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				<title>Aula magna do curso de Relações Internacionais ocorre nesta quinta-feira (23)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/22/aula-magna-do-curso-de-relacoes-internacionais-ocorre-nesta-quinta-feira-23</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:26:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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						<description><![CDATA[A palestra terá como tema “Neoliberalismo e neoconservadorismo no Brasil e na América Latina”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/AULA-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/AULA-1-819x1024.jpg" alt="" width="550" height="688" /></a>O curso de Relações Internacionais da UFSM e o Diretório Acadêmico Mônica de Menezes Campos convidam toda a comunidade acadêmica para a aula magna intitulada “Neoliberalismo e neoconservadorismo no Brasil e na América Latina”, que será ministrada nesta quinta-feira (23) pela professora Luana Renostro Heinen. A atividade inicia-se às 17h no auditório do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), localizado no prédio 74C.</p><p>Luana Heinen é doutora e mestre em Direito pela UFSC, com período de estudos na Université Paris-Ouest Nanterre la Défense. É membro do Instituto Memória e Direitos Humanos da UFSC, além de coordenadora do Núcleo de Estudos em Sociologia e Direito e do Grupo de Estudos de Direito e Literatura. Desde 2021, coordena o projeto de pesquisa “Direitos humanos diante do neoliberalismo no Brasil: como autoritarismo e neoconservadorismo convergem para limitar a eficácia dos direitos humanos”.</p><p><b>Roda acadêmica –</b> Na sexta-feira (24), a professora Luana Heinen vai conduzir uma roda acadêmica sobre “Convergência entre neoliberalismo e neoconservadorismo e enfraquecimento da democracia”. Promovida pelo Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) da UFSM e também aberta participação do público em geral, a atividade começa às 14h na sala 4136 do prédio 74C.</p><p>As inscrições para a roda acadêmica podem ser realizadas pelo e-mail nppdi@ufsm.br. Os participantes vão receber certificado de 4 horas para cômputo como Atividade Complementar de Graduação (ACG).</p><p><i>Com informações da Subdivisão de Comunicação do CCSH</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe em agosto o 2º Seminário de Pedagogia da Região Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/22/ufsm-recebe-em-agosto-o-2o-seminario-de-pedagogia-da-regiao-sul</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:42:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia]]></category>

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						<description><![CDATA[O período de inscrição de trabalhos (no formato de pôster) encerra-se no dia 12 de junho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  De 24 a 26 de agosto, a UFSM recebe o 2º Seminário de Pedagogia da Região Sul, que terá como tema “Pedagogia, política e democracia: desafios para o trabalho pedagógico”. Contando com o apoio de diversos programas de pós-graduação em Educação e cursos de Pedagogia da região Sul do país, o evento é promovido pelo Centro de Educação da UFSM, pela Rede Nacional de Pesquisa em Pedagogia (Repped) e pelo Kairós – Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Educação e Políticas Públicas. O seminário tem como objetivo socializar pesquisas, promover debates teórico-metodológicos e fortalecer a pedagogia como ciência da educação, articulando formação, pesquisa e prática profissional, com foco nos desafios contemporâneos do trabalho pedagógico.

O evento vai ocorrer no campus sede da UFSM, na modalidade presencial, em diferentes auditórios. Estão previstas atividades como conferências, mesas temáticas, sessões de apresentação de trabalhos (em formato de pôster), debates interinstitucionais, assembleia da Repped e dos estudantes de Pedagogia da região Sul.

Entre os palestrantes e painelistas, estarão presentes professores e pesquisadores da UFSM, universidades federais de Santa Catarina (UFSC) e da Paraíba (UFPB), Universidade de São Paulo (USP), Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp), Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e Instituto Federal do Paraná (IFPR).

Trabalhos podem ser inscritos até o dia 12 de junho, nos seguintes eixos temáticos:

- Pedagogia, epistemologia e teoria da educação;

- Pedagogia, formação inicial e continuada de professores e pedagogos;

- Pedagogia e práticas pedagógicas docentes no sistema de educação básica e superior;

- Pedagogia escolar, gestão, coordenação, supervisão, inspeção e orientação educacional na educação básica;

- Pedagogia nas organizações, movimentos sociais, políticas públicas e outros espaços não escolares;

- Trabalho pedagógico e pedagogia.

A programação completa, instruções para inscrição e outras informações constam na <a href="https://www.even3.com.br/ii-seminario-de-pedagogia-da-regiao-sul-713059/" target="_blank" rel="noopener">página do evento</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição “Retratos de Resiliência” chega ao Complexo Multicultural e segue itinerância pela UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/22/exposicao-retratos-de-resiliencia-chega-ao-complexo-multicultural-e-segue-itinerancia-pela-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:58:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra fotográfica sobre a recuperação do acervo documental fica em exibição até 30 de abril no centro de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="223" data-end="578">A exposição fotográfica “Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” foi instalada nesta quarta-feira (22) no hall do Complexo Multicultural da Antiga Reitoria, no centro de Santa Maria. A mostra permanece em exibição no local até o dia 30 de abril, dando continuidade ao seu circuito itinerante pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p data-start="580" data-end="873">A atividade integra o projeto de desenvolvimento institucional “Exposição Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” e reúne registros que evidenciam o trabalho coletivo de recuperação de documentos afetados pelas enchentes.</p>
<p data-start="875" data-end="1114">Com imagens produzidas por servidoras e servidores da instituição, a exposição destaca os bastidores do processo de salvaguarda do acervo documental, valorizando o empenho técnico e humano envolvido na preservação da memória institucional.</p>
<p data-start="1116" data-end="1302" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Após a passagem pelo Complexo Multicultural, a mostra tem previsão de circulação pelos campi de Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul, encerrando o calendário itinerante da iniciativa.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>TV Campus UFSM lança documentário sobre a história do antigo Colégio Bom Conselho de Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/22/tv-campus-ufsm-lanca-documentario-sobre-a-historia-do-antigo-colegio-bom-conselho-de-silveira-martins</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:48:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Bom Conselho]]></category>
		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[Produção resgata memórias e transformações de um dos espaços mais simbólicos do município]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="348" data-end="869">O documentário <em data-start="363" data-end="445">“Antigo Colégio Bom Conselho: um documentário sobre memórias e ressignificações”</em> resgata a história do Antigo Colégio Bom Conselho, um dos espaços mais simbólicos de Silveira Martins. O local, que marcou gerações e guardou histórias impressas em cada parede, hoje abriga o Espaço Multidisciplinar da UFSM. É dessa ponte entre passado e presente que o filme se constrói, revelando a força da memória, o valor do patrimônio e a potência de ressignificar lugares que permanecem vivos no imaginário coletivo.</p>
<p data-start="871" data-end="1279">A produção percorre diferentes fases do Antigo Colégio Bom Conselho, desde sua origem, em 1908, como instituição de ensino, até sua transformação no atual Espaço Multidisciplinar. Ao entrelaçar relatos, imagens de arquivo e cenas atuais, o documentário evidencia como o local se ressignifica sem perder sua essência, destacando a continuidade de seu papel social e cultural na comunidade de Silveira Martins.</p>
<p data-start="1281" data-end="1561">Dirigido por Thomás Townsend e Isadora Juliatto, o curta reúne depoimentos de figuras centrais da história e do atual momento do Antigo Colégio, conduzindo o espectador por uma viagem no tempo que evidencia as transformações, memórias e significados construídos ao longo dos anos.</p>
<p data-start="1563" data-end="1769">O documentário estreia em 23 de abril, com duas exibições em Silveira Martins: às 9h, para alunos do Colégio Bom Conselho, e às 14h, no Teatro Ludovico Guerra, localizado no Espaço Multidisciplinar da UFSM.</p>
<p data-start="1771" data-end="1846" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Assista ao teaser e conheça um pouco dessa história que atravessa gerações.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->https://www.youtube.com/watch?v=ESsg1Y6KbKQ&#038;feature=youtu.be]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de pesar - Mauro Cabrera Ambros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/20/nota-de-pesar-mauro-cabrera-ambros</link>
				<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:44:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) comunica, com pesar, o falecimento do professor aposentado Mauro Cabrera Ambros. Mauro era professor adjunto do Departamento de Clínica Médica do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e construiu uma trajetória de excelência na instituição, com contribuições na Ética Médica e Medicina Legal. O velório está sendo realizado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="p1"><span class="s1">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) comunica, com pesar, o falecimento do professor aposentado </span><span class="s2">Mauro Cabrera Ambros</span><span class="s1">.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mauro era professor adjunto do Departamento de Clínica Médica do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e construiu uma trajetória de excelência na instituição, com contribuições na Ética Médica e Medicina Legal. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O velório está sendo realizado no </span><span class="s2">Cemitério Santa Rita</span><span class="s1">, em Santa Maria. O sepultamento está previsto para as </span><span class="s2">17h</span><span class="s1"> de hoje, no mesmo local.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A UFSM solidariza-se com a família, colegas e amigos neste momento de luto.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM integra iniciativa para impulsionar a olivicultura no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/ufsm-integra-iniciativa-para-impulsionar-a-olivicultura-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 21:15:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[azeite de oliva]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de solos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[gepaces]]></category>
		<category><![CDATA[olivicultura]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

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						<description><![CDATA[Centro de Referência reunirá setor produtivo, universidades e governo estadual
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72546" align="alignright" width="443"]<img class="wp-image-72546" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_9549-300x225.jpg" alt="Fotografia colorida de três pessoas em primeiro plano em um ambiente externo, sendo duas mulheres e um homem" width="443" height="332" /> Reitora da UFSCPA, Jenifer Saffi, reitora da UFPel, Úrsula Rosa da Silva, e vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, assinaram o documento nesta sexta-feira (17) (Crédito: Julia Cervo/UFSM)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) assinou nesta sexta-feira (17), junto à UFCSPA e à UFPel, um protocolo de intenções para a criação do </span><b>Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura do Rio Grande do Sul</b><span style="font-weight: 400">. A iniciativa é uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), as três universidades federais e as Secretarias Estaduais de Inovação e Agricultura do RS, e tem como objetivo fortalecer a cadeia da olivicultura no Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A assinatura pela UFSM ficou a cargo do vice-reitor, Tiago Marchesan, em cerimônia durante a programação da 14ª Abertura da Colheita de Oliva do Rio Grande do Sul e Feira de Negócios, realizada na sede da Azeite Milonga, na cidade de Triunfo (RS).</span></p>
<p><b>Produção e consumo no Brasil</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o país figura entre os maiores importadores de azeite de oliva do mundo. Em 2023, foram importadas cerca de 77 mil toneladas do produto, enquanto a produção nacional ficou abaixo de 7 mil toneladas. Nesse cenário, o Rio Grande do Sul se destaca como principal polo produtivo, concentrando aproximadamente 75% da produção de azeitonas no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da liderança, o setor ainda enfrenta limitações técnicas e científicas. Entre os principais desafios estão a baixa produtividade média dos olivais, a adaptação de variedades ao clima e ao solo locais e a necessidade de maior integração entre pesquisa, manejo agrícola e controle de qualidade do azeite.</span></p>
<p><b>Centro de Referência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">É nesse contexto que surge o Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura do Rio Grande do Sul, com a proposta de aproximar a produção científica das demandas do campo. A iniciativa busca transformar conhecimento gerado nas universidades em soluções práticas, com impacto direto na produtividade e na qualidade da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estrutura do Centro está baseada na atuação complementar de instituições de ensino superior. A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) atuará na área agronômica, com foco na identificação das melhores variedades e práticas de cultivo. A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) será responsável pelas análises e pelo controle de qualidade do produto final. Já a UFSM contribuirá com pesquisas voltadas ao manejo e à qualidade do solo, buscando aumentar a produtividade sem comprometer as características específicas que influenciam o perfil do azeite. O trabalho será desenvolvido pelo Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces), ligado ao Departamento de Solos do Centro de Ciências Rurais (CCR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa também conta com a participação do setor produtivo, por meio de sua entidade representativa, a Ibraoliva, e com o apoio institucional do governo do Estado, configurando uma articulação entre academia, produtores e poder público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os objetivos do centro estão o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, a formação de profissionais especializados e a promoção de práticas sustentáveis, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico. A proposta inclui ainda o fortalecimento da qualidade do azeite produzido no estado, com base científica para certificações e reconhecimento no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa é que a integração entre ciência e produção contribua para o aumento da produtividade, a melhoria da qualidade e a ampliação da competitividade do azeite gaúcho. Além disso, a iniciativa pode impulsionar a geração de novos negócios, a formação de mão de obra qualificada e o aproveitamento de subprodutos, promovendo inovação e sustentabilidade no setor.</span></p>
<p><em>Foto no destaque: Joel Vargas/GVG</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos de extensão da UFSM colaboram com a segurança cibernética de prefeituras gaúchas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/projetos-de-extensao-da-ufsm-colaboram-com-a-seguranca-cibernetica-de-prefeituras-gauchas</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:54:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Informação]]></category>

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						<description><![CDATA[A UFSM atua junto a prefeituras para reduzir riscos de ataques cibernéticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desde 2024, a UFSM promove projetos de extensão coordenados pelo professor Luiz Fernando Freitas-Gutierres (docente do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência), com o objetivo de fortalecer a cibersegurança no âmbito da administração pública municipal. As iniciativas incluem a identificação de vulnerabilidades em sistemas de informação, a condução de campanhas simuladas de <i>phishing</i>, a elaboração de materiais educativos e a realização de treinamentos em parceria com prefeituras do Rio Grande do Sul.

As atividades resultaram na produção de relatórios técnicos destinados ao intercâmbio de conhecimento, ao aprimoramento das defesas digitais e à redução da superfície de ataque das instituições envolvidas. Esses documentos descrevem as lacunas de segurança identificadas e apresentam recomendações de medidas mitigatórias. As ações extensionistas são viabilizadas por meio de acordos de cooperação técnica entre a UFSM e as prefeituras, sem aporte financeiro entre as partes. Os convênios fundamentam-se na colaboração mútua, na troca de experiências e na geração de benefícios institucionais recíprocos.

Prefeituras municipais e outros órgãos públicos do Rio Grande do Sul têm sido, nos últimos anos, alvos cada vez mais frequentes de incidentes cibernéticos. A partir da coleta de informações publicamente disponíveis e da análise por meio de inteligência de fontes abertas (<i>open-source intelligence</i>), é possível identificar uma ampla variedade de ocorrências. Entre elas estão transferências indevidas de recursos dos cofres públicos, ataques de <i>ransomware</i> acompanhados de exigência de pagamento de resgate, campanhas de <i>phishing</i> bem-sucedidas, indisponibilidade de canais oficiais de comunicação e de serviços essenciais prestados à população, além do envio de mensagens fraudulentas que utilizam indevidamente a identidade visual das prefeituras para enganar contribuintes.

Também são recorrentes os casos em que <i>sites</i> institucionais têm seu conteúdo modificado, removido ou substituído por mensagens falsas deixadas por cibercriminosos, bem como vazamentos de dados sob responsabilidade do poder público e ataques distribuídos de negação de serviço (<i>distributed denial-of-service</i>). Em grande parte desses episódios, observa-se a ausência de informações claras sobre a real extensão dos danos causados aos sistemas de informação, assim como a falta de esclarecimentos quanto à possível exposição de dados da população. Esse cenário evidencia fragilidades na defesa cibernética das instituições públicas gaúchas e sugere a inexistência ou a baixa efetividade de planos de resposta a incidentes, além de possíveis violações à <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a>.

Entre os diferentes tipos de ataque observados, o <i>phishing</i> merece atenção especial por ser frequentemente bem-sucedido em função de falhas humanas. Trata-se de uma técnica de engenharia social executada por meio de e-mails, mensagens de texto, chamadas telefônicas ou páginas fraudulentas na internet, nas quais cibercriminosos se passam por fontes legítimas e confiáveis. O objetivo é enganar as vítimas e induzi-las a fornecer informações sensíveis ou realizar ações indevidas.

A redução da efetividade desse tipo de ataque depende, sobretudo, da capacitação contínua de servidores e colaboradores, com foco na conscientização e na adoção de boas práticas de segurança. Essa estratégia está alinhada à perspectiva de que medidas preventivas tendem a ser mais eficazes e economicamente vantajosas do que ações corretivas após a ocorrência de incidentes, conforme destacado no <a href="https://www.ibm.com/reports/data-breach" target="_blank" rel="noopener">Cost of a Data Breach Report 2025</a>, publicado pela IBM.

Para obter mais informações sobre os projetos de extensão universitária mencionados ou acerca de oportunidades de colaboração técnica na área de cibersegurança, recomenda-se entrar em contato com o professor Luiz Fernando Freitas-Gutierres, por meio do e-mail institucional luiz.gutierres@ufsm.br ou via <a href="https://www.linkedin.com/in/lffreitas-gutierres/" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn</a>.

<i>Texto: Luiz Fernando Freitas-Gutierres, com revisão da Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CTE disponibiliza bolsa para tarefas administrativas na Comissão Setorial de Avaliação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/cte-disponibiliza-bolsa-para-tarefas-administrativas-na-comissao-setorial-de-avaliacao</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:36:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[CTE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72543</guid>
						<description><![CDATA[Podem se candidatar alunos de qualquer curso de graduação da UFSM, desde que tenham 16 horas semanais disponíveis]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE) informa que estão abertas até o dia 26 de abril as inscrições na seleção de bolsista para auxiliar nas tarefas administrativas da Comissão Setorial de Avaliação. Para se inscrever, é necessário acessar a <a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br/edital/183-edital-csa-cte-2026" target="_blank" rel="noopener">página do edital</a> e anexar os documentos exigidos. Podem se candidatar alunos de qualquer curso de graduação da UFSM, desde que tenham 16 horas semanais disponíveis para as atividades da bolsa, as quais serão desenvolvidas de segunda a sexta-feira, nos turnos da manhã e/ou tarde. Além da análise da documentação, o processo seletivo inclui também entrevista. O candidato classificado vai ganhar uma remuneração de R$ 560,00 por mês.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title> “A leitura é um hábito que se constrói”: pesquisadoras refletem sobre importância do livro infantil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/literatura-infantil</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:52:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dia nacional livro infantil]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[livro infantil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72536</guid>
						<description><![CDATA[Dia 18 de abril marca o aniversário de Monteiro Lobato e homenageia o autor e sua obra
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O dia 18 de abril marca o Dia Nacional do Livro Infantil. A data celebra o aniversário de Monteiro Lobato, figura de referência na literatura infantil, e reforça a importância dessa manifestação cultural. A leitura contribui para o desenvolvimento cognitivo da criança ao incentivar a imaginação, criatividade e o aumento do vocabulário. A conexão com as personagens gera identificação nos pequenos, o que proporciona sentimentos de valorização e compreensão. Por isso, é importante que haja incentivo à prática da leitura desde cedo, por meio da escola e dos familiares.</p>
<p>Existem diversas maneiras de inspirar esse hábito. Uma delas é a leitura compartilhada, por meio da mediação. Doutora em Educação e docente do curso de Psicologia da Universidade Federal de Satna Maria (UFSM), Taís Fim Alberti, defende, a partir da Psicologia Histórico-Cultural, que a leitura insere o sujeito na cultura social vigente. “A gente se humaniza na relação com os outros. Então, é nessa relação de mediação que a gente vai passar para essa nova pessoinha os instrumentos e os signos da nossa cultura”, reforça.&nbsp;</p>
<p>A mediação, descrita pela professora, envolve a leitura compartilhada, ou seja, com outras pessoas - um adulto, um professor ou até uma criança mais velha. Isso permite que a criança se expresse ao conversar sobre a história e falar sobre o que sente e observa. Taís explica que “a leitura é um componente essencial para o desenvolvimento dessas funções psíquicas superiores”.</p>
<p>Ao pensar no desenvolvimento intelectual, é importante refletir sobre o aspecto sócio-emocional presente no ensino. A Psicologia Histórico-Cultural destaca um papel da escolarização. “A escola e o ensino são condições para o desenvolvimento”, ressalta.&nbsp;A docente reflete sobre como a escola tem papel fundamental em sistematizar o conhecimento e, também, criar leitores, pois proporciona o acesso à leitura.</p>
<p>Assim, o livro se materializa em um objeto tátil com textura e ilustração que estímulos à inventividade do leitor e fazem com este se envolva com a história narrada. Na UFSM, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) desenvolve pesquisas sobre o mercado editorial e hábitos de leitura na infância. A doutoranda Danielle Neugebauer Wille, que estuda o tema, ressalta como elementos visuais que fogem do texto são essenciais no livro infantil: “a criança fica muito mais interessada e interage muito mais com o livro a partir disso”.</p>
<p>Com um trabalho sobre livros para crianças de quatro a cinco anos, Danielle busca compreender como se dá a experiência estética a partir da materialidade gráfica dos livros infantis - precursores da inovação nesse aspecto. Permeada por sua experiência pessoal como mãe de Pedro, de seis anos, ela pesquisa como o contato da criança com o livro e a leitura compartilhada se dão na relação entre pais e filhos. “O livro infantil dá abertura e proximidade dentro da parentalidade. É um momento de convívio com a criança que possibilita a conversa sobre suas vivências”, comenta a pesquisadora orientada pela professor Sandra Depexe, do Poscom.</p>
<figure>
										<img width="912" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-12.24.03-912x1024.jpeg" alt="Foto colorida vertical de livro infantil com desenho de cobra azul sobre um fundo amarelo. A cabeça da cobra acompanha o formato da capa da obra, que tem dois olhos e um lingua." /><figcaption>Litetura infantil precisa ser lúdica</figcaption></figure>
<h3><strong>A escolha do livro</strong></h3>
</p>
<p>A professora Taís reforça a importância da escolha cuidadosa do livro, da mediação de alguém com conhecimento sobre a obra e o hábito da leitura alinhado à fase do desenvolvimento. “A literatura que a gente escolher pode transformar isso em algo exaustivo, cansativo”, pondera. Já Danielle argumenta que a leitura não é somente para que se converse com a criança sobre determinado assunto, mas também para que ela se sinta feliz naquele momento.</p>
<p>Outro elemento que chama atenção é o conteúdo da história. Atualmente, os livros fogem da ideia moralista, da “moral da história”, muito presente em livros infantis desatualizados. “Antigamente, o único objetivo do livro era esse. Hoje em dia, ele tem muito mais abertura para ter uma experiência de prazer”, pontua a pesquisadora.</p>
<p>É interessante que as famílias também se mobilizem ao procurar obras com temáticas relevantes para debate ainda na infância, inclusive aqueles de assuntos difíceis de abordar. “É possível permitir que a criança se expresse a partir de alguma vivência real, e a literatura vem como um suporte para aquilo que ela está vivenciando”, reflete Taís. </p>
</p>
<h3>A importância da ilustração</h3>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A pesquisadora Ana Julia Rodrigues defendeu sua dissertação “‘Eu Gosto de Ler, Só Que Eu Não Leio Muito’: Consumo e Práticas de Leitura de Livros Infantis em uma Escola Pública de Santa Maria”, no Poscom, no dia 27 de março. O estudo trata do consumo de livros infantis e como se dá a relação das crianças com a literatura. Ana Julia percebeu que a ilustração sempre chamou muito a atenção das crianças.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">“Sempre que a gente perguntava: ‘por que que tu escolheu esse livro?’, eles sempre destacavam o valor da ilustração”. Ana Julia relata que muitas crianças atentavam para a capa, as cores e os aspectos editoriais, o que revelava sua afinidade com a ilustração. </p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">“É muito deles se identificarem. Muitas vezes é um personagem ou uma cor que chama a atenção. Eles se identificam não necessariamente com a história, mas com algum elemento”, constata.</p>
<figure>
										<img width="989" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-12.24.04-989x1024.jpeg" alt="Foto colorida vertical de livro infantil e formato quadrado do livro &quot;Quem abre o bocão&quot;. A obra tem na capa principal, em azul, tem dois olhinhos na parte de cima, e uma área vazada em formato de boca. Na página seguinte, visível atráves da área vazada, vários personagens, passarinhos e pintinhos, e uma superfície vermelha" />											</p>
<figcaption>Formas, cores, ilustrações e personagens ajudam no incentivo à leitura</figcaption>
</figure>
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-09.11.17-768x1024.jpeg" alt="Foto colorida vertical de mulher jovem em pé. Ela usa óculos, tem cabelos claro longo, usa blusa branca e calça escura. Atrás dela, a projeção de um slide com o nome da pesquisa “‘Eu Gosto de Ler, Só Que Eu Não Leio Muito’: Consumo e Práticas de Leitura de Livros Infantis em uma Escola Pública de Santa Maria”" />											</p>
<figcaption>Ana Júlia defendeu dissertação sobre consumo de livros infantis em escola pública</figcaption>
</figure>
<h3>Hábitos de leitura na infância</h3>
<p>A pesquisa de Ana Julia, também orientada pela professora Sandra Depexe, destaca a importância da mediação e o papel central das escolas no interesse que a criança possui ou desenvolve na leitura. Ao buscar compreender a relação criança-livro atualmente, ela observou que, em muitos contextos, “a escola é o único lugar que vai ofertar essa relação com o livro infantil”.</p>
<p>A dissertação aponta que as formas de consumo do livro carregam significados sociais. “A gente observa que, de fato, a escola é o principal local que oferece e oportuniza essa relação”, relata. O alto custo do livro infantil ainda é um fator de afastamento do universo da literatura. Danielle concorda com Ana e reforça que o livro não é um produto cultural barato e acessível. Por isso, ela lembra que, para muitas famílias, a escola é a possibilidade desse contato com a literatura.</p>
<h3><b>Lobato e o Sítio</b></h3>
<p>Monteiro Lobato foi o responsável por revolucionar a literatura infantil no Brasil com o livro “Reinações de Narizinho”, relançado posteriormente como parte da série "Sítio do Pica Pau Amarelo", a primeira escrita para crianças. Com uma linguagem fácil, o autor construiu um universo fantástico e ganhou o país com seus personagens criativos e curiosos. A obra foi traduzida para outros idiomas e recebeu adaptações para cinema, televisão e quadrinhos.</p>
<p>O dia 18 de abril celebra o Dia Nacional do Livro Infantil em homenagem ao autor considerado o “pai da literatura infantil” no Brasil.</p>
<h3><b>Literatura infantil x literatura juvenil</b></h3>
</p>
<p>O livro infantil é concebido para a criança, com formato, ilustrações, cores, quantidade de texto e linguagem específicas. Já a literatura infantil é todo o texto adequado à criança. Atualmente também se considera literatura infantil aquela obra que tem, não só o texto, mas também a ilustração de qualidade. A escritora Cecília Meireles defendia que a “Literatura Infantil é aquela que as crianças leem com agrado”.</p>
<p>Não existem regras expressas para definir o livro juvenil, mas o que se observa – em comparação com o infantil – é o predomínio de textos mais longos, com letras em corpo menor, poucas ilustrações, quase sempre em preto e branco. Com relação ao conteúdo, os juvenis apresentam uma divisão em gêneros de forma mais clara: aventura, suspense, romance, mistério e ficção científica. </p>
<p><em><strong>Texto</strong>: Júlia Ciervo Zucchetto, acadêmica de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em><strong>Fotos</strong>: Arquivo Pessoal/Ana Júlia Rodrigues</em></p>
<p><em><strong>Edição</strong>: Maurício Dias, jornalista</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prédio 18 terá desligamento de energia na segunda (20)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/predio-18-tera-desligamento-de-energia-na-segunda-20</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:23:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[desligamento de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72535</guid>
						<description><![CDATA[O prédio 18 do campus sede terá desligamento de energia na segunda-feira (20), a partir das 8h, com retorno previsto para as 11h. Serão realizadas instalações elétricas internas. A energia poderá voltar antes do horário final informado, e para segurança da comunidade acadêmica, a rede deve ser considerada energizada mesmo durante o horário programado para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O prédio 18 do campus sede terá desligamento de energia na segunda-feira (20), a partir das 8h, com retorno previsto para as 11h. Serão realizadas instalações elétricas internas.</p>
<p>A energia poderá voltar antes do horário final informado, e para segurança da comunidade acadêmica, a rede deve ser considerada energizada mesmo durante o horário programado para manutenção. Poderão ocorrer desligamentos momentâneos em outros setores, por adversidades técnicas.</p>
<p>Por questões climáticas, acidentes ou eventos emergenciais, a programação poderá ser cancelada sem aviso prévio.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banco vermelho é inaugurado no CCS e reforça debate interseccional sobre violência contra mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/banco-vermelho-e-inaugurado-no-ccs-e-reforca-debate-interseccional-sobre-violencia-contra-mulheres</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:16:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[banco vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[casa veronica]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete da reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72528</guid>
						<description><![CDATA[Ação reúne comunidade acadêmica para discutir desigualdades que atravessam diferentes marcadores sociais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72530" align="alignright" width="564"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO2.jpg"><img class="wp-image-72530" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO2.jpg" alt="" width="564" height="376" /></a> Banco vermelho do CCS tem citação da filósofa Djamila Ribeiro[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Não se pode ter seletividade quando o assunto é o combate ao machismo”. A frase de Djamila Ribeiro é o que estampa o mais novo banco vermelho da UFSM, inaugurado no Centro de Ciências da Saúde (CCS) na última quarta-feira (15). O momento foi pensado para conscientizar a comunidade acadêmica acerca do combate ao feminicídio. Na Universidade, a iniciativa parte do Gabinete da Reitora e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio da Casa Verônica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a ocasião, o evento contou com a roda de conversa “Gênero, raça e violências: lutas e desafios no enfrentamento à violência contra as mulheres”, coordenada pela professora Monalisa Siqueira, presidente da Comissão de Igualdade de Gênero na UFSM, no auditório do prédio 26B. Ela comenta: “trata-se de um debate que atravessa nossos corpos, nossa vida pessoal e profissional”.</span></p>
[caption id="attachment_72534" align="alignleft" width="564"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A1041.jpg"><img class=" wp-image-72534" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A1041.jpg" alt="" width="564" height="376" /></a> Monalisa, Martha e Cláudia participaram de roda de conversa[/caption]
<h3>Uma luta para pensar gênero, raça e classe</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para somar à discussão, fizeram-se presentes professores, estudantes, servidores e autoridades. A professora Cláudia Bassoaldo, coordenadora da Política de Promoção da Igualdade Racial do município, alerta sobre o racismo estrutural presente neste tipo de violência. Os números não negam: conforme dados divulgados em 2026 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), </span><a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2026/03/nota-tecnica-dia-mulher-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">mulheres negras continuam sendo o maior alvo de feminicídio no Brasil, representando 62,6% das vítimas entre 2021 e 2024</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cláudia vê o banco vermelho não apenas como um espaço de reflexão, mas de denúncia, ao evidenciar que diferentes vidas são atravessadas por desigualdades que as tornam mais vulneráveis à violência. Ela chama a atenção para o fato de que, mesmo com todos os avanços da sociedade contemporânea, ainda é muito raro ver mulheres negras ocupando os espaços públicos. A professora conclui: “enquanto eu puder falar, falarei, mesmo que incomode. Se a gente não incomodar, isso será naturalizado”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Somente em 2026, o Rio Grande do Sul já registrou, até o momento, 27 casos de feminicídio</span><span style="font-weight: 400">. O número acende um alerta, mas também aponta para a necessidade de compreensão. O conceito de interseccionalidade, formulado por Kimberlé Crenshaw e reiterado por pensadoras como Djamila Ribeiro, fala justamente dessas desigualdades, que incidem de forma desproporcional sobre as mulheres.</span></p>
[caption id="attachment_72532" align="alignright" width="563"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO6.jpg"><img class=" wp-image-72532" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO6.jpg" alt="" width="563" height="375" /></a> Professores, estudantes, servidores e autoridades presentes na inauguração do banco vermelho do CCS[/caption]
<h3>Liderança feminina à frente da mudança social</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Encerrada a roda de conversa, a professora Monalisa realizou o protocolo inaugural do banco vermelho, localizado no hall do CCS, entre os prédios 26A e 26B. Ela comenta: “fica, então, a reflexão para o CCS, majoritariamente composto por mulheres”. Além da grande presença feminina de estudantes, o centro possui uma mulher à frente do cargo de direção: a professora Maria Denise Schimith. A diretora percebe o papel da área da saúde no combate à violência contra a mulher e conclui: “precisamos pesquisar, estudar, fazer a extensão e o cuidado. A gente deve formar os profissionais da saúde para que eles não repliquem atos machistas e misóginos”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Primeira mulher a ocupar o cargo de reitora da UFSM, a professora Martha Adaime reafirma o compromisso com a campanha dos bancos vermelhos, fomentada tanto por ela quanto pelas demais reitoras do estado. Ela conta que, ao falar sobre a proposta ao restante das chefias universitárias do Brasil, a reação foi de estranheza: muitos sequer conheciam a iniciativa. </span></p>
<h3>Banco vermelho: da Europa ao Brasil</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Símbolo internacional de enfrentamento ao feminicídio, o banco vermelho é um marco visual que busca chamar a atenção para a violência contra as mulheres. A campanha originou-se na Itália em 2016 e visa ocupar espaços públicos com bancos pintados de vermelho para representar o sangue derramado pelas vítimas e os lugares vazios deixados por mulheres assassinadas. No Brasil, a ação foi oficializada pela </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14942.htm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Lei nº 14.942/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> e executada pelo </span><a href="https://institutobancovermelho.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Instituto Banco Vermelho</span></a><span style="font-weight: 400"> em parceria com municípios e instituições de ensino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dentro da UFSM, o primeiro banco foi inaugurado em dezembro de 2025, no </span><span style="font-weight: 400">hall </span><span style="font-weight: 400">do Restaurante Universitário 1 (RU1). Até o momento, já são quatro: além do RU1 e CCS, há bancos vermelhos também no Centro de Educação (CE) e no Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH). A ideia é que todos os centros sejam contemplados com a iniciativa, que se soma a outras ações voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao combate às violências, fortalecendo o compromisso da Universidade com a pauta. </span></p>
[caption id="attachment_72533" align="alignleft" width="429"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/foto7.jpg"><img class=" wp-image-72533" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/foto7.jpg" alt="" width="429" height="286" /></a> Iniciativa é executada, no Brasil, pelo Instituto Banco Vermelho[/caption]
<h3>Denuncie</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A Casa Verônica, vinculada ao Observatório de Direitos Humanos (ODH), disponibiliza em seu site uma </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica/onde-procurar-ajuda" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">seção específica com orientações sobre onde procurar ajuda em casos de violência</span></a><span style="font-weight: 400">. A página reúne informações sobre serviços de atendimento nos diferentes campi da Universidade, além de indicar caminhos para denúncia e proteção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A denúncia é um passo fundamental para o enfrentamento da violência e para a proteção das vítimas. Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados por meio do </span>telefone 180<span style="font-weight: 400">, canal nacional de atendimento que funciona gratuitamente em todo o país. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Conheça outros contatos úteis:</span></em></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400"> Direitos Humanos: 100</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Centro de Referência da Mulher (CRM): (55) 3174-1519, opção 2, e (55) 99139 4971 (WhatsApp)</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM): (55) 3174-2252</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA): (55) 3174-2225</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Polícia Civil: 197</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Brigada Militar: 190 </span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Guarda Municipal: 153 (Ciosp)</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Santa Maria: (55) 3222-8888</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Ministério Público: (55) 3222-9049</span></li>
<li><span style="font-weight: 400"> Defensoria Pública: (55) 3218-1032</span></li>
</ul>
<p><em>Texto<span style="font-weight: 400">: Camille Moraes, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Fotos<span style="font-weight: 400">: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza a Semana da Propriedade Intelectual de 27 a 30 de abril</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/ufsm-realiza-a-semana-da-propriedade-intelectual-de-27-a-30-de-abril</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 22:13:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72527</guid>
						<description><![CDATA[Entre os destaques da programação, está a palestra “Construção de patentes relevantes na era da IA”, com Henry Suzuki]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM promove, de 27 a 30 de abril, a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/eventos/1a-semana-da-propriedade-intelectual" target="_blank" rel="noopener">Semana da Propriedade Intelectual</a>, com atividades voltadas à discussão sobre proteção do conhecimento, inovação e transferência de tecnologia. Organizado pela Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova), o evento ocorrerá nos campi de Santa Maria, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul.

Com o tema “Da ideia ao impacto”, a programação reúne palestras, oficinas e atividades formativas voltadas à comunidade acadêmica. As ações abordam temas relacionados à proteção de tecnologias, prospecção tecnológica e instrumentos jurídicos utilizados na formalização de parcerias entre universidade, empresas e outras instituições.

A abertura da programação ocorre no dia 27 de abril, no Campus de Santa Maria, no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Pela manhã, está prevista a palestra “Construção de patentes relevantes na era da IA”, que será ministrada por Henry Suzuki, seguida de reconhecimento aos membros do Comitê Institucional de Iniciação à Inovação Tecnológica e Desenvolvimento (Comit). Também será apresentada à comunidade universitária a estrutura do Programa de Propriedade Intelectual da UFSM e o fluxo institucional de propriedade intelectual. À tarde, ocorre a oficina “Aplicação do Orbit em prospecção tecnológica”, exclusiva para a equipe da Proinova.

No dia 28 de abril, o Campus de Frederico Westphalen recebe atividades que incluem um Desafio de Propriedade Intelectual, realizado em formato de dinâmica pela Coordenadoria de Educação Empreendedora. A programação inclui ainda palestra com Henry Suzuki, seguida da apresentação do Programa de Inovação da UFSM. No mesmo dia, o Campus de Santa Maria sediará o evento Finep pelo Brasil, que apresenta oportunidades de financiamento e incentivo à inovação para empresas, cooperativas e instituições científicas, tecnológicas e de inovação.

A programação segue no dia 29 de abril com atividades no Campus de Palmeira das Missões, incluindo o Desafio de Propriedade Intelectual, realizado em formato de dinâmica pela Coordenação de Educação Empreendedora. A programação inclui ainda palestra com Henry Suzuki, seguida da apresentação do Programa de Inovação da UFSM. Em Santa Maria, o dia inclui duas atividades voltadas à transferência de tecnologia: a palestra “Ferramentas Estratégicas para a transferência de tecnologia: prospecção e valoração, conectando a pesquisa ao mercado”, pela manhã, e a atividade “Da ideia à assinatura: conheça os instrumentos jurídicos e a formalização de parcerias”, à tarde.

O encerramento acontece no dia 30 de abril, no Campus de Cachoeira do Sul, com palestra com Henry Suzuki e apresentação do Programa de Inovação da UFSM.

Durante a Semana da Propriedade Intelectual também será realizada a Mostra de Tecnologias Protegidas da UFSM, entre os dias 27 e 29 de abril, no Campus de Santa Maria. A iniciativa apresenta tecnologias e protótipos desenvolvidos na universidade que possuem proteção intelectual, com o objetivo de ampliar a visibilidade dessas pesquisas e aproximá-las de possíveis parceiros e aplicações no mercado.

Informações sobre a programação e sobre as inscrições para as atividades serão divulgadas nos canais oficiais da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova" target="_blank" rel="noopener">Proinova</a>.

<b>Quem é Henry Suzuki</b>

Henry Suzuki é sócio fundador e CEO da Axonal Consultoria Tecnológica e atua na área de patentes e inteligência tecnológica. Participa de redes e comunidades voltadas à inovação, como Tech Brazil Advocates, Mentores do Brasil e Open Innovation BR. Ao longo da carreira, tem atuado na orientação de empresas e instituições na construção de estratégias de proteção e gestão de tecnologias.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do InovaTec</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Edital recebe inscrições de ações de ensino para a qualificação dos cursos de graduação da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/edital-recebe-inscricoes-de-acoes-de-ensino-para-a-qualificacao-dos-cursos-de-graduacao-da-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:33:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72526</guid>
						<description><![CDATA[Professores e servidores técnico-administrativos podem inscrever propostas até este domingo (19)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), divulgou o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/017-2026" target="_blank" rel="noopener">edital unificado Nº 017/2026</a>, referente ao Fundo de Ensino (Fien) e ao Fundo de Incentivo ao Ensino em Conexão com a Educação Básica (FienEB).

A iniciativa visa à seleção de ações de ensino voltadas à integração dos cursos de graduação da UFSM com a educação básica, à qualificação do ensino de graduação na UFSM e à melhoria do desempenho acadêmico e da qualidade dos cursos de bacharelado, de licenciatura ou de cursos superiores de tecnologia.

As ações de ensino submetidas ao edital deverão ser enquadradas em uma das áreas do conhecimento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq):

A. Ciências exatas e da terra;

B. Ciências biológicas;

C. Engenharias;

D. Ciências da saúde;

E. Ciências agrárias;

F. Ciências sociais aplicadas;

G. Ciências humanas;

H. Linguística, letras e artes.

O edital unificado prevê duas linhas para submissão das ações e destinação de recursos de custeio e cotas de bolsas estudantis:

<b>Linha 1:</b> Voltada ao Fien, busca apoiar ações regularmente cadastradas como programas/projetos no Portal de Projetos da UFSM, na categoria “Ensino”, que priorizem a formação de acadêmicos e acadêmicas dos cursos de graduação da UFSM. Está previsto um total de R$ 200 mil para o desenvolvimento dos projetos enquadrados na linha 1 em 2026.

<b>Linha 2:</b> Voltada ao (FienEB), objetiva fortalecer a articulação entre graduação e educação básica, promovendo troca de saberes em escolas públicas. Nesta linha, somente docentes poderão coordenar as ações, regularmente cadastradas como programas/projetos no Portal de Projetos da UFSM, na categoria “Ensino”. Está previsto um total de R$ 168 mil para o desenvolvimento dos projetos enquadrados na linha 2 em 2026.

Docentes e servidores técnico-administrativos poderão realizar suas inscrições até este domingo (19). O edital Nº 017/2026 está disponível no site <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd" target="_blank" rel="noopener">ufsm.br/prograd</a>.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail prograd@ufsm.br.

<i>Texto: Prograd</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores podem submeter projetos e programas de ensino ao Prolicen até este domingo (19)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/professores-podem-submeter-projetos-e-programas-de-ensino-ao-prolicen-este-domingo-19</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:15:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72525</guid>
						<description><![CDATA[Está previsto um total de R$ 168 mil para o desenvolvimento das ações do programa neste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da UFSM lançou seu <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/019-2026" target="_blank" rel="noopener">edital Nº 019/2026</a>, referente à seleção de ações de ensino para o Programa de Licenciaturas (Prolicen) neste ano. A iniciativa busca selecionar projetos e programas de ensino que invistam na qualidade dos cursos de licenciatura e na integração da UFSM com a rede pública de educação básica.

O edital prevê a concessão de cotas de bolsas acadêmicas mensais de R$ 700,00, indivisíveis e intransferíveis, por até oito meses, sendo vedado o uso da verba para recursos de custeio. Está previsto um total de R$ 168 mil para o desenvolvimento das ações do Prolicen 2026, o que corresponde a um total de 30 bolsas mensais.

As ações submetidas ao edital deverão ser enquadradas em uma das seguintes áreas de atuação:

A. Gestão escolar e educacional;

B. Produção do conhecimento;

C. Formação permanente de professores;

D. Práticas pedagógicas;

E. Práticas curriculares;

F. Educação inclusiva;

G. Educação não formal;

H. Artes, culturas e linguagens;

I. Tecnologias da informação e comunicação;

J. Novas metodologias educacionais.

As inscrições poderão ser feitas até este domingo (19), por meio do <a href="https://portal.ufsm.br/docente/" target="_blank" rel="noopener">Portal Docente</a>. O edital Nº 019/2026 está disponível no site <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd" target="_blank" rel="noopener">ufsm.br/prograd</a>.

Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail prograd@ufsm.br.

<em>Texto: Prograd</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento vai abordar impactos de tempestades severas e soluções para o RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/evento-vai-abordar-impactos-de-tempestades-severas-e-solucoes-para-o-rs</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:02:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72524</guid>
						<description><![CDATA[Professores e pesquisadores do curso de Meteorologia da UFSM estão entre os palestrantes do encontro, que ocorre em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Órgão vinculado à Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict/RS), o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática promove no dia 28 de abril, em Porto Alegre, o evento intitulado “Tempo Severo no Rio Grande do Sul: impactos e caminhos para soluções”. Realizado em parceria com a UFSM e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o encontro vai reunir especialistas, pesquisadores e gestores para debater a preparação do estado para fenômenos extremos que vão além das cheias, com foco em tempestades severas, avaliação de danos, monitoramento e construção de resiliência. O evento é realizado em alusão ao Dia Internacional para Redução de Riscos gerados por Tempestades Severas, também tendo em vista as inundações que devastaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024.

As atividades ocorrem nos turnos da manhã (9h às 12h) e tarde (14h às 17h), no auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari. Do painel da manhã, intitulado “Tempestades severas e seus impactos”, participarão dois professores do curso de Meteorologia da UFSM: Vagner Anabor e Mauricio Ilha de Oliveira. Anabor vai abordar o tema “Sistemas convectivos e tempestades severas: características regionais”, enquanto que Oliveira falará sobre “Fenômenos de tempo severo (tornados, microexplosões, granizo)”.

Anabor também vai participar do painel da tarde, intitulado “Avaliação de danos, treinamentos e mitigação”. Na ocasião, ele falará sobre a “Previsão baseada em impactos e oportunidades de treinamento”. Desse painel também participará o meteorologista da UFSM Murilo Machado Lopes, que vai abordar a Rede Voluntária de Observadores de Tempestades e avaliação de danos.

Os interessados em participar do encontro devem preencher até a próxima quarta-feira (22) o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGiaZJnMtYAxDgmRKT942SoVURVRCQjlGVk9BME1BMlQ3OUpXTFNKSjQ0Ny4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também está disponível a programação completa. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/p/DWokZJxlpKd/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">perfil da Sict/RS no Instagram</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pibid oferta vagas e cadastro de reserva para estudantes de graduação em onze áreas da licenciatura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/pibid-oferta-vagas-e-cadastro-de-reserva-para-estudantes-de-graduacao-em-onze-areas-da-licenciatura</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:43:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72523</guid>
						<description><![CDATA[As inscrições podem ser feitas até este domingo (19). Os candidatos classificados vão ganhar bolsa de R$ 700,00]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Graduação, publicou o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/020-2026" target="_blank" rel="noopener">edital de seleção de estudantes</a> para atuação no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid). As vagas estão distribuídas nas seguintes áreas de licenciatura:

<b>Alfabetização:</b> 6 vagas + cadastro de reserva;

<b>Biologia</b> <b>(Campus de </b><b>Palmeira das Missões</b><b>)</b><b>:</b> 4 vagas + cadastro de reserva;

<b>Biologia</b> <b>(Campus de </b><b>Santa Maria</b><b>)</b><b>:</b> 1 vaga + cadastro de reserva;

<b>Dança:</b> 4 vagas + cadastro de reserva;

<b>Educação Especial:</b> 3 vagas + cadastro de reserva;

<b>Física:</b> 4 vagas + cadastro de reserva;

<b>Filosofia:</b> cadastro de reserva;

<b>Língua Portuguesa:</b> 1 vaga + cadastro de reserva;

<b>Pedagogia – Educação Infantil:</b> 1 vaga + cadastro de reserva;

<b>Química:</b> cadastro de reserva;

<b>Teatro: </b>cadastro de reserva.

O valor mensal da bolsa é de R$ 700,00. O cadastro de reserva será composto pelas pessoas aprovadas no edital para a respectiva área, mas cuja classificação exceda o número de vagas previstas. Sempre que houver vaga disponível, pessoas classificadas no cadastro de reserva poderão ser convocadas para integrar os Núcleos de Iniciação à Docência como bolsistas, respeitando a ordem de classificação na área correspondente.

As inscrições podem ser feitas até este domingo (19). O edital Nº 020/2026 pode ser acessado no site <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd" target="_blank" rel="noopener">ufsm.br/prograd</a>.

<b>São requisitos mínimos para concorrer às vagas:</b>

I. estar regularmente matriculado, em qualquer semestre, em curso de licenciatura participante do subprojeto da UFSM, conforme indicado no quadro apresentado no subitem 3.1 do edital;

II. ser aprovado neste processo seletivo;

III. possuir bom desempenho acadêmico, evidenciado pelo histórico escolar, consoante as normas da universidade; e

IV. possuir disponibilidade de tempo para se dedicar às atividades do Pibid, conforme carga horária mensal estabelecida no edital Nº 10/2024 – indicada no inciso I do subitem 5.1 do edital.

O estudante de licenciatura que possuir vínculo empregatício ou estiver realizando estágio remunerado poderá ser bolsista do Pibid, desde que não possua relação de trabalho com a UFSM, com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou com a escola onde desenvolverá as atividades do subprojeto, e que possua disponibilidade de tempo para atuação no programa.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail pibid@ufsm.br e pelo telefone (55) 3220-8338.

<i>Texto: Prograd</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertas as inscrições para oficina sobre roteiros de videoaula para o ensino de línguas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/abertas-as-inscricoes-para-oficina-sobre-roteiros-de-videoaula-para-o-ensino-de-linguas</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:22:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72521</guid>
						<description><![CDATA[A oficina será ministrada no dia 25 de abril, às 9h, pelo quadrinista e produtor audiovisual Lielson Zeni]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Novo-post-labler-informa.png"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Novo-post-labler-informa-819x1024.png" alt="" width="525" height="656" /></a>Estão abertas as inscrições para a oficina Roteiro de Videoaula, que acontece no dia 25 de abril, das 9h às 11h, na sala 3310 do Centro de Educação – prédio 16 do campus sede da UFSM. Esta atividade destina-se a professores de linguagens em formação inicial ou continuada e a profissionais em atuação, e tem por objetivo a apresentação de modelos de roteiro de videoaula. A ideia é que os participantes sejam capacitados para pensar em formatos audiovisuais de produção de material didático. O ministrante será o quadrinista e produtor audiovisual Lielson Zeni.</p><p>A oficina é ofertada em uma parceria entre o Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (Labler) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ensino de Linguagem (Nepelin). Os interessados em participar devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdwZ9-LKIt1NJz1MR5oZMVtqENwcQiauOCHhjYQxxi-FXNIWg/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>.</p><p>Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail labler@ufsm.br ou no <a href="https://www.instagram.com/linc_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do Labler no Instagram</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Valorização da tradição: Laboratório de Lã da UFSM recebe curso de confecção em lã crua</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/valorizacao-da-tradicao-laboratorio-de-la-da-ufsm-recebe-curso-de-confeccao-em-la-crua</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:00:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[lablã]]></category>
		<category><![CDATA[ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72503</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa conecta a preservação de técnicas artesanais, sustentabilidade e geração de renda a partir da lã]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72505" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg"><img class=" wp-image-72505" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg" alt="" width="610" height="407" /></a> Participantes de diferentes gerações compartilham experiências na confecção com lã crua[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“É uma arte que está morrendo, e se a gente não der continuidade por meio de iniciativas como essa, isso pode acabar”, aponta a participante da atividade, Maristela Muniz. A declaração reflete a preocupação com a preservação de técnicas artesanais ligadas ao uso da lã, tema central do Curso de Confecção em Lã Crua</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a capacitação, iniciada na última segunda-feira (13) no Laboratório de Lã da UFSM, destaca a qualidade da fibra, suas propriedades e seu potencial sustentável, além de incentivar a agregação de valor ao produto final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante da redução no valor da lã no mercado, que levou muitos produtores a acumularem o produto sem outras alternativas, surgem iniciativas como essa, voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva. “Houve um período em que a lã bruta foi desvalorizada. O objetivo, então, é processá-la e transformá-la em produto para gerar mais retorno econômico e beneficiar quem depende dela”, destaca a zootecnista e coordenadora do Laboratório de Lã, Simone de David Antônio, ao resumir a importância da iniciativa.</span></p>
[caption id="attachment_72506" align="alignleft" width="319"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72506" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg" alt="" width="319" height="478" /></a> O curso acontece no Laboratório de Lã[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Laboratório de Lã: tradição e pesquisa há 45 anos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Laboratório de Lã, vinculado ao Departamento de Zootecnia da Universidade, atua há cerca de 45 anos com atividades relacionadas à fibra animal. Inicialmente voltado à análise da lã, o espaço ampliou sua atuação ao longo do tempo e passou a desenvolver também ações de ensino e extensão sobre o processamento do material, a partir da atuação do professor Cleber Cassol Pires.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso, que ensina a parte da confecção, chegou à Universidade em 2003, com o objetivo de promover a transformação da lã em itens artesanais, como tapeçarias, cobertores e peças de vestuário térmico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Marcia Duran, natural de Pelotas e formada em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), destaca o caráter geracional dessa prática. “Eu fui instruída pela minha irmã e, quando estava me formando, acompanhava o trabalho dela, que era lindo. Depois, ela me trouxe para dar aulas também”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da semana, Marcia apresentou a diversidade da tecelagem artesanal aos participantes, como técnicas de grampada, teares de prego, tear de pente liço e a feltragem para fazer tecidos autênticos. “A empregabilidade da lã é diversa, desde a forma mais tradicional, que são os xergões, até uma bolsa de grife que hoje está nas passarelas”, destaca a professora. </span></p>
[caption id="attachment_72507" align="alignright" width="557"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg"><img class=" wp-image-72507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg" alt="" width="557" height="372" /></a> A lã também está presente na moda[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">A lã como recurso natural</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria-prima do curso é um recurso natural, biodegradável e reciclável, obtido a partir da tosquia de ovinos, geralmente realizada uma vez ao ano. Além do uso têxtil e no artesanato, a lã também pode ser aplicada na construção civil, como isolante térmico e acústico, e na agricultura, como fertilizante, o que amplia suas possibilidades de uso em diferentes áreas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A lã possui propriedades térmicas que vão além da associação comum com o frio, contribuindo também para o conforto em diferentes temperaturas. “A lã não é quente, ela é térmica. Os beduínos no Saara usam ela para se protegerem do calor. Existe um conceito errado de que ela serve só para o frio, mas é possível usar uma peça de lã no verão por causa dessa adaptabilidade”, explica a aluna Maristela Muniz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a realização do curso, a lã é extraída na própria UFSM, o que aproxima os participantes das etapas iniciais do processo e reforça o entendimento sobre a origem da matéria-prima. Ao longo das atividades, o contato direto com o material também contribui para uma nova percepção sobre o trabalho artesanal. </span></p>
[caption id="attachment_72508" align="alignleft" width="357"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg"><img class="wp-image-72508 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg" alt="" width="357" height="372" /></a> A lã é extraída no setor de ovinocultura da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Hoje, se sair para a campanha do estado, não se encontra mais ninguém fazendo isso. Eles lavavam na sanga a lã, cardavam, depois teciam as cobertas e os xergões pro cavalo. Isso morreu. O que a gente tem agora são núcleos assim, tentando salvar um pouco da história”, relata Maristela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, a lã se apresenta como uma matéria-prima versátil, que alia propriedades térmicas, sustentabilidade e potencial de uso em diferentes áreas, mantendo sua relevância tanto na tradição quanto na atualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso é gratuito e costuma ser oferecido entre quatro e seis vezes ao ano, com cobrança apenas dos materiais para os participantes que optarem por ficar com o produto final. Nesta primeira edição de 2026, as atividades têm carga horária de 40 horas e ocorrem entre os dias 13 e 17 de abril, no Laboratório de Lã, localizado no prédio 78, sala 21. Cada turma conta com, no mínimo, 10 alunos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais informações estão disponíveis na página oficial do laboratório no Instagram: </span><a href="https://www.instagram.com/lablaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">@lablaufsm</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: </span><span style="font-weight: 400">Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Adrieny Rosa, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos do CTISM conquistam 14° lugar em competição internacional de jogos eletrônicos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/alunos-do-ctism-conquistam-14-lugar-em-competicao-internacional-de-jogos-eletronicos</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:28:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CTISM]]></category>
		<category><![CDATA[jogos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[técnico em informática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72518</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes cursam o terceiro ano do técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72520" align="alignright" width="605"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_4554-1.jpg"><img class=" wp-image-72520" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_4554-1.jpg" alt="" width="605" height="339" /></a> Miguel Pires, Nicolas Coutinho e Luis Bidinoto[/caption]
<p>Os alunos do terceiro ano do curso técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria Nicolas Coutinho da Silva, Miguel Pires e Luis Santos Bidinoto participaram da competição Brackeys Game Jam<i>, </i>promovida pelo youtuber Brackeys<i>.</i> Na ocasião, eles precisaram se organizar e desenvolver um jogo em apenas uma semana. A competição contou com cerca de 1.500 projetos inscritos de aproximadamente 4 mil participantes de diversos países.</p>
<p>A ideia de participar surgiu a partir do interesse dos próprios estudantes, que já faziam parte do projeto “<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/2025/06/24/acontece-no-ctism-projeto-impulsiona-o-desenvolvimento-de-jogos-eletronicos" target="_blank" rel="noopener">Desenvolvimento de jogos eletrônicos como forma de aprendizagem para alunos do curso Técnico em Informática para Internet</a>”, coordenado pelo professor Fábio Franciscato. Segundo eles, entraram no curso com interesse em aprender a criar jogos, o que motivou sua participação em campeonatos desse tipo. Essa foi a segunda vez em que os estudantes participaram da competição.</p>
<h3>O processo de criar um jogo em uma semana</h3>
<p>Durante a competição, os competidores receberam o tema “lugares estranhos” e, a partir disso, precisaram desenvolver um jogo do zero. O grupo optou por criar uma narrativa em que dois personagens ficam presos em uma realidade alternativa dentro de um prédio, utilizando um elevador que leva a ambientes inesperados, como salas de aula e cenários com neve.</p>
<p>Além da programação, os estudantes também foram responsáveis por todas as etapas da criação, desde a arte, sonorização até a jogabilidade. “Não é só programar. Tem que pensar no visual, na história, no som. Quando estamos jogando, nem paramos para pensar no trabalho que houve por trás”, relatam. </p>
<p>Apesar do prazo curto, o grupo conseguiu finalizar o projeto e disponibilizá-lo online, recebendo cerca de 47 avaliações de outros participantes da competição. O retorno da comunidade foi considerado positivo pelos estudantes, especialmente pela troca de feedback entre desenvolvedores. Os discentes destacam a experiência como fundamental para a sua formação, já que a participação envolve o uso de raciocínio lógico e a aplicação prática de conteúdos aprendidos em sala de aula, como programação.</p>
<p>Além disso, ressaltam que desenvolvimento de jogos inclui diversas áreas do conhecimento, como física e matemática. “Às vezes, na teoria parece simples, mas na prática é muito mais complexo. O jogo ajuda a entender melhor esses conceitos”, afirmam. Durante o processo, eles contaram com o apoio do professor Fábio.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>Após a experiência, o grupo pretende participar de novas competições ao longo do ano. Para eles, mais do que a colocação, o mais importante é o processo de criação e aprendizado. “É muito gratificante ver algo que a gente criou sendo jogado por outras pessoas”, afirmam.</p>
<p>O jogo desenvolvido pelos estudantes permanece disponível online e pode ser acessado gratuitamente no <a href="https://nicolas0898.itch.io/whats-your-apartment" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<p><em>Texto: Myreya Antunes, bolsista de Jornalismo da Divisão de Comunicação e Produção Audiovisual do CTISM</em><br /><em>Foto: Gabriel Montelli</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM-PM lança selo comemorativo dos 20 anos e convida comunidade a participar de resgate histórico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/ufsm-pm-lanca-selo-comemorativo-dos-20-anos-e-convida-comunidade-a-participar-de-resgate-historico</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:28:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72516</guid>
						<description><![CDATA[Diversas atividades e ações estão previstas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">Faltando seis meses para celebrar seus 20 anos, que será comemorado no dia 16 de outubro, a Universidade Federal de Santa Maria – Campus Palmeira das Missões (UFSM-PM) inicia a divulgação das atividades que marcarão a data. As ações buscam envolver a comunidade acadêmica e externa na construção e no resgate da memória institucional ao longo dessas duas décadas.</p>
<p dir="ltr">Entre as iniciativas, está o convite para participação na obra comemorativa “Ensinar, aprender e transformar: 20 anos de vivências formativas na UFSM-PM”, além da contribuição com imagens para a galeria colaborativa “Memórias da UFSM-PM”. As propostas têm como objetivo valorizar experiências, trajetórias e registros que evidenciem a história e o impacto do campus na região.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, o campus também apresenta o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/palmeira-das-missoes/2026/04/16/ufsm-pm-lanca-selo-comemorativo-alusivo-ao-aniversario-de-20-anos-do-campus" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/palmeira-das-missoes/2026/04/16/ufsm-pm-lanca-selo-comemorativo-alusivo-ao-aniversario-de-20-anos-do-campus&amp;source=gmail&amp;ust=1776431950056000&amp;usg=AOvVaw1BWf84_Jch6gl0gvsk0IbY">selo comemorativo de 20 anos</a>, que passará a integrar as comunicações institucionais e as ações alusivas à celebração. Desenvolvido por Gilberto Augusto Krug, egresso do curso de Ciências Biológicas, o selo utiliza as cores azul e laranja e incorpora elementos simbólicos, como a palmeira — em referência à identidade do município de Palmeira das Missões — e o coração, representando o vínculo afetivo com a instituição. </p>
<p dir="ltr">A obra comemorativa “Ensinar, aprender e transformar: 20 anos de vivências formativas na UFSM-PM”, vinculada à Editora FACOS-UFSM, pretende reunir relatos de docentes, técnico-administrativos, gestores, estudantes, egressos e membros da comunidade externa, destacando o papel coletivo na construção da identidade e da missão formativa da UFSM-PM. A chamada para submissão de textos está aberta até 30 de abril, e o edital pode ser acessado no site do campus.</p>
<p dir="ltr">Já a galeria colaborativa “Memórias da UFSM-PM” tem como proposta reunir fotografias que retratem a trajetória do campus, em duas categorias: registros institucionais/históricos e fotografias artísticas. A iniciativa busca preservar memórias e fortalecer o sentimento de pertencimento, destacando diferentes olhares sobre os espaços e a evolução da universidade. As imagens selecionadas integrarão um acervo comemorativo a ser divulgado nas plataformas institucionais. Para participar, basta acessar o formulário e enviar as fotografias pelo link que ficará disponível no site do campus.</p>
<p dir="ltr">Além dessas ações, dois outros projetos especiais também estão em desenvolvimento. A série “Entre o ontem e o agora: 20 fatos históricos” trará publicações destacando momentos marcantes da trajetória da UFSM-PM, enquanto a série “Vozes de uma história” reunirá depoimentos de pessoas que fizeram ou fazem parte da história do campus ao longo dessas duas décadas.</p>
<p dir="ltr">Com essas iniciativas, a UFSM-PM dá início às comemorações de seus 20 anos, reafirmando seu compromisso com a educação pública, a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. Para acompanhar e participar da história dos 20 anos da UFSM-PM, basta acessar o Instagram e o site do campus.</p>
<p>Mais informações no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/palmeira-das-missoes" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p><em>Divisão de Comunicação Institucional da UFSM-PM</em></p>
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				<title>Estudantes do curso de Gestão de Turismo da UFSM fazem viagem técnica a Livramento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/estudantes-do-curso-de-gestao-de-turismo-da-ufsm-fazem-viagem-tecnica-a-livramento</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:00:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[santana do livramento]]></category>

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						<description><![CDATA[Jornada de estudos objetivou proporcionar experiências práticas e educativas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72514" align="alignright" width="547"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professora-Keli-Pereira-e-secretario-Matheus-Medina-palestraram-para-os-estudantes-da-UFSM-1.jpeg"><img class=" wp-image-72514" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professora-Keli-Pereira-e-secretario-Matheus-Medina-palestraram-para-os-estudantes-da-UFSM-1.jpeg" alt="" width="547" height="410" /></a> Professora Keli Pereira e secretário Matheus Medina palestraram para os estudantes da UFSM[/caption]
<p>Uma delegação de 35 alunos e dois professores do Curso de Gestão de Turismo da UFSM participou de uma viagem técnica até Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, na última terça-feira (14). A atividade faz parte da jornada de estudos e tem o objetivo de proporcionar experiências práticas e educativas. Pela manhã, no Salão Nobre da Prefeitura, os estudantes ouviram uma palestra ministrada pela turismóloga e professora Keli Pereira de Oliveira e pelo secretário municipal de Turismo, Matheus Medina. À tarde, ocorreu uma visita à Vinícola Almadén.</p>
<p>A acadêmica Marta Ferreira Santos afirmou que a viagem serviu para ter “a dimensão de como a cidade está se movimentando em torno do turismo, através das associações, iniciativa privada, universidades e da Secretaria de Turismo”. Ela também destacou a visita feita à Vinícola Almadén. “Vivenciamos a história, a fabricação, a degustação e, por fim, a comercialização dos vinhos, demonstrando o quanto a Almadén está preparada para receber os turistas”.</p>
[caption id="attachment_72515" align="alignleft" width="494"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Enologa-da-Almaden-relata-historia-da-vinicola-aos-estudantes-1.jpeg"><img class=" wp-image-72515" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Enologa-da-Almaden-relata-historia-da-vinicola-aos-estudantes-1.jpeg" alt="" width="494" height="400" /></a> Enóloga da Almadén relatou história da vinícola aos estudantes[/caption]
<p>A estudante Vitória Berlato da Silveira declarou que “a visita técnica foi de suma importância para a formação, destacando aspectos empreendedores e comunicacionais de <em>cases</em> de sucesso, além do importante segmento ecológico e de enoturismo. Isso enriqueceu ainda mais a experiência”. Já a aluna Ana Cristina Brignol Tavares disse que “descobriu Livramento” com a viagem técnica. “É um município próximo e que estava ofuscado pela fronteira com o Uruguai”, comentou.</p>
<p>Para a aluna Cinara Pires Horvat, “a visita foi muito proveitosa, porque os estudantes puderam conhecer a história de um caso de sucesso no nicho do turismo rural ecológico, o empreendimento Canela do Mato”. Ela ressaltou que a ida até a Vinícola Almadén, numa visitação guiada por duas enólogas, potencializou a experiência. Cinara acrescentou que “outro ganho foi a possibilidade de observar a fronteira pacífica entre Brasil e Uruguai, de modo a registrar detalhes como a arquitetura e a urbanização de Santana do Livramento e Rivera”.</p>
<p>Os professores Mônica Elisa Dias Pons e Ivo Elesbão coordenaram a viagem, que contou com estudantes do primeiro, do terceiro e do quinto semestres do Curso de Gestão de Turismo da UFSM.</p>
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<p><em>Texto e fotos: Gilson Piber, jornalista da Rádio UniFM</em></p>
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				<title>Pela primeira vez em Frederico Westphalen, Pint of Science aproxima sociedade da produção científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/pela-primeira-vez-em-frederico-westphalen-pint-of-science-aproxima-sociedade-da-producao-cientifica</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:37:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Ciências da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[pint of science]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Festival internacional reúne pesquisadores em bares, cafés e restaurantes para discutir ciência de forma acessível]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
<p dir="ltr">O Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) anuncia a chegada do Pint of Science 2026. O festival internacional de divulgação científica ocorre de 18 a 20 de maio na Vitrola e no Maudito Gastro Pub, no centro da cidade. O evento acontece anualmente em 27 países durante o mês de maio e tem como objetivo fomentar a divulgação científica em ambientes descontraídos. </p>
<p dir="ltr">O Pint of Science traz cientistas para compartilhar com a comunidade suas pesquisas mais recentes. É uma oportunidade em que as pessoas podem debater pesquisas com os próprios pesquisadores, sem a necessidade de conhecimento prévio sobre o assunto.</p>
<h3 dir="ltr">Por que participar? </h3>
<p dir="ltr">Aberto ao público em geral e com entrada gratuita, o Pint of Science ajuda a população a compreender a importância da pesquisa científica para o enfrentamento de desafios sociais e para o fortalecimento do desenvolvimento local. A atividade é um momento da comunidade conhecer as pesquisas que estão sendo desenvolvidas na região.</p>
<p dir="ltr">"Ao aproximar ciência e sociedade em espaços informais de convivência, o projeto busca estimular o interesse público pela produção científica, promovendo o pensamento crítico e a valorização da ciência como bem coletivo", explica a professora do Departamento de Ciências da Comunicação Patrícia Persigo, idealizadora da edição local. Segundo a docente, o evento "busca contribuir para o fortalecimento da divulgação científica no contexto local e regional, integrando a cidade a um movimento internacional, reafirmando o compromisso com uma ciência mais acessível e democrática".</p>
<h3 dir="ltr">Sobre o evento</h3>
<p dir="ltr">A iniciativa teve início em 2012 quando os dois cientistas ingleses, Praveen Paul e Michael Motskin, do Imperial College London, criaram e organizaram um evento chamado "Conheça os Pesquisadores", que levava pessoas aos seus laboratórios para mostrar o tipo de pesquisa que realizavam. A partir disso surgiu a ideia de levar os cientistas até as pessoas. Em maio de 2013, realizaram o primeiro festival Pint of Science em apenas três cidades do Reino Unido, mas rapidamente o festival se espalhou pelo mundo e agora ocorre em cerca de 500 cidades. </p>
<p dir="ltr">Com o Pint of Science ocorrendo simultaneamente em centenas de locais ao redor do mundo, em 2025 o evento congregou 27 países com 512 cidades participantes, atingindo mais de 130 mil pessoas. A iniciativa chegou ao Brasil em 2015, por meio do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo - USP. Em 2025, o festival contou com a adesão de 145 cidades brasileiras. </p>
<p dir="ltr">A programação completa será divulgada em breve. Mais informações poderão ser acompanhadas no Instagram <a href="https://www.instagram.com/ufsmfw/" target="_blank" rel="noopener">@ufsmfw</a>.</p>
</div>
<p><em>Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Evento esportivo altera trânsito no campus sede no fim de semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/evento-esportivo-altera-transito-no-campus-sede-no-fim-de-semana</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:10:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[campus sede]]></category>
		<category><![CDATA[maratona]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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						<description><![CDATA[Via em frente aos prédios 74 até o Centro de Convenções estará bloqueada para veículos e pedestres a partir da noite de sexta (17)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72510" align="alignright" width="475"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-11.31.50.jpeg"><img class="wp-image-72510" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-11.31.50.jpeg" alt="" width="475" height="594" /></a>  [/caption]
<p>Nos dias 18 e 19 de abril, o campus sede da UFSM recebe a Ultramaratona Santa Maria – Desafio Imembuí. O evento, organizado pelo Instituto Columbia, traz um formato acessível e noturno, com provas de 3 e 12 horas de duração.</p>
<p>Para viabilizar a realização da competição, o trânsito dentro do campus sofrerá alterações temporárias. A via em frente aos prédios 74 até o Centro de Convenções da UFSM estará totalmente bloqueada, sem circulação de veículos e pedestres, desde a noite de sexta-feira (17) até a finalização do evento (ver imagem ao lado).</p>
<p>A largada da prova de 12 horas está prevista para as 19h do dia 18 de abril, com encerramento às 7h do dia seguinte.</p>
<p>A organização informa que a estrutura contará com suporte completo aos atletas, incluindo ambulância, segurança interna, pontos de hidratação e alimentação, além de sistema de cronometragem eletrônica e premiação por faixa etária.</p>
<p>Este evento foi viabilizado via Edital de Chamada Pública para Cadastramento de Instituições para Apoio Institucional a Eventos da UFSM.</p>
<p><em>Fonte: Gabinete da Reitoria da UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>As marcas dos maus-tratos em animais domésticos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/15/as-marcas-dos-maus-tratos-em-animais-domesticos</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:32:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[abandono de animais]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[caso orelha]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direitos dos animais]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos aos animais]]></category>
		<category><![CDATA[projeto zelo]]></category>
		<category><![CDATA[proteção animal]]></category>

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						<description><![CDATA[Uma cuidadora relata os efeitos duradouros da violência na vida dos animais que resgatou
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Destaque.jpg" alt="Montagem horizontal e colorida composta por três fotografias lado a lado, separadas por cortes diagonais. À esquerda, em preto e branco, um cachorro de porte médio aparece de frente, com a boca aberta e expressão amigável, em um ambiente externo. No centro, em cores, um gato preto e branco está deitado sobre cobertores, com as patas enfaixadas em rosa e um tubo conectado, indicando atendimento veterinário; ele olha diretamente para a câmera com expressão alerta. À direita, também em preto e branco, um cachorro de pelagem clara está atrás de grades verticais, com a cabeça levemente baixa, em um espaço que sugere confinamento. A montagem cria contraste entre cuidado, abandono e restrição" />											<figcaption>Orelha, Meia-Noite e Maria Sol: retratos da violência contra animais</figcaption>
										</figure>
		<p>Como de costume, a gata de rua Maria buscava comida no bairro onde vivia, em Uruguaiana, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Em uma dessas incursões, encontrou um prato de frango sobre a pia de uma cozinha. Pulou a janela e foi direto ao alimento. O susto veio logo depois. A moradora percebeu a invasão do animal e, sem hesitar, pegou um pedaço de madeira e passou a golpeá-lo. Maria teve múltiplas fraturas e saiu desorientada.</p><p>Pouco tempo depois, a gatinha foi encontrada por uma vizinha, que a levou a uma clínica veterinária da cidade. Lá, os especialistas identificaram as lesões no corpo de Maria e, quase que de prontidão, fizeram um boletim de ocorrência contra a agressora. O processo tardou e não teve desfecho. Assim como em muitos casos, a vizinha que salvou a felina não tinha condições de adotá-la. Por isso, decidiu deixar a gata na clínica.</p><p>Os veterinários avaliaram que seria necessário amputar uma das patas. “Foi o membro direito, o bracinho direito”, lembra Alice de Figueiredo Rocha, auxiliar veterinária da clínica e estudante de Medicina Veterinária na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), que socorreu a felina em 2024. Havia a possibilidade de reconstrução por cirurgia ortopédica, mas o custo inviabilizou o procedimento. “Naquela época, custaria quase R$ 5 mil, e a pessoa não tinha condições de arcar”, explica. A decisão também levou em conta o sofrimento do animal. “Para não deixá-la com dor, porque as fraturas já estavam expostas, a equipe decidiu pela amputação”, conta.</p><p>Sem tutor ou respaldo, Maria estava mais uma vez sozinha. Mas não por muito tempo. Alice, que acompanhou a recuperação da gata, resolveu adotá-la. “Levei ela para minha casa e fiquei com ela”, lembra. Apesar de ter sido acolhida, a recuperação e a adaptação da felina foram difíceis. “Quando ela chegou lá em casa, ela não tinha aquele bracinho. Mesmo assim, tentava fugir”, comenta. </p><p>Segundo Alice, Maria levou cerca de três meses para se sentir em casa. “Foi uma coisa bem delicada, porque ela ficou muito traumatizada, então ela se escondia dependendo de quem chegava”, recorda. “Ela ficou muito arisca naquele tempo”. Hoje, tutora e pet não estão mais juntas. Em 2025, quando já morava em Santa Maria, a gata morreu. “Ela teve um outro trauma, mas foi um acidente doméstico e aí eu perdi ela no ano passado”, conta.</p>		
										<figure>
										<img width="590" height="450" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-18.08.14-1.jpeg" alt="" />											<figcaption>A gata Maria foi resgatada após ter sofrido maus-tratos em Uruguaiana (RS)</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Maria-Sol.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Maria Sol" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcyNDk4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA0XC9NYXJpYS1Tb2wuanBlZyJ9">
							<img width="1024" height="779" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Maria-Sol-1024x779.jpeg" alt="Foto horizontal e colorida de um cachorro de porte médio, com pelagem marrom clara e branca, está dentro de um espaço cercado por grades verticais azuis. Ele aparece em pé, com o corpo levemente inclinado para frente e a cabeça baixa, olhando em direção ao chão. O ambiente parece um canil ou área externa cimentada, com paredes claras ao fundo. Há uma abertura escura à direita que pode ser uma porta ou abrigo. Na parte superior esquerda da imagem, vê-se um objeto vermelho fixado na parede, possivelmente um extintor ou recipiente. A cena transmite sensação de confinamento." />								</a>
											<figcaption>A caramelo Maria Sol foi abandonada na UFSM em 2018, com sinais de abuso sexual. Na foto acima, ela estava abrigada no antigo Centro de Eventos da Universidade (Foto: Fabiana Stecca/Projeto Zelo)</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>A outra Maria de Alice</b></h3><p>Em 2018, antes de se mudar para a Uruguaiana na intenção de cursar Medicina Veterinária, Alice de Figueiredo Rocha se matriculou em Zootecnia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Na metade de 2018, ingressou  na Casa do Estudante, onde, pouco tempo depois, teve que aprender a conviver com a chegada da maior crise sanitária do século. “Eu cursei por sete semestres e fiquei na pandemia”, conta. Apesar de não ter finalizado a graduação na época, a aptidão no contato com animais fez com que a estudante se unisse ao projeto Zelo, iniciativa extensionista da UFSM que busca atender aos animais presentes no campus sede, em Santa Maria. “Eu entrei no Zelo como voluntária já em 2018, tudo por causa da [Maria] Sol”, afirma. </p><p>Era madrugada de agosto de 2018, época de frio intenso no Rio Grande do Sul, quando um carro não identificado transitava pelo campus sede da UFSM. O veículo parou nos fundos do Restaurante Universitário I e abandonou Maria Sol, uma vira-lata caramelo de porte médio para grande. “Ela foi jogada de dentro de um carro”, recorda Alice.</p><p>Depois de um tempo, quando tomou conhecimento sobre o caso, Alice se aproximou da história de Sol, e do projeto Zelo, que havia resgatado a vira-lata. Foi então que a estudante descobriu que a caramelo havia sido abandonada com sinais de abuso sexual, em função dos “sinais que ela apresentava”. Depois de uma cirurgia de emergência, Sol passou a viver livre no campus. “Só que dessa situação, ela passou a ter transtorno obsessivo compulsivo”, afirma Alice sobre o estado de saúde da vira-lata. “Ela atacava a si mesma e atacava, especialmente, homens na universidade”, rememora.</p><p>Alice, ao lado de voluntários e bolsistas do Zelo na época, montaram um pequeno lar para a cachorrinha atrás da Casa do Estudante. “A gente construiu um cercado, colocamos casinha, e a Sol ficava presa naquele cercado”, relembra. Com o lar provisório, os cuidados com a vira-lata viraram rotina. “Tirávamos ela para passear duas vezes por dia”, conta. </p><p>Depois de um tempo, o cercado foi desmanchado para dar lugar a uma nova obra da Universidade. Com isso, Sol voltou a ficar solta pela UFSM. Isso, segundo Alice, gerou uma nova confusão. “Por causa dos ataques, no caso”. O grupo, então, conseguiu abrigar Sol em uma pequena ala no antigo Centro de Eventos da UFSM, mas por pouco tempo. </p><p>Nessa mesma época, o transtorno decorrente do trauma se agravou. “Tinha piorado muito porque não conseguimos tratar ela com medicamentos que não fossem homeopáticos”, pondera. Conforme Alice, para seguir com um tratamento adequado, seria necessário que a vira-lata tivesse acompanhamento integral e, como ela era estudante na época, não pode assumir essa responsabilidade, nem os outros voluntários que acompanhavam o caso. “A condição era que ela fosse adotada e a gente nunca conseguiu adoção”,lamenta.</p><p>Certa vez, Sol entrou em uma grave crise devido ao transtorno. “Ela rodopiava e se atacava”. Foi levada ao Hospital Veterinário Universitário (HVU), onde ficou sedada por três dias. Naquele momento, os veterinários da instituição entenderam que Sol não poderia voltar a circular pela Universidade, tanto pela sua segurança, quanto pela de quem passa pelo campus. Em fevereiro de 2020, Maria Sol foi submetida à eutanásia.</p><h2><b>Depois do Sol, a Meia-Noite</b></h2><p>Com a ausência de suas Marias, a vida de Alice abriu espaço para outra visitante. Certa noite no início de 2025, uma felina circulava pelo centro de Santa Maria, era a Meia-Noite, uma pequena gata de olhos amarelos e pelos brancos e pretos. Na região, tinha até outro nome. Alguns moradores da região a chamavam de Furiosa, referindo-se ao quão arisca é. </p><p>Era habitualmente vista perto de uma farmácia, a poucos metros do Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, localizado na avenida Presidente Vargas. Por ser uma avenida, o local possui intensa circulação de pessoas, carros e ônibus. Não demorou muito até que Meia-Noite viesse a sentir os efeitos dessa intensa vida urbana. Segundo boatos dos funcionários da farmácia, a gata foi atropelada e, no acidente, teve uma das patas arrancadas.</p><p>Assustada, Meia-Noite fugiu e não se deixou ser socorrida. Quase um ano depois, em março de 2026, Alice conheceu o curioso caso da gata. “Uma amiga me mandou mensagem e um vídeo da gata e me perguntou se eu ajudava ela a resgatar", conta. Moradora nas redondezas onde a Meia-Noite é comumente vista, Alice não hesitou em dar apoio no socorro. “Levamos três noites para pegar ela”, relembra.</p><p>Quando socorrida, Alice soube da história da felina. Apavorou-se ainda mais quando descobriu sobre a deficiência de Meia-Noite e o acidente que a deixou daquela forma. “Naquele tempo todo, a pata dela não sarou”. A gata foi prontamente levada a uma clínica particular da cidade, onde ficou sedada devido a sua brabeza. Não querendo que Meia-Noite passasse seus dias desacordada, Alice optou por transferi-la a um lugar mais adequado no tratamento de felinos agressivos. “Ela passou por três clínicas privadas antes de chegar na clínica de hoje”, diz.</p><p>Na época, uma outra surpresa: Meia-Noite estava gestante. Por conta disso, precisou passar por uma cesariana e atrasar o tratamento ideal para sua pata machucada. “Eram seis filhotes. A gente perdeu cinco”, ressalta Alice. Quando os filhotes nasceram, foram nomeados a caráter: “Os nomes eram Lua Nova, Eclipse, Amanhecer, Meio-Dia, Madrugada e, o único vivo foi o Crepúsculo”.</p><p>Hoje, Meia-Noite espera a cirurgia de amputação da pata e o tratamento adequado para a ferida. Sob os cuidados de Alice, a gata amamenta Crepúsculo e outros cinco filhotes adotivos. “Ela vai amputar a perna assim que desmamar as crianças”, afirma.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="788" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Meia-Noite-1024x788.jpg" alt="Foto horizontal e colorida de um gato preto e branco está deitado sobre cobertores macios, um azul e outro com estampa clara. O gato tem expressão alerta, com olhos abertos e voltados para a câmera. Suas patas dianteiras e traseiras estão enfaixadas com bandagens rosa, e há um tubo transparente conectado a uma das patas, indicando atendimento veterinário. O ambiente sugere uma clínica ou local de cuidado, com tecidos organizados ao redor do animal. A imagem destaca o estado de recuperação e fragilidade do gato." />											<figcaption>A gata Meia-Noite, um dia após ser resgatada em março deste ano (Foto: Alice Figueiredo)</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Uma violência crescente</b></h3><p>Dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que casos como o de Maria, Sol e Meia-Noite não são singulares. Segundo o órgão, o Brasil registrou, só em 2025, 4.919 processos por maus-tratos a animais. Esse número representa um aumento de 21% em relação a 2024, quando 4.057 processos foram registrados. Em paralelo à estatística, casos recentes ganharam a atenção da imprensa nacional. Também no início deste ano, o cão comunitário Orelha foi alvo de um ataque violento, que provocou a morte do animal, na Praia Brava, ao norte de Florianópolis, em Santa Catarina. </p><p>O caso gerou forte comoção pública. Moradores da Praia Brava organizaram protestos e vigílias em memória do cachorro, enquanto ativistas da causa animal ampliaram a mobilização. Nas redes sociais, o caso também ganhou repercussão nacional, com milhares de compartilhamentos e pedidos por justiça. A comoção se transformou em pressão direta sobre as autoridades, com cobranças por investigação rigorosa e punição dos responsáveis.</p><p>Conforme Nina Trícia Disconzi Rodrigues Pigato, docente da UFSM, doutora em Direito pela USP e especialista em Direito Animal, sempre houve muito sofrimento animal, mas ele ficava invisível ou era tratado como normal. “As redes sociais, os protetores e os grupos ajudaram a dar voz a quem antes não denunciava por medo ou desconhecimento”, constata. </p><p>A entrada em vigor do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2026/Decreto/D12877.htm">Decreto nº 12.877/2026</a>, anunciado em 12 de março de 2026 e rapidamente apelidado de “Decreto Orelha”, marcou uma inflexão na forma como o poder público brasileiro responde aos crimes contra a fauna. A norma atualizou o regime de infrações ambientais, elevando significativamente o valor das multas e detalhando condutas enquadradas como maus-tratos, além de fortalecer a atuação de órgãos como o Ibama na aplicação imediata de penalidades. </p><p>Nina Disconzi recorda de outro caso recente: “em março de 2026, um caso brutal na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, serviu como o primeiro teste real para as novas leis de proteção animal”. Ela conta que um grupo de homens agrediu uma capivara com barras de ferro e pedaços de madeira com pregos. O animal sofreu traumatismo craniano e lesão ocular grave. “Este foi o primeiro caso em que o Decreto Orelha foi aplicado pelo Ibama. Cada agressor foi multado em R$ 20 mil, totalizando R$ 160 mil em multas”, conta a docente. Os envolvidos tiveram a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva. “O Ministério Público denunciou os agressores não apenas por maus-tratos, mas também por caça ilegal, já que a intenção declarada era o abate para consumo”, complementa.</p><p>Embora episódios como o de Orelha chamem atenção pela violência explícita, outras formas de morte de animais seguem naturalizadas. Em rodovias do sul do país, o problema aparece de forma silenciosa e contínua. Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), realizado em um trecho de cerca de 100 quilômetros da BR-293, no pampa gaúcho, aponta que o atropelamento de fauna está entre os principais impactos humanos sobre animais silvestres naquela região. A pesquisa ainda aborda que muitas dessas ocorrências não entram em estatísticas oficiais ou sequer são registradas, o que amplia a subnotificação e dificulta dimensionar a real escala da violência.</p><p>Mesmo quando há legislação que prevê a obrigação de prestar socorro ou acionar autoridades, a aplicação é rara. A ausência de fiscalização contínua e de estruturas como passagens de fauna, cercamentos ou redutores de velocidade contribui para que o problema persista. Na prática, trata-se de uma violência dispersa, cotidiana e pouco visível, mas não menos letal.</p><p>Para a professora Nina, esse tipo de situação expõe um limite estrutural do próprio Direito. “O Direito ainda lida mal com violências difusas. O processo chamado estrutural tem sido utilizado para resolver alguns problemas complexos como resgate de animais em enchentes, mas ainda é incipiente em nosso país. Nosso sistema é essencialmente individualista. Ele precisa de autor identificado, de dano direto, de vítima com titularidade clara”, afirma. Segundo a pesquisadora, atropelamentos de animais acabam ficando nesse “limbo jurídico”, em que, embora possam ser enquadrados como crime ambiental, a fiscalização é pequena e a responsabilização, rara. “Às vezes se enquadra como crime ambiental, no artigo 32 da Lei 9.605/98, mas a fiscalização é pequena, embora esteja aumentando”, aponta.</p><p>A docente também diz que a legislação brasileira ainda apresenta uma lacuna importante quando se trata de animais que sobrevivem a maus-tratos. De acordo com Nina, não existe uma previsão legal geral e clara que assegure tratamento ou reabilitação às vítimas. “A legislação brasileira foca principalmente na punição do agressor, mas não garante tratamento ou reabilitação para o animal”, contextualiza. </p><p>Em alguns casos, o Judiciário tem determinado que o agressor arque com os custos ou que o animal seja encaminhado a um santuário, mas essas decisões ainda são exceção. Para a docente, seria fundamental a criação de uma lei federal que obrigue o Estado a oferecer reabilitação veterinária e acompanhamento comportamental sempre que possível.</p><p>Em relação ao papel do Estado, Nina Disconzi destaca que não há, na legislação federal, uma obrigação expressa de garantir tratamento e reabilitação para animais vítimas de violência. O que existe, conforme a professora, são iniciativas pontuais em alguns municípios e estados, leis estaduais e municipais, geralmente resultado da pressão de protetores independentes, advogados animalistas ou do Ministério Público. Ainda assim, a docente ressalta que a Constituição Federal, no artigo 225, impõe ao poder público o dever de proteger a fauna e vedar práticas cruéis. “Uma interpretação sistemática permite sustentar que a reabilitação do animal vítima de maus-tratos é uma forma de dar efetividade a esse dever”, reforça.</p><p>Ao analisar a atuação dos municípios, Nina descreve um cenário desigual. Embora existam exemplos positivos, com políticas estruturadas, como castração gratuita, centros de reabilitação e canais de denúncia, a maior parte das cidades brasileiras ainda carece de iniciativas consistentes. “A maioria dos municípios brasileiros simplesmente não tem política pública estruturante para proteção animal”. Entre as principais lacunas, ela cita a falta de fiscalização, educação nas escolas e canais efetivos de denúncia. Além disso, quando políticas existem, tendem a ser reativas, focadas no recolhimento de animais, sem ações preventivas ou educativas. </p><p>Em um contexto mais amplo, na avaliação de Nina, o Brasil tem avançado no enfrentamento à violência contra animais, mas ainda mantém traços de permissividade. Ela aponta que práticas como rodeios, vaquejadas e exploração industrial ainda são amplamente naturalizadas. </p><p>Para a docente, o Direito, por si só, não é capaz de transformar essa realidade enquanto a sociedade continuar a enxergar os animais como objetos ou mercadorias. Assim, apesar dos avanços legislativos e do aumento da visibilidade do tema, a mudança estrutural ainda depende de uma transformação cultural mais profunda. “A verdadeira transformação exige educação”, frisa Nina.</p>		
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										<img width="878" height="498" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Orelha.jpeg" alt="Foto horizontal e colorida de um cachorro de porte médio, com pelagem marrom escura e patas mais claras, em pé sobre uma calçada. Ele está posicionado de frente para a câmera, com a boca aberta e a língua para fora, transmitindo uma expressão amigável. À esquerda da imagem, há uma casinha de madeira, parcialmente visível, que parece ser o abrigo do animal. O chão é de concreto, com uma rua ao fundo. A cauda do cachorro está levemente levantada, sugerindo um estado de alerta ou interação." />											<figcaption> Orelha foi encontrado gravemente ferido em área de mata após dias de desaparecimento na Praia Brava, em Florianópolis (Foto: Google Imagens)</figcaption>
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		<h3><b>Outro problema antigo, mas que anda junto</b></h3><p>Além da violência, outro problema que chama a atenção de cuidadores como Alice é o abandono, que muitas vezes acompanha os casos de maus-tratos. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que o Brasil tem cerca de 30 milhões de animais vivendo nas ruas. Dados mais recentes reforçam esse cenário: o relatório parcial de 2025 da iniciativa Medicina de Abrigos Brasil (Infodados de Abrigos de Animais) aponta um aumento expressivo no número de animais acolhidos. Entre janeiro e junho, as entradas de cães e gatos cresceram 91,7% em relação ao semestre anterior, somando 5.325 animais, sendo 2.929 cães e 2.396 gatos.</p><p>Ao olhar para o Rio Grande do Sul, o abandono aparece de forma difusa, mas persistente. Durante as enchentes que atingiram o estado em 2024, cerca de 20 mil cães e gatos foram resgatados e distribuídos em quase 500 abrigos temporários. Meses depois, milhares ainda aguardavam adoção, evidenciando um problema que vai além do resgate emergencial. “A gente vê que não é só resgatar. Tem muito animal que fica sem ter para onde ir depois”, enfatiza Alice. “Às vezes a pessoa ajuda no momento, mas não consegue ficar com o animal, e aí ele acaba voltando para a mesma situação”, alerta. </p><p>Na UFSM, a luta contra o abandono animal é emplacada pelo projeto Zelo. Segundo a coordenadora da iniciativa, Fabiana Stecca, a Universidade acaba se tornando um local propício para o abandono devido às diversas formas de acesso ao campus. “Temos vários pontos de acesso e áreas rurais. Apesar de termos um sistema de vigilância, os animais que são abandonados próximos a instituição, eles acabam chegando ao campus”, conta.</p><p>Em 2025, o projeto registrou e denunciou 35 abandonos no campus sede da UFSM. Apesar disso, Fabiana afirma que muitos casos “não dão em nada”. Bem como a história da vira-lata Maria Sol, outras pessoas que abandonaram animais na UFSM tiveram seus nomes identificados e foram denunciados. “Já comprovamos abandono proposital. Mas, infelizmente, em alguns casos não temos como comprovar”, explica.</p><p>Para Fabiana, um dos principais desafios ainda é a conscientização e sensibilização. “Nas publicações, pessoas dizem ‘aí, coitadinho, pobrezinho’, mas no final não dão um apoio”, desabafa. “Infelizmente, em Santa Maria, temos vários locais que são ‘preferidos para o abandono’, como o campus”.  Tendo isso em mente, a professora acredita que deveria haver uma mobilização do poder público mais intensa para lidar com essa realidade. “Isso é um trabalho que não deveria ser só da Universidade. Isso é um problema estrutural”, defende. </p><p>A coordenadora ainda destaca que a própria comunidade universitária infelizmente colabora para a estatística do abandono nas dependências da instituição. “Todo final de semestre, moradores da Casa do Estudante vão embora e abandonam os animais que cuidavam”, alerta. Fabiana afirma que o projeto tem elaborado iniciativas que buscam uma sensibilização popular. Nesse contexto difícil de se lidar, assim como Nina Disconzi, Fabiana reforça: “precisamos trabalhar a consciência”.</p><p>Em 2026, Alice Figueiredo de Rocha deu mais um passo nessa trajetória: ingressou no curso de Medicina Veterinária na UFSM. Em 2025, realizou o Vestibular da UFSM onde atingiu a nota para seguir com o sonho iniciado ainda em 2018, quando ingressou na Zootecnia. Depois de anos atuando em resgates, clínicas e projetos voluntários, a escolha formaliza um caminho que, na prática, já vinha sendo trilhado há muito tempo. E, além disso tudo, ela continua a contribuir no projeto Zelo. “Os filhos adotivos da Meia-Noite são gatinhos que o projeto precisou dar suporte”, conta.</p><p>Enquanto vive a rotina de cuidados que Meia-Noite e os filhotes precisam, Alice, que trabalha como Pet Sitter (Babá de Animais) mantém o coração aberto caso mais visitantes precisem de espaço. É nesse gesto repetido que algumas vidas ainda encontram a chance de continuar.</p><p>Conheça os serviços de Alice pelo <a href="https://www.instagram.com/amorpet.alice/">Instagram @amorpet.alice</a>.</p><h2><b>Saiba como apoiar o Zelo</b></h2><ul><li style="font-weight: 400"><b>Doações de itens:<br /></b>Ração, medicamentos veterinários, potes, coleiras, caixas de transporte, acessórios, roupas e calçados (o que não for usado é revendido).</li></ul><ul><li style="font-weight: 400"><b>Contribuição financeira:</b><br />PIX: fabiana@ufsm.br</li></ul><ul><li><b>Onde doar:<br /></b>Portaria do Colégio Politécnico (bloco F)<br />Sala C9 (bloco C)<br />CESPOL (bloco A)<br />(turnos manhã, tarde e noite)</li></ul><ul><li><b>Outras formas de ajudar:<br /></b>Participar como voluntário<br />Oferecer lar temporário<br />Organizar trotes solidários</li></ul><ul><li><b>Iniciativas do projeto:<br /></b>Brechó Grife do Zelo (Saiba mais no <a href="https://www.instagram.com/grifedozelo?igsh=MnNoNGl2OWJoeXox">Instagram</a>)</li></ul><p>Acompanhe outras novidades sobre o projeto Zelo pelo <a href="https://www.instagram.com/zeloufsm/">Instagram @zeloufsm</a>.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Texto e montagem com fotos em destaque: Pedro Moro, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fotos: Alice Figueiredo da Rocha, Fabiana Stecca e Google Imagens</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Maurício Dias, jornalista</p>]]></content:encoded>
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				<title>Estudantes de Sistemas de Informação da UFSM/FW criam site para a ONG Bicho do Mato</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/15/estudantes-de-sistemas-de-informacao-da-ufsm-fw-criam-site-para-a-ong-bicho-do-mato</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:06:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[abandono de animais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72499</guid>
						<description><![CDATA[A entidade é voltada ao acolhimento de animais em situação de abandono, maus-tratos e vulnerabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Visando uma aproximação com a comunidade, o curso de Sistemas de Informação do Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) ofertou, no segundo semestre de 2025, a disciplina “Sistemas de Informação e Extensão”, ministrada pela professora Adriana Pereira, do Departamento de Tecnologia da Informação. A atividade possibilitou que os acadêmicos aplicassem na prática os conhecimentos técnicos desenvolvidos ao longo do curso, contribuindo com entidades que não dispõem de recursos para investir em soluções tecnológicas. Assim, surgiu a parceria com a ONG Bicho do Mato, organização não governamental voltada ao acolhimento de animais em situação de abandono, maus-tratos e vulnerabilidade.

<b>Tecnologia aplicada à transformação social</b>

A iniciativa partiu dos próprios estudantes, que trouxeram a demanda da ONG para a disciplina, a partir do conhecimento prévio da realidade da instituição. Com base em competências desenvolvidas em áreas como engenharia de software, programação web e banco de dados, o grupo desenvolveu um <a href="https://bichodomato.ong.br/" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> institucional</a> com o objetivo de ampliar a visibilidade da organização.

Além da criação da plataforma, os estudantes também contribuíram com o pagamento do domínio e com a doação de dois <i>notebooks</i> aos responsáveis pela ONG, uma iniciativa que possibilita maior autonomia na gestão e atualização do conteúdo.

<b>Continuidade das ações</b>

No primeiro semestre de 2026, o projeto tem continuidade na disciplina Soluções Web para Inclusão e Transformação Comunitária, também ministrada por Adriana Pereira. Nesta etapa, os estudantes seguem envolvidos com a iniciativa, sendo responsáveis pela atualização do <i>site</i>, produção de novos conteúdos e fortalecimento da divulgação da ONG no ambiente digital.

A proposta amplia o alcance da ação de extensão, ao garantir não apenas o desenvolvimento da ferramenta, mas também sua manutenção e uso estratégico. Segundo a docente, a proposta está diretamente relacionada ao papel social da universidade. “Nem todas as organizações têm condições de desenvolver seus próprios sistemas. Por isso, trabalhamos com ações voluntárias que permitem aos estudantes aplicar seus conhecimentos em projetos reais, com impacto direto na comunidade”, explica.

<b>Formação acadêmica e compromisso social</b>

A experiência de aplicar o conhecimento em um projeto real é vista como um aprofundamento prático na formação dos estudantes de Sistemas de Informação. Segundo Adriana, essas ações permitem que o curso conecte a tecnologia com causas sociais.

Ao trabalharem diretamente com a comunidade, os alunos saem da interação exclusiva “homem/máquina” para vivenciar o contato pessoal, humanizando o aprendizado. Como os estudantes envolvidos já estão no sexto semestre, eles utilizam uma base técnica complexa de disciplinas, como Engenharia de Software, Programação Web e Banco de Dados para projetar soluções que atendem à organização de conteúdos e à melhoria da experiência do usuário no <i>site</i>. Na visão da professora, a vivência prática é essencial, pois os alunos atuam no mercado de trabalho e conseguem alinhar a prática profissional com o compromisso voluntário.

<b>Sobre a ONG Bicho do Mato</b>

A ONG Bicho do Mato foi fundada em 30 de janeiro de 2018 por Luiz Carlos Rodrigues e Izabel Antunes. Localizada na Vila Linha Iraí, no interior de Frederico Westphalen, a organização acolhe atualmente cerca de 92 cães e 22 gatos.

Além do abrigo, a ONG mantém uma boutique no município, que constitui sua principal fonte de renda, por meio da venda de roupas, acessórios e outros itens. A instituição também conta com parcerias esporádicas com o poder público, profissionais da área veterinária e doações da comunidade.

<b>Impactos e perspectivas</b>

A escolha da ONG Bicho do Mato foi motivada pela sua baixa visibilidade digital, visto que se localiza no interior do município. Diferente de outras instituições da cidade, a organização não possuía <i>site</i> próprio e contato profissional, o que dificultava a atração de voluntários e a captação de recursos essenciais. Além disso, o acolhimento de grande quantidade de animais de rua e o trabalho humanitário para garantir o bem-estar desses pets foram fatores determinantes para que a universidade decidisse intervir com uma solução tecnológica.

Para a professora Adriana, o projeto não é uma via de mão única. “A ideia é que o <i>site</i> não seja apenas informativo, mas uma ferramenta de transformação que chame a atenção e sensibilize a sociedade sobre o trabalho realizado pelos voluntários”, complementa. A expectativa é que, com a manutenção contínua do <i>site</i> e a divulgação dos animais disponíveis para adoção, a ONG consiga ampliar a rede de adoções e as doações da comunidade local.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
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