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				<title>Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns</title>
				<link>https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns</link>
				<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 20:34:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[território]]></category>

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						<description><![CDATA[Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns Amaury Núñez González, Reges  Schwaab, Wellington Hack (organizadores)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><h2><strong>Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns</strong></h2>
<h6>Amaury Núñez González, Reges  Schwaab, Wellington Hack (organizadores)</h6>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] O Brasil de volta ao mapa (da fome)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/06/26/gritos-do-silencio-o-brasil-de-volta-ao-mapa-da-fome</link>
				<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 01:37:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[gritos do silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[rádios UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A relação da pandemia e dos aspectos do governo Bolsonaro com o aumento da fome e da insegurança alimentar no país]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/03/Design-sem-nome-2-768x768.jpg" alt="Uma imagem de fundo vermelho. No centro tem um prato de comida vazio, com um rosto triste desenhado." />													
		<p>“O que vai ter de janta? Não sei, meu filho”. Não é incomum que esse diálogo seja repetido em centenas de lares brasileiros. Em agosto de 2022, a Globo News publicou uma reportagem especial com relatos de pessoas que sofrem com a insegurança alimentar grave no Brasil. Nela, o repórter cinematográfico Joelson Maia reuniu algumas histórias de pessoas que perderam sua renda e passaram a viver em situação de incerteza quanto às suas refeições.</p><p>Uma das histórias abordadas foi a de Cássia de Souza, moradora da favela Sol Nascente, local onde 79,94% dos domicílios são próprios em terrenos não regularizados, no Distrito Federal. Naquele momento, Cássia estava desempregada e vivia com seus filhos e sua mãe, também desempregada. Em um trecho da reportagem, ela conta sobre a carência de diferentes refeições e a dificuldade de acesso a uma renda regular: “Todo dia é arroz e feijão, raramente tem um ovo ou uma carne. A gente não tem como comprar porque hoje tudo está caro. Eu queria ter um emprego fixo, assim a gente poderia comer algo diferente e não só arroz e feijão”.</p><p>A realidade de Cássia e sua família não é única. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) define a insegurança alimentar como uma situação de irregularidade no acesso a alimentos de qualidade e suficientes para uma nutrição adequada. De acordo com o relatório sobre o Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo (SOFI), publicado em 2023, pela FAO, o Brasil possui 20,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave, ou seja, 9,9% da população. O levantamento revelou, ainda, que 70,3 milhões de brasileiros, ou seja 32,8% da população, estavam em estado de insegurança alimentar moderada, em 2022.</p><p>Segundo o mesmo documento, em 2014, o Brasil havia saído do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas. Os dados revelaram que, de 2002 a 2013, caiu em 82% a população de brasileiros considerados em situação de subalimentação, estado de insuficiência alimentar e prejudicial à saúde. Na época, a FAO destacou alguns aspectos eficazes na política de combate à fome no país, como o aumento da oferta de alimentos e da renda dos mais pobres com o crescimento real do salário mínimo, a geração de empregos e a criação do programa do Governo Federal de Acesso à Renda. No entanto, o país retornou a um cenário no qual a insegurança alimentar é grave.</p>		
			<h3>Bolsonaro e a pandemia</h3>		
		<p>Em 2019, no seu primeiro ano de governo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) extinguiu, por meio da Medida Provisória 870, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgão instituído em 1993 no governo de Itamar Franco. O conselho foi idealizado para atuar no combate à fome no país com a elaboração de políticas públicas e coordenação dos Conselhos Municipais de Segurança Alimentar (Comsea).</p><p>Para a professora do Departamento de Alimentos e Nutrição da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no campus Palmeira das Missões, Adriane Cervi Blümke, a extinção do Consea representou um retrocesso às políticas de combate à fome no Brasil. “Isso trouxe um impacto obviamente muito significativo, porque houve uma falta de articulação entre os outros setores que trabalham no combate à fome, como o setor da saúde, da agricultura e da educação, por exemplo. O Consea Nacional era responsável pelo planejamento e objetivos no combate à fome de 4 em 4 anos. Então o fato de ter sido extinto em 2019, a gente ficou sem esse plano justamente num período extremamente crítico, que foi a pandemia”, ainda explica Blümke.</p><p>Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 2020  -  início da pandemia de Covid-19 -, o número de indivíduos na condição de insegurança alimentar leve, moderada e grave, aumentou em 7,2%. A professora do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, Rita Ines Paetzhold Pauli reflete sobre o retorno do Brasil ao Mapa da Fome. “Quando o Brasil entra novamente no Mapa da Fome é porque houve a retração de políticas públicas ou um governo que não deu a devida importância para a questão, mas claro que muitas vezes também temos o problema das crises econômicas, como a crise mundial em 2008”, afirma. </p><p>Para a professora, esse regresso tem a ver com desmonte de políticas públicas, principalmente no período pandêmico, quando houve demora na resposta do governo Bolsonaro na elaboração de medidas. Devido a esse cenário, em fevereiro de 2023, o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que reinstalou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).</p>		
			<h3>Distribuição de renda e o acesso a alimentação</h3>		
		<p>De acordo com Pauli, o Brasil é visto como um “celeiro”. “Do ponto de vista do nosso desenvolvimento na agricultura, sempre se pressupõe que no Brasil não deveria haver fome, pois nós produzimos e exportamos muito. O problema da fome e da insegurança alimentar não tem sempre a ver com a possibilidade de oferta, mas sim com dificuldade na acessibilidade de renda”, explica.</p><p>A economista ainda aponta que a fome é uma consequência do sistema econômico capitalista, vigente na maioria dos países do mundo, inclusive no Brasil. “A gente não consegue reduzir totalmente, por exemplo, o desemprego. Ele é uma categoria do capitalismo que não vai ser extinta. O nosso governo já consolidou o Seguro Desemprego, porque já existe o reconhecimento de que sempre terá uma parcela da população desempregada, o mesmo funciona para a questão da fome, ela sempre vai existir, porque a fome é uma categoria do capitalismo”, elucida Pauli.</p><p>Conforme Blümke, é preciso garantir a segurança alimentar da população brasileira por meio de investimentos em equipamentos públicos, ou seja, mecanismos de acesso à alimentação adequada, como bancos de alimentos, restaurantes populares e cozinhas comunitárias. Entretanto, essas ferramentas não funcionam isoladamente, sem que haja uma ação conjunta dos outros setores sociais. “Em lugares onde o centro fica distante dos bairros periféricos, por exemplo, uma passagem de ônibus acessível é essencial para que as pessoas tenham acesso aos bancos de alimentos, às cozinhas, entre outros. É importante fazer essa coordenação para facilitar o acesso à população, não só uma parcela”, exemplifica Blümke.</p>		
			<h3>Qualidade do alimento e consequências à saúde</h3>		
		<p>Por muitos anos, a principal preocupação no combate à fome era a falta de recursos. No entanto, a qualidade nutricional dos alimentos acabou sendo negligenciada. Blümke alerta sobre as consequências de uma alimentação irregular e desbalanceada à saúde da população: “Existem sim efeitos negativos no desenvolvimento, no crescimento, no desenvolvimento cognitivo. Pensando nessa dimensão de saúde física e mental, a gente vai ter uma uma repercussão notável daqui alguns anos”.</p><p>“Hoje, vivemos num cenário não apenas de fome, mas de um acesso a uma alimentação totalmente desqualificada, por estarem mais disponíveis os alimentos ultraprocessados. Nos mercados mais periféricos, por exemplo, os produtos mais industrializados são os mais consumidos, já que a população dessas localidades, muitas vezes, não possui conhecimento sobre as consequências do consumo desse tipo de alimento”, acrescenta Blümke.</p><p>No Brasil, a agricultura familiar contribui para o fornecimento de alimentos mais saudáveis para a população. Segundo levantamento do IBGE, a agricultura familiar é responsável por cerca de 70% dos alimentos consumidos no país. “A agricultura familiar produz para as novas demandas urbanas que querem alimentos orgânicos e mais ecológicos. Isso permite uma acessibilidade da população a esse nicho de mercado que busca por esses alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo”, conclui Pauli.</p><p>Embora muitos agricultores familiares busquem uma produção mais sustentável e livre de agrotóxicos, nem toda a agricultura familiar no Brasil é isenta desses produtos químicos. Diversos produtores ainda utilizam agrotóxicos devido a questões de custo, acesso a informações, pressão por altos rendimentos ou falta de alternativas viáveis para lidar com pragas e doenças. Em 2022, por exemplo, foram importadas 283 mil toneladas de agrotóxicos, conforme o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2023/10/IMG_6926-150x150.jpg" alt="" /></figure><h3>Pedro Pagnossin</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;pedro.moro@acad.ufsm.br</p>		
		<p>Foto: Acervo de imagens sem copyright.</p><p>Revisão: Kemyllin Dutra, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br</p><p>Publicação: Elisa Bedin, repórter do Gritos do Silêncio e estudante de jornalismo pela UFSM. Contato: elisa.bedin@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Avaliações em atletas realizadas pelo BIOEX</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/2021/07/19/avaliacoes-em-atletas-realizas-pelo-bioex</link>
				<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 01:46:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BIOEX]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Na tarde de segunda-feira (12/07/21) a equipe do BIOEX, juntamente com colaboradores, realizaram testes e avaliações físicas em atletas das categorias Sub-17 e Sub-19 do time de basquetebol Corintians de Santa Maria (RS). Foram coletados dados referentes à capacidade máxima de esforço e medidas antropométricas dos jogadores bem como material biológico para análises bioquímicas, entre [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na tarde de segunda-feira (12/07/21) a equipe do BIOEX, juntamente com colaboradores, realizaram testes e avaliações físicas em atletas das categorias Sub-17 e Sub-19 do time de basquetebol Corintians de Santa Maria (RS).</p>
<p>Foram coletados dados referentes à capacidade máxima de esforço e medidas antropométricas dos jogadores bem como material biológico para análises bioquímicas, entre outras informações.</p>
<p>A equipe continua trabalhando no desenvolvimento e realização de projetos que impactam positivamente a comunidade acadêmica e esportiva, trazendo contribuições notáveis para a população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja abaixo algumas imagens registradas no dia:</p>
<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:gallery {"ids":[182,180,179,178,177,181,176,193],"linkTo":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-3 is-cropped"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.27-2-1024x768.jpeg" alt="" data-id="182" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.27-2.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=182" class="wp-image-182" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.26-1024x768.jpeg" alt="" data-id="180" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.26.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=180" class="wp-image-180" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.26-2-1024x768.jpeg" alt="" data-id="179" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.26-2.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=179" class="wp-image-179" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.26-1-1024x768.jpeg" alt="" data-id="178" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.26-1.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=178" class="wp-image-178" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.28-1-1-768x1024.jpeg" alt="" data-id="177" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.28-1-1.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=177" class="wp-image-177" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.27-1-768x1024.jpeg" alt="" data-id="181" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.27-1.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=181" class="wp-image-181" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.28-1-768x1024.jpeg" alt="" data-id="176" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-12-at-17.29.28-1.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=176" class="wp-image-176" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-13-at-16.13.10-768x1024.jpeg" alt="" data-id="193" data-full-url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/671/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-13-at-16.13.10.jpeg" data-link="https://www.ufsm.br/laboratorios/bioex/?attachment_id=193" class="wp-image-193" /></figure></li></ul></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>35ª JAI: Secretária regional da SBPC aborda o papel da organização em defesa da ciência no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/20/35a-jai-secretaria-da-sbpc-aborda-o-papel-da-organizacao-em-defesa-da-ciencia-no-brasil</link>
				<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 15:34:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[defesa da ciência]]></category>
		<category><![CDATA[jai2020]]></category>
		<category><![CDATA[SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a defesa da ciência no país foi o tema de palestra temática realizada nesta segunda-feira (19), com a atual secretária regional da organização, professora Dra. Angela Wyse. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 1A e professora Titular de Bioquímica, ICBS, Universidade Federal [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a defesa da ciência no país foi o tema de palestra temática realizada nesta segunda-feira (19), com a atual secretária regional da organização, professora Dra. Angela Wyse. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 1A e professora Titular de Bioquímica, ICBS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a professora abordou a presença histórica da ciência e dos esforços científicos no Brasil, em especial a formação de organizações como a SBPC e seu papel em defesa do conhecimento. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com a pesquisadora, o surgimento de iniciativas como a Academia Brasileira de Ciência, em 1916, e a própria SBPC, em 1949, foi uma forma de organizar coletivamente os esforços nacionais pela ciência, pois, até o início do século XX, as pesquisas cientificas eram principiantes e representavam o esforço individual de pesquisadores ou pequenos grupos ligados ao segmento científico.  Segundo Wyse , “a formação da SBPC está ligada ao grupo de pesquisadores que trabalhavam em São Paulo. Na época havia um presidente do Instituto Butantan que demitiu diversos pesquisadores que não estavam trabalhando naquilo que o governo do estado queria. Isso gerou uma uma grande revolta e esse grupo se uniu, inspirados nos grupos de pesquisa do exterior eles criaram essa sociedade com intuito de ajudar os pesquisadores e a pesquisa no Brasil”, comenta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outro marco apontado pela secretária do SBPC foi a criação de museus com o objetivo de divulgar a ciência e a cultura. Em 1818, foi criado o Museu Real, que depois passou a ser chamado de Museu Nacional e agora pertence a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Outros exemplos são o Museu Paraense, fundado em 1866, e o Instituto Agronômico de Campinas, fundado em 1887.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> Nos anos 2000, a SBPC conseguiu grande visibilidade dentro da política nacional, desde então o trabalho para defender a ciência e a educação do país é árduo. “A ciência é capaz de desenvolver o país. Um país desenvolvido depende do conhecimento e depende da ciência. É tão importante a nossa força e resistência, para que a nossa ciência continue e para que nossas brilhantes universidades continuem vivas. Nós temos que trabalhar para isso”,  destacou Wyse. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>. A palestra completa está disponível no canal <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=J66rIPKOHlM" target="_blank">da JAI no Youtube.</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O  evento organizado pelas pró-reitorias de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), de Extensão (PRE) e de Graduação (Prograd) segue até sexta-feira (23), com novos formatos de apresentação dos trabalhos e palestras com diversos convidados especialistas. Confira a <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2020/#programacao" target="_blank">programação</a> para os próximos dias.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Vitória Parise, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Observatório de Dados e distanciamento social em debate na Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/19/observatorio-de-dados-e-importancia-do-distanciamento-social-foram-temas-em-debate-na-jornada-multidisciplinar-de-enfrentamento-da-covid-19</link>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 17:27:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última quinta-feira (18), a 1ª Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da COVID-19 debateu a importância a importância de levantamento e divulgação de dados e estratégias para o combate da pandemia da Covid-19. O evento acontece na modalidade online até esta sexta-feira (19), com transmissão pelo Farol UFSM, onde as palestras já estão disponíveis. A primeira [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na última quinta-feira (18), a 1ª Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da COVID-19 debateu a importância a importância de levantamento e divulgação de dados e estratégias para o combate da pandemia da Covid-19. O evento acontece na modalidade online até esta sexta-feira (19), com transmissão pelo Farol UFSM, onde as palestras <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/10-jornada-multidisciplinar-online-sobre-o-enfrentamento-da-pandemia-3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">já estão disponíveis.</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A primeira palestra, “Observatório de Dados do COVID-19 e seu comprometimento em produção de informações e estudos em saúde: o durante e o pós-pandemia”, foi ministrada pelo doutor Jessye Melgarejo do Amaral Giordani professor de Odontologia da UFSM e coordenador do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ufsm.br/coronavirus/observatorio" target="_blank">Observatório de Dados da UFSM</a>. Criado no dia 31 de março, 14 dias após o primeiro caso confirmado  de Covid-19 em Santa Maria, o Observatório surgiu para responder a um chamamento do Ministério Público Federal à comunidade acadêmica. Um grupo foi criado com a tarefa de realizar projeções e elaborar propostas científicas, que são  disponibilizadas à sociedade e aos gestores públicos encarregadas da tomada de decisão acerca das medidas de contenção da pandemia. Seus quatro objetivos principais são: o monitoramento constante de casos; apoio à gestão; produção de conhecimento e informação para a população. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe do observatório é composta por profissionais de quatro unidades de ensino: Centro de Ciências da Saúde, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Centro de Ciências Sociais e Humanas e Centro de Tecnologia, com o auxílio da unidade de apoio Centro de Processamento de Dados da UFSM. Os colaboradores são docentes, vinculados a dez departamentos diferentes, alunos de pós-graduação  e técnico-administrativos em educação da universidade, divididos em nove Grupos de Trabalho: Estatística e Georreferenciamento, Pesquisa Qualitativa, Projetos e Editais, Apoio à Gestão e Site.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Observatório conta com o auxílio das 4ª e 10ª Coordenadorias Regionais de Saúde, Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul e da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria, mais especificamente da vigilância epidemiológica, com o qual há uma relação de interdependência: os dados são fornecidos pela vigilância e o observatório os organiza, interpreta e tornam em conhecimento para o público. A comunidade em geral também tem participação significativa, por meio de dúvidas e feedback enviados pelo e-mail disponível no site. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após apresentar e contextualizar o Observatório, o professor demonstrou aos espectadores como utilizar o observatório, quais as suas funções e como acessá-las.De acordo com Jessye, a expectativa é que, no futuro pós-pandemia, o Observatório continue com um trabalho de acompanhamento em outras áreas da saúde pública,  além de continuar contribuindo para a produção de conhecimento, monitoramento e apoio à gestão. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Distanciamento social ainda é a principal medida para o enfrentamento da pandemia</strong></p>
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<p>A segunda palestra da noite foi  a “Relação entre as medidas restritivas e de distanciamento social e  a mitigação do processo de enfrentamento do COVID-19”, apresentada pelo professor e médico infectologista Alexandre Vargas Schwarzbold.</p>
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<p>O professor abordou inicialmente a importância da testagem, o número de testes realizados no Brasil, mostrou tabelas comparativas, provenientes da pesquisa feita pela Imperial College (Londres - Reino Unido), entre a quantidade de casos, número de testes e mortalidade no Brasil em relação a outros países também gravemente afetados pela pandemia. </p>
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<p>De acordo com Schwarzbold, os dados demonstram que os países mais afetados não adotaram um isolamento social rigoroso, sendo esse países os Estados Unidos, Brasil, Rússia, Espanha e Itália, em ordem decrescente de número de casos.  O médico explicou também  o caminho de transmissão do coronavírus no Brasil, que começa em um caso importado no mês de fevereiro, passa para uma etapa intermediária (em grupamentos relacionados) e chega à etapa atual, que é a transmissão comunitária, onde não há contato com o primeiro caso. </p>
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<p>Schwarzbold elucidou conceitos científicos para o público, tais como R0 e Rt, parâmetros altamente dinâmicos que traduz a quantidade de pessoas infectadas através de um caso. Esses conceitos serviram como base para comparar o isolamento social horizontal e o vertical, duas possibilidades que permeiam as decisões de governos dos países afetados. O professor explicou que, em  isolamento vertical, apenas pessoas que são de grupo de risco ficariam isoladas e o restante estaria exposto, buscando a “imunidade de rebanho”. Para que esta estratégia funcione, no mínimo 30% da população deveria ser infectada. Um artigo publicado por um grupo da Universidade de São Paulo mostra que através desse modelo,  200 mil pessoas do grupo de risco ainda estariam infectadas. </p>
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<p>Já o isolamento social horizontal, próximo ao que foi adotado no Brasil, provou ser mais eficiente. Conforme um estudo feito na região metropolitana de São Paulo, a restrição social fez com que o Rt, número de reprodução em função do tempo, caísse dramaticamente. Ultimamente, a melhor forma de enfrentamento seria o achatamento da curva, alcançado pelo distanciamento social, junto com testagem em larga escala e mapeamento de contato.</p>
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<p>Com relação aos efeitos econômicos do isolamento social causado pela pandemia, problema muito debatido, sobretudo pelas autoridades governamentais, Schwarzbold lembrou de estudo feito na Dinamarca, de comparação entre as economias deste país com a da Suécia. Embora ambos tenham sofrido recessão, a Dinamarca, que realizou um isolamento horizontal, apresenta um melhor quadro de recuperação do que a Suécia, que optou por não adotar a medida. </p>
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<p><em>Reportagem: Ana Laura Iwai, bolsista de jornalismo da Agência de Notícias da UFSM.<br>Edição: Davi Pereira</em></p>
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<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professoras do PPG-Bioquímica da UFSM estão entre as cientistas mais produtivas do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/06/professoras-do-ppg-bioquimica-da-ufsm-estao-entre-as-cientistas-mais-produtivas-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 16:50:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[As pesquisadoras do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas &#8211; Bioquímica Toxicológica da UFSM, Cristina Wayne Nogueira, Maria Rosa Chitolina e Vera Melquiors Morsch, estão entre os destaques do Open Box Ciência, projeto que dá destaque às cientistas mais produtivas no Brasil. Trata-se de uma plataforma elaborada pela Gênero e Número, organização de jornalismo de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>As pesquisadoras do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas - Bioquímica Toxicológica da UFSM, Cristina Wayne Nogueira, Maria Rosa Chitolina e Vera Melquiors Morsch, estão entre os destaques do <a href="http://www.openciencia.com.br/">Open Box Ciência</a>, projeto que dá destaque às cientistas mais produtivas no Brasil. Trata-se de uma plataforma elaborada pela <a href="http://www.generonumero.media/">Gênero e Número</a>, organização de jornalismo de dados que trabalha com questões de gênero e raça.&nbsp;<br></p>
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<p>A plataforma Open Box Ciência apresenta uma cartografia de 250 mulheres cientistas e a abrangência de suas respectivas pesquisas, através de uma <a href="https://youtu.be/iLn-yW59SSE">metodologia</a> de coleta, análise e classificação de dados via Plataforma Lattes, o projeto selecionou as 50 mulheres cientistas do Brasil nas áreas de Ciências Biológicas, Exatas e da Terra, Sociais Aplicadas e também da Saúde.  As pesquisadoras da UFSM em Ciências Biológicas são docentes permanentes do Programa, com atuação acadêmica de destaque internacional. <br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na área da bioquímica, a&nbsp; professora <a href="http://www.openciencia.com.br/portfolio/cristina-wayne-nogueira/">Cristina Nogueira </a>possui uma carreira reconhecida na área de farmacologia e toxicologia. Sua pesquisa é intitulada “Diphenyl diselenide a janus-faced molecule” e atualmente coordena o Laboratório de Síntese Reatividade e Avaliação Farmacológica e Toxicológica de Organocalcogênios.&nbsp; Já a professora <a href="http://www.openciencia.com.br/portfolio/maria-rosa-chitolina/">Maria Chitolina</a> desenvolve trabalho acerca dos temas:&nbsp; NTPDase, 5′-nucleotidase, acetilcolinesterase, ALA-D, catalase e superóxido dismutase em diferentes doenças em humanos e em modelos experimentais. É também vice-presidente do Clube Brasileiro de Purinas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Já na área de Farmacologia, a plataforma destaca o trabalho da professora <a href="https://ufsmpublica.ufsm.br/docente/4888">Vera Morsch</a>. Com ênfase também em toxicologia, a pesquisadora da UFSM atua nos temas NTPDase, 5'-nucleotidase, acetylcholinesterase. Entre os projetos atuais, destaque para seu estudo de mecanismos neurobiológicos e estresse oxidativo e comportamentais em casos de contaminação por alumínio.&nbsp;<br></p>
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<p>A Open Box Ciência também apresenta um perfil das 50 cientistas brasileiras de cada área do conhecimento, reportagens e também uma série de dados que traçam um perfil do ensino superior brasileiro.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><em>Texto: Davi Pereira - Jornalista da Agência de Notícias da UFSM</em></p>
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<p><strong>Leia também:</strong>  <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/13-mulheres-da-ufsm-que-nos-inspiram-a-fazer-ciencia/">19 mulheres da UFSM que nos inspiram a fazer ciência - Revista Arco </a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Centro de Tecnologia divulga edital para intercâmbio em universidades da França</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/21/centro-de-tecnologia-divulga-edital-para-intercambio-em-universidades-da-franca</link>
				<pubDate>Thu, 21 Mar 2019 18:38:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[intercâmbio]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A direção do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM informa que estão abertas as inscrições para participação em programa de intercâmbio na França. Estudantes de graduação dos cursos das Engenharias Aeroespacial, Elétrica, da Computação e de Telecomunicações podem se inscrever até o dia 7 de abril para concorrer a vagas de intercâmbio em cinco instituições [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A direção do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM informa que estão abertas as inscrições para participação em programa de intercâmbio na França.  Estudantes de graduação dos cursos das Engenharias Aeroespacial, Elétrica, da Computação e de Telecomunicações podem se inscrever até o dia 7 de abril para concorrer a vagas de intercâmbio em cinco instituições de ensino superior francesas da área de Engenharia. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto BRAFISAT 249/2019  é uma cooperação Brasil - França na formação de engenheiros na exploração de micro e nano satélites,  <br> sendo um programa de intercâmbio vigente no CT/UFSM. Serão disponibilizadas quatro bolsas de estudo concedidas pela CAPES durante um período de 10 meses. O período da bolsa será de setembro de 2019 a junho de 2020. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto faz parte do Programa Capes/Brafitec 11/2018, que além da UFSM, conta com duas universidades brasileiras parceiras, a Universidade Federal do Ceará (UFC) e  o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Entre as instituições francesas, participam  Université Grenoble Alpes,  Université de Montpellier,  Institut Polytechnique de Grenoble ,  École Nationale Supérieure Des Mines De Saint-Étienne  e  Institut Polytechnique de Bordeaux. </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Todas as informações sobre pré-requisitos, prazos, documentação, e procedimentos necessários para concorrer às vagas de intercâmbio devem ser conferidas no <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/EDITAL-2019-alunos-graduação-UFSM_FINAL.pdf"><strong>Edital CT/UFSM 01/2019</strong></a>. </p>
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													</item>
						<item>
				<title>Reatores nucleares de potência no mundo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/reatores-nucleares-de-potencia-no-mundo</link>
				<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 18:53:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Energia Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[reator multipropósito]]></category>
		<category><![CDATA[reator nuclear]]></category>

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						<description><![CDATA[No Brasil, reator multipropósito em construção é promessa de avanços na medicina e agricultura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Existem dois tipos de reatores nucleares: os de potência e os de pesquisa. O primeiro é voltado à produção em larga escala de energia, para diversos fins. Já o segundo, serve para entender as propriedades físicas e químicas dos materiais. Conforme a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), atualmente são 30 países que investem na construção e manutenção de reatores nucleares de potência. Nações como França e Estados Unidos, possuem larga capacidade de geração de energia elétrica através desses reatores.

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O Brasil deve ganhar um novo impulso no que se refere à utilização da energia nuclear, beneficiando áreas como a medicina e a agricultura. Trata-se do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), cujo projeto vem sendo trabalhado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O RMB pode dar autonomia ao país na produção de radioisótopos e ampliar a capacidade nacional em pesquisa de técnicas nucleares.

&nbsp;

O professor aposentado do Departamento de Física da UFSM, Odilon Marcuzzo do Canto, doutor em Engenharia Nuclear pela University of California - Berkeley (UCB), explica que um reator é uma máquina na qual é possível controlar a fissão (divisão do núcleo de um átomo pesado - por exemplo, do urânio-235 - em dois menores, quando atingido por um nêutron). Desta forma, um reator produz energia de fissão, que é transformada em energia calorífica e, por fim, em energia elétrica.

&nbsp;

Outra utilização do reator é a produção de radioisótopos – elementos ativos dos radiofármacos, que são empregados como agentes no diagnóstico e no tratamento de câncer e outras doenças. Atualmente, tudo o que é utilizado de radioisótopos no Brasil vem do exterior. Assim, o reator multipropósito abriria muitas possibilidades no Brasil, em áreas como a medicina. “O reator faria o país ficar autônomo em termos de radioisótopos na medicina”, afirma Odilon. A agronomia seria outra área beneficiada, como por exemplo, para a criação de cultivares mais tolerantes ao estresse hídrico.

&nbsp;

“O início do processo em um reator é sempre o mesmo, a fissão do núcleo. Aí o homem, com sua capacidade, com sua engenharia, pode decidir o que fazer com a energia, usar como bomba, para destruir, ou canalizar esta energia de determinadas formas”, afirma Odilon, salientando a importância das pesquisas com energia nuclear. O RMB deverá ser construído em Iperó (SP), devendo entrar em operação em 2024.

&nbsp;

O coordenador do projeto na Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), José Augusto Perrotta, é um dos conferencistas confirmados do Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear: Riscos, Desafios e Perspectivas, que será realizado nos dias 20 e 21 de agosto, no Centro de Convenções da UFSM, em Santa Maria.

&nbsp;

<strong>Reatores nucleares pela América do Sul</strong>

&nbsp;

No continente sul americano, somente Brasil e Argentina possuem reatores nucleares de potência certificados pela AIEA. Em solo brasileiro há duas usinas em atividade (Angra 1 e Angra 2), além de uma em construção (Angra 3), todas localizadas na cidade de Angra dos Reis (RJ). Já os argentinos possuem três reatores em operação (Atucha-1, Atucha-2 e Embalse) e uma em construção (Carem25), três delas em Lima e outra em Embalse. No Brasil, a energia nuclear representa quase 3% da matriz energética.

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Confira a seguir, nos mapas interativos, quantos reatores de potência cada país possui, assim como a capacidade de energia elétrica que cada uma das nações tem.

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<div id="viz1533586133066" class="tableauPlaceholder" style="position: relative;"><noscript><a href='#'><img alt='Reatores nucleares de potência por país ' src='https:&#47;&#47;public.tableau.com&#47;static&#47;images&#47;Re&#47;Reatoresnuclearesdepotnciaporpas&#47;Planilha1&#47;1_rss.png' style='border: none' /></a></noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="300" height="150"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableau.com%2F" /> <param name="embed_code_version" value="3" /> <param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Reatoresnuclearesdepotnciaporpas/Planilha1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://public.tableau.com/static/images/Re/Reatoresnuclearesdepotnciaporpas/Planilha1/1.png" /> <param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
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<div id="viz1533586172222" class="tableauPlaceholder" style="position: relative;"><noscript><a href='#'><img alt='Capacidade de energia elétrica produzida pelos reatores por país ' src='https:&#47;&#47;public.tableau.com&#47;static&#47;images&#47;Ca&#47;Capacidadedeenergiaeltricaproduzidapelosreatoresporpas&#47;Planilha2&#47;1_rss.png' style='border: none' /></a></noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="300" height="150"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableau.com%2F" /> <param name="embed_code_version" value="3" /> <param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Capacidadedeenergiaeltricaproduzidapelosreatoresporpas/Planilha2" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://public.tableau.com/static/images/Ca/Capacidadedeenergiaeltricaproduzidapelosreatoresporpas/Planilha2/1.png" /> <param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
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<strong>Reportagem:</strong> Luan Romero e Ricardo Bonfanti/Assessoria Gabinete do Reitor e Agência de Notícias da UFSM

<strong>Ilustração:</strong> Deirdre Holanda

<strong>Edição:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo]]></content:encoded>
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