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						<item>
				<title>UFSM conquista R$ 13 milhões para infraestrutura de pesquisa em edital da Finep</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/ufsm-conquista-r-13-milhoes-para-infraestrutura-de-pesquisa-em-edital-da-finep</link>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 01:09:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[A UFSM é a oitava instituição com maior volume de recursos captados entre as contempladas na chamada da Finep, com três subprojetos aprovados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM foi contemplada com R$ 13.053.526,69 na chamada pública ProInfra 2025 Expansão. Os recursos serão destinados à execução de três subprojetos voltados à ampliação e modernização da infraestrutura de pesquisa da universidade.

Com o resultado, a UFSM ocupa a 8ª posição entre as instituições contempladas em volume de recursos captados. Os projetos aprovados são:

<b>Solo-Miomapa –</b> Ampliação da infraestrutura multiusuária da Central Analítica do Departamento de Solos, com valor contemplado de R$ 4.863.314,98;

<b>Centro de Desenvolvimento de Inovações e Transferência de Tecnologia em Bioinsumos</b>

<b>(Cedeittec) –</b> Aquisição de equipamentos, com valor contemplado de R$ 5.091.010,98;

Núcleo de Desenvolvimento de Materiais (Nudema), fase 4 – Aquisição de equipamentos para o Laboratório de Fotoquímica, com valor contemplado de R$ 3.099.200,73.
<h3><b>Sobre o ProInfra 2025 Expansão</b></h3>
O ProInfra 2025 Expansão é uma chamada pública da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A iniciativa tem como objetivo apoiar projetos institucionais de expansão e desenvolvimento de infraestrutura de pesquisa, contribuindo para a consolidação da capacidade científica e tecnológica brasileira.

A chamada contou com orçamento de R$ 500 milhões e recebeu propostas de instituições de pesquisa de todo o país. No resultado final, foram aprovados 92 subprojetos de 61 instituições, com recursos destinados à modernização e ampliação de estruturas de pesquisa. Entre as possibilidades de aplicação estão a aquisição de equipamentos de médio e grande porte, softwares associados e adaptações de espaços físicos necessários à instalação dos equipamentos.
<h3><b>Investimentos para fortalecer a pesquisa na UFSM</b></h3>
Os três projetos contemplados permitirão ampliar diferentes estruturas de pesquisa da Universidade, fortalecendo a capacidade de realização de estudos científicos, desenvolvimento tecnológico e formação de pesquisadores.

Entre as infraestruturas contempladas está o Solo-Biomapampa, com ampliação da infraestrutura multiusuária da Central Analítica do Departamento de Solos, que receberá R$ 4,86 milhões. O investimento permitirá ampliar a capacidade de análise de solos, plantas e água, com novos equipamentos para estudos relacionados à dinâmica de nutrientes, à saúde do solo e à interação entre solo e vegetação no bioma Pampa.

Já o Cedeittec receberá R$ 5,09 milhões para ampliar sua infraestrutura tecnológica. Os recursos serão destinados à aquisição de equipamentos para caracterização físico-química de formulações e biomoléculas, fortalecendo o desenvolvimento, a validação e a transferência de tecnologias em bioinsumos.

No caso do Nudema, os recursos serão utilizados para fortalecer a infraestrutura do Laboratório de Fotoquímica, com a aquisição de equipamentos voltados à análise avançada de produtos, intermediários e metabólitos associados a materiais e biomateriais fotoativos. A estrutura também deverá ampliar a capacidade de desenvolvimento de pesquisas e de formação de estudantes e pesquisadores.

O resultado representa mais um investimento na infraestrutura científica da UFSM e contribui para a ampliação da capacidade institucional de pesquisa, inovação e formação de recursos humanos.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/PM convida comunidade para o Viva o Campus 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/ufsm-pm-convida-comunidade-para-o-viva-o-campus-2026</link>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 00:48:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento acontece neste sábado (12) com atrações e atividades para públicos de todas as idades ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Uma tarde para ocupar os espaços da universidade, encontrar pessoas, conhecer iniciativas e celebrar. É com essa proposta que o Campus da UFSM em Palmeira das Missões (UFSM/PM) realiza, neste sábado (12), mais uma edição do Viva o Campus. Neste ano, o encontro integra a programação comemorativa dos 20 anos da UFSM/PM.

Com entrada gratuita, o evento será realizado das 15h às 19h, nas dependências do campus, reunindo diferentes atividades voltadas à convivência e à participação da comunidade. A programação foi pensada para públicos de diferentes idades, combinando cultura, lazer, educação e entretenimento.

Durante a tarde, o público poderá aproveitar atrações musicais, atividades recreativas, desafios, brincadeiras e distribuição de brindes, além de conhecer ações e cursos ofertados pela universidade. A programação também contará com a participação de organizações, empresas e iniciativas de empreendedorismo de Palmeira das Missões e região, que terão a oportunidade de apresentar, divulgar e comercializar seus produtos. A diversidade de participantes busca tornar o campus um espaço ainda mais aberto à comunidade, reunindo diferentes talentos, iniciativas e possibilidades de interação.

Mais do que uma programação de lazer, o Viva o Campus representa uma oportunidade para aproximar a população do cotidiano universitário e evidenciar as diferentes ações desenvolvidas dentro e fora da sala de aula. Entre atividades recreativas, música, desafios, brindes e experiências, o público poderá conhecer um pouco mais do que acontece na UFSM/PM e também descobrir iniciativas que fazem parte da comunidade local e regional.

A realização do evento, no ano em que a UFSM/PM completa duas décadas, reforça a relação construída entre a universidade e a região ao longo de sua história. Ao abrir novamente suas portas para a comunidade, o campus convida a população a participar desse momento de celebração, encontro, diversão e convivência.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Gaúcho no próximo domingo (13)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/ufsm-promove-viva-o-campus-gaucho-no-proximo-domingo-13</link>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:18:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[Dia do Gaúcho será comemorado no Viva o Campus com muitas atividades e música tradicionalistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) UFSM, promove, neste domingo, 13 de setembro, o <strong>Viva o Campus Gaúcho</strong>. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 14h às 18h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, Mostra Morfo; Projeto Arte Além do Ofício; Projeto Hangar Aeroespacial e o Projeto Olha o Passarinho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O evento contará também com oficinas de esportes e jogos campeiros, como bocha e truco, e a atração artística do Viva vai ficar por conta do DTG Noel Guarany com apresentações de canto e dança e a participação especial do cantor Junior Benaduci trazendo muita música gaúcha. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus. Realizada desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.<br /><br /><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</em><em><br /></em><em><br /></em><br /><br /><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA:</em></strong><br /><br />15h às 15h30 – Esportes e jogos campeiros<br />– Bocha na grama, na área próxima ao bosque<br />– Oficina de Truco Gaúcho</p>
<p class="wp-block-paragraph">15h30 – APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS INDIVIDUAIS<br />– Talentos do DTG Noel Guarany<br />Apresentações individuais de música e/ou dança tradicionalista.<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph">16h – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS<br />–  Danças Tradicionais Gaúchas<br />Apresentação coletiva do DTG Noel Guarany, com aproximadamente 15 minutos.<br />Largo do Planetário<br /><br />16h30 – Junior Benaduce<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em><br /></em><strong>PARCEIROS FIXOS</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>PLANETÁRIO</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">14h às 17h30 – Exposição: Céus do Sul<br />Sessões de Cúpula:<br />14:30 / 15:30 / 16:30<br />Filme – O Sol: A Nossa Estrela Viva<br /><br /></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>JARDIM BOTÂNICO</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">14h às 18h<br />Telhado verde<br />Jardim sensorial<br />Exposição de animais taxidermizados <br />Horta Mandala<br />Pracinha Quintal dos brotos<br />Inauguração do “Recanto da erva Mate” com distribuição de sachês de chazinhos para chimarrão aos visitantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>MOSTRA MORFO</em><br />14h às 18h<br />– Mostra de Ciências Morfológicas<br />Prédio 19<br /><br /><em>PROJETO HANGAR</em><br />14h às 18h<br />– Apresentações gerais<br />Prédio 9h, em frente ao IEM e do lado do GPMOT, final da Rua do IMPE</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>POLIFEIRA DO AGRICULTOR</em><br />14h às 18h<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>OFICINA OLHA O PASSARINHO<br /></em>14h às 18h<br />Largo do Planetário</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-17695" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/01-Card-CV-Gaucho-Capa-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Congresso na UFSM vai discutir questões relacionadas à jornada de trabalho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/congresso-na-ufsm-vai-discutir-questoes-relacionadas-a-jornada-de-trabalho</link>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:29:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[gterd]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>

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						<description><![CDATA[Gratuita e aberta ao público, programação será realizada nos dias 30 de setembro e 1º de outubro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O 3º Congresso sobre Temas Emergentes e Relevantes de Direito Material do Trabalho: Jornada de Trabalho em Pauta será realizado nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, com programação gratuita e aberta à comunidade. </p>
<p>Com palestras, oficina e apresentação de trabalhos, o evento, promovido pelo Grupo de Pesquisa e Extensão sobre Temas Emergentes e Relevantes de Direito (GTERD) da UFSM, terá atividades presenciais no primeiro dia, no Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), enquanto no segundo dia a programação será realizada de modo virtual, pelo Google Meet e YouTube.<span style="font-size: revert;color: initial"> </span></p>
<div>
<p>O objetivo do congresso é aprofundar o conhecimento dos participantes sobre temas emergentes e relevantes do Direito Material e Processual do Trabalho, com ênfase na discussão sobre a jornada de trabalho, aproximando a academia da sociedade, dos profissionais e das instituições.</p>
<p>A programação completa e os links para inscrições de ouvintes e submissão de trabalhos, que vão até 16 de setembro, estão disponíveis na <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/direito/eventos/congresso-sobre-temas-emergentes-e-relevantes-de-direito-material-e-processual-do-trabalho" target="_blank" rel="noopener">página do evento</a>.</p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do curso de Tecnologia em Alimentos da UFSM realizaram visita técnica à Expointer 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/estudantes-do-curso-de-tecnologia-em-alimentos-da-ufsm-realizaram-visita-tecnica-a-expointer-2026</link>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:58:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[csta]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=74017</guid>
						<description><![CDATA[Atividade permitiu contato com experiências relacionadas à produção, qualidade, inovação e valorização dos alimentos e da agroindústria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_74018" align="alignright" width="524"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-12.01.36-1.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-74018" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-12.01.36-1.jpeg" alt="" width="524" height="393" /></a> Estudantes e professoras visitaram a Casa da APIL[/caption]
<p>Estudantes do curso superior de Tecnologia em Alimentos (CSTA) da UFSM participaram, no dia 4 de setembro, de uma visita técnica à Expointer 2026, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). O grupo foi acompanhado pelas professoras Grazielle Castagna (coordenadora do curso) e Neila Richards.</p>
<p>Durante a programação, os estudantes visitaram o Pavilhão da Agricultura Familiar, onde tiveram contato com agroindústrias de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, conhecendo produtos, processos de produção e estratégias de valorização e comercialização dos alimentos.</p>
<p>Em outro momento, o grupo foi recebido na Casa da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (APIL), pelo presidente da entidade, Fernando Henrique Zimmermann, e pelo vice-presidente, Daniel Cichelero. No local, os estudantes conheceram o Memorial do Queijo Gaúcho, espaço que preserva e divulga a história e a importância da cadeia produtiva do leite e dos queijos no Rio Grande do Sul. Entre os destaques está o registro da maior fatia de queijo, reconhecida pelo Guinness Book. </p>
<p>A visita foi complementada com uma degustação de queijos de empresas associadas à APIL, proporcionando aos acadêmicos a oportunidade de conhecer a diversidade da produção queijeira gaúcha também sob a perspectiva sensorial.</p>
<p>A atividade aproximou os estudantes do setor produtivo e possibilitou integrar os conhecimentos desenvolvidos em sala de aula com experiências relacionadas à produção, qualidade, inovação e valorização dos alimentos e da agroindústria gaúcha.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores do Hub.Doc visitam laboratórios de restauro na Itália a partir desta segunda (7)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/07/pesquisadores-do-hub-doc-visitam-laboratorios-de-restauro-na-italia-a-partir-desta-segunda-7</link>
				<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:55:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[FINEP]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[hub.doc]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[TransDoc]]></category>

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						<description><![CDATA[Comitiva cumpre agenda de cinco dias em Turim, Florença e Roma para conhecer técnicas de recuperação de acervos danificados por água]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h2 class="text-start text-muted text-break h4 mb-0"> </h2>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="wp-block-paragraph">Uma comitiva de nove pesquisadores do <strong>Hub.doc</strong>, Hub de pesquisa em Inovação em Arquivos coordenado pela UFSM<s>,</s> inicia, na próxima segunda-feira (7), uma agenda de visitas técnicas a cinco instituições italianas dedicadas à conservação e ao restauro de patrimônio documental. Até o dia 11 de setembro, o grupo percorre laboratórios em Venaria Reale, na região de Turim, em Florença e em Roma.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A viagem integra as ações de implementação do projeto Reviver Arquivos: Restauração e Acesso ao Acervo da UFSM (RevivARQ-UFSM), financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), por meio do Convênio 01.25.0120.00.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que a Itália</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto responde a um problema concreto: cerca de 12 mil caixas de documentos da UFSM foram atingidas pela enchente de maio de 2024. O material foi retirado do local do alagamento em menos de dez horas e submetido ao congelamento, técnica recomendada para conter a deterioração até que os documentos possam ser secos, higienizados, restaurados e digitalizados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O congelamento, porém, é uma medida de contenção. O que vem depois — descongelar, secar, separar folhas coladas por resíduos e microrganismos, restaurar e digitalizar — exige equipamentos, protocolos e experiência acumulada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As instituições italianas escolhidas concentram esse conhecimento por uma razão histórica. A enchente do rio Arno, que atingiu Florença em 1966, é considerada um marco na área: foi a partir dela que se desenvolveram boa parte das técnicas de recuperação de materiais danificados por água ainda hoje em uso.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O roteiro</strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>7 de setembro</strong> — Centro Conservazione e Restauro “La Venaria Reale” (CCR), em Venaria Reale (TO)</li>
<li><strong>8 de setembro</strong> — Biblioteca Nacional Central de Florença, Setor de Tutela, Conservação, Prevenção e Restauro</li>
<li><strong>9 de setembro</strong> — Opificio delle Pietre Dure, setor de restauro de materiais cartáceos e membranáceos (Florença)</li>
<li><strong>10 de setembro</strong> — Archivio Apostolico Vaticano, Laboratório de Conservação e Restauro (Roma)</li>
<li><strong>11 de setembro</strong> — Istituto Centrale per la Patologia degli Archivi e del Libro (ICPAL), em Roma</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que a comitiva vai observar</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">A agenda prevê o acompanhamento de rotinas operacionais em cada laboratório, como higienização técnica com controle de partículas, estabilização físico-química de suportes, secagem controlada por ar forçado, vácuo e liofilização, umectação para recuperar a maleabilidade de papéis ressecados, desinfestação por métodos físicos e químicos e protocolos de resposta emergencial a acervos sinistrados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Também serão analisados equipamentos e instalações — câmaras de secagem e liofilização, mesas de vácuo e sistemas de sucção, cabines multifuncionais de higienização, câmaras de desinfestação e sistemas de monitoramento ambiental —, informação que interessa diretamente ao projeto, cujo objetivo central é ampliar essa infraestrutura na UFSM.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Parte do roteiro trata de tecnologias ainda pouco difundidas no Brasil. No CCR, a comitiva conhecerá o uso de laser na limpeza de materiais; no ICPAL, a ablação a laser e o plasma a frio para remoção controlada de contaminantes; no Opificio delle Pietre Dure, exames por raios X, fluorescência de raios X e espectroscopias infravermelha e Raman aplicados à caracterização de materiais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Archivio Apostolico Vaticano, o foco recai sobre conservação preventiva, acondicionamento, monitoramento ambiental e os protocolos de guarda permanente, além de digitalização e reprodução de manuscritos e documentos históricos. Nesse sentido, atenção especial será dada às técnicas de captura de materiais frágeis, sistemas de suporte e abertura controlada, gestão da qualidade das imagens, documentação técnica, tratamento digital e disponibilização para pesquisa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na Biblioteca Nacional Central de Florença, sobre os procedimentos consolidados desde 1966 para acervos atingidos por água. Além da conservação, a BNCF possui uma estrutura de digitalização de manuscritos, livros, coleções e projetos de estudo prático de técnicas para exemplares antigos e frágeis.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que se espera </strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">O retorno esperado da missão é prático: subsidiar as decisões técnicas sobre a infraestrutura de restauração e digitalização que está sendo implantada na UFSM e qualificar os protocolos de resposta a emergências em acervos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O alcance, porém, não se limita à Universidade. A enchente de 2024 afetou documentação em mais de 400 municípios gaúchos, e os estudos e relatos de experiência gerados pelo projeto devem contribuir para definir estratégias de resposta a desastres em outras instituições. Gerar e compartilhar conhecimento é uma das bases do Hub.doc.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhe</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">A cobertura das visitas será publicada diariamente no Instagram do Hub.Doc, com registros dos laboratórios, das técnicas e das conversas com os especialistas italianos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Siga o perfil do <a href="https://www.instagram.com/hubdoc.gov.br/">Hub.doc no Instagram</a> e acompanhe.</p>
<p><i>Texto: João Ricardo Gazzaneo</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Geoparque Quarta Colônia assinam Termos de Cooperação com museu italiano em Gênova</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/07/ufsm-e-geoparque-quarta-colonia-assinam-termos-de-cooperacao-com-museu-italiano-em-genova</link>
				<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:33:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[PPGPC]]></category>
		<category><![CDATA[Termo de cooperação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=74013</guid>
						<description><![CDATA[Parcerias têm como eixos principais a pesquisa, a extensão e a internacionalização]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_74014" align="alignright" width="768"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/6f89b3b9-9487-46b2-b574-6b980fa0dbf6.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/6f89b3b9-9487-46b2-b574-6b980fa0dbf6-768x1024.jpeg" alt="Fotografia vertical colorida com duas pessoas sentadas atrás de uma mesa, um homem e uma mulher, ambos segurando canetas e documentos " width="768" height="1024" /></a> O presidente da Fundação MEI, Paolo Masini, e a professora Medianeira durante as assinaturas[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Geoparque Quarta Colônia/Condesus assinaram, em Gênova, na Itália, dois Termos de Cooperação com o Museu Nazionale dell’Emigrazione Italiana (MEI), museu nacional italiano. As assinaturas foram realizadas pela professora Maria Medianeira Padoin, assessora da Reitoria, que representou a UFSM e, por indicação do presidente do Condesus e do Comitê Gestor do Geoparque Quarta Colônia, também representou os prefeitos da região.</p>
<p>O primeiro acordo formaliza a cooperação entre a UFSM — especialmente por meio do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural (PPGPC) — e o MEI, com a participação também do Museu Galata – Museu do Mar. A minuta segue agora para assinatura definitiva da reitora Martha Adaime, com Padoin atuando como testemunha no ato oficial realizado na Itália.</p>
<p>O segundo Termo de Cooperação Técnica une o Geoparque Quarta Colônia/Condesus e o MEI, com foco em ações conjuntas de divulgação do território por ocasião dos 150 Anos da Imigração Italiana e de divulgação do acervo e pesquisa do Museu de Arqueologia da Quarta Colônia (Dona Francisca).</p>
<p>As parcerias têm como eixos principais a pesquisa, a extensão e a internacionalização, em trabalho integrado entre UFSM, MEI/Itália e Geoparque Quarta Colônia (reconhecido pela UNESCO), com apoio do Consulado Geral da Itália em Porto Alegre e do Geoparque Alpes Apuanos, também da Itália — cujo diretor do Comitê Científico participou do encontro.</p>
<p>Durante a cerimônia, a comitiva brasileira presenteou representantes do MEI com uma aquarela retratando um casarão de imigrantes da Quarta Colônia, obra do professor aposentado de arquitetura Dilson Sequin, especializado em retratar os casarões históricos da região.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curta-metragem “A Travessia de Maria” estreia na quarta-feira (9) no Cineclube da Boca</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/04/curta-metragem-a-travessia-de-maria-estreia-na-quarta-feira-9-no-cineclube-da-boca</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 22:35:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cineclube]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[O filme de estreia de Victor Mascarenhas propõe um olhar sensível sobre memória, envelhecimento e as relações que resistem ao tempo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Cartaz.jpg"><img class="alignright wp-image-74012" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Cartaz-768x1024.jpg" alt="Cartaz do filme." width="550" height="733" /></a>Depois de percorrer o interior de Santa Maria durante as filmagens, “A Travessia de Maria” se prepara para encontrar o público pela primeira vez. O curta-metragem dirigido por Victor Mascarenhas estreia na próxima quarta-feira (9), às 19h, no Cineclube da Boca, no auditório do prédio 67 do campus sede da UFSM.

A exibição marca o primeiro encontro do filme com o público e acontece em um espaço dedicado à valorização e à circulação da produção audiovisual local. Para Victor, que estreia na direção após atuar em diversas produções com som direto e desenho de som, começar esse percurso próximo do público e na cidade onde o curta foi realizado torna o momento ainda mais significativo.

“Fiquei pensando no quanto vai ser especial lançar o filme em um lugar tão intimista, tão próximo das pessoas. É diferente de uma estreia em um grande festival, em que existe uma distância maior. No Cineclube da Boca, vamos encontrar um público que aprecia, acompanha e quer ver obras da cidade, feitas por pessoas daqui e também filmadas aqui. Isso é muito bacana”, destaca o diretor.
<h3><b>Memória e envelhecimento em cena</b></h3>
Nem todo deslocamento diz respeito apenas ao espaço. Em “A Travessia de Maria”, o movimento também passa pelo tempo, pela memória e pelas relações que se transformam ao longo da vida.

O curta acompanha Maria e Pedro, dois idosos que construíram uma vida juntos e agora compartilham uma rotina marcada pelos passeios de bicicleta pelas estradas do interior e pela saudade do filho que está longe. Quando a memória começa a pregar suas peças, a estrada parece levá-los sempre ao mesmo lugar e o cansaço cobra seu preço.

A narrativa se constrói nesse encontro entre lembranças e presente, observando o que permanece entre duas pessoas quando a memória falha e o companheirismo assume outras formas. Gestos, pausas e silêncios ajudam a revelar uma relação permeada pelo tempo.

Rodado em dezembro de 2025, com filmagens concentradas em três dias no bairro Camobi e na localidade de Três Barras, em Santa Maria, o filme também encontra na paisagem um elemento importante para sua narrativa. O interesse por esses espaços passa pela vontade de olhar para o interior como lugar de construção de histórias no audiovisual regional e pelas possibilidades de movimentação social, cultural e econômica que a produção audiovisual pode gerar nesses territórios.

“Essas questões sobre esses lugares antigos do interior de Santa Maria também contribuíram para a construção dos personagens e para as dúvidas que eles carregam”, comenta Victor.

A estreia no Cineclube da Boca abre agora uma nova etapa para A Travessia de Maria. Além da primeira exibição para o público, o curta está em processo de inscrição em festivais e deverá seguir seu percurso por outros espaços e mostras de cinema.

A “Travessia de Maria” foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura de Santa Maria, com apoio da TV Ovo e realização da Prefeitura de Santa Maria, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Para acompanhar as próximas exibições e novidades, o perfil do filme no Instagram é <a href="https://www.instagram.com/atravessiademaria_filme/" target="_blank" rel="noopener">@atravessiademaria_filme</a>.

<i>Com informações da assessoria de comunicação do filme</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Desapego: espetáculo questiona pressões impostas pelos papéis sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/04/desapego</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:12:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[caixa preta]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Desapego]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enquandramento social]]></category>

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						<description><![CDATA[Cia Lápis de Seda também ofereceu oficina de dança inclusiva para pessoas com deficiência
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/ESPETACULO_DESAPEGO_GIULIA_MAFFINI_013-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de bailarinos no palco do Caixa Preta. As dançarinas e os dançarinos, em pé, fazem coreografias com quatro molduras com tamanho semelhante ao de portas. Alguns estão com os corpos entrando e ou saindo molduras" />											<figcaption>Espetáculo de danças com bailarinos com e sem deficiência usou molduras para questionar equadramentos sociais </figcaption>
										</figure>
		<p>O Teatro Caixa Preta, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), recebeu nesta quinta (3) o espetáculo de dança inclusiva <i>Desapego</i>, da Companhia de Dança Lápis de Seda. O grupo de Florianópolis (SC) trouxe ao palco a dança contemporânea produzida por artistas com e sem deficiência.</p><p>Nove bailarinos protagonizaram a cena com a utilização de molduras em tamanho real. Os dançarinos as utilizam como objetos cênicos para ressignificar os enquadramentos sociais. Conforme a diretora da companhia, Ana Luiza Ciscato, este é um espetáculo para se "desapegar daquilo que causa dor durante o processo de tentar se moldar para caber onde não se cabe". </p><p>As diferenças são usadas como matéria-prima de criação. Todos os movimentos vêm dos bailarinos, por meio de laboratórios dirigidos por Ana Luiza, que é também a coreógrafa de Desapego. Conforme a bailarina Roberta Nastari de Oliveira, o principal disparador para a criação da coreografia foram as molduras. Ela conta que os itens são elementos visuais que representam muito bem a proposta do espetáculo no palco. “Isso ajuda também no nosso entendimento da que está por trás do Desapego". As molduras são um link entre o que é subjetivo e o que surge da proposta inicial - o entendimento do que é estar dentro de moldes e o sentimento que se tem ao estar preso ao quadro imposto.</p><p>Produtor do espetáculo, responsável pela logística das apresentações, Ulisses Souza, explica que Desapego foi apoiado pela Funarte e passou por três cidades antes de chegar a Santa Maria: Florianópolis e São José (SC) e Curitiba (PR). O espetáculo, agora, retornará a Florianópolis para encerramento da temporada.</p><p>“Hoje a gente considera que o nosso trabalho é artístico, sensível, e também tem um cunho muito político. A gente entende que trabalha por uma causa”, conclui a diretora.</p><p>A passagem da companhia por Santa Maria se encerrou com uma oficina de dança para pessoas com deficiência no prédio 40C no campus sede da UFSM, ministrada por Ana Luiza. A oficina se trata de uma aula de dança, com todas as etapas de uma aula “convencional”: aquecimento, alongamento e proposta de criação e improvisação por meio de jogos que trabalham a interação -  o que estimula o prestar atenção ao outro.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/ESPETACULO_DESAPEGO_GIULIA_MAFFINI_005-1-1-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de bailarinos no Caixa Preta. No centro da imagem, um bailarino está cercado por pelo menos quadro molduras, que fecham a figura de um quadrado. No entorno, uma bailarina eum bailarino dançam. No canto esquerdo, à frente da cortina, uma mulher observa a cena." />											<figcaption>Cia catarinense trouxe espetáculo inclusivo ao Caixa Preta</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Desapego (2022)</b><b>&nbsp;</b></h3>
<p>O espetáculo aborda os moldes sociais nos quais somos obrigados a nos encaixar para viver no mundo hoje. “É uma coisa que causa muita dor. Você fica o tempo todo se enquadrando num lugar que você não cabe e não caberia se você fosse você mesma”, explica Ana Luiza, diretora da companhia e coreógrafa da apresentação. O espetáculo e a oficina contam com uma intérprete de Libras e reforça seu compromisso com a acessibilidade com o público e com os artistas em cena.</p>
<h3><b>Conheça a Companhia de Dança Lápis de Seda</b></h3>
<p>Fundada em 2013 pela sua diretora Ana Luiza Ciscato, a Cia Lápis de Seda tem sede em Florianópolis e sete espetáculos no seu repertório, sendo o mais recente o “Desapego” (2022).</p>
<p>Formada em Dança, a coordenadora é, também, a coreógrafa das produções da companhia. As criações de Ana Luiza são fruto de 25 anos de experiência em pesquisa e práticas de dança inclusiva.</p>
<p>A Lápis de Seca costuma oferecer oficinas e cursos de formação. “Nosso objetivo é compartilhar com mais pessoas nosso modelo e nossa técnica”, comentou a diretora sobre a importância de apresentar a dança como forma de linguagem e de expressão acessível.&nbsp;</p>
<p>A companhia tem um novo espetáculo em processo de criação, com estreia prevista para novembro de 2026.</p>
<p><em style="font-size: 1rem"><strong>Texto</strong>: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias da UFSM.</em></p>
<p><em><strong>Fotos</strong>: Giulia Maffini, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias da UFSM</em></p>
<p><em><strong>Edição</strong>: Maurício Dias, jornalista</em></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/ESPETACULO_DESAPEGO_GIULIA_MAFFINI_006-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de dançarinas e dançarinos em pé em cadeira de rodas aplaudinho no momento de encerramento do espetáculo. Atrás deles, os objetos cênicos, que são molduras" />											<figcaption>Santa Maria foi a única cidade gaúcha a receber "Desapego" da Cia Lápis de Seda</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de Pesar – Carmen Bender</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/04/nota-de-pesar-carmen-bender</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:32:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nota de Falecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=74006</guid>
						<description><![CDATA[Com pesar, comunicamos o falecimento da professora aposentada Carmen Bender, ocorrido nesta quinta-feira (3). Carmen Bender atuou como docente do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  As cerimônias de despedida e velório ocorrem na Capela A do Crematório Santa Rita, em Santa Maria/RS. O encerramento dos atos fúnebres e a cremação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><br />Com pesar, comunicamos o falecimento da professora aposentada Carmen Bender, ocorrido nesta quinta-feira (3). Carmen Bender atuou como docente do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  <br />As cerimônias de despedida e velório ocorrem na Capela A do Crematório Santa Rita, em Santa Maria/RS. O encerramento dos atos fúnebres e a cremação acontecem nesta sexta-feira (4), às 17h, no próprio Crematório Santa Rita.<br />A UFSM manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas neste momento de dor.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto “Conversando sobre Teoria Política” realiza encontros sobre comportamento eleitoral</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/03/projeto-conversando-sobre-teoria-politica-realiza-encontros-sobre-comportamento-eleitoral</link>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=74003</guid>
						<description><![CDATA[Nesta edição, o projeto vai analisar o comportamento dos brasileiros nas eleições de 2026]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A partir da próxima quarta-feira (9), o projeto “Conversando sobre Teoria Política – Encontros de Estudo” realiza uma série de cinco encontros sobre “Decisão do voto, comportamento eleitoral e eleição de 2026”. Organizado pelo Núcleo de Pesquisa e Estudos em Ciência Política da UFSM e coordenado pelo professor Cleber Ori Cuti Martins, o projeto tem como objetivo, nesta edição, abordar fatores teóricos e explicativos para a decisão do voto, bem como para o comportamento dos brasileiros nas eleições de 2026. Abertos à participação do público em geral, os encontros vão ocorrer das 17h às 19h, na sala 2375 do prédio 74A do campus sede.

Não há necessidade de inscrição prévia para participar do projeto. Além disso, quem participar de pelo menos três encontros vai ganhar certificado.

<b>Programação:</b>

<b>9 de setembro – </b>“Fatores teórico-explicativos para a decisão do voto”, com João Luiz Franzon e Guilherme Teixeira de Oliveira, mestrandos em Ciências Sociais

<b>23 de setembro –</b> “Eleições presidenciais e decisão do voto”, com Patrick da Silva Pinheiro Machado e Larissa Pauletto Machado, graduandos em Ciências Sociais, e Fátima Müller Haas, mestranda em Ciências Sociais

<b>7 de outubro – </b>“Desempenho, ideologia, racionalidade e valores: fundamentos do voto”, com Julia Dallé, graduanda em Ciências Sociais

<b>21 de outubro –</b> “Tendências de voto e o resultado do primeiro turno”, com Juliana Felix e Maria Eduarda Brendler Nosvitz, doutorandas em Ciências Sociais

<b>4 de novembro –</b> “Passado, presente e futuro: contexto e consequências da eleição”, com Flávio Marcelo Busnello e Cleber Ori Cuti Martins, professores do Departamento de Ciências Sociais

Mais informações pelo e-mail cleber.martins@ufsm.br.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de estudo internacional sobre ameaças às terras indígenas na Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/03/ufsm-participa-de-estudo-internacional-sobre-ameacas-as-terras-indigenas-na-amazonia</link>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:22:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ppg física]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Divulga Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[vale da Javari]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73994</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa com 66 autores de 57 instituições ao redor do mundo resultou em artigo publicado na Nature Sustainability
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Vale-do-Javari-acervo-pessoal-de-gabriel-de-oliveira-e-erin-koster-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal registra uma paisagem de rio e de vegetação da Amazônia. Em primeiro plano, há um pequeno curso de rio marrom com vegetação rasteira à sua margem, cercado por árvores mais frondosas. À direita, um pequeno barco de madeira está na margem do rio. Ao fundo, o curso de água se encontra com o rio, onde também é possível observar outros barcos pequenos de madeira e casas simples. O céu está parcialmente nublado, com a luz do sol atravessando as árvores no canto superior esquerdo da imagem." />											<figcaption>Vale do Javari na Amazônia é a terra de maior concentração mundial de Povos Indígenas voluntariamente isolados</figcaption>
										</figure>
		<p>O artigo “Ameaças Fronteiriças em Espiral na Amazônia Indígena”, publicado em 28 de julho de 2026, na revista Nature Sustainability, teve como um dos autores o estudante de pós-doutorado do Programa de Pós-Graduação em Física da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Alecsander Mergen. </p><p>O pesquisador foi o responsável pelo processamento de imagens via satélite de áreas ao redor da Terra Indígena Vale do Javari, localizada na região oeste do estado do Amazonas. Foram identificados índices de desmatamento a 5, 10, 50, 100 e 200 quilômetros de distância do território mapeado. </p><p>O trabalho ocorreu durante o doutorado sanduíche de Alecsander na <i style="color: #000000;font-size: 1rem">University of South Alabama</i>, entre 1° de junho e 31 de dezembro de 2025. A colaboração surgiu a partir de convite do professor Gabriel de Oliveira, lotado na instituição estadunidense e líder da pesquisa. </p><p>A coleta de dados via satélite foi feita e analisada por Alecsander durante o doutorado na UFSM. Em sua tese, foram identificadas as trocas de dióxido de carbono (CO₂) em áreas de criação de gado com vegetação nativa no Pampa, por meio de imagens de satélite, para desenvolver modelos capazes de monitorá-las em todo o bioma. </p><p>No estágio doutoral, o cientista pôde ampliar o conhecimento sobre sensoriamento remoto na área do Javari, na Amazônia. Para criar modelos específicos para a análise do território brasileiro, também foram feitos estudos no Delta do Rio Mobile-Tensaw, na cidade de Mobile, Alabama. Alecsander considera que aquela região se assemelha com o Vale do Javari, por ser banhada por um grande rio e cercada pela vegetação.</p><p>O Vale do Javari é a terra de maior concentração mundial de Povos Indígenas voluntariamente isolados. Com 8.544.440 hectares, o vale está localizado entre as fronteiras do Brasil, do Peru e da Colômbia. O território ganhou atenção mundial em 2022 após os assassinatos do jornalista estadunidense Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, que expuseram as ameaças de atividades ilegais na região. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="562" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Grafico-desmatamento-1-1024x562.jpeg" alt="Gráfico de linhas, em cores, apresenta a evolução do desmatamento no Vale do Javari e em áreas de amortecimento localizadas a diferentes distâncias da região, entre 2008 e 2024. O eixo horizontal indica os anos, enquanto o eixo vertical mostra a área desmatada, em quilômetros quadrados, com valores de 0 a 400 km². A legenda identifica o Vale do Javari e as zonas de 5, 10, 50, 100 e 200 quilômetros. A linha referente à Zona 200 km apresenta os maiores valores ao longo de todo o período, com oscilações e crescimento acentuado a partir de 2018. O desmatamento nessa área atinge o pico em 2022, próximo de 380 km², e diminui em 2023 e 2024. A Zona 100 km também registra aumento expressivo a partir de 2018, chegando a cerca de 180 km² em 2022. As zonas de 50, 10 e 5 km apresentam valores menores, embora também tenham aumento do desmatamento a partir de 2018. O Vale do Javari permanece entre as áreas com menores valores de desmatamento no período." />											<figcaption>Desmatamento anual em quilômetros quadrados na Terra Indígena Vale do Javari e zonas de amortecimento </figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Desmatamento, violência e extração de recursos ilegais</b></h3>
<p>A zona de amortecimento do Vale do Javari, uma faixa de 200 quilômetros ao redor da terra indígena e considerada uma área de proteção,&nbsp;foi analisada via satélite para que fosse possível identificar a situação do desmatamento na região. Os resultados do estudo mostraram que, quanto mais distante da Terra Indígena, maiores são os índices de desmatamento. “Isso mostra o quão importante é preservar essas áreas indígenas e o poder de preservação que elas exercem na área amazônica”, destacou o pesquisador Alecsander Mergen, do PPG em Física.&nbsp;</p>
<p>O estudo ainda mostra que, desde 2008, a devastação ambiental vem crescendo no Vale do Javari. Entre 2017 e 2022, o desmatamento aumentou de forma exponencial. Em 2022, a perda florestal no entorno foi 187,5 vezes maior do que na própria Terra Indígena. São várias as causas para esse resultado. O pesquisador aponta o fator agrícola na Amazônia como um dos responsáveis.&nbsp;</p>
<p>Além disso, o narcotráfico, a caça e a pesca ilegais são as principais causas das invasões e ameaças diretas à Terra Indígena. A vulnerabilidade ocorre pela localização fronteiriça do território. Alecsander sugere que, principalmente nas áreas mais remotas, devem ser aumentadas as políticas públicas de fiscalização.&nbsp;</p>
<p>No Vale do Javari, cinco povos indígenas mantêm contato com a sociedade em redor: os Marubo, Mayoruna, Matis, Kanamari e Kulina. Dois grupos têm contato recente: os Korubo e Tsohóm-Djapá. E, pelo menos, 14 grupos vivem em isolamento voluntário.</p>
<h3><b>Ciência de alta qualidade</b></h3>
<p>Antes de voltar ao Brasil, o cientista participou da Reunião Anual de 2025 da<i> American Geophysical Union </i>(AGU) em Nova Orleans, Louisiana. O encontro é considerado o maior do mundo na área de biogeociências. “A UFSM tem esse <i>know-how</i> muito grande de conseguir contatos e de ter esse poder científico. Todo mundo conhece a Universidade de Santa Maria, então isso abre muito as portas”, relatou.&nbsp;</p>
<p>Além de estudar as ameaças fronteiriças na Amazônia a partir de dados via satélite, o trabalho de Alecsander na <i>University of South Alabama</i> resultou na instalação de torres de fluxo para monitorar a emissão de gases decorrente do efeito estufa. Após a experiência, surgiu a oportunidade de uma parceria com o <a href="https://mamiraua.org.br/noticias/torre-fluxo/">Instituto Mamirauá</a> para a implantação de uma torre de fluxo em uma área de preservação ambiental na Amazônia.&nbsp;</p>
<p>O líder da pesquisa, o professor Gabriel de Oliveira, ainda o chamou para seguir com o pós-doutorado nos Estados Unidos. No entanto, com já havia recebido o convite do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), Alecsander decidiu permanecer na UFSM. O pesquisador avalia a relevância da experiência no exterior para a busca de conhecimento, mas, observa, a importância de contrtibuir com a evoluição a pesquisa brasileira e mostrar para o mundo a ciência de alta qualidade feita no país.&nbsp;</p>
<p>A professora do PPG em Física da UFSM, Débora Roberti, ressalta que, quando os estudantes retornam à UFSM, trazem conhecimento para os grupos de pesquisa e contribuem para a formação de outros colegas. "O benefício dos alunos saírem para esse período no exterior não fica restrito a eles. Eles também trazem esse retorno científico e institucional para a Universidade", avalia. A professora lembra, ainda, que PPG participa do Capes Global, iniciativa que fomenta redes de cooperação internacional entre instituições brasileiras de ensino superior com diferentes graus de internacionalização.&nbsp;</p>
<p>O artigo “Ameaças Fronteiriças em Espiral na Amazônia Indígena” pode ser acessado na revista <a href="http://google.com/url?q=https://www.nature.com/articles/s41893-026-01874-z&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1788445021520054&amp;usg=AOvVaw14hWCy4oRv-EOWW_wjvNcC">Nature Sustainability.</a></p>
<p><i><strong>Texto</strong>: Nicolle Seixas, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias.</i></p>
<p><i><b>Foto</b>:&nbsp;</i><i style="font-size: 16px">Acervo pessoal /&nbsp;</i><i style="font-size: 16px">Gabriel de Oliveira / Erin Koster</i></p>
<p><i style="font-size: 1rem"><strong>Gráfico:&nbsp;</strong></i>Alecsander Mergen / Gabriel de Oliveira / Erin Koster</p><p><i style="font-size: 1rem"><strong>Edição</strong>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Progep oferece formação autoinstrucional sobre Power BI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/03/progep-oferece-formacao-autoinstrucional-sobre-power-bi</link>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 13:42:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[PROGEP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73995</guid>
						<description><![CDATA[Capacitação está disponível até 18 de dezembro
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Card-do-Curso.jpg"><img class="alignright wp-image-73996" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Card-do-Curso.jpg" alt="" width="322" height="322" /></a></p>
<p>A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas abriu inscrições para o curso “Power BI: Formação Autoinstrucional". <b></b>A capacitação é autoinstrucional, com conteúdos disponibilizados no Moodle. As inscrições podem ser feitas até 4 de dezembro, e o período de disponibilidade do curso vai até 18 de dezembro.</p>
<p>Posteriormente, estão sendo planejadas oficinas presenciais para os servidores que desejam aprofundar os conhecimentos e avançar ainda mais na utilização da ferramenta.</p>
<p>Inscrições pelo <a href="https://portal.ufsm.br/capacitacao/inscricao/formulario.html?idEdicao=2374" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://portal.ufsm.br/capacitacao/inscricao/formulario.html?idEdicao%3D2374&amp;source=gmail&amp;ust=1788528654520000&amp;usg=AOvVaw0L8D51TL1PCZIktiVTzxCs">Portal de Capacitação da UFSM.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<pre> </pre>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parte do estacionamento da Reitoria será fechado para obras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/02/parte-do-estacionamento-da-reitoria-sera-fechado-para-obras</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 19:24:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73992</guid>
						<description><![CDATA[As obras vão ocorrer no estacionamento contíguo à fachada oeste do prédio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73993" align="alignright" width="600"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/image-31.jpg"><img class="wp-image-73993" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/image-31.jpg" alt="Trata-se de uma imagem aérea das proximidades do prédio da Reitoria da UFSM, com o estacionamento em questão destacado em um retângulo de linhas amarelas." width="600" height="447" /></a> As obras de repavimentação do estacionamento começam nesta sexta-feira (4)[/caption]

A Pró-Reitoria de Infraestrutura da UFSM informa que, a partir de sexta-feira (4), o estacionamento contíguo à fachada oeste do prédio da Reitoria (como mostrado na imagem ao lado) estará fechado para obras de repavimentação. A previsão de duração da obra é de 30 dias, mas por questões climáticas esse prazo pode ser estendido.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Basquete feminino da UFSM conquista a medalha de bronze nos Jogos Universitários Brasileiros de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/02/basquete-feminino-da-ufsm-conquista-a-medalha-de-bronze-nos-jogos-universitarios-brasileiros-de-2026</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:48:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[basquete]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[JUGs]]></category>

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						<description><![CDATA[Time da Universidade representou o Rio Grande do Sul em Goiás e voltou com o 3º lugar da 2ª divisão nacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73990" align="alignleft" width="550"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/DSC_1076.JPG-1-300x200.jpeg" alt="Fotografia colorida horizontal de uma equipe de basquete feminino da UFSM posando para foto após premiação, em pé e agachadas sobre um pódio numerado &quot;3&quot;. Todas usam uniforme azul-marinho com detalhes lilás e mordem medalhas penduradas no pescoço. À esquerda, dois homens em pé vestindo camisetas com o logotipo &quot;UFSM Basquete&quot;, um deles com o braço apoiado no ombro do outro. Ao fundo, painel publicitário com logotipos de patrocinadores como Estado de Goiás, Goiânia, Spalding e Movida." width="550" height="367" /> Equipe da Federal de Santa Maria voltou ao pódio após ser campeã da 3ª divisão da competição em 2023[/caption]
<p>A equipe feminina de basquete da UFSM é medalhista de bronze nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) de 2026. O time foi a Goiânia, no estado de Goiás, representar a Universidade e o Rio Grande do Sul na segunda divisão da competição nacional e teve a vaga no pódio confirmada com a vitória por 55 a 52 contra a UNINASSAU da Bahia, no último sábado (29).</p>
<p>As gurias da Federal de Santa Maria tiveram a revanche sobre as adversárias uma vez que, na estreia do torneio, no dia 25 de agosto, haviam perdido pelo placar de 51 a 39. Na fase inicial, apesar do revés para as baianas, duas vitórias garantiram a classificação à fase eliminatória: por 51 a 39 em cima da UFRN, do Rio Grande do Norte; e por 45 a 38 sobre a UNINASSAU da Paraíba. As gaúchas foram para a disputa de 3º lugar em função da derrota por 55 a 36 para a UNIRV, de Goiás, nas semifinais.</p>
<p>O treinador da equipe foi o estudante de Educação Física da UFSM, Thiago Maixner, que está no comando de um plantel de alto rendimento pela primeira vez na carreira. Na visão dele, a experiência nos JUBs de 2026 “representa que o trabalho feito com dedicação, esforço e amor é muito bem recompensado”. Ele destaca: “o orgulho dessas gurias é algo que não cabe no peito. O que fica, acima de tudo, é a experiência e os aprendizados, tanto para minha vida profissional quanto pessoal”.</p>
<p><b>Retrospecto vencedor</b></p>
<p>O time feminino de basquete da UFSM se classificou aos JUBs após vencer em junho, em Santa Maria, os Jogos Universitários Gaúchos (JUGs). O esquadrão é o maior campeão da história da modalidade no cenário universitário do Rio Grande do Sul, tendo levantado a taça pela quarta vez neste ano. Os outros títulos foram entre 2022 e 2024.</p>
<p>A Universidade viu o troféu escapar de suas mãos em 2025, quando terminou com o vice-campeonato da competição, que foi sediada em Pelotas. Em 2023, além da glória estadual, a equipe ainda foi campeã da 3ª divisão dos JUBs, feito inédito e, até o momento, único para uma modalidade coletiva representada pela Federal de Santa Maria. A conquista também garantiu que o Rio Grande do Sul ascendesse à segunda divisão nacional.</p>
<p>A mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências da UFSM, Bianca Revers, é armadora do time desde o primeiro título dos JUGs e, em 2026, exerceu também a função de capitã do elenco. Ela revela que isso a fez sentir uma responsabilidade a mais na trajetória em Goiânia, no sentido de ajudar as colegas a confiarem em si mesmas e a acreditarem que poderiam chegar longe. “Então, para mim, essa medalha de bronze representa uma mistura de emoções e das superações individuais e coletivas”, confessou.</p>
[caption id="attachment_73989" align="alignright" width="550"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/63fd2534-4e67-4387-b23b-79b4fa03021a-300x200.jpg" alt="Fotografia colorida horizontal de atletas de basquete feminino comemorando, com os braços erguidos. Ao centro, Bianca Revers ergue um troféu preto e amarelo acima da cabeça, sorrindo, com medalha no pescoço e uniforme azul-marinho com detalhes lilás. Ao redor dela, outras integrantes da equipe comemoram e sorriem, algumas seguram celulares com chamadas de vídeo ativas. Ao fundo, painel publicitário com logotipos de patrocinadores como Estado de Goiás, Goiânia e Citrino." width="550" height="367" /> Bianca Revers (segurando o troféu) é mestranda na UFSM e capitaneou a equipe rumo ao 3º lugar dos JUBs de 2026[/caption]
<p><b>Jornada positiva em Goiás</b></p>
<p>Segundo a jogadora, a equipe teve um bom desempenho em geral no decorrer do torneio. Para além da qualidade técnica do plantel, a união e a capacidade de superação fizeram com que a adaptação do estilo de jogo contra cada rival fosse mais fácil e tornaram mais simples focar no objetivo de, pelo menos, chegar ao pódio. Na última participação do esquadrão da Universidade, em 2024, o resultado final foi o 4º lugar também da 2ª divisão.</p>
<p>“Acredito que cada atleta passa por momentos bons e ruins dentro do esporte que pratica, e muitas vezes carregamos conosco todas essas experiências, dificuldades e superações. Cada uma sabia de tudo o que enfrentou para estar ali e, juntas, sabíamos que merecíamos aquela conquista. Acredito que foi justamente essa vontade, essa união e essa certeza de que podíamos chegar lá que fizeram com que conquistássemos essa medalha. Foi a confirmação de tudo o que construímos juntas durante o campeonato e de que fizemos por merecer cada vitória”, afirmou a capitã do time.</p>
<p>O treinador Thiago confessa que, de certa forma, a campanha foi surpreendente. Pela escassez de equipes femininas de basquete no Rio Grande do Sul, o elenco teve uma boa quantidade de treinamentos, mas poucos enfrentamentos “de verdade” sob o comando do técnico - e, como ele mesmo relembra o famoso ditado: “treino é treino, jogo é jogo”. </p>
<p>“A avaliação é a melhor possível. A forma como a equipe melhorou o comportamento dentro de quadra da primeira à última partida da competição foi algo extraordinário. O entendimento do que deveria ser feito e quais caminhos percorrer foi algo que me impressionou e muito, em função dos poucos confrontos que fizemos até os JUBs. Busco não criar expectativas, mas não posso negar que o que elas fizeram foi muito superior ao que poderiam fazer, levando em conta todas as adversidades que encontramos no caminho até o 3º lugar”, contou o estudante de Educação Física.</p>
<p>Com o fim dos JUBs, o basquete feminino da UFSM não tem outros compromissos confirmados até o momento para o restante da temporada. Para saber as novidades, siga o time no <a href="https://www.instagram.com/ufsmbasquetefeminino/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</p>
<p><i>Texto: Pedro Pereira, jornalista</i></p>
<p><i>Fotos: Luiza Mielke, relações-públicas e assessora de imprensa do Basquete UFSM</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM firma acordo com cooperativa para estudar o desenvolvimento da piscicultura no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/02/ufsm-firma-acordo-com-cooperativa-para-estudar-o-desenvolvimento-da-piscicultura-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:36:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[cotrirosa]]></category>
		<category><![CDATA[fatec]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa aplicada avaliará modelos de governança e viabilidade de novos negócios, com foco na produção e no processamento de tilápias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<section data-id="43ca7749" data-element_type="section">
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC) e a Cooperativa Tritícola Santa Rosa Ltda. (Cotrirosa) firmaram um Acordo de Parceria para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I) para a execução do projeto “Estratégias e Governança na Cadeia Produtiva da Piscicultura no Rio Grande do Sul”. A iniciativa busca produzir informações científicas que auxiliem a cooperativa na avaliação de oportunidades de atuação no setor.</p>
<p>Coordenado pelo professor Rafael Lazzari, do Departamento de Zootecnia da UFSM, o projeto reúne o Departamento de Zootecnia, em Santa Maria, e o Programa de Pós-Graduação em Agronegócios da UFSM, no Campus de Palmeira das Missões. O trabalho pretende apoiar decisões relacionadas ao desenvolvimento da piscicultura no Estado.</p>
<p>O objetivo central é estudar um modelo de governança para a piscicultura que possa ser utilizado como ferramenta na tomada de decisões e na análise da viabilidade de negócios. Para isso, a equipe realizará levantamentos de dados, estudos de mercado e avaliações dos diferentes elos da cadeia produtiva, com atenção especial à tilápia, principal espécie de peixe cultivada no país.</p>
<p>Entre os pontos analisados estão a viabilidade técnica, econômica, logística e ambiental da implantação de uma fábrica de ração para peixes e os possíveis impactos da instalação de uma indústria de processamento de tilápia. O projeto também investigará modelos de integração e estruturas contratuais entre cooperativas e produtores associados.</p>
</section>
<section data-id="442128a" data-element_type="section">
[caption id="attachment_73984" align="alignright" width="408"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-02-at-08.05.58-970x1024-1.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-02-at-08.05.58-970x1024-1.jpeg" alt="Foto colorida vertical do Luís Eduandro, um homem jovem vestido com camisa social escura e relógio. Ele está em pé à frente do pórtico de entrada da Cotrirosa, um toldo em verde com a marca da empresa e as indicações de entrada e saída de veículos.  " width="408" height="431" /></a> Pesquisador Luís Eduardo Carvalho Noskoski estuda consumo de peixes[/caption]
<p>A pesquisa ainda deverá identificar o perfil dos consumidores, os padrões de consumo de peixes e os canais de comercialização no atacado e no varejo do Estado. Outros estudos serão direcionados aos fornecedores de equipamentos, insumos e alevinos, além das certificações e dos padrões necessários para acessar mercados de exportação e grandes compradores internacionais.</p>
<p>A proposta surgiu a partir do interesse da Cotrirosa em diversificar suas atividades e da identificação do potencial da piscicultura como novo modelo de negócio. De acordo com Luís Eduardo Carvalho Noskoski, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Agronegócios e bolsista do projeto, a cadeia ainda apresenta pouca coordenação no Rio Grande do Sul, apesar do crescimento da atividade no país.</p>
<p>“Nosso papel é prospectar o mercado, compreender essa dinâmica por meio da pesquisa, criar ferramentas para a tomada de decisão e realizar estudos de viabilidade”, explica Noskoski, que também atua no Departamento de Inovação da Cotrirosa.</p>
<h3>Piscicultura como alternativa de renda no campo</h3>
<p>A estruturação da cadeia pode representar uma alternativa de diversificação para os produtores rurais, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pelas atividades agropecuárias tradicionais em razão de estiagens e enchentes.</p>
<p>“Se a cooperativa entrar e estruturar essa cadeia, teremos um novo negócio e a possibilidade de desenvolvimento econômico e social, com sucessão geracional das famílias e permanência dos produtores na região”, afirma Noskoski.</p>
<p>A iniciativa também aproxima a universidade do setor produtivo ao direcionar conhecimentos científicos para uma demanda apresentada pela cooperativa. A UFSM disponibiliza sua infraestrutura, seus pesquisadores e estudantes para a realização dos estudos, enquanto a Cotrirosa acompanha a execução das atividades e contribui para o desenvolvimento da pesquisa. A FATEC será responsável pela gestão administrativa e financeira dos recursos do projeto.</p>
<p>Para os estudantes envolvidos, a parceria permite o contato com situações reais do setor produtivo durante a formação acadêmica. Ao mesmo tempo, a cooperativa passa a contar com análises desenvolvidas com base em métodos científicos, produzindo informações que poderão reduzir incertezas e apoiá-la na avaliação de eventuais investimentos.</p>
<p>As atividades serão realizadas em etapas, a partir da revisão bibliográfica e do levantamento de dados secundários. Em seguida, a equipe fará o diagnóstico da cadeia da piscicultura, a coleta e a análise de dados e a elaboração de relatórios técnicos. Os resultados deverão indicar em quais elos da cadeia a cooperativa poderá atuar e qual modelo de negócio apresenta melhores condições de desenvolvimento no médio e no longo prazo.</p>
<p>Além das informações destinadas à tomada de decisão da Cotrirosa, o projeto prevê a produção de relatórios mensais, a apresentação de resumos em eventos científicos e a publicação de pelo menos um artigo em periódico Qualis A na área Interdisciplinar. A pesquisa deverá contribuir para os estudos sobre governança, integração cooperativa e gestão de cadeias produtivas, além de ampliar a participação da UFSM em iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional.</p>
<p><em>Texto: Gabriela Alves, bolsista de Jornalismo</em><br /><em>Revisão: Debora Seminoti Tamiosso, Comunicação da Proinova</em></p>
</section>
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						<item>
				<title>Queimadas na Amazônia ajudam a explicar impactos dos aerossóis na atmosfera do Sul do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/02/queimadas-na-amazonia-ajudam-a-explicar-impactos-dos-aerossois-na-atmosfera-do-sul-do-brasil</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:05:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[aerobi]]></category>
		<category><![CDATA[aerossóis]]></category>
		<category><![CDATA[amass]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[química da atmosfera]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa desenvolvida por instituições brasileiras e francesas investiga como partículas liberadas pelas queimadas interferem na atmosfera e no clima da América do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73977" align="alignright" width="508"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-19.24.17-2.jpeg"><img class="wp-image-73977" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-19.24.17-2.jpeg" alt="" width="508" height="677" /></a> UFSM foi uma das organizadoras do "Amazonia Summer School" em Santarém (PA)[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participou da organização da <em>Amazonia Summer School</em> (AMASS) 2026, realizada em Santarém (PA), que reuniu pesquisadores e estudantes brasileiros e estrangeiros para discutir os impactos dos aerossóis atmosféricos, das queimadas e das mudanças climáticas na Amazônia.</p>
<p>O evento, realizado entre os dias 9 e 15 de agosto, contou com a participação de dois professores e seis estudantes da Universidade e buscou ampliar a cooperação científica entre instituições brasileiras e francesas.</p>
<h3>Aerossóis e as transformações na atmosfera amazônica</h3>
<p>Os aerossóis atmosféricos são partículas sólidas ou líquidas suspensas na atmosfera que podem ter diferentes origens. Eles não possuem uma composição única e podem ser formados por diferentes materiais presentes na atmosfera. Na Amazônia, as queimadas são uma importante fonte dessas partículas, durante a combustão da biomassa, são liberados gases e partículas, incluindo carbono disperso na forma de fuligem fina. Parte desses gases também pode se combinar quimicamente na atmosfera e formar aerossóis, que podem ser transportados pelos ventos para outras regiões da América do Sul.</p>
<p>A presença desses materiais interfere em diferentes processos atmosféricos. Os aerossóis interagem com a radiação solar, podendo absorvê-la ou refleti-la, e também atuam como núcleos de condensação para a formação de nuvens. Com isso, podem influenciar o regime de chuvas, a quantidade de radiação que chega à superfície e o desenvolvimento de tempestades.</p>
<p>“Os aerossóis atmosféricos são extremamente importantes, porque eles interagem muito com a radiação solar, então eles absorvem ou refletem a radiação”, explica a professora e pesquisadora da UFSM na área de Química da Atmosfera Damaris Pinheiro.</p>
<p>As queimadas também provocam alterações na composição da atmosfera ao liberar gases e partículas resultantes da combustão da biomassa. Quando incorporados às nuvens, esses materiais podem modificar o tamanho das gotas e o conteúdo de gelo, alterando a formação e a intensidade das tempestades. Segundo o professor do curso de Meteorologia da UFSM Wagner Anabor, essas alterações são um dos aspectos que ainda precisam ser melhor compreendidos pela pesquisa científica.</p>
<p>Apesar dos avanços nas pesquisas, ainda existem questões que precisam ser respondidas sobre a influência dos aerossóis. “Nós ainda não sabemos, realmente, como e qual a quantidade desses aerossóis é significativa para impactar de maneira substancial as tempestades”, afirma Anabor.</p>
<p>Para compreender essas relações, a realização de observações diretamente na Amazônia é fundamental. Embora existam pontos de monitoramento de longo prazo na região, a quantidade de dados de superfície ainda é limitada diante das dimensões do território. Os registros obtidos em campo também permitem validar informações provenientes de satélites e modelos numéricos.</p>
<p>Essas observações são especialmente importantes para pesquisas que buscam acompanhar o deslocamento das partículas liberadas pelas queimadas e compreender como elas se transformam ao longo do caminho até outras regiões da América do Sul.</p>
<h3>AMASS reúne pesquisadores e estudantes em Santarém</h3>
<p>É nesse contexto que a <em>Amazonia Summer School </em>(AMASS) 2026 reuniu pesquisadores e estudantes brasileiros e estrangeiros em torno do estudo da atmosfera amazônica e de suas relações com as mudanças climáticas. Organizada pela a Université de La Réunion (Universidade da Ilha da Reunião, uma instituição francesa no Oceano Índico) e pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), em parceria com a UFSM, o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) e a Universidade Regional do Cariri (URCA), a iniciativa contou com o apoio da Embaixada da França no Brasil.</p>
<p>Ao longo do evento, foram discutidos temas como aerossóis atmosféricos, queimadas, mudanças climáticas, radiação ultravioleta, camada de ozônio, saúde e ciclo hidrológico. A programação também contou com atividades de formação em tratamento de dados atmosféricos, inteligência artificial aplicada às ciências atmosféricas e modelagem atmosférica.</p>
<p>Segundo a professora Damaris, entre 50 e 60 pessoas participaram das atividades ao longo do evento. Além dos estudantes e pesquisadores brasileiros, a programação reuniu participantes de países como França, Madagascar, Moçambique, Peru e Colômbia.</p>
<p>Os participantes também visitaram o Observatório da Amazônia, em Santarém, onde estão instalados equipamentos voltados ao monitoramento da atmosfera. O espaço reúne projetos de diferentes instituições internacionais e contribui para ampliar a produção de dados sobre a região.</p>
<p>A programação incluiu ainda atividades de campo e visitas a locais de observação na Amazônia. Para Wagner Anabor, a experiência permite aproximar os pesquisadores da realidade que é objeto dos estudos. “Isso é extremamente importante porque tira essa ciência que ocorre dentro dos escritórios e coloca ela próxima da realidade”, explica.</p>
<p>Além da formação científica, a experiência de campo permitiu que estudantes e pesquisadores conhecessem diretamente os locais e as condições em que os dados são coletados, aproximando a pesquisa da realidade amazônica.</p>
[caption id="attachment_73978" align="alignleft" width="612"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-19.24.18-2.jpeg"><img class="wp-image-73978" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-19.24.18-2.jpeg" alt="" width="612" height="459" /></a> Participantes puderam conhecer as estruturas e os trabalhos desenvolvidos por diferentes grupos de pesquisa[/caption]
<h3>UFSM coordena projeto que deu origem à iniciativa</h3>
<p>A participação da UFSM na AMASS está relacionada ao projeto AEROBI, voltado à investigação dos aerossóis derivados da queima de biomassa e de seus impactos na atmosfera da América do Sul. A universidade realiza a coordenação brasileira da iniciativa, que reúne instituições do Brasil e da França. “Sem a UFSM, a Escola de Verão da Amazônia não teria saído”, afirma Damaris Pinheiro. Segundo ela, a realização do evento foi resultado das articulações entre os pesquisadores envolvidos no projeto e a Embaixada da França no Brasil, que financiou a iniciativa.</p>
<p>A escolha de Santarém também esteve relacionada à presença do Observatório da Amazônia, criado pela UFOPA. O projeto AEROBI instalou equipamentos no local e, durante a Escola de Verão, os participantes puderam conhecer as estruturas e os trabalhos desenvolvidos por diferentes grupos de pesquisa.</p>
<p>A cooperação entre a UFSM e instituições francesas, entretanto, antecede a AMASS. As pesquisas conjuntas começaram em 2015 e, ao longo de mais de uma década, passaram por diferentes temas relacionados à química da atmosfera. Os primeiros trabalhos tiveram como foco o ozônio atmosférico e, posteriormente, passaram a incluir estudos sobre aerossóis, queimadas e mudanças climáticas.</p>
<p>A parceria também tem impacto na formação acadêmica. Estudantes brasileiros já tiveram a oportunidade de realizar parte de sua formação na França, enquanto pesquisadores e estudantes franceses vieram ao Brasil para desenvolver estudos relacionados à modelagem atmosférica e à observação de aerossóis. A cooperação resultou ainda na formação de doutores em regime de cotutela, com titulação por instituições brasileiras e francesas.</p>
<p>Os estudos desenvolvidos a partir dessa cooperação também permitem observar a relação entre os fenômenos atmosféricos da Amazônia e outras regiões da América do Sul. As partículas liberadas pelas queimadas podem ser transportadas pela atmosfera por longas distâncias, alcançando o Sul do Brasil, inclusive o Rio Grande do Sul.</p>
<p>Essa relação faz com que o monitoramento da atmosfera amazônica também tenha importância para pesquisas realizadas na UFSM. O acompanhamento do deslocamento dessas partículas permite investigar como os aerossóis provenientes das queimadas podem chegar à região e interferir nas condições atmosféricas locais.</p>
<h3>Observatório permanente do clima</h3>
<p>Na UFSM, a ampliação das observações atmosféricas também está entre as iniciativas relacionadas a esse trabalho. A universidade pretende estabelecer um observatório permanente do clima voltado à realização de observações atmosféricas de longo prazo. A iniciativa deverá permitir o acompanhamento das condições atmosféricas por períodos de 10, 15, 20 anos ou mais, contribuindo para a identificação de transformações e para o estudo dos impactos dos aerossóis.</p>
<p>O espaço também poderá ser utilizado para acompanhar a presença de partículas provenientes de queimadas na atmosfera e comparar períodos de maior e menor concentração de aerossóis. A proposta é ampliar a produção de dados de longo prazo, uma das necessidades apontadas pelos pesquisadores para compreender as transformações da atmosfera.</p>
<p>Para além da realização da Escola de Verão, a expectativa é que a aproximação entre pesquisadores resulte em novos projetos e oportunidades de formação. “Para nós pesquisadores, nos levou também a interagir com outros grupos de pesquisa que estão trabalhando também em temas semelhantes ao que a gente trabalha e deu possibilidades da gente desenvolver novos projetos conjuntos”, destaca Damaris Pinheiro.</p>
<p>A continuidade da cooperação entre as instituições deve ampliar as pesquisas sobre aerossóis, ozônio, queimadas e mudanças climáticas, além de fortalecer a formação de estudantes e a produção de dados sobre a atmosfera. Para a UFSM, a experiência da AMASS também reforça a atuação da universidade em pesquisas que conectam diferentes regiões da América do Sul e instituições de diferentes países</p>
<p><em style="font-size: revert;color: initial">Texto: Matheus Bernardes, estudante de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Acervo pessoal/Wagner Anabor</em><br /><em>Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</em></p>
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						<item>
				<title>Série de encontros aborda a construção do novo PDI da UFSM e o ensino superior na sociedade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/01/serie-de-encontros-aborda-a-construcao-do-novo-pdi-da-ufsm-e-o-ensino-superior-na-sociedade</link>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 20:12:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[pdi]]></category>
		<category><![CDATA[plano de desenvolvimento institucional]]></category>
		<category><![CDATA[reitoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73967</guid>
						<description><![CDATA[Conversas com professores convidados trataram do novo PNE, da gestão universitária e de políticas afirmativas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:freeform -->[caption id="attachment_73968" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/GESTAO_E_DESENVOLVIMENTO_DA_UNIVERSIDADE_DEMOCRATICA_MATHIAS_ILNICKI_008-300x200.jpg" alt="Fotografia colorida horizontal de uma plateia sentada em um auditório, observando a professora Maria Beatriz Luce, que fala de costas para nós, em primeiro plano à esquerda. Ao centro, um homem de cabelos curtos e óculos, vestindo camisa branca e blazer azul-marinho, sorri olhando para ela. Ao lado dele, à esquerda, uma mulher de cabelos loiros e óculos, vestindo jaqueta jeans, também sorri. Atrás e ao redor deles, diversas outras pessoas assistem sentadas, a maioria com expressão atenta. Ao fundo, janelas amplas com cortinas claras e paredes brancas." width="500" height="333" /> Evento foi realizado no Salão Imembuí, na Reitoria[/caption]
<p>Na segunda (31) e nesta terça-feira (1º), a UFSM promoveu o evento “PDI em Diálogo: Construindo a UFSM que Desejamos”, com o objetivo de propor reflexões sobre a construção coletiva de uma universidade pública democrática e o seu papel no desenvolvimento da educação brasileira e da sociedade. As palestras aconteceram no Salão Imembuí, no 2º andar da Reitoria, em Santa Maria.</p>
<p>“PDI” é o Plano de Desenvolvimento Institucional, documento que estabelece objetivos, metas e diretrizes de uma instituição de ensino superior. A nova versão da UFSM será elaborada para ter vigência de 2028 a 2035, <a href="https://www.ufsm.br/2026/08/18/que-universidade-queremos-ser-em-2035" target="_blank" rel="noopener">conforme apresentado no evento de lançamento no Centro de Convenções</a>, e será construída de forma coletiva, com a contribuição da comunidade universitária. Os convidados foram o professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e secretário-executivo adjunto do Ministério da Educação (MEC) Gregório Grisa, no primeiro dia, e a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Maria Beatriz Luce, no segundo dia.</p>
<p><b>Ensino superior no novo PNE</b></p>
<p>A programação iniciou com a palestra “O novo Plano Nacional de Educação (PNE): políticas, desafios e perspectivas para o ensino superior”, em que o secretário-executivo adjunto do MEC explicou o funcionamento do PNE, sancionado como Lei nº 15.388/2026 e que guiará a educação brasileira até 2036. Ao todo, são 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias focadas em qualidade, equidade e redução das desigualdades sociais e regionais.</p>
<p>O ensino superior é tratado no novo PNE como um eixo estratégico próprio, com objetivos dedicados a acesso, permanência e conclusão, como também à qualidade da formação e à articulação com pesquisa e inovação. Clique <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/pne" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para conferir todas as informações sobre o documento na íntegra.</p>
[caption id="attachment_73970" align="alignright" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/GESTAO_E_DESENVOLVIMENTO_DA_UNIVERSIDADE_DEMOCRATICA_FABIANO_DOS_SANTOS_001-300x200.jpg" alt="Fotografia colorida horizontal do professor Gregório Grisa falando ao microfone durante uma palestra. Ele está de pé, no centro da imagem, com cabelos e barba grisalhos, óculos de grau, veste camisa lilás e blazer preto. Segura um microfone com a mão direita, próximo à boca, e gesticula com a mão esquerda erguida. Ao fundo, um telão exibe o título &quot;O novo PNE e o Ensino Superior — Políticas, desafios e perspectivas&quot;, com o nome &quot;Professor Grisa – SASE/MEC&quot; e o logotipo do Ministério da Educação. À direita, um painel com pintura mural de figuras humanas em tons terrosos e amarelos. À frente, poltronas brancas vazias." width="500" height="333" /> Convidado da segunda-feira foi o professor e representante do MEC, Gregório Grisa (Foto: Fabiano dos Santos)[/caption]
<p>Durante a palestra, o professor destacou a baixa evasão entre estudantes e mostrou, em dados, como os números de entrada do ensino superior subiram nos últimos anos. “Nós tivemos um grande salto entre 1990 e 2000, de 5 para 25 milhões de alunos formados no ensino superior. Não há nenhum país no mundo que tenha tido um salto no tamanho da diplomação do seu povo quanto o Brasil”, declarou Grisa. </p>
<p><b>Planejamento exige tempo e participação</b></p>
<p>O primeiro encontro com a professora Maria Beatriz Luce nesta terça-feira teve como tema “PDI: gestão e desenvolvimento da universidade democrática e estratégica”. A docente procurou abordar a importância da organização institucional sob o ponto de vista da UFSM, levando em conta o fato de ser uma instituição de ensino superior que, embora cada vez mais protagonista no cenário nacional e internacionalizada, ainda mantém suas raízes interioranas.</p>
<p>Maria Beatriz é professora titular de Política e Administração da Educação da UFRGS, docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma universidade e também do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unipampa. Ela possui ainda vasta experiência na gestão pública educacional: foi secretária de Educação Básica do MEC entre 2014 e 2015 e integrou a Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação de 2008 a 2012.</p>
<p>“O processo de elaboração de um PDI nunca pode ser rápido, porque se ele for rápido, ele não vai ser participativo. Ele precisa incluir muitas pessoas. Ele requer tempo e informações de diferentes tipos. Para pensar 10 anos de uma universidade, nós precisamos olhar dados demográficos, dados do desenvolvimento econômico, sobre a cultura da região e os interesses sociais, econômicos, as problemáticas sociais, além dos espaços de possibilidade de trabalho”, afirmou a palestrante sobre a necessidade da gestão da UFSM pensar de forma integrada na construção do documento.</p>
[caption id="attachment_73969" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/GESTAO_E_DESENVOLVIMENTO_DA_UNIVERSIDADE_DEMOCRATICA_MATHIAS_ILNICKI_010-300x200.jpg" alt="Fotografia colorida vertical da professora Maria Beatriz Luce falando ao microfone em um púlpito. Ela está no centro da imagem, com cabelos brancos curtos, óculos de armação vermelha e batom vermelho. Veste blazer preto sobre blusa estampada com poá branco. Segura um microfone com a mão direita, próximo ao rosto, e ergue a mão esquerda com os dedos unidos, num gesto de explicação. Está apoiada em um púlpito branco. Ao fundo, um painel com pintura mural de uma figura humana em tons terrosos." width="500" height="333" /> Professora Maria Beatriz Luce palestrou e participou de uma roda de conversa sobre o ensino superior[/caption]
<p><b>UFSM avalia avanços nas ações afirmativas</b></p>
<p>Durante a tarde, foi realizada uma roda de conversa com a temática “Políticas afirmativas e as transformações no ensino: o papel das universidades federais”. Estiveram presentes no Salão Imembuí a reitora da UFSM Martha Adaime, o pró-reitor de Planejamento Vinícius Garcia, a pró-reitora de Graduação Cláudia Barin e a coordenadora de Planejamento e Avaliação Institucional Silvane Brand, além da própria professora Maria Beatriz Luce.</p>
<p>A reitora aponta que, embora muitas questões - principalmente as de caráter social e relacionadas à educação - já estivessem incluídas no último PDI, elas foram abordadas de forma mais generalizada. Agora, a Universidade está em condições de definir de maneira mais específica as medidas necessárias para avançar no desenvolvimento de ações afirmativas.</p>
<p>“O novo PDI é uma oportunidade de reparação de muitos anos porque, particularmente aqui na UFSM, na busca dessa universidade plural, diversa e inclusiva, nós começamos um trabalho com ações afirmativas, em especial dando conta através do atendimento a questões mais relacionadas a assistência de questões educacionais através da Coordenadoria de Ações Educacionais”, salientou Martha. </p>
<p>Para atingir o maior número de pessoas contempladas, a professora Maria Beatriz reforça que cada camada da universidade deve contribuir para o planejamento do PDI, uma vez que a atuação de todos será com as informações deste PDI. “O que a gente tem aprendido ao longo do caminho é que, sem participação, planos muito técnicos são fadados ao fracasso. A participação é garantida na medida em que as pessoas contribuem efetivamente, se beneficiando das decisões que foram tomadas. Nós precisamos reunir as mais variadas estratégias e os mais variados recursos, porque o planejamento tem que ser feito em muitos lugares. As pessoas têm que estar representadas. Não tem receita mágica”, disse a palestrante.</p>
<p><b>Participe</b></p>
<p>Para participar da construção do novo PDI, estudantes, professores, técnico-administrativos em educação e a comunidade externa podem responder o <a href="https://docs.google.com/forms/d/1-z4cbaQXWrg7rxrhy54dPJvYSHN8-1aSOMnbhGVGKUM/viewform?edit_requested=true" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>. </p>
<p><i>Texto: Pedro Pereira, jornalista, e Fabiano dos Santos, acadêmico de Jornalismo e voluntário da Agência de Notícias</i></p>
<p><i>Fotos: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><!-- /wp:freeform --></p><!-- /wp:post-content -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docentes da UFSM conquistam o prêmio “O Futuro da Terra” na Expointer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/01/docentes-da-ufsm-conquistam-o-premio-o-futuro-da-terra-do-jornal-do-comercio</link>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:31:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer]]></category>
		<category><![CDATA[FAPERGS]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio o futuro da terra]]></category>
		<category><![CDATA[Química Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Entrega das premiações do Jornal do Comércio e Fapergs ocorreu nesta segunda-feira (31)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Quatro professores da UFSM foram condecorados com o prêmio “O Futuro da Terra” na noite desta segunda-feira (31), na Expointer, em Esteio. A premiação é do Jornal do Comércio e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e está na 30ª edição. O objetivo é homenagear pesquisadores que tiveram uma contribuição significativa com evolução na produção do agro. </p>
<p>Os professores premiados foram Antônio Luis Santi, Ricardo Zambarda Vaz, Tatiana Emanuelli e Renato Zanella. Além dos docentes da UFSM, outros 10 pesquisadores de universidades federais, secretarias e empresas, também foram premiados na <a href="https://www.jornaldocomercio.com/expointer/2026/08/1261730-cerimonia-do-premio-o-futuro-da-terra-e-realizada-na-expointer.html" target="_blank" rel="noopener">30ª edição do prêmio “O Futuro da Terra"</a>. </p>
<p>A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da UFSM, Cristina Wayne Nogueira, representou a gestão da UFSM na solenidade.</p>
[caption id="attachment_73963" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/IC3A32642.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/IC3A32642-1024x934.jpg" alt="" width="1024" height="934" /></a> Renato Zanella, Tatiana Emanuelli, Cristina Wayne Nogueira, Antônio Luis Santi e Ricardo Zambarda Vaz[/caption]
<h3>Docentes da UFSM vencedores do prêmio</h3>
<p><b>Antônio Luis Santi: </b>Graduado no curso de Agronomia da UFSM, em Santa Maria. Mestrado na área de Produção Vegetal no Departamento de Zootecnia, entre 2001 e 2003, e doutor em Ciências do Solo com ênfase em Agricultura de Precisão no Departamento de Solos da UFSM, em 2007. Desde 2009, é professor no curso de Agronomia da UFSM, em Frederico Westphalen. O docente foi agraciado com o prêmio “O Futuro da Terra” na categoria “Cadeias de Produção e Alternativas Agrícolas”.  </p>
<p><b>Renato Zanella: </b>Graduado e mestre em Química Industrial pela UFSM. Doutor em Química Analítica na Universidade de Dortmund, na Alemanha, com pós-doutorado na Universidade de Amsterdã, na Holanda. Renato é docente da UFSM desde 1994. Desde 2014, atua no Departamento de Química do Centro de Ciências Naturais e Exatas. Também é coordenador do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP) na UFSM. Lidera grupos de pesquisa na área de Química. Renato foi um dos vencedores do prêmio na categoria “Preservação Ambiental”. </p>
<p><b>Ricardo Zambarda Vaz: </b>Graduado e mestre no curso de Zootecnia pela UFSM. Possui doutorado no mesmo curso pela UFRGS. Atualmente é docente no Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas na UFSM, em Palmeira das Missões. Ricardo também é atuante como orientador de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Agronegócios e no Programa de Pós-Graduação em Zootecnia. O professor venceu o prêmio na categoria “Cadeias de Produção e Alternativas Agrícolas”. </p>
<p><b>Tatiana Emanuelli: </b>Graduada no curso de Farmácia - Tecnologia dos Alimentos pela UFSM. Possui mestrado em Ciências Biológicas (Bioquímica), também pela UFSM. Doutora em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela UFRGS. Atualmente é pró-reitora adjunta de Pós-Graduação e Pesquisa, além de Coordenadora de Pós-Graduação da UFSM. Membro da diretoria estadual do RS na Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia dos Alimentos. Atualmente é docente no curso de Farmácia da UFSM. </p>
<p>Nos últimos dias, os docentes premiados concederam entrevistas para a Rádio UniFM 107.9. Eles comentaram como se sentiram ao conquistarem os prêmios e como suas pesquisas impactaram no agronegócio gaúcho. </p>
<p><em>As entrevistas podem ser acessadas pelos links abaixo:</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>[embed]https://open.spotify.com/s/cBrqC0J[/embed]</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>[embed]https://open.spotify.com/episode/2RB4UT9ILxr8xx11DeiQl9?si=9b25071d1c3f4753[/embed]</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>[embed]https://open.spotify.com/episode/0w44eiTWlslMImQJSVYC4f?si=b53ff9c917004b04[/embed]</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>[embed]https://open.spotify.com/episode/2Q5rbXR0KmAvpUJtH3q2em?si=wwZqAGsGTFSrc0o2t1I0Xg[/embed]</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Fabiano dos Santos, acadêmico de Jornalismo, voluntário da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Giulia Maffini, acadêmica de Produção Editorial, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Proinfra programa manutenção da rede elétrica da Casa do Estudante II nesta quinta-feira (3)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/01/proinfra-programa-manutencao-da-rede-eletrica-da-casa-do-estudante-ii-nesta-quinta-feira-3</link>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:52:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[casa do estudante]]></category>
		<category><![CDATA[CEU II]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[notícias para estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[rede elétrica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73962</guid>
						<description><![CDATA[Luz dos prédios da CEU II será desligada entre 8h30 e 17H]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) fará manutenção da rede elétrica da Casa do Estudante (CEU II) no campus sede, nesta quinta-feira (3). Para que seja feito o procedimento, a energia dos prédios da CEU II será desligada das 8h30 às 17h. No entanto, a Proinfra alerta que para garantir a segurança da comunidade acadêmica, a rede deve ser considerada energizada mesmo durante o horário previsto para a manutenção. Além disso, a luz poderá ser religada antes do horário informado para o término. Por questões climáticas ou qualquer outro tipo de adversidade, a programação poderá ser cancelada sem aviso prévio. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rede Andifes IsF realiza oferta gratuita de cursos on-line de idiomas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/31/rede-andifes-isf-realiza-oferta-gratuita-de-cursos-on-line-de-idiomas</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:24:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73958</guid>
						<description><![CDATA[São disponibilizados cursos de alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, japonês e português para estrangeiros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Rede Andifes IsF está promovendo uma oferta coletiva de cursos de idiomas – alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, japonês e português para estrangeiros – para toda a comunidade (discentes, docentes e técnico-administrativos) da UFSM, bem como para as instituições credenciadas à Rede Idiomas sem Fronteiras (IsF) oferecem que ofertam cursos e para pessoas estrangeiras em geral (no caso dos cursos de português).

São 7.075 vagas distribuídas em diferentes cursos, sobre os sete idiomas mencionados acima. Cada turma terá 25 vagas e 20 em lista de espera. É necessário apresentar comprovante de vínculo com a instituição, assim como comprovante de proficiência para cursos que não sejam do nível iniciante. Os cursos são gratuitos e ofertados de forma colaborativa pelos especialistas de idiomas credenciados na Rede Andifes IsF.

As aulas serão realizadas totalmente on-line, de forma síncrona, e podem durar um mês (para cursos de 16 horas), dois meses (cursos de 32 horas) ou três meses (cursos de 48 horas), em dois encontros semanais de 2 horas cada um ou em um único encontro de 4 horas (com intervalo). Os horários indicados são horários de Brasília. Só é permitida a inscrição em um único curso por Cadastro de Pessoa Física (CPF), com exceção dos cursos de português.

Todos os detalhes sobre os temas dos cursos, incluindo horários e elegibilidade, estão descritos nos editais disponíveis na página da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes): <a href="https://www.andifes.org.br/institucional/redeisf/" target="_blank" rel="noopener">www.andifes.org.br/institucional/redeisf</a>.

As inscrições terminam no dia 10 de setembro, às 12h. A seleção é feita por ordem de inscrição e as vagas se esgotam rápido.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestrado Profissional em Ensino de Geografia em Rede oferece 244 vagas em diferentes instituições</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/31/mestrado-profissional-em-ensino-de-geografia-em-rede-oferece-244-vagas-em-diferentes-instituicoes</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:13:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73957</guid>
						<description><![CDATA[UFSM tem 12 vagas, sendo sete para ampla concorrência e quatro para cotistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Mestrado Profissional em Ensino de Geografia em Rede Nacional (Profgeo) está com inscrições abertas, até o dia 22 de setembro, para 244 vagas em 18 instituições federais e estaduais, localizadas nas cinco regiões do país. O curso tem como objetivo proporcionar formação geográfica consistente, atualizada e<br />relevante ao exercício da docência na Educação Básica. </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) oferece 12 vagas, sendo sete para ampla concorrência; quatro para pessoas autodeclaradas pretas, pardas, indígenas ou quilombolas; e uma para pessoa com deficiência. Para concorrer como cotista, o candidato precisa atender aos requisitos dispostos no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/08/EDITAL-UFSM-PROFGEO-Turma-2027-1.pdf">edital.</a> Os selecionados deverão apresentar a documentação solicitada e participar das webconferências obrigatórias com as comissões avaliadoras de cada cota.</p>
<p>A prova, constituída de questões objetivas e redação sobre temáticas relacionadas com ensino de geografia. A aplicação será no dia 31 de outubro, das 14h às 18h, na sala 1134, do Prédio 17, no campus sede da UFSM. O resultado preliminar está previsto para 17 de novembro.</p>
<p><strong>Solicitação de isenção de taxa</strong></p>
<p>Os candidatos interessados em pleitear a insenção da taxa de inscrição devem fazer a solicitação até o dia 14 de setembro pelo <a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5279">sistema de inscrições</a>, conforme orientações disponíveis no edital. O resultado dos pedidos de isenção será publicado no dia 17 de setembro.</p>
<p><strong>Links úteis</strong></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/08/EDITAL-INGRESSO_PROFGEO_turma-2027-1.pdf">Edital do Mestrado</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/08/EDITAL-UFSM-PROFGEO-Turma-2027-1.pdf">Edital específico da UFSM</a></p>
<p><a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5279">Sistema de inscrições</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Companhia de dança inclusiva apresenta espetáculo “Desapego” e oficina para pessoas com deficiência na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/31/companhia-de-danca-inclusiva-apresenta-espetaculo-desapego-e-oficina-para-pessoas-com-deficiencia-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:32:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Lápis de Seda]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Desapego]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73937</guid>
						<description><![CDATA[Atividades são gratuitas e oferecem tradução em Libras

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73938" align="alignleft" width="529"]<img class=" wp-image-73938" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/Desapego-2_Credito-Maria-Antonia-Oliveira.jpg" alt="Foto colorida horizontal de oito dançarinos no palco, entre mulheres e homens. Seis estão em pé, alguns de frente e outros de costas, um em uma cadeira de rodas, e a oitava bailarina está em posição horizontal apoiada sobre os branços e as pernas flexionadas." width="529" height="352" /> Cia catarinenseLápis de Seda apresenta espetáculo no Caixa Preta (Foto: Maria Antonia Oliveira/Divulgação)[/caption]
<p dir="ltr">A Lápis de Seda, companhia catarinense de dança inclusiva formada por bailarinos com e sem deficiência, chega a Santa Maria com o espetáculo "Desapego" e uma oficina de dança para pessoas com deficiência. Com duração aproximada de 1h e classificação livre, a apresentação ocorre nesta quinta-feira (3), às 19h, no Teatro Caixa Preta da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – apoiadora do evento. Já na sexta-feira (4), das 14h às 15h, está agendada a oficina "Prática de Dança para Pessoas com Deficiência", na Sala Mercedes Baptista, no prédio 40C, do Centro de Artes e Letras. Ambas as atividades são gratuitas e oferecem intérprete de Libras. </p>
<p dir="ltr">Composto por bailarinos profissionais, o elenco foge dos moldes convencionais e entrega uma performance de alto rigor técnico. "Desapego" traduz em dança um comportamento comum na sociedade: a busca por aceitação em padrões sociais. O espetáculo propõe, entretanto, a urgência de romper com esse desejo de adaptação às normas. </p>
<p dir="ltr">Roupas fluidas, molduras e um andador ocupam o palco aos poucos, como símbolo de quem reconquista o próprio corpo, enquanto a trilha sonora resgata trajetórias de dor e leveza no dia a dia.</p>
<p dir="ltr">“A dança é um território de pesquisa constante, em que a técnica serve à expressão da alma. Em “Desapego”, o trabalho se desenvolveu a partir da bagagem de movimento que cada bailarino trouxe aos nossos laboratórios. Não buscamos o enquadramento, mas sim a potência do gesto autêntico — um convite para que o público também se desapegue de visões pré-concebidas e se conecte com a arte em sua forma mais pura e profissional”, explica a diretora artística e coreógrafa Ana Luiza Ciscato.</p>
<p dir="ltr">A circulação do espetáculo em Santa Maria integra o projeto "Lápis de Seda: Manutenção e Difusão da Dança Inclusiva", realizado com fomento da Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cultura do Governo Federal.<br /><br /></p>
<p dir="ltr"><strong>Oficina de dança inclusiva</strong></p>
<p dir="ltr">Além da apresentação, a Cia Lápis de Seda oferece, no dia 4, a oficina "Prática de Dança para Pessoas com Deficiência". A atividade é direcionada para pessoas com deficiência. Para participar não é necessário ter experiência em dança. Os interessados devem fazer sua inscrição pelo Whatsapp da companhia: (48) 99670-2251. A ação reforça o compromisso da companhia com a formação de novos olhares e com a construção de um modelo sustentável de cultura inclusiva.</p>
<p dir="ltr"><em>Com informações de HomerPress/Divulgação</em></p>
<p dir="ltr"><em>Foto: Maria Antonia Oliveira/Divulgação)</em></p>
<p dir="ltr"> </p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Centro de Convenções da UFSM recebe espetáculo “Ameríndia Brasil” de Gilberto Monteiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/31/centro-de-convencoes-da-ufsm-recebe-espetaculo-amerindia-brasil-de-gilberto-monteiro</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:22:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de cultura e arte]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Promovido pelo Sesc e PRE, espetáculo será realizado em 13 de outubro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O músico Gilberto Monteiro, um dos nomes mais importantes da música gaúcha, apresenta o espetáculo “Ameríndia Brasil” no dia 13 de outubro, às 19h30, no Centro de Convenções da UFSM, em Santa Maria. Realizado pelo Sesc e Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, o show reúne Monteiro, o pianista Gustavo “Garoto” Kraemer e a Sucinta Orquestra, quarteto de cordas feminino de Porto Alegre, em uma apresentação que revisita a sonoridade regional e fronteiriça a partir de novos arranjos.</p>
<p>Conhecido por clássicos como “Milonga para as Missões" e "Pra ti, Guria", Gilberto Monteiro leva ao palco a tradicional acordeona de botão, instrumento que acompanha sua trajetória dedicada à música e à cultura popular. Ao lado das violinistas Clarissa Ferreira e Bibiana Turchiello, da violista Gabi Vilanova e da violoncelista Luyra Dutra, o músico<br />apresenta obras consagradas e temas inéditos, revelando diferentes possibilidades para sua produção musical.</p>
<p>Com direção e arranjos de Gustavo “Garoto” Kraemer e do violonista Guilherme Castilhos, o espetáculo estabelece um diálogo entre a tradição da música gaúcha e elementos contemporâneos. A proposta resulta em uma sonoridade que parte das referências do Sul e amplia suas possibilidades, aproximando o regionalismo de uma linguagem musical universal.</p>
<p>“Ameríndia Brasil” já passou por palcos como o Festival Choro Jazz Cariri, no Ceará, o Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas, e o Festival Sonoridades CHC, em Porto Alegre. Em Santa Maria, a apresentação marca o primeiro show do grupo após o lançamento do disco "Ameríndia Brasil", gravado por Monteiro e pela orquestra com apoio do<br />Fumproarte/RS.</p>
<p>Os ingressos estão disponíveis pelo site <a href="https://ecommerce.sesc-rs.com.br/ecommerce.catalogoprodutos.aspx?CLT,0,0,0,," target="_blank" rel="noopener">www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais</a>. Os valores são R$ 25 para trabalhadores do comércio, R$ 28 para empresários, R$ 30 para estudantes e pessoas com 60 anos ou mais e R$ 60 para o público geral.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo número (55) 99163-2418.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove oficinas de escrita e de quadrinhos gratuitas na Biblioteca Municipal de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/31/ufsm-promove-oficinas-de-escrita-e-de-quadrinhos-gratuitas-na-biblioteca-municipal-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:23:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[DLEM]]></category>
		<category><![CDATA[escrita criativa]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[gpoqt]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[ppgl]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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						<description><![CDATA[Grupo de pesquisa do CAL realizará quatro encontros mensais, a partir de 8 de setembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">As Oficinas de Escrita Criativa e de Quadrinhos Potenciais voltarão a ser realizadas a partir de setembro na Biblioteca Municipal Henrique Bastide, como já ocorreu no <a href="https://www.ufsm.br/2026/04/01/um-quadrinho-sobre-quadrinhos" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/2026/04/01/um-quadrinho-sobre-quadrinhos&amp;source=gmail&amp;ust=1788260464644000&amp;usg=AOvVaw1kLtoSbTU4GopAmysAJm5S">semestre anterior</a>. Com o objetivo de estimular a criação a partir de exercícios simples, as oficinas são gratuitas e abertas a todo o público. A ideia é que pessoas com vontade de escrever possam participar, sem precisar de nenhum conhecimento prévio de textos literários ou de desenho. </p>
<p dir="ltr">Os encontros serão realizados mensalmente na Biblioteca (Av. Presidente Vargas, 1300, Bairro de Fátima, no Largo da Locomotiva), às terças, das 14h às 16h. Os exercícios têm como base as ideias dos grupos franceses Oulipo (voltado para literatura) e Oubapo (de histórias em quadrinhos).</p>
<p dir="ltr"><em>Programação:</em></p>
<p dir="ltr"><strong>8 de setembro</strong>: Oficina de quadrinhos para quem não sabe desenhar;</p>
<p dir="ltr"><strong>6 de outubro</strong>: Oficina de escrita potencial;</p>
<p dir="ltr"><strong>3 de novembro</strong>: Oficina de quadrinhos para quem não sabe desenhar;</p>
<p dir="ltr"><strong>1º de dezembro</strong>: Oficina de escrita potencial.</p>
<p dir="ltr">Para participar, não é necessário inscrição, apenas estar presente no dia e horário da oficina. Para mais informações e em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com o e-mail <a href="mailto:gpoqt@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">gpoqt@ufsm.br</a>. </p>
<p dir="ltr">O projeto de extensão é promovido pelo <a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpoqt" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/grupos/gpoqt&amp;source=gmail&amp;ust=1788260464644000&amp;usg=AOvVaw0edeuZ84cKrQ6oAodqVxg_">Grupo de Pesquisa Oficina de escrita Quadrinhos e Tradução (GPOQT)</a>, coordenado pela professora Maria Clara Carneiro, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas no Centro de Artes e Letras (DLEM/CAL), e ministrado por estudantes do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL).</p>
<p dir="ltr">O grupo de estudantes vem animando, no prédio das Letras, um clube de leitura de quadrinhos que também retornou <a href="https://www.ufsm.br/2026/08/07/clube-de-leitura-de-quadrinhos-anuncia-encontro-com-a-leitura-de-golias-de-tom-gauld" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/2026/08/07/clube-de-leitura-de-quadrinhos-anuncia-encontro-com-a-leitura-de-golias-de-tom-gauld&amp;source=gmail&amp;ust=1788260464644000&amp;usg=AOvVaw0Gqof7wDxG4Z73UDgB7nzk">às atividades na última semana</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
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