos um pouco da UFSM para Novo Repartimento, mas certamente trouxemos conosco muito mais do que conseguimos levar”, destaca.</p><p>Mais informações sobre essa e outras atividades da UFSM no Projeto Rondon podem ser acessadas no Instagram, no perfil <a href="https://www.instagram.com/nucleorondonufsm/" target="_blank" rel="noopener">@nucleorondonufsm</a>.</p><p><i>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Fotos: arquivos pessoais de participantes do Projeto Rondon</i></p><p><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza encontro aberto da Rede de Museus e Coleções</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/29/ufsm-realiza-encontro-aberto-da-rede-de-museus-e-colecoes</link>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 19:30:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[divisão de museus]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73615</guid>
						<description><![CDATA[Evento busca mapear e dar visibilidade aos acervos científicos, artísticos e históricos da universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/cartaz.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/cartaz-829x1024.jpg" alt="Cartaz do evento." width="600" height="741" /></a>Em alusão ao Dia do Patrimônio, a UFSM, por meio da Divisão de Museus da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove o “Encontro Aberto da Rede de Museus e Coleções da UFSM”. A atividade será realizada no dia 19 de agosto, a partir das 14h, na Sala Inovadora da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) – prédio 74D do campus sede. O encontro é aberto à comunidade acadêmica e ao público externo.</p><p>A iniciativa tem como principal objetivo divulgar a Rede de Museus e Coleções da UFSM, fortalecendo a implementação da Política Museal da universidade. A proposta visa dar visibilidade a uma vasta gama de acervos que refletem as atividades de ensino, pesquisa e extensão, abrangendo desde museus e coleções científicas até arquivos, herbários, coleções zoológicas, botânicas, geológicas, paleontológicas, arqueológicas, etnográficas, acervos artísticos, históricos, documentais, bibliotecas, memoriais e laboratórios que mantenham coleções ou acervos.</p><p>De acordo com a organização, o encontro pretende conhecer e compartilhar coleções constituídas por bens de cultura material, cuja relevância seja reconhecida pela comunidade acadêmica responsável por sua salvaguarda. As apresentações terão duração máxima de 15 minutos, preferencialmente com recurso visual, e devem ser conduzidas pelo coordenador, representante ou integrante da equipe do setor, projeto, pesquisa ou extensão.</p><p><b>Mapeamento e valorização do patrimônio</b></p><p>A importância social da atividade reside na contribuição para o mapeamento e o reconhecimento da cultura material produzida e preservada no âmbito da UFSM. Ao reunir os responsáveis por museus, coleções e acervos, o encontro permite identificar bens culturais que, muitas vezes, permanecem pouco conhecidos pela própria comunidade universitária, apesar de seu inestimável valor científico, histórico, artístico, cultural, tecnológico ou didático.</p><p>A organização do evento destaca que esse mapeamento é fundamental para subsidiar a implementação da Política Museal da UFSM, permitindo a construção de diretrizes institucionais voltadas à salvaguarda, preservação, documentação, gestão e comunicação das coleções universitárias. A ação também visa fortalecer a articulação entre os diferentes setores da universidade e ampliar a visibilidade do patrimônio universitário, promovendo sua valorização e sua aproximação com a sociedade. A ação está alinhada com os esforços contínuos da Divisão de Museus da PRE para reconhecer e qualificar os acervos universitários. Recentemente, a UFSM promoveu um <a href="https://www.ufsm.br/2026/06/18/minicurso-aborda-estrategias-para-preservar-colecoes-musealizadas" target="_blank" rel="noopener">minicurso sobre estratégias para preservar coleções musealizadas</a>.</p><p>Os interessados em se apresentar no encontro devem realizar a inscrição pelo e-mail divisaodemuseus@ufsm.br.</p><p><i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da PRE</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Maratona de Leitura e Um Dia no Museu integram programação da 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/22/maratona-de-leitura-e-um-dia-no-museu-integram-programacao-da-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:09:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[acervo artístico]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro de santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[Lasca]]></category>
		<category><![CDATA[mact]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73552</guid>
						<description><![CDATA[Planetário, MACT, LASCA e Acervo Artístico da UFSM estarão abertos para atividades durante Um Dia no Museu]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A 53ª Feira do Livro de Santa Maria está com inscrições abertas para duas atividades que antecedem a programação oficial do evento: a Maratona de Leitura e Um Dia no Museu. As ações são gratuitas, voltadas a estudantes e ao público em geral, e contam com a participação da Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<h3>Maratona de Leitura</h3>
<p>No dia 10 de agosto, das 9h às 22h, será realizada a Maratona de Leitura, iniciativa que convida escolas, empresas, instituições e a comunidade a promoverem ações de incentivo à leitura em diferentes espaços da cidade.</p>
<p>Entre as propostas estão piqueniques literários, rodas de leitura, compartilhamento de histórias entre estudantes, leituras em ambientes de trabalho, visitas a instituições de longa permanência para idosos e outras atividades que aproximem a literatura da comunidade.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas de 15 a 25 de julho pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSec3BwtviuVyj-fiGkfZdCku7eHuBa5TXrUXp-IeD8lU7uQ3w/viewform">formulário</a>. No dia da atividade, os participantes podem divulgar suas ações nas redes sociais marcando os perfis @cultura.santamaria e @feiradolivrosm.com e utilizando a hashtag #maratonadeleiturasm.</p>
<h3>Um Dia no Museu</h3>
<p>Em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e o curso de Gestão de Turismo da UFSM, a atividade Um Dia no Museu será realizada em 17 de agosto, data em que são celebrados o Dia Nacional do Patrimônio Histórico e o Dia Estadual do Patrimônio Cultural.</p>
<p>A iniciativa busca aproximar estudantes dos espaços de memória de Santa Maria, promovendo a educação patrimonial por meio do contato com acervos, exposições, documentos históricos e coleções artísticas.</p>
<p>Museus, memoriais, centros históricos e outros espaços culturais receberão grupos escolares em visitas mediadas e atividades educativas, proporcionando experiências de aprendizagem para além da sala de aula e estimulando a reflexão sobre a preservação do patrimônio cultural.</p>
<p>Pela UFSM, participam da ação o Acervo Artístico, o Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA), o Museu de Arte, Ciência e Tecnologia (MACT) e o Planetário. Também integram a mobilização o Museu de Arte de Santa Maria (MASM), Museu Vicente Pallotti, Casa de Memória Edmundo Cardoso, Museu Franciscano, Memorial Marechal Mallet, Centro Histórico Coronel Pillar e Casa Museu João Luiz Pozzobon.</p>
<p>Cada instituição disponibilizará horários, capacidade de atendimento e orientações para as visitas. Em alguns espaços, será necessário realizar agendamento prévio. Informações e agendamentos podem ser obtidos diretamente com os espaços participantes.</p>
<h3>Feira do Livro</h3>
<p>A 53ª Feira do Livro de Santa Maria é realizada pela Prefeitura de Santa Maria, por meio das secretarias de Cultura e de Educação, em parceria com a Câmara do Livro, Cesma, 8ª Coordenadoria Regional de Educação, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Franciscana (UFN) e Instituto Federal Farroupilha (IFFar).</p>
<p>A programação completa da Feira do Livro ainda está em elaboração. Os autores convidados e as demais atrações serão divulgados em breve.</p>
<p><em>Com informações da Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Maria</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão de revalidação do Geoparque Quarta Colônia encerra visitas com destaque para participação das comunidades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/19/missao-de-revalidacao-do-geoparque-quarta-colonia-encerra-visitas-com-destaque-para-participacao-das-comunidades</link>
				<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 17:17:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73520</guid>
						<description><![CDATA[Após três dias de visitas, avaliadores da UNESCO encerraram a primeira etapa da missão com destaque para a participação da população na valorização do patrimônio natural e cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73522" align="alignleft" width="536"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2240-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de um momento durante a visita dos avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO ao Quilombo Vovó Isabel. No centro da imagem, a coordenadora do Quilombo Vovó Isabel, Joceli Pereira, uma mulher negra de cabelos curtos e cacheados, veste um vestido amarelo com estampas em azul, vermelho e marrom enquanto abraça a avaliadora Daniela Rocha, uma mulher de cabelos loiros que aparece de costas para a câmera, usando uma jaqueta em tom bege e calça escura. As duas sorriem durante o abraço. À esquerda, também de costas para a câmera, está o avaliador Jean-Luc, com cabelos grisalhos, vestindo uma camiseta polo azul-clara e calça escura, observando o encontro. Mais ao fundo, à esquerda, uma mulher de cabelos grisalhos e cacheados sorri ao acompanhar a cena, enquanto outras pessoas observam a recepção. No lado direito da imagem, duas crianças assistem ao momento. Uma delas usa um vestido rosa e uma faixa colorida atravessada no peito, além de um laço estampado nos cabelos. Ao fundo, há uma construção de paredes em tom bege, com portas e janelas, e o chão é de terra e pedras, indicando um ambiente externo durante o dia." width="536" height="357" /> Avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO terminaram a visita de campo neste sábado (18)[/caption]
<p>Os avaliadores da UNESCO Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois concluíram, na noite deste sábado (18), a agenda de visitas no Geoparque Mundial da UNESCO Quarta Colônia. Após três dias percorrendo os nove municípios do território, conhecendo geossítios, museus, centros culturais, escolas, comunidades e iniciativas de desenvolvimento local, a missão de revalidação foi encerrada com at ividades que evidenciaram o protagonismo da população na preservação do patrimônio natural e cultural. Ao longo da missão, os avaliadores tiveram o acompanhamento da tradutora Amy Lee, da Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), instituição parceira na gestão e no desenvolvimento das ações do Geoparque Quarta Colônia.</p>
<p>Na sexta-feira (17), segundo dia da programação, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois conheceram diferentes iniciativas que integram o patrimônio histórico, cultural e geológico da região. O roteiro incluiu visitas à Estação Ferroviária de Restinga Sêca, à Casa de Cultura Iberê Camargo, em São João do Polêsine, ao Instituto Cultural Brasileiro-Alemão de Agudo, à Praça dos Dinossauros e ao Restaurante Fábrika, em Mata, além do Geossítio Cerro da Figueira. Os avaliadores também acompanharam ações de educação patrimonial desenvolvidas com escolas em São João do Polêsine, visitaram o Museu Arqueológico da Quarta Colônia e participaram da programação da Semana do Município de Dona Francisca.</p>
<h3 data-section-id="1vos6hn" data-start="1910" data-end="1961">Patrimônio histórico abre o último dia da missão</h3>
<p data-start="1963" data-end="2322">A programação de sábado começou no Espaço Multidisciplinar da UFSM, em Silveira Martins, e seguiu para o Mirante Michelin.</p>
<p data-start="2324" data-end="2719">Ainda pela manhã, a missão passou pelo Centro de Pesquisas Genealógicas (CPG), em Nova Palma, instituição dedicada à preservação da memória das famílias de imigração italiana e referência para estudos sobre a formação histórica da região. As atividades antecederam a visita à comunidade quilombola Vovó Isabel, onde a programação passou a enfatizar a diversidade cultural presente no território.</p>
<h3 data-start="2324" data-end="2719">Memória e resistência no Quilombo Vovó Isabel</h3>
[caption id="attachment_73523" align="alignright" width="534"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2249-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de uma apresentação cultural realizada por crianças do Quilombo Vovó Isabel para os avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO e o público. No centro da imagem, cerca de dez crianças vestidas com camisetas e calças brancas formam um círculo sobre o piso azul de um ginásio. Ajoelhadas no chão, elas mantêm os braços erguidos e as mãos dadas, enquanto algumas cantam ou olham para o alto, durante a apresentação. No chão, ao redor do grupo, estão distribuídos bastões de madeira utilizados na atividade. Ao fundo, uma fileira de cadeiras reúne os avaliadores e demais participantes, que acompanham atentamente a apresentação. Entre eles, a coordenadora do Quilombo Vovó Isabel, Joceli Pereira, com vestido amarelo estampado, além de outros moradores e visitantes. Algumas pessoas registram o momento com celulares. O espaço possui paredes de tijolos aparentes, janelas altas com entrada de luz natural e cobertura metálica. Atrás do público, dois painéis coloridos com referências à cultura afro-brasileira complementam o ambiente." width="534" height="356" /> Crianças do Quilombo Vovó Isabel realizam apresentação cultural[/caption]
<p data-start="2771" data-end="3113">A primeira atividade da tarde levou os avaliadores à Casa da Quilombola Vovó Isabel, na localidade de Santo Inácio, em Nova Palma. O espaço preserva a memória da presença negra na Quarta Colônia e representa a trajetória dos remanescentes de quilombos formados na região a partir da resistência de pessoas escravizadas e de seus descendentes.</p>
<p data-start="3115" data-end="3646">Entre as figuras que marcaram essa trajetória está Maria Isabel Rafaela Pinto, conhecida como Vovó Isabel, que dá nome à Associação Remanescente de Quilombo da localidade. Vinda da Fazenda das Árvores, em Júlio de Castilhos, ela e seus filhos estão entre os ex-escravizados que passaram a viver na região. Ao longo das gerações, os moradores também preservaram saberes tradicionais, como a atuação das benzedeiras, responsáveis pela transmissão de conhecimentos sobre plantas medicinais, práticas de cura e manifestações culturais.</p>
<p data-start="3648" data-end="3948">A presença afrodescendente no local resultou na criação da Associação Remanescente de Quilombo Vovó Isabel, em 2006, e no reconhecimento oficial como comunidade remanescente de quilombo, em 2008. Atualmente, o espaço desenvolve ações voltadas à valorização da cultura, da memória e da produção local.</p>
<p data-start="3950" data-end="4155">Durante a visita, os avaliadores acompanharam apresentações de capoeira, conheceram peças de artesanato produzidas no local e ouviram relatos dos moradores sobre as iniciativas desenvolvidas no território. Para a professora e diretora da Escola Santo Inácio, Patrícia Telles, a presença do quilombo no Geoparque fortalece o sentimento de pertencimento e contribui para o resgate da identidade das novas gerações. "Fazer parte é muito orgulho para nós. A gente veste a camisa e defende o que nós temos de bonito quanto à questão do turismo, da história e da construção da Quarta Colônia", destaca.</p>
<p data-start="4552" data-end="4719">A presidente da Associação Quilombo Vovó Isabel, Joceli Pereira, afirma que a inserção do grupo nas ações do Geoparque ampliou a visibilidade da trajetória quilombola. "Muita coisa mudou nas nossas vidas porque a gente era uma comunidade escondida. Agora, com o Geoparque, estamos sendo reconhecidos", afirma. Para ela, a visita dos avaliadores da UNESCO representa o reconhecimento de uma trajetória marcada pela resistência e pela preservação das raízes deixadas pelos antepassados.</p>
<h3 data-section-id="151oxcr" data-start="213" data-end="273">Tradição gaúcha integra patrimônio cultural do território</h3>
[caption id="attachment_73524" align="alignleft" width="536"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2224-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de um momento de confraternização no CTG Estância do Sobrado, durante a visita dos avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO. No centro da imagem, o avaliador Jean-Luc, um homem de cabelos curtos grisalhos, usa óculos e camiseta polo azul-escura enquanto experimenta um pedaço de churrasco gaúcho. Ao seu lado está a tradutora Amy Lee, uma mulher de cabelos grisalhos presos em um rabo de cavalo, usando óculos, camiseta verde e colete bege. Ela também segura um pedaço de carne e conversa com Jean-Luc. À esquerda, uma pessoa ergue um espeto com um pedaço de carne assada, oferecendo o churrasco aos visitantes. Em primeiro plano, sobre uma mesa, há uma grande travessa de madeira com pães e outra com linguiças, além de outros alimentos típicos. Ao fundo, visitantes acompanham a degustação, alguns registrando o momento com celulares. O ambiente é coberto, com estrutura de madeira e telhado de zinco aparente, característico de um galpão de CTG, iluminado pela luz natural que entra pelas laterais." width="536" height="357" /> Daniela Rocha e Jean-Luc vivenciam a cultura gaúcha durante visita ao CTG Estância do Sobrado[/caption]
<p data-start="275" data-end="790">Da herança afro-brasileira, os avaliadores seguiram para outro elemento da identidade cultural da Quarta Colônia. No município de Pinhal Grande, o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Estância do Sobrado apresentou costumes que fazem parte da história e do cotidiano do Rio Grande do Sul. Recebidos por integrantes da entidade, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois participaram de uma roda de chimarrão, andaram a cavalo e provaram o tradicional churrasco gaúcho, em contato com práticas preservadas ao longo das gerações.</p>
<p data-start="792" data-end="1297">Fundado em 1991, o CTG surgiu inicialmente com o nome de Velho Sobrado, em referência a um casarão que existiu na região e pertenceu a João Gonçalves Padilha, considerado o primeiro morador de Pinhal Grande. No mesmo ano, a entidade adotou o nome de CTG Estância do Sobrado e passou a atuar na preservação e difusão da tradição gaúcha no município. Atualmente, promove cursos de dança, fandangos, rodeios, desfiles a cavalo e outras atividades que reúnem participantes de diferentes localidades da região.</p>
<p data-start="1299" data-end="1841">Durante a visita, os avaliadores também conheceram banners e trabalhos produzidos por crianças do CTG e apresentados na JAI Mirim (Jornada Acadêmica Integrada), iniciativa da UFSM criada em 2022 pela professora Maria Medianeira Padoin, coordenadora científica do Geoparque Quarta Colônia. Coordenada pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), a iniciativa estimula estudantes da educação básica a desenvolver pesquisas sobre o patrimônio geológico, histórico e cultural da região.</p>
<p data-start="1843" data-end="2040">Para o patrão do CTG Estância do Sobrado, César Ferrari Piovesan, a presença dos avaliadores representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela entidade na preservação das tradições gaúchas. "Para nós, significa termos cada vez mais firmeza no que a gente está fazendo: cultivar a cultura", afirma. Segundo ele, o reconhecimento do Geoparque também contribui para aproximar as novas gerações da história local. "Nós termos o selo do Geoparque e vermos também a nossa juventude conhecendo essas descobertas é muito grandioso", destaca.</p>
<p data-start="2412" data-end="2740">A visita ao CTG reforçou um dos pilares da revalidação dos Geoparques Mundiais da UNESCO: a valorização da identidade cultural dos territórios. Entre os critérios avaliados estão a conservação do patrimônio geológico e o fortalecimento dos saberes, das tradições e das manifestações culturais preservadas pelos moradores locais.</p>
<h3 data-section-id="10gei5z" data-start="2742" data-end="2776">A terra dos "pequenos notáveis"</h3>
[caption id="attachment_73525" align="aligncenter" width="758"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2222.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de uma visita técnica ao Geossítio Fossilífero São Luiz, em Faxinal do Soturno. No centro da imagem, o integrante do CAPPA, Flávio Pretto, está de perfil, usando óculos, camisa xadrez em tons de cinza e preto e calça jeans. Com os cabelos longos presos em um coque, ele conversa com o grupo e apresenta informações sobre o geossítio. Em primeiro plano, de costas para a câmera, está o avaliador do Geoparque Mundial da UNESCO, Jean-Luc, com cabelos curtos grisalhos e camiseta polo azul-clara, acompanhando a explicação. À esquerda, também de costas, aparece uma mulher de cabelos grisalhos presos em um coque, vestindo um moletom bordô com a identidade visual do Geoparque Quarta Colônia. Ao fundo, destaca-se uma extensa formação de solo avermelhado com afloramentos rochosos, característica do geossítio, cercada por vegetação e árvores de médio e grande porte. Sobre a encosta, uma pessoa sentada observa a atividade. A cena acontece ao ar livre, durante o dia, com os participantes voltados para a explicação sobre o patrimônio geológico do local." width="758" height="505" /> Avaliadores visitam o Geossítio Fossilífero São Luiz, em Faxinal do Soturno[/caption]
<p data-start="2778" data-end="3324">A última visita técnica da missão ocorreu no Geossítio Fossilífero Linha São Luiz, em Faxinal do Soturno. Formado por rochas de aproximadamente 225 milhões de anos, o local preserva registros do período Triássico e é reconhecido como uma das principais áreas de pesquisa paleontológica da Quarta Colônia. Durante a visita, os avaliadores acompanharam uma apresentação conduzida por Flávio Pretto, pesquisador do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA), que destacou a importância científica e patrimonial do geossítio.</p>
<p data-start="3326" data-end="3702">Ao longo das últimas décadas, as escavações realizadas na região revelaram fósseis de répteis primitivos, cinodontes (grupo ancestral dos mamíferos), dinossauros e espécies vegetais, como araucárias primitivas. Entre as descobertas estão os chamados "pequenos notáveis", animais de pequeno porte que tiveram grande importância para a compreensão da evolução dos vertebrados.</p>
<p data-start="3704" data-end="4173">Entre eles estão o <em>Elevosaurus</em>, o <em>Riograndia</em>, o <em>Brasilodon</em>, o <em>Irajatherium</em> e o <em>Maehary</em>, espécies que contribuem para estudos sobre a origem dos mamíferos e dos pterossauros. A história do geossítio também é marcada pelo trabalho dos irmãos Abraão e Daniel Cargnin, moradores da Quarta Colônia que, mesmo sem formação em Paleontologia, tornaram-se referência nas pesquisas de campo e colaboraram com pesquisadores de universidades e museus de diferentes regiões do país.</p>
<h3 data-section-id="3trche" data-start="4175" data-end="4217">Comunidade marca encerramento da missão</h3>
[caption id="attachment_73526" align="alignleft" width="357"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2219-683x1024.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical da coletiva de imprensa realizada ao final da missão de revalidação do Geoparque Mundial da UNESCO. No centro da imagem, a avaliadora Daniela Rocha está sentada, segurando um microfone com a mão direita enquanto fala. Ela tem cabelos loiros na altura dos ombros e veste uma camisa em tom verde-oliva sobre uma blusa clara e calça preta. Sua expressão é sorridente e ela olha em direção aos participantes do encontro. À esquerda, também sentada, está Eduarda Brum, diretora do Geoparque Quarta Colônia. Ela tem cabelos longos castanhos, veste uma camiseta verde com a identidade visual do Geoparque, colete bege e crachá, e observa Daniela durante a fala. À direita, aparece o avaliador Jean-Luc, sentado e levemente voltado para Daniela. Ele tem cabelos curtos grisalhos, veste uma camiseta polo azul-clara e sorri enquanto acompanha a conversa. Ao fundo, sobre uma mesa coberta por uma toalha branca, há um arranjo de flores brancas e folhagens ao lado de imagens religiosas. As paredes brancas, a iluminação suave e os elementos religiosos indicam que o encontro acontece no interior da capela localizada ao lado do Museu Histórico Geringonça, na comunidade de Novo Treviso, em Faxinal do Soturno." width="357" height="536" /> Avaliadores destacaram pontos positivos observados durante a missão[/caption]
<p data-start="4219" data-end="4678">Após três dias de visitas pelo território da Quarta Colônia, a etapa de revalidação chegou ao fim na noite de sábado (18). Os avaliadores Daniela Rocha, de Portugal, e Jean-Luc Desbois, da França, visitaram o Museu Histórico Geringonça, na comunidade de Novo Treviso, em Faxinal do Soturno. O espaço preserva a história da imigração italiana na região e reúne um acervo de utensílios utilizados pelos primeiros imigrantes que se estabeleceram na localidade.</p>
<p data-start="4680" data-end="4906">Em seguida, durante a coletiva de imprensa, os avaliadores compartilharam as primeiras impressões sobre o percurso e destacaram a participação dos moradores como um dos principais diferenciais observados ao longo da avaliação.</p>
<p data-start="955" data-end="1056">Para Jean-Luc, a receptividade encontrada ao longo da programação foi um dos aspectos mais marcantes. "Visitámos nove comunidades diferentes e, em todas elas, as pessoas foram muito acolhedoras, deram uma recepção muito calorosa", afirma.</p>
<p data-start="1198" data-end="1326">O avaliador também ressaltou que a mobilização da população é um dos critérios fundamentais para um Geoparque Mundial da UNESCO. "Nós sentimos que há muitas pessoas envolvidas. Quanto isso impacta? Muito. É um dos pontos mais importantes e um daqueles que nós temos de verificar." Segundo Jean-Luc, a missão encontrou uma articulação que reúne gestores públicos, produtores rurais, artesãos, pesquisadores e moradores em torno de um objetivo comum.</p>
<p data-start="1652" data-end="1768">Daniela reforçou essa percepção ao afirmar que o protagonismo das pessoas está no centro da proposta dos Geoparques. "O Geoparque é para as pessoas. Senti que todos falam do território com uma só voz, e isso é muito importante", destaca.</p>
<p data-start="1894" data-end="2145">Questionados sobre os momentos que mais chamaram a atenção durante a visita, Jean-Luc citou o Monte Grappa, em Ivorá, pela relação entre a paisagem, a imigração italiana e o sentimento de união demonstrado pelos moradores na preservação dessa memória. Daniela, por outro lado, preferiu destacar uma sensação vivenciada ao longo de toda a missão. "Eu não escolheria um lugar. Acho que envolve a sensação de paz. Em muitos lugares por onde passámos, há uma sensação de tranquilidade, paz e bem-estar", aponta.</p>
<p data-start="2407" data-end="2600">Para a diretora executiva do Geoparque Mundial da UNESCO Quarta Colônia, Eduarda Brum, a primeira revalidação representa uma nova etapa de um trabalho construído ao longo de mais de uma década. "Hoje estamos aqui na nossa primeira revalidação e trabalhamos incansavelmente, todos os meus colegas, e muito felizes por tudo o que este momento representou para nós", afirma.</p>
<p data-start="2783" data-end="3261">Após a conclusão da agenda na Quarta Colônia, os avaliadores seguem para Caçapava do Sul, onde realizam, até o dia 23 de julho, a segunda etapa da missão de revalidação. Ao final das visitas aos dois territórios, será elaborado um relatório técnico reunindo os avanços observados, os pontos positivos e as recomendações de melhoria. O documento será encaminhado à UNESCO, que decidirá sobre a manutenção do título de Geoparque Mundial da UNESCO no fim de 2026 ou início de 2027.</p>
<p data-start="3263" data-end="3592">Embora o resultado da revalidação só seja conhecido após a análise desse relatório, as impressões compartilhadas pelos avaliadores durante a coletiva indicam uma expectativa positiva sobre o trabalho desenvolvido na Quarta Colônia.</p>
<p data-start="3263" data-end="3592"><strong>Confira mais registros da missão:</strong></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<p><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Museu Arqueológico da Quarta Colônia (Foto: Davi Pereira)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9NdXNldS1BcnF1ZW9sb2dpY28tZGEtUXVhcnRhLUNvbG9uaWEuanBlZyIsInNsaWRlc2hvdyI6Ijk3NzFiNjAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Museu-Arqueologico-da-Quarta-Colonia.jpeg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Museu-Arqueologico-da-Quarta-Colonia-226x300.jpeg" alt="Museu Arqueológico da Quarta Colônia (Foto: Davi Pereira)" /><figcaption>Museu Arqueológico da Quarta Colônia (Foto: Davi Pereira)</figcaption></figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Apresentação deações de educação patrimonial em São João do Polêsine (Foto: Davi Pereira)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTM0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9Qb2xlc2luZS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiOTc3MWI2MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Polesine.jpeg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Polesine-300x226.jpeg" alt="Apresentação deações de educação patrimonial em São João do Polêsine (Foto: Davi Pereira)" /></p>
<figcaption>Apresentação deações de educação patrimonial em São João do Polêsine (Foto: Davi Pereira)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Trabalhos da JAI Mirim expostos no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjIyNy5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2227.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2227-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Em primeiro plano, livros infantis, desenhos, pequenas esculturas de dinossauros e outros materiais educativos estão expostos sobre uma mesa. Ao fundo, banners apresentam informações e fotografias de projetos de educação patrimonial desenvolvidos na Quarta Colônia." /></p>
<figcaption>Trabalhos da JAI Mirim expostos no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Avaliadores experimentam o Chimarrão no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjIxMC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2210.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2210-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Homem e mulher sorriem enquanto seguram cuias de chimarrão em frente à entrada de um prédio. Ao redor deles, adultos e crianças acompanham a atividade, e um participante com colete do Geoparque Quarta Colônia aparece ao fundo." /></p>
<figcaption>Avaliadores experimentam o Chimarrão no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Meninas do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTI3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI0My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2243.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2243-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Crianças vestidas com trajes coloridos e faixas atravessadas no peito aguardam em fila próximo à entrada de um salão. A menina em primeiro plano bate palmas enquanto olha em direção ao interior do espaço, iluminado pela luz que entra pela porta." /></p>
<figcaption>Meninas do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Avaliadores conhecem a cultura gaúcha no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTI4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI1NS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2255.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2255-200x300.jpg" alt="Foto colorida na vertical. Homem montado em um cavalo segura um bastão e ajusta o chapéu durante uma atividade ao ar livre. Em frente ao cavalo, um homem e uma mulher observam a cena sorrindo. Ao fundo, aparecem árvores, um galpão rural e veículos estacionados." /></p>
<figcaption>Avaliadores conhecem a cultura gaúcha no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Artesanato feito por integrantes do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTI5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI0Ny5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2247.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2247-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Bonecas artesanais de tecido com diferentes estampas de vestidos e cabelos de lã marrom estão expostas sobre uma mesa coberta por uma toalha com estampa colorida de inspiração africana. A imagem destaca uma boneca em primeiro plano, enquanto as demais aparecem desfocadas ao fundo" /></p>
<figcaption>Artesanato feito por integrantes do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Crianças do Quilombo Vovó Isabel se apresentando (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI1MC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2250.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2250-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Criança realiza um movimento de capoeira no centro de uma roda formada por músicos e participantes vestidos de branco, em um ginásio. Ao fundo, há uma trave de futebol com rede e uma parede de tijolos aparentes. Os músicos tocam atabaque, berimbau e pandeiro, enquanto outras crianças assistem sentadas no chão em primeiro plano" /></p>
<figcaption>Crianças do Quilombo Vovó Isabel se apresentando (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a>			</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos de capa e da matéria: Giovanna Felkl e Pedro Moro, estudantes de Jornalismo e bolsistas da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina de costura aproxima UFSM e comunidade na Montanha Russa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/07/16/oficina-de-costura-aproxima-ufsm-e-comunidade-na-montanha-russa</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:31:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo fluir]]></category>
		<category><![CDATA[costura]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[montanha russa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=466</guid>
						<description><![CDATA[Encontros semanais promovidos pelo Projeto Fluir conectam Universidade, famílias e território ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde o início do ano, na Associação de Moradores da comunidade Montanha Russa, em Santa Maria, uma oficina de costura passou a reunir moradoras, voluntárias, estudantes e professores da UFSM. Aos poucos, os encontros passaram a atrair famílias inteiras, transformando a associação em um espaço de convivência entre moradores e a Universidade.  <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-768x1024.jpeg" alt="" width="450" height="525" /></p><p>O Projeto Fluir, da UFSM, iniciou suas ações em escolas da região há cerca de um ano e meio, a partir do trabalho com crianças e professoras em territórios marcados pelos impactos das enchentes de 2024 e por situações de vulnerabilidade social. A proposta era construir espaços de acolhimento, escuta e garantia de direitos. Com o tempo, porém, a equipe percebeu que compreender a realidade das crianças exigia olhar também para os espaços onde elas vivem e constroem suas relações cotidianas. Segundo a coordenadora do projeto, Taciana Segat, o trabalho foi ganhando novas dimensões ao longo do percurso: "Teve uma metamorfose entre o que era o projeto inicial e no que ele se transformou", resume. </p><p>Foi nesse movimento que surgiu a ideia da oficina de costura. Mais do que ensinar uma nova habilidade às moradoras, a atividade passou a funcionar como uma forma de se aproximar das famílias e criar um espaço de encontro fora do ambiente escolar. “Como é que essa criança vive na comunidade, para além dos muros da escola?”, questiona o professor Gabriel dos Santos Kehler. </p><p> </p><p>A partir dessa pergunta, a costura se tornou uma oportunidade para fortalecer vínculos, acompanhar o cotidiano das famílias e ampliar a atuação do projeto para além da escola. “A costura tem sido usada como um dispositivo para acessar essa família. Ao pensar nas aulas de costura, a gente pensou em algo que chamaria a atenção com esse caráter de aprender algo novo”, explica Gabriel.</p>		
			<h2>Costura como forma de aproximação</h2>		
		<p>A proposta se consolidou a partir de uma conversa entre a professora Taciana e Berenice Trindade de Mello, proprietária do Armarinho Donna Bere, de Camobi. Acostumada a participar de iniciativas comunitárias, Bere aceitou o convite para ensinar costura junto a outras voluntárias.</p><p>No início, a expectativa era incerta. “Eu já tinha feito isso em outra comunidade e não foi muito bem aceito. Então eu pensava: será que vão aceitar?”, lembra. A recepção, porém, surpreendeu. “No primeiro dia tinha umas 30 mulheres. Elas foram muito receptivas, fizeram mesa de doces, de salgados para nos receber. Foi muito legal”, conta.</p><p>Com o passar dos encontros, Bere percebeu que o interesse das participantes era grande, mas esbarrava em uma limitação prática: muitas não tinham máquinas para continuar treinando em casa. A partir disso, ela passou a adaptar as atividades. “Eu mudei um pouco o foco. Botei o fuxico, agora vou botar pintura. Eu levo tecido, agulha e linha”. Para ela, no entanto, os resultados mais importantes vão além da aprendizagem de uma técnica: “Não é só chegar ali e ensinar alguma coisa. É saber ouvir a pessoa, dar atenção, dar um abraço quando ela chega. Depois ela te retribui isso. Tu vê o interesse delas crescendo cada vez mais”.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-1-1024x768.jpeg" alt="" width="600" height="450" /></p><p>Uma das histórias que mais a marcaram foi a de uma participante que chegava aos encontros e permanecia isolada, acompanhada dos dois filhos pequenos. “A mudança dela é perceptível. Hoje o gurizinho brinca com todo mundo, a neném anda de colo em colo e ela senta para fazer as atividades despreocupada. Antes parecia que ela tinha medo”, relata a costureira. As quartas-feiras acabaram se tornando especiais também para quem ensina: “Quando eu vou para lá, eu volto renovada. Renovada mesmo. É só gratidão”.</p><p>A costura também passou a se articular às atividades das crianças. Em uma das ações propostas pelo Fluir, elas produziram histórias em uma atividade de RPG (Role-Playing Game, jogo em que os participantes interpretam personagens e constroem juntos uma história) e passaram a pensar na caracterização dos personagens. Com isso, a confecção das roupas se conectou ao trabalho das costureiras. </p><p>A metáfora da costura acabou se tornando uma síntese do que acontece na comunidade. “A aula de costura está costurando uma rede”, diz Gabriel. “Ela está costurando vínculos afetivos, está costurando essas histórias que a gente está criando para pensar uma cultura da infância em contexto de não escolarização”, afirma.</p>		
			<h2>Crianças vistas em outro contexto
</h2>		
		<p>A presença da equipe na comunidade também abriu novas possibilidades de compreensão sobre as crianças acompanhadas pelo projeto. Ao encontrar famílias e estudantes fora do ambiente escolar, a equipe passou a observar relações, rotinas e experiências que não apareciam durante as atividades nas escolas. </p><p>Gabriel explica que a proposta não é reproduzir a escola dentro da comunidade, mas trabalhar a chamada “pedagogia social”, que busca desenvolver ações educativas em espaços comunitários e fortalecer os vínculos entre crianças, famílias e território. “A pedagogia social entra pensando esse espaço não formal de escolarização”, pontua o professor. </p><p>A experiência também tem impactado a formação dos estudantes de graduação e pós-graduação envolvidos no projeto. "O coletivo Fluir se torna, além de um projeto de extensão, também um projeto de ensino", afirma Taciana Segat. Segundo a professora, o interesse dos estudantes cresceu à medida que as ações se expandiram para a comunidade. "Eles querem ir lá, eles vêm, eles querem entender", relata. Ao atuar diretamente na comunidade, eles passam a conhecer possibilidades de trabalho para além da escola e a refletir sobre diferentes formas de atuação educativa.</p>		
			<h2>Um ponto de encontro semanal
</h2>		
		<p>Com o passar dos meses, os encontros se consolidaram como um momento esperado pela comunidade. “A quarta-feira se tornou um ponto de encontro”, resume Gabriel. Segundo ele, famílias passaram a frequentar regularmente a associação para participar da iniciativa. </p><p>As atividades são planejadas e sistematizadas pela equipe da UFSM antes de cada encontro. Pela manhã, há trabalho com bolsistas; à tarde, formação com os estudantes; e, à noite, a ida à comunidade. “O que acontece lá é fruto do planejamento e da sistematização que a gente fez durante o dia”, explica Gabriel.</p><p>Essa presença contínua também ajudou a construir confiança. Gabriel lembra o caso de um pai que, no início, não entrava na Associação. “Ele ficava quase ‘de guarda’ do lado de fora, esperando a esposa e a criança. Depois ele começou a entrar e ficar no celular. Hoje ele é um pai que entra e tem a autonomia de pegar uma bola e brincar com as crianças”.</p><p>Para ele, a mudança mostra que o espaço passou a ser reconhecido como seguro. “No início, pode ter tido certa desconfiança. ‘Ah, quem é essa gente? Que que eles vêm fazer?’. Mas é um lugar seguro, seja para chorar, seja para brincar, seja para ser protagonista, porque sabe que tem pessoas que estão toda semana lá fazendo esse trabalho”.</p>[caption id="attachment_468" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.41-295x300.jpeg" alt="" width="400" height="407" /> Crianças da comunidade também participam das atividades, enquanto as moradoras recebem aulas de costura[/caption]<p>Entre as participantes está Diná de Lourdes Stock, moradora da comunidade. Ela conta que decidiu participar da oficina para ocupar o tempo livre e enfrentar a solidão. “Eu faço faxinas, mas tenho algumas horas vagas para descanso. Sou separada, moro sozinha e queria ocupar meu tempo em alguma coisa para me distrair. Foi o meio que achei para disfarçar um pouco a solidão e a depressão que eu sinto”, relata. Com o passar dos meses, ela percebeu mudanças tanto em si mesma quanto na convivência entre os moradores. “O que mais me motiva a voltar é que a gente aprende coisas novas. A conversa, a participação de todos, o entrosamento que dá, isso enche o coração da gente de coisas boas. Antes a gente só dava um oi. Depois do curso foi fortalecendo mais as amizades”.</p><p>Para Diná, a presença das crianças também é uma das marcas dos encontros. “É uma alegria sem tamanho. Elas ocupam a mente, se distraem e cultivam coisas boas. A convivência entre as gerações da nossa comunidade é muito importante”. </p><p>A percepção é compartilhada por Jonas, presidente da Associação de Moradores da Montanha Russa. “O projeto Fluir veio com o intuito de juntar as famílias, as crianças e os moradores. Todos estão empenhados nas atividades e muito felizes com o que está acontecendo. Com as crianças, está sendo muito importante para o desenvolvimento delas nas atividades de convivência social”, afirma.</p>		
			<h2>Da comunidade às políticas públicas</h2>		
		<p>A experiência vivida na Montanha Russa também alimenta outra frente do Fluir: o diálogo com gestores municipais e redes de ensino sobre políticas públicas voltadas à infância, especialmente os Planos Municipais da Primeira Infância.</p><p>Para a professora Viviane Ache Cancian, pensar sobre a infância exige articular educação, saúde, assistência social e outros setores da sociedade. “A cidade não é pensada para a criança, ela é pensada numa perspectiva do adulto. E o marco legal da primeira infância traz pela primeira vez a escuta das crianças”, afirma.</p><p>Segundo ela, o trabalho desenvolvido na comunidade ajuda a aproximar as políticas públicas das realidades vividas pelas crianças e suas famílias. “Nós temos políticas interessantes, mas elas não chegam na ponta, não chegam nas crianças. A gente tá defendendo o direito das crianças aqui”.</p><p>Viviane destaca que a aproximação com as famílias foi fundamental para compreender situações que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano escolar. “Uma coisa é fazer um trabalho com as crianças, outra coisa é compreender quem é que está por trás delas”, observa.</p><p>Para a professora, a principal contribuição do projeto está justamente em conectar diferentes dimensões da vida das crianças. “Quando a gente vai dialogando para além da escola, a gente vai entendendo esses contextos. Na verdade, é tudo interligado. Nós que socialmente fomos ‘fatiando’ as coisas”. Por isso, conclui: “Não se faz educação de criança sem escola, família e comunidade”.</p>		
			<h2>O que fica quando a Universidade sai?</h2>		
		<p>Com o fim dos recursos do PROEXT-PG, programa da Capes que vinha financiando o projeto, o Fluir deve seguir em atividade, mas com o desafio de fortalecer o protagonismo da própria comunidade. A equipe já discute formas de manter os vínculos criados e, ao mesmo tempo, permitir que a associação e os moradores assumam cada vez mais as ações.</p><p>“No próximo semestre, a gente vai tentar reorganizar. Vamos tirar as máquinas de costura, porque tem um custo ligado a esse edital que termina agora, mas queremos planejar rodas de conversa envolvendo tricô, crochê, alguma coisa que permita continuar esse vínculo, porque a gente já viu que isso se tornou uma cultura. Queremos, sobretudo, engajar cada vez mais a gestão comunitária para que o protagonismo fique com a própria comunidade”, explica Gabriel.</p><p>Para ele, a pergunta agora é o que permanece quando o projeto se desloca para outros territórios. “A ideia é essa: quando a gente sai, o que que fica? Então esse é o desafio para o próximo semestre”.</p><p> </p><p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista</p><p><strong>Fotografias:</strong> Projeto Fluir</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão da UNESCO iniciará revalidação de Geoparques gaúchos na próxima quarta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/09/missao-da-unesco-iniciara-revalidacao-de-geoparques-gauchos-na-proxima-quarta-feira</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:04:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[missão da unesco]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73487</guid>
						<description><![CDATA[Avaliadores internacionais percorrerão os territórios para verificar a manutenção dos critérios que garantem o reconhecimento como Geoparques Mundiais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73489" align="alignright" width="570"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/aline-dalmolin-arquivo-PRE.jpg"><img class="wp-image-73489" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/aline-dalmolin-arquivo-PRE.jpg" alt="" width="570" height="380" /></a> Reunião de apresentação da proposta dos Geoparques em 2018 (Foto: Aline Dalmolin)[/caption]
<p>Os Geoparques Mundiais da UNESCO Quarta Colônia e Caçapava do Sul passarão pelo processo de revalidação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) a partir da próxima quarta-feira (15). Realizada a cada quatro anos, a missão verifica se os territórios continuam atendendo aos critérios estabelecidos pela organização para permanecer na Rede Global de Geoparques. A agenda começa na Quarta Colônia, de 15 a 19, e segue para Caçapava do Sul, de 19 a 23.</p>
<p>Durante as visitas, os avaliadores percorrerão geossítios, centros de pesquisa, universidades e iniciativas desenvolvidas nos territórios, além de se reunir com gestores, pesquisadores, empreendedores e representantes das comunidades locais. Reconhecidos pela UNESCO em 2022, os dois geoparques gaúchos têm a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) entre as instituições parceiras na gestão dos territórios.</p>
<p>Para a técnica em Turismo e coordenadora da Subdivisão de Geoparque da UFSM, Bibiana Schiavini, a revalidação representa mais do que a manutenção do título internacional. "O mais valioso ganho é a autoestima e o sentimento de pertencimento das comunidades que se apropriam dos territórios geoparques", destaca. Durante as missões de revalidação, a universidade participa da organização das agendas e acompanha os avaliadores ao longo de toda a programação.</p>
[caption id="attachment_73490" align="alignleft" width="568"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas-cacapava-do-sul.jpg"><img class=" wp-image-73490" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas-cacapava-do-sul.jpg" alt="" width="568" height="378" /></a> Avaliadores da UNESCO no Geoparque de Caçapava do Sul, em 2022 (Foto: Catherine Vargas)[/caption]
<h3>Como será a missão</h3>
<p>Na Quarta Colônia, a equipe da universidade será representada pelos professores Adriano Figueiró e Maria Medianeira Padoin, membros do Comitê Científico do Geoparque Quarta Colônia. Em Caçapava do Sul, a participação ficará a cargo do professor André Borba, que integra o Comitê Científico do geoparque. A interlocução entre os avaliadores internacionais e as comunidades será facilitada pela tradução simultânea realizada pela servidora Amy Lee, do Núcleo Integrado de Mobilidade e Internacionalização (M&amp;I).</p>
<p>Na Quarta Colônia, a programação inclui visita ao Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA) da UFSM, apresentação de pesquisas desenvolvidas no Mestrado em Patrimônio Cultural e atividades no Espaço Multidisciplinar da Universidade, em Silveira Martins. A etapa será encerrada em 19 de julho, quando a missão seguirá para Caçapava do Sul, após uma recepção institucional na UFSM.</p>
<p>Em Caçapava do Sul, a abertura oficial ocorrerá na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), instituição que compartilha a gestão do geoparque com a UFSM. O roteiro prevê uma mostra de projetos desenvolvidos pelas duas universidades no território, a realização da atividade "Um Dia no Parque", no geossítio Serra do Segredo, e a abertura da II Jornada em Educação Patrimonial, promovida pela Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (Coder) da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. As missões serão concluídas em 23 de julho, com uma agenda no Palácio Piratini, em Porto Alegre, que reunirá parte das equipes dos geoparques, os avaliadores da UNESCO e representantes do Governo do Estado.</p>
<p>Segundo Bibiana, o roteiro foi elaborado para evidenciar os diferenciais dos dois territórios. "Os roteiros das missões UNESCO evidenciam os patrimônios geológicos e paleontológicos únicos no mundo", afirma.</p>
<p>A missão de revalidação não ocorre de forma inesperada. O processo começa cerca de um ano antes da visita dos avaliadores. Nesse período, a gestão do geoparque encaminha à UNESCO documentos que reúnem informações sobre as ações desenvolvidas desde a última avaliação, incluindo projetos, parcerias, investimentos e avanços nas diferentes áreas de atuação do território. A análise dessa documentação prepara a visita técnica dos especialistas, que verificam, na prática, como as iniciativas apresentadas são aplicadas nas comunidades.</p>
[caption id="attachment_73491" align="alignright" width="567"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/cleusa-jung-quarta-colonia-1.jpeg"><img class=" wp-image-73491" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/cleusa-jung-quarta-colonia-1.jpeg" alt="" width="567" height="425" /></a> Avaliadores visitam a Cascata do Índio, na Quarta Colônia, durante missão em 2022 (Foto: Cleusa Jung)[/caption]
<h3>O que será reavaliado</h3>
<p>A missão de revalidação será conduzida pelos mesmos dois avaliadores nos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul: Daniela Rocha, representante do Geoparque Arouca, em Portugal, e Jean-Luc Desbois, do Geoparque Massif des Bauges, na França. Indicados pela UNESCO, os especialistas realizam uma análise técnica para verificar se os territórios continuam cumprindo os critérios necessários para permanecer com o título.</p>
<p>Durante a visita, os avaliadores observarão aspectos relacionados à gestão dos geoparques e suas estruturas organizacionais, à participação das comunidades locais nas ações dos territórios e à proteção e valorização do patrimônio geológico, natural e cultural. Também serão analisadas as iniciativas de educação e divulgação científica, as ações de turismo sustentável e desenvolvimento local, além do funcionamento da rede de parceiros e dos geoprodutos desenvolvidos pelos territórios.</p>
<p>Após a missão, Daniela e Jean-Luc construirão um relatório técnico que será encaminhado à UNESCO. Ele irá definir a situação do geoparque a partir das observações realizadas. O território pode receber o Cartão Verde, que representa a manutenção do título de Geoparque Mundial da UNESCO; o Cartão Amarelo, quando são indicadas melhorias e ajustes necessários; ou o Cartão Vermelho, que pode resultar na perda do certificado internacional.</p>
<p>Segundo a coordenadora, a manutenção do reconhecimento fortalecerá as ações desenvolvidas pelas instituições parceiras e pelas comunidades. "O processo de revalidação sendo positivo é uma garantia de continuidade do trabalho desenvolvido pela UFSM nos Geoparques Mundiais da UNESCO Quarta Colônia e Caçapava", destaca.</p>
<p>A Quarta Colônia reúne nove municípios  Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins, enquanto Caçapava do Sul integra um território reconhecido pela relevância de seu patrimônio geológico, natural e cultural. A missão de revalidação busca justamente verificar como esses elementos seguem articulados nas ações de conservação, educação, turismo e desenvolvimento local.</p>
<p>Confira a reportagem da Agência de Notícias sobre <a href="https://ufsm.br/r-1-73476" target="_blank" rel="noopener">a trajetória dos dois geoparques até o destaque internacional</a>.</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Aline Dalmolin, Catherine Vargas e Cleusa Jung/Arquivo PRE</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem projeto aprovado para fortalecer pré-incubação de startups e empreendimentos inovadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/08/ufsm-tem-projeto-aprovado-para-fortalecer-pre-incubacao-de-startups-e-empreendimentos-inovadores</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:44:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73486</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa que reúne Proinova e PRE busca transformar ideias em negócios de impacto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM teve aprovado, no edital <a href="https://fapergs.rs.gov.br/edital-fapergs-03-2026-programa-de-apoio-aos-ecossistemas-de-inovacao-edicao-2026" target="_blank" rel="noopener">Fapergs Ecossistemas de Inovação</a>, o projeto “Plataforma integrada de pré-incubação da UFSM para desenvolvimento, transformação e escala de startups e empreendimentos inovadores”. A iniciativa é uma parceria entre a Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) e a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com coordenação do professor Lucas Veiga Ávila.

A proposta prevê a criação de uma pré-incubadora para apoiar ideias que ainda estão em fase inicial. O objetivo é ajudar projetos da universidade e da comunidade a ganhar forma, com orientação, metodologia e conexão com os ambientes de inovação da UFSM.

A pré-incubadora deve atuar como uma etapa anterior à incubação formal. A ideia é preparar melhor os projetos antes que eles avancem para incubadoras, programas de aceleração ou aproximação com o mercado. Segundo Ávila, a proposta surge da necessidade de dar suporte a iniciativas que nascem em diferentes espaços da universidade.

“Muitas ideias que chegam, muitas vezes, não geram negócio. Então, a pré-incubadora auxilia nesse papel de transformar ideias em negócios”, explica o coordenador.

O projeto será articulado a estruturas já existentes na UFSM, como o InovaTec UFSM Parque Tecnológico, a Pulsar Incubadora Tecnológica, o Hub de Inovação Social e a Incubadora Social da UFSM. A proposta também prevê conexão com o Ecossistema de Inovação de Santa Maria – Inova Centro RS, empresas, investidores, instituições públicas e organizações sociais.

Na prática, a pré-incubadora deverá oferecer trilhas de formação e acompanhamento para projetos ligados à universidade e a demandas da comunidade. As equipes participantes poderão receber apoio em etapas como ideação, validação de problemas e soluções, mentorias, modelagem de negócios, prototipagem e preparação para incubação.

Além das startups de base tecnológica, a iniciativa também contempla projetos de inovação social e negócios de impacto. A ideia é ampliar o acesso ao empreendedorismo e abrir espaço para soluções voltadas às demandas das comunidades, à inclusão produtiva e ao desenvolvimento territorial.

Para Ávila, a criação da pré-incubadora representa um avanço para a UFSM e para o ecossistema regional, ao aproximar diferentes ambientes de inovação e preparar melhor os projetos antes da incubação. Entre os resultados esperados estão o aumento do número de ideias qualificadas, empreendimentos inovadores, negócios de impacto e startups conectadas ao mercado.

O coordenador também avalia que a aprovação do projeto contribui para fortalecer o ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul e ampliar o protagonismo de Santa Maria nesse cenário.

“A pré-incubadora vai auxiliar no contexto metodológico e integrar ainda mais o nosso ecossistema”, afirma.

Com a aprovação, a UFSM passa a estruturar uma nova etapa para apoiar ideias em fase inicial e preparar projetos para chegarem com mais maturidade às incubadoras e ao mercado.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Proinova</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Relembre a trajetória dos geoparques gaúchos até a primeira revalidação da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/08/relembre-a-trajetoria-dos-geoparques-gauchos-ate-a-primeira-revalidacao-da-unesco</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:25:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque caçapava do sul]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[unesco]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73476</guid>
						<description><![CDATA[Mais de uma década de articulação entre universidade, comunidades e instituições levou Quarta Colônia e Caçapava do Sul ao reconhecimento como Geoparques Mundiais da UNESCO e, agora, à primeira revalidação do título]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73477" align="alignright" width="587"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Design-sem-nome-3.jpg"><img class=" wp-image-73477" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Design-sem-nome-3.jpg" alt="" width="587" height="734" /></a> Certificados concedidos aos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul em 2023[/caption]
<p>A partir da próxima quarta-feira (15), os Geoparques da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul passarão pela primeira revalidação do título conquistado em 2022. A missão será conduzida por avaliadores da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que verificarão se os territórios continuam atendendo aos critérios que garantiram a certificação, como a conservação do patrimônio, a promoção da educação, o desenvolvimento do turismo, o envolvimento das comunidades e o compromisso com o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>O reconhecimento internacional foi concedido em razão das características singulares de cada território. Na Quarta Colônia, destacam-se o patrimônio paleontológico, com fósseis entre os mais antigos do planeta, e as riquezas culturais e naturais da região. Já Caçapava do Sul reúne um dos mais importantes patrimônios geológicos do país, com formações rochosas de centenas de milhões de anos e mais de 30 geossítios catalogados.</p>
<p>Realizada a cada quatro anos, a revalidação representa uma nova etapa. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve papel central nessa trajetória. Por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a instituição transformou iniciativas já desenvolvidas nos territórios em um projeto institucional voltado ao desenvolvimento regional, articulando pesquisadores, gestores públicos, lideranças comunitárias e parceiros na construção das candidaturas.</p>
<p>A estratégia começou a ser estruturada em 2018, durante a gestão do então pró-reitor de Extensão, professor Flavi Ferreira Lisboa Filho. "Em 2018, foi lançado para nós um grande desafio: como a UFSM poderia estar mais presente nos territórios em que atua e de que maneira isso poderia ajudar a ser vetor de desenvolvimento desses territórios", relata Flavi.</p>
<p>Ao longo desta reportagem, a Agência de Notícias reconstrói a trajetória que levou Quarta Colônia e Caçapava do Sul ao reconhecimento e mostra como a atuação conjunta entre universidade, comunidades e poder público tornou possível essa conquista.</p>
[caption id="attachment_73485" align="aligncenter" width="889"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-12.03.58.jpeg"><img class="wp-image-73485 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-12.03.58.jpeg" alt="arte vertical colorida com uma linha do tempo dos geoparques " width="889" height="1600" /></a> A trajetória dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul[/caption]
[caption id="attachment_73478" align="alignleft" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas.jpg"><img class="wp-image-73478" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas.jpg" alt="" width="575" height="383" /></a> Avaliadores durante visitação em Caçapava do Sul, em 2022 (Foto: Catherine Vargas)[/caption]
<h3>Onde tudo começou</h3>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Embora tenham conquistado o reconhecimento da UNESCO simultaneamente, os dois territórios seguiram trajetórias distintas até a certificação internacional. Em Caçapava do Sul, a trajetória começou antes mesmo da criação do projeto Geoparque. Entre 2010 e 2013, um inventário coordenado pelo geólogo André Borba identificou e catalogou os geossítios do município, mapeando áreas de elevada relevância geológica. O levantamento resultou no reconhecimento de Caçapava do Sul como Capital Gaúcha da Geodiversidade, oficializado pela Lei Estadual nº 14.708. Para Borba, essa iniciativa consolidou a identidade geológica do território e abriu caminho para novas ações de valorização do patrimônio local.</span></p>
<p>A proposta ganhou novo impulso em 2017, quando passou a ser estruturada como o Projeto Geoparque Caçapava. A partir daquele momento, o desafio deixou de ser apenas evidenciar a importância geológica da região e passou a envolver a comunidade e diferentes setores da sociedade na construção da candidatura. "Sempre achamos que Caçapava tinha um potencial interessante. Do ponto de vista geológico, o potencial é óbvio. O que faltava era o engajamento da comunidade, e isso melhorou muito nesse período", relembra Borba.</p>
<p>Na sequência, a mobilização se fortaleceu por meio da aproximação entre universidades, poder público e comunidade. Em 2019, durante um workshop de Geoparques Mundiais para a América Latina, realizado na Colômbia, um representante da organização mundial questionou a equipe: "Por que não submeteram ainda a candidatura?". Para Borba, aquele foi o momento em que ficou claro que o território reunia as condições necessárias para buscar a certificação internacional.</p>
<p>No ano seguinte, Caçapava do Sul encaminhou à UNESCO a carta de intenções e tornou-se oficialmente um Geoparque Aspirante, etapa que antecede a candidatura formal. Segundo Borba, a consolidação do projeto foi resultado da construção coletiva ao longo dos anos. "A participação da comunidade, sobretudo das artesãs, da comunidade negra e da Associação de Moradores das Guaritas, constitui uma das grandes forças do território", afirma.</p>
[caption id="attachment_73479" align="alignright" width="576"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/foto-cleusa-jung-avaliadores-em-visita-ao-cappa.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-73479" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/foto-cleusa-jung-avaliadores-em-visita-ao-cappa.jpeg" alt="" width="576" height="432" /></a> Avaliadores visitaram o CAPPA, São João do Polêsine, em 2022 (Foto: Cleusa Jung)[/caption]
<p>Na Quarta Colônia, o processo teve origem na produção científica desenvolvida pela UFSM. As primeiras pesquisas sobre o patrimônio geológico e paleontológico da região começaram em 2012 e deram origem a dissertações, teses e projetos de extensão. Três anos depois, a criação do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), em São João do Polêsine, ampliou os estudos sobre os fósseis encontrados no território, considerados entre os mais antigos do planeta.</p>
<p>Para o coordenador científico do Geoparque Quarta Colônia, Adriano Figueiró, esse trabalho foi decisivo para consolidar a proposta. "Nós começamos a trabalhar na Quarta Colônia desde 2012, com pesquisa e extensão. Esse processo se institucionalizou a partir de 2018, quando a Universidade passou a adotar a ideia dos geoparques como um projeto institucional”, relata.</p>
<p>Já em 2019, ocorreu a criação da Subdivisão de Geoparques da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), fortalecendo a articulação entre universidade, municípios e comunidades. Segundo Figueiró, esse movimento permitiu integrar pesquisadores, gestores públicos e diferentes segmentos da sociedade em torno de um objetivo comum. "O Comitê Científico do Geoparque tem atuado de forma muito intensa justamente para conseguir conectar as diferentes dimensões e os diferentes atores envolvidos nesse processo”, ressalta.</p>
<p>Figueiró também destaca que a atuação da UFSM foi determinante para consolidar a candidatura e fortalecer o território ao longo dos anos. "A Universidade é uma parceira estratégica do Geoparque e, felizmente, tem cumprido esse papel de uma forma bastante eficiente”, acrescenta.</p>
[caption id="attachment_73480" align="alignleft" width="563"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto-Deni-Zolin-Grupo-Diario.jpeg"><img class=" wp-image-73480" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto-Deni-Zolin-Grupo-Diario.jpeg" alt="" width="563" height="529" /></a> Entrega oficial dos certificados aos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul durante conferência internacional, em Marrakech, em 2023 (Foto: Deni Zolin)[/caption]
<h3>A candidatura internacional</h3>
<p>Apesar das trajetórias distintas, as duas iniciativas passaram a caminhar de forma articulada a partir de 2018. Em 2020, Quarta Colônia e Caçapava do Sul encaminharam as cartas de intenções e passaram à condição de Geoparques Aspirantes. Em 2021, com apoio da UFSM e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), os dossiês que reuniam o histórico dos territórios e as ações de pesquisa, educação, conservação e desenvolvimento sustentável foram oficialmente submetidos à organização.</p>
<p>Em março de 2022, a organização confirmou o avanço das duas candidaturas para a etapa de avaliação internacional. No segundo semestre daquele ano, especialistas percorreram os territórios para verificar as informações apresentadas nos dossiês. Para André Borba, a preparação para receber os avaliadores internacionais também fortaleceu a integração entre os envolvidos no projeto. “Além de recebermos as pessoas da melhor forma possível, aqueles quatro dias foram de muita integração e entrosamento entre as pessoas integrantes da equipe”, relata.</p>
<p>O reconhecimento foi anunciado em maio de 2023, durante a 216ª reunião do Conselho Executivo da UNESCO, realizada em Paris. Com a certificação, Quarta Colônia e Caçapava do Sul passaram a integrar oficialmente a Rede Mundial de Geoparques, formada por territórios que conciliam a conservação de patrimônios geológicos de relevância internacional com ações de educação e desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A certificação foi entregue alguns meses depois, durante a 10ª Conferência Internacional dos Geoparques Globais, em Marrakech, no Marrocos. Mesmo após o terremoto que atingiu o país e alterou a programação do evento, a cerimônia foi mantida, marcando o encerramento de uma trajetória construída ao longo de mais de uma década e o início de um novo ciclo voltado à consolidação dos geoparques e à manutenção do reconhecimento internacional.</p>
<h3>A missão de revalidação</h3>
<p>A expectativa para a primeira revalidação é que os avaliadores encontrem territórios que continuam colocando em prática os princípios que fundamentam um Geoparque Mundial da UNESCO. Para Adriano, os avanços registrados desde a certificação demonstram que esse objetivo vem sendo alcançado. "O geoparque está cumprindo a sua função de melhorar a condição de vida do território, gerar desenvolvimento local e fortalecer os vínculos da identidade das pessoas com seu patrimônio. É isso que queremos que os avaliadores vejam”, afirma.</p>
<p>A missão terá início na Quarta Colônia e seguirá para Caçapava do Sul. Durante a visita, especialistas designados pelo órgão percorrerão geossítios, conhecerão projetos de pesquisa e educação, além de conversar com gestores públicos, empreendedores, artesãos e moradores para avaliar como o patrimônio geológico, natural e cultural tem contribuído para o desenvolvimento sustentável das comunidades.</p>
<p>Ao fim da missão, um relatório técnico será encaminhado ao Conselho Mundial de Geoparques da UNESCO, responsável por decidir sobre a manutenção do título. A revalidação colocará à prova os resultados de um trabalho construído ao longo de mais de uma década e mostrará se Quarta Colônia e Caçapava do Sul continuam atendendo aos princípios que garantiram seu reconhecimento como Geoparques Mundiais.</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Arte gráfica e foto de capa: Vinícius Gumisson Motta, com edição e atualização de Daniel Michelon De Carli/Arquivo</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus celebra o Dia do Rock no próximo domingo (12)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/viva-o-campus-celebra-o-dia-do-rock-no-proximo-domingo-12</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:49:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73467</guid>
						<description><![CDATA[O rock será a trilha sonora de uma tarde de ciência, cultura e lazer no campus sede da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/11.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/11-819x1024.jpg" alt="" width="575" height="719" /></a>Em comemoração ao Dia Mundial do Rock, a UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e através da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove no próximo domingo (12) uma edição especial do Viva o Campus, sobre o Dia do Rock – data que é comemorada em 13 de julho. O evento acontece das 14h às 18h, com atividades gratuitas e abertas à comunidade no campus sede da UFSM.</p><p>A programação reúne atrações para todas as idades, combinando música, ciência, educação e lazer em uma tarde de integração entre a universidade e a comunidade. O destaque fica por conta da apresentação da banda Venice Queens, às 16h30min, no Largo do Planetário, trazendo um repertório repleto de clássicos do rock para celebrar a data.</p><p>Além da atração musical, o público poderá visitar os espaços parceiros do Viva o Campus. O Planetário da UFSM estará aberto das 14h às 18h com a exposição Céus do Sul e sessões de cúpula ao longo da tarde. O Jardim Botânico receberá visitantes para conhecer a exposição de animais taxidermizados, o telhado verde, o jardim sensorial, a horta mandala e a nova Pracinha Quintal dos Brotos.</p><p>Também integram a programação a Mostra Morfo, no prédio 19, apresentando atividades relacionadas às ciências morfológicas, e a Polifeira do Agricultor, instalada no Largo do Planetário com produtos da agricultura familiar.</p><p>Realizado desde 2014, o Viva o Campus busca aproximar a comunidade da universidade por meio de experiências culturais, científicas, educativas e de convivência. A edição especial em homenagem ao Dia do Rock convida o público a aproveitar uma tarde ao ar livre, celebrando a música e conhecendo os diferentes espaços e projetos da UFSM.</p><p><b>Programação:</b></p><p><b>Atração artística:</b></p><p>16h30min – show da banda Venice Queens, no Largo do Planetário</p><p><b>Parceiros permanentes:</b></p><p><b>Planetário</b></p><p>14h às 18h – exposição Céus do Sul</p><p>Sessões de cúpula: “Universo”, às 14h30min; “O Mundo Virtual de Arthur”, às 15h30min; “A Questão da Vida”, às 16h30min.</p><p><b>Jardim Botânico</b></p><p>14h às 18h – visita livre à exposição de animais taxidermizados, telhado verde, jardim sensorial, horta mandala e Pracinha Quintal dos Brotos.</p><p><b>Mostra Morfo</b></p><p>14h às 18h – Mostra de Ciências Morfológicas, no prédio 19</p><p><b>Polifeira do Agricultor</b></p><p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p><p><i>Texto: Assessoria de Comunicação da PRE</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM leva oficinas de poda e cuidado de roseiras a municípios da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/ufsm-leva-oficinas-de-poda-e-cuidado-de-roseiras-a-municipios-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:58:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73458</guid>
						<description><![CDATA[Atividades ocorrem nesta semana em São João do Polêsine e em Silveira Martins]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, vai ministrar duas oficinas de poda e cuidado de roseiras em municípios da Quarta Colônia nesta semana. </p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">Na quarta-feira (8), a oficina prática sobre manejo de inverno em roseiras de jardim ocorre das 13h30 às 16h30 em Vale Vêneto, São João do Polêsine, e na quinta (9), no mesmo horário, na Rua Siqueira Couto (Rua do Hospital), em Silveira Martins. As atividades são gratuitas e abertas ao público, sem necessidade de inscrição prévia.</p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">As oficinas serão conduzidas pelo professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos, com o auxílio de estudantes de graduação e de pós-graduação integrantes da Equipe PhenoGlad. Serão abordadas práticas como poda, formação de estacas para reprodução caseira de mudas, adubação e cobertura do solo, cuidados importantes para garantir uma floração vigorosa das roseiras na primavera e no verão.</p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">A iniciativa é promovida pelas prefeituras de São João do Polêsine e de Silveira Martins, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM. Recomenda-se aos participantes chegarem com 15 minutos de antecedência e levar a sua tesoura de poda para praticarem.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CineMental celebra 10 anos com sessão especial e lançamento de capítulo em e-book</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/cinemental-celebra-10-anos-com-sessao-especial-e-lancamento-de-capitulo-em-e-book</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:47:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[CineMental]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73375</guid>
						<description><![CDATA[Projeto da UFSM comemora uma década de atividades com exibição do documentário Sangue da Terra, debate com convidados e programação cultural gratuita]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="244" data-end="457">O projeto CineMental promove, nesta sexta-feira (26), uma edição especial em comemoração aos seus 10 anos de atividades. A programação ocorre às 15h30, na sala 301 da Antiga Reitoria da UFSM, com entrada gratuita.</p>
<p data-start="459" data-end="911">Além da celebração da primeira década do projeto, o evento marca o lançamento do capítulo "CineMental: o cinema como estratégia terapêutica", publicado no e-book <a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/36973/Identidades%2c%20Trajet%c3%b3rias%20e%20Perspectivas%20-%20ODH-PRE-UFSM.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">Identidades, trajetórias e perspectivas</a>, organizado pelo Observatório dos Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM. A obra reúne experiências extensionistas da universidade e está disponível no Repositório Institucional da UFSM.</p>
<p data-start="913" data-end="1384">A programação inclui um momento cultural e a exibição do documentário <em data-start="983" data-end="1000">Sangue da Terra</em>, dirigido por Fabiano Foggiato Godinho. O filme acompanha a rotina de Paulo Roberto Moraes da Silva, catador de materiais recicláveis, retratando seu cotidiano, os desafios da profissão e a importância social e ambiental do trabalho realizado pelos recicladores. A produção foi viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal, por meio da Prefeitura de Santa Maria.</p>
<p data-start="1386" data-end="1538">Após a sessão, haverá um debate com a participação do diretor Fabiano Foggiato Godinho e do protagonista do documentário, Paulo Roberto Moraes da Silva.</p>
<p data-start="1540" data-end="1706">A edição também presta homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, propondo uma reflexão sobre sustentabilidade, reciclagem, inclusão social e o cuidado com o planeta.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cadastro de atividades para o estande da UFSM na Feira do Livro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/22/cadastro-de-atividades-para-o-estante-da-ufsm-na-feira-do-livro</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:34:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73348</guid>
						<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o cadastro de atividades que irão compor a programação do estande da UFSM durante a 53ª Feira do Livro de Santa Maria, que será realizada de 7 a 22 de agosto. A iniciativa busca reunir ações de ensino, pesquisa, extensão, cultura e inovação, aproximando a universidade da comunidade. A chamada [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estão abertas as inscrições para o cadastro de atividades que irão compor a programação do estande da UFSM durante a 53ª Feira do Livro de Santa Maria, que será realizada de 7 a 22 de agosto. A iniciativa busca reunir ações de ensino, pesquisa, extensão, cultura e inovação, aproximando a universidade da comunidade.</p>
<p>A chamada interna pode ser conferida no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/070-2026" target="_blank" rel="noopener">site da PRE</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vale Vêneto celebra o lançamento do 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/22/vale-veneto-celebra-o-lancamento-do-41o-festival-internacional-de-inverno-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:17:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[fiiufsm]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73344</guid>
						<description><![CDATA[FIIUFSM e 41ª Semana Cultural Italiana serão realizados de 26 de julho a 2 de agosto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73346" align="alignright" width="642"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03715.jpg"><img class="wp-image-73346" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03715.jpg" alt="" width="642" height="428" /></a> Solenidade de lançamento ocorreu no salão paroquial de Vale Vêneto[/caption]
<p dir="ltr">A música, a cultura e a memória da imigração italiana voltaram a se encontrar em Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine, durante o lançamento oficial do 41º Festival Internacional de Inverno da Universidade Federal de Santa Maria (FIIUFSM) e da 41ª Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto.</p>
<p dir="ltr">A solenidade, realizada na noite de quinta-feira (19), no salão paroquial da comunidade, reuniu autoridades, representantes institucionais, lideranças regionais, patrocinadores, artistas, estudantes e a comunidade local para celebrar o início da trajetória de mais uma edição dos eventos.</p>
<p dir="ltr">Promovidos simultaneamente, o Festival Internacional de Inverno da UFSM e a Semana Cultural Italiana consolidam-se como importantes movimentos culturais da região da Quarta Colônia, conectando a formação artística, a produção musical, a valorização das tradições e o fortalecimento da identidade cultural do território.</p>
<p dir="ltr">A programação oficial acontece de 26 de julho a 2 de agosto, em Vale Vêneto, com concertos, oficinas musicais, apresentações culturais, gastronomia típica e diversas atividades abertas ao público, transformando a comunidade em um grande palco de encontros, aprendizagens e experiências culturais.</p>
<p dir="ltr">Durante o lançamento, também foi apresentada oficialmente a identidade visual desta edição, com a tradicional revelação do cartaz do Festival. A marca e os materiais de comunicação foram desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar do curso de Comunicação da UFSM, Brenda Charão, Estevan Dal’Osto, Márcio Echeverria e Lucas Haigert, com orientação dos professores Fernanda Sagrilo Andres e Rodrigo Stefani Correa, reforçando o caráter formativo e extensionista que marca a realização do evento.</p>
<h3 dir="ltr">Quatro décadas de música, formação e transformação</h3>
<p dir="ltr">Único em sua proposta no cenário brasileiro, o Festival Internacional de Inverno da UFSM chega a sua 41ª edição reafirmando uma trajetória de mais de quatro décadas de integração entre universidade pública e sociedade. Ao longo de sua história, o Festival tornou-se um espaço de formação, intercâmbio e valorização da música, reunindo estudantes, professores, profissionais e artistas de diferentes regiões do Brasil e do exterior.</p>
<p dir="ltr">Além de oferecer apresentações artísticas de alto nível e oportunidades de aperfeiçoamento musical com professores e profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente, o FIIUFSM promove experiências que ultrapassam os palcos: fortalece trajetórias profissionais, estimula a circulação cultural e amplia o acesso da comunidade à arte.</p>
<p dir="ltr">O evento ocorre em integração com a Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto, que valoriza a gastronomia, os costumes e a memória dos antepassados italianos, em uma região reconhecida por suas belezas naturais, pelo potencial turístico e pela certificação de Geoparque Mundial da UNESCO, conquistada pela Quarta Colônia em 2023.</p>
<p dir="ltr">Com a cooperação da University of Georgia (EUA), o Festival amplia ainda mais sua dimensão internacional. Após 40 edições ininterruptas, seus impactos alcançam diferentes áreas: da formação de músicos e estudantes ao desenvolvimento cultural, econômico e turístico da região, consolidando a UFSM como uma referência em extensão universitária no campo artístico e musical.</p>
<h3 dir="ltr">Música, encontros e formação</h3>
<p dir="ltr">Entre os dias 26 de julho e 2 de agosto, o público poderá acompanhar gratuitamente uma programação diversificada de concertos, incluindo recitais solo, apresentações de música de câmara e o tradicional concerto da Orquestra Sinfônica do Festival. O encerramento será realizado no dia 2 de agosto, no Centro de Convenções da UFSM.</p>
<p dir="ltr">As oficinas musicais desta edição contemplam diferentes instrumentos e práticas artísticas, incluindo: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, percussão, piano, violão, regência de orquestra e educação musical. Além das oficinas instrumentais, o Festival também oferecerá a prática de orquestra sinfônica, proporcionando aos participantes uma experiência coletiva de aprendizagem e criação musical.</p>
[caption id="attachment_73347" align="alignleft" width="590"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03874.jpg"><img class=" wp-image-73347" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03874.jpg" alt="" width="590" height="393" /></a> Identidade visual foi criada no curso de Comunicação da UFSM[/caption]
<h3 dir="ltr">Programação amplia alcance com ações para crianças, professores e estudantes</h3>
<p dir="ltr">A programação do Festival inicia ainda antes da semana principal, com atividades voltadas a diferentes públicos. Entre os dias 21 e 23 de julho, acontece o FIIUFSM Jovem, Festival Infanto Juvenil de Música, realizado no campus da UFSM. A iniciativa tem como objetivo proporcionar a crianças e adolescentes estudantes de música experiências semelhantes às vivenciadas pelos participantes do Festival tradicional, com atividades adaptadas ao público jovem, oficinas musicais e integração ao ambiente universitário, especialmente aos espaços do Centro de Artes e Letras.</p>
<p dir="ltr">No dia 23 de julho, será realizado o Curso de Formação Continuada em Música para Professores da Educação Infantil, destinado a docentes que atuam com crianças de zero a cinco anos. A atividade propõe reflexões teóricas e práticas sobre o ensino da música na infância e sobre o papel do professor não especialista na área. O curso será ministrado por professores, mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSM, vinculado à linha de pesquisa Educação e Artes.</p>
<p dir="ltr">Ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo o compromisso com a democratização do acesso à cultura, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM também contará com o Circuito MusiCAL FIIUFSM na Quarta Colônia. Durante todo o segundo semestre de 2026, a energia, a qualidade artística e a excelência musical do Festival serão levadas para diferentes cidades da região, promovendo a interiorização da cultura e aproximando ainda mais a universidade das comunidades que integram o território.</p>
<p dir="ltr">Como parte das ações de internacionalização, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM também promoverá a seleção de estudantes de graduação para participação em intercâmbio junto à University of Georgia (EUA), com atividades previstas para o período de janeiro a março de 2027.</p>
<h3 dir="ltr">Rede de colaboração</h3>
<p dir="ltr">A realização do Festival é resultado de uma grande rede de colaboração que envolve diferentes setores e instituições. A organização destaca o apoio fundamental da Reitoria da UFSM, da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e do Centro de Artes e Letras (CAL), que reconhecem a relevância do projeto e oferecem o suporte necessário para sua continuidade e expansão.</p>
<p dir="ltr">Também são essenciais para a concretização do evento o apoio financeiro, administrativo e logístico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), do Fundo de Incentivo à Extensão da UFSM (Fiex-UFSM) e da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec), além da contribuição da Facos Agência da UFSM, responsável pelo suporte na comunicação e divulgação institucional do Festival. Essa rede de parceiros torna possível a realização de um evento que alia excelência artística, formação acadêmica, desenvolvimento regional e valorização cultural, consolidando o Festival Internacional de Inverno da UFSM como uma das principais iniciativas culturais e extensionistas do país.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o coordenador do evento, professor Diogo Baggio Lima, “o Festival deste ano não é apenas uma celebração da música; ele é um testemunho vivo do poder da cooperação. Ele pertence aos nossos alunos, aos nossos professores, à comunidade regional e a todos os que acreditam na arte e na educação como forças transformadoras".</p>
<p dir="ltr">Mais do que um festival, o FIIUFSM é uma experiência de encontro: entre gerações, culturas, sons e histórias. Em Vale Vêneto, a música encontra a tradição, a universidade encontra a comunidade e a cultura transforma-se em patrimônio vivo para todos.</p>
<p dir="ltr">Outras informações podem ser obtidas no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno" target="_blank" rel="noopener">site</a>, no perfil <a href="https://www.instagram.com/festivaldeinvernoufsm/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">@festivaldeinvernoufsm</a> ou pelo e-mail <a href="mailto:fiiufsm@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">fiiufsm@ufsm.br.</a></p>
<p dir="ltr"><em>Fotos: Pedro Amaral</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Minicurso aborda estratégias para preservar coleções musealizadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/18/minicurso-aborda-estrategias-para-preservar-colecoes-musealizadas</link>
				<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 17:55:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73299</guid>
						<description><![CDATA[Capacitação apresenta orientações para preservação, higienização e acondicionamento de acervos culturais e científicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A preservação de acervos históricos, científicos e culturais exige conhecimento técnico e cuidados permanentes para garantir que esses bens permaneçam acessíveis às futuras gerações. Com o objetivo de qualificar profissionais, estudantes e agentes culturais que atuam ou pretendem atuar na gestão de coleções, a UFSM promove na próxima quinta-feira (25), das 14h às 17h, o minicurso “Introdução à Conservação Preventiva: Diretrizes para a Preservação de Coleções Musealizadas”. A ministrante será a museólogo Aline Vargas.</p>
<p>A atividade integra o projeto Coleções Universitárias: Preservação e Difusão, desenvolvido pela Divisão de Museus da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), e será realizada no auditório do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) – localizado no prédio 74C do campus sede. Com 20 vagas disponíveis, o minicurso é voltado à comunidade universitária e também a profissionais e representantes de instituições culturais externas, como museus municipais e demais organizações que trabalham com acervos.</p>
<p>Durante a formação, os participantes terão contato com conceitos fundamentais da conservação preventiva, abordagem considerada uma das principais estratégias para a proteção do patrimônio cultural. Diferentemente das intervenções restaurativas, que ocorrem após a ocorrência de danos, a conservação preventiva busca identificar riscos e adotar medidas capazes de evitar ou minimizar processos de degradação.</p>
<p>O conteúdo programático contempla uma introdução às diferentes materialidades encontradas em coleções musealizadas, como papel, metal, madeira, cerâmica e outros suportes frequentemente presentes em acervos históricos e científicos. Serão discutidas as características desses materiais, suas vulnerabilidades e as necessidades específicas para sua preservação.</p>
<p>Além disso, os participantes receberão orientações básicas sobre higienização, acondicionamento, armazenamento e manuseio adequado de objetos patrimoniais. O minicurso também abordará os principais agentes de deterioração que afetam as coleções, incluindo fatores ambientais, biológicos e físicos, apresentando medidas preventivas capazes de reduzir impactos e contribuir para a longevidade dos bens culturais.</p>
<p>Segundo a Divisão de Museus da UFSM, a iniciativa surge a partir da identificação de demandas recorrentes relacionadas à preservação de acervos sob guarda institucional. A proposta busca difundir conhecimentos técnicos básicos e fortalecer uma cultura de preservação que possa ser aplicada em diferentes contextos museológicos e patrimoniais.</p>
<p>A importância da ação está diretamente relacionada à proteção do patrimônio cultural, científico e histórico preservado por instituições de ensino, pesquisa e memória. Ao capacitar profissionais e futuros profissionais da área, o minicurso contribui para reduzir riscos de perdas e danos, além de ampliar a conscientização sobre o valor dos acervos como testemunhos da história, da identidade coletiva e da produção científica.</p>
<p>Outro aspecto relevante da atividade é sua capacidade de aproximar a universidade de instituições externas que, muitas vezes, não dispõem de profissionais especializados em museologia e conservação. Ao compartilhar conhecimentos técnicos acumulados na universidade, a UFSM fortalece seu papel extensionista e contribui para a formação de redes de cooperação voltadas à preservação do patrimônio cultural.</p>
<p>A iniciativa também se insere em um contexto mais amplo de valorização dos museus e coleções universitárias no Brasil. Nas últimas décadas, esses espaços passaram a receber crescente atenção por parte das instituições de ensino e pesquisa, em reconhecimento à sua relevância para a preservação da memória institucional, da história da ciência e da trajetória das universidades brasileiras.</p>
<p>A atividade reforça o compromisso da UFSM com a salvaguarda de seu patrimônio material e dialoga diretamente com a Política Museal da Universidade, aprovada em 2024. O documento estabelece diretrizes para a preservação, valorização, qualificação e difusão das coleções universitárias, consolidando uma estratégia institucional voltada à gestão responsável dos acervos.</p>
<p>O minicurso representa a primeira etapa de uma proposta mais ampla de capacitação desenvolvida pela Divisão de Museus. A expectativa é de que novas atividades formativas sejam realizadas futuramente, abordando temas como documentação museológica, catalogação, expografia, gestão de coleções e outras áreas fundamentais para a preservação e difusão do patrimônio.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScnxAeA9wNdIVofpqzAs22QSFHMWh_9o-1-aVZoXBLsE4bHKw/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">formulário eletrônico</a> e as vagas são limitadas.</p>
<p><i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da PRE</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza em Mata será no dia 27 de junho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/17/caminhada-internacional-na-natureza-em-mata-sera-no-dia-27-de-junho</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:01:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Mata]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73259</guid>
						<description><![CDATA[UFSM é uma das promotoras do projeto, que já é referência em turismo rural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A edição 2026 da Caminhada Internacional na Natureza – Cidade da Pedra que Já Foi Madeira, em Mata, será realizada no dia 27 de junho, a partir das 8h, reunindo caminhantes, turistas, famílias e amantes da natureza em um dos roteiros mais emblemáticos do turismo rural e paleontológico do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A caminhada integra o Circuito Regional das Caminhadas Internacionais na Natureza da Região Central do Rio Grande do Sul, iniciativa que vem consolidando a região como referência em turismo rural, valorização das comunidades locais e desenvolvimento sustentável. O projeto é promovido em parceria entre a Prefeitura de Mata, a Emater/RS-Ascar e a UFSM.</p>
<p>O percurso terá aproximadamente 14 quilômetros e passará por áreas rurais e paisagens características do município, permitindo aos participantes contemplar morros, campos e locais de preservação de fósseis vegetais. Além da experiência junto à natureza, os visitantes poderão conhecer a cultura local e a produção de alimentos típicos do interior gaúcho.</p>
<p>Nos últimos anos, os eventos da Caminhada Internacional na Natureza tornaram-se um dos principais instrumentos de promoção do turismo rural na Região Central do Estado, atraindo visitantes de diferentes municípios e contribuindo para divulgar paisagens, gastronomia, patrimônio cultural e atrativos naturais pouco conhecidos do público urbano.</p>
<p>As inscrições são limitadas a 250 participantes e podem ser realizadas antecipadamente pelo <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=q9bg3nbjuqu117uge6jt" target="_blank" rel="noopener">EcoBooking,</a> onde também pode ser conferida a programação completa.</p>
<p>Mais informações no Instagram <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/" target="_blank" rel="noopener">@caminhadasufsm</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Direitos humanos para todas as pessoas": 9º Fórum de Direitos Humanos debate inclusão e cidadania na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/17/direitos-humanos-para-todas-as-pessoas-9o-forum-de-direitos-humanos-debate-inclusao-e-cidadania-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:29:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73252</guid>
						<description><![CDATA[Evento reuniu a pesquisadora Winnie Bueno e lideranças comunitárias de Santa Maria para discutir desigualdades e o acesso universal aos direitos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73253" align="alignleft" width="504"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6723-1024x683.jpg" alt="" width="504" height="336" /> Atividade reuniu mais de cem pessoas[/caption]
<p data-start="332" data-end="1048">A <a href="https://www.ohchr.org/en/human-rights/universal-declaration/translations/portuguese?LangID=por">Declaração Universal dos Direitos Humanos</a> é um documento criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Em 30 artigos, o texto estabelece direitos fundamentais para todos os cidadãos. O primeiro artigo afirma que "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade". Já o segundo artigo estabelece que os direitos são para todos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou qualquer outra condição. O terceiro artigo afirma que "todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal".</p>
<p data-start="1050" data-end="1710">O documento estabeleceu, pela primeira vez, normas comuns de proteção aos direitos da pessoa humana, a serem seguidas por todos os povos e todas as nações. Contudo, a realidade ainda não corresponde plenamente ao que foi determinado pela ONU. Segundo o IBGE, mais de 6 milhões de pessoas passavam fome em 2024 no Brasil. Simultaneamente, ao menos 80 pessoas trans e travestis foram assassinadas em 2025, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), fazendo com que o Brasil continue sendo o país mais letal para essa população. Esses são alguns exemplos das desigualdades sociais e violações dos direitos humanos que acontecem diariamente.</p>
<h3 data-section-id="1pec0lo" data-start="1712" data-end="1746">O 9º Fórum de Direitos Humanos</h3>
[caption id="attachment_73256" align="alignright" width="509"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6726-1024x683.jpg" alt="" width="509" height="339" /> Winnie Bueno palestrou sobre direitos humanos e interseccionalidade[/caption]
<p data-start="1748" data-end="2240">Os direitos são para todos, o que significa que é um problema coletivo quando alguém é impossibilitado de exercê-los. Foi sobre isso que os participantes do 9º Fórum de Direitos Humanos discutiram nesta terça-feira (16), ao longo de todo o dia. O evento, organizado pela turma da disciplina de Gestão de Eventos do curso de Relações Públicas, em conjunto com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e o Observatório de Direitos Humanos (ODH), teve como tema "Direitos humanos para todas as pessoas". "Nós pensamos em trabalhar a temática sobre o que são direitos humanos. Às vezes há um questionamento de que os direitos humanos são para um grupo específico, e não é. Os direitos são para todos", explica a pró-reitora de Extensão, Milena Freire.</p>
<p data-start="2490" data-end="2941">O evento teve início com a palestra <em data-start="2526" data-end="2566">Direitos Humanos e Interseccionalidade</em>, ministrada por Winnie de Campos Bueno, ialorixá, escritora e pesquisadora. Durante sua fala, Winnie expressou que "embora os direitos sejam declarados como universais, as possibilidades de exercê-los estão profundamente atravessadas por desigualdades de raça, classe, gênero, sexualidade, território, religião, deficiência, idade, nacionalidade e tantas outras expressões".</p>
<p data-start="2943" data-end="3564">Na sequência, foi realizada uma mesa de debate mediada com lideranças locais. Participaram Mariane Selister, professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da UFSM e líder do Grupo de Pesquisa e Extensão GIDH – Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos; Margarete Vidal, presidente da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (Asmar), recicladora e empreendedora; e Rutileia Campos, mestranda em Educação pela UFSM, ativista do Movimento PCDs Brasil e coordenadora de ações afirmativas interseccionais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da UFSM.</p>
<p data-start="3566" data-end="4028">A coordenadora de Cidadania da UFSM, Cassiana Marques da Silva, reiterou a importância do evento para a comunidade acadêmica e para Santa Maria. "As pessoas precisam entender que os direitos são para todos. Muitas vezes, a população que mais precisa dessa compreensão precisa saber que as políticas públicas são para todos. Algumas pessoas têm a sensação de que não pertencem a elas, que não conseguem ou não podem acessá-las. Mas elas têm esse direito", afirma.</p>
<h3 data-section-id="y4t3vy" data-start="4030" data-end="4080">Parceria com a disciplina de Gestão de Eventos</h3>
[caption id="attachment_73257" align="alignleft" width="509"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6511-1024x683.jpg" alt="" width="509" height="339" /> Organizadores convidaram participantes a pensar coletivamente nos direitos humanos[/caption]
<p data-start="4082" data-end="4516">A turma do terceiro semestre de Relações Públicas foi uma das responsáveis pela organização do Fórum de Direitos Humanos. A professora da disciplina de Gestão de Eventos, Fernanda Sagrilo Andres, explica que a proposta do trabalho é desenvolver a concepção de um evento, desde a criação da identidade até a busca por parcerias. Em seguida, os grupos apresentam a ideia aos clientes e, após a aprovação, o evento é colocado em prática. "Hoje é o dia do evento, mas o trabalho vem sendo realizado desde o início do semestre. O trabalho só será finalizado após a entrega de um relatório final", conta a professora.</p>
<p data-start="4696" data-end="5032">Maria Fernanda Lemos Vargas é uma das estudantes responsáveis pelo trabalho e explica como foi a concepção das ideias para o evento. Neste ano, o fórum foi baseado na ideia de "tecer os direitos humanos coletivamente". Os participantes eram convidados a amarrar fitinhas em um mural para demonstrar que todos estavam construindo o evento juntos.</p>
<p data-start="5034" data-end="5310">Maria Fernanda conta que se sentiu privilegiada em organizar um evento para mais de cem pessoas, mas também sentiu grande responsabilidade. "Eu me diverti e me estressei, mas aprendi muito. Até agora foi uma das cadeiras em que mais aprendi, porque é prática na veia", relata.</p>
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fórum reúne lideranças locais na próxima terça-feira (16) para debater direitos humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/forum-reune-liderancas-locais-na-proxima-terca-feira-16-para-debater-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:31:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73201</guid>
						<description><![CDATA[O 9º Fórum de Direitos Humanos ocorre nos turnos da manhã e tarde, no prédio do curso de Arquitetura e Urbanismo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/cronograma.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/cronograma-819x1024.jpg" alt="" width="550" height="688" /></a>A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e da turma da disciplina de Gestão de Eventos (do curso de Relações Públicas), promove na próxima terça-feira (16) o 9º Fórum de Direitos Humanos, que neste ano terá como tema “Direitos humanos para todas as pessoas”. O evento será realizado presencialmente no prédio do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM e reunirá comunidade externa, coordenadores e participantes de projetos de extensão vinculados ao ODH, estudantes, lideranças comunitárias e demais interessados na temática.</p><p>A proposta do fórum é fortalecer os vínculos entre universidade e comunidade por meio da escuta, do diálogo e da construção coletiva, promovendo espaços de troca sobre os desafios e as possibilidades relacionados aos direitos humanos nos diferentes territórios e contextos sociais. A proposta desse ano é inspirada na ideia de tecer direitos humanos, compreendendo que o fortalecimento do diálogo, da participação social e da construção coletiva acontece a partir do encontro entre diferentes pessoas e saberes.</p><p>Ao longo da programação, os participantes poderão acompanhar rodas de conversa e debates, buscando ampliar a visibilidade das ações desenvolvidas pela universidade e incentivar a participação ativa da comunidade nas discussões propostas pelo evento. A programação contará com uma manifestação institucional de abertura, seguida da palestra da pesquisadora e escritora Winnie Bueno, intitulada “Direitos humanos e Interseccionalidade”.</p><p>Na sequência, será realizada uma mesa de debate com lideranças locais, sob a mediação da coordenadora do ODH, professora Jane Schumacher. Os painelistas são os seguintes</p><p><b>Mariane Selister – </b>professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da UFSM e líder do Grupo de Pesquisa e Extensão GIDH – Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos;</p><p><b>Marquita Quevedo – </b>coordenadora da ONG Igualdade e militante e ativista do movimento LGBTQIAPN+;</p><p><b>Margarete Vidal –</b> presidente da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (Asmar), recicladora e empreendedora;</p><p><b>Rutileia Campos – </b>mestranda em Educação pela UFSM, ativista do Movimento PCDs Brasil e coordenadora de ações afirmativas interseccionais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da UFSM.</p><p><b>Cacique Natanael </b><b>Claudino</b><b> –</b> liderança do povo Kaingang na região de Santa Maria, responsável pela Aldeia Três Soitas e protagonista na defesa dos direitos indígenas.</p><p>O evento também terá um momento cultural e rodas de conversas temáticas, buscando ampliar a visibilidade das ações desenvolvidas pela UFSM e incentivar a participação ativa do público nas discussões propostas pelo fórum. As rodas de conversa serão organizadas a partir das temáticas: educação, infâncias e formação cidadã; saúde, bem-estar e cuidado; gênero, diversidade e direitos humanos; e inclusão social, cultura, territórios e participação social.</p><p>Além de promover a integração entre os cerca de 50 projetos vinculados ao ODH, o fórum também pretende estimular o compartilhamento de experiências entre estudantes, professores, extensionistas e públicos atendidos pelas iniciativas da UFSM.</p><p>As inscrições para a participação no evento podem ser realizadas por meio <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1WdgCZxMuQ75YZeCiZsNPYJ6i-8WM5Lw-zJ_CpKMAn9tLiA/viewform?fbclid=PAZXh0bgNhZW0BMQBzcnRjBmFwcF9pZA8xMjQwMjQ1NzQyODc0MTQAAaemzi5y5T4cPLT02wt3w2Z03CrY8v09v0kI9FLbShlWWLVOhE4odqT6KMSO7Q_aem_uq6MgtQMfu2FXWZ8jQFQbQ" target="_blank" rel="noopener">deste link</a>. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/odhufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do ODH no Instagram</a>.</p><p><i>Texto: disciplina Gestão de Eventos, do curso de Relações Públicas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus do Orgulho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/eventos/viva-o-campus-do-orgulho</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 00:55:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[vivaocampus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?post_type=eventos&#038;p=16550</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Viva o Campus do Orgulho é uma edição especial do Viva o Campus promovida pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, em parceria com a Casa Verônica. A ação integra as atividades do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ e busca promover diversidade, inclusão, cultura, arte e direitos humanos.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Viva o Campus do Orgulho é uma edição especial do Viva o Campus promovida pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, em parceria com a Casa Verônica. A ação integra as atividades do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ e busca promover diversidade, inclusão, cultura, arte e direitos humanos.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus do Orgulho LGBTQIAPN+ acontece neste domingo (14)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/09/viva-o-campus-do-orgulho-lgbtqiapn-acontece-neste-domingo-14</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 20:12:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73183</guid>
						<description><![CDATA[O evento integra a programação especial do mês da diversidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (através da Coordenadoria de Cultura e Arte e em parceria com a Casa Verônica), promove neste domingo (14) o Viva o Campus do Orgulho. Esse evento integra as ações da universidade em alusão ao mês do orgulho LGBTQIAPN+, reforçando o compromisso institucional com a promoção da diversidade, do respeito e dos direitos humanos. As atividades são abertas a toda a comunidade e acontecem durante a tarde.

A edição de 2026 contará com uma diversificada programação cultural, artística e educativa, gratuita e aberta à comunidade acadêmica e externa. Entre os destaques está a Feira LGBTQIAPN+ da Casa Verônica, que neste ano reúne 14 expositores. A feira é um espaço dedicado a empreendedores LGBTQIAPN+ da UFSM, promovendo geração de renda, visibilidade e permanência estudantil. A atração artística acontece no largo do Planetário e fica por conta de Clariana e da banda de pagode O Jeito Delas.

Além dessas atrações, estarão presentes no evento os parceiros fixos do Viva o Campus: Polifeira do Agricultor, Jardim Botânico, Hangar Aeroespacial, Arte Além do Ofício e projetos de extensão, como a oficina Olha o Passarinho e Projeto Célula.

O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o meio ambiente ao trazer a sociedade para o campus da instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.

<b>Programação:</b>

<b>Programação artística:</b>

15h – Clairana;

16h – banda O Jeito Delas.

Local: Largo do Planetário

<b>Casa Verônica</b>

14h às 18h – Feira LGBTQIAPN+, com 14 expositores. Haverá brechó de roupas, itens de crochê, tricô, macramê e amigurumis, acessórios de miçangas, artesanato em <i>biscuit</i>, brinquedos, bichinhos de pelúcias e jogos.

Local: Largo do Planetário

<b>Parceiros fixos:</b>

<b>Jardim Botânico</b>

14h às 18h – Visita livre à exposição de animais taxidermizados, telhado verde, jardim sensorial e horta mandala;

15h – Oficina Vestígios do Jardim: pintura com folhas naturais;

16h – Trilha guiada.

<b>Hangar Aeroespacial</b>

14h às 18h – Apresentações gerais e atividades no simulador de voo;

14h30min – Oficina de minifoguetes, com a Escola Piloto Aero;

<b>Polifeira do Agricultor</b>

14h às 18h, no Largo do Planetário.

<b>Arte Além do Ofício</b>

14h às 18h, no Largo do Planetário.

<b>Outros projetos de extensão:</b>

<b>Olha o Passarinho</b>

14h às 18h, no Largo do Planetário.

<b>Espaço Célula</b>

14h às 18h – Atividades de alfabetização científica por meio de observação microscópica.

Local: ao lado do Planetário

<i>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição "SOSPECHOSAS", ação de internacionalização promovida pelo MACT/UFSM.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/museus/arte-ciencia-tecnologia/2026/06/03/exposicao-sospechosas-acao-de-internacionalizacao-promovida-pelo-mact-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 01:58:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[mact]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/museus/arte-ciencia-tecnologia/?p=771</guid>
						<description><![CDATA[  A Embaixada do Brasil em Buenos Aires, em parceria com o MACT/UFSM e outras instituições da Argentina e do Brasil, apresenta a exposição &#8220;Sospechosas&#8220;, da artista Giselle Beiguelman (USP), aberta a partir de 04 de junho, em Buenos Aires.   O projeto e a curadoria conjunta da exposição são da professora aposentada do CAL e conselheira do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div><img class="aligncenter wp-image-772 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/807/2026/06/cabecalho_001-1024x312.jpg" alt="" width="1024" height="312" /></div>
<div> </div>
<div><hr /></div>
<div>A <strong>Embaixada do Brasil em Buenos Aires</strong>, em parceria com o <strong>MACT/UFSM</strong> e outras instituições da Argentina e do Brasil, apresenta a exposição "<strong>Sospechosas</strong>", da artista Giselle Beiguelman (USP), aberta a partir de 04 de junho, em Buenos Aires.</div>
<div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O projeto e a curadoria conjunta da exposição são da professora aposentada do CAL e conselheira do MACT Nara Cristina Santos e de Fernando Codevilla, professor do PPGART/CAL e coordenador da área de Artes do MACT UFSM. </div>
</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">
<div dir="auto">
<div dir="auto">Na mostra transdisciplinar proposta pelos curadores <strong>explora-se as relações entre botânica, história, colonialismo, memória e tecnologia</strong>, a partir da investigação de Beiguelman, que traça um paralelo entre plantas proibidas ou demonizadas pelo colonialismo — por seus usos rituais ou medicinais, propriedades afrodisíacas ou alucinógenas — e mulheres apagadas da história da arte e da ciência. A exposição é concebida como uma instalação de grande escala, apresentando plantas vivas e artificiais, e imagens criadas em colaboração com inteligência artificial (IA). "<strong>Sospechosas</strong>" apresenta uma versão da exposição "<strong>Venenosas, Nocivas e Suspeitas</strong>", realizada em São Paulo (2024) e Porto Alegre (2025), e incorpora novas obras relacionadas à Argentina, desenvolvidas em diálogo com importantes instituições científicas e acadêmicas locais. Depois da abertura da exposição dia 04, <strong>no dia 08, acontece a conferência da artista e uma Mesa redonda</strong> na sede da reitoria da UNTREF.</div>
</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Sospechosas <strong>fortalece as atividades de internacionalização da UFSM</strong>, com a produção conjunta da Embaixada do Brasil e do Instituto Guimarães Rosa, do Museu de Arte, Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (Brasil) e da Universidade de Três de Fevereiro. Conta com o apoio do Instituto Darwinion de Botânica (CONICET e ANCEFN), do Jardim Botânico Lucien Hauman e do Herbário Gaspar Xuarez (FAUBA, UBA), da Cátedra Szlifman da UBA (FADU) e da FAPESP.</div>
<div dir="auto"> </div>
</div>
<hr />
<p><img class="aligncenter wp-image-774 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/807/2026/06/conferencia_001-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p> </p>
<hr />
<p>Imagens: divulgação do evento.<br />Textos: curadoria.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-773 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/807/2026/06/marcas_001-1024x135.jpg" alt="" width="1024" height="135" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre as portas da Antiga Reitoria para evento multicultural gratuito</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/03/ufsm-abre-as-portas-da-antiga-reitoria-para-evento-multicultural-gratuito</link>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:24:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73116</guid>
						<description><![CDATA[O Viva Antiga Reitoria reunirá exposições, apresentações culturais, mostras de projetos, ações interativas e espaços de integração]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Complexo Multicultural Antiga Reitoria, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão UFSM, será palco do evento Viva Antiga Reitoria, um encontro gratuito e aberto ao público que acontece no dia 12 de junho, sexta-feira, das 10h às 18h, no centro de Santa Maria. Organizado pelo curso de Relações Públicas da UFSM, o evento propõe um encontro entre universidade e comunidade por meio da cultura, da arte, da educação e da convivência.

Inspirado na brasilidade e na temática junina, o Viva Antiga Reitoria reunirá exposições, apresentações culturais, mostras de projetos, ações interativas e espaços de integração, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade. A proposta é transformar o Complexo Multicultural da Antiga Reitoria em um espaço vivo de troca de experiências, valorização da memória e construção coletiva do conhecimento.

A iniciativa busca dar visibilidade aos programas e projetos de extensão desenvolvidos no espaço da Antiga Reitoria, criando oportunidades de participação comunitária, integração cultural e <i>networking</i> entre iniciativas sociais, educacionais, artísticas e empreendedoras da cidade. O evento, que tem parceria com a Secretaria de Cultura de Santa Maria e com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), também reforça o papel da universidade como agente de transformação social, ampliando o acesso da população à cultura, à educação e às ações de extensão desenvolvidas pela UFSM.

As atividades ocorrem no hall da Antiga Reitoria, que fica na Rua Floriano Peixoto, 1184. Entre os destaques da programação estão:

• Feira com as empreendedoras do Lab Criativo;

• Exposições dos projetos e mostras multiculturais;

• Apresentações artísticas;

• Atividades interativas para o público.

Mais do que um evento, o Viva Antiga Reitoria convida a população a ocupar e conhecer um dos prédios históricos da cidade, fortalecendo os vínculos entre a universidade e a comunidade por meio da cultura, da memória e da participação cidadã.

A programação e outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/antigareitoriaufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil da Antiga Reitoria no Instagram</a>.

<i>Texto: disciplina Gestão de Eventos, do curso de Relações Públicas</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Incubadora Social promove evento sobre sustentabilidade e ação climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/02/incubadora-social-promove-evento-sobre-sustentabilidade-e-acao-climatica</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:55:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73098</guid>
						<description><![CDATA[A programação contará com palestras e debates conduzidos por representantes de diferentes áreas de atuação ambiental]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No contexto das ações alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente (celebrado em 5 de junho), será realizado no dia 15 de junho, das 9h30min às 12h, um encontro voltado à promoção do diálogo sobre sustentabilidade, gestão ambiental e resiliência climática. O evento acontece no auditório localizado na sala 309 do prédio da Antiga Reitoria da UFSM, que fica na Rua Floriano Peixoto, 1184, no Centro de Santa Maria.

A atividade é promovida pela Incubadora Social – integrante do Hub de Inovação Social (Hub IS) da UFSM – e tem como objetivo ampliar as discussões sobre desafios ambientais contemporâneos, aproximando universidade, poder público e comunidade por meio da troca de conhecimentos e experiências.

A programação contará com palestras e momentos de debate conduzidos por representantes de diferentes áreas de atuação relacionadas à temática ambiental. Entre os convidados estão a professora Talita Baldin, do Departamento de Ciências Florestais da UFSM. Ela vai abordar o tema “Inventário de emissões de gases de efeito estufa – primeiros passos”, que contará com uma atividade de quantificação de carbono. Tal ação será convertida em mudas de árvores que serão plantadas, posteriormente, no Viva o Campus do mês de junho.

O evento também contará com a presença da Diretoria de Gestão Ambiental da UFSM, representada pela professora Josita Monteiro, que vai falar sobre “Políticas e ações da UFSM para a sustentabilidade institucional”. Estarão presentes ainda os secretários municipais de Resiliência Climática e Relações Comunitárias e de Meio Ambiente, Edson Roberto das Neves Junior e Diego Rigon de Oliveira, respectivamente. Ambos vão falar sobre o “Programa Santa Maria Cidade Resiliente e estratégias para a gestão ambiental e resiliência climática”.

Ao longo do encontro, serão abordados temas relacionados às práticas sustentáveis, à gestão ambiental e às estratégias de enfrentamento e adaptação às mudanças climáticas, incentivando reflexões sobre o papel das instituições e da sociedade na construção de territórios mais resilientes.

O evento é aberto ao público e contará com emissão de certificado de participação, correspondente a 2 horas de atividades de extensão.

<i>Texto: Incubadora Social</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresenta nesta quinta-feira (28) o concerto “Artistas da UFSM”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/orquestra-sinfonica-de-santa-maria-apresenta-nesta-quinta-feira-28-o-concerto-artistas-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:28:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73017</guid>
						<description><![CDATA[Os ingressos estão esgotados. O público é convidado a doar 1 kg de alimento não perecível na entrada do Centro de Convenções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/O-concerto-Orquestra-Sinfonica-de-Santa-Maria-recebe-Artistas-da-UFSM-contara-com-a-participa.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/O-concerto-Orquestra-Sinfonica-de-Santa-Maria-recebe-Artistas-da-UFSM-contara-com-a-participa-819x1024.jpg" alt="Cartaz do espetáculo." width="580" height="725" /></a>Integrando as comemorações dos seus 60 anos de existência, a Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresenta nesta quinta-feira (28), às 20h, o concerto intitulado “Artistas da UFSM”, que dará destaque a professores dos cursos de Música e à sua contribuição para a cena musical da cidade e região. Além do professor e maestro Cláudio Esteves, regente do espetáculo, sobem ao palco – como solistas – os professores Sandro Cartier (ao berimbau), Fábio Saggin (na viola) e Taiur Fontana (ao piano). Na condição de regente convidado, o concerto também terá a presença do professor aposentado Enio Guerra, ex-maestro da orquestra. Contando ainda com a participação do Coral e Coro de Câmara da UFSM, o espetáculo vai celebrar o aniversário de 9 anos do Centro de Convenções, que foi inaugurado em 29 de maio de 2017. Desde então, se tornou a nova casa da Orquestra Sinfônica de Santa Maria.</p><p>O concerto vai começar com uma mistura inusitada: orquestra com berimbau. Instrumento característico da cultura afro-brasileira, o berimbau será tocado por Sandro Cartier na estreia do arranjo orquestral para a sua obra “Espinha de Peixe”, que ele compôs em 2018. Criado pelo professor Sólon de Albuquerque Mendes (docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e egresso dos cursos de Música da UFSM), o arranjo tem como proposta a conexão da música de concerto às matrizes populares brasileiras, ao transpor os ritmos do maracatu para os instrumentos de corda e sopro.</p><p>Da música clássica brasileira, a orquestra, a seguir, vai transportar o público para a música clássica germânica, com a apresentação do “Concerto em Ré Maior para Viola e Orquestra”, de autoria de Franz Anton Hoffmeister. Constituído por três movimentos (<i>Allegro</i>, <i>Adagio</i> e <i>Rondo</i>), a obra terá como solista o professor Fábio Saggin, que vai proporcionar ao público a audição de uma peça conceituada do repertório para viola, instrumento pouco conhecido do público em geral, que – por causa do formato – é frequentemente confundido com o violino.</p><p>A atração seguinte do concerto, em um novo giro inesperado, será uma “Missa” composta por Steve Dobrogosz, que traz elementos de jazz e pop para a música de concerto. A peça é dividida em seis movimentos: <i>Introitus</i>, <i>Kyrie</i>, <i>Gloria</i>, <i>Credo</i>, <i>Sanctus</i> e <i>Agnus Dei</i>. Para a execução da missa, sobem ao palco o Coral e o Coro de Câmara da UFSM, bem como o professor Taiur Fontana, que será o solista ao piano.</p><p>No ato final do espetáculo, o ex-maestro Enio Guerra volta a segurar a batuta para reger a Orquestra Sinfônica de Santa Maria. A sua história à frente do grupo começa em 1988, quando passa a dividir a regência com o seu maestro fundador, Frederico Richter. Devido à aposentadoria deste, Enio assume sozinho a direção da orquestra, cargo que ocupa até 2014. A peça escolhida para esse breve retorno à regência é “A Grande Porta de Kiev”, de Modest Mussorgsky. Trata-se do último dos 10 movimentos da suíte “Quadros de uma exposição”.</p><p><b>Exposição e entrada –</b> No mesmo dia, como atração preliminar ao concerto, será aberta às 19h15min, no hall do Centro de Convenções, a exposição <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/25/exposicao-sobre-os-60-anos-da-orquestra-sinfonica-de-santa-maria-sera-aberta-nesta-quinta-feira-28" target="_blank" rel="noopener">“Sinfonia de Diamante: 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria”</a>. Sob a curadoria da arquivista Cristina Strohschoen, a mostra celebra a trajetória da orquestra com fotografias, programas de concerto e documentos que resgatam seis décadas de música, formação e memória cultural em Santa Maria.</p><p>As portas do auditório serão abertas poucos minutos depois, às 19h30min. O público é convidado a doar 1 kg de alimento não perecível na entrada do Centro de Convenções. Os ingressos para o concerto estão esgotados; no entanto, haverá no local fila de espera, para o caso de sobrarem assentos vagos.</p><p>Este é o terceiro concerto da temporada 2026 da orquestra. A realização é da Prefeitura de Santa Maria, da Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria e da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. A produção cultural é da Plano Comunicação e Eventos, com apoio da Jeep Ram Felice. Outras informações constam nas redes sociais da orquestra (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ProgeAqua avança com cursos e capacitações na região de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/27/progeaqua-avanca-com-cursos-e-capacitacoes-na-regiao-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 19:44:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitações]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[progeaqua]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=438</guid>
						<description><![CDATA[12 municípios são contemplados pelo projeto na etapa de formação técnica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O final de maio marca o início das capacitações técnicas do Programa de Geração de Renda e Qualidade do Pescado (ProgeAqua) na região de Santa Maria. As palestras e cursos vão tratar de cuidados de manejo, qualidade da água, alimentação dos peixes, manejo de doenças, legislação ambiental e comercialização do pescado. São contemplados cerca de 120 produtores dos municípios de Cacequi, Dona Francisca, Jari, Novo Cabral, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Pinhal Grande, Quevedos, Santa Maria,  São Sepé, São Pedro e São João do Polêsine.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.20.34-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Reunião de alinhamento do ProgeAqua em São Pedro do Sul.</figcaption>
										</figure>
		<p>Segundo Rafael Lazzari, coordenador do projeto, o cenário da piscicultura na região de Santa Maria e da Quarta Colônia ainda é incipiente e conta com poucos produtores. Para o pesquisador, o objetivo é criar e estimular a cultura de criação de peixes. “O projeto tem trazido, em um primeiro momento, a sensibilização de alguns produtores. E os municípios têm manifestado uma demanda para fortalecer o acompanhamento de processos criatórios para futuras feiras do peixe”, explica Rafael.</p>
<p>De acordo com Rafael, a expectativa é que, a partir do ProgeAqua, cada município consiga organizar a piscicultura local. “Eu tô falando de criar uma lei municipal, de ter um corpo técnico e conseguir fazer esse apoio aos produtores”, afirma.&nbsp;</p>
<p>Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o ProgeAqua é um dos dez projetos contemplados pelo Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). As capacitações seguem até junho e o projeto tem continuidade mesmo após o término do período do Programa.</p>		
													<img width="1024" height="517" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.22.09-1024x517.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.21.09-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>Texto: Samara Wobeto, jornalista voluntária.</p><p>Imagens: ProgeAqua.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Frutas nativas unem preservação ambiental e geração de renda em projeto da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/frutas-nativas-unem-preservacao-ambiental-e-geracao-de-renda-em-projeto-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:10:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[frutas nativas]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[progredir]]></category>
		<category><![CDATA[projeto sabores e saberes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72872</guid>
						<description><![CDATA[Projeto “Sabores e Saberes" incentiva a preservação ambiental, fortalece comunidades locais e gera novas fontes de renda na região central do estado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72876" align="alignright" width="518"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-08.44.06.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72876" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-08.44.06.jpeg" alt="" width="518" height="691" /></a> Comunidades trabalham com frutas pouco conhecidas (Foto: Divulgação)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto “Sabores e Saberes”, desenvolvido pela UFSM, busca aproximar a população das frutas nativas da Mata Atlântica e do Pampa por meio da gastronomia, educação ambiental e da geração de renda para comunidades locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa, coordenada pela professora e engenheira florestal da UFSM Suzane Marcuzzo, surgiu há cerca de 10 anos e ganhou força a partir da consolidação dos geoparques da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul. O principal objetivo do projeto é incentivar a valorização da biodiversidade regional por meio do consumo de frutas nativas, muitas delas pouco conhecidas pela população. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a coordenadora, essas espécies são consideradas “frutas negligenciadas” pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), já que não possuem cadeias de comercialização consolidadas e raramente são encontradas em supermercados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as frutas trabalhadas pelo projeto estão butiá, guabiroba, jabuticaba, jerivá, guabiju e uvaia. Além do potencial gastronômico, elas possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e anticarcinogênicas já estudadas por pesquisadores da área de alimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta também está ligada à preservação ambiental. De acordo com Suzane, a redução das áreas de Mata Atlântica e Pampa diminui o acesso da população às frutíferas, causando ameaça às espécies nativas. Por isso, o projeto aposta na chamada “restauração ativa”: quanto maior for a demanda pelos produtos, maior será o interesse em manter e recuperar áreas de vegetação nativa.</span></p>
<h3>Oficinas transformam frutíferas em renda</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As atividades se iniciaram na Quarta Colônia, em oficinas participativas com agricultores familiares. Posteriormente, o projeto também passou a atuar no Bioma Pampa, em Caçapava do Sul. Os cursos contam com apoio dos geoparques e do programa Progredir, da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As capacitações reúnem moradores, agricultores e estudantes em encontros de longa duração, com até 72 horas de atividades. Durante as oficinas, os participantes aprendem sobre os biomas, conhecem as propriedades das frutas e desenvolvem receitas artesanais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As primeiras experiências culinárias surgiram durante a pandemia de Covid-19, quando pesquisadores da UFSM passaram meses testando preparações em laboratório. A partir daí, foram criadas receitas-base, como geleias, sucos, cucas, balas e chimias. Depois, os próprios participantes começaram a desenvolver novas combinações. Segundo a coordenadora, algumas turmas criaram mais de 50 receitas inéditas a partir das propostas iniciais do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da troca de conhecimentos, as oficinas também têm gerado oportunidades econômicas. Agricultoras que participaram das capacitações passaram a comercializar os produtos na Polifeira da UFSM e em eventos da região. </span></p>
[caption id="attachment_72907" align="alignleft" width="569"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3875.jpg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72907" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3875.jpg" alt="" width="569" height="379" /></a> Professora Suzane Marcuzzo coordena a iniciativa (Foto: Mathias Ilnick)[/caption]
<h3>Sabores desconhecidos surpreendem participantes</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das propostas do projeto é desmistificar espécies pouco valorizadas pela população. O jerivá, por exemplo, é uma palmeira comum na região central do estado, mas pouco utilizada na culinária. Além disso, o fruto pode ser usado em geleias ricas em fibras e vitamina C.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A aroeira-vermelha, conhecida popularmente como “pimenta-rosa”, também serve de exemplo. Apesar de muitas pessoas associarem a planta a alergias, ela é amplamente utilizada na gastronomia e comercializada em mercados especializados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Meus alunos ficam chocados quando a utilizamos nas receitas, eles sempre me falam que escutavam muito que a aroeira é venenosa, que não dava para chegar perto. Mas na verdade ela é uma espécie de pimenta, então nós vamos desmistificando esses dizeres durante o curso”, conta Suzane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O butiá também aparece entre os destaques do projeto. Enquanto em outras regiões do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina a fruta já é utilizada em sorvetes, licores e doces, na região central do estado ela ainda é pouco explorada comercialmente. A coordenadora destaca que a intenção não é criar receitas exóticas apenas pela novidade, mas desenvolver produtos saborosos e viáveis economicamente. “As pessoas só conservam aquilo que valorizam”, afirma.</span></p>
<h3>Projeto passa a atuar em quilombo da região</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, uma nova etapa da iniciativa está sendo desenvolvida no Quilombo São Miguel dos Carvalhos. O trabalho envolve a produção de receitas tradicionais associadas às frutas nativas e a criação de uma marca própria chamada “Sabores de São Miguel”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto recebeu financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e seguirá ampliando as atividades junto às comunidades quilombolas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a equipe, a combinação entre preservação ambiental, cultura alimentar e geração de renda pode fortalecer a conservação dos biomas locais e aproximar a população da biodiversidade da região.</span></p>
<p>Conheça mais sobre o projeto no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/02/sabores-e-saberes-conheca-o-projeto-da-ufsm-que-impulsiona-culinaria-com-frutas-nativas-2" target="_blank" rel="noopener">site da PRE</a>.</p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Divulgação e Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        