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						<item>
				<title>UFSM lidera discussões na América Latina sobre os riscos da proliferação de armas nucleares </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/04/13/ufsm-lidera-discussoes-na-america-latina-sobre-os-riscos-da-proliferacao-de-armas-nucleares</link>
				<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 14:20:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina na Era Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrânia]]></category>

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						<description><![CDATA[Universidade passa a ser hub do recém-criado Grupo Pugwash/América Latina]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: times new roman, serif">Enquanto o mundo acompanha com preocupação o conflito entre Rússia e Ucrânia, que amplia a tensão de uma guerra nuclear, a UFSM torna-se peça central do recém-criado Grupo Pugwash/América Latina, que tem como finalidade alertar a sociedade para os perigos da proliferação de armas nucleares e incentivar os líderes mundiais a buscar soluções pacíficas e diplomáticas para os conflitos entre as nações.</span></p>
<p><span style="font-family: times new roman, serif">Com um reconhecido histórico não só em estudos sobre defesa, mas também de engajamento em assuntos e projetos de interesse latino-americano, a UFSM passa a ser o hub estratégico do grupo. </span>"O objetivo é criar e operacionalizar projetos e programas que visem aumentar o nível de conscientização social sobre os perigos representados pelos arsenais nucleares existentes, construindo interesse público suficiente para pressionar os atores governamentais na criação de políticas públicas na direção da paz e entendimento entre as nações. O encaminhamento de soluções para esses desafios certamente envolve instâncias de governo, instituições e sociedade civil da região", explica o professor aposentado do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM Odilon Marcuzzo do Canto, que está envolvido com o projeto, juntamente com a Secretaria de Apoio Internacional (SAI) da Universidade.</p>
<p><span style="font-family: times new roman, serif">"A UFSM apoiará na articulação regional e com parceiros interessados globalmente com os temas da energia nuclear e das armas nucleares", complementa o assessor do Gabinete do Reitor na SAI, Júlio César Cossio Rodriguez. Áreas como Relações Internacionais, Direito Internacional, Engenharias e todas as Ciências Naturais e Exatas, especialmente, além de todas as outras, poderão adotar os temas centrais do Pugwash/AL como objeto de estudos e pesquisas acadêmicas.</span></p>
<p><b><span style="font-family: times new roman, serif">Experiência e comprometimento</span></b></p>
<p><span style="font-family: times new roman, serif">Júlio lembra que a UFSM tem <i>expertise</i> no tema, já tendo sediado as duas edições do evento "América do Sul na Era Nuclear". A primeira edição, em 2018, foi coordenada por ele e por Odilon, e reuniu representantes de diversos países. A conferência de encerramento foi com o atual diretor-geral da Agência Atômica Internacional, Rafael Grossi. A segunda edição ocorreu de forma virtual, em novembro de 2021. A Pugwash, junto com a International Campaign to Abolish Nuclear Weapons (Ican), ambas ganhadoras do Nobel da Paz, foram parceiras importantes para o sucesso das edições do evento. </span></p>
<p><span style="font-family: times new roman, serif">"A UFSM, nos últimos anos, tem se destacado por abrigar este debate e protagonizar a discussão sobre as implicações para Ciência e Tecnologia de os países do sul global terem aberto mão de desenvolvimento de armamentos nucleares. Somos países pacíficos e desnuclearizados, mas que não podem ficar, por isto, sem investimentos para desenvolvimento de energia nuclear e seus derivados", pontua Júlio.<br /></span></p>
<p><span style="font-family: times new roman, serif">Da mesma forma, desde sua criação, a UFSM sempre manteve estreitos vínculos com projetos envolvendo a América Latina. Odilon cita como exemplos a ativa participação da Instituição no Grupo Universitário Latino-Americano de Estudos para a Reforma e Aperfeiçoamento do Ensino (Gulerp), em 1965, sediando a Faculdade Interamericana de Educação, além de ser co-fundadora da Associação de Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM). </span></p>
<p><span style="font-family: times new roman, serif">Reafirmando este compromisso e tradição, a UFSM passa agora a ser o hub do Grupo, centralizando discussões e estudos. "Dentre as instituições públicas e privadas, certamente as universidades, pela própria missão, são atores importantes nesse enfrentamento", destaca Odilon, que é engenheiro nuclear e está envolvido em assuntos de não proliferação e abolição total dos arsenais nucleares desde 2007, quando assumiu a Secretaria Geral da Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC).</span></p>
<div><span style="font-family: times new roman, serif"><b>Internacionalização</b><br /></span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: times new roman, serif">Ser peça central do Pugwash/AL será fundamental para a internacionalização da UFSM, pois a coloca no centro do debate sobre energia nuclear na região, "atraindo os olhos do mundo para o que fazemos bem", como observa Júlio. "Se pudermos, coletivamente e institucionalmente, em parceria com a Pugwash, agirmos para que os países do sul global sirvam de modelo de desnuclearização, no momento mais nuclearmente perigoso depois da Crise dos Mísseis, e que consigam, por defenderem a paz, retomarem de organismos internacionais suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento, a UFSM será central não apenas na pesquisa e inovação, mas na promoção da paz", complementa o assessor da SAI.</span></div>
<div> </div>
<div><b>Conflito na Ucrânia</b></div>
<div> </div>
<div>O Grupo Pugwash/AL foi lançado por cientistas, ex-diplomatas e professores de Relações Internacionais de sete países latino-americanos (Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, México e Uruguai), que se reuniram virtualmente em 29 de março passado, depois de um longo período de discussões. O momento não poderia ser mais propício, devido à tensão criada pelo conflito entre Rússia e Ucrânia. </div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: times new roman, serif">Para Odilon, a elevação da consciência de perigo, quando há ações armadas envolvendo potências nucleares, cria um ambiente propício para o engajamento de mais pessoas nesse tipo de movimento. "No momento em que essas percepções ficam aguçadas pelos acontecimentos na Ucrânia, é importante que a sociedade se posicione, exigindo ações e posturas coerentes de seus governantes", ressalta.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: times new roman, serif">Ele lembra que a América Latina tem uma história de dedicação ao desarmamento e à não proliferação de armas nucleares. Foi primeira região do planeta a se declarar Zona Livre de Armas Nucleares (ZLAN) pela assinatura do Tratado de Tlatelolco, no México, em 1967. Agora, com o Pugwash/AL, terá um fórum permanente de debates, que impulsionará projetos visando à conscientização pública sobre o tema.</span></div>
<div> </div>
<div><b><span style="font-family: times new roman, serif">Conferências Pugwash</span></b></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: times new roman, serif">O movimento internacional <a href="https://pugwash.org/home/" target="_blank" rel="noopener">Conferências Pugwash</a> sobre Ciência e Negócios Mundiais foi criado a partir do Manifesto Russel-Einstein, publicado no dia 9 de julho de 1955, meses após a morte de Einstein. O documento foi encabeçado pelo matemático e filósofo inglês Bertrand Russel e pelo físico britânico Jozef Roblat. Foi assinado por mais de uma dezena de cientistas e intelectuais, chamando a atenção para os perigos da proliferação das armas nucleares e incentivando os líderes mundiais a buscar soluções pacíficas e diplomáticas para os conflitos entre as nações. Os ideais de paz e entendimento entre as nações, defendidos pelo movimento, serviram de inspiração para a criação de grupos nacionais, que atualmente passam de 30.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: times new roman, serif">A consciência dos perigos de destruição da vida no Planeta, por uso decidido ou acidental da enorme quantidade de ogivas nucleares em posição de operação nos arsenais das nações nuclearmente armadas, esteve sempre presente no dia a dia da humanidade nos últimos 77 anos. Essa percepção tem variado de intensa a muito intensa, conforme retratada no Relógio do Apocalipse (<a href="https://thebulletin.org/doomsday-clock/" target="_blank" rel="noopener">Doomsday Clock</a>), criado pelo Comitê do Boulletim of the Atomic Scientists, da Universidade de Chicago. </span></div>
<div> </div>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove seminário internacional sobre América Latina e os desafios da Era Nuclear</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/10/ufsm-promove-seminario-internacional-sobre-america-latina-e-os-desafios-da-era-nuclear</link>
				<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 15:41:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina na Era Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[americalatinanuclear]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[pugwash]]></category>
		<category><![CDATA[sul nuclear]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento reunirá autoridades e especialistas internacionais para debater o papel de governos, universidades e sociedade no uso pacífico da energia nuclear  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> <img class=" wp-image-57054 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/10/banner_site_amercia_do_sul_era_nuclear-2-300x111.jpg" alt="Descrição da imagem: Card cinza com ilustração laranja da América Latina e texto: América Latina na Era Nuclear." width="803" height="297" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a organização </span><i><span style="font-weight: 400">Pugwash Conferences on Science and World Affairs </span></i><span style="font-weight: 400">e a</span> <i><span style="font-weight: 400">Fundation Non-Proliferation for Global Security (NPSGlobal)</span></i><span style="font-weight: 400"> promovem, no dia 16 de novembro de 2021, o seminário </span><a href="https://www.ufsm.br/eventos/americalatinanuclear/"><b>América Latina na Era Nuclear – da Zona Livre ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares: próximos passos</b></a><span style="font-weight: 400">. O evento reunirá autoridades, embaixadores, pesquisadores e representantes de grandes instituições de diversos países da América Latina. O seminário será realizado de forma online, com transmissão ao vivo pelo </span><a href="https://www.youtube.com/c/UniversidadeFederaldeSantaMariaUFSM"><span style="font-weight: 400">Youtube da UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> e aberta a todos os interessados. Não é necessário fazer inscrição prévia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Passados três anos da realização do </span><a href="https://www.ufsm.br/eventos/sulnuclear/"><span style="font-weight: 400">Seminário Internacional – América do Sul na era nuclear: riscos, desafios e perspectivas</span></a><span style="font-weight: 400">, que reuniu mais de mil pessoas entre estudantes, professores e comunidade, a UFSM traz mais uma vez ao debate esse tema. Segundo o secretário geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, o aquecimento global e as armas nucleares são as duas grandes ameaças à continuidade da vida no planeta Terra. Diante disso, o seminário busca oferecer um espaço de troca de ideias e experiências dos diversos atores envolvidos nessa temática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As inúmeras aplicações pacíficas da energia nuclear representam um potencial no encaminhamento de possíveis soluções para as duas ameaças. As inovações advindas de tecnologias nucleares apropriadas, quando inseridas nos processos produtivos e na saúde pública, tendem a melhorar a qualidade de vida das populações, atacando a fome endêmica e as doenças, diminuindo, em consequência, as tensões sociais e as probabilidades de guerras. Por outro lado, a energia nuclear poderá desempenhar um papel de grande importância na luta contra o aquecimento global, sendo uma fonte energética economicamente viável, tecnicamente factível e com a menor repercussão possível, tanto no uso de recursos naturais como na produção de resíduos danosos ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Embora a América Latina tenha um histórico positivo na defesa dos usos pacíficos de tecnologias nucleares, a expansão de sua utilização dependerá do enfrentamento de um conjunto de fatores adversos. O primeiro deles é a necessidade de modificar a percepção negativa que a opinião pública tem sobre o tema. O uso como arma com grande poder de destruição, somado a mitos e lendas urbanas dissociadas das verdades científicas, acabam afetando a aceitação pública das tecnologias nucleares, criando uma narrativa desfavorável que muitas vezes é repercutida pela mídia e pelo cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class=" wp-image-57053 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/10/cards_frases_02-300x300.jpg" alt="Card cinza com ilustração laranja da América Latina e texto: Por que discutir América Latina na era nuclear? América Latina na Era Nuclear. 16 de novembro, 9h às 17h20, YouTube da UFSM" width="265" height="265" />Esta percepção pública negativa tem ofuscado o papel construtivo de inúmeras aplicações pacíficas da energia nuclear. Assim, o seminário internacional virtual </span><i><span style="font-weight: 400">América Latina na Era Nuclear – da Zona Livre ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares: próximos passos</span></i><span style="font-weight: 400">, vai discutir o papel dos governos, das universidades e da sociedade civil na construção de possíveis caminhos que incentivem as utilizações </span><b>pacíficas</b><span style="font-weight: 400"> da energia nuclear em </span><b>benefício de toda a humanidade</b><span style="font-weight: 400"> e que levem ao entendimento da necessidade de </span><b>banimento total dos arsenais nucleares</b><span style="font-weight: 400">. O seminário reunirá especialistas de instituições de diversos países da América Latina, que apresentarão a situação atual, assim como as tendências e perspectivas para os próximos anos.</span></p>
<p><b><br />Organizações participantes</b><span style="font-weight: 400"> - <a href="http://pugwashbr.ccs.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home">Pugwash Brasil</a>, <a href="http://grupomontevideo.org/sitio/">Associação das Universidades Grupo Montevideo</a> (AUGM), <a href="https://www.abacc.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares</a> (ABACC), <a href="https://las-ans.org.br/">Latin American Section/American Nuclear Society</a> (LAS/ANS), <a href="https://win-global.org/">Women In Nuclear Global</a> (WiN Global), <a href="http://npsglobal.org/eng/">Fundation Non-Proliferation for Global Security</a> (NPSGlobal), <a href="http://www.bsgi.org.br/">Brasil Soka Gakkai Internacional</a> (BSGI), <a href="https://www.iaea.org/">Agência Internacional de Energia Nuclear</a> (AIEA). Destaca-se a presença de três organizações que receberam o Prêmio Nobel da Paz: <a href="https://pugwash.org/">Conferências Pugwash sobre Ciência e Negócios Mundiais</a> (laureada em 1995), <a href="https://www.icanw.org/">Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares</a> – ICAN (laureada em 2017), <a href="https://www.ippnw.org/">Médicos Internacionais para a Prevenção da Guerra Nuclear</a> – IPPNW (laureada em 1985).</span></p>
<p><b><br />Programação - </b><span style="font-weight: 400">A abertura do seminário será realizada às 9h, com participação do reitor da UFSM, Paulo Burmann, do ex-reitor da UFSM Odilon Marcuzzo do Canto, do Embaixador Sergio de Queiroz Duarte (Presidente honorário da Pugwash Brasil) e do Embaixador Rafael Mariano Grossi (Diretor Geral da Agência Internacional de Energia Atômica). Às 9h30 tem início o primeiro painel, que tem como tema “América Latina no Setor Nuclear: papel dos governos”. A partir das 11h30, será realizada homenagem aos 30 anos da Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC), completados neste ano. Haverá mensagens do secretário-geral da ONU, dos governos do Brasil e da Argentina, além da Secretaria da ABACC. Após o intervalo, o seminário retorna às 13h30 com o painel “América Latina no Setor Nuclear: papel das universidades”. Às 15h10 ocorre homenagem aos 30 anos da Associação das Universidades Grupo Montevideo (AUGM), com participação da Andifes e de representantes da AUGM. às 15h30, o painel final traz a discussão “América Latina no Setor Nuclear: papel da sociedade civil”, e o evento terá seu encerramento às 17h20. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação detalhada e a lista completa dos conferencistas podem ser acessada na </span><a href="https://www.ufsm.br/eventos/americalatinanuclear/#programacao"><b>página do evento</b></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><b><br />Confira mais informações</b></p>
<p>- <a href="https://www.ufsm.br/nota-conceitual-sobre-o-evento-america-latina-na-era-nuclear/"><span style="font-weight: 400">Nota conceitual sobre o evento </span><i><span style="font-weight: 400">América Latina na Era Nuclear</span></i></a><span style="font-weight: 400">, por Odilon Marcuzzo do Canto</span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/2018/08/20/ao-vivo-acompanhe-o-seminario-america-do-sul-na-era-nuclear/"><span style="font-weight: 400"><span style="text-decoration: underline">-</span> Saiba como foi o Seminário América do Sul na Era Nuclear</span></a><span style="font-weight: 400">, em 2018</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">- Revista Arco: </span><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/energia-nuclear-so-serve-para-a-guerra/"><span style="font-weight: 400">Energia nuclear só serve para a guerra?</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">- Revista Arco: </span><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/11-utilidades-da-energia-nuclear/"><span style="font-weight: 400">11 utilidades da energia nuclear</span></a></p>
<p><b><br />Serviço:</b></p>
<p><b>O quê: </b><span style="font-weight: 400">Seminário online “</span><a href="https://www.ufsm.br/eventos/americalatinanuclear/"><span style="font-weight: 400">América Latina na Era Nuclear – da Zona Livre ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares: próximos passo</span></a><span style="font-weight: 400">s”</span></p>
<p><b>Quem: </b><span style="font-weight: 400">Universidade Federal de Santa Maria, </span><i><span style="font-weight: 400">Pugwash Conferences on Science and World Affairs </span></i><span style="font-weight: 400">e a</span> <i><span style="font-weight: 400">Fundation Non-Proliferation for Global Security (NPSGlobal)</span></i></p>
<p><b>Quando: </b><span style="font-weight: 400">16/11/2021, a partir das 9h</span></p>
<p><b>Transmissão: </b><a href="http://www.youtube.com/c/UniversidadeFederaldeSantaMariaUFSM"><i><span style="font-weight: 400">www.youtube.com/c/UniversidadeFederaldeSantaMariaUFSM</span></i></a></p>
<p><b>Inscrições: </b><span style="font-weight: 400">não é necessário fazer inscrição prévia, a transmissão será aberta a todos via Youtube. Quem desejar certificado de participação deverá registrar a presença por meio de link que será disponibilizado durante o evento, via chat.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário América do Sul na Era Nuclear termina com avaliação positiva dos organizadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/08/23/seminario-america-do-sul-na-era-nuclear-termina-com-avaliacao-positiva-dos-organizadores</link>
				<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 13:38:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[pugwash]]></category>
		<category><![CDATA[sul nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Teve fim na manhã de terça-feira (21) o Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear: riscos desafios e perspectivas. O evento, promovido pela UFSM em parceria com a organização internacional Prêmio Nobel da Paz de 1995, a Pugwash Conferences on Science and World Affairs, teve início na segunda feira (20), no Centro de Convenções [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_44176" align="aligncenter" width="501"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/08/conferencistas.jpg"><img class="wp-image-44176" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/08/conferencistas.jpg" alt="Foto horizontal colorida de várias pessoas em pé em um palco com painel ao fundo escrito América do Sul na Era Nuclear" width="501" height="334"></a> Conferencistas e equipe de organização do Seminário[/caption]

Teve fim na manhã de terça-feira (21) o Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear: riscos desafios e perspectivas. O evento, promovido pela UFSM em parceria com a organização internacional Prêmio Nobel da Paz de 1995, a Pugwash Conferences on Science and World Affairs, teve início na segunda feira (20), no Centro de Convenções da Universidade.

O Seminário contou com público de mais de mil pessoas, dentre professores, alunos e pesquisadores, de diferentes países e diversas áreas do conhecimento. Os debates ressaltaram a importância das relações regionais, bilaterais e multilaterais na intensificação do uso pacífico da energia nuclear, bem como os esforços empreendidos para o desarmamento das regiões que possuem armas nucleares. Durante os dois dias do evento ocorreu também uma mostra acadêmica, na qual foram apresentados 22 trabalhos relacionados a temática nuclear.

O reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, salienta que esta realização representa para a UFSM uma posição de destaque no Brasil e na América do Sul, ao protagonizar o debate sobre os usos e potencialidades da energia nuclear, que considera como central no contexto internacional. “São extremamente consistentes e positivos os resultados e repercussões deste Seminário, que constituiu um dos mais importantes eventos da história da Universidade Federal de Santa Maria”, ressalta Burmann.

A agenda da universidade contemplou também o trabalho, o fortalecimento e a criação de redes de cooperação, estratégicas para a internacionalização e qualificação. Para o ex-reitor da UFSM e um dos organizadores do Seminário, Odilon Marcuzzo do Canto, a atividade abriu possibilidades de integração entre a Universidade e diversos organismos nacionais e internacionais. “O próprio projeto do reator multipropósito brasileiro abre uma avenida de possibilidades, porque é um projeto que está em construção com um reflexo social imenso em diversas áreas, não só nas áreas de ciências ‘duras’, como física, química e engenharias, mas também nas áreas médicas e na própria área social, humana”.

Ao liderar debates de assuntos de interesse da sociedade e da comunidade global, conforme realça o reitor Burmann, a UFSM cumpre seu papel de proatividade e de propulsora na produção e disseminação do conhecimento, ao mesmo tempo em que reafirma sua responsabilidade para a construção da paz mundial. “O Seminário América do Sul na Era Nuclear sinalizou para a concretização de diversos dos objetivos do desenvolvimento sustentável e da agenda 2030. Dentre eles, o acesso confiável e sustentável à energia para todos, à ciência, à tecnologia e à inovação, bem como o fortalecimento de parcerias globais para o desenvolvimento”, afirma Burmann.

Já o professor no curso de Relações Internacionais da UFSM e coordenador geral do Seminário, Júlio César Cossio Rodriguez, destacou o caráter internacional do evento, além de salientar a qualidade da atuação das equipes de gestão e organização envolvidas durante a atividade, fato ressaltado pelos conferencistas.

A cobertura completa do Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear está disponível no <strong><a href="http://w3.ufsm.br/lex/?page_id=877">site do Laboratório de Experimentação em Jornalismo</a></strong> (LEX) da UFSM. Confira também <strong><a href="https://www.ufsm.br/2018/08/20/ao-vivo-acompanhe-o-seminario-america-do-sul-na-era-nuclear/">a íntegra do evento na transmissão do Farol</a>.</strong>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Saiba como foi o Seminário América do Sul na Era Nuclear</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/08/20/ao-vivo-acompanhe-o-seminario-america-do-sul-na-era-nuclear</link>
				<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 12:37:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[pugwash]]></category>
		<category><![CDATA[sul nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=44072</guid>
						<description><![CDATA[Acompanhe aqui as reportagens, fotos e áudios do evento &nbsp; Veja como foi a transmissão pelo Farol: 20/08 &#8211; manhã &nbsp; 20/08 &#8211; tarde &nbsp; 21/08 &#8211; manhã &nbsp;]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <strong><a href="http://w3.ufsm.br/lex/?page_id=877">Acompanhe aqui as reportagens, fotos e áudios do evento</a></strong>

&nbsp;

Veja como foi a transmissão pelo Farol:

<strong>20/08 - manhã</strong>

<strong><a href="http://w3.ufsm.br/lex/?page_id=877"><iframe src="https://farol.ufsm.br/transmissao/embed/seminario-america-do-sul-na-era-nuclear-20082018-0830h/" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></a></strong>

&nbsp;

<strong>20/08 - tarde</strong>

<iframe src="https://farol.ufsm.br/transmissao/embed/seminario-america-do-sul-na-era-nuclear-20082018-14h/" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>

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<strong>21/08 - manhã</strong>

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				<title>Energia Nuclear é tema de Seminário Internacional na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/08/17/energia-nuclear-e-tema-de-seminario-internacional-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 13:26:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[pugwash]]></category>
		<category><![CDATA[sul nuclear]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Autoridades, diplomatas, pesquisadores e representantes de grandes organizações nacionais e internacionais estarão reunidos em Santa Maria, na próxima semana, para debater os usos da energia nuclear na América do Sul. Eles participam do Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear: Riscos, Desafios e Perspectivas, promovido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a organização Pugwash Conferences on Science and World Affairs. O evento acontece nos dias 20 e 21 de agosto, no Centro de Convenções da Universidade, no campus de Camobi.</p>
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<p>O Seminário tem como principal objetivo promover um amplo debate em torno dos usos da energia nuclear, enfatizando duas perspectivas principais: o posicionamento da região diante dos riscos da proliferação de armas nucleares em todo o mundo, e o potencial de uso da energia nuclear como fonte de energia alternativa para os países da América do Sul. “Este é um evento singular. Talvez seja a primeira vez que tantos especialista dos países do  Conesul estejam reunidos em um mesmo lugar e, além disso, que possam debater com professores especialistas neste tema, de uma forma aberta, ampla e competente. O que destaca a importância da UFSM de trazer um tema tão importante para cá, no coração de uma região que foi uma das pioneiras em se estabelecer como uma área livre de armas nucleares e que agora se coloca como ponto chave de discussão para o futuro dos usos dessa energia”, destaca o coordenador geral do evento, professor Júlio Cesar Cossio Rodriguez, do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM.</p>
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<p><strong>Programação –</strong> O evento inicia na manhã de segunda-feira (20), com o credenciamento, a partir das 8h, e a abertura oficial, às 9h, com a presença do reitor da UFSM, professor Paulo Afonso Burmann; do embaixador brasileiro e presidente da Pugwash Internacional Sérgio de Queiroz Duarte; do reitor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), professor Marco Antonio Fontoura Hansen; do Contra-Almirante Noriaki Wada, representante do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; da Oficial de Planejamento e Avaliação da Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC), Sonia Fernández Moreno; do representante da Brasil Soka Gakkai Internacional, professor José Neri Gottfried Paniz; e do coordenador geral do evento, professor Júlio Cesar Cossio Rodriguez.</p>
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<p>A primeira mesa de debates inicia às 9h30, abordando questões como as medidas nacionais e regionais para a segurança de instalações nucleares existentes, os riscos decorrentes do terrorismo sectário, a cooperação regional e sub-regional para os usos pacíficos da energia nuclear e o tratamento e eliminação de resíduos radioativos. Às 14h, a segunda mesa debaterá temas como a importância dos esforços multilaterais, regionais e bilaterais para evitar a proliferação de armas nucleares e eliminar os arsenais existentes e a revitalização dos órgãos e instrumentos multilaterais à disposição da comunidade internacional. Já a mesa das 16h30 terá como foco a contribuição dos organismos regionais e sub-regionais para assegurar a não existência de armas de destruição em massa e para o fortalecimento da confiança, e as consequências globais e regionais de detonações nucleares.</p>
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<p>Na terça-feira (21), as atividades serão retomadas com discussões acerca do papel das organizações da sociedade civil e contribuição das instituições acadêmicas e científicas, e sobre o futuro da normatização internacional sobre armas de destruição em massa. A programação será encerrada às 11h, com a palestra “Panorama global dos esforços de desarmamento e não proliferação de armas nucleares”, a ser ministrada pelo Embaixador da Argentina na Áustria, Rafael Grossi.</p>
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<p><strong>Mostra Acadêmica –</strong> Em paralelo ao Seminário, ocorrerá também uma Mostra Acadêmica, com exposição de pôsteres. A mostra contará com 22 trabalhos desenvolvidos por estudantes e pesquisadores de instituições brasileiras e estrangeiras.</p>
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<p>Os conteúdos dos trabalhos dividem-se em três grandes eixos temáticos: Energia nuclear: desafios ao uso da energia nuclear como fonte de energia na América do Sul e no Brasil, competitividade entre energia nuclear e outras fontes de energia alternativas (solar, eólica, etc.); Relações internacionais, segurança e defesa: desafios e perspectivas quanto à manutenção da América do Sul como área livre de armas nucleares, regulações internacionais e suas implicações aos países da América do Sul; e outras áreas do conhecimento, desde que relacionadas ao tema central do seminário.</p>
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<p>O Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear: Riscos, Desafios e Perspectivas é gratuito e aberto a todos os interessados. Serão emitidos certificados de participação para aqueles que efetuaram inscrição prévia. Durante o evento, haverá transmissão ao vivo das palestras, pelo site da UFSM (http://farol.ufsm.br/). Além disso, os canais de comunicação institucionais da Universidade irão fazer uma ampla cobertura das atividades do seminário.</p>
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