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				<title>UFSM/FW participa de discussão sobre sustentabilidade e crise ecológica em congressos de sociologia rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/24/ufsm-fw-participa-de-discussao-sobre-sustentabilidade-e-crise-ecologica-em-congressos-de-sociologia-rural</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:10:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[decrescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Engenharia Florestal representou o campus apresentando pesquisas sobre limites planetários e agricultura familiar ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Departamento de Engenharia Florestal do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) esteve presente no XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural (IRSA) e no 64º Congresso da SOBER [Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural]. Os eventos ocorreram em conjunto entre 19 e 23 de julho de 2026, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre.</p><p>As atividades oportunizaram diálogo interdisciplinar entre pesquisadores de ciências rurais, economia, gestão, sociologia e áreas correlatas, a nível nacional e internacional. Na ocasião, discutiram os desafios da agricultura, alimentação e sustentabilidade no campo.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="862" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/24_07_oscar_figueiredo_foto_arquivo_pessoal2-1024x862.jpeg" alt="" />											<figcaption>Prof. Oscar Agustín Torres Figueredo durante apresentação | Imagem cedida pelo docente</figcaption>
										</figure>
		<h2>Pesquisa e extensão no enfrentamento da crise climática</h2><p>Representando a UFSM/FW, participou o docente Oscar Agustín Torres Figueredo, do Departamento de Engenharia Florestal. O professor apresentou o trabalho Limites Planetários: contribuições para o enfrentamento da crise ecológica planetária através da pesquisa e extensão universitária, desenvolvido em parceria com o pesquisador Davi Ezequiel François.</p><p>“O objetivo do trabalho foi apresentar uma breve discussão sobre a pesquisa e extensão universitária relacionando-as com os limites planetários com algumas ações de extensão tais como o projeto de extensão Feira de produtos agroecológicos na UFSM/FW”, explicou Figueiredo. O professor aproveitou a oportunidade e divulgou o projeto de pesquisa, que é realizado em parceria com a PUCRS, “<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/23/parceria-em-pesquisa-entre-a-ufsm-fw-e-a-pucrs-busca-implementar-tecnologia-de-energia-solar-no-meio-rural" target="_blank" rel="noopener">Perspectivas futuras para o nexo energia e resiliência comunitária a eventos climáticos extremos em comunidades rurais de base familiar no sul do Brasil</a>”.</p><p>Conforme esclareceu o docente da UFSM/FW, os projetos de pesquisa são uma “oportunidade de associar Ensino, Pesquisa e Extensão para contribuir com a formação de agricultores familiares e estudantes para que tenham uma visão interdisciplinar, sistêmica e interprofissional diferenciada frente aos grandes desafios da humanidade”. As pesquisas, aponta Figueiredo, são fundamentais para mitigar os efeitos do colapso socioambiental. “Perante as múltiplas crises da atualidade, é imperiosa a necessidade de decrescer por causa da geração de poluentes e degradadoras do meio ambiente, concomitantemente com o aumento de ações voltadas à preservação e regeneração ecológica para reduzir a entropia”, conclui.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Nós queremos trabalhar, mas a chuva não nos deixa”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/29/nos-queremos-trabalhar-mas-a-chuva-nao-nos-deixa</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:08:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Arroio Grande]]></category>
		<category><![CDATA[catástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[sucessão no campo]]></category>

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						<description><![CDATA[Eventos climáticos extremos, falta de infraestrutura e dificuldades de acesso a políticas públicas aprofundam a vulnerabilidade da agricultura familiar
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9654-1024x683.jpg" alt="Foto vertical colorida de Jussane e o marido, Júlio, em frente ao galpão da propriedade em que moram, ao lado do cão da família, um border collie com pelagem preta e branca. O casal sorri e veste roupas informais e curtas. Atrás deles, do lado esquerdo, um carro branco, e do lado direito, uma porteira feita de tábuas de madeira." />											<figcaption>Jussane Turri e o marido, Júlio, enfrentam os desafios do trabalho no campo, agravados pelos impactos climáticos e pela precariedade no acesso à propriedade.
</figcaption>
										</figure>
		<p>Era madrugada de 30 de abril de 2024 quando a agricultora Jussane Turri, de 46 anos, percebeu que aquela não era uma chuva comum. O barulho da água, mais forte e contínuo do que o habitual, anunciava o que viria nas horas seguintes. O rio que passa próximo a sua propriedade, no Distrito de Arroio Grande, no interior de Santa Maria, começou a subir rapidamente. Entre a noite do dia 29 e a madrugada do dia 30, cerca de 600 milímetros de chuva caíram sobre a região, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</p><p>Tamanha foi a força da água que destruiu a ponte que liga a propriedade de Jussane ao bairro Camobi, isolando completamente a família. Sem acesso por estrada, eles permaneceram por cinco dias ilhados. “Das cinco pontes aqui da estrada Arroio Lobato, quatro foram levadas. A gente ficou sem acesso. Não tinha ponte nem para sair para a direita, nem para a esquerda", relembra a agricultora.  </p><p>Todas as semanas, desde 2017, a família Turri sai, ainda de madrugada, da sua propriedade rumo ao campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). No carro, levam os produtos preparados na pequena agroindústria de Arroio Grande e vendidos na banca Boutique da Colônia, presença constante na PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão da universidade, onde comercializam os alimentos produzidos na propriedade.</p><p>Com as <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ufsm.br/2025/05/29/catastrofe-climatica">enchentes de 2024</a>, a rotina de trabalho da família foi interrompida. Segundo Jussane, no mês de maio daquele ano, a família conseguiu participar apenas de cinco feiras, quando o habitual seriam cerca de 20 ao longo do mês. O impacto financeiro foi imediato. “Dá para se dizer que deu R$ 80 mil a 100 mil [de prejuízo]”, afirma. </p><p>Durante o Natal de 2025, quando ainda tentava se recuperar das perdas financeiras do ano anterior, a família insistiu em se reunir para celebrar as festas de fim de ano. Da cozinha, o cheiro do frango assado já se espalhava pela casa quando a chuva começou. Naquela noite, caíram 130 milímetros, de acordo com dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “A gente estava com visitas aqui em casa e de repente se armou [a tempestade]. Veio aquela chuvarada do nada e entrou água na nossa casa de novo”, relata Jussane. Sem condições de circulação, familiares que passavam a data com eles precisaram deixar os carros e sair a pé pela propriedade, atravessando áreas de mata até encontrar um ponto onde pudessem seguir viagem.</p><p>Segundo nota enviada pela Prefeitura de Santa Maria à Agência de No´tícias da UFSM, há diversos projetos em andamento no Distrito de Arroio Grande, que incluem construção de pontes, contenção de margens de arroios, serviços de desassoreamento de arroios e sangas, além da manutenção de vias de solo exposto. Na Estrada de Arroio Lobato, foram construídas recentemente quatro passagens molhadas, com investimento aproximado de R$ 500 mil, por meio de recursos da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e do município. </p><p>Os eventos climáticos extremos vividos pela família Turri, deixaram de ser casos isolados há um bom tempo. Conforme o professor do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural Gustavo Pinto, as mudanças climáticas vêm afetando diretamente a capacidade produtiva da agricultura familiar, tanto do ponto de vista material quanto social. “As secas têm representado uma ameaça periódica e atingem muito mais pessoas. Já a enchente assusta, porque é mais localizada, mas também causa perdas severas”, explica. </p><p>De acordo com o pesquisador, os eventos extremos comprometem não apenas a produção, mas toda a lógica de funcionamento dessas propriedades. “Há um efeito físico, que é a perda de produção, a impossibilidade de uso da terra. Mas também há um efeito mais subjetivo, que é uma desconfiança em relação ao futuro. O agricultor já começa um ciclo pensando que pode não dar certo”, contextualiza.</p><p>No Rio Grande do Sul, o histórico recente mostra a intensificação dos extremos climáticos. Entre os anos de 2020 e 2023, o estado enfrentou períodos prolongados de estiagem, associados ao fenômeno La Niña – caracterizado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico –, que costuma reduzir as chuvas no Sul do Brasil, provocando prejuízos significativos. Na sequência, entre junho de 2023 e junho de 2024, o cenário se inverteu, 929 eventos de precipitação extrema foram registrados, sendo cerca de 70% concentrados em 2024, o que também comprometeu o cultivo e a colheita.</p><p>Os meses de abril e maio de 2024 consolidaram esse quadro ao registrarem os maiores volumes de chuva da história do estado, com acumulados muito acima das médias em grande parte dos municípios. O resultado foi a pior catástrofe meteorológica já registrada no Rio Grande do Sul e uma das mais severas do país. De acordo com o Sistema de Levantamento de Perdas (Sisperdas) da Emater/Ascar, 206.604 propriedades rurais foram atingidas, direta ou indiretamente pela catástrofe.</p><p>Esse cenário de extremos sucessivos impacta de forma desigual os diferentes modelos de produção agrícola. No caso da agricultura familiar, os efeitos tendem a ser mais imediatos e profundos. “Quando a gente fala de cadeias curtas, como é o caso de quem vende direto na feira, qualquer interrupção já significa perda de renda”, explica Gustavo Pinto. “Se uma ponte cai, por exemplo, esse agricultor não consegue sair para vender. E, diferente de grandes produtores, ele não tem margem de tempo nem escala para absorver esse impacto”, complementa. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-2-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida horizontal de Jussane caminhando sobre passagem molhada construída após enchentes. A agricultura está de costas e andando em direção a propriedade em que mora. Atrás dela, o cachorro border collie. A estrutura retangular e cimentada tem como base uma rede de grandes dutos redondos. O arroio está com pouca água." />											<figcaption>A agricultora Jussane caminha sobre a ponte temporária construída pela prefeitura na estrada Arroio Lobato.</figcaption>
										</figure>
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Credito-rural-ignora-nova-realidade-climatica-1024x576.jpg" alt="Gráfico colorido horizontal da distribuição do recurso do Plano Safra. Ao centro, um gráfico pizza, com destaque para 47% em verde, que sinaliza o valor para criação de bovinos e para plantação de soja; em vermelho 13,9% valor da agricultura familiar. Do lado direito, a figura de um agricultura em uma hora. E do lado esquerdo, um boi. No canto direito inferior, as marcas da Coordenadoria de Comunicação e da Agência de Notícias" />													
		<h3><b>Crédito rural ignora nova realidade climática</b></h3>
<p>A especialista Melissa Volpato Curi, advogada e pesquisadora da área socioambiental, com atuação no Ministério dos Povos Indígenas, afirma que o país estruturou, ao longo de décadas, um modelo de desenvolvimento rural voltado prioritariamente à produtividade e à expansão do agronegócio, deixando os pequenos produtores à margem das políticas de incentivo. “O crédito rural foi historicamente concebido para estimular a produção, e não para lidar com os riscos climáticos crescentes”, explica.</p>
<p>No Brasil, os principais instrumentos de apoio financeiro à agricultura familiar estão concentrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que reúne diferentes linhas de crédito voltadas ao custeio, investimento e comercialização da produção. Em 30 anos, a pecuária bovina e os campos de soja consumiram 47% dos recursos do programa, o equivalente a R$ 240,5 bilhões. O levantamento foi feito pelo site <a href="https://ojoioeotrigo.com.br/2026/04/30-anos-pronaf-boi-e-soja-consumiram-47-recursos/" target="_blank">O Joio e o Trigo</a>, a partir dos microdados disponíveis no site do Banco Central (Bacen) em fevereiro de 2026. Já a agricultura familiar recebeu, no mesmo período, o equivalente, a 13,9%. Com taxas de juros subsidiadas que variam entre 0,5% e 8% ao ano, o programa busca facilitar o acesso de pequenos produtores a recursos para manutenção e ampliação das atividades.</p>
<p>Porém, Jussane relata que, após os prejuízos causados pelas enchentes, tentou acessar linhas de financiamento, mas não conseguiu avançar por conta das exigências burocráticas. “Se tu tá com o nome negativado, tu não consegue. Só que, se tu tá pedindo crédito, é porque tu tá precisando”, conta. Sem o apoio do governo, a agricultora precisou recorrer a empréstimos pessoais para poder quitar suas dívidas. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9479-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida horizontal de ovos iluminados pelo equipamento chamado ovoscópio, enquanto uma mão seleciona unidades durante a inspeção de qualidade na agroindústria familiar." />											<figcaption>Ovos produzidos na propriedade passam por inspeção no ovoscópio, equipamento utilizado para identificar alterações e garantir a qualidade antes da venda.</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9468-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida horizontal de trabalhador organizando bandejas de ovos em câmara refrigerada da propriedade, etapa de armazenamento e preparo para comercialização." />											<figcaption>Trabalhador da agroindústria no distrito de Arroio Grande seleciona unidades que já foram inspecionadas por equipamento</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Quem vai ficar no campo?</strong></h3><p>Visitamos a propriedade de Jussane numa atarefada tarde de 6 de abril. Nós a encontramos em um contêiner usado para limpeza e embalo dos ovos produzidos no sistema de <a href="https://www.ufsm.br/2023/02/01/projeto-de-criacao-de-galinhas-livres-de-gaiolas-conta-com-uma-nova-casa-do-ovo">galinhas livres de gaiolas</a>. Enquanto trabalhava, a agricultora explicou o processo: após a coleta, os ovos são limpos manualmente, com um pano, para retirar resíduos de sujeira, e depois passam pelo ovoscópio - equipamento que, por meio de uma luz amarelada intensa, permite identificar se há alterações, como ovos impróprios para consumo. Depois de nos mostrar a propriedade, cercada por morros com grandes árvores, a agricultora nos conduziu até a frente de um dos galpões da família, onde, entre uma tarefa e outra, começou a contar sua história. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Nascida em Rodeio Bonito, no noroeste gaúcho, Jussane é filha de pequenos produtores rurais e cresceu acompanhando de perto a rotina da produção familiar no campo. Anos depois, já em Santa Maria, para onde se mudou ainda jovem, construiu sua própria trajetória ao lado do marido, Júlio Turri. Juntos, os dois adquiriram a propriedade onde vivem até hoje. “Aqui a gente começou com um tambo de leite. Como lá os meus pais já tinham essa atividade, nós quisemos manter o que eles faziam”, lembra. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Aos poucos, a produção foi se estruturando e ganhando escala. “A gente chegou a tirar leite de 105 vacas aqui na propriedade. Foi uma época bem promissora”, conta. Com o passar dos anos, a família diversificou as atividades e investiu na agroindústria e na produção de ovos, agregando valor à produção. O leite e outros insumos começaram a ser transformados em queijos, iogurtes e uma variedade de alimentos vendidos diretamente ao consumidor. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Assim como seguiu os passos dos pais na agricultura, Jussane imaginava que o filho daria continuidade ao trabalho da família. Entretanto, essa não será a realidade. “Eu não vou ter sucessão aqui”, relata, ao revelar que o filho não pretende permanecer no campo. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Segundo o professor da UFSM, José Marcos Froehlich, a saída de jovens da agricultura familiar continua significativa e já compromete a produção social dessas propriedades. “Não é mais um problema somente de renda, é um fenômeno multidimensional”, afirma. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">De acordo com o pesquisador, fatores como a dificuldade de acesso a políticas públicas, a precariedade da infraestrutura, como estradas e mobilidade influenciam diretamente essa decisão. Para compreender melhor esse cenário, Froehlich desenvolve um estudo em parceria com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag-RS) e a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), que busca investigar como jovens rurais do Rio Grande do Sul estão lidando com essas transformações. A pesquisa, inicialmente focada na região central do estado, pretende identificar se as políticas existentes atendem às demandas dessa população ou se há falhas no acesso, além de analisar de que forma as mudanças climáticas têm impactado a decisão de permanecer ou ficar no campo.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No dia seguinte à visita da reportagem à propriedade de Jussane, em 7 de abril, uma terça-feira, a agricultora ficou impossibilitada de participar da PoliFeira do Agricultor, realizada na Avenida Roraima, após o alagamento da ponte molhada que dá acesso à estrada. Naquele dia, Santa Maria registrou 88 milímetros de chuva provocados por um ciclone extratropical, segundo dados do Inmet. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Texto: João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Fotos: Jessica Mocelin, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Arte Gráfica: Daniel Michelon De Carli, designer </i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Edição: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PoliFeira do Agricultor abre ponto temporário de vendas no Colégio Politécnico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/31/polifeira-do-agricultor-abre-ponto-temporario-de-vendas-no-colegio-politecnico</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:08:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72343</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa busca ampliar o acesso da comunidade acadêmica a alimentos da agricultura familiar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão do Colégio Politécnico da UFSM, iniciou no dia 10 de março a comercialização temporária de produtos em um ponto físico dentro do próprio colégio. A iniciativa, coordenada pela equipe do projeto, busca ampliar o acesso da comunidade acadêmica a alimentos provenientes da agricultura familiar e livres de agrotóxicos, já que os produtos vendidos na feira passam por análises regulares no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM, garantindo maior segurança e qualidade aos consumidores.

[caption id="attachment_72345" align="alignright" width="631"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Polifeira1.jpg"><img class=" wp-image-72345" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Polifeira1-1024x768.jpg" alt="A foto mostra uma edificação rústica (semelhante a um galpão) com base de tijolos e telhado de placas de metal. Na fachada, estão afixados cartazes que anunciam os produtos vendidos pela PoliFeira." width="631" height="473" /></a> O ponto de vendas temporário da PoliFeira localiza-se no espaço da antiga lancheria do Colégio Politécnico (foto: João Victor Souza)[/caption]

De acordo com Cristiano Dotto, coordenador da PoliFeira, a experiência também serve como um teste para que no futuro se almeje um ponto fixo permanente de vendas para o projeto. Segundo a agricultora familiar Miraci Sippert Schú, do município de Agudo, o novo ponto de comercialização dentro do colégio tem representado uma oportunidade adicional de venda para os feirantes. Ela conta que tem reposto os produtos duas vezes por semana, sempre trazendo mercadorias novas para manter a oferta de alimentos frescos aos consumidores que circulam pelo campus.

Para a produtora, a iniciativa também contribui para ampliar as oportunidades de comercialização da agricultura familiar. “Esse espaço dentro do Politécnico nos dá a oportunidade de fazer uma feira a mais na semana”, afirma. De acordo com ela, a presença de um ponto de vendas temporário facilita o contato com novos consumidores e fortalece a relação entre os agricultores e a comunidade acadêmica.

O ponto de comercialização localiza-se no espaço da antiga lancheria do Colégio Politécnico da UFSM. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

As feiras da PoliFeira seguem ocorrendo semanalmente nos seguintes locais:

• Terça-feira, das 7h às 12h30min – Avenida Roraima (entre a Faixa Nova e a Faixa Velha de Camobi)

• Quarta-feira, das 7h às 13h30min – Prédio 26A do campus (próximo ao estacionamento do Hospital Universitário)

• Quinta-feira, das 12h às 18h – Largo do Planetário

• Domingo – Largo do Planetário

<b>Critérios para participar como feirante permanente</b>

Para os agricultores interessados em integrar o grupo de feirantes permanentes, existem alguns critérios de seleção. Os agricultores devem estar comprometidos com práticas sustentáveis, produção própria e com interesse em participar ativamente das ações de ensino, pesquisa e extensão vinculadas ao projeto. Os demais critérios são os seguintes:

• Ser agricultor familiar de Santa Maria ou da região;

• Produzir aquilo que pretende comercializar (com possibilidade de complementação local ou regional);

• Visitar a feira ou participar de uma reunião coletiva para conhecer o funcionamento;

• Receber visita técnica na propriedade;

• Preencher a ficha de inscrição e assinar termo de compromisso com as regras da feira;

• Obter licença de feirante (no caso de feiras fora do campus).

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo WhatsApp do projeto: (55) 9.9221-0697. Novidades, bastidores e ações especiais da PoliFeira estão disponíveis em seu perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/polifeira" target="_blank" rel="noopener">@polifeira</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da PoliFeira do Agricultor</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM lidera o Ensaio Brasileiro de Dália de Corte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/18/equipe-phenoglad-da-ufsm-lidera-o-ensaio-brasileiro-de-dalia-de-corte</link>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:22:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dália de corte]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>

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						<description><![CDATA[Flor em alto no mercado internacional ainda é pouco conhecida e consumida no país]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature"><img class="wp-image-72002 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/IMG-20260130-WA0065.jpg" alt="Card de divulgação do Ensaio Brasileiro Dalia de Corte. Em destaque, uma mapa da divisão política do Brasil, com indicação das universidades participantes com setas que relacionam com os estados pertencentes. A imagem traz ainda duas fotos de flores, uma amarela com muitas pétalas, e a outra alaranjada e amarela, com com muitoas pétalas e aberta. " width="494" height="414" />A floricultura apresenta um crescimento médio de 10% ao ano desde 2017. E a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio Equipe PhenoGlad e do Projeto Flores para Todos, desempenham um papel importante neste crescimento e na geração de renda com as flores para pequenos agricultores familiares no Brasil.</div>
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature"> </div>
<div>O Ensaio Brasileiro de Dália de Corte é uma rede nacional de colaboração das Equipes PhenoGlad por meio da Brazilian Flower Network durante a 17ª fase do Projeto Flores para Todos. O certame de pesquisa é liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM e acontece em 23 locais de 12 estados brasileiros nas 5 Regiões. Participam da rede produtores, extensionistas, estudantes de graduação e de pós-graduação, professores e pesquisadores das universidades brasileiras que mais realizam pesquisa com flores.</div>
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Projeto Flores para Todos e professor da UFSM, o Ensaio se trata de uma deliberação do 2º Simpósio Nacional PhenoGlad, realizado em maio de 2025 em Rio do Sul (SC). A iniciativa tem o objetivo de capacitar as equipes no manejo profissional e sustentável de dália de corte e gerar dados de campo para estudar a interação Genótipo x Ambiente x Produtor x Manejo da flor. O professor acrescenta que os objetivos são fundamentais para alavancar a produção de dálias de corte no país, uma flor em alta no mercado internacional, mas ainda pouco conhecida, divulgada e consumida no Brasil.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Municípios da região central do RS podem receber a Caminhada Internacional na Natureza em 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/10/municipios-da-regiao-central-do-rs-podem-receber-a-caminhada-internacional-na-natureza-em-2026</link>
				<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 18:48:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Os municípios podem se inscrever até o dia 10 de março, desde que atendam aos requisitos do edital]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e a Emater/RS-Ascar (regional Santa Maria) publicaram o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/Edital-Publico-n.-01_2026-Caminhada-Internacional-na-Natureza-na-Regiao-Central.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital Nº 01/2026</a>, para inscrições de municípios interessados em sediar a Caminhada Internacional na Natureza na região central do Rio Grande do Sul no ano de 2026. As inscrições estarão abertas desta terça-feira (10) até o dia 10 de março e devem ser realizadas exclusivamente pelas prefeituras municipais da região central do estado, no âmbito da área administrativa da Emater/RS-Ascar (regional Santa Maria) e geoparques da região central, por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpEj6I6HvRXF00k3hY_2WyI5xUglkDCBXYylgGjGrXUb8qsQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário oficial</a> disponibilizado pela coordenação regional. A lista dos municípios de abrangência está disponível <a href="https://www.emater.tche.br/site/regionais/santa-maria.php#void" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.

<b>Fortalecimento do turismo rural e da extensão</b>

O edital tem como objetivo organizar, fortalecer e garantir a boa condução da Caminhada Internacional na Natureza na região central do RS, definindo normas, critérios de seleção e responsabilidades das entidades envolvidas.

A iniciativa integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater), no eixo 6 (de fomento ao turismo rural), consolidando-se como uma ação estratégica de desenvolvimento territorial sustentável, valorização da agricultura familiar e dinamização econômica das comunidades rurais.

Nos últimos anos, a caminhada tem mobilizado milhares de participantes, fortalecendo circuitos curtos de comercialização, promovendo feiras locais e gerando renda para agricultores familiares, agroindústrias, artesãos e comunidades quilombolas da região.

<b>Critérios e prioridades</b>

Conforme o edital, terão prioridade na escolha das datas os municípios que nunca realizaram a caminhada, seguidos daqueles que não conseguiram realizar o evento por adversidades, e posteriormente, dos que já participaram em edições anteriores. Cada município poderá sediar apenas uma caminhada oficial por ano, e será permitida somente uma caminhada por mês dentro da área regional, no período de abril a novembro.

As datas disponíveis para 2026 contemplam os meses de abril a novembro, com opções específicas de sábados e domingos previamente estabelecidos no calendário oficial. A inclusão definitiva no calendário dependerá do cumprimento integral das regras do edital e da contemplação no edital de extensão, da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, no respectivo ano.

<b>Responsabilidades compartilhadas</b>

O modelo de governança da caminhada envolve responsabilidades específicas para cada parceiro:

• <b>Municípios:</b> garantir ambulância e equipe de saúde, transporte quando necessário, profissional de educação física, carros de apoio, sinalização, credenciamento e infraestrutura básica do evento.

• <b>Emater-RS/Ascar:</b> definir o trajeto oficial, organizar a feira local, realizar pré-teste técnico do percurso e apoiar o cadastro no sistema Ecobooking.

• <b>UFSM:</b> coordenar a comunicação oficial, produzir materiais institucionais, organizar inscrições e apoiar o transporte da comunidade universitária conforme disponibilidade.

• <b>Comunidade local:</b> organizar café, almoço e feira de produtos regionais, fortalecendo a economia local.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail caminhadas.ufsm@ufsm.br. Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto (<a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/" target="_blank" rel="noopener">@caminhadasufsm</a>) ou a comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU" target="_blank" rel="noopener">WhatsApp</a>.

<i>Texto: projeto Caminhadas Internacionais na Natureza</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Família Bisolo transforma tradição em agroindústria de sucesso</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/10/27/familia-bisolo-transforma-tradicao-em-agroindustria-de-sucesso</link>
				<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 02:36:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=1137</guid>
						<description><![CDATA[Alunos da UFSM-FW conheceram o dia a dia da produção familiar e os desafios do setor. Texto: Caroline Schepp / Foto: Franchesco de Oliveira O aroma de embutidos defumados preenchem o ambiente da agroindústria da família Bisolo, no interior de Frederico Westphalen. O que hoje é uma estrutura moderna, reconhecida pelo Serviço de Inspeção Estadual [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Alunos da UFSM-FW conheceram o dia a dia da produção familiar e os desafios do setor.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto</strong>: Caroline Schepp / <strong>Foto</strong>: Franchesco de Oliveira</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><br />O aroma de embutidos defumados preenchem o ambiente da agroindústria da família Bisolo, no interior de Frederico Westphalen. O que hoje é uma estrutura moderna, reconhecida pelo Serviço de Inspeção Estadual (CISPOA), começou de forma simples, com vendas “de porta em porta” e muita força de vontade.</p>
<p>Na última terça-feira (21), os alunos da disciplina de Agricultura Familiar, do curso de Agronomia da UFSM-FW, acompanharam de perto essa trajetória. A visita técnica, conduzida pelo professor Fernando Panno, teve como objetivo aproximar os estudantes das realidades e desafios enfrentados por famílias empreendedoras do meio rural.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1138 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-28-at-23.21.11-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p>A história da propriedade, localizada no Distrito de São João do Porto, teve início em 1998, quando André Bisolo decidiu investir na pequena área que havia pertencido ao avô. No começo, a família cultivava soja e milho, mas logo percebeu a oportunidade de comercializar produtos de origem suína com os moradores da comunidade. “Era tudo no boca a boca, de moto mesmo”, relembrou André. Até 2004, o abate semanal chegava a 30 animais, e o comércio se consolidava pela confiança dos clientes.</p>
<p>Em 2006, a agroindústria foi registrada no Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e, após novas adequações, passou a operar sob o CISPOA, que permite a comercialização em todo o estado. Desde 2016, a estrutura atual abriga uma produção que industrializa de 12 a 15 toneladas por mês, com 27 produtos aprovados e quatro novos em processo de registro.</p>
<p>Hoje, a Embutidos Bisolo é uma agroindústria essencialmente familiar. Cinco integrantes da família atuam diretamente na produção, além de dois funcionários. Recentemente, eles lançaram uma nova marca, “Nostra Família”, com foco em produtos tradicionais e memórias afetivas, como a “carne na lata”. A família também investe em tecnologia, com equipamentos importados que aumentam a produtividade e reduzem a dependência de mão de obra, um dos principais desafios do setor.</p>
<p>Os produtos são vendidos em feiras, mercados locais, loja virtual e redes sociais, com alcance em todo o Brasil. “Tudo o que ganhamos nas feiras é reinvestido aqui dentro”, destacou a esposa Andrieli Bisolo, que vê no trabalho coletivo da família a base para o crescimento sustentável do negócio.</p>
<p>A visita proporcionou aos estudantes uma imersão na realidade de quem vive a agricultura familiar no dia a dia, um espaço onde tradição e inovação se encontram.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM é jurada em concurso de produtos da agricultura familiar na Expointer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/03/professora-da-ufsm-e-jurada-em-concurso-de-produtos-da-agricultura-familiar-na-expointer</link>
				<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 04:09:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70377</guid>
						<description><![CDATA[A docente Neila Richards está atuando como avaliadora nas categorias de queijo colonial e doce de leite]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_70378" align="alignright" width="607"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Concurso-EMATER-queijo-01-09-2025-1.jpeg"><img class=" wp-image-70378" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Concurso-EMATER-queijo-01-09-2025-1-300x169.jpeg" alt="" width="607" height="342" /></a> Sentadas à mesa, as juradas Amanda de Souza da Motta, Neila Richards, Saionara Araujo Wagner, Tatiana Vieira e Larissa Bueno Ambrosini (da esq. para a dir.) experimentam queijos[/caption]

Considerada uma das maiores vitrines da agricultura brasileira, a 48ª Expointer começou no último sábado (30) e segue até o próximo domingo (7) no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Uma das principais atrações para quem visita a feira é o Pavilhão da Agricultura Familiar, que neste ano reúne o <a href="https://www.expointer.rs.gov.br/expointer-deste-ano-comeca-a-se-consolidar-como-a-edicao-dos-recordes" target="_blank" rel="noopener">número recorde de 456 empreendimentos</a>. Para avaliar os melhores alimentos à venda no local, está acontecendo o 13º Concurso de Produtos da Agroindústria Familiar. A professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, está atuando como uma das avaliadoras do concurso, nas categorias de queijo colonial e doce de leite.

Ao lado dela, também atuam como juradas as professoras Amanda de Souza da Motta, Saionara Araujo Wagner e Tatiana Vieira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e a pesquisadora Larissa Bueno Ambrosini, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DPPA), órgão da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação.

Além de queijo e doce de leite, o concurso conta com várias outras categorias: suco de uva tinto integral; vinho de mesa seco (nas categorias bordô, branco e outras uvas); vinhos finos tinto e branco; salame tipo italiano; linguiça de carne suína defumada; cachaça prata; cachaças envelhecidas em barril de carvalho e em barril de amburana; licor de cachaça; mel; melado líquido.

Segundo a professora Neila Richards, iniciativas como essa reforçam a importância da qualificação e reconhecimento dos produtos coloniais no cenário nacional, alinhando tradição, inovação e sustentabilidade. A divulgação das agroindústrias vencedoras em cada categoria (bem como das classificadas em 2º e 3º lugares) está prevista para esta quinta-feira (4).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chamada pública vai ampliar aquisição de alimentos da agricultura familiar para o HUSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/11/chamada-publica-vai-ampliar-aquisicao-de-alimentos-da-agricultura-familiar-para-o-husm</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 13:23:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Ebserh]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70087</guid>
						<description><![CDATA[Hospital vai adquirir mais de 55 toneladas de alimentos para as refeições]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70088" align="alignright" width="538"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/foto-2-1.jpeg"><img class="wp-image-70088" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/foto-2-1.jpeg" alt="foto colorida horizontal com pessoas de costas sentadas em um auditório com um telão à frente" width="538" height="403" /></a> Representantes de cooperativas participaram do ato[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Foi lançada na sexta-feira (8) a segunda chamada pública para aquisição de alimentos provenientes da agricultura familiar para o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). A chamada pública faz parte do Acordo de Cooperação Técnica celebrado entre o HUSM-UFSM, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ampliação da iniciativa reforça o compromisso das instituições envolvidas com a segurança alimentar e valoriza os produtores da agricultura familiar como fornecedores estratégicos para o sistema público de saúde. No ano passado, foram adquiridas frutas, verduras e legumes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta nova chamada serão incluído grãos, laticínios, massas e outros alimentos para a produção das refeições do Hospital Universitário. Com esses produtos, o HUSM receberá mais de 55 toneladas de novos alimentos da agricultura familiar, alcançando o valor de R$ 1.071.831,16.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">HUSM é o primeiro Hospital Universitário a realizar esse acordo </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A aquisição de alimentos provenientes da agricultura familiar realizada pelo HUSM marcou o início dessa relação junto às cooperativas e a Conab. Segundo o superintendente do Hospital Universitário, Humberto Palma, 38% dos produtos consumidos no hospital são provenientes da agricultura familiar, que vai para as cooperativas, e da cooperativa para o HUSM. </span></p>
[caption id="attachment_70089" align="alignleft" width="474"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/foto-1-2.jpeg"><img class="wp-image-70089" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/foto-1-2.jpeg" alt="foto colorida horizontal de sete homens lado a lado segurando cartazes da campanha na cor azul" width="474" height="355" /></a> Autoridades locais e nacionais realizaram o lançamento da chamada[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Isso dá qualidade, dá sabor à comida, ao alimento dos nossos pacientes. É importante, porque a nutrição também faz parte do cuidado da saúde, que é a função do hospital. É a função do hospital inovar também. Então, isso foi importante, é importante e será importante para o futuro do hospital, para o futuro da economia regional, porque o sistema de saúde não é só assistência, ele trabalha para a economia também", afirmou o superintendente.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Inspiração para outros hospitais universitários </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A aquisição de alimentos da agricultura familiar também influencia os demais hospitais universitários do país. Outros 44 hospitais que fazem parte da rede da Ebserh vão realizar acordos para adquirir alimentos da agricultura familiar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Todos os outros 44 hospitais universitários do governo federal vão seguir o exemplo do Hospital Universitário de Santa Maria. Então, aqui é uma experiência muito bem sucedida, com nove cooperativas, 30 tipos de alimentos”, destacou o presidente da Conab, Edegar Pretto. Ele ainda destaca que o lançamento da chamada pública é um motivo de celebração por essa relação entre agricultores, cooperativas e a Conab, na compra de alimentos e proporção de refeições com qualidade. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Foto: Pedro Pereira, jornalista<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>HUSM-UFSM vai adquirir mais de 55 toneladas de alimentos da agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/06/husm-ufsm-vai-adquirir-mais-de-55-toneladas-de-alimentos-da-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 13:11:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Ebserh]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70025</guid>
						<description><![CDATA[Parceria com a Conab, iniciada no ano passado, será ampliada com uma nova chamada pública]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>Depois das frutas, legumes e verduras frescos, chegou a hora dos grãos, laticínios, massas e outros alimentos provenientes da agricultura familiar fazerem parte do cardápio de pacientes e acompanhantes do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM-UFSM/Ebserh). A inclusão desses outros alimentos é o objetivo da nova Chamada Pública, que será lançada na próxima sexta-feira (8), às 9h, no auditório do HUSM-UFSM/Ebserh.</div>
<div> </div>
<div>A Chamada Pública para aquisição de alimentos provenientes da agricultura familiar faz parte do Acordo de Cooperação Técnica celebrado entre o HUSM-UFSM, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) em julho do ano passado e que agora será ampliado, incluindo 30 produtos, representando mais de 55 toneladas de novos alimentos da agricultura familiar, alcançando o valor de R$ 1.071.831,16.</div>
<div> </div>
<div>A nova Chamada prevê a aquisição de uma ampla variedade de produtos, incluindo arroz (convencional e orgânico), feijões (preto e carioca), farinha de milho, trigo integral, mandioca, leite (integral, desnatado e sem lactose), iogurtes, macarrão, sucos, doces de frutas, molhos e extratos de tomate, além de pescados, panificados e outros itens que compõem uma alimentação nutritiva e diversificada.</div>
<div> </div>
<div>“Com essa parceria vamos melhorar a qualidade da alimentação dos nossos pacientes, fortalecer um sistema estratégico de atenção à saúde, ensino, pesquisa e inovação e melhorar a distribuição de renda e equidade social. A parceria com a Conab, com a agricultura familiar, por meio das cooperativas, mostra a importância do Hospital Universitário para o desenvolvimento econômico da região central do Rio Grande do Sul, demonstrando que investir no sistema público de saúde reflete na melhoria da qualidade de vida das pessoas, melhora a economia, a geração de empregos, e isso também é função do nosso Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma o superintendente do HUSM-UFSM, Humberto Palma.</div>
<div> </div>
<div>A iniciativa representa um passo concreto na implementação de uma política pública que articula saúde, abastecimento e desenvolvimento rural, por meio da modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).</div>
<div>O presidente da Conab, Edegar Pretto, ressalta a importância de as instituições públicas assumirem o desafio de inovar, com políticas que geram impacto direto na qualidade da alimentação e na valorização dos produtores locais. “Com essa iniciativa, garantimos mercado para os agricultores e alimentos frescos e saudáveis ao HUSM, para o preparo de refeições a pacientes, acompanhantes, residentes e colaboradores. Esse é o conceito ampliado de saúde que queremos estimular em todo o país, unindo produção local e segurança alimentar”.</div>
<div> </div>
<div>O evento tem como foco apresentar a Chamada Pública do HUSM, reafirmar o compromisso das instituições envolvidas com a segurança alimentar e valorizar os produtores da agricultura familiar como fornecedores estratégicos para o sistema público de saúde.</div>
<div> </div>
<h3>Primeira chamada</h3>
<div>O Acordo de Cooperação Técnica, firmado em julho do ano passado, teve a primeira Chamada Pública de hortifrutigranjeiros publicada em março de 2025. Em 16 de maio foi assinado o contrato e os alimentos oriundos da agricultura familiar começaram a ser fornecidos ao HUSM.</div>
<div> </div>
<div>A primeira chamada da parceria (de hortifrutigranjeiros) prevê a entrega de cerca de 108 toneladas de frutas, legumes e verduras cultivados por agricultores familiares ao longo de 12 meses, totalizando aproximadamente 470 mil refeições servidas no Hospital durante o período. O valor é de R$ 844.635,19, com recursos descentralizados do Ministério da Educação repassados via Ebserh.</div>
<div> </div>
<h3>Rede Ebserh</h3>
<div>O HUSM-UFSM faz parte da Rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Rede Ebserh) desde dezembro de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.</div>
<div> </div>
<div><em style="color: initial">Texto: Unidade de Imprensa e Informação Estratégica 2</em></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Webinar debate inovação em máquinas e tecnologias para a agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/22/webinar-debate-inovacao-em-maquinas-e-tecnologias-para-a-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 12:08:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo GMT]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69893</guid>
						<description><![CDATA[Evento promovido pelo Grupo GTM da UFSM será realizado no dia 28 de julho, com participação gratuita e certificação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="326" data-end="704">O Grupo de Tecnologias da Mecanização (GTM), vinculado ao curso de Engenharia Agrícola da UFSM, realiza no dia 28 de julho, às 19h, o 15º Webinar Técnico – Tecnologias e Máquinas para a Agricultura Familiar. Gratuito e aberto à comunidade acadêmica e externa, o evento tem como objetivo promover a troca de conhecimentos sobre inovação e mecanização voltada a pequenas e médias propriedades rurais.</p>
<p data-start="706" data-end="904">A transmissão será online, com inscrição gratuita e emissão de certificado por meio do <a href="http://www.gtmagricola.com">site do grupo</a>.</p>
<p data-start="906" data-end="1296">O palestrante convidado é o Josué Fernando Beutler, engenheiro agrônomo e doutor em Ciência do Solo, com ênfase em Mecanização Agrícola. Beutler atua como especialista em assistência técnica na Mahindra do Brasil e possui experiência em empresas como AGCO, Valtra e Mahindra, com foco no desenvolvimento e suporte técnico de máquinas voltadas à agricultura familiar.</p>
<p data-start="1298" data-end="1569">Durante o webinar, serão discutidos os principais desafios e soluções em mecanização para a agricultura familiar, com destaque para tecnologias acessíveis, estratégias de suporte técnico e práticas sustentáveis que contribuam para o aumento da produtividade no campo.</p>
<p data-start="1571" data-end="1809">O Grupo GTM, que organiza o evento, desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de engenharia agrícola, contribuindo para a formação técnica e o desenvolvimento do setor agropecuário.</p>
<p data-start="1811" data-end="2030">Mais informações e inscrições estão disponíveis no<a href="http://gtmagricola.com/l/tecnologia-e-maquinas-para-agricultura-familiar"> site do evento.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Duas rodas de conversa da série “Dialogando com a Agricultura Familiar” ocorrem nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/13/duas-rodas-de-conversa-da-serie-dialogando-com-a-agricultura-familiar-ocorrem-nesta-semana-2</link>
				<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 20:35:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67626</guid>
						<description><![CDATA[As transmissões começam às 19h no canal Capacitação Digital Girassol UFSM, no Youtube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta semana, ocorrem duas rodas de conversa on-line da série “Dialogando com a agricultura familiar: trilhando o caminho da educação agroecológica”, as quais serão transmitidas a partir das 19h via Youtube, no canal <a href="https://www.youtube.com/c/Capacita%C3%A7%C3%A3oDigitalUFSM/streams" target="_blank" rel="noopener">Capacitação Digital Girassol UFSM</a>.

Nesta quarta-feira (13), a extensionista e pesquisadora Fernanda de Figueiredo Ferreira aborda o tema “Saúde integral com base em saberes ancestrais e decoloniais em comunidades rurais e de periferias urbanas da região sul do RS”. Logo depois, o professor Marcelo Vaz, da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), vai falar sobre “Pedagogia camponesa agroecológica na promoção da saúde e da vida”.

A atividade seguinte, na quinta-feira (14), contará com uma palestra sobre “Transição do convencional ao agroecológico na produção do arroz vermelho no Vale do Apodi (RN)”, a cargo do professor Patrício Borges Maracajá, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Na mesma ocasião, os agricultores Edenir Schmengler e Ana Letícia Rodrigues vão falar sobre “Guardiões da Terra: preservando a agricultura familiar e as sementes crioulas no coração do Sítio Sementes Preciosas”.

As rodas de conversa são promovidas em conjunto pelo Centro de Ciências Rurais (CCR), Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Licenciatura em Educação do Campo (modalidade a distância) e pelo Girassol – Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais. As atividades começaram no dia 12 de setembro. Ao todo, estão previstos 24 encontros, até o início de dezembro deste ano.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos realiza dia de campo de entrega de resultados em Novo Cabrais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/13/projeto-flores-para-todos-realiza-dia-de-campo-de-entrega-de-resultados-em-novo-cabrais</link>
				<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 18:41:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento teve 82 participantes, incluindo alunos da Escola Pedro Lovato, que recebeu a atividade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_67621" align="alignright" width="596"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IMG-20241113-WA0117.jpg"><img class=" wp-image-67621" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IMG-20241113-WA0117-300x169.jpg" alt="" width="596" height="336" /></a> Alunos da escola participaram de estação técnica ministrada pelo professor Nereu Streck[/caption]

Nesta quarta-feira (13) pela manhã aconteceu mais um dia de campo de entrega de resultados da 14ª fase do Projeto Flores para Todos. Desta vez foi na Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Lovato, no município de Novo Cabrais. O evento teve 82 participantes, entre alunos de duas escolas municipais e comunidade em geral, incluindo agricultores que fazem parte do projeto. Foram realizadas quatro estações técnicas:

- Estátice: cultivo, colheita e armazenamento;

- Projeto agroecologia na Escola Pedro Lovato;

- Turismo rural e plantas bioativas.

- Arte floral com espécies do Projeto Flores para Todos.

Participaram da realização do dia de campo a Escola Pedro Lovato, Emater/RS e Prefeitura de Novo Cabrais. O professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional da Equipe PhenoGlad e do Projeto Flores para Todos, representou a UFSM e foi responsável pela estação técnica sobre arte floral.

Segundo o professor Nereu, o projeto tem ação em escolas do campo em todo o Brasil, visando fomentar a prática do cultivo e empreendedorismo com flores, para gerar renda na propriedade através de práticas pedagógicas inclusivas e que valorizam e incentivam de forma prática o jovem a permanecer no campo.

“Em uma pequena área é possível produzir e ganhar dinheiro com as flores. E nas escolas do campo o Flores para Todos encontra o ambiente propício para semear ideias inovadoras que os alunos podem levar para casa e apresentar para a família e assim contribuir para a sucessão familiar no campo”, destaca o professor. “A Escola Pedro Lovato é a 71ª escola do campo a nível de Brasil a participar do Projeto Flores para Todos, e a entrega de resultados das flores que os próprios alunos ajudaram a produzir durante sete meses é o fechamento do ciclo com sucesso”, conclui o professor.

Desde o início, em 2018, até outubro de 2024 (14ª fase), o Projeto Flores para Todos já alcançou 404 famílias rurais e 71 escolas do campo de 221 municípios em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>NEP TERRA da UFSM participa de mutirão de atendimento rural em Porto Grande, Amapá</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2024/11/12/nep-terra-da-ufsm-participa-de-mutirao-de-atendimento-rural-em-porto-grande-amapa</link>
				<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 18:51:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[amapá]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento rural]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[nep terra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=10882</guid>
						<description><![CDATA[O Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária da UFSM &#8211; NEP TERRA &#8211; esteve presente no Mutirão de Atendimento Rural Integrado, realizado em Porto Grande, no Amapá, a 112 km de Macapá. A iniciativa teve como objetivo promover a regularização fundiária e fortalecer a agricultura familiar no Projeto de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-10883 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/11/12-11-2024-3-1024x985.jpg" alt="" width="349" height="336" />O <a href="https://www.instagram.com/nep_terra/"><strong>Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária da UFSM - NEP TERRA</strong></a> - esteve presente no Mutirão de Atendimento Rural Integrado, realizado em Porto Grande, no Amapá, a 112 km de Macapá. A iniciativa teve como objetivo promover a regularização fundiária e fortalecer a agricultura familiar no Projeto de Assentamento (PA) Munguba, que abrange até 649 famílias.</p>
<p>Antes da ação, a equipe do NEP TERRA capacitou parceiros do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no uso das plataformas PGT e PGT Campo (Plataforma de Governança Territorial), ferramentas tecnológicas fundamentais para a execução eficiente das atividades em campo. Participaram do mutirão o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (RURAP).</p>
<p>Durante o mutirão, as famílias assentadas no PA Munguba puderam acessar uma série de serviços essenciais, como:</p>
<ul>
<li>Regularização de Ocupantes em Assentamentos,</li>
<li>Cadastro Nacional da Agricultura Familiar,</li>
<li>Emissão de Contrato de Concessão de Uso (CCU).<img class="wp-image-10884 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/11/12-11-202-46-1024x1007.jpg" alt="" width="369" height="363" /></li>
</ul>
<p>Valdir da Cruz Rodrigues, analista socioambiental do Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB, destacou a importância da PGT Campo no mutirão: “Estamos trabalhando em parceria com a Superintendência do Incra no Amapá. A PGT Campo é uma ferramenta prática, objetiva e eficiente. Em campo, ela funciona de maneira rápida, sem travamentos, e oferece diversas possibilidades de aplicação.”</p>
<p>A participação do NEP TERRA da UFSM foi fundamental para garantir que as famílias do campo tivessem acesso a mais direitos e melhorias na qualidade de vida, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da agricultura familiar no país.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de conversa vai abordar agricultura familiar e música regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/07/roda-de-conversa-vai-abordar-agricultura-familiar-e-musica-regional</link>
				<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 19:37:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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						<description><![CDATA[A transmissão começa às 19h no canal Capacitação Digital Girassol UFSM, no Youtube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (7), ocorre mais uma roda de conversa on-line da série “Dialogando com a agricultura familiar: trilhando o caminho da educação agroecológica”, a qual será transmitida às 19h via Youtube, no canal <a href="https://www.youtube.com/c/Capacita%C3%A7%C3%A3oDigitalUFSM" target="_blank" rel="noopener">Capacitação Digital Girassol UFSM</a>. Na ocasião, o professor Francisco Sales de Oliveira Filho, do Instituto Federal da Paraíba, vai abordar o tema “Controle agroecológico de pragas e doenças na agricultura”. Logo após, o acordeonista Fernando Ávila falará sobre o projeto <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/por-dentro-do-fole-com-fernando-avila" target="_blank" rel="noopener">Por Dentro do Fole</a>.

As rodas de conversa são promovidas em conjunto pelo Centro de Ciências Rurais (CCR), Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Licenciatura em Educação do Campo (modalidade a distância) e pelo Girassol – Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais. As atividades começaram no dia 12 de setembro. Ao todo, estão previstos 24 encontros.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de conversa vai abordar agricultura agroecológica e permacultura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/31/roda-de-conversa-vai-abordar-agricultura-agroecologica-e-permacultura</link>
				<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:43:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[A transmissão começa às 19h no canal Capacitação Digital Girassol UFSM, no Youtube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (31), ocorre mais uma roda de conversa on-line da série “Dialogando com a agricultura familiar: trilhando o caminho da educação agroecológica”, a qual será transmitida às 19h via Youtube, no canal <a href="https://www.youtube.com/watch?v=jDw17z5KUQ8" target="_blank" rel="noopener">Capacitação Digital Girassol UFSM</a>. Na ocasião, o agricultor agroecológico Maurício Kasper vai abordar o tema “Construção do conhecimento agroecológico: transformando o futuro em direção à sustentabilidade”. Logo após, a permacultora e geógrafa Greice Perske da Silva vai falar sobre a “Estação de Permacultura Jerivá: desafios e possibilidades da (re)produção sustentável da vida”.

As rodas de conversa são promovidas em conjunto pelo Centro de Ciências Rurais (CCR), Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Licenciatura em Educação do Campo (modalidade a distância) e pelo Girassol – Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais. As atividades começaram no dia 12 de setembro. Ao todo, estão previstos 24 encontros.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Duas rodas de conversa da série “Dialogando com a Agricultura Familiar” ocorrem nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/15/duas-rodas-de-conversa-da-serie-dialogando-com-a-agricultura-familiar-ocorrem-nesta-semana</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 20:38:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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						<description><![CDATA[As transmissões começam às 19h no canal Capacitação Digital Girassol UFSM, no Youtube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta semana, ocorrem duas rodas de conversa on-line da série “Dialogando com a agricultura familiar: trilhando o caminho da educação agroecológica”, as quais serão transmitidas via Youtube, no canal <a href="https://www.youtube.com/c/Capacita%C3%A7%C3%A3oDigitalUFSM" target="_blank" rel="noopener">Capacitação Digital Girassol UFSM</a>.

Nesta quarta-feira (16), o professor Enio Giotto, do Departamento de Engenharia Rural da UFSM, aborda o tema “Inovações tecnológicas na gestão e sustentabilidade da agricultura familiar”, enquanto que o psicólogo Pedro Henrique Flores Wizniewsky vai falar sobre “Psicologia e educação: principais demandas na contemporaneidade”. A atividade seguinte, na quinta-feira (17), contará com uma palestra sobre “Os desafios da assistência técnica agroecológica na atualidade”, a cargo de Caio Braga Ferreira, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) da Paraíba. Na mesma ocasião, a médica veterinária Fernanda Miranda, abordará o tema “Responsabilidade técnica e consultoria de alimentos: o que a faculdade não te conta”. Ambas as transmissões começam às 19h.

As rodas de conversa são promovidas em conjunto pelo Centro de Ciências Rurais (CCR), Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Licenciatura em Educação do Campo (modalidade a distância) e pelo Girassol – Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais. As atividades começaram no dia 12 de setembro. Ao todo, estão previstos 24 encontros, até o início de dezembro deste ano.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de conversa online discute educação agroecológica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/10/roda-de-conversa-online-discute-educacao-agroecologica</link>
				<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 17:14:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[educação agroecológica]]></category>
		<category><![CDATA[educação no campo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67167</guid>
						<description><![CDATA[Debate integra atividade de curso de 60 horas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Curso de Educação no Campus modalidade EAD da UFSM promove a oitvada roda de conversa sobre Ecucação Agroecológica nesta quinta (10) às 19h. Os convidados desta noite serão o professor Luís Fernando Zuin, da USP, e o professor Altacir Bunde, da Unipampa.</p>
<p>O professor Luís Fernando discutirá "Assistência técnica e extensão rural digital participativa: metodologias pedagógicas de aplicação". E o professor Altacir tratará do tema "Dialogando com a agricultura familiar".</p>
<p>Os encontros são realizados pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JHWWSIDe-M0 ️" data-wplink-url-error="true">Youtube</a>. Os estudantes que confirmarem a participação terão acesso a certificação de curso de 60 horas. Todas as rodas de conversas anteriores podem ser assistidas pelo canal no curso no Youtube.</p>
<p>️</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de conversa vai abordar sementes agroecológicas e mortandade de abelhas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/03/roda-de-conversa-vai-abordar-mortandade-de-abelhas-e-sementes-agroecologicas</link>
				<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 19:33:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67069</guid>
						<description><![CDATA[Os palestrantes serão os professores Renato Zanella, da UFSM, e Thiago Costa Ferreira, da UEPB]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (3), às 19h, ocorre mais uma atividade on-line da série de todas de conversa “Dialogando com a agricultura familiar: trilhando o caminho da educação agroecológica”. Haverá duas palestras: uma com o professor Thiago Costa Ferreira, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), sobre “Produção de sementes agroecológicas”, e outra com o professor Renato Zanella, do Departamento de Química da UFSM, com o tema “Desafios e soluções: enfrentando a mortandade de abelhas e os impactos dos agrotóxicos”. A atividade será transmitida via Youtube, no canal <a href="https://www.youtube.com/live/BQCmBvW3YTc" target="_blank" rel="noopener">Capacitação Digital Girassol UFSM</a>.

As rodas de conversa são promovidas em conjunto pelo Centro de Ciências Rurais (CCR), Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Licenciatura em Educação do Campo (modalidade a distância) e pelo Girassol – Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais. As atividades começaram no dia 12 de setembro. Ao todo, estão previstos 24 encontros, até o início de dezembro deste ano.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos promove capacitação para extensionistas da Emater</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/03/projeto-flores-para-todos-promove-capacitacao-para-extensionistas-da-emater</link>
				<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 18:37:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67066</guid>
						<description><![CDATA[Participaram extensionistas rurais e sociais que atuam na região de Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_67067" align="alignright" width="606"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/IMG_20241002_145813064_HDR.jpg"><img class=" wp-image-67067" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/IMG_20241002_145813064_HDR-300x223.jpg" alt="" width="606" height="451" /></a> A capacitação teve uma parte teórica, pela manhã, e uma prática, à tarde[/caption]
<p>Na quarta-feira (2), na Casa da Emater, dentro do Parque Assis Brasil, no município de Esteio, aconteceu um dia de capacitação de extensionistas da Emater-RS/Ascar sobre as boas práticas de cultivo das espécies do Projeto Flores para Todos. A capacitação foi ministrada pelo coordenador nacional da Equipe PhenoGlad e do projeto, o professor da UFSM Nereu Augusto Streck. O objetivo foi capacitar extensionistas rurais e sociais da regional da Emater em Porto Alegre de como devem ser realizadas práticas de manejo para a produção sustentável de gladíolo, estátice, girassol de corte, dália de corte e ornitogalo, espécies de flores que são cultivadas de norte a sul através do projeto. Pela manhã foi realizada a parte teórica e à tarde foi feita a prática com a colheita das flores.</p>
<p>“Foi um dia inteiro de troca de experiências com técnicos da Emater que fazem o Projeto Flores para Todos chegar nas famílias de agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, destaca o professor Nereu. “Esta capacitação estava prevista na agenda de cooperação com a Emater para fazer o fechamento da participação do Projeto Flores para Todos na Expointer 2024”, explica o professor.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de conversa sobre agricultura familiar tem início nesta quinta (12)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/12/roda-de-conversa-sobre-agricultura-familiar-tem-inicio-nesta-quinta-12</link>
				<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 14:10:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[educação agroecológica]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Girassol]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66818</guid>
						<description><![CDATA[Palestra de professor da UFRGS será transmitida pelo YouTube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-10.35.42-3.jpeg"><img class="alignright  wp-image-66819" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-10.35.42-3.jpeg" alt="" width="515" height="453" /></a>Acontece nesta quinta-feira (12) a abertura da roda de conversa Dialogando com a Agricultura Familiar - Trilhando o Caminho da Educação Agroecológica. A partir das 19h, o professor da UFRGS Jefferson Marçal da Rocha vai falar sobre "Mudanças climáticas e os desafios das práticas educativas na era do antropoceno". </div>
<div> </div>
<div>A transmissão será pelo canal do YouTube <a href="https://www.youtube.com/live/zH5GgkGPUmg" target="_blank" rel="noopener">Capacitação Digital Girassol/UFSM</a>. Participantes devem assinar presença para garantir a certificação de 60 horas. </div>
<div> </div>
<div>A roda de conversa Dialogando com a Agricultura familiar é um evento de extensão que visa contribuir na formação técnico-científica, pessoal e social. O evento visa aproximar estudantes, profissionais que atuam em propriedades de agricultura familiar e comunidade interessada nos temas, ampliando oportunidades educacionais e formativas, além de objetivar a  formulação, implementação e acompanhamento de políticas públicas e de soluções para problemas econômicos, sociais e ambientais na agricultura familiar.</div>
<div> </div>
<div>A promoção é do Girassol - Grupo de Estudos em Agroecologia, Educação no Campo e Inovações Sociais da UFSM.</div>
<div> </div>
<div>As próximas atividades do programa serão nos dias 18, 25 e 26 de setembro.</div>
<div> </div>
<div>Mais informações no <a href="https://www.instagram.com/girassol.ufsm/?igsh=azE2Mmh6NDl5OTFs" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> do Grupo Girassol.</div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCR oferece rodas de conversa sobre agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/09/ccr-oferece-rodas-de-conversa-sobre-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 15:51:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[educação do campo]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Girassol]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66752</guid>
						<description><![CDATA[Programação tem início no dia 12 deste mês e seguirá até 4 de dezembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-66760  alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-09-at-08.24.01.jpeg" alt="" width="434" height="434" />O Centro de Ciências Rurais (CCR), o Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, a licenciatura em Educação do Campo (EAD) e o Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais (Girassol) promovem a série de rodas de conversa "Dialogando com a Agricultura Familiar: Trilhando o Caminho da Educação Agroecológica".</p>
<p>As atividades serão realizadas online, nas quartas e nas quintas-feiras, das 19h às 21h30, entre 12 de setembro e 5 de dezembro deste ano.  Ao total, 24 encontros estão previstos pelo <a href="http://youtube.com/capacitacaodigitalufsm">canal do Youtube Capacitação Digital Girassol/UFSM</a>. Os participantes podem obter, ao final, atividade complementar de extensão. </p>
<p>A programação das primeiras três semanas está na imagem ao lado. </p>
<p>As inscrições para as rodas de conversa podem ser feitas pelo formulário: <a href="https://forms.gle/A38Ae2YLtDmDRNTj7" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/A38Ae2YLtDmDRNTj7&amp;source=gmail&amp;ust=1725980489446000&amp;usg=AOvVaw2zRD9pg8pgJLx59_NoZ2dQ">https://forms.gle/A38Ae2YLtDmDRNTj7</a></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rodas de conversa promovem debates sobre agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/04/24/rodas-de-conversa-promovem-debates-sobre-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 16:29:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Girassol]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65696</guid>
						<description><![CDATA[Ação visa aproximar pesquisadores, estudantes e trabalhadores da agricultura familiar para debater temas diversos ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A partir da próxima quinta-feira (25), um ciclo de debates sobre Agricultura Familiar será promovido pelo Grupo Girassol, do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural, em parceria com a PoliFeira do Agricultor, vinculada ao Colégio Politécnico da UFSM.</p>
<p>As palestras serão realizadas presencialmente no auditório do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar, no prédio 44F, sala 306, do Centro de Ciências Rurais. As atividades serão sempre nas quintas-feiras, das 13h 30min até 16h 30min. Também será possível acompanhar pelo <a href="https://www.youtube.com/capacitacaodigitalufsm">Canal do YouTube “Capacitação Digital Girassol/UFSM”. </a></p>
<p>A programação conta com doze rodas de conversa (com vinte e quatro palestras) e um questionário de avaliação do evento, oferecidas no primeiro semestre de 2024, de maneira híbrida, com certificação de 60 horas (que poderá ser validada como Atividade Complementar de Extensão). Veja a programação completa abaixo.</p>
<p>O evento é aberto ao público e para participar é necessário realizar inscrição através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfYrl8eS-stILcDv-0_LNg3e1IfFjOQBm37GfTakKilZ_I9mg/viewform">formulário. </a>Mais informações podem ser obtidas através do e-mail <a href="mailto:educacaodocampo.ufsm@ufsm.br">educacaodocampo.ufsm@ufsm.br</a>ou pelo WhatsApp 55 99221 9177.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>25/04</strong></p>
<p>Ampliação dos Mercados de Produtos de Origem Animal, para a Agricultur a Familiar, na Região Central do RS<br />Rodrigo de Oliveira Menna Barreto – Secretaria de Município de Desenvolvimento Rural de Santa Maria</p>
<p>Secagem e Armazenamento de Grãos na Agricultura Familiar<br />Eng. Agr. Me. Roblein Cristal Coelho Filho – Emater RS/ASCAR</p>
<p><strong>02/05</strong></p>
<p>Produção, Rastreabilidade e distinção dos sistemas de produção na Agricultura familiar<br />Me. Hazael Soranzo De Almeida – Técnico em Agropecuária da UFSM – Colégio Politécnico</p>
<p>Alimentos Nutraceuticos na Agricultur a Familiar<br />André Raddatz – Agricultor PoliFeira do Agricultor</p>
<p><strong>09/05</strong></p>
<p>Estação de Permacultura Jerivá: desafios e possibilidades da (re)produção sustentável da vida<br />Dra. Greice Perske da Silva Permacultora e Geógrafa</p>
<p>Projetos de Crédito Rural e Extensão Rural.<br />Dra. Katiule Pereira Morais – EMATER-RS/ASCAR</p>
<p><strong>16/05</strong></p>
<p>Ações extensionistas para inclusão social de agricultores (as) familiares<br />Cláudia Bernardini. Extensionista Rural Social – Emater/Agudo</p>
<p>Agricultura Familiar : Das conquistas do passado aos desafios do presente e as oportunidades do futuro<br />Delcimar Gonçalves Borin – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Maria</p>
<p><strong>23/05</strong></p>
<p>Ovos de Galinhas Livres Vovó Naná<br />Luiz Bier – Agricultor PoliFeira do Agricultor</p>
<p>Projeto Polifeira do Agricultor e suas vivências / experiências<br />Cristiano de Avila Dotto – Coordenador da PoliFeira UFSM</p>
<p><strong>30/05</strong></p>
<p>Guardiões de Sementes crioulas : soberania e sustentabilidade<br />Sirlei Lenice Rodrigues – Professora e agricultora Guardiã de Sementes Crioulas</p>
<p>Arte na Terra : Sinergia entre Agricultura Familiar e Artesanato<br />Renilde Cembrani Raminelli – Agricultora Artesã e Guardiã de Sementes Crioulas</p>
<p><strong>06/06</strong></p>
<p>Economia Solidária e a construção de uma sociedade baseada no trabalho e na renda na Agricultura Familiar<br />Odilon Kieling Machado – SEDUC-RS</p>
<p>Guardiões da Terra: Preservando a Agricultura Familiar e as Sementes Crioulas no Coração do Sítio Sementes Preciosas<br />Edenir Schmengler e Ana Letícia Rodrigues – Agricultores Feirão Colonial</p>
<p><strong>13/06</strong></p>
<p>A Agricultura Urbana e Periurbana na sustentabilidade ambiental e na segurança alimentar em Santa Maria<br />Juarez Felisberto – Coordenador do Programa de Extensão Hortas Comunitárias em Santa Maria: Segurança Alimentar e Economia Solidária</p>
<p>Desafios e Soluções: Enfrentando a Mortandade de Abelhas e os Impactos dos Agrotóxicos<br />Dr. Prof. Renato Zanella – UFSM</p>
<p><strong>20/06</strong></p>
<p>Pluriatividades no Campo: Experiência da “Terra Vermelha Bioprodutos”<br />Bruna Cabral – Agricultora da Feira Orgânica Ana Primavesi</p>
<p>Saúde popular comunitária e o projeto Casa do Caminho: construindo a saúde integral com base em saberes ancestrais e decoloniais em comunidades rurais e de periferias urbanas da região sul do RS<br />Dra. Fernanda de Figueiredo Ferreira</p>
<p><strong>04/07</strong></p>
<p>Educação do campo e Agroecologia: Saberes e práticas na EFASC<br />Me. Diego Limberger – Monitor da Produção Agropecuária EFASC</p>
<p>Pronaf A e outras atividades: Ação extensionista no fortalecimento da Agricultura Familiar<br />Me. Jaime Rodrigo da Silva Miranda – Professor de Extensão Rural – UFRuralRJ</p>
<p><strong>11/07</strong></p>
<p>Doces Raízes: A Doçura da Agricultura Familiar na Essência da Doceria Recanto das Araucárias<br />Kátia Paz – Agricultora Familiar</p>
<p>Responsabilidade Técnica e Consultoria de Alimentos o que a faculdade não te conta<br />Fernanda Miranda – Médica Veterinária – RT &amp; Consultoria de alimentos para agroindústrias familiares</p>
<p><strong>18/07</strong></p>
<p>Nutrindo o Futuro: A contribuição da Folitech na Agricultura Familiar<br />Victor Antocheves Sudati – Químico Responsável Técnico</p>
<p>Biotecnologia na Cadeia Alimentar do Arroz: Potencializando a Agricultura Familiar<br />Eng. Agrônoma Débora Mostardeiro Pontelli IRGA/RS</p>
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													</item>
						<item>
				<title><strong>Agricultura Familiar diante das mudanças climáticas: desafios e estratégias de adaptação</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2023/12/08/agricultura-familiar-diante-das-mudancas-climaticas-desafios-e-estrategias-de-adaptacao</link>
				<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 13:05:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Texto: Caroline Schepp Foto: Cerrado Rural A Agricultura Familiar é desenvolvida em pequenas propriedades rurais, onde o trabalho é realizado pela própria família. Cerca de 70% dos alimentos consumidos no Brasil são produzidos por agricultores familiares. A produção desses agricultores é a sua principal fonte de renda e de subsistência. Além disso, a prática da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto:</strong> Caroline Schepp</p>
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<p><strong>Foto:</strong> Cerrado Rural</p>
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<p>A Agricultura Familiar é desenvolvida em pequenas propriedades rurais, onde o trabalho é realizado pela própria família. Cerca de 70% dos alimentos consumidos no Brasil são produzidos por agricultores familiares. A produção desses agricultores é a sua principal fonte de renda e de subsistência. Além disso, a prática da agricultura familiar gera renda, emprego no campo e melhora o nível de sustentabilidade das atividades no setor agrícola, pois realiza atividades com menor impacto ambiental.</p>
<p>Neste ano, o estado do Rio Grande do Sul enfrentou eventos prejudiciais devido ao grande volume de chuvas, decorrentes da intensidade da ação do fenômeno El Niño. Este fenômeno natural é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico. Contudo, neste ano o El Niño apresentou-se mais intenso, ocasionando enchentes no estado, entre os meses de setembro e novembro. Segundo a Defesa Civil, apesar da previsão de chuvas acima da média para os próximos meses, o estado não deve sofrer com enchentes.</p>
<p>As mudanças climáticas estão impactando de forma significativa a agricultura familiar, levando a uma série de adaptações para enfrentar os desafios emergentes. Com a presença do Super El Niño no Brasil, esse impacto está sendo maior, contribuindo para o agravamento de desigualdades e das condições de segurança alimentar, pois afeta o cultivo de alimentos, atingindo regiões menos desenvolvidas economicamente.</p>
<p>O agricultor familiar Leandro Schepp, morador de Braga, cidade localizada no noroeste do estado do Rio Grande do Sul, conta que, para enfrentar os eventos extremos que vêm ocorrendo, faz uso da técnica de plantio direto e também de barreiras em solos de terrenos acidentados.</p>
<p>"Sob a ótica da conservação do solo e da água, o plantio direto traz diversos benefícios, pois reduz erosão e perda de nutrientes, evita assoreamento de rios, enriquece o solo com matéria orgânica na superfície, menor compactação do solo, menos aração e gradagem, resultando em menor uso dos tratores e menor desgaste, causando assim menos impacto ao meio ambiente", explica Lauro Rodrigues, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros.</p>
<p>Schepp, que desenvolve a atividade leiteira em sua propriedade, relata que o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) permitiu a compra de maquinário agrícola, além de investimentos em sua propriedade. Com o programa, destinado ao apoio financeiro às atividades agropecuárias, Leandro e sua família tiveram condições melhores de trabalho, produzindo com mais qualidade e promovendo desenvolvimento sustentável.</p>
<p>O Pronaf é uma iniciativa do governo brasileiro que visa promover o desenvolvimento econômico e social dos agricultores familiares. Criado em 1995, o Pronaf oferece crédito subsidiado, assistência técnica e extensão rural, bem como medidas de apoio à comercialização, buscando melhorar as condições de vida e fortalecer a produção sustentável nos pequenos estabelecimentos rurais. Destinado a agricultores familiares e empreendedores familiares rurais, o programa abrange uma variedade de atividades agropecuárias, contribuindo para a inclusão social e o desenvolvimento rural no Brasil.</p>
<p>Além do apoio de políticas públicas, o agricultor familiar conta com a Emater/RS-Ascar, que tem como objetivo auxiliar os agricultores com assistência técnica, promovendo desenvolvimento sustentável dentro da propriedade rural.</p>
<p>A professora Gizelli Moiano de Paula, formada em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria, com áreas de atuação em agrometeorologia, modelagem agrícola e estudos de séries históricas de dados meteorológicos, destaca que a comunicação e o acesso à informação climática são fundamentais para os agricultores familiares se prepararem para eventos extremos, como as chuvas acima da média deste ano.</p>
<p>Gizelli afirma que, para que essas informações cheguem ao pequeno produtor rural de forma efetiva, o rádio é um ótimo meio de comunicação, pois está presente na vida diária do agricultor. Essas orientações devem ser transmitidas de maneira didática, para que assim o produtor possa se adaptar às mudanças e variabilidades climáticas de forma efetiva.</p>
<p>Através da implementação de práticas sustentáveis, diversificação e inovação tecnológica, a agricultura familiar está se adaptando às mudanças climáticas, enfatizando a importância da educação, colaboração e resiliência para garantir a segurança alimentar e o sustento das comunidades rurais.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-982 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-08-at-09.42.35.jpeg" alt="" width="678" height="452" /></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Alunos da Pós-Graduação em Extensão Rural aprofundam conhecimentos sobre a agricultura familiar durante visita à Central de Cooperativas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/11/23/alunos-da-pos-graduacao-em-extensao-rural-aprofundam-conhecimentos-sobre-a-agricultura-familiar-durante-visita-a-central-de-cooperativas</link>
				<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 18:11:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativa]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Ontem (22), os alunos da Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM tiveram a oportunidade de enriquecer seus conhecimentos práticos ao realizar uma visita à Central de Cooperativas da Agricultura Familiar, vinculada à Disciplina de Mercados e Abastecimento Alimentar. A atividade foi coordenada pela professora Janaína Balk Brandão, que também é coordenadora do Curso de Agronomia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-9406 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/11/ppgexr-nov-2023-300x300.jpg" alt="" width="394" height="394" />Ontem (22), os alunos da Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM tiveram a oportunidade de enriquecer seus conhecimentos práticos ao realizar uma visita à Central de Cooperativas da Agricultura Familiar, vinculada à Disciplina de Mercados e Abastecimento Alimentar. A atividade foi coordenada pela professora Janaína Balk Brandão, que também é coordenadora do Curso de Agronomia da UFSM.</p>
<p>A visita proporcionou aos estudantes uma imersão no cotidiano das cooperativas que compõem a agricultura familiar, uma parte vital do cenário agrícola brasileiro. Durante a experiência, os alunos puderam observar de perto o funcionamento interno das cooperativas, entender os desafios enfrentados pelos agricultores familiares e discutir estratégias de desenvolvimento sustentável para a região.</p>
<p>A experiência adquirida pelos alunos durante a visita à Central de Cooperativas certamente contribuirá para o desenvolvimento de profissionais mais capacitados e conscientes do papel crucial da extensão rural na construção de um setor agrícola mais sustentável e inclusivo.</p>
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													</item>
						<item>
				<title><strong>Chácara Pokulat, uma sucessão de sucesso</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2023/10/17/chacara-pokulat-uma-sucessao-de-sucesso</link>
				<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 20:15:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Texto: Tainara Gonçalves Fotos: Tainara Gonçalves e Carlos Bellé (foto da turma) Na última terça-feira (10), Mauro Luiz Pokulat Filho, egresso do curso de Agronomia da UFSM/FW, recebeu os alunos da disciplina de Agricultura Familiar em sua propriedade, localizada na Linha Progresso, interior de Seberi-RS onde falou sobre sua graduação e os desafios enfrentados na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<p><strong>Texto</strong>: Tainara Gonçalves</p>
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<p><strong>Fotos</strong>: Tainara Gonçalves e Carlos Bellé (foto da turma)</p>
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<p>Na última terça-feira (10), Mauro Luiz Pokulat Filho, egresso do curso de Agronomia da UFSM/FW, recebeu os alunos da disciplina de Agricultura Familiar em sua propriedade, localizada na Linha Progresso, interior de Seberi-RS onde falou sobre sua graduação e os desafios enfrentados na chácara.</p>
<p>Em breve conversa com os alunos e o professor da disciplina, Fernando Panno, o agrônomo destaca que a chácara passou por um processo de sucessão após o falecimento de seu pai, Mauro Pokulat, em abril de 2022, quatro anos após o fim de sua graduação. Por ser novo e recém-formado, percebeu certa resistência vinda de seus ajudantes, que eram mais experientes e estavam acostumados com outra maneira de liderança. A saída encontrada por Pokulat foi ceder e aos poucos implementar suas ideias no local, que contabiliza em sua totalidade 500 hectares de terras.</p>
<p>A principal atividade exercida pela propriedade Pokulat antigamente era a criação de gado de corte. A família chegou a contabilizar 300 bovinos, que eram designados à terminação, ou seja, os animais eram criados até atingir o ponto de abate. A criação de gado foi diminuindo gradativamente, abrindo espaço para a implantação de lavouras, destinadas ao plantio de soja, milho e trigo. Levando isso em consideração, o agrônomo relata que, em um futuro não tão distante, pretende retomar as atividades voltadas à bovinocultura.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-941 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/06245964-9bfd-4fd3-a6d3-e0419c372b96.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-942 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/8ad43e5d-495a-41f7-92c2-fd2ff21df1cd.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-944 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/d6ce7110-8fd9-4646-923d-2a7db95ea3fa.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-943 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/5ab4036e-a41b-4f6e-aec4-a82af3f3089e.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-946 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/c25bcf14-fb31-4ca3-bf4e-462f689b0a38.jpg" alt="" width="1280" height="576" /></p>
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