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			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
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				<title>Em sua 1ª edição, Semana da África ocorre no final de maio na UFSM/FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/13/em-sua-1a-edicao-semana-da-africa-ocorre-no-final-de-maio-na-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 19:21:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antirracismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento ocorre nos dias 25 e 27 de maio, com debates e atividades culturais, e contará com a presença de alunos africanos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Card-Semana-da-Africa.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Card-Semana-da-Africa-819x1024.jpg" alt="" width="550" height="688" /></a>Em comemoração ao Dia da África, o Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) promove a Semana da África, com o tema “Saberes e Culturas em Movimento”. O evento busca discutir a libertação e o protagonismo africano por meio de debates e atividades culturais. As atividades acontecem nos dias 25 e 27 de maio de 2026, na Sala Multiuso do Campus.</p><p>A Semana da África, celebrada em torno do dia 25 de maio, é um momento de exaltação à potência, à cultura e à resiliência dos povos africanos e seus descendentes. A data, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, faz referência ao dia de criação da Organização da Unidade Africana, em 1963. No Brasil, essa celebração ganha um contorno reflexivo ao cruzar o calendário com o mês de maio, marcado pelo dia 13, data da assinatura da Lei Áurea.</p><p>Embora a abolição formal tenha encerrado o regime escravocrata no Brasil, a conexão entre essas datas nos convida a olhar além do papel assinado em 1888. Relacionar a Semana da África à Lei Áurea é fazer memória à resistência, lembrar da construção da identidade brasileira e da luta contínua por igualdade racial.</p><p>A comemoração do Dia da África no Brasil é um momento de reflexão sobre como o racismo estrutural, fruto da escravidão, ainda afeta a população negra. E reafirma a necessidade de reparação histórica e igualdade. Por aqui, a luta africana se manifestou na preservação de culturas, religiões e línguas que moldam nosso país.</p><p>A iniciativa reúne professores e estudantes africanos para refletir sobre os processos de independência da década de 1960 e conhecer a cultura africana. Além disso, vai falar sobre os encontros linguísticos que aproximam Brasil e África. É uma oportunidade de reduzir preconceitos a partir do conhecimento cultural, gerando maior inclusão social e valorização.</p><p><b>Programação:</b></p><p><b>Segunda-feira (25)</b>, das 13h30min às 16h30min</p><p>Mesa-redonda 1 – “Vozes da libertação: protagonismo africano nos processos de independência da década de 1960”</p><p>Palestrantes: professor Samba Sané, da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), e o estudante guineense Ijackna Indeque</p><p>Mediadora: Estudante guineense Emilita Laurindo Gomes</p><p>Mesa-redonda 2 – “Brasil e África: encontros linguísticos”</p><p>Palestrantes: professor César Augusto González, do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), e o estudante angolano Miguel Lombas</p><p>Mediadora: Estudante guineense Anaximandra Gomes</p><p><b>Quarta-feira (27)</b></p><p>12h30min – Momento Nostalgia – brincadeiras típicas africanas (na área externa)</p><p>13h30min – Apresentação cultural (etnia Balanta)</p><p>14h – Oficina de lenços (turbantes), oficina de tranças e exposição de objetos e músicas africanas</p><p><i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Verdadeiramente lança série de programetes em áudio sobre saúde mental e desinformação </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/13/proteja-mente</link>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 16:49:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Facos]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[projeto verdadeiramente]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>

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						<description><![CDATA[Áudios serão apresentados em emissoras locais e ligadas a universidades]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O projeto de extensão ‘<i>VerdadeiraMente: prevenção e combate à desinformação em saúde mental</i>’, desenvolvido no Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, lança, nesta&nbsp; quarta-feira (13), uma série de programetes em áudio com foco em saúde mental e desinformação. A produção tem apoio das emissoras da UniFM e Rádio Universidade AM, e os materiais poderão ser veiculados, também, em rádios interessadas em ser parceiras com o projeto.&nbsp;</p>
<p>Até agora, já confirmaram parceria, além das emissoras da UFSM, as rádios comunitárias:&nbsp; Caraí, de Santa Maria; Nativa, de Erval Seco; e RadioCom, de Pelotas. Também manifestaram&nbsp; interesse em veicular o ProtejaMente rádios universitárias associadas à Rede de Rádios Universitárias do Brasil (Rubra), como as emissoras das universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Viçosa (UFV).&nbsp;</p>
<p>O ProtejaMente terá quatro temporadas ao longo de 2026. Cada episódio terá duração de até três minutos. A primeira temporada, a ser veiculada em maio e junho, trará respostas de especialistas sobre as principais dúvidas na área da saúde mental. A segunda irá ao ar em julho, levando aos ouvintes dicas sobre como acessar os serviços de saúde mental pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A terceira terá como objetivo auxiliar a população a não cair&nbsp; em desinformação, e seus episódios serão veiculados em agosto e setembro. A quarta e última&nbsp; temporada do ProtejaMente vai ao ar a partir de setembro, abordando desinformação&nbsp; eleitoral.&nbsp;</p>
<p>“O objetivo de todos os episódios é ajudar o ouvinte a se tornar mais resistente a&nbsp; negacionismos e desinformações de um modo geral. Queremos prestar um serviço à&nbsp; comunidade, para que todos tenhamos mais acesso à informação, à ciência e à cidadania”, explica a coordenadora do projeto, professora Luciana Carvalho.&nbsp;</p>
<p>Todos os episódios das quatro temporadas serão disponibilizados no site do projeto&nbsp; VerdadeiraMente e no perfil do projeto no Spotify. O projeto conta com financiamento do CNPq e Ministério da Saúde em chamada voltada ao enfrentamento da desinformação científica em saúde.&nbsp;</p>
<p><i>Texto: Projeto Verdadeiramente</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Autor de “Torto Arado” fala sobre literatura, trajetória e futuro em entrevista</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/autor-de-torto-arado-fala-sobre-literatura-trajetoria-e-futuro-em-entrevista</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:14:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>

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						<description><![CDATA[Nesta terça-feira (12), o escritor Itamar Vieira Junior participa do Circuito Sesc de Literatura, no campus sede da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Talvez o escritor Itamar Vieira Junior não imaginasse que a história das irmãs Bibiana e Belonísia ultrapassaria as páginas do seu romance para ganhar novas vozes na música brasileira. “Terra aqui só tem valor se tem trabalho / (...) Gente aqui não tem valor, só tem trabalho”, cantam Rubel, Liniker e Luedji Luna em “Torto Arado”, canção inspirada na obra homônima do escritor baiano de 46 anos. Publicado em 2018, o romance acompanha a vida de trabalhadores rurais no sertão da Bahia e aborda temas como ancestralidade, racismo estrutural, disputa por terra e resistência de comunidades descendentes de escravizados.

Finalizado em 2017, logo após a defesa de sua tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia, o romance marcou a estreia de Itamar Vieira Junior na literatura. O livro foi aclamado pela crítica, venceu o Prêmio LeYa, um dos mais importantes da literatura em língua portuguesa, além dos prêmios Jabuti, Oceanos e Montluc Résistance et Liberté, transformando Itamar em um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea.

[caption id="attachment_72780" align="alignright" width="665"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3837.jpg"><img class=" wp-image-72780" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3837-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Em primeiro plano, o escritor Itamar Vieira Junior aparece do peito para cima, olhando para a câmera. Ele veste camisa escura xadrez e casaco preto. Ao fundo, desfocado, há uma área verde do campus da UFSM, árvores com tons amarelados e montanhas ao longe sob céu azul." width="665" height="443" /></a> O escritor Itamar Vieira Junior esteve em Santa Maria para participar do Circuito Sesc de Literatura[/caption]

O geógrafo e servidor público do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), autarquia federal responsável pela administração das terras públicas da União e pela política de reforma agrária, viu sua rotina mudar radicalmente. O trabalho de escritório e as saídas de campo deram lugar a viagens pelo Brasil e pelo exterior para participar de feiras literárias, debates e sessões de autógrafos.

Cinco anos após o sucesso de seu romance de estreia, Itamar retornou às livrarias com “Salvar o Fogo”, lançado pela editora Todavia, segundo volume da trilogia da Terra. Mantendo a trajetória de reconhecimento iniciada por seu antecessor, a obra rendeu ao autor seu segundo Prêmio Jabuti e também alcançou forte desempenho comercial, com cerca de 37 mil exemplares vendidos ainda na pré-venda.

Em 2025, o autor encerrou sua trilogia com “Coração sem Medo”. Diferente dos romances anteriores, marcados pela vida rural, a nova obra desloca o olhar para o espaço urbano, retratando a cidade como local de conflitos e desigualdades. No romance, o leitor acompanha Rita Preta, mãe de três filhos, em meio à busca por um deles, desaparecido em Salvador. No mesmo ano, o autor também lançou um curso de escrita com 12 aulas, iniciativa que apresentou como uma tentativa de ampliar e democratizar o acesso à formação literária no Brasil.

Como parte da divulgação de sua obra, em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc), Itamar Vieira Junior está percorrendo o Rio Grande do Sul com o Circuito Sesc de Literatura. Em Santa Maria, a atividade – realizada em parceria com o Centro de Artes e Letras – acontece nesta terça-feira (12), às 19h, no auditório do prédio 42, no Centro de Ciências Rurais. Inicialmente previsto para acontecer no Teatro Caixa Preta, o encontro precisou ser transferido para um local maior devido à alta procura do público.

Na manhã do dia do evento, Itamar Vieira Junior concedeu entrevista à Agência de Notícias. Em um dia em que as mínimas alcançaram cerca de 4 °C em Santa Maria, o escritor baiano comentou, em tom descontraído, que, mesmo após tantas viagens, “nunca está preparado para o frio”. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:

<b>Agência de Notícias:</b> Antes de se tornar um escritor nacionalmente reconhecido, você atuou como pesquisador e desenvolveu uma tese de doutorado sobre a vida e as relações de trabalho na Chapada Diamantina. De que forma essa experiência de escuta e convivência com comunidades rurais influenciou a construção do universo de “Torto Arado”?

<b>Itamar Vieira Junior:</b> Quando cheguei para realizar esse trabalho, encontrei aquela realidade no campo e pude entender realmente o que era aquilo. Não só as relações de trabalho, mas uma vida social ainda muito marcada por eventos que achamos que já superamos, como a colonização e a escravidão. Acompanhar isso de perto me permitiu dar profundidade e densidade ao que eu queria escrever. Tenho certeza de que, se essa experiência não tivesse acontecido, eu poderia até ter escrito o livro, mas seria outra história. Ela não traria as referências da realidade que traz.

<b>Agência de Notícias:</b> Você começou a escrever “Torto Arado” ainda aos 16 anos. Como foi o processo de construção da obra ao longo dos anos?

<b>Itamar Vieira Junior:</b> Aos 11 anos, ganhei uma máquina de escrever dos meus pais. Acho que eles já me observavam escrevendo e quiseram me dar alguma coisa para eu ficar entretido e quieto, porque eu era muito inquieto. Foi nessa máquina que, aos 16 anos, comecei a escrever essa história. O mote já era o mesmo: duas irmãs, a relação delas com o pai e com a terra. Mas essa história foi se modificando ao longo do tempo. Quando cheguei na página 80, abandonei a escrita. Primeiro porque não tinha maturidade, com 16 anos, para concluir o que estava escrevendo. Depois, porque acho que para escrever precisamos de tempo, de experiência, de vida. Tudo que escrevemos é a vida que nos dá. E eu ainda não tinha isso. Foi ótimo ter esperado 20 anos para retomar esse livro. Eu tinha perdido as páginas originais e precisei reescrever tudo de memória. Claro que já escrevi com outra experiência de vida e também com outra experiência literária. Ao longo desses anos, pude ler muitos autores importantes para que eu encontrasse a minha própria voz literária.

<b>Agência de Notícias: </b>Depois de anos escrevendo longe dos grandes centros literários, “Torto Arado” foi enviado ao Prêmio LeYa sob pseudônimo e acabou rompendo um jejum de mais de uma década sem vencedores brasileiros. O que passou pela sua cabeça ao perceber que uma história profundamente ligada ao sertão, à oralidade e às relações de trabalho no interior da Bahia conseguia atravessar fronteiras e ter seu primeiro grande reconhecimento fora do Brasil?

<b>Itamar Vieira Junior: </b>Eu só mandei o livro para esse prêmio porque não tinha uma editora no Brasil para publicá-lo. Já tinha publicado dois livros de contos antes, e os dois também passaram por prêmios literários locais. Quando terminei “Torto Arado” e considerei que o livro estava pronto, o único prêmio com inscrições abertas era o Prêmio LeYa. Eu já tinha ouvido falar, mas não sabia exatamente o que era. Resolvi enviar, mas sem nenhuma expectativa. Foi quase um envio protocolar, porque eu queria começar a escrever outras coisas. Seis meses depois, recebi a notícia de que o livro tinha vencido. Confesso que não imaginava isso pela história que ele conta. Parece uma narrativa anacrônica para o tempo em que vivemos, um mundo mais urbano, e o livro ainda falando de campo e ruralidade. Mas fui contrariado pelo júri. Esse prêmio foi muito importante porque, pela primeira vez, me colocou nesse lugar de autor. A partir dali, comecei a viajar para Portugal, participar de feiras literárias, falar com a imprensa. Seis meses depois, o livro foi publicado no Brasil e, pouco a pouco, foi conquistando leitores. Sem o Prêmio LeYa, acho que a história desse livro teria sido outra.

<b>Agência de Notícias: </b>Em entrevistas anteriores, você afirmou que nenhum autor pode ser unanimidade diante da complexidade humana. Como você observa o fato de “Torto Arado” ter ultrapassado os círculos literários e se transformado em um raro fenômeno de consenso entre crítica, mercado editorial, academia e redes sociais?

<b>Itamar Vieira Junior:</b> Se olharmos na superfície, pode até parecer uma unanimidade, mas a leitura é algo muito pessoal. Sempre haverá leitores que aquela história não toca. Ainda assim, reconheço que o livro conquistou muitas coisas ao longo desses sete anos de publicação. Hoje o livro já foi traduzido para mais de 30 idiomas e circula em mais de 50 países. E isso é muito especial porque nunca imaginei que essa história chegaria tão longe. Talvez, para nós brasileiros, seja mais fácil entender essa conexão, porque existe um desejo de conhecer o Brasil em toda a sua diversidade. Mas, para o leitor estrangeiro, acho que o que permanece são as emoções que a história transmite. O mais bonito é perceber como o livro ganhou outras formas de vida. Hoje existem peças de teatro inspiradas nele, um musical, músicas, obras de arte. Recebo constantemente mensagens de leitores e artistas que criaram algo a partir da obra. Então é muito bonito ver que o livro encontrou tantos leitores pelo caminho.

<b>Agência de Notícias:</b> Mesmo depois do reconhecimento literário você continuou trabalhando como servidor no Incra. Como é equilibrar essa vida com a produção literária?

<b>Itamar Vieira Junior:</b> Estou há três anos de licença sem remuneração. Existia essa possibilidade e me afastei para viver essa experiência nova como autor, poder circular e participar de feiras literárias, porque antes eu só conseguia fazer isso nos finais de semana. Também começaram a surgir muitas traduções dos romances fora do Brasil e eu já não conseguia conciliar as agendas. Então tenho me dedicado à literatura. Às vezes sinto falta da rotina, do trabalho no escritório, do trabalho no campo. Mas também não posso reclamar do trabalho que faço hoje, porque chego nos lugares para falar sobre livros. Essa sempre foi a minha paixão: a leitura, a literatura e, agora, também a escrita. Vou aos eventos e encontro leitores, pessoas que gostam de literatura como eu gosto, e essa troca é muito forte, muito positiva. Ainda não sei o que vai acontecer no futuro, se vou me afastar definitivamente ou tentar conciliar as duas coisas, como fiz durante muito tempo. Acontece que tudo cresceu muito e eu já não conseguia equilibrar as agendas. Mas, se fosse como nos primeiros livros, eu conciliaria tranquilamente.

<b>Agência de Notícias: </b>Você já disse rejeitar o título de realismo mágico nas suas obras, preferindo tratar elas como obras ancestrais e místicas. Que recado você deixaria para as pessoas que tentam enquadrar sua obra como algo folclórico?

<b>Itamar Vieira Junior:</b> Acho que, talvez por desconhecimento, as pessoas façam esse tipo de leitura. Mas o Brasil tem uma diversidade de culturas que precisa ser considerada, e o que escrevo tenta transmitir isso sem exotizar essas experiências. É mostrar que o mundo não é só como nós vemos. Há pessoas que falam com espíritos, com encantados, que têm uma relação muito forte com a ancestralidade e com a própria cultura. Para alguns de nós, o sonho pode ser apenas ficção ou, dependendo da religião, uma mensagem divina. Mas, para povos como os Yanomami, o sonho é uma dimensão indivisível da vida. Quando acordam, eles ficam relembrando os sonhos para decidir, por exemplo, se naquele dia podem caçar ou cultivar. Ou seja, não existe um jeito certo ou errado de viver, nem culturas exóticas ou folclóricas. Existem maneiras diferentes de se relacionar com o mundo. O que escrevo tenta emular isso. Talvez por isso eu não goste do rótulo de realismo mágico, nem do rótulo de regionalismo. Parece que existe um centro e todo o resto é regional. Para mim, essa ideia não é positiva.

<b>Agência de Notícias:</b> Recentemente, “Torto Arado” passou a integrar o acervo do programa MEC Livros, ampliando o acesso da obra de forma gratuita. O que significa pra você essa inclusão

<b>Itamar Vieira Junior: </b>Acho formidável. Já existia antes uma cultura de pirataria, pouca gente fala disso, mas o livro circulava muito em PDFs piratas e acabou conquistando leitores também dessa maneira. Agora temos algo mais institucionalizado, mais sério, que não prejudica o autor, afinal escrever é o trabalho dele. Vejo o MEC Livros como uma excelente iniciativa. Já existiam plataformas como a Biblion, em São Paulo, mas o MEC Livros tem uma dimensão nacional. E isso é muito importante em um país de dimensões continentais como o Brasil. Existem cidades sem livrarias, sem bibliotecas adequadas, lugares onde só se chega de barco, na Amazônia. Com a internet e plataformas como essa, não há mais motivos para que as pessoas não tenham acesso à leitura. É mais um instrumento a serviço da educação e do livro. Então vejo essa iniciativa com muito entusiasmo.

<b>Agência de Notícias:</b> E agora, com a Trilogia da Terra finalizada, quais são os planos para o futuro?

<b>Itamar Vieira Junior: </b>Tenho muitos planos. Espero ter saúde e vida para conseguir realizá-los. As ideias são tantas que ainda estou em dúvida sobre o que vem agora. Às vezes tenho vontade de me dividir em vários avatares para que cada um possa desenvolver uma coisa diferente e dar vazão a essa mente inquieta, que não para de criar histórias. Em certos momentos isso também é um tormento, porque são muitas histórias vivendo aqui dentro, esperando o tempo certo para acontecer. Mas acredito que esse tempo chega e, aos poucos, elas acabam sendo contadas.

É possível acompanhar mais do trabalho do autor no seu perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/itamarvieirajr" target="_blank" rel="noopener">@itamarvieirajr</a>.

<i>Entrevista: João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</i>

<i>Edição: </i><i>Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pint of Science coloca Frederico Wesphalen na rota mundial da ciência </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/pint-of-science-coloca-fw-na-rota-mundial-da-ciencia</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:39:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[E se a sua melhor conversa de bar pudesse mudar o mundo? Festival internacional reúne pesquisadores para levar conhecimento de forma simples à comunidade em ambientes descontraídos 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Estudantes-testando-funcionamento-de-drones-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizonal de dois estudantes, um homem e uma mulher vestidos com roupas casuais e estão em um local fechado. Os dois estão com as mãos em um controle semelhante ao usado para jogos de videogame." />											<figcaption>Estudantes testam funcionamento de drones</figcaption>
										</figure>
		<p>Nos dias 18, 19 e 20 de maio, o festival internacional que brinda a ciência, o Pint of Science, ocorre em Frederico Westphalen. “Além de democratizar o acesso ao conhecimento científico, o festival contribui para despertar vocações, fortalecer a educação e valorizar a produção científica nacional”, explica a assessoria de comunicação da edição brasileira do festival. “Vale destacar que não há necessidade de inscrições e todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso com a inclusão e o amplo acesso à ciência”, complementa.  </p>
<p>Pela primeira vez, vamos transformar nossos espaços em centros de inovação. Vamos brindar às descobertas que mudam nossas vidas e mostrar que a nossa cidade respira conhecimento. Não importa se você é estudante, agricultor, empresário ou apenas alguém curioso. Este evento é para quem acredita que aprender pode — e deve — ser divertido. </p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A estreia de Frederico Westphalen no Pint Of Science consolida o município como um polo de disseminação de conhecimento no interior do Rio Grande do Sul. Ao unir inovação, tecnologia e consciência social em ambientes descontraídos, o festival reafirma que o progresso da sociedade começa, muitas vezes, em uma boa conversa. Não perca a chance de fazer parte deste marco histórico para a ciência da nossa cidade.</p>
O Pint of Science em Frederico Westphalen é uma promoção do <i style="color: #000000;font-size: 16px">Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.  O patrocínio é de </i><i style="color: #000000;font-size: 16px">Sicredi, Maudito Gastro Bar, Speed, Criare Camisetaria, Vitrola e Complexo 34. Os apoiadores são: </i><i style="color: #000000;font-size: 16px">SRS Digital, Cotrifred, Unna, Empório – produtos Gourmet e Ecológica Jr. </i>
<h3><b> </b></h3>
<h3><b>Três dias de Pint of Science em Frederico Westphalen</b></h3>
<p> </p>
<p><b style="color: #000000;font-size: 1rem">18 de maio (segunda) - Ciência aplicada e inovação </b></p>
<p> </p>
<p>A Vitrola vai abrir as portas para falarmos de Ciência Aplicada e Inovação. A professora Denise Schmidt responderá se os <i>Aromas podem proteger as plantas</i>. Enquanto Cristiano Bertolini pergunta:<i> Onde fica o banheiro?</i> Ao trazer essa questão, ele vai pontuar <i>os erros de tradução que a IA (ainda) comete</i>.   </p>
<p> </p>
<p><b>19 de maio (terça) – Tecnologia e informação </b></p>
<p> </p>
<p>Será a vez do Maudito Gastro Bar recepcionar os pesquisadores para um dia de debates sobre Tecnologia e informação. Na era da Inteligência Artificial, a distinção entre o real e a mentira vira linha tênue. Para falar sobre a temática, a professora Mirian Redin de Quadros discutirá:<i> Por que ainda acreditamos em fake news?</i> Na sequência, Emanuel Araújo Silva faz em sua apresentação um paralelo divertido com a percepção de que "dois chopes parecem iguais, mas não são" para explicar a gestão de um olival de 34 hectares. O tema da sua fala é: <i>O que a cerveja, o drone, a IA e a oliveira têm em comum?.</i>  </p>
<p> </p>
<p>A professora Letícia Trevisan Gressler encerrá a noite com a discussão sobre uma das maiores ameaças globais à saúde, associada a milhões de mortes por ano e com potencial de crescer ainda mais nas próximas décadas: a resistência antimicrobiana. As superbactérias já começaram a aparecer e estão até na água que consumimos. Então, para ficar por dentro desse assunto, não perca a fala da pesquisadora:<i> A próxima pandemia já começou: e você faz parte dela</i>. </p>
<p> </p>
<p><b>20 de maio – Novas gerações e a ciência em formação </b></p>
<p> </p>
<p>Na última noite, ainda no Maudito Gastro Bar, jovens estudantes apresentarão suas pesquisas a partir da proposta Novas gerações e a ciência em formação. De forma leve, Luma Dal’ Astra Zanella mostra a presença dos microplásticos no ambiente e no nosso cotidiano, desde a origem do plástico até onde esses materiais já foram encontrados. Será que <i>Você já comeu plástico hoje?</i> </p>
<p> </p>
<p>Em 2024, o Rio Grande do Sul parou em meio às piores enchentes da história. Com suas casas e famílias também atingidas, muitos jornalistas precisaram trabalhar para mostrar em tempo real os fatos. Júlia Negrello Decarli pesquisou como as histórias de vida dos profissionais da comunicação impactam nas informações que chegam até nós. A estudante vai apresentar o tema <i>Como noticiar uma tragédia quando você também é vítima dela?</i> </p>
<p> </p>
<p>Por fim, uma experiência com máquinas moleculares que imitam movimentos macros. Embora invisíveis a olho nu, pesquisas mostram que essas moléculas, no futuro, conseguiriam, por exemplo, fazer a entrega direcionada de medicamentos dentro do organismo. Química pura mostrada de maneira simples pela mestranda Suzan Kamine Kunz, que vai fazer sua fala a partir da pergunta, <i>E se máquinas fossem moléculas? </i></p>
<p> </p>
<p><i style="color: #000000;font-size: 1rem"><b>Texto</b>: Cristina Guerini, produtora cultural</i></p>
<p><i><b>Fotos</b>: Gabriel Cocco</i></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Experimento-realizado-com-microplasticos-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizonal de bancada em laboratório de química. Uma pessoa com luvas azuis segura uma recipiente com pequenos pedaços de plástico e um ferramenta semelhante a uma pinça e coloc em um becker que contém um líquido cor alaranjada e translúcido. Ainda na bancada estão outras vidrarias com o mesmo líquido alarjado." />											<figcaption>Experimento feito com microplásticos no campus Frederico Westphalen da UFSM</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório de Práticas Integrativas oferece massagens para a população em geral</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/laboratorio-de-praticas-integrativas-oferece-massagens-para-a-populacao-em-geral</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:07:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[LAPICS]]></category>
		<category><![CDATA[massagem]]></category>
		<category><![CDATA[massagem terapêutica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72775</guid>
						<description><![CDATA[Agendamento deve ser feito mediante formulário online]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Lapics) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está realizando massagens nas quartas-feiras pela manhã para a comunidade em geral. Os atendimentos ocorrem na sala 4133, do Prédio 20, no campus sede, a partir das 8h.</p>
<p>As massagens relaxantes, terapêuticas, drenagem linfática e com uso de recursos terapêuticos manuais são feitas como atividade prática da disciplina de Recursos Terapêuticos Manuais, do curso de Fisioterapia, sob orientação da professora Ângela Zanella.</p>
<p>Qualquer pessoa pode participar das sessões gratuitas desde que agende pelo <a href="https://forms.gle/keSfc9ygJGfQ7UdF6">formulário online </a>e exista vaga. Não precisa ter queixa específica. </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é aprovada em edital internacional do BRICS-NU e liderará rede de pesquisa sobre biodiversidade e sustentabilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/ufsm-e-aprovada-em-edital-internacional-do-brics-nu-e-liderara-rede-de-pesquisa-sobre-biodiversidade-e-sustentabilidade</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:42:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[brics-nu]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72774</guid>
						<description><![CDATA[Projeto coordenado pela universidade reúne instituições do Brasil, Egito e Indonésia para pesquisas em conservação da biodiversidade, saúde ambiental e soberania alimentar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="302" data-end="585">Nesta segunda-feira (11), foi divulgado o resultado do edital do programa BRICS Network University (BRICS-NU). Como uma das 28 instituições brasileiras selecionadas, a Universidade coordenará um projeto na área de Ciências Naturais em parceria com universidades brasileiras e estrangeiras.</p>
<p data-start="589" data-end="863">A iniciativa internacional é voltada ao fortalecimento da cooperação científica entre instituições de ensino superior dos países que integram o bloco BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia.</p>
<h3 data-start="589" data-end="863">Pesquisa em biodiversidade e sustentabilidade</h3>
<p data-start="867" data-end="1208">Intitulada “Processos biológicos, genéticos e evolutivos aplicados à conservação da biodiversidade”, a proposta será desenvolvida entre 2027 e 2031 e busca integrar estudos sobre biodiversidade, genética, evolução e biotecnologia ao desenvolvimento de soluções voltadas à sustentabilidade, à saúde humana e ambiental e à segurança alimentar.</p>
<p data-start="1212" data-end="1583">A rede internacional será coordenada pela professora Leila Queiroz Zepka, da UFSM, e reúne pesquisadores da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), além de universidades do Egito e da Indonésia. Participam do projeto a University of Sadat City e a Aswan University, do Egito, e a Universitas Airlangga e a Universitas Sumatera Utara, da Indonésia.</p>
<p data-start="1587" data-end="1896">Um dos principais objetivos do projeto é compreender como processos biológicos e mudanças ambientais impactam os ecossistemas, a produção de alimentos e a saúde das populações. A iniciativa também prevê o desenvolvimento de tecnologias inovadoras e produtos com potencial de aplicação científica e industrial.</p>
<h3 data-start="1587" data-end="1896">Internacionalização e formação acadêmica</h3>
<p data-start="1900" data-end="2200">Segundo Leandro Souza da Silva, coordenador de Ações e Programas Estratégicos d<span style="font-size: revert;color: initial">a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), o edital incentivará projetos em rede, promovendo o intercâmbio científico entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros. A iniciativa prevê apoio para mobilidade acadêmica, bolsas de pesquisa e missões de trabalho ao longo de quatro anos.</span></p>
<p data-start="2204" data-end="2710">O projeto reúne seis programas de pós-graduação da instituição, entre eles os de Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica), Biodiversidade Animal, Ciência do Solo, Ciências Biológicas: Farmacologia e Ciências Farmacêuticas. Além da produção científica, a iniciativa amplia as oportunidades de internacionalização para estudantes e pesquisadores. Entre as modalidades de bolsa previstas estão doutorado sanduíche, pós-doutorado e professor visitante sênior, possibilitando que estudantes realizem parte de sua formação em universidades estrangeiras.</p>
<p data-start="2714" data-end="3025">A PRPGP destaca que a participação da UFSM no edital reforça o reconhecimento internacional da Universidade e sua inserção em redes globais de pesquisa. A instituição foi uma das 20 universidades brasileiras habilitadas para participar do programa, evidenciando seu potencial em âmbito nacional e internacional.</p>
<p data-start="3029" data-end="3403">A expectativa é de que iniciativas como essa fortaleçam a produção científica brasileira por meio da colaboração internacional e da troca de conhecimento entre diferentes áreas e países. Entre os impactos esperados estão o aumento das publicações científicas, o desenvolvimento de novas tecnologias e a ampliação de convênios internacionais entre programas de pós-graduação.</p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Nadine Guarize, acadêmica de Jornalismo, estagiária da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<p data-start="3029" data-end="3403"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus celebra o aniversário de Santa Maria no próximo domingo (17)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/viva-o-campus-celebra-o-aniversario-de-santa-maria-no-proximo-domingo-17</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:24:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72773</guid>
						<description><![CDATA[O evento será realizado em parceria com a Prefeitura de Santa Maria, integrando as ações do programa Prefa nos Bairros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove no próximo domingo (17) uma edição especial do Viva o Campus em comemoração aos 168 anos de Santa Maria. O evento será realizado em parceria com a Prefeitura de Santa Maria, integrando as ações do programa Prefa nos Bairros. Com atividades gratuitas e abertas à comunidade, a programação acontece no Largo do Planetário, no campus da UFSM, reunindo atrações culturais, ações de saúde, serviços, lazer, ciência, educação e entretenimento para toda a família.</p>
<p>As atividades iniciam-se ao meio-dia, com a vacinação contra a gripe e demais serviços de saúde oferecidos pela Prefeitura de Santa Maria. Já as demais atrações acontecem das 14h às 18h.</p>
<p>A programação artística contará com apresentações musicais de Junior Benaduce, às 15h, e da banda Onda Sul, às 17h.</p>
<p>Entre os parceiros já tradicionais do Viva o Campus, estão o Jardim Botânico da UFSM, com oficinas, exposições e atividades junto à natureza; o projeto Hangar Aeroespacial, com simulador de voo e oficina de minifoguetes; a Polifeira do Agricultor; a Mostra de Ciências Morfológicas; e o projeto Arte Além do Ofício, além de diversas ações de extensão universitária voltadas à educação ambiental, saúde, literatura e empreendedorismo social.</p>
<p>Nesta edição especial, a Prefeitura de Santa Maria leva ao campus uma ampla estrutura de serviços e atendimentos por meio do programa Prefa nos Bairros, incluindo vacinação, atualização do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), orientações de saúde, ações de prevenção à dengue, testes rápidos, serviços voltados ao empreendedorismo, empregabilidade, educação, trânsito, defesa civil e assistência social.</p>
<p>O público também poderá aproveitar brinquedos infláveis, passeio de trenzinho pelo campus, exposição de veículos antigos, <i>food trucks</i> e a primeira edição do Esquenta Chapa, com comercialização do tradicional xis, considerado um dos símbolos gastronômicos de Santa Maria.</p>
<p>Criado em 2014, o Viva o Campus tem como objetivo aproximar a comunidade da Universidade, promovendo o acesso à cultura, arte, ciência e conhecimento, além de incentivar a ocupação dos espaços públicos, a convivência comunitária e a valorização da extensão universitária. Ao longo dos anos, o projeto consolidou-se como uma importante ação de integração entre a UFSM e a sociedade.</p>
<p><b>Programação:</b></p>
<p><b>P</b><b>rogramação artística</b></p>
<p>No Largo do Planetário:</p>
<p>15h – Junior Benaduce (música nativista);</p>
<p>17h – banda Onda Sul.</p>
<p><b>Parceiros fixos:</b></p>
<p><b>Jardim Botânico</b></p>
<p>14h às 18h – Visita livre ao telhado verde, ao jardim sensorial e à horta mandala, além de exposição de animais taxidermizados;</p>
<p>15h – Oficina de pintura botânica;</p>
<p>16h – Corrida na trilha.</p>
<p><b>Hangar Aeroespacial</b></p>
<p>14h às 18h – Apresentações gerais e simulador de voo;</p>
<p>14h30min – Oficina de minifoguetes.</p>
<p><b>Mostra Morfo</b></p>
<p>14h às 18h – Concurso Explorando a Embriologia, no prédio 19</p>
<p><b>Polifeira </b><b>do</b><b> Agricultor</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p><b>Arte Além do Ofício</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p><b>Projetos de Extensão da UFSM:</b></p>
<p><b>Escambo Solidário</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p>• Troca de resíduos sólidos recicláveis secos (plástico, papel, alumínio, CDs, miçangas e óleo de cozinha) por mudas de plantas, adubo orgânico, <i>ecobags</i> e outros produtos vinculados ao projeto;</p>
<p>• Resgate de pontos pelo aluno cadastrado no projeto e troca por plantas.</p>
<p><b>O Ruído Nosso de Cada Dia</b></p>
<p>14h às 18h, no Largo do Planetário</p>
<p>• Exposição e distribuição de materiais educativos;</p>
<p>• Esclarecimentos de dúvidas;</p>
<p>• Agendamento de avaliação auditiva no Serviço de Atendimento Fonoaudiológico da UFSM.</p>
<p><b>Experiências Literárias com Bebês e Crianças Bem Pequenas</b></p>
<p>14h às 18h, no bosque em frente ao Planetário</p>
<p>• Promoção de leitura literária para os bem pequenos</p>
<p><b>Incubadora Social</b></p>
<p>• Feira dos empreendimentos</p>
<p><b>Outras atividades:</b></p>
<p><b>Associação de Veículos Antigos de Santa Maria (Avasm)</b></p>
<p>• Exposição de veículos antigos</p>
<p><b>Atividades da Prefeitura:</b></p>
<p><b>Chimarródromo</b></p>
<p>• Distribuição de água quente e erva-mate</p>
<p><b>Espaço institucional</b></p>
<p>• Prefeitura e UFSM</p>
<p><b>Resiliência climática e relações comunitárias/Defesa Civil</b></p>
<p>• Cadastro de alertas da Defesa Civil;</p>
<p>• Orientações sobre prevenção e autossalvamento.</p>
<p><b>Saúde</b></p>
<p>• Política de HIV – Trailer Testa Santa Maria;</p>
<p>• Política de Saúde Bucal, com a Unidade Odontológica Móvel;</p>
<p>• Agente de Saúde em Endemias – material demonstrativo sobre a dengue;</p>
<p>• Vacinação (contra a gripe);</p>
<p>• Atualização de cartão SUS;</p>
<p>• Orientação nutricional;</p>
<p>• Orientação sobre métodos contraceptivos;</p>
<p>• Verificação de consultas e exames.</p>
<p><b>Desenvolvimento social</b></p>
<p>• Campanha do Agasalho (início das doações);</p>
<p>• Família Acolhedora (informações);</p>
<p>• Centro de Referência da Mulher (informações);</p>
<p>• Emprega Santa Maria (divulgação de vagas de emprego).</p>
<p><b>Desenvolvimento econômico e inovação</b></p>
<p>• Sala do Empreendedor – orientações sobre abertura de microempreendimentos individuais (MEIs);</p>
<p>• Imembuí Microfinanças – orientações sobre microcrédito.</p>
<p><b>Gestão de pessoas/ Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE)</b></p>
<p>• Orientações sobre o programa Bolsa Estágio</p>
<p><b>Segurança e ordem pública</b></p>
<p>• Escolinha Itinerante de Trânsito;</p>
<p>• Distribuição de material educativo e informativo sobre o Maio Amarelo.</p>
<p><b>Educação</b></p>
<p>• Contação de histórias;</p>
<p>• Ações de educação fiscal.</p>
<p><b>Esporte/cultura/entretenimento</b></p>
<p>• Teste de velocidade de pedestres;</p>
<p>• Brinquedos infláveis;</p>
<p>• Passeio de trenzinho pelo campus.</p>
<p><i><b>Food trucks</b></i></p>
<p>• 1ª edição do Esquenta Chapa (comercialização de xis, o lanche símbolo de Santa Maria)</p>
<p><i>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte da PRE</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de ensino sobre musicalização de bebês disponibiliza duas vagas para bolsistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/11/projeto-de-ensino-sobre-musicalizacao-de-bebes-disponibiliza-duas-vagas-para-bolsistas</link>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:37:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[educação especial]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72771</guid>
						<description><![CDATA[Podem concorrer alunos dos cursos de Licenciatura em Música, Pedagogia ou Educação Especial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Estão disponíveis duas bolsas para atuação no projeto de ensino intitulado “Estudos e práticas pedagógicas sobre o bebê: formação inicial e continuada de professores na interlocução com a intervenção-ação musical – ‘Musicalização de bebês’”. Podem concorrer alunos dos cursos de Licenciatura em Música, Pedagogia ou Educação Especial. Os interessados em participar da seleção devem preencher até o meio-dia desta quarta-feira (13) o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdVGXONIlEUQjop6d4-Wt4sPlbhZV4K0E9mxkMjSS6Lq-H12Q/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, ao qual devem ser anexados o comprovante de matrícula, o histórico escolar e uma carta de intenções. Os candidatos classificados vão receber uma bolsa mensal de R$ 700,00, correspondente a uma carga de 20 horas semanais. Outras informações constam no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Edital-de-selecao-de-bolsistas_PROLICEN_2026_Musicalizacao-de-bebes.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital de seleção</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>HUSM realiza transplante inédito de medula óssea sem transfusão de sangue</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/11/husm-realiza-transplante-inedito-de-medula-ossea-sem-transfusao-de-sangue</link>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:31:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72768</guid>
						<description><![CDATA[Procedimento exigiu adaptação de protocolos para garantir segurança clínica e respeitar a decisão religiosa do paciente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="206" data-end="777">No Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), integrante da Rede HU Brasil, meses de planejamento, estudo e articulação entre diferentes especialidades resultaram, no dia 15 de abril, na realização de um transplante autólogo de medula óssea sem transfusão de sangue. O procedimento, inédito na instituição, exigiu a adaptação rigorosa de protocolos assistenciais com base em diretrizes internacionais e no conceito de <em data-start="627" data-end="653">Patient Blood Management</em> (PBM), abordagem que prioriza a preservação e o manejo do próprio sangue do paciente durante todas as etapas do tratamento.</p>
<p data-start="781" data-end="1062">A estratégia foi conduzida pela equipe do Serviço de Transplante de Medula Óssea (TMO), em conjunto com a hemoterapia e outras áreas assistenciais do hospital, para atender Anderson Mazzon, de 25 anos, respeitando integralmente sua decisão religiosa de não receber hemocomponentes.</p>
<p data-start="1066" data-end="1402">No transplante autólogo, as células-tronco do próprio paciente são coletadas, armazenadas e posteriormente reinfundidas após o tratamento quimioterápico, com o objetivo de restabelecer a produção sanguínea. Em situações habituais, esse processo demanda transfusões de sangue e plaquetas devido à queda temporária das células sanguíneas.</p>
<p data-start="1406" data-end="1741">No caso de Anderson, cada etapa precisou ser reorganizada, desde a preparação clínica até o suporte durante o período de aplasia medular. O uso de medicações específicas, o controle rigoroso de perdas sanguíneas e o acompanhamento intensivo permitiram que o procedimento fosse realizado com segurança, sem a necessidade de transfusões.</p>
<h3 data-start="1745" data-end="1777">Do diagnóstico ao tratamento</h3>
<p data-start="1781" data-end="2128">Morador do interior de Rosário do Sul, Anderson começou a apresentar sintomas durante o período de colheita da soja, quando uma tosse persistente passou a comprometer sua rotina. Após buscar atendimento no Hospital de Caridade Nossa Senhora Auxiliadora (HCNSA), exames identificaram alterações na região do mediastino, localizada entre os pulmões.</p>
<p data-start="2132" data-end="2204">Dias depois, uma biópsia confirmou o diagnóstico de linfoma não Hodgkin. “Em um primeiro momento, fiquei apreensivo, mas tentei me manter calmo. Só tive uma reação mais forte quando consultei em Santa Maria”, relembra Anderson.</p>
<p data-start="2366" data-end="2631">Após o diagnóstico, ele foi encaminhado ao HUSM, onde iniciou o tratamento na Unidade de Oncologia e Hematologia. Como ainda estava na faixa etária atendida pelo serviço, permaneceu internado no Centro de Tratamento da Criança e do Adolescente com Câncer (CTCriac).</p>
<p data-start="2635" data-end="2942">Integrante da comunidade das Testemunhas de Jeová desde a infância, Anderson e sua família passaram a buscar alternativas que permitissem conciliar o tratamento com suas convicções religiosas. As Testemunhas de Jeová não aceitam transfusões de hemocomponentes, como hemácias, leucócitos, plaquetas e plasma.</p>
<p data-start="2946" data-end="3311">Em setembro de 2024, o Supremo Tribunal Federal reconheceu o direito de pacientes recusarem transfusões de sangue por convicção religiosa. Paralelamente, o <em data-start="3102" data-end="3128">Patient Blood Management</em> vem sendo adotado internacionalmente como abordagem baseada em evidências científicas para reduzir ou evitar transfusões, de acordo com a avaliação individual de riscos e benefícios.</p>
<p data-start="3315" data-end="3426">Diante da complexidade do caso, a família chegou a considerar a busca por tratamento em outros centros do país. “O apoio do meu grupo religioso em relação à minha saúde foi muito acolhedor. Quase todos os dias recebo mensagens de força e incentivo. Esse processo me aproximou ainda mais de Jeová”, relata Anderson.</p>
<h3 data-start="3636" data-end="3679">Planejamento e integração entre equipes</h3>
<p data-start="3683" data-end="3849">Embora o HUSM já possua experiência consolidada em transplantes autólogos e alogênicos, o procedimento exigiu meses de preparação e integração entre diferentes áreas, já que pela primeira vez, o Serviço de Transplante de Medula Óssea realizou um transplante autólogo sem transfusão de sangue. “Além do preparo técnico, foi fundamental o engajamento do paciente e da sua rede de apoio, já que o transplante sem transfusão exige o uso de medicações específicas e ainda enfrenta desafios de acesso no SUS”, explica a médica Marielli Rosa Sagrilo, responsável pelo Serviço de Transplante de Medula Óssea.</p>
<p data-start="4164" data-end="4268">Segundo a médica, o procedimento reforça o compromisso institucional com o cuidado centrado no paciente. “O procedimento demonstra não apenas a capacidade técnica da equipe, mas também o profundo comprometimento com o paciente, sua individualidade e sua rede de apoio”, destaca.</p>
<p data-start="4449" data-end="4721">Ao longo do tratamento, Anderson realizou inicialmente seis sessões de quimioterapia de forma ambulatorial. Posteriormente, após a progressão do linfoma para outra região do corpo, precisou permanecer internado no CTCriac para continuidade da quimioterapia e radioterapia. “A quimioterapia demorava em torno de três dias para ser feita. Depois eu ficava mais alguns dias no CTCriac para me recuperar e, quando estava melhor, voltava para casa”, conta.</p>
<p data-start="4907" data-end="5091">Com a doença controlada, Anderson permaneceu 24 dias hospitalizado em 2026 para a realização da infusão de medula óssea. Atualmente, ele já recebeu alta e retornou para Rosário do Sul.</p>
<h3 data-start="5095" data-end="5129">O que é o linfoma não Hodgkin?</h3>
<p data-start="5133" data-end="5379">O linfoma é um tipo de câncer que afeta o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo contra infecções. Diferentemente da leucemia, que tem origem na medula óssea, o linfoma se desenvolve nos linfonodos e em outros tecidos linfáticos.</p>
<p data-start="5383" data-end="5597">Existem dois tipos principais da doença: o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin (LNH). Este último reúne mais de 20 subtipos e se caracteriza pela multiplicação desordenada das células de defesa do organismo.</p>
<p data-start="5601" data-end="5744">Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de 12.560 novos casos de linfoma não Hodgkin por ano no Brasil entre 2026 e 2028.</p>
<p data-start="5601" data-end="5744"><em>Texto: Luiza Ventura, estagiária da Assessoria de Comunicação do HU Brasil<br />Edição: Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM chega ao pódio nas edições de 2026 do Campeonato Gaúcho de Atletismo e dos JUBs Praia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/11/ufsm-chega-ao-podio-nas-edicoes-de-2026-do-campeonato-gaucho-de-atletismo-e-dos-jubs-praia</link>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:25:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[beach tennis]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato gaúcho]]></category>
		<category><![CDATA[jubs praia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72767</guid>
						<description><![CDATA[Foram oito medalhas no Estadual e o terceiro lugar geral na competição nacional praiana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_72770" align="alignleft" width="450"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-19.44.27-300x199.jpeg" alt="" width="450" height="298" /> Competição estadual de atletismo aconteceu em Porto Alegre[/caption]
<p>A equipe de atletismo da UFSM conquistou resultados expressivos no 101º Campeonato Gaúcho Adulto de Atletismo, realizado em Porto Alegre, somando oito medalhas e reafirmando a força da instituição no cenário esportivo estadual. Ao longo da competição, foram três medalhas de prata e cinco medalhas de bronze em diferentes provas da categoria adulta. Já nos Jogos Universitários Brasileiros de Praia (JUBs Praia), sediados em Guarapari, no Espírito Santo, entre 3 e 10 de maio, a UFSM conquistou importantes resultados no beach tennis.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os destaques do atletismo, Matheus Silva Caetano Costa sagrou-se vice-campeão dos 100 metros rasos, enquanto Djeison Eduardo Rodrigues da Silva conquistou a medalha de prata nos 400 metros rasos. A equipe do revezamento 4x100 metros masculino, formada por Igor Acosta Martins, Lorenzo Tascheto, Luiz Henrique Agostini Marchioro e Prince Dennis Gokeh, também garantiu o vice-campeonato estadual.</p>
<p>As medalhas de bronze vieram com Guilherme Ramos da Silva nas provas de fundo, Igor Acosta Martins nos 110 metros com barreiras e também no salto com vara, além de Adriano Alexandre Velozo no lançamento do disco. Os resultados consolidam o crescimento do atletismo da UFSM e evidenciam o trabalho desenvolvido pelos atletas e pela comissão técnica da universidade, que são coordenados pelo professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos.</p>
[caption id="attachment_72769" align="alignright" width="450"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-18.26.46-300x244.jpeg" alt="" width="450" height="366" /> Da esquerda para direita: Fisioterapeuta Renal Leal, Presidente da FUGE Eduardo Merino, Jade, Luiza, Pedro, Thiago, Prof. Luiz Fernando e o Chefe de delegação Eduardo Friedrich[/caption]
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>No beach tennis dos JUBs Praia, na disputa das duplas mistas, os acadêmicos Pedro Martins e Luiza Amador garantiram a medalha de bronze após uma campanha de destaque, colocando a Universidade entre as principais instituições de ensino superior do país na modalidade. Além da medalha, a UFSM também celebrou o troféu de terceiro lugar geral por equipes no beach tennis masculino. O resultado foi obtido a partir da soma das pontuações conquistadas nas disputas masculinas e mistas pelos atletas Pedro Martins, Thiago Cerutti, Jade Kaufman e Luiza Amador, consolidando a UFSM no pódio nacional universitário da modalidade. A participação reforça o crescimento do esporte universitário na instituição e evidencia o trabalho desenvolvido pelos estudantes-atletas da UFSM, que representaram a universidade em alto nível nos JUBs Praia 2026.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A delegação da UFSM contou ainda com a coordenação do professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, responsável por acompanhar, auxiliar e organizar as atividades das equipes da universidade durante toda a competição, dando suporte aos acadêmicos nas disputas realizadas em solo capixaba. Com as conquistas no beach tennis, a delegação santa-mariense retorna do Espírito Santo trazendo medalhas, troféu e a confirmação que a Instituição está entre as grandes forças do esporte universitário brasileiro.</p>
<p><em>Com informações e fotos do NIEEMS</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Capacitação na UFSM debate uso de bioinsumos pela agricultura familiar </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/11/capacitacao-na-ufsm-debate-uso-de-bioinsumos-pela-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:05:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[#bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade promoveu troca de experiências sobre produção sustentável, controle biológico e diminuição da dependência de agrotóxicos 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3257-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Um homem fala ao microfone em um auditório durante palestra sobre bioinsumos. À esquerda há bandeiras e um púlpito com a identidade visual da Rede Bio. Ao centro e mais acima, um telão exibe um cartaz do evento com informações já apresentadas no texto. Na parte inferior, uma plateia sentada acompanha a atividade." />											<figcaption>Palestra sobre o papel dos bioinsumos na transição agroecológica reuniu participantes no auditório do Colégio Politécnico </figcaption>
										</figure>
		<p>Cerca de 50 agricultores participaram, na tarde da última sexta-feira (8), da capacitação “O papel dos bioinsumos na transição agroecológica”, realizada no auditório do Colégio Politécnico da UFSM. O encontro reuniu produtores rurais, pesquisadores, estudantes e representantes de instituições ligadas ao setor para discutir alternativas sustentáveis de cultivo, com foco no uso de insumos biológicos e na multiplicação de microrganismos.</p><p>Promovida pela Rede Bioinsumos, em parceria com a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), o programa de Pós-Graduação (PPG) em Extensão Rural da UFSM e o Colégio Politécnico, a atividade integrou uma série de ações voltadas ao fortalecimento da agroecologia e da autonomia dos agricultores na fabricação de seus próprios recursos biológicos.</p><p>Bioinsumos são produtos desenvolvidos a partir de organismos vivos ou de seus derivados. Entre eles estão microrganismos como bactérias e fungos, além de substâncias naturais como extratos vegetais. Esses insumos atuam diretamente no solo e nas plantas, ao contribuir para o desenvolvimento da lavoura e reduzir os impactos ambientais causados por defensivos químicos.</p><p>Para o organizador Marcos Botton Piccin, docente do PPG em Extensão Rural, a proposta da capacitação é incentivar que agricultores retomem o controle de processos produtivos que, ao longo das últimas décadas, passaram a depender somente da indústria. </p><p>Conforme o professor, a modernização do campo fez com que conhecimentos tradicionalmente dominados pelos produtores fossem substituídos pela compra de insumos externos. “A grande questão é que os agricultores passem a controlar um processo biológico dentro da unidade produtiva e não dependam do mercado para adquirir esses produtos”, afirmou. Além da redução de custos, Piccin destacou benefícios relacionados à saúde e ao ecossistema, visto que sistemas de base biológica reduzem a exposição a tóxicos e diminuem os riscos de contaminação do solo e da água.</p><p>A programação contou ainda com a participação do assessor técnico da Rede Bioinsumos, Maurício Pissim, responsável pela capacitação. Veterinário e integrante do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAS), Maurício explicou que o projeto prevê a implementação de unidades de fabricação em organizações da agricultura familiar. Segundo ele, a iniciativa busca estimular a migração de sistemas convencionais para modelos orgânicos. “Os bioinsumos são uma ferramenta para fazer essa transição”, destacou.. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3247-1024x683.jpg" alt="Foto colorida vertical. Uma pessoa segura uma cartilha sobre produção de bioinsumos para agricultura familiar. À esquerda aparece parte do corredor do auditório. À direita há poltronas e materiais do evento encobertos pela cartilha." />											<figcaption>Cartilha sobre boas práticas para produção de bioinsumos foi distribuída aos participantes do encontro.</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Agricultores da região buscam capacitação</strong></h3><p> A busca por conhecimento levou a agricultora Fátima Leal da Silva ao campus da UFSM. Segundo ela, práticas sustentáveis já fazem parte da rotina em seu sítio, com o reaproveitamento de resíduos para a produção de adubo. A produtora afirma que pretende, futuramente, elaborar os próprios insumos biológicos em casa. </p><p>Fátima participou da capacitação acompanhada do colega da Biofeira de Itaara, o agricultor André Haddad, que procurou o evento para aprender formas alternativas de manejo e baratear os processos no estabelecimento rural. Atualmente, parte do que é utilizado na plantação ainda vem de fornecedores externos. “O que a gente busca aqui é produzir o próprio material, também para diminuir o custo”, disse. De acordo com o agricultor, o uso de químicos em suas terras já é reduzido.“Nós usamos praticamente zero químicos na produção,” revelou. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3296-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Uma agricultora e um agricultor, que posam para a câmera durante evento da Rede Bio. À esquerda está um banner da Unipampa. À direita há um painel verde da Rede Bio. Ambos usam roupas casuais." />											<figcaption>Agricultores participaram das atividades da Rede Bio voltadas à troca de experiências e práticas sustentáveis na agricultura familiar.</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Parceria com Unipampa</strong></h3><p>O evento também contou com a parceria da Universidade Federal do Pampa, responsável pela coordenação da RedeBio na região Sul do país. De acordo com o diretor do campus Itaqui da instituição, José Carlos Severo, a proposta da rede é capacitar produtores, realizar análises técnicas e criar unidades produtivas desses insumos.</p><p>A formação é dividida em duas etapas. A primeira, realizada na UFSM, teve como foco a introdução do que são bioinsumos e como utilizá-los. Já a segunda etapa, prevista para junho, será voltada à capacitação prática de agricultores que irão atuar diretamente nas unidades de produção que serão instaladas no Estado.</p><p>Encontre mais informações sobre o evento no instagram <a href="https://www.instagram.com/bioinsumos_unipampa_mda?igsh=MXU3N3pvdG1kcWdhMA==">@bioinsumos_unipampa_mda </a></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Texto</b>: João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias. </i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Fotos</b>: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banco Vermelho chega ao CAL e reforça combate à violência contra a mulher</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/11/banco-vermelho-chega-ao-cal-e-reforca-combate-a-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 11:34:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[banco vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[Cerimônia no prédio 40 reuniu comunidade acadêmica e contou com a performance “Ethos, primeiro movimento: Patriarcado”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72759" align="alignright" width="504"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_9978-1024x768.jpg" alt="Foto na horizontal, colorida. Em ambiente interno, um grupo de treze pessoas posam para foto atrás do banco pintado de vermelho, colocado ao centro da imagem. No encosto do banco há frases escritas em branco e um cartaz informativo sobre a campanha. As pessoas sorriem e estão lado a lado, algumas com roupas escuras e outras com peças coloridas. À esquerda, há uma caixa de som preta grande no chão. O espaço possui piso cinza, paredes em tons de cinza e bege, colunas laterais e iluminação. Ao fundo, outras pessoas aparecem em pé próximas à parede." width="504" height="378" /> Comunidade acadêmica se reuniu no hall do prédio 40 para inauguração[/caption]
<p data-start="205" data-end="853">Com a frase “Nós não queremos nenhuma de nós a menos”, a reitora da UFSM, Martha Adaime, marcou a inauguração de mais uma unidade do Banco Vermelho no campus sede da instituição, realizada na última sexta-feira (8). Instalado no hall do prédio 40, no Centro de Artes e Letras (CAL), o objeto simbólico reforça o compromisso da universidade com o enfrentamento à violência contra a mulher. A programação também contou com a performance de estudantes intitulada “Ethos, primeiro movimento: Patriarcado”. Com a nova instalação, a UFSM passa a contar com cinco bancos vermelhos distribuídos em diferentes pontos da universidade.</p>
<p data-start="857" data-end="1280">A inauguração foi promovida pelo Centro de Artes e Letras, em conjunto com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e a Casa Verônica, integrando a programação institucional “8M na UFSM: pela vida das mulheres”. No CAL, o Banco Vermelho foi instalado inicialmente no prédio 40, mas a proposta é que ele circule também pelos demais prédios vinculados ao centro, ampliando a visibilidade da campanha em diferentes espaços acadêmicos.</p>
<h3 data-start="1284" data-end="1313">Arte e compromisso social</h3>
[caption id="attachment_72760" align="alignleft" width="378"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_9982-768x1024.jpg" alt="Foto na vertical, colorida. Em ambiente interno, uma estudante se apresenta no centro da imagem durante performance artística. Ela veste roupas cinzas e brancas e está em movimento, com uma perna levantada e um braço próximo ao rosto. Ao fundo, outro estudante de roupa preta acompanha a cena. No chão, há balões pretos e cartazes espalhados. À direita, parte do público aparece sentado, observando a apresentação. O espaço possui piso cinza e parede clara ao fundo." width="378" height="504" /> Estudantes apresentaram a performance “ETHOS, primeiro movimento: Patriarcado”[/caption]
<p data-start="1317" data-end="1487">Durante a cerimônia, o diretor do Centro de Artes e Letras, Gil Roberto Costa Negreiros, ressaltou o posicionamento institucional do centro diante da pauta. “O CAL reafirma, neste ato, sua posição em defesa dos direitos humanos, da dignidade de todas as mulheres, cis ou trans, e da construção de uma cultura baseada no respeito, na igualdade e na liberdade”, destacou.</p>
<p data-start="1709" data-end="2023">Entre os estudantes envolvidos na confecção e pintura do Banco Vermelho está Vennus, acadêmica do curso de Artes Visuais – Licenciatura. Segundo ela, a composição do grupo responsável pela pintura também carrega um significado simbólico, marcado pela diversidade de identidades e trajetórias representadas na ação. Para a estudante, o projeto demonstra como a arte pode fortalecer a conscientização sobre pautas sociais urgentes dentro da universidade. “Participar disso de uma maneira dentro da nossa área, que é artística, foi muito enriquecedor, não só para a gente, como também para a sociedade e para a comunidade acadêmica”, afirmou.</p>
<p data-start="2360" data-end="2515">Ela também relatou que, durante o processo de pintura, situações das quais tomou conhecimento por meio de notícias reforçaram ainda mais o sentido da ação. “Enquanto a gente estava pintando os bancos, soubemos de casos de assédio ao mesmo tempo em que pintávamos, então era como se aquilo reforçasse a importância também do que a gente estava fazendo”, afirmou.</p>
<h3 data-start="2730" data-end="2774">“ETHOS, primeiro movimento: Patriarcado”</h3>
<p data-start="2778" data-end="3003">Desenvolvida pelo grupo de pesquisa “Corpo, Imagem e Imaginação”, a apresentação “ETHOS, primeiro movimento: Patriarcado” foi coordenada pela professora Mariane Magno Ribas, do Departamento de Artes Cênicas. Durante a apresentação, uma projeção ao fundo exibia um cronômetro que simbolizava a recorrência da violência contra a mulher no país. A contagem foi baseada em dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, segundo os quais uma mulher sofre algum tipo de violência a cada 30 segundos no Brasil.</p>
<p data-start="3314" data-end="3497">A professora Mariane destacou o potencial da linguagem artística como ferramenta de conscientização e transformação social, especialmente no enfrentamento à violência contra a mulher. “A arte, em sua diversidade expressiva e provocativa, pode colaborar com a transformação do sujeito e da sociedade de muitas formas, tanto pela empatia quanto pelo pensamento reflexivo”, afirmou.</p>
<p data-start="3702" data-end="4018">Após a performance, foi anunciada a abertura de um canal de coleta de relatos sobre situações machistas e misóginas, iniciativa vinculada à pesquisa desenvolvida pelo grupo. De acordo com a docente, neste momento, o grupo busca reunir experiências e narrativas que dialoguem com a proposta cênica em desenvolvimento.</p>
<p data-start="4022" data-end="4159">Os depoimentos podem ser encaminhados para o número (55) 99655-0683 e irão contribuir para a construção artística e reflexiva do projeto.</p>
<h3 data-start="4163" data-end="4205">Política institucional e rede de apoio</h3>
[caption id="attachment_72761" align="aligncenter" width="613"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_9981-1024x768.jpg" alt="oto colorida na horizontal que mostra, ao centro, um cartaz da campanha “Feminicídio Zero” fixado no banco pintado de vermelho. O cartaz possui fundo branco e vermelho, com textos informativos sobre violência contra a mulher e dados sobre feminicídio no Brasil, além de QR codes e logos institucionais na parte inferior. Ao redor do cartaz, aparecem partes do banco pintadas em tinta branca. À direita, é possível ver a estrutura do encosto do banco em madeira vermelha." width="613" height="460" /> O banco faz parte da campanha “Feminicídio Zero”[/caption]
<p data-start="4209" data-end="4543">Aprovada em 2021, a Política de Igualdade de Gênero da UFSM busca promover um ambiente universitário baseado no respeito à diversidade e na equidade. Entre os objetivos estão o combate à discriminação de gênero, a criação de mecanismos institucionais de igualdade e a promoção de espaços de formação e reflexão dentro da universidade.</p>
<p data-start="4547" data-end="4952">Um dos espaços que materializam essa política na universidade é a Casa Verônica, uma das entidades promotoras da instalação do Banco Vermelho no CAL e em outros locais do campus. Voltada à promoção da igualdade de gênero e ao acolhimento da comunidade acadêmica, a iniciativa oferece atividades educativas, como rodas de conversa, oficinas e cursos, além de atendimento psicossocial e orientação jurídica.</p>
<p data-start="4956" data-end="5227">Dando continuidade à programação, as próximas inaugurações já estão previstas: em 18 de maio, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE); em 19 de maio, no Centro de Educação Física e Desportos (CEFD); e, em 20 de maio, no Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins.</p>
<p data-start="5231" data-end="5503">Para solicitar algum dos serviços da Casa Verônica, acesse <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica/casa-veronica-servicos?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="5290" data-end="5448">Casa Verônica – Serviços</a> ou entre em contato pelo e-mail <a rel="noopener" data-start="5481" data-end="5502">acolhimentocv@ufsm.br</a>.</p>
<p data-start="5507" data-end="5525"><strong data-start="5507" data-end="5525">Contatos úteis</strong></p>
<ul data-start="5527" data-end="5738">
<li data-start="5527" data-end="5565">Central de Atendimento à Mulher: 180</li>
<li data-start="5567" data-end="5615">Brigada Militar | Patrulha Maria da Penha: 190</li>
<li data-start="5617" data-end="5628">SAMU: 192</li>
<li data-start="5630" data-end="5650">Polícia Civil: 197</li>
<li data-start="5652" data-end="5675">Direitos Humanos: 100</li>
<li data-start="5677" data-end="5713">Centro de Valorização da Vida: 188</li>
<li data-start="5715" data-end="5738">Conselho Tutelar: 125</li>
</ul>
<p data-start="5742" data-end="5850" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em><strong data-start="5742" data-end="5760">Texto e fotos:</strong> Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br data-start="5834" data-end="5838" /><em><strong data-start="5838" data-end="5849">Edição: </strong>Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Brasil avança em Liberdade de Imprensa, mas sofre com disparidade de gênero nas redações e ataques aos jornalistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/liberdade-de-imprensa</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:46:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ejor]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72729</guid>
						<description><![CDATA[Estudo coordenado por professora da UFSM e publicado em ebook da WJS destaca momento atual da atividade jornalística no país
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p style="text-align: left">A Liberdade de Imprensa no Brasil avançou, segundo relatório recém divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Neste ano, o país figura na 52ª posição do ranking geral da RSF e, pela primeira vez, superou os Estados Unidos, que caiu para a 64ª colocação. Embora apresente melhorias, o país enfrenta problemas comuns aos de outras nações, como a judicialização do trabalho da imprensa. Além disso, no Brasil, existe disparidade de gênero nas redações e ocorre aumento dos casos de violência contra jornalistas. Os dados são de estudo inédito da World of Journalism Study (WJS), grupo internacional de pesquisadores do qual faz parte a professora Laura Storch, coordenadora do Grupo de Estudos em Jornalismo <a href="https://www.ufsm.br/grupos/ejor">(EJOR)</a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  </p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O jornalismo tem o compromisso de informar de maneira responsável os assuntos de interesse público. Ao acompanhar e cobrar o cumprimento do papel de quem atua nos três poderes - executivo, legislativo e judiciário -, a imprensa exerce o chamado “quarto poder”. A mídia acaba, assim, contribuindo com a garantia da democracia. Em função do ofício, que implica na exposição a riscos na apuração de informações, o jornalista está em posição de fragilidade e frequentemente sofre com violências, censura, perseguições e manifestações de ódio.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Mundo-na-liberdade-de-imprensa-1.jpg" alt="Imagem colorida horizontal sobre liberdade de imprensa. Em primeiro lugar, Noruega. Em 52º Brasil. EUA. e, 64º" />													
		<h3><b>Liberdade de Imprensa no mundo atinge níveis mais baixos do século XXI</b></h3>
<p></p>
<p>A pontuação média geral dos 180 países monitorados pela&nbsp;<a href="https://rsf.org/pt-br/ranking-2026-liberdade-de-imprensa-no-n%C3%ADvel-mais-baixo-em-25-anos" target="_blank" rel="noopener">Repórteres Sem Fronteiras (RSF)</a>&nbsp;está no nível mais baixo deste século. Divulgado na antevéspera do Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, celebrado no dia 3 de maio, o ranking de 2026 revela que 52% da população mundial vive em lugares em que o trabalho de jornalistas é considerado “difícil” ou “muito grave”. Entre os motivos para tal quadro estão: a ocorrência regular de conflitos armados, a existência de regimes ditatoriais, a polarização política, a criminalização da atividade jornalística e a falta de políticas públicas.</p>
<p>A liberdade de imprensa é monitorada a partir de indicadores econômicos, políticos, legislativos, sociais e de segurança pública. Um dos destaques negativos apontados pela RSF é o índice legislativo, que revela o abuso de mecanismos como lei de segurança para cercear o trabalho da imprensa tanto em regimes autoritários, como a Rússia (172°), quando em países que já foram exemplo de democracia, como Estados Unidos (64º).</p>
<p>“A gente está vivendo um momento muito particular da história em que estamos acompanhando no mundo inteiro um recrudescimento tanto de regimes políticos mais totalitários, quanto de lógicas de mercado mais totalitárias. Esses elementos geram uma pressão importante sobre o jornalismo, num momento em que o próprio jornalismo está fragilizado pelas mudanças internas que está passando”, analisa a professora Laura Storch sobre o ranking da RSF.</p>
<p>A crise a que a pesquisadora se refere tem dois eixos centrais: a sustentabilidade financeira da profissão e a credibilidade da imprensa. A sustentabilidade financeira se revela na dificuldade do “fazer jornalismo”, com a necessidade de atualização de equipamentos caros, as rotinas intensas de trabalho e a manutenção da segurança dos trabalhadores. Já a credibilidade é posta em xeque quando há questionamento da pertinência da profissão e dos profissionais diante do crescimento da figura do influenciador digital, do uso da inteligência artificial e da mudança da dieta informativa.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Brasil-na-liberdade-de-imprensa.jpg" alt="Gráfico colorido horizontal mostra evolução do ranking de liberdade de imprensa no Brasil: que estava em 111 em 2011 e saltou para a posição 52 neste ano, ou seja, melhorou" />													
		<h3><b>Brasil na contracorrente da América Latina</b></h3>
<p> </p>
<p>Pela primeira vez, o Brasil está em posição superior à dos EUA, e está em 52º lugar no ranking da RSF, subindo cinco colocações em relação ao ano passado. O avanço na liberdade de imprensa no país é ainda mais notável se comparado com cinco anos atrás, quando estava em 111º lugar. O relatório da entidade identifica que a mudança do governo de Jair Bolsonaro, que tratava a imprensa de forma truculenta e desacreditava a mídia, para o de Luís Inácio Lula da Silva, que dialoga com jornalistas, foi considerada decisiva para a mudança do quadro. </p>
<p>“Existe um certo enrijecimento social em relação à política em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil”, pondera a professora Laura. A pesquisadora compara dados da pesquisa da RSF com os de estudo que realizou com o grupo de <i>World of Journalism Study </i>e revela<i>: </i>“temos claramente a percepção dos jornalistas brasileiros de que aquele momento do governo Bolsonaro foi muito desafiador e muito agressivo para o trabalho jornalístico. Tinha essa exposição produzida pelos próprios discursos do presidente naquele momento”.</p>
<p>O continente americano passa por uma situação semelhante à das regiões mais perigosas e mortais para o exercício do jornalismo, como Oriente Médio e Europa Oriental - atingidas por guerras e conflitos -, devido à atuação sistemática de governos (Estados Unidos, Argentina e El Salvador) e à violência dos cartéis (México, Equador e Peru). Ao avaliar os dados da região, a <a href="https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/a-liberdade-de-imprensa-nas-americas-cai-drasticamente-em-meio-a-repressao-global-aponta-relatorio-da-rsf/" target="_blank" rel="noopener">LatAm Journalism Review</a> pontua o caso do Brasil como “uma luz nas Américas”, pelo retorno da normalidade democrática, reforço da transparência, do acesso à informação e da independência institucional. Apesar da melhora, a liberdade de imprensa no país é abalada pelo aumento da judicialização e os casos de violência de todos os tipos, incluindo a praticada pelo crime organizado. </p><h3><b>Disparidade de gênero na redações</b></h3>
<p>A rede internacional de pesquisadores <a href="https://worldsofjournalism.org/" target="_blank" rel="noopener">World of Journalism Study</a><i> </i>publicou neste ano, <i>pelo</i> <i>Knight Center,</i> um e-book sobre o exercício da profissão na América Latina. O estudo trilíngue (português, espanhol e inglês) se baseia em entrevistas feitas com mais de 4 mil jornalistas de 11 países pela rede de pesquisadores WJS.</p>
<p><i>O</i> capítulo “Jornalismo brasileiro: Desafios de insegurança, autocensura e disparidades de gênero” é assinado pela professora Laura Storch, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade de Siegen, na Alemanha. O texto destaca que o jornalismo no país é exercido em um contexto marcado por insegurança estrutural, precarização do trabalho e pressões constantes, que impactam diretamente na prática profissional. O Brasil tem altos índices de ataques a jornalistas, incluindo casos de assédio, perseguição, o que contribui para um ambiente hostil e de risco. Em função disso, muitos profissionais recorrem à autocensura como estratégia de autoproteção, evitando determinados temas ou abordagens para reduzir possíveis retaliações. O cenário é agravado pela instabilidade laboral proveniente de contratos frágeis, múltiplos empregos e baixa remuneração. Além do intenso desgaste emocional.</p>
<p>Além disso, o capítulo destaca barreiras estruturais da profissão, a exemplo das desigualdades de gênero na imprensa. De acordo com os pesquisadores, as mulheres têm menos estabilidade na carreira e enfrentam mais assédio e insegurança. A professora da UFSM enfatiza que a questão de gênero transparece na profissão por ser uma característica social.</p>
<p>“As nossas sociedades têm essa característica de que o trabalho da mulher é mais desvalorizado. Existe uma desigualdade estrutural. E isso se repete no jornalismo também. Nesse caso, tanto as pesquisas nacionais, quanto as internacionais vão demonstrar sistematicamente, que existem diferenças muito importantes, em relação ao trabalho da mulher e ao trabalho do homem jornalista, bem como em relação aos tipos de violência que eles sofrem também”, explica.</p>
<h3><b style="background-color: transparent;color: #000000;font-family: Arial, sans-serif;font-size: 11pt;white-space: pre-wrap;text-align: justify">A cada 1,7 minuto, um jornalista brasileiro é agredido virtualmente</b></h3>
<p>O relatório da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), divulgado em 2025, registrou 900 mil ataques virtuais a jornalistas. O número representa uma média de 2,5 mil agressões diárias ou cerca de 1,7 por minuto, indicando um crescimento de 35% em relação ao período anterior.</p>
<p>A Abert aponta que pelo menos nove jornalistas de veículos, como jornais, sites e emissoras de televisão, foram impedidos de realizar coberturas políticas, esportivas e regionais no ano passado, o que representa um aumento de 55% se comparado ao período anterior. A professora explica que normalmente, os casos de ataques contra jornalistas são muito particulares, e que a maioria dos profissionais depende do apoio oferecido pelas instituições. As empresas de mídia, por outro lado, nem sempre têm protocolos bem estabelecidos para lidar com as situações. A pesquisadora compara com a situação das enchentes, em que os jornalistas ficaram expostos a uma série de riscos, mas que os protocolos foram sendo estruturados com o tempo. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No Brasil, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é a responsável por defender os direitos trabalhistas dos jornalistas, e  a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entidade sem fins lucrativos voltada ao jornalismo de interesse público, defende a liberdade de expressão e o aprimoramento das técnicas de investigação jornalística.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Reportagem: Ellen Scwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Infografia: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Edição: Maurício Dias</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série de boletins radiofônicos destaca informações da UFSM Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/serie-de-boletins-radiofonicos-destaca-informacoes-da-ufsm-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:29:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[rádio 107.9 FM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72727</guid>
						<description><![CDATA[Produzidos por estudante de Jornalismo da UFSM/FW, programas semanais serão veiculados em rádios de Frederico Westphalen com notícias, serviços e entrevistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="267" data-end="495">A UniFM 107.9 e a rádio comunitária 87.9 FM, de Frederico Westphalen, passam a veicular boletins voltados à divulgação de informações, oportunidades e acontecimentos do campus da Universidade Federal de Santa Maria no município.</p>
<p data-start="497" data-end="830">Com produção e apresentação de Larissa da Costa, acadêmica de Jornalismo, e edição do sonoplasta Mateus Scherer, a proposta busca aproximar a comunidade acadêmica e regional das ações desenvolvidas na UFSM/FW. Os boletins têm duração média de cinco minutos e reúnem notícias, serviços, entrevistas e orientações de interesse público.</p>
<p data-start="832" data-end="1014">Na UniFM 107.9, a série recebe o nome <em data-start="870" data-end="889">Frederico em Foco</em> e estreia no dia 11 de maio, com veiculação semanal às segundas-feiras, dentro do programa <em data-start="981" data-end="997">Editoria 107.9</em>, entre 9h e 11h.</p>
<p data-start="1016" data-end="1201">Já na rádio comunitária 87.9 FM, de Frederico Westphalen, os boletins são apresentados como <em data-start="1108" data-end="1122">UFSM em Foco</em>. A estreia ocorre no dia 8 de maio, com veiculação às sextas-feiras, às 12h30.</p>
<p data-start="1203" data-end="1374" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A iniciativa também busca fortalecer a circulação de informações entre os diferentes campi da Universidade e ampliar a presença da UFSM nos meios de comunicação regionais.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Proinova divulga agenda de maio dos encontros com unidades e campi da UFSM </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/proinova-divulga-agenda-de-maio-dos-encontros-com-unidades-e-campi-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 12:38:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[programa de inovação]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72726</guid>
						<description><![CDATA[Atividades fazem parte de uma programação anual do Programa de Inovação da UFSM, que busca aproximar a Proinova da comunidade acadêmica 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza, ao longo do mês de maio, uma série de encontros com as unidades da instituição. As atividades integram uma programação anual do Programa de Inovação da UFSM, que será desenvolvida neste ano, com agendas mensais voltadas à aproximação entre a Proinova e a comunidade acadêmica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa tem como objetivo apresentar a Proinova, seus programas e possibilidades de atuação, além de promover a escuta ativa das demandas de estudantes, docentes, técnicos-administrativos e pesquisadores. A proposta é fortalecer o diálogo sobre inovação, empreendedorismo, propriedade intelectual, transferência de tecnologia, incubação, apoio a projetos, InovaTec Parque Tecnológico e Pulsar Incubadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A agenda de maio contempla encontros em diferentes espaços da UFSM, com atividades conduzidas por integrantes da Proinova e de seus programas vinculados. Em cada unidade, serão abordados temas específicos, de acordo com as áreas de atuação e demandas locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da divulgação dos serviços e programas disponíveis, os encontros também buscam identificar necessidades, dúvidas e oportunidades de atuação conjunta, contribuindo para ampliar a cultura de inovação dentro da Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A participação é aberta à comunidade acadêmica das unidades envolvidas. A programação dos próximos meses será divulgada mensalmente pelos canais oficiais da Proinova.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Próximos encontros</b></p>
<p><b>Dia 8 (sexta) — CCR </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – CCR – Parque Tecnológico </span><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">10h às 12h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Sala Cláudio Mussoi, térreo do Prédio 42 </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Prof. Luciano Schuch </span></p>
<p><b>Dia 12 (terça) — CCSH </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – CCSH – InovaTec + Pulsar </span><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">14h às 16h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Sala 4332, Prédio 74C </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Prof. Luciano Schuch e Anderson Cardozo Paim </span></p>
<p><b>Dia 13 (quarta) — CE </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – Encontros no CE – Educação Empreendedora </span></p>
<p><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">15h às 17h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Sala 314, Prédio 16B </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Prof. Rafael Lazzari </span></p>
<p><b>Dia 14 (quinta) — CTISM </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – Encontros no CTISM – Núcleo de Apoio a Projetos </span></p>
<p><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">14h às 16h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Auditório do Prédio 05 </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Prof. Cesar Gabriel dos Santos </span></p>
<p><b>Dia 18 (segunda) — CCS </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – Encontros no CCS – Coordenadoria de Transferência de Tecnologia e Propriedade Intelectual </span><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">10h às 12h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Auditório do CCS </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Lauren Peres Lorenzoni</span></p>
<p><b>Dia 20 (quarta) — CEFD </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – Encontros no CEFD – Coordenadoria de Transferência de Tecnologia e Propriedade Intelectual </span></p>
<p><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">10h às 12h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Miniauditório do Prédio 51 </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Lauren Peres Lorenzoni </span></p>
<p><b>Dia 22 (sexta) — CCR </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – CCR – Incubadora Tecnológica </span><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">10h às 12h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Sala Cláudio Mussoi, térreo do Prédio 42 </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Anderson Cardozo Paim </span></p>
<p><b>Dia 23 (sábado) — CTISM </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Programa de Inovação da UFSM – Encontros no CTISM – Núcleo de Propriedade Intelectual </span></p>
<p><b>Horário: </b><span style="font-weight: 400">10h às 12h </span></p>
<p><b>Local: </b><span style="font-weight: 400">Auditório do Prédio 05 </span></p>
<p><b>Condução: </b><span style="font-weight: 400">Profa. Leticia Cruz </span></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Flores para Todos apresenta girassol semeado com uso da inteligência artificial na Fenasoja</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/flores-para-todos-apresenta-girassol-semeado-com-uso-da-inteligencia-artificial-na-fenasoja</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 12:25:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[fenasoja]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72723</guid>
						<description><![CDATA[Primeira participação do projeto de extensão está no Espaço Emater/RS-Ascar e pode ser acompanhada até domingo (10)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG-20260506-WA0072-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de estante em feira repleto de girassois. Ao centro da image, uma mão segura três livros sobre girassol." />											<figcaption>Frequentadores da Fenasoja, em Santa Rosa, podem conferir até domingo (10) como a inteligência artificial foi usada para ajudar na semeadura de girassol</figcaption>
										</figure>
		O Projeto Flores para Todos levou o uso da inteligência artificial (IA) no planejamento de cultivo do girassol de corte para a Fenasoja. É a primeira vez que o projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria participa da feira multissetorial em Santa Rosa. A iniciativa pode ser conferida no Espaço Emater/RS-Ascar até este domingo (10), quando o evento termina.<br />A semeadura das flores apresentadas no estande da feira foi feita com o Planeja Girassol, aplicativo que usa técnicas de inteligência artificial desenvolvido na UFSM. O APP, disponível na Play Store e Apple Store, apresenta com base em dados sobre clima do município e da espécie escolhida, qual a melhor data para semear. Assim, os participantes podem conferir na prática o uso da IA no cultivo de flores. 
<p>Conforme explica o coordenador nacional do Flores para Todos, o professor Nereu Augusto Streck, as etapas do cultivo e as práticas de manejo do girassol foram realizadas pelos extensionistas da Emater/RS-Ascar seguindo o protocolo nacional do projeto. "Essa combinação de ferramentas de inteligência artificial e o manejo técnico resultaram em plantas floridas que encantam os visitantes desde o primeiro dia da feira", comemora o professor.</p>
<p>Além do projeto de extensão, a UFSM participou com a Equipe PhenoGlad da UFSM, composta por estudantes de graduação e de pós-graduação. A equipe compartilhou técnicas de cultivo das flores, composição de buquês com flores desidratadas e arte floral. Também houve divulgação de livros temáticos. </p>
<i>Fotos: Equipe PhenoGlad/UFSM</i><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG-20260506-WA0120-1024x768.jpg" alt="Foto colorida horizontal de três mulheres em estande de feira. Elas seguram girassóis" />											<figcaption>Equipe do PhenoGlad apresentou técnicas de cultivo de flores e arte floral na Fenasoja</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota sobre manutenção das atividades presenciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/07/nota-sobre-manutencao-das-atividades-presenciais</link>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:16:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72721</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria informa que as atividades acadêmicas e administrativas previstas para esta sexta-feira estão mantidas normalmente no campus sede. A decisão considera as informações do Boletim Meteorologico do curso de Meteorologia da instituição , que aponta que, apesar dos ventos intensos registrados ao longo desta quinta-feira, o fenômeno perdeu força ao [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-size: revert">A Universidade Federal de Santa Maria informa que as atividades acadêmicas e administrativas previstas para esta sexta-feira estão mantidas normalmente no campus sede.</span></p>
<p>A decisão considera as informações do <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Boletim_Meteorologico_UFSM.pdf">Boletim Meteorologico do curso de Meteorologia </a>da instituição , que aponta que, apesar dos ventos intensos registrados ao longo desta quinta-feira, o fenômeno perdeu força ao longo da tarde. A previsão indica a chegada de uma frente fria com chuva e queda de temperatura, porém com baixo risco de ocorrência de novos transtornos significativos.</p>
<p>De acordo com o boletim, as condições previstas não destoam dos eventos típicos para esta época do ano e não exigem a adoção de medidas especiais, o que permite a manutenção das atividades regulares.</p>
<p>A UFSM reforça que segue monitorando as condições meteorológicas e orienta a comunidade acadêmica a acompanhar os canais oficiais para eventuais atualizações.</p>
<p><br />Gabinete da Reitoria</p>
<p>Santa Maria, 07 de maio de 2026, 18h16</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de falecimento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/07/nota-de-falecimento-166</link>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:58:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nota de Falecimento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72719</guid>
						<description><![CDATA[O velório de Jessyca Zago Pereira ocorre no Complexo Angelos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O curso de Licenciatura em Educação Especial Noturno da UFSM está em luto pelo falecimento da aluna Jessyca Zago Pereira, ocorrido na madrugada desta quinta-feira (7). Por esse motivo, as aulas no curso foram suspensas hoje. O velório acontece na Sala Esmeralda do Complexo Velatório Angelos, localizado na Avenida Hélvio Basso, 1519, em Santa Maria.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto do NEPRADE-UFSM e UFPR avalia restauração ecológica e serviços ecossistêmicos no Corredor Ecológico da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/07/projeto-do-neprade-ufsm-e-ufpr-avalia-restauracao-ecologica-e-servicos-ecossistemicos-no-corredor-ecologico-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:40:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Neprade]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência climática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72717</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa apoiada pela FAPERGS e Fundação Araucária busca fortalecer a resiliência climática da região central do Estado após as enchentes de 2024]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="360" data-end="734"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/foto-1024x1024.jpg" alt="" width="501" height="501" />O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas da Universidade Federal de Santa Maria (NEPRADE-UFSM) foi contemplado na Chamada Resiliência Climática Rio Grande do Sul – Teia de Soluções com um projeto voltado à restauração ecológica e produtiva no Corredor Ecológico da Quarta Colônia (CEQC), uma das regiões mais impactadas pelas enchentes de 2024.</p>
<p data-start="736" data-end="1202">Intitulada “Restauração Ecológica para a Resiliência Climática”, a iniciativa é desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) e da Fundação Araucária. O projeto teve início em fevereiro de 2026 e seguirá até agosto de 2027, com investimento total de R$ 480 mil, sendo R$ 320 mil provenientes da FAPERGS e R$ 160 mil da Fundação Araucária.</p>
<p data-start="736" data-end="1202">A proposta busca avaliar o potencial da restauração ecológica e do retorno de serviços ecossistêmicos na reconstrução da resiliência climática da região central do Rio Grande do Sul, a partir de soluções baseadas na natureza adaptadas à realidade do pós-enchente.</p>
<p data-start="736" data-end="1202">Entre as ações previstas estão a avaliação do potencial de regeneração natural em áreas de matas ciliares e encostas atingidas pelas enchentes, além da análise da restauração produtiva em agroflorestas já implementadas pelo grupo de pesquisa na região. O estudo considera variáveis como composição, estrutura e diversidade funcional da vegetação em regeneração, bem como a capacidade produtiva das agroflorestas, integrando produção de alimentos, geração de renda e conservação ambiental.</p>
<p data-start="1844" data-end="2295">Também serão analisados serviços ecossistêmicos associados às áreas em recuperação, como qualidade do solo, recarga hídrica, sequestro de carbono e fluxos de gases de efeito estufa. A partir desses dados, será elaborado um plano de recuperação para o CEQC, incluindo mapas de áreas prioritárias para regeneração natural assistida e restauração ativa, protocolos de manejo e orientações que possam ser replicadas em outras regiões do Rio Grande do Sul.</p>
<h3 data-start="1844" data-end="2295">Corredor Ecológico da Quarta Colônia</h3>
<p data-start="2297" data-end="2686">O Corredor Ecológico da Quarta Colônia abrange uma área de 124.947 hectares em sua zona núcleo e compreende 11 municípios: Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Itaara, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Seca, Santa Maria, São João do Polêsine e Silveira Martins. O território conecta 11 remanescentes florestais, uma Terra Indígena e uma rede de sete Unidades de Conservação.</p>
<p data-start="2297" data-end="2686">Atualmente, a atuação do projeto está concentrada principalmente nos municípios de Agudo, Santa Maria, Silveira Martins e Paraíso do Sul, onde são monitoradas áreas de agrofloresta. Nos próximos meses, também terão início os monitoramentos em encostas e matas ciliares atingidas pelas enchentes de 2024 e que se encontram em processo de regeneração natural.</p>
<p data-start="2297" data-end="2686"><em>Com informações e fotos do Neprade</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe especialistas para debate sobre justiça climática na próxima semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/07/ufsm-recebe-especialistas-para-debate-sobre-justica-climatica-na-proxima-semana</link>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:14:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes 2024]]></category>
		<category><![CDATA[justiça climática]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência climática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72714</guid>
						<description><![CDATA[Seminário “Impactos, Resiliência e Justiça Climática em Santa Maria (RS)” acontece na segunda-feira (11)
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediará, na próxima segunda-feira (11), a partir das 14h, o Seminário “Impactos, Resiliência e Justiça Climática em Santa Maria (RS)”. A atividade contará com a participação de pesquisadores e pesquisadoras da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), titulares de secretarias municipais, docentes da UFSM e representantes da sociedade civil.&nbsp;</p>
<p>O evento tem como objetivo apresentar à comunidade acadêmica e externa o projeto “Justiça climática e resiliência comunitária: integrando saberes locais e governança de riscos para prevenção de desastres em Santa Maria/RS”, vinculado ao Departamento de Direito (DDIR/UFSM). Considerando o recente contexto de desastres socioambientais no município, especialmente as enchentes de abril e maio de 2024, a iniciativa se propõe a analisar o impacto das políticas públicas municipais de prevenção de desastres em comunidades vulneráveis. O projeto também prevê a adaptação do Plano de Contingência Municipal para uma linguagem simples, visual e inclusiva, a fim de torná-lo mais acessível às populações em situação de vulnerabilidade, além do desenvolvimento e implementação de ações educativas em escolas localizadas em áreas de risco.</p>
<p>A atividade é aberta ao público e será realizada no Auditório do CCSH, prédio 74C. As inscrições devem ser feitas por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfqLD3e_LiWWF-ltWNPy-pXgwd95oG-rrrwPrYwHt11SEmN5g/viewform">formulário online</a>. Participantes receberão certificado de cinco horas, válido como Atividade Complementar de Graduação (ACG).&nbsp;</p>
<p><em>Texto e peças de divulgação: Subdivisão de Comunicação do CCSH</em></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1-1-819x1024.jpg" alt="Primeira peça de divulgação em formato vertical com tons pastéis de laranja e linhas curvas em laranja e azul. O título é Impactos, resiliência e justiça climática. O evento será no dia 11 de maio às 14h. No canto inferior, uma série de marcas dos realizadores, como a UFSM, a Fiocruz e o CNPq." />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/2-819x1024.jpg" alt="A segunda peça de divulgação segue o mesmo estilo da anterior e toda a programação. A abertura será às 14h. A mesa temática sobre Justiça climática e resiliência será às 14h30. As apresentações científicas começarão às 16h30. E, ao final, haverá a apresentação do projeto" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota sobre situação da UFSM frente ao ventos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/07/nota-sobre-situacao-da-ufsm-frente-ao-ventos</link>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:11:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72713</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria informa que, em razão dos ventos intensos registrados nas últimas horas, houve impactos no fornecimento de energia elétrica em diferentes pontos do campus sede. Nos prédios do CCS (26), o fornecimento de energia permanece interrompido até o final da tarde desta data. A medida está relacionada à execução de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria informa que, em razão dos ventos intensos registrados nas últimas horas, houve impactos no fornecimento de energia elétrica em diferentes pontos do campus sede.</p>
<p>Nos prédios do CCS (26), o fornecimento de energia permanece interrompido até o final da tarde desta data. A medida está relacionada à execução de podas em árvores que apresentam risco por estarem em contato com a rede elétrica, ação necessária para garantir a segurança da comunidade acadêmica e a estabilidade do sistema elétrico. Em caso de necessidade, as atividades poderão ser suspensas conforme a instrução normativa 013/2025.</p>
<p>Na Reitoria e em áreas do entorno, a previsão é de restabelecimento da energia até as 11h.</p>
<p>A UFSM reforça que as equipes técnicas seguem atuando para normalizar a situação e orienta a comunidade a acompanhar os canais oficiais para novas atualizações.</p>
<p>Gabinete da Reitoria<br />07 de maio - 8h</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestrandas em Artes Visuais pela UFSM realizam exposições individuais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/06/mestrandas-em-artes-visuais-pela-ufsm-realizam-exposicoes-individuais</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 22:09:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[Ana Guaragni e Francine Furlan, ambas orientadas pela professora Karine Perez, mostram os seus trabalhos nas exposições]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Duas mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFSM estão realizando exposições individuais, ambas sob a orientação da professora Karine Gomes Perez Vieira. Aberta desde o dia 23 de abril, a mostra intitulada “(Ana)cronismos: entre afetos e subjetivações”, de Ana Julia Dotto Guaragni, pode ser visitada até esta sexta-feira (8), das 9h30min às 13h30min e das 14h30min às 17h, na Sala Cláudio Carriconde, localizada no Centro de Artes e Letras (CAL) – prédio 40 do campus sede. “Jardins (Im)permanentes” é o título da exposição de Francine Furlan, que foi aberta nesta quarta-feira (6) no Jardim Botânico da UFSM, com previsão de encerramento para o dia 30 de junho. Pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e também nos finais de semana, das 14h às 18h.</p>[caption id="attachment_72711" align="alignright" width="650"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000176565.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000176565-1024x577.jpg" alt="A imagem mostra uma sala com paredes, chão e teto brancos. Nas paredes estão penduradas várias telas, enquanto que no chão está estendido um tecido vermelho de alguns metros de comprimento, sobre o qual foram colocadas fotografias." width="650" height="366" /></a> A mostra de Ana Julia Guaragni está na Sala Cláudio Carriconde[/caption]<p>“<b>(Ana)cronismos: entre afetos e subjetivações”</b></p><p>A exposição reúne 24 telas com pinturas e colagens de autoria de Ana Guaragni, além da projeção de um vídeo com registros de seu processo artístico e uma interferência no chão da sala com tecidos e fotografias que deram origem às telas.</p><p>De acordo com a professora Karine Perez, a mostra “constitui-se de pinturas-colagens, criadas a partir de diários visuais da artista Ana Julia Dotto Guaragni. Nelas é proposto um entrelaçamento entre imagens, objetos e fragmentos de diferentes temporalidades, que remetem ao conceito de anacronismo, embasado no filósofo, historiador e crítico de arte francês, professor Georges Didi-Huberman. Esse conceito, assim como o processo de Ana, envolve entrecruzamentos de imagens que misturam elementos de tempos distintos, como se fossem uma montagem. Nesse sentido, ao juntar fragmentos de variados instantes, em composições que emaranham tempos e experiências vividas, Ana Julia articula imagens da sua infância ao presente, bem como objetos do cotidiano e registros íntimos, os quais passam a coexistir nas composições”.</p>[caption id="attachment_72712" align="alignleft" width="650"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000181217.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000181217-1024x577.jpg" alt="Sobre um fundo com janelas transparentes, ergue-se um painel vertical, sobre o qual estão penduradas várias telas. Ao fundo, há um outro painel com outras telas, posicionado perpendicularmente ao primeiro. Entre os painéis, encontram alguns vasos de plantas." width="650" height="366" /></a> A exposição de Francine Furlan pode ser visitada no Jardim Botânico[/caption]<p>“<b>Jardins (Im)permanentes”</b></p><p>A mostra de Francine Furlan reúne 19 telas pintadas e 20 exsicatas (plantas dessecadas e prensadas). O processo da artista, na visão da professora Karine Perez, “incorpora ações como caminhar, observar ciclos, coletar, compor e catalogar espécies vegetais encontradas no cotidiano, mais especificamente as chamadas plantas daninhas, consideradas muito comuns ou indesejadas, por não serem ornamentais. Nesta exposição, são apresentadas duas séries: a primeira, intitulada ‘Jardim Pictórico’, parte do contato direto e momentâneo entre matéria vegetal, tinta e suporte, resultando em monotipias que registram o vestígio de uma presença que não está mais ali, evidenciando a (im)permanência como parte constitutiva da imagem, já que as impressões são recortadas e reorganizadas em novas composições, visando capturar vestígios da permanência daquilo que é essencialmente mutável, na tentativa de tornar duradouro um instante da natureza. Já a segunda série, denominada ‘Herbário Infraordinário’, é composta da montagem de exsicatas, com técnicas de coleta vegetal e preservação de fragmentos do corpo vegetal, mediante desidratação e prensagem, acrescentando nomes corriqueiros das plantas, para desvinculá-las de suas terminologias científicas”.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aberta seleção de elaboradores e revisores de questões para residência em Medicina Veterinária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/06/aberta-selecao-de-elaboradores-e-revisores-de-questoes-para-residencia-em-medicina-veterinaria</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:54:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[residência em saúde]]></category>

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						<description><![CDATA[Podem inscrever-se servidores que tenham graduação em Letras, Comunicação Social, Jornalismo ou Medicina Veterinária]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Estão abertas as inscrições para servidores da UFSM interessados em atuar como elaboradores e revisores de questões de prova. O edital é voltado ao processo seletivo da Residência em Saúde, na Modalidade Uniprofissional, para a área de Medicina Veterinária. Podem participar servidores efetivos docentes ou técnico-administrativos da UFSM, ativos ou aposentados, que não estejam cedidos para outra instituição. As inscrições seguem abertas até o dia 24 de maio.

Como critérios de seleção, o edital estipula:

– Graduação em Letras, para a área de revisão de linguagem;

– Graduação em Letras, Comunicação Social ou Jornalismo, para a área de auditoria de questões;

– Graduação em Medicina Veterinária para as áreas específicas:

a) Saúde pública e políticas públicas de saúde;

b) Legislação reguladora da Residência em Área Profissional de Saúde e Código de Ética do Médico Veterinário;

c) Cirurgia veterinária;

d) Anestesiologia veterinária;

e) Clínica médica de pequenos animais;

f) Patologia clínica veterinária;

g) Diagnóstico por imagem em medicina veterinária;

h) Clínica de ruminantes;

i) Medicina veterinária preventiva.

O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/022-2026" target="_blank" rel="noopener">edital Nº 022/2026</a> pode ser acessado no site <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd" target="_blank" rel="noopener">ufsm.br/prograd</a>. Dúvidas podem ser encaminhadas ao Núcleo de Ingresso e Seleção Acadêmicos (Nisa) da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), pelo e-mail nisa@nisa.ufsm.br.

<i>Texto: Prograd</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Seja UFSM/FW realiza encontro com professores do ensino médio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/06/projeto-seja-ufsm-fw-realiza-encontro-com-professores-do-ensino-medio</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 19:59:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino básico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[Na 5ª edição do encontro, haverá oficinas sobre o uso da inteligência artificial no ensino]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto Seja UFSM-FW, do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen, realiza na próxima quarta-feira (13) o 5º Encontro com Professores de Ensino Médio na UFSM/FW, cujo tema é “Aproximando escola e universidade”. O evento tem como público-alvo diretores, vice-diretores, coordenadores pedagógicos e professores de escolas.

A programação vai acontecer no turno da manhã, com a realização de duas oficinas, de forma concomitante: “Autonomia digital: iniciando o uso de ferramentas de inteligência artificial”, que será ministrada pelo professor Evandro Preuss, do curso de Sistemas de Informação da UFSM/FW; e “Autonomia digital: praticando o uso de ferramentas de inteligência artificial”, que será ministrada pela professora Greice Sarturi, do curso de Administração do Campus da UFSM em Palmeira das Missões.

A proposta das duas oficinas é olhar para o uso da inteligência artificial na educação. Porém, a oficina do professor Evandro é para professores iniciantes no domínio das tecnologias, enquanto que a oficina da professora Greice aprofunda um pouco mais os conhecimentos já trabalhados na edição de 2025 do evento. Durante o encontro, os participantes poderão optar pela oficina de seu interesse.

No ano passado, o encontro contou com a presença de 60 professores, representantes de mais de 20 escolas de ensino médio de Frederico Westphalen e região. Conforme Estela Crespan, coordenadora do Projeto Seja UFSM/FW, a iniciativa “consolida o compromisso do Campus de Frederico Westphalen com a educação básica da região noroeste gaúcha. Mais do que uma visita, o encontro é um espaço estratégico de diálogo entre a universidade e a escola. Além da capacitação, o evento permite que educadores conheçam de perto a estrutura acadêmica, as formas de ingresso e as políticas de permanência na UFSM. Ao estreitar esses laços, busca-se fortalecer o papel dos professores como multiplicadores de conhecimento para que possam inspirar estudantes a projetarem o ensino superior como uma realidade próxima e acessível.”

Outras informações constam na perfil do Projeto Seja UFSM/FW no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/sejaufsmfw/" target="_blank" rel="noopener">@sejaufsmfw</a>).

<i>Texto: Projeto Seja UFSM-FW</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paralelo 33 debate segurança pública a partir do filme “Carandiru”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/06/paralelo-carandiru</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[carandiru]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Paralelo 33]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>

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						<description><![CDATA[Sessão de cinema no auditório do prédio 67 reuniu estudantes para refletir sobre direitos humanos e sistema prisional
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1021-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra uma sala escura de projeção com fileiras de cadeiras ocupadas por diversas pessoas sentadas, vistas de costas. Ao fundo, uma grande tela exibe uma cena do filme “Carandiru” com duas pessoas em destaque. O ambiente tem iluminação baixa, com luz principal vindo da projeção." />											<figcaption>Estudantes de diferentes cursos assistiram a exibição de “Carandiru”</figcaption>
										</figure>
		<p>Mais de 80 pessoas participaram, nesta segunda-feira (4), da exibição do filme “Carandiru” no auditório do prédio 67 do campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Aberto ao público e com entrada gratuita, o evento foi promovido pelo projeto de extensão “Paralelo 33”, vinculado ao curso de Relações Internacionais. O projeto é voltado ao debate acadêmico sobre países em desenvolvimento da América Latina, África, Ásia e Oceania, com base em abordagens teóricas relacionadas ao Sul Global. </p><p>A sessão de cinema também promoveu um debate sobre temas sociais abordados pelo filme exibido. A atividade integra a programação temática do projeto, dedicada ao eixo de segurança internacional na perspectiva do Sul Global. Além disso, os participantes presentes puderam obter quatro horas de Atividades Complementares de Graduação (ACG).</p><p>Dirigido por Hector Babenco e baseado no livro “Estação Carandiru”, escrito por Drauzio Varella, o longa retrata a realidade da Casa de Detenção de São Paulo e aborda questões como sistema penitenciário brasileiro, violência estatal, desigualdade social e direitos humanos. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0990-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal que mostra Guilherme, presidente do projeto. Ele é um homem jovem branco de óculos, com moletom escuro, que gesticula com a mão esquerda enquanto fala. Guilherme está em pé diante de uma tela de projeção com a imagem da capa do filme Carandiru, em que várias pessoas estão abaixadas." />											<figcaption>Guilherme Lopes Brandão, presidente do Paralelo 33, conduziu a sessão de cinema</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Cinema como espaço de debate universitário</b></h3><p>Por meio do audiovisual, iniciativas acadêmicas como o Paralelo 33 ampliam a discussão sobre temáticas sociais, políticas e culturais na universidade. Conforme o presidente do projeto e estudante de Relações Internacionais, Guilherme Lopes Brandão, a escolha de “Carandiru” permite refletir sobre pautas atuais a partir do cinema nacional. “Quando trazemos um filme desses, no sentido das Relações Internacionais, a gente consegue ter a abertura para explicar o conflito de visões políticas que está muito latente ultimamente”, afirmou. </p><p>O estudante também destacou o papel do cinema como instrumento de integração entre cursos e áreas do conhecimento distintas. “Muitas das vezes ficamos muito fechados no ciclo do nosso próprio curso. O cinema entra como um recurso intercultural dentro do próprio ambiente acadêmico para transformar isso”, destacou.</p><p>Sobre a escolha da obra, Guilherme ressaltou a relação entre o filme e o tema do mês escolhido pelo projeto: segurança. “Carandiru é um marco histórico no quesito de segurança pública no Brasil, justamente porque ele levou à fundação de movimentos muito maiores no país”, afirmou. O presidente do Paralelo 33 ainda ressaltou o interesse em ampliar a variedade de obras para as sessões, com a finalidade de tratar de diferentes contextos mundiais. “No ano passado nós focamos em obras nacionais. Neste ano, queremos expandir para filmes latino-americanos e do Sul Global, como a cinematografia iraniana que é muito grande e forte”, antecipou.</p><b> </b>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0961-1024x683.jpg" alt="Do livro ao audiovisual, a obra é baseada em um acontecimento real" />											<figcaption>Do livro ao cinema, a obra é baseada em um acontecimento real sobre o sistema prisional brasileiro</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>O massacre no Carandiru </b></h3><p>A Casa de Detenção de São Paulo, conhecida como Carandiru, foi local de uma operação da Polícia Militar em 2 de outubro de 1992, após uma rebelião iniciada no interior do presídio. Na época, a unidade tinha capacidade para cerca de 4 mil presos, mas abrigava mais de 7 mil detentos. A ação resultou na morte de 111 presos e marcou a história do sistema penitenciário brasileiro. A unidade prisional foi desativada em 2002 e, posteriormente, demolida para dar lugar ao Parque da Juventude.</p><p>O episódio provocou a discussão sobre violência estatal, direitos humanos e superlotação carcerária no país. No campo cultural, o massacre inspirou, por exemplo, a música “Diário de um detento”, dos Racionais MCs, considerado um dos marcos do rap nacional. O videoclipe de “Diário de um detento”, gravado no Carandiru, conquistou o prêmio de melhor vídeo de rap no MTV Video Awards Brasil e Escolha da Audiência de 1998.</p><p>Já o filme “Carandiru”, lançado em 2003, dirigido por Hector Babenco e inspirado no livro “Estação Carandiru”, do médico Drauzio Varella, reconstrói o cotidiano dos detentos antes do massacre por meio de histórias individuais e relações estabelecidas dentro da prisão. A narrativa também apresenta a atuação de um médico no presídio, contexto inspirado na experiência de Drauzio no local, onde realizou atendimentos de saúde e ações de prevenção, incluindo casos de HIV no sistema carcerário. No desfecho, a obra retrata a invasão policial e os acontecimentos de 1992, conectando a narrativa cinematográfica a um dos episódios mais marcantes da história recente do Brasil. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1066-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra uma sala ampla com várias fileiras de cadeiras verdes ocupadas por um público composto majoritariamente por jovens. As pessoas estão sentadas, assistindo a fala dos membros do projeto. O ambiente é bem iluminado." />											<figcaption>Estudantes de diferentes cursos participaram da sessão de exibição de “Carandiru”</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Repercussão entre participantes da sessão</b></h3><p>Após a sessão do Paralelo 33, os universitários relataram diferentes percepções sobre o filme, e destacaram reflexões provocadas pela narrativa. Estudante de Engenharia Civil, Felipe Padilha afirmou que a obra provocou desconforto ao abordar questões estruturais do sistema prisional brasileiro. “Não esperava que fosse tão impactante, me trouxe muitas sensações ruins, mas eu entendo que é essa a ideia, incomodar pra fazer a gente pensar sobre as situações e trazer à tona tópicos como presídios e ressocialização”, disse.</p><p>O estudante Vinicius Pasa, do curso de História, apontou as manifestações religiosas como um elemento secundário presente ao longo da narrativa. “Em vários momentos, foi possível ver presidiários usando guias de religiões afro-brasileiras ou fazendo referência a crenças cristãs. Esses elementos mostram caminhos reais que essas pessoas buscam para tentar lidar com a perspectiva dos próximos anos ou décadas que passarão presas”, observou. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1010-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Cauê Santos, vice-presidente do projeto. Ele é um homem e está em pé, com cabelos médios escuros e óculos, vestindo uma camiseta verde e jaqueta preta. Ele está próximo a uma caixa de som e bandeiras ao fundo." />											<figcaption>Cauê Santos, vice-presidente do Paralelo 33, durante a sessão desta semana
</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>O projeto e a proposta extensionista</strong></h3><p>De acordo com Cauê Santos, vice-presidente do projeto, cada sessão tem um assunto específico e busca estimular reflexões a partir das obras apresentadas. “Cada filme que a gente apresenta é como se fosse um pequeno recorte de uma temática que a gente estuda”, reforçou. </p><p>O objetivo do Cine Paralelo, na perspetiva de Cauê, é utilizar o audiovisual como ponto de partida para debates mais amplos sobre sociedade e política. “A ideia dessas exibições é pegar o cinema como um ponto de partida. Os estudantes não estão aqui para resolver os problemas retratados, mas para ter vivo esse pensamento crítico”,pontuou. </p><p>O Paralelo 33 prevê a realização de novas atividades ao longo do semestre. A próxima programação será em breve, em parceria com o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais (DARI), e contará com a exibição de uma obra ainda não divulgada pelos organizadores. Para ter mais informações sobre o Paralelo 33, acesse o Instagram do projeto: <a href="https://www.instagram.com/paralelotrintaetres?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">@paralelotrintaetres</a></p><p><i><b>Texto</b>: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias.</i></p><p><i><b>Fotos</b>: Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
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