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				<title>UFSM/FW participa de discussão sobre sustentabilidade e crise ecológica em congressos de sociologia rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/24/ufsm-fw-participa-de-discussao-sobre-sustentabilidade-e-crise-ecologica-em-congressos-de-sociologia-rural</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:10:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Engenharia Florestal representou o campus apresentando pesquisas sobre limites planetários e agricultura familiar ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Departamento de Engenharia Florestal do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) esteve presente no XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural (IRSA) e no 64º Congresso da SOBER [Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural]. Os eventos ocorreram em conjunto entre 19 e 23 de julho de 2026, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre.</p><p>As atividades oportunizaram diálogo interdisciplinar entre pesquisadores de ciências rurais, economia, gestão, sociologia e áreas correlatas, a nível nacional e internacional. Na ocasião, discutiram os desafios da agricultura, alimentação e sustentabilidade no campo.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="862" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/24_07_oscar_figueiredo_foto_arquivo_pessoal2-1024x862.jpeg" alt="" />											<figcaption>Prof. Oscar Agustín Torres Figueredo durante apresentação | Imagem cedida pelo docente</figcaption>
										</figure>
		<h2>Pesquisa e extensão no enfrentamento da crise climática</h2><p>Representando a UFSM/FW, participou o docente Oscar Agustín Torres Figueredo, do Departamento de Engenharia Florestal. O professor apresentou o trabalho Limites Planetários: contribuições para o enfrentamento da crise ecológica planetária através da pesquisa e extensão universitária, desenvolvido em parceria com o pesquisador Davi Ezequiel François.</p><p>“O objetivo do trabalho foi apresentar uma breve discussão sobre a pesquisa e extensão universitária relacionando-as com os limites planetários com algumas ações de extensão tais como o projeto de extensão Feira de produtos agroecológicos na UFSM/FW”, explicou Figueiredo. O professor aproveitou a oportunidade e divulgou o projeto de pesquisa, que é realizado em parceria com a PUCRS, “<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/23/parceria-em-pesquisa-entre-a-ufsm-fw-e-a-pucrs-busca-implementar-tecnologia-de-energia-solar-no-meio-rural" target="_blank" rel="noopener">Perspectivas futuras para o nexo energia e resiliência comunitária a eventos climáticos extremos em comunidades rurais de base familiar no sul do Brasil</a>”.</p><p>Conforme esclareceu o docente da UFSM/FW, os projetos de pesquisa são uma “oportunidade de associar Ensino, Pesquisa e Extensão para contribuir com a formação de agricultores familiares e estudantes para que tenham uma visão interdisciplinar, sistêmica e interprofissional diferenciada frente aos grandes desafios da humanidade”. As pesquisas, aponta Figueiredo, são fundamentais para mitigar os efeitos do colapso socioambiental. “Perante as múltiplas crises da atualidade, é imperiosa a necessidade de decrescer por causa da geração de poluentes e degradadoras do meio ambiente, concomitantemente com o aumento de ações voltadas à preservação e regeneração ecológica para reduzir a entropia”, conclui.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Frederico Westphalen celebra duas décadas do Curso de Engenharia Florestal da UFSM no norte do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/14/frederico-westphalen-celebra-duas-decadas-do-curso-de-engenharia-florestal-da-ufsm-no-norte-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:04:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário da engenharia ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento marcou o aniversário de duas décadas do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Intitulada &#8220;20 anos da Engenharia Florestal no Norte do Rio Grande do Sul: história, profissão e futuro&#8221;, a comemoração ocorreu nos dias 11 e 12 de julho de 2026. A iniciativa reuniu profissionais, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/15_07-engenharia_florestal_foto_yasmin-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>Evento marcou o aniversário de duas décadas do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Intitulada "20 anos da Engenharia Florestal no Norte do Rio Grande do Sul: história, profissão e futuro", a comemoração ocorreu nos dias 11 e 12 de julho de 2026. A iniciativa reuniu profissionais, docentes, estudantes, egressos e representantes de instituições ligadas ao setor florestal brasileiro com o objetivo de celebrar a trajetória e discutir os desafios e perspectivas da profissão.</p><p>A celebração foi promovida pela Associação Gaúcha dos Engenheiros Florestais (AGEF), Sociedade dos Engenheiros Florestais Autônomos do Estado do Rio Grande do Sul (SEFARGS), Sociedade Santamariense dos Engenheiros Florestais (SOSEF), Curso de Engenharia Florestal e PET Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Campus Frederico Westphalen.</p>		
													<img width="600" height="400" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/15_07_engenharia_florestal_foto_yasmin.jpg" alt="" />													
		<h2>Evolução da Engenharia Florestal</h2><p>A programação do dia 11 de julho contou com um ciclo de palestras ministradas por profissionais que atuam no área. Entre os convidados estiveram presentes o engenheiro florestal Pedro de Almeida Salles, representando a Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (SBEF), o engenheiro florestal Igor da Silva Narvaes, do Centro de Operações Espaciais (COESU/INPE), o engenheiro florestal Fernando Castanheira Neto, representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e o engenheiro florestal Luis Zanon Peripolli, da CMPC Brasil. As exposições proporcionaram reflexões sobre a evolução da Engenharia Florestal, as inovações tecnológicas aplicadas ao setor e as perspectivas para o desenvolvimento sustentável das florestas brasileiras.</p><p>À noite, os participantes reuniram-se em um jantar comemorativo, em um ambiente que marcou o reencontro de diferentes gerações de profissionais formados pela UFSMFW. Na ocasião, foram prestadas homenagens a professores, técnicos administrativos, profissionais e representantes de entidades que contribuíram de forma decisiva para a consolidação e o crescimento do Curso de Engenharia Florestal e para o fortalecimento da profissão na região.</p><p>No dia 12 de julho, a programação foi concluída com uma visita técnica e turística ao município de Ametista do Sul, um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Sul, localizado a cerca de 20 quilômetros de Frederico Westphalen. A atividade possibilitou que os participantes conhecessdem o potencial geológico, histórico e turístico da região, encerrando as comemorações com um momento de convivência e valorização das riquezas locais.</p><h2>Valorização da profissão</h2><p>Mais do que celebrar uma data histórica, o evento reafirmou a importância da Engenharia Florestal para o desenvolvimento sustentável do norte gaúcho e destacou o papel desempenhado pela UFSM/FW na formação de profissionais que hoje atuam em diferentes segmentos do setor florestal no Brasil e no exterior. As atividades evidenciaram o legado construído ao longo de duas décadas e renovaram o compromisso das instituições organizadoras com a excelência na formação acadêmica, na pesquisa, na extensão e na valorização da profissão.</p><p>Texto: Edner Baumhardt<br />Fotos: Yasmin Leal Martins<br />Edição: DDI</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/engenharia_florestal_foto_yasmin-1024x683.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM disponibiliza caderno de campo gratuito sobre manejo de plantas forrageiras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/13/ufsm-disponibiliza-caderno-de-campo-gratuito-sobre-manejo-de-plantas-forrageiras</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:49:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[DCAA]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[plantas forrageiras]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Publicação produzida pelo grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia reúne orientações para produtores rurais, estudantes e profissionais da área]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024-1.jpg" alt="" width="410" height="1024" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen, disponibilizou gratuitamente o <a href="http://Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen" data-wplink-url-error="true">Caderno de Campo – Manejo de Plantas Forrageiras</a>, publicação elaborada pelo grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia. O material reúne informações técnicas sobre produção e manejo de pastagens em linguagem acessível, com o objetivo de aproximar o conhecimento produzido na universidade da comunidade e contribuir para a qualificação da produção animal.</p>
<p>A publicação foi produzida pela professora Ana Carolina Klinger, do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA), em conjunto com as bolsistas Amanda Schuh e Esther Taborda e o acadêmico João Vitor Agostini, como parte das ações do projeto de extensão Zootecnia em Campo: Capacitação e Extensão na Produção Animal. O material foi desenvolvido como apoio ao <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/10/ufsm-fw-realiza-workshop-sobre-plantas-forrageiras-e-manejo-correto-de-pastagens">Workshop de Manejo de Plantas Forrageiras</a> e permanece disponível para consulta por produtores rurais, estudantes, técnicos e demais interessados.</p>
<h3>Do manejo do pastejo à recuperação de áreas degradadas</h3>
<p>Dividido em capítulos, o caderno apresenta conceitos básicos da forragicultura e recomendações práticas para melhorar o manejo das pastagens e a produtividade no campo. Entre os assuntos abordados estão:</p>
<ul>
<li data-start="2238" data-end="2304">conceitos e terminologias sobre plantas forrageiras e pastagens;</li>
<li data-start="2305" data-end="2359">métodos para estimar a massa de forragem disponível;</li>
<li data-start="2360" data-end="2462">manejo adequado do pastejo para evitar desperdícios e preservar a qualidade nutricional das plantas;</li>
<li data-start="2463" data-end="2544">diferenças entre sistemas de pastejo e seus impactos na eficiência da produção;</li>
<li data-start="2545" data-end="2584">taxa de lotação e pressão de pastejo;</li>
<li data-start="2585" data-end="2637">cultivo consorciado entre gramíneas e leguminosas;</li>
<li data-start="2638" data-end="2712">classificação das espécies forrageiras conforme o período de utilização;</li>
<li data-start="2713" data-end="2751">produção e recuperação de pastagens;</li>
<li data-start="2752" data-end="2774">técnicas de fenação;</li>
</ul>
<p dir="ltr">Além disso, com um importante papel na segurança alimentar dos ruminantes, as plantas forrageiras também têm relevante função na preservação e saúde dos solos. Elas evitam a perda de nutrientes e processos erosivos, aumentam a matéria orgânica no entressafras e algumas espécies ainda armazenam nitrogênio para a próxima cultura.  A íntegra do caderno pode ser acessada gratuitamente no <a href="https://drive.google.com/file/d/1QXmTF1JXrSfxXXYekFK2bMnr1sykkIDZ/view">link.</a></p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen<br />Foto de capa: Ana Carolina Klinger</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM Frederico Westphalen e Sesc promove exposição fotográfica de participantes do programa Maturidade Ativa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/02/parceria-entre-ufsm-frederico-westphalen-e-sesc-promove-exposicao-fotografica-de-participantes-do-programa-maturidade-ativa</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:31:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade Ativa]]></category>
		<category><![CDATA[mostra de fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[oficina de fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra "Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo" será aberta no dia 03 de julho e reúne trabalhos desenvolvidos durante oficina de fotografia ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p> O <b>Sesc Frederico Westphalen</b> realiza, no dia 3 de julho, às 17h, a abertura da exposição "<em>Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo</em>". A mostra, que ficará disponível até dia 10 de julho, reúne fotografias produzidas por participantes do programa <strong>Sesc Maturidade</strong> <b>Ativa </b>durante uma oficina ministrada pelo fotógrafo <strong>Paulo Munhoz</strong>, docente no campus Frederico Westphalen da <strong>Universidade Federal de Santa Maria</strong> (<strong>UFSM</strong>). A atividade utilizou o celular como ferramenta de criação e expressão artística. O evento será na sala Multiuso do Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 - 1º andar) é aberto ao público e tem entrada gratuita.</p>
<p>Resultado de uma experiência formativa, a exposição apresenta registros que exploram detalhes, paisagens, memórias e situações do cotidiano, evidenciando a sensibilidade e o olhar dos participantes. A proposta da oficina foi incentivar a fotografia como forma de expressão, a partir do estímulo da criatividade e da percepção sobre o ambiente ao redor. Ao longo dos encontros, os participantes tiveram contato com conceitos de fotografia, composição de imagem, enquadramento e técnicas para potencializar registros realizados por dispositivos móveis.</p>
<p>Além do aprendizado técnico, a oficina buscou fortalecer a autonomia, a criatividade e o protagonismo das pessoas idosas, demonstrando como a arte e a educação podem contribuir para um envelhecimento mais ativo, participativo e conectado às novas formas de comunicação. A exposição poderá ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 22h, e sábado das 8h às 12h. Mais informações podem ser obtidas através do número (55) 3744-7450. A realização das oficinas é uma parceria entre o Sesc Frederico Westphalen e a UFSM Campus Frederico Westphalen.</p>
<p>Sobre o Programa Sesc Maturidade Ativa – Capitaneado pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, o programa está há mais de 20 anos no Estado com o objetivo de promover qualidade de vida e envelhecimento ativo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No projeto, os participantes reúnem-se para conviver, divertir, confraternizar, aprender e desenvolver seus potenciais, além de realizar trabalhos comunitários e solidários. Trata-se de um movimento social organizado que tem por missão construir um novo significado para o envelhecimento, valorizando o papel do participante na sociedade contemporânea e a prática da responsabilidade individual e coletiva. Atualmente, são 60 grupos ativos com atividades sistemáticas no RS. Mais informações aqui.&nbsp;</p>
<p><b>SERVIÇO</b></p>
<p><b>Exposição "Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo" - Sesc Frederico Westphalen</b></p>
<p><b>Abertura</b></p>
<p>Data: 03/07 (sexta-feira)</p>
<p>Horário: 17h</p>
<p>Local: Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 - 1º andar)</p>
<p>*Evento gratuito</p>
<p><b>Exposição</b></p>
<p>Data: de 03/07 até 10/07</p>
<p>Horário de visitação:&nbsp; de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h</p>
<p>Local:&nbsp; sala Multiuso do Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 - 1º andar)</p>
<p>Entrada gratuita</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Agronomia da UFSM/FW conhecem realidade do agronegócio no Cerrado brasileiro </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/02/estudantes-de-agronomia-da-ufsm-fw-conhecem-realidade-do-agronegocio-no-cerrado-brasileiro</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:22:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[
Visita técnica proporcionou contato com grandes sistemas produtivos, conhecimentos sobre agricultura irrigada, produtos biológicos e oportunidades profissionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73432" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Alunos-de-Agronomia-durante-visita-em-plantacao-de-canola-na-Fazenda-Barro-Branco.jpg"><img class="wp-image-73432" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Alunos-de-Agronomia-durante-visita-em-plantacao-de-canola-na-Fazenda-Barro-Branco.jpg" alt="" width="637" height="424" /></a> Alunos visitaram lavoura de canola na Fazenda Barro Branco[/caption]
<p dir="ltr">Alunos do Curso de Agronomia do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) realizaram a 15ª Visita Técnica ao Cerrado Brasileiro, de 20 a 26 de junho. Atividade complementar da disciplina de Agricultura Especial I, a viagem possibilitou compreender diferenças entre os sistemas agrícolas do Cerrado e da região Sul do país, conhecer sistemas produtivos em larga escala e aproximar os estudantes do mercado de trabalho.</p>
<p dir="ltr">Durante as atividades, os acadêmicos visitaram fazendas nos estados de Goiás (GO), Minas Gerais (MG) e Distrito Federal (DF). A programação incluiu visitas voltadas à produção de diferentes culturas. Além disso, a experiência possibilitou discussões relacionadas à produção de alimentos, manejo sustentável, uso de produtos biológicos, irrigação, agricultura digital e adaptação às mudanças climáticas, temas cada vez mais presentes no setor agrícola brasileiro.</p>
<h3 dir="ltr">Conhecimento na prática</h3>
<p dir="ltr">A iniciativa ocorreu sob a coordenação do professor Claudir José Basso, docente do departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA) da UFSM/FW, e da disciplina.  Também acompanharam a viagem os professores do departamento, Braulio Otomar Caron e Fernando Panno.</p>
<p dir="ltr">Para Basso, essa experiência revela aos acadêmicos possibilidades que vão além do cenário agrícola regional. “Trazer os alunos para essa realidade é importante porque o Cerrado ainda é uma região que vai crescer muito na produção de alimentos, na produção de energia”. Segundo pontua, “a ideia é apresentar um contexto totalmente diferente daquele que estamos acostumados a ver no Sul e também possibilitar aos estudantes oportunidades profissionais e de estágio”. </p>
<p dir="ltr">O docente enfatiza que a atividade contribui para aproximar os conteúdos trabalhados em sala de aula da prática no campo. “O algodão, por exemplo, é uma cultura que os alunos estudam dentro da graduação, mas muitos nunca tiveram contato direto com uma lavoura. Aqui eles conseguem visualizar isso, conversar com profissionais da área e entender melhor os sistemas de produção”, explica.</p>
<h3 dir="ltr">Diferenças climáticas e desafios de produção</h3>
<p dir="ltr">Na Fazenda Barro Branco, em Buritis (MG), os estudantes conheceram as plantações de sorgo e canola, que são destinadas para a produção de sementes. Diferentemente do Sul, onde as chuvas são mais distribuídas ao longo do ano, a região do Cerrado possui períodos bem definidos entre seca e chuva: um verão quente e chuvoso (outubro a abril) e um inverno seco (maio a setembro). A influência do clima foi observada durante as visitas, onde os alunos entenderam sua  interferência direta no planejamento das lavouras.</p>
<p dir="ltr">Vinícius Machado da Silva, gerente geral agrícola da propriedade e egresso da UFSM/FW, explicou que o manejo agrícola da região depende muito do calendário climático. “A principal diferença é o regime de chuvas. Isso exige planejamento das culturas, manejo de cobertura do solo e definição correta das épocas de plantio”. Silva comentou ainda sobre outro fator importante: a maior pressão de pragas e doenças, visto que o frio não atua da mesma forma que no Sul na quebra dos ciclos biológicos.</p>
<p dir="ltr">O proprietário da Barro Branco, Oscar Stroschon, também egresso da UFSM, iniciou as atividades no Cerrado em 1989 e atualmente soma áreas em Minas Gerais, Goiás e Bahia, atuando na produção de sementes e diferentes culturas agrícolas. O cultivo experimental de canola, por exemplo, iniciou em 2024 nas fazendas, com rápida ampliação da área destinada à oleaginosa, atualmente com cerca de 250 hectares. </p>
<h3 dir="ltr">Sustentabilidade e manejo biológico</h3>
<p dir="ltr">Na Agrícola Wehrmann, em Cristalina (GO), a turma conheceu sistemas de produção de hortaliças em larga escala, com destaque para batata e cebola, entre outras produzidas no local. Os estudantes acompanharam de perto os desafios relacionados à essas produções, com foco no manejo de plantas daninhas e na necessidade de rotação de culturas para manutenção da sanidade das áreas. </p>
<p dir="ltr">A empresa mantém uma biofábrica para multiplicação de microrganismos utilizados no manejo agrícola. Atualmente, 90% dos produtos utilizados em grande parte das áreas de produção são biológicos. De acordo com a coordenadora de Aprendizagem e Projetos Sociais da empresa, Andréia Lago, a adoção dos bioinsumos cresceu nos últimos anos a partir dos resultados observados no campo. “Hoje os produtos biológicos fazem parte da rotina da empresa. Além da questão da sustentabilidade, também existe retorno em qualidade e redução de custos”, comenta. </p>
<p dir="ltr">Durante a visita, Andréia também esclareceu sobre o controle de qualidade realizado desde a produção até o processamento dos alimentos, além das ações relacionadas à compostagem e redução de resíduos. Os alunos puderam conhecer a estrutura de beneficiamento e classificação de batatas, além dos sistemas de armazenamento e produção de sementes. </p>
<h3 dir="ltr">Tecnologia na produção de tomate</h3>
<p dir="ltr">Igualmente, práticas de manejo biológico foram observadas nas áreas de produção irrigada de tomate na Fazenda Onça (GO). A Fazenda é de propriedade dos sócios Carlos Alberto Moresco e Genes Ceppo os quais atuam em áreas arrendadas no Cerrado. Conforme Moresco, o tomate é uma cultura altamente dependente de tecnologia, inovação e manejo técnico, exigindo atenção constante em relação à irrigação, sanidade e condições climáticas. Durante a visita, os acadêmicos conheceram estratégias de manejo biológico no solo e nas aplicações foliares, além de práticas de rotação de culturas utilizadas para reduzir problemas fitossanitários e melhorar a produtividade.</p>
<h3 dir="ltr">Qualidade para exportação</h3>
<p dir="ltr">Na Fazenda Yanoama, no Distrito Federal, os estudantes conheceram o sistema de produção de café irrigado, voltado principalmente para exportação. A propriedade utiliza manejo biológico em diferentes culturas e vem reduzindo gradativamente o uso de produtos químicos. Além disso, utiliza resíduos orgânicos da própria produção na adubação das lavouras.</p>
<p dir="ltr">Para o administrador da fazenda, Roberto Nardi, os investimentos em manejo preventivo e equilíbrio do solo têm sido fundamentais para manter a produtividade e a qualidade da cultura. “Hoje trabalhamos bastante com aplicações biológicas e manejo de solo, buscando melhor enraizamento e equilíbrio da lavoura. No café, conseguimos reduzir significativamente o uso de químicos nos últimos anos”, explica. Outro diferencial que Nardi apresentou aos estudantes foi o manejo da irrigação para uniformizar a florada do café e melhorar a qualidade dos grãos produzidos.</p>
<h3 dir="ltr">Tecnologia e inovação</h3>
<p dir="ltr">A cadeia produtiva do algodão foi apresentada na Fazenda Pamplona, da SLC Agrícola, localizada em Cristalina (GO). Os acadêmicos também participaram de uma conversa sobre agricultura digital, telemetria e manejo regenerativo do solo, sistemas que vêm transformando os sistemas produtivos e ampliando a eficiência do agronegócio do Cerrado. Na ocasião, foram apresentados recursos de agricultura de precisão, monitoramento das áreas por imagens de satélite, aplicação localizada de defensivos e uso de bioinsumos produzidos em biofábricas próprias.</p>
<p dir="ltr">Para o coordenador de Produção Agrícola local, Lucas Cesar Martins, as mudanças climáticas vêm exigindo adaptações constantes nos sistemas produtivos. Por isso, a empresa adota o uso de plantas de cobertura e estratégias voltadas à conservação do solo e ao aumento da sustentabilidade dos sistemas produtivos. “Hoje existe uma preocupação muito grande com retenção de água no solo, aumento de matéria orgânica e diversificação de culturas. São práticas que ajudam a tornar os sistemas mais resilientes”, destaca.</p>
<h3 dir="ltr">Oportunidades profissionais</h3>
<p dir="ltr">Ao todo, 526 estudantes já participaram das visitas técnicas, que ocorrem desde 2010. Basso destaca que essa atividade prática “busca instigar os alunos a conhecer uma nova região para que, depois de formados, tomem suas decisões. É uma região que tem muito a crescer e muita oportunidade de trabalho”. “É uma chance que eu não tive dentro da minha graduação”, complementa. </p>
<p dir="ltr">Assim, muito além do aprendizado técnico, as viagens da disciplina aproximam os estudantes de oportunidades profissionais no Centro-Oeste brasileiro. Um case de sucesso é o do engenheiro agrônomo Vinicius Machado da Silva. Ele explica que a participação em uma edição anterior da viagem foi decisiva para sua trajetória profissional. “Depois da viagem, busquei uma oportunidade de estágio no Cerrado. Vim para conhecer a região e acabei construindo minha carreira aqui dentro da empresa”, relata.</p>
<p dir="ltr">A acadêmica do curso Esther Taborda, que participou da visita, destaca que retorna com uma visão mais ampla sobre o agronegócio brasileiro e sobre as possibilidades de atuação profissional. “A gente consegue conhecer culturas e sistemas produtivos que não fazem parte da nossa realidade no Sul. Também temos contato com empresas, produtores e oportunidades de estágio. Isso amplia muito nossa visão como futuros profissionais”, afirma. </p>
<p dir="ltr"><em>Texto e foto: Gracieli Fernandes/</em><em>Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Campus em Foco é exposto no hall do prédio principal da UFSM/FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2026/06/25/campus-em-foco-e-exposto-no-hall-do-predio-principal-da-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:38:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Os estudantes do 1° semestre de 2026 do curso de Jornalismo apresentaram uma nova edição do jornal mural Campus em Foco, exposto no hall do prédio principal da UFSM Campus Frederico Westphalen.&nbsp; Produzido pelos estudantes da disciplina de Redação Jornalística I, o jornal reúne matérias elaboradas pelos alunos sobre acontecimentos, projetos, serviços e temas relacionados [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Os estudantes do 1° semestre de 2026 do curso de Jornalismo apresentaram uma nova edição do jornal mural Campus em Foco, exposto no hall do prédio principal da UFSM Campus Frederico Westphalen.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Produzido pelos estudantes da disciplina de Redação Jornalística I, o jornal reúne matérias elaboradas pelos alunos sobre acontecimentos, projetos, serviços e temas relacionados ao cotidiano do campus. A proposta é proporcionar aos acadêmicos o primeiro contato com as etapas de produção jornalística, desde a apuração das informações até a redação dos textos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além de divulgar assuntos de interesse da comunidade universitária, o Campus em Foco incentiva a prática jornalística e aproxima os estudantes da realidade institucional da universidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4373,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-15.15.25-1024x707.jpeg" alt="" class="wp-image-4373" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Estudantes do 1º semestre de Jornalismo apresentam o jornal mural Campus em Foco, exposto no hall do prédio principal da UFSM/FW.</em></figcaption></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto e imagem: Ynaê Barbosa</em>, <em>bolsista na Âgencia Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM/FW une pesquisa e sustentabilidade no tratamento de esgoto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/16/projeto-da-ufsm-fw-une-pesquisa-e-sustentabilidade-no-tratamento-de-esgoto</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:29:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[São utilizados wetlands construídos de fluxo vertical para promover saneamento sustentável e eficiência no tratamento de efluentes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A busca por alternativas eficientes, sustentáveis e de baixo custo para o saneamento básico motivou o desenvolvimento de um projeto de pesquisa inovador no Campus da ufsm em Frederico Westphalen (UFSM/FW). A iniciativa utiliza <i>wetlands</i> construídos de fluxo vertical (WCFV), uma tecnologia baseada na natureza que emprega plantas e microrganismos para o tratamento de efluentes.

Conhecidos também como sistemas alagados construídos, os <i>wetlands</i> são um tipo de filtro plantado que reproduzem processos naturais encontrados em áreas alagadas, como os banhados. O esgoto passa lentamente por camadas de materiais filtrantes, como brita e/ou areia, sendo tratado por meio da interação com o meio filtrante, as plantas e os microrganismos. Trata-se de uma tecnologia muito simples, de baixo custo operacional e alinhada aos princípios da sustentabilidade, sendo especialmente adequada para residências, pequenas comunidades e áreas de expansão urbana, como loteamentos e condomínios fechados.

O projeto surgiu em 2020, a partir de uma demanda da direção do Campus, para melhorar o sistema de tratamento de esgoto da Casa do Estudante Universitário (CEU), que atende atualmente 72 estudantes. “Além de atender a uma necessidade concreta da universidade, o projeto possibilitou a criação de uma estrutura voltada ao ensino, à pesquisa e à extensão, contribuindo para o desenvolvimento de estudos aplicados e para a formação de recursos humanos na área de saneamento ambiental”, explica Samara Terezinha Decezaro, docente do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental e coordenadora do projeto.
<h3><b>Tecnologia e eficiência no tratamento de efluentes</b></h3>
[caption id="attachment_73248" align="alignright" width="650"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/16_06_wetland_foto_professora_samara.jpeg"><img class=" wp-image-73248" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/16_06_wetland_foto_professora_samara-1024x680.jpeg" alt="A foto mostra uma série de tanques (cujo muro foi pintado de azul) nos quais estão instalados os wetlands, sobre os quais é possível ver as folhas e flores das plantas usadas no processo. Ao fundo, destacam-se prédios do Campus de Frederico Westphalen, bem como algumas árvores." width="650" height="432" /></a> Os wetlands são usados no tratamento do esgoto da Casa do Estudante Universitário do Campus da UFSM em Frederico Westphalen[/caption]

Durante o processo, os pesquisadores testam diferentes materiais filtrantes, como areia grossa e brita. O monitoramento do sistema inclui análises laboratoriais e o sequenciamento genético de bactérias. Os testes servem para que os envolvidos possam compreender como processos naturais purificam a água e tratam os efluentes.

Nos tanques utilizados na estação experimental da UFSM/FW é cultivada a espécie <i>Canna x generalis</i>. A professora Samara explica que “as plantas têm importantes funções nesses sistemas, como a remoção de nutrientes e a transferência de oxigênio à região das raízes. Mas os principais responsáveis pelo tratamento são os microrganismos aderidos às raízes das plantas e ao material filtrante, que realizam a degradação da matéria orgânica e a ciclagem de nutrientes presentes no esgoto”.

A docente enfatiza que o objetivo “é produzir dados confiáveis que permitam aprimorar os parâmetros de projeto para as condições climáticas brasileiras, especialmente para o noroeste do Rio Grande do Sul”. A ideia, pontua, “é consolidar essa tecnologia como uma alternativa viável para o saneamento descentralizado”.
<h3><b>Impacto social e formação de recursos humanos</b></h3>
Desde a implantação em 2023, a estrutura serve como campo de aprendizado para estudantes da graduação em Engenharia Ambiental e para alunos de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental (PPGCTA). Além de solucionar um problema local, ainda contribuiu para o fortalecimento da formação acadêmica.

O uso dessa tecnologia beneficia a população de locais onde não há rede de coleta convencional, como em áreas rurais e municípios do interior. A simplicidade operacional e os baixos custos de manutenção são fatores que tornam os <i>wetlands</i> uma alternativa eficiente em relação aos desafios do crescimento urbano e das mudanças climáticas.
<h3><b>O futuro do reuso de água</b></h3>
A equipe avalia a adequação do esgoto tratado para diferentes formas de reuso, o que alinha a iniciativa aos objetivos da economia circular. Ao transformar o efluente em um recurso passível de aproveitamento, o projeto contribui para a preservação dos recursos hídricos locais. “O principal legado desse trabalho é demonstrar que o tratamento de esgoto ocorre com base nos próprios princípios da natureza”, enfatiza Samara.

A pesquisa conta com parceiros estratégicos, como o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções Baseadas na Natureza (INCT-SBN) e o Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM/FW recebe a 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/ufsm-fw-recebe-a-15a-mostra-cinema-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:52:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Campus exibirá filmes que trazem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, emergência climática e preservação cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Programacao.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Programacao.jpg" alt="" width="625" height="349" /></a>Desta terça (16) até a próxima quinta-feira (18), o Campus da UFSM em Frederico Westphalen está entre os pontos de exibição da 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, iniciativa promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal do Ceará (UFC).</p><p>A ação tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema nacional e estimular debates sobre temas fundamentais para a sociedade, como diversidade, inclusão social, cidadania, combate às desigualdades e aos preconceitos. Além disso, a iniciativa busca ampliar os espaços de diálogo e conscientização, aproximando diferentes públicos de discussões essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e respeitosa.</p><p>Com o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, a edição deste ano destaca a mudança do clima como um dos grandes desafios contemporâneos. As produções selecionadas incentivam reflexões sobre os impactos da crise ambiental, a responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente e a necessidade de construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.</p><p>As sessões no campus ocorrem em diferentes momentos, têm entrada gratuita e são abertas ao público em geral. Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a mostra ocorre dentro da programação do Pensando Verde. No dia 18 de junho, no Estúdio de TV, haverá a exibição de várias películas. A programação consta na imagem acima e alguns dos trailers pode ser acessados por meio dos links abaixo:</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MyVpXNKuTGU" target="_blank" rel="noopener">“Cerrado, Coração das Águas”</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=pffVhgsfMQo" target="_blank" rel="noopener">“Volta Grande”</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=QdeEGPHj0hY" target="_blank" rel="noopener">“Sukande Kasáká – Terra Doente”</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=0J5bXdXJXrk" target="_blank" rel="noopener">“Eu Sou Raiz”</a></p><p><em>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hub de inovação projeta transformar a economia e o empreendedorismo no Noroeste gaúcho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/10/hub-de-inovacao-projeta-transformar-a-economia-e-o-empreendedorismo-no-noroeste-gaucho</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:28:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[hub de inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[pulsar incubadora]]></category>
		<category><![CDATA[start-ups]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Em encontro na UFSM/FW, lideranças debatem condomínio empresarial, incubadora de empresas e atração de investimentos com o apoio do InovaTec]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A consolidação do primeiro passo para a criação do<strong> Polo Tecnológico de Frederico Westphalen</strong> contou com o apoio d<strong>a Universidade Federal de Santa Maria – UFSM Campus Frederico Westphalen</strong>. Em encontro realizado no dia 21 de maio de 2026, a iniciativa, promovida pela <strong>Prefeitura Municipal </strong>e pela<strong> Associação Empresarial – AEFW</strong>, ganhou impulso com as presenças do professor <strong>Luciano Schuch</strong>, gestor do Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia da instituição, e de <strong>Anderson Paim</strong>, gestor da Pulsar Incubadora. O debate também reuniu atores estratégicos da região, como o <strong>Sicredi</strong>, a <strong>URI</strong>, o <strong>IFFar</strong> e a <strong>Tchêturbo</strong>.</p>
<p>A reunião definiu a criação de um <strong>Ecossistema Regional de Inovação</strong> para promover a tecnologia e a cultura empreendedora, que contará com um local cedido pela prefeitura, onde pretende-se criar um condomínio empresarial com um espaço dedicado à incubação de empresas. Futuramente, a expectativa é a construção de um Parque Tecnológico que atenda à demanda dos 27 municípios que compõem a microrregião de Frederico Westphalen, no Noroeste gaúcho. </p>
<h2>Desafios para transformar a economia</h2>
<p>A equipe reunida apontou que uma das adversidades para a implantação do projeto é a adesão e o aporte financeiro do setor produtivo e empresarial, que desconhecem o funcionamento desses sistemas de inovação. Como solução, apontam os organizadores, é necessária a aproximação entre os setores do mercado e as instituições de ensino. Uma das ideias do grupo, é levar cases de problemas reais que as empresas têm para o desenvolvimento de soluções por meio de pesquisas nas universidades.</p>
<p>Para <strong>Jardel Pires</strong>, coordenador do Núcleo de Tecnologia e Informação da AEFW, a consolidação dessa equipe de trabalho “é muito importante para fomentar a tecnologia e a inovação das empresas. Hoje não temos nenhuma iniciativa centralizada, apenas projetos isolados”. “Por exemplo, se alguém quer fazer algum projeto, não sabe aonde ir, quem procurar. Nosso objetivo é criar uma marca, uma referência para as pessoas procurarem quando quiserem fazer algo diferente”, explicou o representante da Associação Empresarial.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/10_06_encontro_liderancas_polo_inovacao_foto_paula_mazzonetto_ufsm_2-1024x683.jpg" alt="Encontro na UFSM/FW consolidou projeto de futuro ecossistema de inovação em Frederico Westphalen | Foto: Paula Mazzonetto" />											<figcaption>Encontro na UFSM/FW consolidou projeto de futuro ecossistema de inovação em Frederico Westphalen | Foto: Paula Mazzonetto</figcaption>
										</figure>
		<h2>Expertise para fomentar o polo tecnológico</h2>
<p>O grupo contará com a cooperação da equipe do <strong>Parque Tecnológico InovaTec UFSM</strong> e da<strong> Pulsar Incubadora UFSM</strong>. Um sistema de inovação consolidado em Santa Maria, que já captou mais de R$ 896 milhões em investimentos nos últimos quatro anos, atua em mais de 380 projetos de inovação e conta com 44 startups incubadas.<br /><br />O gestor do InovaTec, <strong>Luciano Schuch</strong>, apontou que “esse conjunto de pessoas que estão aqui representando suas unidades de ensino, a prefeitura e as entidades empresariais são fundamentais para conseguirmos um sistema de inovação consolidado na região”. Schuch ainda enfatizou o apoio da UFSM ao longo do projeto. “Nossa universidade colaborará com esse processo e daqui um, dois ou três anos nós veremos os resultados positivos, cada vez mais consolidando os setores produtivos da região em parceria com as nossas instituições”, ressaltou.</p>
<h2>Futuro promissor</h2>
<p>Nesse primeiro momento estão sendo reunidas iniciativas que já existem e outros projetos de inovação para que todos estejam sob o mesmo guarda-chuva, possibilitando a realização de <em>ideathons</em> (maratona colaborativa de curta duração focada em gerar ideias e soluções criativas para problemas específicos). Um processo, que na avaliação dos envolvidos, deve ser contínuo para que se fortaleça a cultura empreendedora e que esse <strong>Ecossistema de Inovação</strong> possa ser fomentado.</p>
<p>Na avaliação de Pires, este “será um marco para a região. Inclusive, em reuniões passadas com a prefeitura e a Associação Comercial, todos têm essa visão de que o projeto vai mudar drasticamente essa região”. Conforme explica, “jovens e adolescentes que não têm ideia do que fazer no futuro, podem começar a empreender ou trabalhar em empresas de fora do país”. “Se ele gosta, por exemplo, de criar jogos, pode ganhar uma remuneração com isso. É uma profissão que ele não sabe onde e como estudar e a universidade muitas vezes tem espaço para isso. Sobram vagas nos cursos de tecnologia e não há interessados”, complementa.</p>
<p>Com a união de forças entre o poder público, a academia e o setor empresarial, o novo ecossistema não visa apenas reter talentos na região, mas transformar o <strong>Médio Alto Uruguai</strong> em um polo exportador de tecnologia. Os próximos passos do grupo incluem o mapeamento das demandas tecnológicas locais e a estruturação do espaço físico que abrigará as primeiras incubadoras, pavimentando o caminho para um futuro mais próspero, inovador e cheio de oportunidades para as próximas gerações.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM/FW é uma das pesquisadoras que encontrou superbactéria no Guaíba</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/08/egressa-da-ufsm-fw-e-uma-das-pesquisadoras-que-encontrou-superbacteria-no-guaiba</link>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:01:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[ClimaRes WaSH]]></category>
		<category><![CDATA[guaíba]]></category>
		<category><![CDATA[IPH]]></category>
		<category><![CDATA[poluição de água]]></category>
		<category><![CDATA[PORTO ALEGRE]]></category>
		<category><![CDATA[reisatência antimicrobiana]]></category>
		<category><![CDATA[resistência a antibioóticos]]></category>
		<category><![CDATA[super bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de água]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[URFGS]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14295</guid>
						<description><![CDATA[Gabriela Anzanello esteve no Campus e comentou sobre a amostra coletada em Porto Alegre, que se mostrou imune a 14 antibióticos e é considerada super perigosa pela OMS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/08_06_gabriela_anzanello_foto_paula_mazzonetto_edit.jpg" alt="Gabriela Anzanello no campus da UFSM/FW | Foto: Paula Mazzonetto" />											<figcaption>Gabriela Anzanello no campus da UFSM/FW | Foto: Paula Mazzonetto</figcaption>
										</figure>
		<p>Por meio do projeto <strong>ClimaRes WaSH</strong> (CW), do<strong> Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</strong> (<strong>IPH</strong>/<strong>UFRGS</strong>), em maio de 2026, pesquisadores encontraram a superbactéria <em>Acinetobacter baumannii</em> em quatro pontos do Rio Guaíba: nas praias do Lami e de Ipanema, próximo à foz do arroio Dilúvio e próximo à EBAP Menino Deus. Entre os nomes que trabalham no estudo está <strong>Gabriela Anzanello Rodrigues</strong>, egressa do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW).</p>
<p>Em conversa com a UFSM/FW, Gabriela comentou sobre a importância desse achado científico. “<em>A. baumannii</em> é uma espécie de grande relevância clínica, especialmente quando associada a perfis de resistência a antimicrobianos”, destaca. “Encontrar essa bactéria em ambiente aquático natural reforça um alerta sobre a necessidade de ampliar e melhorar o tratamento de efluentes como um todo”, explica.</p>
<p>Atualmente doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental do IPH, a cientista ressalta que a superbactéria foi listada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2024 como uma das mais perigosas do mundo por sua resistência a diferentes tipos de antibióticos. “Trata-se de uma bactéria considerada prioritária pela OMS quando associada à resistência a determinados antimicrobianos”, pontua. “A própria OMS considera <em>Acinetobacter baumannii</em> resistente a carbapenêmicos como um patógeno de prioridade crítica para saúde pública, justamente pela dificuldade de tratamento e pela necessidade de novas estratégias de controle e prevenção”, complementa.</p>
<p>Gabriela também participa do CLIMASANO, um programa de pesquisa focado em resposta de saneamento e saúde em emergências climáticas no Rio Grande do Sul. Com a pesquisa ainda em andamento, a engenheira não adianta os resultados, mas já sinaliza sobre as primeiras impressões. “Os eventos climáticos extremos afetam diretamente as infraestruturas de saneamento. Chuvas intensas, enchentes e alagamentos podem sobrecarregar redes coletoras, estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto”, ressalta.</p>
<p>Ao longo da conversa, Gabriela também comentou sobre a importância das Soluções Baseadas na Natureza (SBN) e como esta e outras “soluções podem ser combinadas para tornar o saneamento mais resiliente frente às mudanças climáticas”. Além disso, evidenciou o valor gerado pelo ensino superior público para o interior do país. “Levar o ensino superior de qualidade e gratuito para o interior do estado é imprescindível. A excelência da UFSM/FW e sua proximidade com o interior do estado faz com que a educação superior seja acessível a grupos que antes não era”, finaliza.</p>
<p><strong>Gabriela Anzanello Rodrigues</strong> é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (IPH/UFRGS). Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental (UFSM) na linha de Tecnologias Aplicadas ao Meio Ambiente (2025). Graduada em Engenharia Ambiental e Sanitária pela UFSM/FW (2022). Desenvolve pesquisas e projetos nas áreas de Soluções baseadas na Natureza e tratamento de água e efluentes, com foco em resistência antimicrobiana, sistemas descentralizados, gestão do saneamento, <em>wetlands construídos</em>, entre outros.</p>
<p><strong>Leia a entrevista na íntegra a seguir</strong>:</p>
<p><strong>UFSM/FW - O que significa encontrar a <em>Acinetobacter baumannii</em> no Guaíba? </strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> É um achado de grande importância ambiental e sanitária. Embora bactérias do gênero <em>Acinetobacter</em> possam ocorrer no ambiente, <em>A. baumannii</em> é uma espécie de grande relevância clínica, especialmente quando associada a perfis de resistência a antimicrobianos. Encontrar essa bactéria em ambiente aquático natural reforça um alerta sobre a necessidade de ampliar e melhorar o tratamento de efluentes como um todo, pois possivelmente a rota de entrada em corpos hídricos desta e de outras bactérias de importância clínica é o esgoto.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Quais perigos estão relacionados a esta bactéria? </strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> A. baumannii é uma bactéria de grande relevância clínica porque pode causar infecções graves, principalmente em ambientes hospitalares e em pacientes mais vulneráveis, como pessoas internadas em UTI e imunocomprometidas, por exemplo. O grande problema é que essa espécie pode apresentar resistência a diversas classes de antimicrobianos, o que torna o tratamento das infecções muito mais difícil. No caso do nosso achado, não queremos gerar alarme para a população, mas sim destacar [a importância] de encontrar uma bactéria desse tipo, com perfil multirresistente, em ambiente aquático natural. A própria OMS considera <em>Acinetobacter baumannii</em> resistente a carbapenêmicos [antibióticos com o maior espectro de ação e potência disponíveis] como um patógeno de prioridade crítica para saúde pública, justamente pela dificuldade de tratamento e pela necessidade de novas estratégias de controle e prevenção.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Há riscos de contaminação para a população, mesmo após o tratamento da água? De que forma as pessoas podem ser contaminadas?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Este estudo não avaliou água tratada da rede pública, e o achado não indica problema de potabilidade, pois a água que chega nas torneiras da população passa por rigoroso processo de tratamento, que inativa as bactérias presentes. Por outro lado, a contaminação dos seres humanos em águas naturais, para diversos patógenos, depende de uma série de fatores. O recomendado é seguir as regras de balneabilidade e evitar o contato com águas naturais as quais não são próprias para banho, evitando principalmente o contato com mucosas e com atenção especial a pessoas imunocomprometidas ou com algum ferimento.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Como foi a descoberta da superbactéria?</strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> A bactéria não era exatamente o “alvo” inicial da nossa pesquisa; ela foi encontrada durante a rotina de laboratório. Uma das frentes incorporadas ao projeto ClimaRes WaSH envolve o estudo de bactérias com resistência a antimicrobianos, que também é tema da minha tese. No projeto, nosso objetivo é monitorar diferentes grupos de bactérias, principalmente aquelas de importância clínica e sanitária, com um foco mais amplo, buscando conhecer a população bacteriana dos 17 pontos de coleta avaliados na capital. Para nossa surpresa, além de diversas outras espécies, encontramos <em>Acinetobacter baumannii</em> em quatro pontos, uma bactéria considerada prioritária pela OMS quando associada à resistência a determinados antimicrobianos.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Qual seu papel nesta descoberta? </strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> No meu doutorado, o foco inicial eram as bactérias com resistência a antimicrobianos, mas em diferentes sistemas de tratamento de esgoto no sul do Brasil. Com a aprovação do ClimaRes WaSH, eu e meu orientador, professor Fernando Magalhães, que coordena também o projeto, pensamos em expandir para entender o comportamento desses microrganismos em nível de bacia hidrográfica, investigando também os ambientes naturais que recebem esgoto tratado. Assim, com a parceria com o ICBS/UFRGS, na figura da professora Ana Paula Guedes Frazzon, minha coorientadora, iniciamos as investigações, com o apoio da bolsista do projeto, Daniela Figueiró. Por se tratar de um projeto amplo e pela rotina de laboratório ser bastante extensa, Daniela e eu trabalhamos juntas nessas análises, desde o preparo para a coleta até os testes de suscetibilidade a antimicrobianos. <br />UFSM/FW — Do que se trata a pesquisa no IPH na qual você é participante?</p>
<p>Gabriela Anzanello — O projeto ClimaRes WaSH, que como comentei é coordenado pelo professor Magalhães, e tem como vice coordenador o professor Salatiel Wohlmuth, também meu coorientador, abrange diferentes frentes relacionadas à água, saneamento e saúde no contexto da resiliência climática. A minha atuação neste projeto e em outros vinculados ao IPH, como o CLIMASANO e o INCT SbN (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções baseadas na Natureza), é monitoramento de diversas Estações de Tratamento de Efluentes (ETE).</p>
<p>Buscamos avaliar como as ETEs com Soluções baseadas na Natureza, como a ETE da CEU, na UFSM/FW, se comparam às ETEs de infraestrutura cinza tradicional, entendendo a dinâmica entre eficiência de tratamento, fatores climáticos e, sobretudo, a presença e remoção de bactérias resistentes a antibióticos e genes de resistência antimicrobiana. Na prática, queremos entender não apenas se uma estação remove matéria orgânica, nitrogênio ou fósforo, mas também como esses sistemas se comportam diante de contaminantes de preocupação emergente, incluindo microrganismos de importância clínica e sanitária.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Do que se trata o projeto ClimaRes WaSH Ações integradoras de Gestão, Governança e Soluções baseadas na Natureza para Água, que você integra?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> O ClimaRes WaSH é um projeto voltado ao fortalecimento da resiliência climática em água, saneamento e saúde. Ele busca integrar pesquisa, inovação, gestão e governança para compreender os riscos associados às mudanças climáticas e propor caminhos mais sustentáveis para o setor de saneamento. O próprio projeto se apresenta como uma iniciativa que une instituições de ensino e pesquisa, agências reguladoras e empresas, aproximando ciência, gestão pública e setor produtivo para apoiar ações de adaptação e mitigação, especialmente no contexto do Rio Grande do Sul e do Brasil.</p>
<p>Trata-se de um projeto bastante amplo e interdisciplinar, que envolve diferentes instituições e pesquisadores. Dentro dele, o Núcleo UFSM/FW tem um papel muito importante, especialmente pela atuação da professora Samara Decezaro e do doutor em Química Bryan Menezes, que contribuem com a experiência em saneamento, tratamento de efluentes e Soluções baseadas na Natureza, agora atuando com mais força em polimento de efluentes, buscando por meio de Processos Oxidativos Avançados atenuar bactérias de importância clínica e ambiental.</p>
<p>Um dos pontos que considero mais interessante do ClimaRes WaSH é justamente a possibilidade de integrar diferentes olhares: engenharia, microbiologia, saúde pública, mudanças climáticas, governança e gestão. O achado da Acinetobacter baumannii entra nesse contexto, porque mostra como os ambientes aquáticos urbanos também precisam ser monitorados quando falamos em saúde, saneamento e clima.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Atualmente, entre outros, você também participa do projeto de pesquisa da CLIMASANO, sobre a Resposta Integrada de Saneamento e Saúde em Emergências Climáticas. É possível adiantar alguma estimativa/pré-conclusão de que maneira os eventos climáticos extremos afetam às infraestruturas de saneamento?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Ainda estamos em fase de avaliação, então é importante ter cuidado ao falar em conclusões definitivas. Mas o que já é muito claro, tanto pela literatura quanto pela realidade observada em eventos recentes, é que os eventos climáticos extremos afetam diretamente as infraestruturas de saneamento. Chuvas intensas, enchentes e alagamentos podem sobrecarregar redes coletoras, estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto.</p>
<p>Esse impacto é ainda maior em sistemas mais antigos ou em locais onde há contribuição de água da chuva na rede de esgoto, como os sistemas de coleta mista. Quando um sistema recebe uma vazão muito maior do que aquela para a qual foi projetado, o tratamento pode perder eficiência, pode haver extravasamento de esgoto, diluição excessiva do efluente e até interrupção operacional. Isso aumenta o risco de lançamento de carga orgânica, nutrientes, microrganismos e contaminantes em corpos hídricos. Nós percebemos isso com muita clareza durante as enchentes de 2024.</p>
<p>Algo interessante é comparar os diferentes tipos de infraestrutura. As infraestruturas cinzas tradicionais são de extrema importância no Brasil, sem dúvidas, mas muitas vezes são mais rígidas e dependem fortemente de bombeamento, energia e controle operacional. Já as Soluções Baseadas na Natureza, como wetlands construídos [sistemas alagados construídos são estações de tratamento ecológicas que simulam ecossistemas de brejos naturais para purificar águas e efluentes], podem oferecer maior capacidade de amortecimento, retenção e adaptação, desde que sejam bem projetadas e bem operadas. Vimos isso nos eventos de 2024, em que algumas ETEs com SbN monitoradas pelo grupo ficaram totalmente submersas, mas logo que o nível da água baixou, voltaram a operar normalmente. Não se trata de dizer que uma substitui completamente a outra, mas sim de entender como essas soluções podem ser combinadas para tornar o saneamento mais resiliente frente às mudanças climáticas.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Quando e onde você começou a pesquisar o tratamento de efluentes e o saneamento? De onde surgiu seu interesse por esse tema?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Quando eu ingressei no curso de Engenharia Ambiental e Sanitária na UFSM/FW, meu foco era claro: usar minha profissão para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Com o passar do tempo e com a participação de projetos como Iniciação Científica, comecei a trabalhar com a professora Samara Decezaro e com o professor Raphael Medeiros, que agora está na UTFPR. Foram estes dois professores que me apresentaram o mundo do saneamento e tomei muito gosto principalmente pelo tratamento de efluentes, que ainda é uma grande lacuna no nosso país. Já faz oito anos que iniciei na pesquisa voltada à otimização de sistemas de tratamento, sobretudo às SbN para Tratamento de Efluentes e desde o mestrado esta abordagem mais ampla, focada nas relações climáticas e temas de preocupação emergente, como a resistência antimicrobiana.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Você se formou em uma universidade interiorizada, a UFSM no campus de Frederico Westphalen. Na sua avaliação, qual a importância dessas instituições no interior do Brasil? De que forma elas contribuem para o desenvolvimento de pesquisas que ajudam a solucionar problemas complexos?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Sempre digo para todos que a UFSM em Frederico Westphalen mudou minha vida. Mesmo vindo da segunda maior cidade do estado, estudar no interior foi uma experiência muito enriquecedora, que abriu muitos horizontes. Levar o ensino superior de qualidade e gratuito para o interior do estado é imprescindível. A excelência da UFSM/FW e sua proximidade com o interior do estado faz com que a educação superior seja acessível a grupos que antes não eram. Por estar inserida no dia a dia da região, a UFSM/FW consegue entender quais são as demandas locais, desenvolvendo pesquisa de ponta para necessidades específicas.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Deseja acrescentar algo?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Gostaria de agradecer aos órgãos de fomento, em especial à FAPERGS, ao CNPq e à CAPES, que tornam possível a realização de pesquisas como esta. Também agradeço a todo o time de professores, pesquisadores e bolsistas do ClimaRes WaSH e do NESA, grupo de estudos do qual faço parte no IPH/UFRGS. E deixo o convite para que acompanhem nossas redes sociais: @nesa_ufrgs, @climareswashbrasil e @inctsbn.</p>
<p>Por: Cristina Guerini<br />Foto em destaque: Pixabay/CC</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Semana da África e encontro intercultural promovem valorização da diversidade na UFSM-FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2026/06/04/semana-da-africa-e-encontro-intercultural-promovem-valorizacao-da-diversidade-na-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:16:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Bacharelado (FW)]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[integraufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4371</guid>
						<description><![CDATA[Atividades realizadas ao longo da semana reuniram estudantes, servidores e comunidade acadêmica em momentos de integração, reflexão e compartilhamento de saberes africanos e indígenas. 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Frederico Westphalen, promoveu ao longo da semana atividades voltadas à valorização da diversidade cultural e ao compartilhamento de saberes. Entre as iniciativas estiveram a 1ª Semana da África e o 3º Encontro Compartilhando Saberes: Integração Cultural, organizado pela Licenciatura Intercultural Indígena.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Semana da África foi idealizada a partir de uma proposta que vinha sendo discutida desde 2022, quando os primeiros estudantes africanos chegaram ao campus. Segundo a organização, o aumento do número de estudantes africanos na UFSM/FW em 2026, oriundos de quatro países diferentes, fortaleceu a iniciativa e mobilizou diferentes setores da universidade para sua realização.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A organização contou com o envolvimento de servidores, do Núcleo de Assistência Estudantil (NAE), do grupo de estudantes estrangeiros e com o apoio de setores como a DAP, Codinter, da vice-diretora Eliane Pereira Dos Santos e da produtora cultural Cristina Guerini.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para as organizadoras, a Semana da África representou um espaço de acolhimento e troca de experiências entre os estudantes africanos e a comunidade acadêmica. “Foi um espaço em que os estudantes puderam demonstrar suas culturas, suas histórias, um pouco da culinária, da arte e da dança”, destacam.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além das atividades culturais, o evento promoveu debates sobre os impactos do colonialismo e suas consequências na realidade contemporânea dos países africanos. Segundo a organização do evento, a programação também contribuiu para ampliar as discussões sobre relações étnico-raciais e combate ao racismo estrutural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Foi um momento importante para uma reflexão acerca do que foi o colonialismo e como ainda impacta na economia, na construção social e na luta pela libertação dos países africanos. Contribuiu para a ampliação do debate crítico acerca das relações étnico-raciais, do combate ao racismo estrutural e da promoção de uma formação acadêmica comprometida com a diversidade, os direitos humanos e a justiça social”, afirma.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Também durante a semana, a Licenciatura Intercultural Indígena realizou o 3º Encontro Compartilhando Saberes: Integração Cultural. A programação incluiu palestra sobre a colonização portuguesa na África e no Brasil, oficinas de Canva e edição de vídeo, atividades culturais e momentos de integração entre os participantes. Durante o encontro, também foram realizadas atividades de convivência, incluindo a realização de tranças, apresentações culturais e um momento de confraternização entre os participantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final da Semana da África, a organização reforçou a importância de conhecer o continente africano para além dos estereótipos. “Gostaríamos que todos buscassem conhecer um pouco do continente africano em sua pluralidade histórica, cultural, social, científica e econômica. Isso contribui para despertar a empatia, o respeito e a valorização do mesmo”, destaca a organização do evento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Ynaê Barbosa</em>, <em>bolsista na Âgencia Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM/FW, Comunicare RP, realiza a entrega de peças da campanha do agasalho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/03/projeto-de-extensao-da-ufsm-fw-comunicare-rp-realiza-a-entrega-de-pecas-da-campanha-do-agasalho</link>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:48:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha do agasalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicare RP]]></category>
		<category><![CDATA[doação de roupas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[roupas arrecadadas]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 2 de Junho, Mateus Marchioro e Luiza Campos representaram o Comunicare RP no Lar dos Idosos São Vicente de Paulo em Frederico Westphalen, onde ocorreu a entrega de agasalhos arrecadados em campanha feita pelo projeto em parceria com a UFSM/FW dentro da universidade. Os agasalhos foram entregues para Anne Ganzer do setor administrativo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No dia 2 de Junho, Mateus Marchioro e Luiza Campos representaram o Comunicare RP no Lar dos Idosos São Vicente de Paulo em Frederico Westphalen, onde ocorreu a entrega de agasalhos arrecadados em campanha feita pelo projeto em parceria com a UFSM/FW dentro da universidade. Os agasalhos foram entregues para Anne Ganzer do setor administrativo do lar, na presença de outros funcionários e alguns dos idosos moradores do local.</p><p>Entre os dias 14 de maio e 1º de Junho, o projeto recolheu toucas, cachecóis, casacos e outras peças de frio, todas com o objetivo de aquecer quem necessita. Esse tipo de ação é fundamental para pessoas em vulnerabilidade social e financeira, garantindo conforto físico e dignidade, principalmente para pessoas da terceira idade.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="589" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/03_06_campanha_agasalho_foto_comunicare_rp-1024x589.jpeg" alt="Registro da entrega das doações" />											<figcaption>Registro da entrega das doações | Foto: Comunicare RP</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM-PM participa do 39º Carijo da Canção Gaúcha com ações inéditas e contribui para o 1º Carijo Gastronômico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/02/ufsm-pm-participa-do-39o-carijo-da-cancao-gaucha-com-acoes-ineditas-e-contribui-para-o-1o-carijo-gastronomico</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:21:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carijo da canção gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAGR]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73096</guid>
						<description><![CDATA[Evento encerrou-se no domingo (31) em Palmeira das Missões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73097" align="alignright" width="562"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/MIP.jpeg"><img class="wp-image-73097" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/MIP.jpeg" alt="" width="562" height="460" /></a> Espaço Interinstitucional da Mostra da Indústria, Comércio e Artesanato[/caption]
<p dir="ltr">A Universidade Federal de Santa Maria Campus Palmeira das Missões (UFSM-PM) participou da programação da 39ª edição do Carijo da Canção Gaúcha, realizada entre os dias 23 e 31 de maio, no Parque de Exposições Tealmo José Schardong, em Palmeira das Missões. Reconhecido como um dos mais importantes festivais nativistas do Rio Grande do Sul, o evento contou com a presença da universidade em diferentes espaços e atividades ao longo de toda a programação.</p>
<p dir="ltr">As ações da UFSM-PM ocorreram na Casa de Cultura, na Casa do Mate, no 1º Carijo Gastronômico e, também, na Mostra da Indústria, Comércio e Artesanato (MIP), em uma atuação conjunta com a Emater/RS-Ascar, a Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato e a Escola Polivalente.</p>
<p dir="ltr">A participação da universidade teve início no dia 27 de maio, com uma atividade inédita na Casa de Cultura Hermes Garcia dos Santos. A roda de conversa “Seja UFSM” reuniu coordenadores e representantes dos cursos de graduação do campus, além do diretor da unidade, professor Adriano Lago. O encontro teve como objetivo aproximar a instituição da comunidade, apresentando os cursos ofertados, as formas de ingresso, a estrutura do campus e as oportunidades acadêmicas disponíveis aos estudantes. O evento também contou com a presença de Hermes Garcia dos Santos, homenageado que dá nome à Casa de Cultura e que, nesta edição, também foi o Presidente de Honra do festival.</p>
<p dir="ltr">Ainda no dia 27 foi realizado o primeiro roteiro turístico “Caminho dos Ervais”, no âmbito do projeto “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável”, do Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR/UFSM-PM). A iniciativa é uma realização da universidade juntamente com projeto PROEXT-PG UFSM Além do Arco, com apoio da Prefeitura e da Secretaria de Cultura e Turismo de Palmeira das Missões, Emater-RS/Ascar e Associação dos Produtores de Erva-Mate de Palmeira das Missões (APEMPM). O objetivo é valorizar a cultura da erva-mate, o turismo rural e a identidade territorial do município.</p>
<p dir="ltr">A programação incluiu visitas a duas propriedades rurais. Na primeira delas, pertencente à Família Muller, na Comunidade Santa Terezinha, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre a cultura da erva-mate, os ervais, as espécies nativas e o processo de corte da planta. Após a colheita, a erva-mate foi encaminhada à Casa do Mate, onde, ao longo do festival, foram realizadas demonstrações das etapas tradicionais de processamento. </p>
<p dir="ltr">A segunda propriedade visitada foi a Ervateira Gurizinho, de Paulo Sergio da Cruz e família. No local, os participantes acompanharam todas as etapas do beneficiamento da erva-mate, desde a recepção da matéria-prima até os processos de moagem, peneiramento e empacotamento.</p>
<p dir="ltr">A programação da quarta-feira foi encerrada com a inauguração da Casa do Mate e o lançamento oficial do vídeo do projeto “Caminho dos Ervais”. Na ocasião, o público acompanhou o sapeco da erva-mate e o funcionamento do carijo, estrutura tradicional utilizada para a secagem da planta. Após permanecer por alguns dias no carijo, a erva-mate passou pelo processo de cancheamento ao final do festival. A atividade permitiu que os participantes acompanhassem e vivenciassem essa etapa tradicional da produção, triturando a erva com o manguá e experimentando a erva-mate ainda fresca.</p>
<p dir="ltr">O vice-reitor da UFSM, professor Tiago Marchesan, destacou a importância da presença da universidade em eventos que fortalecem a integração com a comunidade. Segundo ele, a participação da instituição no Carijo da Canção Gaúcha evidencia o compromisso da UFSM com o desenvolvimento regional, por meio das ações de ensino, pesquisa e extensão realizadas em Palmeira das Missões e região. Marchesan ressaltou que os projetos desenvolvidos em parceria com a comunidade contribuem para qualificar a formação acadêmica e ampliar o impacto social da universidade. “Essas parcerias nos permitem um ensino de maior qualidade, uma pós-graduação de maior excelência e, cada vez mais, a presença da Universidade Federal de Santa Maria nas comunidades onde seus campi estão inseridos”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">A programação da UFSM-PM seguiu durante todos os dias do festival. Na área nutricional, foram realizadas, nos dias 26 e 27 de maio, avaliações higiênico-sanitárias dos estabelecimentos responsáveis pela comercialização de alimentos e bebidas. A iniciativa integra o projeto “Condições higiênico-sanitárias do comércio ambulante de alimentos e bebidas em um festival nativista da região Noroeste do estado do Rio Grande do Sul”. Participaram das avaliações estudantes do curso de Nutrição da UFSM-PM, sob orientação da professora Maritiele Naissinger, em parceria com a Vigilância Sanitária de Palmeira das Missões.</p>
<p dir="ltr">Outro destaque da participação da UFSM-PM no festival foi sua presença no Espaço Interinstitucional da Mostra da Indústria, Comércio e Artesanato (MIP), entre os dias 28 e 31 de maio. A ação foi realizada em parceria com a Emater/RS-Ascar, a Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato e a Escola Polivalente, reunindo instituições comprometidas com a educação, o desenvolvimento regional e a valorização da cultura gaúcha.</p>
<p dir="ltr">Durante os dias de programação, a UFSM-PM apresentou à comunidade os cursos, projetos e ações desenvolvidos no campus, fortalecendo o vínculo entre a universidade e a população regional. O espaço possibilitou a divulgação das oportunidades de graduação e pós-graduação, além de iniciativas de ensino, pesquisa, extensão e inovação, evidenciando a contribuição da universidade para a produção do conhecimento, a formação de profissionais qualificados e o desenvolvimento social e econômico da região.</p>
<h3 dir="ltr">1º Carijo Gastronômico</h3>
<p dir="ltr">Entre as novidades da 39ª edição do Carijo da Canção Gaúcha esteve a realização do 1º Carijo Gastronômico, iniciativa promovida pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Palmeira das Missões em parceria com a UFSM-PM. A ação teve como objetivo valorizar a gastronomia regional e fomentar a integração entre culinária, cultura e música, ampliando as experiências proporcionadas pelo festival e evidenciando a riqueza dos sabores e saberes locais. </p>
<p dir="ltr">A proposta do concurso teve participação direta da universidade desde sua idealização. O regulamento foi elaborado pela professora Maritiele Naissinger e, após aprovação da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, possibilitou a concretização da primeira edição do evento, que passou a integrar a programação oficial do festival.</p>
<p dir="ltr">O Carijo Gastronômico foi realizado entre os dias 27 e 30 de maio e contou com a participação de 15 barracas. As avaliações foram realizadas durante os períodos de almoço e jantar por uma comissão formada por três jurados. A professora Maritiele integrou a banca avaliadora.</p>
<p dir="ltr">Os ganhadores foram:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">1º lugar: Rabada, do Acampamento Querência Amada (Responsável: Bruno Canavezi);</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">2º lugar: Costelinha de Porco à Moda Missioneira, do Acampamento Landell (Responsáveis: Ederson, Leomar e Débora);</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">3º lugar: Mondongo Campeiro, do Acampamento Galera do Leleu (Responsáveis: Andréia e Ivanete).</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Segundo a professora Maritiele, a presença do curso de Nutrição no festival contribui para ampliar a compreensão da sociedade sobre a profissão, muitas vezes associada apenas às áreas clínica e hospitalar. “O instrumento de trabalho do profissional nutricionista é o alimento, em todas as suas possibilidades: seja na questão social, seja no compartilhamento de momentos, seja em um festival ou em um hospital. É uma forma de mostrar a importância do nutricionista estar inserido em todos esses ambientes e em todas as possibilidades que envolvem a produção, a comercialização e a socialização dos alimentos”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">A docente também ressaltou que a realização do 1º Carijo gastronômico resultará na produção de um e-book organizado por ela. O objetivo é valorizar a cultura regional, os ingredientes locais e as preparações apresentadas durante o evento. A publicação reunirá as receitas dos pratos participantes, contribuindo para preservar e divulgar a tradição alimentar vinculada ao festival.</p>
<p dir="ltr">O 39° Carijo da Canção Gaúcha foi realizado pela Prefeitura Municipal de Palmeira das Missões, com produção da JBA Produções Culturais, Caminha Produções Artísticas Ltda e R. Morais Produtora, por meio da Lei Rouanet e da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p><i>Texto e foto: Divisão de Divulgação Institucional UFSM-PM</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW 20 anos. Nossa história, seu futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/01/ufsm-fw-20-anos-nossa-historia-seu-futuro</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:02:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário da ufsm/fw]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[nossa história seu futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação social]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM/FW 20 anos]]></category>
		<category><![CDATA[universidade pública]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14273</guid>
						<description><![CDATA[Instituição dá início às celebrações do seu vigésimo aniversário com programação especial e reafirma seu compromisso com o desenvolvimento regional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em duas décadas, tornamo-nos mais do que um espaço físico dedicado ao ensino, pesquisa e extensão, somos um agente de transformação social. O <strong>Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen</strong> (<strong>UFSM/FW</strong>) completa 20 anos em 2026 com uma trajetória renomada, marcada pela evolução constante. Sob o lema <strong><em>Nossa história, seu futuro</em></strong>, a instituição celebra seu aniversário reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento social, cultural, científico e econômico do Noroeste gaúcho.</p><h2>Evolução</h2><p>Ao longo desse tempo, a UFSM/FW teve o privilégio de acompanhar gerações de estudantes que passaram por suas salas de aula, muitos deles os primeiros de suas famílias a conquistarem um diploma universitário. O desenvolvimento estrutural acompanhou a evolução intelectual da comunidade. Não oferecemos apenas formação acadêmica de excelência, mas também projetos de extensão que nos conectam – e impactam – diretamente à população, consolidando um legado de inclusão e inovação.</p><h2>Tempo</h2><p>Para o Diretor do campus, que está aqui desde que esse sonho começou a tomar forma, professor <strong>Braulio Otomar Caron</strong>, devemos usar a passagem do tempo a nosso favor para evoluir, assim como a <strong>UFSM/FW</strong> fez. “O tempo passa! Trabalhar contra esta verdade é inútil, o que devemos fazer é saber usar o mesmo a nosso favor, para podermos crescer na escala que nos é inerente e, principalmente, como seres humanos”, ressalta.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/01_06_infografico_20_anos_arte_valentina_dos_santos_da_silva-1024x576.jpg" alt="Infográfico com dados da ufsm" />											<figcaption>Infográfico com os números atualizados do campus | Arte: Valentina dos Santos da Silva</figcaption>
										</figure>
		<h2>Futuro</h2><p>Ao longo desses 20 anos, construímos uma história de crescimento humano e profissional com a colaboração de toda a comunidade e ela não se encerra agora. “A UFSM/FW completa 20 anos e assim já construímos uma história em que vários atores fazem parte. Professores, técnicos administrativos, terceirizados e a essência da universidade, os acadêmicos, que por aqui passaram e hoje são profissionais nas mais diferentes áreas do conhecimento. Continuemos a escrever essa história, pois o futuro nos espera!”, complementa o diretor.<br /><br />Ao celebrar duas décadas, olhamos para trás com orgulho e para o futuro com esperança. Somos o coração pulsante da educação pública, de excelência e transformação social e ele está cravado no seio no Noroeste do Rio Grande do Sul.</p><h2>Comemorações</h2><p>Hoje, oficialmente, damos início as celebrações do nosso vigésimo aniversário e todos estão convidados para comemorar. Pensamos em uma programação especial que envolverá as comunidades acadêmicas e da região. Entre as atividades, um dia especial em que receberemos a população em nossa casa para o evento <strong><em>Viva o Campus</em></strong> e a apresentação da <strong><em>Orquestra Sinfônica de Santa Maria</em></strong>. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/01_06_memorial_descritivo_selo_20anos_site-1024x572.jpg" alt="Identidade visual comemorativa dos 20 anos da UFSM/FW, concebida para traduzir a solidez de duas décadas de história e o dinamismo de um futuro em constante movimento. | Arte: Sara Spolti Pazuch" />											<figcaption>Identidade visual comemorativa dos 20 anos da UFSM/FW, concebida para traduzir a solidez de duas décadas de história e o dinamismo de um futuro em constante movimento. | Arte comemorativa elaborada por Sara Spolti Pazuch</figcaption>
										</figure>
		<h2>SERVIÇO</h2><p>As comemorações da <strong>UFSM/FW</strong> são abertas para o público em geral, começam em junho e seguem até o dia 23 de outubro de 2026. Para mais informações, acesse nosso site, siga nossas redes e confira a programação.</p><p><strong>Atividades previstas:</strong></p><p><strong>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</strong>: de 08/06 a 01/07/2026</p><p><strong>Sou UFSM/FW, Seja você também</strong>: 10/09/2026</p><p><strong>Concurso literário:</strong> Inscrições de 1º/07 a 30/09/2026. <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/30/concurso-literario-convida-comunidade-academica-a-contar-suas-historias-na-ufsm-frederico-westphalen" target="_blank" rel="noopener">Mais informações aqui</a>.</p><p><strong>Concurso fotográfico</strong> <em>Nossa história, seu futuro: retratos da transformação</em> (em breve edital)</p><p><strong>Viva o Campus</strong>: 18/10/2026</p><p><strong>Concerto com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria</strong>: 23/10/2026 (data a confirmar)</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina “Primeiros passos na entrevista jornalística” reúne estudantes em encontro com o repórter Mateus Barreto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2026/05/28/oficina-primeiros-passos-na-entrevista-jornalistica-reune-estudantes-em-encontro-com-o-reporter-mateus-barreto</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:48:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Bacharelado (FW)]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Jornalista da NSC TV compartilhou experiências da carreira, desafios da profissão e bastidores da reportagem televisiva 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na tarde da última quarta-feira (27), estudantes do Curso de Jornalismo participaram da oficina “Primeiros passos na entrevista jornalística”, ministrada pelo repórter Mateus Barreto, jornalista da NSC TV, afiliada da Globo em Santa Catarina. Natural de São Sepé, no interior do Rio Grande do Sul, o convidado compartilhou experiências marcantes da sua trajetória no jornalismo televisivo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a oficina, Mateus falou sobre sua caminhada profissional e sobre as experiências vividas nas emissoras onde passou até chegar à NSC, onde atua há 1 ano e 3 meses. Apaixonado pela profissão, o jornalista destacou os desafios da rotina jornalística, a importância do contato com a comunidade e o compromisso de levar informações de qualidade à população.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, o repórter cobre 58 municípios do Planalto Serrano e Meio-Oeste catarinense. Desses, já conhece de perto 33 cidades, mantendo forte contato com a Serra Catarinense e construindo relações importantes para o trabalho de reportagem.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além das experiências na televisão regional, Mateus também relembrou participações em reportagens exibidas nacionalmente no programa Fantástico, mostrando aos estudantes como pautas locais podem ganhar repercussão em rede nacional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outro destaque abordado durante o encontro foi a conquista do prêmio Profissional Destaque do Ano, reconhecimento recebido recentemente pelo jornalista e que reforça sua dedicação e comprometimento com a área da comunicação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que apresentar técnicas e experiências da profissão, Mateus demonstrou aos participantes a paixão que carrega pelo jornalismo. O entusiasmo presente em cada relato tornou a oficina ainda mais inspiradora para os acadêmicos presentes.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade proporcionou um importante momento de aprendizado e aproximação com o mercado de trabalho, permitindo aos estudantes conhecerem mais sobre os bastidores da reportagem televisiva e os desafios enfrentados diariamente por profissionais da área.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A organização agradece ao jornalista Mateus Barreto pela disponibilidade em compartilhar um pouco da sua trajetória profissional e também a todos os estudantes que participaram da oficina e contribuíram para tornar o encontro ainda mais especial.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Ynaê Barbosa e foto: Francisco Henrique Possamai, bolsistas na Âgencia Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":4370,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2026/05/DSC_0022-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4370" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW firma parceria com o executivo de Rodeio Bonito para produção de documentário </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/28/ufsm-fw-firma-parceria-com-o-executivo-de-rodeio-bonito-para-producao-de-documentario</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:18:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências da comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[rodeio bonito]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto cultural da universidade fará filme da memória musical do município ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="gmail_quote">
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[caption id="attachment_73031" align="alignright" width="515"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/parceria_rodeio_bonito3.jpg"><img class="wp-image-73031" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/parceria_rodeio_bonito3.jpg" alt="foto colorida horizontal de 3 pessoas sentadas em uma mesa, a do centro assina um papel e as do lado observam" width="515" height="331" /></a> Parceria foi assinada recentemente[/caption]
<p><span lang="PT-BR">Parceria firmada entre a Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen e a Prefeitura de Rodeio Bonito visa produzir um documentário resgatando a memória musical do município. No dia 21 de maio, o professor Joel Felipe Guindani, docente do Departamento de Ciências da Comunicação, e Fernando Pertuz<wbr />zatti, diretor do Departamento de Cultura da cidade, reuniram-se para assinar a parce<wbr />ria que vai documentar e salvaguardar a identidade cultural e a história musical de Rodeio Bonito e seu entorno. </span> </p>
<p><span lang="PT-BR">O encontro ainda contou com a presença da vice-prefeita, Marcia Beatriz Vedana, e da secretária de Educação, Ana Alice Pires da Silva, em sinalização de apoio ao projeto. Na ocasião, Pertuzzatti destacou a relevância do evento musical e cultural que movimenta os talentos artísticos locais e regionais. Segundo explicou, “a preservação da história do Festival da Canção, com certeza é o ponto mais importante na realização desse projeto”. O tradicional festival é um marco que celebra a canção nativista. </span> </p>
<p><span lang="PT-BR">Para o professor Guindani, trata-se de uma experiência de aproximação entre os alunos e a comunidade, fortalecendo os laços da universidade com a região. “Este projeto é uma forma de aproximar a UFSM-FW da comunidade de Rodeio Bonito, possibilitando a integração dos nossos alunos com os jovens e demais artistas da cidade que estarão envolvidos conosco nas atividades formativas e de produção do filme”, declarou. </span> </p>
<p><span lang="PT-BR">O documentário deve eternizar cerca de 30 anos de história e memória do cancioneiro rodeiense e, ao final do projeto, estão previstas exibições públicas e gratuitas do material. O projeto é fomentado pelo Edital COREDE 2026 e pela Secretaria de Educação e Cultura de Rodeio Bonito.</span> </p>
</div>
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<div class="gmail_signature" dir="ltr" data-smartmail="gmail_signature">
<div dir="ltr">
<p><em>Texto e foto: Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen</em></p>
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</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW firma parceria com o executivo de Rodeio Bonito para produção de documentário</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/28/ufsm-fw-firma-parceria-com-o-executivo-de-rodeio-bonito-para-producao-de-documentario</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:20:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[projeto cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[rodeio bonito]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto cultural da universidade fará filme da memória musical do município ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Parceria firmada entre a <strong>Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen</strong> e a <strong>Prefeitura de Rodeio Bonito</strong> visa produzir um documentário resgatando a memória musical do município. No dia 21 de maio de 2026, o professor <strong>Joel Felipe Guindani</strong>, docente do Departamento de Ciências da Comunicação, e <strong>Fernando Pertuzzatti</strong>, Diretor do Departamento de Cultura da cidade, reuniram-se para parceria que vai documentar e salvaguardar a identidade cultural e a história musical de Rodeio Bonito e seu entorno.  </p>
<p>O encontro ainda contou com a presença da Vice-prefeita, <strong>Marcia Beatriz Vedana</strong>, e da Secretária de Educação, <strong>Ana Alice Pires da Silva</strong>, em sinalização de apoio ao projeto. Na ocasião, Pertuzzatti destacou a relevância do evento musical e cultural que movimenta os talentos artísticos locais e regionais. Segundo explicou, “a preservação da história do Festival da Canção, com certeza é o ponto mais importante na realização desse projeto”. O tradicional festival é um marco que celebra a canção nativista. </p>
[caption id="attachment_14266" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/parceria_rodeio_bonito-1024x683.jpg" alt="Participantes do encontro em registro sobre a parceria" width="1024" height="683" /> Participantes do encontro em registro sobre a parceria[/caption]
<p>Para o professor Guindani, trata-se de uma experiência de aproximação entre os alunos e a comunidade, fortalecendo os laços da universidade com a região. “Este projeto é uma forma de aproximar a UFSM-FW da comunidade de Rodeio Bonito, possibilitando a integração dos nossos alunos com os jovens e demais artistas da cidade que estarão envolvidos conosco nas atividades formativas e de produção do filme”, declarou.  </p>
<p>O documentário deve eternizar cerca de 30 anos de história e memória do cancioneiro rodeiense e, ao final do projeto, estão previstas exibições públicas e gratuitas do material. O projeto é fomentado pelo Edital COREDE 2026 e pela Secretaria de Educação e Cultura de Rodeio Bonito. </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádios da UFSM transmitem o 39º Carijo da Canção Gaúcha em parceria com o Campus de Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/radios-da-ufsm-transmitem-o-39o-carijo-da-cancao-gaucha-em-parceria-com-o-campus-de-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 19:47:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

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						<description><![CDATA[A cobertura acompanha a programação do festival entre quinta (28) e sábado (30). a partir das 20h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  As rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM transmitem o 39º Carijo da Canção Gaúcha, em Palmeira das Missões, por meio do programa <i>Ao Sul do Mundo</i>, produzido no Campus da UFSM em Frederico Westphalen. A cobertura acompanha a programação do festival entre quinta (28) e sábado (30). a partir das 20h, com mostra musical competitiva e shows, além de comentários das canções apresentadas, entrevistas e reportagens.

A transmissão se estende por tempos diferentes a cada dia: na quinta-feira, segue até o encerramento da mostra competitiva. Já na sexta, além das apresentações e dos shows de abertura e encerramento, a cobertura acompanha o anúncio das músicas classificadas. No sábado, o programa volta ao ar a partir das 20h para transmitir mais uma noite do festival até o resultado final.

Participam da cobertura os integrantes da UFSM Frederico Westphalen: Mateus Scherer, Lizian dos Santos, Ivan Röhrs, Júlia Negrelo, Ana Giulia Chedid, Larissa da Costa, João Vicente Magalhães e Joel Guindani.

O Carijo é um dos principais festivais de música nativista do Rio Grande do Sul, reunindo intérpretes, compositores e instrumentistas de diferentes regiões do estado. O campus da UFSM em Palmeira das Missões integra oficialmente a programação do Carijo da Canção Gaúcha com ações acadêmicas, culturais e de extensão, que podem ser conferidas <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/23/ufsm-pm-fortalece-presenca-institucional-no-39-carijo-da-cancao-gaucha" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.

<i>Texto: Núcleo de Rádio da UFSM</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa define parâmetros científicos para o uso de dejetos de coelhos como fertilizante</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/pesquisa-define-parametros-cientificos-para-o-uso-de-dejetos-de-coelhos-como-fertilizante</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:44:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73009</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa integra economia circular e inovação tecnológica para reduzir custos na agricultura familiar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Uma pesquisa do Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) e do campus local do Instituto Federal Farroupilha (IFFar/FW) estuda o potencial dos dejetos de coelhos como uma fonte de adubação orgânica sustentável. O projeto, que está no seu terceiro ano de execução, com apoio do Fundo de Incentivo à Pesquisa (Fipe), preenche uma lacuna na literatura científica. Embora o uso desses resíduos seja uma prática antiga e comum entre produtores, a aplicação ocorre de forma empírica, sem critérios sobre a quantidade exata necessária para cada cultura.

<b>A transição do conhecimento teórico para o desenvolvimento técnico</b>

Coordenado pela professora Ana Carolina Kohlrausch Klinger, docente do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais da UFSM/FW, o projeto visa suprir a carência de dados técnicos na literatura sobre a nutrição vegetal com resíduos da cunicultura. O objetivo central é oferecer aos agricultores familiares uma base científica que substitua o método de “tentativa e erro” por dosagens precisas que maximizem o crescimento das plantas. Segundo a docente, “o projeto surge de uma demanda real para reduzir custos dentro de sistemas familiares de produção e dar suporte técnico a um tema pouco explorado pela academia”, explica.

<b>Resultados práticos e limites nutricionais</b>

Os testes já apresentam resultados significativos sobre a viabilidade de cada tratamento. No caso da alface, os pesquisadores identificaram que o tratamento com maior viabilidade situa-se no nível de 50% a 75% de dejetos de coelho, nível muito parecido com o da cultura da couve. Por outro lado, os ensaios com lavanda, ainda em andamento, estimam que a substituição total do substrato comercial pelo dejeto de coelho não gera diferenças negativas no desenvolvimento, o que representa uma economia direta para o produtor.

A qualidade do adubo também depende da dieta dos animais. No Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Produção (Lepep) de cunicultura do IFFar, os coelhos recebem uma alimentação balanceada composta por ração comercial e volumosos, como capim-elefante, rami, aveia e subprodutos da alimentação humana, incluindo ramas de beterraba e cenoura. Esta integração reforça o conceito de agricultura circular, onde resíduos vegetais alimentam os animais e os dejetos destes retornam ao solo para nutrir novas culturas.

<b>Inovação em manejo e preservação de recursos hídricos</b>

Uma mudança estrutural nas instalações do IFFar revolucionou o recolhimento do material orgânico. A substituição das antigas canaletas por valas coletoras secas eliminou a necessidade de lavagem diária com mangueiras. Esta tecnologia simples preserva a água e garante que o dejeto permaneça seco e rico em nutrientes, facilitando o transporte e a aplicação pelo agricultor.

A coordenadora explica que “para que um produtor se aproprie de uma tecnologia, precisamos reduzir o número de operações. O sistema de valas permite que o adubo fique seco e pronto para o uso, exigindo menos esforço físico e maior eficiência”. A simplicidade desta solução tecnológica é um dos pontos de destaque em apresentações internacionais realizadas pela equipe em eventos.

<b>Impacto social e valorização no mercado</b>

Desenvolvido a partir de uma das linhas de pesquisa do grupo “Temas emergentes em Zootecnia”, o projeto integra estudantes dos cursos de Agronomia da UFSM/FW, Medicina Veterinária e Técnico em Agropecuária do IFFar/FW. A iniciativa promove a aproximação entre formação acadêmica e prática de campo, preparando os futuros profissionais para difundir métodos de produção ambientalmente corretos e socialmente justos.

Além dos impactos ambientais positivos, a utilização de adubação 100% orgânica reduz custos com insumos químicos e agrega valor comercial ao produto final, ampliando oportunidades de geração de renda para a agricultura familiar. O cronograma prevê a continuidade dos ensaios experimentais e a publicação de novos artigos científicos até janeiro de 2027, fortalecendo uma base de dados voltada à transformação de resíduos em alternativas produtivas sustentáveis.

Participam do projeto os estudantes Amanda Harnau Schuh, Léo Gustavo Erpen, Isabela Pozer, Germano Silvestre, João Vitor Agostini e Rhaysa Lima, além do técnico Marcelo Seibert, do pós-graduando Bruno Callai da Silva e das professoras Hilda Hildebrand e Denise Schmidt.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW propõe estudo para impulsionar economia criativa em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/25/ufsm-fw-propoe-estudo-para-impulsionar-economia-criativa-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:29:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72987</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa identifica profissionais da cultura e busca ampliar banco de dados para facilitar parcerias e fortalecer a sustentabilidade dos negócios locais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto de pesquisa “Estudo e mapeamento das atividades criativas e culturais no município de Frederico Westphalen”, desenvolvido pela pelo Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW), propõe um levantamento detalhado sobre o perfil de profissionais e microempresas que atuam no setor da indústria criativa na cidade. A iniciativa integra o conhecimento acadêmico à realidade da comunidade, com foco no fortalecimento da economia local e no desenvolvimento social.

O estudo parte da existência de mais de duas mil pequenas empresas em Frederico Westphalen e busca compreender como a indústria criativa se insere nesse ecossistema empreendedor. A proposta está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Nº 8 da Agenda 2030 da ONU, voltado ao trabalho decente e ao crescimento econômico.

Coordenado pela professora Fabiana Pereira, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM/FW, o projeto, que conta também com a participação do professor Joel Guindani e da técnica Roselei Batistti, pretende identificar os empreendimentos ligados à cultura e à criatividade, além de compreender suas dinâmicas de atuação. Segundo a pesquisadora, a universidade desempenha um papel fundamental no fortalecimento desses profissionais e na construção de alternativas para transformar criatividade e cultura em fontes sustentáveis de renda.
<h3><b>Metodologia de pesquisa e integração institucional</b></h3>
A pesquisa será desenvolvida em etapas que articulam levantamento institucional e investigação direta com os produtores culturais do município. Inicialmente, estudantes envolvidos no projeto já buscaram informações junto à Prefeitura Municipal e à Associação Cultural Atena, tendo ainda que fazer contato com o Conselho Municipal de Cultura, com o objetivo de identificar associações, coletivos e profissionais já cadastrados em órgãos públicos.

Na segunda fase, a equipe realizará o trabalho de campo para coletar informações específicas sobre os produtos e serviços oferecidos pelos profissionais da economia criativa local. A proposta é criar um banco de dados que amplie a visibilidade desses trabalhadores e facilite futuras parcerias, contratações e oportunidades de negócio. Além disso, o estudo pretende analisar como esses profissionais utilizam ferramentas digitais e quais são seus principais processos de comunicação e divulgação.
<h3><b>Cultura como incentivo do desenvolvimento regional</b></h3>
A valorização do setor cultural em municípios do interior é um dos principais focos da pesquisa. Para Fabiana Pereira, “realizar um mapeamento de pequenas empresas e profissionais da cultura e da criatividade é buscar olhar para uma área que, por si só, é pulsante dentro da cidade”.

A pesquisa também considera a relação entre economia criativa, preservação cultural e desenvolvimento turístico. Nesse contexto, o setor vem recebendo atenção crescente das esferas governamentais, que identificam na parceria com a universidade uma oportunidade para profissionalizar e fortalecer a área cultural no município. O estudo busca compreender tanto a realidade de grupos organizados quanto de profissionais independentes que, muitas vezes, já atuam no setor sem reconhecimento formal.
<h3><b>Formação acadêmica e continuidade das ações</b></h3>
A pesquisa será conduzida pelo grupo Comunicação, Economia Criativa e Cidadania (ComECC) e contará com a participação de estudantes voluntários selecionados por editais internos. A iniciativa pretende proporcionar formação prática e aprofundamento teórico-metodológico aos acadêmicos envolvidos, estimulando uma visão crítica sobre o mercado e a realidade social da região.

Os resultados obtidos deverão subsidiar futuras ações de extensão universitária, incluindo consultorias e apoio voltado à melhoria dos processos comunicativos dos empreendedores mapeados. A proposta é que o levantamento se torne contínuo, recebendo atualizações periódicas para acompanhar as transformações do setor cultural e criativo em Frederico Westphalen.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW propõe estudo para impulsionar economia criativa em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/25/ufsm-propoe-estudo-para-impulsionar-economia-criativa-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:46:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[indústria criativa]]></category>
		<category><![CDATA[indústria cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14250</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa identifica profissionais da cultura e busca ampliar banco de dados para facilitar parcerias e fortalecer a sustentabilidade dos negócios locais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O projeto de pesquisa "<em>Estudo e mapeamento das atividades criativas e culturais no município de Frederico Westphalen/RS</em>", desenvolvido pela <strong>Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen - UFSM/FW</strong>, propõe um levantamento detalhado sobre o perfil de profissionais e microempresas que atuam no setor da indústria criativa no município. A iniciativa integra o conhecimento acadêmico à realidade da comunidade, com foco no fortalecimento da economia local e no desenvolvimento social.</p><p>O estudo parte da existência de mais de duas mil pequenas empresas no município e busca compreender como a indústria criativa se insere nesse ecossistema empreendedor. A proposta está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 8 da <strong>Agenda 2030 da ONU</strong>, voltado ao trabalho decente e ao crescimento econômico.</p><p>Coordenado pela professora <strong>Fabiana Pereira</strong>, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM/FW, o projeto, que conta também com a participação do professor <strong>Joel Guindani</strong> e da técnica <strong>Roselei Batistti</strong>, pretende identificar os empreendimentos ligados à cultura e à criatividade, além de compreender suas dinâmicas de atuação. Segundo a pesquisadora, a universidade desempenha um papel fundamental no fortalecimento desses profissionais e na construção de alternativas para transformar criatividade e cultura em fontes sustentáveis de renda.</p>[caption id="attachment_14251" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/industria_criativa_foto_canva.jpg" alt="Imagem representa a ideia de indústria criativa" width="1024" height="683" /> Foto: Canva[/caption]<h2>Metodologia de pesquisa e integração institucional</h2><p>A pesquisa será desenvolvida em etapas que articulam levantamento institucional e investigação direta com os produtores culturais do município. Inicialmente, estudantes envolvidos no projeto já buscaram informações junto à Prefeitura Municipal e à Associação Cultural Atena, tendo ainda que fazer contato com o Conselho Municipal de Cultura, com o objetivo de identificar associações, coletivos e profissionais já cadastrados em órgãos públicos.<br />Na segunda fase, a equipe realizará o trabalho de campo para coletar informações específicas sobre os produtos e serviços oferecidos pelos profissionais da economia criativa local. A proposta é criar um banco de dados que amplie a visibilidade desses trabalhadores e facilite futuras parcerias, contratações e oportunidades de negócio. Além disso, o estudo pretende analisar como esses profissionais utilizam ferramentas digitais e quais são seus principais processos de comunicação e divulgação.</p><h2>Cultura como incentivo do desenvolvimento regional</h2><p>A valorização do setor cultural em municípios do interior é um dos principais focos da pesquisa. Para Fabiana Pereira, "realizar um mapeamento de pequenas empresas e profissionais da cultura e da criatividade é buscar olhar para uma área que, por si só, é pulsante dentro da cidade".</p><p>A pesquisa também considera a relação entre economia criativa, preservação cultural e desenvolvimento turístico. Nesse contexto, o setor vem recebendo atenção crescente das esferas governamentais, que identificam na parceria com a universidade uma oportunidade para profissionalizar e fortalecer a área cultural no município. O estudo busca compreender tanto a realidade de grupos organizados quanto de profissionais independentes que, muitas vezes, já atuam no setor sem reconhecimento formal.</p>[caption id="attachment_14253" align="alignright" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/logo_comecc-300x94.jpeg" alt="Logotipo do Comecc" width="300" height="94" /> Logotipo do grupo de pesquisa[/caption]<h2>Formação acadêmica e continuidade das ações</h2><p>A pesquisa será conduzida pelo grupo Comunicação, Economia Criativa e Cidadania (<strong>ComECC</strong>) e contará com a participação de estudantes voluntários selecionados por editais internos. A iniciativa pretende proporcionar formação prática e aprofundamento teórico-metodológico aos acadêmicos envolvidos, estimulando uma visão crítica sobre o mercado e a realidade social da região.</p><p>Os resultados obtidos deverão subsidiar futuras ações de extensão universitária, incluindo consultorias e apoio voltado à melhoria dos processos comunicativos dos empreendedores mapeados. A proposta é que o levantamento se torne contínuo, recebendo atualizações periódicas para acompanhar as transformações do setor cultural e criativo em Frederico Westphalen.</p><p>Texto: Cristiane Antunes Rodrigues, estagiária do Curso de Jornalismo da UFSM/FW</p><p>Edição: Cristina Guerini</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW promove encontro de integração cultural com foco em saberes indígenas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2026/05/21/ufsm-fw-promove-encontro-de-integracao-cultural-com-foco-em-saberes-indigenas</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 19:04:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Bacharelado (FW)]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4367</guid>
						<description><![CDATA[Evento reúne oficinas, apresentações culturais e debates sobre diversidade e valorização dos saberes indígenas no campus de Frederico Westphalen.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O campus da UFSM em Frederico Westphalen recebe, no dia 30 de maio, o 3° Encontro Compartilhando Saberes: Integração Cultural, promovido pelo Curso de Licenciatura Intercultural Indígena PARFOR/UFSM/FW. O evento busca incentivar o diálogo intercultural e valorizar os conhecimentos e as manifestações culturais indígenas dentro do ambiente universitário.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação inicia às 7h30, com café da manhã no Restaurante Universitário (RU), seguido da abertura oficial do encontro. Ao longo do dia, serão realizadas oficinas de Canva e edição de vídeo, além de apresentações culturais e momentos de integração entre estudantes, professores e comunidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os destaques da programação está a palestra “Colonização Portuguesa na África e no Brasil”, ministrada por Miguel Lombas, com mediação da professora Andrea Weber, do curso de Jornalismo da UFSM/FW.</p>
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<p>O encontro também reforça a presença e a importância do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena na universidade, voltado à formação de professores indígenas e à valorização dos diferentes saberes e culturas presentes na região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades encerram às 17h. O café da manhã e o almoço serão realizados por adesão dos participantes no RU.</p>
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<p><em>Texto: Ynaê Barbosa</em>, <em>bolsista na Âgencia Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM campus Frederico Westphalen está com vagas abertas para pós-graduação em Agronomia e em Ciências Ambientais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/18/ufsm-campus-frederico-westphalen-esta-com-vagas-abertas-para-pos-graduacao-em-agronomia-e-ciencias-ambientais</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:58:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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						<description><![CDATA[Ao todo são 41 oportunidades e janela de inscrições segue de 14 de maio até 08 de junho de 2026]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Começou uma nova chamada para quem deseja fazer cursos de mestrado e doutorado de forma gratuita na <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal de Santa Maria, Campus de Frederico Westphalen</a>. Com o total de 41 vagas, a pós-graduação<em> stricto sensu</em> é uma oportunidade de especialização e desenvolvimento de habilidades em pesquisa avançada.</p><p>São 14 vagas para <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/frederico-westphalen/ppgctamb" target="_blank" rel="noopener">mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental</a>, 16 vagas para <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/frederico-westphalen/ppgaaa" target="_blank" rel="noopener">mestrado em Agronomia - Agricultura e Ambiente</a> e 11 vagas para d<a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/frederico-westphalen/ppgaaa" target="_blank" rel="noopener">outorado em Agronomia - Agricultura e Ambiente</a>. A formação <em>stricto sensu</em> na <strong>UFSM/FW</strong> é uma formação qualificada e de excelência, em uma das 15 melhores universidades do país.</p><p><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025" target="_blank" rel="noopener">Acesse aqui o edital na íntegra</a>.</p><h2>Diferencial do profissional pós-graduado</h2><p>Esse nível de ensino possibilita o aperfeiçoamento teórico e metodológico, além de desenvolver competências como análise crítica, investigação científica e resolução de problemas complexos. Diante ao novo normal climático e o aumento por demandas de soluções baseadas em sustentabilidade, ambas pós-graduações possuem <strong>mercado de trabalho</strong> aquecido.</p><h2>Especialista ajuda impulsionar o agronegócio</h2><p>Uma das principais exigências do mercado atual é conciliar alta produtividade agrícola com sustentabilidade. O setor demanda especialistas capazes de gerenciar impactos, atender legislações e impulsionar o <strong>agronegócio</strong>. O mercado de trabalho para profissionais com <strong>pós-graduação em Agronomia, com ênfase em Agricultura e Ambiente</strong>, é altamente aquecido e exigente. Profissionais qualificados podem ser absorvidos por grandes empreendimentos do agronegócio, fazendas, empresas de insumos e consultorias.</p><h2>Prepare-se para desafios ecológicos complexos</h2><p>O profissional pós-graduado em <strong>Ciências Ambientais</strong> sai capacitado para a resolução de desafios ecológicos complexos, essenciais em um mundo cuja mudança climática já é uma realidade. O mestrado capacita para atuar em auditoria, licenciamento, recuperação de áreas degradadas, formulação de políticas públicas e gestão de sustentabilidade. É alguém que se destaca em um mercado corporativo cada vez mais focado em práticas <strong>ESG</strong> - <em>Environmental, Social, and Governance</em> (Ambiental, Social e Governança).</p><h2>Destaque-se em um mercado dinâmico</h2><p>Em um cenário profissional competitivo e diverso, o título de mestre ou doutor abre portas para cargos de liderança. Profissionais com formação <em>stricto sensu</em> lideram com visão estratégica, alta capacidade técnica e inteligência analítica.</p><h2>Conecte-se diretamente com o futuro</h2><p>Participe de pesquisas de ponta e projetos de desenvolvimento tecnológico, aplicando o conhecimento na criação de soluções para o mundo real. A formação aprofunda o conhecimento teórico e metodológico, desenvolvendo habilidades de pensamento crítico, pesquisa e resolução sistêmica.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Agronomia da UFSM/FW prepara profissionais para enfrentar desafios climáticos no campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/14/curso-de-agronomia-da-ufsm-fw-prepara-profissionais-para-enfrentar-desafios-climaticos-no-campo</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:59:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CursosFW]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>
		<category><![CDATA[el niño 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Diante da possibilidade de um novo El Niño, práticas sustentáveis desenvolvidas pela Universidade contribuem para a adaptação da agricultura frente à crise climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A ocorrência de um novo El Niño nos próximos meses reacende discussões sobre os impactos da emergência climática na agricultura brasileira, especialmente nas regiões Sul do país. Nesse contexto, o <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/agronomia" target="_blank" rel="noopener">curso de Agronomia</a> do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) desenvolve ações de ensino, pesquisa e orientação voltadas à adaptação das culturas agrícolas, à conservação dos recursos naturais e ao fortalecimento de práticas sustentáveis no campo.</p><p>Segundo dados da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), a probabilidade de ocorrência do fenômeno aumenta ao longo de 2026. Em abril, o Oceano Pacífico já apresentou sinais concretos do El Niño.</p><h2>O que é o El Niño?</h2><p>O fenômeno climático é caracterizado pelo aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico. Para que ele seja oficialmente identificado, é preciso que a temperatura da superfície do mar permaneça acima da média por várias semanas, provocando alterações na circulação atmosférica. No Brasil, os efeitos variam conforme a região, enquanto o Sul costuma registrar aumento no volume de chuvas, outras regiões podem enfrentar períodos de estiagem. No Rio Grande do Sul, os impactos estão frequentemente associados ao excesso de umidade e dificuldades na produção agrícola.</p><p>A professora do curso de Agronomia da UFSM/FW, Gizelli Moiano de Paula, explica que compreender esses fenômenos climáticos faz parte da formação dos estudantes e também da atuação da universidade junto à comunidade regional. “Preparamos os estudantes sobre esses conceitos, sobre o que o El Niño nos traz e os impactos que ele provoca no Rio Grande do Sul. Também orientamos sobre a importância de buscar previsões e prognósticos em fontes confiáveis”, afirma.</p><h2>Impactos na agricultura</h2><p>A agricultura está entre os setores mais afetados pelos eventos climáticos extremos. O excesso de chuvas pode comprometer o desenvolvimento das culturas, dificultar o plantio e favorecer o surgimento de doenças nas plantas devido à alta umidade. Além disso, áreas sem manejo adequado podem sofrer processos de erosão e degradação do solo, causando prejuízos ambientais e econômicos.</p><p>Conforme a docente, situações semelhantes já foram observadas no estado. “Quando o El Niño vem com bastante intensidade, ele promove degradação do solo, especialmente em áreas sem cobertura adequada. Foi o que aconteceu em grande parte do Rio Grande do Sul entre 2023 e 2024, quando a água levou parte importante da camada superficial do solo”, destaca. Os impactos também atingem outras áreas da produção agropecuária, como a pecuária leiteira e a produção de carne, além de culturas hortícolas e frutíferas, que podem apresentar redução na produtividade.</p>[caption id="attachment_14209" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/prejuizo-plantacoes-foto-emater-rs-prefeitura-erechim-2.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Foto: Emater/RS - Prefeitura de Erechim[/caption]<h2>Manejo e práticas sustentáveis</h2><p>Diante desse cenário, práticas de manejo e conservação do solo tornam-se fundamentais para minimizar os impactos causados pelas mudanças climáticas. Entre as estratégias recomendadas estão a rotação de culturas, o acompanhamento do zoneamento agrícola, o cuidado com a época de semeadura e a manutenção da cobertura do solo.</p><p>De acordo com Gizelli, a adoção dessas práticas contribui não apenas para preservar a produtividade, mas também para fortalecer a sustentabilidade no campo. “Quando o solo fica descoberto, há perda de nutrientes, de umidade e de partículas importantes. Por isso, práticas de manejo e conservação são essenciais ", explica. A professora ainda destaca o sistema de plantio direto como uma alternativa importante para reduzir impactos ambientais. A prática auxilia na conservação do solo e contribui para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa.</p><h2>Emergência climática e adaptação</h2><p>Para a docente, os fenômenos climáticos extremos, provocados pela ação humana no meio ambiente, estão diretamente relacionados ao atual contexto de emergência climática, que é marcado pelo aumento das temperaturas globais. A professora ressalta que “hoje nós já estamos em um processo de alerta, que é o que chamamos de emergência climática. Precisamos mudar algumas práticas, inclusive na agricultura, porque esses fenômenos tendem a ocorrer com mais frequência e intensidade”.</p><p>Nesse contexto, a universidade desempenha papel importante na produção de conhecimento e no desenvolvimento de soluções voltadas à adaptação climática. Além de formação profissional, o curso de Agronomia da UFSM/FW desenvolve pesquisas e ações que incentivam o uso sustentável dos recursos naturais e o fortalecimento da agricultura regional.</p><p>“O curso de Agronomia da UFSM/FW preza por um futuro sustentável no campo. As diferentes disciplinas e pesquisas são desenvolvidas pensando em produzir com sustentabilidade e em fortalecer práticas que contribuam para o clima e para o planeta”, conclui a professora.</p><p><em>Texto: Sabrina Santana Lins, Bosista da Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</em></p><p><em>Revisão: Cristina Guerini, Produtora Cultural</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 1ª edição, Semana da África ocorre no final de maio na UFSM/FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/13/em-sua-1a-edicao-semana-da-africa-ocorre-no-final-de-maio-na-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 19:21:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antirracismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72787</guid>
						<description><![CDATA[Evento ocorre nos dias 25 e 27 de maio, com debates e atividades culturais, e contará com a presença de alunos africanos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Card-Semana-da-Africa.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Card-Semana-da-Africa-819x1024.jpg" alt="" width="550" height="688" /></a>Em comemoração ao Dia da África, o Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) promove a Semana da África, com o tema “Saberes e Culturas em Movimento”. O evento busca discutir a libertação e o protagonismo africano por meio de debates e atividades culturais. As atividades acontecem nos dias 25 e 27 de maio de 2026, na Sala Multiuso do Campus.</p><p>A Semana da África, celebrada em torno do dia 25 de maio, é um momento de exaltação à potência, à cultura e à resiliência dos povos africanos e seus descendentes. A data, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, faz referência ao dia de criação da Organização da Unidade Africana, em 1963. No Brasil, essa celebração ganha um contorno reflexivo ao cruzar o calendário com o mês de maio, marcado pelo dia 13, data da assinatura da Lei Áurea.</p><p>Embora a abolição formal tenha encerrado o regime escravocrata no Brasil, a conexão entre essas datas nos convida a olhar além do papel assinado em 1888. Relacionar a Semana da África à Lei Áurea é fazer memória à resistência, lembrar da construção da identidade brasileira e da luta contínua por igualdade racial.</p><p>A comemoração do Dia da África no Brasil é um momento de reflexão sobre como o racismo estrutural, fruto da escravidão, ainda afeta a população negra. E reafirma a necessidade de reparação histórica e igualdade. Por aqui, a luta africana se manifestou na preservação de culturas, religiões e línguas que moldam nosso país.</p><p>A iniciativa reúne professores e estudantes africanos para refletir sobre os processos de independência da década de 1960 e conhecer a cultura africana. Além disso, vai falar sobre os encontros linguísticos que aproximam Brasil e África. É uma oportunidade de reduzir preconceitos a partir do conhecimento cultural, gerando maior inclusão social e valorização.</p><p><b>Programação:</b></p><p><b>Segunda-feira (25)</b>, das 13h30min às 16h30min</p><p>Mesa-redonda 1 – “Vozes da libertação: protagonismo africano nos processos de independência da década de 1960”</p><p>Palestrantes: professor Samba Sané, da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), e o estudante guineense Ijackna Indeque</p><p>Mediadora: Estudante guineense Emilita Laurindo Gomes</p><p>Mesa-redonda 2 – “Brasil e África: encontros linguísticos”</p><p>Palestrantes: professor César Augusto González, do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), e o estudante angolano Miguel Lombas</p><p>Mediadora: Estudante guineense Anaximandra Gomes</p><p><b>Quarta-feira (27)</b></p><p>12h30min – Momento Nostalgia – brincadeiras típicas africanas (na área externa)</p><p>13h30min – Apresentação cultural (etnia Balanta)</p><p>14h – Oficina de lenços (turbantes), oficina de tranças e exposição de objetos e músicas africanas</p><p><i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
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