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			<title>OBCC - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise</description>
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				<title>Edelman Trust Barometer 2026 revela crise da insularidade: 7 em cada 10 brasileiros hesitam em confiar em quem é diferente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/03/26/edelman-trust-barometer-2026-revela-crise-da-insularidade-7-em-cada-10-brasileiros-hesitam-em-confiar-em-quem-e-diferente</link>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:12:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[O Edelman Trust Barometer 2026 revela uma sociedade marcada pela insularidade, sentimento caracterizado pelo desinteresse e desconfiança de pessoas com ideias e princípios alheios aos seus. No Brasil, em média, sete em cada 10 entrevistados hesitam ou estão pouco dispostos a confiar em alguém com valores, fontes de informação, abordagens para problemas sociais ou origens [&hellip;]]]></description>
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<p><img class="alignright size-medium wp-image-602" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/03/2026-291x300.jpg" alt="" width="291" height="300" /></p>
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<p>O Edelman Trust Barometer 2026 revela uma sociedade marcada pela insularidade, sentimento caracterizado pelo desinteresse e desconfiança de pessoas com ideias e princípios alheios aos seus. No Brasil, em média, sete em cada 10 entrevistados hesitam ou estão pouco dispostos a confiar em alguém com valores, fontes de informação, abordagens para problemas sociais ou origens diferentes dos seus. À medida que a ansiedade econômica, as tensões geopolíticas e as transformações tecnológicas se intensificam, os indivíduos tendem a se fechar em círculos mais próximos, desconfiando de grandes instituições e buscando segurança em ambientes familiares. </p>
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<p>No Brasil, meu empregador (80% entre os empregados) e empresas (67% entre a população geral) continuam sendo as únicas instituições confiáveis. Em 2026, a mídia não é mais desconfiada e passa para o patamar da neutralidade (52%), ao lado das ONGs (58%), enquanto o governo segue como a única instituição não confiável (45%). No índice geral (média da porcentagem da confiança em empresas, governo, mídia e ONGs), o país permanece na faixa da neutralidade (56).</p>
<p>O avanço da insularidade fortalece o nacionalismo, tornando mais difícil para multinacionais competirem com empresas locais. No Brasil, empresas nacionais são 7 pontos mais confiáveis do que as estrangeiras, e 25% dos brasileiros apoiariam a redução do número de empresas estrangeiras atuando no país, mesmo que isso significasse preços mais altos.</p>
<p>“Esse movimento do “nós” para o “eu” não é novo. Para se proteger do medo, as pessoas estão se retraindo, se encolhendo, e evitam o diálogo, deixando de ouvir perspectivas divergentes e de aprender com o diferente”, afirma Ana Julião, Gerente Geral da Edelman Brasil.</p>
<p>As tensões geopolíticas também impactam diretamente o ambiente de trabalho. No Brasil, 71% dos empregados dizem estar preocupados com os efeitos de conflitos comerciais e tarifas sobre suas empresas, enquanto 74% temem perder o emprego diante de uma possível recessão, ambos atingindo níveis recordes. Esse cenário também afeta as relações dentro das empresas. Quarenta e um por cento dos empregados brasileiros afirmam que prefeririam mudar de departamento a reportar para um gestor com valores diferentes dos seus, enquanto 28% dizem que se esforçariam menos em um projeto liderado por alguém com crenças políticas distintas.</p>
<p>Para combater a insularidade, o Edelman Trust Barometer 2026 apresenta o conceito de brokering de confiança – um conjunto de práticas e comportamentos que buscam facilitar a construção de confiança entre pessoas e grupos com visões diferentes. Esse<br />papel pode ser exercido por indivíduos, empresas ou organizações confiáveis por grupos distintos envolvidos em um mesmo problema.</p>
<p>No Brasil, 79% dos entrevistados acreditam que o governo tem grande responsabilidade em promover essa mediação, mas apenas 30% consideram que ele desempenha bem esse papel. Já a figura do meu empregador surge como a instituição mais bem posicionada para promover a construção de confiança: 70% dos empregados no país acreditam que eles têm obrigação de reduzir as divisões e facilitar a construção da confiança entre grupos distintos, e 47% acreditam que eles estejam cumprindo esse papel de forma eficaz.</p>
<p> </p>
<p><strong>Outros achados do Edelman Trust Barometer 2026:</strong></p>
<p>• <strong>Divisão de classe afeta a confiança:</strong> no Brasil, a diferença de confiança institucional entre grupos de alta e baixa renda é de 9 pontos – com índice de confiança de 62 entre os de renda alta e 53 entre os de renda baixa. Pela primeira vez desde 2012, nenhum dos grupos demonstra desconfiança generalizada nas instituições.</p>
<p>• <strong>Países em desenvolvimento lideram em confiança:</strong> enquanto a confiança permanece estável em países desenvolvidos, ela cresce nas economias emergentes. Em 2026, o Índice de Confiança é de 66 nos países em desenvolvimento, contra 49 nos desenvolvidos.</p>
<p>• <strong>Otimismo sobre o futuro permanece baixo</strong>: apenas 30% dos brasileiros acreditam que a próxima geração estará em uma situação melhor no futuro.</p>
<p>• <strong>A preocupação com desinformação cresce</strong>: Sessenta e nove por cento dos brasileiros temem que outros países estejam espalhando propositalmente informações falsas na mídia nacional para intensificar divisões internas.</p>
<p>• <strong>A exposição a diferentes visões políticas está diminuindo</strong>. Apenas 44% dos brasileiros respondentes dizem interagir pelo menos uma vez na semana com fontes que têm inclinação política diferente da sua, com uma queda significativa de 8 pontos em comparação com o ano passado.</p>
<p>• <strong>Entre aqueles com mentalidade insular, a confiança se concentra em relações próximas</strong>: entre pessoas com mentalidade insular, apenas “meu CEO” é visto como confiável (65% entre os empregados). CEOs em geral (52% entre a população em geral) e vizinhos (50%) aparecem no patamar da neutralidade, enquanto jornalistas (49%) e autoridades governamentais (37%) não são confiáveis.</p>
<p> </p>
[caption id="attachment_601" align="aligncenter" width="1019"]<img class="wp-image-601 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/03/11.jpg" alt="" width="1019" height="485" /> Características da realidade ao longo de 20 anos.[/caption]
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<p></p>
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<p><br /><strong>Sobre o Edelman Trust Barometer </strong></p>
<p>O Edelman Trust Barometer 2026 é a 26ª edição da pesquisa anual de confiança desenvolvida pela Edelman. O estudo foi produzido pelo Edelman Trust Institute e consistiu em entrevistas online de 30 minutos, conduzidas entre 23 de outubro e 18 de<br />novembro de 2025. A pesquisa contou com mais de 33.000 respondentes, em 28 países.</p>
<p><a href="https://www.edelman.com/trust/2026/trust-barometer">Leia o relatório completo</a>.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Lançamento | E-book lançado pela Abrapcorp discute o papel da comunicação na sociedade de risco</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/03/16/lancamento-e-book-lancado-pela-abrapcorp-discute-o-papel-da-comunicacao-na-sociedade-de-risco</link>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 00:06:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[O Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC) destaca o lançamento da obra “Comunicação na/para Sociedade de Risco”, publicada Abrapcorp através da Editora Sulina, que reúne reflexões contemporâneas sobre os desafios da comunicação organizacional e das relações públicas em contextos de instabilidade social, ambiental e informacional. A publicação está vinculada ao XIX Congresso Brasileiro Científico [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-599" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/03/9786557592656-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />O Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC) destaca o lançamento da obra “<a href="https://editorasulina.com.br/biblioteca-digital-det.php?id=928">Comunicação na/para Sociedade de Risco</a>”, publicada Abrapcorp através da Editora Sulina, que reúne reflexões contemporâneas sobre os desafios da comunicação organizacional e das relações públicas em contextos de instabilidade social, ambiental e informacional.</p>
<p>A publicação está vinculada ao XIX Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e Relações Públicas – Congresso Abrapcorp 2025, realizado um ano após o maior desastre climático já registrado no estado do Rio Grande do Sul. O congresso adotou como tema central <strong>“Comunicação na/para Sociedade de Risco”</strong>, propondo um espaço de reflexão sobre as fragilidades e as potencialidades que emergem em uma sociedade em constante transformação.</p>
<p>A escolha temática dialoga com um cenário global marcado por crises múltiplas — ambientais, sanitárias, políticas e informacionais — que exigem novas abordagens para a gestão da comunicação, dos riscos e das crises. Nesse contexto, a publicação amplia os debates iniciados no evento científico e busca contribuir para a compreensão dos papéis estratégicos da comunicação diante de cenários complexos e em movimento.</p>
<p>A obra reúne artigos de pesquisadoras e pesquisadores convidados, textos indicados pelas coordenações das Sessões Temáticas do congresso e contribuições de docentes responsáveis pelas oficinas realizadas durante o evento. O resultado é um panorama plural de perspectivas teóricas e analíticas que dialogam com temas como governança comunicacional, gestão de crises, comunicação organizacional e dinâmicas sociais em contextos de incerteza.</p>
<p>Entre os autores presentes na coletânea estão pesquisadores renomados do campo da comunicação organizacional e da comunicação de crise, reforçando a relevância científica da publicação. Também integra o volume as professoras Daiane Scheid e Rosângela Florczak, pesquisadoras associadas do Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise, ampliando a conexão entre a produção acadêmica do livro e as atividades do OBCC.</p>
<p>A iniciativa contou ainda com apoio de importantes instituições de fomento à pesquisa no Brasil, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), evidenciando o reconhecimento da relevância científica e social das discussões propostas.</p>
<p>Ao reunir diferentes olhares sobre comunicação, risco e crise, a obra contribui para fortalecer o campo de estudos e estimular reflexões sobre como a comunicação pode atuar na construção de respostas sociais mais resilientes, especialmente em contextos marcados por desastres, desinformação e transformações estruturais.</p>
<p>O livro já está disponível em formato digital pela <a href="https://editorasulina.com.br/biblioteca-digital-det.php?id=928">Editora Sulina</a>.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Lançamento | Liderança, crise e transformação digital: obra gratuita reúne pesquisadores latino-americanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/03/03/lancamento-lideranca-crise-e-transformacao-digital-obra-gratuita-reune-pesquisadores-latino-americanos</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 23:53:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[O livro “Comunicação organizacional: liderança, crise e comunicação digital” acaba de ser lançado em formato gratuito e on-line, oferecendo uma contribuição relevante para a compreensão crítica dos desafios comunicacionais em contextos organizacionais contemporâneos. Disponível para download pela PUCRS Editora, a obra coletiva reúne capítulos que exploram, sob diferentes perspectivas teóricas e empíricas, a importância da comunicação como eixo estratégico [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-olk-copy-source="MessageBody"><img class="alignright size-full wp-image-596" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/03/capa.jpg" alt="" width="405" height="545" />O livro <b>“Comunicação organizacional: liderança, crise e comunicação digital”</b> acaba de ser lançado em formato gratuito e on-line, oferecendo uma contribuição relevante para a compreensão crítica dos desafios comunicacionais em contextos organizacionais contemporâneos. <a href="https://editora.pucrs.br/livro/1909/">Disponível para download pela PUCRS Editora</a>, a obra coletiva reúne capítulos que exploram, sob diferentes perspectivas teóricas e empíricas, a importância da comunicação como eixo estratégico nas organizações, especialmente diante de crises e da rápida transformação digital.</p>
<p aria-hidden="true"> </p>
<p>A publicação abre sua coletânea com a apresentação dos organizadores — Rebeca-Illiana Arévalo-Martínez, Rosângela Florczak de Oliveira e Rogelio Del Prado-Flores — que situam a obra nos desafios contemporâneos da comunicação organizacional, conectando liderança, crise e comunicação digital.</p>
<p> </p>
<p>Em seguida, o primeiro capítulo, assinado por Rogelio Del Prado-Flores e Rebeca-Illiana Arévalo-Martínez, aborda os <strong>desafios éticos nas crises de comunicação organizacional em contextos de trabalho à distância</strong>; logo depois, os mesmos organizadores com o pesquisador exploram a <strong>caracterização da comunicação organizacional digital em diferentes tipos de organizações e instituições</strong>. O terceiro capítulo, de Carolina Frazon Terra (membro do OBCC), discute <strong>crises geradas por recursos de inteligência artificial e seus impactos na comunicação organizacional</strong>, trazendo casos exemplares. Na sequência, Cleusa Maria Andrade Scroferneker reflete sobre as <strong>contradições da comunicação digital nas universidades brasileiras</strong><b>;</b> Guillermo García Mayo apresenta disputas de <strong>poder nos mercados ligados à indústria da mobilidade</strong>; Márcia Pillon Christofoli e Cleusa Scroferneker tratam das <strong>interfaces entre comunicação, discurso e cultura organizacional para uma liderança sensível</strong><b>;</b> Juremir Machado da Silva discute <strong>direitos humanos como fundamento da humanidade nas organizações</strong><b>;</b> Fernando Carara Lemos e Luciana Buksztejn Gomes abordam a <strong>educação e treinamento em comunicação para lideranças</strong>; Luciana Silva Corrêa e Maria Aparecida Ferrari analisam <strong>liderança e etarismo digital nas organizações</strong>; e Angélica De la Veja apresenta um capítulo sobre <strong>liderança transformacional e storytelling em crises organizacionais</strong>, entre outros temas que ampliam o escopo da obra.</p>
<p aria-hidden="true"> </p>
<p>A publicação, fruto de uma parceria entre instituições acadêmicas latino-americanas, fortalece o diálogo entre teoria e prática, reunindo reflexões que podem servir de referência para pesquisadores, docentes, estudantes e profissionais da comunicação. O fato de estar disponível gratuitamente em formato digital reforça o compromisso com a democratização do conhecimento na área e com a disseminação de repertório crítico sobre liderança, crise e inovação comunicacional em tempos de disrupção tecnológica.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Serviço</b></p>
<p>Comunicação organizacional: liderança, crise e comunicação digital</p>
<p>Organizadores: Rebeca-Illiana Arévalo-Martínez; Rosângela Florczak de Oliveira; Rogelio Del Prado Flores</p>
<p>Editora: PUCRS</p>
<p>Ano: 2026</p>
<p>Páginas: 263</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lançamento de livro | “As Primeiras 24hs de uma Crise no Ambiente Hospitalar”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/02/01/lancamento-de-livro-as-primeiras-24hs-de-uma-crise-no-ambiente-hospitalar</link>
				<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 00:47:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[Obra apresenta estratégias de gestão de imagem e reputação para hospitais diante de cenários críticos A plataforma Clube de Autores acaba de lançar o livro “As Primeiras 24hs de uma Crise no Ambiente Hospitalar – Gestão de Imagem e de Reputação”, um guia abrangente e atual sobre como instituições de saúde devem se preparar, reagir [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-full wp-image-589" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-20.42.17.jpeg" alt="" width="484" height="720" />Obra apresenta estratégias de gestão de imagem e reputação para hospitais diante de cenários críticos</p>
<p>A plataforma Clube de Autores acaba de lançar o livro “<a href="https://clubedeautores.com.br/livro/as-primeiras-24hs-de-uma-crise-hospitalar-2"><strong>As Primeiras 24hs de uma Crise no Ambiente Hospitalar – Gestão de Imagem e de Reputação</strong></a>”, um guia abrangente e atual sobre como instituições de saúde devem se preparar, reagir e se posicionar nos momentos mais delicados de uma crise.</p>
<p>Voltado a profissionais de comunicação, marketing, gestores hospitalares e estudantes da área da saúde, a obra parte de um ponto decisivo: <strong>as primeiras 24 horas de uma crise são determinantes para a preservação - ou a perda - da credibilidade institucional</strong>. “Decisões tomadas nesse intervalo crítico impactam diretamente a confiança de pacientes, familiares, colaboradores, imprensa, órgãos reguladores e da opinião pública”, explica o autor, o jornalista João Fortunato.</p>
<p>O livro apresenta estratégias práticas de Gestão de Crise de Imagem e Reputação, com foco em comunicação assertiva, elaboração de planos de contingência, definição de porta-vozes, relacionamento com a mídia e gestão das redes sociais em situações de alta exposição. Também aborda métodos eficazes para a reconstrução da confiança pública após episódios críticos.</p>
<p>Além da resposta imediata, a obra oferece insights valiosos sobre prevenção e antecipação de riscos, destacando a importância do preparo institucional, da integração entre áreas estratégicas e da cultura de gestão de crise no ambiente hospitalar. Em um cenário midiático cada vez mais veloz, sensível e amplificado pelas redes sociais, o livro reforça que improviso não é uma opção.</p>
<p>Com uma abordagem clara, aplicada e alinhada às transformações do setor da saúde, a publicação é leitura essencial para quem busca proteger, fortalecer e sustentar a imagem e a reputação de instituições de saúde, mesmo diante de situações adversas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>Este livro abrangente oferece um guia indispensável sobre Gestão de Crise de Imagem e Reputação especificamente voltado para hospitais e instituições de saúde. Desenvolvido para profissionais de comunicação, marketing, gestores hospitalares e estudantes da área da saúde, o conteúdo apresenta estratégias eficazes para lidar com situações críticas que podem afetar a imagem e a reputação de estabelecimentos de saúde. O material explora técnicas de comunicação assertiva, planos de contingência, gestão de mídias sociais em momentos de crise e métodos para reconstrução da confiança pública. Além disso, o livro oferece insights valiosos para a prevenção e o manejo de crises. Com uma abordagem prática e atual, este recurso é essencial para quem busca proteger e fortalecer a imagem de instituições de saúde em um cenário midiático cada vez mais desafiador. Aprenda a antecipar riscos, gerenciar eficientemente situações de emergência e manter a credibilidade da sua instituição mesmo em momentos de adversidade.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sobre o autor</strong></p>
<p>João Fortunato é jornalista profissional, produtor audiovisual e professor universitário. Trabalhou em diversos jornais e revistas de São Paulo. Após iniciou-se em Comunicação Corporativa e exerceu a atividade no Brasil e Exterior. É especialista em Gestão da Comunicação em Situações de Crise e Treinamentos de Mídia para executivos. Nos últimos tempos tem se dedicado a aprender as nuances das novas mídias do universo virtual. É graduado em Comunicação Social, habilitação em jornalismo, e em Produção Audiovisual, pós-graduado em Comunicação Corporativa e mestre em Comunicação e Cultura Mediática. É professor universitário.</p>
<p>______</p>
<p>Com informações do Clube de Autores.</p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>13 anos da tragédia da Boate Kiss é marcado por Dia de Memória às Vítimas e Canal de Denúncias sobre Segurança</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/27/13-anos-da-tragedia-da-boate-kiss-e-marcado-por-dia-de-memoria-as-vitimas-e-canal-de-denuncias-sobre-seguranca</link>
				<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 13:30:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[Na data que marca os 13 anos da tragédia da Boate Kiss, ocorrida em 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria (RS), além de debates públicos e homenagens às 242 vítimas, aos mais de 600 sobreviventes e familiares, duas iniciativas de memória e prevenção são lançadas na cidade: o Canal de Denúncias “Alerta Kiss [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-full wp-image-586" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/image.jpg" alt="" width="480" height="640" />Na data que marca os 13 anos da tragédia da Boate Kiss, ocorrida em 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria (RS), além de debates públicos e homenagens às 242 vítimas, aos mais de 600 sobreviventes e familiares, duas iniciativas de memória e prevenção são lançadas na cidade: o Canal de Denúncias “Alerta Kiss – informação que salva” e o Dia de Memória às Vítimas do Incêndio da Boate Kiss.</p>
<p> </p>
<p><strong>AÇÃO PARA A PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS</strong></p>
<p>O coletivo “Kiss: Que Não Se Repita”, formado por amigos e familiares de vítimas e por sobreviventes da tragédia, lança hoje o <strong><a href="https://www.kissquenaoserepita.org/">Canal de Denúncias “Alerta Kiss – informação que salva”</a>,</strong> voltado a receber relatos anônimos sobre segurança em casas noturnas no Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>O objetivo é prevenir para evitar novas tragédias, tendo em vista que antes e após o acontecimento em Santa Maria, ocorreram outros incêndios com características e causas semelhantes em bares e boates ao redor do mundo. O último caso, em 2026, foi o incêndio no Bar Le Constellation, em Crans-Montana, na Suíça, que deixou 40 mortos e mais de 100 feridos, evidenciando fatores já conhecidos que levam a tragédias deste tipo, a saber, superlotação, uso de fogos de artifício em locais fechados, problemas com rotas de fuga e saídas de emergência.</p>
<p>Tais fatores somados a problemas com extintores, materiais inflamáveis e problemas com alvarás, entre outros, foram apontados como as causas da tragédia de Santa Maria. Nessa direção, pela recorrência de acontecimentos com as mesmas causas, estes riscos estão agora no radar do canal de denúncias que receberá e analisará as mensagens antes de repassar às autoridades.</p>
<p> </p>
<p><strong>MEMÓRIA E RESPEITO</strong></p>
<p>Já no âmbito da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), instituição na qual estudava a maioria das vítimas da tragédia, foi instituído neste ano o dia 27 de janeiro como o <strong>Dia de Memória às Vítimas do Incêndio da Boate Kiss</strong>.</p>
<p>A iniciativa considerou o profundo impacto humano, social e institucional do referido evento sobre a comunidade universitária e a sociedade santa-mariense, a importância da preservação da memória coletiva, do respeito às vítimas e a seus familiares, bem como do compromisso institucional com a reflexão, a solidariedade e a promoção de uma cultura de cuidado, prevenção e valorização da vida.</p>
<p>No dia 27 de janeiro, portanto, ficam suspensas as atividades acadêmicas e administrativas na UFSM, ao mesmo tempo que as unidades acadêmicas e administrativas poderão, respeitada sua autonomia, promover atividades de caráter memorial, educativo, reflexivo ou cultural<strong>,</strong> voltadas à preservação da memória das vítimas, à promoção da segurança coletiva e à valorização da vida. </p>
<p> </p>
<p>Em Santa Maria, desde 2023, uma lei municipal (6.839/2023) instituiu a Semana em Memória às Vítimas da Tragédia da Boate Kiss, sendo parte do Calendário Oficial da cidade. Desde lá, entre 21 e 27 de janeiro de todos os anos ocorre a semana “Lembrar para não se repetir”, fomentando ações de conscientização, ensino e prevenção de incêndios.</p>
<p> </p>
<p><strong>Confira a programação completa dos eventos de homenagens e debates</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DT3oA3xFAzM/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==">13 anos de saudade: programação completa</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Mais sobre a tragédia da Boate Kiss</strong></p>
<p><a href="https://ufsm.br/r-880-288">Boate Kiss: a tragédia de Santa Maria em e-books, documentários e artigos</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/memorial-kiss">Boate Kiss: memorial virtual</a></p>
<p> </p>
<p>_____________</p>
<p>Fontes</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/2026/01/21/ufsm-institui-dia-de-memoria-as-vitimas-do-incendio-da-boate-kiss">Portaria Normativa UFSM N. 104/2026</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/kissquenaoserepita/">Coletivo “Kiss: que não se repita”</a></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sete anos da tragédia de Brumadinho: o que aprendemos com o desastre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/26/sete-anos-da-tragedia-de-brumadinho-o-que-aprendemos-com-o-desastre</link>
				<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 23:35:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[Há sete anos, precisamente no dia 25 de janeiro de 2019, o Brasil vivenciou um dos maiores desastres ambientais da mineração do país, o rompimento da barragem  em Brumadinho (MG), controlada pela Vale S.A. A gravidade do acontecimento fica explícita diante da recente notícia do portal G1 de que apenas agora o Corpo de Bombeiros [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Há sete anos, precisamente no dia 25 de janeiro de 2019, o Brasil vivenciou um dos maiores desastres ambientais da mineração do país, o rompimento da barragem  em Brumadinho (MG), controlada pela Vale S.A. A gravidade do acontecimento fica explícita diante da recente </span><a href="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2026/01/25/brumadinho-apos-sete-anos-bombeiros-encerram-buscas-por-vitimas-da-tragedia-duas-pessoas-nao-foram-encontradas.ghtml"><span style="font-weight: 400">notícia do portal G1</span></a><span style="font-weight: 400"> de que apenas agora </span><span style="font-weight: 400">o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais encerrou seu trabalho de buscas por vítimas da tragédia - após 2.558 dias, mais de 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração vistoriados e 268 corpos encontrados -</span><span style="font-weight: 400">, consolidando a </span><span style="font-weight: 400">maior operação de buscas da história do Brasil. </span><span style="font-weight: 400">Para além das mortes, a</span><a href="https://diplomatique.org.br/memorial-brumadinho-memoria-e-luta-por-justica-sete-anos-apos-a-tragedia/"><span style="font-weight: 400"> cidade sofreu grandes impactos ambientais</span></a><span style="font-weight: 400"> e até hoje a população precisa beber água mineral, fornecida pela Vale. </span><span style="font-weight: 400">Em relatório recente, </span><a href="https://mab.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Balanco-7-anos-do-crime.pdf"><span style="font-weight: 400">o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens)</span></a><span style="font-weight: 400"> aponta para a lentidão nas obras e projetos de recuperação, a exemplo da taxa de apenas 38% da reparação socioambiental concluída.</span></p>
<p> </p>
[caption id="attachment_580" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-580" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Fenda-1536x640-1-1024x427.png" alt="" width="1024" height="427" /> "Fenda" (Memorial Brumadinho)[/caption]
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2023, um termo de compromisso intermediado pelo Ministério Público criou o </span><a href="https://memorialbrumadinho.org.br/"><span style="font-weight: 400">Memorial Brumadinho</span></a><span style="font-weight: 400">, construído no local onde a tragédia ocorreu e fruto da mobilização da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão em Brumadinho (Avabrum). </span><span style="font-weight: 400">Aberto ao público há um ano e </span><span style="font-weight: 400">constituindo um marco de memória e luta por justiça, a iniciativa busca preservar a memória dos trabalhadores, turistas e moradores da comunidade, cujas vidas foram interrompidas naquele dia. Mais do que somente um espaço de memórias e lembranças, o Memorial promove iniciativas de reflexão (como exposições, ações educativas e culturais) sobre uma das maiores tragédias humanitárias do país. </span><span style="font-weight: 400">No </span><span style="font-weight: 400">Monumento</span><span style="font-weight: 400"> tudo comunica: informação, arquitetura e geografia se unem em um propósito de memória viva, apresentada pela perspectiva daqueles diretamente atingidos pela tragédia. Uma verdadeira lição sobre a importância da participação desse público na governança do Memorial.</span></p>
<p> </p>
[caption id="attachment_584" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-584" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Memorial-1024x281.jpg" alt="" width="1024" height="281" /> Espelho d'água, Sala Memória e Mirante (Memorial Brumadinho)[/caption]
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">O aprendizado central de um fato tão devastador deve estar na importância da prevenção de crises e na mitigação de danos, caso elas sejam inevitáveis. Para isso, uma boa </span><span style="font-weight: 400">gestão de risco</span><span style="font-weight: 400"> baseia-se em informações confiáveis, claras e tempestivas. Para sua efetividade, é essencial uma comunicação multissetorial que seja não apenas contínua e dinâmica, mas também humanizada e personalizada para cada contexto. Com ações responsáveis é possível transformar alertas técnicos em prevenção real. O caso Brumadinho impõe que a gestão de risco e crise jamais seja vista como um simples protocolo, mas como um compromisso ético constante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Infelizmente, no exato dia em que se recordam os sete anos da tragédia de Brumadinho, </span><span style="font-weight: 400">um </span><a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/01/25/reservatorio-da-vale-se-rompe-e-atinge-area-da-csn-em-mg-no-dia-em-que-brumadinho-completa-sete-anos.ghtml"><span style="font-weight: 400">reservatório da Vale transbordou</span></a><span style="font-weight: 400">, no limite entre Congonhas e Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, e provocou o alagamento de áreas da CSN Mineração. Sem registro de danos diretos à população, o episódio reacende o alerta sobre os riscos da mineração e sobre a importância da gestão de riscos. </span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>OBCC completa 3 anos e reforça o papel da comunicação na gestão de riscos e de crises no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/21/obcc-completa-3-anos-e-reforca-o-papel-da-comunicacao-na-gestao-de-riscos-e-de-crises-no-brasil</link>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:30:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[Os últimos 3 anos no Brasil foram marcados por dezenas de eventos críticos e de crises importantes. Algumas delas se repetem, principalmente relacionadas a eventos climáticos extremos, a ameaças e ataques a instituições de ensino, a acidentes, à falta de ética e à má-gestão por parte de governos e empresas.  Apesar de avanços nos esforços [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-575" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Marca-OBCC-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />Os últimos 3 anos no Brasil foram marcados por dezenas de eventos críticos e de crises importantes. Algumas delas se repetem, principalmente relacionadas a eventos climáticos extremos, a ameaças e ataques a instituições de ensino, a acidentes, à falta de ética e à má-gestão por parte de governos e empresas. </p>
<p>Apesar de avanços nos esforços de gestão de crises - e isso inclui a comunicação -, a cada novo evento crítico ainda se evidencia uma cultura voltada para o contingenciamento pontual das situações, o que demonstra fragilidades nos processos de prevenção e de preparação, bem como a limitação na capacidade de resposta das organizações.</p>
<p>Nesse contexto, o Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise tem o papel não apenas de registrar os acontecimentos críticos. Por meio de notícias, artigos, entrevistas, catalogação de produção científica e de orientações, pretende informar e orientar a população e as organizações, inspirar ações, hábitos e comportamentos relacionados a situações de risco e de crise, apoiar e suscitar pesquisas acadêmicas, além de provocar a criação de políticas públicas.</p>
<p>De forma mais abrangente, em sua atuação nestes 3 anos, o OBCC conseguiu gerar discussões e reflexões em todos os âmbitos, desde pequenas comunidades, passando pelas universidades, resultando em ações concretas pelas organizações e pelo Poder Público.</p>
<p>Para esta missão, o projeto dispõe de uma equipe formada por pesquisadores e professores de cinco instituições: <strong>UFSM, UFRGS, USP, Fiocruz e PUCRS</strong>. Além disso, conta com um Conselho Consultivo formado por especialistas sêniores de universidades do Brasil e de Portugal, e também, com colaboradores eventuais que atuam nas áreas de comunicação, risco e crise.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><span style="color: #023e61"><strong>O OBCC em números </strong></span></h3>
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<p>Nestes 3 anos, o OBCC buscou diversificar o formato dos conteúdos disponibilizados ao público no portal: de sugestões de filmes e séries, passando por uma biblioteca virtual de livros, capítulos de livro, artigos científicos, teses e dissertações, a links de relatórios internacionais. Confira em números a atuação do Observatório a partir da realização de entrevistas, da publicação de notícias e de artigos de opinião entre outros:</p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/3-anos-do-OBCC-em-numeros-1024x538.jpg" alt="" width="1024" height="538" /></p>
<p> </p>
<h3><span style="color: #023e61"><strong>E-books lançados pelo OBCC </strong></span></h3>
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<p>Um dos principais objetivos do Observatório é construir e fazer circular o conhecimento, contribuindo para a geração de novos saberes. Nessa direção, ao longo destes 3 anos, lançamos dois e-books gratuitos disponíveis para download:</p>
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<p><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/02/06/lancamento-de-e-book-risco-e-crise-no-contexto-da-comunicacao-organizacional-artigos-e-entrevistas-de-especialistas"><strong>Risco e Crise no contexto da comunicação organizacional (2024)</strong></a></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Capa-e-book-Risco-e-Crise-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" />Este e-book é composto pelos principais conteúdos publicados no portal do Observatório entre os anos de 2023 e 2024. Trata-se de <strong>entrevistas e artigos de opinião de especialistas</strong>, incluindo professores universitários, pesquisadores, consultores em gestão de crise e gestores de empresas de comunicação. Dentre os temas abordados pelos autores e entrevistados estão inteligência artificial, cobertura midiática, media training, reputação, diversidade, visibilidade, entre outras interfaces relacionadas aos assuntos-chave do Observatório: risco, crise e comunicação. A obra conta com o prefácio da Profª Drª Andréia Silveira Athaydes (UFSM), Coordenadora do <em>Latin American Communication Monitor </em>no Brasil. Segundo ela, “Para os que já atuam na temática, a obra propicia a reflexão sobre o seu fazer a fim de qualificar e aprofundar o conhecimento sobre o tema. Afinal, a crise é excelente para nos transformarmos em pessoas e organizações melhores”.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Glossario-de-crise.pdf"><strong>Glossário de Crise – uma perspectiva comunicacional (2025)</strong></a></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-578" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Mockup-capa-Glossario-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" />Fruto da construção coletiva e colaborativa de dezenas de pesquisadores, professores e profissionais de mercado, o e-book tem como objetivo tornar mais acessíveis <strong>conceitos, termos técnicos e expressões relacionadas a risco e crise</strong> no contexto das organizações e da sociedade. A perspectiva da obra é a comunicacional, contribuindo para uma maior familiaridade com os conceitos, para a popularização da ciência e para o fortalecimento do pensamento da área sobre o tema. Com prefácio de João José Forni – um dos primeiros consultores na área de gestão de crises e comunicação no Brasil – a obra é composta por 60 verbetes, a exemplo dos termos matriz de risco, hora de ouro, percepção de risco, policrises e prontidão. Para sua elaboração contribuíram 47 convidados de seis países (Brasil, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Portugal), incluindo W. Timothy Coombs, referência mundial em comunicação de crise.</p>
<p> </p>
<h3><span style="color: #023e61"><strong>O Observatório nos espaços de debate</strong></span></h3>
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<p>Em 2024, o OBCC participou da <strong>mesa-redonda “Comunicação de Riscos e Engajamento Social para a efetividade do primeiro Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil”, </strong>a convite do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). O foco do evento foi promover a discussão e o levantamento de proposições voltadas à concepção de orientações, protocolos, mecanismos, iniciativas, programas e ações para a ampla divulgação do Plano Nacional, visando à adoção e à aplicação bem-sucedida de suas diretrizes para a gestão de riscos e desastres no Brasil. A contribuição do Observatório se deu a partir da sugestão de estratégias de comunicação de risco e crise para a divulgação e a efetividade das ações do Plano.</p>
<p>Já em 2025, durante o<strong> XIX Congresso Abrapcorp “Comunicação na/para a Sociedade de Risco”</strong>, pesquisadores do Observatório atuaram em diversos espaços a fim de colaborar nas reflexões e propor alternativas e orientações para a construção de uma cultura de prevenção de crises e de gestão de riscos e de crises. As participações ocorreram em colóquio de ensino, pesquisa e extensão; mesa sobre práticas profissionais; painel-debate de grupos de pesquisa sobre as perspectivas na área; e sessões temáticas, totalizando onze apresentações no congresso.</p>
<p> </p>
<h3><span style="color: #023e61"><strong>O portal do OBCC</strong>  </span></h3>
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<p>Além de página no <a href="https://www.linkedin.com/company/observat%C3%B3rio-da-comunica%C3%A7%C3%A3o-de-crise/?viewAsMember=true%C2%A0">Linkedin</a> com conteúdos extras, o portal do Observatório é o principal ponto de contato com o público. É a partir dele que são divulgados lançamentos e relatórios, disponibilizados materiais para consulta e compartilhados artigos de opinião e notícias relevantes para a área. Nos últimos 3 anos, tivemos <strong>73 mil visualizações de páginas</strong>, período em que <strong>68,3 mil sessões foram iniciadas</strong> e <strong>48,1 mil visitantes únicos</strong> acessaram o portal. Confira as seções, os casos, as notícias e os artigos mais acessados e os países de origem de mais acessos nesse período:</p>
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<p><strong>Seções mais acessadas </strong></p>
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<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/casos-de-crise">Casos de crise</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/artigos">Artigos</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/busca?q=&amp;area=post&amp;orderby=date&amp;sites%5B%5D=880&amp;tags=noticia">Notícias</a></li>
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<p><strong>Casos de crise mais lidos</strong></p>
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<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/trabalhadores-em-situacao-analoga-a-escravidao-nas-vinicolas-aurora-garibaldi-e-salton">Trabalhadores em situação análoga à escravidão nas vinícolas Aurora, Garibaldi e Salton</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/ataque-a-democracia-brasileira-a-invasao-aos-tres-poderes-em-8-de-janeiro-de-2023">Ataque à Democracia brasileira: a invasão aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/fraude-contabil-gera-rombo-bilionario-e-deflagra-crise-na-americanas">Fraude contábil gera rombo bilionário e deflagra crise na Americanas</a></li>
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<p><strong>Artigos mais lidos</strong></p>
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<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/12/06/40-anos-depois-maior-crime-industrial-da-historia-continua-impune">40 anos depois, maior crime industrial da história continua impune</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/05/12/caso-de-racismo-contra-bolsista-em-escola-de-elite-de-sp-expoe-falhas-no-combate-a-violencia-no-ambiente-escolar">Caso de racismo contra bolsista em escola de elite de SP expõe falhas no combate à violência no ambiente escolar</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2023/12/18/braskem-omissao-leva-a-desastre-ambiental-e-humanitario">Braskem: omissão leva a desastre ambiental e humanitário</a></li>
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<p><strong>Notícias mais acessadas</strong></p>
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<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/01/26/vale-em-brumadinho-5-anos-da-maior-tragedia-ambiental-e-humanitaria-do-brasil">Vale em Brumadinho: 5 anos da maior tragédia ambiental e humanitária do Brasil</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/12/01/retrospectiva-as-10-crises-que-marcaram-o-ano-de-2024-no-brasil">Retrospectiva: as 10 crises que marcaram o ano de 2024 no Brasil</a></li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2023/12/15/retrospectiva-10-crises-que-marcaram-o-ano-de-2023-no-brasil">Retrospectiva: 10 crises que marcaram o ano de 2023 no Brasil</a></li>
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<p><strong>Países que mais acessaram o portal</strong></p>
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<li>Brasil</li>
<li>Portugal</li>
<li>Estados Unidos</li>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-574" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/banner-instituicoes.jpg" alt="" width="1920" height="506" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Global Risks Report 2026 alerta para fragmentação estrutural e colapso da cooperação global</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/16/global-risks-report-2026-alerta-para-fragmentacao-estrutural-e-colapso-da-cooperacao-global</link>
				<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 12:55:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=570</guid>
						<description><![CDATA[O Global Risks Report 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) nesta semana, alerta que o planeta entra em uma “era de competição” marcada pela erosão do multilateralismo, tensões geoeconômicas e crescente desconfiança entre governos, empresas e cidadãos. A pesquisa, que reúne mais de 1.300 especialistas e 11.000 líderes empresariais de 116 países, indica que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Global-Risk-Report-2026.jpg" alt="" width="385" height="537" />O Global Risks Report 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) nesta semana, alerta que o planeta entra em uma “era de competição” marcada pela erosão do multilateralismo, tensões geoeconômicas e crescente desconfiança entre governos, empresas e cidadãos. A pesquisa, que reúne mais de 1.300 especialistas e 11.000 líderes empresariais de 116 países, indica que 57% dos entrevistados projetam um cenário “turbulento ou tempestuoso” para os próximos dez anos.</p>
<p>O documento identifica o confronto geoeconômico como o risco mais crítico até 2028, refletindo a intensificação de políticas protecionistas, sanções e disputas por influência tecnológica. Essa multipolaridade sem multilateralismo está desafiando a ordem internacional e minando as bases da cooperação global. A desinformação e a polarização social completam o topo dos riscos de curto prazo, seguidas por eventos climáticos extremos e ciberinsegurança.</p>
<p>Em uma perspectiva de dez anos, o centro de gravidade das ameaças desloca-se para o meio ambiente: eventos climáticos extremos, perda de biodiversidade e mudanças críticas nos sistemas da Terra são apontados como os maiores riscos globais. Paralelamente, a inteligência artificial desponta como um risco emergente de rápida ascensão, com potenciais impactos sobre empregos, segurança informacional e desigualdade digital.</p>
<p>O relatório também alerta para uma crise de confiança global. A desigualdade é destacada por interligar riscos econômicos, tecnológicos e sociais, gerando um ponto de fratura que ameaça a coesão social e alimenta a propagação de desinformação e extremismos digitais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>		
													<img width="736" height="435" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/Figure-3-e1768568542756.jpg" alt="" />													
		<p style="color: #000000;font-size: 16px">Do ponto de vista da comunicação de risco e crise, o WEF chama atenção para o papel decisivo da informação confiável. A desinformação e a manipulação informacional, segundo o relatório, estão se tornando riscos estruturais, capazes de amplificar crises econômicas, políticas e ambientais. O documento observa que a comunicação pública ineficaz pode acelerar o colapso da confiança institucional, tornando governos e empresas mais vulneráveis a pânicos, boatos e narrativas polarizadoras.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Os alertas impõem novas estratégias de transparência, coordenação e verificação de dados, especialmente em situações de crise climática, tecnológica ou social. O Relatório recomenda fortalecer a educação midiática, desenvolver protocolos de resposta comunicacional integrados e promover cooperação entre atores públicos, privados e da sociedade civil para conter a escalada de desinformação e restaurar a credibilidade nas mensagens oficiais.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Também entre as recomendações, o Global Risks Report 2026 propõe fortalecer a cooperação regional e global, investir em infraestrutura resiliente, desenvolver uma governança ética da Inteligência Artificial e aprimorar a educação midiática. Também defende o reequilíbrio entre crescimento econômico e inclusão social, ressaltando que reconstruir a confiança é essencial para evitar uma década de fragmentação e instabilidade estrutural.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">O <a href="https://reports.weforum.org/docs/WEF_Global_Risks_Report_2026.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório completo</a> está disponível no site oficial do Fórum Econômico Mundial.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Protocolo meteorológico da UFRGS norteia gestão de alertas para eventos climáticos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/12/protocolo-meteorologico-da-ufrgs-norteia-gestao-de-alertas-para-eventos-climaticos</link>
				<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 13:40:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=568</guid>
						<description><![CDATA[Informativos sobre as decisões serão divulgados no turno anterior ao período de validade do alerta. Em busca de maior previsibilidade, segurança e transparência diante de eventos meteorológicos – como chuvas intensas, alagamentos, ventos fortes e inundações – e suas possíveis consequências – falta de energia elétrica, problema grave de mobilidade, danos em prédios –, a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-full wp-image-569" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/ProtocoloDesign-3-724x1024-1-e1768224647225.jpg" alt="" width="520" height="735" /><strong>Informativos sobre as decisões serão divulgados no turno anterior ao período de validade do alerta.</strong></p>
<p>Em busca de maior previsibilidade, segurança e transparência diante de eventos meteorológicos – como chuvas intensas, alagamentos, ventos fortes e inundações – e suas possíveis consequências – falta de energia elétrica, problema grave de mobilidade, danos em prédios –, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul definiu um protocolo para guiar a realização de atividades nessas situações.</p>
<p>A partir do alerta da Defesa Civil, o Comitê de Assessoramento Técnico para Eventos Climáticos de imediato é acionado para avaliar a previsão quanto a dimensão, localização e horário, classificando o <strong>evento em: regular, extremo ou catastrófico</strong>, resultando em comunicados em horários programados sobre a <strong>manutenção, flexibilização ou suspensão das aulas e das atividades administrativas</strong>. Informativos sobre as decisões serão divulgados no turno anterior ao período de validade do alerta: até as 11h, até as 16h e até as 23h, para as atividades da tarde, noturnas e da manhã do dia seguinte, respectivamente.</p>
<p> </p>
<p><strong>Comitê de Assessoramento Técnico para Eventos Climáticos</strong></p>
<p>De acordo com o assessor estratégico do Gabinete da Reitoria, Marcelo Cortimiglia, a construção do protocolo envolveu docentes, técnicos e discentes do Diretório Central de Estudantes. Participaram especialistas da área de meteorologia e hidrologia do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) e do Instituto de Geociências (Igeo), bem como integrantes da Pró-Reitoria de Planejamento e Controladoria, da Pró-Reitoria de Graduação, da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas, da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, da Superintendência de Infraestrutura e da Secretaria de Comunicação. Cortimiglia detalha que o Comitê de Assessoramento Técnico para Eventos Climáticos da UFRGS (<a href="https://www.ufrgs.br/site/wp-content/uploads/2025/06/Portaria-3868-2025-institui-o-comite-de-assessoramento-tecnico-para-eventos-climaticos-da-ufrgs1.pdf">Portaria 3868/2025</a>) é composto por  três docentes do IPH e uma docente do Igeo (<a href="http://lattes.cnpq.br/6461913317455809" target="_blank" rel="noopener">Alfonso Risso</a>, <a href="http://lattes.cnpq.br/2253828772531348" target="_blank" rel="noopener">Fernando Mainardi</a>,<a href="http://lattes.cnpq.br/5225103886517227" target="_blank" rel="noopener"> Fernando Dornelles</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/7123107007429083" target="_blank" rel="noopener">Rita Alves</a>), um técnico administrativo meteorologista (<a href="http://lattes.cnpq.br/8280352824217134" target="_blank" rel="noopener">Gabriel Bonow Munchow)</a> e meteorologistas e pesquisadores de doutorado e pós-doutorado do Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia (CEPSRM) da UFRGS (<a href="https://www.ufrgs.br/site/wp-content/uploads/2025/06/Portaria-3903-2025-designa-representantes-junto-ao-comite-de-assessoramento-tecnico-para-eventos-climaticos-da-universidade-federal-do-rio-grande-do-sul.pdf" target="_blank" rel="noopener">Portaria 3903/2025</a>).</p>
<p> </p>
<p><strong>Critérios para tomada de decisões</strong></p>
<p>“Desenvolvemos uma ferramenta ágil, que contempla inúmeros fatores para análise e tomada de decisão sobre a realização de aulas e atividades administrativas presenciais quando ocorrerem eventos climáticos. Os critérios a serem considerados para a tomada de decisão são: <strong>operação do transporte público, condições de acesso, infraestrutura, energia elétrica, internet e abastecimento de água</strong> nos campi da UFRGS, considerando a especificidade do campus, onde cada item é rapidamente avaliado e recebe um valor para que resulte em uma recomendação concreta, como manutenção, flexibilização ou suspensão das atividades”, resume Cortimiglia. Ele explica que, em razão do tamanho da UFRGS e da descentralização dos prédios, foi criada uma rede interna que será acionada a qualquer tempo para coletar as informações necessárias para o protocolo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Entenda o fluxo do protocolo</strong></p>
<p>Ainda que cada unidade da instituição tenha autonomia para decidir como proceder, o Comitê de Assessoramento avaliará o alerta da Defesa Civil quanto à localização geográfica do evento <b>meteorológico</b> previsto. Se houver previsão de um <b>evento meteorológico catastrófico</b> atingir um dos campi da UFRGS<b>, será emitida uma determinação de suspensão de atividades presenciais.</b> Caso ocorra entendimento de <b>evento meteorológico regular,</b> ou seja, chuva rotineira, por exemplo,<b> haverá indicativo de manutenção de atividades normais</b>. Para <b>evento meteorológico extremo, pode ocorrer flexibilização</b>, com uma diretriz de que não haja penalização de estudantes e servidores que não puderem comparecer na UFRGS. No entanto, considerando a estrutura da Universidade, não está descartada a segmentação geográfica. Por exemplo, suspensão de atividades no Campus Centro, manutenção no Campus Vale e flexibilização no Campus Litoral Norte. A determinação de manutenção, flexibilização ou suspensão de atividades pode ser alterada nos turnos subsequentes a partir da avaliação dos danos causados na Universidade.</p>
<p> </p>
<p class="v1MsoNormal"><strong>O que significa manutenção, flexibilização e suspensão</strong></p>
<p class="v1MsoNormal">Manutenção:  T<span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">odas as  atividades presenciais serão mantidas.</span></p>
<p class="v1MsoNormal">Flexibilização: Atividades acadêmicas e administrativas presenciais mantidas, com a diretriz que estudantes e servidores não sejam prejudicados na impossibilidade de comparecimento presencial. Confira a diretriz para <strong><a href="https://www.ufrgs.br/site/wp-content/uploads/2025/06/INSTRUCAO-NORMATIVA-No-002_2025_PROGRAD_UFRGS.pdf" target="_blank" rel="noopener">discentes de graduação</a>, <a href="https://www.ufrgs.br/site/wp-content/uploads/2025/06/INSTRUCAO-NORMATIVA-No-02-2025-PROPG-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">discentes de pós-graduação, docentes</a>, <a href="https://www.ufrgs.br/site/wp-content/uploads/2025/06/normas-para-flexibilizacao-das-atividades-administrativas-em-eventos-meteorologicos-extremos.pdf" target="_blank" rel="noopener">técnicos</a></strong> e<strong> terceirizados</strong>.</p>
<p>Suspensão: Não haverá atividades acadêmicas e administrativas presenciais (com reposição obrigatória).</p>
<p> </p>
<p><strong>Assista à matéria da UFRGS TV sobre o protocolo meteorológico para eventos climáticos</strong></p>
<p>[embed]https://www.youtube.com/watch?v=TaJE3lwIZF0&amp;t=12s[/embed]</p>
<p>________</p>
<p><strong>Fonte</strong>: UFRGS</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Defesa Civil RS implementa sistema de acessibilidade nas comunicações de risco para pessoas com daltonismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/09/defesa-civil-rs-implementa-sistema-de-acessibilidade-nas-comunicacoes-de-risco-para-pessoas-com-daltonismo</link>
				<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 17:53:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[A medida visa garantir maior acessibilidade cromática, inclusão e proteção da população daltônica do Estado. O sistema ColorADD, também conhecido como “código das cores”, é um conjunto de símbolos que traduz as cores de forma acessível, permitindo especialmente que pessoas com algum tipo de daltonismo consigam identificá-las com facilidade. Nesse sentido, a Coordenadoria Estadual de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-565" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/09114903_112686_MDO-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p><em>A medida visa garantir maior acessibilidade cromática, inclusão e proteção da população daltônica do Estado.</em></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">O sistema ColorADD, também conhecido como “código das cores”, é um conjunto de símbolos que traduz as cores de forma acessível, permitindo especialmente que pessoas com algum tipo de daltonismo consigam identificá-las com facilidade. Nesse sentido, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil do RS adquiriu licença para a implementação da tradução de cores na emissão de avisos e alertas. Essa medida visa garantir maior acessibilidade cromática, inclusão e proteção da população daltônica do Estado que, atualmente, é de aproximadamente 3%. Em escala mundial, este número chega a 5%.</span></p>
<p>Atualmente, a emissão de alertas e avisos da Defesa Civil gaúcha conta com uma escala de cores, que estão associadas à severidade dos eventos hidrometeorológicos no Estado. O verde é utilizado para situações de normalidade; o amarelo, para alertas moderados; o laranja, para alertas altos; o vermelho, para alertas severos e roxo para alertas de extremos de ação imediata. A partir de sexta-feira (9), os alertas e avisos publicados no site e nas redes sociais da Defesa Civil estadual contarão com os símbolos do ColorADD nos cards do carrossel, permitindo que o grau de severidade dos eventos seja facilmente compreendido por daltônicos.</p>
<p>Com essa iniciativa, a comunicação de risco da Defesa Civil do RS aprimora a sua capacidade de interlocução com a população, melhorando a compreensão de cenários e o planejamento por meio da acessibilidade às orientações. Compreender as necessidades e a percepção da população frente à comunicação de riscos e desastres, bem como incrementar as ações nesse sentido, fazem parte de uma estratégia de comunicação mais assertiva, integrada e acessível, alinhada às diretrizes da Política Estadual de Proteção e Defesa Civil e do Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos e Desastres.</p>
<p>O coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, destacou o reforço do compromisso com a população e o pioneirismo da iniciativa. “O emprego dessa nova linguagem acessível veio a partir de uma escuta nossa das demandas da população, e materializa mais um avanço nas nossas comunicações de risco, campo esse onde que buscamos evoluir constantemente”, frisou.</p>
<p><strong>Maior inclusão, maior proteção</strong></p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-566" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/09113703_112664_GD-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></strong></p>
<p>O daltonismo é uma condição visual que impossibilita a distinção das cores, fazendo com que as pessoas daltônicas as percebam de maneira distinta da percepção comum. Cabe destacar que existem pelo menos nove variações do daltonismo e três graus de severidade, sendo estes os graus tricomático - o menos severo – o dicromático e o monocrático, que é grau mais acentuado. A cor roxa, por exemplo, é percebida pela maioria dos daltônicos como a cor azul. Já algumas pessoas podem vir a confundir as cores verde e vermelho. No Brasil, 8,25 milhões de pessoas possuem algum tipo de daltonismo. Já no RS, este número é de 422 mil pessoas.</p>
<p>Quando se fala na utilização de cores na emissão de avisos e alertas da comunicação de risco, pessoas com daltonismo enfrentam dificuldades para identificar as cores presentes nos mapas e aquelas associadas aos diferentes níveis de severidade dos eventos climáticos e hidrológicos. Essa limitação pode levar à subestimação da gravidade de determinadas situações. Nesse contexto, a adoção do sistema ColorADD contribui para garantir a proteção das pessoas daltônicas, ampliando suas possibilidades de prevenção em cenários severos e assegurando o acesso à informação e às orientações necessárias em situações de emergência e de desastres.</p>
<p>_____</p>
<p>Fonte: Defesa Civil RS</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa da Universidade Federal de Rondônia analisa estratégias de comunicação de risco voltadas à saúde indígena</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/01/06/pesquisa-da-universidade-federal-de-rondonia-analisa-estrategias-de-comunicacao-de-risco-voltadas-a-saude-indigena</link>
				<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 13:16:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[Com foco no fortalecimento da saúde indígena a partir da comunicação de risco em crises sanitárias no Brasil e na Bolívia, o projeto de pesquisa “Comunicação de risco em saúde indígena: experiências e aprendizados em crises sanitárias no Brasil e na Bolívia” busca contribuir para o aprimoramento das políticas públicas interculturais na Região Amazônica, considerando [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Com foco no fortalecimento da saúde indígena a partir da comunicação de risco em crises sanitárias no Brasil e na Bolívia, o projeto de pesquisa “<strong>Comunicação de risco em saúde indígena: experiências e aprendizados em crises sanitárias no Brasil e na Bolívia</strong>” busca contribuir para o aprimoramento das políticas públicas interculturais na Região Amazônica, considerando as especificidades socioculturais dois países envolvidos (Brasil e Bolívia).</p>
<p>A proposta surge para preencher uma lacuna crítica na ciência e nas políticas públicas: a escassez de estudos sobre a efetividade da comunicação voltada aos povos tradicionais. Assim, a pesquisa articula as áreas de <strong>Comunicação e Saúde Coletiva</strong> para investigar como governos e comunidades reagiram à circulação de informações durante surtos da covid-19, dengue e zika.</p>
<p>O estudo, que será executado de dezembro de 2025 até novembro de 2027, concentra-se na Amazônia Legal, região que abriga mais de 51% dos indígenas do Brasil, com o objetivo de entender como a adaptação cultural das mensagens institucionais sobre saúde pode impactar diretamente essa população, protegendo vidas. </p>
<p> </p>
<p><strong>Desafio da comunicação em contextos interculturais</strong></p>
<p>A comunicação de risco é uma ferramenta estratégica fundamental para mitigar danos em emergências sanitárias, sobretudo quando adequada às realidades dos envolvidos. “A nossa hipótese é a de que abordagens que incorporaram saberes tradicionais, o uso de línguas nativas e a mediação com lideranças locais apresentam maior eficácia e adesão às medidas de prevenção”, explica o coordenador e pesquisador Allysson Martins.</p>
<p>Segundo ele, durante a pandemia de covid-19, a ausência de campanhas culturalmente adaptadas resultou em taxas de infecção e mortalidade desproporcionalmente altas entre os povos indígenas. No Brasil, embora existam os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), eles ainda enfrentam desafios como o subfinanciamento e a dificuldade de integrar práticas tradicionais à medicina biomédica.</p>
<p>A pesquisa adota um método de estudo de caso múltiplo, comparando a realidade brasileira com o modelo da Bolívia. Na Bolívia, o Modelo Intercultural Comunitário de Saúde (SAFCI) já institucionaliza a integração entre a medicina tradicional e o sistema estatal, promovendo campanhas em idiomas nativos e o uso de ervas medicinais. “É possível que medidas como essa apresentem efeitos positivos que possam inspirar melhorias nas políticas públicas brasileiras”, afirma o pesquisador.</p>
<p>A investigação prevê viagens de campo no Brasil e na Bolívia. Em âmbito nacional, as visitas devem ocorrer no DSEI Alto Rio Solimões, no Amazonas, e na SESAI – Secretaria de Saúde Indígena, vinculada ao Ministério da Saúde, em Brasília. Na porção internacional da Amazônia, a pesquisa deve se centrar na região de Beni, onde o diálogo intercultural foi priorizado durante a crise da covid-19.</p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-557" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2026/01/download-1.jpg" alt="" width="1000" height="558" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Resultados para a sociedade e ciência</strong></p>
<p>Além de publicações científicas em periódicos de alto impacto, o projeto prevê a entrega de diretrizes práticas para gestores públicos. A pesquisa propõe produzir materiais de devolutiva para as comunidades indígenas envolvidas, como vídeos, infográficos e cartilhas bilíngues.</p>
<p>O objetivo é subsidiar a formulação de políticas mais inclusivas e sensíveis às realidades locais, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente na redução das desigualdades e na promoção da saúde.</p>
<p> </p>
<p>*A pesquisa é coordenada pelo professor Allysson Martins, coordenador do MíDI – Laboratório de Mídias Digitais e Internet e docente dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCom) e em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente (PGDRA) da UNIR. A equipe é formada por mais de dez pesquisadores de diferentes instituições de ensino superior, sendo seis brasileiros e três internacionais, reforçando o caráter cooperativo do estudo.</p>
<p>______</p>
<p>Projeto de pesquisa aprovado na Chamada Pública MCTI/CNPq nº 03/2025 – Pró-Amazônia</p>
<p>Com informações: UNIR e CNPq</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Desastre da Samarco, 10 anos depois: livro lançado pela FGV reúne memórias de moradores atingidos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/12/11/desastre-da-samarco-10-anos-depois-livro-lancado-pela-fgv-reune-memorias-de-moradores-atingidos</link>
				<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:52:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e a Editora Hucitec realizaram em novembro o lançamento do livro &#8220;É como perder um ente querido: histórias de rio e de mar das populações atingidas pelo rompimento da barragem da Samarco&#8221;.   A obra nasce de um extenso trabalho de campo realizado pelo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_554" align="alignright" width="511"]<a href="https://lojahucitec.com.br/produto/e-como-perder-um-ente-querido-historias-de-rio-e-de-mar-das-populacoes-atingidas-pelo-desastre-da-samarco-adriana-de-paula-cavalcante-fraga-eloisa-beling-loose-jose-agnello-alves-dias-de-andrad/"><img class="size-full wp-image-554" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/12/capa.jpg" alt="" width="511" height="693" /></a> Capa do livro: "É como perder um ente querido" (FGV/HUCITEC)[/caption]
<p>O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e a Editora Hucitec realizaram em novembro o lançamento do livro "<strong>É como perder um ente querido: histórias de rio e de mar das populações atingidas pelo rompimento da barragem da Samarco"</strong>.</p>
<pre> </pre>
<p>A obra nasce de um extenso trabalho de campo realizado pelo FGVces no contexto de um acordo firmado em 2017 entre o Ministério Público Federal e o Ministério Público de Minas Gerais com a mineradora Samarco Mineração S/A, que operava a barragem, e com a Vale S/A e a BHP Billiton Brasil Ltda, suas sócias-controladoras. O acordo teve como propósito garantir respaldo técnico-científico para a imposição da reparação integral dos danos causados pelo desastre.</p>
<p> </p>
<p>O livro está dividido em 10 capítulos os quais cada um traz um trecho dos relatos para contextualizar a temática da seção:</p>
<p>Capítulo 1 –<strong> Rompimento</strong>, <em>“A água limpa na frente e a morte caminhando atrás”</em></p>
<p>Capítulo 2 –<strong> Risco</strong>, <em>“Tava todo mundo com a sua vida, a gente não pensava que essa lama ia chegar arrastando tudo”</em></p>
<p>Capítulo 3 –<strong> Trauma</strong>, <em>“Fiquei com tanto medo que não dormia. De lá pra cá teve outro rumo de vida”</em></p>
<p>Capítulo 4 –<strong> Transformação</strong>, <em>“A gente foi nascido e criado na beira desse rio lindo e em três dias viu o rio morto. Hoje em dia a gente nem gosta de chegar perto”</em></p>
<p>Capítulo 5 –<strong> Ruína</strong>, <em>“Eu continuo amigo do rio Doce, mas ele não é o mesmo amigo que colocava o pão na minha mesa, ele foi assassinado”</em></p>
<p>Capítulo 6 –<strong> Contaminação</strong>, <em>“A lama não acabou ainda não, o veneno continua descendo”</em></p>
<p>Capítulo 7 –<strong> Adoecer</strong>, <em>“Ficamos doentes junto com os peixes. Quantas pessoas estão doentes pelo contato com a água? Quantas estão doentes psicologicamente?”</em></p>
<p>Capítulo 8 –<strong> Desterritorializar</strong>, <em>“O rio [e o mar] é nossa casa, nosso lar, nossa essência tá ali. Abandonar tudo que você ama porque não pode usufruir daquilo é terrível”</em></p>
<p>Capítulo 9 –<strong> Injustiça</strong>, <em>“A gente acorda com esse problema do desastre, dorme com esse problema, sonha durante a noite e tem pesadelos”</em></p>
<p>Capítulo 10 –<strong> Espera</strong>, <em>“A chegada da lama matou sonhos, matou esperanças”.</em></p>
<p> </p>
<p><strong><a href="https://lojahucitec.com.br/produto/e-como-perder-um-ente-querido-historias-de-rio-e-de-mar-das-populacoes-atingidas-pelo-desastre-da-samarco-adriana-de-paula-cavalcante-fraga-eloisa-beling-loose-jose-agnello-alves-dias-de-andrad/">Acesse o livro</a>.</strong></p>
<p> </p>
<h3><strong>Banco de narrativas das pessoas atingidas</strong></h3>
<p> </p>
<p>Ao longo desse processo de identificação e mensuração dos danos socioeconômicos provocados pelo rompimento da barragem, foram coletados mais de 10 mil fragmentos narrativos sobre o maior desastre socioambiental do Brasil e um dos maiores do mundo.</p>
<p>Nessa direção, além do livro, também foi disponibilizado um <strong>Banco de Narrativas das Pessoas Atingidas pelo Rompimento da Barragem de Fundão</strong>. O material diz respeito a 251 interações de campo (oficinas, rodas de conversa e entrevistas) realizadas por pesquisadores do FGVces entre 2019 e 2022. Cerca de 2 mil pessoas participaram desse processo de escuta qualificada em Minas Gerais e no Espírito Santo, seguindo a premissa da centralidade da vítima para diagnosticar os danos causados pelas empresas Samarco, Vale e BHP Billiton.</p>
<p> </p>
[caption id="attachment_555" align="aligncenter" width="934"]<a href="https://projetoriodoce.fgv.br/banco-de-narrativas"><img class="size-full wp-image-555" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/12/Banco-de-Narrativas.jpg" alt="" width="934" height="518" /></a> Banco de Narrativas das Pessoas Atingidas pelo Rompimento da Barragem de Fundão. (Fonte: FGVces)[/caption]
<p> </p>
<p><strong><a href="https://projetoriodoce.fgv.br/banco-de-narrativas">Acesse o Banco de Narrativas</a>.</strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Ficha técnica da obra</strong></p>
<p>Autores: Adriana de Paula Cavalcante Fraga, Eloisa Beling Loose, José Agnello Alves Dias de Andrade, Léa Lameirinhas Malina, Marcos Dal Fabbro, Maria Letícia De Alvarenga Carvalho e Mariana Luiza Fiocco Machini</p>
<p>ISBN: 9788584045440</p>
<p>Coedição: Hucitec &amp; Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP).</p>
<p>Edição: 1. Edição</p>
<p>Data de publicação: 2025</p>
<p>Páginas: 132</p>
<p>_________</p>
<p>Com informações da FGVces e Hucitec Editora.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Retrospectiva OBCC | 15 crises que marcaram o ano de 2025 no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/12/01/retrospectiva-obcc-15-crises-que-marcaram-o-ano-de-2025-no-brasil</link>
				<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:15:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=550</guid>
						<description><![CDATA[O ano de 2025 no Brasil foi marcado por dezenas de eventos críticos e de crises importantes. Algumas delas se repetem, principalmente relacionadas a eventos climáticos extremos, a ameaças e ataques a instituições de ensino, a acidentes, à falta de ética e à má-gestão por parte de governos e empresas. Nessa direção, para fins de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright  wp-image-552" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/12/2hor-1024x476.jpg" alt="" width="600" height="279" />O ano de 2025 no Brasil foi marcado por dezenas de eventos críticos e de crises importantes. Algumas delas se repetem, principalmente relacionadas a eventos climáticos extremos, a ameaças e ataques a instituições de ensino, a acidentes, à falta de ética e à má-gestão por parte de governos e empresas. Nessa direção, para fins de registro histórico e aprendizados, listamos 15 casos que consideramos representar uma amostra da diversidade de causas, tipos, desdobramentos e impactos das crises ocorridas neste ano.</p>
<p> </p>
<ol>
<li><strong>Desinformação orquestrada faz governo federal revogar norma para estancar “Crise do PIX”</strong></li>
</ol>
<p>No início de 2025, a Receita Federal publicou uma instrução normativa que demandava das <em>fintechs</em> a notificação de transações acumuladas acima de R$ 5 mil mensais para pessoas físicas, num movimento de rigor na fiscalização. Isso gerou uma repercussão negativa e uma onda de notícias falsas, dentre elas o boato de que o Pix seria taxado. O principal episódio foi a publicação de um vídeo nas redes sociais do deputado Nikolas Ferreira, que sugeriu que tal medida abriria caminho para a taxação do Pix, distorcendo o objetivo da normativa. Diante da repercussão, diversos órgãos e membros do governo se pronunciaram, como a Receita Federal, o Banco Central, o Presidente Lula, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Por fim, o governo teve de efetuar reuniões emergenciais, mudar o comando da Secretaria de Comunicação e promover uma coletiva de imprensa para comunicar a revogação da medida.</p>
<p> </p>
<ol start="2">
<li><strong>Tânia Bulhões teve confiança quebrada após consumidora expor inconsistência da marca</strong></li>
</ol>
<p>Em janeiro, um vídeo de uma mulher tomando um café de R$ 5 na Tailândia em uma xícara idêntica à da marca de luxo Tania Bulhões viralizou nas redes sociais, cujo design, segundo a marca, é original. Tal fato fez com que mais relatos semelhantes surgissem e que as mesmas louças fossem encontradas à venda por um valor menor em e-commerces asiáticos. O caso causou uma crise de imagem e de reputação à empresa, fazendo com que clientes duvidassem da originalidade e exclusividade dos produtos e se decepcionassem com a marca. Em um primeiro posicionamento, a empresa afirmou que, frequentemente, seus produtos são copiados, e que o seu parceiro responsável pela confecção das peças havia descumprido acordos contratuais, vendendo sobras de produção fora do controle de qualidade. A marca decidiu por descontinuar algumas coleções, ofereceu a troca ou devolução de produtos, além de investir na produção nacional.</p>
<p> </p>
<ol start="3">
<li><strong>Mais de mil consumidores relataram à Anvisa reações após usarem creme dental da Colgate </strong></li>
</ol>
<p>Em 27 de março de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda do creme dental Colgate Total Prevenção Ativa Clean Mint depois que consumidores da mesma relatarem aftas, inchaço, ardência, irritações e dores na boca, bem como dificuldades para comer e falar. Até o final de maio, mais de 1,2 mil consumidores comunicaram à Anvisa reações adversas depois de terem utilizado o produto, que teve sua fabricação interrompida pela marca. Uma mudança na sua composição ocorreu em 2024, quando o fluoreto de sódio foi substituído pelo de estanho, mas a mudança ainda não é confirmada como a causa das reações. A Anvisa iniciou uma investigação para verificar quais componentes podem ter causado o problema, bem como a empresa, que também decidiu por descontinuar o produto.</p>
<p> </p>
<ol start="4">
<li><strong> Acidente com ônibus da UFSM deixou 7 estudantes mortos em Imigrante (RS) </strong></li>
</ol>
<p>No dia 4 de abril, um acidente com um ônibus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que transportava 33 pessoas deixou sete passageiros mortos e mais de 20 feridos, depois do ônibus ter saído da pista e tombado de uma ribanceira de 52 metros de altura, capotando várias vezes. O veículo estava transportando estudantes e docentes do curso de Paisagismo, do Colégio Politécnico da UFSM, para uma visita técnica ao cactário Horst, no município gaúcho de Imigrante. O acidente aconteceu cerca de 850 metros do destino final. Três pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil por homicídio culposo e 21 lesões corporais culposas: o motorista do ônibus, o responsável pelo núcleo de transporte da universidade e a representante da empresa responsável pela contratação dos motoristas.</p>
<p> </p>
<ol start="5">
<li><strong> Crise no INSS expôs falhas na comunicação e na gestão do governo federal</strong></li>
</ol>
<p>Em 23 de abril de 2025, uma operação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), nomeada “Operação Sem Desconto”, revelou um esquema de descontos indevidos em pensões e aposentadorias do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), com um prejuízo estimado de R$ 6 bilhões. O esquema compreende corretoras, associações, call centers e empresas de consultoria, que, entre 2019 e 2024, teriam aplicado descontos sem que os beneficiários permitissem. Tal episódio trouxe à tona discussões sobre falhas de comunicação do governo, que deveria comunicar tais descontos aos cidadãos, informando-os sobre seus motivos e como cancelá-los, bem como apresentando um canal acessível para dúvidas, considerando as condições e o perfil dos beneficiários.</p>
<p> </p>
<ol start="6">
<li><strong> Estudante bolsista do Colégio Mackenzie sofreu racismo e homofobia no ambiente escolar</strong></li>
</ol>
<p>No dia 29 de abril de 2025, uma aluna de 15 anos, bolsista do 9º ano do Colégio Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo, foi encontrada desacordada no banheiro da escola. De acordo com a família da menina, ela vinha sofrendo bullying, racismo e homofobia por colegas desde 2024. A família afirmou ter denunciado a situação à escola naquele mesmo ano e pedido ajuda psicológica, porém a instituição não teria tomado providências. A escola disse que, após o episódio, prestou atendimento à aluna, que acolheu a mãe da estudante e que “o contato e o apoio à família têm sido contínuos”, mas que “não é possível afirmar quais foram as causas do evento”. A família da menina e o colégio registraram boletins de ocorrência, e a Polícia Civil está investigando o caso.</p>
<p> </p>
<ol start="7">
<li><strong> Imagem da Cacau Show sofreu abalo após relatos de franqueados e ex-franqueados</strong></li>
</ol>
<p>Em 2025, a Cacau Show sofreu diversas denúncias sobre sua relação com franqueados e suas supostas práticas de gestão. Tais acusações surgiram de publicações realizadas pelo portal Metrópoles, expondo a insatisfação de franqueados sobre cláusulas contratuais relacionadas a pagamentos e distribuição de produtos, bem como situações constrangedoras. Em seguida, a Folha publicou uma reportagem com franqueados afirmando práticas abusivas, ameaças veladas e cobranças de taxas. Diante das acusações, a Cacau Show realizou uma postagem no Instagram, refutando as acusações e afirmando que elas eram injustas a sua história, seus valores e àqueles que constroem sua marca. A fim de apurar as denúncias, o Ministério Público do Trabalho de São Paulo abriu um inquérito.</p>
<p> </p>
<ol start="8">
<li><strong> Agência de publicidade DM9 teve prêmios cassados ao violar regras do Festival de Cannes</strong></li>
</ol>
<p>A DM9, agência de publicidade brasileira, se envolveu em uma crise após ter usado inteligência artificial para manipular imagens de uma peça publicitária. O trabalho, nomeado “Economia Eficiente de Energia”, foi desenvolvido para a Consul e premiado no Cannes Lions 2025, que solicitou que o prêmio fosse cassado após a revelação. O caso levantou discussões sobre a utilização ética da IA, bem como a criação de regulamentos e regras, e resultou na demissão de um executivo da DM9, na suspensão do contrato com a Consul e na devolução de outros prêmios da agência. Em comunicado, a DM9 informou que iria implementar um Comitê de Ética em Inteligência Artificial, a fim de “estabelecer diretrizes claras e melhores práticas para o uso responsável de IA e tecnologia em seus processos criativos”.</p>
<p> </p>
<ol start="9">
<li><strong> Tarifaço de Trump a produtos do Brasil exigiu diplomacia das autoridades brasileiras</strong></li>
</ol>
<p>Em 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs diversas barreiras alfandegárias a países, impondo uma taxa de 10% ao Brasil. Em julho, porém, o presidente aumentou a tarifa para 50% a parte das exportações do Brasil, por conta de decisões que, para ele, prejudicariam empresas dos EUA e pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em novembro, Donald Trump removeu a tarifa de 10% de todos os mercados, incluindo o Brasil, e em seguida, o adicional de 40% de alguns produtos agrícolas brasileiros. A última decisão ocorreu após uma conversa entre Trump e Lula, na qual ambos concordaram em negociar. Trump afirmou que o avanço nas negociações com o Brasil, a demanda interna e recomendações da equipe do seu governo levaram à remoção do adicional.</p>
<p> </p>
<ol start="10">
<li><strong> Explosão de fábrica da Enaex Brasil em Quatro Barras (PR) fez 9 vítimas fatais</strong></li>
</ol>
<p>No dia 12 de agosto, ocorreu uma explosão em uma área que armazenava material explosivo produzido por uma fábrica da Enaex Brasil, localizada em Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba, resultando em nove pessoas mortas e sete feridas. No momento da explosão, os materiais estavam sendo preparados para serem transportados, e as vítimas estavam trabalhando. O inquérito que estava investigando as causas do ocorrido não indicou indícios de crime doloso, nem culposo, mas identificou falhas sistêmicas na gestão de riscos da organização, o que pode ter favorecido a explosão. As análises periciais apontaram que a explosão provavelmente se deu devido ao atrito entre as pás de um misturador e o pentolite parcialmente solidificado, por conta da baixa temperatura do ambiente no momento.</p>
<p> </p>
<ol start="11">
<li><strong> Adulteração de bebidas alcoólicas causou 16 mortes por intoxicação por metanol</strong></li>
</ol>
<p>A partir de setembro de 2025, o Brasil registrou diversos casos de intoxicação por metanol depois do consumo de bebidas alcóolicas. Segundo um boletim do Ministério da Saúde, de 19 de novembro, as intoxicações resultaram na morte de 16 pessoas. O órgão informou haver 97 casos registrados (62 confirmados e 35 em investigação) e 772 descartados. O estado mais atingido é São Paulo, com 48 casos confirmados e nove óbitos. O fato causou medo nos consumidores, diminuindo o movimento de restaurantes e bares brasileiros, cujas vendas caíram 4,9% em setembro, segundo o Índice Abrasel-Stone, decorrente desse e de outros fatores. Segundo a empresa Neotrust, que monitora o consumo em e-commerce, no Brasil, o faturamento com a venda de bedidas online caiu 47% nos 21 dias após o ocorrido.</p>
<p> </p>
<ol start="12">
<li><strong> Pautas impopulares desgastaram imagem da Câmara dos Deputados junto à opinião pública</strong></li>
</ol>
<p>Em 2025, a Câmara dos Deputados sofreu uma intensa crise de imagem por ter pautado diversas propostas controversas: a PEC da Blindagem, cuja aprovação levantou discussões sobre privilégio institucional e impunidade; o PL da Devastação, aprovado pelo órgão e visto como o maior retrocesso ambiental dos últimos 40 anos; a MP da Taxação BBB (bilionários, bets e bancos) a qual foi tirada de pauta, gerando insatisfação popular pois representava a possibilidade de distribuição de renda mais justa. E o PL da Anistia, cujo pedido de urgência foi aprovado pelo órgão, e que acarretou debates sobre privilégios e impunidade. Tais medidas foram vistas como tentativas de autoproteção política, retrocessos institucionais e ambientais e ataques a direitos civis, sem refletir as demandas da sociedade. Com isso, a instituição sofreu com o descrédito e com a queda de confiança por parte da população brasileira.</p>
<p> </p>
<ol start="13">
<li><strong> Ameaças online e ataques violentos a instituições de ensino demandaram atenção</strong></li>
</ol>
<p>Na manhã do dia 25 de setembro de 2025, durante o intervalo de uma escola de ensino médio do município de Sobral, no Ceará, um ataque a tiros resultou em dois alunos da escola mortos e outros três feridos. Os estudantes baleados estavam no estacionamento da escola, quando foram atingidos por dois atiradores, que chegaram de moto em uma rua próxima, desceram da mesma e atiraram pela grade da escola. Ainda não se sabe o que motivou o crime, porém uma das hipóteses é o confronto entre facções. O caso levantou discussões sobre a segurança em instituições de ensino, desde creches até universidades. Neste mesmo ano, diversas delas sofreram ameaças online, como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a Universidade de São Paulo (USP) e uma escola de Novo Hamburgo (RS).</p>
<p> </p>
<ol start="14">
<li><strong> Evento de artes marciais e boxe patrocinado pela Spaten terminou em briga generalizada</strong></li>
</ol>
<p>No dia 27 de setembro, em São Paulo, os lutadores Acelino Popó Freitas e Wanderlei Silva se enfrentaram no combate principal do Spaten Fight Night 2, evento exclusivo e sofisticado que visava celebrar as artes marciais e o boxe, segundo a Spaten, patrocinadora da luta. Prevista para oito rounds, a luta terminou no quarto round, com vitória para Popó Freitas, devido a advertências que Wanderlei Silva recebeu durante o embate. Após o árbitro ter determinado o fim da luta, os membros das equipes de ambos os lutadores adentraram o ringue, iniciando uma briga generalizada, na qual Popó sofreu uma fratura na mão e Wanderlei foi golpeado no queixo e ficou desacordado. Em nota oficial, a produtora do evento lamentou o ocorrido, prometeu que iria realizar uma investigação interna e afirmou que iria revisar protocolos de segurança, a fim de evitar futuras invasões no ringue. A Spaten se posicionou afirmando que o ocorrido não representa os princípios esportivos e que continuará trabalhando para elevar os valores do esporte e das artes marciais.</p>
<p> </p>
<ol start="15">
<li><strong> Tornado no Paraná</strong> <strong>expôs vulnerabilidade da população a eventos climáticos extremos</strong></li>
</ol>
<p>No dia 7 de novembro, um tornado de categoria F4 na Escala Fujita, com ventos entre 332 e 418km/h, atingiu o município paranaense de Rio Bonito do Iguaçu, deixando em torno de 90% da cidade destruída e seis mortos. De acordo com a Defesa Civil, quase 1,5 mil casas sofreram danos, mais de 11 mil pessoas foram afetadas e em torno de 1,1 mil delas ficaram desalojadas ou desabrigadas. Os municípios de Guarapuava e Turvo registraram tornados de categoria F4 e F2 respectivamente, deixando um morto nessa primeira cidade e pelo menos 835 feridos em todo o estado. No total, onze municípios foram atingidos. O episódio demandou uma série de medidas do Governo do Paraná, como o direcionamento de R$ 50 milhões do Fundo Estadual de Calamidade Pública (Fecap) para reconstruir a cidade, cobrança de luz e água suspensas e apoio financeiro emergencial e para produtores agropecuários. Da mesma forma, o Governo Federal precisou liberar R$ 25 milhões para obras emergenciais entre outras medidas.</p>
<p> </p>
<p><strong>RELEMBRE AS CRISES DOS ANOS ANTERIORES:</strong></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/12/01/retrospectiva-as-10-crises-que-marcaram-o-ano-de-2024-no-brasil">Relembre as crises que marcaram o ano de 2024</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2023/12/15/retrospectiva-10-crises-que-marcaram-o-ano-de-2023-no-brasil">Relembre as crises que marcaram o ano de 2023</a></p>
<p> </p>
<p><strong>CONHEÇA NOSSAS ORIENTAÇÕES À SOCIEDADE:</strong></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/07/18/eventos-climaticos-extremos-atualizacao">Conheça as orientações do OBCC à sociedade sobre eventos climáticos extremos</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/02/26/teste">Conheça as orientações do OBCC à sociedade sobre ataques violentos a escolas</a></p>
<p> </p>
<p><strong>ACESSE NOSSAS PUBLICAÇÕES:</strong></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2024/02/Livro-OBCC.pdf">E-book Risco e Crise no contexto da comunicação organizacional</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Glossario-de-crise.pdf">E-book Glossário de Crise: uma perspectiva comunicacional</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caso Braskem: livro-reportagem “Cidade Rachada”, de Cristina Serra, trata do desastre socioambiental em Maceió</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/11/26/caso-braskem-livro-reportagem-cidade-rachada-de-cristina-serra-trata-do-desastre-socioambiental-em-maceio</link>
				<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 13:12:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[“Cidade rachada: Como a mineração engoliu cinco bairros em Maceió e arruinou a vida de 60 mil pessoas” (Máquina de Livros, 2025) é o livro-reportagem que acaba de ser lançado por Cristina Serra, Jornalista há mais de 30 anos que cobriu a Guerra no Iraque e a Tragédia de Mariana (MG). A obra analisa os [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_549" align="alignright" width="319"]<img class=" wp-image-549" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/81Rz08zKS9L._SL1500_-713x1024.jpg" alt="" width="319" height="458" /> Capa do livro "Cidade Rachada" (Máquina de Livros, 2025)[/caption]
<p>“Cidade rachada: Como a mineração engoliu cinco bairros em Maceió e arruinou a vida de 60 mil pessoas” (Máquina de Livros, 2025) é o livro-reportagem que acaba de ser lançado por Cristina Serra, Jornalista há mais de 30 anos que cobriu a Guerra no Iraque e a Tragédia de Mariana (MG).</p>
<p>A obra analisa os impactos de 40 anos de mineração de sal-gema pela petroquímica Braskem, ação que destruiu cinco bairros de Maceió, capital do Estado de Alagoas. Os danos vão além de aspectos ambientais, sociais e urbanos. A partir de entrevistas realizadas para o livro, a autora revela impactos psicológicos e emocionais nas famílias que perderam tudo.</p>
<p>Para a TVT News, Serra compara o caso de Maceió às tragédias de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), denuncia a impunidade e alerta para o risco da especulação imobiliária na região abandonada atualmente. Ela encerra afirmando: “Escrevo sobre isso porque acredito que contar essas histórias é uma forma de lutar contra o esquecimento. [...] Esse desastre precisa ser reparado e lembrado.”</p>
<p> </p>
<p><strong>Sinopse:</strong> A terra tremeu em Maceió na tarde de 3 de março de 2018. Casas, prédios e ruas racharam e cinco bairros começaram a afundar. Parecia terremoto ou cena de filme catástrofe, mas era o resultado de quatro décadas de mineração subterrânea pela petroquímica Braskem, no coração da capital alagoana. Neste livro-reportagem, a jornalista Cristina Serra investiga e denuncia uma das maiores tragédias socioambientais da história recente do Brasil, um desastre silencioso que forçou 60 mil pessoas a deixarem suas casas em troca de indenizações humilhantes. Quase todos os imóveis foram derrubados e parte do paraíso turístico se transformou em cidade fantasma. A autora revela a engrenagem de omissões e conivências que sustentou um negócio bilionário: a imposição da ditadura, a complacência de sucessivos governos e a lógica perversa do lucro acima da vida. Assim como Mariana e Brumadinho, Maceió tornou-se um marco da mineração urbana que devora pessoas e territórios. Com apresentação de André Trigueiro, um dos maiores jornalistas do país em temas ambientais, “Cidade rachada” é um relato sobre dor, resistência e a urgência em repensar o modelo de desenvolvimento que ameaça o próprio chão em que pisamos.</p>
<p> </p>
<p>Acesse o livro: <a href="https://www.maquinadelivros.com.br/product-page/cidade-rachada">https://www.maquinadelivros.com.br/product-page/cidade-rachada</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa do IBGE revela dados sobre uso de sistemas de alerta, planos de contingência e ferramentas de comunicação no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/11/18/pesquisa-do-ibge-revela-dados-sobre-uso-de-sistemas-de-alerta-planos-de-contingencia-e-ferramentas-de-comunicacao-no-rs</link>
				<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 18:49:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[Os resultados mais recentes da Pesquisa de Informações Básicas Municipais &#8211; MUNIC 2024, divulgados pelo IBGE, trazem evidências importantes sobre a capacidade comunicacional dos municípios do Rio Grande do Sul frente ao maior desastre climático da história do estado. Mais de 90% das 459 cidades gaúchas foram afetadas por eventos extremos em 2023 e 2024, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-544" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Capa-Pesquisa-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" />Os resultados mais recentes da Pesquisa de Informações Básicas Municipais - MUNIC 2024, divulgados pelo IBGE, trazem evidências importantes sobre a capacidade comunicacional dos municípios do Rio Grande do Sul frente ao maior desastre climático da história do estado. <strong>Mais de 90% das 459 cidades gaúchas foram afetadas por eventos extremos em 2023 e 2024</strong>, e os dados mostram que, embora haja avanços significativos na comunicação institucional, persistem lacunas estruturais que impactam diretamente a gestão da crise.</p>
<p>Um dos pontos de maior destaque é o papel da comunicação de risco. Segundo o levantamento, <strong>63% dos municípios emitiram alertas durante os eventos climáticos</strong>, um índice relevante, mas insuficiente diante da gravidade das ocorrências. O dado mais preocupante é que <strong>um em cada quatro municípios não possui sistema de alerta</strong>, evidenciando fragilidades na capacidade de avisar a população com antecedência, coordenar respostas e mitigar danos. A ausência desses sistemas compromete tanto a segurança dos cidadãos quanto a credibilidade das prefeituras na gestão do risco.</p>
<pre> </pre>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-545" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Cartograma-2-sistemas-de-alerta.jpg" alt="" width="609" height="639" /></p>
<pre> </pre>
<p>Segundo o relatório da pesquisa, “A importância desses sistemas se torna ainda mais evidente em cenários como o da tempestade de abril de 2024, no Rio Grande do Sul, onde a possibilidade de inundações e deslizamentos exige que as autoridades locais adotem <strong>estratégias proativas de comunicação e de prevenção, visando à proteção dos cidadãos e à salvaguarda das infraestruturas</strong> urbanas.”</p>
<p>A pesquisa também revela que <strong>a maioria dos municípios possui</strong> <strong>plano de contingência de defesa civil</strong> (84,5%), mas nem todos o executaram durante os eventos. As justificativas mais comuns, falta de treinamento técnico e escassez de recursos materiais, apontam para um problema de comunicação governamental: o descompasso entre o planejamento formal e sua operacionalização. Planos que não são ativados geram ruído na percepção pública e podem deteriorar a confiança institucional, especialmente em situações de emergência em que a comunicação precisa ser clara, rápida e coordenada.</p>
<pre> </pre>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-546" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Cartograma-3-Plano-de-contingencia.jpg" alt="" width="617" height="637" /></p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, a MUNIC 2024 mostra avanços expressivos na presença digital das prefeituras. <strong>Quase todos os municípios gaúchos possuem site (98,6%) e perfil em redes sociais (95,4%)</strong>, e mais da metade atualiza seus canais diariamente. Em contextos de crise, essa infraestrutura digital é um ativo estratégico: ela permite que governos municipais publiquem <strong>alertas, orientações, rotas de fuga, informações sobre abrigos e atualizações sobre danos em tempo real.</strong></p>
<p>A tendência aponta para uma consolidação da comunicação pública em ambientes digitais, fortalecendo o relacionamento com a população e ampliando o alcance das mensagens oficiais, especialmente em cenários de rápida evolução, como enchentes e deslizamentos. Segundo o relatório, <strong>381 (83,0%) municípios gaúchos atingidos pelo evento climático utilizaram ferramentas de comunicação para informar a população sobre a situação do desastre</strong>: 341 faziam uso de redes sociais (X/Twitter, Facebook, Instagram, Bluesky, TikTok, etc.); 318 utilizavam website/portal da prefeitura; 275 usavam aplicativos de mensagens e SMS (WhatsApp e Telegram por exemplo) e 262 deles recorreu à mídia local (rádio, TV e jornal).</p>
<pre> </pre>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-547" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Cartograma-5-utilizaram-ferramentas-de-comunicacao-para-informar-a-populacao.jpg" alt="" width="541" height="593" /></p>
<pre> </pre>
<p>Em crises prolongadas, em que a legitimidade das instituições é constantemente testada, mecanismos de transparência são essenciais para manter a confiança pública, sobretudo quando danos humanos e materiais atingem grandes parcelas da população. <strong>Mais de 95% dos municípios possuem estrutura de controle interno, e 59% disponibilizam informações em portais na internet.</strong></p>
<p>A MUNIC 2024, portanto, oferece um panorama sobre <strong>como a comunicação - ou sua ausência - influencia a gestão de crises climáticas no Sul do país</strong>. O cenário gaúcho revela progressos importantes na comunicação digital e institucional, mas também aponta vulnerabilidades críticas em alerta precoce, capacidade operacional e integração entre planejamento e execução.</p>
<p>Em um contexto de eventos extremos cada vez mais frequentes, <strong>fortalecer a comunicação pública não é apenas uma estratégia de gestão: é uma necessidade vital para a segurança e a resiliência das comunidades.</strong></p>
<p> </p>
<p>Acesse a pesquisa completa <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=2102224">aqui</a>.</p>
<p>__________</p>
<p>Fonte: Pesquisa MUNIC 2024</p>
<p><strong>Perfil dos Municípios Brasileiros</strong>: 2024 / IBGE, Coordenação de População e Indicadores Sociais. Rio de Janeiro: IBGE, 2025. 160p. Disponível em: <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=2102224">https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=2102224</a></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Gerindo Crises, Construindo Reputação', de Soraia Hanna, é lançado na Feira do Livro de Porto Alegre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/11/17/gerindo-crises-construindo-reputacao-de-soraia-hanna-e-lancado-na-feira-do-livro-de-porto-alegre</link>
				<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 17:48:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=540</guid>
						<description><![CDATA[A crise é um dos momentos mais desafiadores, seja na vida pessoal ou nas organizações. A superação das dificuldades depende de um colchão reputacional, trabalhado de forma consistente, responsável, dentro de uma cultura sólida com apoio técnico e profissional. Essas são algumas das lições trazidas pelo livro &#8220;Gerindo crises, construindo reputação&#8221;, da jornalista Soraia Hanna, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="ltr"><img class="alignright size-full wp-image-541" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/94d3a5a2-2cb9-44a4-ab6f-b1ebe146acfccapa_Soria_alta_1_W270.png" alt="" width="270" height="391" />A crise é um dos momentos mais desafiadores, seja na vida pessoal ou nas organizações. A superação das dificuldades depende de um colchão reputacional, trabalhado de forma consistente, responsável, dentro de uma cultura sólida com apoio técnico e profissional. Essas são algumas das lições trazidas pelo livro "Gerindo crises, construindo reputação", da jornalista Soraia Hanna, lançado neste sábado (15).<br /><br />No livro, ela compartilha aprendizados dos seus mais de 25 anos de trajetória na comunicação do setor público e privado. "Um trabalho de comunicação eficiente é essencial para fortalecer negócios, governos e pessoas. E quem ler o livro entenderá a dimensão estratégica para mitigar riscos ou para saber enfrentar a tempestade com a serenidade necessária para seguir em frente. E, nessa jornada, um apoio profissional qualificado para auxiliar a tomada de decisões pode significar o triunfo ou a derrocada", explica Soraia. </div>
<div dir="ltr"> </div>
<div dir="ltr">A sessão de autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre reuniu centenas de pessoas, entre executivos, lideranças empresariais, políticas, profissionais do mercado de comunicação e autoridades.<br /><br />Natural de São Vicente do Sul (RS), a jornalista trabalhou com quatro diferentes governos no Rio Grande do Sul, além de ter atuado na Assembleia Legislativa e liderado a comunicação do Banrisul. Desde 2013, é sócia-diretora executiva da Critério - Resultado em Opinião Pública, uma das principais operações de gestão de reputação no Brasil.<br /><br />O livro, publicado pela Critério Editorial e Editora AGE, não se resume à gestão de crises, fazendo uma imersão nos bastidores da comunicação em seus momentos mais desafiadores. A obra se organiza em três partes complementares, entrelaçando relatos reais, depoimentos, reflexões estratégicas e lições práticas sobre reputação, comunicação e liderança.<br /><br />"Este livro deve ser visto como um parceiro de jornada, a ser consultado frequentemente por profissionais de comunicação e lideranças em geral. É do tipo de obra para se ler do início ao fim uma vez, mas para a qual voltamos inúmeras vezes, para saber o que fazer nas mais variadas situações que envolvem imagem, reputação e crises para pessoas físicas e jurídicas”, diz Mateus Colombo Mendes, sócio-diretor da Critério Editorial e editor da publicação, que pode ser adquirida pelo site da Editora AGE.</div>
<div dir="ltr"> </div>
<div dir="ltr">Confira o livro no <a href="https://www.editoraage.com.br/Categoria/gerindo-crises-construindo-reputacao-2139/p">site da editora</a>.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>OBCC compõe Guia de Integridade da Informação no Contexto da Crise Climática no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/11/11/obcc-compoe-guia-de-integridade-da-informacao-no-contexto-da-crise-climatica-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:55:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e a Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (SECOM/RS) lançam o Guia de Integridade da Informação no Contexto da Crise Climática no Rio Grande do Sul: Protocolos, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://brasil.un.org/pt-br/304997-guia-de-integridade-da-informa%C3%A7%C3%A3o-no-contexto-da-crise-clim%C3%A1tica-no-rio-grande-do-sul"><img class="alignright size-full wp-image-539" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Guia.png" alt="" width="419" height="581" /></a>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e a Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (SECOM/RS) lançam o <strong>Guia de Integridade da Informação no Contexto da Crise Climática no Rio Grande do Sul: Protocolos, Boas Práticas e Governança da Informação para Enfrentar a Infodemia Climática</strong>, obra que marca um novo marco para a governança da informação em emergências climáticas no país.</p>
<p>Estruturado sob a abordagem de Uma Só Saúde (One Health), <strong>o Guia traduz em diretrizes práticas o que a crise climática de 2024 evidenciou: sem integridade informacional, não há coordenação eficaz, confiança pública ou ação solidária duradoura.</strong></p>
<p>O documento, com mais de 200 páginas, é resultado de seis meses de trabalho colaborativo, envolvendo 10 instituições autoras e 55 especialistas de universidades, órgãos públicos e centros de pesquisa.</p>
<p>Dentre os autores, estão dois pesquisadores do Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC) - Prof. Dr. Jones Machado e Profª Drª Patrícia Milano Pérsigo - os quais redigiram o capítulo "Comunicação Inclusiva e Acessível em Situações de Risco e de Crise: Mensagens Claras para Todas as Pessoas". </p>
<p>“<strong>O Guia representa a convergência entre ciência, comunicação pública e políticas de resiliência territorial. Ele nasce da dor de uma emergência e se transforma em um legado de prevenção e cooperação. Informação íntegra é infraestrutura crítica — sem ela, nenhuma sociedade é resiliente</strong>”, afirma Gustavo Buss, coordenador geral e editorial do Guia e assessor regional sênior da Rede Saúde Única (RSU/Fiocruz).</p>
<p>O lançamento oficial será realizado em solenidade de entrega ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul, em novembro de 2025, consolidando o documento como referência técnica e metodológica para gestores públicos, comunicadores e instituições científicas.</p>
<p>Reconhecendo sua relevância internacional, <strong>o Guia também foi selecionado pela Organização das Nações Unidas para integrar o Mutirão Global pela Integridade da Informação sobre a Mudança do Clima, dentro da Agenda de Ação da COP30, e será apresentado no Celeiro de Soluções, em Belém do Pará.</strong> A seleção destaca o protagonismo do Brasil e do Rio Grande do Sul na construção de respostas inovadoras à desinformação climática.</p>
<p>O documento consolida experiências práticas e estudos de caso, como a atuação do Gabinete de Crise de Comunicação e do Núcleo de Combate à Desinformação, que se tornaram referências nacionais em governança da informação. Apresenta ainda protocolos de verificação, diretrizes operacionais, fluxos de comunicação e ações de pré-bunking e educação midiática, reafirmando a informação como pilar da saúde pública, da gestão de risco e da democracia.</p>
<p>O projeto é uma das entregas do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Fiocruz e a Embrapa, que instituiu o Programa de Pesquisa e Inovação Sustentável entre as duas instituições, voltado à integração entre ciência, comunicação e políticas de resiliência climática.</p>
<p>O Guia de Integridade da Informação pode ser <a href="https://brasil.un.org/pt-br/304997-guia-de-integridade-da-informa%C3%A7%C3%A3o-no-contexto-da-crise-clim%C3%A1tica-no-rio-grande-do-sul">acessado e baixado gratuitamente</a> no Portal de Publicações das Nações Unidas (ONU).</p>
<p> </p>
<p><strong>Instituições Realizadoras:</strong></p>
<p>Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) • Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) • Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (SECOM/RS).</p>
<p> </p>
<p><strong>Instituições Autoras:</strong></p>
<p>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) • Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) • Universidade Federal do Rio Grande (FURG) • Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) • Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) • Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) • Universidade Feevale (FEEVALE) • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) • Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (SECOM/RS).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeiro Colóquio Cuidar_Com reúne pesquisa e vozes comunitárias em diálogo sobre cultura do cuidado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/11/10/primeiro-coloquio-cuidar_com-reune-pesquisa-e-vozes-comunitarias-em-dialogo-sobre-cultura-do-cuidado</link>
				<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 11:37:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=534</guid>
						<description><![CDATA[A primeira edição do Colóquio Cuidar_Com Comunicação e cuidado em tempos de eventos extremos: pesquisa e prática em diálogo ocorre em 14 de novembro de 2025, das 14h às 17h30, na sala 318 da Escola de Comunicação, Artes e Design &#8211; Famecos da PUCRS. O encontro propõe articular pesquisa, prática e protagonismo comunitário para fortalecer [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/1-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" />A primeira edição do Colóquio Cuidar_Com <strong>Comunicação e cuidado em tempos de eventos extremos: pesquisa e prática em diálogo </strong>ocorre em 14 de novembro de 2025, das 14h às 17h30, na sala 318 da Escola de Comunicação, Artes e Design - Famecos da PUCRS. O encontro propõe articular pesquisa, prática e protagonismo comunitário para fortalecer a cultura do cuidado em contextos de eventos extremos.</p>
<p> </p>
<p>A programação inclui abertura institucionais e apresentações de pesquisa, seguidas por um diálogo sobre comunicação de risco com foco na participação social.</p>
<p> </p>
<p>O Cuidar_com é um grupo que articula atividades de pesquisa e extensão voltadas à comunicação em contextos de crise. A iniciativa reúne o Grupo de Pesquisa do CNPq Crise, Comunicação e Cuidado, que investiga estratégias de comunicação para prevenção e contenção de eventos críticos em áreas como saúde, educação, meio ambiente e desastres; o projeto de extensão Comunicação para a Cultura do Cuidado (Proext-PG 2024–2025), que desenvolve ações voltadas ao enfrentamento de desastres em comunidades vulneráveis de Porto Alegre; e o Laboratório de Comunicação de Risco. As atividades são desenvolvidas por pesquisadores do Programa de Pós-graduação em Comunicação da PUCRS.</p>
<p> </p>
<p><strong> </strong><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>14h - 14h45 | Abertura</strong></li>
</ul>
<p>Abertura com Rosângela Florczak, professora/coordenadora do Cuidar_Com, e representantes de comunidades, instituições e pesquisadores convidados.</p>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>15h - 16h15 | Pesquisa em movimento</strong></li>
</ul>
<p>Apresentação de estudos conduzidos por Rafaela Redin, Luana Chinazzo, Júlia Machado, Thaíse Ribeiro de Chaves e Janis Morais.</p>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>16h30 - 17h | Comunicação de risco: a voz das comunidades na construção da cultura do cuidado</strong></li>
</ul>
<p> </p>
<p>O Colóquio é um convite à construção coletiva de saberes e práticas voltadas ao cuidado em situações de risco, reunindo pesquisadores, representantes comunitários e profissionais interessados em fortalecer estratégias comunicacionais e de resposta a eventos extremos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Data e horário</strong>: 14 de novembro de 2025, das 14h às 17h30</p>
<p><strong>Local</strong>: Famecos, prédio 7 da  PUCRS, sala 318</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>OBCC lança e-book “Glossário de Crise: uma perspectiva comunicacional”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/11/06/obcc-lanca-e-book-glossario-de-crise-uma-perspectiva-comunicacional</link>
				<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 01:58:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=524</guid>
						<description><![CDATA[A publicação interdisciplinar conta com 60 verbetes, desenvolvidos por 47 autores de 6 países.   O contexto atual da sociedade é marcado por crescentes incertezas e múltiplos riscos, com pessoas e organizações em alerta permanente num mundo em estado de crise. Os impactos da desinformação, dos eventos climáticos extremos, dos conflitos armados, entre outros, geram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h4><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Glossario-de-crise.pdf"><img class="alignright  wp-image-525" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Lancamento-1024x859.jpg" alt="" width="433" height="363" /></a><span style="color: #000000"><strong>A publicação interdisciplinar conta com 60 verbetes, desenvolvidos por 47 autores de 6 países.</strong></span></h4>
<pre> </pre>
<p>O contexto atual da sociedade é marcado por crescentes incertezas e múltiplos riscos, com pessoas e organizações em alerta permanente num mundo em estado de crise. Os impactos da desinformação, dos eventos climáticos extremos, dos conflitos armados, entre outros, geram instabilidades, mortes e prejuízos de toda ordem, demandando sistemas de alerta e resposta ágeis, informações confiáveis, comunicação de risco e de crise proativas, gestão de risco e de crise eficientes e estruturas profissionais constituídas para o enfrentamento de situações críticas. Esse é o cenário apresentado pelos mais recentes relatórios nacionais e internacionais divulgados.</p>
<p> </p>
<p><strong>O Glossário de Crise</strong></p>
<p>Em face desse panorama, nasceu a ideia do Glossário de Crise, o segundo e-book publicado pelo Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC), uma iniciativa da UFSM em parceria com a USP, a UFRGS, a Fiocruz e a PUCRS.</p>
<p>Fruto da construção coletiva e colaborativa de dezenas de pesquisadores, professores e profissionais de mercado, a publicação almeja tornar mais acessíveis conceitos, termos técnicos e expressões relacionadas a risco e crise no contexto das organizações e da sociedade.</p>
<p>A perspectiva da obra é a comunicacional, contribuindo para maior familiaridade com os conceitos, popularização da ciência e fortalecimento do pensamento da área sobre o tema.</p>
<blockquote>
<p>Para o idealizador da publicação, Prof. Jones Machado (UFSM), “<em>o glossário representa mais um esforço do OBCC para reunir profissionais de diversas áreas em torno de temas urgentes para a sociedade. Precisamos falar sobre risco e crise e, principalmente, do papel da comunicação neste cenário</em>”.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p><strong>60 verbetes interdisciplinares</strong></p>
<p>A obra tem caráter interdisciplinar e sem a pretensão de contemplar a totalidade dos termos técnicos relacionados ao tema. Composto por 60 verbetes, o e-book contempla vocábulos como matriz de risco, hora de ouro, percepção de risco, policrises e prontidão.</p>
<p>Considerando a diversidade de áreas e de contextos em que estão inseridos os pesquisadores, professores e profissionais de mercado que colaboraram com a publicação, cada verbete reunido no glossário reflete as múltiplas interfaces e interrelações de outras áreas com a Comunicação e com a gestão de crises.</p>
<p> </p>
<p><strong>Especialistas convidados de 6 países</strong></p>
<p>Buscando a interdisciplinaridade da gestão de crises e as diferentes experiências de cada área, o glossário conta com profissionais da Saúde, Administração, Educação, Segurança e Comunicação. Nesse sentido, o projeto reuniu autores com atuação em diferentes frentes: gestores de empresas, professores universitários, consultores em comunicação, consultores de crise, jornalistas, pesquisadores acadêmicos, relações-públicas e assessores técnicos.</p>
<p>Nessa direção, levando em conta a maturidade de cada país sobre o tema, dentre os 47 convidados para a elaboração dos vocábulos, contribuíram especialistas que atuam em seis países (Brasil, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Portugal), incluindo <strong>W. Timothy Coombs</strong> (<em>PhD in Public Affairs and Issue Management, Advisor at the Centre for Crisis and Risk Communications</em>), um dos pesquisadores de referência mundial em comunicação de crise.</p>
<blockquote>
<p>Nas palavras de Ana Paula Sartor, vice-presidente de Engajamento Corporativo da Edelman Brasil e autora de um dos verbetes, “<em>Compreender o contexto das crises sob a ótica da comunicação é essencial. O Glossário de Crise é uma contribuição valiosa nesse sentido: reúne conhecimento, experiência e reflexão para apoiar profissionais e organizações na construção de processos mais estruturados, respostas mais assertivas e uma comunicação mais transparente”.</em></p>
</blockquote>
<p> </p>
<p><strong>Prefácio de João José Forni</strong></p>
<p>Para chancelar a iniciativa do OBCC, o e-book conta com o prefácio de um dos primeiros e mais experientes consultores na área de gestão de crises e comunicação no Brasil, o Prof. João José Forni. No texto de abertura do glossário, ele destaca que é:</p>
<blockquote>
<p>“<em>Importante registrar que não existe gestão de crises sem comunicação. Por isso, alguns conceitos conversam com os dois eixos num cenário de crise: a ação - o fato gerador da crise - e a comunicação. Porque toda crise grave quase sempre tem uma história para ser contada. E isso compete aos profissionais da comunicação. Quando as duas variáveis – o fato gerador e a comunicação – são bem gerenciadas, nos eventos negativos, o resultado é a resposta da organização sobre a crise. Essa resposta determina como a empresa enfrentou a crise e quanto afetou o seu core business e a sua reputação</em>.”</p>
</blockquote>
<p>Incansável na discussão e na ação para uma cultura de gestão de riscos e de crises no país, Forni é jornalista, Mestre em Comunicação pela UnB e MBA em gestão estratégica pela USP. Professor e consultor de comunicação com foco em gestão de crises, é o autor do livro “Gestão de Crises e Comunicação – O que Gestores e Profissionais de Comunicação Precisam Saber sobre Crises Corporativas” (Atlas, 2019, 3ª ed.)</p>
<p> </p>
<p><strong><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Glossario-de-crise.pdf"><img class="alignright  wp-image-526" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Mockup-capa-Glossario-760x1024.jpg" alt="" width="485" height="653" /></a>Confira a lista de verbetes e autores convidados:</strong></p>
<p><strong>Ameaça</strong> – Ana Flávia de Bello (Cosafe Latam)</p>
<p><strong>Assessoria de imprensa</strong> – Laura Maria Glüer (Senac/LaSalle)</p>
<p><strong>Auditoria de mídia</strong> – Daiane Scheid (UFSM)</p>
<p><strong>Auditoria de vulnerabilidades</strong> – João José Forni (Comunicação&amp;Crise)</p>
<p><strong>Código de ética</strong> - Andréia Silveira Athaydes (UFSM)</p>
<p><strong>Comitê de integridade</strong> – Ágatha Camargo Paraventi (Cásper)</p>
<p><strong>Comunicação de crise</strong> – Jones Machado (UFSM)</p>
<p><strong>Comunicação de risco</strong> – Patrícia Milano Pérsigo (UFSM)</p>
<p><strong>Comunicação de risco de desastres</strong> – Cora Catalina Quinteros (UTFPR)</p>
<p><strong>Continuidade do negócio</strong> – Patrícia Brito Teixeira (TWPB Group)</p>
<p><strong>Controvérsia pública</strong> – Andréia Silveira Athaydes (UFSM)</p>
<p><strong>Crise </strong>– Jones Machado (UFSM)</p>
<p><strong>Desastre</strong> – Eloisa Beling Loose (UFRGS)</p>
<p><strong>Desinformação </strong>– Gustavo Buss (Fiocruz)</p>
<p><strong>Emergência</strong> – Abner Willian Quintino de Freitas (Hopeful/UFRGS)</p>
<p><strong>Evento crítico</strong> – Rosângela Florczak de Oliveira (PUCRS)</p>
<p><strong>Gabinete de crise</strong> – João José Forni (Comunicação&amp;Crise)</p>
<p><strong>Gerenciamento de crise</strong> – Lana D’Ávila Campanella (UFSM)</p>
<p><strong>Gestão de crise</strong> – Tânia Teixeira Pinto (Cásper)</p>
<p><strong>Gestão de crises digitais</strong> – Carolina Frazon Terra (USP)</p>
<p><strong>Gestão de riscos</strong> – Leonardo Siqueira Alves dos Passos (CBMRS)</p>
<p><strong>Governança</strong> – Ana Paula Sartor (Edelman)</p>
<p><strong>Hora de ouro</strong> – Andrea Oliveira (UMA)</p>
<p><strong>Identidade</strong> – Sergio Andreucci (USP)</p>
<p><strong>Imagem</strong> – Jean Felipe Rossato (UFRGS)</p>
<p><strong><em>Issues management</em></strong> – Eduardo Prestes (Crisis Solutions)</p>
<p><strong>Mapa de risco</strong> – Lana D’Ávila Campanella (UFSM)</p>
<p><strong>Manual de crise</strong> – Wilson Costa Bueno (USP)</p>
<p><strong>Matriz de risco</strong> – Marlene Marchiori (MMarchiori)</p>
<p><strong><em>Media training</em></strong> - Wilson Costa Bueno (USP)</p>
<p><strong>Mensagem chave</strong> – Érica Ruiz (Crisis Solutions)</p>
<p><strong>Mitigação</strong> – Aline Ramos Barros Shimoda (UFRGS)</p>
<p><strong>Paracrise </strong>– Elsa Lemos (Elsa Lemos Crisis Communication)</p>
<p><strong>Percepção de risco</strong> – Bianca Persici Toniolo (UBI/UC)</p>
<p><strong>Permacrise</strong> – Gisela Gonçalves (UBI)</p>
<p><strong>Plano de contingência</strong> – Luiz Alberto de Farias (USP)</p>
<p><strong>Policrise</strong> – José Gabriel Andrade (UMinho)</p>
<p><strong>Política de conduta</strong> - Carolina Frazon Terra (USP)</p>
<p><strong>Porta-voz</strong> - Carolina Frazon Terra (USP)</p>
<p><strong>Posicionamento </strong>– Daiane Scheid (UFSM)</p>
<p><strong><em>Post mortem</em></strong> – Giovanni Nobile (Aberje/BB)</p>
<p><strong>Preparação </strong>– Valdeci Verdelho (Verdelho Comunicação)</p>
<p><strong>Prevenção</strong> – Diego Wander Montagner (UFRGS)</p>
<p><strong>Prontidão</strong> (<em>Readiness</em>) – Timothy Coombs (Centre for Crisis and Risk Communications)</p>
<p><strong>Pronunciamento</strong> – Márcio Simeone Henriques (UFMG)</p>
<p><strong>Protocolo</strong> – Heloisa Diniz (Gol Linhas Aéreas)</p>
<p><strong>Rastro digital</strong> – Ricardo Nóbrega (Cásper)</p>
<p><strong>Reparação</strong> – Isaura Mourão Generoso (UFV)</p>
<p><strong>Reputação</strong> – Elisa Prado (Elisa Prado Comunicação Corporativa)</p>
<p><strong>Resposta </strong>– Fabiane Madeira (Éfe Reputação)</p>
<p><strong>Resiliência</strong> - Patrícia Brito Teixeira (TWPB Group)</p>
<p><strong>Risco</strong> – Ana Karin Nunes (UFRGS)</p>
<p><strong>Riscos inerentes</strong> - Simone Ludwig (Simone Ludwig Consultoria em Comunicação)</p>
<p><strong>Riscos residuais</strong> – Simone Ludwig (Simone Ludwig Consultoria em Comunicação)</p>
<p><strong>Sala de crise</strong> – Julia Machado (PUCRS)</p>
<p><strong>Sala de situação</strong> – João Fortunato (JF Gestão de Crise &amp; Media Training)</p>
<p><strong><em>Sentiment analysis</em></strong> – Fabiana Gondim Mariutti (UNAERP/USP)</p>
<p><strong>Simulação de crise</strong> - Ana Flávia de Bello (Cosafe Latam)</p>
<p><strong><em>Social media training</em></strong> – Ricardo Nóbrega (Cásper)</p>
<p><strong>Sociedade de risco</strong> - Rosângela Florczak de Oliveira (PUCRS)</p>
<p> </p>
<p><strong>_______________</strong></p>
<p><strong>DETALHES DA OBRA</strong></p>
<p><strong>Glossário de Crise: uma perspectiva comunicacional</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>2025</p>
<p><strong>Editora</strong>: FACOS – UFSM</p>
<p><strong>Edição</strong>: 1ª</p>
<p><strong>ISBN</strong>: 978-65-5773-103-1</p>
<p><strong>Nº páginas</strong>: 77p.</p>
<p><strong>Orgs.</strong>: Jones Machado, Carolina Frazon Terra, Patrícia Milano Pérsigo, Andréia Silveira Athaydes, Daiane Scheid e Jean Felipe Rossato.</p>
<p><strong>Sinopse</strong>: O Glossário de Crise é uma publicação do Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC), iniciativa da UFSM em parceria com a USP, a UFRGS, a Fiocruz e a PUCRS. Fruto da construção coletiva e colaborativa de dezenas de pesquisadores, professores e profissionais de mercado, este e-book tem como objetivo tornar mais acessíveis conceitos, termos técnicos e expressões relacionadas a risco e crise no contexto das organizações e da sociedade. A perspectiva desta obra é a comunicacional, contribuindo para uma maior familiaridade com os conceitos, para a popularização da ciência e para o fortalecimento do pensamento da área sobre o tema. Com prefácio de João José Forni - um dos primeiros consultores na área de gestão de crises e comunicação no Brasil - a obra é composta por 60 verbetes, a exemplo dos termos matriz de risco, hora de ouro, percepção de risco, policrises e prontidão. Para sua elaboração contribuíram 47 convidados de seis países (Brasil, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Portugal), incluindo W. Timothy Coombs, referência mundial em comunicação de crise.</p>
<p><strong>Acesse o e-book</strong> <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/11/Glossario-de-crise.pdf">aqui</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Brasil tem novo marco nacional para gestão de riscos e desastres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/10/30/brasil-tem-novo-marco-nacional-para-gestao-de-riscos-e-desastres</link>
				<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:04:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=522</guid>
						<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, em 7 de outubro de 2025, o Decreto nº 12.652, que institui o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, novo instrumento de planejamento decenal, 2025-2035, da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC). Publicado no Diário Oficial da União no dia seguinte, o decreto inaugura [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, em 7 de outubro de 2025, o <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/d12652.htm">Decreto nº 12.652</a>, que institui o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, novo instrumento de planejamento decenal, 2025-2035, da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC). Publicado no Diário Oficial da União no dia seguinte, o decreto inaugura um marco histórico para a gestão de riscos e desastres no Brasil, ao consolidar princípios, diretrizes e objetivos construídos de forma participativa e amparados em vivências, saberes e experiências técnicas, sociais e no conhecimento científico.</p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-310" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2024/03/logo-pndc-site-1.png" alt="" width="686" height="186" /></p>
<p> </p>
<p>O PN-PDC 2025-2035 foi elaborado sob supervisão do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e apoio técnico de um consórcio de instituições científicas. Esse consórcio foi coordenado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e integrado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), que contribuíram com metodologias, pesquisas e processos participativos em todas as etapas de elaboração do plano, como apresentadas no portal <a href="https://pndc.com.br/">pndc.com.br</a></p>
<p>O documento estabelece seis princípios, nove diretrizes e vinte objetivos com metas de curto (até 2027), médio (até 2031) e longo prazo (até 2035). Entre os princípios centrais estão a identificação dos riscos de desastres, o fortalecimento da governança federativa, o investimento contínuo na redução de riscos, a promoção da cultura de resiliência e a equidade nas ações, com atenção especial a pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>As diretrizes enfatizam a produção e disseminação de conhecimento científico sobre riscos e desastres, a gestão intersetorial e interfederativa, o fortalecimento institucional das defesas civis e a integração entre políticas públicas, de ordenamento territorial, meio ambiente, saúde, educação, infraestrutura e mudanças climáticas.</p>
<p>O processo de elaboração do PN-PDC teve início em março de 2023 e mobilizou mais de 4.200 participantes de 1.187 municípios, abrangendo os 26 estados e o Distrito Federal. Foram mais de 250 horas de debates presenciais e virtuais, com envolvimento de representantes de defesas civis, movimentos sociais, universidades, organismos internacionais e entidades privadas, garantindo legitimidade técnica e social ao Plano.</p>
<p>O Decreto nº 12.652/2025 determina que o plano seja revisado a cada três anos, sob coordenação da Sedec/MIDR, e prevê seu financiamento por meio do Programa 2318 - Gestão de Riscos e de Desastres, inserido no Plano Plurianual da União 2024-2027, além de outras dotações federais.</p>
<p>Alinhado a compromissos internacionais como o Marco de Sendai (2015-2030), o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o PN-PDC 2025-2035 consolida o uso da ciência aplicada à gestão de riscos, reforçando a importância das instituições de pesquisa na formulação de políticas públicas integradas para enfrentar os impactos sociais, econômicos e ambientais das mudanças climáticas.</p>
<p>Saiba mais no site do Plano Nacional de Proteção de Defesa Civil: <a href="https://pndc.com.br/">https://pndc.com.br/</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lançamento do “Glossário de Crise: uma perspectiva comunicacional” será no dia 7 de novembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/10/29/lancamento-do-glossario-de-crise-uma-perspectiva-comunicacional-sera-no-dia-7-de-novembro</link>
				<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 19:59:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[No próximo dia 7 de novembro, será lançado pela Editora FACOS-UFSM o ebook “Glossário de Crise: uma perspectiva comunicacional”, organizado pelos pesquisadores Jones Machado, Carolina Frazon Terra, Patrícia Milano Pérsigo, Andréia Silveira Athaydes, Daiane Scheid e Jean Felipe Rossato. O Glossário de Crise é uma publicação do Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC), iniciativa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No próximo dia 7 de novembro, será lançado pela Editora FACOS-UFSM o ebook “Glossário de Crise: uma perspectiva comunicacional”, organizado pelos pesquisadores Jones Machado, Carolina Frazon Terra, Patrícia Milano Pérsigo, Andréia Silveira Athaydes, Daiane Scheid e Jean Felipe Rossato.</p>
<p>O Glossário de Crise é <strong>uma publicação do Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise </strong>(OBCC), iniciativa da UFSM em parceria com a USP, a UFRGS, a Fiocruz e a PUCRS. Fruto de uma construção coletiva e colaborativa de dezenas de pesquisadores, professores e profissionais de mercado, o e-book tem como objetivo tornar mais acessíveis conceitos, termos técnicos e expressões relacionadas a risco e crise no contexto das organizações e da sociedade.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-521" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/10/Lancamento-7-nov-1024x859.jpg" alt="" width="1024" height="859" /></p>
<p>A perspectiva da obra é a comunicacional, contribuindo para uma maior familiaridade com os conceitos, para a popularização da ciência e para o fortalecimento do pensamento da área sobre o tema.</p>
<p>Com <strong>prefácio de João José Forni</strong> - um dos primeiros consultores na área de gestão de crises e comunicação no Brasil - a obra é composta por <strong>60 verbetes</strong>, a exemplo dos termos matriz de risco, hora de ouro, percepção de risco, policrises e prontidão.</p>
<p>Para sua elaboração contribuíram <strong>47 convidados de seis países</strong> (Brasil, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Portugal), incluindo <strong>W. Timothy Coombs</strong>, referência mundial em comunicação de crise.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Revista Organicom (USP) publica Call for Papers do Dossiê temático "Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/10/22/revista-organicom-usp-publica-call-for-papers-do-dossie-tematico-risco-e-crise-reflexoes-sobre-a-gestao-da-comunicacao-organizacional-na-sociedade-de-riscos</link>
				<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 19:23:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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						<description><![CDATA[A Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Organicom) convida pesquisadoras e pesquisadores a refletirem sobre o papel da comunicação organizacional e das relações públicas na gestão de riscos e crises em seu dossiê temático &#8220;Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos&#8221;. Coordenado pelos professores Sergio Andreucci, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-519" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/10/revista-organicom-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />A Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Organicom) convida pesquisadoras e pesquisadores a refletirem sobre o papel da comunicação organizacional e das relações públicas na gestão de riscos e crises em seu dossiê temático "Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos".</p>
<p>Coordenado pelos professores Sergio Andreucci, da Universidade de São Paulo e Jones Machado, da Universidade Federal de Santa Maria, este número acolherá artigos que explorem, de forma crítica e propositiva, como as organizações podem utilizar estratégias comunicacionais para enfrentar crises e mitigar riscos.</p>
<p>A data limite para envio de artigos é: 30.01.26</p>
<p>E as submissões podem ser feitas no portal da <a href="https://revistas.usp.br/organicom/announcement/view/1984">Revista Organicom</a>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Apresentação do dossiê temático</strong></p>
<p>A atual sociedade de riscos exige reflexão profunda, mudança de paradigmas e respostas rápidas e eficazes por parte dos governos e organizações. Isso envolve a adoção de estratégias públicas e privadas que visam mitigar situações de vulnerabilidade decorrentes de diversos contextos.</p>
<p>Desastres ambientais, mudanças climáticas, guerras que refletem disputas de poder, fome, pobreza, epidemias, incertezas e temores relacionados aos avanços da inteligência artificial, além de ideologias extremistas, contribuem para um estado de risco permanente na sociedade. Esses riscos são complexos e multifacetados, afetando não apenas a esfera ambiental, mas também as dimensões econômicas, sociais, políticas e tecnológicas.</p>
<p>A instabilidade promovida pela incerteza dos riscos compromete diretamente o equilíbrio e o bem-estar do mercado, organizações e da sociedade global, exigindo respostas coordenadas e eficazes para mitigá-los. Nesse contexto, o papel da comunicação, tanto pública quanto organizacional, é fundamental para informar e mediar estratégias integradas, visando encontrar soluções mais seguras e sustentáveis para os desafios enfrentados.</p>
<p> </p>
<p><strong>Conheça os temas de interesse do Dossiê 50</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong> A interdisciplinaridade para a gestão de riscos e crises em comunicação.</strong></li>
</ol>
<p>A busca por abordagens integradas que combinam conhecimentos e práticas de diversas áreas do saber para mitigar riscos, evitar crises, diminuir impactos e promover a comunicação mediadora e para o cuidado.</p>
<ol start="2">
<li><strong> A complexidade da IA – Inteligência Artificial na gestão de crises.</strong></li>
</ol>
<p>Reflexões sobre o uso dessas tecnologias na gestão de crises organizacionais e na comunicação, com foco em reputação, fluxos comunicativos e decisões estratégicas.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Estudos epistemológicos sobre a comunicação organizacional na sociedade de risco.</strong></li>
</ol>
<p>Análise das implicações epistemológicas da comunicação organizacional em contextos de incerteza e risco.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Ética, comunicação e riscos nas relações organizacionais.</strong></li>
</ol>
<p>Estudos sobre ética na comunicação e nas relações organizacionais que possam impactar direitos fundamentais. Responsabilidades das organizações, governança corporativa e as políticas de compliance.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Comunicação intercultural na gestão de riscos e crises.</strong></li>
</ol>
<p>Análise sobre a comunicação intercultural e suas implicações em contextos de risco e crise, considerando as vulnerabilidades e necessidades específicas de grupos diversos.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Comunicação pública e comunicação de risco.</strong></li>
</ol>
<p>Políticas e estratégias que exploram as diferentes formas de comunicação pública e de risco, temas de interesse público que afetam a vida coletiva abrangendo a comunicação produzida pelo Estado, sociedade, mídia e organizações.</p>
<ol start="7">
<li><strong> Identidades, narrativas e relações de poder.</strong></li>
</ol>
<p>Estudos que analisam os discursos organizacionais e suas implicações nas relações de poder, identidade, imagem e reputação.  Linguagens e estratégias para consolidação de identidade e imagem organizacional, os resultados reputacionais na relação entre discurso organizacional e sociedade.</p>
<ol start="8">
<li><strong> Comunicação de risco na sociedade de consumo.</strong></li>
</ol>
<p>Análise de estratégias de comunicação de risco e de gestão de crises no ambiente mercadológico.  Consumo, reputação e branding, as interações funcionais entre comunicação institucional e marketing.</p>
<ol start="9">
<li><strong> O fenômeno da desinformação e suas implicações para as organizações.</strong></li>
</ol>
<p>Criação e disseminação de informações falsas com vistas à geração de riscos, instabilidades e crises para as organizações. Enfrentamento aos fenômenos das <em>fake news, deepfakes</em> e pós-verdade a partir do acionamento de estratégias de comunicação.</p>
<p> </p>
<p>Saiba mais: https://revistas.usp.br/organicom/announcement/view/1984 </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Defesa Civil RS realiza 1º Ciclo de Palestras sobre Comunicação de Riscos de Desastres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/10/08/defesa-civil-rs-realiza-1o-ciclo-de-palestras-sobre-comunicacao-de-riscos-de-desastres</link>
				<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:35:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=515</guid>
						<description><![CDATA[Em novembro, Santa Maria receberá o 1º Ciclo de Palestras sobre Comunicação de Riscos de Desastres da Defesa Civil RS, voltado para profissionais e estudantes de Comunicação. O evento, que ocorre no dia 5/11 no Salão de Atos da Universidade Franciscana, está com inscrições abertas até o dia 31 de outubro. A programação conta com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright size-medium wp-image-517" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-03-at-17.56.44-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" />Em novembro, Santa Maria receberá o 1º Ciclo de Palestras sobre Comunicação de Riscos de Desastres da Defesa Civil RS, voltado para profissionais e estudantes de Comunicação. O evento, que ocorre no dia 5/11 no Salão de Atos da Universidade Franciscana, está com inscrições abertas até o dia 31 de outubro.</p>
<p>A programação conta com palestras sobre a estrutura da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, o papel da imprensa e mídias sociais na comunicação de riscos, a linguagem técnica da meteorologia, a cooperação entre comunicação, autoridades e sociedade e a comunicação no contexto de riscos e desastres.</p>
<p>A realização do Ciclo de Palestras é da 3ª Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do RS.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas através do QR Code ou pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfid-CoZc2DHUBpOysY1_Vu471x0ka6bnIQf5IWPa-d8XJljw/viewform">link</a>.</p>
<p>Confira a programação:</p>
<p><img class="size-large wp-image-516 alignnone" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-03-at-17.56.44-1-819x1024.jpeg" alt="" width="819" height="1024" /></p>
<div> </div>
<div><b>Período das Inscrições:</b> 01/10/2025 a 31/10/2025</div>
<div><b>Limite de Inscrições:</b> 120 </div>
<div><b>Data do Evento: </b>05/11/2025 - Quarta-Feira</div>
<div><b>Horário: </b>Das 8h às 18h</div>
<div><b>Local:</b> Salão de Atos da Universidade Franciscana (UFN)</div>
<div><b>Endereço: </b>R. Silva Jardim. Nº 1175. Bairro Rosário. Prédio 13, Térreo. </div>
<div><b>Em caso de dúvida:</b> <a href="mailto:no_reply@example.com">defesacivil-santamaria@casamilitar.rs.gov.br</a></div>
<div> </div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa de estudante da UFSM mapeia instrumentos de comunicação de risco e de crise desenvolvidos por governos e ONGs</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/09/09/pesquisa-de-estudante-da-ufsm-mapeia-instrumentos-de-comunicacao-de-risco-e-de-crise-desenvolvidos-por-governos-e-ongs</link>
				<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 18:50:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=508</guid>
						<description><![CDATA[O estudante Francisco Ernesto Carvalho Soares, do Curso de Relações Públicas da UFSM Campus Frederico Westphalen, está desenvolvendo pesquisa de conclusão de curso de graduação cujo objetivo é mapear instrumentos e produtos de comunicação de risco e de crise voltados à população no contexto de eventos climáticos extremos. Tendo em vista que tais eventos ganharam [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright  wp-image-509" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-08-at-15.32.46-819x1024.jpeg" alt="" width="433" height="542" />O estudante Francisco Ernesto Carvalho Soares, do Curso de Relações Públicas da UFSM Campus Frederico Westphalen, está desenvolvendo pesquisa de conclusão de curso de graduação cujo objetivo é mapear instrumentos e produtos de comunicação de risco e de crise voltados à população no contexto de eventos climáticos extremos.</p>
<p>Tendo em vista que tais eventos ganharam atenção no Brasil - e também no mundo - aumentando as discussões sobre o tema e o papel da comunicação nesta conjuntura, a pesquisa busca verificar o que os governos e as ONGs do Brasil vêm desenvolvendo no que se refere a instrumentos e produtos de comunicação de risco e comunicação de crise nos últimos três anos (2023 - 2025).</p>
<p>O estudo é conduzido no âmbito do Curso de Relações Públicas da UFSM Campus Frederico Westphalen, sob orientação do Prof. Dr. Jones Machado, e busca traçar um panorama da realidade da comunicação de risco e de crise implementada por governos e ONGs. Para isso, é necessário o levantamento de iniciativas cujo intuito consiste em auxiliar a população desde a prevenção até a recuperação em situações como enchentes, secas e deslizamentos de terra.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Participe!</strong></p>
<p>Teve acesso ou elaborou algum instrumento de comunicação dirigida voltado aos processos de comunicação de risco e de crise? <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScZXT2CIvUWdis6BJoTRO6batSdXgNN_zAJKrcZ7mD4HIEgtA/viewform?usp=header">Responda o questionário</a> e compartilhe para contribuir com a pesquisa.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Defesa Civil do RS lança pesquisa sobre percepção de riscos de desastres pela população</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2025/09/08/defesa-civil-do-rs-lanca-pesquisa-sobre-percepcao-de-riscos-de-desastres-pela-populacao</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 16:49:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=506</guid>
						<description><![CDATA[Foi lançada, nesta segunda-feira (8), a pesquisa Percepção de Riscos de Desastres Naturais Pela População Gaúcha. A ação da Casa Militar, por meio da Subchefia de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, objetiva aprimorar a comunicação de protocolos de segurança e atuação em caso de desastres no estado. A iniciativa, desenvolvida pela [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignright  wp-image-507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/880/2025/09/08091551_101054_GDO.jpg" alt="" width="457" height="257" />Foi lançada, nesta segunda-feira (8), a pesquisa Percepção de Riscos de Desastres Naturais Pela População Gaúcha. A ação da Casa Militar, por meio da Subchefia de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, objetiva aprimorar a comunicação de protocolos de segurança e atuação em caso de desastres no estado. A iniciativa, desenvolvida pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), busca traçar um cenário sobre como a população percebe os riscos e quais protocolos de comunicação são mais eficazes.   </p>
<p>O estudo acontece por meio de um formulário, que pode ser respondido por maiores de 18 anos residentes dos 497 municípios gaúchos, a fim de traçar um diagnóstico sobre os processos de comunicação de risco da Defesa Civil do Estado a partir da percepção da população. Os resultados esperados visam qualificar as diretrizes e os protocolos de comunicação de risco, contribuindo para a redução do número de óbitos e pessoas diretamente afetadas por eventos futuros.    </p>
<p>A iniciativa está alinhada com a Política Estadual de Proteção e Defesa Civil (PEPDEC), estabelecida pela Lei Complementar nº 16.263/24, além das diretrizes do Marco de Sendai, dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU, das doutrinas da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres (UNDRR).</p>
<p>Seus principais objetivos incluem:</p>
<ul>
<li>promover a consciência e a educação em proteção e defesa civil</li>
<li>incentivar a autoproteção e orientar a população sobre prevenção e resposta em desastres</li>
<li>fortalecer a comunicação de riscos, focando na segurança e resiliência da população. </li>
</ul>
<p>Acesse a pesquisa <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGp7erSvmg1BCs5G2_NyyM1hUMUZGQldCR1lTNEpJVE5KQUQzOUxRWFBZUy4u&amp;route=shorturl">aqui</a>.</p>
<p>Obs.: o estudo da Defesa Civil Estadual pode ser respondido por maiores de 18 anos residentes no Rio Grande do Sul.</p>
<p>_____</p>
<p>Com informações da Defesa Civil RS</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        