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			<description>Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia</description>
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				<title>UFSM integra Grupo Técnico sobre proteínas alternativas do Ministério da Agricultura e Pecuária</title>
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				<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 13:07:18 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[No final de maio, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Grupo Técnico de Trabalho (GTT) para discutir avanços e propostas regulatórias para os chamados novos sistemas alimentares e ingredientes contemporâneos. A proposta visa unir a sociedade civil, a cadeia produtiva e o agronegócio. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está representada [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No final de maio, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Grupo Técnico de Trabalho (GTT) para discutir avanços e propostas regulatórias para os chamados novos sistemas alimentares e ingredientes contemporâneos. A proposta visa unir a sociedade civil, a cadeia produtiva e o agronegócio. A </span><a href="https://www.ufsm.br/"><span style="font-weight: 400">Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</span></a><span style="font-weight: 400"> está representada no grupo pela gestora do</span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec"><span style="font-weight: 400"> Inovatec UFSM Parque Tecnológico</span></a><span style="font-weight: 400"> Maria Daniele Dutra, e o professor pesquisador do Centro de Tecnologia de Alimentos, Juliano Barin, que atualmente coordena o projeto </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/07/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm"><span style="font-weight: 400">FoodTech FabLab</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O GTT visa formular uma proposta de política pública centrada em novos sistemas alimentares e ingredientes contemporâneos. O objetivo é promover o alinhamento entre reguladores e regulados e integrar proteínas alternativas à agenda do agronegócio. Há apenas duas universidades federais no GTT, sendo a UFSM indicada em função da sua atuação destacada no tema, além de seu projeto em conjunto com o MAPA para a</span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm"><span style="font-weight: 400"> implementação do FoodTech Fablab no Inovatec</span></a><span style="font-weight: 400">. “Dentro do grupo, há profissionais de diferentes setores, que vão desde associações a representantes do setor industrial. Portanto, a presença da universidade torna-se importante para agregar o viés acadêmico e científico nas discussões”, afirma o professor Juliano. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As proteínas alternativas têm o potencial de avançar significativamente no cumprimento das metas de desenvolvimento sustentável (ODS), especialmente em áreas como segurança alimentar, redução das emissões de gases de efeito estufa e preservação dos recursos naturais. A UFSM, por meio do FoodTech FabLab, poderá desempenhar um papel crucial nesse processo ao desenvolver e validar novos produtos alimentares, contribuindo para uma produção mais sustentável e eficiente. A expectativa é finalizar rapidamente a infraestrutura do FabLab e intensificar as parcerias com a comunidade acadêmica, empresas, órgãos reguladores e sociedade civil.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Maria Daniele Dutra destaca que a participação da UFSM no grupo é um reconhecimento da sólida base de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) da Universidade, especialmente na área de ciência e tecnologia de alimentos. “Nossa atuação, por meio da pesquisa científica e de programas ligados ao processo de validação e maturação tecnológica, permite que o InovaTec UFSM Parque Tecnológico, contribua com o posicionamento do país, como referência na criação de produtos que não sejam apenas nacionalmente viáveis, mas também competitivos no mercado”, ressalta a gestora. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para Juliano Barin, as proteínas alternativas deixaram de ser tendência e já são uma realidade, o que pode ser evidenciado pelo consumo crescente de produtos desta categoria. Apesar desse crescimento, algumas limitações ainda persistem, como a falta de matérias-primas e equipamentos produzidos no país: “o estabelecimento do grupo pode ajudar no mapeamento das possíveis carências e na recomendação de diretrizes que possam ser seguidas para superação das dificuldades neste setor”, completa. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A integração de proteínas alternativas na agenda nacional representa uma oportunidade de liderança global em soluções alimentares para um futuro sustentável. Para a UFSM, participar do comitê é contribuir para o avanço econômico, social e científico do país e posicionar o ecossistema de inovação de Santa Maria como referência em proteínas alternativas.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Jéssica Medeiros, assistente de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;</em></p>
<div class="d-flex w-100 flex-column flex-sm-row align-items-center align-items-sm-baseline border-top pt-2 justify-content-sm-center"> </div>
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				<title>InovaTec UFSM Parque Tecnológico, startups e estudantes da UFSM participam de evento sobre Food Tech em Lajeado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/08/18/inovatec-ufsm-parque-tecnologico-startups-e-estudantes-da-ufsm-participam-de-evento-sobre-food-tech-em-lajeado</link>
				<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 14:31:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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						<description><![CDATA[O InovaTec UFSM Parque Tecnológico, foodtechs da Pulsar Incubadora Tecnológica e estudantes da Universidade participaram do Food Tech Summit, evento realizado pelo Sebrae RS na última quinta-feira (17) em Lajeado. As startups Weecaps e Olive+ tiveram a oportunidade de participar de painéis, onde apresentaram suas soluções tecnológicas voltadas para o setor de alimentos.  O professor [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"right","id":1272,"width":511,"height":384,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-17-at-22.06.58-696x522-2.jpeg" alt="" width="511" height="384" /></figure>
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<p>O InovaTec UFSM Parque Tecnológico, foodtechs da Pulsar Incubadora Tecnológica e estudantes da Universidade participaram do Food Tech Summit, evento realizado pelo Sebrae RS na última quinta-feira (17) em Lajeado. As startups Weecaps e Olive+ tiveram a oportunidade de participar de painéis, onde apresentaram suas soluções tecnológicas voltadas para o setor de alimentos. </p>
<p>O professor Juliano Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM e agente de Inovação do <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/foodtech-fablabs">FoodTech Fablab do InovaTec UFSM,</a> elogiou a qualidade do evento e ressaltou a oportunidade de estabelecer conexões valiosas tanto com atores locais quanto de ecossistemas externos. Ele também enfatizou a importância da reunião plenária da Foodtech Alliance (movimento que busca tornar o Rio Grande do Sul um polo de excelência na inovação em sistemas alimentares) ao final do evento, onde foram discutidas novas ações para fortalecer essa aliança.</p>
<p>O evento não apenas proporcionou uma experiência enriquecedora, mas também permitiu que as startups do ecossistema de inovação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico se conectassem com o mercado e compartilhassem suas soluções. Além disso, a presença de alunos de graduação e pós-graduação do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM,  proporcionou uma vivência que integra a academia com o setor.  </p>
<p>O professor Juliano Barin participou do painel "Ajudando a Transformar a Indústria Alimentícia", enquanto as startups Olive+ e Weecaps participaram do painel "Foodtechs Gaúchas e o Futuro dos Alimentos".</p>
<p> </p>
<p><b>O que são Foodtechs? </b></p>
<p>São empresas que trabalham ressignificando os sistemas alimentares, utilizando tecnologias para criar soluções inovadoras que podem aprimorar seus nichos de aplicação que como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><i>processamento de alimentos</i>;</li>
<li style="font-weight: 400"><i>novos ingredientes e produtos;</i></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><i>sistemas de entrega por aplicativo (delivery), rastreabilidade;</i></li>
<li style="font-weight: 400"><i>varejo e food service</i>: novos equipamentos e serviços e até mesmo trabalhando no problema do desperdício de alimentos na ponta final da cadeia de alimentação. </li>
</ul>
<p>Saiba mais sobre o tema <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm">aqui. </a></p>
<p>    </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><i>Texto: </i><i>Luana Giazzon Assessora de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.</i></p>
<p><i>Fotos: Divulgação</i></p>
<p><i>Foto encontro Foodtech Alliance: </i><i>Elisangela Favaretto.</i></p>
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						<item>
				<title>InovaTec UFSM promove reunião com apoiadores de projeto dos FabLabs </title>
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				<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 15:19:31 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Entre os meses de abril e junho ocorreram dois encontros de apresentação do projeto dos FabLabs que serão implementados no InovaTec UFSM Parque Tecnológico esse ano, onde reuniram-se membros, coordenadores e apoiadores do projeto. A primeira reunião, feita com representantes da Prefeitura de Santa Maria, teve a presença do vice-prefeito Rodrigo Decimo. Na segunda  reunião, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Entre os meses de abril e junho ocorreram dois encontros de apresentação do projeto dos FabLabs que serão implementados no </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec"><span style="font-weight: 400">InovaTec UFSM Parque Tecnológico</span></a><span style="font-weight: 400"> esse ano, onde reuniram-se membros, coordenadores e apoiadores do projeto. A primeira reunião, feita com representantes da Prefeitura de Santa Maria, </span><b>teve a presença do vice-prefeito Rodrigo Decimo</b><span style="font-weight: 400">. Na segunda  reunião, realizada na última quarta-feira de junho (28), estiveram presentes representantes do </span><b>Sebrae</b><span style="font-weight: 400">, que também é um dos apoiadores do projeto, com a participação de </span><b>Márcio Pires, gerente de inovação do Sebrae. </b><span style="font-weight: 400"> Os dois encontros contaram com a presença da Thaiane Marques e Cassandra de Deus,  fundadoras da</span><a href="https://weecaps.com.br/"> <b>Weecaps,</b></a><b> Food Tech do ecossistema de inovação do InovaTec.</b><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se você ainda não está familiarizado com o tema, FabLabs são ambientes equipados com máquinas e ferramentas de fabricação digital que impulsionam e incentivam a inovação, aprendizagem e o empreendedorismo local. Esses ambientes surgiram junto com o crescimento do </span><i><span style="font-weight: 400">Movimento Maker</span></i><span style="font-weight: 400">, fornecendo espaços de interação entre empreendedores, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral para que possam experimentar, aprender, compartilhar conhecimento e desenvolver projetos a partir do uso de tecnologias colaborativas. Esse é um trecho da reportagem produzida para o site do InovaTec sobre </span><b>como funcionam esses ambientes de validação tecnológica </b><span style="font-weight: 400">e como se dará o processo de implementação do projeto dentro da nossa instituição, e você pode acessar a</span> <b>reportagem completa</b><span style="font-weight: 400"> sobre os FabLabs aqui </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm"><b>no site do InovaTec</b><b>.</b></a></p>
<p><b>O gerente de inovação do Sebrae, Márcio Pires</b><span style="font-weight: 400">, falou sobre sua visão sobre o projeto dos FabLabs e as possibilidades para o empreendedorismo, os benefícios para o ecossistema de inovação que atua na área de food system. </span><i><span style="font-weight: 400">“Faz todo sentido na visão que Sebrae tem pro estado, hoje o foodtech no RS, ele representa quase 40% do nosso PIB, muitos pequenos empreendedores atuam dentro desse sistema, e agregando tecnologia aos seus negócios,teremos mais valor agregado, mais qualidade de vida para essas pessoas, mais renda e mais qualidade de vida para população como um todo.”</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o </span><b>vice-prefeito de Santa Maria Rodrigo Decimo</b><span style="font-weight: 400">, os FabLabs oferecerão um ambiente adequado para novas ideias e para a experimentação, permitirão que as pessoas transformem suas ideias em realidade, criando protótipos e testando novos conceitos e promovendo um espaço de criação, aprendizado e inovação. </span><i><span style="font-weight: 400">“Os FabLabs desempenham um papel importante no desenvolvimento de habilidades criativas, tecnológicas e empreendedoras, desempenhando um papel importante na democratização da fabricação e desenvolvimento de habilidades. Com esse projeto, Santa Maria e região proporcionarão instrumentos para podermos avançar com novos produtos e serviços, inovando cada vez mais.” </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na ocasião, os colaboradores tiveram a oportunidade de conhecer na prática sobre o funcionamento de equipamentos (como a impressora 3D de alimentos) e as possibilidades de desenvolvimento de produtos a partir dessas tecnologias que estarão disponíveis no FabLab - como alimentos plant-based ou que não possuem origem animal - e que potencializarão o desenvolvimento socioeconômico de Santa Maria, colocando a cidade como rota de inovação no ramo alimentício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por: Izadora Lemes Rocha, estagiária de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico. </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Luana Giazzon Assessora de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.</span></i></p>
<p> </p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":1133,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/07/IMG_3591-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1133" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/07/IMG_3570-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1132" /><figcaption class="wp-element-caption">Angelica Kaufmann preparando a Impressora 3D de alimentos para uma demonstração.</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/07/20230628_100204-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-1130" /><figcaption class="wp-element-caption">Coordenadora Maria Daniele Dutra e membros do projeto reunidos com representantes do Sebrae e o pró-reitor Daniel Bernardon</figcaption></figure>
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<!-- wp:image {"id":1134,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/07/IMG_3593-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1134" /><figcaption class="wp-element-caption">Os participantes fazem a degustação de alguns dos produtos que poderão ser desenvolvidos nos FabLabs </figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/07/IMG_1344-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-1143" /><figcaption class="wp-element-caption">Presença do <strong>vice-prefeito de Santa Maria Rodrigo Decimo</strong>, na demosntração do uso dos equipamentos. </figcaption></figure>
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<!-- wp:image {"id":1137,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/07/IMG_3603-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1137" /></figure>
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<!-- /wp:gallery -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ambientes de inovação e soluções tecnológicas: conheça os FabLabs de Food Tech e Bioinsumos que serão implantados no Parque Tecnológico da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm</link>
				<pubDate>Sun, 11 Jun 2023 02:07:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agtechs]]></category>
		<category><![CDATA[FabLab]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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		<category><![CDATA[inovação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/?p=983</guid>
						<description><![CDATA[Previstos para o segundo semestre de 2023, o BioFabLab e o FoodTech FabLab contarão com recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para executar o que será o 1° FabLab de Food Tech da América Latina e o 1° na área de Bioinsumos do RS. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Um lugar para criar, prototipar, testar e concretizar projetos que, até então, só se tinha no papel. Quem nunca teve uma ideia que gostaria de colocar em prática, mas faltou apenas uma oportunidade que viabilizasse esse projeto? Para quem é estudante, acadêmico, professor, pesquisador, empreendedor, ou uma pessoa que ama o universo de possibilidades que o “criar” pode proporcionar, já passou por isso. E se te contasse que esse lugar já existe?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em expansão no mundo todo, os Laboratórios de Fabricação, os FabLabs, também se expandem no Brasil e têm impulsionado cada vez mais o conceito do “faça você mesmo” do </span><i><span style="font-weight: 400">movimento</span></i> <i><span style="font-weight: 400">maker</span></i><span style="font-weight: 400">. Eles têm se tornado ferramentasque possibilitam a realização desse movimento que põe em prática conceitos e incentivam a criação, o empreendedorismo e a inovação. Você sabia que esses ambientes em breve existirão aqui, na nossa universidade? Já é realidade:</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em 2023, dois projetos de FabLabs serão implantados na </span><b>Universidade Federal de Santa Maria</b><span style="font-weight: 400">, nas áreas de </span><b>Bioinsumos</b><span style="font-weight: 400"> e o </span><b>1°</b> <b>FabLab na área de FoodTechs na América Latina, </b><span style="font-weight: 400">o </span><b>BioFabLab</b><span style="font-weight: 400"> e o </span><b>Food Tech FabLab. </b><span style="font-weight: 400">Eles contarão com recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e o órgão executor será o InovaTec UFSM Parque Tecnológico. Nessa reportagem, vamos te explicar sobre esse processo e a importância da criação desses ambientes, que trarão benefícios para toda região. Também traremos exemplos de como o incentivo nessas áreas podem gerar produtos inovadores, como os cases da Baristo e Delivery Much (</span><i><span style="font-weight: 400">app de entrega</span></i><span style="font-weight: 400">), empresas graduadas  na UFSM que hoje integram o mercado nacional. </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<h3 style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b><i>Mas afinal, o que são FabLabs?  </i></b></span></h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Derivado do termo em inglês </span><i><span style="font-weight: 400">Fabrication Laboratory</span></i><span style="font-weight: 400">, FabLabs são ambientes equipados com máquinas e ferramentas de fabricação digital que impulsionam e incentivam a inovação, aprendizagem e o empreendedorismo local. Esses ambientes </span><span style="font-weight: 400">surgiram junto com o crescimento do </span><i><span style="font-weight: 400">Movimento Maker</span></i><span style="font-weight: 400">, fornecendo espaços de interação entre empreendedores, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral para que possam experimentar, aprender, compartilhar conhecimento e desenvolver projetos a partir do uso de tecnologias colaborativas. Esses </span><i><span style="font-weight: 400">makerspaces</span></i><span style="font-weight: 400"> possuem tecnologias como:</span></p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Impressoras  3D, </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cortadoras  a laser</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Máquinas de fresagem CNC entre outras ferramentas de fabricação</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O primeiro Laboratório de Fabricação foi desenvolvido pelo programa do Center for Bits and Atoms (CBA) no Massachusetts Institute of Technology (MIT).  No Brasil, em 2017, segundo panorama feito e publicado no texto </span><i><span style="font-weight: 400">Laboratórios de Fabricação Digital: um estudo da região Sul do Brasil no</span></i><span style="font-weight: 400"> I Congresso Internacional: Pesquisa e Desenvolvimento, foram identificados 32 FabLabs, sendo 13 na região Sul, com um no Paraná, seis em Santa Catarina e seis no Rio Grande do Sul. Atualmente, o número já demonstra ser muito maior se observarmos o mapa disponível no site da </span><a href="https://www.fablabs.io/organizations/rede-fab-lab-brasil"><span style="font-weight: 400">Rede FabLab Brasil </span></a><span style="font-weight: 400">e como aparecem na </span><b>imagem abaixo.</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Dados disponibilizados pelo Instituto FabLab Brasil localizaram </span><b>147 FabLabs pelo país </b><span style="font-weight: 400">e desse total, 6 se encontram no Rio Grande do Sul. Um fato relevante é que </span><b>nenhum deles trabalha com a área de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pKBn__Wv6Mc">Food Tech</a> ou <a href="https://www.youtube.com/watch?v=5cFC4lkLPGY">Bioinsumos </a></b><span style="font-weight: 400">e</span><b>, </b><span style="font-weight: 400">essas informações nos permitem observar a importância da criação desses ambientes e a proporção destes projetos tanto a nível local quanto a nível nacional. Observe:</span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone wp-image-1002 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/06/image3-1024x600.jpg" alt="" width="1024" height="600" /></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><b><i>E qual a função de um FabLab?</i></b><span style="font-weight: 400"> Para Maria Daniele Dutra, </span><span style="font-weight: 400">gestora do InovaTec e coordenadora dos projetos que serão executados na UFSM, é oferecer </span><b>acessibilidade</b><span style="font-weight: 400"> e portanto mais </span><b>igualdade</b><span style="font-weight: 400"> em nossa sociedade, isso porque, segundo ela, são espaços pensados para dar acesso facilitado à inovação e ferramentas às pessoas, seja por meio da formação aberta e gratuita, seja por potencializar as redes e processo colaborativo, que intensificam a aprendizagem prática da tecnologia. Assim, esses ambientes auxiliam no processo de geração de projetos e produtos ligados às demandas da sociedade, podendo colocar </span><b>Santa Maria como uma das cidades rota da inovação na área de alimentos e produtos biológicos.</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Confira:</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b><i>O Food Tech FabLab</i></b></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para o FabLab no ramo de FoodTechs, o objetivo é implantar um sistema indutor de inovação e empreendedorismo no Parque Tecnológico da UFSM, o </span><b>FoodTech FabLab</b><span style="font-weight: 400">, através da instalação de uma infraestrutura física com equipamentos, fornecendo assim capacitação profissional e treinamentos nessa área. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">E o que são FoodTechs? São </span><b>empresas que trabalham ressignificando os sistemas alimentares,</b><span style="font-weight: 400"> utilizando tecnologias para criar soluções inovadoras que podem aprimorar seus nichos de aplicação que como:</span></p>
<ul style="text-align: justify">
<li><i><span style="font-weight: 400">processamento de alimentos</span></i><span style="font-weight: 400">;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><i><span style="font-weight: 400">novos ingredientes e produtos;</span></i></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify">
<li style="font-weight: 400"><i><span style="font-weight: 400">sistemas de entrega por aplicativo (delivery), rastreabilidade;</span></i></li>
<li style="font-weight: 400"><i><span style="font-weight: 400">varejo e food service</span></i><span style="font-weight: 400">: novos equipamentos e serviços e até mesmo trabalhando no problema do desperdício de alimentos na ponta final da cadeia de alimentação.</span></li>
</ul>
[caption id="attachment_998" align="alignleft" width="294"]<img class="wp-image-998" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/06/IMG_1858-1-225x300.jpg" alt="Professor Dr. Juliano Barin " width="294" height="392" /> <strong>Professor Juliano Barin.</strong>[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"> Na prática, vemos que a criação de um FabLab de FoodTech </span><span style="font-weight: 400">impulsiona a criação de   serviços e processos que visam </span><b>melhorar toda essa cadeia de produção</b><span style="font-weight: 400">, e   consequentemente alavancar </span><b>a qualidade dos produtos e, também, a experiência   do consumidor. </b></p>
<p style="text-align: justify"><b></b><span style="font-weight: 400"> Juliano Barin, professor na Universidade Federal de Santa Maria que desempenha   atividades de pesquisa e ensino na área de FoodTech, é um dos membros   participantes do projeto e falou sobre a importância da</span> <span style="font-weight: 400">criação de uma   infraestrutura de desenvolvimento tecnológico para a área alimentícia dentro da   nossa universidade e o impacto de ter esse ambiente para a formação dos   estudantes na nossa instituição, pois se tem um sistema multifatorial, em que haverá   diversas possibilidades ao redor do FabLab.</span><i><span style="font-weight: 400"> “Vai impactar muito positivamente em   questão de acesso e geração de conhecimento, porque ao se trabalhar com FabLab estaremos gerando uma série de conhecimentos que depois serão explorados na pesquisa, pelas empresas, e que vão agregar conhecimentos novos que até então não se tinha. Então, se espera que com isso a consigamos  induzir os processos de inovação, e assim, gerar novos empreendimentos "</span></i><span style="font-weight: 400">, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<h3 style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b><i>Frutos da Inovação</i></b><b><i>: </i></b><b><i>a importância do ramo de FoodTechs no RS</i></b></span></h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Uma característica importante do Rio Grande do Sul é que as FoodTechs aparecem entre os 10 principais segmentos do estado, ocupando a 9ª colocação, diferente do cenário nacional onde o ramo está fora do top 10. Outra característica importante é que a comunidade de Santa Maria é a que apresenta maior concentração de FoodTechs na região sul. </span><span style="font-weight: 400">Não à toa, a UFSM é uma instituição que tem parceria com o maior hub de FoodTechs da América Latina, o </span><a href="https://foodtechhub.com.br/"><span style="font-weight: 400">Food Tech Hub LATAM</span></a><span style="font-weight: 400"> e, cases de sucesso como o aplicativo de entregas </span><b>Delivery Much</b><span style="font-weight: 400"> e a empresa de máquinas de café </span><b>Baristo</b><span style="font-weight: 400">, que foram </span><b>incubadas na UFSM</b><span style="font-weight: 400"> e hoje atuam em escala nacional, mostram a importância e o potencial que o investimento nesse setor causam dentro e fora do ecossistema de inovação, incentivando e fortalecendo também o crescimento do segmento em Santa Maria e região.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Quando falamos em ecossistema de inovação, estamos falando sobre um conjunto de atores e elementos que incentivam a criação e o desenvolvimento dessas ideias inovadoras. Ele é composto por aqueles que chamamos de </span><i><span style="font-weight: 400">quádrupla hélice </span></i><span style="font-weight: 400">da inovação: universidade, empresas, governo e sociedade civil. A interação e colaboração entre esses agentes impulsionam essa troca de conhecimento, fornecendo também recursos e oportunidades ao fomentar a inovação e o empreendedorismo local.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Food Tech FabLab contará com recursos do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, que vai financiar o projeto, e o órgão executor será o InovaTec UFSM Parque Tecnológico. </span><b>Será o primeiro FabLab na área de FoodTechs que será implementado </b><span style="font-weight: 400">e</span><b>, </b><span style="font-weight: 400">conforme observou Barin, a existência de uma estrutura desse porte dentro do Parque trará benefícios que irão atravessar a comunidade acadêmica e possibilitará conexões com o mercado. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Outra observação feita pelo pesquisador foi </span><b>a possibilidade de internacionalização que o FabLab pode proporcionar.</b><span style="font-weight: 400"> “</span><i><span style="font-weight: 400">Uma estrutura como essanão é muito comum e que não se encontra em todos os países. Então esperamos que com isso possamos estreitar laços com outros ambientes de inovação, com outros ambientes de pesquisa e que a gente possa promover esse intercâmbio também</span></i><span style="font-weight: 400">” afirma. A expectativa é de que, se esse modelo tiver sucesso, ele seja replicado em outras unidades da federação. </span><span style="font-weight: 400">Já imaginou as possibilidades e experiências que esses ambientes podem proporcionar tanto para os estudantes quanto para aqueles que se tornarem parte desse movimento inovador? E ainda tem mais:</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<h3 style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b><i>Os equipamentos </i></b></span></h3>
[caption id="attachment_1000" align="alignright" width="421"]<img class="wp-image-1000" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/06/IMG_1870-225x300.jpg" alt="" width="421" height="561" /> <strong>                           Chocolates feitos na impressora 3D</strong>[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As tecnologias que serão utilizadas foram selecionadas de acordo com o potencial de inovação que podem trazer aos processos de produção de ingredientes e alimentos. Elas não privilegiam alguma área específica, de forma que atendam uma maior diversidade de demandas, que vão desde a àrea de vegetais minimamente processados, sucos, bebidas, proteína animal e </span><i><span style="font-weight: 400">plant-based</span></i><span style="font-weight: 400"> (à base de plantas, vegetais), emulsões, aromas, microorganismos, massas, etc. São elas: </span></p>
<ul style="text-align: justify">
<li><b>Impressora 3D de alimentos; </b></li>
<li><b>Extrusora de proteínas (plant-based);</b></li>
<li><b>Pasteurizador à frio</b></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify">
<li><b>Extrator de aromas sem uso de solventes</b></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify">
<li><b>Homogeinizador de alta pressão</b></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Liofilizador;</b></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Spray Dryer. </b></li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Esses equipamentos permitirão o acesso à comunidade do ecossistema de inovação da UFSM e aqueles que se interessam na área a novos conceitos e formas de elaborar e processar alimentos. </span><span style="font-weight: 400">Barin completa falando sobre os benefícios que essas tecnologias trarão ao setor: "Fazermos</span><i><span style="font-weight: 400"> coisas de uma maneira diferente pode agregar valor aos produtos, aos processos ou aos serviços. Então, quando é colocado um alimento, por exemplo, no mercado que, além dele nutrir possa trazer alguns outros benefícios, isso vai estar abrindo novas possibilidades. Muitas empresas estão preocupadas com seus produtos, em  torná-los mais saudáveis, por  exemplo, e as FoodTechs podem criar os meios para isso.</span></i><span style="font-weight: 400">” pontua. </span><span style="font-weight: 400">Outro setor que será beneficiado, segundo Juliano Barin, será o setor regulatório como os órgãos de controle, seja vigilância ou Ministério da Agricultura e outros. </span><i><span style="font-weight: 400">“Tentaremos integrar o regulatório a essas pesquisas, então o próprio órgão regulador vai ter um suporte  que pode ser usado através desse laboratório, para embasar suas decisões em cima da segurança e registro dos produtos. Então vamos ter vários atores da sociedade que estarão cobertos.”</span></i><span style="font-weight: 400"> completou. </span><span style="font-weight: 400">Podemos perceber, até aqui, que existe um escopo muito grande que o FoodTech FabLab beneficiará, e que vai muito além da comunidade acadêmica, e fortalecerá toda estrutura organizacional que fizer parte dele. Com o BioFabLab, não será diferente, veja:</span></p>
<h3 style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b><i>O BioFabLab</i></b></span></h3>
[caption id="attachment_986" align="alignright" width="393"]<img class="wp-image-986" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-08.32.02-1-300x225.jpeg" alt="" width="393" height="295" /> <strong>                     Laboratório de Bioinsumos (UFSM)</strong>[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O projeto do </span><b>BioFabLab </b><span style="font-weight: 400">que será implantado</span><b>, </b><span style="font-weight: 400">tem como objetivo criar um </span><span style="font-weight: 400">espaço de co-criação e inovação que apoiará empreendedores no setor agropecuário com foco na área de Bioinsumos. </span><b>E o que são Bioinsumos?</b><span style="font-weight: 400"> são quaisquer produtos, processos ou tecnologias de origem vegetal, animal ou microbiana, destinados ao uso na produção, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agropecuários. Pode parecer complexo, mas um exemplo de onde podem ser utilizados esses bioinsumos dentro da cadeia do agronegócio é no controle de qualidade de produção, como o doutor em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas, docente da UFSM e membro do projeto, Márcio Mazutti, fala:</span></p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">"Hoje no Brasil se perde muito no pós-colheita. Frutas, principalmente frutas e hortaliças. Então, você pode utilizar um microrganismo para controlar esses fungos que atacam as frutas, diminuindo a incidência desses fungos, consequentemente você preserva ela por mais tempo" afirma.</span></i></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<h3 style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b><i>Sobre o projeto</i></b></span></h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O </span><span style="font-weight: 400">projeto será executado usando a infraestrutura física da Planta Piloto de Bioinsumos (PPB) e a  justificativa para a sua implantação se dá pelo fato do Brasil ter desenvolvido uma grande importância na produção agrícola e, consequentemente, um grande consumidor de insumos como sementes, energia, fertilizantes e agrotóxicos, dependendo da importação de 76% desses ingredientes de países fornecedores como China, Rússia, Canadá e Índia. Consequentemente, têm uma dependência maior nesses países para a importação de insumos, o que pode acabar afetando as safras. O Brasil é um dos países que mais utilizam agrotóxicos no mundo, e os bioinsumos surgem como uma alternativa sustentável que esses produtores podem acessar e utilizar em sua cadeia produtiva.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A nível estadual, o último </span><a href="https://censoagro2017.ibge.gov.br"><span style="font-weight: 400">Censo Agropecuário </span></a><span style="font-weight: 400">realizado em 2017 e publicado em 2019, demonstrou que no Rio Grande do sul, 80,5% dos estabelecimentos foram considerados como de agricultura familiar (do total de 365.094 estabelecimentos localizados em território gaúcho, o que equivale a 7,2% de todos os estabelecimentos do território nacional). Dessa forma, uma característica marcante do estado, nessa área, é a agricultura familiar. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Segundo Mazutti, muitas vezes  esses pequenos agricultores ficam à mercê dessas tecnologias, o que acaba afetando na produtividade das colheitas e na preservação desses produtos. Assim, a utilização desses bioinsumos podem beneficiar a cadeia do agronegócio da região. </span><i><span style="font-weight: 400">“</span></i><i><span style="font-weight: 400">A partir do momento que você começa a disseminar conhecimento, você começa a mostrar para esses pequenos agricultores  que é possível eles começarem a pensar em produzir um biodefensivo, ou caso não queiram produzir, que eles podem comprar de diferentes empresas, biodefensivos e aplicá-los [...] eu acho que essa é a principal contribuição que você tem em termos de desenvolvimento regional.”</span></i><span style="font-weight: 400"> pontua.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ele comenta que o BioFabLab auxiliará no desenvolvimento científico e tecnológico,  a partir do aporte de conhecimento dos estudantes, pessoas e empresas vinculadas,  para desenvolver tecnologias.  E essas tecnologias, de alguma forma, estarão disponíveis para a sociedade. </span><i><span style="font-weight: 400">“Quando eu falo sociedade, eu falo do produtor individual que quer produzir o seu bioinsumo na propriedade,  assim como empresas que querem ter, a partir do contrato de transferência de tecnologia,  essa tecnologia e produzir para a comercialização.  O BioFabLab vai ser um agente que dá esse suporte, que possibilita essas coisas acontecerem,  tanto em desenvolvimento tecnológico, como em prestação de serviço para pessoas físicas,  pessoas jurídicas, enfim, que queiram fazer utilização do seu infraestrutura.”</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Assim, o BioFabLab terá o objetivo de promover e criar soluções inovadoras que promovam </span><span style="font-weight: 400">a </span><b>saúde do solo, a proteção de culturas e a sustentabilidade agrícola</b><span style="font-weight: 400">. Dentro desse ambiente poderá ocorrer:</span></p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">O desenvolvimento de microrganismos benéficos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">biofertilizantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">biopesticidas e outros produtos biológicos que podem </span><b>substituir ou complementar insumos químicos tradicionais,</b><span style="font-weight: 400"> visando reduzir o impacto ambiental e promover práticas agrícolas mais sustentáveis.</span></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify"> </h2>
<h3 style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><b>Planos e metas</b></span></h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além disso, existem metas a serem alcançadas a partir do BioFabLab, como a criação de um espaço de formação técnica visando incentivar a divulgação científica e tecnológica com ênfase na área de bioinsumos. Outras metas são a oferta de serviços técnicos especializados e a transferência de tecnologia em bioinsumos, que teriam como resultado 2 produtos inovadores transferidos ao mercado. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Mazutti também comentou sobre os projetos que poderão ser desenvolvidos dentro do FabLab e sobre sua estrutura, que vai possibilitar </span><span style="font-weight: 400">a venda de serviços para esses produtores onde eles conseguirão desenvolver a parte inicial do processo. “O BioFabLab pode ser utilizado tanto por estudante quanto pela comunidade,  então eu falo comunidade para a realização de cursos, sejam eles teóricos ou práticos,  com demonstração para se ter uma noção do como é o processo de produção dos bioinsumos, principalmente de bioinsumos microbiológicos, que é o que nós estamos falando aqui.  Então vai ter esse foco”</span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<h3 style="text-align: justify"><b><i><span style="color: #333399">Food Tech FabLab e BioFabLab: ambientes abertos para a criatividade (e à comunidade)</span></i></b></h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Tanto FoodTech FabLab quanto o BioFabLab </span><b>serão espaços projetados para serem colaborativos e abertos</b><span style="font-weight: 400">, permitindo que pessoas de diferentes formações e habilidades possam participar e desenvolver projetos dentro dessas áreas. Barin também pontuou sobre o uso dessas estruturas para ministrar aulas práticas, onde os alunos poderão verificar o funcionamento dos equipamentos e utilizar esses processos para algumas disciplinas e o quanto esse acesso vai estimular ainda mais os estudantes. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O ambiente do Parque Tecnológico da UFSM é um lugar promissor e oportuno para o desenvolvimento desses FabLabs, visto que com esse ecossistema de inovação criam-se também oportunidades para desenvolver conexões entre as empresas que fazem parte dali.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além disso, as startups que fazem parte do Parque poderão utilizar os FabLabs como ferramentas para prototipação de seus produtos ou até mesmo desenvolver sua tecnologia, podendo aproveitar as facilidades de fabricação  disponíveis para desenvolver seus projetos e testar seus produtos. A interação entre essas organizações será mutuamente vantajosa e fortalecerá ainda mais o ecossistema de inovação.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A gestora do Inovatec Maria Daniele Dutra, que também é coordenadora dos dois projetos, falou sobre como as empresas poderão utilizar esses espaços para o desenvolvimento de inovações tecnológicas. Segundo ela, serão ambientes propícios e estruturados para validação e prototipagem de inovações e tecnologias, afinal contarão com uma estrutura física que incluem equipamentos de ponta </span><i><span style="font-weight: 400">"Para quem quer sair da fase de conceito e ir para o protótipo (que é o produto teste), além de todo o suporte de base científica, tecnológica e intelectual diferenciais (que são os pesquisadores, estudantes) que aceleram o processo de inovação.” </span></i><span style="font-weight: 400">afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Clarissa Teixeira, que faz parte do projeto, é  doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina Líder do Grupo </span><a href="https://via.ufsc.br/"><span style="font-weight: 400">VIA Estação do Conhecimento</span></a><span style="font-weight: 400">, também abordou esses aspectos e observou como esse ambiente de inovação permite a conexão com pesquisadores, alunos e empresas vinculados ao ecossistema de inovação, o que é particularmente valioso para empreendedores, startups e pequenas empresas que estão procurando desenvolver novos produtos. Além do público geral que engloba estudantes, universitários, empreendedores e criativos que poderão utilizar esses ambientes, Clarissa Teixeira menciona outras </span><b>comunidades que um FabLab pode atender:</b><span style="font-weight: 400"> </span><b></b></p>
<ul style="text-align: justify">
<li><b>Crianças de escola pública e particular;</b></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Artistas/Artesãos:</b><span style="font-weight: 400"> Os artesãos e artesãos tradicionais devem ser encorajados a experimentar as ferramentas e processos do fab lab. O laboratório não substitui seu trabalho tradicional, mas aumenta e amplia a paleta do que eles podem fazer em seu trabalho. Segundo Teixeira, é muito importante ter artistas experimentando as ferramentas do FabLab Segundo ela, um artista em programa de residência pode ser realmente interessante pois, se eles produzirem alguma arte ou artesanato de alto nível para exibição no laboratório e em espaços públicos externos, isso ajudará a mostrar as capacidades do laboratório, obter o endosso dos artistas e construir a reputação do FabLab para o público.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Funcionários governamentais ou corporativos:</b><span style="font-weight: 400"> Pode ser um grupo que encontrará novos usos para o laboratório e novos especialistas para se voluntariar e trabalhar no laboratório, e eles divulgarão o laboratório para a comunidade em geral.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Gestores</b><span style="font-weight: 400">: Grupo interessado em prototipar criações para serem incorporados na sua organização.</span></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify"> </h2>
<h3 style="text-align: justify"><em><b><span style="color: #333399">O processo de implantação dos FabLabs e os efeitos para Santa Maria e região </span></b></em></h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Como </span><b>um dos objetivos para esses projetos é obter o selo para serem um FabLab do Foodtech e BioFabLab,</b><span style="font-weight: 400">  é necessário qualificar estes ambientes conforme orientações do FabLab Foundation, rede criada pelo MIT que rege os conceitos, valores e padrões de funcionamento desses ambientes em mais de 90 países. Assim, o trabalho iniciará pela estruturação da:</span></p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">metodologia</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">processos </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">e modelo de negócios, que orientará as atividades dos ambientes de prototipagem e validação</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao falar sobre o impacto que esses ambientes inovadores, Maria Daniele visualiza o potencial de Santa Maria como rota de inovação com a criação dos FabLabs. “</span><i><span style="font-weight: 400">Quando estes ambientes estiverem operando, poderemos ajudar na geração de negócios, atração de empreendedores, consequentemente oportunidades e renda, além de contribuir na inserção de Santa Maria, como uma das cidades rota da inovação na área de alimentos e de produtos biológicos, despontando como uma cidade empreendedora.</span></i><i><span style="font-weight: 400">”</span></i><span style="font-weight: 400"> finalizou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além do </span><span style="font-weight: 400">Ministério da Agricultura e do Abastecimento, o </span><span style="font-weight: 400">projeto dos FabLabs conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Santa Maria,Sebrae e do Food Tech Hub Latam. A participação de forma integrada de todos os agentes do ecossistema, proporcionará </span><b>uma nova oportunidade para o desenvolvimento social e econômico da região</b><span style="font-weight: 400">, </span><b>que poderá beneficiar empreendedores, estudantes, pequenas empresas</b><span style="font-weight: 400">, por meio do acesso e igualdade às inovações e ferramentas tecnológicas. Promover a inovação aberta e colaborativa nesses ambientes, além de encurtar os ciclos de inovação, </span><b>irão aprimorar modelos de negócios existentes</b><span style="font-weight: 400"> e gerar novos modelos de negócios com mais rapidez e eficácia. </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Texto e fotos: Izadora Lemes Rocha, estagiária de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico. </span></i></p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Luana Giazzon Assessora de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.</span></i></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        