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			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
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						<item>
				<title>CT-UFSM recebe estudantes mexicanos para imersão em Engenharia Aeroespacial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/01/ct-ufsm-recebe-estudantes-mexicanos-para-imersao-em-engenharia-aeroespacial</link>
				<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 14:52:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[intercambio]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[PILA]]></category>

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						<description><![CDATA[Intercâmbio do Programa PILA incluiu aulas, visitas técnicas e apresentação de projetos que fortalecem a parceria entre a UFSM e a UACJ.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na última semana do mês de novembro, o Centro de Tecnologia (CT) recebeu cinco alunos da <a href="https://www.uacj.mx/"><strong><em>Universidade Autônoma de Ciudad Juárez (UACJ)</em></strong></a>, localizada no México. Os estudantes participaram de uma semana de aulas e atividades do curso de <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-aeroespacial"><strong><em>Engenharia Aeroespacial</em></strong></a>. O intercâmbio ocorreu através do <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dri/programa-de-intercambio-academico-latinoamericano-pila"><strong><em>Programa de Intercâmbio Acadêmico Latinoamericano (PILA)</em></strong></a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os alunos Gibran António Yáñez Juárez, Cesar Román Rubio Valles, Juan Ponce Calderón, Axel Román Rodarte Torres (estudantes de <a href="https://www.uacj.mx/oferta/programas.html?programa=44800&amp;95&amp;email=coordinacion.aeronautica@uacj.mx"><strong><em>Engenharia Aeronáutica</em></strong></a> e orientandos do professor Arturo Paz Pérez) e Manuel Piña Olivas, estudante de <a href="http://uacj.mx/oferta/IIT_LIME.html"><strong><em>Engenharia Mecatrônica</em></strong></a> (orientando do professor Francesco José García Luna) tiveram acesso a aulas do curso de Engenharia Aeroespacial e aos laboratórios de pesquisa do CT. Além de visitar a Base Aérea de Santa Maria e o Hangar, os estudantes puderam apresentar os seus projetos que desenvolvem na UACJ aos estudantes brasileiros, em encontro realizado no dia 26 de novembro, no Auditório Pércio Reis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7581,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-19.28.55-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7581" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes de Engenharia Aeroespacial junto aos intercambistas  (Foto: Acervo do curso de Engenharia Aeroespacial)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo os estudantes, além de promover a aproximação com os estudantes brasileiros e a cultura local, a visita foi marcada pelo acesso a diferentes laboratórios e tecnologias ofertadas pela UFSM: “Você pode fazer o que quiser, porque há muitas coisas para fazer, muitos problemas para resolver, e sim, isso expande a vista do mundo que vivemos aqui”, disse Cesar. Para Axel, “Todos vocês são muito gentis. Todos os alunos e todas as pessoas. E falando sobre a academia, vocês têm muitas coisas”. Para os acadêmicos, a vinda para a UFSM abre portas para que as futuras gerações também realizem um intercâmbio à universidade. “ Que confiem em seus projetos e em suas habilidades. Que façam, definitivamente, que façam [o intercâmbio]”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o professor Marcelo Serrano Zanetti, do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/delc">Departamento de Eletrônica e Computação (DELC)</a></strong></em>, o convênio com a UACJ surgiu em 2024, a partir da visita do professor Arturo Paz Pérez à UFSM, no âmbito do acordo de cooperação internacional. Para o docente Marcelo Zanetti, a visita dos estudantes vindos do México “enriquece nossas experiências, amplia os horizontes dos discentes e permite conhecer e interagir com outras culturas”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-19.28.57-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7579" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes mexicanos junto a dois estudantes da UFSM no Hangar (Foto: Acervo do curso de Engenharia Aeroespacial)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Projetos apresentados pelos intercambistas:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O aluno Gibran António Yáñez Juárez apresentou o trabalho “Projeto Aerodinâmico de Asa para UAV Agrícola”, que trata do desenvolvimento aerodinâmico de um UAV VTOL (drone que pode decolar, pairar e pousar verticalmente como um helicóptero, sem precisar de uma pista) aplicado à agricultura, com seleção de perfis alares e uso de CFD (Dinâmica dos Fluidos Computacional - método científico que usa computadores para simular e prever o comportamento de fluidos - líquidos e gases - e a interação de fluidos com outros sistemas) para otimização e validação futura em túnel de vento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Cesar Román Rubio Valles apresentou o projeto “Design e Validação Estrutural de Asa para UAV Agrícola”. Trata-se de um projeto estrutural leve e resistente, validado por elementos finitos e análises de fadiga, garantindo integridade em operações agrícolas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Já Juan Ponce Calderón apresentou “Metodologia CAD para Projeto Conceitual de Aeronave de Asa Fixa”. A metodologia CAD (Desenho Assistido por Computador) trata do uso de softwares para criar e modificar projetos, substituindo o desenho manual. O trabalho de Juan apresenta modelagem 3D completa de aeronave agrícola no SolidWorks (software de design 3D CAD), estruturada para análises futuras e integração de sistemas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O trabalho de Axel Román Rodarte Torres, “Design e Manufatura Modular de UAV de Baixo Custo”, é um projeto de um UAV (Veículo Aéreo Não Tripulado) modular, econômico e facilmente desmontável, voltado para aplicações civis como mapeamento e topografia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Manuel Piña Olivas, estudante de Engenharia Mecatrônica, apresentou o trabalho “Aceleração por Hardware para Robô Móvel Omnidirecional”. O projeto trata da implementação em FPGA (Field-Programmable Gate Array - Arranjo de Portas Programáveis em Campo) para acelerar processamento em robô móvel com braço manipulador, integrando ROS2 (estrutura de código aberto projetada para simplificar o desenvolvimento de software para robôs) e algoritmos avançados de navegação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A semana de atividades marcou mais um passo na consolidação da cooperação acadêmica entre a UFSM e a UACJ, reforçando o papel do CT como espaço de integração internacional e troca de conhecimento. A expectativa é que novas edições do intercâmbio fortaleçam ainda mais as parcerias e ampliem as oportunidades para estudantes de ambas as instituições.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7580,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-19.28.56-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7580" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação dos projetos dos intercambistas (Foto: Acervo do curso de Engenharia Aeroespacial)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Foto: Acervo do curso de Engenharia Aeroespacial e professor Marcelo Zanetti<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Tau Rocket Team conquista 2º lugar na LASC 2025 com foguete Quark II</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/28/tau-rocket-team-conquista-2o-lugar-na-lasc-2025-com-foguete-quark-ii</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 14:07:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[LASC]]></category>
		<category><![CDATA[tau rocket team]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7549</guid>
						<description><![CDATA[Resultado consolida crescimento da equipe de competição do CT-UFSM e impulsiona novos projetos para 2026
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7554,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_8966-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7554" /><figcaption class="wp-element-caption">Membros da equipe Tau Rocket Team</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A </span><a href="https://www.instagram.com/taurocketteam/"><b><i>Tau Rocket Team</i></b></a><span style="font-weight: 400">, vinculada ao Centro de Tecnologia da UFSM, conquistou o 2º lugar&nbsp; na </span><a href="https://www.lasc.space/"><b><i>Latin American Space Challenge (LASC) 2025</i></b></a><span style="font-weight: 400">, realizada entre os dias 5 e 8 de novembro em Tatuí (SP). </span><a href="https://ufsm.br/r-375-7464"><b><i>A equipe competiu com o Quark II</i></b></a><span style="font-weight: 400">, evolução do projeto de 2023, na categoria de 500 metros de apogeu, e levou o troféu após uma apresentação técnica elogiada por jurados e participantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A LASC é uma das maiores competições de foguetes experimentais da América Latina, reunindo equipes universitárias e grupos independentes para projetar, construir e lançar veículos em diferentes categorias. A Tau Rocket Team é formada por 53 estudantes de diversos cursos da UFSM com a coordenação do professor Cesar Valverde, do Departamento de Engenharia Mecânica, especialista em propulsão.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7552,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Copia-de-IMG_9569-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7552" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o capitão da equipe, Nelson Netto, acadêmico da engenharia aeroespacial, o resultado consolida o amadurecimento do grupo. Para ele, alcançar a segunda colocação reforça que o projeto desenvolvido “é robusto, consistente e digno de reconhecimento”, fruto de meses de desenvolvimento e preparação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A disputa apresentou desafios relevantes, especialmente pela janela de lançamento do foguete reduzida e pelas dificuldades estruturais enfrentadas no local, como a necessidade de caminhar longas distâncias carregando equipamentos e a ausência de ferramentas ideais e proteção contra sol e vento. Ainda assim, a equipe foi a primeira a concluir a integração do foguete, demonstrando organização e eficiência mesmo sob pressão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O bom desempenho gerou um impacto imediato no planejamento da Tau Rocket Team. Logo após o lançamento, os membros já iniciaram discussões sobre melhorias e novos projetos para 2026. De acordo com o capitão, a equipe está mais motivada do que nunca e pretende retornar à LASC em busca do primeiro lugar. Além disso, há interesse em estrear na categoria de 1 km de apogeu, ampliando os desafios técnicos para o próximo ciclo.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7553,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Copia-de-IMG_9536-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7553" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fotos: acervo pessoal da equipe TauRocket Team.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fonte: </span></i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/15/estudantes-do-ppgee-da-ufsm-ampliam-horizontes-com-experiencias-internacionais"><i><span style="font-weight: 400">Site do CT-UFSM</span></i></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos de graduação do CT-UFSM estão entre os melhores do país no Guia da Faculdade Estadão 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/31/cursos-de-graduacao-do-ct-ufsm-estao-entre-os-melhores-do-pais-no-guia-da-faculdade-estadao-2025</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:52:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[guia da faculdade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7455</guid>
						<description><![CDATA[Três cursos obtiveram a melhor avaliação (5 estrelas) e dez receberam 4 estrelas. Confira a seguir!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Treze cursos de graduação do Centro de Tecnologia da UFSM foram estrelados no <a href="https://publicacoes.estadao.com.br/guia-da-faculdade/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Guia da Faculdade Estadão 2025</strong></em></a>. O guia, publicado desde 2020, é uma parceria entre a <em>startup</em> Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo e reconhece os melhores cursos de graduação do país a partir da avaliação de mais de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior.</p>
<p>Três cursos do CT foram receberam 5 estrelas (conceito "excelente"): Engenharia Acústica, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. Outros dez cursos receberam 4 estrelas (conceito "muito bom"): Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. O curso de Sistemas de Informação ficou "sem notas" pois não recebeu a quantidade mínima de avaliações válidas de docentes pareceristas. </p>
<p>A presença dos cursos do CT entre os melhores avaliados do país é mais um reconhecimento do trabalho sério desenvolvido por servidores docentes, técnico-administrativos e pelos estudantes de graduação da nossa instituição. Parabéns a todos os envolvidos!</p>
<p><strong>COMO É FEITA A AVALIAÇÃO</strong><br />O <b>Guia da Faculdade</b> utiliza uma metodologia conhecida como "avaliação por pares" para analisar a qualidade de mais de 22 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior. Entenda como funcionam as principais etapas desse trabalho:</p>
<p><b>Participação das Instituições de Ensino Superior</b><br />Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade.<br />As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastram pela primeira vez ou atualizam as informações sobre os seus cursos e sobre os dados de divulgação e de contato das IES.</p>
<p><b>Cursos avaliados</b><br />Com base nessas informações, a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2025, eles precisaram atender aos seguintes critérios:<i><br />- Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2024);<br />- Ter ao menos uma turma em andamento.</i></p>
<p>O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Sistemas de Informação em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica. A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.</p>
<p><b>Informações utilizadas</b><br />A partir de abril deste ano, o(a) coordenador(a) de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:<br /><i>- Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos;<br />- Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso;<br />- Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos</i>;<br />Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.</p>
<p><b>Avaliadores</b><br />Em 2025 o Guia contou com cerca de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade.<br />Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam.<br />Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:<br /><i>- Para a qualidade do <b>corpo docente</b><br />- Para a qualidade do <b>projeto pedagógico</b><br />- Para a qualidade da <b>infraestrutura</b></i></p>
<p>Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas. Se mesmo após essa redistribuição não for possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas” - foi o caso do curso de Sistemas de Informação do CT-UFSM.</p>
<p><b>Resultado final</b><br />O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2025.<br />O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve nos dois últimos anos, com os seguintes pesos:<br /><i>- Nota de 2025 - peso 3<br />- Nota de 2024 - peso 2<br />- Nota de 2023 - peso 1</i></p>
<p>Assim, a média das notas de 2025 (após o descarte) é somada à média das notas do curso em 2024 e em 2023, com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) + (Média 2023) / 6<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2024, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) / 5<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2023, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2023) / 4</i></b><br />Caso o curso não tenha sido avaliado em 2024 e em 2023, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2025.</p>
<p>Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:<br /><i>- Entre 5 e 4,50 - 5 estrelas<br />- menor que 4,50 a 3,50 - 4 estrelas<br />- menor que 3,50 a 2,50 - 3 estrelas<br />- menor que 2,50 - não-estrelado</i></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do Guia da Faculdade 2025 Estadão.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos estudantis do CT promovem semanas de minicursos e aproximam ensino, pesquisa e extensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/01/projetos-estudantis-do-ct-promovem-semanas-de-minicursos-e-aproximam-ensino-pesquisa-e-extensao</link>
				<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 19:25:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[EP-AERO]]></category>
		<category><![CDATA[minicurso]]></category>
		<category><![CDATA[PET EE]]></category>
		<category><![CDATA[PET-CC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7357</guid>
						<description><![CDATA[EP-Aero, PET-CC e PET-EE oferecem formações práticas e acessíveis que ampliam a experiência acadêmica e incentivam o protagonismo estudantil no Centro de Tecnologia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">No Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, diferentes grupos estudantis vêm apostando em um formato que tem dado certo: a oferta de minicursos abertos à comunidade acadêmica.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Neste semestre, três projetos se destacaram nessa iniciativa: a Escola Piloto de Engenharia Aeroespacial (EP-Aero), o </span><a href="https://www.ufsm.br/pet/ciencia-da-computacao"><b><i>Programa de Educação Tutorial em Ciência da Computação</i></b> <b><i>(PET-CC)</i></b></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/peteletrica"><b><i>Programa de Educação Tutorial em Engenharia Elétrica (PET-EE)</i></b></a><span style="font-weight: 400">. Cada um contribui para ampliar os horizontes dos estudantes e fortalecer a integração entre graduação, pesquisa e extensão. Dois deles já concluíram as formações neste semestre, mas um ainda está com inscrições abertas. Confira a seguir!</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading"><b>EP-Aero: formação de aluno para aluno</b></h3>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Criada há cerca de três anos, a </span><a href="https://www.instagram.com/ep.aero/"><b><i>EP-Aero</i></b></a><span style="font-weight: 400"> surgiu para aproximar estudantes de Engenharia Aeroespacial dos conteúdos e softwares exigidos durante a graduação, mas que muitas vezes não são explorados em profundidade nas disciplinas regulares. Um dos objetivo do EP-Aero, assim como dos PETs, é proporcionar aprendizado prático e complementar a formação acadêmica, criando oportunidades para que os estudantes aprofundem seus conhecimentos em projetos que vão além da sala de aula.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Na edição mais recente, foram ofertados minicursos variados, desde softwares e linguagens como SolidWorks, Python, MATLAB, XFLR5, Metrologia, Overleaf até formações sobre como se preparar para entrevistas de emprego. Para a gerente da Semana de Minicursos da EP-Aero, Nátaly Schmidt, o diferencial da iniciativa é que “é aluno ensinando aluno, porque a gente sabe as dificuldades que os colegas enfrentam e tentamos tornar o aprendizado mais leve, sem medo de perguntar”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Ela destaca ainda que a procura não se limitou à Engenharia Aeroespacial, já que houve inscritos de cursos como Geografia e Relações Internacionais. Isso reforça o potencial de crescimento da proposta. “Nos próximos anos, queremos também atrair pessoas de fora da universidade”, acrescenta.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading"><b>PET-CC: tecnologias emergentes e inovação</b></h3>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.instagram.com/petcc_ufsm/"><b><i>O PET de Ciência da Computação (PET-CC)</i></b></a><span style="font-weight: 400"> também apostou no formato, trazendo minicursos voltados a temas como desenvolvimento web, inteligência artificial aplicada e ferramentas de versionamento de código.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a integrante do PET-CC, Giovana Borelli, o objetivo vai além da capacitação técnica: “queremos incentivar a inovação e aproximar os alunos das possibilidades da área de computação, criando um espaço para experimentar e trocar experiências”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A ideia é que o contato com diferentes tecnologias permita que os estudantes ampliem seu repertório e encontrem novas áreas de interesse dentro e fora da graduação.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7360,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Tutoria2024-Editado.jpg" alt="" class="wp-image-7360" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<h3><b>PET-EE: integração com grupos de pesquisa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Já o </span><a href="https://www.instagram.com/petengenhariaeletrica/"><b><i>PET-EE</i></b></a><span style="font-weight: 400"> vai promover a 15ª edição da tradicional Jornada de Minicursos, realizada desde 2011, que neste ano traz uma novidade: a parceria com outros grupos de pesquisa do CT. As inscrições começam dia 1º de outubro de 2025 e podem ser realizadas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe0Y4XnGxcL3uE4Cbf390qrm_D9an0PH4DpsXbsIxljNpnLpA/viewform" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>neste link</strong></em></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Serão oferecidas capacitações em Python, ANSYS Maxwell, Git/GitHub, Typhoon HIL e Easy EDA, proporcionando aos alunos ferramentas utilizadas em projetos de ponta. Para o líder da Jornada, Luiz Dorneles, a iniciativa “é uma forma de os alunos conhecerem de perto os grupos de pesquisa e enxergarem novas possibilidades dentro da universidade, já que muitos acabam se aproximando desses núcleos depois de participar dos minicursos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ele reconhece que assumir a organização está sendo desafiador, mas que iniciativas como a Jornada recompensam: “No início eu tive medo de lidar com tantas pessoas e grupos diferentes, mas isso faz parte do treinamento que o PET proporciona. Hoje vejo como a Jornada é fundamental para diluir conhecimento e fortalecer conexões”, afirma.</span></p>

<!-- wp:image {"id":7358,"width":"611px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center","className":"is-style-default"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized is-style-default"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/XV_JORNADA-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7358" style="width:611px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3><b>Formação além da sala de aula</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de organizados por grupos distintos, os três eventos têm algo em comum: a proposta de oferecer aprendizados que ultrapassam os limites da sala de aula, que sirvam como formação complementar em um ambiente mais colaborativo e próximo dos estudantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como resume Luiz, do PET-EE, “os minicursos mostram que o protagonismo estudantil é essencial para enriquecer a formação acadêmica, porque criam novas pontes entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade”.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM forma equipe para desenvolver carro movido a hidrogênio em projeto pioneiro do Centro de Tecnologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/10/ufsm-forma-equipe-para-desenvolver-carro-movido-a-hidrogenio-em-projeto-pioneiro-do-centro-de-tecnologia</link>
				<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:07:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bombaja]]></category>
		<category><![CDATA[ceesp]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[GEPOC]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7064</guid>
						<description><![CDATA[Nova equipe Bombaja H2 adapta modelo off-road antigo da Bombaja e planeja levar projeto inédito da UFSM à competição nacional em São Paulo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM formou uma equipe voltada ao desenvolvimento de um veículo elétrico movido a hidrogênio. Trata-se da equipe Bombaja H2, projeto derivado do <a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/bombaja" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Bombaja</i></b></a>, tradicional e premiada equipe de competição de veículos off-road da instituição, e que promove a integração entre ensino, pesquisa e extensão. A nova equipe, formada no CT, busca  adaptar um veículo já existente à propulsão por hidrogênio. O objetivo do projeto é participar da competição nacional da modalidade, a <em><strong><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/h2_challenge/" target="_blank" rel="noopener">SAE H2</a>,</strong></em> prevista para ocorrer de 30 de julho a 3 de agosto, em São Paulo.</p><p>A ideia surgiu no início de 2024, a partir da percepção de que a UFSM ainda não possuía equipes voltadas para a mobilidade elétrica ou para tecnologias de hidrogênio, diferentemente de outras universidades brasileiras. “Decidimos começar pelo hidrogênio, porque as universidades com tradição em inovação já tinham algo nessa área. Pegamos essa ideia e abraçamos a causa de criar uma equipe com esse foco”, explicou Leonardo Felipe dos Santos, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener">PPGEE</a></strong></em>) e um dos integrantes do projeto.</p><p>O veículo utilizado na adaptação será o BJ-16, um carro antigo do Bombaja. A escolha se baseia em uma exigência da competição, que permite realizar adaptações mínimas em projetos já existentes. Enquanto o Bombaja foca no desempenho estrutural e dinâmico de seus veículos, a equipe Bombaja H2 prioriza o desenvolvimento da tecnologia de propulsão a hidrogênio.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="763" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/Image_20250710_094503_088-768x763.jpeg" alt="" />											<figcaption>Veículo BJ-16 do Bombaja será adaptado para propulsão a hidrogênio pelo Bombaja H2</figcaption>
										</figure>
			<h3>Competição recente e tecnologia emergente</h3>		
		<p> A competição SAE H2 teve sua primeira edição presencial em 2022, depois de dois anos de realização no formato online devido à pandemia. Voltada para a pesquisa e inovação, a disputa exige que as equipes desenvolvam sistemas de propulsão a hidrogênio, com critérios que avaliam não apenas o desempenho do veículo, mas também a eficiência energética e o aproveitamento dos recursos. No Brasil, o diferencial da prova é a obrigatoriedade de converter o hidrogênio em eletricidade para alimentar o motor, o que aproxima a competição do contexto industrial nacional.</p><p>“O Brasil é hoje o maior produtor de hidrogênio verde do mundo, com pureza de 99,9%. No entanto, exporta quase toda a produção, e a infraestrutura para uso interno ainda é escassa. Esse tipo de projeto ajuda a preparar profissionais para essa nova demanda do mercado energético”, destacou Leonardo Felipe. </p>		
			<h3>Equipe multidisciplinar e desafios</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 conta com 14 integrantes, número que deve chegar a 30 nos próximos meses, com a finalização do Processo Seletivo iniciado em junho. A equipe é composta por estudantes de graduação, pós-graduação e ensino técnico. Os cursos de graduação representados são: Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia de Telecomunicações. “Abrimos o processo seletivo para o CTISM (Colégio Técnico Industrial de Santa Maria) e houve bastante interesse, principalmente pela proposta de trabalhar com energia limpa e sustentável”, contou Pedro Henrique Santos, discente de Engenharia Mecânica e gerente de marketing da equipe.</p><p>Além das vagas para as áreas técnicas do projeto, como estrutura, suspensão, freios, elétrica, entre outras, também foram abertas oportunidades para a área de gestão, que abrange marketing e setor administrativo. Essas vagas foram destinadas a acadêmicos de todos os cursos da UFSM, com prioridade para os cursos de Comunicação Social e Administração.</p><p>Por enquanto, a Bombaja H2 não possui um espaço próprio. As atividades vêm sendo realizadas em parceria com o Bombaja, na oficina mecânica do CT, além do espaço cedido por laboratórios como o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (<strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ceesp" target="_blank" rel="noopener">CEESP</a></em></strong>), o Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gepoc" target="_blank" rel="noopener">GEPOC</a></strong></em>) e o  Grupo de Estudo e Desenvolvimento de Reatores Eletrônicos (<a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>GEDRE</strong></em></a>). A equipe planeja conseguir um espaço fixo para realizar as pesquisas que possam ser utilizadas a longo prazo.</p>		
			<h3>Extensão e qualificação</h3>		
		<p>Além do desenvolvimento técnico do veículo, o projeto Bombaja H2 prevê a realização de ações de extensão e cursos de capacitação para estudantes e comunidade externa. Estão previstas oficinas sobre softwares de modelagem, como SolidWorks, sobre noções básicas de elétrica predial e minicursos de Matlab e HIL (Hardware-in-the-Loop), ferramentas que permitem simular o comportamento de inversores e sistemas de propulsão antes da montagem física.“Queremos levar o conhecimento de hidrogênio para as escolas, mostrar na prática o que é a engenharia e estimular os jovens a ingressarem na área. Sobram vagas no CT hoje, e isso é preocupante. Esse projeto também serve para divulgar a engenharia e a UFSM”, afirmou Leonardo Felipe.</p>		
			<h3>Expectativa para a competição</h3>		
		<p>Apesar do desejo de levar o carro para a competição ainda neste ano, a equipe enfrentou dificuldades de prazo para inscrição e envio de documentação. “Se tivéssemos começado dois meses antes, seria possível. O prazo para envio dos documentos terminou dia 10 e não conseguimos cumprir”, lamentou Pedro Henrique</p><p>Mesmo assim, os integrantes planejam ir a São Paulo para acompanhar o evento e estabelecer contatos com outras equipes e com a organização da SAE. A participação presencial é considerada estratégica para aprender sobre as exigências da competição e garantir melhores condições para a edição de 2026. “A ideia é pular etapas e chegar com um carro pronto. A SAE fornece a célula de hidrogênio e as baterias, mas o restante pretendemos produzir aqui na UFSM”, comentou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Mobilização e financiamento</h3>		
		<p>O projeto ainda busca financiamento para cobrir os custos de transporte, equipamentos e inscrição. Além do apoio da universidade, a equipe mantém negociações com empresas parceiras e elaborou propostas para entidades como o <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ieeesb" target="_blank" rel="noopener">IEEE</a></strong></em>, com o objetivo de captar recursos e expandir as atividades de extensão.</p><p>“Nossa preocupação é que os alunos não precisem tirar dinheiro do próprio bolso para participar. Queremos viabilizar tudo por meio de parcerias e recursos externos”, ressaltou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Formalização e perspectivas</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 está vinculada ao projeto Bombaja, como uma subdivisão. A oficialização como subequipe deve ocorrer em breve, junto ao professor Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, coordenador do Bombaja e ao docente Jonas Roberto Tibola, do CTISM, orientador do Bombaja H2. A expectativa dos integrantes é consolidar a equipe, desenvolver tecnologia própria para o setor e se tornar referência nacional na área de veículos movidos a hidrogênio.</p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. </em></p><p><em>Foto por Bombaja/Divulgação</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dez anos no ar: uma década de Engenharia Aeroespacial na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/06/04/dez-anos-no-ar-uma-decada-de-engenharia-aeroespacial-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 12:27:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[EP AERO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6812</guid>
						<description><![CDATA[Semana comemorativa com palestras e atividades que celebram os dez anos do curso]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Entre os dias 26 e 30 de maio, foi realizada a semana comemorativa dos 10 anos do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM. A programação contou com diversas palestras ao longo da semana, incluindo a participação da Embraer, que apresentou temas de interesse para os estudantes.</p>
<p>O evento foi organizado pela Escola Piloto de Engenharia Aeroespacial da UFSM <strong><em><a href="https://www.instagram.com/ep.aero?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">(EP-AERO), </a></em></strong>projeto de extensão coordenado pelo professor Giuliano Demarco e presidido pela estudante Carolina Barbara Massinatore) com cooperação da Coordenação do Curso de Engenharia Aeroespacial e apoio da Embraer.</p>
<p>No primeiro dia de atividades, a Embraer apresentou seu Programa de Especialização em Engenharia (PEE), voltado à formação de recém-graduados e considerado uma porta de entrada para a atuação profissional na empresa. A palestra foi conduzida por Luiz Fernando Nolf, coordenador do programa, e contou também com a participação de Caroline Schwantes e Arthur de Nardi, estudantes do curso que compartilharam suas experiências no programa Summer Job da Embraer. Na terça-feira, Alan Augusto Tomaz e Rodrigo Hernanes Bezerra Diniz relataram sua trajetória até chegarem ao setor de desenvolvimento de tecnologia da empresa, com foco em sistemas de controle ambiental.</p>
<p>Na quarta-feira, Fortunato Neto, egresso do curso, abordou a transição da universidade para o mercado de trabalho, com base em sua experiência atual na Boeing. Já na quinta-feira, Nicole Lemons, também ex-aluna da UFSM, explicou como conquistou seu estágio e apresentou o projeto em que atua atualmente na Mac Jee. Encerrando a semana, na sexta-feira, Karen Veloso, do setor de Recursos Humanos da Embraer, falou sobre as oportunidades disponíveis na empresa e compartilhou dicas práticas sobre a elaboração de currículo e a construção de um perfil profissional no LinkedIn.</p>
<p>As palestras foram bem recebidas pelo público, com destaque para o formato leve e acessível, que ajudou a manter o engajamento ao longo da semana. As atividades ocorreram de forma híbrida, com os palestrantes online e os participantes reunidos presencialmente no auditório.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250526-WA0016-225x300.jpg" alt="IMG-20250526-WA0016" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0037-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0037" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0041-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0041" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0039-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0039" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0047-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0047" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0099-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0099" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0109-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0109" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0122-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0122" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250527-WA0120-225x300.jpg" alt="IMG-20250527-WA0120" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250528-WA0039-225x300.jpg" alt="IMG-20250528-WA0039" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0019-226x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0019" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0042-225x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0042" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0026-225x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0026" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0064-225x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0064" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0084-225x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0084" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0079-225x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0079" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/IMG-20250529-WA0089-225x300.jpg" alt="IMG-20250529-WA0089" /></figure>			
		<p>Para os estudantes, o evento foi uma oportunidade de valorizar a trajetória do curso e de se conectar com empresas do setor. Para a universidade, a semana reafirma o compromisso institucional com a ciência, a formação qualificada e a inovação. Ao todo, cerca de 90 pessoas participaram das atividades.</p>
<p>Segundo o coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial, professor Marcos Daniel Awruch, a primeira década do curso representa a união entre excelência acadêmica, dedicação e entusiasmo de alunos, docentes e técnicos. “Celebrar os 10 anos do curso é reconhecer o início de uma jornada na formação de engenheiros em uma área estratégica e de alta complexidade tecnológica”, afirma.</p>
<p>Entre os momentos mais marcantes da semana, a cerimônia de abertura — que contou com a presença de um dos fundadores do curso — e o encerramento, foram elogiados pelo público. Também houve sorteio de brindes para participantes que respondessem corretamente a perguntas, o que incentivou ainda mais a participação dos presentes.</p>
<p>Para a presidente da EP-AERO, Carolina Barbara Massinatore, fazer parte da organização foi uma experiência marcante. “Foi um processo muito gratificante, tanto pelo significado da data quanto pelo impacto que conseguimos gerar”, destaca a acadêmica.</p>
<p>A comemoração dos 10 anos foi um marco para toda a comunidade acadêmica da Engenharia Aeroespacial. Eventos como esse são fruto do esforço e da motivação coletiva de estudantes, professores e técnicos, que, dia após dia, consolidam as bases de um curso comprometido com o aprendizado, a pesquisa e o avanço tecnológico.</p>		
		<p><i>Texto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
<p><em>Fotos - Carolina Barbara Massinatore (Divulgação/ EP-AERO)</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Projetos BRAFITEC fortalecem internacionalização do Centro de Tecnologia da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/01/31/projetos-brafitec-fortalecem-internacionalizacao-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 12:44:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[BRAFITEC]]></category>
		<category><![CDATA[DELC]]></category>
		<category><![CDATA[DESA]]></category>
		<category><![CDATA[DESP]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6027</guid>
						<description><![CDATA[Dois projetos da UFSM participam do programa da CAPES que integra universidades francesas e brasileiras e permitem a dupla diplomação na graduação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As oportunidades que se abrem para os estudantes do Centro de Tecnologia da UFSM não se restringem às fronteiras nacionais. Dentre as possibilidades de experiência internacional, destacam-se os projetos do BRAFITEC - sigla para Brasil France Ingénieur Technologie, programa financiado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O programa estimula a mobilidade de estudantes entre universidades brasileiras e francesas e possui dois projetos aprovados que englobam o CT-UFSM.</p>
<p><strong>O programa</strong></p>
<p>O BRAFITEC é um programa de cooperação bilateral entre o Brasil e a França que existe em âmbito nacional desde 2008, mas que tem suas bases alicerçadas desde o final da década de 1990. Inicialmente sob o título “Programa de Formação Integrada nas Escolas Francesas de Engenharia de Alunos-Engenheiros Brasileiros”, a iniciativa promoveu o intercâmbio de 100 estudantes entre os anos de 1999, 2000 e 2001. A partir de 2002, a cooperação ganhou novos ares e uma estrutura mais elaborada, o que permitiu a participação de cada vez mais pesquisadores da área de Engenharia. Um dos diferenciais do BRAFITEC é que o programa possibilita não apenas a mobilidade, mas abre possibilidades de dupla diplomação, de intercâmbio acadêmico entre as instituições de ensino e de criação de redes de pesquisa internacionais.</p>
<p><strong>Os projetos do CT</strong></p>
<p>O Centro de Tecnologia da UFSM já faz parte do programa BRAFITEC da CAPES desde 2022, com o projeto “Cooperação Brasil-França na Formação de Engenheiros para Exploração de Micro e Nanossatélite", coordenado </p>
<p>[caption id="attachment_6117" align="alignleft" width="800"]<img class="wp-image-6117" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-31-at-09.29.58-1024x768.jpeg" alt="" width="800" height="600" /> Prof João Baptista e prof. Tiago, da UFSM, ao lado da prof. Nathalie Deltimple (Montpellier) e Prof. Jarbas, Prof. Mateus e Prof. Sandro, representantes da UFC e UNB, as demais Universidades parceiras no projeto coordenado pela UFSM[/caption]</p>
<p>em sua primeira fase pelo Prof. João Baptista Martins, do Departamento de Eletrônica e Computação, e em sua segunda fase pelo Prof. Tiago Marchesan, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência, atual Diretor do Centro de Tecnologia. O objetivo do projeto é fomentar a formação e capacitação de engenheiros brasileiros e franceses, por meio da mobilidade de estudantes, bem como impulsionar a inovação na área de Engenharia. O projeto abrange estudantes de graduação do CT dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia de Computação, Engenharia de Telecomunicações e Engenharia Aeroespacial, que são direcionados para as seguintes instituições francesas: École Nationale Supérieure Des Mines De Saint-Étienne, Université Grenoble Alpes, Université de Montpellier e Institut Polytechnique de Bordeaux. Os estudantes selecionados recebem bolsas de estudo de um ano concedidas pela CAPES, que incluem manutenção, seguro-saúde, passagens aéreas e auxílio-instalação; além disso, são isentas as taxas escolares na instituição francesa acolhedora. </p>
<p>Desde o ano passado, o CT conta com mais um projeto aprovado no BRAFITEC. Trata-se do projeto "IDEE – Engenharia de Gestão Sustentável da Água e do Meio Ambiente”, coordenado pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e representado localmente pelo professor Elvis Carissimi, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. O projeto é fruto dos contatos estabelecidos pelo Prof. Tiago quando da visita as Universidades Francesas em 2023, buscando potencializar mais projetos ao Centro de Tecnologia. Em parceria com a UFRGS, este projeto é voltado para a área de meio ambiente, especialmente aos assuntos hídricos. No primeiro edital, foram disponibilizadas quatro vagas para estudantes dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Engenharia Civil, que foram direcionados para as instituições Polytech Montpellier, Polytech Tours e Polytech Annecy-Chambérry.</p>
<p><strong>Visita técnica</strong></p>
<p>No fim de 2024, o professor Elvis esteve na França em uma visita técnica às universidades parceiras do projeto. O docente acompanhou o andamento das mobilidades dos estudantes da UFSM que estão nas instituições francesas e relatou que eles estão bastante integrados nas atividades acadêmicas e "super motivados, felizes com a experiência". Na ocasião, o professor também divulgou os cursos de engenharia da UFSM, ressaltando não só a qualidade da formação ofertada aqui, mas também as virtudes da UFSM e de Santa Maria, os benefícios de viver e estudar aqui.</p>
<p>[caption id="attachment_6115" align="alignleft" width="800"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-30-at-16.27.03-1024x768.jpeg" alt="" width="800" height="600" /> Prof. Elvis (UFSM) e Prof Maurício (UFRGS) no encontro para divulgação das instituições estrangeiras na Semana de Internacionalização da Universidade de Montpellier[/caption]</p>
<p>Elvis aproveitou para estimular os estudantes franceses interessados na mobilidade. Em sua visita a Montpellier, o professor participou de um evento de internacionalização onde pôde sanar dúvidas dos estudantes franceses quanto a questões de segurança, saúde e adaptação cultural. Na ocasião, estudantes franceses que já realizaram o intercâmbio no Brasil relataram suas experiências e enfatizaram o aspecto acolhedor do povo brasileiro e estimularam seus pares a realizar a mobilidade. Os estudantes franceses que vêm ao Brasil também recebem financiamento para passagens aéreas, instalação e custeio mensal.</p>
<p><strong>Experiências dos acadêmicos</strong></p>
<p>Maria Luiza Crixel Goulart, estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental, é uma das intercambistas BRAFITEC do projeto IDEE. Ela está desde setembro estudando na Polytech de Montpellier e relata que, além de gratificante, a experiência de intercâmbio tem mudado sua percepção sobre o mundo, pelo contato com outras culturas. Segundo Luiza, a adaptação cultural pode ser um desafio, tanto no dia-a-dia quanto nas metodologias e no ambiente acadêmicos, mas isso não deixa a experiência menos interessante, pelo contrário: "Penso que o intercâmbio vai me tornar uma profissional muito melhor, justamente por ter eu visto as coisas de outro viés e ter tido disciplinas diferentes e aprofundadas no tratamento de água", afirma. Para além dos estudos, Luiza ressalta ainda que o intercâmbio também traz boas oportunidades de estágio na área. <img class="alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-30-at-16.25.28-768x1024.jpeg" alt="" width="600" height="800" /></p>
<p>O estudante francês Hugo Baldo, que passou dois meses como intercambista no Centro de Tecnologia da UFSM, descreveu sua experiência como enriquecedora e positiva. Ele destacou o ambiente acolhedor da cidade, a qualidade de vida e o custo de vida acessível, especialmente em comparação com a França. Apesar de mencionar a distância entre o bairro de Camobi e o centro como um ponto negativo, Baldo elogiou a dinâmica da vida estudantil na Universidade e a relevância do estágio que realizou. "Aprendi métodos que não tinha visto na França e tive uma primeira experiência valiosa no mundo da pesquisa científica", afirmou. O estudante ainda recomendou a outros franceses a oportunidade de estudar no CT-UFSM e viver em Santa Maria, não apenas pela experiência acadêmica ou profissional, mas também para desfrutar do ambiente único da cidade.</p>
<p><strong>Dupla diplomação</strong></p>
<p>Ao todo, desde a adesão do CT-UFSM ao programa, 16 estudantes já foram complementar seus estudos na França. Destes, 10 procederam com a dupla diplomação - ou seja, a dupla diplomação já é uma realidade para os participantes do primeiro projeto BRAFITEC do CT. A adesão do segundo projeto, vinculado à UFRGS, à possibilidade de dupla diplomação está em tratativas. As universidades francesas já manifestaram seu interesse e os ajustes formais devem ocorrer em 2025, com uma visita técnica do responsável francês pelo projeto à UFSM.</p>
<p><strong>Novas oportunidades</strong></p>
<p>O Programa BRAFITEC é um dos principais canais de internacionalização da UFSM e contribui substancialmente para a inserção da instituição em âmbito mundial, valorizando a ciência, a tecnologia e a inovação produzidas aqui. Acadêmicos interessados em participar do programa podem buscar mais informações com os professores coordenadores dos projetos e acompanhar o site do CT, onde serão publicados os futuros editais. Há previsão de novos editais do BRAFITEC para o primeiro semestre de 2025. Estudante do CT: fique ligado!</p>
<hr />
<p><i>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, fotos de arquivo pessoal.</i></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p>
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<p> </p>
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													</item>
						<item>
				<title>Com auxílio da PRE, equipe SpaceLab UFSM conquista primeiro lugar em competição de nanossatélites</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2024/10/23/com-auxilio-da-pre-equipe-spacelab-ufsm-conquista-primeiro-lugar-em-competicao-de-nanossatelites</link>
				<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 13:34:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#nanossatélites]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[representação institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Spacelab]]></category>

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						<description><![CDATA[A equipe SpaceLab UFSM conquistou o primeiro lugar na mais recente edição da competição de nanossatélites CubeDesign, realizada nos dias 29 e 30 de agosto de 2024, em São José dos Campos (SP). A equipe venceu na categoria CanSat, com um nanossatélite capaz de transmitir telemetria (dados do satélite) em tempo real para uma estação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A equipe SpaceLab UFSM conquistou o primeiro lugar na mais recente edição da competição de nanossatélites CubeDesign, realizada nos dias 29 e 30 de agosto de 2024, em São José dos Campos (SP). A equipe venceu na categoria CanSat, com um nanossatélite capaz de transmitir telemetria (dados do satélite) em tempo real para uma estação terrestre, incluindo imagens capturadas durante o voo em um balão de sondagem. O CanSat foi composto por subsistemas de energia, estrutura, comunicação, computação de bordo, recuperação e carga útil. Além disso, também foi desenvolvida uma estação terrena para recebimento de telemetrias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O CubeDesign é uma competição latino-americana promovida pelo INPE, por meio da Divisão de Pequenos Satélites (DIPST), e em parceria com a pós-graduação da Instituição. A competição visa fomentar o desenvolvimento de sistemas espaciais miniaturizados, desafiando as equipes a desenvolverem nanossatélites a partir de um conjunto de requisitos estabelecidos pela organização. A presença no evento foi possibilitada pela seleção do projeto no edital auxílio à representação institucional em eventos, da Pró-Reitoria de Extensão. O coordenador do projeto, professor Eduardo Escobar Bürger, garante que o apoio financeiro foi fundamental para a vitória da equipe na competição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esta foi a terceira vez que a equipe SpaceLab UFSM alcançou o primeiro lugar na competição, tendo vencido anteriormente em 2019 e 2022. Neste ano, a equipe se destacou pela capacidade de resolução de problemas e pelo diferencial técnico de seu nanossatélite, capaz de transmitir imagens em tempo real durante o voo, assim como outros dados de telemetria. Além disso, o relatório técnico submetido como parte dos requisitos da competição recebeu elogios dos avaliadores pela metodologia de desenvolvimento e pelo gerenciamento do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O feito foi conquistado a partir do trabalho dos alunos Felipe Pinto Vogel, José Guilherme Aparecido Ferreira e Matheus Klement Sebben, do curso de Engenharia Aeroespacial, responsáveis pelo desenvolvimento do CanSat. A conquista no evento reforça a excelência e organização da equipe do SpaceLab, que utiliza a competição como forma de aplicar conceitos práticos de engenharia aeroespacial. Além disso, trata-se de uma oportunidade de contato direto com outros estudantes e profissionais do setor espacial, propiciando conexões profissionais e oportunidades de colaboração. </span></p>
<hr />
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Pedro Souza, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Revisão: Catharina Viegas, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe SpaceLab UFSM é tricampeã na competição de nanossatélites CubeDesign 2024</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/10/18/equipe-spacelab-ufsm-e-tricampea-na-competicao-de-nanossatelites-cubedesign-2024</link>
				<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 14:37:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CubeDesign]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[GPESC]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[satélite]]></category>
		<category><![CDATA[Spacelab]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5765</guid>
						<description><![CDATA[Nanossatélite da UFSM transmite dados em tempo real para a estação terrena, incluindo imagens]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A equipe SpaceLab UFSM conquistou o primeiro lugar na competição de nanossatélites <a href="https://www.gov.br/inpe/pt-br/eventos/cubedesign/2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>CubeDesign 2024</em></strong></a>, organizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A equipe venceu na categoria CanSat, desenvolvendo um nanossatélite capaz de transmitir telemetria (dados do satélite) em tempo real para uma estação terrena, incluindo imagens capturadas durante o voo em um balão de sondagem. O CanSat foi composto pelos subsistemas de energia, estrutura, comunicação, computação de bordo, recuperação e carga útil. Além disso, também foi desenvolvida uma estação terrena para recebimento dos dados do satélite. O evento ocorreu nos dias 29 e 30 de agosto de 2024, em São José dos Campos, SP.&nbsp;</p>
[caption id="attachment_5766" align="alignnone" width="1024"]<img style="color: #000000;font-size: 16px" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/alunos-integrando-o-nanossatelite-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461"> &nbsp;Estudantes integrando o nanossatélite[/caption]
<p>O CubeDesign é uma competição latino-americana promovida pelo INPE, por meio da Divisão de Pequenos Satélites (DIPST) e em parceria com a pós-graduação da instituição. A competição visa fomentar o desenvolvimento de sistemas espaciais miniaturizados, desafiando as equipes a conceberem, projetarem, fabricarem e operarem seus nanossatélites, atendendo a um conjunto de requisitos e restrições estabelecidas pela organização.</p>
<p>Esta foi a terceira vez que a equipe SpaceLab UFSM alcançou o primeiro lugar na competição, tendo vencido anteriormente em 2019 e 2022. Neste ano, a equipe se destacou pela rápida capacidade de resolução de problemas e pelo diferencial técnico de seu nanossatélite, que foi capaz de transmitir imagens em tempo real durante o voo, além de outros dados de telemetria. Além disso, o relatório técnico submetido como parte dos requisitos da competição recebeu elogios dos avaliadores pela metodologia de desenvolvimento e no gerenciamento do projeto. Esse feito reforça a excelência e organização da equipe, que tem utilizado a competição como uma plataforma para aplicar conceitos práticos de engenharia aeroespacial, além de colocar os alunos em contato direto com outros estudantes e profissionais do setor espacial, propiciando conexões profissionais e oportunidades de colaboração em futuros projetos.</p>
[caption id="attachment_5768" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/Verificacao-de-requisitos-por-banca-avaliadora-1024x603.jpeg" alt="" width="1024" height="603"> Verificação de requisitos pela banca avaliadora[/caption]
<p>A equipe SpaceLab UFSM (<a href="https://www.instagram.com/spacelabufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/spacelabufsm/"><strong><em>@spacelabufsm</em></strong></a>) foi orientada pelo Prof. Eduardo Escobar Bürger, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM. Os alunos Felipe Pinto Vogel, José Guilherme Aparecido Ferreira e Matheus Klement Sebben, do curso de Engenharia Aeroespacial, foram responsáveis pelo desenvolvimento do CanSat vencedor. O apoio do Núcleo de Gestão Orçamentária do CT foi essencial para garantir o uso ágil dos recursos necessários à participação da equipe. Além disso, a participação foi viabilizada pelo financiamento da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM), por meio do Edital Nº 040/2024, que ofereceu auxílio à representação institucional em eventos.</p>
[caption id="attachment_5767" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/apresentacao-do-projeto-para-banca-avaliadora-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461"> Equipe apresentando o projeto para banca avaliadora[/caption]
<p>A equipe SpaceLab UFSM faz parte do Projeto de Ensino nº 053818 - "SpaceLab UFSM - Desenvolvimento de Nanossatélites para competição", vinculada Centro de Tecnologia da UFSM, e é um braço de ensino do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpesc" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Grupo de Pesquisa em Engenharia de Sistemas e Complexidade - GPESC</em></strong></a>, sendo um projeto de destaque na formação de novos profissionais para o setor aeroespacial.</p>
<p>Há planos de expandir a equipe para competir em todas as categorias do CubeDesign no próximo ano (2025), dando continuidade ao legado de sucesso do projeto. O processo seletivo para novos membros está previsto para o final deste ano. Além disso, em parceria com um grupo de alunos da disciplina de CPIO II (Engenharia Aeroespacial) e com participação da COESU/INPE, o SpaceLab UFSM está desenvolvendo uma plataforma multimissão para sondagens estratosféricas, com lançamento previsto para 2025, a qual realizará duas missões científicas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<hr>
<p><i>Texto por Eduardo Escobar Bürger, com edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
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<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Centro de Tecnologia assina acordo de dupla diplomação com Universidade francesa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/09/26/centro-de-tecnologia-assina-acordo-de-dupla-diplomacao-com-universidade-francesa</link>
				<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 17:56:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5648</guid>
						<description><![CDATA[Parceria internacional permitirá a estudantes da UFSM obterem diploma no Brasil e na França]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Centro de Tecnologia firmou um acordo de</span> <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-ufsm-n-074-2022" target="_blank" rel="noopener"><b><i>dupla diplomação</i></b></a><span style="font-weight: 400"> com a </span><a href="https://www.mines-stetienne.fr/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>École Nationale Supérieure des Mines de Saint-Étienne</i></b></a><span style="font-weight: 400">, na França. O convênio permitirá que estudantes de engenharia das duas instituições obtenham diplomas em ambos os países, ao realizar parte da graduação na UFSM e parte no exterior. O objetivo é fortalecer a internacionalização e proporcionar uma formação mais completa e global. A parceria integra o projeto BRAFISAT II, vinculado ao programa </span><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/franca/programa-capes-brafitec" target="_blank" rel="noopener"><b><i>BRAFITEC da CAPES</i></b></a><span style="font-weight: 400">, que visa à cooperação entre Brasil e França na formação de engenheiros especializados em micro e nano satélites.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o professor João Baptista Martins, coordenador local do edital, esta modalidade reforça as metas de internacionalização tanto do Plano de Desenvolvimento da Unidade Tecnológica quanto do Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSM, além de proporcionar aos discentes uma formação técnica mais completa e uma experiência acadêmica enriquecida pela </span><a href="https://ufsm.br/r-375-5277" target="_blank" rel="noopener"><b><i>vivência internacional.</i></b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Discentes dos cursos de Engenharia Aeroespacial, Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Engenharia de Telecomunicações estão entre os beneficiados pelo acordo. A duração do período de estudos na França para quem deseja obter a dupla diplomação deve ser de, no mínimo, quatro semestres, o que inclui a realização do Trabalho de Fim de Estudos. Já para os estudantes da Mines Saint-Étienne que vierem ao Brasil, os estudos na UFSM durarão três semestres, incluindo um projeto de formatura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dois acadêmicos do CT-UFSM já usufruem do novo acordo: Schaiane Rodrigues, do curso de Engenharia Elétrica, e Vinicius Rocca, da Engenharia de Computação. Ambos estão atualmente em mobilidade acadêmica na França.</span></p>
<h4><b>Adaptação e crescimento pessoal</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Vinicius Rocca compartilhou como tem sido sua experiência de intercâmbio na França. Ele ressaltou que o processo de adaptação cultural foi facilitado pela calorosa recepção dos estudantes locais, o que proporcionou uma vivência cultural rica e diversificada. "Os franceses e os estudantes árabes que conheci me ensinaram muito sobre suas culturas. A integração foi tão forte que hoje sou presidente de um clube voltado à promoção da internacionalização", afirmou.</span></p>
[caption id="attachment_5650" align="aligncenter" width="582"]<img class=" wp-image-5650" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/09/IMG_20240926_091217_478-300x226.jpg" alt="" width="582" height="438" /> Vinicius em evento do clube de internacionalização I Foto: Arquivo pessoal[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">No campo acadêmico, Vinicius destacou a diferença no ritmo das disciplinas, que são mais intensas e de curta duração, em comparação ao sistema brasileiro. "Aqui, as matérias duram entre um e três meses, o que torna o processo bastante corrido. A língua francesa também representou um desafio, mas consegui me adaptar, principalmente graças ao apoio de outros brasileiros que já estavam aqui", comentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre a dupla diplomação, Vinicius revelou que já tinha a intenção de buscar esse título desde o início do intercâmbio, apesar de não ter certeza, na época, se seria viável. Agora, com o acordo formalizado, ele vê a possibilidade como real. "A bolsa do programa BRAFITEC, que me permite estudar na França, exige o acordo de dupla diplomação para ser estendida. Isso é essencial para que eu consiga concluir meus estudos aqui", explicou.</span></p>
<h4><b>Perspectivas para o futuro</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Além do acordo de dupla diplomação firmado entre a UFSM e a Mines Saint-Étienne, desde 2018, diversos discentes já participaram de programas de dupla diplomação e intercâmbio em instituições na França, com resultados considerados excelentes pelo professor João Baptista. Até então, no contexto do BRAFITEC, 14 estudantes realizaram ou estão realizando mobilidade acadêmica, seja para dupla diplomação ou pós-graduação, em universidades como Bordeaux INP e Université Grenoble Alpes (UGA). Esse histórico consolida uma trajetória de internacionalização que tende a se expandir com o novo acordo.</span></p>
[caption id="attachment_5651" align="aligncenter" width="551"]<img class=" wp-image-5651" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-26-at-10.59.37-1-300x192.jpeg" alt="" width="551" height="353" /> Professores do Brasil e da França com discentes na BORDEAUX INP I Foto: Arquivo pessoal[/caption]
<hr />
<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>VOOS CADA VEZ MAIS ALTOS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2024/07/19/voos-cada-vez-mais-altos</link>
				<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 21:35:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[29ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Carancho Aerodesign]]></category>
		<category><![CDATA[ed29]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3871</guid>
						<description><![CDATA[Projeto da UFSM desenvolve aeronaves e incentiva pesquisa científica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Para escutar o áudio da reportagem, clique abaixo:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:audio {"id":3916} -->
<figure><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/REPORTAGEM-CARANCHO.mp3"></audio></figure>
<!-- /wp:audio -->		
										<figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/aviao-768x512.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida, em primeiro plano e no ângulo plongée, ou seja, de cima para baixo. Enfoca um modelo de avião em escala de pequeno porte, com asas nas cores amarelo com uma listra e detalhes em preto. Na asa do avião, há o número “209” no lado esquerdo e a escrita “UFSM” no lado direito. No centro da asa existe a ilustração de uma ave carrancho. O restante da estrutura é composto por madeira clara. A roda pequena, na parte da frente, é amarela, e a roda maior, na parte de trás, é preta. A estrutura do avião é composta por uma caixa transparente, que traz a fuselagem dentro. Na parte da frente, há uma hélice cinza. A aeronave está sobre um chão de calçamento cinza." />											<figcaption>Protótipo de 2023 | Foto: Jessica Mocellin</figcaption>
										</figure>
		<p> </p>
<p>Carancho é uma ave de rapina encontrada em todo o Brasil, conhecida pelo voo poderoso e sentidos aguçados. Há 20 anos, o Carancho Aerodesign, projeto de extensão da UFSM, surgiu com o propósito de desenvolver academicamente estudantes de engenharia nos diversos setores que envolvem a construção de uma aeronave em escala. </p>
<p>Vinculado ao Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) e ao Centro de Tecnologia (CT), a iniciativa conta com cerca de 30 membros de diferentes cursos. Atualmente são acadêmicos de Engenharia Aeroespacial, Mecânica e da Computação, do curso técnico em Eletrônica e alunos do Ensino Médio Integrado do CTISM.</p>
<p>A equipe trabalha como uma empresa e existe uma divisão hierárquica entre capitães, gerentes de setor, membros e <i>trainees</i>, organizados nas seguintes divisões: Aerodinâmica, Desenho Assistido por Computador (CAD), Cargas e Aeroelasticidade, Estruturas, Engenharia de Sistemas, Estabilidade e Controle, Desempenho e Elétrica. Com o objetivo de desenvolver uma aeronave experimental para participar da competição anual de aerodesign da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), os estudantes realizam reuniões semanais para alinhar os setores e produção.</p>		
			<h4>Hora de ganhar os céus<br><br></h4>		
		<p>A competição SAE Brasil de Aerodesign é realizada no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos, São Paulo. O evento conta com a participação de 80 equipes de universidades brasileiras e estrangeiras.</p>
<p>O regulamento é lançado anualmente, entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, e antes mesmo de alçarem voo as equipes já são avaliadas. Em julho, ocorre a entrega de um relatório sobre o projeto. A aeronave precisa estar pronta para voar em setembro e qualquer mudança feita após esse prazo precisa ser justificada.  A comprovação é feita por meio de um vídeo.</p>
<p>O Carancho participa da categoria Micro, que prevê aviões de pequeno porte com envergaduras de 1 a 2 metros. Para simular casos de ações humanitárias, como o envio de comidas ou roupas, os protótipos precisam extrair carga por paraquedas. As equipes podem ter até 25 membros. </p>		
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										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/IMG-20231102-WA0036-768x576.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida, em primeiro plano e no ângulo normal de um grupo de 19 estudantes. Eles estão em um ambiente interno com um teto de madeira, piso preto de porcelana e janelas ao fundo. Quatro pessoas estão abaixadas na frente do restante que estão segurando duas bandeiras: uma grande bandeira do Rio Grande do Sul, que é verde, vermelha e amarela com um brasão no centro, e uma bandeira menor na cor amarela que diz &quot;Carancho UFSM&quot; com um desenho de um pássaro." />											<figcaption>Equipe na competição</figcaption>
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			<h4>Impacto na vida acadêmica</h4>		
		<p>O Coordenador do Carancho, Professor Gilmar Fernando Vogel, frisa que os estudantes são incentivados a fazer pesquisas acadêmicas e  escrever artigos para a revista Engenharia Automotiva e Aeroespacial da SAE Brasil. Ele afirma que todos os anos os alunos devem produzir trabalhos para a Jornada Acadêmica Integrada da UFSM (JAI).</p>
<p>O capitão técnico da equipe, Kassio Kochann, aluno de Engenharia Aeroespacial, conta: “Tudo o que eu sei sobre os detalhes da construção de uma aeronave é por causa do Carancho”. A capitã administrativa, Maria Eduarda Caldas, também acadêmica de Aeroespacial, diz que o projeto estimula o trabalho em grupo e ensina a lidar com pessoas.</p>
<p>A participação na equipe, oferece oportunidades significativas também na vida profissional. Muitos ex-membros conseguiram empregos em empresas de destaque por meio da visibilidade nas competições. Exemplos são: Airbus, Azul Linhas Aéreas Brasileiras (Azul), Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A (Embraer) e Latin American Airlines (LATAM).</p>
<p>O egresso de Engenharia Aeroespacial, Fortunato Neto, foi membro e capitão do Carancho de 2016 até 2019. Desde 2022 trabalha na Boeing - empresa americana considerada uma das maiores do mundo na construção de aeronaves -, o ex-membro diz que participar da equipe trouxe uma perspectiva de engenharia na prática que não é visto na sala de aula.  “Isso foi extremamente importante para o meu desenvolvimento profissional e interpessoal de relacionamento. Sem dúvidas foi um diferencial para a minha carreira”, explica.</p>		
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										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/Capitaes-768x512.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida, em primeiro plano e com ângulo normal de dois estudantes agachados ao lado de um avião de pequeno porte. O avião é amarelo com detalhes em preto nas asas, caixa da fuselagem transparente e hélice cinza. O avião está sobre um banco de madeira. Do lado esquerdo do avião, um homem branco, de cabelo castanho escuro, curto e levemente ondulado. Ele está na faixa etária dos 20 anos. Usa óculos de sol preto e veste moletom preto com detalhe na cor amarela no capuz. Do lado direito do avião, uma mulher de pele branca, com cabelos longos, lisos e castanho escuro. Ela está na faixa etária dos 20 anos. Usa óculos de sol marrom e veste camiseta preta de manga curta, com três listras em amarelo, vermelho e verde no ombro esquerdo, e uma ilustração de ave no lado direito. Ao fundo, gramado e passeios de concreto cinza." />											<figcaption>Capitães Kassio e Maria Eduarda | Foto: Jessica Mocellin</figcaption>
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			<h4>Futuro à Vista</h4>		
		<p>O processo seletivo para novos membros é aberto todo semestre. São efetivados aqueles que se mostram disponíveis e comprometidos ao longo do tempo. Experiência não é um diferencial. “Queremos que as pessoas novas entrem e aprendam, para passarmos o Carancho como herança”, relata Maria Eduarda.</p>
<p>Gilmar conta que um dos principais objetivos é conseguir levar aeronaves para todas as categorias da competição da SAE, com destaque para a classe <i>Advanced </i>(avançada), o que abrirá portas para a participação de pós-graduandos. </p>		
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										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/capitao-768x512.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida, em primeiro plano e com ângulo normal de um estudante que mexe em um avião de pequeno porte. A aeronave está sobre uma bancada branca, tem cor amarela com detalhes em preto. O estudante é um homem de pele branca, tem cabelo castanho, liso e curto. Ele veste um moletom preto com detalhes em amarelo no capuz. Usa óculos e está com as mãos no avião. Ao fundo, outras bancadas e uma parede branca." />											<figcaption>Capitão com avião | Foto: Jessica Mocellin </figcaption>
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			<h4>Preparativos para este ano</h4>		
		<p><em><strong><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/aero-design-sae-brasil/informacoes/" target="_blank" rel="noopener">Em 2024, ocorre a 26ª  edição do evento, que terá início em 30 de outubro e vai até o dia 3 de novembro.</a> </strong></em></p>
<p>1º dia – Apresentações orais e recebimento das notas do relatório entregue em julho, que vale de 40 a 50% da nota do projeto.</p>
<p>2º, 3º e 4º dias – Competições de voo. Pesos são acrescentados aos aviões a cada voo para ajudar a avaliar o desempenho.</p>
<p>As competições trazem problemas reais enfrentados pela indústria aeronáutica. Vencem os projetos com melhor concepção e desempenho.</p>
<p>Ao todo, 21 equipes estão inscritas para disputar a categoria Micro. No ano passado, os santa-marienses ficaram na 11ª colocação entre 19 participantes. O último campeão é a MicroRaptor, time da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).</p>		
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										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/aviao-2-1-768x512.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida, em primeiro plano e no ângulo normal. Enfoca um modelo de avião em escala de pequeno porte, com asas nas cores amarelo com uma listra e detalhes em preto. No centro da asa existe a ilustração de uma ave carrancho. O restante da estrutura é composto por madeira clara. A roda pequena, na parte da frente, é amarela, e a roda maior, na parte de trás, é preta. A estrutura do avião é composta por uma caixa transparente, que traz a fuselagem dentro. Na parte da frente, há uma hélice cinza. A aeronave está sobre uma mesa branca fundo, outras bancadas e uma parede branca." />											<figcaption>Avião  | Foto: Jessica Mocellin </figcaption>
										</figure>
		<p><strong>Reportagem:</strong> Alexandre Viera La Bella e Gabriele Araujo Mendes</p>
<p><strong>Contato:&nbsp;</strong>alexandre.bella@acad.ufsm.br/gabriele.mendes@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CT recebe visita da Marinha do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/07/12/ct-recebe-visita-da-marinha-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 15:13:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Hangar]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5216</guid>
						<description><![CDATA[Visita consolida parceria entre a UFSM, a UFG e a Marinha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/07/Sem-titulo-1-2-768x576.jpg" alt="Visita à Reitoria I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla" /><figcaption>Visita à Reitoria I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/07/Sem-titulo-5-768x576.jpg" alt="Visita ao Hangar I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla" /><figcaption>Visita ao Hangar I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/07/Sem-titulo-2-2-768x576.jpg" alt="Visita à laboratório I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla" /><figcaption>Visita à laboratório I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla</figcaption></figure>			
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p style="font-weight: 400">No começo do mês (3/7), o Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN) da Marinha do Brasil, representado pelo Capitão de Corveta Douglas Fabichak Junior e a Primeiro-Tenente Marianne Melo Monnerat, realizou visita à UFSM e ao Centro de Tecnologia. Os militares foram recebidos pela vice-reitora Martha Adaime e acompanhados pelos professores Anselmo Cukla, Fernando Gamarra e Solon Bevilacqua (Universidade Federal de Goiás/UFG). Na unidade tecnológica, foram acolhidos pela vice-diretora, Tatiana Cervo. </p>
<p style="font-weight: 400">Desde 2022, a Marinha do Brasil mantém relações estreitas com a UFSM na execução de projetos de pesquisa e desenvolvimento junto à UFG. Essas atividades acontecem por meio do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/344/2023/05/Boletim-de-Convenios-N.-89-2Ed.-Maio-2023-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Boletim de Convênios</a> </strong></em>que objetiva propiciar condições para o estabelecimento de ações conjuntas de cunho técnico, científico e cultural, entre a UFSM, a UFG e o CTecCFN. </p>
<p style="font-weight: 400">Nesta ocasião, a Marinha veio ao CT pessoalmente, em missão de agradecimento aos alunos e professores pela finalização da primeira etapa do projeto de um robô expedicionário, que está sendo construído pelo CTecCFN em conjunto com as Universidades. Durante a visita, os militares conheceram diversos projetos de pesquisa estratégicos e instalações da Universidade. Entre os projetos visitados, destacou-se o Robô <em>Sniper</em>, o Robô <em>Spear, o projeto SIS Astros</em> e o projeto de geração de energia elétrica a partir do hidrogênio verde.</p>
<p style="font-weight: 400">Para saber mais informações sobre os robôs com aplicações militares, <em>Sniper</em> e <em>Spear</em>, acompanhe a <em><strong><a href="https://ufsm.br/r-1-66318" target="_blank" rel="noopener">matéria da Agência de Notícias da UFSM.</a></strong></em>  </p>
<p style="font-weight: 400">O docente Anselmo Cukla destacou seu agradecimento pela visita dos representantes da Marinha e a confiança depositada para a participação em novos projetos de pesquisa e desenvolvimento em áreas estratégicas.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
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										<img width="981" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/07/Sem-titulo-3-1-e1720796753819-981x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Visita ao Centro de Tecnologia I Foto: Reprodução/Anselmo Cukla</figcaption>
										</figure>
		<p>Com informações de Anselmo Cukla, docente do Centro de Tecnologia.</p>
<p><em>Edição por Marina Ferreira dos Santos, acadêmica de jornalismo – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>01/2024 - Edital de Seleção de Bolsista para o Hangar do Centro de Tecnologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2024-5</link>
				<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 13:45:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=5004</guid>
						<description><![CDATA[<p><strong>RESULTADO</strong></p>
<div>Inscritos:</div>
<ul>
<li>ATHOS GIOVANI SALBEGO ALVES (202410166 )</li>
<li>GABRIELA MENDES GOULART  (202410396)</li>
<li>ISADORA ELOAH HORITA  (201912009)</li>
<li>KAYS WALID ABUR  (202112520)</li>
<li>LUCAS GOMES DE CARVALHO DE SOUZA  (202110865)</li>
<li>LUCAS JOSÉ PIPPI PIOVESAN  (202211884)</li>
<li>MARIA JOSE SILVA CARVALHO  (201913054)</li>
<li>MATHEUS ALEXSANDER SANTOS HORACIO   (201912004)</li>
</ul>
<div></div>
<div>Selecionados:</div>
<div>
<ul>
<li>MARIA JOSE SILVA CARVALHO  (201913054)</li>
<li>MATHEUS ALEXSANDER SANTOS HORACIO   (201912004)</li>
</ul>
</div>
<div>Suplente:</div>
<ul>
<li>ISADORA ELOAH HORITA  (201912009)</li>
</ul>
<div></div>
<div>Critérios de seleção: análise dos horários dos candidatos, compatibilidade com os horários de funcionamento do hangar, para mantê-lo aberto de segunda a sexta das 08:30h às 12:30h e 13:30h às 17:30h. Escolheu-se os alunos cujos horários melhor se adequassem a isso, dentro do tempo de 16 horas de bolsa para cada um.</div>
<div>Não foi necessário entrevista, pois somente os dois alunos selecionados tinham a compatibilidade de horários para o funcionamento adequado do hangar.</div>
<div>&#8211;</div>
<div>Responsáveis pela seleção:</div>
<div>Prof. André Luís da Silva</div>
<div>Prof. Marcelo Serrano Zanetti</div>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>RESULTADO</strong></p>
<div>Inscritos:</div>
<ul>
<li>ATHOS GIOVANI SALBEGO ALVES (202410166 )</li>
<li>GABRIELA MENDES GOULART  (202410396)</li>
<li>ISADORA ELOAH HORITA  (201912009)</li>
<li>KAYS WALID ABUR  (202112520)</li>
<li>LUCAS GOMES DE CARVALHO DE SOUZA  (202110865)</li>
<li>LUCAS JOSÉ PIPPI PIOVESAN  (202211884)</li>
<li>MARIA JOSE SILVA CARVALHO  (201913054)</li>
<li>MATHEUS ALEXSANDER SANTOS HORACIO   (201912004)</li>
</ul>
<div></div>
<div>Selecionados:</div>
<div>
<ul>
<li>MARIA JOSE SILVA CARVALHO  (201913054)</li>
<li>MATHEUS ALEXSANDER SANTOS HORACIO   (201912004)</li>
</ul>
</div>
<div>Suplente:</div>
<ul>
<li>ISADORA ELOAH HORITA  (201912009)</li>
</ul>
<div></div>
<div>Critérios de seleção: análise dos horários dos candidatos, compatibilidade com os horários de funcionamento do hangar, para mantê-lo aberto de segunda a sexta das 08:30h às 12:30h e 13:30h às 17:30h. Escolheu-se os alunos cujos horários melhor se adequassem a isso, dentro do tempo de 16 horas de bolsa para cada um.</div>
<div>Não foi necessário entrevista, pois somente os dois alunos selecionados tinham a compatibilidade de horários para o funcionamento adequado do hangar.</div>
<div>&#8211;</div>
<div>Responsáveis pela seleção:</div>
<div>Prof. André Luís da Silva</div>
<div>Prof. Marcelo Serrano Zanetti</div>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM receives first airplane for hangar built on campus</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/12/01/ufsm-receives-first-airplane-for-hangar-built-on-campus</link>
				<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 20:01:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=4763</guid>
						<description><![CDATA[The university received a donation from the FAB of an AMX A-1 fighter jet that was no longer in flying condition

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://ufsm.br/r-1-59046" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The hangar on UFSM's campus</a> - the construction of which was completed at the beginning of the second semester of this year - has received its first aircraft: an AMX A-1 fighter jet that was no longer in flying condition. For this reason, the aircraft was donated to the university by the Brazilian Air Force (FAB) to serve as study material for students on various courses, such as Aerospace Engineering, Telecommunications Engineering, Computer Engineering, Electrical Engineering and Mechanical Engineering. With the wings dismantled and the vertical and horizontal stabilizers removed, the plane was transported by truck on November 21 from Santa Maria Air Base (BASM) to the UFSM hangar, with the support of military personnel from the Logistics Group (GLog).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":4765,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?attachment_id=4765","mediaType":"image","mediaWidth":47} -->
<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 47%"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left">The AMX A-1 is 13.23m long, has a wingspan of 9.97m and is 4.55m high. A biplace aircraft (i.e., two-seater, with a cockpit for both pilot and co-pilot), the fighter occupies the hangar along with the wing assembly and stabilizers, as well as a set of tires. As is the case with most of the aircraft "retired" by the FAB, it had been used as a source of spare parts for other aircraft of the same model that are still in operation. For this reason, it is not a complete aircraft, as important parts are missing, such as the canopy and, above all, the engine.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></div><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2023/12/20231124_164631-768x576-2.jpg" alt="" class="wp-image-4765 size-full" /></figure></div>
<!-- /wp:media-text -->

<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">To make up for this shortfall, the FAB donated another engine (from an F5 fighter) to the university, which was at BASM and transported last Monday (27) to UFSM's Department of Material and Assets (Demapa). The university also received from the FAB several disused parts - mainly aircraft electronic systems - from the Aeronautical Material Park in São Paulo. These parts, which are also at Demapa, will soon be transferred to the hangar, along with the engine. According to Professor Marcelo Zanetti, the university is still negotiating with the FAB for the donation of other disused aircrafts.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">In addition, there is a space in the UFSM hangar reserved for the wind tunnel that currently occupies the facilities of the Electrical Engineering Research and Development Center (Nupedee). The main reason for this relocation is the noise produced by this equipment, which can exceed 100 decibels, disrupting other research and work carried out in the Technology Center's Laboratory Pavilion. There are also plans to install two laboratories in the hangar: one more focused on electronics and the other on mechanics. These laboratories will be used, for example, to design and build experimental aircraft, communication systems and radar.</span></p>

<hr />
<p><i><span style="font-weight: 400">Text and photos: Lucas Casali</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Translation: Yuri Lima</span></i></p>
<p><a href="https://ufsm.br/r-1-64693" target="_blank" rel="noopener">Original date of publication:  29/11/2023</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Discente do CT-UFSM é premiado no Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica de 2023 </title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/11/16/discente-do-ct-ufsm-e-premiado-no-congresso-nacional-de-estudantes-de-engenharia-mecanica-de-2023</link>
				<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 19:10:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=4702</guid>
						<description><![CDATA[O discente Luiz Schaffazick foi reconhecido com o Prêmio de Honra ao Mérito da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-4703 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2023/11/image_2-279x300.jpg" alt="" width="536" height="576" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O discente de Engenharia Aeroespacial, Luiz Henrique Schaffazick, conquistou o prêmio de Melhor Trabalho no Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica (CREEM 2023), realizado pela Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM) em Goiânia - GO. O vencedor do Prêmio ABCM 2023 apresentou o trabalho intitulado "Estudo Numérico de uma Câmara de Combustão de Motor Foguete de 500N utilizando Etanol e LOX" com orientação do Prof. Dr. Cesar Salvador, docente do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho apresentado por Luiz Schaffazick, destacou-se pela abordagem inovadora na modelagem de câmaras de combustão de motores foguete, especialmente aqueles que utilizam propelentes considerados verdes, ou de baixo impacto ambiental. A principal inovação está no uso de um modelo numérico unidimensional para determinar o comprimento da câmara de combustão. Diferentemente de modelos numéricos mais complexos, como os bi e tridimensionais, que apresentam um custo computacional elevado, a abordagem unidimensional adotada por Luiz oferece uma vantagem significativa, permitindo uma análise eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o modelo está presente em uma área de pesquisa desafiadora e pouco explorada, o estudo do Luiz representa uma contribuição significativa para o avanço neste campo, destacando-se não apenas pela inovação na modelagem, mas também pela aplicação prática e eficaz. A metodologia e as análises numéricas empregadas refletem um alto nível de rigor científico, demonstrando a excelência técnica do trabalho dele no estudo da dinâmica das câmaras de combustão. Essa abordagem não apenas amplia nosso entendimento sobre o uso de propelentes verdes em foguetes, mas também estabelece um novo padrão para pesquisas futuras nessa área como afirma o Prof. Dr. Cesar Salvador que também destaca: “A conquista do prêmio de Melhor Trabalho no CREEM 2023 valida não apenas o mérito individual do Luiz, mas também destaca a UFSM como uma instituição líder em pesquisas inovadoras em Engenharia Mecânica e Aeroespacial.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Luiz expressou sua emoção ao ser reconhecido para receber o Prêmio ABCM 2023, afirmando que foi uma surpresa inesperada e profundamente gratificante: “Não sabia que haveria premiação e, no encerramento do congresso, fui surpreendido com o anúncio. A minha vitória só se tornou realidade quando um amigo me alertou que eu havia ganhado.” Luiz também compartilhou os desafios enfrentados durante o processo de pesquisa, como compreender o modelo matemático desenvolvido pelo seu orientador, este foi um conteúdo particularmente complexo e além do escopo do que é abordado durante a graduação, o que exigiu um esforço adicional de sua parte para dominar os estudos necessários. O discente enfatiza a importância da dedicação e determinação para superar obstáculos como este. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como orientador, Cesar Salvador expressou otimismo sobre o impacto futuro do trabalho de Luiz em sua carreira acadêmica. Ele acredita que a premiação conquistada abrirá portas para oportunidades acadêmicas e profissionais, consolidando Luiz como um líder emergente na Engenharia Aeroespacial. Esta conquista não apenas enaltece o nome dele e da UFSM, mas também inspira futuras gerações de pesquisadores a perseguirem a excelência e a contribuírem para o avanço contínuo da Engenharia Aeroespacial no Brasil e além.</span></p>
<hr />
<p><em>Texto por: Marina dos Santos – bolsista de Jornalismo, Subdivisão de Comunicação do CT</em></p>
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<p><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra sobre Empreendedorismo Espacial e NewSpace com Lucas Fonseca</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/10/04/palestra-sobre-empreendedorismo-espacial-e-newspace-com-lucas-fonseca</link>
				<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 13:49:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=4575</guid>
						<description><![CDATA[Alunos da UFSM são motivados a explorar o futuro aeroespacial brasileiro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":4577,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2023/10/sala-de-aula-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-4577" /></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na última quinta-feira, 28 de setembro, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu o empreendedor espacial Lucas Fonseca, CEO das empresas Airvantis e Stratolit, para uma palestra sobre Empreendedorismo Espacial e NewSpace. O evento, que aconteceu na Sala Empreendedora do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, foi uma oportunidade para os alunos do curso de Engenharia Aeroespacial explorarem os conceitos e desafios do setor espacial brasileiro e internacional.</p>
<p>Lucas Fonseca, que ficou famoso por integrar a missão Rosetta, a primeira a pousar uma sonda em um cometa, e por idealizar a missão Garatéa, uma tentativa pioneira de enviar uma sonda brasileira para a lua, compartilhou suas experiências e insights durante a palestra. A apresentação foi seguida por uma sessão de perguntas e respostas, onde os alunos tiveram a oportunidade de esclarecer suas dúvidas sobre empreendedorismo no setor espacial, motivação de Lucas Fonseca na área, captação de recursos e outros tópicos relacionados.</p>
<p>A palestra foi transmitida por meio do IdeaHub HUAWEI para videoconferências, permitindo que um público mais amplo, além dos alunos presentes, participasse do evento virtualmente. A iniciativa faz parte da disciplina complementar de graduação (DCG), Empreendedorismo e Inovação para Engenharia Aeroespacial, que está sendo oferecida pela primeira vez neste semestre.</p>
<p>O professor Eduardo Bürger, do departamento de Engenharia Mecânica, por meio da sua participação em outra disciplina que leciona junto com os seus colegas Lucas Belinazzo (departamento de Processamento de Energia Elétrica) e Mário Mello (departamento de Engenharia de Produção e Sistemas), identificou a demanda para a criação da disciplina, que visa fornecer aos estudantes uma base sólida em empreendedorismo e inovação, com foco no setor aeroespacial.</p>
<p>O grande diferencial da palestra com Lucas Fonseca foi a abordagem prática e direta sobre o empreendedorismo no setor aeroespacial. Além disso, a disciplina tem como objetivo capacitar os alunos a identificar oportunidades de mercado, criar estratégias de negócios e desenvolver habilidades de liderança e gestão, tornando-a essencial para aqueles que desejam seguir carreiras no setor aeroespacial.</p>
<p>A interação direta com Lucas Fonseca, um empreendedor espacial de destaque, enriqueceu significativamente a experiência de aprendizado dos alunos. A palestra também destacou a importância da disciplina e sua conexão com o Grupo de Pesquisa em Engenharia de Sistemas e Complexidade (GPESC), uma parceria entre a UFSM e o ITA.</p>
<p>Vitória Pazeto Nolêto, graduanda do 10º semestre do curso de Engenharia Aeroespacial e participante da disciplina, compartilhou suas impressões sobre a palestra: "A aula ministrada pelo Lucas Fonseca auxiliou muito na percepção do mercado no setor aeroespacial, tanto internacionalmente quanto nacionalmente, além de mostrar formas de atuação nele. Além disso, as respostas dadas aos questionamentos realizados pelos alunos possibilitaram ver a bagagem enorme construída por ele. Fiquei honrada quando ele mencionou egressos do curso, que chegaram a trabalhar com ele, e que demonstraram os seus diferenciais, e vi que o diferencial era devido à base que o curso Engenharia Aeroespacial proporciona."</p>
<p>Há planos de realizar outras ações similares ao longo do semestre, como mesas-redondas com egressos do curso e professores que têm experiências na área. Essas iniciativas têm o potencial de inspirar a próxima geração de empreendedores espaciais brasileiros e fortalecer o setor aeroespacial do país.</p>
<p>O vídeo completo da palestra está disponível no canal do YouTube do Grupo de Pesquisa do GPESC, a seguir:</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Com informações de&nbsp;Eduardo Escobar Bürger |&nbsp;Editado por: Ivana Cavalcante – Relações Públicas</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><em>Quer divulgar seu projeto ou evento no nosso site? Fez uma viagem técnica? Teve seu trabalho premiado? Participa de uma iniciativa bacana? Conta pra gente! Divulgue eventos, notícias, projetos, dissertações e teses.&nbsp;&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM!</a></em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Equipe de Foguetemodelismo, Tau Rocket Team, representou o CT-UFSM na LASC 2023 </title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/09/12/equipe-de-foguetemodelismo-tau-rocket-team-representou-o-ct-ufsm-na-lasc-2023</link>
				<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 21:10:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=4522</guid>
						<description><![CDATA[Em evento de estreia da equipe, foi realizado o lançamento do projeto Quark de motor sólido com apogeu de 500 m.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Entre os dias 24 e 27 de agosto, a Tau Rocket Team, equipe de Foguetemodelismo da Universidade Federal de Santa Maria, composta por membros da Engenharia Aeroespacial, representou o Centro de Tecnologia na cidade de Tatuí, no interior de São Paulo, durante o Latin American Space Challenge 2023 (LASC). O evento é uma competição anual de foguetes e satélites que reúne equipes de todo o mundo. Na edição deste ano, 89 equipes de 13 países diferentes estiveram presentes, totalizando 102 foguetes e 43 satélites.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> A Tau Rocket Team foi criada no final de 2020 com o intuito de participar de competições de foguetemodelismo. O grupo trabalha ativamente na pesquisa, projeto e construção de sistemas de foguetes. Atualmente, possui três projetos de foguetes distintos: o foguete Photon, de motor híbrido com apogeu de 1 km; o Quark, de motor sólido com apogeu de 500 m; e o Neutrino, de motor sólido com apogeu de 100 m.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A participação da equipe na competição deste ano começou em janeiro com a divulgação do edital. Durante pouco menos de oito meses, desde a inscrição até o LASC, o grupo trabalhou na criação e adaptação do projeto Quark para a categoria de 500 metros com motor sólido. Eles solucionaram diversos problemas relacionados à engenharia, bem como à baixa disponibilidade de materiais e ferramentas necessárias para o projeto. O foguete Quark foi projetado, construído e montado pela equipe, com auxílio da Fábrica CT e do Laboratório de Tecnologia Mecânica e Aeroespacial (NUMAE) na manufatura de determinadas peças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro dia do evento contou com palestras e apresentações, enquanto os três dias seguintes foram dedicados aos lançamentos. No primeiro dia de lançamentos, o grupo finalizou a montagem do foguete, que demandou cerca de 40 horas de trabalho, durante o transporte, hospedagem e preparação no local da competição. Passaram por duas etapas de avaliação antes de obter a aprovação da equipe de organizadores da competição para o lançamento. Três membros da equipe levaram o foguete até a plataforma de lançamento, onde realizaram as preparações finais antes de retornar para a área de segurança. Após a contagem regressiva, o foguete ligou o motor e voou. Durante a subida, o voo foi perfeito, mantendo-se estável mesmo com a forte ventania no local. No entanto, o sistema de recuperação não funcionou corretamente, e o foguete caiu de forma balística a cerca de 450 metros de altura até o chão, sofrendo danos na eletrônica, embora o motor tenha permanecido intacto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados divulgados no final da competição revelaram apenas os dois primeiros colocados de cada categoria, o que a equipe infelizmente não conquistou e agora está na espera da divulgação dos resultados finais para saber sua real colocação, visto que haviam 22 projetos competindo na categoria. Esta foi a primeira participação da Tau Rocket Team em uma competição, e um foguete nunca tinha sido lançado anteriormente pela equipe, apenas testados seus sistemas separadamente. Portanto, o grupo expressou imensa satisfação por ter conseguido lançar o foguete em sua primeira tentativa na competição e por ter recebido diversos elogios de outras equipes  e dos organizadores da competição pelo seu projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A equipe contou com 22 integrantes na competição, divididos em setores responsáveis por diferentes partes do foguete e da equipe, incluindo os setores de:  Gestão de Pessoas, Propulsão, Aerodinâmica, Estruturas, Eletrônica, Recuperação e Testes em Solo. Já visando a próxima competição, a equipe pretende atualizar o projeto Quark, corrigindo os erros encontrados durante o projeto e a competição, para garantir um lançamento mais limpo e seguro e para assegurar que o sistema seja recuperado na próxima tentativa. Além disso, o grupo percebeu que seu projeto é robusto o suficiente para participar das categorias mais avançadas, então seu principal foco será criar um foguete com motor sólido de 1 km de apogeu para 2024.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Caio Erbiste, Capitão da Equipe e acadêmico do 10º Semestre de Engenharia Aeroespacial, destacou a importância do lançamento e da experiência para o grupo: “O lançamento do foguete Quark é a finalização de um projeto de dois anos de duração, no qual trabalho desde meu ingresso na equipe. É algo muito gratificante ver o fruto de todo esse trabalho voando na competição. Foi uma experiência surreal ver não só o nosso projeto, mas diversos outros sendo lançados, observar seus erros e acertos, rir e chorar junto com diversas pessoas de todo o país e do mundo, seja em inglês ou no 'portunhol'. Foi uma experiência que fez valer a pena todo o esforço e as dificuldades até aquele momento.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim como Nelson Ciancaglio Netto, Gerente de Aerodinâmica e acadêmico do 6º Semestre de Engenharia Aeroespacial, enfatizou o trabalho e esforço da equipe para realizar o lançamento: “Depois de quase dois anos de trabalho, palavras não são capazes de expressar a emoção de acompanhar o lançamento do Quark na segunda maior competição de foguetemodelismo do mundo, o Latin America Space Challenge 2023. Tudo e mais um pouco do que poderia dar errado, deu. No entanto, com muito esforço e pouco - ou nenhum - descanso, solucionamos cada um dos problemas para garantir que o primeiro lançamento de um foguete da UFSM fosse um sucesso. O aprendizado foi infinito e estamos ainda mais preparados e motivados para as próximas competições. Meu mais sincero obrigado a todos que contribuíram para que esse sonho virasse realidade.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acompanhe a <a href="https://www.instagram.com/taurocketteam/" target="_blank" rel="noopener">Tau Rocket Team</a> e fique atento para o próximo processo seletivo da equipe que ocorrerá em breve! </span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":4525,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2023/09/image_6487327-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-4525" /></figure>
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<p> </p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p><i>Com informações de: Equipe Tau Rocket Team</i></p>
<p><i>Editado por: Marina dos Santos – Bolsista de Jornalismo</i></p>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aberta seleção para bolsista na PROINFRA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2021/09/22/aberta-selecao-para-bolsista-na-proinfra</link>
				<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 20:12:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Processo seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=3371</guid>
						<description><![CDATA[Está aberto o processo de seleção simplificado para bolsista na Pró-Reitoria de Infraestrutura para alunos(as) do 1° ao 8° semestre dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia Aeroespacial. A bolsa é de 10h semanais com remuneração de R$250,00.  As atividades previstas para a bolsa incluem: Conferência de notas fiscais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Está aberto o processo de seleção simplificado para bolsista na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/">Pró-Reitoria de Infraestrutura</a> para alunos(as) do 1° ao 8° semestre dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia Aeroespacial. A bolsa é de 10h semanais com remuneração de R$250,00. </p>
<p>As atividades previstas para a bolsa incluem: Conferência de notas fiscais de abastecimento e manutenção da frota; Solicitação de manutenção de veículos da frota; Confecção de relatórios de abastecimento e manutenção da frota; Eventuais saídas do Campus para buscar peças para a frota (de carona com motorista). É desejável que os(as) candidatos(as) possuam noções e conhecimentos básicos em Excel, Word e demais pacotes do Office e tenham conhecimento básico ou maior em mecânica automotiva. </p>
<p>Para se inscrever, os(as) interessados(as) devem enviar a <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2021/09/Ficha-de-inscricao-1.pdf">Ficha de Inscrição</a>, em anexo, até <strong>30/09/2021</strong>, para o e-mail: <a href="mailto:sgproinfra@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">sgproinfra@ufsm.br</a>.</p>
<hr />
<p><em>Com informações da Pró-Reitora de Infraestrutura.<br /><br /></em>Quer divulgar seu projeto ou evento no nosso site? Fez uma viagem técnica? Teve seu trabalho premiado? Participa de uma iniciativa bacana? Conta pra gente! <a href="https://docs.google.com/forms/u/1/d/e/1FAIpQLSfTCh8vvRh0Cw1fkPPmA66cJMIunUM_QlOeaWjCKBTvDZ1RPQ/viewform" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Divulgue eventos, notícias, projetos, dissertações e teses aqui.</a><br /><br />Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/">Instagram</a> e <a href="https://twitter.com/ctufsm">Twitter</a>!</p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>19 curiosidades sobre o espaço e os astronautas em órbita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/curiosidades-sobre-espaco-astronautas</link>
				<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 12:08:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8666</guid>
						<description><![CDATA[Como é viver no espaço? O tempo funciona diferente lá? E os temidos extraterrestres, será que existem?]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Que atire o primeiro meteorito quem nunca teve curiosidade em saber como são as coisas a alguns quilômetros daqui - mais especificamente a 100 km de altitude da terra -, no espaço. Alguns astronautas e estudiosos estão sempre atrás de novos saberes e, até agora, muita coisa já foi descoberta. Porém, ainda surgem dúvidas e o que sabemos é uma gota perto da imensidão que é o espaço.</p><p>Nesse sentido, a Arco apresenta algumas curiosidades sobre o espaço e os astronautas que realizam estudos por lá - sim, existem astronautas em órbita neste momento! Para isso, contamos com as explicações dos professores do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM Marcelo Serrano Zanetti e Eduardo Escobar Bürguer.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/Capa_site-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><strong>1- Desde o dia 17 de junho de 2021, </strong><a href="https://www.howmanypeopleareinspacerightnow.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>10 astronautas ocupavam duas estações espaciais distintas em órbita</strong>:</a> sete na Estação Espacial Internacional (ISS) e três na Estação Espacial Tiangong (China) - esses últimos retornaram na sexta-feira (17).&nbsp;</p>
<p><strong>2 -</strong> Na ISS, são dois astronautas da Corporação Estatal de Atividades Espaciais (ROSCOSMOS/Rússia), três astronautas da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA/EUA), um astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA/UE) e um da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA/Japão). Já em Tiangong, eram três astronautas da Administração Espacial Nacional da China (CNSA/China).&nbsp;</p>
<p><strong>3 -</strong> Astronautas de origem russa ou da extinta União Soviética são chamados de <strong>cosmonautas</strong>, enquanto os de origem chinesa são chamados de <strong>taikonautas</strong>.</p>
<p><strong>4 - </strong><strong>O nome formal da roupa dos astronautas é Unidade de Mobilidade Extraveicular (EMU – Extravehicular Mobility Unit).</strong> O seu uso é necessário pois existe uma grande variação térmica no espaço que, a depender da iluminação solar, pode ir de -150ºC&nbsp; a +120ºC em questão de minutos. Além disso, os trajes espaciais protegem contra a radiação, luz do sol, lixo espacial e fornecem água e oxigênio. Ele é composto por numerosas peças que permitem que ele seja reutilizado por até 6 anos.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="742" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/np-2020-04-010-jsc_emu_parts_10.5x14.5_final_5-28-20-1024x742.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Traje espacial usado pelos astronautas durante uma caminhada espacial. Foto: NASA</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>5 - As estações espaciais possuem um ambiente totalmente controlado de umidade, pressão, contaminação do ar e temperatura (sempre em torno de 24 ºC). </strong>Por isso, é seguro estar nas estações sem o traje.</p><p><strong>6 - </strong><strong>O motivo pelo qual as coisas flutuam no espaço é porque, na verdade, elas estão constantemente caindo</strong> e, dessa forma, aparentam não ter peso. A gravidade as puxa em direção ao centro da Terra - inclusive as estações espaciais e os astronautas.</p><p><strong>7 - Para tomar banho, os astronautas utilizam pequenas toalhas umedecidas, um sabão e um xampu especial.</strong> A água para o banho é provida em pequenas bolsas e, assim como a água da urina e da umidade da respiração, é capturada e reciclada pelo <a href="https://www.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2017/09/recycling_water_on_the_iss_how_it_works_pt._2/17131673-2-eng-GB/Recycling_water_on_the_ISS_How_it_works_pt._2_pillars.png" target="_blank" rel="noopener">“sistema de suporte à vida e controle ambiental</a>”, recondicionada e reutilizada.</p><p><strong>8 - Até 93% de toda a água utilizada é recuperada para uso - aproximadamente 6 mil litros de água por ano.</strong> A água é reciclada com o uso de destiladores rotacionais, filtros, e um processo de catálise de alta temperatura que remove microorganismos e outros contaminantes. De acordo com o professor Eduardo Escobar, apesar de o sistema reaproveitar a água utilizada para higiene e da própria urina dos astronautas, ela se torna mais pura que a de torneira que tomamos diariamente em nossas casas.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="755" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/nasa_water_treatment_system-1024x755.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Sistema de reciclagem de água que fica dentro das paredes das estações. Foto: Universe Today</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>9 -</strong> <strong>Para ir ao banheiro, os astronautas precisam se amarrar para evitar flutuar.</strong> O vaso sanitário possui uma abertura muito menor com relação ao daqui, possuindo aproximadamente 20 centímetros. Os dejetos são coletados por um saco plástico que fica dentro de um pequeno contêiner metálico trocado eventualmente. </p>		
									<figure>
										<img width="400" height="521" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/ISS_toilet_article.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Vaso sanitário no espaço com abertura de aproximadamente 20 centímetros Foto: ESA</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>10 -</strong> <strong>Os astronautas comem, principalmente, alimentos desidratados.</strong> <strong>São três refeições diárias</strong>: café da manhã, almoço e jantar. Nutricionistas garantem que eles tenham a ingestão balanceada de todos os nutrientes, assim, podendo escolher entre vários tipos de alimentos como frutas, oleaginosas, frango, bife, entre outros.</p><p><strong>11 - De acordo com <a href="https://www.esa.int/Science_Exploration/Human_and_Robotic_Exploration/Alpha/Back_to_the_space_cradle" target="_blank" rel="noopener">European Space Agency (ESA)</a>, os astronautas se exercitam duas horas por dia para compensar a perda de massa óssea e muscular de viver em </strong><strong>“ausência de peso”</strong> - lembrando que as pessoas continuam com o mesmo peso, elas só aparentam não tê-lo porque estão em queda livre constantemente <i>(item 6)</i>. E, para ajudar a quebrar a monotonia do treino diário, alguns laboratórios, como a NASA, utilizam o experimento de exercício imersivo com realidade virtual.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="680" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/iss036e005384-1024x680.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Astronautas se exercitam diariamente para evitar perda de massa. Foto: NASA</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>12 -</strong>&nbsp; Quando se fala em <strong>tempo no espaço</strong>, o professor Marcelo Zanetti explica que <strong>duas teorias são abordadas: a Especial da Relatividade e a Geral da Relatividade, ambas postuladas por Einstein.</strong></p>
<p>Na primeira, o físico explica que o tempo não é absoluto, ou seja, um observador estacionário vai perceber o tempo passar de forma diferente em relação a um observador em movimento. Dessa forma, os relógios em velocidade orbital - no espaço - irão estar atrasados em relação ao relógio na Terra.</p>
<p>Já com a Teoria Geral da Relatividade, Einstein mostra que o tempo desacelera na presença de objetos massivos, pois a massa afeta a estrutura do Espaço-Tempo. Assim, um relógio em altitude orbital avançará com relação a um relógio na superfície da Terra (ou de outro planeta).&nbsp;</p>
<p>Relógios em órbita então combinam esses dois efeitos relativísticos: <b>atrasam com a velocidade na qual se deslocam em órbita, mas avançam devido à sua distância da superfície da Terra.</b></p>
<p><strong>13 - </strong><strong>A diferença resultante entre o que acontece em órbita com relação à Terra é muito pequena para ser percebida por seres humanos, mas pode afetar os sistemas espaciais de forma significativa</strong>, principalmente aqueles que funcionam com base na sincronização de tempo, envolvendo a interação entre sistemas orbitais e sistemas terrestres, como é o caso do conjunto, ou constelação, de satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS).</p>
<p><strong>14 - </strong><strong>Boa parte das atividades dos astronautas em órbita estão relacionadas à manutenção de sistemas e estações espaciais.</strong> Outras observações estão ligadas à análise do corpo humano e do comportamento dos sistemas biológicos em ambiente espacial, buscando formas de mitigar problemas fisiológicos durante uma missão, e prever possíveis consequências que afetam a saúde dos astronautas mesmo após o retorno à Terra.&nbsp;</p>
<p><strong>15<i> - </i></strong><strong>Até então, nenhuma forma de vida extraterrestre foi identificada nesses estudos, nem em amostras colhidas por astronautas, nem em amostras colhidas por sondas robóticas</strong> - naves espaciais não tripuladas. Porém, muitos experimentos são feitos, os quais vêm mostrando que a vida pode existir mesmo no vácuo do espaço - o que abre novas possibilidades para a busca por vida extraterrestre.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>16 - O recorde de estadia ininterrupta em ambiente espacial é do cosmonauta Valeri V. Polyakov, que permaneceu na estação espacial soviética MIR por 437 dias e 18 horas.</strong> A MIR, cujo nome significa “paz” em Russo, foi a primeira estação orbital projetada para ser montada em órbita, com o processo de montagem tendo sido realizado através de múltiplos lançamentos orbitais enviados entre 1986 e 1996. Ela foi&nbsp; desativada em 2001.</p>
<p><strong>17 -</strong> Conforme comenta o professor Marcelo Zanetti, <strong>a última vez que foram abertas seleções para virar astronauta no Brasil foi em 1998.</strong> A Agência Espacial Brasileira (AEB) selecionou Marcos Pontes, atual ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), para se tornar o primeiro astronauta brasileiro, através de um convênio com a NASA. Desde então, não foi aberta mais nenhuma seleção. Mas, para quem tem interesse - e dupla cidadania -, Zanetti comenta que existe a possibilidade de participar da seleção de outros países. Ele recomenda entrar no site dessas agências e conferir os principais requisitos.&nbsp;</p>
<p><strong>18 -</strong> O professor Eduardo Escobar conta que entre os <strong>principais requisitos para se tornar um astronauta</strong> estão: graduação e, no mínimo mestrado, nas áreas de ciências, engenharias, física, matemática ou ciências biológicas e medicina. Anos de experiência profissional, ser fluente em inglês, ter alguma experiência em pilotar aeronaves e ter treinamento em natação, mergulho e técnicas de sobrevivência. Além da parte técnica, o processo seletivo também leva muito em conta capacidades pessoais e interpessoais.&nbsp;</p>
<p><strong>19 - Na UFSM, o curso de Engenharia Aeroespacial qualifica o aluno para trabalhar em sistemas tanto aeronáuticos quanto espaciais.</strong> O curso possui disciplinas específicas sobre sistemas aeronáuticos, veículos lançadores (foguetes) e sistemas espaciais (sondas e satélites). De acordo com o professor Marcelo Zanetti, o curso oferece uma formação bem sólida para início de carreira.</p><p><em><strong>Expediente</strong></em></p><p><i><strong>Reportagem:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><strong>Ilustração: </strong><i>Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário</i></p><p><i><strong>Mídia Social:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária</i></p><p><i><strong>Edição de Produção:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Perrengues e emoções: o lançamento de um nanossatélite no Cazaquistão durante a pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/ufsm-lancamento-nanossatelite-cazaquistao</link>
				<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 14:05:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=6551</guid>
						<description><![CDATA[Andrei Legg e Eduardo Bürger, professores da UFSM, relatam, em um diário de viagem, a experiência de lançar o NanoSatC-Br2]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="671" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/capa_nanosatelite-1024x671.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>No dia 22 de março, às 3h07 da madrugada, um foguete russo chamado Soyuz-2 decolou do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, carregando o nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2 (NCBR2). Resultante de um convênio entre a UFSM e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o nanossatélite é parte do Programa NanosatC-BR, coordenado por Nelson Schuch, pesquisador do Inpe. A iniciativa está inserida em um projeto de desenvolvimento de missões espaciais com foco científico, tecnológico e educacional apoiados pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O foguete Soyuz-2 é operado pela empresa GK Launch, com sede na Rússia, e o lançamento contou com o suporte da Agência Espacial Brasileira (AEB).</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_1-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>O professor Eduardo Bürger, do curso de Engenharia Aeroespacial e coordenador local de Engenharias do Programa, e o professor Andrei Legg, do curso de Engenharia de Telecomunicações e coordenador do projeto de lançamento do NCBR2, foram indicados para participar, <i>in loco</i>, do evento. “Inicialmente era previsto que várias pessoas participassem da comissão que acompanharia o lançamento, incluindo professores da UFSM, alunos, servidores do Inpe, AEB e MCTI, possivelmente o próprio ministro”, explicam os professores sobre as alterações nos planos ocorridas devido à pandemia.</p><p>Assim, em 14 de março, os professores Eduardo e Andrei iniciaram a (longa) jornada rumo à cidade de Baikonur. A pedido da Revista Arco, eles escreveram um diário para registrar o que ocorreu antes, durante e depois do acontecimento histórico que eles presenciaram.</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/box_nanosatelite_final-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p><b>Antes da viagem</b></p><p>Fizemos exame PCR para Covid-19 faltando menos de 72 horas para o embarque, cumprindo o requisito exigido pelas companhias aéreas. Nesta ocasião, por ser sábado, combinamos com o laboratório que o resultado traduzido para o inglês seria enviado impreterivelmente no domingo, por e-mail.</p><p>Além disso, a operadora do lançamento também já havia nos informado que faríamos outros exames na Rússia. Caso alguém testasse positivo para Covid-19, possivelmente perderia a oportunidade de participar do lançamento e deveria ficar em quarentena. Isso já aumentava nossa tensão, que já estava alta devido ao lançamento que colocaria em órbita o nosso segundo nanossatélite que há anos estava em desenvolvimento, fruto de muito trabalho de diversas instituições.</p><p>A viagem planejada por uma agência de viagens foi a seguinte: Porto Alegre – Guarulhos – Zurique – Moscou. Apenas neste trecho foram 36 horas de viagem. Chegaríamos em Moscou à noite e, na manhã do dia seguinte, pegaríamos “carona” num voo fretado pela operadora do lançamento até a cidade de Baikonur, com vários outros representantes dos outros 37 satélites que o foguete lançaria.</p><p><b>Dias 1 e 2 – 14 e 15 de março (voo para Moscou com escalas em Guarulhos e Zurique)</b></p><p>Saímos de Santa Maria rumo ao aeroporto de Porto Alegre. Para isso, alugamos um carro, visto que a ideia era reduzir a exposição desnecessária ao contato com outras pessoas.  Pegamos voo para Guarulhos, São Paulo. Chamou a atenção que o voo estava lotado, com todos os assentos ocupados. Houve muita aglomeração no aeroporto, e para entrar na aeronave não houve exigência de nenhum tipo de exame, nem mesmo foi medida a temperatura antes do embarque.</p><p>Em Guarulhos, no <i>check-in</i>, fomos informados pela empresa aérea que nossa entrada na Rússia estava permitida, e nos foi pedido apenas o exame PCR em português.</p><p>Em Zurique, após espera de algumas horas para o voo para Moscou, ao acessar nossos e-mails, fomos surpreendidos com a situação de que até então (era segunda-feira) o laboratório de Santa Maria não tinha enviado o resultado do exame traduzido em inglês. O responsável pelo embarque nos informou que tínhamos 20 minutos para conseguirmos o exame traduzido pelo laboratório, e ainda precisaríamos de uma nova autorização para entrarmos na Rússia, pois a carta-convite que tínhamos da Roscosmos [Agência Espacial Russa] citava apenas o Cazaquistão. Exatamente dois minutos antes do término do embarque e após inúmeras ligações internacionais ao laboratório no Brasil (por sorte eram sete horas da manhã no Brasil), conseguimos os exames traduzidos e a autorização por parte da GK Launch. Tudo foi impresso na porta de entrada do embarque nos últimos minutos. Só nos deixaram embarcar com a promessa de que ficaríamos no setor internacional do aeroporto de Moscou aguardando nosso voo para o Cazaquistão, mesmo com hotel já reservado na Rússia.</p><p>Ao embarcar no avião, fizemos um último contato com o pessoal da GK, que nos garantiu que nossa entrada em território russo estava garantida. Chegando na Rússia por volta das 18 horas, ao passar pelo controle de fronteira para entrar no país, quando estávamos nas cabines de controle de fronteira, subitamente uma policial surge e recolhe meu passaporte (Eduardo) e toda a documentação que tinha, me conduzindo para outro andar sem dar nenhuma explicação. O Andrei ainda estava sendo atendido e aparentemente parecia não haver problemas com ele. Como não havia internet disponível, ficamos sem comunicação um com o outro para saber o que estava acontecendo. Fui colocado em um salão com pouco espaço e com aproximadamente 80 pessoas, a maioria do Uzbequistão - e muitos sem máscara. Ninguém sabia explicar o que estava acontecendo, nem onde estavam nossos passaportes - nem os que estavam ali, nem os policiais russos que não falavam inglês e apenas diziam “WAIT HERE”. Exausto da longa viagem, fiquei duas horas em pé aguardando algo acontecer. </p><p>Eu (Andrei), estava no andar de baixo em uma situação bastante similar à do Eduardo, mas eu estava conseguindo sinal de internet, o que me permitia conversar com o pessoal da GK e explicar nossa situação. Aparentemente, eles também não sabiam qual era o problema para não liberarem nossa entrada e falaram para eu ter calma que nossa entrada seria autorizada sem problemas, mas aproveitei para deixar mensagens a várias pessoas dizendo onde eu estava e explicando o que tinha acontecido (sinceramente, não sabia o que poderia acontecer conosco). Cerca de duas horas depois, surge um dos guardas acompanhando o Eduardo, devolve nossos passaportes e finalmente passamos pelas cabines, entrando em território russo. No exato momento em que chegamos ao local de retirada de bagagens, nossas malas estavam sendo retiradas. Isso foi muita sorte, porque se as malas não estivessem lá, seria mais uma situação complicada devido ao problema de comunicação.</p><p>Ainda no aeroporto, precisávamos fazer outro exame PCR para o voo fretado do dia seguinte. Ficamos mais três horas tentando realizar o pagamento, que era exclusivamente online. A internet não funcionava e o site também não aceitava cartões brasileiros (tentamos seis cartões diferentes). Finalmente, após realizar o exame, fomos para o hotel descansar para nossa viagem no dia seguinte.</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/mapa_nanosatelite-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p><b>Dia 3 - 16 de março (Cazaquistão)</b></p><p>Era o dia da viagem para o Cazaquistão. O hotel que escolhemos tinha serviço de transporte para o aeroporto, então chegamos por volta das sete horas da manhã no aeroporto para pegar o resultado do exame PCR, e também porque tínhamos que nos encontrar com o pessoal da GK no balcão do check-in. Estava nevando, e o embarque foi um pouco diferente, com deslocamento por ônibus até o avião. O voo para o Cazaquistão foi tranquilo. </p><p>Chegando no controle de fronteira do Cazaquistão, houve certa resistência à nossa entrada, perguntaram até se nosso passaporte era diplomático. Depois de uns 10 minutos de incertezas, eles carimbaram nossa entrada. Finalmente estávamos em Baikonur no Cazaquistão! Na sequência, assinamos um documento reconhecendo as regras que tínhamos que respeitar e nos dirigimos para o ônibus que nos levaria até o nosso hotel.</p><p>Ao chegar no hotel, precisávamos preencher uma ficha toda em russo e um senhor da Roscosmos, que inclusive falava bem português, nos ajudou com o preenchimento da documentação. Tínhamos algumas horas para arrumar as coisas no quarto e, depois, sairíamos para a "janta" - vale lembrar que estávamos com oito horas de diferença em relação ao Brasil devido ao fuso, ainda não estávamos adaptados e também nos sentíamos extremamente cansados da viagem.</p><p>O primeiro jantar foi bem interessante, conhecemos muitas pessoas e foi o primeiro contato com a culinária russa/cazaquistanesa. Um comentário sobre isso: sabores muitos similares aos do Brasil, basicamente os temperos se assemelham muito aos que utilizamos por aqui, com a diferença de que usam carne equina com alguma frequência.</p><p><b>Dia 4 - 17 de março (Baikonur, Cazaquistão)</b></p><p>Acordamos muito cedo - uma hora mais cedo do que o necessário devido a uma confusão na internet que mostrava dois horários distintos para o mesmo local GMT+6  e GMT+5. A nossa programação era especial: acompanhar o “rollout” do Soyuz-2, que é o deslocamento do veículo desde seu hangar até a torre de lançamento. Foi nosso primeiro contato com a base de lançamento, ficamos bem perto do veículo lançador, foi uma experiência fantástica acompanhar essa etapa. Mas também foi o dia mais frio que tivemos por lá. O frio era tanto que as mãos ardiam muito ao tirar as luvas para tirar algumas fotos.</p><p>À noite, tivemos um jantar com comida e dança típicas do Cazaquistão. Nesta janta, conhecemos o CEO da GK Launch, e também fizemos vários contatos com outros representantes.</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_2_opcao2-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p><b>Dia 5 - 18 de março (Baikonur, Cazaquistão)</b></p><p>Para quem trabalha no setor espacial, visitar o Museu do Cosmódromo de Baikonur é algo muito emocionante. O primeiro satélite do mundo foi lançado ao espaço deste Cosmódromo, assim como foi de lá que o primeiro foguete levando um ser humano foi lançado - dentre vários outros feitos históricos. Inclusive, Baikonur é o primeiro e maior local de lançamento de foguetes do mundo.</p>		
										<img width="1024" height="947" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_3-1024x947.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>Neste dia, pudemos ver, tocar, e até entrar (!) em diversos modelos de espaçonaves históricas lançadas pela antiga URSS. Um dos ápices da visita foi a possibilidade de entrar no ônibus espacial Buran (muito similar ao americano Space Shuttle), pudemos até entrar no cockpit para tirar algumas fotos. No final da visitação, tivemos a oportunidade de entrar e conhecer a casa onde Yuri Gagarin, cosmonauta soviético e primeiro ser humano a viajar pelo espaço, morou, assim como a casa de Sergei Korolev, engenheiro ucraniano e principal projetista de foguetes e de aeronaves soviético durante a corrida espacial. Korolev é amplamente considerado o pai da astronáutica soviética.</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_4-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>Após o almoço, o grupo fez uma visita no Baikonur International Space School, uma escola de ensino fundamental e médio totalmente voltada para o setor espacial. Recebemos palestras de alguns professores da instituição, que nos mostraram como cada uma das disciplinas tradicionais do ensino (matemática, física, química, etc.) são lecionadas com viés totalmente prático e voltado para o setor espacial. Na própria escola há inúmeros modelos de motores e outras partes de foguetes doados pela Roscosmos. Na escola, pudemos participar do lançamento de pequenos foguetes projetados pelos próprios alunos do ensino fundamental. Nesta ocasião, eu (Eduardo) fui um dos convidados a lançar o foguete a partir de um controle remoto. </p>		
										<img width="1024" height="947" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbook_nanosatelite_visita_a_escola-1024x947.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p><b>Dia 6 - 19 de março (Baikonur, Cazaquistão)</b></p><p>O dia começou cedo, precisávamos fazer um teste de PCR antes do lançamento - se desse positivo, não poderíamos assistir ao lançamento e ainda ficaríamos 14 dias presos no hotel. Seria pior ainda se tivéssemos algum tipo de complicação (acho que esses pensamentos deixam claro nosso nível de tensão). Realizado o exame, partimos para nosso café da manhã. Inicialmente, achamos a comida matinal um pouco estranha, mas confesso que já estava me acostumando a comer mingau de grãos de aveia e kefir.   </p><p>Saímos para o <i>city tour</i> e a primeira parada foi o monumento do Yuri Gagarin com os braços erguidos - mas, infelizmente, não estávamos no horário em que o sol aparenta estar entre seus braços. A próxima parada foi em um modelo de foguete Soyuz que fica exposto  em uma praça. Na sequência, conhecemos o míssil intercontinental que poderia ter destruído Nova Iorque nos tempos de guerra fria. E, por último, visitamos alguns memoriais a vítimas de acidentes do programa espacial russo.</p><p>A última parada do dia foi o Museu da Cidade de Baikonur (<i>Baikonur City Museum</i>), outro museu bem interessante, bastante voltado às conquistas espaciais e programas espaciais, mas também abordando questões históricas da União Soviética e história local do Cazaquistão.</p><p><b>Dia 7 - 20 de março  (Tentativa de lançamento)</b></p><p>No dia do lançamento, a previsão no dia anterior era de dia nublado, o que dificultaria muito a visualização. Para nossa surpresa, o dia estava limpo e muito ensolarado. O frio era tanto que o rosto ardia de ficar do lado de fora da tenda que prepararam para os participantes, onde eram oferecidos comes, bebes e televisões com câmeras ao vivo do <i>pad</i> (plataforma) de lançamento. O foguete possuía 38 satélites de 18 países diferentes. Havia muitos ônibus de diversos lugares. O local onde estávamos ficava a apenas 2,5 quilômetros do foguete. Tudo estava perfeito. Minutos antes do lançamento, vimos uma movimentação estranha nas câmeras que filmavam o foguete e logo depois ouvimos a triste notícia que o lançamento tinha sido adiado, sem receber nenhuma outra informação.</p><p>Uma mistura de tristeza e ansiedade no ar, pois muitos que estavam lá tinham passagem marcada para o dia seguinte.</p><p>Ainda na tenda do local de lançamento, recebemos subitamente um <i>link</i> no <i>WhatsApp</i> e um aviso: “entrem nesse <i>link</i> para a <i>live</i>”. Em poucos segundos, sem nada combinado, estávamos participando em uma <a href="https://www.google.com/url?q=https://youtu.be/Ze5zac-hYh8?t%3D9159&amp;sa=D&amp;source=editors&amp;ust=1619447030303000&amp;usg=AOvVaw3kgOkrhdVDUItzvjdj923I" target="_blank" rel="noopener"><i>live</i></a> com o ministro Astronauta Marcos Pontes, direção da AEB, diretor do INPE, Reitoria da UFSM, gerência de nosso projeto e outros alunos participantes.</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_5_certo-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>Mais tarde fomos informados que devido a uma não conformidade em um teste elétrico do lançador, o lançamento deveria ser adiado para o dia 22. Felizmente conseguimos contatar a agência de viagens e adiar nosso retorno. </p><p><b>Dia 8 - 21 de março (Baikonur, Cazaquistão) </b></p><p>O dia excedente que ficamos em Baikonur não pôde ser muito aproveitado. A cidade é extremamente restrita aos turistas, pois é uma cidade militar, totalmente voltada para o serviço de lançamento. Assim, não éramos autorizados a passear na cidade desacompanhados de alguém da organização. Aproveitamos esse tempo para estreitar laços e prospectar futuras colaborações com outras instituições participantes, como da Catalunha, Rússia e Eslováquia.</p><p>Realizamos um novo teste de PCR, já que o anterior não serviria mais para nosso voo de retorno.  </p><p><b>Dia 9 -  22 de março  (Baikonur, Cazaquistão e Moscou, Rússia)</b></p><p>O dia amanheceu nublado e com chuva leve, que permaneceu durante o lançamento. Apesar disso, a emoção sentida no momento de ignição dos motores é muito difícil de expressar: a vibração sonora  era sentida no corpo, um barulho muito alto e grave. No rosto, sentíamos a onda de calor. É uma cena majestosa. Ficamos o tempo todo segurando nossa bandeira com muito orgulho de nosso país, de nossas instituições e de nossa equipe. Após alguns minutos do lado de fora, já sem sentir as mãos, os pés e o rosto devido ao frio de - 10º C, todos com muita emoção retornaram à grande tenda para acompanhar em tempo real a ejeção dos satélites e, é claro, brindar o sucesso desta etapa. Várias equipes levaram suas bebidas típicas de seu país para o brinde. Nós, é claro, levamos uma cachaça envelhecida para a comemoração. Ficamos felizes que todos à nossa volta se aproximaram para experimentar a bebida brasileira.</p>		
										<img width="1024" height="947" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_5.1-1024x947.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>Retornamos rapidamente ao hotel, pois tínhamos cerca de uma hora para fazer as malas e, na sequência, fomos para um "jantar" de confraternização. Mas a única coisa que conseguíamos pensar era que nosso satélite em breve estaria em órbita e se teríamos alguma confirmação de seu funcionamento. Durante o jantar, algumas equipes tiveram a confirmação do funcionamento dos seus satélites, mas nós não tínhamos ainda nenhum sinal do nosso. Nossa expectativa era ter alguma confirmação do NCBR2 na chegada do voo em Moscou. Foi um voo tenso, ficamos o tempo todo falando sobre isso e discutindo sobre as possibilidades. Quando nosso voo tocou o solo russo, conseguimos sinal de celular e tivemos a confirmação que o NCBR2 havia sido rastreado com sucesso! Festejamos ainda dentro do avião.     </p><p>Como nosso voo teve que ser adiado devido à mudança do dia de lançamento, a única passagem disponível de retorno que foi conseguida pela agência de turismo era dentro de quatro dias, que aguardamos em Moscou. Devido à Covid-19, vários voos internacionais foram muito reduzidos, fazendo com que, dependendo do lugar onde se estivesse, só houvesse um ou dois voos por semana para o Brasil.</p><p><b>Dias 10, 11 e 12 - 23 a 25 de março (Moscou, Rússia) </b></p><p>Decidimos aproveitar o tempo em Moscou para vários propósitos.</p><p>Tivemos uma tentativa frustrada de receber a vacina russa Sputnik V, pois havíamos visto em vários sites de notícias que até mesmo turistas poderiam recebê-la. Isso havia mudado poucas semanas antes, sendo agora gratuita apenas para residentes da Rússia. Notamos que os locais de vacinação estavam completamente vazios. Mais tarde descobrimos que, apesar de a vacinação estar bem avançada, ainda há desconfiança na vacina por parte da população. </p><p>Fizemos algumas reuniões com equipe de nanossatélite científico/tecnológico da Eslováquia, que estavam na mesma situação aguardando voo de retorno, e acabamos por receber um convite de parceria para próximos projetos. </p><p>Por intermédio da AEB (Agência Espacial Brasileira), recebemos convite para uma “visita cortesia” à embaixada do Brasil na Rússia. Lá fomos muito bem recebidos pelo embaixador e diplomatas, conversamos muito sobre nosso Projeto NANOSATC-BR, empresas russas envolvidas no lançamento e também em oportunidades de cooperação entre o projeto e instituições russas.</p><p>Ainda neste período, realizamos uma visita à sede da operadora GK Launch, que operou o lançamento do Soyuz-2. Neste local, fizemos reunião com alguns representantes da empresa e trocamos contatos para possíveis futuras cooperações.</p><p>Por último, obviamente também não deixamos de visitar o Museu da Cosmonáutica de Moscou. Um local muito grande, com tantas atrações e artefatos que poderíamos ficar um dia inteiro lá. </p><p><b>Dia 13 - 26 de março (retorno ao Brasil)</b></p><p>Em uma viagem com tantos contratempos, na tentativa de evitar a implacável lei de Murphy, fomos para o aeroporto com muita antecedência, pois, além do exame PCR, tínhamos que realizar o check-in e despachar nossas malas. Todas as partes deram errado. Novamente, o site de pagamento dos exames não funcionava com cartões brasileiros, e dessa vez não nos deram outras opções. Depois de muitas horas de tentativas, fomos salvos pela Embaixada Brasileira na Rússia, graças à visita que tínhamos feito no dia anterior. </p><p>Com os resultados do exame entregues apenas uma hora antes do voo, fomos (correndo) receber a nova surpresa no balcão de check-in: a área Schengen (que abrange 26 países europeus) está fechada para estrangeiros devido à Covid-19. Como no nosso voo de retorno havia um trecho dentro desta área (Suíça-Alemanha), nosso embarque não foi permitido. Muito frustrados com a situação, tentamos argumentar de várias formas com a responsável da empresa aérea, que nos deu duas opções: ficar mais seis dias em Moscou, até ter voo direto ao Brasil, ou ir para a Suíça e ficar no aeroporto (sem poder sair) por 30 horas até que houvesse voo direto para o Brasil. Escolhemos a segunda opção, pensando que a companhia nos daria algum apoio no aeroporto de Zurique. O aeroporto era pequeno - para as refeições havia apenas uma lanchonete e um <i>duty free</i> que fechavam muito cedo. Ficamos em um “hotel” dentro do aeroporto que fornecia sofás para descanso. </p><p>Muito cansados com a viagem de retorno de mais de 45 horas, chegamos ao Brasil já com sintomas de gripe. Cada um já em suas casas em Santa Maria e em quarentena, fizemos mais alguns testes PCR para sabermos se voltamos contaminados. O professor Eduardo testou negativo e o professor Andrei testou positivo - mas já se encontra totalmente recuperado e sem nenhuma sequela.</p><p>Trouxemos em nossa bagagem muitos contatos, propostas de colaboração, novas ideias, histórias e, principalmente, a sensação de missão cumprida da primeira etapa da vida de nosso nanossatélite da UFSM e INPE, a injeção em órbita.</p>		
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/scrapbock_nanosatelite_foto_7-1024x476.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p><em><strong>*Texto:</strong></em> Eduardo Bürger e Andrei Legg. </p><p><em><strong>Expediente:</strong></em></p><p><i><strong>Ilustradora:</strong> Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista</i></p><p><i><strong>Mídia Social:</strong> Nathalia Pitol, acadêmica de Relações Públicas e bolsista, e Ana Ribeiro, acadêmica de Produção Editorial e voluntária</i></p><p><i><strong>Edição de Produção:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM vai colaborar em projeto da Agência Espacial Brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/01/13/curso-de-engenharia-aeroespacial-da-ufsm-vai-colaborar-em-projeto-da-agencia-espacial-brasileira</link>
				<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 12:23:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência espacial brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[NanosatC-BR]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmou parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), para o desenvolvimento de um sistema de informação para o projeto Mapeamento de Tecnologias Espaciais Nacionais (MapTec), cujo objetivo é criar um banco de dados do estágio de maturidade da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmou parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), para o desenvolvimento de um sistema de informação para o projeto Mapeamento de Tecnologias Espaciais Nacionais (MapTec), cujo objetivo é criar um banco de dados do estágio de maturidade da tecnologia espacial nacional. Concebido para ampliar a consciência sobre o desenvolvimento nacional de tecnologias espaciais, o MapTec analisará a maturidade e outras características comuns entre diferentes tecnologias usadas no espaço. Por meio do projeto, será possível comparar tecnologias equivalentes, em diversos estágios de maturidade.</p>
<p>O coordenador do projeto na UFSM, o professor do Centro de Tecnologia (CT) Marcelo Zanetti, explica que a UFSM celebrou com a AEB um <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/extrato-de-termo-de-execucao-descentralizada-293008832" target="_blank" rel="noopener">Termo de Execução Descentralizada</a> para desenvolver integralmente o sistema de informação que será utilizada pela AEB no MapTec. Trata-se de um projeto interdisciplinar que combina Engenharia de Software, Tecnologia da Informação, Engenharia de Sistemas e Gestão de Projetos. Terá a supervisão de professores que atuam nos cursos de Engenharia Aeroespacial e Engenharia de Telecomunicações do CT.</p>
<p>Por meio de convênio com a Fundep, os recursos recebidos serão destinados ao pagamento de bolsas (para alunos bolsistas de Engenharia Aeroespacial) e aquisição de equipamentos. "Em resumo, as ações focam em desenvolvimento de software e aplicação de metodologias relacionadas à Ciência de Dados, Gestão de Projetos e Engenharia de Sistemas", sintetiza. O projeto terá vigência de 24 meses, contando-se a partir de 3 de dezembro de 2020.</p>
<p><strong>Consolidação da UFSM no setor aeroespacial brasileiro</strong></p>
<p>Zanetti afirma que, além de contribuir para o sucesso do Programa Espacial Brasileiro, através do desenvolvimento de um sistema para garantir uma gestão eficiente de recursos, e de criar novas oportunidades de aprendizado para os alunos, a execução do MapTec pela UFSM evidencia a consolidação de sua posição no setor aeroespacial brasileiro.</p>
<p>"Desde o pioneirismo com o programa NanosatC-BR, que lançou o primeiro Cubesat brasileiro, passando pela criação dos cursos em Engenharia Aeroespacial e Engenharia de Telecomunicações, e pela realização da segunda edição do Congresso Aeroespacial Brasileiro, contando com a presença do ministro e astronauta Marcos Pontes, a comunidade acadêmica da UFSM vem indicando alternativas para viabilizar parcerias e colaborações fomentando atividades de ensino, pesquisa e extensão. O caminho é árduo, mas ganham discentes, pesquisadores, instituições e a sociedade como um todo", analisa o professor.</p>
<p>Zanetti ainda aponta que o MapTec destaca o papel da Gestão de Projetos e Engenharia de Sistemas no fomento ao setor espacial nacional, já que é comum iniciar projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico com altas expectativas por resultados exitosos, mas com riscos associados subestimados. Desta forma, segundo ele, principalmente no contexto do Programa Espacial Brasileiro, que precisa apresentar resultados com recursos bastante limitados, é necessário maximizar o retorno de cada real investido. "Para tanto, é importante promover tecnologias que foram demonstradamente bem sucedidas na avaliação de seu amadurecimento e, também, identificar lacunas tecnológicas em um ecossistema de aplicações", afirma.</p>
<p>Para a AEB, o projeto MapTec e a colaboração com a UFSM abrirão também oportunidades para cooperar na área de gestão da informação. Por meio do projeto, será possível levantar, de forma detalhada e sistemática, o “patrimônio tecnológico espacial” já desenvolvido no Brasil para se traçarem novas rotas no futuro. A partir desse conhecimento, será possível melhor planejar investimentos e promover a cooperação entre quem faz tecnologia espacial no Brasil. Com isso, o uso de recursos nacionais poderá ser maximizado pela integração dos atores responsáveis pelo desenvolvimento, que são as universidades, os institutos e as empresas.</p>
<p>Além desta parceria, a AEB também apoia o lançamento do NanoSatC-BR2, gerido pelo Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria (Lacesm) da UFSM, previsto para ser lançado em março de 2021.</p>
<p><strong>Sobre a AEB</strong></p>
<p>A Agência Espacial Brasileira é uma autarquia vinculada ao MCTI, responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira. Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.</p>
<p><em>Com informações da Coordenação de Comunicação Social e da Assessoria de Relações Institucionais e Comunicação da AEB</em></p>
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						<item>
				<title>Explorando as ciências e o universo: conheça o projeto que leva tecnologias espaciais às escolas da região central do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/01/12/explorando-as-ciencias-e-o-universo-conheca-o-projeto-que-leva-tecnologias-espaciais-as-escolas-da-regiao-central-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 19:27:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 09]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos Satélites]]></category>

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						<description><![CDATA[Foi durante a década de 1950, no período conhecido como Guerra Fria, que o primeiro satélite foi enviado ao espaço. O Sputnik I, lançado pela antiga União Soviética, foi um marco na história da humanidade e deu início à Corrida Espacial. De lá até os dias atuais, mais de 9 mil satélites já foram enviados [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p align="justify">Foi durante a década de 1950, no período conhecido como Guerra Fria, que o primeiro satélite foi enviado ao espaço. O Sputnik I, lançado pela antiga União Soviética, foi um marco na história da humanidade e deu início à Corrida Espacial. De lá até os dias atuais, <a href="https://www.ucsusa.org/resources/satellite-database"><u>mais de 9 mil satélites já foram enviados para o espaço</u></a>. Embora os Estados Unidos sejam responsáveis pela maioria dos lançamentos - algo próximo a 1.254 satélites -, essa não é uma tecnologia tão distante da realidade brasileira. O primeiro satélite brasileiro a operar em órbita foi o SCD 01, projetado pelo INPE e lançado em 1993 nos Estados Unidos. Um dos lançamentos mais recentes do país deu-se em 2019, numa parceira do Brasil com a China, que colocou o satélite CBERS 04A para produzir imagens capazes de atender a diversas aplicações, como monitorar os desmatamentos, as queimadas, o nível de reservatórios, os desastres naturais, a expansão agrícola e o desenvolvimento das cidades, entre outras.<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/01/Captura-de-Tela-2020-12-18-às-16.03.17.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/01/Captura-de-Tela-2020-12-18-às-16.03.17-1024x445.jpg" alt="" width="386" height="168"></a></p>
<p align="justify">É visando à popularização desse conhecimento que o Projeto de Extensão <b>Workshop de pequenos satélites</b>, coordenado pelo professor e diretor técnico-científico da Associação Aeroespacial de Santa Maria, Eduardo Escobar Bürger, atua com alunos do ensino fundamental de escolas públicas de Santa Maria e da região. A ação, vinculada ao Centro de Tecnologia da UFSM, desenvolve, desde 2019, atividades que buscam estimular os jovens a seguirem profissões nas áreas de Ciências, Tecnologias, Engenharias e Matemática, além de aproximar a comunidade em geral das tecnologias espaciais.</p>
<p align="justify">Para Bürger, o Projeto também rompe uma barreira que, normalmente, é apresentada pela sociedade, que vê as tecnologias espaciais como algo distante da realidade do país. “[A ação] aproxima os jovens de tecnologias (espaciais), que, normalmente, são tidas como difíceis ou inatingíveis, mas a realidade é que essas tecnologias estão se tornando extremamente acessíveis, inclusive no Brasil. O país já lançou vários nanossatélites, um deles, inclusive, teve a participação de alunos do ensino fundamental de uma escola pública de Ubatuba (SP)”, destaca o coordenador da Ação.</p>
<p align="justify">Para Leonardo Alexandrino de Melo, estudante do curso de Engenharia Aeroespacial e bolsista da Ação, participar do Projeto é uma oportunidade de crescimento pessoal e de contribuição para com a sociedade. “‘O que o seu trabalho significa para a sociedade?’ é uma pergunta que pode parecer bem clara em nosso meio acadêmico, mas não faz parte do conhecimento comum das pessoas; a Extensão nos permite responder essa pergunta. Essa mudança de visão e simplificação das ideias proporciona um novo olhar sobre como abordar o assunto em diferentes níveis de complexidade.”</p>
<p align="justify">A Ação de Extensão também atua na produção de materiais didáticos para a popularização do conhecimento dessa área tecnológica. “O desenvolvimento do kit [de estudo de pequenos nanossatélites, que simula as funções de um CubeSat], do material didático e a apresentação dos workshops, que são totalmente feitos por alunos de graduação, estimula, além de diversas habilidades nos acadêmicos da UFSM, técnicas pessoais e interpessoais como: conceitos de engenharia espacial, eletrônica, comunicação oral e escrita, pensamento criativo, entre outras”, comenta Bürger. O Projeto também oferece, aos alunos da rede básica de ensino, os conceitos fundamentais de projetos espaciais e atividades práticas de montagem de sistemas que simulam as funções de um pequeno satélite.</p>
<p align="justify">“Se nós, como pesquisadores e profissionais da área, queremos ser reconhecidos pelo nosso trabalho, precisamos do apoio da população, e as pessoas não vão apoiar o que não entendem. Ao ensinar, despertamos o interesse do público para a importância de investir em tecnologias aeroespaciais, além de estimular os jovens a ingressar nas áreas de Ciências, Tecnologias, Engenharias e Matemática (internacionalmente conhecidas como "STEM"), garantindo o futuro e o crescimento do curso”, comenta Leonardo ao destacar o papel social do Projeto de Extensão.</p>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>&nbsp;</b></p>
<p align="justify"><b>Resultados das Ações foram apresentados na Colômbia</b></p>
<p align="justify">Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o curso de <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-aeroespacial/"><u>Engenharia Aeroespacial</u></a> é o principal contato dos estudantes com as ciências que envolvem o estudo e a construção de veículos aéreos - como aeronaves, espaçonaves e satélites. Nas palavras do estudante Leonardo, “a Engenharia Aeroespacial é responsável por criar a tecnologia de tudo o que ‘voa’, desde aerofólios de carros de corrida até aviões, helicópteros, mísseis, foguetes, satélites e sondas. Trabalhamos com tudo o que envolve esses sistemas, como propulsão, estrutura, controle e sistemas de segurança”.</p>
<p align="justify"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/01/iimcjfeakdnaekop.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/01/iimcjfeakdnaekop-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178"></a>Alguns dos trabalhos desenvolvidos pelo curso, através do Projeto de Extensão, já alçaram voos e foram apresentados em outros países da América Latina. O trabalho “Small Satellites Educational Workshop”, de autoria de Leonardo Alexandrino de Melo - bolsista FIEX do Projeto -, sob orientação do professor Eduardo Escobar Bürger, foi apresentado em novembro de 2020 no <a href="http://ieee.udistrital.edu.co/cicta/index.html"><u>VIII Congresso Internacional de Ciência e Tecnologia Aeroespacial</u></a> (CICTA 2020), organizado pela Universidad Distrital Francisco José de Caldas. O evento, realizado de forma online, contou com a presença de vários especialistas do setor, além de institutos e de setores do governo colombiano.</p>
<p align="justify">O trabalho desenvolvido pelos integrantes da UFSM apresentou alguns resultados preliminares da Ação de Extensão Workshop de pequenos satélites. “[A ação] é uma iniciativa para levar conhecimento sobre as tecnologias espaciais aos estudantes da rede pública de Santa Maria. [...] Ensinando conceitos básicos e desenvolvendo atividades práticas, simulando procedimentos reais realizados no desenvolvimento e na operação de nanossatélites”, comenta Leonardo.</p>
<p align="justify">O estudante também destaca que a participação no evento possibilitou conhecer outras pesquisas que estão sendo desenvolvidas na área da Engenharia Aeroespacial. “Diferente de um evento no modelo presencial, há uma falta de feedback<i>,</i> mas isso não impediu que o evento se desenvolvesse de forma satisfatória. Foi possível conhecer outras frentes de pesquisa de diversos países na minha área e como estes têm adequado seus métodos ao cenário da pandemia”, finaliza o acadêmico.</p>
<i>
</i>

<i>Redação: Wellington Felipe Hack//Pró-Reitoria de Extensão</i>

<i>Revisão: Erica Medeiros //Pró-Reitoria de Extensão</i>
<h5><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/">Agenda 2030 na UFSM</a></h5>
<p style="text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes&nbsp;<strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>

<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/4/">
<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-150x150.jpg" alt="" loading="lazy">								</a><figcaption>ODS 4</figcaption></figure>
<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/9/">
<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_9-150x150.jpg" alt="" loading="lazy">								</a>

<figcaption>ODS 9</figcaption></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM passa a ter registro no CREA-RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2020/01/08/curso-de-engenharia-aeroespacial-da-ufsm-passa-a-ter-registro-no-crea</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:54:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=3055</guid>
						<description><![CDATA[Transcorrido o processo de cadastro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS), os egressos do curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal de Santa Maria já podem pleitear seu registro profissional. O registro segue a Resolução 1.106, de 28 de setembro de 2018, que discrimina as atividades e competências profissionais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Transcorrido o processo de cadastro no <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwit_8GJxdHeAhUJiZAKHTF1ApwQFjAAegQIExAC&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.crea-rs.org.br%2F&amp;usg=AOvVaw2a4hhkbstp4vU6dCUNcQ6b">Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS)</a>, os egressos do curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal de Santa Maria já podem pleitear seu registro profissional.</p>
<p>O registro segue a <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2018/11/13/profissao-de-engenheiro-aeroespacial-e-regulamentada-pelo-confea/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução 1.106, de 28 de setembro de 2018</a>, que discrimina as atividades e competências profissionais do engenheiro aeroespacial e insere o título na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional.</p>
<p>Implementado na UFSM em 2015, o curso de Engenharia Aeroespacial terá neste mês a colação de grau da primeira turma. Para dar início ao processo de requerimento do registro profissional, os(as) formandos(as) devem seguir as <a href="http://saturno.crea-rs.org.br/site/pop/registro/pf/internet/16%20Registro%20diplomado%20no%20pa%C3%ADs,%20brasileiro%20ou%20estrangeiro%20com%20visto%20permanente%20-EXT.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instruções que constam no site do CREA-RS</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Protagonismo na formação de engenheiros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/metodologia-mit</link>
				<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 15:43:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CPIO]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de ensino]]></category>
		<category><![CDATA[MIT]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=6092</guid>
						<description><![CDATA[Cursos do CT utilizam metodologia de ensino inspirada em proposta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>CT utiliza metodologia de ensino inspirada em proposta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
											<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/CDIOminiatura.gif" data-elementor-open-lightbox="default">
							<img width="536" height="350" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/CDIOminiatura.gif" alt="" />								</a>
		<p>Os cursos de Engenharia Aeroespacial e Engenharia Química da Universidade Federal de Santa Maria apostam, desde o segundo semestre de 2017, em um processo de formação em que os estudantes são protagonistas e os professores são colaboradores. Com uma metodologia que incentiva a articulação de conhecimentos práticos para o desenvolvimento de projetos, os universitários já criaram um túnel de vento e um drone.</p>
<p>A metodologia de ensino adotada pelas duas engenharias chama-se CPIO (Concepção, Projeto, Implementação e Operação) e tem como objetivo realizar atividades relacionadas à profissão desde o primeiro ano de curso. O CPIO promove o avanço progressivo dos estudos a partir de quatro disciplinas extraclasse obrigatórias, com 60 horas. Em cada matéria, os universitários desenvolvem um projeto em grupo e são avaliados a partir de diferentes aspectos, como Concepção e Introdução ao projeto. </p>
<p>A proposta surgiu a partir de uma sugestão do coordenador de relações universitárias da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), Paulo Lourenção, de uma metodologia sintonizada com as demandas atuais do perfil de engenheiros. Trata-se do CDIO (Conceive, Design, Implement and Operate), proposta criada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Massachusetts Institute of Technology). </p>
<p>“O método deu certo no MIT. A partir daí, outras universidades americanas foram implementando e formando uma rede internacional de colaboração que se espalhou, promovendo congressos sobre o assunto e mantendo uma <a href="http://www.cdio.org/">página na web</a> acerca do método”, comenta o professor André Luís da Silva, coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial.</p>
<p>A UFSM adotou a metodologia do MIT de forma adaptada, pois só atendeu completamente a dois dos doze padrões - Introdução à Engenharia e Experiências de Projeto e Implementação. Conforme o professor André Luís, os outros dez “standards” estão em discussão para que sejam inseridos no novo Projeto Pedagógico do Curso.</p>
<p>Nas aulas extraclasse, os universitários propõem projetos e os desenvolvem, obrigatoriamente, em grupo, sob a supervisão do coordenador da disciplina ou de outro professor. As matérias oportunizam a liberdade do estudante tomar o protagonismo em sua formação. Trata-se de uma abordagem de ensino-aprendizagem centrada no discente, na qual o docente é um colaborador.</p>
<p>O professor Flavio Meyer, responsável pela adoção do CDIO na Engenharia Química, explica que esse tipo de atividade motiva os estudantes e contribui para o empenho nas disciplinas. “O curso é muito abrangente e requer conhecimentos em diversas áreas, e, em função disso, acaba se tornando difícil. Nosso objetivo é motivar o aluno para que ele não desista”, argumenta.</p>
<p>Compartilha de visão semelhante o professor Marcelo Zanetti, do curso de Engenharia de Telecomunicações e colaborador da Engenharia Aeroespacial. Ele aponta que os currículos da área são enormes, com matérias focadas e pouco relacionadas. “É comum que o aluno se interesse mais por certas disciplinas, enquanto que outras são encaradas como meros obstáculos que desmotivam os alunos. Isso resulta em evasão, principalmente no primeiro ano. Assim, é louvável o pioneirismo do curso de Engenharia Aeroespacial na adoção do CDIO”, comenta.</p>		
											<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/cdio_box_2.png" data-elementor-open-lightbox="default">
							<img width="768" height="543" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/cdio_box_2-768x543.png" alt="" />								</a>
		<h2>Diferenças entre CDIO e métodos tradicionais</h2>
<p>Mais que um método, o CDIO pode ser compreendido como uma estrutura a partir da qual se organizam projetos pedagógicos de curso. São integradas diversas ações de ensino e aprendizagem que contribuem para formação de engenheiros e para a capacitação de docentes e técnicos das instituições.</p>
<p>Conforme o coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial, nos métodos tradicionais, o currículo é fragmentado em disciplinas e ciclos de formação: básico, profissionalizante e específico. Para integração dos conhecimentos, existe o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Para aprendizado extra classe, as Atividades Complementares de Graduação (ACG’s) são oferecidas. Para complementação profissional, o aluno faz o estágio obrigatório ao final do curso. </p>
<p>Já o CDIO, por outro lado, busca desenvolver uma formação integrada, por meio da articulação das disciplinas desde o início da faculdade e de experiências de concepção, projeto, implementação e operação de produtos, processos e serviços de engenharia desde o começo da formação. “Assim, o aluno tem a oportunidade de desenvolver, de forma gradual, suas habilidades profissionais, intelectuais, humanísticas e sociais, desde o início”, pontua o professor.</p>
<p>O estudante Kenedy Matiasso, do 6º semestre de Engenharia Aeroespacial, relata que, nos projetos CDIO, os acadêmicos são os principais responsáveis pelas estratégias, métodos, hipóteses e resultados. “Ao meu ver, a metodologia se mostra uma ferramenta extremamente interessante para fixarmos os conteúdos e aprendermos a resolver problemas reais de uma forma divertida e motivadora.”</p>
<p> </p>
<h2>Resultados obtidos com a nova metodologia</h2>
<p>Desde a introdução no Centro de Tecnologia, o CPIO contribuiu com a projeção de equipamentos didáticos para o próprio curso, como um drone, motor de reação, software de análise de elementos finitos e túnel de vento. Somente para o projeto de túnel de vento foram criados os seguintes experimentos: balança aerodinâmica, gerador de fumaça, modelos de teste e medição de pressão. Também são realizados treinamentos em softwares, como o de mecânica dos fluidos e o de modelagem e projeto de sistemas dinâmicos.</p>
<p>“Desse modo, a motivação é ainda maior, pois é um contato diferente que temos com a engenharia e, com certeza, contribui muito para a qualidade do ensino. Acredito que desde a chegada desse método, passamos a olhar com outros olhos para a engenharia como um todo”, comenta o estudante Matheus Silva, do 4º semestre de Engenharia Aeroespacial.</p>
<p>O universitário Kenedy Matiasso, também da Engenharia Aeroespacial, reforça a flexibilidade do método ao permitir que os estudantes invistam em habilidades direcionadas aos seus interesses específicos de formação. Neste sentido, ele e outros colegas projetaram um drone, em fase de prototipagem que em breve poderá se tornar produto comercial.</p>
<p>No primeiro semestre de 2019, alunos do CT venceram a competição internacional do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos. Naquela oportunidade, apresentaram um satélite educativo de pequeno porte, chamado de "CanSat".</p>
<p>Já em setembro deste ano a UFSM recebeu a segunda edição do  <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/eventos/ii-cab/">Congresso Aeroespacial Brasileiro</a>, que teve a participação do presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Augusto Teixeira de Moura, e do ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. </p>
<p>Para o CT, a principal vantagem é a troca de conhecimento entre as instituições, visto que o CDIO possui uma rede de troca de experiências e aprendizagem contínua. Além do mais, é um "selo de qualidade" que demonstra os mais avançados padrões de ensino e aprendizagem internacionais na formação universitária. “Até o momento, o curso de Engenharia Aeroespacial ainda não ingressou na rede internacional. Entretanto, caso a UFSM venha a ser formalmente cadastrada, os alunos do CT terão este "selo internacional", que os distinguirá quando forem buscar oportunidades no exterior”, destaca o professor André Luis da Silva.</p>
<p> </p>
<p><b><i>Repórter</i></b><i>: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo</i></p>
<p><b><i>Ilustração e animação</i></b><i>: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial</i></p>
<p><b><i>Mídias Sociais:</i></b> <i>Nataly Dandara e Nathalia Pitol, acadêmicas de Relações Públicas</i></p>
<p><b><i>Editora de Produção:</i></b><i> Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo</i></p>
<p><b><i>Editor Chefe:</i></b><i> Maurício Dias, jornalista</i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe da UFSM conquista 1° lugar em competição de Nanossatélites</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/08/23/equipe-da-ufsm-vence-competicao-de-nanossatelites</link>
				<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 22:08:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=2765</guid>
						<description><![CDATA[Os alunos do curso de Engenharia Aeroespacial, Lorenzzo Mantovani e Mateus Venturini, juntamente com o professor do Departamento de Engenharia Mecânica, Eduardo Escobar Bürger, venceram na categoria CanSat da segunda edição da competição latino-americana de nanossatélites, a CubeDesign. O evento, organizado pela pós-graduação de Engenharias do INPE, ocorreu em São José dos Campos &#8211; São [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":2787,"align":"center"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/08/Foto-Equipe-1.jpg" alt="" class="wp-image-2787" /></figure></div>
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<p dir="auto" style="text-align: justify">Os alunos do curso de Engenharia Aeroespacial, Lorenzzo Mantovani e Mateus Venturini, juntamente com o professor do Departamento de Engenharia Mecânica, Eduardo Escobar Bürger, venceram na categoria CanSat da segunda edição da competição latino-americana de nanossatélites, a CubeDesign. O evento, organizado pela pós-graduação de Engenharias do INPE, ocorreu em São José dos Campos - São Paulo, de 24 a 27 de Julho. </p>
<p dir="auto" style="text-align: justify">Através do Projeto de um CanSat (satélite em formato de lata) na disciplina de CPIO IV, os alunos criaram a equipe "Ready, Sat, Go!" e seguiram a sugestão do orientador Prof. Eduardo de participar da competição. A equipe também contou com o apoio do professor André Luís da Silva, do aluno Renan Sacco, da Coordenação do curso de Engenharia Aeroespacial, Departamento de Engenharia Mecânica, Direção do CT e Programa NANOSATC-BR.</p>
<p dir="auto" style="text-align: justify">O projeto consiste em uma estrutura cilíndrica, próxima a geometria de uma lata de refrigerante onde, no interior da lata, estão presentes os equipamentos eletrônicos capazes de realizar as medições e atuações necessárias para a missão do projeto. Na competição, o CanSat era arremessado a aproximadamente 30 metros de altura por uma plataforma, desenvolvida pela organização. Durante todo o trajeto, o CanSat usava alguns sensores para medir a pressão atmosférica, aceleração, velocidade angular e campo magnético, permitindo que a equipe identificasse a trajetória e a hora certa de acionar o paraquedas para conseguir um pouso suave. </p>
<p dir="auto" style="text-align: justify">O acadêmico, Matheus Venturini, acredita que o principal diferencial desde o início do projeto foi a metodologia aplicada. "Realizamos o projeto na base de Engenharia de Sistemas, analisando os requisitos mínimos da competição e como atingi-los. Estudamos diversos casos e identificamos o melhor, o que pode ser visto como uma maneira mais barata, fácil de construir e de operar", explica. </p>
<p dir="auto">O evento é anual, e esta foi a segunda edição, mas é a primeira vez que uma equipe da UFSM, e uma equipe gaúcha, participa. Para Lorenzzo, é importante a participação em eventos como esse: "eu vejo essa vitória como um convite a futuras equipes de competição do Centro de Tecnologia, da UFSM a criarem projetos cada vez melhores na área."</p>
<p dir="auto" style="text-align: justify">Além da experiência adquirida, a equipe ganhou medalhas, troféu, e um curso de Introdução à Engenharia e Tecnologia Espacial a ser ministrado na UFSM para demais alunos de Engenharia Aeroespacial. O CubeDesign foi a primeira iniciativa da America Latina a permitir a aproximação da comunidade com o desenvolvimento de pequenos satélites em um ambiente de competição. Possui categorias destinada a alunos de ensino básico, médio, graduação e pós-graduação. Acesse a página do <a href="http://www.inpe.br/cubedesign/2019/">evento</a> para mais informações. </p>
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<ul class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped" data-amp-lightbox="true"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/08/cubesat01-1-1024x768.jpg" alt="" data-id="2802" data-link="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/08/23/equipe-da-ufsm-conquista-1-lugar-em-competicao-de-nanossatelites/cubesat01-2/" class="wp-image-2802" /><figcaption>Alunos planejando e desenvolvendo o projeto na UFSM</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/08/cubesat02-1-768x1024.jpeg" alt="" data-id="2803" data-link="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/08/23/equipe-da-ufsm-conquista-1-lugar-em-competicao-de-nanossatelites/cubesat02-2/" class="wp-image-2803" /><figcaption>Alunos trabalhando para fazer a demonstração do projeto</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/08/cubesat03-1-1024x768.jpg" alt="" data-id="2804" data-link="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/08/23/equipe-da-ufsm-conquista-1-lugar-em-competicao-de-nanossatelites/cubesat03-2/" class="wp-image-2804" /><figcaption>Alunos fazendo a apresentação do trabalho durante o evento</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/08/cubesat04-1.jpg" alt="" data-id="2805" data-link="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/08/23/equipe-da-ufsm-conquista-1-lugar-em-competicao-de-nanossatelites/cubesat04-2/" class="wp-image-2805" /><figcaption>Aluno da UFSM ocupando o 1º lugar no pódio de premiação</figcaption></figure></li></ul>
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<p><sub><em>Texto por Jéssica Medeiros, acadêmica de Jornalismo – </em><em>Divulgação Institucional do CT/UFSM.</em></sub></p>
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