<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=danca" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 12:40:01 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>“O idoso precisa conversar, precisa de abraço, além da ginástica e da dança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/06/30/o-idoso-precisa-conversar-precisa-de-abraco-alem-da-ginastica-e-da-danca</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:41:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[feliz dade]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=460</guid>
						<description><![CDATA[Ao encerrar dois anos de atividades do PROEXT-PG, Gustavo Duarte faz um balanço dos aprendizados do projeto Feliz(c)idade e dos impactos da iniciativa para idosos, estudantes e a comunidade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Promover o envelhecimento saudável foi o objetivo que guiou o projeto Feliz(c)idade ao longo dos dois anos de execução do PROEXT-PG UFSM Além do Arco. Coordenado pelos professores Gustavo Duarte e Melissa Braz, a iniciativa reuniu idosos, estudantes e docentes de diferentes áreas em ações voltadas à saúde e ao bem-estar.</p>
<p>O projeto promoveu uma atuação interdisciplinar que integrou Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Nutrição em atividades de ginástica, fortalecimento muscular, equilíbrio, dança, estimulação cognitiva, educação alimentar e práticas integrativas. </p>
<p>Sob coordenação de Gustavo Duarte, os grupos Corpo Mais e Dança Mais reuniram dezenas de participantes em atividades semanais voltadas à promoção da saúde e à convivência. Já as ações coordenadas por Melissa Braz levaram atividades a idosos residentes na Vila Itagiba, instituição de longa permanência para pessoas idosas, e ao grupo Renascer, formado por mulheres que passaram pelo tratamento do câncer de mama. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-e1782848275728-1024x708.jpeg" alt="" width="700" height="484" /></p>
<p>A iniciativa também manteve parcerias com grupos da comunidade, como o Mexe Coração. Ao longo do projeto, dezenas de idosos participaram das atividades desenvolvidas dentro e fora da Universidade, enquanto docentes e estudantes construíram ações integradas de ensino, pesquisa e extensão voltadas ao envelhecimento.</p>
<p>Com o encerramento do ciclo de dois anos do PROEXT-PG, o professor Gustavo Duarte, do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), faz um balanço dos resultados alcançados pelo projeto, dos aprendizados construídos ao lado dos participantes e do que a experiência revelou sobre envelhecimento, convivência e combate à solidão.</p>
<p><b>Além do Arco — Depois desse período de atuação, o que vocês aprenderam sobre as principais necessidades das pessoas idosas de Santa Maria?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Muitas coisas. Ainda há muita coisa para fazer, desde a acessibilidade dentro da Universidade e da cidade. Não há calçadas e adaptações suficientes para a população idosa. A gente está tentando buscar o selo de Cidade Amiga do Idoso, da Organização Mundial da Saúde. Rio Grande e Pelotas já têm, por exemplo. A ideia é construir, junto à prefeitura e outros parceiros, uma comissão para discutir o que Santa Maria precisa avançar nessa área.</p>
<p>O que a cidade pode fazer? Uma praça para idosos, um centro de referência, um centro-dia. O centro-dia é uma unidade pública destinada ao atendimento especializado de pessoas idosas durante o dia. É uma alternativa para quem precisa de acompanhamento, mas não necessita de institucionalização. Hoje nós não temos esse serviço em Santa Maria.</p>
<p>Também faltam locais públicos acessíveis, centros de convivência e mais profissionais preparados para trabalhar com o envelhecimento. Muitos idosos estão sozinhos, precisam de cuidadores e apoio. Eles vêm aos projetos, mas o nosso funciona apenas alguns dias da semana. E nos outros dias? Quem cuida do idoso? Então isso precisa ser pensado como política pública.</p>
<p><b>Além do Arco — E para além dessas questões estruturais, o que mais chamou a atenção de vocês durante o projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> O que mais nos chamou atenção foi a questão da saúde mental. A maioria dos idosos participa de três ou quatro grupos, mas ainda assim enfrenta muita solidão e depressão. Eles chegam antes das atividades e vão embora depois porque querem conversar.</p>
<p>A gente está tentando ampliar atividades como sessões de cinema e rodas de conversa. Não só para fazer exercício. Vamos sentar, conversar e falar da vida. O idoso precisa conversar, precisa de abraço além da ginástica e da dança. Precisa de escuta sensível. Muitos estão sozinhos em casa. São viúvos, casais longevos, mulheres que vivem sozinhas. Muitas vezes a família não tem tempo de acompanhar, no máximo nos fins de semana.</p>
<p>Então, realmente, a solidão e a depressão aparecem muito. Foi um aprendizado importante para nós. A gente trabalhou toda a questão da saúde, mas percebeu que é preciso olhar também para a dimensão psicossocial, para os encontros, para a convivência e para as redes de apoio. Eles precisam dessa rede, desse suporte, que é o que a extensão faz há muito tempo e que, depois da pandemia, se tornou ainda mais necessário.</p>
[caption id="attachment_462" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.40-3-300x237.jpeg" alt="" width="600" height="473" /> Professor Gustavo junto a participantes do projeto[/caption]
<p><b>Além do Arco — Houve algum resultado que surpreendeu vocês ao longo do projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Os homens continuaram e ficaram. A gente tinha só dois homens no projeto, agora a gente já tem acho que cinco ou seis. As próprias mulheres trazem os amigos viúvos, além dos companheiros. Outra coisa é que, além do nosso grupo, os idosos estão se encontrando fora. Domingo vão tomar chimarrão na Medianeira ou no Parque Itaimbé. Já foi um desdobramento do nosso projeto.</p>
<p><b>Além do Arco — Existe alguma história que represente bem o que vocês construíram nesses dois anos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Tem a dona Fausta. Ela tem 88 anos e não falta às quartas-feiras. Ela pega um ônibus ou dois lá da Tancredo Neves, Santa Marta, daquela região, para chegar. Ela faz ginástica, ela faz dança, mora sozinha, é autônoma, tá em outros grupos também. Ela faz questão de dizer que já começou lá  nos anos 1990 com o professor Juca [José Francisco Silva Dias, docente aposentado da UFSM que fundou o NIEaTI (Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade)]. Ela nunca reclama. A gente esquece que ela tem 88 anos.</p>
<p>Também tem um grupo de professoras aposentadas que estão na ginástica e na dança. Elas têm uma relação a partir do grupo. Vão no cinema, vão no teatro, fazem o figurino da dança. Agora duas delas vão a Joinville conosco para assistir ao Festival Internacional de Dança. É uma oportunidade que pode abrir a cabeça, apresentar outro mundo pra elas.</p>
<p><b>Além do Arco — Você atua diretamente com atividades de dança. O que a dança proporciona para esse público além do exercício físico?</b></p>
[caption id="attachment_461" align="alignleft" width="720"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-1.jpeg" alt="" width="720" height="672" /> Aulas de dança do projeto[/caption]
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Toda atividade física é importante. Mas o que a dança proporciona, só ela proporciona. Ao mesmo tempo trabalha ritmo, coordenação, afetividade, musicalidade e novas conexões no cérebro. Porque é muita informação junto. Não é nem dupla tarefa, é tripla tarefa. São várias coisas ao mesmo tempo que uma simples coreografia trabalha no corpo e no cérebro: a coreografia tem que encaixar na música, interpretar um papel, ainda tem que segurar um objeto, né? Porque elas dançam com lenço, com sombrinha, com leque espanhol, com chapéu... É a percepção do espaço, do tempo, do ritmo.</p>
<p>E as aulas não param às quartas-feiras. Como a gente tem um grupo do WhatsApp, a gente filma a coreografia e posta lá.  Eu também coloco coisas do Festival de Dança Joinville, de balé, de Flamenco. É muito mais do que dançar. É o antes da dança e o depois. A dança não acaba só no corpo, tem um estudo teórico do grupo de dança. A gente está estudando os feminismos agora. Estamos fazendo a coreografia da história das mulheres, começamos com Gal, vai ter Elis Regina, Rita Lee… E eu não decido nada sozinho, elas estão implicadas no processo junto.</p>
<p><b>Além do Arco — E qual foi o impacto do projeto para os estudantes envolvidos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Eu tenho duas ou três mestrandas que nunca tinham trabalhado com idosos. Muitas delas estão colocando questões de gênero agora que não estavam presentes nos trabalhos sobre envelhecimento. O projeto delas de mestrado mudou e se qualificou a partir desse trabalho de campo, do que elas viram no Corpo Mais, no Dança Mais e nas outras ações do Feliz(c)idade.</p>
<p>Os mestrandos que passaram pelos projetos nesses dois anos ficaram mais apaixonados pelo envelhecimento. Muitos mudaram o foco das pesquisas a partir das questões que encontraram nos grupos.</p>
<p><b>Além do Arco — E pessoalmente, como essa experiência transformou você?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b>  É  aquilo que não cabe no Lattes, que não tem como pontuar, né? Me transformou tanto como ser humano quanto como profissional. Fazer as coisas com mais calma, com paciência, com mais emoção, com mais afetividade, com mais significado. Como professor, dentro da sala de aula, me ajudou a planejar melhor minhas aulas, e como pesquisador também, porque há múltiplas velhices, não é só um envelhecimento.</p>
<p><b>Além do Arco — O projeto está chegando ao fim. O que vem pela frente?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b> Eu acho que é o evento Feliz(c)idade. Era uma demanda que todos queriam. A gente veio do Acampavida, que começou com o professor Juca e o professor Marco [Aurelio Acosta, referência em Gerontologia). A gente fez duas edições do Feliz(c)idade e a terceira vai ficar para novembro ou dezembro. Agora já tem os grupos parceiros, entrou no calendário da UFSM. Cada vez mais professores querem dar oficinas. Então vamos ocupar uma lacuna muito grande que existia, retomando esse encontro com outra roupagem, outra cara.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista<br /><br /><strong>Fotografias:</strong> Projeto Feli(z)cidade</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 2ª edição, evento “Isso é CAL” terá atrações artísticas, atividades de lazer e gastronomia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/em-sua-2a-edicao-evento-isso-e-cal-tera-atracoes-artisticas-atividades-de-lazer-e-gastronomia</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:12:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72903</guid>
						<description><![CDATA[Em formato livre e gratuito, o evento ocorre no prédio 40 do campus sede, Teatro Caixa Preta e arredores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/isso-cal.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/isso-cal-819x1024.jpg" alt="" width="575" height="719" /></a>Neste domingo (24), a partir das 15h, ocorre a 2ª edição do evento “Isso é CAL”, que vai proporcionar ao público atrações variadas, incluindo shows de música, performances de teatro e dança, feira de economia criativa (com produtos autorais, artesanais e de design) e espaço de alimentação, com a presença de <i>food trucks</i> e da Polifeira do Agricultor. Em uma realização do Centro de Artes e Letras (CAL) e da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, as apresentações artísticas vão ocorrer de forma livre e gratuita no prédio 40 do campus sede, Teatro Caixa Preta e arredores.</p><p>Entre as apresentações musicais confirmadas, estão o show da banda Black Cat; “Misterioso Pássaro”, com Gérson Werlang; show acústico autoral, com Clairana; “Chuva – Pocket Show”, com Luiza Morais; e “Aqui Oh!”, com Alberto Ceolin, Arthur Caldo, Leonardo Feldmann e Vicenzo Martins. Haverá ainda a performance do espetáculo de teatro “Língua Preta”, do Grupo Dramaturgiras, e a apresentação do projeto Mojubá: Grupo de Danças Populares Brasileiras.</p><p>Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/calufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do CAL no Instagram</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>02/2026 - Edital 02/2026 - Auxílio a Estudantes - ISSO É CAL 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/editais/002-2026-12</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:46:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#ISSOÉCAL]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[desenho industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/?post_type=editais&#038;p=6430</guid>
						<description><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através do Centro de Artes e Letras e do Projeto Caixa Preta Caixa Aberta, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos de Cursos de Graduação do Centro de Artes e Letras, da UFSM, para concessão de Auxílio a Estudantes para atuarem  no evento ISSO É CAL, que ocorre no dia 24 de maio de 2026, realizando atividades artísticas. </span></p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através do Centro de Artes e Letras e do Projeto Caixa Preta Caixa Aberta, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos de Cursos de Graduação do Centro de Artes e Letras, da UFSM, para concessão de Auxílio a Estudantes para atuarem  no evento ISSO É CAL, que ocorre no dia 24 de maio de 2026, realizando atividades artísticas. </span></p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos da UFSM celebram o Dia Internacional da Dança</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/30/cursos-de-danca-da-ufsm-celebram-o-dia-internacional-da-danca</link>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:31:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da dança]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72654</guid>
						<description><![CDATA[Entre performances e estreias, os estudantes trouxeram produções de sala de aula para o maior palco da Universidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0052-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de mulher em uma palco amplo dançando.Ela usa um vestido azulado e está com o corpo posicionado à direita." />											<figcaption>Curso de Bacharelado em Dança apresentou performance no Centro de Convenções</figcaption>
										</figure>
		<p>Os cursos de Dança da UFSM realizaram, nesta quarta-feira (29), uma apresentação no Centro de Convenções da Universidade, para celebrar o Dia Internacional da Dança. Organizado por docentes e estudantes do Bacharelado e da Licenciatura em Dança, o evento teve mais de 40 bailarinos, entre elenco e equipe, envolvidos na produção.</p>
<p>A coordenadora do Bacharelado, Tatiana Wonsik Recompenza Joseph, juntamente com o coordenador da Licenciatura, Bruno Blois Nunes, reforçaram a importância de ocupar o Centro de Convenções. O espaço, segundo eles, é referência no fazer artístico.</p>
<p>“Nós, dos cursos de Dança Bacharelado e Licenciatura, reconhecemos que isto se tornou possível pelo trabalho de pessoas que vieram antes de nós. Queremos manter vivos como uma tradição, para que a cada novo ano este dia tenha mais pessoas no palco e na plateia”, diz Tatiana.</p>
<p>Organizados em três coreografias, o curso de Dança Bacharelado trouxe uma apresentação protagonizada pelos calouros e organizada a partir de trabalhos da disciplina de Exercício Técnicos em Dança, ministrada pela professora Tatiana, com enfoque na Dança Moderna. Posteriormente, foram apresentadas duas performances derivadas dos processos criativos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) dos formandos.</p>
<p>Para Daniel Aires e Flávio Campos, docentes do Bacharelado, o apoio da UFSM ao ceder o espaço e apoiar o evento, propicia que a comunidade externa acesse esse lugar e conheça mais os cursos. Daniel explica que as produções acontecem ao longo de todo ano, “um processo que nunca acaba, a gente está sempre mostrando os nossos trabalhos, levando para outros contextos de apresentação e tornando público os nossos trabalhos”.</p>
<p>Já a Dança Licenciatura trouxe a estréia do espetáculo “FÉstividades”, do Programa de Extensão Cultura Popular Brasileira UFSM Extensão:&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cefd/2023/08/31/projeto-de-extensao-mojuba-dancas-populares-brasileiras" target="_blank" rel="noopener">MOJUBÁ - Danças Populares Brasileiras</a>. Coordenado pelo professor Jessé da Cruz, o projeto celebra a cultura nacional pela dança. Para Ana Rafaela Martins, licenciada em Dança e mestranda em Educação, este é o momento de reforçar a importância da arte e o quanto é grandioso fazer o Dia Internacional da Dança no maior palco da UFSM.&nbsp;</p>
<p>O Mojubá se reúne desde antes do início do semestre para construir o espetáculo e, agora, dá início às atividades do projeto de extensão, aberto à comunidade. Com encontros semanais às segundas-feiras, o grupo não tem idade mínima ou máxima para participar, não requer experiência prévia nem matrícula na Universidade.</p>
<h3><b>Vivências dos estudantes</b></h3>
<p>Yannis Leal fez sua primeira apresentação da vida no palco do Centro de Convenções, com colegas, calouros de Dança Bacharelado. Ao lado de Mavis Aparecida, elas contaram que a construção da coreografia se deu em sala de aula. Ao longo de quatro a cinco ensaios, os estudantes remontaram a performance “Mosaicos”, coordenada pela professora Tatiana, de acordo com suas realidades e possibilidades. “Querendo ou não a gente tem estilos diferentes, todo mundo vem de um lugar diferente”.</p>
<p>Natural de Palmeira da Missões, o calouro Wagner Gonçalves encontrou na UFSM um espaço seguro para expressar sua identidade. No Dia Internacional da Dança, ele teve a oportunidade de apresentar sua <i>drag</i>, Mona Lisa, ao mundo. “Quando veio essa ideia de eu fazer apresentação, eu já tive a ideia, de apresentar minha <i>drag </i>para o mundo, mostrar quem eu sou”.</p>
<h3>&nbsp;</h3>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0295-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de cinco mulheres com vestidos rodados, coloridos com temáticas regionais. As bailarinas dançam no palco do Centro de Convenções e agitam seus festidos coloridos." />											<figcaption>Temática junina foi uma das escolhidas pelos estudantes da Licencitura em Dança</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0231-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de homem com saia rodada vermelha, adereço na cabeça e na palco. A imagem capturou o instante em que ele dá um salto no palco do Centro de Convenções. Atrás dele, uma decoração em vermelho" />											<figcaption>Plateia pôde conferir movimentos e coreografias de estudantes dos dois cursos de Dança</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Dia Internacional da Dança</b></h3><p>A escolha da data faz referência ao nascimento do bailarino francês Jean-Georges Noverre e foi implementada em 1982 pelo Comitê Internacional de Dança da Unesco. “Noverre pensava que a dança, para além do simples entretenimento, e quando inserida em um contexto maior, que fizesse parte da narrativa, poderia expressar os sentimentos mais profundos”, reflete o professor Bruno.</p><p>Para ele, aquilo que é limitado pela linguagem, manifesta-se no corpo. O professor Flávio explica que essa data tem um contexto maior, “em que fala de políticas, da forma de pensar o que é esse espaço e esse espaço de produção de conhecimento, que fala de corpos e movimento e de modos de existir dentro desse espaço da cena”.</p><h3><b>Lei da Dança</b></h3><p>No dia 28 de abril deste ano, a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15396.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei da Dança</a> foi sancionada. A lei 15396/2026 regulamenta a profissão de dançarinos, coreógrafos e profissionais da dança no país. A norma estabelece critérios para o exercício da profissão e garante direitos trabalhistas e autorais aos artistas.</p><p>O professor Flávio traz a importância dessa regulamentação para outras possibilidades que estão inseridas dentro dessa noção e contexto da dança. “É significativo e importante para a gente também falar sobre esse movimento, sobre essa situação que a gente celebra hoje”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><b>Texto</b>: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><b>Fotos</b>: Sofhia Krening, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Dança da UFSM participa da encenação da “Missa da Terra sem Males”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/grupo-de-danca-da-ufsm-participa-da-encenacao-da-missa-da-terra-sem-males</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 19:50:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72612</guid>
						<description><![CDATA[Além dos bailarinos do Liccda, o espetáculo realizado em Santo Ângelo contou com um coral de 400 vozes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72613" align="alignright" width="663"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/229A1026.jpg"><img class=" wp-image-72613" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/229A1026-1024x769.jpg" alt="Em frente à catedral, está posicionado um coral formado por dezenas de pessoas vestidas com camisetas brancas. Em frente ao coral, sobre um estrado, quatro jovens bailarinos (dois meninos e duas meninas) representam índios no espetáculo." width="663" height="498" /></a> A “Missa da Terra sem Males” foi encenada no domingo (26) na catedral angelopolitana (foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Santo Ângelo)[/caption]

Como parte das comemorações dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis do Rio Grande do Sul, foi realizada em Santa Ângelo no último domingo (26), na catedral angelopolitana, a “Missa da Terra Sem Males”, um espetáculo de fé, cultura e história. A missa foi escrita pelo bispo Dom Pedro Casaldáliga, referência da causa indígena, e musicada pelo maestro Martín Coplas, descendente do povo indígena quéchua. A coreografia foi elaborada pelo professor de Dança da UFSM Odailso Berté, com os alunos do Laboratório Investigativo de Criações Contemporâneas em Dança (Liccda). No espetáculo, o líder indígena Sepé Tiaraju foi representado pelo jovem indígena Bruno Aguirre Oliveira, integrante do povo mbyá-guarani e estudante do curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal da Fronteira Sul.

A “Missa da Terra Sem Males” é uma obra musical que coloca dentro da estrutura litúrgica católica o remorso e o pedido de perdão do homem branco colonizador pelos males cometidos contra os povos indígenas de todo o continente americano. Com um coral de 400 vozes, músicos e os bailarinos do Liccda/UFSM, o espetáculo entrecruzou arte, espiritualidade e crítica social, motivando a releitura do passado para a construção de uma convivência pacífica em sociedade. O espetáculo na íntegra está disponível no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=g9jp2PuEcT0" target="_blank" rel="noopener">YouTube, no canal do Portal Capital das Missões</a>.

Desde 2002, por convite e sob direção do maestro indígena Martín Coplas, o professor Odailso Berté é o coreógrafo responsável pela obra. O Liccda já havia participado da montagem anterior da “Missa da Terra Sem Males”, em 2019. A atual edição marca os novos rumos do trabalho de pesquisa e criação em dança do Liccda, que também tem em seu histórico na UFSM obras artísticas como “FeridaCalo” (de 2016), sobre a pintora mexicana Frida Kahlo, e <a href="https://www.ufsm.br/2018/12/21/espetaculo-som-e-luz-em-corpos-reestreia-nas-ruinas-de-sao-miguel" target="_blank" rel="noopener">“Som e Luz em Corpos”</a> (de 2018), espetáculo realizado nas Ruínas de São Miguel das Missões junto com o grupo local de jovens mbyá-guarani da comunidade Tekoá Koenjú.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Danças urbanas na UFSM: Centro de Artes e Letras sedia o evento "Street Connections”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/30/dancas-urbanas-na-ufsm-centro-de-artes-e-letras-sedia-o-evento-street-connections</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:36:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72296</guid>
						<description><![CDATA[Realizado na última sexta-feira (27), o evento trouxe as danças urbanas para dentro da universidade, com bate-papos, apresentações e workshops gratuitos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72301" align="alignleft" width="499"]<img class="wp-image-72301 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A1599-1024x683.jpg" alt="Foto na horizontal e colorida que mostra, ao centro, Mauricio Moreira, um homem branco, tatuado, usando um boné vermelho e vestindo uma camisa de basquete preto e vermelha. Ao fundo, os dançarinos tentam acompanhar a coreografia no estúdio de dança" width="499" height="333" /> Maurício Moreira, coreógrafo, ensina passos de dança aos dançarinos[/caption]
<p>O Centro de Artes e Letras (CAL) recebeu, na tarde de sexta-feira (27), o evento “Street Connections”, que reuniu artistas, professores e dançarinos de danças urbanas em uma programação com apresentações, workshops e momentos de diálogo e troca de experiências. Realizado pelo Ministério da Cultura, com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o evento integra o projeto “Danças urbanas: Conexões criativas no mundo do trabalho em rede”, que atua como uma rede colaborativa entre seis cidades do estado, entre elas Santa Maria. Esta é a segunda vez que a UFSM recebe o projeto, que também contou com o apoio do curso de Dança Licenciatura, fortalecendo a presença das danças urbanas no ambiente acadêmico.</p>
<h3>Entre formação, mercado e conexões nas danças urbanas</h3>
<p>O “Street Connections” atua no mapeamento e na valorização dessa expressão artística no Rio Grande do Sul, com foco em compreender as condições de trabalho e incentivar a formação de redes entre dançarinos, professores, coreógrafos e pesquisadores. “Pensamos nas universidades como parceiras justamente por serem pontos de encontro, além de espaços de pesquisa, ensino e extensão que aproximam a comunidade”, destaca Eloísa Sampaio, diretora de produção do evento.</p>
<p>Durante a programação, ela conduziu um momento de conversa sobre políticas públicas de cultura e gestão cultural, que reforçou o papel do evento na reflexão sobre o setor. “Pensamos nessa parceria justamente para que as pessoas conheçam a universidade e estejam mais próximas dela”, afirma. O evento amplia o debate sobre a profissionalização nas danças urbanas ao conectar prática e reflexão. “O objetivo do projeto, além de mapear, é, sobretudo, fortalecer as danças urbanas e formar rede. Então, a ideia é que aqui a gente possa provocar algum movimento para que os grupos se fortaleçam”, destaca Eloísa.</p>
<h3>Troca de experiências</h3>
[caption id="attachment_72303" align="alignright" width="373"]<img class="wp-image-72303 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/fgfgf-683x1024.jpg" alt="Foto na vertical e colorida que mostra, ao centro, Mauricio com alguns dos dançarinos presentes no evento, todos sentados. No chão, um cartaz colorido com traços em laranja. Ao fundo, o mesmo cartaz exibindo o nome do projeto e a logo e atrás disso, uma das paredes pretas do estúdio" width="373" height="560" /> O evento reuniu dançarinos e coreógrafos locais[/caption]
<p>A realização do evento na universidade também representa um avanço no reconhecimento da área e no papel social dos profissionais. “Hoje eu sou educador social, então isso faz eu querer continuar para transformar algumas vidas e poder fazer essa galerinha que está chegando agora cultivar um pouquinho do que é o hip-hop”, explica Maurício Moreira, coreógrafo formado em Pedagogia pela UFSM. Ele também destaca a importância de iniciativas como essa para a valorização de artistas locais. “Achei muito impactante chamar a galera de Santa Maria para dar um workshop em um evento desse tamanho, em uma proposta desse tamanho”, relata.</p>
<p>A troca de experiências também influencia diretamente quem ainda está em formação. O dançarino e estudante Antonio Daniel Brum Lencina, de 16 anos, dança há nove anos e destaca o aprendizado proporcionado pelo contato com profissionais. “Está sendo maravilhoso, com várias coreografias e aulas diferentes. Como eu quero ser coreógrafo, me inspiro bastante no Maurício Moreira”, destaca. Para ele, o evento contribui para o seu desenvolvimento como futuro professor e coreógrafo. “Isso me ajuda a desenvolver mais a minha dança e a ensinar o pessoal o que eu aprendo”, acrescenta.</p>
<p>O evento reforça a importância de espaços de formação e troca, aproximando estudantes e profissionais e contribuindo para o desenvolvimento de novas trajetórias nas danças urbanas. Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas na rede social (@conexoes.urb).</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Adrieny Rosa, acadêmica de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo espetáculo da Kháos Cia de Dança, “Nome do Medo” estreia em dezembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/17/novo-espetaculo-da-khaos-cia-de-danca-nome-do-medo-estreia-em-dezembro</link>
				<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 18:22:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71413</guid>
						<description><![CDATA[O elenco explora narrativas, situações e sensações que diferentes formas de medo provocam no corpo e nas relações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/O-espetaculo-Nome-do-Medo-e-o-resultado-cenico-da-Residencia-de-Danca-Contemporanea-realizada.jpg"><img class=" wp-image-71414 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/O-espetaculo-Nome-do-Medo-e-o-resultado-cenico-da-Residencia-de-Danca-Contemporanea-realizada-240x300.jpg" alt="" width="541" height="676" /></a>O programa de extensão Kháos Cia de Dança, sob a liderança do professor Daniel Aires, estreia “Nome do Medo”, espetáculo criado ao longo da residência artística em dança contemporânea realizada com o coreógrafo Eduardo Severino, pelo Programa Intercâmbios em Dança – 1ª edição. A apresentação acontece no dia 6 de dezembro, às 20h, na sala 3005 do prédio 40C do campus sede da UFSM, com entrada gratuita. Os ingressos são limitados e podem ser retirados pelo link disponível no perfil <a href="https://www.instagram.com/khaos_ciadedanca/" target="_blank" rel="noopener">@khaos_ciadedanca</a>.

Ao longo de seis meses de trabalho, o elenco investigou medos individuais e coletivos, explorando narrativas, situações e sensações que diferentes formas de medo provocam no corpo e nas relações. O espetáculo tem direção coreográfica de Eduardo Severino, direção cênica de Daniel Aires e produção de Verônica Prokopp.

<b>Aviso de </b><b>s</b><b>ensibilidades –</b> O grupo informa que algumas cenas do espetáculo “Nome do Medo” contêm gritos e ruídos altos que podem causar desconforto a pessoas com maior sensibilidade auditiva, bem como reações emocionais diversas. O espetáculo não possui classificação etária, porém tratará de nuances sensíveis relacionadas à temática do medo.

O projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, por meio do Pró-Cultura RS e da Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, com apoio institucional da UFSM, Centro de Artes e Letras (CAL), curso de Bacharelado em Dança e Laboratório Kháos – Danças, Encruzilhadas e Tecnologias.

<i>Texto: Kháos Cia de Dança</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI Performativa teve apresentações de dança, música e artes cênicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/05/jai-performativa-teve-apresentacoes-de-danca-musica-e-artes-cenicas</link>
				<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 20:01:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71273</guid>
						<description><![CDATA[Aos estudantes se propicia um espaço para apresentações em formatos que fogem do convencional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na manhã desta quarta-feira (5), um círculo de pessoas se reuniu no palco do Centro de Convenções da UFSM para a realização da Jornada Acadêmica Integrada (JAI) Performativa. A atividade tem como objetivo unir a pesquisa com a prática. Na JAI Performativa, os alunos dos cursos de Dança, Música e Artes Cênicas têm a oportunidade de performar seus trabalhos de uma forma que foge do convencional, sem ser através das modalidades de apresentação oral ou banner.

[caption id="attachment_71275" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-05-jai-performativa-Paulo-Barauna-6.jpg"><img class=" wp-image-71275" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-05-jai-performativa-Paulo-Barauna-6-300x200.jpg" alt="Foto horizontal colorida. Mostra um grupo de pessoas sentadas em círculo sobre o palco de um auditório vazio. Em primeiro plano, pessoas estão descalças ou com calçados leves, formando uma roda de conversa no centro do palco de madeira. Ao fundo, as fileiras de assentos escuros do auditório permanecem vazias e iluminadas pelas luzes dos corredores laterais. A iluminação superior destaca o grupo central, sugerindo uma atividade de reflexão, ensaio ou oficina artística. À esquerda, uma mulher de blusa branca e calça verde; ao centro, várias pessoas em posição relaxada, incluindo um homem de camiseta vermelha e outro de blusa colorida; à direita, mais participantes, alguns de costas e outros atentos à conversa." width="637" height="424" /></a> Primeiro os alunos realizaram as suas apresentações e depois falaram um pouco sobre sua pesquisa para a roda de conversa formada por colegas e público[/caption]

Primeiro os alunos realizam as suas apresentações e depois falam um pouco sobre sua pesquisa para os colegas e o público. O espaço é uma verdadeira roda de conversa para debater as artes. O professor do Departamento de Artes Cênicas e coordenador da JAI Performativa, Daniel Plá, destacou a importância do evento: “é um lugar onde as pesquisas que estão na metodologia da prática podem estar inseridas e nós podemos apresentar elas num formato que seja mais coerente com os modos como a gente produz conhecimento”.

O professor destacou também que a universidade é pioneira nesse modelo de apresentação de artes da cena, sendo único no país. “Ao mesmo tempo que tem ciência em que as pessoas apresentam os seus objetivos, os seus autores, as suas referências, nós apresentamos isso a partir de uma forma onde o espaço, o corpo, esses outros conhecimentos do sensorial também estão implicados”, complementa.

O formando em Artes Cênicas Tarso Pimentel veio presenciar as apresentações e compartilhou que tem adorado acompanhar as performances e poder debater com os colegas. “É muito interessante conseguir ver o que o pessoal tá pesquisando, como essas pesquisas vão sendo construídas, principalmente quando a gente consegue analisar esse campo da prática também sendo feita.”

A estudante de Artes Cênicas (habilitação em Interpretação Teatral) Eduarda Tomé apresentou a obra “Matando Mosquitos”, que desenvolveu ao longo de um ano nas disciplinas de Metodologia da Criação Cênica e Atelier da Composição e Interpretação. A acadêmica pesquisa autobiografias dentro do campo das artes cênicas misturando as linguagens de teatro, dança, música e poéticas tecnológicas.

Na performance apresentada, Eduarda se baseou em referências da atriz, diretora e dramaturga Janaína Leite, além de outras memórias criativas para composição cênica, incluindo seus textos próprios. “Tem sido ótimo participar vendo outras perspectivas, estando no palco que é um pouco a nossa zona de conforto. Porque é um evento acadêmico, mas é importante ressaltar também que esse espaço da cena também faz parte da academia”, compartilhou.

O discente do Mestrado em Artes da Cena Jean Morales trouxe uma pesquisa voltada para a protagonização da figura negra como produtora de conhecimento, em espaços como terreiros e escolas de samba. A ideia é observar o que esses espaços têm para oferecer no modo de criação de personagens. “Dadas as circunstâncias que a gente vive num país colonial, colonizado, a gente sempre vê esses corpos negros, enfim, em lugares de subalternidade, em personagens subalternos, nunca como protagonistas”, explicou o mestrando.

Jean participou pela primeira vez da JAI e ressaltou que ficou muito surpreso com a organização do evento. “Para mim foi surpreendente, acho que nós não temos, no amplo nacional de pesquisas, muitas universidades que cedam esses espaços mais performativos. Então, acho que isso é precursor, inovador e isso é ciência, arte, inovação, tudo que tem de melhor na UFSM.”

<i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 11ª edição, Noite da Dança terá 13 apresentações no Teatro Caixa Preta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/03/em-sua-11a-edicao-noite-da-danca-tera-13-apresentacoes-no-teatro-caixa-preta</link>
				<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 22:13:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71231</guid>
						<description><![CDATA[Serão apresentadas obras de dança contemporânea, dança moderna, balé clássico, jazz, dança afro-brasileira e danças gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/cartaz-noite-2.jpeg"><img class=" wp-image-71232 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/cartaz-noite-2-240x300.jpeg" alt="Imagem vertical, que consiste no cartaz de divulgação do evento." width="576" height="720" /></a>Na próxima quinta-feira (6), ocorre no Teatro Caixa Preta a 11ª edição da Noite da Dança, mostra organizada pela Licenciatura em Dança da UFSM, reunindo produções cênicas realizadas em disciplinas e projetos do curso. O evento começa às 19h, com ingressos gratuitos pela plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/xi-noite-da-danca/3173035" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a>, e contará com 13 coreografias dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança.

“A mostra celebra a diversidade da dança produzida na UFSM”, explica a coordenadora da Noite da Dança, professora Neila Baldi. Durante pouco mais de uma hora, poderão ser apreciadas coreografias de dança contemporânea, dança moderna, balé clássico, jazz, dança afro-brasileira e danças gaúchas. Entre as temáticas abordadas, destacam-se a enchente do ano passado, questões de gênero, vivências dentro da universidade e despedidas.

A Noite da Dança é um projeto de extensão criado em 2017, com o objetivo de levar as produções do curso de Licenciatura em Dança para a comunidade santa-mariense e também estimular que estudantes desenvolvam projetos artísticos. Das 13 obras coreográficas apresentadas neste semestre, duas são fruto de pesquisa de estudantes, uma é de extensão e as demais são oriundas dos componentes curriculares dos dois cursos.

A abertura da mostra ficará a cargo da disciplina Processos Criativos em Dança II, sob orientação do professor Odailso Berté. Inspirada por músicas do compositor mineiro Marcus Viana, “Tropilha” usa a imagem das amazonas relacionada a diferentes perfis de mulheres, como rainhas, heroínas, personagens de telenovela e figuras míticas. Esses arquétipos femininos têm em comum a sororidade e a relação com a imagem masculina, que mescla confronto e alianças possíveis.

Já o encerramento será com “Água até Aqui”, coreografia de Will Nienow, que ele dirige junto com Lucca Pilla. A obra representa a situação de calamidade das enchentes vivenciada em todo o estado em maio de 2024. A cena é fruto da disciplina Fundamentos da Dança Moderna, sob orientação do professor Lucca Pilla.

A duração da mostra é de aproximadamente uma hora. A produção é de Elisa Giacomelli, Júlia Roncai, Lauren Diel, Manoela Cargnelutti, Natã Bertotti e Priscila Portz, sob a coordenação-geral da professora Neila Baldi.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>TV Campus entrevista diretora de documentário premiado no Festival de Gramado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/05/tv-campus-entrevista-diretora-de-documentario-premiado-no-festival-de-gramado</link>
				<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:53:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70427</guid>
						<description><![CDATA[O filme “Quando a Gente Menina Cresce” foi o grande vencedor da Mostra de Longas-Metragens Gaúchos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desde a tarde desta sexta-feira (5), está disponível no canal da TV Campus no Youtube uma entrevista com a cineasta Neli Mombelli, diretora do documentário <a href="https://festivaldecinemadegramado.com/competidores/quando-a-gente-menina-cresce/" target="_blank" rel="noopener">“Quando a Gente Menina Cresce”</a>, premiado no 53º Festival de Cinema de Gramado. Produzido pela TV Ovo, o filme foi o grande vencedor da <a href="https://festivaldecinemadegramado.com/quando-a-gente-menina-cresce-vence-a-mostra-competitiva-de-longas-gauchos-no-53o-festival-de-cinema-de-gramado/" target="_blank" rel="noopener">Mostra de Longas-Metragens Gaúchos</a>, promovido em parceria com a Secretaria Estadual da Cultura (Sedac/RS) e o Instituto Estadual de Cinema (Iecine). A produção trouxe para Santa Maria os kikitos de melhor filme gaúcho e do júri popular, além de uma menção honrosa para o seu elenco feminino.

O documentário acompanha seis alunas de 9 a 12 anos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Sérgio Lopes, de Santa Maria, no processo de crescimento e chegada da primeira menstruação. Conta com cenas filmadas no Jardim Botânico da UFSM, além da <a href="https://www.ufsm.br/2025/08/25/curso-de-danca-licenciatura-da-ufsm-participou-de-documentario-vencedor-no-festival-de-cinema-de-gramado" target="_blank" rel="noopener">colaboração de uma equipe do curso de Licenciatura em Dança</a>. A entrevista pode ser acompanhada no <i>player</i> abaixo:

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=bpNFvp0xmtA[/embed]]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caravana Cultural Mojubá chega a Cachoeira do Sul com espetáculos e oficinas gratuitas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/20/caravana-cultural-mojuba-chega-a-cachoeira-do-sul-com-espetaculos-e-oficinas-gratuitas</link>
				<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 18:53:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Cachoeira do Sul]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70206</guid>
						<description><![CDATA[A programação é gratuita e aberta à comunidade, com atividades em diferentes espaços da cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/caravana-cultural-Mojuba-768x960-1.jpg"><img class=" wp-image-70207 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/caravana-cultural-Mojuba-768x960-1-240x300.jpg" alt="" width="538" height="672" /></a>Nos dias 29 e 30 de agosto, Cachoeira do Sul será palco da Caravana Cultural Mojubá, evento que celebra a potência da cultura afro-brasileira por meio da dança, da música e das manifestações populares. A iniciativa integra as comemorações dos 50 anos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e conta com programação gratuita e aberta à comunidade.

A caravana é realizada pelo Campus da UFSM em Cachoeira do Sul, pela Pró-Reitoria de Extensão, pelo Programa de Cultura Popular UFSM e pelo programa de extensão “Mojubá: danças populares brasileiras”. Em nível local, a ação tem o apoio da Prefeitura de Cachoeira do Sul, da Secretaria de Cultura, da Escola de Samba Unidos da Vila e da Fazenda Tafona. Também colaboram institucionalmente o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas, o Observatório de Direitos Humanos, o Centro de Artes e Letras e o curso de Licenciatura em Dança da UFSM.

Mais do que uma programação cultural, a Caravana Mojubá representa uma travessia de afirmação da ancestralidade afro-brasileira, reafirmando a arte e o corpo como territórios de memória, resistência e celebração. Toda a comunidade está convidada a participar e a celebrar esse encontro de cultura e ancestralidade em Cachoeira do Sul.

<b>Programação:</b>

<b>29 de agosto (sexta-feira)</b>

Local: Casa de Cultura Paulo Salzano Vieira da Cunha

9h30min | 15h | 19h – Espetáculo “Isso é Brasil”

Uma experiência cênica que revela a diversidade e força da cultura brasileira através da dança, do canto e da presença cênica dos corpos negros em cena.

<b>30 de agosto (sábado)</b>

14h – Oficina de Dança Afro-Brasileira

Local: Escola de Samba Unidos da Vila (Rua Roberto Silva, 692 – bairro Barcelos)

A atividade propõe uma vivência coletiva com ritmos, gestos e fundamentos das danças afro-brasileiras, valorizando saberes ancestrais e práticas de corpo/território.

Inscrições com Ana, pelo telefone (51) 99691-5162 ou pelo e-mail escoladesambaunidosdavila2015@gmail.com

19h – Apresentação “Danças dos Orixás”

Local: Fazenda Tafona

Celebração das forças da natureza, dos arquétipos africanos e do sagrado através das danças dos Orixás – uma experiência sensível de conexão e resistência.

<em>Texto: Setor de Comunicação do Campus de Cachoeira do Sul</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Kháos Cia. de Dança retorna a Porto Alegre com o espetáculo “Amordor”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/18/khaos-cia-de-danca-retorna-a-porto-alegre-com-o-espetaculo-amordor</link>
				<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 23:17:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70175</guid>
						<description><![CDATA[O espetáculo foi selecionado em edital da Sedac para apresentação, em 3 de setembro, no Teatro Oficina Olga Reverbel]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_70176" align="alignright" width="560"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/02.-Espetaculo-AMORDOR_Fotografia-Carolina-Cabral-scaled.jpg"><img class=" wp-image-70176" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/02.-Espetaculo-AMORDOR_Fotografia-Carolina-Cabral-200x300.jpg" alt="" width="560" height="841" /></a> De acordo com a sinopse, o espetáculo investiga “os clichês do amor em uma atmosfera que transita entre o hiper-realismo e o onírico” (foto: Carolina Cabral)[/caption]

Programa de extensão da UFSM, a Kháos Cia. de Dança retorna a Porto Alegre com o espetáculo <a href="https://www.ufsm.br/2024/12/09/espetaculo-de-danca-contemporanea-da-khaos-cia-de-danca-estreia-nos-dias-12-e-13" target="_blank" rel="noopener">“Amordor”</a>, integrando a programação do projeto Atos e Cenas. A apresentação acontece no dia 3 de setembro, às 19h, no Teatro Oficina Olga Reverbel (que faz parte do Multipalco Eva Sopher, junto ao Theatro São Pedro). O espetáculo foi contemplado pelo <a href="https://cultura.rs.gov.br/edital-atos-e-cenas-do-rs-esta-com-inscricoes-abertas" target="_blank" rel="noopener">edital Nº 05/2025 da Secretaria Estadual da Cultura (Sedac)</a>, o qual conta com o apoio do Serviço Social do Comércio (Sesc/RS).

Fundada em 2023, a Kháos Cia. de Dança é um programa vinculado ao curso de Bacharelado em Dança UFSM, sob coordenação e direção do professor Daniel Aires. Em maio de 2025, a companhia estreou no cenário artístico da capital gaúcha participando do <a href="https://www.ufsm.br/2025/05/06/khaos-cia-de-danca-da-ufsm-integra-a-programacao-do-19o-palco-giratorio-sesc-porto-alegre" target="_blank" rel="noopener">19º Festival Palco Giratório Sesc Porto Alegre</a>.

Ao custo de R$ 30,00 (entrada inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada), os ingressos podem ser adquiridos no <a href="https://theatrosaopedro.rs.gov.br/amordor-atos-e-cenas-2025" target="_blank" rel="noopener">site do Theatro São Pedro</a> e por meio do perfil da <a href="https://www.instagram.com/khaos_ciadedanca/" target="_blank" rel="noopener">Kháos no Instagram</a> (na “bio”). O espetáculo tem 45 minutos de duração, e a classificação etária é de 16 anos. A sinopse pode ser conferida abaixo.

<b>Sinopse –</b> “Amordor” percorre a indivisibilidade amor/dor, investigando os clichês do amor em uma atmosfera que transita entre o hiper-realismo e o onírico. A coreografia aborda as nuances dos relacionamentos afetivos, explorando enlaces, afetos, traição, ilusão, desilusão, afeto e violência. As pequenas dramaturgias em cena constroem camadas de sentidos, guiadas pela fé e devoção, conduzindo intérpretes e público em uma busca por si e pelo outro – um verdadeiro “baile à deriva do enlace”.

<b>Ficha técnica:</b>

Direção geral e coreográfica: Daniel Aires

Elenco: Alice Duarte, Anna Souza, Daniel Aires, Lica Sityá e Robson da Cruz

Operação de luz: Bruno Favero

Operação de som: Driko Oliveira

Pesquisa musical: Daniel Aires

Edição de trilha sonora: Clauson Kraemer

Figurino: Kháos Cia de Dança

Assessoria de imprensa: Roberta Amaral

Produção: Verônica Prokopp]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Teatro Caixa Preta recebe o espetáculo “Gira Teresinhas” nos dias 23 e 24 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/12/teatro-caixa-preta-recebe-o-espetaculo-gira-teresinhas-nos-dias-23-e-24-de-agosto</link>
				<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 22:07:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70123</guid>
						<description><![CDATA[A apresentação mescla dança contemporânea, teatro e música ao vivo. Uma das sessões, no dia 23, terá tradução em Libras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Gira.jpeg"><img class=" wp-image-70124 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Gira-240x300.jpeg" alt="" width="535" height="668" /></a>Nos dias 23 e 24 de agosto, o Teatro Caixa Preta recebe o espetáculo <a href="https://centromeme.com.br/meme/teresinhas.html" target="_blank" rel="noopener">“Gira Teresinhas”</a>, que mescla dança contemporânea, teatro e música ao vivo. Quase 20 anos após a sua estreia, o espetáculo já foi apresentado em várias cidades brasileiras. De acordo com a sinopse, “seis intérpretes, entre 30 e 60 anos, dividem o palco para contar a trajetória de uma mulher comum – e por isso mesmo extraordinária. Em ‘Teresinhas’, a experiência de vida de Terezinha Jardim Machado, mãe do diretor e coreógrafo Paulo Guimarães, se transforma em matéria poética e política. Da juventude à maturidade, a obra percorre caminhos de afeto, ruptura e reinvenção”. A primeira apresentação, no dia 23 (sábado), às 19h, será especial, pois contará com tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras). No dia 24 (domingo), haverá uma sessão regular, com início às 16h. Ambas têm entrada franca.

<b>Outras atividades –</b> O curso de Licenciatura em Teatro da UFSM informa que no sábado (23), logo após a sessão, haverá uma roda de conversa com os artistas que atuam no espetáculo, a qual será mediada pelo professor Odailso Berté, do curso de Licenciatura em Dança da UFSM. Também será oferecido um workshop gratuito no domingo (24), às 10h, no Centro de Artes e Letras (CAL) – prédio 40 do campus sede, ao lado do teatro. Trata-se de uma “atividade prática que aprofunda os processos criativos do espetáculo”.

O espetáculo conta com financiamento do sistema Pró-Cultura RS. A reserva dos ingressos e a inscrição no workshop podem ser realizadas <a href="https://www.centromeme.com.br/agenda/girateresinhas/santamaria.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 10ª edição, Noite da Dança ocorre nesta terça-feira no Teatro Caixa Preta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/23/em-sua-10a-edicao-noite-da-danca-ocorre-nesta-terca-feira-no-teatro-caixa-preta</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 04:56:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69585</guid>
						<description><![CDATA[A partir das 19h, o público poderá assistir gratuitamente a obras de dança contemporânea, clássica e popular]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/CARTAZ-NOITE-DA-DANCA.jpeg"><img class=" wp-image-69586 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/CARTAZ-NOITE-DA-DANCA-240x300.jpeg" alt="" width="559" height="699" /></a>A comunidade de Santa Maria poderá assistir nesta terça-feira (24) a diversas obras de dança produzidas na UFSM. Promovida pelo curso de Licenciatura em Dança da UFSM, a 10ª Noite da Dança inicia-se às 19h no Teatro Caixa Preta – anexo ao prédio 40 do campus sede. Trata-se de uma mostra artística com criações de estudantes do curso, incluindo trabalhos de disciplinas e projetos. A mostra contempla também coreografias produzidas no curso de Bacharelado em Dança e, neste ano, inclui ainda uma obra produzida por estudantes das Artes Cênicas. Os ingressos estão disponíveis gratuitamente na plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/noite-da-danca-24-06/2985177" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a>.

Durante pouco mais de uma hora, serão apresentadas 11 obras, que perpassam a dança contemporânea, a dança clássica e as danças populares. A mostra abre com a instalação coreográfica “EntreLaços”, da turma de Danças Contemporâneas II: Estudos Labanianos. Para adentrar o Caixa Preta, a plateia terá de passar por uma instalação. Além disso, nesta edição, pela primeira vez a mostra terá o formato de semi-arena. “A ideia é que, durante o curso, os e as estudantes investiguem diversas formas de propor dança, por isso não apresentar apenas no chamado palco italiano”, explica a professora Neila Baldi, coordenadora do projeto de extensão Noite da Dança.

A noite segue com outras obras contemporâneas de dança, como “Em Tempos”, coordenado pela professora Márcia Feijó, e “Tic Tac”, coordenado pela professora Giovana Domingos. Nesta edição, serão três obras de danças populares: “Florescer”, “IbeJiro” e “(Fé)stividade”, sob coordenação do professor Jessé Cruz. Será apresentada ainda a obra de balé clássico “Dorin”, orientada pela professora Silvia Wolff. E o grupo de pesquisa Dramaturgiras, das Artes Cênicas, apresentará “Noite de Dengos, Fragmento de uma Obra Teatral”.

A mostra também terá duas obras que discutem questões de gênero: “Pajuball – Sessão da Tarde” e “Botando o Corpo para Jogo”, orientadas pelo professor Odailso Berté. Esta última terá um jogo com a participação da plateia. A mostra encerra-se com “Xabunda de Criança”, obra infantil que também convida a plateia a participar, sob orientação de Neila Baldi.

A Noite da Dança é um projeto de extensão que visa levar à comunidade de Santa Maria as produções cênicas do curso de Licenciatura em Dança, recebendo inscrições de cenas coreográficas de outros cursos de formação em artes da instituição. É um projeto duplamente formativo: inclui formação de plateia de dança e investigações cênicas para estudantes da área. A equipe organizadora da 10ª Noite da Dança é composta pelos estudantes Priscila Portz, Karine Monteiro e Lauane Lencina e Matheus Aguirre e pela professora Neila Baldi.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coletivo de Danças Urbanas realiza estreia de espetáculo neste final de semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/26/coletivo-de-dancas-urbanas-realiza-estreia-de-espetaculo-neste-final-de-semana</link>
				<pubDate>Mon, 26 May 2025 17:00:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[danças urbanas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69266</guid>
						<description><![CDATA[“EM VISIBILIDADE: para além das Danças Urbanas” acontece no Theatro Treze de Maio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69267" align="alignright" width="337"]<img class="wp-image-69267 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/1.-Fotografia-Paulo-Barauna-683x1024.jpg" alt="" width="337" height="505" /> O elenco do espetáculo possui alunos e egressos da UFSM[/caption]
<p>O Coletivo de Danças Urbanas PPUrban realiza seu primeiro espetáculo, “EM VISIBILIDADE: para além das Danças Urbanas”. As apresentações ocorrem nos dias 29 e 30 de maio, às 15h, no Theatro Treze de Maio, em Santa Maria, com entrada franca. A sessão de sexta-feira (30) contará com recurso de audiodescrição, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual à experiência cênica. O elenco do espetáculo é formado por alunos e egressos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor Daniel Aires, do Departamento de Artes Cênicas da UFSM, destaca o que será abordado no espetáculo: “A obra aborda a pluralidade dos estilos das Danças Urbanas e sua relevância na formação e na atuação crítica de indivíduos em seus territórios. Também mergulha nas ações do movimento Hip Hop — como o grafite, o breaking e o DJ — e nos processos históricos de resistência que moldam sua existência. Temas como o empoderamento feminino frente ao machismo estrutural presente no Hip Hop e a visibilidade de corpos LGBTQIAPN+ ganham destaque, evidenciando os desafios e as potências da convivência desses corpos na cena urbana”.</span></p>
<p>A direção geral é de Lipe Soares e Rafael Lira, com direção cênica de Daniel Aires.</p>
<h2 data-start="1600" data-end="1618">Projeto PPUrban</h2>
<p data-start="1620" data-end="1998">O PPUrban é um projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), aberto a toda a comunidade. No momento, a iniciativa está passando por um processo de reestruturação. O espetáculo “EM VISIBILIDADE” integra o projeto cultural homônimo, desenvolvido com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura e financiamento da Prefeitura Municipal de Santa Maria.</p>
<p data-start="2000" data-end="2155">Para saber mais sobre o projeto, acesse o perfil no Instagram: <a class="" href="https://www.instagram.com/emvisibilidade_dancasurbanas" target="_new" rel="noopener" data-start="2065" data-end="2152">@emvisibilidade_dancasurbanas</a>.</p>
<p data-start="2000" data-end="2155"><em>Texto: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</em><br data-start="2498" data-end="2501" /><em>Foto: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</em><br data-start="2591" data-end="2594" /><em>Edição: Mariana Henriques</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão oferece para a comunidade a oficina Composição em Dança</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/13/projeto-de-extensao-oferece-para-a-comunidade-a-oficina-composicao-em-danca</link>
				<pubDate>Wed, 14 May 2025 02:30:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69116</guid>
						<description><![CDATA[Os encontros ocorrem nas quartas-feiras, às 17h, na sala 3006 do prédio 40C do campus sede]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Cartaz-Oficina.jpeg"><img class=" wp-image-69117 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Cartaz-Oficina-240x300.jpeg" alt="" width="537" height="671" /></a>Inicia-se nesta quarta-feira (14) a oficina Composição em Dança, que está aberta à participação de toda a comunidade. Oferecida pelo projeto de extensão “5, 6, 7 e 8 – Dança por toda parte”, do curso de Licenciatura em Dança da UFSM, a oficina é ministrada pelo estudante Adrian Róbson, às 17h, na sala 3006 do prédio 40C do campus sede. Não é necessário inscrição prévia, apenas chegar e participar, respeitando-se apenas a classificação etária, que é a partir de 15 anos.

Coordenado pela professora Neila Baldi, o projeto de extensão organiza cursos, mostras e oficinas, espalhando a dança por diversos locais de Santa Maria. A oficina em questão tem o intuito de ensinar ao público um pouco da dança contemporânea, para que os participantes compreendam seu corpo através do movimento e da dança, criando e aprendendo coreografias.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Feliz(c)idade promove saúde e bem-estar para idosos de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/05/12/felizcidade-promove-saude-e-bem-estar-para-idosos-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:38:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=303</guid>
						<description><![CDATA[Projeto da UFSM oferece grupos voltados para o cuidado integral de pessoas idosas
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O envelhecimento saudável é um desafio global. Em uma sociedade que, muitas vezes, marginaliza corpos que envelhecem, iniciativas como o projeto Feliz(c)idade, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ganham ainda mais relevância. Coordenado pela professora Melissa Braz, do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, a iniciativa foi uma das selecionadas pelo edital PROEXT-PG e busca oferecer espaços voltados para o cuidado integral de pessoas idosas.

Entre as atividades desenvolvidas pelo projeto Feliz(c)idade estão ações junto aos grupos Corpo Mais, Mexe Coração e Renascer. Esses grupos já existiam anteriormente, e o projeto passou a atuar com eles a partir de 2024. Cada um deles trabalha aspectos específicos do envelhecimento, combinando atividades físicas, rodas de conversa e práticas voltadas à saúde física e emocional. O grupo Corpo Mais é focado na promoção de saúde com ênfase em exercícios: há uma turma de ginástica e outra de dança. O Renascer surgiu da necessidade de acolher mulheres com histórico de câncer de mama, muitas delas em fase de reabilitação. Já o Mexe Coração é composto por idosos, na maioria mulheres com idade superior a 70 anos, que participam regularmente de atividades físicas orientadas, em especial aulas de dança (veja mais detalhes sobre cada grupo no final da matéria).

<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/05/felizcidade_003-1024x667.jpg" alt="" width="1024" height="667" />
<h3>Saberes partilhados</h3>
Os temas abordados nas atividades dos grupos costumam surgir das demandas dos próprios participantes. No grupo Renascer, por exemplo, entre os temas mais recentes solicitados estão alimentação, cuidados com a pele no verão e questões relacionadas à memória e às demências. “Elas pediram pra gente fazer atividades cognitivas nos encontros”, conta a professora Melissa. Além das discussões e atividades físicas e educativas, os grupos celebram datas comemorativas, como Páscoa e São João, fortalecendo os vínculos afetivos e promovendo o bem-estar coletivo.

[caption id="attachment_306" align="alignright" width="493"]<img class="wp-image-306" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-12-as-14.44.02_1661efeb-1024x768.jpg" alt="" width="493" height="370" /> Participantes do Projeto Renascer reunidas após conversa sobre alimentação[/caption]

A integração entre ensino, pesquisa e extensão é uma das marcas do Feliz(c)idade. O projeto permite que os estudantes do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia vinculem seus temas de pesquisa às ações desenvolvidas com a comunidade. “A gente vem incorporando o conhecimento dos mestrandos às atividades de extensão, popularizando o que eles têm estudado com os participantes do grupo”, destaca Melissa Braz.

A enfermeira e mestranda em Gerontologia Jéssica Ferreira dos Santos relata que a experiência tem sido marcante em sua trajetória acadêmica. “Pude vivenciar, de forma direta, desafios e potenciais inerentes ao processo de envelhecimento e refletir sobre como as interações intergeracionais enriquecem tanto a vida dos idosos quanto a formação acadêmica e pessoal de quem dedica cuidados a eles”, afirma.
<h3>Ressignificar o envelhecer</h3>
O impacto do projeto na vida dos participantes vai além da promoção da saúde física e cognitiva. Melissa Braz salienta os aspectos emocionais e sociais que emergem, especialmente no grupo Renascer - voltado a mulheres que já passaram ou estão em tratamento oncológico. “Algumas mulheres chegam nervosas, numa fase muito sensível do tratamento, logo depois que recebem o diagnóstico, antes de passar por uma cirurgia”, relata. Nesse contexto, o acolhimento oferecido pelo grupo – tanto pelos estudantes e profissionais envolvidos quanto pelas demais participantes – torna-se fundamental. A convivência entre pessoas que compartilham experiências semelhantes é uma das forças do projeto. “Elas comentam essa importância de estar no meio dos pares, das pessoas que já viveram situações que elas estão vivendo”, afirma Melissa.

Nos demais grupos, os relatos também mostram transformações significativas. No Corpo Mais, por exemplo, o exercício físico se revela um catalisador de bem-estar. “As pessoas contam que muitas vezes chegavam deprimidas, cansadas, sem energia para nada, e agora percebem outra relação com o corpo”, relata a professora. Com mais disposição, elas voltam a realizar tarefas diárias com autonomia e prazer — seja brincar com os netos ou retomar rotinas já esquecidas.

De acordo com o professor Gustavo Duarte, coordenador do projeto Corpo Mais, a proposta atual amplia o olhar sobre o envelhecimento, promovendo encontros entre diferentes gerações. “Antes eu trabalhava só com o público 60+. Hoje, abri o grupo para incentivar essas relações a partir dos 40 anos. É uma forma de as pessoas se prepararem para o seu envelhecimento. E os idosos não ficam só num gueto, num grupo só com gente da mesma idade”, explica.

A professora aposentada de Educação Física, Vera Regina Duarte, de 74 anos, conta que decidiu participar do projeto Corpo Mais por gostar muito de dançar e por sentir necessidade de se exercitar. “Esses encontros significam muito pra mim. Além de conhecer outras pessoas, são momentos de muita descontração e alegria. Participando desse projeto, aprendi a necessidade de nos exercitar e conviver com pessoas diferentes do nosso círculo de amizade”, declara. Já a costureira aposentada Eva dos Santos de Oliveira, de 79 anos, participa do grupo Renascer e do Mexe Coração: “Aprendi muito sobre o câncer de mama, e gosto muito de todas as atividades e das colegas. A cada dia faço novas amizades”, reforça.
<h3>Envelhecimento ativo</h3>
O envelhecer ativo é a tônica do projeto. “A gente não está olhando pro ‘não’. A gente está olhando para as possibilidades”, resume Melissa Braz. O foco está na valorização do que cada pessoa ainda pode fazer — e não nas limitações impostas pelo tempo.

As atividades físicas visam preservar a autonomia, estimular a confiança e promover qualidade de vida. Cada exercício respeita as condições individuais, com o objetivo de fortalecer o protagonismo na própria saúde. Afinal, como destaca a coordenadora, o perfil das pessoas idosas mudou: muitas são ativas, engajadas e determinadas a viver com plenitude.

[caption id="attachment_305" align="alignright" width="719"]<img class="wp-image-305" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-12-144823-1024x536.jpg" alt="" width="719" height="376" /> Idosos participam em atividade do Grupo Corpo Mais[/caption]

Essa visão é compartilhada pelo professor Gustavo, que ressalta o valor do envelhecimento ativo e da busca por bem-estar. “Ao participar do projeto, as mudanças são muitas, desde a parte física que a gente trabalha — questões de equilíbrio, memória, fortalecimento muscular — até o prazer que a dança e a ginástica proporcionam”, afirma. Ele também observa que os alunos idosos são os mais assíduos e quase não faltam às aulas do projeto. “Valorizam o tempo presente”, complementa.
<h3>Visibilidade para o envelhecer</h3>
O envelhecimento já não se parece com o que víamos há poucas décadas. Vivemos mais, com mais qualidade de vida, acesso à informação e participação social. Ainda assim, como ressalta Melissa Braz, os corpos envelhecidos seguem sendo marginalizados. “É um grupo que não tem as necessidades ouvidas nem satisfeitas. Nosso papel é dar visibilidade para essas pessoas, proporcionar saúde e qualidade de vida”, enfatiza. Ao coordenar o projeto de extensão, ela destaca a importância de romper com essa invisibilidade e construir espaços em que as pessoas idosas possam se expressar, compartilhar vivências e seguir aprendendo.
Para Melissa, os encontros promovem transformações profundas, tanto para quem participa quanto para quem coordena. Conviver com as pessoas idosas, para ela, é uma aula constante sobre sonhos, sabedoria e resistência. Ouvir as histórias, desejos e planos de quem já percorreu tantos caminhos ajuda a ressignificar o envelhecer — inclusive para quem está só começando a pensar nessa fase da vida. A troca geracional também marca a trajetória do professor Gustavo Duarte. Ele observa que os idosos oferecem lições valiosas sobre presença e valorização da vida cotidiana: “A maioria dos idosos que faz ginástica e dança comigo valoriza, no dia a dia, as pequenas coisas, não só as grandes. Isso é um grande aprendizado, né? Que eu levo para a minha vida e tento passar para os alunos também”, finaliza.
<h3>Como participar?</h3>
A participação nos grupos do projeto Feliz(C)idade é aberta à comunidade. Os encontros seguem durante todo o ano letivo da Universidade e fazem uma pausa apenas durante o recesso acadêmico.

<b>Projeto Corpo Mais</b>

Responsável: Gustavo Duarte

Para quem: Pessoas a partir de 40 anos

Local: CDA (complexo Didático Artístico, ao lado do CEFD, no campus da UFSM)

Dia: Quartas-feiras

Horários:

Ginástica e Ritmos : 14h

Grupo de Danças: 15h

Inscrições: A partir de agosto. As orientações serão divulgados no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cefd">site do CEFD</a>

<b>Mexe Coração</b>

Responsável: Marlon Crestani

Para quem:  Idosos a partir de 60 anos

Local: Antiga Reitoria – UFSM

Dia e horário: Segundas e quintas-feiras, às 15h

Inscrições: O ingresso ocorre prioritariamente por convite de participantes já integrados ao projeto

<b>Grupo Renascer</b>

Responsável: Melissa Braz

Para quem: Mulheres com câncer de mama

Periodicidade: Quinzenal. Próximo encontro será dia 13 de maio
Dia e horário: Terças-feiras, às 14h

Local: prédio do CEREST, Alameda Santiago do Chile, 435, próximo ao Hemocentro de Santa Maria

Inscrições: Não é necessário processo seletivo nem inscrição prévia. Basta chegar com um pouco de antecedência no local e conversar com a responsável

Mais informações: (55) 99975-7026 (professora Melissa)

R<i>eportagem: </i><i> Luciane Treulieb, jornalista</i>

<i>Ilustração: Evandro Bertol, designer</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Silêncio, Som: espetáculo fará parte do 7º Festival Internacional de Teatro de Uruguaiana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/12/silencio-som-espetaculo-fara-parte-do-7o-festival-internacional-de-teatro-de-uruguaiana</link>
				<pubDate>Mon, 12 May 2025 13:18:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69067</guid>
						<description><![CDATA[A obra de Renata Gassen conta com performers para demonstrar o “descobrir da música”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69068" align="alignleft" width="585"]<img class="wp-image-69068 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/silencio-218-1024x683.jpg" alt="" width="585" height="390" /> “Silêncio, Som” concorre a melhor espetáculo e melhor trilha sonora[/caption]
<p>Um espetáculo cênico-musical que se baseia no som e nas sensações. O movimento é som, mas “tudo pode ser considerado como música se for pensado para ser ouvido como música”, segundo John Cage, um dos compositores mais influentes do século XX. Em “Silêncio, Som”, silêncio, som e acaso se encontram em uma só apresentação.</p>
<p><span style="font-weight: 400">O espetáculo foi desenvolvido pela diretora teatral Renata Diefembach Gassen, egressa do curso de Artes Cênicas – Direção Teatral da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), formada em 2024. A ideia surgiu ainda durante a graduação, quando Renata observava músicos no Centro de Convenções da UFSM e se interessava pelos movimentos e expressões durante as execuções musicais. Ao conhecer a obra de John Cage — que, segundo ela, representa uma ruptura na música clássica —, percebeu que muito do que o compositor fazia no palco era, essencialmente, cênico. “Ele tem uma montagem, </span><i><span style="font-weight: 400">4′33″</span></i><span style="font-weight: 400">, em que um músico está sentado ao piano e não toca nada. São 4 minutos e 33 segundos de silêncio”, explica Renata. Para ela, isso mostra como muitos músicos se tornam parte de seus próprios instrumentos.Então, a ideia surgiu: transformar músicos em performers. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Como é a música quando eu caminho na rua? O som dos meus passos reverberam, o som das pessoas conversando na rua, a criação do burburinho. Todo esse caos do dia a dia pode ser interpretado como música”, comenta Renata sobre o estudo feito para entender a produção de música em todo lugar. Além disso, a autora buscou entender sobre como a produção de sons é vista atualmente, com a internet e o excesso de informações sonoras. Murray Schafer é uma referência para ela. O conjunto de sons vindos da poluição sonora e da velocidade da internet pode modificar a sensibilidade das pessoas para a música. </span></p>
<h3>A ambiguidade entre som e silêncio</h3>
<p>“Lembro-me de buscar a relação de ambiguidade entre as palavras ‘silêncio’ e ‘som’. Foi a primeira coisa de tudo, pois sempre me intrigou a forma como o silêncio pode remeter a algo assustador, o vazio, a dor… Mas também à paz, à calmaria, à ternura, ao respeito”, escreveu Renata em seu Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado <em data-start="2720" data-end="2737">Movimento é Som</em>.</p>
<p><span style="font-weight: 400">O espetáculo se insere no teatro experimental e contemporâneo, o que permite a ausência de personagens fixos. Os participantes podem ser eles mesmos em cima do palco. “Eles são atravessados em alguns momentos por personagens, algo que começa a se rascunhar, mas que é bem efêmero. Rapidamente some, e é novamente o músico fazendo música”, explica a diretora. Com uma narrativa não linear, mas com atmosfera imersiva, a obra propõe ao público a construção de uma paisagem sonora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O início da apresentação pode soar abstrato, com sons de mastigação ou passos sobre galhos, por exemplo. No entanto, ao final, instrumentos e uma estrutura musical mais clara se revelam. Para Renata, trata-se do “descobrir da música”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O espetáculo é completamente modulável”, explica a diretora. A peça não possui uma estrutura rígida e permite improvisações por parte dos performers. A organização em módulos possibilita também que as cenas mudem de ordem entre as apresentações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A primeira versão do “Silêncio, Som” foi fruto de uma disciplina do quinto semestre da graduação de Renata. Com o tempo, a ideia amadureceu e se transformou no que é hoje. O projeto irá participar do Cena Livre, o 7º Festival Internacional de Teatro de Uruguaiana. </span></p>
<h3>Performers: atores e não atores</h3>
[caption id="attachment_69069" align="alignright" width="603"]<img class="wp-image-69069 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/silencio-170-1024x683.jpg" alt="" width="603" height="402" /> Durante a apresentação, os participantes podem ser eles mesmos em cima do palco.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Em seu TCC, Renata explica que trabalhou com atores e não-atores, em sua maioria músicos. “Os músicos, em sua prática artística, quando estão diante do público, seus corpos, atitudes e ações, não são o foco principal do espetáculo. O foco está na execução da música, no som. A inexperiência me encanta, no sentido de que ela dá a abertura certa para que eu possa conduzir os performers até a expressividade máxima dentro da verdade de cada um”, escreveu em sua pesquisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, pessoas de diversos cursos participam do espetáculo. Estudantes de História, Música, Desenho Industrial, Dança entre outros. Paulo Barauna, estudante de Desenho Industrial na UFSM, é um deles. Paulo é fotógrafo e foi convidado a fazer a divulgação e as fotos do espetáculo. “Eu, com a câmera, estava em movimentação junto com os integrantes. Eu tinha liberdade, já estava inserido naquele meio. Então, comecei a fazer som e brincar junto com eles. Desde então, fui me inserindo aos poucos no espetáculo”, relembra Paulo sobre o começo de sua participação no projeto. Atuando como performer, uma prática que saia de seu conforto, Paulo diz que pode ser ele mesmo dentro do espetáculo, “basicamente vou ser um fotógrafo em cena”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">João Pedro Ventura de Moraes é estudante de </span><span style="font-weight: 400">Música e Tecnologia na UFSM e chegou ao espetáculo por indicação de um amigo, que já participava. Segundo ele, atuar no projeto o ajudou a melhorar seu lado artístico, “às vezes quando a gente pensa em música pensamos em começo, meio e fim. Mas não pensamos em atribuir isso de forma bem experimental, até mesmo para o teatro. Isso é a liberdade artística que o ‘Silêncio, Som’ me proporciona”. Buscando sair da monotonia, o músico encontrou uma motivação a mais para fazer sua arte. A relação com pessoas de outros cursos também é um fortalecedor do projeto, para Moraes.  “Complementa muito, é necessário ter mais disso na UFSM”.<br /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, a equipe do “Silêncio, Som” é composta por 15 pessoas. Os participantes costumam ser convidados pela diretora para integrarem o grupo, já que precisam ter relação com a música. </span></p>
<h3>Cena Livre 2025 </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Neste ano, o “Silêncio, Som” fará sua primeira apresentação em um festival. O 7º Festival Internacional de Teatro de Uruguaiana vai ser o palco. “ A </span><span style="font-weight: 400">gente viu que foi selecionado para poder participar de um festival de teatro grande, de uma cidade grande. É um festival reconhecido. Isso só vai abrir portas para a gente futuramente”, comenta Paulo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste festival, o “Silêncio, Som” concorre a melhor espetáculo e melhor trilha sonora. “Para nós é muito importante ter passado, porque é um teatro muito experimental e contemporâneo”, conta Renata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Cena Livre de 2025 vai acontecer de 13 a 17 de maio e prevê receber cerca de 5 mil pessoas. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. O “Silêncio, Som” se apresentará no dia 14 de maio às 09H30, no Teatro Municipal de Uruguaiana. </span></p>
<p> </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo Barauna <br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM em Dança: espetáculos celebram a arte e as brasilidades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/30/ufsm-em-danca-espetaculos-celebram-a-arte-e-as-brasilidades</link>
				<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 21:07:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68950</guid>
						<description><![CDATA[Espetáculos de danças populares e dança contemporânea encantaram o público no Centro de Convenções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_68951" align="alignright" width="554"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-35.jpg"><img class=" wp-image-68951" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-35-300x200.jpg" alt="" width="554" height="369" /></a> O frevo esteve entre as danças apresentadas em “Isso é Brasil”[/caption]

Em 29 de abril, é celebrado o Dia Internacional da Dança. A data foi instituída em 1982 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para celebrá-la, os cursos de Dança (bacharelado e licenciatura) promoveram a mostra “UFSM em dança”, no Centro de Convenções, na noite de terça-feira (29). Com ingressos gratuitos, a mostra foi constituída por dois espetáculos: “Isso é Brasil”, do <a href="https://www.instagram.com/culturapopular.ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Extensão Mojubá – Danças Populares Brasileiras</a>, e “Amordor”, do <a href="https://www.instagram.com/khaos_ciadedanca/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Extensão e Laboratório de Pesquisa Kháos Cia de Dança</a>.

A celebração da arte exatamente no Dia Internacional da Dança foi possível graças a uma parceria criada desde o ano passado. “Nós estamos empreitando para ocupar outros lugares da universidade. Às vezes tem pessoas que nem sabem que tem a graduação em Dança. Então foi uma prática que nós levamos pra todas as pró-reitorias, de extensão, acadêmica, da graduação, para que pudessem nos reconhecer e realmente legitimar esses espaços. Foi a partir disso que começou esse romance, esse namoro que deu resultado hoje, dia 29”, explica o professor Jessé da Cruz, coordenador do Grupo Mojubá. Ele também reiterou a importância da união entre os cursos de licenciatura e bacharelado em Dança, que agora fazem parte do mesmo centro, o Centro de Artes e Letras (CAL).

<b>Isso é Brasil –</b> O evento abriu com a apresentação de “Isso é Brasil”, do Mojubá, sob direção de Jessé da Cruz. De classificação livre para todas os públicos, a obra teve sua estreia oficial no palco do Centro de Convenções, e abordou as danças populares brasileiras: xaxado, frevo, danças dos orixás (Yemanjá e Oxóssi) e finalizou com maracatu rural.

[caption id="attachment_68952" align="alignleft" width="524"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-43.jpg"><img class=" wp-image-68952" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-43-300x200.jpg" alt="" width="524" height="350" /></a> O público de Santa Maria é "transportado" ao Nordeste durante apresentação de maracatu[/caption]

O espetáculo esbanjou nas cores, na decoração e no figurino. “‘Isso é Brasil’ é cor, né? É energia brasileira. Mas, principalmente, ‘Isso é Brasil’ é reconhecer a diferença das estéticas, a diferença das cores de pele, dos cabelos. E os códigos, né? Que são símbolos das culturas populares”, diz Jessé. O diretor da obra conta que esse foi o segundo espetáculo de uma trilogia desenvolvida pelo Mojubá. No ano passado, foi “Danças Populares no Coração do Rio Grande”. Neste ano, apresentaram “Isso é Brasil”, e no ano que vem será “Féstividades”. E Jessé já adianta sobre o espetáculo de 2026: “vai trazer danças que são da rua, que são festivas também, mas sempre nesse lugar de olhar com sensibilidade”.

Fran de Freitas Machado cursa o 3° semestre da Licenciatura em Dança, e foi uma das dançarinas do Grupo Mojubá. “É uma sensação muito gratificante, porque a gente ensaiou bastante, e parece que agora finalmente a gente conseguiu botar tudo no palco e dar tudo de nós”, afirma Fran, que teve como espectadoras presentes na plateia a sua mãe e a sua avó. A mãe, Jaqueline de Freitas, frisa o encantamento que sentiu ao assistir à filha, e a avó Jalva de Freitas complementa: “eu fico até emocionada, sabe? Sempre é demais”.

Júlia Emilly Passos Roncai está no último semestre da licenciatura, e faz parte do Mojubá desde o início do projeto. “É incrível ver a evolução da gente enquanto coletivo. Porque não é fácil trabalhar em grupo, a gente sabe. É muito lindo ainda mais com Dança Populares Brasileiras. Eu sinto que era o que faltava aqui, para nossa região, que a gente não vê”, conta a dançarina. Ela também comenta que vários participantes do grupo não conheciam o Centro de Convenções, o que deixou a apresentação ainda mais mágica.

[caption id="attachment_68953" align="alignright" width="552"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-32.jpg"><img class=" wp-image-68953" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-32-300x200.jpg" alt="" width="552" height="368" /></a> “Cangaceiros” interagem com a plateia do Centro de Convenções[/caption]

A aluna Eloisa Hahn, do 1° semestre de Desenho Industrial, é de Itapiranga, interior de Santa Catarina. Ela descobriu o evento por meio do Instagram e diz ter ficado impressionada. “É a primeira vez que eu vi uma apresentação de dança num palco tão estruturado, um grupo tão bem preparado também. E com músicas nacionais, né? Assim, foi um show.”

Muito elogiados pela plateia por conta das cores vibrantes e modelos chamativos, os figurinos foram, de acordo com Jessé, concebidos durante todo o ano passado e alguns deles foram obtidos através parcerias. Por meio de uma delas (entre o Mojubá e um grupo de pesquisa de Pernambuco), o projeto da UFSM ganhou de presente as roupas dos caboclos de lança.

“Mas todos os adereços, cabeças, todo o indumentário é costurado e feito pelos estudantes. Nós estamos já começando a construir o figurino do ano que vem. Para quem veio assistir só os quase 40 minutos do espetáculo, não entende que isso é um trabalho de um ano antes. Não é só colocar e dançar. Quando eles dançam, lembram que nós passamos horas e horas com papelão, TNT [<i>fibra conhecida como ‘tecido não tecido’</i>], EVA [<i>espuma vinílica acetinada</i>], búzios, produzindo e construindo. E eu acho, na verdade, que as pessoas ficam encantadas com a cor porque elas reconhecem que nós somos brasileiros e brasileiras”, acrescenta o professor.

[caption id="attachment_68957" align="alignleft" width="523"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-46.jpg"><img class=" wp-image-68957" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-46-300x200.jpg" alt="" width="523" height="348" /></a> O espetáculo “Amordor” é inspirado na obra de Maria Bethânia[/caption]

O Mojubá é feito a partir do coletivo. A maioria dos integrantes é do curso de Dança, mas outros não são nem mesmo estudantes da UFSM. “Isso que é o bacana do nosso programa. A gente consegue chegar em outras camadas que às vezes a universidade não chega por diferentes problemáticas”, diz Jessé. Eles criaram pequenas ilhas de pessoas, para que pudessem aprender a produzir um espetáculo, pois no grupo, há – por exemplo – uma equipe de figurino, uma de maquiagem e uma de trilha sonora. Tem também quem aprende a fazer a iluminação, com o auxílio de egressos.

<b>Amordor –</b> O segundo espetáculo, que fechou a mostra, foi “Amordor”, da Kháos Cia de Dança, sob direção geral e coreográfica do professor Daniel Aires. “Amordor” estreou no ano passado, em dezembro, no Espaço Cultural Victorio Faccin. A obra, de dança contemporânea e classificação indicativa para maiores de 16 anos, é composta por três partes em continuidade: “Os dispostos se atraem”, “Enlace” e “Navegação”. A ideia surgiu primeiro com duos, a partir de um desejo pessoal de Daniel em investigar a poética de Maria Bethânia: sua discografia, textos, leituras e declamações.

“Isso me atravessava muito e nós começamos a trabalhar com algumas músicas dela, mas a gente não queria produzir nada que fosse algo parecido com um tributo a ela. Discutindo muito, nós chegamos à síntese ‘Amordor’, dessa inseparabilidade dessas duas coisas. E, a partir disso, a gente reabre para outras músicas, sons e trilhas, que pudessem costurar algumas nuances dos imaginários sobre o amor: tipos de relações, casamentos, descasamentos, traições, puladas de cerca, casos extraconjugais, relacionamentos abertos, e todas colocadas em camadas durante a montagem”, destrincha o professor, sobre o processo criativo e a poética do espetáculo.

[caption id="attachment_68955" align="alignright" width="551"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-50.jpg"><img class=" wp-image-68955" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-50-300x200.jpg" alt="" width="551" height="367" /></a> Em “Amordor”, os bailarinos expressam, por meio da dança contemporânea, as angústias dos relacionamentos que o seu diretor qualifica como “cult”[/caption]

Para Daniel, “Amordor” é um espetáculo de dança de deixar arder e de deixar se atravessar por sensações. Seja pela trilha sonora, pelos sons, ou pelas situações que estão ali dançadas, alguma porta o espectador encontra para se relacionar com aquilo. “E esse <i>feedback</i> é muito interessante, inclusive, de algumas pessoas que se emocionam, outras que ficam desgostosas, com alguma lembrança de algo. A gente tem, pós-espetáculo, relacionamentos iniciando, outros se desfazendo, muito nesse fluxo que é o das relações e da vida, questionando esses relacionamentos que estou chamando de ‘relacionamentos cult’. Eles seriam mais frios, em que é ‘cult’ não demonstrar interesse, não é ‘cult’ ser emocionado”, explica Daniel, que não só coordena a apresentação, como também participa dela no palco.

Alice Duarte cursa Licenciatura em Dança e já participava da obra desde quando ainda era em duos. “Quando a gente vê, tem algo incrível que, antes, era só uma folha em branco e agora se transformou em uma baita arte, sabe? O processo é desafiador, mas ele é muito compensador também”, conta a bailarina sobre o trabalho em volta do projeto, especialmente nessa nova composição de apresentação. Ela comenta também sobre improvisos no palco e a alegria de se apresentar na universidade: “É um prazer, é uma honra representar os dois cursos e ainda mais dentro do UFSM. Foi maravilhoso, apesar de que, por exemplo, o meu figurino, não fechou até o final e eu dancei o espetáculo inteiro, assim, com um figurino quase caindo do meu corpo. Só pensava ‘não, eu não vou desmanchar, vou seguir porque preciso representar os bailarinos como artista e mostrar que a nossa universidade é de qualidade’”, conta Alice.

[caption id="attachment_68956" align="alignleft" width="522"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-49.jpg"><img class=" wp-image-68956" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/2025-04-29-dia-internacional-da-danca-Paulo-Barauna-49-300x200.jpg" alt="" width="522" height="348" /></a> Casamentos, traições e “descasamentos” estão entre os temas de “Amordor”[/caption]

Robson Santiago da Cruz também participa do Grupo Kháos e é licenciado em dança desde o ano passado. “O nosso diretor dirige, coreografa, monta cenas, mas a gente é intérprete criador dentro das coreografias que a gente participa e também teve o desafio de que, nesse ano, tínhamos horários diferentes. Em 2024, a gente ensaiava pela manhã, três dias, e esse ano os horários não batiam. Foram poucas as vezes que conseguimos passar tudo junto e, apesar dessas dificuldades, essa foi a vez mais intensa e mais vibrante. A melhor para mim nesse sentido”, afirma o egresso da UFSM, quanto aos percalços até o dia da apresentação.

Mas o palco do Centro de Convenções era mais um desafio. Isso porque o trabalho foi pensado para ser mais intimista, apresentado na sala em que o Kháos ensaia. Eles conseguiram recortar o espaço, de forma que não prejudicasse essa adaptação. “A gente tinha esse receio de, como é um palco muito grande, as coisas de expressão ou de interação não fossem ficar tão visíveis, e aí talvez o trabalho perdesse um pouco dessa força expressiva. Mas acho que não aconteceu isso. Justamente, essa foi a vez que a gente mais se empolgou. Talvez porque a risada tinha que ser berrando, a palma tinha que doer a mão. Isso fez a gente botar muito para fora e se entregar. Acho que foi a vez mais incrível”, comenta Robson.

Mariana Raguzzoni ficou sabendo da mostra por meio de uma amiga que cursa Desenho Industrial com ela, e que também faz parte do grupo Kháos. “Eu nunca tinha assistido um espetáculo de dança contemporânea, foi a primeira vez que eu estou vendo e foi tão bonito. Eu conseguia ver a história só pelas músicas e como eles se expressavam e toda a emoção que eles passavam. Achei muito tocante, estou louca para ver vários”, afirma Mariana. A amiga, Izabella Rabaioli, conta que viu os ensaios, então já conhecia a obra, mas explica as suas percepções do espetáculo em espaços distintos. “A experiência que eu tive da primeira vez foi bem diferente, era num lugar bem menor, que é mais a proposta deles, na verdade. Acho que quando é mais intimista, tu se conecta mais com a história, porque na verdade não tem bem um enredo, são várias nuances do que é o amor, do que é a dor. E, tem essas variações, que é o legal: partes que são mais relaxadas, mais calmas, tem partes que são totalmente intensas. Eu acho bem legal”, acrescenta Izabella.

<i>Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dois espetáculos celebram o Dia Internacional da Dança no final do mês</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/10/dia-danca</link>
				<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 16:23:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Dança Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[danças populares brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm em dança]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68777</guid>
						<description><![CDATA[Obras “Isso é Brasil”, de danças populares, e “Amordor”, de dança contemporânea, serão apresentados no dia 29 no Centro de Convenções
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Dia Internacional da Dança, comemorado no dia 29 de abril, será celebrado com a mostra UFSM em Dança, a partir das 19h no Centro de Convenções. A realização é dos cursos de Dança Licenciatura e Bacharelado.</p>
<p>Na ocasião serão apresentadas as obras “Isso é Brasil”, do Programa de Extensão Mojubá: Danças Populares Brasileiras, e “Amordor”, do Programa de Extensão Kháos Cia de Dança. Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados na plataforma Sympla, para cada obra.&nbsp;</p>
<p>Na abertura do UFSM em Dança, haverá performances no hall do Centro de Convenções. Às 19h30, do dia 29, terça-feira, está programado o espetáculo “Isso é Brasil” e às 20h30,“Amordor”.&nbsp;</p>
<h3><b>Isso é Brasil</b></h3>
<p>O espetáculos tem como foco disseminar as manifestações de cultura popular brasileira. A proposta se desenvolve a partir das matrizes indígenas e afro-brasileiras na perspectiva parafolclórica de projeção, com o objetivo de salvaguardar os saberes nos territórios e "pret(ago)nizados" nas presenças na cena. </p>
<p>O espetáculo apresenta xaxado, frevo, danças dos orixás Yemanjá e Oxóssi, e maracatu rural. Isso é Brasil traz um cortejo de emoções com encantaria, colorismo e beleza da diversidade popular. O espetáculo tem classificação livre e direção do professor Jessé da Cruz, da Licenciautra.&nbsp;</p>
<p></p>
<h3><b>Amordor</b></h3>
<p>Espetáculo de inspiração metafísica, performativa e coreográfica, que agrupa cotidiano, fé, devoção e sátira aos estados e construções socioculturais sobre sentimentos em declínio. A proposta investiga a inseparabilidade Amor-Dor, em situações intimistas e espalhafatosas. </p>
<p>Amordor provoca o questionamento: Em tempos de pós-verdades, relações “cult” onde o desapego e a frieza dão a tônica, o que -ainda- cabe ao amor? Inseparáveis, amor e dor se enredam numa brasileirice rasgada de afeto. </p>
<p>O espetáculo de 45 minutos de duração apresenta dramaturgias e pequenas narrativas situacionais sobre relacionamentos afetivos, para assim tocar suas nuances. A obra é destinada a pessoas maiores de 16 anos, e tem direção do professor Daniel Aires, do Bacharelado.&nbsp;</p><p><br></p><p><i>Com informações dos cursos de Dança Licenciatura e Bacharelado</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-09-at-10.31.31-1024x1024.jpeg" alt="Figura colorida horizontal com duas imagens, em formato cartaz, uma ao lado da outra. A primeira traz traz o texto &quot;Isso é Brasil&quot; escrito em azul em cima de um fundo em formato de sol amarelo. Logo abaixo, três figuras humanas, um homem com roupa de maracatu, uma mulher que representa a Yemanja e um homem de costas com uma espécie de vestido. No cartaz ao lado, o texto no canto inferior, em vermelho, traz Amordor. A imagem traz uma foto de um homem e uma mulher, com roupas íntimas, dançando." />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espetáculo neste fim de semana vai questionar o capacitismo e o habilismo na dança</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/12/espetaculo-neste-fim-de-semana-vai-questionar-o-capacitismo-e-o-habilismo-na-danca</link>
				<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 18:06:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68491</guid>
						<description><![CDATA[A bailarina Silvia Wolff inspirou-se na sua própria trajetória para criar o espetáculo, que será apresentado no Teatro Caixa Preta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/Cartaz-Pena-2025-scaled.jpg"><img class=" wp-image-68492 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/Cartaz-Pena-2025-212x300.jpg" alt="" width="500" height="707" /></a>Os Laboratórios CorpoÉticas e Bailarino Pesquisador Intérprete (BPI) convidam a comunidade para o espetáculo “Pena”, solo de dança criado por Silvia Wolff como resultado de sua investigação de pós-doutorado na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. Trata-se de uma criação artística que utiliza o balé possível como metodologia para questionar a estética habilista e o capacitismo nas práticas artísticas e pedagógicas. Com direção do professor Flávio Campos, do curso de Bacharelado em Dança da UFSM, o espetáculo será apresentado na sexta-feira (14), às 17h, e sábado (15), às 20h, no Teatro Caixa Preta – anexo ao prédio 40 do campus sede. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla, para o <a href="https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-pena/2862958" target="_blank" rel="noopener">primeiro</a> e para o <a href="https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-pena/2862960" target="_blank" rel="noopener">segundo dia</a>.

<b>Sinopse –</b> “Pena” traz à cena a história de corpo da bailarina intérprete-criadora Silvia Wolff. Ela lida com a estética habilista na dança, aquela estética do belo, do perfeito e do ideal, vivenciada pela bailarina em sua passagem por escolas relevantes como a School of American Ballet e Jorey Ballet School, ambas de Nova York. Ela também teve atuação profissional em companhias como a Berlin Opera Ballet e a Pennsylvania Ballet.

Trata-se, ainda, de lidar com as sequelas neurológicas de um acidente vascular cerebral (AVC) vivenciado aos 34 anos, no auge de sua carreira de palco. Neste retorno à cena, propõe-se o entendimento de que se deve confrontar os significados simbólicos e ideológicos do corpo deficiente – lembrando que, embora uma apresentação de dança seja baseada nas capacidades físicas de um bailarino, ela não é limitada por estas. Finalmente, a obra se enquadra, no conceito de balé contemporâneo não enquanto um estilo, mas sim como um novo momento na história do balé, onde se pode celebrar o vulnerável, reconstruir ideais de perfeição, problematizar a dicotomia marginalizado/<i>mainstream</i> e convidar o público a observar esta arte como uma experiência, em vez de um objeto que está sempre distante.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Kháos Cia de Dança está com inscrições abertas para novos participantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/02/26/khaos-cia-de-danca-esta-com-inscricoes-abertas-para-novos-participantes</link>
				<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 18:12:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=11197</guid>
						<description><![CDATA[Programa de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebe inscrições até o dia 05 de março
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O programa de extensão Kháos Cia de Dança, ligado ao curso de Dança – Bacharelado da UFSM, é coordenado pelo professor Daniel Silva Aires e faz parte das iniciativas de extensão universitária desde o ano de 2023. Agora, com o objetivo de agregar novos participantes, será realizada uma audição para seleção de novos bailarinos com experiência prévia em dança contemporânea, sejam eles pertencentes ou não à comunidade acadêmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignnone wp-image-11199 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/02/2.-KHAOS-CIA-DE-DANCA_Fotografia-Carolina-Cabral-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />As inscrições podem ser feitas por meio do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSceGezxnUZae0EDQDrK5zVdiZPeWfGTASzv9iSLZtYKGOIlRQ/viewform">formulário</a> até o dia 5 de março. A audição ocorrerá no dia 7 de março, na sala 3106, prédio 40C. O processo seletivo será composto por cinco etapas, incluindo a apresentação de um solo de dança autoral.  </span><span style="font-weight: 400">São disponibilizadas quatro vagas para início imediato e duas vagas para suplência.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Sobre a Kháos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2023, a ação extensionista busca viabilizar a produção, criação e circulação de obras cênicas de Dança, além de ampliar o acesso da comunidade a esses produtos culturais. De acordo com o professor Doutor em Artes Cênicas Daniel Silva Aires, coordenador do Kháos Cia de Dança, um dos objetivos principais do programa é criar um espaço propício para o desenvolvimento da dança em Santa Maria, evitando que docentes e discentes precisem se deslocar da cidade para grandes centros urbanos, onde o cenário artístico já está mais consolidado. “Considero muito importante a possibilidade de que acadêmicos, egressos e profissionais possam criar no mesmo ambiente, com os mesmos propósitos. Além de capacitar os processos formativos dos estudantes, isso permite a absorção de profissionais atuantes na área que não necessariamente tenham a academia como experiência formativa”, comenta Daniel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="size-medium wp-image-11201 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/02/1.-KHAOS-CIA-DE-DANCA_Fotografia-Carolina-Cabral-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Para esse ano, a expectativa do programa é trabalhar na manutenção do espetáculo “Amordor”, que estreou em 2024 e, recentemente, foi aprovado para apresentação no 19</span><span style="font-weight: 400">°</span> <span style="font-weight: 400">Festival Palco Giratório SESC Porto Alegre, em 2025. Além disso, a criação de uma nova obra está nos planos do grupo. O espetáculo “Bromélia” combinará dança contemporânea e performativa para discutir os temas de vida e morte, encanto e desencanto, com a colaboração de Veronica Prokopp.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A inicativa extensionista  Kháos Cia de Dança desempenha um papel fundamental na promoção da cultura, expandindo seu alcance para além dos muros da UFSM e atingindo também um público não universitário por meio de seus espetáculos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mais informações, acompanhe o Instagram: <a href="https://www.instagram.com/khaos_ciadedanca/">@khaos_ciadedanca</a></span></p>
<hr />
<p><em>Texto: Myreya Antunes, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE).</em></p>
<p><em>Revisão: Valéria Luzardo, da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE).</em></p>
<p><em>Imagens: Carolina Cabral</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Kháos Cia de Dança realiza audição para novos bailarinos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/24/khaos-cia-de-danca-realiza-audicao-para-novos-bailarinos</link>
				<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 21:22:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68335</guid>
						<description><![CDATA[A audição acontece no dia 7 de março, na sala 3106 do prédio 40C do campus. As inscrições encerram-se no dia 5]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_68342" align="alignright" width="532"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/2.-KHAOS-CIA-DE-DANCA_Fotografia-Carolina-Cabral.jpg"><img class=" wp-image-68342" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/2.-KHAOS-CIA-DE-DANCA_Fotografia-Carolina-Cabral-300x200.jpg" alt="" width="532" height="354" /></a> A companhia é um programa de extensão do curso de Bacharelado em Dança da UFSM (foto: Carolina Cabral)[/caption]

A Kháos Cia de Dança realiza sua primeira audição para selecionar novos integrantes para o seu elenco. Bailarinas e bailarinos de Santa Maria com experiência em dança, pertencentes ou não à comunidade acadêmica, podem se inscrever de forma gratuita até o dia 5 de março. Os candidatos devem preencher o formulário de inscrição, disponível na “bio” do perfil da companhia no <a href="https://www.instagram.com/khaos_ciadedanca/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>, onde também constam outras informações sobre a seleção.

Fundada em 2023, a Kháos Cia de Dança é um programa de extensão do curso de Bacharelado em Dança da UFSM, sob a liderança e direção do professor Daniel Aires. A audição acontece no dia 7 de março, na sala 3106 do prédio 40C do campus. Ela é constituída por cinco etapas, entre as quais está a apresentação de um solo de dança autoral. São disponibilizadas quatro vagas para ingresso imediato, além da seleção de dois suplentes.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de danças populares brasileiras promove atividades de verão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/10/projeto-de-dancas-populares-brasileiras-promove-atividades-de-verao</link>
				<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 12:41:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[danças populares brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[mojubá]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68254</guid>
						<description><![CDATA[Workshops gratuitos ocorrem no Campus Sede e são abertos à comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-10-at-09.07.42.jpeg"><img class="alignright  wp-image-68255" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-10-at-09.07.42.jpeg" alt="" width="531" height="531" /></a>O programa de extensão "Mojubá: Danças Populares Brasileiras" convida toda a comunidade para participar das atividades de verão que ocorrem nesta e na próxima semana, na Sala Mercedes Baptista, prédio 40C do Campus Sede. A entrada é gratuita.<br /><br /><strong>Confira a programação:</strong></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Segundas-feiras: Danças Afro-Brasileiras<br></em>Jesse Cruz<br>17h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Terças-feiras: Maculelê<br></em>Rada - Comunidade Dom Ivo<br>17h30</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Quartas-feiras: Samba Carnavalesco<br></em>Gika - Unidos do Itaimbé<br>15h30</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Quintas-feiras: Capoeira<br></em>Tom - Movimento Estudantes Quilombolas<br>15h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Sextas-feiras: Nyck<br></em>Danças dos Orixás<br>14h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Realização: Programa de Cultura Popular Brasileira UFSM e Mojubá: Danças Populares Brasileiras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apoio: Associação Capoeira de Rua, Coletivo dos Estudantes Quilombolas, Passistas da Unidos do Itaimbé, NEABI - UFSM, ODH, Pró Reitoria de Extensão (PRE), Curso de Dança Licenciatura e Centro de Artes e Letras (CAL).</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Iniciativa da UFSM promove o contato de crianças com a cultura popular por meio do lazer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/01/28/iniciativa-da-ufsm-promove-o-contato-de-criancas-com-a-cultura-popular-por-meio-do-lazer</link>
				<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 20:31:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68185</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão atende bebês de 6 meses a crianças de até 12 anos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Idealizado pela professora de Educação Física Ariane Corrêa Pacheco e pelo professor de Dança Jessé da Cruz, o Programa “Brinca + UFSM: lazer e cultura popular em movimento” surgiu em 2024 com o intuito inicial de fomentar projetos de extensão voltados às infâncias e integrar uma rede de apoio para as mães estudantes da universidade. Atualmente, o projeto prioriza a participação de crianças que residem na Casa do Estudante Universitário (CEU), além de filhos de servidoras e de estudantes da UFSM, bem como alunos da rede pública de Santa Maria que se encaixam na faixa etária do programa. Em 2024, o Brinca + UFSM contou com o apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e promoveu oficinas vinculadas ao teatro, dança e educação física.</p>
<p><b>Práticas e metodologias – </b>A iniciativa conta com a participação de alunos da Educação Física, Dança e Teatro, que desenvolvem atividades com as crianças, tais como: jogos, brincadeiras dirigidas relacionadas à cultura popular, contação de histórias, lendas e peças teatrais. Essas atividades são realizadas no turno oposto ao horário escolar dos pequenos e servem como uma ferramenta para o desenvolvimento da cidadania. O programa não tem como objetivo reforçar os conteúdos escolares, mas sim proporcionar a construção de vínculos entre as crianças, oferecer suporte às mães universitárias, ajudando-as a equilibrar os estudos com a criação de seus filhos, e construir saberes relacionados à cultura popular. “O acolhimento não está distante da formação e o objetivo do programa é garantir o acesso ao direito social de estudar e o direito das crianças ao lazer e à formação. Enquanto instituição pública, temos essa responsabilidade”, comenta a coordenadora.</p>
<p>Para acompanhar os editais de participação, é possível acessar o perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/brincamaisufsm/" target="_blank" rel="noopener">@brincamaisufsm</a> ou entrar em contato pelo e-mail brincamais@ufsm.br.</p>
<p><i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        