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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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				<title>Representatividade negra na arte gaúcha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/representatividade-negra-na-arte-gaucha</link>
				<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 12:55:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[13ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
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						<description><![CDATA[Cultura rio-grandense é ressignificada por meio da pintura em trabalho de conclusão de curso na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ao imaginar uma pessoa gaúcha, é comum que se pense em um indivíduo cisgênero, heterossexual e branco. Essa representação normativa perturbou o artista Márcio Cardozo, que passou a vida tentando se encontrar em cenas do seu cotidiano, ora no Centro de Tradições Gaúchas (CTG), ora na arte e, infelizmente, nunca com sucesso.</p><p>A partir da angústia de não se sentir representado nos espaços que ocupava, Márcio propôs uma reconstrução artística para preencher lacunas existentes na imagem de peões e prendas. O pintor utilizou-se da tela de algodão e da tinta a óleo de linhaça para criar corpos negros gaúchos com expressividade e irreverência.</p><p>A intenção de Márcio com seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Artes Visuais, intitulado Representatividade Pictórica Negra: Ressignificações de Cenas Características da Cultura Gaúcha, foi a de fazer uma provocação e incitar um novo olhar sobre a cultura gaúcha. Para atingir esses objetivos, ele criou uma narrativa repleta de personagens negros intelectuais, famílias pretas bem estruturadas (rompendo com o estereótipo de família preta brasileira sem estruturas) e cenas típicas do pampa sul-riograndense.</p><p> </p>		
												<img width="760" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-1-760x1024.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="688" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-2-1024x688.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="739" height="633" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-3.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Para eliminar a marginalização de pessoas negras e trazer o elemento do intelecto às suas obras, Márcio buscou retratar nas pinturas o jornal O Exemplo, um noticiário pós-abolicionista gaúcho financiado por pessoas negras e antirracistas. “A arte é uma válvula para recontar a história com uma potência transformadora que possibilita uma nova postura e reflexão”, pontua Márcio sobre os elementos que compuseram sua criação artística.</p><p>Além disso, ele foi responsável por fabricar grande parte do material de pintura durante a criação das telas. Como vegano, ele não utilizou nenhum utensílio que prejudicasse animais, fez uso de tintas naturais, madeira, algodão cru e pincéis de fibra. Confira algumas das obras resultantes do trabalho de Márcio neste Ensaio.</p>		
												<img width="537" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-4.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="690" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-5.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1920" height="1424" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-6-1.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><strong>Reportagem:</strong> Isadora Pellegrini<br /><strong>Diagramação:</strong> Noam Wurzel</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Girine-se: site divulga conhecimento científico sobre os Girinos do Pampa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/girine-se-site-divulga-conhecimento-cientifico-sobre-os-girinos-do-pampa</link>
				<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 14:49:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento científico]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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		<category><![CDATA[história de vida das espécies]]></category>
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		<category><![CDATA[sapos]]></category>

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						<description><![CDATA[Lançado em agosto deste ano, o site reúne informações sobre caracterização morfológica, história de vida das espécies, notícias de divulgação científica e arte]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-a44f4a33-7fff-8dba-0284-4784d325e8b4" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Esta história começou na infância de Tiago Gomes dos Santos, que hoje é professor na Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e, na época, brincava de ser cientista ao examinar lesmas, minhocas e baratas. Não demorou muito para que o assunto ficasse sério. Ingressou no curso de Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e começou a trabalhar com anfíbios anuros, que têm como característica a ausência de caudas, assim como<a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/sapos-pererecas-e-ras-da-america-do-sul/"> sapos, rãs e pererecas</a>. No mestrado, optou por estudar os girinos, que continuaram na história acadêmica de Tiago: “De forma muito natural, foram inseridos em projetos de meus alunos de graduação e pós-graduação nos mais variados contextos, como descrição da morfologia, ecologia térmica, toxicologia e ecologia de comunidades”, destaca. <br /></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p>A partir desse histórico, surge o <a style="text-decoration: none" href="https://girinosdopampa.com/">site Girinos do Pampa</a>. Um projeto pessoal criado para diminuir a escassez de informações sobre as diferentes espécies de girinos, além de resumir e organizar o trabalho de inúmeros pesquisadores. Como o nome sugere, o site reúne conhecimento científico sobre dois elementos: os girinos e o pampa. Os primeiros são a fase larval dos anfíbios anuros, organismos presentes em inúmeras investigações científicas, como as taxonômicas, evolutivas, ecológicas, ou toxicológicas. Segundo Tiago, a escolha por destacá-los se dá pela falta de informações que ajudem na correta separação das espécies de uma determinada região. “O Pampa é o espaço geográfico em que vivo e tenho concentrado grande parte da minha pesquisa científica nos últimos anos e que, infelizmente, tem sido negligenciado de diversas maneiras, tanto pela falta de estudos quanto pelo baixo número de Unidades de Conservação ou pela falta de valorização pela população”, completa.</p><p> </p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/11/Girinos_capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Colagem horizontal e colorida de nove fotos de girinos em diferentes fases. Elas formam um xadrez com o fundo de cada imagem, que se intercala entre preto e branco." loading="lazy" />														
		<p>Lançado durante a <b><u><a href="https://youtu.be/nIysMJxpzio?t=8605" target="_blank" rel="noopener">V Semana Salvem os Sapos</a></u></b>, o site Girinos do Pampa tem como objetivo diminuir tal escassez, e traz não apenas informações sobre a identificação e classificação dos girinos, mas também dados sobre o bioma, no que diz respeito à origem, ao clima, à vegetação e às ameaças vigentes, como a agricultura extensiva e espécies exóticas invasoras.</p>		
												<img width="1024" height="670" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/11/info_girinos-1024x670.jpg" alt="" loading="lazy" />														
			<h3>Espaço em que arte e ciência se encontram</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-7b8d7a1f-7fff-e58a-c0b9-3423857e0dea" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A iniciativa reúne a história de vida das espécies, notícias de divulgação científica e arte. A atividade artística acompanha Tiago desde a infância; assim, o site é usado também para compartilhar seus desenhos e pinturas. Na graduação, ele percebeu a conexão entre ilustrações e ciência. Para o professor, caracterizar os girinos por meio do desenho pode mostrar um detalhe que não ganha o destaque adequado em uma fotografia, ou trazer uma informação pouco disponível na literatura, sobre padrões de cores ou manchas observados em girinos vivos. “Fico fascinado com esse mundinho que nos passa despercebido, e encontrei assim uma forma de compartilhar com as pessoas o que vejo na lupa”, revela. <br /></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além disso, o referencial teórico disponível no site é composto por artigos científicos, livros e plataformas digitais, com base em trabalhos anteriores produzidos por diversos pesquisadores. A iniciativa, além de contribuir com a divulgação científica e com o andamento de estudos na graduação e pós-graduação, busca atrair diferentes públicos que tenham curiosidade pela temática. "Entendo que esse é um canal promissor que pode facilitar a compreensão do assunto. Tenho recebido muitos retornos positivos e isso é bastante gratificante”, conta Tiago. <br /></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p>A plataforma está em constante construção e o foco, no momento, é a organização e a inserção de outras famílias de anfíbios, como Bufonidae e Leptodactylidae, ainda não disponíveis no site. A partir da adição de outras espécies, o objetivo é elaborar uma “chave de identificação de espécies”, ferramenta de comparação para auxiliar na correta identificação delas. O site tem apoio da ilustradora digital Bruna Borges, da Arila Studio, e do desenvolvedor web João Victor, da Urso Tech. O resultado dessa parceria e da iniciativa do menino que brincava de ser cientista é a difusão e a organização do conhecimento de forma acessível para diferentes públicos.</p><p id="docs-internal-guid-e992026e-7fff-5042-71ca-555f7fabfdd1" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fases de Desenvolvimento dos Anfíbios Anuros</p><table style="border: none;border-collapse: collapse;width: 451.27559055118115pt"><colgroup><col /><col /></colgroup><tbody><tr style="height: 0pt"><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><ol style="margin-top: 0;margin-bottom: 0"><li dir="ltr" style="list-style-type: upper-alpha;font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">Embrião</p></li></ol></td><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fase inicial, que inicia com a fertilização, inclui o desenvolvimento dos primeiros tecidos e órgãos, e finda com o aparecimento do que serão os órgãos respiratórios (brânquias).</p></td></tr><tr style="height: 0pt"><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><ol style="margin-top: 0;margin-bottom: 0" start="2"><li dir="ltr" style="list-style-type: upper-alpha;font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">Filhote</p></li></ol></td><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fase curta em que ocorre o aumento da cauda e o desenvolvimento de estruturas para a respiração.</p></td></tr><tr style="height: 0pt"><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><ol style="margin-top: 0;margin-bottom: 0" start="3"><li dir="ltr" style="list-style-type: upper-alpha;font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">Girino</p></li></ol></td><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fase em que os animais apresentam grande movimentação e alimentação. Nesse período, surgem as pernas (já externas ao corpo) e braços (visíveis apenas por transparência do corpo).</p></td></tr><tr style="height: 0pt"><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><ol style="margin-top: 0;margin-bottom: 0" start="4"><li dir="ltr" style="list-style-type: upper-alpha;font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">Metamorfo</p></li></ol></td><td style="vertical-align: top;padding: 5pt 5pt 5pt 5pt;overflow: hidden;border: solid #000000 1pt"><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fase final do desenvolvimento larval. Nesse período os braços rompem a pele do corpo, a boca se desenvolve e a cauda degenera (é absorvida). </p></td></tr></tbody></table><p> </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="182" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/11/LDT5-1024x182.png" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Representação das fases comuns do desenvolvimento larval em anuros no Pampa: A) embrião (Elachistocleis bicolor), B) filhote (Limnomedusa macroglossa), C) girino (Dendropsophus minutus), e D) imago ou metamorfo (Boana pulchella).</figcaption>
										</figure>
		<p id="docs-internal-guid-31ceb828-7fff-86b4-a2da-645f960cdab3" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Expediente</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Thais Immig, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Design gráfico: Cristielle Luise e Luiz Figueiró, acadêmicos de Desenho Industrial e bolsistas;</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária; e Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista;</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</p><p><br />Edição geral: Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>11 esculturas do Centro de Educação da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/11-esculturas-centro-educacao-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 11:00:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9119</guid>
						<description><![CDATA[Catalogação de esculturas do campus da UFSM identifica e disponibiliza ao público informações sobre as obras
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-fbc83bcd-7fff-9dbc-0199-237a54f8e1b5" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Quem visita o campus da&nbsp; UFSM em Santa Maria encontra obras de arte, como esculturas e murais, espalhadas por toda a Universidade. As obras existentes na UFSM são muito diversas, como a escultura da bússola na Avenida Roraima, o próprio Arco e os murais espalhados pelos prédios.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em dezembro de 2021, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, foram lançados os catálogos de murais e esculturas da UFSM. O <a style="text-decoration: none" href="https://drive.google.com/file/d/1aoB-ripgKwzGgTuZR3aJ2HE3yd9hdCv-/view">Catálogo de Murais</a> é fruto da <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/rastros-de-extensao/exposicao-murais-da-ufsm/">Exposição de Murais</a> que aconteceu em 2018, sob curadoria da arquivista do Departamento de Arquivo Geral Cristina Strohschoen dos Santos, na qual foram exibidos <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/21-murais-da-ufsm/">21 murais do campus</a>.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Já o <a style="text-decoration: none" href="https://drive.google.com/file/d/1dx3VRq5Ug6YqIF3U3meKk3xfJWKUHql0/view">Catálogo de Esculturas</a> foi organizado pela arquivista Flávia Jappe e pelo professor José Francisco Goulart, e registra informações sobre cada obra, seus autores, características técnicas e localização. As obras catalogadas estão expostas ao ar livre, no campus sede em Santa Maria. A versão digital dos dois catálogos foi disponibilizada em fevereiro deste ano.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Flávia Jappe é formada em Artes Visuais e Arquivologia pela UFSM e servidora da instituição desde 2014 como técnica em microfilmagem e desde 2019 como arquivista no Departamento de Arquivo Geral (DAG). Ela destaca a importância de realizar a catalogação: “A ideia propulsora foi a preservação das informações pertinentes às obras de esculturas da UFSM, ou seja, o viés documental. Após o trabalho desenvolvido no projeto de pesquisa, foi possível disponibilizar as informações ao público.” Segundo Flávia, as esculturas encontradas no campus de Santa Maria são um convite à comunidade geral para apreciar a arte de maneira gratuita.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O catálogo das esculturas conta com informações sobre as 38 obras que estão espalhadas pelo campus. A Revista Arco separou uma lista de 11 delas que podem ser encontradas no Centro de Educação da UFSM. Confira:</p>

<h3>1. Figura</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/1_Figura_Teoura_Benetti-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">
<p id="docs-internal-guid-8fb46b81-7fff-831a-9a4a-cbbed761c4a0" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">É a obra mais antiga desta lista. Produzida no ano de 2001 e com autoria de Téoura Benetti, essa escultura foi modelada em argila com posterior utilização da técnica de fôrma perdida e finalizada com fibra de vidro, resina e massa plástica.</p>

<h3>2. Escultura sem título</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/2_Juliano_Siqueira.jpg" alt="" loading="lazy" width="729" height="951">

Criada por Juliano Siqueira em 2003, essa escultura foi modelada em argila com posterior utilização da técnica de fôrma perdida. Finalizada com fibra de vidro e resina com corante.
<h3>3. Escultura sem título</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/3_Jair_Favero.jpg" alt="" loading="lazy" width="667" height="951">

Escultura de Jair Fávero, construída em 2005 e feita em concreto, pedra arenito, pedra talco, madeira e aço.
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-f98089e0-7fff-8963-437e-593e5d8fcc91">4. Escultura sem título</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/4_Catiuscia_Bordin_Dotto.jpg" alt="" loading="lazy" width="729" height="951">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De autoria de Catiuscia Bordin Dotto, essa escultura&nbsp; feita em 2006&nbsp; foi modelada em argila com posterior queima (terracota).</p>

<h3>5. Escultura sem título</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/5_Camila_Mesquita_Santos-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">
<p id="docs-internal-guid-8f43d312-7fff-6139-febf-e8741542147d" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Escultura modelada em argila com posterior queima (terracota). Produzida por Camila Mesquita Santos em 2009.</p>

<h3>6. Observador do Céu</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/6_Observador_do_ceu_Anderson_Mota-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="683">
<p id="docs-internal-guid-0018e52f-7fff-2029-c0bc-aa899df1f3b2" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Feita no ano de 2010 por Anderson Mota, essa escultura foi modelada em argila com posterior queima (terracota) em forno cerâmico.</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-d7a4dd70-7fff-7193-19a5-d7fa6899251e">7. Escultura sem título</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/7_Jorge_Gularte-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">

Escultura de Jorge Gularte, criada em 2010 e modelada em argila com posterior em queima (terracota).
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">8. Triangulações N1</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/8_Triangulacoes_N1_Douglas_Medeiros.jpg" alt="" loading="lazy" width="667" height="951">

De autoria de Douglas Medeiros, essa escultura foi construída no ano de 2015 em cimento, chapas e barra de ferro soldadas.
<h3>9. Psicobélico</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/9_Psicobelico_Mateus_Bolson.jpg" alt="" loading="lazy" width="729" height="951">
<p id="docs-internal-guid-438e0bed-7fff-f86e-b6f6-896da513ddba" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Escultura confeccionada com chapas de metal soldadas. Feita por Mateus Bolson em 2015.</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">10. Cabeça de Cavalo</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/10_Cabeca_de_cavalo_Augusto_Sachs-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="668">
<p id="docs-internal-guid-ff5dbe84-7fff-ce62-c18e-075c36f69d5b" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Construída por Augusto Sachs em chapas de ferro soldado, alojadas sobre pedra de mármore gaúcho. (sem data)</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-f42390a4-7fff-1f30-e4e9-61a28ab9a8ae">11. Escultura-Banco-Escultura I</p>
</h3>
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/11_Escultura-Banco-Escultura_I_Carina_Plein-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="683">
<p id="docs-internal-guid-3adda761-7fff-9aa1-3e5a-ce1c75e88046" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Escultura estruturada a partir de sucatas. Modelada, revestida e finalizada diretamente com massa de cimento. De autoria de Carina Plein. (sem data)</p>
<p id="docs-internal-guid-77fad8f6-7fff-575a-ac65-af2459e05e63" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Glossário:</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fôrma perdida: É uma técnica de modelagem de escultura. A escultura em argila é revestida em materiais como cera, gesso, cimento ou materiais plásticos. Depois de aquecido, o molde é quebrado e a forma final da obra é revelada.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Queima: Técnica de finalização de uma escultura. Depois de moldada em argila, a escultura é submetida a altas temperaturas, obtendo assim a cerâmica ou a terracota.</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Expediente:&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Reportagem: Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</p>
Fotografia: Rafael Happke;
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário; e Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e voluntária;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Edição geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>10 obras que podem ser encontradas no novo Acervo Artístico da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/lista-obras-acervo-artistico-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 21:02:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[10 obras Acervo Artístico]]></category>
		<category><![CDATA[Acervo Artístico UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Alphonsus Benetti]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Scliar]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Iberê Camargo]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Kovatch]]></category>
		<category><![CDATA[José Armando de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Amoretti]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga Mello Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Knackfuss]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Perini Zamboni]]></category>
		<category><![CDATA[Yeddo Titze]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8829</guid>
						<description><![CDATA[A mostra de abertura, “Reavivando um Patrimônio”, conta com 36 obras e pode ser visitada pela comunidade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-71f07b7e-7fff-de9b-4a5a-986df5e66468" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com objetivo de manter viva a memória cultural da UFSM, o novo <a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/watch?v=_qhPluEvq1Y&amp;t=9s">Acervo Artístico</a>, localizado no prédio da Biblioteca Central, foi inaugurado em 2021. </p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Acervo_Capa-1024x667.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma estrutura de madeira e metal em formato de gavetas verticais. São 12 gavetas, com puxador de metal cinza e preto, com letras do alfabeto coladas em cada uma. Uma das gavetas, à direita da imagem, está puxada para fora. Nela, um quadro de moldura escura está preso em uma estrutura de metal, no interior da gaveta, em branco." loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-f675283f-7fff-e67a-e8e6-d0b4ea1752b4" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O espaço dispõe de mais de 250 obras de artistas visuais brasileiros e estrangeiros, que estavam distribuídas em diversas salas da Administração Central. De acordo com a coordenadora de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão e idealizadora do projeto, Vera Vianna, o novo espaço busca ampliar a vivência artística da comunidade, além de promover a recuperação e preservação do patrimônio cultural da Instituição. “Representa um grande passo em busca da valorização da arte, demonstra também a preocupação da UFSM em promover o debate, a reflexão artística e o papel da Universidade no incentivo e fomento à cultura na sociedade contemporânea”, ressalta a professora. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A exposição de abertura, “Reavivando um Patrimônio”, conta com 36 obras com curadoria das professoras do Departamento de Artes Visuais Helga Corrêa e Talita Esquivel. A mostra busca dar visibilidade à produção de artistas que constituem parte do acervo artístico da Universidade. “O processo de conservação do patrimônio e da memória artística da UFSM é algo que nos impulsiona enquanto professoras e pesquisadoras da área de Artes Visuais”, ressaltam as curadoras. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Revista Arco preparou uma lista pra você conhecer 10 obras que estão disponíveis no Acervo Artístico da UFSM:</p>		
			<h3>1- Iberê Camargo - Sem título, 1996. Serigrafia sobre papel </h3>		
												<img width="751" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/1-Ibere-Camargo-Sem-titulo-1996.-Serigrafia-sobre-papel-751x1024.jpg" alt="Fotografia horizontal e em tons de azul, preto, cinza e mostarda. É uma pintura de duas silhuetas de perfil em formatos abstratos e fluidos." loading="lazy" />														
			<h3>2- Sandra Lopes Knackfuss - Camobi 23, 1981 - Técnica mista sobre papel </h3>		
												<img width="737" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/2-Sandra-Lopes-Knackfuss-Camobi-23-1981-Tecnica-mista-sobre-papel-737x1024.jpg" alt="Pintura horizontal e colorida em tons de marrom. A pintura retrata seis rostos de pessoas, a maioria com pele em tom de negro claro; vestem roupas na paleta marrom e amarelo pastel, e suas expressões faciais são de cansaço. Na parte superior esquerda da imagem, em caixa alta e marrom escuro, a palavra &quot;Camobi&quot;. No canto inferior direito, o número &quot;23&quot;." loading="lazy" />														
			<h3><p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">3- Carlos Scliar - Tosquia, sem data. Serigrafia sobre papel</p></h3>		
												<img width="1024" height="981" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/3-Carlos-Scliar-Tosquia-s_d.-Serigrafia-sobre-papel-1024x981.jpg" alt="Ilustração quadrada e colorida em tons escuros, de um homem de pele negra, agachado sobre um tapete; ele está de cabeça baixa e segura uma tesoura verde nas mãos. Tem cabelos pretos, pele negra, camisa branca e calça marrom. O fundo é o chão marrom. A pintura é feita de cima." loading="lazy" />														
			<h3>4- Luiz Gonzaga Mello Gomes - Sem título, 1977. Tapeçaria</h3>		
												<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/4-Luiz-Gonzaga-Mello-Gomes-Sem-titulo-1977.-Tapecaria-683x1024.jpg" alt="Fotografia de um bordado em tapeçaria vertical e colorido, com predominância dos tons azul e mostarda. No centro, em uma moldura oval e dourada, o rosto de uma mulher de pele escura, olhos verdes e cabelos grisalhos e presos. Na frente do retrato, uma caixa em formato horizontal, com corpo bege e tampa e base na cor mostarda; na tampa, ao centro, um coração vermelho. Do lado esquerdo da caixa, um vaso azul com detalhes e uma flor alta e amarela, com folhas verdes e caule azul escuro. Do lado direito da caiza, uma vela azul, alta, e com curvas arredondadas. O fundo é bege." loading="lazy" />														
			<h3>5- Alphonsus Benetti - Sem título, 1984. Pintura sobre eucatex</h3>		
												<img width="1024" height="780" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/5-Alphonsus-Benetti-Sem-titulo-1984.-Pintura-sobre-eucatex-1024x780.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida em tons escuros de um quadro com pintura. No quadro, formas abstratas em tons de roxo, branco e bege, preto e verde musgo, marrom, azul escuro. O quadro tem moldura dourada. O fundo é branco." loading="lazy" />														
			<h3><p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" id="docs-internal-guid-555694fa-7fff-3c38-ff96-2e77e82839a3">6- Yeddo Titze - Sem título, 1987. Pintura com caneta hidrográfica sobre papel</p></h3>		
												<img width="878" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/6-Yeddo-Titze-Sem-titulo-1987.-Pintura-com-caneta-hidrografica-sobre-papel-878x1024.jpg" alt="Quadro vertical e colorido de uma pintura a caneta. No centro esquerdo, uma mulherde pele branca está em pé e segura quatro cachorros por uma guia. Ela veste vestido vermelho bordô, usa uma coroa dourada e segura uma varinha com estrela na ponta. Ao lado direito dela e da imagem, quatro cachorros em tamanho médio e pequeno, com pelagem em tons de marrom. Eles estão sobre um gramado verde. Acima, linha com bandeiras triangulares em rosa e cinza. Ao fundo, barraca de circo listrada em amarelo e vermelho, e uma paisagem de montanhas." loading="lazy" />														
			<h3>7- Juan Torres Amoretti - Sem título, 1980. Óleo sobre tela</h3>		
												<img width="759" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/7-Juan-Torres-Amoretti-Sem-titulo-1980.-Oleo-sobre-tela-759x1024.jpg" alt="Fotogragia vertical e em tons escuros de um quadro em pintura. O quadro tem moldura preta e grossa. A metade superior do quadro é escura. Na metade inferior, pernas de uma pessoa de pele branca, cruzadas, e que está sentada em uma cadeira com estofado bordô. A pessoa segura uma vara de anzol na mão, no qual está pendurado um inseto. Ao lado esquerdo da cadeira, um gato com pelagem bege e escura. No chão, algumas gramíneas. O fundo é uma parede branca." loading="lazy" />														
			<h3><p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">8- José Armando de Almeida - Lúcusus é condenado ao nada. Da Série Danação, 1979. Xilogravura sobre papel</p></h3>		
												<img width="694" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/8-Jose-Armando-de-Almeida-Lucusus-e-condenado-ao-nada.-Da-Serie-Danacao-1979.-Xilogravura-sobre-papel-694x1024.jpg" alt="Xilogravura sobre papel, vertical, em tons de preto. O quadro tem moldura marrom e fina e está em uma parede branca. No centro inferior, quatro caixotes em diferentes posições, com algumas madeiras espalhadas ao redor. Sobre os caixotes, um pássaro e três gatos. Acima, armação de madeira em formato de &quot;x&quot;, com estacas que a sustentam, e que segura uma pessoa embalada em uma espécie de tecido. Em uma das extremidades, é possível ver os pés. Na outra, uma espécie de cabeça e mão. O fundo é bege." loading="lazy" />														
			<h3><p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">9- Silvio Perini Zamboni - Sem título, 1986. Óleo sobre madeira</p></h3>		
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/9-Silvio-Perini-Zamboni-Sem-titulo-1986.-Oleo-sobre-madeira-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma pintura abrstrata. Ela é formada por uma infinidade e fios coloridos em formatos circulares, que se cruzam formand teias e nós. Entre as cores dos fios, há um padrão circular que leva ao centro. Os fios das extremidades são escuros, depois brancos, laranjas e amarelos, e, por mim, no centro, aproximam-se de um verde turquesa. O fundo é uma parede branca." loading="lazy" />														
			<h3>10- Jack Kovatch - Point Of View, 1984. Gravura em metal sobre papel</h3>		
												<img width="1024" height="770" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/10-Jack-Kovatch-Point-Of-View-1984.-Gravura-em-metal-sobre-papel.-1024x770.jpg" alt="Gravura sobre papel, horizontal e em tons de bege, sépia e azul. Na pintura, esboço de três pessoas, formado pelo desenho do corpo sem detalhes, com destaque para o rosto, os cabelos e a expressão facial, que é séria. Há um homem e duas mulheres. A mulher da direita parece se apoiar em uma pedra. Na parte inferior, esboços de desenho de diferentes pedras." loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-cc2f92de-7fff-9251-7fbf-4701f80c5281" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Participantes da organização da exposição:</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">- Curadoria da exposição: professoras Helga Corrêa e Talita Esquivel</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">- Expografia: Aracy Colvero</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">- Assistência técnica e montagem da exposição: Rafael Lesses da Silva, Flávia Queiroz Pereira de Jesus, Aline Zanelatto Dal Pont, Gabriela de Oliveira Novaczinski e Antonio Junior</p>
<p></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A mostra está aberta à visitação presencial até fevereiro de 2022. É necessário agendamento prévio pelo e-mail: acervoartistico@ufsm.br</p><p id="docs-internal-guid-6706949c-7fff-cd48-52ab-9c6bb97c93f6" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Expediente</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Reportagem: Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Créditos das imagens: Rafael Happke</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Design Gráfico: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p><p>Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A arte de fotografar o espaço</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-arte-de-fotografar-o-espaco</link>
				<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 15:15:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8818</guid>
						<description><![CDATA[Plataforma de custo acessível desenvolvida para astrofotografia é tema de Trabalho de Conclusão de Curso na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A astrofotografia é um ramo da astronomia que permite revelar, por meio de fotografias do céu noturno, corpos celestes que muitas vezes estão invisíveis a olho nu, como constelações, planetas, galáxias e nebulosas - nuvens formadas por poeira cósmica e gases como Hidrogênio. O primeiro registro da atividade aconteceu em 1840, com uma foto da lua. Atualmente, a astrofotografia é feita tanto por profissionais, quanto por pessoas que a praticam como hobby.</p>
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/capa_nova-1024x668.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida da via láctea, em tons de roxo, azul escuro, preto e amarelo esverdeado. Há pontos de luz espalhados pela imagem." loading="lazy">

Os equipamentos considerados acessíveis para o público amador variam de câmeras de celulares a telescópios. Contudo, a astrofotografia envolve alguns desafios técnicos - como o movimento aparente do céu, devido à própria rotação da Terra - que podem fazer com que as fotos capturadas podem ficar ‘borradas’. Por isso, precisa-se de ferramentas que movimentem a câmera fotográfica para realizar registros com boa qualidade. Porém, o custo desses equipamentos é elevado no Brasil, já que são importados, o que dificulta a prática da atividade.
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Diante disso, o professor do Departamento de Processamento de Energia Elétrica da UFSM, Rafael Concatto Beltrame, propôs o desenvolvimento de uma ferramenta - plataforma equatorial - de custo acessível para a prática da astrofotografia como tema de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O discente do curso de Engenharia da Computação, Eugênio Piveta Pozzobon, na época graduando de Engenharia Elétrica, aceitou o desafio.</p>

<h3>Equipamentos convencionais para astrofotografia</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 16pt">Outro objetivo do desenvolvimento da plataforma é ser de fácil utilização. Rafael explica que os equipamentos disponíveis no mercado são de difícil configuração, já que o posicionamento da plataforma precisa ser feito com o eixo de rotação da Terra. Além disso, as configurações para o alinhamento dependem da localização geográfica do fotógrafo. Os métodos mais comuns, por exemplo, são realizados por laser ou por luneta. A plataforma que sustenta a câmera precisa ser deslocada para acompanhar o movimento aparente do céu e tirar fotografias com qualidade.</p>
Independentemente do método empregado, quem se encontra no hemisfério norte precisa alinhar a plataforma com o polo norte celeste, que tem como referência a estrela polar. Porém, o método pode não ser totalmente preciso, devido ao fato de a estrela não estar localizada no centro do polo. Já no hemisfério sul, deve-se alinhar a plataforma com o polo sul celeste, que não possui um ponto de referência central, o que dificulta o alinhamento, pois o fotógrafo precisa conhecer e localizar diferentes constelações no céu, como o Cruzeiro do Sul.

<img width="1024" height="477" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/capa_e_info-02-1024x477.jpg" alt="Infográfico horizontal e em tom azul escuro. No centro superior, em branco, caixa alta e dividido em duas linhas, o título &quot;Demonstração do eixo de rotação da terra e a localização do polo norte celestial para o alinhamento. No centro inferior, em branco, um círculo que representa o planeta Terra, sobre o qual há um boneco palito. Ao redor do globo, um círculo horizontal em forma de disco. Uma linha perpendicular à direita corta o globo. Na parte inferior da linha, o texto &quot;eixo de rotação&quot;. Na parte superior, o texto &quot;polo norte celestial&quot;. Na parte inferior do Globo, o texto &quot;Equador&quot;. Ao lado direito da linha circular em forma de disco, a palavra &quot;horizonte&quot;. O fundo é azul escuro." loading="lazy">
<h3>Desenvolvimento da plataforma equatorial</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 16pt">Tais métodos exigem conhecimento prévio sobre astronomia, o que dificulta a adesão à astrofotografia de quem não é da área. Neste sentido, a plataforma equatorial desenvolvida por Rafael e Eugênio, chamada de EasyTracker, apresenta inovações em relação aos equipamentos convencionais: “Quando propus a ideia para o Eugênio, pretendia desenvolver também um aplicativo para celular que guiasse o usuário na configuração da plataforma, sem que o fotógrafo precisasse possuir conhecimentos em astronomia”, comenta Rafael.</p>

<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/plataforma-desenvolvida-por-Rafael-e-Eugenio-1024x768.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um aparato de suporte para câmera fotográfica. Ele é formado por duas placas de madeira, que estão abertas em 30º no lado direito. Sobre a parte superior da placa, está acoplada uma câmera fotográfica preta. O fundo é uma parede branca." loading="lazy"><figcaption>Plataforma desenvolvida por Rafael e Eugênio</figcaption></figure>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 16pt">O modelo de rastreamento utilizado na plataforma é o equatorial, pois permite o movimento circular automático da câmera fotográfica – por meio de um motor -, na mesma velocidade da rotação aparente do céu. Apesar dessa facilidade, ainda é necessário que seja feito o correto alinhamento com o polo celeste. Assim, a inovação do EasyTracker é o sistema eletrônico que consegue comunicar-se com o celular por meio de um aplicativo para Android.</p>
Os sensores da plataforma se conectam com o smartphone por uma uma rede bluetooth – que permite que os dois aparelhos troquem informações entre si sem o uso de cabos. Após parear os dispositivos, o aplicativo determina automaticamente a latitude na qual o fotógrafo se encontra para começar o alinhamento. Ademais, tendo por base os dados da bússola eletrônica e dos sensores de posicionamento da plataforma, guia o usuário durante o processo de alinhamento. Eugênio produziu um tutorial, em formato de vídeo, para demonstrar as instruções de uso, que deve ser acessado antes de iniciar o rastreamento do céu:

https://www.youtube.com/watch?v=MnpiZsJ5V1E
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 16pt">Além disso, em comparação com equipamentos disponíveis no mercado – que custam de 650 a 2 mil reais –, o EasyTracker vai ser mais acessível: em torno de 400 reais. Eugênio destaca outro ponto importante sobre a plataforma: “o motor possui um erro periódico natural, ou seja, pode acontecer algumas vezes de girar mais rápido ou devagar, mas todos os equipamentos comerciais analisados também possuem esse problema. Nos testes, chegamos a resultados interessantes. Alguns dos produtos profissionais com custo mais elevado que o nosso apresentaram um erro médio maior em relação ao EasyTracker”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 16pt">Durante o desenvolvimento, Eugênio disponibilizou um formulário para analisar se a proposta da plataforma estava de acordo com as exigências de quem pratica ou se interessa por astrofotografia e também surgiu a ideia de convidar profissionais para testarem o equipamento. Neste contexto, Rafael e Eugênio comentaram que a intenção é disponibilizar o projeto do aplicativo gratuitamente após a defesa do TCC, que deve ocorrer em 2022.</p>

<figure>
										<img width="766" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Primeiros-testes-com-o-EasyTracker-no-largo-do-Planetario-766x1024.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma câmera fotográfica preta sobre um tripé. Ela está em frente ao Planetário da UFSM, a noite. A câmera está posicionada sobre um suporte de madeira formado por duas placas abertas em 30º no lado direito. O fundo é escuro, o gramado escuro e o Planetário iluminado." loading="lazy">

<figcaption>Primeiros testes com o EasyTracker no largo do Planetário</figcaption></figure>
<h3>Dicas para praticar a astrofotografia</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Rafael e Eugênio deram algumas sugestões aos interessados em começar a praticar astrofotografia, confira:</p>
1) Deve-se utilizar uma câmera digital com configurações manuais, além de um tripé para fixação, pois é necessário um longo tempo de exposição para o sensor do aparelho receber luminosidade suficiente. Além disso, é possível fazer astrofotografia com a câmera do smartphone. Rafael e Eugênio indicam este vídeo para quem quiser praticar com o dispositivo móvel:

https://www.youtube.com/watch?v=UXarKUT2VWQ
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Rafael explica com um exemplo, “Quando se fotografa esportes com a pessoa em movimento, o tempo de exposição para fazer a foto precisa ser curto, senão os braços e as pernas vão aparecer borrados. Mas essa imagem vai ser feita em um dia de sol, com bastante luz. No caso de fotografias à noite [astrofotografia], não se pode ter um período de exposição muito pequeno, porque a foto vai ficar escura”. Neste viés, precisa-se adaptar as configurações para o propósito da foto.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">2) O céu precisa estar limpo durante a noite, não pode estar nublado. Ademais, para realizar as fotos com qualidade, é necessário se afastar dos centros urbanos, devido à ‘poluição luminosa’, como luzes de edifícios e das ruas. Quanto mais afastado desses locais, melhor para a atividade.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">3) Cuidado no inverno!. Alguns problemas podem acontecer durante noites frias, como&nbsp; o sereno cair na lente do dispositivo fotográfico. Isso vai deixá-la úmida e, assim, a imagem capturada pode ficar embaçada.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">4) A astrofotografia pode ser realizada sem equipamentos, como a plataforma equatorial, mas o tempo de exposição deverá ser menor, devido ao movimento aparente do céu.&nbsp;</p>

<figure>
										<img width="1024" height="869" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Via-Lactea-Sem-Rastreamento-1024x869.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida da Via Láctea em tons de roxo, azul escuro, preto e amarelo esverdeado. Há pontos de luz espalhados pela fotografia. Ela está borrada;." loading="lazy">

<figcaption>Fotografias da via láctea sem rastreamento do céu</figcaption></figure>
<figure>
										<img width="1024" height="869" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Via-Lactea-Com-Rastreamento-1024x869.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida da Via Láctea em tons de roxo, azul escuro, preto e amarelo esverdeado. Há pontos de luz espalhados pela fotografia.." loading="lazy">

<figcaption>Fotografia da via láctea com rastreamento do céu</figcaption></figure>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Dessa maneira, algumas informações não serão capturadas na imagem. Nesse caso, pode-se utilizar técnicas avançadas de processamento, como o empilhamento de imagens: são capturadas várias fotografias e depois é realizada a edição delas, em softwares, combinando as suas melhores partes para gerar uma imagem final. Assim, esse resultado poderia ser obtido diretamente com o uso da plataforma.</p>

<figure>
										<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Obelisco-UFSM-683x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida da via láctea e do Obelisco da UFSM. O Obelisco é espelhado e está de perfil. A Via Láctea tem tons de roxo, preto, e amarelo esverdeado mais próximo à superfície." loading="lazy">

<figcaption>Fotografias da Via Láctea empregando a técnica de empilhamento fotográfico: Obelisco UFSM.</figcaption></figure>
<figure>
										<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Poco-Palma-683x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida do cano de um poço e da via láctea, à noite. O cano é de ferro enferrujado e está sobre um poço circular em um gramado. A Via Láctea tem tons de roxo; É possível ver pontos de luz e nuvens." loading="lazy">

<figcaption>Poço em Palma</figcaption></figure>
<figure>
										<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Igreja-Silveira-683x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de uma igreja pequena e amarela e da via láctea à noite. A igreja está de frente, é amarela pastel com detalhes em branco nos pavimentos e porta na cor azul, estende-se ao fundo da imagem. Ao lado direito da igreja, uma torre de madeira que serve de suporte para um sino. Ao fundo, sombra de uma árvore alta e de copa densa. No chão, sombra de gramado. Acima e ao fundo da imagem, a via láctea em tons de roxo, com pontos de luz e presença de nuvens;" loading="lazy">

<figcaption>Igreja em Silveira Martins</figcaption></figure>
6) A última dica é para quem tem interesse em usar os aparelhos e se aprofundar na fotografia do céu noturno. O vídeo indicado é para conhecer sobre cinco ferramentas de astrofotografia:

https://www.youtube.com/watch?v=Xc1v6BjHm8U
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Expediente</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Reportagem: Eduarda Paz, acadêmica de Jornalismo e voluntária</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Créditos das imagens: Rafael Beltrame e Eugênio Pozzobon</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Tratamento de imagem: Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial e voluntário</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt">Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dez apresentações e concertos da Orquestra Sinfônica da UFSM em 2021</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/10-concertos-orquestra-sinfonica-ufsm-2021</link>
				<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 15:27:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[concerto]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-arco]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[obra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8808</guid>
						<description><![CDATA[Grupo usou das mídias sociais digitais para manter a produção artística durante a pandemia e alcançar maior público]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Orquestra Sinfônica de Santa Maria é, ao mesmo tempo, uma orquestra acadêmica, vinculada aos cursos de Música da UFSM e integrada por seus professores, alunos e ex-alunos; e comunitária, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e voltada às atividades extensionistas.  Nos anos de 2020 e 2021, o grupo buscou conciliar produção em vídeos e em redes sociais. Com isso, alcançou maior público e aumentou a audiência no  <a style="text-decoration: none" href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria">Facebook</a>, no <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/orquestrasm/?hl=pt-br">Instagram</a> e no <a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/c/OrquestraSinf%C3%B4nicadeSantaMariaUFSM">canal do Youtube</a>. </p><p>Só no ano passado, quase 200 vídeos foram produzidos. Dois deles tiveram alcance de mais de 400 mil internautas. Neste ano, por meio do canal do YouTube, a Orquestra realiza estreias todos os domingos, às 11h, de vídeos com concertos inéditos, pré-gravados diretamente no Centro de Convenções da UFSM. Tal ação constitui a Temporada Oficial e Especial 2021, que conta com mais de 90 vídeos.  Os audiovisuais são, em sua maioria, inéditos, e estão inseridos em uma programação eclética que conta com repertório do século 18 ao 21, músicas erudita brasileira, latino-americana, popular e regional, além de destacar músicos, artistas e entidades culturais da região.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Foto-orquestra-tratada-1-Site-Rafael-Beltrame-1-1024x668.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida em tons de verde e marrom. Sobre um palco de madeira clara, vários instrumentos deitados sobre o palco. Ao fundo, cortina verde iluminada." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Beltrame</figcaption>
										</figure>
		<p>A pedido da Revista Arco, a Orquestra Sinfônica de Santa Maria listou dez produções artísticas realizadas durante o ano de 2021. Confira: </p>		
			<h3>1 - “Concerto para uma só voz”</h3>		
		<p>O 1º Concerto da Temporada Oficial 2021 apresentou, na voz da soprano Ediana Larruscain (UFSM), um repertório voltado para a introspecção, emoção e superação de tempos difíceis. Mais conhecida como Dida, a soprano da Orquestra Sinfônica de Santa Maria teve reconhecimento nacional a partir do <a style="text-decoration: none" href="https://globoplay.globo.com/v/9992302/">The Voice Brasil</a>.  Com a música de concerto a partir do século 17, a produção teve  obras de Giovanni Gabrieli, J. S. Bach, G. F. Handel,  W. A. Mozart, José Maurício Nunes Garcia, Charles Gounod, Edvard Grieg,  Gustav Mahler, e as obras para grupos de percussão dos contemporâneos R. J. Washburn e Douglas Gutjahr. Para manter as medidas de controle sanitário, <a style="text-decoration: none" href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuWkB--rpIHwLTP23K355LlH">a Orquestra foi dividida em pequenas formações de cordas, madeiras, metais e percussão</a>.  </p>		
			<h3>2 - <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuVOh85UOR-CZgkCHWxQzID1" style="text-decoration:none">“Concerto Brasil Sinfônico"</a></h3>		
		<p>A segunda apresentação da Temporada Oficial 2021 foi integrada por obras brasileiras. Exibiu um repertório que abrange cem anos de criação musical de Alberto Nepomuceno, Heitor Villa-Lobos, Murillo Santos, Osvaldo Lacerda,  Cesar Traldi e a estreia mundial do “Concertino para Flugelhorn” do gaúcho Edgar Sleifer. A regência ficou por conta do convidado especial, o maestro Cláudio Ribeiro,  ex-integrante da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA).</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/foto-1-Concerto-brasil-sinfonico-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida, em tons escuros, com homens e mulheres que seguram instrumentos. Em primeiro plano, quatro pessoas: três homens e uma mulher; todos usam máscara pff2 branca e seguram, nas mãos, instrumentos de corda. Ao fundo, em desfoque, onze pessoas, com instrumentos de sopro. O fundo é escuro." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Happke</figcaption>
										</figure>
			<h3>3- <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuX9pG9Tnln0HLfBNMejaA7Z" style="text-decoration:none">“ABBA Sinfônico”</a></h3>		
		<p>A apresentação Especial da Temporada 2021 realizou um tributo à banda sueca ABBA, e trouxe a participação das vencedoras do festival “Vem cantar com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria”, realizado com grande alcance de público em 2020. As cantoras santa-marienses Tiane Tambara e Daiane Diniz, juntamente à banda Tributo ao ABBA, interpretaram hits da banda com arranjos de Dilber Alonso.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/foto-2-Concerto-abba-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida, em um teatro iluminado. A fotográfia está em contraploungée. Em destaque, em primeiro plano, um homem de costas e em pé; veste terno preto, tem cabelos grisalhos e os braços estão para cima. Em segundo plano, nas laterais do homem, duas mulheres, em pé, olham uma para a outra e seguram microfones nas mãos. Uma veste vestido preto e a outra, vestido rosa claro. Nas laterais e ao funso do palco, pessoas sentadas com instrumentos de sopro e cordas nas mãos. Ao fundo, cortinas escuras e luzes." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Happke</figcaption>
										</figure>
			<h3>4- <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuVy0_OMHrh-8Ln5zDMlegUU" style="text-decoration:none">“Concerto Farroupilha” </a></h3>		
		<p>Como forma de homenagear a cultura gaúcha, o “Concerto Farroupilha” trouxe a participação de músicos locais, como Beto Pires, Juliana Pires, Matheus Lopes, Fernando Ávila e Tuny Brum. O repertório foi composto por obras autorais desses artistas e arranjos de Dilber Alonso. Além disso, houve a apresentação da obra “Danças Gaúchas'', de Alfred Hulsberg, para cordas e percussão e compilação de arranjos de músicas folclóricas gaúchas. </p>		
			<h3>5- <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuVYGC-GJI-JC95mRfwEtHlK" style="text-decoration:none">“Série Solistas da UFSM”</a></h3>		
		<p>Com o objetivo de  valorizar os músicos da UFSM, o terceiro concerto da Temporada Oficial 2021 contou com a participação de quatro solistas de concertos tradicionais do repertório, todos vencedores do “Concurso Músicos da UFSM”, realizado em 2019.  Marina Montero (flauta), apresentou o “Concertino, Op. 107”, de Cécile Chaminade; Hélio Valentim (clarineta), o “Concerto nº 1, em Fá Menor, Op. 73”, de K. M. von Weber; Miguel  Ângelo Zanotelli (piano), “Concerto nº 8, em Dó Maior, K 246”, de W. A. Mozart; e Wueliton Dal Pont (contrabaixo), “Concerto nº 2, em Si Menor”, de  G. Bottesini.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/foto-3-Series-Solistas-1024x768.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma mulher de pele branca que toca uma flauta.Ela tem cabelos loiros e ondulados, pele branca, olhos escuros; veste vestido escuro com flores na cor rosa; segura, nas mãos, uma flauta. Ao fundo, cinco pessoas com instrumentos de corda. Ao fundo, cortinas escuras." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Marcos Klein</figcaption>
										</figure>
			<h3>6- <a href="https://www.youtube.com/watch?v=48bKLXUpexI" style="text-decoration:none">“Festival Sopros e Percussão"</a></h3>		
		<p>Em outubro, iniciou o quarto “Festival Sopros e Percussão” da temporada. Teve repertório variado.  “Divertimento 77, Op. 39A” (1992), para sopros, de Mário Tavares, obra com balanço bem brasileiro em três movimentos: Allegro moderato, Velho Canto - Praieira e Toccata. Com o grupo de metais “A Western Fanfare” (2002), do compositor e trombonista  americano Eric Ewazen; “A Song for Japan” (2011), de Steven Verhelst, em homenagem às vítimas do tsunami; e a “Sinfonia para Metais” (1979) de Jan Koetsier, esses dois últimos, compositores holandeses. Para o naipe de percussão, duas peças contemporâneas e inovadoras dos anos 1970: “Scherzo sem Instrumentos'' (1978), com percussão corporal, de William J. Schinstine, e “Quarteto para Sacos de Papel'' (1975), de Larry Spivack. </p>		
			<h3>7- “Piazzolla - 100 anos”</h3>		
		<p>Para homenagear o centenário de nascimento de Astor Piazzolla, no mês de novembro a Orquestra lançou o terceiro Concerto Especial. O<a style="text-decoration: none" href="https://youtu.be/gbswejnGOEo"> “Piazzolla- 100 anos”</a> foi feito em parceria com o 6º Encontro Internacional sobre Pedagogia do Piano, no dia 14 de novembro. O repertório foi composto pelas obras “Las Cuatro Estaciones Porteñas”, acompanhada pelos pianistas Bernardete Póvoas, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Carina Joly, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Claudia Deltregia, da UFSM, e Luis Claudio Barros, da Udesc. Para finalizar a homenagem, a Orquestra interpretou “Libertango”, com o e arranjos de Dilber Alonso, com o acordeon solista de Fernando Ávila.  Ainda em parceria com o 6º Encontro Internacional sobre Pedagogia do Piano,  a Orquestra apresentou o<a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/watch?v=bTUAj-6RXTQ"> “Concerto para Quatro Pianos''</a>, em Lá Menor, BWV 1065 (c. 1730), de J. S. Bach, no dia 21 de novembro, gravado em forma de mosaico, com a participação de pianistas de diferentes lugares no Brasil e EUA. </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Foto-4-Piazzolla-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida e em tons escuros de um homem que toca um violino. Ele tem pele escura, cabelos pretos e curtos; está com os olhos fechados e usa óculos; usa máscara pff2 branca; e veste camisa preta; nas mãos, um violino marrom; está sentado atrás de um pedestal para folhas. O fundo é escuro." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Arieli Ziegler
</figcaption>
										</figure>
			<h3>8 - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pZuiFSMqITs" style="text-decoration:none">Abertura Brasil 2014</a></h3>		
		<p>O quinto concerto da Temporada Oficial foi lançado nos dias 28 de novembro e 5 de dezembro pelo YouTube da Orquestra Sinfônica Santa Maria. Uma das obras apresentadas foi do compositor brasileiro Dimitri Cervo. A Abertura Brasil 2014 (antiga Abertura Rio 2014) foi uma obra encomendada e estreada pela Orquestra Petrobras Sinfônica no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Após as apresentações, o compositor realizou revisões na obra e tocou essa nova versão neste evento.</p>		
			<h3>9 - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=sD6qnZhJIY0" style="text-decoration:none">As Quatro Estações Brasileira</a>s</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-666d0d0f-7fff-574e-87e6-ab89bfc85167" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A segunda obra do quinto concerto foi a estreia mundial de “As Quatro Estações Brasileiras'', com a regência do próprio compositor Dimitri Cervo, e solo de Francisco Coser, mestre em violino pela Royal School of Music de Londres. Nessa peça para violino e orquestra, o compositor realiza um passeio sonoro pelas quatro estações brasileiras, associando-as a quatro regiões geográficas do Brasil. Nos movimentos Primavera Amazônica (Alvorecer), Inverno Pampeano (Pôr do Sol), Outono Pantaneiro (Águas) e Verão Nordestino (Danças), são retratadas musicalmente as estações e fenômenos naturais e humanos associados a elas. Por meio da obra, o compositor realiza um contraponto à “As Quatro Estações” de Vivaldi (1723) e a “Las Cuatro Estaciones Portenhas” de Piazzola (1969-1972), de forma a enriquecer a poética da literatura musical brasileira para violino solo. </p>		
			<h3>10- “O Lago dos Cisnes”</h3>		
		<p>O sexto concerto da temporada finaliza o ano de 2021 na Orquestra Sinfônica de Santa Maria. Em parceria com o Ballet Ivone Freire, de Santa Maria, será apresentado “O Lago dos Cisnes'', de Tchaikovsky, no dia 19 de dezembro, em uma versão abreviada e encantadora. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Foto-5-O-lago-dos-cisnes-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um concerto. A fotografia é tirada do fundo de um palco. Sobre o palco de madeira clara, cerca de 25 pessoas estão sentadas com seus instrumentos, distribuídas em cinco fileiras em formato de concha. Na frente e ao centro, o maestro, em pé, de terno preto e com os braços esticados. O fundo é escuro." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Beltrame</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Expediente</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Texto: Roberta Hoffmann e Fernanda Halberstadt, Assessoria de Imprensa da Orquestra Sinfônica de Santa Maria</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Créditos das imagens: Rafael Happke, Marcos Klein, Arieli Ziegler e Rafael Beltrame</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Tratamento de imagem: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p>
<p>Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Do cartaz ao monumento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/do-cartaz-ao-monumento</link>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 16:52:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artes plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Peciar]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>

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						<description><![CDATA[Três anos após a morte do artista plástico e professor Silvestre Peciar, seu legado segue vivo no mundo artístico e no campo educacional Mural Auwe, pintado por Peciar em 1983. (Foto: Melissa Konzen/Arco) A figura mais importante que passou pelo Centro de Artes e Letras. É assim que o professor Alphonsus Benetti define o artista [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h3>Três anos após a morte do artista plástico e professor Silvestre Peciar, seu legado segue vivo no mundo artístico e no campo educacional</h3>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/IMGL1789-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Mural Auwe, pintado por Peciar em 1983. (Foto: Melissa Konzen/Arco)</figcaption>
										</figure>
		<p>A figura mais importante que passou pelo Centro de Artes e Letras. É assim que o professor Alphonsus Benetti define o artista plástico Silvestre Peciar Basiaco, colega de departamento. Nascido em Montevidéu, Uruguai, em 1935, Peciar estudou Desenho e Pintura na Escola Nacional de Belas Artes. Local esse em que posteriormente lecionou Desenho do Secundário até 1973, momento em que a ditadura militar o tirou de sua função como professor e, depois, fechou a instituição. </p><p>Nem mesmo a ditadura foi capaz de afastá-lo de sua grande paixão. No ano de 1975, o artista buscou exílio no Brasil e escolheu Santa Maria como destino. Ao atuar como professor na UFSM, pôde dar continuidade ao seu trabalho, que sempre teve como tripé a pedagogia, a obra plástica e o pensamento político. </p><p>Com formação modernista e vertente expressionista, Peciar experimentou diferentes tipos de procedimentos artísticos durante sua carreira. Para evitar o perfeccionismo, recomeçava sempre. Com novas técnicas e materiais, buscava manter a mente de principiante, sempre aberta a novos aprendizados. Assim, trabalhou do cartaz ao monumento. Fez gravuras, pinturas, mosaicos e murais. Mas  foi na construção de esculturas que seu talento lhe rendeu maior destaque. </p><p>O artista, que adotou Santa Maria como lar, lecionou na UFSM durante 23 anos. Em 2001, retornou a Montevidéu, onde permaneceu até sua morte, em 5 de março de 2017. No período em que trabalhou no CAL fez grandes contribuições, tanto para o cenário artístico e cultural, quanto para a vida dos alunos que passaram por seu ateliê. É o caso do artista plástico Juliano Reis Siqueira que foi aluno em 2001, na graduação na UFSM, e em 2003, no Instituto Escola Nacional de Bellas Artes, quando Peciar voltou a lecionar em Montevidéu. Posteriormente, Juliano defendeu sua tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, na qual pesquisou “<a href="https://www.dropbox.com/s/zf9y57pqscc2663/TESE%20%289%29.pdf?dl=0&amp;fbclid=IwAR3-c5SqtMVaMIOYdGo1bSEpRqJDdAplgptlYeaf-tn0f1m18bkt1100WCw">Peciar e a formação do artista</a>”.</p><p>Para Juliano, o trabalho educativo do professor foi determinado pela generosidade que ele possuía. Esse foi um dos motivos que o fez estudar a fundo as contribuições de Peciar para a formação artística dos estudantes. O pesquisador também destaca o comprometimento do educador com a liberdade e com a integração da arte à vida diária, além da maneira única com que potencializava o crescimento dos alunos por meio da autonomia e da criação em liberdade. </p><h3>Diferentes obras e técnicas</h3>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/IMGL1853-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Escultura Feminina. Localizada em frente à Reitoria da UFSM. Silvestre Peciar, ano desconhecido. (Foto: Melissa Konzen/Arco)</figcaption>
										</figure>
		<p>Ao longo dos anos em que Silvestre Peciar integrou o corpo docente do curso de Desenho e Plástica  - que mais tarde veio a se chamar Artes Visuais - criou inúmeras obras, sozinho e também com estudantes. “A ideia dele era sempre ensinar e passar conhecimento. Isso foi importante para o crescimento de muitos alunos que, depois, se dedicaram à escultura”, afirma o artista plástico e antigo colega de departamento, professor Juan Amoretti. </p><p>Existem 89 obras de autoria de Peciar no Centro de Artes e Letras. O maior número entre os artistas que por ali passaram. Além disso, muitas outras estão espalhadas pela Universidade, em locais públicos da cidade e também no Museu de Arte de Santa Maria (MASM). Em 2001, o artista doou 82 obras de seu acervo pessoal para o Museu, o que, segundo o amigo Amoretti, foi um gesto de retribuição à cidade, que o recebeu, acolheu e confiou no seu trabalho. O número total de peças produzidas durante sua carreira atinge a marca de 4 mil. </p><p>As peças produzidas pelo artista eram figurativas ou abstratas. Em sua maioria, prevalecia a figura feminina. O professor também trazia temas de seu cotidiano e suas vivências, como a ditadura militar, que foi frequentemente abordada. Paisagens de Camobi e de Vale Vêneto também eram registradas. </p><p>O pesquisador Juliano, em sua tese, dividiu o trabalho de Peciar em três fases: o período de formação no Uruguai (1949-1975); o exílio no Brasil (1975- 2001); e o retorno a Montevidéu (2001-2017). Cada fase possuiu diferentes linhas. Nos anos 1960, era abstrata e funcional. Nos anos 1970, imaginativa. Em 1980, expressionista e política. Depois, na década de 1990 foi arte pública. Ao voltar para o Uruguai, houve uma imersão na cor, por meio de mosaicos figurativos e lembranças dos morros de Santa Maria. </p><p>“A ética de Peciar foi o compromisso com a comunidade, por isso fez muitas obras públicas”, ressalta Juliano. Ele considera imenso o legado deixado pelo educador-artista, tanto nas artes plásticas, quanto no campo educacional. O pesquisador destaca que o ideal de Peciar era se aproximar de gente comum, fora das galerias e dos museus. “Seu legado é nossa missão em tempos tão autoritários”, complementa. </p><h3>A arte de educar</h3><p>“Da prática apaixonada da arte e da docência, Peciar constituiu seu estilo de vida”, redige Juliano Siqueira em sua tese. Segundo o pesquisador, a satisfação com os bons resultados de seus alunos era semelhante à que sentia com seus próprios feitos. </p><p>O professor Peciar também questionava o sistema de educação tradicional, como, por exemplo, a atribuição de notas, que presenteava ou castigava o aluno de acordo com o relacionamento existente com o professor, além de fomentar a competição. Assim, no período em que lecionou, Peciar idealizou, junto com alunos, o novo currículo do curso de Desenho e Plástica. </p><p>Segundo o amigo e professor Alphonsus Benetti, naquele currículo os trabalhos das disciplinas passaram a ser avaliados por bancas de professores, que atribuíam conceitos em vez de notas – sistema semelhante ao da atual pós-graduação. A proposta que inspirou outras universidades é classificada por Benetti como o melhor projeto curricular para a área já criado em instituições federais brasileiras. </p><p>“Peciar rompeu com os modos autoritários e centralizados de se construir o currículo”, explica Juliano. Para ele, a ideia era a livre escolha. Cada estudante podia fazer a autogestão de seu próprio currículo e, assim, ele tornava-se único. O novo currículo era vegetal, orgânico e aumentava a autonomia do educando. </p><p>Sobre as aulas com o artista, Juliano classifica-o como intuitivo e sensível. E afirma: “Peciar era mais que professor, ‘não ensinava’, deixava que os estudantes aprendessem e ajudava sem interferir no processo singular de cada um. Atuava mais por contágio do que por palavras. Vivia intensamente a arte e a docência, por isso consideramos ele um mestre”.</p>		
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										<img width="663" height="1024" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/UFSM.1981.209.0002-663x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Abertura da exposição de Peciar Basiaco, em 17 de agosto de 1981. (Foto: Arquivo Fotográfico UFSM - Departamento de Arquivo Geral)</figcaption>
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		<h3>Mais do que fazer arte, é preciso mantê-la</h3><p>Peciar trabalhava em diferentes projetos ao mesmo tempo. Desenvolvia obras no ateliê da UFSM e também na própria casa, onde geralmente eram feitos os trabalhos maiores. Alphonsus Benetti conta que mesmo quando lecionava/orientava, o amigo criava. “Ele não conseguia ficar parado. Estava sempre produzindo”, recorda. </p><p>Em 1983, Peciar finalizou, na entrada da Antiga Reitoria, o mural “Auwe”, que significa amizade em xingú. Com o passar dos anos, as pinceladas se deterioraram devido a um vazamento de água e vandalismos. O artista plástico Juan Amoretti conta que há 15 anos já havia a intenção de restaurar o mural. Na época, entrou em contato com o próprio Peciar, que havia voltado a residir em Montevidéu. Os dois se correspondiam através de cartas, nas quais o uruguaio enviava fotos do mural original e ricos detalhes sobre cada parte da pintura. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/IMGL1806-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Restauração do mural Auwe pelo artista plástico Juan Amoretti. (Foto: Melissa Konzen/Arco)</figcaption>
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		<p>“Isso é algo muito valioso, pois ele conseguiu me enviar as fotos. Logicamente que são em preto e branco, mas, como há vestígios da pintura na parede, eu posso completar as partes que foram danificadas”, descreve Amoretti. O professor estudou na Escola de Belas Artes do Peru e trabalhou com restauração durante sua formação, além de ter sido auxiliar de restauração no Museu de Arte de Lima. </p><p>Nas cartas, Peciar ressalta “pintado com vinílico e acrílico, nada de luzes e sombras, só linhas e planos de cor. Confio em tua habilidade! Espero imagens coloridas depois da restauração!” O processo de restauro foi iniciado em janeiro deste ano. Amoretti trabalha com cautela para preservar ao máximo a pintura original. As imagens coloridas da obra restaurada, infelizmente, ele ficou devendo. </p><p><b><i>Repórter e Mídia Social</i></b><i>: Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo</i></p><p><b><i>Editor Chefe:</i></b><i> Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vendedores do Oriente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/vendedores-do-oriente</link>
				<pubDate>Thu, 18 Jul 2019 18:58:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[10ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[ambulante]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[vendedor de rua]]></category>

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						<description><![CDATA[De caráter documental, série fotográfica de Ricardo Ravanello registra vendedores de rua na Ásia e na África]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Ouça esta reportagem:

[audio mp3="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Vendedores-do-Oriente-Ensaio-Arco.mp3"][/audio]

<span style="color: #ffffff">.</span>

<img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Digital_Capa_ensaio-1-1024x668.png" alt="" width="1024" height="668" />

Para as lentes de Ricardo Ravanello, o dia a dia de diferentes pessoas e lugares rende os melhores retratos. Com o objetivo de se inserir em realidades distintas da sua, o professor de fotografia do Departamento de Desenho Industrial da UFSM participou de cursos na Ásia e na África. A partir deles, surgiu a inspiração para a série Vendedores, produzida entre 2015 e 2017, com comerciantes de rua do Marrocos, Índia, Vietnã e Camboja. O fotógrafo considera os mercados públicos “uma espécie de janela para o passado” e retrata, nas suas fotografias, a peculiaridade de uma forma de comércio que passou a ser rara em vários locais do mundo, mas continua fortemente presente nas culturas orientais observadas por ele. Como filosofia de criação, o fotógrafo adotou dois aspectos fundamentais: o primeiro é a materialidade, que explora os processos da impressão química e dá à fotografia condição de originalidade, exclusividade e raridade. O segundo ponto reconhece a essência da foto como produção ficcional, capaz de carregar imaginários - fator que permite explorar a emocionalidade humana, contar histórias e transformar elementos do mundo visível em objetos estéticos. Por terem caráter documental - gênero que trabalha no registro cultural ou artístico de um momento -, a produção das imagens desafiou a introspecção de Ricardo, pois era necessária a sua integração com o lugar e a população: “Você precisa criar um laço com as pessoas antes de fotografar. Isso tem que acontecer quase de forma imediata, porque você está de passagem por um local”, relata o docente, que aliou a compreensão de estética à técnica fotográfica e à intuição na escolha das cenas e dos personagens que podem ser vistos neste ensaio.
<figure class="gallery-item"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-05.jpg" data-elementor-open-lightbox="default" data-elementor-lightbox-slideshow="ee39e70"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-05-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></a></figure>
<figure class="gallery-item"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-04.png" data-elementor-open-lightbox="default" data-elementor-lightbox-slideshow="ee39e70"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-04-1024x716.png" alt="" width="1024" height="716" /></a></figure>
<figure class="gallery-item"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-03.png" data-elementor-open-lightbox="default" data-elementor-lightbox-slideshow="ee39e70"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-03-1024x683.png" alt="" width="1024" height="683" /></a></figure>
<figure class="gallery-item"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-02.png" data-elementor-open-lightbox="default" data-elementor-lightbox-slideshow="ee39e70"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-02-1024x685.png" alt="" width="1024" height="685" /></a></figure>
<figure class="gallery-item"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-01.png" data-elementor-open-lightbox="default" data-elementor-lightbox-slideshow="ee39e70"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Foto-01-1024x683.png" alt="" width="1024" height="683" /></a></figure>
<strong>Reportagem</strong>: Martina Irigoyen, acadêmica de Jornalismo
<strong>Diagramação</strong>: Lidi Castagna, acadêmica de Desenho Industrial
<strong>Locução</strong>: Marcelo de Franceschi]]></content:encoded>
							<enclosure url="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Vendedores-do-Oriente-Ensaio-Arco.mp3" length="4659725" type="audio/mpeg" />
						</item>
						<item>
				<title>Muros e paredes que falam</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/muros-e-paredes-que-falam</link>
				<pubDate>Wed, 29 May 2019 17:53:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[etnografia]]></category>
		<category><![CDATA[expressão]]></category>
		<category><![CDATA[graffiti]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pichação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5536</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa etnográfica acompanha o dia a dia de pichadores/grafiteiros de Santa Maria e revela novos significados para as práticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ouça esta reportagem:</p><p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/05/Texto-Muros-e-Paredes-que-falam-Locução-Marcelo-1.mp3"][/audio]</p><p>Pichações e graffitis chamam atenção para as paredes e muros da cidade; por detrás de cada rabisco, há uma história a ser contada. Para o Estado, as pichações são pinturas sem concessão – diferentemente dos graffitis, que têm respaldo da lei e da sociedade. Já na perspectiva dos pichadores/grafiteiros, questões estéticas e de reconhecimento norteiam suas práticas, que permeiam também o campo da arte, expressão, vandalismo e bem privado. Nesse sentido, a dissertação<em> Etnografia de uma cidade redesenhada pela pichação/graffiti</em> se propôs a entender como são vistas as práticas de pichação/graffiti no debate público e, principalmente, sob o olhar de quem as faz.</p><p>De 2014 a 2017, o então mestrando em Ciências Sociais Rodrigo Nathan Dantas desenvolveu um trabalho etnográfico com 24 pichadores/grafiteiros em Santa Maria. A pichação esteve na vida do pesquisador desde a adolescência – nos primeiros contatos com a música, principalmente o rock, nos desejos e anseios da juventude e na forma como é percebida a cidade. Já no papel de pesquisador, Rodrigo conta que buscou construir um trabalho polifônico, que foge das interpretações romantizadas, e procura apresentar uma perspectiva “mais barulhenta”, na qual “a pichação/graffiti aparece como ponto de encontros discordantes, onde as identidades e as posições são flexíveis e transitórias”.</p><p>Partindo do questionamento da diferença entre pichação e graffiti, o pesquisador levou em conta a própria forma como os entrevistados se identificam – em geral, os grafiteiros são ou já foram pichadores em algum momento, portanto os termos escolhido para referi-los na pesquisa foram “pichação/graffiti” e “pichadores/grafiteiros”. Nas palavras do pesquisador, não se trata simplesmente de pichação – aquilo que é visto como ilegal, sujo, feio ou crime - versus graffiti – aquilo que é visto como legal, limpo, bonito ou arte.</p><p>Para traçar aquilo que é comum ao grupo, o pesquisador acompanhou os pichadores/grafiteiros em encontros pela cidade, fez parte do <em>Intelectuais do pixo</em>, interagiu em grupos e páginas do Facebook e dividiu apartamento com um dos pichadores/grafiteiros durante seis meses. As histórias narradas por eles, as observações do pesquisador nos encontros e eventos na cidade e as fotografias de pichações/graffitis construíram o diário de campo da pesquisa. Alguns trechos desse diário que compõem a pesquisa foram selecionados e podem ser conferidos a seguir.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Diário_de_campo_Box_1.jpg" alt="" width="1920" height="1961" /></p><p><strong>O dono de uma loja de <em>street art</em></strong></p><p>Em oficinas ministradas na sua loja, o dono chama atenção para a inquietude que é a pichação. Nas oficinas, ele sempre procurou frisar que ele vem do “movimento da pichação” e reconhecer que ela está na “origem do graffiti”, afirmando, no entanto, que hoje se identifica mais com este do que com aquela. Percebi que suas falas são de alertas do legal/ilegal: “A pichação dá muita adrenalina. Quando a pessoa tem entre 14 e 18 anos, ela quer e precisa fazer parte de um grupo. Ver a assinatura espalhada pela cidade dá uma sensação muito boa, tem muitos riscos, no início isso é bom, mas depois isso vai passando e o cara vai<br />entrando em outras”.</p><p><strong>Nos trilhos</strong></p><p>Na volta de um mutirão de graffiti, um dos pichadores/grafiteiros me convidou para ir embora pelos trilhos em direção à Vila Leste. O pichador que fez o convite narrou sua história: “Bah, sou fissurado por trens e trilhos, não apenas para pintar, mas porque acho que eles têm tudo a ver com a cidade. Esses trilhos são as veias de Santa Maria, foi a partir deles que a coisa começou. Quero ver se volto a fazer uns trampos em trens. Quando você pinta<br />no trem, quem vai curtir o trem vai ser a galera que tá ligada nessas questões da linha, a grafitagem de trens e seus riscos. E aí, o trem vai daqui até o Paraná, por exemplo, e o pessoal que pinta no Paraná vai ver. E daí entra em contato. Perguntei se todo pichador/grafiteiro da cidade gosta de pintar trens. Respondeu: “Acho que não, isso é mais para quem é ‘das antigas’, as novas gerações preferem muros e subir em prédios”.</p><p><strong>Tretas feministas</strong></p><p>Como estratégia de introduzir momentos de dissenso nas reuniões e nas aparições públicas do grupo <em>Intelectuais do pixo</em>, o qual participei como forma de discutir sobre pichações/graffitis na cidade, questionei suas próprias pré-noções argumentativas. Com isso, permitiu que viessem à tona informações e questões do campo da pichação/graffiti que talvez não viessem se eu me restringisse a observar ou a ser plenamente conivente com tudo o que o grupo diz e pensa. Relato de uma das pichadoras/grafiteiras, após introduzir questões provocadoras no grupo: “Tem pichador que não suporta a ideia de ter mina pichando no rolê, ainda mais se as mina forem feministas. Tem uma crew de uns guri de bosta que só saem pra atropelar o trampo das minas. Tem muito machismo no meio da pichação. Tem mano que bate na mina. O feminismo é necessário”. “O pior é que tem mina machista também”, disse outra.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/Diário_de_campo_imagem1.png" alt="" width="1800" height="469" /></p><p><strong>Saúde mental e a pichação/graffiti</strong></p><p>Em uma roda de conversa sobre pichação e saúde mental, realizada na loja de <em>street art</em>:<br />Um rapaz perguntou: “pichação não é uma doença? Esse lance de subir em prédio para fazer uns riscos e estragar a parede de alguém não é coisa de gente que precisa se tratar?”. “Pichar pode ser uma maneira de desopilar. A sociedade é que está doente”, respondeu um estudante de psicologia e, em seguida, sua colega: “eu tento entender a pichação enquanto manifestação, uma forma de expressão, mas se for no muro da minha casa eu não gosto (risos)”.</p><p><strong>A campanha Santa Maria do Bem</strong></p><p>Em 2015, houve dois empreendimentos envolvendo governo, mídia e empresas: a campanha <em>Santa Maria do Bem e a Opera</em><em>ção Solvente</em>, para coibir e penalizar os pichadores. A internet virou um campo do conflito de moradores, proprietários e pichadores/grafiteiros. Concomitantemente, a campanha propôs o uso do graffiti para combater a pichação, incentivando os moradores a cederem o muro de suas casas para a produção de graffiti. Um pichador/grafiteiro e uma pichadora/grafiteira, ambos precursores da pichação/graffiti na cidade, participaram da campanha. Na fala da pichadora/grafiteira para jornais, ela se apresentou como ex-pichadora e argumentou que os empreendedores e moradores da cidade não querem suas casas rabiscadas com ofensas. Sua participação e depoimento suscitou críticas: “Às vezes tento entender, sei que ela tem filho e tudo mais, daí não é muito difícil aceitar se juntar ($) à prefeitura, mas usar esse discurso [...] fico triste com essa fala dela.” Em resposta, a pichadora/grafiteira disse: “A galera do graffiti não gosta porque é do Poder Público. Eu já sabia de tudo isso. Mas quando é que eu iria ter a oportunidade de pintar e ganhar material bom? Spray é caro. É uma arte cara”.</p><p><strong>Estabelecimentos comerciais</strong></p><p>Estabelecimento com a seguinte frase: “Pedimos desculpas à cidade de Santa Maria, não pintaremos mais a parede”. As falas de moradores e proprietários de casas ou lojas pichadas também vão majoritariamente nesse sentido: “a gente pinta, e no outro dia eles vão lá e picham tudo de novo”; “a gente trabalha duro, ganha pouco, daí resolvemos pintar a casa, a gente só quer ter uma casinha ajeitada, já que o bairro é humilde, daí os caras vêm e riscam tudo, isso é ruim pra nossa autoestima”. Uns compram a briga, outros jogam a toalha.</p><p><strong>Arma na cara</strong></p><p>Conversando na volta para casa com um dos pichadores/grafiteiros consagrados na cena local por escalar prédios para pichar/grafitar, ele narrava algumas de suas missões mais arriscadas. “Quando eu estava riscando, o morador acordou e saiu na sacada, me viu lá em cima e mandou eu descer, disse que ia chamar a polícia. Eu disse para ele ficar frio, que eu não era ladrão, que só ia descer depois de terminar meu trampo. Daí ele entrou.Terminei o trampo e desci. Mas o mais doido foi quando cheguei em casa, já de manhã. Deitei a cabeça no travesseiro, não deu uma hora, e acordei com a polícia dentro do meu quarto, com uma arma apontada na minha cara. Era o dia da <em>Operação Rabisco</em>, mandado de busca e apreensão. Levaram sprays, pincéis, tintas e cadernos meus. Já tenho uns vinte BO (boletim de ocorrência) nas costas por causa de pichação. E não pretendo parar tão cedo”.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Diário_de_campo_Box_glossário-2.jpg" alt="" width="1800" height="1156" /></p><p><strong>Reportagem:</strong> Bibiana Pinheiro<br /><strong>Ilustração, Lettering e Diagramação:</strong> Deirdre Holanda<br /><strong>Locução:</strong> Marcelo De Franceschi</p>]]></content:encoded>
							<enclosure url="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/05/Texto-Muros-e-Paredes-que-falam-Locução-Marcelo-1.mp3" length="23961916" type="audio/mpeg" />
						</item>
						<item>
				<title>Movimentos da singularidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/movimentos-da-singularidade</link>
				<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 20:58:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo]]></category>

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						<description><![CDATA[Formandas do curso de Dança Bacharelado repensam o corpo como forma de expressão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">As expressões corporais artísticas são capazes de contar histórias através das lembranças e emoções, tanto dos artistas quanto do público. Na UFSM, essa interação entre artistas e plateia é colocada em prática em cursos como o de Dança-Bacharelado, no qual uma das etapas necessárias para a conclusão é a apresentação de um espetáculo. Nas noites dos dias 9, 10 e 11 de outubro foi levado ao público o resultado do processo de criação chamado </span><i><span style="font-weight: 400;">COISAS VELADAS que abrem BRECHAS para o ENCONTRO dos CAMINHOS QUE HABITO</span></i><span style="font-weight: 400;"> com orientação e direção do professor Flávio Campos e performance pelas bailarinas e formandas Joana Fernandes, Letícia Nascimento Gomes, Mylena Moreira e Sariana Lima.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4787" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/002-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">As palavras em maiúsculo do nome do espetáculo fazem referência ao solo (dança individual) de cada dançarina. As células, como são chamadas a criação dos solos, foram pensadas durante o Trabalho de Conclusão de Curso 1. Entre as provocações que moveram esse projeto estava o questionamento feito pelo professor Flávio:  “</span><i><span style="font-weight: 400;">qual era o corpo que ocupava, ou ainda, que entrava e saia deste antes, durante e depois da graduação em dança?”. </span></i><span style="font-weight: 400;">No meio do ano, o solo culminou em um projeto individual que foi chamado de “pretexto de estudo” e apresentado ao público.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4789" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/005-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Segundo o professor, o objetivo principal do processo é que cada dançarina entre em contato com aquilo que é mais significativo em relação à expressividade e aos sentidos individuais. As bailarinas são incentivadas a pensar sobre aspectos do corpo antes, durante e depois dessa experiência em formação de dança. Esse processo possui uma trajetória muito além da execução, pois possui uma abordagem integrativa que associa conteúdos e aspectos sociais, culturais, emocionais, políticos e históricos, além de vivências fora e dentro da Universidade.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4786" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/001-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Com a afirmação de que “não se faz arte sozinho”, o professor Flávio ressalta a importância e o feitio da integração entre os cursos. Para criar a apresentação, colaboraram acadêmicos de Terapia Ocupacional, Música, Artes Visuais, Licenciatura em Dança, colegas do Laboratório EspaçoCorpo, entre outros acadêmicos de dança. O figurino, o cenário e a música foram pensados no processo de criação e surgiram a partir disso com a colaboração do coletivo, nada foi trazido de fora da instituição.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4785" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/000-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<i><span style="font-weight: 400;">COISAS VELADAS que abrem BRECHAS para o ENCONTRO dos CAMINHOS QUE HABITO</span></i><span style="font-weight: 400;"> fala sobre o universo de quatro mulheres e o momento em que esses universos se cruzam, se afastam e se conectam. A apresentação é organizada por momentos distintos na estrutura cênica e no clima da trilha. Para a dançarina Letícia Nascimento Gomes, a realização do espetáculo e a produção foi muito intensa: “Trabalhamos numa perspectiva de dança que acolhe as singularidades, circunstâncias cotidianas, emocionais, sensoriais e experiências de cada indivíduo, sendo isso tudo material para trabalho”.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4788" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/003-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Para o diretor da apresentação, “A dança pode ser um encontro consigo mesmo, e por isso faz o outro se sentir junto, afetando este outro, seja na empatia ou na rejeição”, o que, segundo ele, enriquece a trajetória das dançarinas e do público. Nesse sentido, Mylena Moreira, uma das formandas, revela que, a partir do espetáculo, teve a certeza de estar no caminho certo: “cada dia de apresentação uma sensação diferente tomava conta de mim. Cada uma na sua particularidade, me contemplava e afirmava dentro de mim o porquê de eu estar aqui, fazendo isso e dançando isso”. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4790" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/007-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /><b>Reportagem:</b><span style="font-weight: 400;"> Mirella Joels, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição: </b><span style="font-weight: 400;">Luciane Treulieb</span>

<b>Fotografia: </b><span style="font-weight: 400;">Rafael Happke</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A história da arte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-historia-da-arte</link>
				<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 20:58:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[9ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=4203</guid>
						<description><![CDATA[por Henrique Walter Ribeiro*]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="590" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/08/09_02_CAPA_SITE-1024x590.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>A Arte, </p><p>provocativa e volúvel, </p><p>pediu às Sociedades diversas – em tempos e lugares distintos –</p><p>que a conceituassem; </p><p>as Sociedades, presunçosas, </p><p>baseadas em seus conhecimentos, </p><p>aceitaram o desafio.</p><p>Uma a uma as ideias eram quebradas,</p><p>um a um os argumentos eram invalidados pela Arte.</p><p>A Arte,</p><p>incomodativa e desafiadora,</p><p>ria das empreitadas das Sociedades,</p><p>e, estas, em um ato desesperado,</p><p>comum aos que desconhecem, </p><p>por medo e ignorância, começaram a atacar a Arte.</p><p>Insultos.</p><p>Calúnias.</p><p>Desrespeito.</p><p>E, por fim, a censura.</p><p>Contudo,</p><p>A Arte,</p><p>sagaz e maleável,</p><p>sempre contornava a situação.</p><p>Como a fênix, das cinzas, renascia.</p><p>Diferente.</p><p>Estranha.</p><p>Incisiva.</p><p>A Arte, hoje,</p><p>resistência e plural,</p><p>segue aguardando um conceito,</p><p>segue questionando,</p><p>segue propondo,</p><p>e, sobretudo, aterrorizando àqueles que decidiram conservar dogmas.</p><p>Esta Sociedade falhou – e, assim como as outras, atacou.</p><p>Talvez o foco da Arte nunca tenha sido a resposta,</p><p>E sim a inquietude do processo. </p><p>Enfim...</p><p>À Arte:</p><p>Moça, você é afrontosa!</p><p><em><strong>Diagramação e Ilustração:</strong> Giana Tondolo Bonilla</em></p><p><em>*Henrique Walter Ribeiro é acadêmico do curso de graduação em Artes Visuais da UFSM. Busca utilizar a Arte – em todas as suas formas – como ferramenta para extravasar pensamentos.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Uma página da memória da arte brasileira que precisa ser resgatada”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/uma-pagina-da-memoria-da-arte-brasileira-que-precisa-ser-resgatada</link>
				<pubDate>Thu, 03 May 2018 22:17:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[gravura]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Bagé]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3532</guid>
						<description><![CDATA[Documentário “Grupo de Bagé” conta a história de movimento artístico gaúcho pouco legitimado no Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  &nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Criado no ano de 1940, o Grupo de Bagé</span> <span style="font-weight: 400;">é um retrato da história política e cultural do Rio Grande do Sul da época.</span> <span style="font-weight: 400;">Seus artistas, ligados ao Taller de Gráfica Popular do México e ao Partido Comunista, defendiam a popularização da arte através da abordagem de temas sociais e regionais, num estilo figurativo realista com traços expressionistas. </span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Nesta sexta-feira (04), a UFSM recebe a exibição do documentário </span><i><span style="font-weight: 400;">Grupo de Bagé</span></i><span style="font-weight: 400;">, que conta a história </span><span style="font-weight: 400;">do movimento</span><span style="font-weight: 400;">. A iniciativa é do Laboratório Artes Visuais e I/mediações (Lavim), coordenado pelo professor Lutiere Dalla Valle, do Departamento de Artes Visuais da UFSM. A apresentação será às 18h, no Planetário da Universidade, com entrada gratuita. Após, haverá um debate com o diretor Zeca Brito.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">O longa-metragem é uma </span><span style="font-weight: 400;">recuperação biográfica e histórica do Grupo de Bagé, com a contextualização artística, cultural e política. A produção mostra como os </span><span style="font-weight: 400;">artistas plásticos Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Danúbio Gonçalves, Julio Meirelles e Clóvis Chagas construíram uma identidade estética própria, entrelaçando suas características artísticas com os ideias políticos do Grupo.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Para o professor Lutiere, o documentário “traz significativas contribuições à formação cultural, não restringindo-se apenas às questões da arte, mas ampliando o campo de formação de público para as artes”. Além disso, o docente destaca que a exibição na Universidade dá visibilidade à cultura regional e a torna acessível a toda a comunidade. A escolha do Planetário se dá pelas características do espaço que favorecem a imersão, assim como a qualidade técnica do local e a acessibilidade. </span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Natural de Bagé, o diretor Zeca Brito conta que a sua relação com as artes vem desde cedo. A paixão pelo cinema começou ainda na adolescência, quando ganhou sua primeira câmera, e se concretizou com a formação em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e graduação </span><span style="font-weight: 400;">em Realização</span><span style="font-weight: 400;"> Audiovisual na Unisinos. Desenvolveu videoclipes e curta-metragens, conquistando prêmios em mostras e festivais. Seu primeiro longa-metragem foi </span><i><span style="font-weight: 400;">O Guri</span></i><span style="font-weight: 400;">, lançado em 2001. </span><span style="font-weight: 400;">Em 2014, lançou </span><i><span style="font-weight: 400;">Glauco do Brasil</span></i><span style="font-weight: 400;">, seu primeiro documentário, e de lá pra cá foram sete longas e dez curtas.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Confira abaixo a entrevista que a Revista Arco fez com o diretor Zeca Brito, na qual ele contou mais detalhes sobre o processo de produção do documentário </span><i><span style="font-weight: 400;">Grupo de Bagé:</span></i>

&nbsp;

<b>ARCO: Como surgiu a inspiração para a produção do documentário? </b>

&nbsp;

<b>ZECA BRITO: </b><i><span style="font-weight: 400;">Grupo de Bagé</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um desdobramento de pesquisa de meu filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Glauco do Brasil,</span></i><span style="font-weight: 400;"> um filme me levou ao outro. Tentou-se criar, anos atrás, um memorial em Bagé em homenagem ao movimento, que até hoje não aconteceu. É uma página da memória da arte brasileira que precisa ser resgatada, um movimento importantíssimo, tão importante quanto o Concretismo ou o Neoconcretismo, mas muito pouco legitimado pelas instituições de Rio e São Paulo, por ter ocorrido aqui no sul. Porém, graças ao revisionismo histórico, hoje estes artistas estão encontrando seu devido lugar de importância nas artes e museus do Brasil. </span>

&nbsp;

<b>ARCO: Por que você escolheu tratar sobre o tema?</b>

&nbsp;

<b>ZECA BRITO:</b><span style="font-weight: 400;"> Eu abandonei a gravura para fazer cinema, e a gravura era algo  realmente importante na minha vida. Fazer esse filme foi uma forma de retornar para a gravura, agora com uma câmera, é uma maneira de agradecer aos artistas que vieram antes, que abriram os caminhos para a arte que fazemos hoje nestes territórios sulistas. A gravura só passou a fazer parte da realidade de Bagé graças ao Grupo, e não só isso, eles abriram caminho para muitos artistas, foram os primeiros que romperam com um modelo de desenvolvimento econômico e social, romperam com a sociedade ruralista conservadora, romperam com os costumes tradicionais. De alguma maneira, fazer um filme sobre eles é uma forma de agradecer, agradecer por hoje ser artista, por terem nos dado essa possibilidade em nossos horizontes, fazer arte, ser artista e com isso querer mudar o mundo. O tema revela o profundo engajamento social, mostra que para eles a função da arte era transformar a sociedade, construir diálogos, estabelecer a paz.</span>

[caption id="attachment_3544" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3544 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/05/Grupo-de-Bagé_Danubio-Goncalves-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Danúbio Gonçalves, um dos artistas entrevistados no documentário[/caption]

<b>ARCO: Qual a importância de ser feita essa exibição na UFSM? </b>

&nbsp;

<b>ZECA BRITO:</b> <a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa9898/carlos-scliar" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Carlos Scliar</span></a><span style="font-weight: 400;">, mentor do Grupo de Bagé, nasceu em Santa Maria. O que me leva a concluir que o  Grupo de Bagé poderia se chamar Grupo de Bagé e Santa Maria, mas Scliar escolheu Bagé justamente pelo isolamento. Acreditava que a realidade rural, ainda intacta, era um solo fértil para que novas ideias fossem plantadas. Nasce uma arte politicamente engajada, de denúncia social, que alerta a sociedade para as mazelas da engrenagem de trabalho e inaugura um lugar de fala ao trabalhador. Ver o filme nascer na terra de Carlos Scliar é uma tremenda alegria, é voltar às origens.</span>

&nbsp;

<b>ARCO: Você possui alguma relação pessoal com Santa Maria e com a Universidade?</b>

&nbsp;

<b>ZECA BRITO:</b><span style="font-weight: 400;"> Tenho um carinho pela UFSM, em especial pelo Curso de Artes Visuais. Acho que há um trabalho muito sério sendo feito, tanto na formação de novos como de professores de artes. Vejo que o curso busca resgatar valores históricos importantes sem perder os vínculos com o universo da produção contemporânea. Tive a felicidade de vir até Santa Maria em 2016 para exibir </span><i><span style="font-weight: 400;">Glauco do Brasil </span></i><span style="font-weight: 400;">e foi muito bonito perceber o interesse dos estudantes de artes e seu envolvimento com as atividades que foram propostas em torno do filme. Espero que possa contribuir aos atuais estudantes da instituição. Acredito que o filme tenha muito a dizer sobre gravura, sobre os artistas e sobre como se comportam as instituições que constituem o campo artístico no Brasil.</span>

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Repórter: Mariana Machado

Fotografias: Divulgação]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“As minhas lentes não discriminam”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/as-minhas-lentes-nao-discriminam</link>
				<pubDate>Fri, 23 Mar 2018 19:18:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[#negrosenegras]]></category>
		<category><![CDATA[#visibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3190</guid>
						<description><![CDATA[O trabalho do fotógrafo Dartanhan Figueiredo evidencia os negros e as negras de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="http://site.ufsm.br/noticias/exibir/atos-marcam-dia-internacional-contra-discriminacao">Apresentadas ao público no Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, 21 de março</a>, as fotografias de Dartanhan Baldez Figueiredo têm o propósito de mostrar o dia-a-dia, as produções e as contribuições da população negra santa-mariense. Além disso, buscam protestar contra acontecimentos racistas evidenciados nos diretórios dos cursos de Direito e Ciências Sociais da UFSM no último semestre. “A minha fala sobre negros é a fala que está nas fotografias”, declara o fotógrafo, que criou a exposição <em>Negros e Negras na Ciência, Cultura e Movimentos Sociais. </em>A curadoria da mostra é da Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.

“O Dartanhan é de extrema importância para os coletivos e para o movimento negro, pois ele mostra de uma forma artística o que está sendo produzido e quais são as lutas traçadas”, comenta a integrante da Associação Ará Dudu, Isadora Bispo. A fala dela converge com os registros espontâneos das diversas performances que passam pelas lentes de Dartanhan: “Eu não vivencio o racismo, eu percebo o racismo, é diferente. Somente quem sente o que é ser agredido pela sua cor tem condições de explicar”.

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<img class="aligncenter size-large wp-image-3211" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_9383-ed-1024x575.jpg" alt="" width="1024" height="575" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3210" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_8827-ed-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3209" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_8274-ed-1024x628.jpg" alt="" width="1024" height="628" />

<span style="font-weight: 400;">Ao todo, 85 fotos estão expostas e outras 600 projetadas no Centro de Convenções da UFSM.</span>

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<img class="aligncenter size-large wp-image-3208" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_8265-ed-684x1024.jpg" alt="" width="684" height="1024" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3207" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_7475-ed-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3206" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_5242-ed-1024x579.jpg" alt="" width="1024" height="579" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3205" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_2393-ed-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<b>Dartanhan: o artista da visibilidade</b>

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<i><span style="font-weight: 400;">“Minha ligação com o Centro de Artes e Letras (CAL) está diretamente ligada à minha formação. Quando eu estava fazendo licenciatura em Física, fiz duas disciplinas de fotografia no CAL e tive contato com alguns professores no período. O CAL é o local onde tem uma produção que poucos sabem, o que é um grande problema de divulgação da UFSM. Como meu objetivo é dar visibilidade à cultura e aos movimentos sociais e fazer a minha arte conversar com a arte dos outros, eu passei a acompanhar vários alunos na graduação de música, dança e teatro. Antes eu aparecia no Caixa Preta para fotografar. Ultimamente, o pessoal já faz eventos e, instantaneamente, me marca para participar. No final de 2017, em algumas semanas, eu estive de segunda a domingo no Caixa Preta”.</span></i>

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<span style="font-weight: 400;">Dartanhan Baldez Figueiredo é professor de Física, já aposentado, da UFSM e fotógrafo amador. Teve seu trabalho apresentado em duas exposições coletivas e em duas individuais: “Arte no Espaço Público”, no aniversário da Rádio Armazém de Santa Maria, e “Rota Viva”, na Praça Saldanha Marinho, com fotos da Banda Rotações.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Além do trabalho com movimentos sociais, Dartanhan fotografa a natureza e sua preservação, e registra crianças e idosos acompanhados de cães em sessões de fisioterapia, na UFSM.</span>

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<img class="aligncenter size-large wp-image-3204" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_2152-ed-1024x769.jpg" alt="" width="1024" height="769" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3203" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_1918-ed-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3202" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_1223-ed-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3201" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_1137-ed-768x1024.jpg" alt="" width="768" height="1024" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3200" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_1098-ed-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3199" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_1019-ed-683x1024.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Associação Ará Dudu</b>

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<span style="font-weight: 400;">O Coletivo Ará Dudu surgiu em 2015, fundado por vários artistas e produtores negros de Santa Maria. Em 2017, após ter sido selecionado para integrar a Incubadora Social da UFSM, o Coletivo se tornou a Associação de Arte e Cultura Ará Dudu. </span><span style="font-weight: 400;"> O objetivo do grupo é dar sustentabilidade para o povo negro de forma que empodere e traga para o cenário cultural os artistas negros e suas produções. A Associação tem várias atividades na cidade, como o Festival Municipal de Arte Negra (Fesman) e o Sarau DasPrê.</span>

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<img class="aligncenter size-large wp-image-3198" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_0962-ed-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3197" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_0903-ed-662x1024.jpg" alt="" width="662" height="1024" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3195" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_0445-ed-684x1024.jpg" alt="" width="684" height="1024" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3194" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_0191-ed-1024x826.jpg" alt="" width="1024" height="826" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3193" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_0164-ed-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> <img class="aligncenter size-large wp-image-3192" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/DSC_0055-ed-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" />

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<b>Programação da semana</b>

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<span style="font-weight: 400;">A exposição <em>Negros e Negras na Ciência, Cultura e Movimentos Sociais</em> fica aberta até 30 de março, de segunda a sexta, das 11h às 16h, e de sábado e domingo, das 16h às 18h.</span>

<span style="font-weight: 400;">Durante a semana estão previstas outras ações alusivas ao Dia Internacional de Luta pela Discriminação Racial:</span>

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<span style="font-weight: 400;"><strong>25 de março, domingo, às 17h, no Viva o Campus</strong> - Momento Música de Preto com Elen Ortiz, Zan Ribeiro e Ariane Teixeira.</span>

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<span style="font-weight: 400;"><strong>29 de março, quinta-feira, no Centro de Convenções</strong> - Roda de conversa com mulheres negra - Militância e protagonismo das pretas; participação especial - Malu Viana.</span>

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<span style="font-weight: 400;">Todos os dias: mostra de bonecas negras de Lúcia Severo.</span>

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Reportagem: Bibiana Pinheiro

Fotografia:  Dartanhan Baldez Figueiredo <em>- arquivo pessoal</em>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Marcas do tempo em forma de arte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/marcas-do-tempo-em-forma-de-arte</link>
				<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 11:57:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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						<description><![CDATA[Memória e poesia são mescladas em tema de Dissertação em Artes Visuais
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">"As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão. Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão"</span><i><span style="font-weight: 400;">*. </span></i><span style="font-weight: 400;">A arte do passar do tempo. É disso que trata a dissertação de mestrado <em>Memórias de infância: pesquisa poética em artes visuais</em>, na qual a autora e artista visual Aline Arend materializou suas lembranças pueris em um processo artístico delicado. A tese foi defendida no ano passado, mas como a autora diz “sempre estará presente e latente no meu eu, na minha identidade, escondida, esperando para ser lembrada”.</span>

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[caption id="attachment_2638" align="alignleft" width="1024"]<img class="wp-image-2638 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8509-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Livro objeto da artista em exposição[/caption]

<span style="font-weight: 400;">O trabalho teve ênfase no método de fazer a arte. Seu diferencial se encontra no modo como foi desenvolvido: a chamada “construção poética”. </span><span style="font-weight: 400;">O processo artístico de modo geral é bastante subjetivo. Ele leva em consideração reflexões de caráter pessoal. No caso da “construção poética”, esse processo se acentua de tal forma que é quase incógnito para quem não tem acesso a essas memórias. É uma pesquisa autobiográfica nas próprias memórias, fotografias e objetos guardados pela artista em que o processo vai se desenrolando à medida que vai acontecendo. “Não é algo que possa ser explicado, nem deve ser. O artista se depara com suas inquietações, com a dúvida, com o acerto, com o erro e com o discurso que rodeia todo o processo”, afirma Aline.</span>

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<img class="alignnone wp-image-2647 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8573-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<span style="font-weight: 400;">A artista criou dez trabalhos a partir da pesquisa. Eles foram divididos em</span><i><span style="font-weight: 400;"> livro de artista </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">livros objeto</span></i><span style="font-weight: 400;">. Esses conceitos contêm um leque de significados. Os cadernos de Leonardo da Vinci, do século 15, são considerados livros de artista.</span><span style="font-weight: 400;"> Em resumo, o </span><i><span style="font-weight: 400;">livro de artista</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um objeto de arte que fala por si mesmo. Ele pode transcender inclusive o próprio conceito de “livro”, sem a necessidade de ser lido para ser compreendido. A leitura ocorre na estrutura geral do livro, e não pelo seu texto. “O livro foi algo fundamental para minha poética, pois se relaciona diretamente com as questões que trabalho: memória, recordações, o tempo, o desgaste… Acredito que o livro me escolheu e não o contrário”, esclarece a artista. </span>

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<img class="alignnone wp-image-2642 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8526-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<span style="font-weight: 400;">Os </span><i><span style="font-weight: 400;">livros objeto</span></i><span style="font-weight: 400;"> são peças únicas, pois se mantêm à distância da produção massiva de obras literárias. Ele transcende os limites tradicionais dos livros comuns, baseados principalmente no texto. Este elemento pode ser visto, antes de tudo, como uma obra artística visual. Esse tipo de obra rompe com o formato mais conhecido do livro e busca sua identidade na produção imagética imanente às Artes Plásticas.</span>

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<img class="alignnone wp-image-2644 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8556-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<span style="font-weight: 400;">A técnica usada que mais identifica o trabalho como um todo, segundo a artista, é a gravura. A partir da ideia de “memória da gravura” podemos pensar a poética intrínseca à pesquisa. Nas palavras da artista: “a gravura, seja ela em metal, madeira ou pedra, tem essa interessante questão relacionada à memória. Se risca, fere, marca, arranha a superfície do suporte. Ao fazer isso, não apenas marcamos o material, mas também inserimos nele um momento no tempo, uma parte da memória de quem o fez e que ficará registrado, ferido, marcado no material e na memória. Nossa memória está repleta de pequenos momentos, ela se constitui disso. Pensar essas relações, que se pode fazer a partir da memória, me totaliza em relação à arte e proporciona novos pensamentos, novos olhares, novas experiências para pensar e criar”. </span>

<span style="font-weight: 400;">*poema “Memória” de Carlos Drummond de Andrade</span>

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<img class="alignnone wp-image-2629 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8477-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" />

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<img class="alignnone wp-image-2632 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8485-1024x644.jpg" alt="" width="1024" height="644" />

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<img class="alignnone wp-image-2633 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8500-1-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<img class="alignnone wp-image-2646 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8569-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" />

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<img class="alignnone wp-image-2643 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8546-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<img class="alignnone wp-image-2640 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8510-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<img class="alignnone wp-image-2630 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8483-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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<img class="alignnone wp-image-2635 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/11/LYH_8501-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

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Reportagem: Vitor Rodrigues

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						<item>
				<title>Palavras para serem ouvidas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/palavras-para-serem-ouvidas</link>
				<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 12:00:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=2162</guid>
						<description><![CDATA[Professor da UFSM colabora com o projeto da dupla Kleiton e Kledir]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Se a música por si só já é tida como uma das máximas formas da expressão humana, imagine se estiver ligada à literatura e à tipografia... Pois, foi pensando nisso que a renomada dupla de músicos Kleiton e Kledir lançou em 2015 o projeto </span><a href="http://www.kleitonekledir.com.br/comtodasasletras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">“Com todas as letras”</span></a><span style="font-weight: 400;">, que segue colhendo bons resultados. O novo disco - que tem por objetivo trazer uma nova perspectiva e maior riqueza poética e temática às músicas - reúne contribuições literárias de diversos escritores gaúchos, tendo o processo de criação adaptado a cada parceiro e seu estilo pessoal. Além disso, o projeto gráfico que compõe o material também foi meticulosamente pensado e contou com a contribuição de diversos profissionais do ramo, dentre eles o professor do Departamento de Desenho Industrial da UFSM, Volnei Matté.</span>

[caption id="attachment_2164" align="aligncenter" width="993"]<img class="wp-image-2164" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/09/imagem-02-1024x520.jpg" alt="" width="993" height="504" /> Arte gráfica para a música "Felizes para Sempre" do álbum "Com todas as letras"[/caption]

<span style="font-weight: 400;">Confira a entrevista que a Arco realizou com o professor Volnei Matté:</span>

<b>Arco: Como foi feito o contato para que você fizesse parte da equipe de calígrafos que interpretariam as canções do projeto </b><b><i>Com todas as letras</i></b><b>?</b>

<span style="font-weight: 400;">Volnei Matté: O escritório do Felipe Taborda, do Rio de Janeiro, foi o responsável por todo o projeto gráfico do álbum. Eles convidaram o Cláudio Gil, um calígrafo, também do RJ, para participar e fazer o contato com os demais calígrafos, tipógrafos e designers. Assim, quem entrou em contato comigo foi o Cláudio Gil. Ele me explicou a proposta do projeto, que era uma parceria entre o Keiton e Kledir e vários escritores para o desenvolvimento das letras. E que também seria uma parceria entre profissionais de diversas nacionalidades (Argentina, Brasil, Estados Unidos, México, Peru e Portugal) para representar visualmente essas músicas. A proposta desse álbum especial (Livro + LP + CD + DVD) era não ser comercializado, apenas distribuído para um número limitado de pessoas selecionadas pela dupla Kleiton e Kledir.</span>

<b>Arco: Por que você se interessou em participar? Existia algum diferencial nessa proposta, em relação a outros projetos nos quais você já se envolveu?</b>

<span style="font-weight: 400;">V.M.:A possibilidade de participar de um projeto com um grupo de pessoas muito competentes, desde os músicos, designers, tipógrafos e calígrafos, todos num espírito de colaboração para fazer nascer um projeto especial. E Kleiton e Kledir são músicos muito representativos da cultura do Rio Grande do Sul e do Brasil.</span>

[caption id="attachment_2192" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-2192 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2017/09/imagem-03-1-e1504720490854.jpg" alt="" width="1024" height="520" /> Letra da música "Felizes para Sempre" pelo olhar e mãos do professor Volnei Matté[/caption]

<b>Arco: Em relação ao trabalho em si: em que momento vocês, calígrafos, foram inseridos no processo? Foi dado algum direcionamento ou houve liberdade total?</b>

<span style="font-weight: 400;">V.M.: Houve liberdade total, não foi estipulado nenhum requisito em termos de linguagem. Cada profissional recebeu uma letra e pôde desenvolver o que quisesse para apresentar essa letra dentro do formato e cores determinadas. As músicas já estavam prontas, mas cada um daria sua interpretação com base na letra, não na música, para não influenciar o processo.</span>

<b>Arco: Como se dá o processo de criação de um trabalho como este? Quais critérios são utilizados par</b><b>a a composição dos elementos?</b>

<span style="font-weight: 400;">V.M.: Como é um trabalho de natureza mais expressiva, não existe um padrão para o processo de criação. O que fiz inicialmente foi testar diversos estilos de caligrafia para ver qual encaixaria melhor no contexto do trabalho. Fiz estudos de composição do leiaute das páginas, para então fazer as caligrafias finais. Foram caligrafadas várias páginas, e posteriormente selecionadas as melhores. Essas foram então fotografadas e tratadas digitalmente para compor o leiaute desejado. As imagens da lua e do relógio foram feitas pela minha esposa, que trabalha com colagens. Por fim, apliquei texturas, cores e preparei o arquivo de arte-final, utilizando a tinta prata juntamente com as demais, para conseguir um efeito metalizado.</span>

<b>Arco: E como o trabalho repercutiu, nacional e internacionalmente?</b>

<span style="font-weight: 400;">V.M.: O conjunto do trabalho, com a participação de todos esses profissionais, teve grande repercussão. Com isso, foram realizadas quatro exposições coletivas, com todos os trabalhos desenvolvidos, em Nova Iorque, Lisboa, Santo Domingo e Pelotas. A participação neste trabalho foi uma experiência muito gratificante, pessoal e profissional, possibilitando conhecer pessoas talentosas e experientes, das quais surgiram vários contatos e amizades.</span>

Repórter: Luciane Treulieb

Fotografia: Arquivo pessoal]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Da Itália para Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/da-italia-para-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 16:05:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=1868</guid>
						<description><![CDATA[Andrea Roberto, vencedor do Concurso Internacional “José Tomás”, realiza concerto na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div id="container_dados">
<div id="texto" class="texto_noticia">

Santa Maria será palco, pela primeira vez, do circuito de apresentações internacionais de um dos maiores concursos musicais da Europa. O <em>Festival de Guitarra José Tomás</em> reúne os maiores artistas de violão do mundo, anualmente, na pequena vila de Petrer, na província de Alicante, Espanha. Ganhador da última edição do prêmio, em 2016, o violonista Andrea Roberto conquistou a oportunidade de tocar em diferentes regiões do mundo, e se apresenta nesta quinta-feira, dia 3 de agosto, no Espaço Multiuso da UFSM. O jovem de apenas 21 anos conta que a turnê está sendo uma oportunidade de aprendizado, especialmente pela variedade de públicos: “Estar familiarizado com diferentes culturas me faz mais completo”, diz.

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Mas esse é apenas mais um dos prêmios que Roberto acumulou ao longo da vida. Esse italiano da cidade de Foggia, no sul do país, começou a tocar violão com quatro anos, estimulado pelo pai, que também tocava o instrumento e lhe ensinou os fundamentos das cordas. “Meu interesse surgiu muito naturalmente, eu pensava que era como um jogo. O jogo mais lindo do mundo”, conta o violonista.

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Para Roberto, o festival José Tomás foi uma experiência maravilhosa, por poder “competir com os maiores violonistas do mundo. Eu não esperava ganhar o prêmio, mas, por outro lado, fiz o que devia fazer para me sair bem”, lembra. Andrea é o mais jovem vencedor da história do festival, junto com o premiado de 2014.

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No concerto desta quinta-feira, o artista vai tocar durante uma hora e, em sua maioria, músicas italianas. Ele espera que as pessoas gostem e aprendam mais sobre a música do seu país. “Já encontrei alguns estudantes e tenho certeza de que eles vão gostar do show”, comenta. Além da apresentação, o violonista também vai ministrar oficinas e aulas para os acadêmicos de Música da UFSM.

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A vinda de Roberto para Santa Maria aconteceu por intermédio do professor Renato Serrano. Natural do Chile, vencedor do mesmo prêmio em 2006 e professor do curso de Música da UFSM desde o ano passado, Serrano conta que vencer o concurso também lhe proporcionou experiências importantes. “Como é uma turnê internacional, é mais significativa. Além do prêmio em dinheiro, foi um evento transcendental para mim, como artista, com a idade que eu tinha”, lembra. Serrano espera que a apresentação de Andrea Roberto tenha impacto na comunidade, e traga uma “força especial” ao movimento violonístico. “É uma atividade aberta e esperamos que o público curta”, diz ele.

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<strong>Como funcionam os estudos em Música?</strong>

Andrea Roberto teve a atenção do pai desde pequeno, mas as técnicas que o levaram ao prêmio <em>José Tomás</em> foram adquiridas nos estudos que fez no conservatório internacional de sua cidade, e em outros cursos. Para se tornar um artista reconhecido, um músico precisa dedicar muito tempo ao estudo das técnicas musicais.
<blockquote><strong><a class="bigger_image" title="" href="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Box_data_Andrea-Roberto_300x300px.png"><img class="alignright" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Box_data_Andrea-Roberto_300x300px.png" alt="" width="200" height="200" /></a></strong></blockquote>
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O professor do Departamento de Música da UFSM, Marco Kroning Correa, explica que a graduação em Música da UFSM é um curso com duração de quatro anos. Para se formar, os alunos aprendem sobre as técnicas musicais, mas também desenvolvem projetos de estudo teórico. No campo da pesquisa, os trabalhos de conclusão de curso (TCCs) versam, normalmente, sobre práticas de aprendizagem, aspectos da música regional ou de estética e estilos musicais. Também há pesquisas sobre performance, além de pesquisas sobre Educação Musical e espaços de aprendizagem (salas de aula, aprendizagem extra-escolar) em diferentes faixas etárias. Os referenciais teóricos são emprestados da educação, da sociologia, da psicologia, da música e da etnomusicologia, dentre outras disciplinas.

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No caso da pós-graduação, Correa lembra ainda não haver uma tradição de pesquisa no Brasil.  “A pós-graduação em Música é muito recente, pois a implementação no Brasil dos Programas de Pós-Graduação e publicações científicas na área de Música ocorreram somente a partir dos anos 90, daí não ter a tradição [que outras áreas já têm]”, explica. A ideia é que daqui a quatro ou cinco anos o curso de Música da UFSM possa implementar um curso de Mestrado, pois muitos professores tem retornado de seus doutorados. Já um curso de Especialização em Música iniciará em 2018.

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</div>
<div class="texto_rodape">Reportagem: Júlia Goulart
Fotografia: Divulgação</div>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Cérebro de Thauan</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/post474</link>
				<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:11:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[NeuroArTE]]></category>
		<category><![CDATA[neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/2017/07/04/post474/</guid>
						<description><![CDATA[O documentário do projeto NeuroArTE mostra o funcionamento do sistema nervoso central através de ações do dia-a-dia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Nem sempre entendemos o que acontece no nosso corpo durante nossas atividades diárias. Pensando nisso, o projeto NeuroArTE: </span><span style="font-weight: 400;">Museu Itinerante de Neurociência, Arte e Tecnologia</span><span style="font-weight: 400;">, parceria entre os Programa de Pós-Graduação de Educação e Ciências (UFSM/UFRGS/FURG) e o de Artes Visuais (UFSM), realiza exposições interativas na comunidade. Jessié Gutierres, integrante do projeto e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências (UFRGS) coordenou a produção do documentário <em>O cérebro de Thauan,</em> que de forma lúdica e, ao mesmo tempo com linguagem científica, explica as diferentes respostas que o nosso cérebro dá às situações do cotidiano. </span>

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<span style="font-weight: 400;">O roteiro do vídeo conta a história de um aluno do Ensino Médio que é praticante de capoeira e está se preparando para competir em um campeonato da sua região. “A produção desse documentário faz parte de minha tese de doutorado e visa encontrar as melhores formas de popularizar conceitos teóricos e mais complexos da neurociência para os estudantes”, conta Jessié. </span>

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<span style="font-weight: 400;">Para a produção do documentário, o pesquisador contou com a participação de um grupo de capoeira do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), de uma turma do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) e também do aluno de iniciação científica, Thauan Lopes, para atuar como protagonista do curta. Já para a estruturação do roteiro, Jessié teve a ajuda de uma produtora de audiovisual da região, que também trabalhou na trilha sonora do vídeo, junto com um bolsista do projeto, o mestre em Artes Visuais Carlos Donaduzzi. “</span><span style="font-weight: 400;">Todo documentário foi gravado e finalizado no período de uma semana. As cenas foram filmadas em Silveira Martins e também em Santa Maria, no campus da UFSM”, conta o bolsista.</span>

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<span style="font-weight: 400;">O documentário é reproduzido durante as visitas de escolas e da comunidade ao museu itinerante do NeuroArTE. O vídeo, segundo Jessié, tem uma linguagem científica simples, mas marcante pela forma como aborda e explora o assunto. “Deu para perceber que atingimos o coração e as mentes dos participantes e acho que nenhuma pesquisa básica é tão potente e motivadora para causar tais resultados em pouco tempo como foi este documentário”, relata ele após observar o público durante as visitas.</span>

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<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/cNjo1yyg6ME" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<strong>NeuroArTE: a neurociência próxima da comunidade</strong>

<span style="font-weight: 400;">O projeto NeuroArTE surgiu a partir de inúmeras parcerias bem-sucedidas da professora do Departamento de Artes Visuais da UFSM Nara Cristina Santos e da professora do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFSM Maria Rosa Chitolina. A elaboração do Museu Itinerante surgiu da necessidade que o grupo sentiu de popularizar o conhecimento da neurociência e da tecnologia para além do meio acadêmico. Com a aprovação do projeto em edital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em 2015, eles tiveram verba para pôr suas ideias em prática, e, com ajuda de colaboradores, começaram as primeiras criações de módulos e a primeira exposição que aconteceu no Centro de Artes e Letras (CAL). Mais tarde, durante a Semana do Cérebro, chegou ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE)  e, por fim, ao CEFD. “No ano seguinte, nós planejamos fazer a itineração desse museu e aí ficamos vários meses trabalhando nos módulos que nós achávamos que estavam faltando e que poderiam estar segregados daquela nossa ideia inicial”, conta a coordenadora Maria Rosa. </span>

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<span style="font-weight: 400;">As exposições são feitas por módulos que contam com jogos, como mover uma bolinha através das ondas cerebrais, ou ainda um vídeo em 3D feito em realidade virtual. Para interagir com as crianças e elas entenderem como funcionam as conduções nervosas, foi feito um tapete com um cérebro gigante, tudo voltado para o conhecimento básico sobre o cérebro. O </span><em><span style="font-weight: 400;">Cérebro de Thauan</span></em><span style="font-weight: 400;"> também faz parte da exposição, e Jessié pretende explorar em novos vídeos como o cérebro no seu desenvolvimento evolutivo foi capaz de complexificar a linguagem humana. “Chegamos a fazer algumas filmagens com alunos estrangeiros da Espanha, França e Nigéria que estão na pós-graduação e residindo na cidade, como também de alunos de diferentes etnias indígenas para explorar os diferentes idiomas”, comenta ele.</span>

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<span style="font-weight: 400;">Você pode conferir as ações do projeto NeuroArTE em <a href="https://www.facebook.com/neuroarteufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sua página no Facebook</a>. </span>

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Repórter: Júlia Goulart
Foto: Divulgação]]></content:encoded>
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				<title>Paleoarte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/post464</link>
				<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:29:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto de extensão faz ilustrações de animais ancestrais com base em fósseis encontrados na Quarta Colônia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2021/05/UFSM.2017.026.065.RA_.jpg" alt="O paleoartista se inspira em animais atuais para retratar os ancestrais" width="777" height="518" /></span>

<span style="font-weight: 400;">Além das atividades na pesquisa, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA) tem o objetivo de divulgar seus trabalhos para a comunidade e, por isso, mantém atividades na extensão como palestras para escolas e público em geral, além de visitas guiadas nas instalações em São João do Polêsine. Uma dessas atividades de extensão é desenvolvida por Jorge Gularte, mestre em Artes Visuais pela UFSM, paleoartista ligado ao Centro.</span>

<span style="font-weight: 400;">Há aproximadamente dois anos e meio trabalhando com o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA), Jorge costuma fazer desenhos de caneta esferográfica em locais como ônibus ou supermercado. No entanto, segundo o paleoartista, “esse trabalho de paleoartista é mais técnico, porque são desenhos feitos sob encomenda e que têm um caráter e um compromisso científico”, afirma.</span>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Os desenhos mais rápidos que costumavam retratar pessoas em situações corriqueiras foram complementados por uma preocupação com ilustrações que demoram mais tempo, de horas a meses, conforme o material recebido pelo artista. Segundo Jorge, no entanto, não são só desenhos de dinossauros. “Eu trabalho a partir de fósseis, não só dinossauros. Aqui na região, inclusive, não se tem tantos dinossauros, mas répteis primitivos e animais do período triássico, anterior ao período dos dinossauros”, explica.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O processo de construção dos desenhos dá-se, de início, pelo recebimento do artigo publicado com novas descobertas, com fotos dos fósseis (que podem vir inteiros ou somente em partes) e referências. “A análise que os paleontólogos fizeram de um fóssil leva eles a considerar que aquela descoberta se refere a determinada família ou espécie”, conta.</span></p>


<span style="font-weight: 400;">Depois, Jorge procura sobre a espécie, sua superfície, a alimentação, o tamanho – a partir do estudo da anatomia, se faz o desenho do corpo –, o período em que viveu (que vai servir caso haja a necessidade de conhecer a flora, para desenhar cenários). Geralmente, o paleoartista também se baseia em animais como sapos, dragões-de-komodo e até mesmo aves para confeccionar os desenhos. “O trabalho é bem voltado para a imagem, não tem um caráter explicativo”, reitera.</span>

<span style="font-weight: 400;">Feitos a mão e pintados no </span><em><span style="font-weight: 400;">Photoshop</span></em><span style="font-weight: 400;">, os desenhos mudaram a percepção artísticas de Jorge. A partir desse trabalho, explica, começou a reparar em animais como gatos, cachorros e até mesmo nas plantas. “Foi uma adaptação de trabalho. Eu não tenho restrições e limitações quanto a desenhar, mas comecei a desenvolver a técnica de desenho abstrato, porque as plantas têm muitas mudanças entre elas e isso faz das ilustrações mais abstratas”, conta.</span>

<span style="font-weight: 400;">Além das ilustrações, o projeto também visa a produção de esculturas, réplicas e suas respectivas pinturas. Para a exposição do museu em São João do Polêsine, Jorge fez réplicas de cabeças dos animais. Tanto os desenhos quanto as esculturas e réplicas visam o cumprimento dos dois objetivos que o projeto de extensão tem.</span>

<span style="font-weight: 400;">O primeiro deles já foi cumprido com a inauguração do museu na Quarta Colônia que irá expor as descobertas da região. O segundo, que é a confecção de um livro, contará com uma explicação mais abrangente do período triássico, uma vez que a maioria dos fósseis encontrados nessa região são desse período. A publicação do livro tem a previsão de acontecer até o final do ano.</span>

<span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre como os paleontólogos classificam o tempo geológico <a href="/arco/Digital/Noticia.php?Id_Noticia=442">acesse aqui</a>.</span>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2021/05/UFSM.2017.026.056.RA_.jpg" alt="" width="700" height="553" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2021/05/UFSM.2017.026.086.RA_.jpg" alt="" width="700" height="628" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2021/05/UFSM.2017.026.117.RA_.jpg" alt="" width="700" height="467" /></span></p>
Repórter: Germano Molardi

Foto: Júlia Goulart e Rafael Happke]]></content:encoded>
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				<title>Até debaixo d’água</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/ate-debaixo-dagua</link>
				<pubDate>Sun, 07 Jul 2013 18:16:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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						<description><![CDATA[Série de fotografias retrata cenas cotidianas em ambiente aquático]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="688" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2017/08/1-Edicao_Ensaio-1024x688.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>Comer uma maçã, tomar um café, passar batom ou falar ao telefone são ações tão comuns no nosso cotidiano que passam despercebidas. Mas tente imaginar-se fazendo isso embaixo d’água. Não consegue? Carlos Donaduzzi, aluno do Mestrado em Artes Visuais da UFSM, pode dar uma ajuda a sua imaginação. O estudante está desenvolvendo um projeto de pesquisa cuja ideia básica é exatamente esta: trabalhar com cenas cotidianas deslocadas para um ambiente aquático.</p><p>A ideia da dissertação de mestrado partiu de uma primeira série de fotografias tiradas pelo estudante em 2011. Carlos havia acabado de comprar uma câmera que fotografava embaixo d’água e estava ansioso por testá-la. “Não tinha as cenas em mente, foi algo de momento, de brincar e ver o que sairia”, conta. Nessa primeira leva de fotos, Carlos buscou observar o comportamento do corpo humano na água e a relação entre eles.</p><p>Para isso, utilizou uma Aquapix, câmera analógica muito simples, que possui somente o disparador, não possibilitando nenhum ajuste manual na hora de realizar a foto.</p><p>Os resultados da primeira série agradaram e inspiraram Carlos a desenvolver um projeto para trabalhar com uma segunda série de fotografias. Fotografia Submersa: Cenas Cotidianas é o título de seu projeto de mestrado, orientado pela professora Nara Cristina Santos, cujo objetivo é retratar cenas habituais em fotografias produzidas embaixo d’água. A banalidade é um dos pontos que Carlos procura destacar em suas fotografias, explorando situações que passam despercebidas diariamente e que, fora de contexto, ganham importância. “Queria passar a ideia da simplicidade do cotidiano e levar para a água foi um jeito que achei de destacar o que é banal”, explica Carlos.</p><p>A adaptação à água, assim como utilizar o equipamento nela – principalmente por ser mais difícil de observar o que está sendo fotografado – foram dificuldades que apareceram logo no início. Outros problemas surgiram e foram sendo contornados. “Como gosto de trabalhar com luz natural, demorei certo tempo para encontrar o horário ideal do dia para fotografar, além do fato de precisar de uma condição climática que ajude. O frio e o tempo nublado são os maiores inimigos”, afirma Carlos. A câmera digital também teve que passar por uma adaptação. Para fotografar embaixo d’água, ele a coloca dentro de uma caixa estanque elaborada para fotografia subaquática, não permitindo a entrada de água no equipamento.</p><p>Nessa segunda série de fotografias, ainda em andamento, Carlos trocou a câmera analógica por uma digital e pela edição posterior das imagens. O motivo principal da mudança foi a necessidade de testar as cenas fotografadas, os movimentos das modelos e dos objetos utilizados na composição da imagem. A câmera digital oferece maior praticidade e respostas imediatas ao fotógrafo. “Como a câmera analógica que uso é bastante limitada, a digital neste caso me dá todas as possibilidades de ajustes para ter uma foto bem realizada, já que são elaboradas inúmeras de cada cena”, complementa.</p><p>A defesa da dissertação de mestrado de Carlos será em abril de 2014. Alguns dos resultados alcançados até o momento são as fotografias que compõem este ensaio e, como se trata de um projeto em andamento, para Carlos cada final de sessão é um aprendizado: “Vejo aspectos que posso mudar ou manter nas fotografias. Até finalizar o mestrado ainda há muito trabalho pela frente”.</p><p><em><strong>Repórter</strong>: Camila Marchesan Cargnelutti</em></p><p><em><strong>Fotografia</strong>: Carlos Donaduzzi</em></p><p><em>Confira o ensaio completo na <a href="https://issuu.com/revistaarco/docs/arco_2ed_boneco_final_internet">versão flip</a>.</em></p>]]></content:encoded>
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