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			<description>Universidade Sustentável - O esforço da UFSM na preservação do meio ambiente</description>
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	<title>UMA</title>
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						<item>
				<title>Obra da nova academia do CEFD possui Licença Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2023/03/08/obra-da-nova-academia-do-cefd-possui-licenca-ambiental</link>
				<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:57:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Buscando ampliar seu espaço físico e proporcionar um ensino de qualidade, a Universidade Federal de Santa Maria deu início à construção de uma academia de musculação, no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Este espaço atenderá a comunidade que participa de projetos desenvolvidos pelos professores e alunos do curso de Educação Física da Universidade.&nbsp; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Buscando ampliar seu espaço físico e proporcionar um ensino de qualidade, a Universidade Federal de Santa Maria deu início à construção de uma academia de musculação, no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Este espaço atenderá a comunidade que participa de projetos desenvolvidos pelos professores e alunos do curso de Educação Física da Universidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mas você conhece os bastidores de uma nova obra dentro da UFSM? E quais são os setores envolvidos?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Todo novo espaço construído na instituição que vá causar impacto ambiental - como o corte de árvores nativas e/ou aumento na geração de efluentes, necessita do Licenciamento Ambiental, que é obtido através de uma Licença Prévia e de Instalação para Ampliação (LPIA). Esse procedimento é uma exigência que consta na Licença de Operação do campus sede da UFSM e é importante frisar que a obra só pode ser iniciada após a emissão da Licença Ambiental.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a obtenção da Licença Prévia é necessário documentos como a caracterização geotécnica, inventário florestal, plano de controle ambiental das obras civis, laudo do meio biótico e projeto de esgotamento sanitário. Toda documentação é produzida na Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), envolvendo, principalmente, a Coordenadoria de Obras e Planejamento Ambiental (COPA) e o Setor de Planejamento Ambiental. Além disso, os setores contam com a parceria de professores e laboratórios da Universidade para realização&nbsp; da documentação necessária. Para a academia, a PROINFRA contou com a ajuda do Professor Dr. Dalvan José Reinert, do Laboratório de Física do Solo, que auxiliou na execução de ensaios para definição da taxa de infiltração do solo, que comprova que o local está apto para receber o efluente que será gerado, garantindo assim seu tratamento.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após todas essas etapas estarem concluídas, é aberto um processo na plataforma Sistema Online de Licenciamento Ambiental, que pertence a FEPAM. O órgão analisa a documentação, e estando tudo certo, é emitida a LPIA.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A obra será fiscalizada por um Engenheiro Civil e pela Engenheira Sanitarista e Ambiental do Setor de Planejamento Ambiental da PROINFRA. A fiscalização é imprescindível para a garantia da execução de maneira correta de tudo que consta na licença. Uma dessas obrigatoriedades é a gestão dos resíduos da construção civil, que devem ser enviados para aterro sanitário licenciado. Essa ação deve ser comprovada através do Comprovante de Destinação Final desses resíduos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O licenciamento ambiental das novas obras é um grande passo para sermos uma Universidade cada vez mais sustentável, que respeita e cuida do meio ambiente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Colégio Politécnico em parceria com a PROINFRA oferece composteira para realização de aulas práticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/08/04/colegio-politecnico-em-parceria-com-a-proinfra-oferece-composteira-para-realizacao-de-aulas-praticas</link>
				<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:15:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1060</guid>
						<description><![CDATA[Projeto iniciou em 2011 e retomou as atividades no início de 2017]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>[caption id="attachment_1061" align="alignleft" width="430"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-04-at-15.18.29-768x1024.jpeg" alt="" width="430" height="573"> Composteira da UFSM após recebimento da coleta pelos pontos do campus.[/caption]
<p>Após a criação do curso técnico em Meio Ambiente do Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 2011, viu-se a necessidade de um local em que os alunos pudessem colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula. Inicialmente, essa prática era feita de uma maneira bem simples: com uma lona estendida no chão - para não contaminar o solo - e materiais orgânicos simulando o processo de compostagem. Por conta da alta demanda pelo serviço, foi preciso que houvesse o uso de uma estrutura maior e mais profissional.&nbsp;</p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pensando na expansão da atividade para outros setores da Universidade, o professor Maurício Vicente Motta Tratsch, juntamente a outros profissionais do Politécnico, submeteram o projeto da composteira ao Projeto Ciclo de Vida Sustentável. Essa iniciativa tinha como objetivo dar espaço e visibilidade à ações que buscassem melhorar o meio ambiente. A composteira da UFSM foi contemplada com a máquina revolvedora - que auxilia na mistura dos resíduos orgânicos, favorecendo a entrada de oxigênio no processo de compostagem -&nbsp; e com as placas solares, para que pudessem gerar energia fotovoltaica e colocar em funcionamento a estrutura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente o local é utilizado para as aulas práticas dos cursos de Técnico em Meio Ambiente, Técnico em Alimentos e no curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental, nas disciplinas de Resíduos Sólidos e Tecnologias Limpas, Tratamento de Resíduos e Gestão de Resíduos, respectivamente. O húmus gerado pelas técnicas aplicadas na compostagem é utilizado para fomento do solo do próprio Colégio Politécnico. Alguns dos locais em que esse composto orgânico é usado são: o laboratório de fruticultura, laboratório de espécies nativas e práticas ambientais e também nas áreas verdes do colégio. O espaço possibilita aos acadêmicos uma experiência que não seria vivenciada em sala de aula, como o processo de análise de bactérias, utilização do triturador, e separação de resíduos para a compostagem. O projeto conta ainda com a participação de bolsistas, que tem como objetivo o conhecimento da prática e o monitoramento da chegada de resíduos do campus.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A coleta de resíduos orgânicos no campus sede ocorre através da parceria com o Setor de Planejamento Ambiental da PROINFRA, que gerencia a operacionalização da rota. A iniciativa surgiu com a professora Marta Tocchetto em 2017 com o trabalho de coleta seletiva, e atualmente abrange 24 pontos, entre eles: Restaurante e Lancheria Sabor e Rango (Centro de Educação - CE), Restaurante Pitadella (Centro de Ciências da Saúde - CCS), Cosmopolita CoffeeHouse (Centro de Tecnologia - CT), Incubadora Tecnológica, CPD, COPERVES, CQVS, DERCA, AGITTEC e Reitoria, tendo um montante aproximado de 250 kg de resíduos orgânicos por dia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A composteira junto com outras iniciativas da Universidade, como os Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s) de Resíduos Eletroeletrônicos e a própria Coleta Seletiva Solidária da UFSM, são de extrema importância para a destinação de resíduos no campus, pois propiciam a reciclagem e o reaproveitamento de resíduos que outrora iriam para um aterro sanitário.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Entendendo o funcionamento de uma composteira</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A compostagem consiste no conjunto de técnicas que transformam a matéria orgânica em húmus, ou seja, um adubo de boa qualidade. No caso da técnica realizada pela UFSM, a principal fonte vem dos alimentos que são descartados pelos locais em que a coleta passa. Para que esse material possa ser utilizado na composteira, o alimento não pode estar cozido ou temperado e de preferência deve ter dimensão de 1 a 5 cm. Os resíduos utilizados para a criação do húmus são uma mistura balanceada entre fontes de carbono e de nitrogênio que resultam em alimento para as bactérias que realizam a decomposição, além de funcionar como regulador de umidade e temperatura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os benefícios da técnica da compostagem são vários, entre eles pode-se destacar: o baixo custo, destinação correta aos resíduos orgânicos, contribuição para melhoria da qualidade do solo e do desenvolvimento de plantas, e redução da utilização de fertilizantes químicos, resultando em uma menor contaminação ambiental.&nbsp;<br><br><br>Texto e foto: Maria Carolina Dias, estudante de Jornalismo e bolsista de comunicação na PROINFRA</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Comitê Ambiental da CEU II realiza terceira edição do Escambo Solidário</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/03/29/comite-ambiental-da-ceu-ii-realiza-terceira-edicao-do-escambo-solidario</link>
				<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 18:31:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1046</guid>
						<description><![CDATA[Na tarde do dia  19 de março (sábado), o Comitê Ambiental da Casa do Estudante (CEU) II da UFSM realizou a terceira edição do Escambo Solidário. Idealizado e desenvolvido pela organização juntamente com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) da UFSM, o Escambo visa sensibilizar os moradores da CEU II e comunidade acadêmica quanto à [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<h2 style="text-align: center"><br /><img src="https://lh3.googleusercontent.com/nRk1wZ_vZLXkahG9NjXIz98XE26GmX3KOEuSHToZtR4vnSLeX9X4f8gdWwWyk61pbblPOT-H5SknhwWPoH-ER1h_bu-AxWXGiUV7SVCAgxEI4SGrr72QcG5SDWhLUu9TUw69cYm-" width="239" height="317" /></h2>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Na tarde do dia  19 de março (sábado), o Comitê Ambiental da Casa do Estudante (CEU) II da UFSM realizou a terceira edição do Escambo Solidário. Idealizado e desenvolvido pela organização juntamente com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) da UFSM, o Escambo visa sensibilizar os moradores da CEU II e comunidade acadêmica quanto à necessidade da adoção de práticas sustentáveis no dia a dia. Nessa edição, ele foi realizado no Hall da União Universitária  (Restaurante Universitário 1) do campus sede.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A ação se resume em trocas de embalagens descartáveis por Ecopilas (moeda do projeto). Quem realizasse essas trocas e angariasse a quantidade necessária de Ecopilas, poderia trocar as moedas por plantas de diversos tipos, <a href="https://drive.google.com/file/d/12qWYRZkBJHOmPhObAwvBwJQm0vuLm7FV/view">catalogadas anteriormente</a> pela CEU. As embalagens foram entregues previamente e também no dia do evento, contabilizando até então, cerca de 700 unidades recebidas e “pagas” com Ecopilas. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa casou com a distribuição de marmitex que está sendo feita pelo RU desde fevereiro, dando uma destinação melhor para as embalagens distribuídas. A cada embalagem de marmitex devidamente higienizada, foram entregues 2 Ecopilas. Muitos moradores escolheram aguardar a próxima edição do Escambo para acumularem mais embalagens e conseguirem trocar por mais Ecopilas. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A 4ª edição do Escambo Solidário ainda não possui uma data definida, mas há previsão que ela ocorra no início de junho. Este intervalo permite aos moradores acumularem Ecopilas para trocar pelas plantas.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O Comitê Ambiental da CEU segue recebendo e trocando as embalagens todos os sábados pela manhã, das 8h30min às 11h, no viveiro localizado em frente ao bloco 23. Além de marmitex, há a oferta de Ecopilas para embalagens de amaciante e, em breve, óleo de cozinha. Todos os materiais adquiridos são reutilizados nos projetos desenvolvidos pelo Comitê. As embalagens marmitex, por exemplo, são utilizadas como camada de drenagem na montagem dos vasos e arranjos de plantas. Para mais informações, acesse as páginas do Comitê Ambiental nas <a href="http://instagram.com/ca.ufsm">redes sociais.</a> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Enfermagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/03/29/fala-ai-pet-pet-enfermagem</link>
				<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 18:29:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1044</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Enfermagem do campus sede da UFSM conta um pouco da sua história no décimo episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em 2007, objetivando proporcionar uma formação integral aos acadêmicos, o programa conta hoje com um time completamente feminino de 12 bolsistas que desenvolvem uma série [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Enfermagem do campus sede da UFSM conta um pouco da sua história no décimo episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em 2007, objetivando proporcionar uma formação integral aos acadêmicos, o programa conta hoje com um time completamente feminino de 12 bolsistas que desenvolvem uma série de ações baseadas na tríade <em>ensino, pesquisa e extensão</em> dentro da Universidade e ao seu redor.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentre as ações desenvolvidas, está “O Lamparim”, um informativo produzido semestralmente com conteúdos científicos da área da saúde e Enfermagem, veiculado nas redes sociais do PET Enfermagem. Há também o “Educa PET”, que promove espaços de educação em saúde nas áreas de maior circulação de pessoas da UFSM, e online atualmente, por meio de materiais e palestras nas redes sociais do projeto. Já “O Adolescer” oferece oficinas conforme interesse do público alvo, formado por adolescentes. Por fim, o “Circulação” é uma das atividades de maior destaque, porque engloba vários grupos PET da UFSM na mobilização pela doação de sangue e conscientização da população geral sobre a importância do ato.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A organização das funções e tarefas se dá logo no início de cada semestre, de acordo com a carga horária e as demandas de cada projeto. Para isso, há a realização de uma reunião com o intuito de montar equipes que serão administradoras do projeto no decorrer do ano; nessas se escolhe duas “mães” para cada projeto (mães são as responsáveis, quem responde pelo projeto) e mais três ou quatro bolsistas para comporem a equipe. Todos os anos acontece a troca de projetos para que as bolsistas consigam vivenciar&nbsp; todos os projetos em seu tempo enquanto PETianas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No quesito sustentabilidade, o assunto é pautado em conversas entre as integrantes do grupo. Assuntos como a separação de resíduos e a importância da conscientização do consumo são debatidos pelas bolsistas. Além disso, o grupo produziu para um projeto, bonecos feitos de garrafas pet para que fossem utilizados em ações presenciais, uma forma criativa e sustentável encontrada pelos integrantes responsáveis de ter o material necessário para o desenvolvimento do projeto. Recentemente, em um INTERPET que teve como temática a sustentabilidade, as bolsistas, professoras tutoras e colaboradoras puderam participar, entender diversas questões emergenciais existentes em relação ao estilo de vida e meio ambiente, bem como refletir e pensar ações futuras e como o PET pode impactar de forma positiva para o olhar acerca da sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Quando questionadas sobre como é fazer parte do PET Enfermagem, as integrantes disseram: “Uma frase bastante comum de ser dita por um PETian@ é que somos ‘uma pessoa antes do PET e outra totalmente diferente depois do PET’ e essa é uma frase que define muito bem tudo que este programa nos possibilita.”.. “É surreal a forma como desde o primeiro dia como PETian@ somos instigados a melhorar, evoluir, desafiar, aprimorar [...] realmente, não é fácil, porém, vale muito a pena.”, finalizam as integrantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Restaurante Universitário da UFSM campus sede disponibilizará marmitex para alunos moradores das Casas do Estudante</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/02/17/restaurante-universitario-da-ufsm-campus-sede-disponibilizara-marmitex-para-alunos-moradores-das-casas-do-estudante</link>
				<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 16:16:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[RU]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[A partir do dia 21 de fevereiro (segunda-feira), o Restaurante Universitário (RU) da UFSM campus sede disponibilizará marmitex (almoço e jantar) para estudantes moradores das Casas do Estudante. Nesta primeira etapa, haverá a produção e distribuição de aproximadamente 1500 marmitex por dia, que serão direcionados para os alunos com Benefício Socioeconômico (BSE) moradores das Casas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A partir do dia 21 de fevereiro (segunda-feira), o Restaurante Universitário (RU) da UFSM campus sede disponibilizará marmitex (almoço e jantar) para estudantes moradores das Casas do Estudante. Nesta primeira etapa, haverá a produção e distribuição de aproximadamente 1500 marmitex por dia, que serão direcionados para os alunos com Benefício Socioeconômico (BSE) moradores das Casas do Estudante devidamente cadastrados na primeira etapa do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prae/censo-dos-estudantes-cadastrados-no-programa-de-auxilio-alimentacao-emergencial/">censo da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE)</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Agendamento e retirada do marmitex:&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para retirar o marmitex, os interessados e cadastrados no Censo da PRAE devem realizar o agendamento no <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/cpd/servicos/aplicativo-ufsm-digital/">aplicativo da UFSM Digital</a> ou no <a href="https://portal.ufsm.br/ru/usuario/extratoSimplificado.html">Portal de agendamentos do RU</a>, entrar no Restaurante usando máscara facial, apresentar a carteirinha de identificação (titulares e responsáveis pelos titulares), carteirinha de vacinação e retirar a refeição.  O consumo dentro do refeitório ainda não é permitido devido à pandemia. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Horários de agendamento da retirada do marmitex: </li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Almoço: Até às 20h do dia anterior;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jantar: Até às 11h30min.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Horário para a retirada do marmitex:</li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Almoço: 11h30min - 13h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jantar: 18h - 19h15min.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em caso de desistência, o interessado deve cancelar o agendamento ou disponibilizar, as duas opções podem ser realizadas no APP UFSM Digital ou no Portal do Restaurante Universitário.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Consumo e descarte</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O marmitex é entregue em embalagem de isopor para garantir o melhor acondicionamento e manutenção da temperatura dos alimentos. Sugere-se o consumo imediato da refeição no apartamento de cada estudante, evitando aglomerações. Apesar do isopor ser um material reciclável, em Santa Maria não há empresas que façam o selecionamento e reciclagem de embalagens de isopor. Por isso, as embalagens devem ser higienizadas e descartadas nos contêineres cinzas - para rejeitos - espalhados no entorno das Casas do Estudante pelo campus da UFSM.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por que o Isopor?&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesmo sendo um material sem destinação reciclável no município, ele continua sendo o mais adequado para armazenamento e conservação dos alimentos disponibilizados nos marmitex. Pensando na redução de danos ambientais, o Projeto Janela Verde, desenvolvido pelo Comitê Ambiental da Casa do Estudante II da UFSM, realiza o chamado “Escambo Solidário”. Nele, há a troca de materiais de isopor <strong>higienizados </strong>por mudas de plantas, seguindo as devidas <a href="https://drive.google.com/file/d/1p0mXWsyQSefYTD3089Ryq01cB0aYVstZ/view?usp=sharing">orientações</a>. A cada 10 embalagens serão pagos 2 EcoPilas (moeda do projeto) que poderão ser utilizados na compra de mudas e plantas ornamentais, condimentares, aromáticas, medicinais e PANC’s produzidas no viveiro, como hortelã, peixinho-da-horta e guaco. Para acessar o catálogo completo de plantas, <a href="https://docs.google.com/presentation/d/1kVYmniumMppuvXGcvqvREMD9ybjITrZo/edit?usp=sharing&amp;ouid=100919330629082644334&amp;rtpof=true&amp;sd=true">clique aqui</a>! Além disso, o Comitê Ambiental da CEU continuará publicando novidades acerca do escambo solidário em seu perfil no Instagram (@ca.ufsm).</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Engenharia Elétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/01/28/fala-ai-pet-pet-engenharia-eletrica</link>
				<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 20:08:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1033</guid>
						<description><![CDATA[No 9° episódio da série “Fala aí, PET!”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Elétrica da UFSM é destaque. Fundado em agosto de 1995 pelo professor Alexandre Campos, ele surgiu com o intuito de oficializar os grupos de alunos que estavam procurando trabalhar com tutoria, projetos de pesquisa, melhoria do curso, entre outros projetos. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/minicursos-2-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />No 9° episódio da série “Fala aí, PET!”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Elétrica da UFSM é destaque. Fundado em agosto de 1995 pelo professor Alexandre Campos, ele surgiu com o intuito de oficializar os grupos de alunos que estavam procurando trabalhar com tutoria, projetos de pesquisa, melhoria do curso, entre outros projetos.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>No momento, o PET-EE possui 18 projetos em andamento distribuídos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Na extensão, o programa se destaca desenvolvendo seis destes projetos em que os estudantes interagem com a comunidade, sendo eles: Atividade de Voluntariado, Circulação, Curso de Eletricidade Básica voltado para Mulheres, Eletrônica Fundamental, Olimpíada de Robótica e Bandeiras Tarifárias de Energia Elétrica. O Curso de Eletricidade Básica voltado para mulheres, colabora diretamente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6 da Agenda 2030, que prevê a Igualdade de Gênero.  Nele, as integrantes mulheres do PET ensinam alunas de escolas da região sobre eletricidade básica, ensinando como instalar uma lâmpada ou montar um circuito de tomada.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/Nosso-grupo-1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>Atualmente, o PET Engenharia Elétrica possui 15 integrantes, sendo 12 bolsistas e 3 não-bolsistas. Cada membro deve escolher, no mínimo, um projeto de cada área (pesquisa, ensino e extensão) para fazer parte. Normalmente, o integrante escolhe mais de três projetos e auxilia na realização deles. Cada projeto possui um líder que organiza seu grupo e responde por ele. </p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>Dentre as atividades protagonizadas pelo grupo, está a produção de minicursos que, devido à pandemia, foi idealizada no formato online. Neles, o  PET se preocupa em estudar e divulgar dados sobre a utilização da energia sustentável, como a energia solar e eólica, buscando conscientizar as pessoas sobre a sua importância.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>A discussão sobre o uso de energia de fontes renováveis é essencial para a construção de um futuro mais sustentável. A <a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica">matriz energética brasileira apresenta</a> boas porcentagens de fontes renováveis, somando lenha e carvão vegetal, hidráulica, derivados de cana e outras. Nossas fontes renováveis de energia totalizam 46,2%. Apesar disso, o petróleo, o gás natural e o carvão mineral, fontes não renováveis, continuam como a maioria. Fontes não renováveis são aquelas que possuem finitude na natureza e geralmente causam danos ao meio ambiente, como a liberação de Gases de Efeito Estufa (GEE), que interferem diretamente na temperatura terrestre. </p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>“O PET está sempre nos desafiando e nos ensinando, compartilhamos várias experiências e crescemos como pessoas e profissionais da área. O PET é um programa único que nos proporciona vivências que complementam a nossa graduação”, conta Laira Milena Moraes Tomé, integrante do PET Engenharia Elétrica por dois anos.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Comunicação Social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/01/04/fala-ai-pet-pet-comunicacao-social</link>
				<pubDate>Tue, 04 Jan 2022 21:12:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[falaaipet]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No nono episódio da série “Fala aí, PET!”, o grupo Programa de Educação Tutorial de Comunicação Social da UFSM (PETCom) é destaque. Integrado atualmente por 14 alunos dos cursos de graduação de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, o PETCom trabalha com a tríade de indissociabilidade universitária: ensino, pesquisa e extensão. Com orientação da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":1030,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/CAE43F7A-8DCD-4764-BE34-8FB570F72A2E.jpeg" alt="" class="wp-image-1030" /><figcaption>Grupo PET durante palestra </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No nono episódio da série “Fala aí, PET!”, o grupo Programa de Educação Tutorial de Comunicação Social da UFSM (PETCom) é destaque. Integrado atualmente por 14 alunos dos cursos de graduação de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, o PETCom trabalha com a tríade de indissociabilidade universitária: ensino, pesquisa e extensão. Com orientação da docente tutora Jaqueline Quincozes Kegler, o grupo oferece aos estudantes da graduação e à comunidade externa a oportunidade de realizar atividades complementares ao currículo, transformando ideias e conhecimentos através da pesquisa, do ensino e da extensão.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro do PET, há grupos que realizam atividades voltadas para cada eixo universitário. O Educonexão é um dos projetos de extensão desenvolvidos pelo PET da Comunicação Social. Por meio de parcerias com escolas públicas da cidade de Santa Maria/RS, são realizadas oficinas e rodas de conversa com os estudantes de Ensino Médio ministradas por integrantes do PETCom, com temáticas anteriormente decididas junto à escola e que busquem construir um saber interdisciplinar e transformador, agregando conhecimento tanto para os petianos e petianas quanto para os estudantes, compreendendo o papel social da mídia e da comunicação, estimulando suas capacidades críticas e de criação de conteúdo, também incentivando o interesse sobre o ingresso em uma universidade pública. <br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"left","id":1029,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/A9640E0B-A142-4649-87D4-EF481FD77876.jpeg" alt="" class="wp-image-1029" /><figcaption>Grupo PETCom na Mateada #SouUFSM em 2019</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ainda na extensão, existe o Ecolândia, que há mais de treze anos promove cidadania e qualidade de vida para a população. Por meio de um programa semanal veiculado na Rádio Caraí 106.3 FM, o projeto busca produzir informações de cunho socioambiental que atendam às demandas da zona sul/oeste de Santa Maria/RS, gerando a aproximação entre os acadêmicos envolvidos no projeto e os moradores da região.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Convidando especialistas para conversarem com os ouvintes, o projeto Ecolândia contribui com a educação ambiental dos moradores de Santa Maria e região. Nele, já foram debatidos diversos assuntos relacionados à sustentabilidade, como coleta seletiva e reciclagem, além de estímulo a ações solidárias, como a doação de sangue.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na pesquisa, o grupo realiza tanto trabalhos coletivos quanto individuais. A pesquisa coletiva é resultado do desejo de melhoria do grupo, em relação às atuações exercidas pelo coletivo, como as atividades de ensino, eventos e projetos de extensão. Atualmente, o PETCom desenvolve pesquisas sobre acessibilidade,&nbsp; tornando as atividades de ensino e extensão espaços mais acessíveis. Já no campo individual,&nbsp; o PET – Comunicação Social planeja, com orientação da tutora em todos os estágios, as pesquisas individuais.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Acreditamos que para os membros seja de muita satisfação fazer parte do PETCOM por estarmos sempre inovando e buscando conhecimento dentro de tudo o que nos propomos a fazer”, afirmam os membros. “O PETCOM trabalha com a acessibilidade, diversidade e de forma horizontal, o que agrega muito dentro da vida de cada um dos membros, tanto pessoal quanto acadêmica. Por outro lado, também estudamos e aprendemos muito atrás das pesquisas e leituras que realizamos, o que podemos dizer é que o PETCOM tem uma ótima influência para preparar os petianos para o mercado de trabalho”, finalizam os petianos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Engenharia Florestal Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/17/fala-ai-pet-pet-engenharia-florestal-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 22:01:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fala ai pet]]></category>
		<category><![CDATA[PET Engenharia Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[pet florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Dando sequência à série “Fala aí, PET!”, a aluna Janaíne Jachi do curso de Engenharia Florestal, integrante do Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Florestal da UFSM campus Frederico Westphalen, conta mais sobre o programa do qual faz parte. Atualmente formado por 12 bolsistas, incluindo uma bolsista de Relações Públicas que auxilia na comunicação do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_1025" align="aligncenter" width="910"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-13.09.08-1024x768.jpeg" alt="" width="910" height="683" /> Petianos no Conecta Florestal em parceria com o supermercado Bertoletti. Ação foi realizada no Dia das Crianças, onde mudas foram distribuídas e as crianças concorriam à uma bicicleta. Foto: Facebook PET Engenharia Florestal - UFSM FW. Outubro de 2021[/caption]
<p>Dando sequência à série “Fala aí, PET!”, a aluna Janaíne Jachi do curso de Engenharia Florestal, integrante do Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Florestal da UFSM campus Frederico Westphalen, conta mais sobre o programa do qual faz parte. Atualmente formado por 12 bolsistas, incluindo uma bolsista de Relações Públicas que auxilia na comunicação do grupo, três voluntários e um professor tutor, o grupo tem desempenhado importantes atividades no meio acadêmico e socioambiental.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Desenvolvendo atividades desde janeiro de 2013, o PET Florestal FW coleciona uma série de ações com impactos positivos na comunidade. Hoje, a iniciativa conta com nove grandes projetos, divididos em ensino, pesquisa e extensão, mas que se desdobram em projetos menores. Dentro da área da pesquisa, o grupo realiza uma série de trabalhos. Na 36º Jornada Acadêmica Integrada da UFSM de 2021, o grupo teve seis trabalhos aprovados.</p>
[caption id="attachment_1027" align="alignright" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-13.09.09-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Parceria com Suco Prats com sementes peletizadas. Facebook, setembro de 2021.[/caption]
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Eles desenvolvem também o podcast “Horizontes Florestais”, que traz professores convidados para discutirem assuntos relevantes para a área florestal, como Economia Florestal e Inovações na área da tecnologia da madeira. Nessa perspectiva de promoção dos conhecimentos do curso para os estudantes de diferentes semestres, o PET possui uma agenda de publicações ativa em suas redes sociais (Instagram: @petflorestalufsm), onde eles postam conteúdos relevantes para os estudantes de Engenharia Florestal.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Jachi diz que, apesar de todas as atividades apresentarem grande relevância para os membros e pessoas impactadas, a ação desenvolvida  pelo PET que ganha maior relevância entre os estudantes é o Conecta Florestal, que não só atende os alunos do curso de Engenharia Florestal, mas leva conhecimentos interdisciplinares para todos os estudantes interessados, como informações sobre intercâmbios e dicas sobre o mercado de trabalho. </p>
[caption id="attachment_1026" align="alignleft" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-13.09.08-1-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Petianos fazendo inventário de Huvenia Dulcis (uva do Japão), espécie invasora, em Área de Preservação Permanente. Lageado Pardo. Facebook, agosto de 2021.[/caption]
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na sustentabilidade, o próprio curso de origem do PET já desempenha ações em prol do meio ambiente. Dentro do grupo, isso não seria diferente. O PET atua com a produção de mudas, levantamento de espécies florestais em Frederico Westphalen e também com a educação ambiental. Os membros também se mobilizam durante o mês de setembro em prol da campanha Setembro Amarelo, que visa à prevenção ao suícidio. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Jachi diz que o momento mais marcante do PET para ela foi a pandemia. “O PET conseguiu transformar a pandemia em uma força, o grupo ficou mais unido, houve atividades de imersão, e, por mais ruim que foi e ainda é esse período, ele auxiliou o fortalecimento das nossas relações interpessoais”, diz a jovem. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Mesmo com o distanciamento social, o grupo permaneceu unido de forma remota, realizando encontros, capacitações e workshops, mantendo a rotina de projetos ativa mesmo diante de uma crise sanitária jamais vivenciada por eles. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A estudante ainda ressalta que a rotatividade dos membros auxilia na melhoria dos processos dentro do programa. “Quando entram novos alunos, entram novas pessoas com pensamentos diferentes”, diz  ela. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Por fim, Jachi diz que fazer parte do PET Engenharia Florestal é uma experiência enriquecedora, tanto na parte acadêmica e profissional, quanto pessoalmente. “Como trabalhamos em grupo, acabamos desenvolvendo nossa comunicação, empatia [...] Aprendemos a escutar a ideia do outro e, além disso, conhecemos várias pessoas de outros PET’s e de outras Universidades, o que gera um <em>Network</em> bem legal”, finaliza a petiana. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! PET Biologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/10/fala-ai-pet-pet-biologia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 19:59:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[falaaipet]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Ciências Biológicas do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM conta um pouco da sua história no sexto episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em abril de 1992,&nbsp; período em que a proposta era regida dentro das normas do Programa Especial de Treinamento, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Ciências Biológicas do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM conta um pouco da sua história no sexto episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em abril de 1992,&nbsp; período em que a proposta era regida dentro das normas do Programa Especial de Treinamento, pertencente à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como colaboradores diretos do PET, à época de sua criação, foram indicados, em documento, os professores Elgion Lúcio da Silva Loreto e João Fernando Prado e as professoras Maria Joanete da Silveira, Sonia Terezinha Zanini Cechin e Thais Scott Do Canto-Dorow. De acordo com os temas da proposta e especialidades de seus colaboradores diretos, o grupo deveria ocupar-se de assuntos em Educação em Ciências, Zoologia e Botânica. Assim, em seu início, o grupo PET Biologia desenvolveu atividades voltadas à História da Ciência e da Biologia, Educação e Ciência, Estudos de Ofidiofauna, Micropropagação in vitro, Conservação de Espécies Vegetais em Herbário, Estudos em Taxonomia e Ambiente Ficológico, Meio Ambiente e Desenvolvimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Atualmente, o PET Biologia possui bases para desenvolver atividades com excelentes resultados aos acadêmicos e demais cidadãos de Santa Maria, do Rio Grande do Sul, no Brasil e no exterior”, afirma o atual professor tutor do grupo, João Marcelo Santos de Oliveira, docente no Departamento de Biologia da Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a petiana Natália Bolson da Silva, 23 anos, o&nbsp; PET Biologia desenvolve diversas atividades como palestras, minicursos, saídas de campo, rodas de conversa bem como atividades educacionais nas escolas de Santa Maria. Entretanto, uma das ações realizadas pelo grupo que mais se destaca é o “Bio na Rua”. Nesta atividade, laboratórios das áreas das ciências biológicas se unem para uma exposição na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria, oportunizando o conhecimento e aproximação entre a população santamariense e a Universidade acerca dos estudos realizados na universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Transformando os conhecimentos em biologia de forma lúdica e acessível às pessoas que por ali passam, os membros do PETBIO colaboram com a educação socioambiental e, consequentemente, com a sustentabilidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Com a necessidade e urgência de falar sobre sustentabilidade, principalmente na perspectiva de refletir sobre a responsabilidade social, o PET Biologia vem desenvolvendo projetos e atividades que visam criar um elo entre meio ambiente, sustentabilidade e educação. Nesse sentido, buscamos mostrar que é possível, por meio de práticas cotidianas, conscientizar crianças e jovens sobre educação ambiental, de forma que as futuras gerações estejam integradas ao meio ambiente.”, diz o petiano Marcos Jeremias Lopes, de 22 anos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hoje, o grupo PET Biologia apresenta 10 membros. A divisão de tarefas ocorre de maneira voluntária e de acordo com a disponibilidade do petiano, tentando sempre manter a mesma quantidade de funções entre os integrantes do grupo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Tamara Rossato Piovesan, 22 anos, estudante do curso de Ciências Biológicas da UFSM&nbsp; e participante do PET, fazer parte do PETBIO é uma das melhores experiências para os acadêmicos, uma vez que nenhum laboratório ou nenhuma outra atividade de extensão consegue proporcionar protagonismo aos estudantes. “Dentro do grupo, conhecemos e criamos laços com pessoas em estágios diferentes da graduação e com uma história de vida geralmente muito diferente da nossa. Fazendo com que cada encontro seja repleto de aprendizado”, conta a estudante e também participante do PETBIO Sofia Bertoli, de 21 anos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Zootecnia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/03/fala-ai-pet-pet-zootecnia</link>
				<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 21:09:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[falaaipet]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1003</guid>
						<description><![CDATA[A Zootecnia é a ciência da produção, criação, trato, domesticação e manejo de animais. O profissional zootecnista preconiza pelo bem-estar dos animais e do meio ambiente, auxiliando o manejo da sustentabilidade. Exemplificando essa relação de compromisso socioambiental que os zootecnistas e os futuros profissionais da área desempenham, surge o Programa de Educação Tutorial do curso [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_1004" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-15.51.24-1024x769.jpeg" alt="" width="1024" height="769" /> Petianos visitando propriedade em decorrência do projeto Dia do Desafio, realizado em outubro de 2021[/caption]
<p>A Zootecnia é a ciência da produção, criação, trato, domesticação e manejo de animais. O profissional zootecnista preconiza pelo bem-estar dos animais e do meio ambiente, auxiliando o manejo da sustentabilidade. Exemplificando essa relação de compromisso socioambiental que os zootecnistas e os futuros profissionais da área desempenham, surge o Programa de Educação Tutorial do curso de Zootecnia da UFSM, destaque do quinto episódio da série “Fala aí, PET!”</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O grupo foi criado no dia 15 de setembro de 2009, sendo o décimo PET a ser estruturado na UFSM e o único aprovado pela Universidade em 2009, compondo os trinta grupos efetivados em nível nacional de 400 propostas apresentadas ao Ministério da Educação e Cultura. Seu objetivo, além de servir de suporte ao curso de Zootecnia, propondo atividades de ensino, pesquisa e extensão, é também formar futuros líderes em nível acadêmico e no âmbito político, social e técnico, conforme os anseios observados em cada participante. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O PET Zootecnia, desde a sua criação em 2009 até julho de 2016, teve como tutor o Prof. Julio Viégas, Doutor em Zootecnia e professor na UFSM desde o ano de 1995. Em setembro de 2016, a Prof. Luciana Pötter, Doutora em Zootecnia e professora na UFSM desde 2007, assumiu a tutoria do PET. Atualmente, o grupo conta com a presença de quinze petianos (doze bolsistas), todos estudantes do curso de Zootecnia.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No PET Zootecnia, atualmente, estão sendo desenvolvidos 15 projetos no total, como palestras, minicursos e simpósios. Dentre as ações, duas se destacam: O “Zoot Teens”, no o qual realiza  a divulgação do curso para estudantes do Ensino Médio de escolas de Santa Maria e o “Dia do Desafio”, em que os petianos visitam propriedades rurais e sugerem melhorias nos processos, como a diminuição de resíduos e a reutilização dos produtos, prolongando a vida útil destes, colaborando diretamente com a sustentabilidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_1005" align="alignleft" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-15.51.24-1-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Alunos Maria Eduada Salvador, Marcelo Böck, Anderson Borba e Andreia Kaspary no Projeto Faça Sorrir.[/caption]
<p>O grupo ainda conta com o projeto “Zoot Kids”, onde há o contato dos estudantes universitários com as crianças dos anos iniciais escolares. Nesses encontros, realizados antes da pandemia, os petianos explanam sobre conteúdos da área de forma simples, como ensinar que o leite que eles tomam vem da vaca, não da caixinha. “Ver a felicidade deles em descobrir e aprender isso é gratificante”, contam os membros. O mesmo acontece na iniciativa “Faça Sorrir”, em que o grupo se reúne para ajudar alguma instituição beneficente. Por exemplo, visita de Natal ao Lar das Vovozinhas, realizada este ano.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>“O PET é uma oportunidade única e extremamente valiosa. Além dos acadêmicos trabalharem com a tríade ensino, pesquisa e extensão, eles desenvolvem um crescimento social e pessoal em cada integrante. Fazendo com que  a coletividade, responsabilidade e, acima de tudo, respeito entre os participantes cresça e prospere”, finalizam os participantes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET | PET Ciências Agrárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/26/fala-ai-pet-pet-ciencias-agrarias</link>
				<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 19:48:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=994</guid>
						<description><![CDATA[No quarto episódio da série “Fala aí, PET”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Ciências Agrárias da UFSM é destaque. Formado em 2011 com o intuito de contribuir para a formação acadêmica dos estudantes do curso de Agronomia da UFSM campus Frederico Westphalen, hoje o grupo conta com 18 membros e um professor tutor. Atualmente, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No quarto episódio da série “Fala aí, PET”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Ciências Agrárias da UFSM é destaque. Formado em 2011 com o intuito de contribuir para a formação acadêmica dos estudantes do curso de Agronomia da UFSM campus Frederico Westphalen, hoje o grupo conta com 18 membros e um professor tutor.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-26-at-12.27.41-1.jpeg" alt="" width="720" height="283" />Atualmente, o PET Ciências Agrárias realiza ações que integram os pilares ensino, pesquisa e extensão. No que concerne ao ensino, destacam-se os minicursos, ministrados pelos próprios membros do grupo ou por profissionais convidados, que visam apoiar a grade curricular do curso, como a capacitação de “Morfologia vegetal", “Preenchimento de Currículo Lattes e LinkedIn” e “Curso de calculadora científica”. Ainda, são promovidos eventos que integram tanto alunos da Universidade como a comunidade externa, como o “Simpósio de Atualização em Agronomia”, a “Noite Técnica” e as Lives realizadas pelo YouTube ou outras plataformas digitais. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Com relação à pesquisa, o grupo utiliza, principalmente, questionários online, como nas pesquisas com a comunidade externa para análise do perfil de consumidores de produtos orgânicos, <em>in natura</em> e transgênicos. Há também a realização de pesquisas com os próprios egressos do grupo PET e suas relações com o mercado de trabalho. No que tange à extensão, são realizadas atividades nas escolas da região do campus, onde há a interação dos alunos junto ao meio rural. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Já no cunho socioambiental, o PET realiza doação de alimentos, agasalhos e estímulo à doação de sangue, além da organização de hortas e pomares em escolas e casas de recuperação. Também são elaboradas matérias técnicas mensais para revistas da região que visam atingir o público com informações e conhecimento da área agronômica. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Para organização das atividades do grupo, há um planejamento anual, onde são definidos novos projetos ou a continuação de projetos já desenvolvidos com a sua respectiva descrição, membros responsáveis e prazo de entrega. Apesar disso, não há limitações de participação dos membros nas ações, os participantes prezam pela colaboração contínua. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O PET Ciências Agrárias já participou de uma série de eventos, dentre eles, está a primeira edição do PETchê, o Encontro Gaúcho dos Grupos PET, realizado em 2019. Lá, os membros participaram de uma série de palestras que enriqueceram as trajetórias profissionais destes.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>“Fazer parte do PET é fazer parte de uma família, é dividir opiniões e construir ideias e projetos juntos e poder, de alguma forma, auxiliar ou compartilhar conhecimentos com alunos e comunidade externa. É ter a oportunidade de vivenciar muito mais do que a sala de aula, é crescer e se desenvolver no sentido pessoal e profissional”, finalizam os membros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PROGEP e CIMDE coordenam curso de capacitação da separação de resíduos para os servidores do Restaurante Universitário</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/26/progep-e-cimde-coordenam-curso-de-capacitacao-da-separacao-de-residuos-para-os-servidores-do-restaurante-universitario</link>
				<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 14:09:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cimde]]></category>
		<category><![CDATA[PROGEP]]></category>
		<category><![CDATA[residuos organicos]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[RU]]></category>
		<category><![CDATA[spa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=991</guid>
						<description><![CDATA[Na última sexta-feira (19/11), a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) e a Coordenadoria de Ingresso, Mobilidade e Desenvolvimento (CIMDE) realizaram um curso de capacitação da separação de resíduos para os servidores do Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ministrado pela Assistente de Laboratório do Setor de Planejamento Ambiental/Pró-Reitoria de Infraestrutura [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:image {"id":992,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure>
[caption id="attachment_992" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-24-at-11.00.44-e1637935978712-1024x525.jpeg" alt="" width="1024" height="525" /> Foto: Carla Brasil, nutricionista do Restaurante Universitário da UFSM campus sede.[/caption]
</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na última sexta-feira (19/11), a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) e a Coordenadoria de Ingresso, Mobilidade e Desenvolvimento (CIMDE) realizaram um curso de capacitação da separação de resíduos para os servidores do Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ministrado pela Assistente de Laboratório do Setor de Planejamento Ambiental/Pró-Reitoria de Infraestrutura (SPA/Proinfra),  Marcela Bromberger Soquetta. Marcela é Bacharel em Química de Alimentos pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), licenciada pelo Programa Especial de Graduação para Formação de Professores (UFSM), especialista em Ciência de Alimentos (UFPel), mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos (UFSM) e doutora em Engenharia Química (UFSM).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Restaurante Universitário, órgão suplementar da UFSM, integra o Programa de Assistência Estudantil desenvolvido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). O RU oferece aos estudantes, servidores técnico-administrativos e docentes da UFSM refeições a baixo custo. Com a terceirização dos Restaurantes Universitários do Campus sede,  tornou-se necessária a capacitação dos servidores em relação à separação, armazenamento e destinação dos resíduos recicláveis, orgânicos e rejeitos gerados nos Restaurantes Universitários. Bem como orientação sobre medidas adotadas no contrato com a empresa contratada.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":993,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure>
[caption id="attachment_993" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-24-at-11.00.45-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /> Foto: Carla Brasil, nutricionista do Restaurante Universitário da UFSM campus sede.[/caption]
<p>A ação teve carga horária de 2 horas e aconteceu no próprio RU, seguindo todos os protocolos de  biossegurança orientados pelo <a style="font-size: 1rem;background-color: #ffffff" href="https://www.ufsm.br/coronavirus/cbio/"><strong>Centro de Operações de Emergência em Saúde para Educação </strong></a>(COE-UFSM), como utilização de máscaras por parte dos presentes, distanciamento de 1,5m, ambiente ventilado e respeito ao teto de ocupação.</p>
</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao final do  curso, os estudantes  estavam aptos  a supervisionar a separação de resíduos gerados no Restaurante Universitário, além de terem conhecimento da responsabilidade dos servidores da UFSM e das empresas contratadas. Os participantes que cumprirem os critérios de certificação e atenderem os objetivos propostos receberão certificados, que serão fornecidos pela Progep, podendo ser emitido no Portal de Capacitação, no <em>link </em>Meus Cursos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET | PET Odontologia UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/19/fala-ai-pet-pet-odontologia-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 20:55:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>

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						<description><![CDATA[O  Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Odontologia da UFSM é o destaque do terceiro episódio da série “Fala aí, PET!”. Composto por 15 estudantes do curso de Odontologia e pela professora do Departamento de Estomatologia do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM, Luísa Helena do Nascimento Tôrres, que atua como [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_986" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/pet-odonto-e1637356171255-1024x458.jpeg" alt="" width="1024" height="458" /> Grupo PET Odonto UFSM ministrando palestra no evento UFSM por um Dia em dezembro de 2020.[/caption]
[caption id="attachment_987" align="alignleft" width="169"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-19-at-09.57.03-169x300.jpeg" alt="" width="169" height="300" /> (Imagem tirada antes da pandemia) O projeto Biossegurança é realizado nas clínicas de Odontologia da UFSM e com os alunos do 2° semestre, pois eles iniciam as clínicas no 3° semestre. Sendo assim, já possuem uma dimensão sobre biossegurança nas clínicas, logo no início do 3° semestre[/caption]
<p>O  Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Odontologia da UFSM é o destaque do terceiro episódio da série “Fala aí, PET!”. Composto por 15 estudantes do curso de Odontologia e pela professora do Departamento de Estomatologia do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM, Luísa Helena do Nascimento Tôrres, que atua como tutora do grupo desde 2020. O PET Odontologia mostra como os futuros profissionais da saúde bucal podem colaborar com a sustentabilidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O PET em questão foi fundado em 2006, dado o estímulo da coordenação do curso que buscava  a inserção de um grupo que agregasse a tríade ensino-pesquisa-extensão na Odontologia da UFSM, diz a primeira tutora do programa, a professora da UFSM Katia Olmedo Braun. Desde então, o PET coleciona uma série de trabalhos nas três esferas do aprendizado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na pesquisa, os integrantes do PET produzem diversos artigos que  buscam abranger todas as áreas da Odontologia, visando auxiliar no avanço da ciência. No ensino, há a  realização de atividades com o propósito de aprofundar os conhecimentos dos estudantes de Odontologia da UFSM, com videoaulas, palestras e simpósios extracurriculares. Já na extensão, o grupo já organizou ações de estímulo às doações de sangue e ainda o projeto “UFSM por um dia”,  que leva para as escolas do interior do Rio Grande do Sul um pouco dos cursos e atividades da universidade, a fim de esclarecer possíveis dúvidas que os estudantes do Ensino Médio tenham.  </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nessas ações, o programa auxilia no cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 número 3, que luta pela saúde e bem-estar da comunidade. Recentemente, o evento Interpet, que uniu os Programas de Educação Tutorial da UFSM, organizou uma roda de conversa sobre sustentabilidade com os membros do PET Odontologia, agregando mais conhecimentos socioambientais para os alunos.</p>
[caption id="attachment_990" align="alignright" width="168"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-19-at-10.08.29-2-168x300.jpeg" alt="" width="168" height="300" /> O PET Odontologia da UFSM é muito ativo em suas redes sociais e produz diversos conteúdos interativos para a comunidade acadêmica.[/caption]
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Dentre as diversas iniciativas promovidas pelo PET desde a sua formação, o ENAPET se destaca. “O momento mais marcante do Grupo PET Odontologia UFSM foi no ano de 2014, quando ocorreu em Santa Maria o ENAPET, evento nacional dos Grupos do Programa de Educação Tutorial organizado pelos Grupos PETs da Universidade Federal de Santa Maria. O evento recebeu integrantes do Programa de vários locais do Brasil, sendo um evento muito bem planejado, organizado e executado e elogiado por várias gerações de petianos até hoje”, revelam os estudantes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na organização das tarefas, os petianos do grupo são divididos em 5 comissões e cada uma delas desempenha uma atividade. Para a atuação nos projetos que o PET Odontologia desenvolve, os membros são divididos em pequenos grupos que desenvolvem ativamente as ações e atualizam os demais participantes sobre o andamento das atividades em reuniões semanais. É preconizado que todos integrantes estejam envolvidos ativamente em pelo menos uma atividade de ensino, uma de pesquisa e uma de extensão.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>“Ser integrante desse grupo nos ajuda a conhecer melhor a nós mesmos, pois nos desafiamos e aprimoramos nossas habilidades de fala, compreensão, senso crítico, empatia e criatividade”, dizem os membros. “Além de nos aprimorarmos individualmente, o PET nos ajuda a enxergar e analisar outros pontos de vista no sentido social. Com o programa, aprendemos a pensar coletivamente e não apenas como indivíduo, o que nos oferece um grande senso de comunidade e sociedade, nos fazendo respeitar as limitações de cada um”, finaliza o grupo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lago no campus sede da UFSM recebe revitalização</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/12/lago-no-campus-sede-da-ufsm-recebe-revitalizacao</link>
				<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 20:01:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>

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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) realizou uma limpeza em outubro de 2021 no lago próximo ao prédio da Reitoria. O local estava tomado por macrófitas, espécie de planta aquática que se reproduz rapidamente, e de resíduos sólidos que foram descartados indevidamente.&nbsp; A retirada das macrófitas (plantas aquáticas conhecidas popularmente como marrequinhas) se deu pois o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"none","id":984,"width":1024,"height":535} -->
<figure class="wp-block-image alignnone is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-03-at-12.52.03-e1636747172991-1024x535.jpeg" alt="" class="wp-image-984" width="1024" height="535" /><figcaption>Foto: Elzon Cássio Rippel.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image -->
<figure></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) realizou uma limpeza em outubro de 2021 no lago próximo ao prédio da Reitoria. O local estava tomado por macrófitas, espécie de planta aquática que se reproduz rapidamente, e de resíduos sólidos que foram descartados indevidamente.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>[caption id="" align="alignleft" width="195"]<img src="https://lh6.googleusercontent.com/AaX-hwRZxVuXknJnzP6XJav82sFZz47nEs4JWPJsozIpW5OaPDJoB6ftJN23zOQ_C_BxpC0aQwWaEXGo_-tQbW_cGodVHsV04sLzU9815BGxLcg5yM2nBhEl-Q9azy8mwHlReBRd" alt="" width="195" height="260"> Foto: Elzon Cássio Rippel.[/caption]
<p>A retirada das macrófitas (plantas aquáticas conhecidas popularmente como marrequinhas) se deu pois o alto nível desses organismos causou a eutrofização do lago. A eutrofização ocorre quando se forma uma camada de algas na superfície de um corpo d’água, impedindo que a luz entre nas profundidades dele, dificultando a fotossíntese das plantas do fundo e a consequente oxigenação da água.</p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa limpeza faz parte de uma série de ações que a UFSM está tomando para cuidar dos recursos aquáticos do campus sede. A Proinfra deve tomar medidas mitigatórias, como a delimitação e restauração de Áreas de Preservação Permanente (APPs), regularização dos poços d’água e limpeza e manutenção dos sistemas de tratamento de esgoto do campus (fossas sépticas e filtros de esgoto). Mudas de árvores nativas também estão sendo plantadas no espaço</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Antes, estes cuidados eram realizados anualmente, sob demanda e de forma emergencial. Agora, a empresa Desinservice de Santa Maria está prestando estes serviços através de uma licitação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Engenheiro Civil e coordenador de manutenção da Proinfra Rodrigo dos Santos conta que se sente muito bem em auxiliar na melhora do campus onde se formou. Mas salienta que não faz nada sozinho: “Temos uma equipe muito boa dentro da Proinfra e da Manutenção prestando suporte, inclusive à professora do Laboratório de Piscicultura/Departamento de Zootecnia Leila Picolli da Silva.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Agora com o lago limpo, é possível que os técnicos, docentes e discentes possam realizar atividades voltadas à pesquisa dentro dele. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image -->
<figure></figure>
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<p></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Engenharia Civil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/12/fala-ai-pet-pet-engenharia-civil</link>
				<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 19:29:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=980</guid>
						<description><![CDATA[No segundo episódio da série “Fala aí, PET!”, destacamos o papel importante que o Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Civil desempenha na UFSM. Uma vez que o setor da Construção Civil realiza atividades que muitas vezes trazem impactos negativos ao meio ambiente, é essencial que os profissionais dessa área queiram mudar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_981" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-01-at-16.20.23-e1636745323852-1024x482.jpeg" alt="" width="1024" height="482" /> Grupo PET Engenharia Civil em reunião em agosto de 2021.[/caption]
<p>No segundo episódio da série “Fala aí, PET!”, destacamos o papel importante que o Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Civil desempenha na UFSM. Uma vez que o setor da Construção Civil realiza atividades que muitas vezes trazem impactos negativos ao meio ambiente, é essencial que os profissionais dessa área queiram mudar essa realidade. Com diversos projetos e iniciativas voltadas ao meio ambiente e social, o Programa revela a sua relevância para a Universidade e para toda comunidade interessados em um futuro mais sustentável.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O grupo surgiu em abril de 2013, por iniciativa do professor associado do curso de Engenharia Civil da UFSM e do Programa de-Pós Graduação do mesmo curso Luciano Pivoto Specht. No início, o PET contava com 12 alunos bolsistas aprovados no primeiro edital de seleção.   Atualmente o grupo está sob a tutoria do professor adjunto no Departamento de Estruturas e Construção Civil da UFSM André Lübeck e possui como membros 15 alunos, entre eles 12 bolsistas e três voluntários. Outros quatro professores tutores e mais de 49aAlunos bolsistas já integraram o grupo e contribuíram para o seu crescimento.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro as suas atividades, o PET Engenharia Civil realiza semestralmente um curso de pré-cálculo em parceria com o PET Engenharia Elétrica para os calouros de ambos os cursos. Esta ação auxilia na ambientação do discente que está ingressando e, ao mesmo tempo, o prepara para os desafios encontrados nas primeiras disciplinas da graduação. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Há também a realização de palestras técnicas, que trazem conversas com engenheiros e profissionais da área, visando à interação dos alunos com o mercado de trabalho e à promoção das boas práticas da Engenharia Civil, contando também com mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação do curso. Ainda nessa linha de integração com os alunos, o grupo promove o projeto “PET Discute”, que objetiva o incentivo ao diálogo sobre a matriz curricular do curso e sobre inovações tecnológicas, novos métodos de ensino e de aprendizagem que poderiam ser implantados no curso de Engenharia Civil. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Já no quesito sustentabilidade, o PET Engenharia Civil engloba uma série de ações, como as palestras técnicas: “Tratamento de efluentes com microalgas e processos de separação visando à produção de biocombustíveis” e “Telhados verdes: Estratégia Sustentável para Ambientes Urbanos”, realizadas em 2020. Alguns membros do PET também estão inseridos em grupos de pesquisa da Universidade, como o Grupo de Estudos em Materiais Sustentáveis na Construção (GEMASC), que busca desenvolver materiais de construção civil de menor impacto ambiental, e o projeto “Viabilidade da Instalação de Módulos Fotovoltaicos na Fachada Norte de Habitações de Interesse Social (HIS) no Município de Santa Maria (RS)”</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Com tantas atividades, antes  realizadas presencialmente, os membros do grupo revelam como foi transitar as ações para o ambiente remoto: “Dentro do grupo, foi de grande dificuldade adaptarmos para a realidade virtual as atividades que sempre realizamos presencialmente. Algumas reuniões acabaram servindo de consolo para muitos de nós, ou de “escape” de alguma situação ruim. Era o momento que tínhamos e que ainda persiste para nos aproximar um pouco dos colegas e do professor tutor, assim como dos projetos e das atividades da Universidade”, dizem os estudantes.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Mesmo frente às dificuldades da pandemia, o PET permaneceu firme. “Além de ser um período de muita apreensão, receio, incertezas, também foi momento de aprendizado, inovação e empatia”, dizem os membros. Eles contam que devido ao isolamento social, eles se desenvolveram mais nas plataformas digitais. Agora, as atividades são sempre divulgadas em seus perfis no Instagram (@petcivilufsm) e Facebook, além de serem compartilhadas em grupos de WhatsApp de alunos e professores. Nesses meios de comunicação também são divulgados eventos que não foram estruturados pelo PET, mas que são de interesse da comunidade que os acompanha.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>“Fazer parte do nosso grupo PET nos ensina organização, responsabilidade, empatia, convívio e trabalho em grupo, comunicação, perseverança e nos traz uma enorme bagagem de conhecimentos técnicos. É uma experiência única”, revelam os estudantes. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Os membros contam que fazer parte do PET Engenharia Civil é uma ótima oportunidade para  atuar em conjunto com docentes pela melhoria do curso, além de agregar conhecimento para si, também auxilia na melhoria no desenvolvimento da sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Agronomia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/05/fala-ai-pet-pet-agronomia</link>
				<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 21:39:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentavel]]></category>

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						<description><![CDATA[Dando início a nossa série “Fala aí, PET”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) traz as atividades que desenvolve e como se relaciona com a sustentabilidade. Criado em abril de 1992, o grupo foi uma proposta  do professor do Departamento de Engenharia Rural e diretor do Núcleo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Dando início a nossa série <strong>“Fala aí, PET”</strong>, o Programa de Educação Tutorial (PET) Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) traz as atividades que desenvolve e como se relaciona com a sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Criado em abril de 1992, o grupo foi uma proposta  do professor do Departamento de Engenharia Rural e diretor do Núcleo de Ensaios de Máquinas Agrícolas da UFSM José Fernando Schlosser, que idealizava trazer um PET ao curso de Agronomia. Desde então, o grupo já passou por sete professores tutores e está ativo há 29 anos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O grupo é formado por 12 alunos de diferentes semestres do curso de Agronomia da UFSM e cada atividade desenvolvida tem um subgrupo responsável. Atualmente, o grupo é tutorado pelo professor do Departamento de Solos da Universidade Federal de Santa Maria Ricardo Bergamo Schenato. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-08-at-10.23.14-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Na pesquisa, os petianos desenvolvem a avaliação dos ingressos, egressos do curso de Agronomia, percepção do ensino remoto e questionário  individual nos grupos de pesquisa em que o curso atua. Já no ensino, eles realizam minicursos, seminários, Semana da Calourada, discussão temática e cartilhas informativas. Por último, na extensão, o PET Agronomia elabora textos para o portal Mais Soja e Jornal Cidadão, Simpósio de Atualizações em Grandes Culturas, Descubra UFSM e PodCasts.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Dentre as atividades desenvolvidas, um dos projetos mais marcantes é o  "Simpósio de Atualização em Grandes Culturas", evento que acontece anualmente visando levar ao público informação e aprendizado por meio de palestras com grandes profissionais da área, além de contribuir para a formação dos integrantes do grupo.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>No quesito sustentabilidade, O PET Agronomia está sempre buscando levar informações e incentivar os alunos e população em geral na conscientização pela preservação do meio ambiente, com a realização de atividades voltadas à reciclagem. Entre elas, um minicurso de hortas internas com o uso de garrafas PET, além de cartilhas informativas.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-08-at-10.23.14-1-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2019, o PET também trabalhava em um projeto que seria realizado nas escolas de ensino fundamental do bairro Camobi, em Santa Maria. Chamado de “Cultivando o futuro”, a ideia era incentivar os alunos a cultivarem seus próprios alimentos em uma horta comunitária na escola, mas a pandemia impossibilitou o início da atividade. No entanto, quando houver o retorno presencial, os membros pretendem dar continuidade à ação.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo os membros, o grupo PET Agronomia é uma grande oportunidade de crescimento pessoal e profissional para os alunos do curso, além de que cada pessoa pode contribuir para o crescimento do grupo, fazer amizades, desenvolver capacitações e ainda aprimorar e aprender técnicas da área. ”É muito gratificante fazer parte do PET, pois, além de formarmos uma amizade, ele ajuda no nosso desenvolvimento pessoal e profissional, trazendo muito conhecimento e aprendizagens às nossas vidas”, afirmam os membros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A crise energética e a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/10/24/a-crise-energetica-e-a-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 00:12:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=961</guid>
						<description><![CDATA[Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo UMA É difícil imaginar o nosso cotidiano sem energia elétrica. Muito utilizada em nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, ela se tornou recurso indispensável para a maioria dos brasileiros, principalmente durante a pandemia, período em que parcela da população migrou para o home office. No entanto, o Brasil está passando por [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo UMA</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É difícil imaginar o nosso cotidiano sem energia elétrica. Muito utilizada em nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, ela se tornou recurso indispensável para a maioria dos brasileiros, principalmente durante a pandemia, período em que parcela da população migrou para o home office. No entanto, o Brasil está passando por uma crise energética com risco de apagão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esta enorme crise decorre de outra maior ainda: a hídrica. Os recursos hídricos nacionais estão passando pelo maior período de escassez das últimas nove décadas, com chuvas insuficientes para preencher os reservatórios de água e alimentar as hidrelétricas brasileiras, principais fontes de energia no país.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As esferas federais, estaduais e municipais iniciaram ações para solucionar essa crise, como o acionamento das termelétricas para complementar o fornecimento de energia e suprir a demanda e o racionamento voluntário com bônus a ser aplicado em 2022. Também foi estabelecido que as instituições federais, inclusive as Universidades, deverão buscar reduzir o consumo de energia elétrica nos meses de setembro de 2021 até abril de 2022 em percentual de 10% a 20% em relação à média do consumo do mesmo mês nos anos de 2018 e 2019”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nessa corrida para preservar os nossos recursos energéticos e diminuir o consumo, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se destaca. Só no mês de julho de 2021, já diminuímos 35,9% do nosso consumo mensal médio do mesmo mês em 2018 e 2019. Confira a seguir algumas das nossas iniciativas frente à crise energética:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Sistema de Gestão de Energia (SGE) da UFSM&nbsp;</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Implantado no segundo semestre de 2020 no Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, o SGE tem como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica nos campi, disseminar a conscientização do uso racional de energia, gerenciamento sistêmico e eficientização dos processos. O SGE se baseia na ABNT NBR ISO 50001-2018.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Troca de lâmpadas tradicionais por LED&nbsp;</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na terceira semana de setembro de 2021, a UFSM realizou a troca de 60 luminárias públicas convencionais por lâmpadas de LED na Avenida Roraima, entre o arco da Universidade e a faixa velha de Camobi. As lâmpadas LED apresentam maior eficiência energética e as instalações estão sendo feitas gradualmente nas áreas de maior circulação de pessoas e nas avenidas principais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Usinas fotovoltaicas</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) adquiriu dois sistemas fotovoltaicos para geração de energia. Cada sistema é composto por 98 módulos fotovoltaicos de 450W, atingindo uma potência máxima de 44,1kWp para uma produção anual estimada em 59,8 MWh. Isto resulta em uma economia para a instituição superior a R$100 mil por ano com as duas usinas instaladas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Somando ações na busca de fontes de energia renováveis, a UFSM conseguiu subsídios para a implementação de duas usinas fotovoltaicas: uma no campus de Santa Maria e outra no campus de Cachoeira do Sul. Cada uma delas terá 400 kW de potência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) publicou <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/dec-10779">gráficos comparativos do consumo de energia elétrica</a>, por meio dos quais o público poderá fiscalizar a economia alcançada mês a mês.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Redução de 30% da&nbsp; potência do transmissor da Rádio Universidade AM&nbsp;</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Rádio Universidade AM reduziu a potência de seu transmissor de 10KW para 7KW. A medida atende à <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mcom-n-2.447-de-22-de-abril-de-2021-315668978">portaria nº 3767/2021</a> do Ministério das Comunicações, que autoriza a diminuição da potência estabelecida na licença das emissoras de rádio e de televisão pelo período de seis meses para minimizar os efeitos da crise elétrica e hídrica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Ensino, pesquisa e extensão</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mas não foi apenas durante a crise que a UFSM realizou atividades em prol do consumo consciente de energia. Considerada a 25º Universidade mais sustentável do Brasil pelo Green Metrics de 2020, a instituição já realizava outras ações sustentáveis voltadas à eficiência energética.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>São dezenas de projetos de ensino, pesquisa e extensão com eixo central o estudo de fontes de energia renováveis, entre eles o “Desafios, Novas Ideias e Discussões sobre as Energias Renováveis e a Sustentabilidade na Atualidade&nbsp; e para o Futuro”. A ação é coordenada pela professora do Departamento de Engenharia Elétrica da UFSM Luciane Neves Canha, que recentemente foi incluída entre as 21 Mulheres Mais Influentes da Mobilidade no Mundo pela Vulog (Vulog`s Top 21 Influential Women in Mobility). Dentre as atividades do projeto, estão apresentar discussões, palestras, videoaulas e transmissões ao vivo sobre o tema das energias renováveis e sustentabilidade a partir de palestras de professores, alunos da pós-graduação em engenharia elétrica, pesquisadores renomados nacional e internacionalmente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há também o projeto <a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=53561">“Energias alternativas: estudo e aplicação em empresas e escolas da região norte e noroeste do estado do Rio Grande do Sul”</a>, coordenado pela professora do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen Aline Passini. O projeto surgiu em 2016 e visa levar o conceito de eficiência energética por meio da educação ambiental para 19 escolas (estaduais, municipais e particulares) da região de Frederico Westphalen. Com palestras lecionadas por discentes da UFSM-FW, a comunidade escolar recebe suporte para entender de onde vem a energia que eles consomem e quais os impactos ambientais que ela produz.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mudas do Colégio Politécnico são plantadas no campus da UFSM de Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/08/23/mudas-do-colegio-politecnico-sao-plantadas-no-campus-da-ufsm-de-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 00:48:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cachoeiradosul]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

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						<description><![CDATA[Gabinete do Reitor UFSM (2021) Na semana passada, o campus de Cachoeira do Sul da UFSM  recebeu o plantio de diversas árvores. Ao todo foram utilizadas 268 arbóreas, as mudas foram doações do Viveiro do Colégio Politécnico, a adubação do Departamento de Fitotecnia (CCR) e o plantio foi realizado pela equipe do Setor de Paisagismo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Gabinete do Reitor UFSM (2021)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na semana passada, o campus de Cachoeira do Sul da UFSM  recebeu o plantio de diversas árvores. Ao todo foram utilizadas 268 arbóreas, as mudas foram doações do Viveiro do Colégio Politécnico, a adubação do Departamento de Fitotecnia (CCR) e o plantio foi realizado pela equipe do Setor de Paisagismo Manutenção Proinfra.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Confira as espécies plantadas: Paineira, Louro pardo, Angico vermelho, Canela guaica, Canela amarela, Dedaleiro, Caroba, Guatambu, Pessegueiro do mato, Guajuvira, Pata de vaca rosa, Pata de vaca branca, Timbaúva, Camboatá vermelho, Tarumã, Pau ferro, Ipê roxo, Ingá feijão, Aroeira, Goiaba serrana, Guabiroba do mato, Cerejeira, Jabuticabeira, Araticum, Pitangueiras.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
												<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/08/plantio-4-1024x768.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/08/plantio-2-1-1024x768.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/08/plantio-3-1-1024x768.jpg" alt="" loading="lazy" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM apoia Dia do Lixo Zero em 14 de agosto de 2021</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/08/04/ufsm-apoia-dia-do-lixo-zero-em-14-de-agosto-de-2021</link>
				<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 14:41:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[lixoxero]]></category>
		<category><![CDATA[santamaria]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 14 de agosto, sábado, a cidade de Santa Maria poderá colaborar com o meio ambiente no evento promovido pelo Lixo Zero Santa Maria. Entre às 8h e 20h desta data, será possível descartar materiais recicláveis, como papelão, papel, plástico, metal e vidro, eletroeletrônicos e óleo de cozinha usado nos seguintes pontos de coleta: [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia <strong>14 de agosto, </strong>sábado, a cidade de <strong>Santa Maria </strong>poderá colaborar com o <strong>meio ambiente</strong> no <strong>evento </strong>promovido pelo <strong>Lixo Zero Santa Maria. </strong>Entre às <strong>8h e 20h desta data</strong>, será possível descartar materiais <strong>recicláveis, como papelão, papel, plástico, metal e vidro</strong>, <strong>eletroeletrônicos e óleo de cozinha usado </strong>nos seguintes <strong>pontos de coleta:</strong> Feira da Avenida Roraima (8h-13h), Supermercado Royal (8h-20h), Shopping Praça Nova (10h-20h) e Royal Plaza Shopping (10h-20h).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No mesmo dia, acontecerá a apresentação do projeto socioambiental destinado à reutilização, reciclagem e valorização de resíduos têxteis pós-consumo, Caixa Solidária, e ainda o Gran Bazar da Tay, uma feira com brechós e diversos produtos produzidos localmente, sem o uso de sacolas plásticas e com o mínimo possível de descarte. O evento conta com o apoio da <strong>Universidade Federal de Santa Maria, </strong>Prefeitura de Santa Maria, Secretaria de Município do Meio Ambiente, Royal Plaza Shopping, Shopping Praça Nova, Químea Soluções Ambientais, Maringá Metais, Faros, Lions Clube Santa Maria Camobi, Caixa Solidária, e patrocínio da Fundação Casas Eny, Dezorzi Imóveis, IriArt Uniformes, Supermercado Royal e Connect Sust.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Você pode saber mais sobre esse evento no perfil do Instagram @lixozerosantamaria e no perfil do projeto UMA UFSM Sustentável @umaufsm</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Coleta Seletiva Solidária da UFSM:</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Coleta Seletiva Solidária consiste no recolhimento dos resíduos recicláveis gerados na UFSM, por meio&nbsp; de associações de selecionadores de resíduos, habilitadas conforme o Decreto 5940/2006 e escolhidas pela Instituição através da publicação de edital. Esse sistema foi implementado na UFSM em junho de 2016, através de um acordo firmado entre a Universidade e três associações: ASMAR, Noêmia Lazzarini e ARSELE.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM, além de disponibilizar veículos às associações que não possuem caminhão para realizarem a coleta, também concede, no Restaurante Universitário ao valor de visitante, o almoço aos selecionadores. Ao término da coleta, os resíduos são entregues na Associação que faz a triagem para a comercialização.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, cerca de 40 famílias se beneficiam dos resíduos da UFSM. Os ganhos financeiros são divididos entre os associados. A UFSM não fatura dinheiro com a coleta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nosso objetivo é realizar mais do que uma ação ambiental, mas também demonstrar a responsabilidade socioambiental da UFSM com sua comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras: Elisiane Machado Lunardi e o ODS 17</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/07/07/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-elisiane-lunardi-e-o-ods-17</link>
				<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 22:23:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheresnaciencia]]></category>
		<category><![CDATA[umaufsm]]></category>

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						<description><![CDATA[Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo no Projeto Universidade Meio Ambiente. “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Paulo Freire.  É com esta frase icônica de Paulo Freire,  um dos educadores mais famosos e respeitados mundialmente, que damos início ao encerramento do quadro “Mulheres Sustentáveis e Transformadoras”. Essa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo no Projeto Universidade Meio Ambiente.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
[caption id="attachment_932" align="alignleft" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/07/elisiane-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Professora Elisiane Machado Lunardi[/caption]
<p style="text-align: center"><em>“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p style="text-align: center"><em>Paulo Freire. </em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>É com esta frase icônica de Paulo Freire,  um dos educadores mais famosos e respeitados mundialmente, que damos início ao encerramento do quadro “Mulheres Sustentáveis e Transformadoras”. Essa série foi imaginada para que, além da divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS’s) e dos projetos de pesquisa e extensão da Universidade, também houvesse o reconhecimento das mulheres, de fato sustentáveis e transformadoras, que estão por trás destes projetos </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A Agenda 2030 foi imaginada para auxiliar a construção de uma sociedade que se desenvolvesse de forma sustentável, utilizando seus recursos conscientemente e promovendo cada vez mais a igualdade social. São 17 ODS’s e <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/mulheressustentaveis/">16 deles já foram abordados ao longo desta série</a>, cada um com sua particularidade. E  para encerrarmos, trazemos o último Objetivo, o ODS 17, que visa firmar um compromisso renovado de cooperação entre a comunidade internacional e uma parceria global ampla, que inclua todos os setores interessados e as pessoas afetadas pelos processos de desenvolvimento.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p><em>“Incentivar e promover parcerias públicas, público-privadas, privadas, e com a sociedade civil eficazes, a partir da experiência das estratégias de mobilização de recursos dessas parcerias, dados, monitoramento e prestação de contas”</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p><em>Artigo 17 do ODS 17</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As parcerias são imprescindíveis para o desenvolvimento da comunidade. Na ciência, por exemplo, os estudos só conseguem ser publicados e comprovados através da parceria de cientistas, até mesmo de outros países. No período de pandemia que estamos vivendo, podemos observar ainda mais a importância da colaboração internacional em prol do mesmo objetivo. A vacina contra o coronavírus se destaca nessa discussão, visto que países como China e Brasil atuaram juntos para a aprovação da Coronavac. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Ainda, agora que a largada de vacinação já foi iniciada, nações que já tiveram a maioria de suas populações vacinadas, estão doando doses para os países mais desassistidos, formando uma grande rede de apoio e combate contra a COVID-19.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Essa cooperação entre a comunidade é alicerce fundamental do desenvolvimento e, por ser multidisciplinar, é presente em diferentes ações da Universidade. Entretanto, hoje daremos destaque ao curso de extensão<strong> “Curso de Formação Continuada para Gestores Escolares, Conselheiros Municipais de Educação e Técnicos-Administrativos” </strong>coordenado pela professora do Departamento de Administração Escolar e do Programa de Pós-Graduação da UFSM Elisiane Machado Lunardi.</p>
[caption id="attachment_933" align="alignright" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-07-at-20.45.15-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> Lunardi em apresentação do Curso de Extensão.[/caption]
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O objetivo desse projeto é promover a formação continuada aos gestores escolares, conselheiros municipais de Educação e técnicos-administrativos no sentido de qualificar a sua atuação em processos de gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas municipais e contextos educativos, considerando as políticas públicas da educação em inter-relações com os desafios educacionais da contemporaneidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O curso foi guiado pelas legislações relacionadas à educação, como a Constituição Federal de 1988, a Lei nº. 9.394/96, que trata das Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o Plano Nacional de Educação. A ação teve início antes da pandemia, mas não foi paralisada devido à crise sanitária.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Por aulas via Google Classroom, Lunardi, outros docentes da UFSM, pós-graduandos do Programa de Políticas Públicas e Gestão Educacional dão aulas e também contam com o apoio de profissionais da <strong>Promotoria Regional de Educação de Santa Maria, Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul e União dos Conselhos Municipais do Rio Grande do Sul</strong> e demais convidados para auxiliar os gestores da educação em seus desafios frente à pandemia. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2019 e 2020, Lunardi trabalhou com os conselheiros municipais e também professores da rede municipal de Cachoeira do Sul, através de uma formação de 120h com os docentes, que juntos totalizaram mais de 150 participantes. Com o sucesso dessa ação e de outras promovidas pelo projeto, a professora ofertou um curso de curta duração no mês de junho para 44 municípios pertencentes a  Promotoria Regional de Educação de Santa Maria (Preduc), em parceria com o Ministério Público e com a União dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME). Neste curso, secretários de educação, professores e funcionários das secretarias tiveram a oportunidade de discutir sobre Políticas públicas e gestão educacional e escolar em tempos de pandemia do Covid-19.</p>
[caption id="attachment_936" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-07-at-20.48.43-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /> Foto de divulgação do Primeiro Encontro do curso iniciado em junho de 2021.[/caption]
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Além da extensão e do ensino, Lunardi é líder do Grupo de Pesquisa Redes de Estudos e Pesquisas em Gestão Educacional CNPP/UFSM. Os integrantes do grupo são protagonistas no planejamento e desenvolvimento dos projetos de ensino, pesquisa e extensão, com a participação de acadêmicos da Pós-graduação, Graduação e professores da rede básica e superior.</p>
[caption id="attachment_934" align="alignright" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-07-at-20.42.54-300x225.jpeg" alt="Grupo de Pesquisa REDES" width="300" height="225" /> Grupo de Pesquisa REDES em apresentação.[/caption]
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Elisiane Machado Lunardi é graduada e licenciada em Pedagogia pelo Centro de Educação da UFSM (1991), , especializada em Orientação Educacional pelo Curso de Especialização em Gestão Escolar/CE/UFSM (2000) e mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação/CE/UFSM (2002) pela Universidade Federal de Santa Maria. Atualmente, Lunardi é professora adjunta da Universidade Federal de Santa Maria no Departamento de Administração Escolar, atuando na graduação com as disciplinas de Pesquisa em Educação, Políticas Públicas, Gestão Educacional e Pesquisa em Educação. Também é professora credenciada no Programa e Pós-graduação em Políticas Públicas e Gestão Educacional e do Centro de Educação da UFSM, na Linha de Pesquisa 01: Políticas e gestão da escola básica e superior. A professora diz que "a UFSM é uma grande mãe, ela nos acolhe muito".</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_937" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-07-at-20.44.16-300x225.jpeg" alt="Grupo de Pesquisa REDES" width="300" height="225" /> Grupo de Pesquisa REDES.[/caption]
<p>Depois de sua formação em Pedagogia pela UFSM, Lunardi entrou no mercado de trabalho e atuou por mais de 20 anos na rede pública municipal de Santa Maria e também em Instituições de Ensino Superior. Em 2016, ingressou no quadro de docentes no Departamento de Administração Escolar, Centro de Educação, da UFSM.  "Educação para mim é empoderamento", diz a professora.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras - Giuliana Redin e o ODS 16</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/07/02/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-giuliana-redin-e-o-ods-16</link>
				<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 19:51:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheresnaciencia]]></category>
		<category><![CDATA[ods16]]></category>
		<category><![CDATA[umaufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=930</guid>
						<description><![CDATA[Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo do Projeto Universidade Meio Ambiente A paz é elemento fundamental para o desenvolvimento sustentável. Quando uma nação entra em guerra, suas prioridades se tornam outras e demandas essenciais como alimentação, saúde e educação ficam em segundo plano. Uma guerra surge através das insatisfações de determinado grupo com as instituições [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" class="wp-image-842" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo do Projeto Universidade Meio Ambiente</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A paz é elemento fundamental para o desenvolvimento sustentável. Quando uma nação entra em guerra, suas prioridades se tornam outras e demandas essenciais como alimentação, saúde e educação ficam em segundo plano. Uma guerra surge através das insatisfações de determinado grupo com as instituições vigentes, como por exemplo a <strong>desigualdade social, o preconceito, a corrupção, abuso e exploração de crianças e violências contra determinados grupos sociais</strong>. Ao longo da história, guerras e conflitos internos vitimaram milhares de civis e trouxeram ainda mais problemas à população afetada por estas ações.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por não terem acesso a estes direitos básicos e por estarem sempre correndo risco de vida, a comunidade civil que está no palco de um conflito armado ainda se vê obrigada a deixar seu país de origem e pedir<strong> refúgio em outras nações,</strong> que nem sempre a recebem da melhor forma. Segundo relatório organizado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) <a href="https://www.unhcr.org/flagship-reports/globaltrends/"><em>“Global Trends”</em></a><em>, </em>79,5 milhões de pessoas estavam deslocadas até o final de 2019 por guerras, conflitos e perseguições – um número sem precedentes, jamais verificado pelo ACNUR.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, pessoas naturais da Síria, Venezuela, Afeganistão e Sudão do Sul, países em guerra, lideram a quantidade de refugiados pelo mundo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A melhor forma de acabar com as guerras é evitando que elas aconteçam. Para isso, é necessário que as instituições atuem de forma eficaz. Ao perceber os problemas sociais, é de extrema importância que as organizações responsáveis e aptas pensem em ações para solucioná-los, contribuindo para o bem-estar da comunidade&nbsp; e consequentemente, colaborando para um desenvolvimento sustentável.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pensando nisso, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou na Agenda 2030 o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 16, que visa a promoção da paz e o estímulo às instituições eficazes.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“Reduzir significativamente todas as formas de violência e as taxas de mortalidade relacionada, em todos os lugares”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 1 do ODS 16</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro desse ODS, há também ações contra outros temas sensíveis, como o combate à exploração sexual, ao tráfico de pessoas e à tortura. Outros temas incluídos nas metas do ODS 16 são o enfrentamento à corrupção, ao terrorismo, a práticas criminosas, especialmente aquelas que ferem os direitos humanos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesse contexto, o projeto de extensão universitária <strong>“Assessoria a Imigrantes e Refugiados (MIGRAIDH/CSVM) - Fase 2”</strong>, coordenado pela&nbsp; professora do&nbsp; Departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Giuliana Redin, assume papel de destaque.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), MIGRAIDH, iniciou suas atividades nesse projeto em 2014, junto ao curso de Direito, comprometido com o direito humano de migrar. Inicialmente, era conhecido como <strong>Assessoria Jurídica a Imigrantes e Refugiados.</strong> No entanto, com a renovação da ação agora em sua segunda fase, o termo “Jurídico” foi suprimido, pois a Assessoria contava com apoio de outros cursos da Universidade além do Direito.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, a iniciativa possui seis linhas de pesquisa nas áreas do Direito, Ciências Sociais, Comunicação Social, Letras e Psicologia da UFSM, lideradas por professoras-pesquisadoras dos respectivos cursos, e um Programa de Extensão, Assessoria a Migrantes e Refugiados. Esta Assessoria tem como objetivo geral &nbsp;promover ações para o acesso a direitos da população migrante refugiada. Para isso, é fundamental o reconhecimento de direitos e desenvolvimento de processos legislativos e políticas públicas, apoio psicossocial e ações de integração local desta população, por meio de assessoria técnico-jurídica, ações de acolhimento, atendimento psicológico, fortalecimento de redes e atuação política.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No início, a Assessoria trouxe como uma de suas pautas a instituição de uma <strong>política de ingresso na UFSM diferenciada para imigrantes em situação de vulnerabilidade e refugiados</strong>. Esta ação foi protocolada em dezembro de 2014 e inaugurou o campo extensionista do projeto. Foram publicados dois editais referentes a este sistema de ingresso, em 2017 e 2018.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“O campo das migrações foi pra mim um dos mais sensíveis na minha atuação como docente ainda muito antes de entrar na UFSM”, relata Redin. Em seu período de docência em outras instituições de ensino superior, ela ministrou a disciplina de Direito Internacional Privado e, nesta mesma época, trabalhava diretamente com o Estatuto do Estrangeiro, instrumento legal que, em sua visão, não atendia os direitos básicos dessa parcela da comunidade tão vulnerável.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A partir dessa insatisfação, ela desenvolveu sua tese de doutorado chamada “Direito de Imigrar: Direitos Humanos e Espaço Público” para denunciar a violência do Estado nessa agenda e pensar em perspectivas do reconhecimento de migrar como um direito humano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O MIGRAIDH também contribuiu nos diálogos que antecederam o debate da nova lei de imigração. Em 2015, por exemplo, foi produzida uma nota técnica referente às novas legislações sobre os direitos dos imigrantes, que estavam em discussão no Brasil, que eles defenderam no Congresso Nacional e a UFSM foi a única Universidade que apresentou comentários exaustivos sobre esta temática.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Quando Redin entrou no corpo docente da UFSM, em 2012, começou a consolidar um espaço de discussão mais aprofundada sobre o tema das migrações internacionais sob a perspectiva do direito humano de migrar. Em 2013, foi fundada a primeira linha de pesquisa, que agora também está em sua segunda fase, chamada “Proteção e Promoção dos Direitos Humanos de Migrantes e Refugiados no Brasil”. Mais tarde, em 2014, surgiu a necessidade das ações práticas, visando a inclusão social dos imigrantes e refugiados, a partir daí, a Assessoria se iniciou.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a pandemia, os problemas relacionados à assistência dessa comunidade foram agravados. Com o fechamento das fronteiras, os imigrantes começaram a entrar no país informalmente, o que trouxe uma série de casos de exploração de trabalho e supressão de direitos: “É uma situação em cadeia, uma situação de&nbsp; vulnerabilidade potencializada”, relata a professora. Por exemplo, os imigrantes que acabaram chegando ao país sem documentação, não conseguiram acessar o sistema de saúde brasileiro, nem matricular seus filhos nas escolas, pois como as aulas presenciais estavam proibidas e alguns pais estrangeiros também não conseguiam proporcionar financeiramente ferramentas fundamentais para manter o ensino remoto de seus filhos, como internet e computador.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entretanto, a Assessoria continuou atendendo os imigrantes e refugiados de forma remota, por meio de números de telefone e Whatsapp. Hoje, a maior parte das pessoas atendidas são do Haiti, inclusive estão dentro do ambiente universitário, mas o projeto também atende uma série de outras pessoas de diferentes nacionalidades, como venezuelanos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro do ambiente universitário, a presença do imigrante traz, segundo Redin, uma “internacionalização por uma outra perspectiva, da riqueza cultural, da vivência que esses imigrantes possuem em seus países e podem aqui contribuir para uma educação contra-hegemônica”.</p>
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<p>Durante o começo de sua trajetória acadêmica, que se iniciou aos 16 anos de idade no curso de Direito, Redin diz que seu maior conflito foi sentir que estava em um lugar que não lhe pertencia. “Não me sentia confortável. Era muito presente a estética da autoridade, do poder [...] Os professores davam aula de terno e gravata e eu tive poucas professoras mulheres, uma ou duas”.&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>A professora só começou a se identificar com o Direito quando começou a fazer estágio em uma Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, onde teve maior contato com a população e suas questões diretamente ligadas com a desigualdade social. Foi a partir daí que começou a ver o Direito como uma área de luta por direitos. “Foram situações únicas que me ajudaram a ressignificar meu lugar no Direito”, diz Redin.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Já no mercado de trabalho, a professora conta que, na questão de gênero, sofreu um impacto muito grande quando se tornou gestante do primeiro filho, enquanto atuava em outra Instituição de Ensino Superior. Lá, ela ouviu um comentário de um homem dizendo que deveriam ser repensadas as contratações de professoras da idade que Redin estava na época, pois as professoras dessa idade estavam engravidando e isso seria um problema. “A gente tem que lidar com essa questão de ser um corpo instrumentalizado num sistema de produção”, desabafa a professora.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Mas Redin se mostra esperançosa quanto a mudança dessas estruturas e diz que, para iniciarmos essa mudança, é necessária a educação, e principalmente, a educação em Direitos Humanos. “A educação em Direitos Humanos é promotora de toda a educação, de todo um conhecimento emancipador e capaz de nos afirmar em nossa condição humana. [...] Enquanto a gente tem esperança e vê o brilho no olho de um estudante, de um colega que se sensibiliza, é isso que vai nos motivando. E o brilho no olho é a esperança.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras - Simone Messina e o ODS 15</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/23/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-simone-messina-e-o-ods-15</link>
				<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 20:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheresnaciencia]]></category>
		<category><![CDATA[ods15]]></category>

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						<description><![CDATA[Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo do Projeto Universidade Meio Ambiente (UMA) A Terra abriga milhões de espécies de animais e plantas, colecionando uma série de seres vivos únicos que ocupam espaço fundamental no ecossistema. Quando falamos disso, é necessário que saibamos que a sobrevivência desses organismos depende de fatores bióticos (todos os organismos vivos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" /></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo do Projeto Universidade Meio Ambiente (UMA)</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Terra abriga milhões de espécies de animais e plantas, colecionando uma série de seres vivos únicos que ocupam espaço fundamental no ecossistema. Quando falamos disso, é necessário que saibamos que a sobrevivência desses organismos depende de fatores bióticos (todos os organismos vivos envolvidos) e abióticos (fatores físicos e químicos do ambiente, como disponibilidade e qualidade de água).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Problemas ambientais como desmatamento, queimadas, caça ilegal, tráfico e poluição hídrica vêm colocando toda essa biodiversidade em risco. Um <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fcosc.2020.615419/full">relatório produzido pela Organização das Nações Unidas (ONU), </a>publicado em janeiro deste ano, indica que cerca de um milhão de espécies de animais estão sob risco de extinção no mundo. A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES) protege aproximadamente 5.950 espécies de animais e 32.800 espécies de plantas de todo o mundo, separadas em três anexos de acordo com o grau de ameaça. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Diante desse contexto, surge dentro da Agenda 2030 da ONU o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 15, que prevê a proteção da vida na Terra.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>“Tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, estancar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas.”</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><em>Artigo 5 do ODS 15</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) abraça essa causa e dentre várias ações e projetos que atendem ao ODS 15, trazemos em destaque hoje, no 15º episódio da série Mulheres Sustentáveis e Transformadoras, o trabalho da Técnica em Assuntos Educacionais da UFSM Simone Messina. Servidora da UFSM há oito anos, Simone Messina atua hoje como coordenadora do Núcleo de Educação Socioambiental do Jardim Botânico e também do projeto Telhado Verde.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_929" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/06/jd-botanico-3-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /> Fachada do Jardim Botânico da UFSM. Foto por Aline Dalpont (2020).[/caption]
<p>O Núcleo de Educação Socioambiental do Jardim Botânico visa ao desenvolvimento de atividades de ensino e práticas de educação ambiental. Por meio de oficinas e vídeos educativos, o Núcleo sensibiliza visitantes do Jardim e escolas que entram em contato e solicitam atividades voltadas às temáticas ambientais. Devido à pandemia (COVID-19), essas ações estão sendo realizadas de forma virtual. A  partir de julho, as oficinas de educação socioambiental do Jardim Botânico serão ofertadas para as escolas da região de Santa Maria, todas realizadas remotamente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nessas oficinas, é salientada a importância do ecossistema e a sua complexidade: <strong>“O ecossistema é todo interligado. Uma árvore, por exemplo, não é somente um organismo fornecedor de oxigênio para os seres humanos, é também um lugar onde os pássaros moram, insetos se alimentam…”, </strong>relata a técnica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_928" align="alignright" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/06/jd-botanico-1-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /> Fonte no Telhado Verde do Jardim Botânico.[/caption]
<p>Já o Telhado Verde é uma ação de extensão universitária que envolve três dimensões: a engenharia sustentável, o paisagismo e a educação socioambiental. <strong>“O Telhado verde é uma ação inovadora, pois envolve tecnologia e ambiente”,</strong> diz Messina. O objetivo dessa ação é abordar os problemas  ambientais no meio urbano e mostrar como o Telhado Verde pode ser uma solução viável para o desenvolvimento sustentável. Além disso, o Telhado Verde conta com a presença de plantas nativas da região e algumas exóticas, sendo um importante espaço de conservação ambiental.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Messina também é envolvida com a participação do Jardim no <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/educacao-basica-em-rede/"><strong>UFSM em Rede com a Educação Básica</strong></a>, programa de desenvolvimento institucional que visa produzir, colaborativamente, recursos e materiais didático-curriculares para alunos(as) sem acesso à internet, veiculando, através de canal aberto de TV e programas de rádio, os principais conteúdos das diferentes áreas/campos do conhecimento, nos diferentes níveis da Educação Básica, com interlocução e protagonismo de professores(as) das redes de ensino público de municípios do estado do Rio Grande do Sul. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Jardim Botânico ainda é um guarda-chuva de outros projetos, envolvendo áreas como Arquitetura, Engenharia Florestal, Turismo, Artes, Paisagismo, entre outros. A técnica atua para que o Jardim esteja numa posição estratégica de visibilidade dentro do campus e na região central do RS,  sendo atrativo ao público, focando na sustentabilidade ambiental.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Entretanto, a relação da técnica com o Jardim Botânico vem antes disso. Enquanto ainda estava na sua graduação em Ciências Biológicas na UFSM, Messina foi bolsista no Jardim, durante três anos, pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX) sendo a primeira monitora de educação ambiental neste espaço. <strong>“Nunca imaginei que o mundo ia dar essa volta e eu voltaria a trabalhar agora como servidora e coordenadora de educação socioambiental no Jardim Botânico”</strong>, diz a técnica. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Durante toda a sua jornada, Messina teve e ainda tem um forte vínculo com a Educação Ambiental, com especialização na área e participação em projetos como o Programa de Educação Socioambiental Multicentros (2010-2020). Assim que se formou, ela chegou a trabalhar como professora de ciências de escola particular, mas logo surgiu a oportunidade do concurso público da UFSM, no qual foi aprovada e ingressou na instituição em 2013.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na UFSM, a servidora foi alocada no curso de Letras, onde trabalhou por cinco anos até que, em 2018,  recebeu o convite do Diretor Renato Záchia para trabalhar no Jardim Botânico e o aceitou. Lá, ela teve a responsabilidade de coordenar o Núcleo de Educação Socioambiental do Jardim, devido a suas experiências. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Antigamente, o Jardim recebia as escolas e era oferecido somente um tour pelas dependências e Messina percebeu que o Jardim tinha muito mais a oferecer, visto que é um espaço de conservação de espécies nativas, bem como de ensino, pesquisa e extensão. Então, em conjunto com a equipe (alunos da UFSM e professores do Depto. de Biologia), a técnica implantou um sistema de oficinas educativas de diversos temas, como plantas carnívoras, plantas medicinais e plantas nativas, além de montar uma exposição de animais taxidermizados (cedidos pelo Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal/UFSM) no Jardim.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>As visitas escolares eram agendadas por um formulário virtual e eram realizadas presencialmente, antes da pandemia. No ano de 2019, o Jardim Botânico recebeu 10.000 visitantes. A RBS TV, inclusive, realizou uma reportagem sobre as ações do Jardim e, logo no outro final de semana, após a publicação do conteúdo, o Jardim recebeu 300 visitantes. Infelizmente, essa movimentação teve uma paralisação completa devido à pandemia e à suspensão das atividades presenciais, pela Portaria UFSM n. 9733/2020.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_927" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/06/jd-botanico-2-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /> Simone Messina no Telhado Verde do Jardim Botânico da UFSM.[/caption]
<p>Hoje, são quase 20 alunos ligados ao Jardim, entre estagiários, bolsistas e voluntários. <strong>“A Equipe é muito unida. Graças a todo esse empenho que a gente fez, o Jardim hoje é mais conhecido pela comunidade santa-mariense e região”</strong>, diz a técnica. Entre eles, está a antiga bolsista do Jardim Daiane Oliveira, formada em Paisagismo e atual estudante de Ciências Biológicas da UFSM, a qual trabalhou junto à Simone e com o auxílio de uma indicação da técnica, ela conseguiu um emprego na empresa SulClean nos serviços de jardinagem do Jardim. <strong>“Sinto que nasci para ajudar pessoas a desenvolver seus potenciais”</strong>, revela Simone. Ela ainda diz que gosta de estar  próxima à equipe em todas as ações e participa ativamente desde o planejamento até a implementação das atividades, sejam educacionais ou práticas. <strong>“Me sinto realizada em poder contribuir com o Jardim Botânico da UFSM e com o nosso público.” </strong>diz Messina.</p>
<p>A técnica relembra que antes de entrar no curso de Ciências Biológicas, foi inspirada por uma professora de Biologia e hoje ela se sente realizada em poder inspirar outras pessoas também. Atualmente, ela está fazendo doutorado na área da Educação com foco em extensão universitária.</p>
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<p><!-- /wp:image --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Saiba como fazer o descarte de óleo na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/21/saiba-como-fazer-o-descarte-de-oleo-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 11:26:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[descarte]]></category>
		<category><![CDATA[óleo]]></category>
		<category><![CDATA[oleodecozinha]]></category>
		<category><![CDATA[oleousado]]></category>

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						<description><![CDATA[Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo do projeto Universidade Meio Ambiente (UMA). O óleo de cozinha é um item muito utilizado na culinária, principalmente na fritura de alimentos. No entanto, seu descarte nem sempre se dá corretamente.&nbsp; Muitos jogam esse produto diretamente no ralo da pia, nos vasos sanitários ou em potes que são descartados [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo do projeto Universidade Meio Ambiente (UMA).</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O óleo de cozinha é um item muito utilizado na culinária, principalmente na fritura de alimentos. No entanto, seu descarte nem sempre se dá corretamente.&nbsp; Muitos jogam esse produto diretamente no ralo da pia, nos vasos sanitários ou em potes que são descartados como resíduos comuns, o que é um erro! A má destinação do óleo de cozinha pode causar sérios danos ao meio ambiente, como poluição da água, solo e até da atmosfera. Além disso, quando despejado nos encanamentos de&nbsp; esgoto, ele se acumula como gordura, atraindo vetores de doenças e promovendo o entupimento das redes coletoras.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Como posso realizar o descarte do meu óleo da forma correta?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A primeira coisa que você deve fazer é separar seu óleo usado em um recipiente, preferencialmente de plástico (exemplo: garrafa PET). Evite usar garrafas e potes de vidro, pois eles têm maior chance de quebrar.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em seguida, leve o recipiente com óleo usado para centros de coleta desse tipo de resíduo. Atualmente, a UFSM possui dois Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s) no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) - prédio 13&nbsp; e a Reitoria que recebem óleo usado de uso doméstico regularmente. Por enquanto, a Usina de Biodiesel do Politécnico não consegue comportar uma demanda elevada pois ainda está em fase de testes.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Biodiesel? Isso mesmo!</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pensado em 2014 pelo professor do Colégio Politécnico da UFSM Cícero Nogueira, que era responsável também pela Usina Piloto de Etanol da instituição, o projeto da usina de biodiesel instalada no Colégio Politécnico deu novos passos em 2016, com uma pesquisa realizada pelo doutorando Antônio Fantinel e pelos professores Cícero Nogueira e Sérgio Luiz Jahn.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em fevereiro de 2018, após um processo de licitação, a Usina de Biodiesel foi instalada no Colégio Politécnico, funcionando agora como um protótipo em fase de testes, com a coordenação do professor Filipe Fagan Donato. Segundo ele, o foco do projeto é desenvolver uma fórmula ideal para a produção do combustível através do processo de transesterificação, que transforma o óleo de cozinha reutilizado em biodiesel.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além do processo de transformação do óleo de cozinha em combustível, ele pode se tornar um ótimo ajudante na limpeza de sua casa ao se transformar em sabão. O campus da UFSM de Frederico Westphalen conta com o projeto <a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html;jsessionid=d5e734490fbba077bc5ca400f1c8?idProjeto=66523">“Produção de sabão artesanal com óleo usado:: reaproveitamento ambientalmente sustentável de resíduo de difícil descarte''</a>, coordenado pelo professor Arci Dirceu Wastowski.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nele, o sabão artesanal para limpeza de ambientes e higienização pessoal é produzido a partir de óleo usado coletado por Prefeituras Municipais de Frederico Westphalen e região em suas comunidades para reaproveitamento ambientalmente sustentável deste resíduo de difícil descarte. O produto final é destinado para essas comunidades com o objetivo de atender às suas demandas por medidas de saúde pública para a prevenção, o controle e o enfrentamento de infecções, com variadas metodologias de processamento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mas você pode fazer o sabão com óleo usado em sua casa? Dá uma olhada nesse tutorial:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Separe 5 litros de óleo de cozinha usado (lembre-se de coar);</li><li>Reserve 1kg de soda cáustica;</li><li>Ferva 5 litros de água;</li><li>Adquira um balde com material grosso e resistente;</li><li>Para moldar o sabão, reserve bandeja de plástico, assadeiras de metal ou diferentes recipientes forrados com papel manteiga.</li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No balde, você deverá colocar a soda cáustica e adicionar lentamente a água em fervura. Depois, mexa até a soda cáustica se dissolver por inteiro. Em seguida, adicione o óleo e continue com movimentos contínuos na mesma direção, para evitar que o sabão caseiro não coalhe.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Faça esse processo até a mistura ficar em consistência pastosa para despejar nos moldes. Deixe secar por 24 horas. Depois, corte o sabão do tamanho que preferir e desenforme.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras: Eliane Maria Foleto e o ODS 14</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/16/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-eliane-maria-foleto-e-o-ods-14</link>
				<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 21:02:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 14]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=918</guid>
						<description><![CDATA[A água é um recurso indispensável para a nossa sobrevivência. Como exposto numa na matéria Nós precisamos falar sobre a água, os corpos d’água vêm sofrendo cada vez mais com as consequências das ações do ser humano. A pesca predatória, a deposição de resíduos industriais, agrotóxicos, esgoto doméstico e o plástico são os principais agentes [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" class="wp-image-842" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A água é um recurso indispensável para a nossa sobrevivência. Como exposto numa <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/22/nos-precisamos-falar-sobre-a-agua/">na matéria Nós precisamos falar sobre a água</a>, os corpos d’água vêm sofrendo cada vez mais com as consequências das ações do ser humano. A pesca predatória, a deposição de resíduos industriais, agrotóxicos, esgoto doméstico e o plástico são os principais agentes poluentes dos recursos hídricos. A fauna e a flora marinha vêm perdendo grande parte de sua diversidade devido a essas problemáticas e isso se tornou pauta de diferentes congressos mundiais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pensando nisso, a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) prevê o <a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/14/">Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 14</a>, que visa conservar e promover o uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“Até 2025, prevenir e reduzir significativamente a poluição marinha de todos os tipos, especialmente a advinda de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes.”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 1 do ODS 14</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mas para mudar o cenário atual, é necessário entender como a água funciona, quais são seus ciclos e quais caminhos ela percorre desde a sua nascente até chegar à foz do rio, quando se encontra com um corpo d’água maior, geralmente os oceanos. Quanto a isso, o projeto de extensão “Hidrossítios no Geoparque da Quarta Colônia”, coordenado pela professora do Departamento de Geociências do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) e do Programa de Pós Graduação em Geografia da UFSM, Eliane Maria Foleto, ganha grande destaque.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com início datado em 2018, a ação visa, através de visitas aos nove municípios que abrigam o Geoparque Quarta Colônia, levantar junto aos gestores e representantes da comunidade quais são os mananciais hídricos, superficiais, subterrâneos que apresentam singularidade; definir dentre mananciais apontados quais possuem atributos excepcionais a serem inventariados; delimitar os hidrossítios de maior valor patrimonial e, construir junto ao Poder Público e comunidade, o caminho das águas no Geoparque da Quarta Colônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Quarta Colônia é composta por nove municípios gaúchos: Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Seca, São João do Polêsine e Silveira Martins.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar da ação ser recente, o contato de Eliane Foleto com a natureza e os recursos hídricos começou muito antes disso. “Estou nesse debate muito antes da cúpula da Agenda 2030 traçar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, diz a professora. Desde pequena, filha de agricultores e com infância dentro do meio rural, ela brincava com o pé no chão e nos rios próximos de casa.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao entrar na Faculdade de Ciências e Letras Imaculada Conceição (FIC), no curso de Geografia Licenciatura, ela teve maior contato com as questões ambientais e nutriu ainda mais o seu interesse em se tornar professora, pois ela gostava da ideia de difundir e “plantar sementinhas” de conhecimento. Ao terminar sua graduação em 1989, ela optou por continuar sua carreira acadêmica e fez mestrado em Engenharia Civil, na área de Cadastro Técnico Multifinalitário, pela Universidade Federal de Santa Catarina&nbsp; (UFSC) em 1995.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Já em 1996, entrou no quadro de docentes da Universidade Federal de Santa Maria, oferecendo, dentre outras disciplinas, a matéria de Hidrogeografia. Nessa cadeira, a água é trabalhada como um indicador de qualidade ambiental e ainda como um agente que se transforma (seus estados físicos da matéria), mas ao mesmo tempo, transforma a paisagem, através de processos de erosão, transporte e deposição. Outra perspectiva trazida por essa disciplina é olhar a água como elemento integrante e estruturante da paisagem.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesse mesmo período, o Brasil estava passando por uma reestruturação na legislação ambiental e aprovou em 1997 a Lei n. 10.350, que indica como instrumentos de gerenciamento da água o plano de recursos hídricos, o enquadramento de recursos hídricos, a outorga dos usos e o plano de informações para tais recursos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A partir dessa movimentação política nacional, a professora sentiu a&nbsp; necessidade em se especializar na área de recursos ambientais. Então, ela solicitou o afastamento na Universidade e foi fazer o doutorado na área de Engenharia de Produção da UFSC numa linha de pesquisa de Gestão Ambiental. Quando ela retornou de seu doutorado, no final de 2003, o curso de mestrado em Geografia acabara de ser aprovado na UFSM. A partir de então, a professora passou a ministrar uma disciplina que discute sobre o uso racional dos recursos hídricos e o desenvolvimento sustentável.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar de estar ligada às causas ambientais em função&nbsp; da pesquisa, Foleto sentia vontade de aplicar esses conhecimentos com a comunidade e colocar em prática aquilo que estudava na Universidade. Seguindo essa vontade, em 2004, a professora aproximou-se da F<a href="http://www.fundacaomoa.org.br/pesquisas.php">undação Mo’Ã</a> de Santa Maria, uma ONG que foi instituída por professores aposentados da UFSM e atua, desde 1997, na região central do Rio Grande do Sul. A fundação tem lugar de fala em vários conselhos, como o Conselho Municipal de Meio Ambiente de Santa Maria e no Comitê de Bacias Hidrográficas de Santa Maria.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Em setembro de 2007, a organização recebeu por doação uma propriedade de 25 hectares no município de Itaara, distante 12km do centro de Santa Maria. Lá, a professora foi desafiada a criar uma Unidade de Conservação. Dentro desse território, existem três nascentes de água e a professora faz questão de levar seus alunos para lá. Os discentes da UFSM pesquisam e realizam ações nas unidades de conservação no município de Santa Maria. Dentro dessas discussões científicas, surgiu o livro <strong>Áreas Protegidas</strong>. Publicado pela Editora da UFSM, é uma coletânea de trabalhos realizados voluntariamente por acadêmicos e docentes da UFSM nessa perspectiva de áreas protegidas e foi organizado pela professora Eliane Maria Foleto e pela Dalvana Brasil do Nascimento. Ele está disponível para compra no <a href="https://editoraufsm.com.br/areas-protegidas.html">site da Editora da UFSM </a>e também possui versão e-book.</p>
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<p>Ainda dentro da Mo’Ã, Foleto organizou a obra <strong>A Conservação da Água sob Diferentes Olhares</strong>, que foi uma consequência do trabalho da Fundação em conjunto com a comunidade do município de Itaara e de parcerias acadêmicas relacionadas ao projeto.</p>
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<p>Em 2015, o Grupo de Pesquisa que a professora fazia parte, o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/grupo-de-apoio-e-incentivo-a-adocao-gaia-sm/">Grupo de Análise e Investigação Ambiental (Gaia)</a>, teve uma ampliação e foi criado o Grupo Patrimônio Natural Geoconservação e Gestão da Água (Pangea). Nele, a professora é responsável pela temática Gestão da Água, na área dos hidrossítios.&nbsp;</p>
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<p>Nesse mesmo período, a questão dos Geoparques começou a ganhar maior visibilidade no meio acadêmico e a UFSM acabou se envolvendo diretamente com esses dois projetos. Atualmente, a Universidade possui ações nos Geoparques Caçapava do Sul e Quarta Colônia. E é a partir daí que o projeto coordenado por Foleto ganha suas primeiras formas.&nbsp;</p>
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<p>“O hidrossítio é um patrimônio. A ideia é que utilizemos esses geossítios de caráter hidrológico que têm um apelo muito grande junto à sociedade para conscientizar a comunidade sobre a importância da conservação da água.”, explica a professora.&nbsp;</p>
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<p>Mas não são todos os recursos hídricos que se tornam hidrossítios: “O hidrossítio precisa ter valor ecológico, valor hidromorfológico, valor estético para o apelo da comunidade, sociocultural (roda d'água, barramento) e importância científica”, ressalta Foleto.&nbsp;</p>
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<p>Os chamados hidrossítios servem como uma espécie de bandeira para a sensibilização e conscientização da população frente à conservação do meio ambiente e dos recursos hídricos. “A importância de manter áreas verdes e instituir unidades de conservação neste processamento de água é que elas possuem papel fundamental s vão reter naturalmente o escoamento e fazer com que as águas infiltrem e regulem a vazão nos períodos de estiagem”, esclarece a professora.&nbsp;</p>
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<p>Foleto também chama a atenção para a crise ambiental que estamos vivendo. Ela diz que é essencial que haja uma revisão do nosso consumo e das problemáticas relacionadas ao meio ambiente o quanto antes, pois se não, as consequências serão ainda mais graves.</p>
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<p>Em relação à docência e à ideia de plantar sementes de conhecimentos, a professora Eliane Foleto já vem colhendo frutos. Ela se&nbsp; orgulha em dizer que tem um ex-aluno concursado que atua hoje no Instituto Brasileiro&nbsp; do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Norte do país e também fala sobre uma aluna de doutorado que trabalha em um projeto de investigação na Universidade de Coimbra, definindo áreas prioritárias para conservação, nessa mesma perspectiva ambiental.</p>
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				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras - Carina Petch, Natalia Batista e o ODS 13</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/09/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-carina-petch-natalia-batista-e-o-ods-13</link>
				<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 20:33:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[ods13]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=917</guid>
						<description><![CDATA[Não é novidade que a questão climática vem se tornando uma preocupação para as organizações mundiais. Como explicado em nossa página, o aumento da temperatura da Terra traz consequências transversais e precisa ser amenizado imediatamente.&nbsp; Não por acaso que Greta Thunberg foi nomeada pela revista Time como a pessoa do ano de 2019. A ativista [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" class="wp-image-842" /></figure>
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<p>Não é novidade que a questão climática vem se tornando uma preocupação para as organizações mundiais. Como <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/mudancas-climaticas">explicado em nossa página</a>, o aumento da temperatura da Terra traz consequências transversais e precisa ser amenizado imediatamente.&nbsp;</p>
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<p>Não por acaso que Greta Thunberg foi nomeada pela revista Time como a pessoa do ano de 2019. A ativista ambiental sueca de apenas 16 anos na época, iniciou suas ações contra o aquecimento global em agosto de 2018, quando abdicou de suas aulas e acampou durante dias na frente do parlamento sueco, protestando por ações mais efetivas para a mitigação do aumento da temperatura terrestre.</p>
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<p>Desde então, as movimentações de Thunberg começaram a ser reconhecidas mundialmente e hoje, aos 18 anos, a ativista coleciona reuniões e entrevistas com chefes de Estado da Organização das Nações Unidas (ONU) e aparições em veículos midiáticos de grande notoriedade. Além disso, ela inspirou milhões de pessoas a se juntarem à greve climática global de 2019, a maior manifestação climática da história da humanidade.&nbsp;</p>
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<p>O caso de Thunberg serve para exemplificar o valor da movimentação estudantil e jovem frente às questões socioambientais. No dia 25 de março de 2021, foi realizada a&nbsp; <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/26/aula-virtual-pelo-clima-aborda-poder-da-juventude-frente-as-mudancas-climaticas/">Aula Virtual pelo Clima</a>, promovida pela Agência Íntegra, Mão na Mídia, Universidade Meio Ambiente (UMA) e pelo Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM-FW. O evento,&nbsp; transmitido pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UCmbF6QuzFUnKVnxeNU3K4UQ">canal do Youtube do Mão na Mídia</a>, teve como destaque as falas de Amanda Costa e Renata Padilha e mediação do acadêmico de Relações Públicas da UFSM-FW Kawê Veronezi e da jornalista egressa da UFSM-FW Lívia Trindade. Nela, também foi abordado o poder da juventude frente às mudanças climáticas.</p>
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<p>Percebendo essa realidade, a Agenda 2030 traz o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 13, que indica a Ação Contra a Mudança Global pelo Clima.&nbsp;</p>
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<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“</em><em>Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação global do clima, adaptação, redução de impacto, e alerta precoce à mudança do clima”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 3 do ODS 13.</em></p>
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<p>A Universidade Federal de Santa Maria tem uma <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/16/como-os-projetos-da-ufsm-colaboram-a-favor-da-ods-13/">série de ações</a> que atendem esse ODS. No 13º episódio da série Mulheres Sustentáveis e Transformadoras, nós salientamos o “Projeto Interpolar de Formação de professores e oficinas pedagógicas sobre Antártida e Andes”,&nbsp; coordenado pela professora Carina Petsch e co-orientado pela professora Natália Lampert. As duas se conheceram enquanto Lampert estava no programa de pós-graduação em Geografia, quando ela e Petsch trabalharam juntas em oficinas de cartografia do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid).&nbsp;</p>
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<p>A ideia do projeto veio da professora Carina Petsch, que trabalha há muitos anos com a temática polar. Com graduação, mestrado e doutorado em Geografia, Petsch já havia realizado outras pesquisas relacionadas às mudanças climáticas. Desde que entrou na UFSM, Petsch pesquisa e realiza oficinas sobre a Antártida, mas foi no final de 2019, quando é celebrado em 1º de dezembro o dia da Antártida, que o projeto ganhou forma.&nbsp;</p>
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<p>Nesta data, ocorreu a primeira oficina voltada ao ensino das temáticas interpolares, realizada por Petsch e Natália Lampert, agora pós doutoranda. A partir daí, o Projeto Interpolar começou a dar seus primeiros passos. Iniciado formalmente em fevereiro de 2020, o projeto é voltado para a &nbsp;criação de estratégias metodológicas para o ensino de Antártica e Andes com professores e alunos da educação básica, o trabalho extensionista é desenvolvido a partir da realização de formações de professores, oficinas pedagógicas com alunos e docentes e com a realização de eventos como a “Semana Polar” e o “Dia da Antártica”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 2 do ODS 13</em></p>
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<p>O projeto foi registrado poucos dias antes do anúncio da pandemia, então suas atividades não foram afetadas tão gravemente. Entre elas, Lampert chama atenção para o curso “Casos de Antártida”, organizado todo em formato remoto. Realizado entre setembro e dezembro de 2020, essa capacitação tinha o objetivo de envolver futuros professores, atuais graduandos de Geografia de diferentes instituições,&nbsp; que tinham interesse em aprender mais sobre a temática polar. A divulgação desta capacitação se deu via Instagram, pelo <a href="https://www.instagram.com/cartografiaviral/">perfil do projeto Cartografia Viral,</a> coordenado também pelas duas professoras.&nbsp;</p>
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<p>O curso teve três encontros síncronos, atividades assíncronas e uma palestra. Montado de forma lúdica, inspirado no programa do SBT Casos de Família, foram apresentados vários casos hipotéticos com uma série de questões equivocadas, em um segundo momento, era feita a identificação de todos os erros e era realizada uma discussão científica sobre eles.&nbsp;</p>
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<p>Justamente por ter sido realizado de forma remota, o curso atingiu estudantes de outras universidades, como a Universidade Federal Fluminense e a Universidade Federal de Pelotas.&nbsp;</p>
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<p>Lampert entrou no projeto graças ao convite de Petsch e diz: <strong>“Tenho uma admiração gigante pela professora Carina, que é uma pessoa muito inspiradora e que acabou me despertando para a visualização de outras temáticas dentro do ensino de Geografia que, até então, eram menos trabalhadas dentro do meu contexto de atuação”.</strong></p>
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<p>Natalia finaliza dizendo que todos os projetos que visam a formação de pessoas que estejam comprometidas com a realidade, seja a partir de discussões mais sociais ou ambientais, são centrais para a formação de cidadãos críticos e de uma sociedade mais justa.</p>
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<p>As regiões polares são as mais afetadas pelo aquecimento global graças ao degelo. São diversas as espécies de animais que têm esses locais como hábitats naturais e correm risco de extinção. Ainda, durante esse processo ocorre a liberação de gases prejudiciais ao meio ambiente. Por isso é essencial a transmissão de conhecimentos sobre essas áreas tão importantes para o planeta Terra.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
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