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				<title>Professores e estudantes da UFSM lançam aplicativo que permite o registro de animais avistados no campus sede</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/26/efauna</link>
				<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 12:37:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[eFauna]]></category>
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						<description><![CDATA[Com o “eFauna UFSM”, grupo quer despertar o interesse dos acadêmicos em conhecer a fauna ajudar em pesquisas sobre a biodiversidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/foto-b-aplicativo-fauna-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Escolas de Santa Maria podem usar o aplicativo “eFauna UFSM” para ver os animais registrados de forma complementar a aulas de Ciências e Biologia
</figcaption>
										</figure>
		<p>A partir de agora, a comunidade acadêmica poderá contribuir com as pesquisas da Universidade sobre a biodiversidade em questão de segundos. Na última quinta-feira (21), ocorreu o lançamento do aplicativo “eFauna UFSM”, que busca estimular o interesse dos estudantes em conhecer a fauna por meio do registro de animais avistados n campus sede. O evento aconteceu no Jardim Botânico.</p><p> </p><p>A iniciativa tem o propósito de incentivar a criação de uma rede de voluntários para divulgar a diversidade de vertebrados que habitam os arredores da instituição com base nos princípios da ”ciência cidadã”, de uma produção de conhecimento de forma coletiva e participativa. O aplicativo está <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.lorenzo.efauna&amp;hl=pt_BR">disponível gratuitamente na Play Store</a> e pode ser instalado em celulares com sistema operacional Android a partir da versão 9 Pie.</p><p> </p><p>O projeto eFauna UFSM surgiu em maio de 2023 e foi desenvolvido pelo professor Enio Giotto, do Departamento de Engenharia Rural, e pelos acadêmicos Fabrício Ramos e Lorenzo Lengedolff, do curso de Redes de Computadores, com coordenação da professora Marilise Krügel, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. </p><p>A docente contou que o programa foi elaborado também com a ideia de ser uma ferramenta de aprendizagem que une diferentes campos do conhecimento. “Esta interface contribui para a formação do aluno, qualifica o ensino de graduação e estimula ações de compromisso e ética com o meio ambiente. São muitas as disciplinas obrigatórias nas áreas de zoologia, ecologia, biodiversidade e manejo de fauna silvestre que se conectam com o aplicativo, abrangendo os cursos de Zootecnia, Engenharia Florestal, Ciências Biológicas, Técnico em Meio Ambiente e Tecnologia em Gestão Ambiental”, explicou Marilise.</p><p> </p><p>Ao abrir o APP eFauna e acessar a aba “Conhecendo a Fauna”, é possível encontrar a listagem completa das 339 espécies de vertebrados terrestres já registrados no campus sede da UFSM. Isso, inclusive, pode ser útil para as escolas de Santa Maria usem de forma complementar às aulas de Ciências ou Biologia, como aconselha a professora. Caso o indivíduo não reconheça a espécie, o registro pode ser feito normalmente para, na sequência, ser avaliado pelos moderadores do aplicativo e devidamente identificado.</p><p> </p><p>Conhecer as espécies que dividem os mesmos ambientes que as pessoas e contribuir para os estudos na área impacta diretamente na questão da proteção e conservação ambiental, como explica a coordenadora do eFauna UFSM: “ainda existem muitas lacunas, mas sabe-se que as mudanças climáticas impactam diretamente sobre as populações de animais e plantas de diferentes formas”. A professora Marlise exemplifica: “as múltiplas interações entre animais e plantas como, por exemplo, a polinização, o controle de insetos e a dispersão de sementes, geram inúmeros benefícios ecossistêmicos. Garantir a manutenção dos serviços ecossistêmicos é valioso e imprescindível para o enfrentamento das mudanças climáticas”. </p><p> </p><p>Para entender mais, o internauta pode acessar o perfil do projeto no <a href="https://www.instagram.com/efaunaufsm/">Instagram</a>.</p><p> </p><p><i><b>Texto</b>: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Fotos</b>: Laurent Keller, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/foto-a-aplicativo-fauna-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de um grupo de pessoas reunidas em um espaço com várias árvores em volta" />											<figcaption>Aplicativo “eFauna UFSM” busca construir uma rede de voluntários para registrar animais avistados no campus sede e, assim, contribuir com pesquisas sobre a biodiversidade
</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CCSH e do CT recebem prêmio Hack in Rio pela criação de App</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/05/hack-in-rio</link>
				<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 15:25:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[hack in rio]]></category>
		<category><![CDATA[hackathon]]></category>

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						<description><![CDATA[A estudante de doutorado em Administração, Jéssica Maciel, a mestranda em Ciência da Computação, Raíssa Arantes e a graduanda em Relações Públicas, Katherine Kayser ganharam o prêmio Hack in Rio, considerado o maior Hackathon da América Latina. A equipe recebeu a premiação de 30 mil reais com a criação do app “SHERO”, aplicativo que incentiva [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-66476  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/shero-576x1024.jpg" alt="" width="363" height="645" />A estudante de doutorado em Administração, Jéssica Maciel, a mestranda em Ciência da Computação, Raíssa Arantes e a graduanda em Relações Públicas, Katherine Kayser ganharam o prêmio Hack in Rio, considerado o maior Hackathon da América Latina. A equipe recebeu a premiação de 30 mil reais com a criação do app “SHERO”, aplicativo que incentiva a inserção de meninas em cursos de tecnologia e inovação. Neste ano, o evento foi dedicado à participação de mulheres, intitulado como “Hacking.Her”. A premiação recebeu 500 inscrições de mulheres de todo país, e ocorreu de forma presencial, no Rio de Janeiro, e online.</p>
<p>Jéssica explica que durante o Hackathon foi proposto o desafio de desenvolver algo que incentivasse a maior participação de mulheres em cursos de formação em tecnologia e inovação, o prazo para criar uma solução foi de 48 horas para as participantes. “Nós sabemos que historicamente as mulheres tendem a não se inscrever tanto nos cursos de tecnologia e inovação, por exemplo, esses cursos são historicamente mais vistos como cursos masculinos. Tínhamos 48 horas para fazer uma solução, por isso pensamos em fomentar essas meninas desde cedo, assim, desenvolvemos um aplicativo que elas pudessem entender”, conta a doutoranda.</p>
<p>Segundo Katherine, o App traz uma jornada gamificada para que essas meninas se interessem em cursos de tecnologia: “A nossa solução é voltada para a formação dessas meninas, enxergamos que o problema maior estava na base do ensino, então nosso público-alvo são meninas do Ensino Fundamental e Médio. Quando ela entra no aplicativo pode escolher diversas trilhas e cada uma corresponde a uma área da tecnologia a Inovação”. Ela explica que dentro do App a menina pode caracterizar os personagens de acordo com a área do conhecimento, como por exemplo a robótica. “A nossa ideia é incentivar, em várias pequenas etapas, o desenvolvimento e aprendizado delas com os diversos materiais presentes no aplicativo. É só um protótipo, mas a ideia é inserir vários materiais, em áudio e vídeo, exercícios que ela possa ir completando e trilhando esse caminho do conhecimento”, afirma a aluna da Comunicação Social.</p>
<p>Raíssa, estudante responsável pela programação do aplicativo, conta que seu interesse no curso de Ciência da Computação aconteceu de repente, quando participou do evento “Portas abertas” da UFRGS, que apresentava o curso. As meninas, desde cedo, contam com pouco incentivo em participar dessas áreas, como explica Raíssa, a sua primeira aula de programação foi na UFSM, e na sua turma entraram com ela cerca de três meninas em uma turma de 40 pessoas. De acordo com a discente, para fomentar o interesse de meninas nessas áreas o App “traz o conhecimento de uma forma simplificada que qualquer menina consiga entender e se divertir enquanto aprende. Como uma estudante saindo do ensino médio que gostava bastante de joguinhos, isso teria me motivado a querer conhecer mais da área e seguir nela. Nosso aplicativo é moldado no perfil dessas meninas, ele é todo personalizado. E isso também ajuda a criar uma proximidade e um desejo de utilizar a criatividade”.</p>
<p>Segundo Jéssica, no momento o aplicativo está em fase de divulgação, com vistas a conseguir investidores para o projeto: “ A premiação foi um incentivo para nós, precisamos começar a pensar em investimentos, em aceleração, investidores anjos, na participação em editais. Então estamos vislumbrando isso para o futuro.</p>
<p>As participantes Jéssica Maciel e Raíssa Arantes estiveram presentes no programa Editoria 107.9 da UniFM, para contar sobre o evento, desenvolvimento do App e a premiação. O programa está disponível no <a href="https://open.spotify.com/episode/5jnRZQRDh85VZuTdAjWRiG?si=fad5722f3f9c4621">Spotify</a>.</p>
<p><em>Texto: Júlia Almeida, bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCSH</em></p>
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													</item>
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				<title>O passado no futuro: aplicativo criado por doutorando da UFSM ajuda a valorizar a história local</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/aplicativo-sao-sepe</link>
				<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 11:35:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Ideia que partiu de uma pesquisa sobre a história de São Sepé foi parar na telinha dos smartphones]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/04/Arte-Final-App-Patrimonio-Sao-Sepe.jpg" alt="" width="600" height="450">“Antes de sermos do mundo, temos que ser regionais”, já dizia o poeta gaúcho Anomar Danúbio Vieira. A frase representa os objetivos que Felipe Rios Pereira buscou no seu projeto de doutorado. Historiador há sete anos, Felipe ingressou no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) motivado a trazer novos meios de difundir informações históricas para a comunidade, especialmente as de sua terra natal: São Sepé.</p>
<p>A ideia era clara: transformar uma pesquisa sobre a história de um município do interior do Rio Grande do Sul em um aplicativo. São Sepé tem cerca de 23 mil habitantes, segundo o último <a href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/sao-sepe">Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE</a>), e foi fundada em 1876. O município está a 266 quilômetros de distância da capital do Estado, Porto Alegre. Segundo Felipe, são raros os arquivos ou livros que falam da história sepeense. Ele conta que, em 2016, quando lecionou pela primeira vez em uma escola municipal, notou a dificuldade de encontrar materiais para ensinar os alunos. Os poucos que encontrava haviam sido feitos por memorialistas, advogados ou antigos médicos da cidade que relatavam fragmentos da história ou eventos importantes.&nbsp;</p>
<p>Foi com a aprovação em um edital da Faculdade Antonio Meneghetti, que liberou recursos para pesquisas, que Felipe decidiu pôr em prática seu projeto. A primeira ideia foi escrever um livro e narrar a história da construção de São Sepé. As pesquisas começaram, no início de 2021, com base nos arquivos da Fundação Cultural de São Sepé. Como o material era escasso, foi preciso que o autor buscasse o Arquivo Público do Estado e o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. O segundo passo da pesquisa incluiu entrevistas orais com pessoas da comunidade local, especialmente as mais idosas. “Foi muito bacana esse contato, geralmente eles me mostravam fotos, objetos, e tudo ajudava a construir uma linha narrativa”, diz Felipe. Em oito meses, o livro “Histórias de São Sepé” foi lançado na Feira do Livro do município, que contou com a presença de autoridades locais.</p>
[caption id="attachment_9700" align="alignleft" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/04/livro-historia-sao-sepe.jpg" alt="" width="601" height="344"> Lançamento na Feira do Livro de São Sepé[/caption]
<p>Em 2022, veio a aprovação para o doutorado na UFSM e a esperança de expandir o projeto. Felipe decidiu levar para o ambiente acadêmico a ideia de pesquisar novos meios que pudessem divulgar a história local. O objetivo era que o conteúdo chegasse até a comunidade leiga e, especialmente, às crianças e aos jovens das escolas. “Foi pensando no principal meio de comunicação usado atualmente, o celular, que surgiu a ideia de desenvolver um aplicativo com a pesquisa que já estava no livro”, conta o doutorando.</p>
<p>Felipe levou os rascunhos do projeto para um antigo amigo, que havia conhecido na Casa do Estudante da UFSM, o desenvolvedor de software Maicon Luiz Anschau. Após algumas reuniões, estava pronto o primeiro esboço de um aplicativo que viria a se concretizar em dezembro de 2022.</p>
<p>Maicon conta que foram necessários sete meses para a construção do produto. <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.testnav&amp;pli=1">O aplicativo</a> foi lançado oficialmente em uma cerimônia no dia 22 de dezembro, no Museu Municipal de São Sepé.</p>
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</a><p><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a494d7c" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/Screenshot_2022-12-20-18-40-57-005_com.testnav-1.jpg"></a></p>
<p><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a494d7c" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/Screenshot_2022-12-20-18-40-57-005_com.testnav-1.jpg"></a><br>
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<h3>Perspectivas</h3>
<p>Felipe acredita que o estudo histórico desempenha um papel importante, na medida em que contempla pesquisa e reflexão da relação construída socialmente e da relação estabelecida entre indivíduo, grupo e o mundo social. Por isso, para 2023, os planos continuam. Felipe idealiza a implantação de&nbsp;<i>QR Codes</i>&nbsp;em espaços públicos e históricos de São Sepé. A proposta é que o aplicativo possa ter acesso à câmera do usuário e capturar o código. O link vai direcionar a uma página com informações sobre a história do local ou objeto. O historiador menciona que a realidade virtual pode ser uma grande aliada da História, pois consegue unir o passado e o presente.</p>
<p><strong><em>Expediente:</em></strong></p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong> Tayline Alvez Manganeli, acadêmica de Jornalismo;<br></em><em><strong>Design gráfico:</strong>&nbsp;Lucas Zanella, estagiário de Desenho Industrial</em><em><br></em><em><strong>Edição geral:</strong>&nbsp;Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aplicativo do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) vem para facilitar o dia a dia dos servidores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/2021/04/30/aplicativo-do-colegio-tecnico-industrial-de-santa-maria-ctism-vem-para-facilitar-o-dia-a-dia-dos-servidores</link>
				<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 23:28:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[app]]></category>
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						<description><![CDATA[Em um mundo digital e globalizado, fazer com que as atualizações cheguem em todos os lugares de forma rápida é fundamental. Com base nessa realidade, o CTISM Digital foi desenvolvido para facilitar o dia a dia dos professores e TAEs (Técnico-Administrativos em Educação) do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM).  A ideia de criar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/360/2021/04/ctism-noticias-app-final-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-6012" /></figure></div>
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<p><span style="font-weight: 400">Em um mundo digital e globalizado, fazer com que as atualizações cheguem em todos os lugares de forma rápida é fundamental. Com base nessa realidade, o CTISM Digital foi desenvolvido para facilitar o dia a dia </span><span style="font-weight: 400">dos professores e TAEs (Técnico-Administrativos em Educação) do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM).</span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia de criar o aplicativo foi do Professor Fabio Franciscato, que também orientou os ex-alunos do Técnico Integrado em Informática para Internet, Iuri Moro e Pedro Rambo, atuais integrantes do Núcleo de Comunicação Interna do CTISM, no desenvolvimento do software.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O aplicativo permite uma comunicação direta e rápida através de avisos e notificações que auxiliam os servidores a lembrar, por exemplo, a data e hora de reuniões. Além disso, disponibiliza acesso às notícias do CTISM, a abertura de chamados para o Suporte de Informática (SSI), Suporte Técnico (SST) e de Limpeza. Também possibilita que os servidores relatem problemas apenas preenchendo as informações e tirando uma foto com o próprio celular, quando necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A experiência construindo o CTISM Digital foi extremamente recompensadora, houve um grande aprendizado ao enfrentar os desafios da complexidade de um aplicativo. Além disso, o vínculo que ainda temos com o projeto nos proporciona uma evolução contínua, tanto técnica quanto pessoal, fomentando a busca por conhecimento e o trabalho em equipe. Ademais, foi muito gratificante receber a avaliação e os comentários positivos dos servidores”, relatam os bolsistas Iuri e Pedro. </span></p>
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<!-- wp:image {"align":"center","id":6013,"sizeSlug":"medium","linkDestination":"none"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/360/2021/04/ctism-noticias-app-final-1--300x300.jpg" alt="" class="wp-image-6013" /></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Por enquanto, o CTISM Digital está disponível apenas para Android, porém a versão para dispositivos iOS já está em desenvolvimento. Para baixar o aplicativo, basta acessar o link </span><a href="http://intranet.ctism.ufsm.br:2022/ctism-digital/"><span style="font-weight: 400">http://intranet.ctism.ufsm.br:2022/ctism-digital/</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UNITI-LINCE cria tutorial para utilização do TeamViewer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lince/2020/12/02/uniti-lince-cria-tutorial-para-utilizacao-do-teamviewer</link>
				<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 17:00:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[Passo a passo]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[UNITI-LINCE]]></category>

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						<description><![CDATA[A equipe UNITI-LINCE criou tutorial explicativo para utilização do TeamViewer. O tutorial foi desenvolvido e testado pela equipe e se insere no conjunto de tarefas desenvolvida durante o período de suspensão das atividades presenciais na UFSM. O TeamViewer é um programa multiplataforma que permite acesso remoto, além de criptografia avançada e diversas funções voltadas para o trabalho [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A equipe UNITI-LINCE criou tutorial explicativo para utilização do <em>TeamViewer. </em>O tutorial foi desenvolvido e testado pela equipe e se insere no conjunto de tarefas desenvolvida durante o período de suspensão das atividades presenciais na UFSM. O <i>TeamViewer</i> é um programa multiplataforma que permite acesso remoto, além de criptografia avançada e diversas funções voltadas para o trabalho colaborativo. Todas suas funcionalidades e como instalá-lo estão explicadas no tutorial, para acessá-lo clique no link abaixo:</p><p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/762/2020/12/Tutorial-TeamViewer.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tutorial TeamViewer</a></p><p>Equipe UNITI-LINCE</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UNITI-LINCE cria tutorial para utilização do smartphone como câmera e microfone</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lince/2020/12/02/uniti-lince-cria-tutorial-para-utilizacao-do-smartphone-como-camera-e-microfone</link>
				<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 13:04:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[Passo a passo]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[UNITI-LINCE]]></category>

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						<description><![CDATA[A equipe UNITI-LINCE criou tutorial explicativo para utilização do smartphone como câmera e microfone através do aplicativo DroidCam.&nbsp;O tutorial foi desenvolvido e testado pela equipe e se insere no conjunto de tarefas desenvolvida durante o período de suspensão das atividades presenciais na UFSM. Para utilizar o smartphone como webcam e microfone, será necessário o uso [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A equipe UNITI-LINCE criou tutorial explicativo para utilização do smartphone como câmera e microfone através do aplicativo DroidCam<em>.&nbsp;</em>O tutorial foi desenvolvido e testado pela equipe e se insere no conjunto de tarefas desenvolvida durante o período de suspensão das atividades presenciais na UFSM. Para utilizar o smartphone como webcam e microfone, será necessário o uso de um aplicativo chamado DroidCam, ele foi lançado pela Dev47Apps e funciona em Windows, Linux, Android e MacOs.&nbsp;Todas suas funcionalidades e como instalá-lo estão explicadas no tutorial, para acessá-lo clique no link abaixo:

<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/762/2020/12/Tutorial-Como-usar-o-smartphone-como-microfone.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tutorial DroidCam</a>

Equipe UNITI-LINCE]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aplicativo criado na UFSM é o único da área de artes premiado pelo Programa Centelha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/02/17/aplicativo-criado-na-ufsm-e-o-unico-da-area-de-artes-premiado-pelo-programa-centelha</link>
				<pubDate>Mon, 17 Feb 2020 13:25:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Centelha RS]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mobart]]></category>

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						<description><![CDATA[Um aplicativo que busca soluções inovadoras para o mercado da arte é um dos dois projetos desenvolvidos na UFSM vencedores do Programa Centelha RS, que objetiva estimular a criação de empreendimentos inovadores. O Mobart App propõe uma atuação no mercado da arte através de um aplicativo com realidade aumentada que dinamiza as relações entre galeria, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Um aplicativo que busca soluções inovadoras para o mercado da arte é um dos dois projetos desenvolvidos na UFSM vencedores do Programa Centelha RS, que objetiva estimular a criação de empreendimentos inovadores. O Mobart App propõe uma atuação no mercado da arte através de um aplicativo com realidade aumentada que dinamiza as relações entre galeria, obra e cliente, reduzindo custos e riscos e otimizando tempo, uma vez que as galerias de arte passam a ter todos os seus acervos na palma da mão, por meio do aplicativo (ainda em desenvolvimento).   </p>
<p>A autora do projeto, a doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGArt) da UFSM Andrea Capssa, explica que o aplicativo simula em tempo real, com o auxílio da realidade aumentada, obras de acervos de galerias no ambiente do cliente, substituindo o processo de transporte das obras de arte.</p>
<p><span style="font-size: inherit">"As simulações das obras nos ambientes são realizadas em tempo real, o que propicia uma maior aproximação entre o cliente e as obras. O aplicativo também gerencia o fluxo do acervo da galeria que o utiliza, favorecendo as comercializações em parceria, através de </span><i style="font-size: inherit">art dealers</i><span style="font-size: inherit">, curadores e demais agentes do mercado parceiros das galerias", relata. </span></p>
<p><span style="font-size: inherit">Andrea explica que a ideia do Mobart App surgiu de entrevistas realizadas em suas pesquisas de mestrado e de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGArt) da UFSM, com orientação da professora Nara Cristina Santos, e, sobretudo, da experiência como </span><i style="font-size: inherit">art dealer</i><span style="font-size: inherit"> e curadora. O desenvolvimento do aplicativo com realidade aumentada corresponde a um dos objetivos específicos da pesquisa de doutoramento. O projeto foi realizado em conjunto com outros quatro profissionais, entre eles os doutorandos Carlos Donaduzzi (UFRGS) e Giovana Casimiro (USP).</span></p>
<p><span style="font-size: inherit">O projeto Mobart passou por três fases de seleção do Centelha. "Fomos aprovados em todas as etapas, que iniciou com 784 ideias enviadas para o programa e terminou com 48 modelos de negócios aprovados", relata Andrea, acrescentando que a participação no edital do programa foi uma grande oportunidade para o amadurecimento da ideia, para transformá-la em um modelo de negócios e, por fim, para a formação da equipe da startup. "Do total de 784 ideias submetidas ao programa, somente a nossa era do campo da arte, o que nos deixa ainda mais orgulhosos", afirma. </span></p>
<p>Promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), o Centelha visa disseminar a cultura empreendedora, fomentando projetos por meio de capacitações, recursos financeiros e suporte. Confira o <a href="https://www.ufsm.br/2020/01/22/startup-de-alunos-da-ufsm-e-contemplada-em-projeto-de-fomento-a-inovacao-tecnologica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">outro projeto da UFSM premiado</a>.</p>
<p><strong>Incubação na Agittec</strong></p>
<p>Além da aprovação no Programa Centelha, o Mobart foi <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2019/03/Resultado-Final-de-Incuba%C3%A7%C3%A3o-Interna-Pulsar-e-ITSM-2019-Inicio-2020.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">selecionado para incubação</a> na Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec) da UFSM. "Essa oportunidade é o que faltava para a startup se desenvolver exponencialmente. Acreditamos que o network e o apoio jurídico da Agittec reforçam o nosso planejamento e ampliam nossas estratégias de negócios. É uma grande oportunidade de crescimento e de aprendizado, estamos muito felizes", afirma Andrea.</p>
<div><em>Texto: Agência de Notícias da UFSM</em></div>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aplicativo desenvolvido com participação da UFSM projeta aumentar a produtividade de arroz</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/02/13/aplicativo-desenvolvido-com-participacao-da-ufsm-projeta-aumentar-a-produtividade-de-arroz</link>
				<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 11:22:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[planejarroz]]></category>
		<category><![CDATA[SimulArroz]]></category>

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						<description><![CDATA[Uma parceria que reúne a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga) e pesquisadores integrantes da Equipe FieldCrops (que conta com membros da UFSM e de outras universidades do Rio Grande do Sul), resultou na criação de um aplicativo que prevê facilitar a vida [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_51130" align="alignright" width="565"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200213-WA0004-1.jpg"><img class="wp-image-51130" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200213-WA0004-1.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra o vice-reitor falando e gesticulando a um público que não aparece na foto, mais atrás, cinco homens observam, ao fundo um banner do planejarroz" width="565" height="424" /></a> Vice-reitor da UFSM, Luciano Schuch, participou do lançamento do aplicativo em Capão do Leão[/caption]
<p>Uma parceria que reúne a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga) e pesquisadores integrantes da Equipe FieldCrops (que conta com membros da UFSM e de outras universidades do Rio Grande do Sul), resultou na criação de um aplicativo que prevê facilitar a vida dos cultivadores de arroz. Trata-se do PlanejArroz, que foi oficialmente lançado nesta quarta-feira (12), durante a 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, em Capão do Leão. O ato de lançamento contou com a presença do vice-reitor da UFSM, Luciano Schuch, e demais representantes da Universidade.</p>
<p>O PlanejArroz é a junção de dois softwares: um desenvolvido pela Embrapa, o GDArroz, que faz a parte de fenologia, como se determinasse a idade da planta; e o outro, o SimulArroz, produzido na UFSM, que além da fenologia, também acompanha o crescimento e a produtividade de grãos da planta. O modelo utiliza a energia solar, a transforma em biomassa através da fotossíntese, convertendo em grãos. A junção desses dois modelos foi disponibilizada em um aplicativo de celular, que inicialmente está disponível apenas para celulares Android e em <a href="http://planejarroz.cpact.embrapa.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão web</a>.</p>
<p>“Hoje em dia, estamos vivendo numa nova era, que é a agricultura 4.0, que é o uso da tecnologia, de dados e informação através de aplicativos, seja no computador ou no celular”, afirma o doutorando em Agronomia pela UFSM Michel Rocha, participante do FieldCrops.</p>
<p>O PlanejArroz tem como diferencial levar os dois softwares, só utilizáveis em computadores, para um aplicativo de fácil uso. Nele, o agricultor poderá cadastrar suas áreas, com localização e tamanho, e, a partir disso, registrar informações de manejo, como a época de semeadura, por exemplo. O Inmet fornece informações meteorológicas a curto, médio e longo prazo, e os softwares darão acesso à fenologia da planta, para que o produtor consiga calcular se a produtividade será acima ou abaixo da média esperada.</p>
<p>“Ao cadastrar a lavoura, o arrozeiro tem acesso à média histórica de produtividade. À medida que for avançando a safra, a gente vai atualizando com os dados meteorológicos do Inmet para analisar se vai ter um desvio de a produtividade ser maior ou menor que a média. Pensando em ambiente, se há maior disponibilidade de radiação solar, a tendência é que a produtividade aumente. Já em anos de <em>El Niño</em>, que há muita chuva, a produtividade cai. Ou seja, o produtor vai conseguir enxergar se ele produziu mais por conta do manejo ou mais por conta do ambiente. Ele vai conseguir medir isso e saber se o seu manejo pode ser melhorado ou não”, explica Michel.</p>
<p>O PlanejArroz, afirma o pesquisador, é o primeiro aplicativo para a produção de arroz que entrega ao produtor informações de produtividade baseado em processos da planta.</p>
<p>A Equipe FieldCrops é formada por pesquisadores de diversas universidades e instituições do Rio Grande do Sul, Brasil, Argentina, Uruguai e Estados Unidos. Os professores do Departamento de Fitotecnia do CCR Nereu Streck e Alencar Zanon são coordenadores do grupo, que conta com cerca de 60 integrantes apenas na UFSM.</p>
<p><em>Texto: Juan Grings, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de inovação desenvolvido no PPG-Artes Visuais é finalista do Programa Centelha-RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/11/22/projeto-de-inovacao-desenvolvido-no-ppg-artes-visuais-e-finalista-do-programa-centelha-rs</link>
				<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 18:54:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ppg artes visuais]]></category>

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						<description><![CDATA[Um projeto desenvolvido na UFSM que que busca soluções inovadoras para o mercado da Arte é um dos selecionados para a terceira fase do programa Centelha RS. Contemplado na lista preliminar divulgada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o MOBart App é um projeto proposto pela doutoranda [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um projeto desenvolvido na UFSM que que busca soluções inovadoras para o mercado da Arte é um dos selecionados para a terceira fase do programa Centelha RS. Contemplado na<a href="http://programacentelha.com.br/rs/#editalrs"> <strong>lista preliminar</strong></a> divulgada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o MOBart App é um projeto proposto pela doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Andrea Capssa da Silveira.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O
Programa Centelha é promovido
pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
(CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à
Pesquisa (Confap). O
objetivo é
estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a
cultura empreendedora. O programa busca fomentar projetos através de
capacitações, recursos financeiros e suporte. 
</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://comunidade.startse.com/in/mobart-app-desenvolvimento-de-softwares-ltda1"><strong>MOBart</strong></a> é um projeto de desenvolvimento de aplicativo em Realidade Aumentada para galerias de arte. A autora do projeto, Andrea Capssa, desenvolve pesquisa em Arte Contemporânea na linha  de Arte e Tecnologia, sob a orientação da professora Nara Cristina Santos. O projeto foi realizado em conjunto com outros quatro profissionais, entre eles, os doutorandos Carlos Donaduzzi (UFRGS) e Giovana Casimiro (USP).  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O aplicativo desenvolvido pela pesquisadora da UFSM simula em tempo real, com o auxílio da tecnologia de Realidade Aumentada, obras de acervos de galerias no ambiente do cliente, substituindo o processo de transporte das obras de arte até ele. Com versões para desktop e mobile, busca ser uma plataforma de gerenciamento para galerias de arte e espaços de exposição no mercado de arte.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O
projeto MOBart passou por três fases de seleção. Na primeira fase,
foram 784 ideias enviadas, das quais 211 foram consideradas boas e
evoluíram para modelos de negócios. A segunda fase selecionou 104
modelos de negócios, dos quais 45 foram aprovados na terceira fase
como projetos de fomento. O resultado final será divulgado no dia 6
de dezembro. Após, os projetos aprovados seguem para abertura de
empresa, contratação e pré-incubação. 
</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A tecnologia por trás do BUFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-tecnologia-por-tras-do-bufsm</link>
				<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 20:08:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[bufsm]]></category>
		<category><![CDATA[businho]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3463</guid>
						<description><![CDATA[Sistema de rara utilização no país foi chave para o desenvolvimento do app que facilita o uso do ‘businho’
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="http://www.ct.ufsm.br/index.php/inicio/noticias/705-lancado-aplicativo-que-aponta-em-tempo-real-a-localizacao-do-intracampus" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">Lançado recentemente</span></a><span style="font-weight: 400">, o aplicativo </span><a href="https://bufsm.github.io/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">BUFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> já conta com centenas de usuários assíduos no campus da Universidade. Com ele, é possível rastrear em tempo real a localização do transporte intracampus da UFSM, facilitando a vida de quem utiliza o ‘businho’ com frequência. Mas como foi possível essa ideia ser colocada em prática? E como funciona essa tecnologia?</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">O  professor do Departamento de Eletrônica e Computação Marcelo Zanetti e os acadêmicos de Ciência da Computação Matheus Dal Mago, Matheus Piotroski Neis e Matheus Rabuske, que participaram do desenvolvimento do BUSFM,  ressaltam a tecnologia </span><a href="https://www.semtech.com/technology/lora" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">Lora</span></a><span style="font-weight: 400"> como fundamental para a criação do aplicativo: “Foi um desafio para todos nós. Quando começamos a utilizar o sistema Lora, ele só existia em um outro lugar do Brasil, em Ijuí. É uma rede de longo alcance, que recebe pequenos pacotes de dados e tem um consumo baixo de energia”, explica Matheus Dal Mago.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Matheus Piotroski conta que a ideia inicial do grupo era utilizar redes móveis de celular para apontar a localização do veículo. No entanto, diversos problemas operacionais quase fizeram o projeto não sair do papel: “Seria necessário ter um chip dentro do ônibus com um plano de dados ativo, que teria de ser pago mensalmente. Além disso, a precisão do rastreio apresentou várias falhas e o consumo de energia era muito alto”, conta Piotroski.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">O desenvolvimento do BUFSM foi possibilitado a partir do conhecimento da existência da tecnologia Lora. “Eles puderam aproveitar uma infraestrutura que já existia aqui na Universidade. Há uma antena instalada no topo da Reitoria, o que baixou significativamente os custos do projeto, já que não é necessário pagar um plano de dados, além de ser uma estrutura que consome menos energia”, comenta o professor Marcelo Zanetti.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Entenda como funciona a tecnologia por trás do BUFSM:</span>

&nbsp;

<img class="aligncenter size-large wp-image-3464" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/04/BUFSM-1024x800.png" alt="" width="1024" height="800" />

&nbsp;

<b>O Futuro</b>

<span style="font-weight: 400">Com o BUFSM em funcionamento, as possibilidades de expansão dessa tecnologia são inúmeras. Dal Mag</span><span style="font-weight: 400">o afirma que o</span><span style="font-weight: 400"> grupo está aberto a melhorias na estrutura do aplicativo: “O objetivo é exatamente esse: incentivar outros projetos que facilitem ainda mais a vida dos estudantes”.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">O Centro de Processamento de Dados (CPD)</span><span style="font-weight: 400"> destacou, e</span><span style="font-weight: 400">m nota, que há interesse em agregar a localização do ônibus intracampus ao aplicativo </span><a href="http://www.cpd.ufsm.br/servico/aplicativo-android-ufsm-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">UFSM Digital</span></a><span style="font-weight: 400">. Não há, contudo, uma previsão de quando isso pode acontecer. Piotrosk</span><span style="font-weight: 400">i garante </span><span style="font-weight: 400">que o BUFSM está aberto à possibilidade: “não conversamos com o CPD sobre isso, mas se houver interesse da parte deles, daremos total apoio”.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">O Grupo de Estudos em Mobilidade (GeMob), que apoiou o desenvolvimento do projeto, tem interesse na utilização dos dados coletados pelo aplicativo para o desenvolvimento de propostas de melhorias do transporte dentro da UFSM. Matheus Piotroski explica como isso pode acontecer: “O aplicativo coleta informações anônimas sobre o local e o horário em que o aplicativo é aberto, e o GeMob tem interesse em utilizar essas informações para saber quais os centros que mais utilizam o transporte, quais os horários de maior fluxo, quanto demora uma volta completa, quais mudanças acontecem em dias de chuva, entre outras coisas”. O acadêmico ainda ressalta que as informações coletadas não interferem na privacidade do usuário: “O aplicativo pede permissão para coletar esses dados. Caso seja negado, ele segue funcionando normalmente”.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Outra possibilidade de expansão da tecnologia trazida pelo BUFSM é sua utilização no transporte coletivo municipal. O professor Marcelo Zanetti se mostrou otimista com essa questão: “Existem aplicativos similares em diversos outros países. Espera</span><span style="font-weight: 400">mos que o BUFSM possa ser um incentivo para que isso aconteça por aqui em breve”.  Em nota, a Associação dos Transportadores Urbanos de Passageiros de Santa Maria (ATU) afirmou que essa iniciativa depende das empresas participantes do consórcio e, no momento, não h</span><span style="font-weight: 400">á recursos para que isso chegue à totalidade da frota.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">As últimas coletas de dados feitas pelo aplicativo mostram que cerca de 550 usuários abrem o BUFSM diariamente. A estudante de Relações Públicas Isadora Severo relata que sua relação com o transporte intracampus da UFSM melhorou: “O serviço prestado já é bom, e a possibilidade de saber a localização exata dele é um incentivo ainda maior para utilizá-lo com frequência”. Já o acadêmico de Jornalismo Leonardo Catto ressalta que o aplicativo é ideal para dias de chuva: “possibilita que não haja uma espera excessiva do lado de fora do prédio. É só abrir o celular, conferir onde o ônibus está e ir até a parada no horário certo”.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">A localização do “businho” pode ser acessada a partir do navegador de um computador ou de um aparelho Android ou iOS. Para utilizá-lo como aplicativo é só adicionar o link “</span><a href="https://bufsm.github.io/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">https://bufsm.github.io</span></a><span style="font-weight: 400">” à tela inicial do seu celular. Confira mais informações na</span><a href="https://www.facebook.com/bufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400"> página do Facebook do grupo</span></a><span style="font-weight: 400">.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Repórter: Lucas Gutierres, do Núcleo de Divulgação Institucional do Centro de Tecnologia da UFSM</span>

<span style="font-weight: 400">Fotografia: Rafael Happke</span>

<span style="font-weight: 400">Infográfico: Pollyana Santoro</span>]]></content:encoded>
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