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				<title>Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresenta nesta quinta-feira (28) o concerto “Artistas da UFSM”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/orquestra-sinfonica-de-santa-maria-apresenta-nesta-quinta-feira-28-o-concerto-artistas-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:28:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Os ingressos estão esgotados. O público é convidado a doar 1 kg de alimento não perecível na entrada do Centro de Convenções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/O-concerto-Orquestra-Sinfonica-de-Santa-Maria-recebe-Artistas-da-UFSM-contara-com-a-participa.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/O-concerto-Orquestra-Sinfonica-de-Santa-Maria-recebe-Artistas-da-UFSM-contara-com-a-participa-819x1024.jpg" alt="Cartaz do espetáculo." width="580" height="725" /></a>Integrando as comemorações dos seus 60 anos de existência, a Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresenta nesta quinta-feira (28), às 20h, o concerto intitulado “Artistas da UFSM”, que dará destaque a professores dos cursos de Música e à sua contribuição para a cena musical da cidade e região. Além do professor e maestro Cláudio Esteves, regente do espetáculo, sobem ao palco – como solistas – os professores Sandro Cartier (ao berimbau), Fábio Saggin (na viola) e Taiur Fontana (ao piano). Na condição de regente convidado, o concerto também terá a presença do professor aposentado Enio Guerra, ex-maestro da orquestra. Contando ainda com a participação do Coral e Coro de Câmara da UFSM, o espetáculo vai celebrar o aniversário de 9 anos do Centro de Convenções, que foi inaugurado em 29 de maio de 2017. Desde então, se tornou a nova casa da Orquestra Sinfônica de Santa Maria.</p><p>O concerto vai começar com uma mistura inusitada: orquestra com berimbau. Instrumento característico da cultura afro-brasileira, o berimbau será tocado por Sandro Cartier na estreia do arranjo orquestral para a sua obra “Espinha de Peixe”, que ele compôs em 2018. Criado pelo professor Sólon de Albuquerque Mendes (docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e egresso dos cursos de Música da UFSM), o arranjo tem como proposta a conexão da música de concerto às matrizes populares brasileiras, ao transpor os ritmos do maracatu para os instrumentos de corda e sopro.</p><p>Da música clássica brasileira, a orquestra, a seguir, vai transportar o público para a música clássica germânica, com a apresentação do “Concerto em Ré Maior para Viola e Orquestra”, de autoria de Franz Anton Hoffmeister. Constituído por três movimentos (<i>Allegro</i>, <i>Adagio</i> e <i>Rondo</i>), a obra terá como solista o professor Fábio Saggin, que vai proporcionar ao público a audição de uma peça conceituada do repertório para viola, instrumento pouco conhecido do público em geral, que – por causa do formato – é frequentemente confundido com o violino.</p><p>A atração seguinte do concerto, em um novo giro inesperado, será uma “Missa” composta por Steve Dobrogosz, que traz elementos de jazz e pop para a música de concerto. A peça é dividida em seis movimentos: <i>Introitus</i>, <i>Kyrie</i>, <i>Gloria</i>, <i>Credo</i>, <i>Sanctus</i> e <i>Agnus Dei</i>. Para a execução da missa, sobem ao palco o Coral e o Coro de Câmara da UFSM, bem como o professor Taiur Fontana, que será o solista ao piano.</p><p>No ato final do espetáculo, o ex-maestro Enio Guerra volta a segurar a batuta para reger a Orquestra Sinfônica de Santa Maria. A sua história à frente do grupo começa em 1988, quando passa a dividir a regência com o seu maestro fundador, Frederico Richter. Devido à aposentadoria deste, Enio assume sozinho a direção da orquestra, cargo que ocupa até 2014. A peça escolhida para esse breve retorno à regência é “A Grande Porta de Kiev”, de Modest Mussorgsky. Trata-se do último dos 10 movimentos da suíte “Quadros de uma exposição”.</p><p><b>Exposição e entrada –</b> No mesmo dia, como atração preliminar ao concerto, será aberta às 19h15min, no hall do Centro de Convenções, a exposição <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/25/exposicao-sobre-os-60-anos-da-orquestra-sinfonica-de-santa-maria-sera-aberta-nesta-quinta-feira-28" target="_blank" rel="noopener">“Sinfonia de Diamante: 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria”</a>. Sob a curadoria da arquivista Cristina Strohschoen, a mostra celebra a trajetória da orquestra com fotografias, programas de concerto e documentos que resgatam seis décadas de música, formação e memória cultural em Santa Maria.</p><p>As portas do auditório serão abertas poucos minutos depois, às 19h30min. O público é convidado a doar 1 kg de alimento não perecível na entrada do Centro de Convenções. Os ingressos para o concerto estão esgotados; no entanto, haverá no local fila de espera, para o caso de sobrarem assentos vagos.</p><p>Este é o terceiro concerto da temporada 2026 da orquestra. A realização é da Prefeitura de Santa Maria, da Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria e da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. A produção cultural é da Plano Comunicação e Eventos, com apoio da Jeep Ram Felice. Outras informações constam nas redes sociais da orquestra (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ProgeAqua avança com cursos e capacitações na região de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/27/progeaqua-avanca-com-cursos-e-capacitacoes-na-regiao-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 19:44:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Capacitações]]></category>
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		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[12 municípios são contemplados pelo projeto na etapa de formação técnica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O final de maio marca o início das capacitações técnicas do Programa de Geração de Renda e Qualidade do Pescado (ProgeAqua) na região de Santa Maria. As palestras e cursos vão tratar de cuidados de manejo, qualidade da água, alimentação dos peixes, manejo de doenças, legislação ambiental e comercialização do pescado. São contemplados cerca de 120 produtores dos municípios de Cacequi, Dona Francisca, Jari, Novo Cabral, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Pinhal Grande, Quevedos, Santa Maria,  São Sepé, São Pedro e São João do Polêsine.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.20.34-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Reunião de alinhamento do ProgeAqua em São Pedro do Sul.</figcaption>
										</figure>
		<p>Segundo Rafael Lazzari, coordenador do projeto, o cenário da piscicultura na região de Santa Maria e da Quarta Colônia ainda é incipiente e conta com poucos produtores. Para o pesquisador, o objetivo é criar e estimular a cultura de criação de peixes. “O projeto tem trazido, em um primeiro momento, a sensibilização de alguns produtores. E os municípios têm manifestado uma demanda para fortalecer o acompanhamento de processos criatórios para futuras feiras do peixe”, explica Rafael.</p>
<p>De acordo com Rafael, a expectativa é que, a partir do ProgeAqua, cada município consiga organizar a piscicultura local. “Eu tô falando de criar uma lei municipal, de ter um corpo técnico e conseguir fazer esse apoio aos produtores”, afirma.&nbsp;</p>
<p>Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o ProgeAqua é um dos dez projetos contemplados pelo Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). As capacitações seguem até junho e o projeto tem continuidade mesmo após o término do período do Programa.</p>		
													<img width="1024" height="517" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.22.09-1024x517.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-20.21.09-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>Texto: Samara Wobeto, jornalista voluntária.</p><p>Imagens: ProgeAqua.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Frutas nativas unem preservação ambiental e geração de renda em projeto da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/frutas-nativas-unem-preservacao-ambiental-e-geracao-de-renda-em-projeto-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:10:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto “Sabores e Saberes" incentiva a preservação ambiental, fortalece comunidades locais e gera novas fontes de renda na região central do estado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72876" align="alignright" width="518"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-08.44.06.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72876" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-08.44.06.jpeg" alt="" width="518" height="691" /></a> Comunidades trabalham com frutas pouco conhecidas (Foto: Divulgação)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto “Sabores e Saberes”, desenvolvido pela UFSM, busca aproximar a população das frutas nativas da Mata Atlântica e do Pampa por meio da gastronomia, educação ambiental e da geração de renda para comunidades locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa, coordenada pela professora e engenheira florestal da UFSM Suzane Marcuzzo, surgiu há cerca de 10 anos e ganhou força a partir da consolidação dos geoparques da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul. O principal objetivo do projeto é incentivar a valorização da biodiversidade regional por meio do consumo de frutas nativas, muitas delas pouco conhecidas pela população. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a coordenadora, essas espécies são consideradas “frutas negligenciadas” pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), já que não possuem cadeias de comercialização consolidadas e raramente são encontradas em supermercados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as frutas trabalhadas pelo projeto estão butiá, guabiroba, jabuticaba, jerivá, guabiju e uvaia. Além do potencial gastronômico, elas possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e anticarcinogênicas já estudadas por pesquisadores da área de alimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta também está ligada à preservação ambiental. De acordo com Suzane, a redução das áreas de Mata Atlântica e Pampa diminui o acesso da população às frutíferas, causando ameaça às espécies nativas. Por isso, o projeto aposta na chamada “restauração ativa”: quanto maior for a demanda pelos produtos, maior será o interesse em manter e recuperar áreas de vegetação nativa.</span></p>
<h3>Oficinas transformam frutíferas em renda</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As atividades se iniciaram na Quarta Colônia, em oficinas participativas com agricultores familiares. Posteriormente, o projeto também passou a atuar no Bioma Pampa, em Caçapava do Sul. Os cursos contam com apoio dos geoparques e do programa Progredir, da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As capacitações reúnem moradores, agricultores e estudantes em encontros de longa duração, com até 72 horas de atividades. Durante as oficinas, os participantes aprendem sobre os biomas, conhecem as propriedades das frutas e desenvolvem receitas artesanais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As primeiras experiências culinárias surgiram durante a pandemia de Covid-19, quando pesquisadores da UFSM passaram meses testando preparações em laboratório. A partir daí, foram criadas receitas-base, como geleias, sucos, cucas, balas e chimias. Depois, os próprios participantes começaram a desenvolver novas combinações. Segundo a coordenadora, algumas turmas criaram mais de 50 receitas inéditas a partir das propostas iniciais do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da troca de conhecimentos, as oficinas também têm gerado oportunidades econômicas. Agricultoras que participaram das capacitações passaram a comercializar os produtos na Polifeira da UFSM e em eventos da região. </span></p>
[caption id="attachment_72907" align="alignleft" width="569"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3875.jpg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72907" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3875.jpg" alt="" width="569" height="379" /></a> Professora Suzane Marcuzzo coordena a iniciativa (Foto: Mathias Ilnick)[/caption]
<h3>Sabores desconhecidos surpreendem participantes</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das propostas do projeto é desmistificar espécies pouco valorizadas pela população. O jerivá, por exemplo, é uma palmeira comum na região central do estado, mas pouco utilizada na culinária. Além disso, o fruto pode ser usado em geleias ricas em fibras e vitamina C.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A aroeira-vermelha, conhecida popularmente como “pimenta-rosa”, também serve de exemplo. Apesar de muitas pessoas associarem a planta a alergias, ela é amplamente utilizada na gastronomia e comercializada em mercados especializados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Meus alunos ficam chocados quando a utilizamos nas receitas, eles sempre me falam que escutavam muito que a aroeira é venenosa, que não dava para chegar perto. Mas na verdade ela é uma espécie de pimenta, então nós vamos desmistificando esses dizeres durante o curso”, conta Suzane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O butiá também aparece entre os destaques do projeto. Enquanto em outras regiões do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina a fruta já é utilizada em sorvetes, licores e doces, na região central do estado ela ainda é pouco explorada comercialmente. A coordenadora destaca que a intenção não é criar receitas exóticas apenas pela novidade, mas desenvolver produtos saborosos e viáveis economicamente. “As pessoas só conservam aquilo que valorizam”, afirma.</span></p>
<h3>Projeto passa a atuar em quilombo da região</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, uma nova etapa da iniciativa está sendo desenvolvida no Quilombo São Miguel dos Carvalhos. O trabalho envolve a produção de receitas tradicionais associadas às frutas nativas e a criação de uma marca própria chamada “Sabores de São Miguel”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto recebeu financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e seguirá ampliando as atividades junto às comunidades quilombolas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a equipe, a combinação entre preservação ambiental, cultura alimentar e geração de renda pode fortalecer a conservação dos biomas locais e aproximar a população da biodiversidade da região.</span></p>
<p>Conheça mais sobre o projeto no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/02/sabores-e-saberes-conheca-o-projeto-da-ufsm-que-impulsiona-culinaria-com-frutas-nativas-2" target="_blank" rel="noopener">site da PRE</a>.</p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Divulgação e Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Museu Gama d’Eça e Victor Bersani: a casa do tempo e da memória de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/museu-gama-deca-e-victor-bersani-a-casa-do-tempo-e-da-memoria-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:46:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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						<description><![CDATA[Fechado temporariamente para reformas desde setembro de 2025, espaço histórico da UFSM mantém atividades de preservação, pesquisa e catalogação do acervo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72860" align="alignleft" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1802-1024x683.jpg" alt="" width="601" height="401" /> Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é a casa do tempo de Santa Maria[/caption]
<p>Existe uma casa em que o tempo parece se esconder. As portas de madeira entalhadas, altas e pesadas, protegem o passado da velocidade do mundo atual. Nela, o tempo é mais do que as horas contadas em um relógio: é um morador antigo. O Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é a morada do tempo em Santa Maria.  </p>
<h3>Dia Internacional dos Museus </h3>
<p>No dia 18 de maio, o mundo volta o olhar para espaços como este. Celebrado desde 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), o Dia Internacional dos Museus busca lembrar a importância dessas instituições como espaços de intercâmbio cultural, preservação da memória e fortalecimento da compreensão entre os povos. Em 2026, o tema da data é “Museus Unindo um Mundo Dividido”. </p>
<p>Em Santa Maria, o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é parte dessa história.  O Museu Victor Bersani foi criado em 1913, pela Sociedade União dos Caixeiros Viajantes (SUCV). Enquanto isso, o Museu Gama d’Eça foi fundado em 1968, pela Universidade Federal de Santa Maria. Em 1981, as duas instituições se fundiram e passaram a se localizar na Rua do Acampamento, centro de Santa Maria, em um prédio histórico, herança da família do Dr. Astrogildo de Azevedo. </p>
<p>Hoje, o espaço conta com um acervo de  objetos históricos, documentos, coleção de animais taxidermizados, arqueologia, paleontologia e entomologia.  </p>
<h3>Sem visitas, por enquanto </h3>
<p>Desde de setembro de 2025, o museu não recebe visitantes. O motivo é a necessidade de reforma no telhado do prédio histórico, que apresenta riscos até que seja restaurado. Além disso, a fachada também precisa passar por melhorias, explica Bernardo Duque de Paula, museólogo e diretor do museu. </p>
<p>A reforma, que estava prevista para o final de 2025, teve que ser adiada devido a desistência da empresa que a realizaria. Hoje, a instituição busca uma nova empresa para realizar a obra. </p>
<h3>O tempo não para, nem as atividades no museu </h3>
[caption id="attachment_72861" align="alignright" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1571-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Peças do museu estão sendo armazenadas na Antiga Reitoria[/caption]
<p>Mesmo sem receber o público, o museu continua em movimento. Todos os dias, estudantes, pesquisadores e profissionais atravessam suas portas para fazer com que o tempo continue sendo preservado. </p>
<p>Bernardo conta que o museu é dividido em três áreas: preservação, pesquisa e comunicação. “Tudo que a gente tem, é nosso compromisso preservar. Não só para a atual geração, mas para gerações futuras”, explica. Dentro desta área, há o cuidado com a higienização e a catalogação do acervo.</p>
<p>A pesquisa é indispensável, já que permeia todas as atividades do museu. E a comunicação envolve divulgação científica, atividades educativas e divulgações em redes sociais. Segundo Bernardo, em 2024, 18.700 pessoas visitaram o espaço. Já em 2025, até setembro, 15 mil pessoas passaram pelo acervo. “As exposições foram desmontadas, mas todo esse trabalho de preservação e de pesquisa continua sendo realizado”, afirma o diretor. </p>
<p>Hoje, uma das atividades mais frequentes no espaço é a catalogação do acervo. “Toda peça, quando entra no museu, tem que receber um número de identificação. Então, é preenchida uma ficha catalográfica, com todas as informações daquele objeto. De tempos em tempos, tem que ser feita uma checagem dessas peças, da localização e tudo”, conta Bernardo. </p>
<h3>Nos bastidores do acervo</h3>
<p>Em uma manhã de quarta-feira, a reportagem da Agência de Notícias encontrou Bernardo no museu para uma entrevista e um tour guiado. Durante nossa conversa, caminhamos pelo espaço e observamos os trabalhos que estavam sendo realizados. </p>
<p>Na primeira sala que entramos, cédulas de diferentes épocas e países estavam sendo organizadas e catalogadas pelos estudantes Lucas Rembold e Micael Bellé Razia. Bernardo nos explicou que “as cédulas são retiradas dos envelopes antigos, são acondicionadas em novos envelopes com materiais indicados para a  conservação do material, e são catalogadas e incluídas em uma planilha. Depois, são fotografadas e digitalizadas no repositório digital, em que ficam disponíveis para consulta externa”. Todas as cédulas e moedas que estão no museu hoje, são resultado de doações. </p>
<p>Lucas nos contou que o trabalho no museu influenciou diretamente sua trajetória acadêmica. Ele é mestrando em Patrimônio Cultural. “A minha pós-graduação foi o trabalho que a gente fez ano passado com as moedas, então a numismática é uma área que me atrai bastante”. </p>
<p>Após nossa conversa sobre as cédulas e moedas, seguimos para outra sala do museu. Lá, diferentes espécies de aves taxidermizadas aguardavam um cuidado minucioso. Algumas estavam sendo higienizadas sobre uma mesa por Jordana Pivetta, estudante de Biologia e voluntária responsável pelo manejo desses animais. </p>
<p>Ela explicou que antes de iniciar a higiene é preciso vestir equipamentos de proteção individual (EPIs). Mesmo preservados, os animais podem estar com fungos e piolhos. Após colocar máscara e luvas, o cuidado inicia. “Nos menores, limpamos olhos, bico e patas para soltar o pó. Quando estão mofados, usamos algodão com álcool 70%, mas evitamos as partes pintadas para não remover a tinta. Depois, limpamos os olhos e outras regiões com água pura, fazemos a foto, a identificação, atualizamos a planilha e colocamos no repositório digital”, detalhou Jordana. Após a limpeza, os animais voltam para as vitrines. </p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1378-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Após catalogar moedas, bolsistas do museu trabalham na catalogação de cédulas históricas</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1756-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A limpeza dos animais taxidermizados é realizada com produtos específicos, pincéis e uso de EPIs</figcaption>
										</figure>
		<p>Nos fundos do museu, outro trabalho acontecia longe dos olhos do público: a preparação de novos mobiliários para quando o espaço reabrir. A ideia, explica Bernardo, é que o retorno aconteça com exposições renovadas. ““Quando o museu reabrir, queremos que as exposições estejam todas repensadas. Estamos trabalhando na confecção de novos mobiliários”, conta.</p>
[caption id="attachment_72863" align="alignright" width="604"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1487-1024x683.jpg" alt="" width="604" height="402" /> Mesmo com a espera da reforma no telhado, reformas menores estão sendo realizadas[/caption]
<p>No espaço, vimos pinturas realizadas por Kauan Scheffer, estudante de desenho industrial, que ficarão nos fundos das vitrines dos animais taxidermizados. Vimos, também, Valter Rosa removendo a tinta, lixando e pintando as vitrines antigas. </p>
<h3>O que permanece guardado</h3>
<p>A visita terminou em outro endereço cheio de memória: a Antiga Reitoria da UFSM. Lá, em uma sala do subsolo, funciona a reserva técnica do museu. O local abriga livros, documentos históricos e itens que não estavam mais à mostra nas exposições. Ali também está a biblioteca do museu, organizada por Christian Vargas Dias. Desde dezembro, arquivos estão sendo levados para a Antiga Reitoria para que sejam organizados e catalogados.</p>
<p>Depois, subimos para o quarto andar e encontramos uma sala cheia de caixas de arquivos. Entre eles, documentos da década de 1970. O material que está dentro dessas caixas, será classificado e incorporado à reserva técnica visitada anteriormente. </p>
<p>Bernardo nos contou que umas de suas peças preferidas no acervo é um meteorito ferroso raro e a carruagem do Conde de Porto Alegre, que está em boas condições de preservação. “É uma carruagem que tem toda a história de ter sido usada em batalhas, em acontecimentos importantes aqui da história do Rio Grande do Sul”, contou. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1678-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A carruagem histórica é um dos elementos preferidos de Bernardo no acervo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1662-1-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Utilizada por Conde de Porto Alegre, item está em boas condições de preservação</figcaption>
										</figure>
		<h3>Atividades multidisciplinares </h3>
<p>Em 2025, cerca de 13 estudantes trabalhavam no acervo. História, ecologia, biologia, arquitetura, desenho industrial e arquivologia são algumas das áreas que ajudam a manter o espaço em funcionamento. O Gama d'Eça e Victor Bersani aceita voluntários e bolsistas selecionados através de editais. </p>
<h3>Acervo digital Tainacan </h3>
<p>Ficar um tempo sem visitações possibilitou ao museu que pudesse colocar mais itens em seu acervo digital, o <a href="https://tainacan.ufsm.br/museu-gama-deca/colecoes/" data-wplink-edit="true">Tainacan</a>. A plataforma online permite consultas públicas ao material preservado pela instituição.</p>
<p>Mesmo longe das exposições físicas, o tempo continua sendo organizado, registrado e preservado pelo Museu Gama d'Eça e Victor Bersani </p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias;<br />Fotos: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias;<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional “Caminhos na Colônia Santo Ângelo”, em Paraíso do Sul, recebe inscrições</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/15/caminhada-internacional-caminhos-na-colonia-santo-angelo-em-paraiso-do-sul-recebe-inscricoes</link>
				<pubDate>Fri, 15 May 2026 21:40:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[colônia santo ângelo]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72820</guid>
						<description><![CDATA[Atividade tem promoção conjunta de Prefeitura, Emater/RS-Ascar e UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72821" align="alignleft" width="400"]<img class="size-full wp-image-72821" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/cochilhas.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de coxilha verde." width="400" height="267" /> Participantes poderão caminhar pelo interior de Paraíso do Sul[/caption]
<p>As <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/destinoEventoSimples.php?Xeven=fuxhoo2tjchkvraeocwu">inscrições</a> para a Caminhada Internacional na Natureza: Caminhos na Colônia Santo Ângelo estarão abertas até o dia 29 de maio. A caminhada será no dia 31 deste mês em Paraíso do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul. A promoção é da Prefeitura de Paraíso do Sul, Emater/RS-Ascar e Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão. </p>
<p><span style="font-weight: 400">Com percurso de </span>14 quilômetros<span style="font-weight: 400">, a caminhada levará os participantes por estradas do interior marcadas por paisagens naturais, construções históricas, produção agrícola e tradições preservadas desde a chegada dos primeiros imigrantes alemães à região, em 1857. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo do trajeto, </span>20 famílias agricultoras<span style="font-weight: 400"> recepcionarão os caminhantes. A programação inclui </span>café colonial pela manhã, almoço típico regional e feira de produtos coloniais e artesanato<span style="font-weight: 400">, com a finalidade de ampliar a circulação de renda nas comunidades locais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um município que enfrentou impactos significativos provocados pelos eventos climáticos extremos de 2024, iniciativas ligadas ao turismo rural ganham papel estratégico. A presença de visitantes movimenta pequenos empreendimentos, fortalece agricultores familiares e contribui para manter vivas tradições, produções e vínculos comunitários do interior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A caminhada se aproxima dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) ao estimular crescimento econômico associado ao turismo local, incentivar o consumo de produtos regionais, valorizar patrimônios culturais e promover práticas voltadas ao desenvolvimento sustentável dos territórios rurais.</span></p>
<h3><strong>Caminhos na Colônia Santo Ângelo</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O roteiro recebeu o nome </span>“Caminhos na Colônia Santo Ângelo”<span style="font-weight: 400"> por revelar parte da história que deu origem ao município. Segundo registros locais, ao observar a paisagem da região, o barão Von Kahlden teria afirmado: </span><i><span style="font-weight: 400">“Das ist wahrlich ein Paradies”</span></i><span style="font-weight: 400"> (“Isso é mesmo um paraíso”), expressão que inspirou o nome </span>Paraíso do Sul<span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>A expectativa da organização é receber até 350 participantes. O evento contará com pontos de apoio, ambulância, banheiros, carro de suporte e estrutura para recepção dos caminhantes.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A <a href="https://www.google.com/maps/place/Escola+Municipal+de+Ensino+Fundamental+Salgado+Filho/@-29.6837927,-53.1209188,494m/data=!3m1!1e3!4m6!3m5!1s0x950316a666275be9:0x3973099e4b7033f5!8m2!3d-29.6832269!4d-53.1191432!16s%2Fg%2F1ptyqj911?entry=ttu&amp;g_ep=EgoyMDI2MDUxMi4wIKXMDSoASAFQAw%3D%3D">concentração</a> ocorrerá na </span>Escola Municipal Alfredo Link / Escola Municipal de Ensino Fundamental Salgado Filho<span style="font-weight: 400">, com início da caminhada às 7h. </span></p>
<p><em>Com informações da Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus celebra o aniversário de Santa Maria no próximo domingo (17)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/viva-o-campus-celebra-o-aniversario-de-santa-maria-no-proximo-domingo-17</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:24:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72773</guid>
						<description><![CDATA[O evento será realizado em parceria com a Prefeitura de Santa Maria, integrando as ações do programa Prefa nos Bairros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove no próximo domingo (17) uma edição especial do Viva o Campus em comemoração aos 168 anos de Santa Maria. O evento será realizado em parceria com a Prefeitura de Santa Maria, integrando as ações do programa Prefa nos Bairros. Com atividades gratuitas e abertas à comunidade, a programação acontece no Largo do Planetário, no campus da UFSM, reunindo atrações culturais, ações de saúde, serviços, lazer, ciência, educação e entretenimento para toda a família.</p>
<p>As atividades iniciam-se ao meio-dia, com a vacinação contra a gripe e demais serviços de saúde oferecidos pela Prefeitura de Santa Maria. A vacinação será destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo crianças, idosos, gestantes, trabalhadores da saúde e da educação, pessoas com comorbidades, entre outros públicos contemplados pela campanha. Já as demais atrações acontecem das 14h às 18h.</p>
<p>A programação artística contará com apresentações musicais de Junior Benaduce, às 15h, e da banda Onda Sul, às 17h.</p>
<p>Entre os parceiros já tradicionais do Viva o Campus, estão o Jardim Botânico da UFSM, com oficinas, exposições e atividades junto à natureza; o projeto Hangar Aeroespacial, com simulador de voo e oficina de minifoguetes; a Polifeira do Agricultor; a Mostra de Ciências Morfológicas; e o projeto Arte Além do Ofício, além de diversas ações de extensão universitária voltadas à educação ambiental, saúde, literatura e empreendedorismo social.</p>
<p>Nesta edição especial, a Prefeitura de Santa Maria leva ao campus uma ampla estrutura de serviços e atendimentos por meio do programa Prefa nos Bairros, incluindo vacinação, atualização do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), orientações de saúde, ações de prevenção à dengue, testes rápidos, serviços voltados ao empreendedorismo, empregabilidade, educação, trânsito, defesa civil e assistência social.</p>
<p>O público também poderá aproveitar brinquedos infláveis, passeio de trenzinho pelo campus, exposição de veículos antigos, <i>food trucks</i> e a primeira edição do Esquenta Chapa, com comercialização do tradicional xis, considerado um dos símbolos gastronômicos de Santa Maria.</p>
<p>Além das atividades no campus da UFSM, a programação de aniversário dos 168 anos de Santa Maria contará, na manhã de domingo, com a realização da 3ª Rústica de Aniversário de Santa Maria e da Rua do Lazer, na Avenida Prefeito Evandro Behr, em Camobi. Para a realização das atividades esportivas e recreativas, haverá bloqueios temporários no trânsito da Avenida Prefeito Evandro Behr e em vias próximas ao campus durante parte da manhã e início da tarde de domingo.</p>
<p><strong>3ª Rústica de Aniversário de Santa Maria </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">A 3ª Rústica de Aniversário de Santa Maria, em celebração aos 168 anos do Município, ocorre no domingo (17), a partir das 8h, no Bairro Camobi.</span></p>
<p>Informações sobre o serviço de<span style="font-weight: 400"> retirada dos kits e trajetos podem ser encontradas no </span><a style="font-size: revert" href="https://santamaria.rs.gov.br/noticias/30651-prefeitura-informa-sobre-a-entrega-de-kits-da-3a--rustica-aniversario-santa-maria"><span>site da Prefeitura. </span></a></p>
<p><strong>Bloqueios de trânsito:</strong><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- Das 7h até o término da rústica, o trânsito estará bloqueado nos dois sentidos da Avenida Prefeito Evandro Behr (Faixa Velha de Camobi), entre a Igreja do Amaral e a primeira rotatória da Avenida Roraima;</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">-  As vias laterais da Avenida Prefeito Evandro Behr e as rótulas da Avenida Roraima permanecerão fechadas durante o trajeto dos atletas;</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- A Avenida Roraima, entre a Avenida Prefeito Evandro Behr e o Arco da UFSM, terá bloqueios momentâneos;</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- O monitoramento será feito por agentes da Superintendência de Trânsito da Prefeitura e do Comando Rodoviário da Brigada Militar.</span></p>
<p><b>Rua do Lazer</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após a rústica, a população poderá utilizar a Avenida Prefeito Evandro Behr para a prática de atividades como corrida, caminhada, ciclismo, skate, patins e patinete, das 10h30min ao meio-dia. O fechamento das vias ocorre de forma temporária e devidamente sinalizada, garantindo o acesso de moradores e o atendimento de serviços indispensáveis.</span></p>
<p><strong>Bloqueios:</strong><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- Das 10h30min ao meio-dia, na Avenida Prefeito Evandro Behr (Faixa Velha de Camobi);</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- O trânsito estará bloqueado nos dois sentidos, entre a Igreja do Amaral e a primeira rotatória da Avenida Roraima;</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- As vias laterais da Avenida Prefeito Evandro Behr e as rótulas da Avenida Roraima serão liberadas para o tráfego de veículo;</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">- O monitoramento será feito por agentes da Superintendência de Trânsito da Prefeitura e do Comando Rodoviário da Brigada Militar.</span></p>
<p><b>Programação:</b></p>
<p><b>P</b><b>rogramação artística</b></p>
<p>No Largo do Planetário:</p>
<p>15h – Junior Benaduce (música nativista);</p>
<p>17h – banda Onda Sul.</p>
<p><b>Parceiros fixos:</b></p>
<p><b>Jardim Botânico</b></p>
<p>14h às 18h – Visita livre ao telhado verde, ao jardim sensorial e à horta mandala, além de exposição de animais taxidermizados;</p>
<p>15h – Oficina de pintura botânica;</p>
<p>16h – Corrida na trilha.</p>
<p><b>Hangar Aeroespacial</b></p>
<p>14h às 18h – Apresentações gerais e simulador de voo;</p>
<p>14h30min – Oficina de minifoguetes.</p>
<p><b>Mostra Morfo</b></p>
<p>14h às 18h – Concurso Explorando a Embriologia, no prédio 19</p>
<p><b>Polifeira </b><b>do</b><b> Agricultor</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p><b>Arte Além do Ofício</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p><b>Projetos de Extensão da UFSM:</b></p>
<p><b>Escambo Solidário</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p>• Troca de resíduos sólidos recicláveis secos (plástico, papel, alumínio, CDs, miçangas e óleo de cozinha) por mudas de plantas, adubo orgânico, <i>ecobags</i> e outros produtos vinculados ao projeto;</p>
<p>• Resgate de pontos pelo aluno cadastrado no projeto e troca por plantas.</p>
<p><b>O Ruído Nosso de Cada Dia</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p>• Exposição e distribuição de materiais educativos;</p>
<p>• Esclarecimentos de dúvidas;</p>
<p>• Agendamento de avaliação auditiva no Serviço de Atendimento Fonoaudiológico da UFSM.</p>
<p><b>Experiências Literárias com Bebês e Crianças Bem Pequenas</b></p>
<p>14h às 18h, no bosque em frente ao Planetário</p>
<p>• Promoção de leitura literária para os bem pequenos</p>
<p><b>Incubadora Social</b></p>
<p>• Feira dos empreendimentos</p>
<p><b>Outras atividades:</b></p>
<p><b>Associação de Veículos Antigos de Santa Maria (Avasm)</b></p>
<p>• Exposição de veículos antigos</p>
<p><b>Atividades da Prefeitura:</b></p>
<p><b>Chimarródromo</b></p>
<p>• Distribuição de água quente e erva-mate</p>
<p><b>Espaço institucional</b></p>
<p>• Prefeitura e UFSM</p>
<p><b>Resiliência climática e relações comunitárias/Defesa Civil</b></p>
<p>• Cadastro de alertas da Defesa Civil;</p>
<p>• Orientações sobre prevenção e autossalvamento.</p>
<p><b>Saúde</b></p>
<p>• Política de HIV – Trailer Testa Santa Maria;</p>
<p>• Política de Saúde Bucal, com a Unidade Odontológica Móvel;</p>
<p>• Agente de Saúde em Endemias – material demonstrativo sobre a dengue;</p>
<p>• Vacinação (contra a gripe);</p>
<p>• Atualização de cartão SUS;</p>
<p>• Orientação nutricional;</p>
<p>• Orientação sobre métodos contraceptivos;</p>
<p>• Verificação de consultas e exames.</p>
<p><b>Desenvolvimento social</b></p>
<p>• Campanha do Agasalho (início das doações);</p>
<p>• Família Acolhedora (informações);</p>
<p>• Centro de Referência da Mulher (informações);</p>
<p>• Emprega Santa Maria (divulgação de vagas de emprego).</p>
<p><b>Desenvolvimento econômico e inovação</b></p>
<p>• Sala do Empreendedor – orientações sobre abertura de microempreendimentos individuais (MEIs);</p>
<p>• Imembuí Microfinanças – orientações sobre microcrédito.</p>
<p><b>Gestão de pessoas/ Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE)</b></p>
<p>• Orientações sobre o programa Bolsa Estágio</p>
<p><b>Segurança e ordem pública</b></p>
<p>• Escolinha Itinerante de Trânsito;</p>
<p>• Distribuição de material educativo e informativo sobre o Maio Amarelo.</p>
<p><b>Educação</b></p>
<p>• Contação de histórias;</p>
<p>• Ações de educação fiscal.</p>
<p><b>Esporte/cultura/entretenimento</b></p>
<p>• Teste de velocidade de pedestres;</p>
<p>• Brinquedos infláveis;</p>
<p>• Passeio de trenzinho pelo campus.</p>
<p><i><b>Food trucks</b></i></p>
<p>• 1ª edição do Esquenta Chapa (comercialização de xis, o lanche símbolo de Santa Maria)</p>
<p> </p>
<p><i>Com informações da </i><i>Secretaria de Comunicação da </i><i>Prefeitura de Santa Maria</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>12 coisas que você pode aprender ouvindo o podcast Clima de Crise</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/05/06/12-coisas-que-voce-pode-aprender-ouvindo-o-podcast-clima-de-crise</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:41:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=432</guid>
						<description><![CDATA[Podcast produzido pela UFSM reúne pesquisadores e profissionais que estão na linha de frente dos estudos sobre Mudanças Climáticas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 deixaram marcas visíveis nas cidades, nas paisagens e na vida de milhares de pessoas. Mas também evidenciaram algo maior: a crise climática já faz parte do cotidiano. Foi a partir desse cenário que surgiu o podcast <em>Clima de Crise</em>, produzido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para aproximar universidade e sociedade a partir da pauta climática.</p><p>Com seis episódios divididos em duas temporadas, o podcast reúne pesquisadores e profissionais que estão na linha de frente dos estudos sobre mudanças climáticas para discutir, em linguagem acessível, como eventos extremos afetam a saúde, o território, a comunicação, a educação e a vida em comunidade. Mais do que explicar fenômenos ambientais, a série busca mostrar os impactos sociais da crise climática.</p><p>“O principal aprendizado é o entendimento de que já estamos vivendo em um período de emergência climática e que precisamos agir, individual e coletivamente”, afirma a diretora do podcast, Camila Pereira. “Precisamos repensar nosso consumo, nossos hábitos, nossa comunicação, nossa gestão e nossas leis ambientais.”</p><p>O <em>Clima de Crise</em> parte de perguntas concretas: o que acontece com quem precisa de atendimento de saúde quando uma cidade fica isolada por uma enchente? Como as pessoas se informam quando a internet deixa de funcionar? O que muda nos rios e no solo depois de um evento extremo? Ao longo dos episódios, especialistas ajudam a compreender como a crise climática reorganiza rotinas, amplia desigualdades e transforma territórios. “Passei a enxergar a crise climática de forma mais próxima, entendendo que ela já está acontecendo e que não há como voltar atrás”, diz Camila.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-17.39.00-1024x667.jpeg" alt="" width="1024" height="667" /></p><p>A lista a seguir reúne 12 aprendizados e curiosidades extraídos das entrevistas com especialistas e apresentam ideias que ajudam a entender melhor o que aconteceu em 2024 e o que pode acontecer daqui para frente.</p><ol><li><p><strong>O vínculo com o território muda a forma de reagir a desastres</strong></p><p>Diante de um desastre, nem todo mundo reage da mesma forma, e isso pode estar relacionado com a relação construída com o lugar onde se vive. No episódio 1, <em>Pertencimento e Memória em tempos de Crise Climática</em>, a professora Maria Medianeira Padoin, do Departamento de História da UFSM, destaca que se reconhecer como parte do território pode influenciar a disposição para agir diante dos problemas e impactar diretamente a resposta às crises. Ela considera fundamental que se fortaleça um “sentimento comunitário”, ou seja, “um sentimento de pertencimento coletivo, [que o território] não só meu, [mas é] nosso”.</p></li><li><p><strong>Universidades podem atuar diretamente nos territórios em situações de crise</strong></p><p>No episódio 1, Maria Medianeira Padoin explica que a presença da UFSM no território da Quarta Colônia se dá em projetos desenvolvidos junto às comunidades, escolas e gestores locais, e são voltados à compreensão e à busca de soluções para problemas da região em diálogo com os moradores. Durante as enchentes de 2024, essa rede também se tornou visível na prática. “Eu comecei a receber muitas ligações de nossos alunos, era meia-noite, uma da manhã… [eles diziam] nós estamos sem luz, com necessidades”, relata. Ao mesmo tempo, professores de diferentes áreas também entraram em contato oferecendo ajuda, evidenciando a universidade como uma rede mobilizada diante da crise.</p></li><li><p><strong>Nem toda cidade pode ter todos os serviços de saúde — e isso vira um problema em situações de crise</strong></p><p>No episódio 2, <em>Saúde em contexto de emergência climática</em>, a mestranda em Saúde Coletiva pela UFSM, Gabriela Toniolo Bertolo, explica que não existem atendimentos especializados em todos os municípios do Brasil, já que o sistema de saúde no país é organizado para funcionar de forma regionalizada.</p><p>“Pensa um município de 2, 3 mil habitantes ter cardiologista, ter cirurgia geral para aquela população — isso é inviável e insustentável, tanto financeiramente quanto de forma logística para o sistema”, afirma.</p><p>A organização do SUS em regiões e macrorregiões permite concentrar recursos e garantir atendimento para aquela população, mas cria vulnerabilidades em situações extremas. Durante as enchentes de 2024, cidades ficaram isoladas e perderam acesso a serviços: “Em dois dias, Santa Maria ficou ilhada. E como agir quando os serviços de média e alta complexidade, os principais prestadores da região, ficam isolados? Não é possível trazer os pacientes para cá, e os que já estão aqui também não conseguem voltar para casa.”</p><p>Segundo Gabriela, foi necessário mobilizar diferentes frentes para garantir o atendimento, com apoio de outras instâncias públicas e, em alguns momentos, da iniciativa privada.</p></li><li><p><strong>Remédios doados durante enchentes podem acabar descartados</strong></p><p>Durante as enchentes de 2024, a grande quantidade de doações de medicamentos acabou gerando alguns desafios, como conta Gabriela Bertolo no episódio 2: “A solidariedade é o que nos torna humanos, mas, sem uma orientação, nos trouxe vários problemas”.</p><p>Muitos dos medicamentos doados não puderam ser utilizados, seja por falta de controle de validade, por terem sido armazenados de forma inadequada ou por não corresponderem às necessidades do momento: “Quando as pessoas doam medicamento da farmacinha da casa delas, aquele medicamento controlado ou aquele medicamento cortado que a gente não tem noção da data de validade, não temos como entregar esse medicamento para a população, ele vai ser descartado”, explica Gabriela.</p><p>A situação exigiu a criação de uma estrutura específica para triagem, com equipe técnica responsável por avaliar o que poderia ou não ser aproveitado.</p></li><li><p><strong>Quando a internet falha, a informação também entra em risco</strong></p><p>Sem internet, como uma comunidade se informa em meio a um desastre? Durante as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, essa pergunta deixou de ser hipotética. Em diversas regiões, a conexão caiu ou se tornou instável — e, com ela, o principal meio de acesso à informação.</p><p>No episódio 3 — <em>Jornalismo Local, Desertos de Notícia e Resiliência Climática</em> — a professora Laura Storch, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, relata que algumas regiões da Quarta Colônia ficaram sem acesso à internet: “toda aquela lógica globalizada de informação, desabou naquele momento”.</p><p>O episódio revela como a crise expôs a dependência de infraestruturas digitais e a vulnerabilidade dos sistemas de informação em contextos extremos.</p></li><li><p><strong>Rádios e WhatsApp foram essenciais para a circulação de informação durante a crise</strong></p><p>Com a queda ou instabilidade da internet, a circulação de informação passou a depender de meios mais próximos do território. No episódio 3, Laura Storch destaca que as rádios mantêm uma relação direta com as comunidades, o que fortalece seu papel em momentos de crise. Além disso, sua atuação envolve presença física nas áreas afetadas, com profissionais que se deslocam até regiões isoladas para relatar o que está acontecendo.</p><p>Mesmo com falhas na conexão, os grupos de WhatsApp também tiveram papel importante sempre que havia algum acesso disponível. Por serem organizados a partir de vínculos diretos entre moradores, funcionaram como redes locais de troca de informações. “Existia um fluxo de informação muito potente acontecendo ali”, afirma.</p><p>Os grupos ajudavam a identificar pessoas isoladas, organizar pedidos de ajuda e circular informações urgentes entre moradores e equipes de resposta.</p></li><li><p><strong>Eventos extremos são naturais, o desastre depende de como ocupamos o território</strong></p><p>No episódio 4 — <em>Clima, Território e Educação Ecológica</em> — o professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM Adriano Figueiró explica que eventos como as chuvas fortes de 2024 são parte do processo natural da dinâmica da evolução da paisagem: “Não há nada de estranho no que aconteceu, porque isso vem acontecendo há milhões de anos. A paisagem hoje só é o que é porque eventos extremos dessa natureza aconteceram com muito mais intensidade, com muito mais frequência”, afirma.</p><p>O que transforma esses eventos em desastre, no entanto, é a forma como os territórios são ocupados. Áreas como margens de rios e encostas instáveis são especialmente vulneráveis. “Os maiores danos ocorreram justamente naquelas estruturas construídas pelos seres humanos que desrespeitam os caminhos naturais da própria paisagem”, explica Adriano.</p><p>Segundo ele, esses eventos continuarão ocorrendo — possivelmente com maior frequência em função das mudanças climáticas. Diante disso, é preciso aprender como reduzir os danos à vida e aos bens materiais.</p></li><li><p><strong>O solo leva séculos para se formar — mas pode desaparecer em poucos dias</strong></p><p>No episódio 4, Adriano Figueiró destaca que a formação do solo é um processo extremamente lento: “Para produzir 1 cm de solo, eu preciso por volta de 400 anos”.</p><p>Durante as enchentes de 2024, áreas da Quarta Colônia perderam quase 1,5 metro de solo em apenas três dias de chuva. O contraste revela que certos danos ambientais são praticamente irreversíveis no tempo humano, e reforça a importância de práticas de conservação e planejamento do uso da terra: “com algumas técnicas simples de conservação do solo, nós poderíamos ter preservado mais do nosso patrimônio”, enfatiza o pesquisador.</p></li><li><p><strong>Um rio pode ficar mais rápido e destrutivo depois de um evento extremo</strong></p><p>Eventos extremos podem alterar a forma e o comportamento dos rios, com efeitos que permanecem no tempo. No episódio 5, <i>Chuva, solo e ciência: o que aprendemos com as enchentes,</i> o professor do Departamento de Solos da UFSM Jean Minella explica que, após as enchentes, mudanças no leito do rio reduziram sua rugosidade e alteraram seu fluxo.</p><p>“Ele se tornou menos rugoso, mais retilíneo”, afirma, explicando que é como se tivesse passado por uma “pavimentação natural”, ou seja, “para um mesmo evento de chuva que aconteça agora, as velocidades do rio estão maiores. Então o rio está propagando aquela mesma vazão que propagava antes de uma forma muito mais rápida”.</p><p>Isso, segundo o pesquisador, pode intensificar os danos em eventos futuros.</p></li><li><p><strong>O mesmo sistema que causa enchente também pode causar falta de água depois</strong></p><p>No episódio 5, o professor Jean Minella explica que os períodos de enchente e estiagem estão ligados ao funcionamento do sistema hídrico. Segundo ele, a forma como a superfície das bacias é ocupada interfere diretamente na recarga dos aquíferos, das nascentes e na quantidade de água disponível nos rios ao longo do ano.</p><p>O impacto vai além dos eventos extremos. Jean Minella afirma que rios que ficam “extremamente violentos” durante as chuvas podem depois “agonizar”, sem água suficiente para abastecer comunidades urbanas e rurais. “Esse excesso que a gente tem de escoamento superficial é a água que vai faltar no período de baixa precipitação”, resume o pesquisador.</p><p>Para ele, o sistema está “obviamente desequilibrado”: a água escoa rápido demais durante as chuvas e deixa de abastecer o solo, os rios e os aquíferos nos períodos secos.</p></li><li><p><strong>Nem os especialistas esperavam a dimensão das enchentes no Sul</strong></p><p>Mesmo com dados e modelos de medição cada vez mais sofisticados, a magnitude de alguns eventos climáticos ainda surpreende. No episódio 6 — <em>Variabilidade climática no Sul do Brasil</em> — a meteorologista e docente do Departamento de Física da UFSM Nathalie Boiaski afirma que os eventos extremos surpreenderam até quem pesquisa o tema. “Nenhum de nós era capaz de compreender a magnitude de um evento extremo até então”, relata.</p><p>A pesquisadora, que mora na Quarta Colônia, conta que também foi atingida pelas enchentes de 2024: “Eu sou meteorologista, tenho a formação, eu tinha os dados na mão. Por que que eu não saí? Porque a gente não quer acreditar”.</p><p>Ela relata que não deixou sua casa imediatamente, porque jamais imaginou que o rio pudesse atingir o nível que atingiu. Segundo ela, como nunca havia acontecido algo parecido antes, acreditou que “ia chover, mas não ia ser tanto assim a ponto de a gente precisar sair de casa”. A saída aconteceu apenas quando percebeu que o nível do rio estava subindo rápido demais.</p><p>Para ela, os eventos recentes mostram que, mesmo com avanços na meteorologia, a dimensão dos impactos ainda desafia a capacidade de previsão e resposta da sociedade.</p></li><li><p><strong>Eventos extremos locais são mais difíceis de prever — e os alertas ganham ainda mais importância</strong></p><p>No episódio 6, Nathalie Boiaski explica que eventos em escala regional ou local são mais difíceis de antecipar com precisão, especialmente pela falta de dados em determinadas áreas. Chuvas intensas podem atingir uma região específica enquanto bairros próximos permanecem sem chuva, o que dificulta a representação desses eventos nos modelos de previsão. “chove no centro da cidade de Santa Maria e não chove em Camobi”, exemplifica.</p><p>A situação se torna ainda mais complexa em áreas com pouco monitoramento. “Então nós precisamos sim de mais monitoramento, porque não tem milagre que o meteorologista possa fazer sem ter um ponto de observação, sem ter pluviômetro, sem ter termômetro, sem ter anemômetros”, afirma a pesquisadora, citando a falta de equipamentos em parte da Quarta Colônia.</p><p>Nesse cenário, mesmo com incertezas, a recomendação é sempre considerar os avisos e agir preventivamente. A forma como as pessoas respondem a esses alertas pode influenciar diretamente os impactos das situações de risco. Ela defende que os alertas meteorológicos sejam levados a sério: “Na dúvida, saia”.</p></li></ol><p>```</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-06-123446-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" />O podcast <i>Clima de Crise</i> foi produzido no âmbito dos projetos “Governança e multidimensionalidade dos riscos climáticos” (Fapergs 06/2024) e “Comunicação de proximidade” (PROEXT-PG/Capes), vinculados à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p><h4><b>Todos os episódios já estão disponíveis, confira:</b></h4><ul><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 1 — Pertencimento e Memória em tempos de Crise Climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/5aSErRkx2eMqHOvTKvxBiq">https://open.spotify.com/episode/5aSErRkx2eMqHOvTKvxBiq</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 2 — Saúde em contexto de emergência climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/41Z21uM58NGSPpESF1cOHX">https://open.spotify.com/episode/41Z21uM58NGSPpESF1cOHX</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 3 — Jornalismo Local, Desertos de Notícia e Resiliência Climática</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/2xChGQmiHA7hRaNL27qsyD">https://open.spotify.com/episode/2xChGQmiHA7hRaNL27qsyD</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 4 — Clima, Território e Educação Ecológica</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/11g5CbODKQGhs7pKfaoqMi">https://open.spotify.com/episode/11g5CbODKQGhs7pKfaoqMi</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 5 — Chuva, solo e ciência — o que aprendemos com as enchentes</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/0vyVHnbyzCHqMyDsGvioug">https://open.spotify.com/episode/0vyVHnbyzCHqMyDsGvioug</a></li><li style="font-weight: 400"><b>Episódio 6 — Variabilidade climática no Sul do Brasil — interações, mecanismos e impactos</b><b><br /></b><a href="https://open.spotify.com/episode/6QFzVuNFxZQ6kh5bHnAZvg">https://open.spotify.com/episode/6QFzVuNFxZQ6kh5bHnAZvg</a></li></ul><p>Texto: Luciane Treulieb, jornalista</p><p>Ilustração: Evandro Bertol, designer</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestra Sinfônica apresenta concerto com trilhas sonoras de grandes sucessos do cinema</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/orquestra-sinfonica-apresenta-concerto-com-trilhas-sonoras-de-grandes-sucessos-do-cinema</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:03:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Com ingressos esgotados, o espetáculo ocorre nesta terça-feira (28), às 20h, no Centro de Convenções da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/filmes.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/filmes-819x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação do espetáculo." width="600" height="750" /></a>Os ingressos para o concerto intitulado “Os Grandes Clássicos do Cinema”, espetáculo que a Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresenta nesta terça-feira (28), esgotaram-se poucas horas após a sua liberação (de forma gratuita) para o público. Sob a regência do maestro Cláudio Esteves, a orquestra vai apresentar no Centro de Convenções da UFSM, a partir das 20h, as trilhas sonoras de filmes que lotaram as salas de exibição na época em que foram exibidos nos cinemas. Essa será a segunda apresentação da temporada oficial da orquestra em 2026, ano em que se comemoram os seus 60 anos de existência.</p><p>Estão previstas intervenções que vão integrar a música não somente com o cinema, mas também com o teatro e a dança. Além disso, para que o público entre no clima do espetáculo, os espectadores são convidados a comparecer ao concerto vestindo o figurino do seu personagem preferido. Inclusive, os cem primeiros que chegarem fantasiados ao Centro de Convenções ganharão um brinde da orquestra.</p><p>Com relação ao repertório escolhido, se o critério for a bilheteria, não poderiam ficar de fora as trilhas sonoras compostas por John Williams. A orquestra vai tocar alguns dos seus primeiros sucessos (os temas dos filmes “Tubarão”, “Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida”, “Star Wars: Uma Nova Esperança” e “Star Wars: O Império Contra-Ataca”), frutos da parceria com os cineastas Steven Spielberg e George Lucas.</p><p>Spielberg é também um dos produtores executivos de um dos clássicos mais amados dos anos 80: “De Volta para o Futuro”, cuja trilha sonora, composta por Alan Silvestri, também será contemplada no concerto. O compositor que criou a música que embala as viagens no tempo de Marty McFly e Doc Brown é o mesmo que compôs a trilha sonora do filme que juntou vários super-heróis da Marvel em um só: “Os Vingadores”, cuja música se fará presenta no espetáculo.</p><p>Para os fãs que vierem ao espetáculo trajando um <i>smoking</i> e fazendo pose de agente secreto, a orquestra vai executar a trilha sonora perfeita – o tema de 007, composto por John Barry – para que se apresentem como “Bond, James Bond”. Além do espião mais famoso das telonas, o concerto vai contemplar ainda o mais atrapalhado agente da polícia francesa: o inspetor Clouseau, para o qual Henry Mancini criou o tema da Pantera Cor-de-Rosa e que posteriormente serviu de trilha sonora para um dos desenhos animados mais queridos por crianças e adultos do mundo todo.</p><p>Os fãs dos desenhos animados japoneses também podem vestir os seus<i> cosplays</i> para apreciar a música de “Princesa Mononoke”, composta por Joe Hisaishi. Mais recentemente, essa confraria de grandes compositores do cinema permanece viva com os trabalhos de Hans Zimmer, cuja trilha para “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra” foi escolhida para representá-lo no espetáculo, em cujo programa consta ainda a música de Howard Shore que serviu de fundo para as aventuras de Frodo na terra média, em “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”.</p><p>O concerto tem financiamento do sistema Pró-Cultura RS, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Estado, com patrocínio da Arrozeira Sepeense e Unimed Santa Maria. O evento conta ainda com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e produção cultural da Plano Comunicação e Eventos.</p><p>Outras informações constam nas redes sociais da orquestra (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Time Enactus leva sustentabilidade e empreendedorismo social para escolas de Santa Maria e Caçapava do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/04/21/time-enactus-leva-sustentabilidade-e-empreendedorismo-social-para-escolas-de-santa-maria-e-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:38:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo social]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[time enactus]]></category>

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						<description><![CDATA[As crianças têm contato com a educação financeira por meio da ‘Escolinha de Negócios’]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>Durante cerca de quatro meses, crianças do quarto ano de escolas públicas foram responsáveis pelo cuidado, rega e crescimento de mudas de temperos diversos. Nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental Dagoberto Barcellos, de Caçapava do Sul, e Lourenço Dalla Corte, de Santa Maria, oficinas de sustentabilidade e empreendedorismo social foram responsáveis por introduzir a prática da educação financeira. Promovidos pelo Time Enactus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), os encontros da ‘Escolinha de Negócios’ tinham como objetivo a conscientização da importância de dois eixos: o cuidado com o meio ambiente e com o dinheiro. </p>
<p>De acordo com Kamilly Dias, acadêmica da Licenciatura de Educação Física e bolsista do Time Enactus, foi por meio do cuidado com as plantas que as crianças aprenderam sobre o desenvolvimento dos negócios. “Eles escolheram o temperinho que mais agradou e a partir disso trabalhamos negócios, vendas, como lidar com o dinheiro, o que significa custo, preço, como surgiu o dinheiro, como funciona um cartão de crédito, o banco. Tudo de uma forma leve”, conta. Ao entregar a muda de tempero, os integrantes do Time Enactus proporcionaram uma oficina para explicar as diferenças entre os temperos, suas possibilidades de uso e quais cuidados são necessários. Nessa atividade, as e os estudantes elaboraram placas de identificação das plantas e suas características. As crianças também tiveram a oportunidade de participar de uma oficina de customização dos vasos, em que foram trabalhados aspectos da agregação de valor de um produto.</p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/criancas_001-1024x768.jpg" alt="" />													
		<p>Depois de cerca de quatro meses, as plantas, que eram cuidadas no dia-a-dia da escola, foram comercializadas em feiras de produtores, como a Polifeira, em Santa Maria, e a Feira do Produtor Rural, em Caçapava do Sul. Após a venda, as crianças decidiam o que fazer com o lucro.</p>		
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/criancas_004-768x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/criancas_002-576x1024.jpg" alt="" />													
		<p>Josiane de Oliveira, professora na escola Dagoberto Barcellos, conta que seus alunos foram muito receptivos ao projeto da Escolinha de Negócios. Para ela, os encontros quinzenais agregaram muito no desenvolvimento do tema da educação financeira, que ela costuma abordar durante as aulas de matemática. “Acredito que os alunos desenvolveram o esperado, que foi desde a educação ambiental, de cuidar do meio ambiente, que eles precisaram cuidar e ter responsabilidade com a sua planta, e depois com a educação financeira, de comercializar a plantinha com todos os passos do preço, do lucro, do conhecimento das plantas”, descreve. Para Josiane, além do desenvolvimento da consciência ambiental e financeira, os alunos também aprenderam sobre como se comunicar e conversar com as pessoas, habilidade que foi fundamental para realizar as vendas das mudas no centro da cidade de Caçapava do Sul.</p>
<p> </p>
<p>A partir da experiência, Kamilly Dias percebeu que as crianças não tinham muito conhecimento sobre questões básicas de finanças mas, ao mesmo tempo, havia curiosidade em aprender. “Eles desenvolveram sacadas bem legais a partir das percepções. Falávamos sobre salário, sobre CLT, uma pessoa que tem emprego fixo ou que é autônoma. E eles conseguiam se enxergar dentro disso: ‘Ah, meu pai é pintor, então ele é autônomo’”, explica Kamilly. </p>
<p> </p>
<p>A estudante acredita que a educação financeira deveria ser mais trabalhada na escola. “Conseguimos precificar quanto ia sair cada mudinha. Colocamos preço no vaso, na terra, no trabalho que eles tiveram, de cuidar, cultivar, regar. Colocamos preço e valor nessas coisas. E eles conseguiram chegar em um valor final que poderiam vender a plantinha. Eles entenderam que o custo da planta é um e que o lucro que iam ter é outro”, explica Kamilly. Ela também conta que, após a venda das plantas, algumas das crianças optaram por comprar sorvete, enquanto outras pensaram em usar o dinheiro para comprar mais mudas a fim de expandir o ‘negócio’. “Muitos disseram: ‘Ah, profe, eu vou pegar o valor do custo, comprar outras plantinhas, porque aí eu cultivo e vou ter de novo o meu lucro, mas também o valor do meu custo. Vou ganhar R$10,00 na minha planta e com isso eu vou gastar tanto e guardar o resto’”, lembra Kamilly.</p>		
			<h3>Sustentabilidade e empreendedorismo social como bases do Time Enactus</h3>		
		<p>O Time Enactus é uma organização internacional que tem 133 times somente no Brasil. De acordo com Débora Bobsin, coordenadora do Time na UFSM, o propósito é levar, para as universidades, o viés do empreendedorismo social. “Acontecem por meio da execução de projetos que olhem para problemas locais das suas comunidades e que gerem impacto para elas”, explica. Na UFSM, isso se executa por meio de ações de extensão, que é uma das formas de oficializar os times nas universidades. São cerca de 15 estudantes envolvidos, entre bolsistas e voluntários, de áreas como Psicologia, Química, Agronomia, Desenho Industrial, Ciências da Computação, Odontologia, Ciências Sociais, Engenharia de Telecomunicações e Educação Física.</p>
<p> </p>
<p>Formado pelo tripé dos vieses do ambiental, do social e da sustentabilidade financeira, o Time Enactus tem essas temáticas como centrais. Também é por isso que as ações de extensão feitas pelo Time na UFSM têm esse enfoque: “E é muito difícil falar de empreendedorismo social sem falar de questões ambientais, entende? Quando partimos de um problema, eles estão imbricados. E vem pela demanda das escolas, que têm dificuldade de trabalhar questões ambientais de forma transversal”, conta Débora. Para ela, as duas temáticas estão entrelaçadas. “É difícil de desconectar. Pensa nos recicladores: eles trabalham com um negócio que é ambiental, que gera ingresso financeiro e é uma maneira de sustento e que minimiza problemas que nós [a sociedade] criamos”, reflete.</p>		
			<h3>Outras ações de extensão</h3>		
		<p>A ‘Escolinha de Negócios’ dá continuidade a uma iniciativa anterior do Time Enactus, o projeto Florescer. É uma das ações de extensão desenvolvidas pelo Time a partir dos recursos do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). De acordo com Débora e Kamilly, a experiência deve continuar em 2026 na escola Dagoberto Barcellos, de Caçapava do Sul, e com outra escola de Santa Maria. Débora também comenta que, no ano de 2026, o Time Enactus deve testar uma modalidade da ação com turmas do ensino médio, com o objetivo de discutir o empreendedorismo a partir da resolução de problemas da escola.</p>
<p>O projeto também tem materiais didáticos, como cartilhas, em processo de editoração, que vão permitir a aplicação do modelo da Escolinha de Negócios em outras escolas, como um guia para as e os professores. Além disso, também trabalham no desenvolvimento de dois jogos: o Ciclus, que trata do descarte correto de resíduos, e outro, de tabuleiro, sobre educação empreendedora, que está na fase de desenvolvimento.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">E<i>xpediente:</i></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Reportagem: Samara Wobeto, jornalista voluntária.</i></p>
<p><i>Fotos: Time Enactus UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos de extensão da UFSM colaboram com a segurança cibernética de prefeituras gaúchas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/projetos-de-extensao-da-ufsm-colaboram-com-a-seguranca-cibernetica-de-prefeituras-gauchas</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:54:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Informação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72544</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM atua junto a prefeituras para reduzir riscos de ataques cibernéticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desde 2024, a UFSM promove projetos de extensão coordenados pelo professor Luiz Fernando Freitas-Gutierres (docente do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência), com o objetivo de fortalecer a cibersegurança no âmbito da administração pública municipal. As iniciativas incluem a identificação de vulnerabilidades em sistemas de informação, a condução de campanhas simuladas de <i>phishing</i>, a elaboração de materiais educativos e a realização de treinamentos em parceria com prefeituras do Rio Grande do Sul.

As atividades resultaram na produção de relatórios técnicos destinados ao intercâmbio de conhecimento, ao aprimoramento das defesas digitais e à redução da superfície de ataque das instituições envolvidas. Esses documentos descrevem as lacunas de segurança identificadas e apresentam recomendações de medidas mitigatórias. As ações extensionistas são viabilizadas por meio de acordos de cooperação técnica entre a UFSM e as prefeituras, sem aporte financeiro entre as partes. Os convênios fundamentam-se na colaboração mútua, na troca de experiências e na geração de benefícios institucionais recíprocos.

Prefeituras municipais e outros órgãos públicos do Rio Grande do Sul têm sido, nos últimos anos, alvos cada vez mais frequentes de incidentes cibernéticos. A partir da coleta de informações publicamente disponíveis e da análise por meio de inteligência de fontes abertas (<i>open-source intelligence</i>), é possível identificar uma ampla variedade de ocorrências. Entre elas estão transferências indevidas de recursos dos cofres públicos, ataques de <i>ransomware</i> acompanhados de exigência de pagamento de resgate, campanhas de <i>phishing</i> bem-sucedidas, indisponibilidade de canais oficiais de comunicação e de serviços essenciais prestados à população, além do envio de mensagens fraudulentas que utilizam indevidamente a identidade visual das prefeituras para enganar contribuintes.

Também são recorrentes os casos em que <i>sites</i> institucionais têm seu conteúdo modificado, removido ou substituído por mensagens falsas deixadas por cibercriminosos, bem como vazamentos de dados sob responsabilidade do poder público e ataques distribuídos de negação de serviço (<i>distributed denial-of-service</i>). Em grande parte desses episódios, observa-se a ausência de informações claras sobre a real extensão dos danos causados aos sistemas de informação, assim como a falta de esclarecimentos quanto à possível exposição de dados da população. Esse cenário evidencia fragilidades na defesa cibernética das instituições públicas gaúchas e sugere a inexistência ou a baixa efetividade de planos de resposta a incidentes, além de possíveis violações à <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a>.

Entre os diferentes tipos de ataque observados, o <i>phishing</i> merece atenção especial por ser frequentemente bem-sucedido em função de falhas humanas. Trata-se de uma técnica de engenharia social executada por meio de e-mails, mensagens de texto, chamadas telefônicas ou páginas fraudulentas na internet, nas quais cibercriminosos se passam por fontes legítimas e confiáveis. O objetivo é enganar as vítimas e induzi-las a fornecer informações sensíveis ou realizar ações indevidas.

A redução da efetividade desse tipo de ataque depende, sobretudo, da capacitação contínua de servidores e colaboradores, com foco na conscientização e na adoção de boas práticas de segurança. Essa estratégia está alinhada à perspectiva de que medidas preventivas tendem a ser mais eficazes e economicamente vantajosas do que ações corretivas após a ocorrência de incidentes, conforme destacado no <a href="https://www.ibm.com/reports/data-breach" target="_blank" rel="noopener">Cost of a Data Breach Report 2025</a>, publicado pela IBM.

Para obter mais informações sobre os projetos de extensão universitária mencionados ou acerca de oportunidades de colaboração técnica na área de cibersegurança, recomenda-se entrar em contato com o professor Luiz Fernando Freitas-Gutierres, por meio do e-mail institucional luiz.gutierres@ufsm.br ou via <a href="https://www.linkedin.com/in/lffreitas-gutierres/" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn</a>.

<i>Texto: Luiz Fernando Freitas-Gutierres, com revisão da Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banco vermelho é inaugurado no CCS e reforça debate interseccional sobre violência contra mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/banco-vermelho-e-inaugurado-no-ccs-e-reforca-debate-interseccional-sobre-violencia-contra-mulheres</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:16:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[banco vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[casa veronica]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete da reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72528</guid>
						<description><![CDATA[Ação reúne comunidade acadêmica para discutir desigualdades que atravessam diferentes marcadores sociais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72530" align="alignright" width="564"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO2.jpg"><img class="wp-image-72530" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO2.jpg" alt="" width="564" height="376" /></a> Banco vermelho do CCS tem citação da filósofa Djamila Ribeiro[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Não se pode ter seletividade quando o assunto é o combate ao machismo”. A frase de Djamila Ribeiro é o que estampa o mais novo banco vermelho da UFSM, inaugurado no Centro de Ciências da Saúde (CCS) na última quarta-feira (15). O momento foi pensado para conscientizar a comunidade acadêmica acerca do combate ao feminicídio. Na Universidade, a iniciativa parte do Gabinete da Reitora e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio da Casa Verônica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a ocasião, o evento contou com a roda de conversa “Gênero, raça e violências: lutas e desafios no enfrentamento à violência contra as mulheres”, coordenada pela professora Monalisa Siqueira, presidente da Comissão de Igualdade de Gênero na UFSM, no auditório do prédio 26B. Ela comenta: “trata-se de um debate que atravessa nossos corpos, nossa vida pessoal e profissional”.</span></p>
[caption id="attachment_72534" align="alignleft" width="564"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A1041.jpg"><img class=" wp-image-72534" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A1041.jpg" alt="" width="564" height="376" /></a> Monalisa, Martha e Cláudia participaram de roda de conversa[/caption]
<h3>Uma luta para pensar gênero, raça e classe</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para somar à discussão, fizeram-se presentes professores, estudantes, servidores e autoridades. A professora Cláudia Bassoaldo, coordenadora da Política de Promoção da Igualdade Racial do município, alerta sobre o racismo estrutural presente neste tipo de violência. Os números não negam: conforme dados divulgados em 2026 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), </span><a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2026/03/nota-tecnica-dia-mulher-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">mulheres negras continuam sendo o maior alvo de feminicídio no Brasil, representando 62,6% das vítimas entre 2021 e 2024</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cláudia vê o banco vermelho não apenas como um espaço de reflexão, mas de denúncia, ao evidenciar que diferentes vidas são atravessadas por desigualdades que as tornam mais vulneráveis à violência. Ela chama a atenção para o fato de que, mesmo com todos os avanços da sociedade contemporânea, ainda é muito raro ver mulheres negras ocupando os espaços públicos. A professora conclui: “enquanto eu puder falar, falarei, mesmo que incomode. Se a gente não incomodar, isso será naturalizado”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Somente em 2026, o Rio Grande do Sul já registrou, até o momento, 27 casos de feminicídio</span><span style="font-weight: 400">. O número acende um alerta, mas também aponta para a necessidade de compreensão. O conceito de interseccionalidade, formulado por Kimberlé Crenshaw e reiterado por pensadoras como Djamila Ribeiro, fala justamente dessas desigualdades, que incidem de forma desproporcional sobre as mulheres.</span></p>
[caption id="attachment_72532" align="alignright" width="563"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO6.jpg"><img class=" wp-image-72532" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO6.jpg" alt="" width="563" height="375" /></a> Professores, estudantes, servidores e autoridades presentes na inauguração do banco vermelho do CCS[/caption]
<h3>Liderança feminina à frente da mudança social</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Encerrada a roda de conversa, a professora Monalisa realizou o protocolo inaugural do banco vermelho, localizado no hall do CCS, entre os prédios 26A e 26B. Ela comenta: “fica, então, a reflexão para o CCS, majoritariamente composto por mulheres”. Além da grande presença feminina de estudantes, o centro possui uma mulher à frente do cargo de direção: a professora Maria Denise Schimith. A diretora percebe o papel da área da saúde no combate à violência contra a mulher e conclui: “precisamos pesquisar, estudar, fazer a extensão e o cuidado. A gente deve formar os profissionais da saúde para que eles não repliquem atos machistas e misóginos”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Primeira mulher a ocupar o cargo de reitora da UFSM, a professora Martha Adaime reafirma o compromisso com a campanha dos bancos vermelhos, fomentada tanto por ela quanto pelas demais reitoras do estado. Ela conta que, ao falar sobre a proposta ao restante das chefias universitárias do Brasil, a reação foi de estranheza: muitos sequer conheciam a iniciativa. </span></p>
<h3>Banco vermelho: da Europa ao Brasil</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Símbolo internacional de enfrentamento ao feminicídio, o banco vermelho é um marco visual que busca chamar a atenção para a violência contra as mulheres. A campanha originou-se na Itália em 2016 e visa ocupar espaços públicos com bancos pintados de vermelho para representar o sangue derramado pelas vítimas e os lugares vazios deixados por mulheres assassinadas. No Brasil, a ação foi oficializada pela </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14942.htm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Lei nº 14.942/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> e executada pelo </span><a href="https://institutobancovermelho.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Instituto Banco Vermelho</span></a><span style="font-weight: 400"> em parceria com municípios e instituições de ensino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dentro da UFSM, o primeiro banco foi inaugurado em dezembro de 2025, no </span><span style="font-weight: 400">hall </span><span style="font-weight: 400">do Restaurante Universitário 1 (RU1). Até o momento, já são quatro: além do RU1 e CCS, há bancos vermelhos também no Centro de Educação (CE) e no Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH). A ideia é que todos os centros sejam contemplados com a iniciativa, que se soma a outras ações voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao combate às violências, fortalecendo o compromisso da Universidade com a pauta. </span></p>
[caption id="attachment_72533" align="alignleft" width="429"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/foto7.jpg"><img class=" wp-image-72533" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/foto7.jpg" alt="" width="429" height="286" /></a> Iniciativa é executada, no Brasil, pelo Instituto Banco Vermelho[/caption]
<h3>Denuncie</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A Casa Verônica, vinculada ao Observatório de Direitos Humanos (ODH), disponibiliza em seu site uma </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica/onde-procurar-ajuda" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">seção específica com orientações sobre onde procurar ajuda em casos de violência</span></a><span style="font-weight: 400">. A página reúne informações sobre serviços de atendimento nos diferentes campi da Universidade, além de indicar caminhos para denúncia e proteção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A denúncia é um passo fundamental para o enfrentamento da violência e para a proteção das vítimas. Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados por meio do </span>telefone 180<span style="font-weight: 400">, canal nacional de atendimento que funciona gratuitamente em todo o país. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Conheça outros contatos úteis:</span></em></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400"> Direitos Humanos: 100</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Centro de Referência da Mulher (CRM): (55) 3174-1519, opção 2, e (55) 99139 4971 (WhatsApp)</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM): (55) 3174-2252</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA): (55) 3174-2225</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Polícia Civil: 197</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Brigada Militar: 190 </span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Guarda Municipal: 153 (Ciosp)</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Santa Maria: (55) 3222-8888</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Ministério Público: (55) 3222-9049</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Defensoria Pública: (55) 3218-1032</span></li>
</ul>
<p><em>Texto<span style="font-weight: 400">: Camille Moraes, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Fotos<span style="font-weight: 400">: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional da Natureza ocorre em São Francisco de Assis no dia 26 de abril</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/14/caminhada-internacional-da-natureza-ocorre-em-sao-francisco-de-assis-no-dia-26-de-abril</link>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:30:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[A Eco-Trilha Cerro da Vigia terá um trajeto de aproximadamente 12,3 km, com saída às 7h e chegada prevista para o meio-dia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/caminhada.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/caminhada-1024x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação do evento." width="600" height="600" /></a>Conhecido como a “Querência do Bugio”, o município de São Francisco de Assis recebe no dia 26 de abril a primeira Caminhada Internacional da Natureza de 2026. A Eco-Trilha Cerro da Vigia terá um trajeto de aproximadamente 12,3 km, com saída às 7h no Centro Social 14 de Outubro, localizado na comunidade de Picada do Padre, e chega prevista para o meio-dia, no mesmo local. Os interessados em participar podem se inscrever no <i>site</i> <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/destinoEventoSimples.php?Xeven=jc8bnwym148ewxi1j143" target="_blank" rel="noopener">Ecobooking</a>.</p><p>Ao custo de R$ 20,00, será disponibilizado café da manhã para os participantes na saída do trajeto. Na chegada, haverá também almoço, ao preço de R$ 30,00. A caminhada no interior de São Francisco de Assis – município que integra o Projeto Geoparque Raízes de Pedra – será uma experiência que vai combinar “turismo rural, agricultura familiar, cultura local e sustentabilidade em um mesmo percurso”, de acordo com a organização do evento.</p><p>As Caminhadas Internacionais da Natureza são realizadas pelo Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater), ação de extensão da UFSM, em parceria com a Emater/RS e as prefeituras e comunidades locais. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do projeto no Instagram</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM vai levar paisagismo para mais um município da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/10/projeto-da-ufsm-vai-levar-paisagismo-para-mais-um-municipio-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:45:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

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						<description><![CDATA[Ações a serem desenvolvidas pelo Flores para Todos em São João do Polêsine foram discutidas nesta semana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM fechou parceria com a Prefeitura de São João do Polêsine para expandir o paisagismo do projeto Flores para Todos para mais um município da Quarta Colônia de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul. As tratativas foram realizadas nesta quinta-feira (9), em reunião <em>online</em> que teve a participação da prefeita de São João do Polêsine, Jaqueline Milanesi, da pró-reitora de Extensão da UFSM, Milena Freire de Oliveira-Cruz, e de integrantes da Equipe PhenoGlad, que é composta por alunos de graduação, mestrado e doutorado da UFSM </p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e diretor de Pesquisa, Ensino e Extensão da Associação Riograndense de Floricultura (AFLORI), a parceria vai levar técnicas internacionais de paisagismo sustentável e resiliente às mudanças do clima e a eventos meteorológicos extremos para o município de São João do Polêsine, ampliando o paisagismo na região da Quarta Colônia.</p>
<p>"O sucesso da restauração e modernização do paisagismo em Silveira Martins, que iniciamos um ano atrás, valida as propostas inovadoras do projeto Flores para Todos, e agora iniciaremos a ampliação da proposta em São João do Polêsine, um município que tem forte aptidão para o turismo religioso, gastronômico e paleontológico", explica o professor.</p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Na reunião, foram definidas as prioridades e os espaços da cidade onde as flores serão plantadas durante este ano. Serão usadas espécies de flores adaptadas ao clima e solo da região, com alto valor ornamental e que são produzidas, na maior parte, por famílias de produtores no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. "Queremos deixar São João do Polêsine ainda mais bonita para os turistas, sem esquecer o outro lado da cadeia, os nossos produtores e suas famílias, que têm nas flores o seu negócio de renda", acrescenta Nereu.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inauguração de Lab Commerce fortalece empreendimentos incubados no Hub de Inovação Social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/07/inauguracao-de-lab-commerce-fortalece-empreendimentos-incubados-no-hub-de-inovacao-social</link>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 22:16:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[hub de inovação social]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Espaço qualifica o comércio e amplia oportunidades de geração de renda para empreendimentos de impacto social]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72397" align="alignright" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Juraci-Terezinha.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Juraci-Terezinha-1024x645.jpg" alt="A foto mostra uma mulher morena com cabelos grisalhos, que vete uma camisa com estampa flores e fundo escuro. Ela está postada à frente de uma estante na qual estão em exposição artigos com decoração de camuflagem militar." width="630" height="397" /></a> Uma das participantes do Lab Commerce é a artesã Juraci Terezinha. Em seu empreendimento, ela reutiliza faradas militares para a confecção de bolsas e mochilas, entre outros artigos[/caption]<p>O Hub de Inovação Social da UFSM (Hub IS) inaugurou nesta terça-feira (7) o Lab Commerce, uma sala voltada à comercialização, qualificação e apoio ao desenvolvimento de empreendimentos com impacto social. O espaço está localizado no terceiro andar do Complexo Multicultural da Antiga Reitoria.</p><p>A cerimônia de inauguração foi realizada na sala do Hub de Inovação Social e contou com a presença de representantes da universidade e do projeto, incluindo o chefe do Hub IS, Lucas Ávila, a arquiteta responsável pelo projeto, Raiane Pires Tólio, a coordenadora de Cidadania, Cassiana Marques da Silva, representando a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), e a reitora da UFSM, Martha Adaime. Após as falas de abertura, foi realizado o descerramento da placa inaugural, conduzido pela reitora, pelo chefe do Hub e pela arquiteta, seguido de uma visita guiada ao espaço.</p><p>Entre os empreendimentos já presentes no Lab Commerce está o trabalho da artesã Juraci Terezinha, do “Mimos e Artesanato da Jura”, que produz peças a partir da reutilização de fardas militares e tecidos descartados. A iniciativa alia sustentabilidade e geração de renda, e encontra no novo espaço uma oportunidade de fortalecimento e crescimento. “Essas salas vão ajudar muito na valorização do nosso trabalho. Agora temos um espaço mais estruturado para vender nossos produtos, além das feiras que acontecem na frente do prédio”, afirma.</p><p>Ela também destaca a trajetória junto ao Hub de Inovação Social e o impacto das oficinas e formações oferecidas aos empreendimentos incubados. “As oficinas sobre finanças, precificação, divulgação e tudo que eu aprendi aqui com o Hub já nos ajudaram muito, e agora com o Lab Commerce vai melhorar ainda mais”, comenta a artesã.</p><p><b>Fortalecimento do comércio social e da autonomia</b></p>[caption id="attachment_72398" align="alignleft" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Ana-Julia-Maciel.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Ana-Julia-Maciel-1024x689.jpg" alt="No centro da foto, está uma mulher branca de cabelos brancos, que veste uma blusa de cor rosa avermelhada, sobre uma camisa preta de gola rolê. Ela aparece de perfil, em frente a uma mesa com petiscos variados. Com uma espátula na mão, ela corta pedaços de bolo." width="630" height="424" /></a> Participante do Lab Commerce, Ana Júlia Maciel aproveitou a inauguração do espaço para proporcionar ao público a degustação dos produtos do empreendimento, que se chama “Delícias da Ana Gourmet”[/caption]<p>O Lab Commerce surge como um ambiente estruturado de comercialização, experimentação e qualificação, vinculado ao Hub de Inovação Social e às ações de extensão da UFSM. A iniciativa foi criada a partir da demanda crescente por suporte técnico nas áreas de vendas, posicionamento de mercado e geração de renda entre os empreendimentos incubados.</p><p>O chefe do Hub IS, Lucas Ávila, destaca que o objetivo central do laboratório é fortalecer a autonomia e a sustentabilidade econômica dessas iniciativas oferecendo suporte técnico e oportunidades de inserção no mercado.</p><p>Na prática, o laboratório funciona como um ambiente integrado de desenvolvimento, no qual os empreendimentos passam por etapas de diagnóstico, qualificação e experimentação. O espaço permite desde a organização e exposição de produtos até a realização de testes de mercado e interação direta com consumidores. Além da estrutura física, o Lab Commerce oferece capacitações em gestão e comercialização, apoio na construção de modelos de negócio, orientação em precificação e <i>branding</i>, além de suporte para participação em feiras e eventos. A proposta é contribuir para a profissionalização das iniciativas e ampliar sua presença no mercado.</p><p>O diferencial do Lab Commerce está no seu foco em comércio social e inclusão produtiva, articulando inovação com impacto social de forma aplicada. Diferentemente de espaços tradicionais de empreendedorismo, que muitas vezes priorizam escalabilidade e retorno financeiro, o Lab valoriza iniciativas com propósito social, promovendo capacitação prática, acompanhamento contínuo e conexão com redes locais. Conforme destaca Lucas Ávila, o laboratório atua diretamente no fortalecimento da sustentabilidade econômica e da autonomia dos empreendimentos, ao qualificar suas estratégias comerciais, ampliar o acesso a mercados e potencializar a geração de valor. Trata-se, portanto, de um modelo orientado ao território, sensível às realidades sociais e voltado à promoção de impacto sustentável e ao desenvolvimento local.</p><p><b>Integração com a comunidade e impacto social</b></p>[caption id="attachment_72399" align="alignright" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9954.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9954-1024x668.jpg" alt="A foto mostra uma estante na qual estão expostos peças de vestuário, pochetes e colares." width="630" height="411" /></a> Peças de vestuário, pochetes e colares também estão à venda no Lab Commerce[/caption]<p>A coordenadora de Cidadania, Cassiana Marques da Silva, destaca o papel do Lab Commerce na promoção da inclusão produtiva e na aproximação entre universidade e comunidade. “Esse novo espaço fortalece a inclusão produtiva e a geração de renda, além de aproximar a universidade da comunidade”, afirma.</p><p>A reitora da UFSM, Martha Adaime, enfatizou o caráter estratégico da iniciativa para a instituição e para a região. “Esse espaço reforça o papel da universidade como agente de transformação social e contribui diretamente para o desenvolvimento da sociedade”, afirma. Martha também cita que a criação do Lab Commerce está alinhada à proposta de integrar ensino, pesquisa e extensão em ações que gerem impacto concreto na comunidade.</p><p>Outro empreendimento já presente é “Delícias da Ana Gourmet”, de Ana Júlia Maciel, que utilizou o evento de inauguração para expor seus produtos alimentícios no <i>coffee break</i>. “É uma oportunidade de mostrar nossos produtos para mais pessoas e dar mais visibilidade ao nosso trabalho”, comenta.</p><p>Assim como outras iniciativas incubadas, o negócio participa das ações do Hub de Inovação Social, que incluem acompanhamento técnico, mentorias e capacitações. Com a estrutura do Lab Commerce, essas iniciativas passam a contar com um espaço permanente de comercialização e experimentação.</p><p>Inicialmente, o laboratório atende prioritariamente empreendimentos incubados, com acesso por meio de editais e programas vinculados ao Hub IS e à Incubadora Social. A expectativa é ampliar gradualmente o alcance para outros públicos e fortalecer parcerias com a comunidade externa.</p><p><b>Estrutura pensada para os empreendimentos</b></p>[caption id="attachment_72400" align="alignleft" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0046.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0046-1024x699.jpg" alt="Várias pessoas circulam pelo Lab Commerce e Hub de Inovação Social." width="630" height="430" /></a> Os produtos expostos receberam a atenção do público que compareceu à inauguração[/caption]<p>O espaço foi projetado pela arquiteta Raiane Pires Tólio, com foco nas necessidades dos empreendedores atendidos pelo Hub de Inovação Social. “O Lab foi pensado para atender às necessidades de comercialização dos empreendedores e para ser adaptável a cada produto”, explica.</p><p>O espaço do Lab Commerce conta com mobiliário desenvolvido pela marcenaria da UFSM, além de peças reutilizadas de outros ambientes do prédio da Antiga Reitoria, reforçando também a proposta de sustentabilidade.</p><p>Estantes, expositores e cabideiros organizam os produtos das iniciativas incubadas, criando um ambiente funcional e acessível tanto para os empreendedores quanto para o público. Durante a visita guiada, foi possível observar produtos já expostos nas salas do espaço, incluindo itens de gastronomia, artesanato e vestimenta.</p><p><b>Perspectivas de expansão</b></p><p>A criação do Lab Commerce integra uma estratégia mais ampla da UFSM voltada à inovação social e ao desenvolvimento territorial. O espaço atua como um elo entre produção, mercado e comunidade, incentivando práticas comerciais mais sustentáveis e promovendo a autonomia dos empreendimentos. Entre as perspectivas futuras, está a ampliação das atividades e o desenvolvimento de novas frentes, como soluções voltadas ao comércio digital, ampliando o alcance das iniciativas apoiadas.</p><p><i>Texto e fotos: Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</i></p><p><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus do Coelhinho no próximo domingo (12)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/06/ufsm-promove-viva-o-campus-do-coelhinho-no-proximo-domingo-12</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 20:50:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[Com temática de Páscoa, a UFSM realiza mais uma edição do Viva o Campus, com programação especial para o público infantil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72388" align="alignright" width="586"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/3-1.jpg"><img class=" wp-image-72388" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/3-1-819x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação do evento." width="586" height="733" /></a> O destaque desta edição do Viva o Campus é para a atividade Piquenique com o Coelho, promovida pelo LabCuni[/caption]

A UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), realiza no próximo domingo (12) mais uma edição do Viva o Campus, desta vez com temática especial de Páscoa. Voltado especialmente ao público infantil, o Viva o Campus do Coelhinho é gratuito, aberto à comunidade e acontece das 14h às 18h, oferecendo uma tarde de experiências lúdicas, culturais e educativas no campus sede da universidade.

Nesta edição, a programação conta com a participação de parceiros já consolidados do projeto, como a Polifeira do Agricultor, o Jardim Botânico, o Projeto Hangar Aeroespacial e o Projeto Arte Além do Ofício. O destaque fica por conta da atividade Piquenique com o Coelho, promovida pelo Laboratório de Cunicultura (LabCuni), que preparou uma série de atividades interativas, incluindo contato com coelhos, oficina de confecção de orelhinhas, pintura facial temática e uma aventura exploratória pelo evento, com mapa interativo e certificação simbólica de “Explorador do Viva o Campus do Coelhinho”. A programação artística ficará por conta da banda Onda Sul, com apresentação às 16h, no Largo do Planetário.

Criado em 2014, o Viva o Campus tem como objetivo aproximar a comunidade da universidade, promovendo o acesso à cultura, à arte e ao conhecimento, além de incentivar a valorização do espaço público e a conscientização ambiental. Ao longo dos anos, o projeto consolidou-se como uma importante ação de extensão, integrando diferentes áreas e fortalecendo o vínculo entre a UFSM e a sociedade.

<b>Programação artística:</b>

16h – Onda Sul, no Largo do Planetário

<b>Parceiros </b><b>f</b><b>ixos:</b>

14h às 18h – LabCuni: Piquenique com o Coelho, no bosque em frente ao Planetário.

Nessa programação especial, haverá interação com os coelhos, confecção de orelhinhas de coelho, pintura facial temática e aventura exploratória, com mapa para carimbar os locais visitados e certificado de “Explorador do Viva o Campus do Coelhinho”.

14h às 18h – Jardim Botânico

Haverá visita livre ao telhado verde e ao jardim sensorial, bem como exposição de animais taxidermizados.

14h às 18h – Hangar Aeroespacial

Haverá apresentações gerais, inclusive do simulador de voo. Também será realizada uma oficina de minifoguetes, às 14h30min.

14h às 18h – Polifeira do Agricultor, no largo do Planetário

14h às 18h – Arte Além do Ofício, no largo do Planetário

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da PRE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Quando ensinar também transforma quem ensina: os impactos do Sumo Educacional na formação de seus integrantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/04/06/quando-ensinar-tambem-transforma-quem-ensina-os-impactos-do-sumo-educacional-na-formacao-de-seus-integrantes</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:59:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[sumo educacional]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa de extensão da UFSM evidencia a formação acadêmica, profissional e cidadã dos estudantes envolvidos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entrar em uma sala de aula pela primeira vez, observar alguns alunos atentos — outros nem tanto —, e perceber que o conteúdo pode realmente influenciar a forma como essas pessoas lidam com o dinheiro é uma experiência marcante. Para muitos estudantes universitários, esse momento marca o início de uma transformação que vai além do aprendizado técnico. É nesse processo que a extensão universitária se mostra uma via de mão dupla: ao levar conhecimento à comunidade, também promove aprendizados profundos para quem ensina.</p><p>Essa é a realidade vivenciada pelos integrantes do Sumo Educacional, programa de extensão vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Criado com o objetivo de promover a educação financeira em escolas públicas, na formação de professores e junto a jovens em situação de vulnerabilidade social, o Sumo tem mostrado que seu impacto não se limita ao público externo. Ele transforma, de forma significativa, a trajetória acadêmica, profissional e pessoal de quem faz parte da equipe.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-31-at-12.25.56-1024x729.jpeg" alt="" width="1024" height="729" /></p><p> </p>		
			<h2>Aprender fazendo: a sala de aula como espaço de formação</h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-155402.jpg" alt="" width="400" height="372" />Para muitos integrantes do Sumo, o primeiro contato com a extensão vem acompanhado de nervosismo. Ansiedade antes das aulas, receio de não conseguir engajar os estudantes ou de não dominar completamente o conteúdo fazem parte do processo. No entanto, esses sentimentos iniciais dão lugar, com o tempo, à autoconfiança, à satisfação e ao sentimento de realização.</p><p>Os relatos dos participantes mostram um percurso comum: a insegurança inicial vai sendo substituída pela percepção de que o conhecimento acadêmico ganha sentido quando aplicado na prática. Ao preparar aulas, adaptar a linguagem ao público e lidar com realidades sociais diversas, os estudantes desenvolvem habilidades que dificilmente seriam adquiridas apenas dentro da sala de aula da universidade. “Depois da aula, vem um sentimento de missão cumprida”, relatou uma das participantes. “A gente sai cansado, mas com a certeza de que aquilo fez diferença para alguém.”</p>		
			<h2>Educação financeira que começa em casa</h2>		
		<p>Um dos efeitos mais recorrentes observados entre os integrantes do Sumo é a mudança na própria relação com o dinheiro. Planejamento financeiro, controle de gastos, uso consciente do crédito e organização do orçamento deixam de ser apenas conceitos ensinados e passam a fazer parte do cotidiano deles.</p><p>A maioria dos participantes relata melhorias em seu comportamento financeiro. Alguns passaram a usar planilhas, outros começaram a poupar ou a refletir mais antes de consumir. Para muitos, o contato direto com a realidade das escolas públicas e com jovens em situação de vulnerabilidade ampliou a consciência sobre desigualdade e endividamento no Brasil, reforçando a importância social da educação financeira.</p><p>Essa vivência prática também rompe “bolhas”. Ao sair do ambiente universitário e atuar em escolas e instituições sociais, os integrantes</p><p>passam a compreender melhor os desafios enfrentados por grande parte da população brasileira.</p>		
			<h2><p>Muito além do conteúdo: desenvolvimento humano e profissional</p></h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-154858-1024x551.jpg" alt="" width="800" height="430" />Os impactos do Sumo Educacional não se restringem ao campo financeiro. Os participantes destacam ganhos expressivos em habilidades como comunicação, oratória, liderança, trabalho em equipe, empatia e organização. Muitos relatam que aprenderam a falar em público, a se posicionar com mais segurança e a lidar com diferentes perfis de pessoas.</p><p>Além disso, a estrutura interna do programa permite que os estudantes atuem também na gestão, comunicação, expansão e organização das atividades. Essa vivência proporciona uma formação interdisciplinar, aproximando os integrantes de experiências semelhantes às do mercado de trabalho, mas com um forte componente social.</p><p>“O Sumo me mostrou que eu posso usar o que aprendo na Universidade para transformar realidades”, resumiu um participante. “E isso muda a forma como a gente se vê como estudante e como cidadão.”</p>		
			<h2><h3>Extensão como permanência e pertencimento</h3></h2>		
		<p>Outro aspecto relevante destacado pelos integrantes é o papel da extensão na permanência universitária. O sentimento de pertencimento, a criação de vínculos sociais e a percepção de utilidade social fazem com que muitos estudantes se sintam mais motivados a permanecer na universidade.</p><p>Para alguns, a participação no Sumo foi decisiva para não desistir da graduação. A possibilidade de aplicar o conhecimento, de receber bolsas de extensão e de fazer parte de um grupo com propósito claro fortalece o vínculo com a instituição e reduz a sensação de distanciamento entre universidade e sociedade..</p>		
			<h3>Uma via de mão dupla que gera impacto social
</h3>		
		<p>Os resultados do estudo que embasa este texto mostram que os próprios integrantes percebem o Sumo Educacional como fortemente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, redução das desigualdades e trabalho decente.</p><p>Ao ensinar educação financeira, os estudantes aprendem sobre o conteúdo, sobre si mesmos e sobre a sociedade. A extensão deixa de ser apenas uma atividade complementar e passa a ser um espaço central de formação cidadã, acadêmica e humana.</p><p>A experiência do Sumo Educacional reforça uma ideia fundamental: quando a universidade se abre para a comunidade, ela não apenas cumpre seu papel social, mas também se transforma. E, nesse processo, forma profissionais mais conscientes, preparados e comprometidos com a realidade que os cerca. No fim das contas, ensinar também é aprender. E, no Sumo, essa lição é vivida todos os dias.</p><p>Texto: Natali Cassola, integrante do Sumo e doutoranda na PUCRS</p><p>Edição: Luciane Treulieb</p><p>Ilustração: Evandro Bertol</p><p>Imagens em sala de aula capturadas do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QZyy5vPkjLU" target="_blank" rel="noopener">vídeo do Sumo Educacional</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura mural multiartístico sobre cultura afro-gaúcha na Antiga Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-inaugura-mural-multiartistico-sobre-cultura-afro-gaucha-na-antiga-reitoria</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:13:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
		<category><![CDATA[complexo multicultural antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72285</guid>
						<description><![CDATA[Assinada por Braziliano, a obra é parte do Programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72286" align="alignleft" width="464"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0405-683x1024.jpg" alt="" width="464" height="696" /> Mural artístico Ubuntu Terra Viva no Complexo Multicultural Antiga Reitoria[/caption]<p>Quem passa pela Rua Floriano Peixoto, no centro de Santa Maria, agora se depara com uma composição de cores vibrantes que transforma a paisagem urbana. Tons de azul, vermelho, amarelo e verde dão forma ao mural <em data-start="763" data-end="782">Ubuntu Terra Viva</em>, inaugurado na noite de quarta-feira (25) no Complexo Multicultural Antiga Reitoria. A obra traz novos significados ao espaço e marca a celebração da cultura e da memória afro-gaúcha. </p><h3 data-section-id="1mv0wrs" data-start="1036" data-end="1091">A obra e seus significados</h3><p data-start="1093" data-end="1472">Finalizado em janeiro deste ano, após quase dois meses de produção, o mural ocupa a área externa do prédio da Antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria. A obra foi idealizada pelo artista e muralista Braziliano e executada em 21 dias de pintura, dentro de um processo que envolveu pré e pós-produção, além de uma operação técnica complexa em altura.</p><p data-start="1474" data-end="1745">A composição faz referência à população afro-gaúcha e às suas riquezas culturais. Rostos negros ocupam posição de destaque, acompanhados por elementos simbólicos como as sete ervas e a pomba branca, que representa o orixá Oxalá. As sete ervas carregam significados ancestrais: arruda (proteção), guiné (limpeza espiritual), alecrim (equilíbrio e alegria), manjericão (harmonia), espada-de-são-jorge (defesa), levante (renovação) e comigo-ninguém-pode (proteção espiritual).</p><p data-start="1747" data-end="1978">Além de Braziliano, participaram da execução Alexon Messias, Amanda Rodrigues, Cauê Toledo e Israel Caetano. Segundo o muralista, o trabalho exigiu uma equipe com conhecimento técnico específico para atuação em grandes superfícies.</p><h3>Espaço de circulação e aproximação com a comunidade</h3><p>A escolha do local para a instalação do mural foi estratégica. De acordo com a coordenadora de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, Cassiana Marques da Silva, o prédio recebe, em média, de 200 a 300 pessoas por dia, o que representa cerca de 100 mil visitantes ao ano. “É um prédio muito vivo, muito pulsante, porque nós temos vários projetos que são realizados aqui para a comunidade de Santa Maria”, afirma.</p><p data-start="2714" data-end="3090">A gestora do Complexo, Jeanne Mainardi, destaca que o espaço funciona como porta de entrada da comunidade para a Universidade. Segundo ela, a revitalização do prédio contribui para aproximar o público e ampliar o acesso às iniciativas desenvolvidas no local. Nesse contexto, a obra também atua como elemento de convite e curiosidade sobre o que acontece no interior do local.</p><p data-start="3092" data-end="3354">A iniciativa integra um projeto de rotas turísticas em comunidades quilombolas, financiado pela Fundação Cultural Palmares. Em 2024, a UFSM recebeu R$ 360 mil para o desenvolvimento do programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul: Identidade e Tradição”.</p><p data-start="3356" data-end="3686">O programa promove o protagonismo da juventude negra nas comunidades quilombolas da região da Quarta Colônia. Entre as ações, estão a produção de materiais gráficos e informativos sobre a trajetória dessas comunidades, o fortalecimento da visibilidade de seus saberes e o incentivo ao afroturismo e à economia circular e criativa.</p>[caption id="attachment_72287" align="alignright" width="365"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0422-771x1024.jpg" alt="" width="365" height="485" /> Intervenção artística integrou programação de inauguração[/caption]<h3 data-section-id="18hwiwg" data-start="3688" data-end="3723">Intervenção artística no evento</h3><p data-start="3725" data-end="3992">A programação de inauguração contou, ainda, com uma intervenção da Royale Escola de Dança e Integração Social, em homenagem a Dandara dos Palmares. A coreografia apresentada é inspirada no espetáculo “E as meninas rebeldes vão à luta”, de 2018, e foi adaptada para a ocasião. “A gente pesquisou sobre figuras femininas na história e decidiu trazer a trajetória da Dandara”, explica Layana da Rosa Ferreira, uma das bailarinas.</p><p data-start="4146" data-end="4423">Ao final do evento, foi realizado o descerramento de uma placa, com a presença dos artistas e do vice-reitor, Tiago Marchesan. O material inclui um QR Code que direciona o público a<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas">o site da UFSM,</a> com informações sobre as comunidades quilombolas do centro do Rio Grande do Sul.</p><p><em>Texto: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Centro de Convenções da UFSM recebe no dia 31 de março o show “Mulheres em Movimento”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/25/centro-de-convencoes-da-ufsm-recebe-no-dia-31-de-marco-o-show-mulheres-em-movimento</link>
				<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:01:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mês da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72198</guid>
						<description><![CDATA[As cantoras Daiane Diniz, Gisele Guimarães, Paola Matos e Tiane Tambara sobem ao palco para interpretar clássicos da MPB]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/✨-Uma-noite-para-celebrar-as-vozes-e-as-vidas-das-mulheres.Encerrando-a-programacao-especial-do-.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/✨-Uma-noite-para-celebrar-as-vozes-e-as-vidas-das-mulheres.Encerrando-a-programacao-especial-do--819x1024.jpg" alt="" width="580" height="725" /></a>A programação especial do mês de março, dedicada à valorização e ao protagonismo feminino, chega ao seu encerramento no dia 31 de março, com a realização do espetáculo “Mulheres em Movimento”. Com entrada gratuita, o show acontece às 20h, no Centro de Convenções da UFSM, reunindo música, emoção e celebração da força feminina na arte.</p><p>O projeto “Mulheres em Movimento” nasce do encontro e da parceria entre quatro cantoras que compartilham uma longa trajetória de amizade e colaboração artística: Daiane Diniz, Gisele Guimarães, Paola Matos e Tiane Tambara. Há mais de 15 anos dividindo palcos e experiências musicais, as artistas consolidaram uma sintonia rara que agora se transforma em um espetáculo pensado para celebrar o feminino e a riqueza da música brasileira.</p><p>Cada cantora traz para o palco sua identidade musical e sua trajetória individual, resultando em um encontro de estilos, timbres e interpretações que se complementam. O espetáculo se constrói como uma jornada sensível e intensa: em alguns momentos, o público acompanha performances mais intimistas, nas quais cada artista apresenta sua essência e emoção; em outros, as quatro vozes se unem em arranjos marcantes e interpretações vibrantes, criando harmonias poderosas que destacam a força coletiva do projeto.</p><p>O repertório do espetáculo foi cuidadosamente selecionado e presta homenagem a grandes vozes femininas da música brasileira, reunindo canções que atravessam gerações e permanecem presentes no imaginário cultural do país. Clássicos como “Maria, Maria”, “Velha Roupa Colorida”, “Alô, Alô, Marciano”, “Encontros e Despedidas” e “Alguém Me Avisou” ganham o palco, carregando histórias, sentimentos e mensagens que dialogam com o universo feminino e com a trajetória de muitas artistas que abriram caminhos na música.</p><p>Além das releituras de obras consagradas, o público também terá a oportunidade de conhecer composições autorais das cantoras. As músicas fazem parte de um trabalho inédito, que será lançado nas plataformas digitais ainda no primeiro semestre de 2026, marcando uma nova etapa na carreira coletiva das artistas e ampliando o alcance do projeto.</p><p><b>Sobre o projeto –</b> “Mulheres em Movimento” representa a materialização de uma relação construída ao longo do tempo, baseada em amizade, admiração mútua e parceria artística. A convivência dentro e fora dos palcos fortaleceu uma conexão que se reflete diretamente na qualidade e na sensibilidade das apresentações.</p><p>A proposta do projeto é justamente transformar essa afinidade em uma experiência artística capaz de emocionar o público e, ao mesmo tempo, celebrar o protagonismo feminino na cultura. Ao reunir quatro artistas com trajetórias consolidadas e estilos distintos, o espetáculo demonstra como a união e a colaboração podem potencializar vozes, histórias e expressões artísticas.</p><p>Encerrando a programação de março dedicada às mulheres, o show também simboliza um momento de reflexão e celebração sobre a presença feminina na música brasileira.</p><p>A expectativa é de que o espetáculo proporcione ao público uma noite de música, emoção e reconhecimento da potência feminina que ecoa na arte, nas histórias e nas vozes que seguem transformando a cena musical brasileira.</p><p><i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeiro servidor indígena da UFSM inicia trajetória no NEABI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/17/primeiro-servidor-indigena-da-ufsm-inicia-trajetoria-no-neabi</link>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:49:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[núcleo de estudos afro-brasileiros e indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Aprovado pelo sistema de cotas no concurso de 2025, o servidor simboliza avanço histórico na representatividade e inclusão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72194" align="alignright" width="354"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-15.07.09.jpeg"><img class=" wp-image-72194" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-15.07.09.jpeg" alt="" width="354" height="428" /></a> Marcio Katánh Manoel Antonio[/caption]
<p>Marcio Katánh Manoel Antonio, da Terra Indígena Kaingang de Cacique Doble, no norte do Rio Grande do Sul, é o primeiro servidor aprovado pelas cotas indígenas no concurso para assistente administrativo da UFSM em 2025. Sua chegada marca um momento histórico para a Instituição.</p>
<p>“Meu nome na língua indígena Kaingang é Katánh, que significa árvore verde”, conta o novo servidor, prestes a completar seu primeiro mês de atuação junto ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI). Ao ser inserido em um ambiente voltado para a valorização da diversidade e da interculturalidade, ele já começa a contribuir para a construção de práticas mais plurais e comprometidas com a equidade.</p>
<p>"Eu sou aquela pessoa que iniciou a subir as escadinhas da educação, sabe? Comecei a atuar como docente especificamente com os anos iniciais do ensino fundamental, onde também tive a oportunidade de ser coordenador do Programa Mais Educação no magistério do Estado, na Educação Escolar Indígena. Iniciei cursando o magistério, depois consegui cursar a faculdade de Pedagogia, após tive a oportunidade de ter uma formação de pós-graduação <em>lato sensu</em> em Orientação e Supervisão Escolar, e hoje, simbolizo a efetivação das políticas de inclusão e o fortalecimento da representatividade indígena nos espaços administrativos da universidade”, afirma, orgulhoso.</p>
<h3>Representatividade indígena</h3>
<p>Katánh relata sua trajetória profissional, desde o magistério até sua graduação em Pedagogia e Direito e, posteriormente, o ingresso na UFSM e sua trajetória educacional, junto à representatividade indígena. “O que me motivou a estudar Direito foi que percebi que na minha comunidade Kaingang não se tinha ninguém com formação jurídica e não havia nenhum jurista que pudesse auxiliar a comunidade. As famílias necessitavam de assistência jurídica para tratar dos direitos indígenas e de outros direitos que todo cidadão tem, como por exemplo os direitos trabalhistas e previdenciários. Foi aí que percebi a importância de ter indígenas com formação jurídica e em cargos públicos para defender os direitos e auxiliar a comunidade, trazendo incentivo à qualificação educacional e às oportunidades de qualificação profissional”, ressalta o novo servidor do NEABI/UFSM.</p>
<h3>Incentivo à qualificação</h3>
<p>O ingresso na UFSM teve como motivação principal o incentivo à qualificação oferecido pela Universidade, que não era disponível em sua atuação anterior como docente no Estado. Por ser o primeiro servidor público indígena da Instituição, Márcio Katánh carrega um peso de<br />representatividade significativo, pois desde a criação das cotas indígenas na UFSM, em 2013, a Universidade tem buscado ampliar o acesso e a permanência de estudantes e servidores indígenas em seus quadros, fortalecendo a diversidade institucional, principalmente dentro do NEABI, núcleo que atua na promoção de estudos e ações voltadas às questões étnico-raciais, desempenha papel central nesse processo, articulando políticas de inclusão e dando suporte às iniciativas que valorizam a presença indígena na academia.</p>
<p>A chegada do novo servidor não é apenas resultado de uma conquista individual, mas também reflexo de uma trajetória coletiva que vem transformando a Universidade em um espaço mais plural e comprometido com a justiça social.</p>
<p><em>Texto: Observatório de Direitos Humanos</em><br /><em>Foto: Fabiane Fomes, bolsista do ODH</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>025/2026 - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA PARA O PROJETO DE EXTENSÃO DE NOTÓRIOS SABERES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/025-2026</link>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:44:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=4282</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsistas, acadêmicas/os a partir do 7º semestre de Graduação e ou Pós-Graduação em Comunicação, matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de quatro meses na edição dos vídeos e materiais já gravados para o desenvolvimento de registro de memórias e difusão de conhecimento de notório saber; criar e postar conteúdos nas redes sociais sobre o projeto; produzir releases e/ou textos de difusão das atividades do projeto.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsistas, acadêmicas/os a partir do 7º semestre de Graduação e ou Pós-Graduação em Comunicação, matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de quatro meses na edição dos vídeos e materiais já gravados para o desenvolvimento de registro de memórias e difusão de conhecimento de notório saber; criar e postar conteúdos nas redes sociais sobre o projeto; produzir releases e/ou textos de difusão das atividades do projeto.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádio UniFM transmite série de entrevistas com mulheres que fazem a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/06/radio-unifm-transmite-serie-de-entrevistas-com-mulheres-que-fazem-a-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:31:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72143</guid>
						<description><![CDATA[As entrevistadas compartilharam experiências profissionais e pessoais, refletindo sobre os desafios e as contribuições das mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/mulheres-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/mulheres-1-819x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação da série de entrevistas." width="575" height="719" /></a>Desta segunda (9) até a próxima sexta-feira (13), a UniFM 107.9 apresenta a série de entrevistas “Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram”, veiculada dentro do programa <i>Ponto de Partida</i>, que vai ao ar das 7h às 8h30min, com as entrevistas transmitidas em torno das 8h. Com duração média de meia hora cada uma, as entrevistas foram realizadas pela estudante Prisley Zuse, do curso de Jornalismo.</p><p>A iniciativa integra a programação do mês de março em alusão ao Dia Internacional das Mulheres e busca dar visibilidade às trajetórias daquelas que ocupam espaços de liderança, ensino, pesquisa e extensão na UFSM. A série é uma parceria da Casa Verônica, da Pró-Reitoria de Extensão e das rádios da UFSM.</p><p>As entrevistadas compartilharam experiências profissionais e pessoais, refletindo sobre os desafios e as contribuições das mulheres em suas áreas e na construção da universidade e da sociedade.</p><p><b>Convidadas da série</b></p><p>Cinco mulheres com trajetórias de destaque em diferentes áreas participam da iniciativa:</p><p><b>Segunda-feira (9):</b> Renata Rojas, professora do Departamento de Estatística. Recebeu em 2025 o Prêmio Para Mulheres na Ciência (L’Oréal/ABC/Unesco). Integra a Academia Brasileira de Ciências e atua como embaixadora do Instituto Internacional de Estatística. Coordena o projeto GuriasTec, que incentiva meninas na área da tecnologia.</p><p><b>Terça-feira (10):</b> Elaine Resener, professora de ginecologia e obstetrícia. Primeira e única mulher a dirigir o Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) e a atuar como superintendente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) na instituição. Também foi Secretária de Saúde de Santa Maria (2006-2009). Ao longo da carreira, recebeu 29 comendas e distinções por sua atuação acadêmica e na gestão em saúde pública.</p><p><b>Quarta-feira (11):</b> Simone Messina, técnica em assuntos educacionais e doutora em Educação pela UFSM. Diretora do Jardim Botânico da UFSM, é referência em iniciativas de educação ambiental e na aproximação entre universidade e comunidade.</p><p><b>Quinta-feira (12):</b> Raquel Guerra, professora do Centro de Artes e Letras, com atuação voltada a projetos que articulam teatro, circo, audiovisual e formação artística. Raquel também dirigiu o Teatro Caixa Preta em sua reabertura e atualmente está à frente da Coordenadoria de Cultura e Arte da UFSM.</p><p><b>Sexta-feira (13):</b> Marcia Henke, professora do curso superior de Redes de Computadores do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism). Doutora em Informática, coordena o projeto de extensão Gurias em Redes, que aproxima meninas em idade escolar da área da computação.</p><p>A série “Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram” também pode ser acompanhada pela internet, no <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> das rádios da universidade</a>. Posteriormente, as entrevistas serão disponibilizadas no <a href="https://open.spotify.com/show/1kh22biupdbZzdntWKXO5a?si=cbc84c61a7b54c21&amp;nd=1&amp;dlsi=82e6fab4de7e4f85" target="_blank" rel="noopener">Spotify das Rádios da UFSM</a>.</p><p><i>Texto: Núcleo de Rádio</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Antiga Reitoria promove “Dia D” para apresentar projetos à comunidade neste sábado (7)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/05/antiga-reitoria-promove-dia-d-para-apresentar-projetos-a-comunidade-neste-sabado-7</link>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 19:17:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72132</guid>
						<description><![CDATA[Estão previstas apresentações culturais, exposição dos projetos, brechó e oficina de colar havaiano com material reciclável]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/image-1.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/image-1-819x1024.jpeg" alt="Cartaz de divulgação do evento." width="525" height="656" /></a>O Complexo Multicultural Antiga Reitoria realiza neste sábado (7), das 10h às 13h, o evento “Dia D: dia de conhecer a Antiga Reitoria”. A iniciativa marca o início das atividades do primeiro semestre letivo e tem como objetivo apresentar à comunidade os projetos que atuam no espaço.</p><p>Localizado na Rua Floriano Peixoto, 1184, o complexo abrirá as portas para receber visitantes interessados em conhecer as ações culturais, artísticas e educativas desenvolvidas no local. A entrada é gratuita.</p><p>A programação foi pensada para integrar informação e celebração, em clima de carnaval. Estão previstas apresentações artísticas e culturais, além de exposições dos projetos, espaço para inscrições de interessados, realização de brechó e uma oficina de colar havaiano com material reciclável.</p><p>O evento é aberto ao público e busca ampliar o diálogo com a comunidade, fortalecendo a participação nos projetos desenvolvidos ao longo do semestre. A proposta também é apresentar o espaço para quem ainda não conhece a Antiga Reitoria e incentivar a ocupação cultural do centro da cidade.</p><p><i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Extensão</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Especial Dia das Mulheres (8)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/04/ufsm-promove-viva-o-campus-especial-dia-das-mulheres-8</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:19:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72116</guid>
						<description><![CDATA[Evento integra a programação especial alusiva às mulheres, ao longo do mês de março, realizada pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-72117 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/1-819x1024-1-240x300.jpg" alt="Card colorido em fundo roxo com uma ilustração de 12 mulheres, uma ao lado da outra, e as escritas: Viva o campus dia das mulheres dia 8 de março, das 15h às 19h, no Largo do Planetário" width="437" height="546" />A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte e do Observatório de Direitos Humanos, ambos ligados à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove, neste domingo, 8 de Março, o Viva o Campus Especial Dia das Mulheres. O evento faz parte da programação que será realizada ao longo do mês de março, pensada nesse tema tão relevante, principalmente, nos dias de hoje. As atividades são abertas a toda a comunidade e acontecem das 15h às 19h.</p>
<p>Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, a Mostra Morfo; o Projeto Arte Além do Ofício; o Acervo Artístico e uma programação especial e repleta de atividades em parceria com a Casa Verônica da UFSM, juntamente com o Coletivo Editorial Taú, Programa de Extensão em Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH/UFSM), DTG Noel Guarany 13ª Região, Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LIASM) e Incubadora Social. Serão oferecidas oficinas como defesa pessoal, leitura, esportes campeiros para mulheres, oficina e campeonato de truco gaudério, Tertafe (Tejo, Tava, Argola e ferradura), oficina de assoalho pélvico e exercícios para gestantes, além da presença da Feira Incubadora Social Mulheres Empreendedoras. </p>
<p>O Viva promete atrações artísticas diversificadas, passando pelo rock, música gaúcha, música brasileira e música eletrônica, tudo por conta das apresentações de mulheres potentes nas vozes e talentos da AG Rock, DTG Noel Guarany 13ª Região, Luiza Morais e Zara Steinbrenner.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Viva o Campus </strong></h2>
<p>O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional. </p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO </strong></p>
<p><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA</em></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>15h às 19h – Largo do Planetário </li>
<li>15h30 – AG Rock </li>
<li>16h30 – DTG Noel Guarany e 13ª Região Tradicionalista – Mirella Sydol, na gaita e Clara Pivetta, solista vocal </li>
<li>17h – Luiza Morais – Música Brasileira </li>
<li>18h – Zara Steinbrenner: Set de música House, Groove Disco, Música Eletrônica</li>
</ul>
<p><strong><em>PARCEIROS FIXOS </em></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>POLIFEIRA DO AGRICULTOR </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Largo do Planetário </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>JARDIM BOTÂNICO </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>16h Recepção e visita livre </li>
<li>17h yoga ao ar livre: Equilíbrio e gravidade: corpo em alinhamento </li>
<li>18h30 Palestra: mulheres pioneiras na Astronomia </li>
<li>19h oficina de observação de constelações e meditação guiada </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ACERVO ARTÍSTICO</strong> </li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Exposição Não Estou Lá, de Victor Hugo Cecatto </li>
<li>Arte Rupestre na Caverna Espaço Imersivo </li>
<li>17h – Oficina Textil – Tramas Femininas (inscrições prévias via formulário)</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PROJETO ARTE ALÉM DO OFÍCIO </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Largo do Planetário </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>MOSTRA MORFO </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Prédio 19</li>
</ul>
<p><strong><em>PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CASA VERÔNICA</em></strong></p>
<p><strong>Casa Verônica </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>17h — Conversa sobre o serviço</li>
<li> 17h — Oficina de defesa pessoal (Bosque em frente ao planetário)</li>
</ul>
<p><strong>Coletivo Editorial Taú</strong> </p>
<ul class="wp-block-list">
<li> 16h–17h — Oficina de leitura: “O Monstro não mora aqui (Ele escreve)” — Leitura crítica de contos de horror contemporâneos e técnicas de Escrita Criativa (Bosque próximo à pracinha) </li>
</ul>
<p><strong>GIDH — Mariana Selister </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>17h–18h — Oficina de leitura: “Roda de Histórias: Mulheres Inspiradoras, de Bertha Lutz a você” (Bosque próximo à pracinha) </li>
</ul>
<p><strong>DTG Noel Guarany (13ª Região) </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>16h–18h — Oficinas de esportes campeiros para mulheres </li>
<li>A partir das 16h — Oficina e campeonato de Truco Gaudério, Peteca e Vaca Parada </li>
<li>A partir das 17h — Oficina de Tetarfe (Tejo, Tava, Argola e Ferradura)</li>
</ul>
<p><strong>LIASM </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>15h — Oficina para assoalho pélvico (Bosque em frente ao planetário)</li>
<li>16h — Oficina de exercícios para gestantes (Bosque em frente ao planetário) </li>
</ul>
<p><strong>Feira Incubadora Social </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres empreendedoras<br /><br /></li>
</ul>
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<div class="elementor-widget-container">
<p><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-bf9f0e6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="bf9f0e6" data-element_type="section">
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</div>
</div>
</section>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de Extensão em Música da UFSM abre inscrições para oficinas gratuitas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/03/projeto-de-extensao-em-musica-da-ufsm-abre-inscricoes-para-oficinas-gratuitas-2</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:11:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72100</guid>
						<description><![CDATA[As aulas são ofertadas para jovens de 10 a 22 anos que sejam estudantes ou egressos de escolas públicas de Santa Maria e região]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Estão abertas até a próxima segunda-feira (9) as inscrições para as oficinas do Projeto de Extensão em Música da UFSM. A iniciativa é voltada a alunos e egressos de escolas públicas da região de Santa Maria, com idades entre 10 e 22 anos.

Para a turma de 2026, o projeto oferece oficinas de trompete, clarineta, violoncelo, viola de arco e banda jovem, para as quais é necessário que o candidato possua o instrumento. Também são ofertadas aulas de piano, oficina em que não há essa exigência.

As aulas serão individuais, com encontros semanais realizados no prédio da Antiga Reitoria, localizado no centro da cidade. Os horários serão definidos diretamente com os professores Silvia Hasselaar, Clayton Miranda, Guilherme Garbosa, Meryelle Maciente e Fábio Saggin, docentes dos cursos de Música da UFSM.

Os interessados devem realizar a inscrição por meio de formulário online, disponível <a href="https://docs.google.com/forms/d/1630qRqjpWCX3eAjfBpfxMe2U9YZbYuDeDoG3szxntqY/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entre capoeira, calouros e até Gre-Nal, Viva o Campus dá as boas-vindas ao ano letivo de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/02/entre-capoeira-calouros-e-ate-gre-nal-viva-o-campus-da-as-boas-vindas-ao-ano-letivo-de-2026</link>
				<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:06:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Volta às Aulas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72060</guid>
						<description><![CDATA[Em um domingo ensolarado, edição especial de volta às aulas reuniu estudantes brasileiros e estrangeiros em clima de acolhimento e integração]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72061" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0107.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72061" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0107.jpg" alt="" width="584" height="390" /></a> Reitora e vice-reitor prestigiaram a programação[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A tarde de domingo (1º) foi ensolarada e de muitos reencontros e descobertas no campus sede da UFSM. A primeira edição de 2026 do Viva o Campus, em formato especial de Volta às Aulas, reuniu estudantes veteranos e calouros, intercambistas, famílias e servidores no Largo do Planetário, marcando o início do ano letivo com cultura, informação e integração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, o evento contou com a participação das pró-reitorias acadêmicas, projetos institucionais e atrações artísticas. Das 16h às 20h, o público circulou entre as tendas, tirou dúvidas sobre a vida universitária e aproveitou as atividades culturais e científicas espalhadas pelo campus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os parceiros fixos estiveram a Polifeira do Agricultor, o Jardim Botânico – com visitação ao telhado verde, jardim sensorial e trilha guiada –, a Mostra de Ciências Morfológicas, o Projeto Hangar Aeroespacial, com simulador de voo, e o Arte Além do Ofício. No fim da tarde, o Largo do Planetário recebeu a apresentação do VouC E-Culture Free @ UFSM, com DJs que trouxeram diferentes vertentes da música eletrônica, criando um clima de “sunset” para o encerramento das atividades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a reitora, Martha Adaime, o Viva o Campus já se consolidou como um momento de integração da Universidade com a comunidade e, na edição de volta às aulas, ganha um significado ainda mais especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Viva o Campus por si só já é um evento naturalmente de integração da Universidade. E o de acolhimento aos novos estudantes está fantástico. Estamos inovando com as tendas das pró-reitorias acadêmicas, que estão fazendo a recepção para aqueles calouros que querem entender, por exemplo, o que a Prae pode oferecer, o que a Prograd pode oferecer, a extensão, a pós-graduação”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, realizar o evento na véspera do início das aulas é uma oportunidade para que os estudantes conheçam melhor o campus e esclareçam dúvidas antes do primeiro dia letivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É um momento bem oportuno, porque as aulas estão começando. O pessoal já vem para cá tirar suas dúvidas e transitar pelo campus”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O vice-reitor, Tiago Marchesan, também ressaltou o caráter acolhedor da iniciativa. Ele destacou a presença de estudantes estrangeiros e a recente inauguração de uma pracinha no campus, que amplia a integração com as famílias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Temos também a pracinha, que foi recentemente inaugurada, trazendo as crianças para dentro do campus. É importante que essas crianças se enxerguem no futuro da Universidade. O Viva o Campus é esse momento em que jovens e famílias vêm para cá e passam a visualizar o ensino superior como possibilidade”, afirmou.</span></p>
[caption id="attachment_72062" align="alignleft" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0029.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72062" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0029.jpg" alt="" width="584" height="389" /></a> Participantes do Encontro do Amigo Internacional[/caption]
<h3>Um campus sem fronteiras</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os grupos que circularam pelo Largo do Planetário estava o Encontro do Amigo Internacional, promovido pelo Núcleo de Acolhimento da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), e que chamava a atenção pela diversidade e pela roda de capoeira que fizeram. Sotaques de diferentes partes do mundo se misturavam, enquanto, na entrada do Planetário, uma roda de capoeira reunia estudantes estrangeiros e brasileiros, transformando o espaço em um cenário de integração cultural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atividade já faz parte da programação do Viva o Campus no início de cada semestre e tem como objetivo promover a integração entre acadêmicos internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Eu sempre incluo o primeiro Viva o Campus na programação deles, porque é a primeira oportunidade que eles têm de interagir de forma mais informal e conhecer melhor o campus. Alguns ficam hospedados na Interhouse, então é também um momento de lazer e socialização”, explicou Angélica Iensen, secretária executiva bilíngue e responsável pelo Núcleo de Acolhimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste semestre, a UFSM recebe mais de 200 estudantes internacionais. Além de intercambistas, há alunos regulares de graduação e pós-graduação vindos de países como China, Paraguai, Argentina, Venezuela, Panamá, Peru, México, Uruguai, Espanha e nações africanas. A expectativa era reunir cerca de 50 deles no evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as participantes estava a paraguaia Camila Caballero, mestranda em Engenharia Civil, que está na UFSM desde agosto do ano passado. Camila contou que decidiu vir após conhecer seu atual orientador de mestrado, que a incentivou a estudar na instituição. O português, que já fala com desenvoltura, foi aprendido no cotidiano. </span><span style="font-weight: 400">“Foi com convívio, aprendi com os amigos. Eu gosto de falar, aí fui tentando e comecei a aprender”, contou.</span></p>
[caption id="attachment_72063" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0115.jpg"><img class="wp-image-72063" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0115.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas mulheres em conversa com um rapaz, visto de lado" width="584" height="389" /></a> Maria Eduarda e Patrícia tiraram dúvidas[/caption]
<h3>Primeiros passos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para muitos, o Viva o Campus foi o primeiro contato com a Universidade. Maria Eduarda Santos Giacomini, 15 anos, veio de Restinga Seca para cursar o técnico em Informática. Acompanhada da sogra, formada no Colégio Politécnico da UFSM, ela aproveitou o domingo para conhecer melhor o espaço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Dos cursos, foi o que mais me chamou atenção. E meus parentes sempre indicaram a UFSM”, contou. A jovem esteve no campus pela primeira vez poucos dias antes do evento e aproveitou a programação para passear, tomar chimarrão e tirar dúvidas nas tendas institucionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A sogra, Patrícia Pinoto, destacou o vínculo com a Instituição. “Eu me formei no Politécnico. É um curso maravilhoso. A gente vem para cá nos finais de semana, traz o mate e aproveita essa energia boa", contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao passarem pelas tendas das pró-reitorias para esclarecer dúvidas, saíram com uma pequena muda de planta, distribuída pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis como parte das ações do evento.</span></p>
[caption id="attachment_72064" align="alignleft" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0122.jpg"><img class="wp-image-72064" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0122.jpg" alt="foto colorida horizontal de 3 moças, as da ponta usam camiseta do grêmio e a do centro, do inter" width="584" height="390" /></a> A turma de Laura Silva (C) e Maria Fernanda (D) entrou no ritmo do Gre-Nal[/caption]
<h3>Nem o Gre-Nal afastou o público</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O domingo também foi de clássico Gre-Nal, mas nem isso impediu a presença de estudantes no campus. Entre elas, amigas vestindo camisetas da dupla gaúcha circulavam pelo evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A colorada Laura Silva, 18 anos, caloura de Agronomia, comemorava a conquista da vaga pelo Sisu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Era um sonho meu desde sempre. Eu achava o auge estudar em federal. Estudei muito e consegui passar direto do ensino médio”, contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao lado dela, a gremista Maria Fernanda Barbosa, 20 anos, estudante de Engenharia Química, também aproveitava a tarde. As duas são de Rosário do Sul e pretendiam acompanhar o jogo dali mesmo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Vamos tentar assistir aqui”, disseram, entre risadas, com a partida prestes a começar.</span></p>
<h3>Arte Além do Ofício e Troca de livros</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A programação também contou com o Projeto Arte Além do Ofício, que reúne servidores ativos e aposentados da UFSM que desenvolvem trabalhos manuais e artísticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O projeto já começou há muitos anos. É essa ideia de que, além do ofício na Universidade, a gente também tem uma arte”, contou Sônia Carnellucci, integrante do grupo e aposentada do Centro de Artes e Letras, onde trabalhou por mais de 40 anos. “Eu saí da Universidade, mas ela não saiu de mim.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As peças, produzidas individualmente em casa, são comercializadas durante o evento. O projeto participa do Viva o Campus por meio de edital e é aberto a servidores ativos e aposentados, fortalecendo o vínculo com a Instituição mesmo após a aposentadoria.</span></p>
[caption id="attachment_72065" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0059.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72065" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0059.jpg" alt="" width="584" height="390" /></a> Estande de troca de livros atraiu leitores[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Outra tenda que chamou atenção foi a da troca de livros do Setor de Atenção Integral ao Estudante (Satie), da Prae. O projeto, que já se tornou ação de extensão, funciona por meio de um sistema de categorias – que variam conforme o tipo e o estado de conservação do livro – permitindo que o público realize trocas equivalentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Valorizamos mais o livro de ficção do que o técnico, para estimular a leitura não obrigatória na Universidade. Muitos estudantes dizem que gostavam de ler antes de entrar na graduação e acabam deixando isso de lado. A leitura também é uma ferramenta de autocuidado, de lazer, de prazer”, explicou a assistente social Andréia Zanoello.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das trocas, o projeto recebe doações de estudantes e até de bibliotecas da própria UFSM, incentivando a circulação dos livros e ampliando o acesso à leitura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com música eletrônica no Largo do Planetário, atividades científicas, ações de acolhimento e espaços de convivência, o Viva o Campus reforçou seu papel como ponte entre a universidade e a comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um domingo de sol, às vésperas do início das aulas, o campus voltou a pulsar, reunindo sotaques de diferentes países, histórias de quem está começando e de quem já construiu sua trajetória na instituição, famílias com chimarrão nas mãos e estudantes que, entre uma atividade e outra, ainda encontraram tempo para acompanhar o clássico do futebol gaúcho.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Jessica Mocelin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
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