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				<title>Equipe FieldCrops fortalece internacionalização com entrega de livro a produtores da América Latina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/13/equipe-fieldcrops-fortalece-internacionalizacao-com-entrega-de-livro-a-produtores-da-america-latina</link>
				<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 11:34:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
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						<description><![CDATA[Livro é resultado do trabalho desenvolvido por mestrando do PPG em Engenharia Agrícola]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68503" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/Foto_Reitor_Produtores-e1741865131349.jpeg"><img class="wp-image-68503 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/Foto_Reitor_Produtores-e1741865131349-1024x464.jpeg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em meio a uma lavoura de soja em um dia de céu azul. Elas estão em pé e agachadas e de frente para a câmera" width="1024" height="464" /></a> Reitor participou da entrega do material a produtores em visita ao Campus Sede[/caption]
<p style="font-weight: 400">Na última terça-feira (11), a Equipe FieldCrops da UFSM realizou a entrega do livro “<em>Agronomía digital: intensificación de los sistemas productivos de arroz y soya na Venezuela</em>” para produtores venezuelanos e de outros países da América Latina em visita ao Campus Sede. O evento contou com a presença do reitor da UFSM, Luciano Schuch, e reuniu mais de 30 produtores, reforçando o compromisso da Universidade e de seus parceiros com a internacionalização do conhecimento científico e a promoção de tecnologias avançadas para o setor agrícola.</p>
<p style="font-weight: 400">O material entregue reúne pesquisas e análises sobre as melhores práticas para o cultivo de arroz e soja, auxiliando os produtores na redução da lacuna de produtividade e na adoção de manejos mais eficientes. O livro é resultado do trabalho desenvolvido pelo projeto de mestrado de João Souza, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da UFSM, que busca soluções inovadoras para os desafios do setor agrícola, tanto no Brasil quanto no exterior.</p>
<p style="font-weight: 400">Para os produtores latino-americanos, o acesso a esse conhecimento técnico é essencial para otimizar o rendimento das lavouras e aprimorar a gestão agrícola. “Com esse material, conseguimos embasar nossas decisões e melhorar a eficiência produtiva no campo”, destacou um dos agricultores presentes no evento.</p>
<p style="font-weight: 400">O professor Alencar Zanon, coordenador do projeto, destaca que a iniciativa evidencia o papel da UFSM como referência em pesquisa aplicada à agricultura e reforça a importância da colaboração internacional para o desenvolvimento sustentável da produção agrícola na América Latina. O projeto é em parceria com o Flar, Onudi e Fundarroz.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe FieldCrops da UFSM apresenta resultados de um dos maiores projetos de produção sustentável da Venezuela</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/10/equipe-fieldcrops-da-ufsm-apresenta-resultados-de-um-dos-maiores-projetos-de-producao-sustentavel-da-venezuela</link>
				<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 11:23:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[Dados preliminares foram apresentados pelo professor Alencar Zanon]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_66004" align="alignright" width="526"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/Foto-1-2.jpeg"><img class="wp-image-66004" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/Foto-1-2.jpeg" alt="foto colorida horizontal com pessoas em pose para foto, algumas em pé e outra agachadas, em uma lavoura de plantas ainda pequenas, ao fundo céu com nuvens cinzas e brancas" width="526" height="330" /></a> Equipe da UFSM fez visitas técnicas em lavouras[/caption]
O professor da UFSM Alencar Zanon, consultor da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi), apresentou os resultados preliminares do projeto de sistema de rotação de arroz/soja na Venezuela. Esse projeto faz parte do dissertação do mestrando João Souza, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA), e do trabalho de conclusão de curso de Cintia Piovesan, aluna de Agronomia do Centro de Ciências Rurais (CCR), todos integrantes da Equipe FieldCrops.</div>
<div> </div>
<div>Nos dias 4 e 5 de junho, dirigentes do setor agrícola, agricultores e especialistas envolvidos neste projeto discutiram sobre os resultados preliminares, na sala técnica da Asoportuguesa, uma das associações que, juntamente com Fundarroz, Polo Agropecuário, Fondesoya e Flar, lideraram o desenvolvimento desta iniciativa.</div>
<div> </div>
<div>Os resultados, embora ainda não sejam definitivos, indicam que o potencial de rendimento possível na Venezuela é de 5,8 toneladas por hectare de soja e 9,8 toneladas/ha de arroz, com base na oferta ambiental do país, de acordo com a explicação feita por Zanon.</div>
<div> </div>
<div>Com base nos resultados do projeto, uma meta projetada seria de 4 e 8 toneladas por hectare possíveis de serem alcançadas em soja e arroz, respectivamente, o que representa cerca de 80% do potencial de rendimento, sobre o que os especialistas recomendam focar, já que tentar atingir 100% acarretaria mais riscos e custos.</div>
<div> </div>
<div>Foram analisados dados de mais de 400 lavouras de mais de 40 produtores entre os estados de Portuguesa, Guárico e Cojedes, totalizando uma superfície equivalente a 7.139 hectares. José Luis Pérez, presidente da Fevearroz e diretor da Fedeagro, afirmou que nunca se fez um estudo tão detalhado sobre este sistema.</div>
<div> </div>
<div>Já nos dias 6 e 7 de junho, foram realizadas visitas técnicas para avaliação das parcelas demonstrativas de soja nas lavouras dos produtores Venturino Cicconetti e Aurelio Cazulani.</div>
<div> </div>
<div>Zanon comenta que os resultados desse projeto contribuíram para a formação de recursos humanos de alta qualidade e permitirão colocar a Venezuela na primeira página da produção sustentável de alimentos da agricultura mundial.</div>
<div> </div>
<div><em>Foto: Divulgação</em></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor e mestrando do PPGEA da UFSM lideram missão da ONU na Venezuela </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/13/professor-e-mestrando-do-ppgea-da-ufsm-lideram-missao-da-onu-na-venezuela</link>
				<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 11:19:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto agrícola desenvolvido no país conta com a participação da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64484" align="alignright" width="567"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-12-at-10.35.16.jpeg"><img class="wp-image-64484" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-12-at-10.35.16.jpeg" alt="foto colorida horizontal com duas pessoas, uma delas faz a foto, a outra faz sinal de positivo com a mão esquerda, ambas sorriem e estão em uma fazenda iluminada com mato e céu ao fundo" width="567" height="425" /></a> Alencar Junior Zanon e João Vitor Santos de Souza[/caption]
<p>De 6 a 10 de novembro, ocorreu a gira técnica do projeto “ST 52: Incrementar rendimientos en soya y arroz, incorporando tecnologías digitales y protocolos agronómicos innovadores”, coordenado pela Onudi, uma agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU) na Venezuela, <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/10/projeto-com-participacao-da-ufsm-e-destacado-pela-onu-venezuela" target="_blank" rel="noopener">com participação da UFSM</a>. Foram realizadas avaliações e transferência de conhecimento diretamente em lavouras de arroz e soja nos estados de Portuguesa, Cojedes e Guárico, que juntos representam a maior área de produção de arroz irrigado do país. </p>
<p>O aluno de mestrado João Vitor Santos de Souza e o professor Alencar Junior Zanon, do Departamento de Fitotecnia e professor do Programa de Mestrado em Engenharia Agrícola da UFSM, estiveram juntos com a ONU visitando lavouras dos produtores integrados no projeto e que estão realizando o cultivo de soja nesse momento. Apesar de ser o primeiro ano do projeto, o impacto é extraordinário, os produtores estão muito otimistas com os primeiros resultados e já se planejam para terminarem a colheita da soja e iniciar a semeadura do arroz, avalia Alencar. </p>
<p>O projeto também foi apresentado para os produtores do Estado de Guárico, que visitaram as lavouras dos produtores de Portuguesa e Cojedes para entender a dinâmica da soja em áreas de arroz e os pilares que devem ser seguidos para o sucesso do sistema. Além disso, foram apresentadas as primeiras análises dos fatores que estão afetando a produtividade do arroz, auxiliando a tomada de decisão dos produtores que estão se preparando para semear a cultura, sendo esse o tema da dissertação de mestrado de João. </p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor e aluno de mestrado em Engenharia Agrícola lideram missão da ONU na Venezuela</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/11/12/professor-e-aluno-de-mestrado-em-engenharia-agricola-lideram-missao-da-onu-na-venezuela</link>
				<pubDate>Sun, 12 Nov 2023 15:02:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[De 6 a 10 de novembro de 2023, ocorreu a gira técnica do projeto “ST 52: Incrementar rendimientos en soya y arroz, incorporando tecnologías digitales y protocolos agronómicos innovadores” coordenado pela ONUDI, uma agência especializada da ONU na Venezuela. Foram realizadas avaliações e transferência de conhecimento diretamente em lavouras de arroz e soja nos  Estados [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="mail-message-content collapsible zoom-normal mail-show-images msg4328413605631512622">
<div class="clear">
<div dir="ltr">
<p>De 6 a 10 de novembro de 2023, ocorreu a gira técnica do projeto “ST 52: Incrementar rendimientos en soya y arroz, incorporando tecnologías digitales y protocolos agronómicos innovadores” coordenado pela ONUDI, uma agência especializada da ONU na Venezuela. Foram realizadas avaliações e transferência de conhecimento diretamente em lavouras de arroz e soja nos  Estados de Portuguesa, Cojedes e Guárico que juntos representam a maior área de produção de arroz irrigado do país. <img class="size-medium wp-image-9301 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-12-at-10.35.16-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>O aluno de mestrado João Vitor Santos de Souza e o professor Alencar Junior Zanon do Departamento de Fitotecnia e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola da UFSM estiveram juntos com a Organização das Nações Unidas visitando lavouras dos produtores integrados no projeto e que estão realizando o cultivo de soja nesse momento. Apesar de ser o primeiro ano do projeto o impacto é extraordinário, os produtores estão muito otimistas com os primeiros resultados e já se planejam para terminarem a colheita da soja e iniciar a semeadura do arroz. <img class="size-medium wp-image-9300 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-12-at-10.35.04-300x194.jpeg" alt="" width="300" height="194" /></p>
<p>O projeto também foi apresentado para os produtores do Estado de Guárico, os mesmos estiveram visitando as lavouras dos produtores de Portuguesa e Cojedes para entender a dinâmica da soja em áreas de arroz e os pilares que devem ser seguidos para o sucesso do sistema. Além disso, foi apresentado as primeiras análises dos fatores que estão afetando a produtividade do arroz, auxiliando a tomada de decisão dos produtores que estão de preparando para semeadura a cultura, sendo esse o tema da dissertação de mestrado do João. </p>
</div>
</div>
</div>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto com participação da UFSM é destacado pela ONU Venezuela</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/10/projeto-com-participacao-da-ufsm-e-destacado-pela-onu-venezuela</link>
				<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 12:01:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[Equipe FieldCrops e PPGEA estão envolvidos no trabalho ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O projeto "ST 52: <em>Incrementar rendimientos en soya y arroz, incorporando tecnologías digitales y protocolos agronómicos innovadores</em>" foi destaque no mês de setembro na <a href="https://venezuela.un.org/es/247334-bolet%C3%ADn-mensual-de-naciones-unidas-venezuela-%E2%80%93-septiembre-2023" target="_blank" rel="noopener">página da ONU na Venezuela</a>. A UFSM, por meio da Equipe FieldCrops, está na coordenação deste projeto, juntamente com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi), Fundação Nacional do Arroz (Fundarroz), Fundo Nacional da Soja (Fondesoya) e Fundo Latino Americano de Arroz Irrigado (Flar). </p>
<p>O objetivo do trabalho é estimar o potencial de produtividade do sistema de produção arroz/soja na Venezuela, bem como determinar a lacuna de produtividade. Além disso, o projeto visa determinar os fatores de manejo que estão afetando a produtividade dos cultivos no país. </p>
<p>O professor Alencar Zanon, coordenador da Equipe FieldCrops da UFSM, integra a liderança do projeto, e o mestrando no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) João Vitor Santos de Souza é o responsável por liderar as análises dos dados dos experimentos e questionários que estão sendo conduzidos na Venezuela a partir deste ano até 2024.</p>
<p>Alencar e João irão para a Venezuela no início de novembro para fazer a primeira entrega de resultados para os produtores de soja e arroz do país.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participou de missão da ONU na Venezuela com foco na produção sustentável de alimentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/03/16/ufsm-participou-de-missao-da-onu-na-venezuela-com-foco-na-producao-sustentavel-de-alimentos</link>
				<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 16:07:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[O trabalho levou a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI &#8211; ONU), agência especializada que promove o desenvolvimento industrial para a redução da pobreza, a globalização inclusiva e a sustentabilidade ambiental, a convidar a Universidade a liderar uma missão na Venezuela que teve como foco aumentar a produção de alimentos de forma [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xdj266r x126k92a">
<div dir="auto"><span style="color: initial"><img class="size-medium wp-image-7437 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/03/alencar-onu-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" />O trabalho levou a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI - ONU), agência especializada que promove o desenvolvimento industrial para a redução da pobreza, a globalização inclusiva e a sustentabilidade ambiental, a convidar a Universidade a liderar uma missão na Venezuela que teve como foco aumentar a produção de alimentos de forma sustentável visando à redução da desnutrição, além de contribuir com a internacionalização da nossa Universidade.</span></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A primeira missão, com foco na intensificação dos sistemas de produção de arroz e soja na Venezuela teve o professor do CCR - Alencar Júnior Zanon - liderando a parte técnica. O professor também já participou de um roteiro pela Colômbia para avaliar o projeto “Mejorando el sistema de producción Arroz-Soya: Una opción para mejorar la producción agrícola y la protección ambiental en sistemas arroceros de Colombia”.</div>
<div dir="auto"> </div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><a href="https://ufsm.br/r-1-61417">Saiba mais clicando aqui.</a></div>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participou de missão da ONU na Venezuela com foco na produção sustentável de alimentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/03/14/ufsm-participou-de-missao-da-onu-na-venezuela-com-foco-na-producao-sustentavel-de-alimentos</link>
				<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 11:40:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61417</guid>
						<description><![CDATA[Professor Alencar Júnior Zanon liderou a parte técnica do trabalho e fez roteiro também pela Colômbia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_61419" align="alignright" width="676"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-09.59.49.jpeg"><img class="wp-image-61419" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-09.59.49.jpeg" alt="foto colorida horizontal, um homem de costas, com um colete bege com logo da ONU em azul claro nas costas, fala a um grupo de pessoas sentadas, e um ambiente interno claro, com grandes janelas mostrando alguns coqueiros" width="676" height="381" /></a> Zanon fez visitas técnicas e se reuniu com representantes do setor produtivo[/caption]
<p>O trabalho de destaque que a UFSM vem realizando na área de produção sustentável de alimentos levou a ONU, por meio da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), agência especializada que promove o desenvolvimento industrial para a redução da pobreza, a globalização inclusiva e a sustentabilidade ambiental, a convidar a Universidade a liderar uma missão na Venezuela que teve como foco aumentar a produção de alimentos de forma sustentável visando à redução da desnutrição.<br /><br />A primeira missão pela ONU com foco na intensificação dos sistemas de produção de arroz e soja na Venezuela teve o professor do Centro de Ciências Rurais (CCR) Alencar Júnior Zanon liderando a parte técnica. Em um roteiro pelo país realizado de 4 a 11 de março, que abrangeu cidades como Acarigua e outras do estado de Portuguesa - conhecido como o maior produtor de alimentos do país -, Zanon participou de encontros com o setor produtivo do agronegócio do país para apresentar o projeto <span style="font-size: large">"<span lang="ES">Incrementar rendimientos en arroz y soya, incorporando tecnologías digitales y protocolos agronómicos innovadores</span></span>", iniciado em agosto de 2022, e os primeiros resultados, que estão focados na caracterização do ambiente biofísico do estado da Portuguesa e a aptidão agrícola para produzir arroz e soja. Também visitou lavouras onde serão conduzidos os experimentos com o manejo proposto pela UFSM, que objetiva melhorar a drenagem das lavouras, realizar uma distribuição adequada de sementes de soja e aumentar os níveis de fertilização. <br /><br />O professor relata que o objetivo das atividades desenvolvidas na Venezuela foi ajudar a aumentar a produção de alimentos em um país que importa toda a soja e parte do arroz que consome. "Nosso foco foi desenvolver práticas de manejo sustentável para intensificar sistemas de produção e promover a segurança alimentar na prática, reduzindo a desnutrição", afirma Zanon, que representou na missão a Equipe FieldCrops da UFSM, referência na América Latina e América Central em intensificação de sistemas de produção.<br /><br />Ele avalia que a participação na missão da ONUDI contribui para a internacionalização da UFSM e deve gerar um impacto positivo na produção de alimentos e na segurança alimentar naquele país. "Participar de um projeto da ONU e transferir o conhecimento gerado em pesquisa para produtores de arroz e soja da Venezuela foi gratificante", salienta Zanon, acrescentando que a Universidade já se destaca como referência mundial em agricultura.<br /><b></b></p>
[caption id="attachment_61420" align="alignleft" width="577"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/colombia-2.jpg"><img class="wp-image-61420" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/colombia-2.jpg" alt="foto colorida horizontal com um homem de camisa polo verde, chapéu, barba e óculos, de lado, junto com outros 4 homens, em uma lavoura com plantas verdes quase na altura da cintura" width="577" height="356" /></a> Roteiro na Colômbia foi em parceria com o FLAR e a Fedearroz do país[/caption]
<h3>Roteiro na Colômbia para avaliar projeto<b><br /></b></h3>
<p>Antes de participar da missão da ONU na Venezuela, Zanon participou, de 25 de fevereiro a 3 de março, de um roteiro pela Colômbia para avaliar o projeto “Mejorando el sistema de producción Arroz-Soya: Una opción para mejorar la producción agrícola y la protección ambiental en sistemas arroceros de Colombia”, que é uma parceria da UFSM, do Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado (FLAR), do qual Zanon é consultor, e da Federación Nacional de Arroceros (Fedearroz) da Colômbia.<br /><br />Desenvolvido há três anos, o projeto já apresenta resultados, conforme Zanon pôde conferir <em>in loco</em>. Na média de todas as parcelas demonstrativas conduzidas nas lavouras de soja de produtores nos estados de Tolima e Meta, ocorreu um aumento da produtividade de 30% quando comparado com os lotes conduzidos com o manejo convencional. <br /><br />Também participou do roteiro na Colômbia a egressa do curso de Agronomia da UFSM e atualmente doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro). Atual pesquisadora do FLAR, Camille é um exemplo da qualidade dos alunos e egressos da Universidade.</p>
<p>As atividades desenvolvidas pela Equipe FieldCrops da UFSM na Colômbia e na Venezuela podem ser conferidas nas páginas do <a href="https://www.facebook.com/equipefieldcrops" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/equipefieldcrops/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> da Equipe FieldCrops e do <a href="https://www.facebook.com/arrozFLAR" target="_blank" rel="noopener">FLAR</a> e no Twiter da <a href="https://twitter.com/OnudiVenezuela" target="_blank" rel="noopener">ONUDI Venezuela</a>.</p>
<p><em>Fotos: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo Migraidh da UFSM ensina português para imigrantes em rodas de conversa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/migraidh-ensino-portugues-para-imigrantes</link>
				<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 18:41:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Benin]]></category>
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		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[Ensino da língua portuguesa já contemplou migrantes oriundos de Senegal, Paquistão, Palestina, Benin e Venezuela]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>Em meados de 2015, um grupo de senegaleses atendidos pela assessoria jurídica e documental do Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da UFSM (Migraidh - saiba mais no box abaixo) manifestou interesse em melhorar a sua competência comunicativa em língua portuguesa. Com isso, sob a coordenação da professora Maria Clara Mocellin, do Departamento de Ciências Sociais, e estudantes Luís Augusto Bittencourt  Minchola (Direito) e Alessandra Jungs de Almeida (Relações Internacionais), surgiram as Rodas de Conversa, atividade de extensão que visa auxiliar migrantes da cidade de Santa Maria com a aprendizagem e a aquisição da língua portuguesa.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/ALFABETIZACAO_DE_IMIGRANTES-1024x668.jpg" alt="Ilustração horizontal e colorida de sete pessoas sentadas em uma roda. São cinco mulheres e dois homens, sendo três pessoas negras e quatro pessoas brancas. Acima, onze balões de fala: cinco são brancos e os outros tem bandeiras de países no interior: Brasil, Venezuela, Palestina, Paquistão, Senegal e Benin. O fundo é cinza." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr">Partindo da resposta a uma demanda específica, as Rodas de Conversa revelaram-se mais do que um espaço de ensino-aprendizagem de uma língua adicional, constituindo-se como um ambiente de interculturalidade e acolhimento. Ao longo de seus quase sete anos, já passaram pelo projeto - além de senegaleses - paquistaneses, palestinos, e, mais recentemente, beninenses e venezuelanos. Cada um deles tem a capacidade intrínseca de fazer-nos questionar diariamente a nossa prática extensionista e revisitar com frequência nossa resposta para a pergunta como eu olho para o Outro?</p>
<p dir="ltr">Nesse sentido, ressaltamos a tentativa de construção das Rodas de Conversa como um espaço interdisciplinar, marcado por integrantes do Migraidh oriundos das áreas de Ciências Sociais, Direito, Relações Internacionais, Psicologia e Letras, o que traz para o espaço diferentes perspectivas teóricas. Assim, a atividade renova-se a cada ano, sob os olhares de seus participantes, destacando-se nessas discussões a aproximação da prática das Rodas de Conversa com os pressupostos do Português como Língua de Acolhimento.</p>
<p>Relacionado, inicialmente, ao contexto do programa Portugal Acolhe,  o termo Português como Língua de Acolhimento refere-se ao ensino da língua para um público majoritariamente adulto em um contexto de migração internacional (1). Dentre as diversas implicações que essa característica determina, destaca-se o papel da língua para que o indivíduo possa acessar, com mais facilidade, outros direitos no país recebedor, tais como documentação, saúde, trabalho e educação, além de toda dimensão social e afetiva que é muitas vezes determinada pela capacidade - ou  não - de falar o idioma da comunidade na qual se está inserido. </p>
<p dir="ltr">Tais especificidades sugerem, portanto, uma organização dos encontros especialmente direcionada para o contexto real de vida dos migrantes e para suas necessidades e objetivos mais imediatos.  Assim, as discussões, os materiais e os aspectos linguísticos trabalhados procuram abordar as experiências e desafios vivenciados no dia a dia, o que demanda uma atuação atenta e sensível por parte dos extensionistas. Muitas vezes, essa atuação estende-se, inclusive, para o auxílio em aspectos da vida prática, tais como: acompanhamento até a Polícia Federal ou imobiliárias, ajuda com gerenciamento de mudanças, orientação sobre matrícula em atividades escolares, e participação em celebrações e festividades religiosas.  </p>
<p>Tal direcionamento, como se percebe, ultrapassa o ensino-aprendizagem de uma língua adicional, e engloba a desconstrução de estereótipos, o estabelecimento de vínculos, e a construção de amizades e afetos. Assim, as diferenças que mundo afora, não raro, motivam exclusão e práticas xenófobas, resultam, nas Rodas de Conversa, na construção, dia após dia, de uma competência intercultural, direcionada para a compreensão do Outro na sua singularidade. Nas Rodas de Conversa, aprende-se que estar no mundo para enxergar, ouvir e aprender com a diferença é mais do que satisfazer uma exigência moral da vida em sociedade, é recuperar aquilo que também nos constitui enquanto sujeitos.</p><p> </p>
<table style="border-collapse: collapse;width: 100%">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: center;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Migraidh e a luta pelo direito humano de migrar</p>
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Diante da urgência e da complexidade do tema das migrações internacionais, o Migraidh surge em 2013 sob a coordenação da professora Giuliana Redin, do Departamento de Direito. Pautado sempre pelo reconhecimento do migrante como sujeito pleno de direitos, em 2015 o Migraidh firma convênio com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e torna-se o representante da Cátedra Sérvio Vieira de Mello na UFSM (2), assumindo um compromisso com a promoção de conhecimento e de ações voltadas à atenção integral de refugiados e imigrantes, o que se reflete nos eixos de sua atuação.</p>
<p id="docs-internal-guid-e20fcb21-7fff-2204-4fb3-3e6b3541dd4e" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na pesquisa, o Migraidh engloba seis diferentes linhas, nas áreas de Direito (linha Proteção e Promoção dos Direitos Humanos de Migrantes e Refugiados no Brasil, coordenada pela professora Giuliana Redin); Ciências Sociais (linhas Fluxos Migratórios Internacionais, Projeto Migratório e Alteridades, coordenada pela professora Maria Clara Mocellin, e Múltiplas Cidadanias e Processos Migratórios, coordenada pela professora Maria Catarina Chitolina Zanini); Comunicação (linha Comunicação Midiática e Migrações Transnacionais, coordenada pela professora Liliane Dutra Brignol); Psicologia (Psicanálise e Migrações: efeitos clínico-políticos dos deslocamentos, coordenada pela professora Marluza Rosa); e Letras (linha Estudos de Política de Línguas, coordenada pela professora Eliana Sturza). </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O coletivo também firma seu comprometimento com a agenda da Cátedra Sérgio Vieira de Mello a partir da promoção do diálogo com a comunidade e de atividades de educação em Direitos Humanos, como as duas edições do Curso de Capacitação de Servidores Públicos, promovidas, respectivamente, nas datas de junho de 2017 e dezembro de 2021; elaboração e defesa de notas técnicas; participação em congressos sobre a temática das migrações;  promoção de oficinas para sensibilização sobre o contexto migratório; publicações de divulgação gratuita (3); e diversas participações em outros espaços, tais como cursinhos populares, escolas e mesas de discussão em eventos e debates produzidos por outros cursos da UFSM.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além de atividades voltadas à educação da comunidade para a temática das migrações, o Migraidh também consolida sua atuação através de um programa de extensão, denominado Assessoria a Imigrantes e Refugiados. Coordenado pela professora Giuliana Redin, o programa engloba assessoria jurídica e documental, atendimento psicológico clínico (promovido a partir de um convênio com o Núcleo de Psicanálise do curso de Psicologia da UFSM), acolhimento e ensino de língua portuguesa. A diversidade em termos de pesquisa e extensão evidencia o caráter dinâmico e interdisciplinar do campo das migrações e reafirma o princípio fundamental do Migraidh: o compromisso com a atenção integral ao sujeito migrante a partir da sua subjetividade, orientado pelo entendimento do ato de migrar como um direito humano.   </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>(1) Para familiarizar-se com o tema, sugere-se a leitura: GROSSO, Maria José dos Reis. Língua de acolhimento, língua de integração. Horizontes de Linguística Aplicada, v. 9, n. 2, p. 61-77, 2010. Disponível em &lt;<a href="https://doi.org/10.26512/rhla.v9i2.886">https://doi.org/10.26512/rhla.v9i2.886</a>&gt;
(2) Para informações sobre a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, consultar:  <a href="https://www.acnur.org/portugues/catedra-sergio-vieira-de-mello/">https://www.acnur.org/portugues/catedra-sergio-vieira-de-mello/</a>
(3) A mais recente publicação do grupo Migraidh (REDIN, Giuliana (org.). Migrações Internacionais: Experiências e desafios para a proteção e promoção de direitos humanos no Brasil. Santa Maria: Editora UFSM, 2020l)  pode ser adquirida gratuitamente no site da editora da UFSM através do endereço eletrônico: <a href="https://editoraufsm.com.br/migracoes-internacionais-530.html">https://editoraufsm.com.br/migracoes-internacionais-530.html</a> <p id="docs-internal-guid-d6c3104c-7fff-1c81-a3c0-e213effe4d4f" dir="ltr"><em><strong>Expediente:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><em><strong>Texto:</strong> Roberta Petry - licenciada em Letras-Português e Literaturas da Língua Portuguesa pela UFSM e participante do MIGRAIDH;</em></p>
<p dir="ltr"><em><strong>Design gráfico:</strong> Joana Ancinelo, acadêmica de Desenho Industrial e voluntária;</em></p>
<p dir="ltr"><em><strong>Mídia social</strong>: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</em></p>
<p dir="ltr"><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</em></p>
<p><em><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Milhopão: PoliFeira valoriza diversidade cultural com pratos típicos venezuelanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/milhopao-polifeira-pratos-tipicos-venezuelanos</link>
				<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 17:43:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arepas]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[culinária venezuelana]]></category>
		<category><![CDATA[cultura venezuelana]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[empanadas]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[taqueños]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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						<description><![CDATA[Casal de pós-graduandos da UFSM é responsável pela produção de arepas, empanadas e tequeños]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-943fc927-7fff-cbf2-61b3-78ad50c2299d" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Quem passa pela PoliFeira do Agricultor na Avenida Roraima, em Camobi, nas terças-feiras pela manhã, encontra estampada em uma das tendas uma bandeira nas cores amarelo, azul e vermelho. É a bandeira da Venezuela. No expositor, arepas, empanadas e tequeños, lanches preparados à base de farinha de milho com recheio de proteínas como carnes, queijo e doces. Os sabores típicos da cultura venezuelana compõem a variedade de produtos disponíveis na PoliFeira. </p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/capa-1024x668.jpg" alt="Colagem horizontal e colorida em tons de amarelo, azul e vermelho. No centro da imagem, em preto e branco, homem de sobrancelhas grossas e escuras, usa touca e máscaras pretas; veste camiseta clara e avental claro. Na frente do homem, dois recortes de taqueños: à esquerda, dois taqueños abertos, e na direita, uma mão com luva de plástico segura seis taqueños. Na frente dos taqueños, um círculo com pontas. Atrás, uma bandeira da Venezuela e uma listra ondulada azul. Há três logomarcas da MilhoPão espalhadas pela colegem. O fundo é branco, com textura de papel amassado." loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-8299a221-7fff-dde0-b254-be4d54790295" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Milhopão é o nome do negócio criado pelo casal venezuelano Maximiliano Escalona e Nayibel Garcia, estudantes de pós-graduação na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Ele, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos; ela, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ambos são engenheiros industriais formados na Venezuela. Em 2012, Maximiliano chegou a Santa Maria pela primeira vez para fazer mestrado e, após a conclusão, voltou para seu país. Segundo ele, havia a intenção de retornar ao coração do Rio Grande e, em 2017, surgiu a oportunidade de realizar o doutorado também na UFSM, a partir de um edital específico para estrangeiros, e ele veio. Um ano depois, a esposa e seus três filhos também chegaram ao Brasil.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/2-Maximiliano-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um feirante em uma feira de rua. Ele tem pele escura, rosto angular, sobrancelhas grossas e na cor preta, olhos escuros. Usa uma touca preta e uma máscara preta com o símbolo da Polifeira. Veste uma camiseta e avental verdes, com &quot;Polifeira&quot; em branco. Usa uma luva de plástico nas mãos. Com a mão direita, segura uma porção de taqueños, típico salgado frito da Venezuela, em formato de cilindro. Ao fundo, estrutura de metal e telhado branco de uma tenda. Ao fundo, em desfoque, detalhes de árvores e da rua." loading="lazy" />											<figcaption>Maximiliano serve uma porção de tequeños fritos.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com a família toda no Brasil e com a chegada da pandemia, em 2020, eles sentiram a necessidade de encontrar uma fonte de renda que contribuísse para as suas demandas econômicas. Passaram a produzir as comidas em casa, de forma artesanal, e vender por tele-entrega. Recentemente, tiveram a oportunidade de se tornarem expositores na PoliFeira da UFSM, bem como de outras feiras populares da cidade, como o Feirão Colonial. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A receptividade aos produtos tem sido boa. Na percepção de Maximiliano, isso se deve ao interesse dos brasileiros em conhecer novos sabores e, para isso, o espaço proporcionado pela feira é muito importante para promover experiências culinárias. “A gente percebe que as pessoas ficam mais interessadas quando você explica pra elas o que é cada coisa que colocamos para venda”, explica.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O trabalho que realizam vai muito além de vender, pois ao apresentar os sabores também estão compartilhando sua cultura, história e tradição. É o que confirma Geórgea Quevedo que, após experimentar as empanadas pela primeira vez, se tornou cliente. “Eu nunca tinha provado, mas amei. Eles têm opções bem diferentes”, comenta. Para ela, a PoliFeira se diferencia justamente pela diversidade cultural que apresenta por meio dos produtos oferecidos pelos feirantes. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Conforme Gustavo Pinto da Silva, coordenador da PoliFeira, o projeto tem a intenção de promover a ampla participação da comunidade e também trazer novos significados para as experiências alimentares. A MilhoPão cumpre com esses elementos: “Eles trazem uma riqueza pra feira que tem a ver com a diversidade cultural da Venezuela”, afirma Gustavo. <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/405/2021/10/Edital-Publico-Feira-do-Colegio-Politecnico-da-UFSM-2021_Outubro_Estudantes.pdf">O edital</a> pelo qual ingressaram na PoliFeira é destinado a estudantes da UFSM e busca oferecer um espaço de fortalecimento ao empreendedorismo entre os alunos. </p><p id="docs-internal-guid-4040c9f8-7fff-c280-a8d9-6f5bd8d71bb3" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Maximiliano explica que manter o negócio tem sido um desafio já que, além da produção e venda, eles também têm o compromisso com os estudos e atenção com a família. Ainda assim, destaca que há planos de ampliação da produção para o futuro. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No momento, os produtos oferecidos são as arepas, empanadas e tequeños de sabores variados. São refeições versáteis da culinária venezuelana e podem ser consumidas tanto no café da manhã, como no almoço ou no jantar.</p><p id="docs-internal-guid-7ad85838-7fff-f6c4-acea-8e1b8387615a" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arepas: Discos feitos de farinha de milho branco ou amarelo. Podem ser fritas ou assadas com recheio salgado.</p>		
												<img width="600" height="492" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/3-Arepas-1.jpg" alt="Fotografia quadrada e colorida de uma arepa sendo montada. No centro, um salgado circular frito, aberto ao meio, é recheado com carne." loading="lazy" />														
		<p>Empanadas: Pastel em formato de meia lua, feito de farinha de milho branco ou amarelo. São fritas e crocantes, com recheio salgado. </p>		
												<img width="600" height="492" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/empanada.jpg" alt="Fotografia quadrada e colorida de empanadas, tipo de salgado típico venezuelano parecido com um pastel." loading="lazy" />														
		<p>Tequeños: “Dedinhos” enrolados feitos com farinha de trigo. São fritos e com recheios variados, doce ou salgado.</p>		
												<img width="600" height="492" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/4-tequenos-1.jpg" alt="Fotografia quadrada e colorida de taqueños, salgados típicos venezuelanos, fritos e em formato circular. A mão de um homem segura uma porção de taqueños." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As comidas estão disponíveis na banca da Milhopão na PoliFeira, que ocorre todas as terças, das 7h às 12h30, na Avenida Roraima. Também é possível realizar encomendas dos alimentos prontos ou congelados para preparar em casa pelo telefone (55) 99704-2016 ou pelo perfil no <a href="https://www.instagram.com/milhopao/">Instagram</a>.</p><p id="docs-internal-guid-68f9c258-7fff-e021-a359-c909b13ce356" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Expediente</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Reportagem: Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Fotografias: Luís Gustavo Santos, acadêmico de Jornalismo e voluntário</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Design gráfico e Tratamento de imagem: Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Desenho Industrial e voluntária</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt">Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e UFRR promovem ciclo de palestras sobre a cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/05/02/ufsm-e-ufrr-promovem-ciclo-de-palestras-sobre-a-cobertura-jornalistica-na-fronteira-brasil-venezuela</link>
				<pubDate>Thu, 02 May 2019 12:56:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[identidades]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[UFRR]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=47571</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM promove na próxima semana, em conjunto com a Universidade Federal de Roraima (UFRR), um ciclo de palestras intitulado “A cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela: relatos do local para o global”. O evento é organizado pelo Programa de Extensão Universitária Rede Terecom, da UFRR, em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/58461463_2185146651579164_1008151776399982592_n.jpg"><img class="alignright wp-image-47580" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/58461463_2185146651579164_1008151776399982592_n.jpg" alt="Arte com informações do evento sobre foto de refugiados venezuelanos entrando no Brasil com malas " width="478" height="272" /></a>A UFSM promove na próxima semana, em conjunto com a Universidade Federal de Roraima (UFRR), um ciclo de palestras intitulado “A cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela: relatos do local para o global”. O evento é organizado pelo Programa de Extensão Universitária Rede Terecom, da UFRR, em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, da UFSM.

O circuito de palestras ocorre nos dias 7 e 10 de maio, das 18h às 22h, no Auditório Alexandre Borges, na UFRR, em Boa Vista. O evento será presencial e terá transmissão via Facebook da <a href="https://www.facebook.com/redeterecom/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rede Terecom</a>, com emissão de certificado. São 165 vagas para participantes na modalidade presencial e 200 vagas na modalidade online.

As palestras serão ministradas por jornalistas radicados em Roraima que atuaram e/ou atuam na cobertura da crise na fronteira Brasil-Venezuela para a mídia nacional e internacional.

A professora Ada Cristina Machado, coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras da UFSM, explica que o evento foi organizado tendo em vista a dificuldade que se tem de obter informações concretas e fidedignas sobre os acontecimentos que envolvem a relação do Brasil com a Venezuela. Nesse sentido, o ciclo de palestras tem como objetivo produzir conhecimentos consistentes sobre essa relação fronteiriça, que é muito particular devido aos fluxos imigratórios, vínculos comerciais e tensionamentos políticos.

Para entender um pouco mais da realidade da região, o coordenador do Programa Rede Terecom da UFRR, professor Edileuson Santos Almeida, explica que aquele Estado recebe imigrantes advindos do país vizinho, carentes de emprego, saúde, alimentação adequada e sem formação qualificada. As políticas públicas brasileiras não têm respondido na mesma velocidade que as demandas, e com o agravamento dessa situação, a Venezuela suspendeu o contrato de fornecimento de energia que abastecia Roraima há mais de 20 anos.

Ambos os professores responsáveis pela organização do evento acreditam que a abordagem mais explorada pela mídia de referência diz respeito ao tensionamento que existe entre o governo brasileiro e o venezuelano. Segundo eles, essa postura resulta em uma cobertura parcial, que mostra essa região como sendo um lugar de tensão e eminentes distúrbios.

“Nós não conhecemos, de fato, a região Norte do nosso país, devido à contingência da estrutura de mídia que nós temos, que realiza a mediação das informações com base nos seus interesses econômicos específicos que provêm das capitais situadas na costa litorânea”, enfatiza a professora Ada.

Almeida salienta que a fronteira Brasil-Venezuela se revela mais uma vez como espaço de disputa de narrativas, mas pela primeira vez conta com a participação da cobertura feita pela ótica da mídia local, ou pelo menos de seus profissionais, que conhecem a realidade, como protagonistas na produção de notícias.

“Em algumas situações a cobertura apenas alimentou as tensões, o que culminou inclusive com ataques xenófobos aos venezuelanos que vivem em cidades do Estado de Roraima, mas também teve casos em que a cobertura resultou em ações positivas a favor dos imigrantes”, afirma.

Ele esclarece que o ciclo de palestras também tem a intenção de entender como essa mídia local se apropriou da temática e que tipo de narrativas são apresentadas sobre o conflito.

Inscrições para o evento podem ser feitas pelo <a href="https://www.eventbrite.com.br/e/ciclo-de-palestras-a-cobertura-jornalistica-na-fronteira-brasil-venezuela-registration-60842143489" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.

<strong>Programação:</strong>

<strong>Dia 7 de maio</strong>
- Jornalista Cyneida Correia - repórter do Grupo Folha e correspondente do Jornal Estadão e Wall Street Journal;
- Fotojornalista Priscilla Torres - Grupo Folha e correspondente de agências de notícias;
- Jornalista Gleide Rodrigues - documentarista;
- Jornalista Érica Figueiredo - repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo;
- Publicitário Wagner Pessoa - ex-repórter-cinematográfico da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo.

<strong>Dia 10 de maio</strong>
- Jornalista Bruno Perez - repórter da Band Roraima e correspondente da TV Band nacional;
- Jornalista Josué Ferreira - repórter do Jornal Roraima em Tempo e correspondente da BBC Brasil;
- Acadêmico de Jornalismo Robson Moreira - repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo;
- Acadêmico de Jornalismo Alan Chaves - ex-repórter do G1/RR e correspondente do G1 nacional;
- Repórter-cinematográfico Roque Neto - Rede Amazônica e correspondente da TV Globo.

<em>Texto: Bruna Meinen Feil, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em>

<em>Edição: Ricardo Bonfanti</em>]]></content:encoded>
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