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				<title>Pesquisa internacional desenvolve tecnologia para detectar falhas em equipamentos elétricos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/30/pesquisa-internacional-desenvolve-tecnologia-para-detectar-falhas-em-equipamentos-eletricos</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:41:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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						<description><![CDATA[O projeto é realizado em conjunto entre a UFSM e a Universidade Otto von Guericke de Magdeburgo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Identificar falhas em equipamentos elétricos antes que provoquem interrupções no fornecimento de energia é um dos principais desafios da manutenção preditiva no setor elétrico. É nesse problema que se concentra um projeto de pesquisa lançado em abril de 2026 entre o Centro de Tecnologia (CT) da UFSM e o Laboratório de Sistemas de Energia Elétrica Sustentáveis (Lena), da Otto von Guericke University Magdeburg (OVGU), da Alemanha. Em junho, pesquisadores das duas instituições se reuniram em Santa Maria para realizar juntos as primeiras medições em campo e laboratório, considerado um marco prático na trajetória do projeto.

O trabalho envolve o desenvolvimento e a validação experimental de um transformador de corrente de alta frequência (HFCT), tipo de sensor capaz de detectar descargas parciais, ou seja, pequenos fenômenos elétricos que indicam a degradação da isolação de transformadores, cabos e chaveamentos isolados a gás. A detecção precoce desses sinais permite antecipar falhas que, se ignoradas, podem resultar em danos aos equipamentos ou interrupções no fornecimento de energia.

O projeto, com duração prevista até o final de 2028, é liderado pelo professor Aécio de Lima Oliveira, do Laboratório de Análise e Proteção de Sistemas Elétricos (Lapes) da UFSM. Pela OVGU, contribuem Mauro dos Santos Ortiz e Christoph Andres. No lado brasileiro, Kaynan Maresh teve papel central na articulação da iniciativa e conduz sua implementação. Os estudantes de mestrado Luis Augusto Magalhães Santos e Gabriel de Moraes Volpato da Rosa, da UFSM, integram o projeto realizando atividades experimentais no Lena, como parte do programa DeBraIA – Programa de Intercâmbio Científico entre Brasil e Alemanha, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo DAAD (agência alemã de intercâmbio acadêmico). Isso demonstra que a cooperação se traduz também em formação de pesquisadores em ambiente internacional.

A iniciativa se articula com o projeto DeTEkt, coordenado pelo Lena, voltado à detecção de descargas parciais especificamente em cabos de média tensão. Juntos, os dois projetos constroem uma agenda de pesquisa compartilhada entre UFSM e OVGU com potencial de aplicação direta em concessionárias de energia e fabricantes do setor elétrico.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CT</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Com a entrada em operação de usina solar, UFSM/CS atinge autossuficiência energética</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/19/com-a-entrada-em-operacao-de-usina-solar-ufsm-cs-atinge-autossuficiencia-energetica</link>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:43:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>

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						<description><![CDATA[Com 910 painéis fotovoltaicos, estrutura instalada é a primeira a abastecer integralmente um campus na universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Uma conquista histórica marcou a tarde da última quinta-feira (18) no Campus da UFSM em Cachoeira do Sul (UFSM/CS). Por volta das 16h, foram oficialmente acionados os inversores da Usina Solar Fotovoltaica da unidade. O início da operação marca um avanço estratégico em sustentabilidade, eficiência energética e gestão responsável dos recursos públicos, tornando o campus o primeiro de toda a UFSM a gerar energia elétrica suficiente para atender integralmente a sua própria demanda.

A estrutura é robusta: composta por 910 painéis solares, a usina possui uma potência instalada de 440 kilowatt-pico (kWp). A expectativa é que a operação promova um alívio financeiro imediato, gerando uma economia estimada em aproximadamente R$ 24 mil por mês na fatura de energia elétrica da instituição.
<h3><b>Benefício expandido para a sede</b></h3>
[caption id="attachment_73322" align="alignright" width="656"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Design-sem-nome_20260619_110212_0000.jpg"><img class=" wp-image-73322" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Design-sem-nome_20260619_110212_0000-1024x576.jpg" alt="A foto mostra um terreno todo preenchido com painéis solares. Ao fundo, distantes desse local, é possível ver quatro prédios do Campus de Cachoeira do Sul." width="656" height="369" /></a> A previsão que é que a usina fotovoltaica gere uma economia de R$ 24 mil por mês para a UFSM[/caption]

O impacto positivo do novo empreendimento não se limitará localmente. Como a capacidade de geração da usina cobre todo o consumo energético do campus, a energia excedente produzida será injetada diretamente na rede de distribuição. Esse excedente será convertido em créditos de energia elétrica, utilizados para a compensação e o abatimento das faturas do campus sede, em Santa Maria.

De acordo com a direção do Campus de Cachoeira do Sul, a iniciativa fortalece a instituição de forma sistêmica. “Dessa forma, os benefícios do empreendimento ultrapassam os limites do nosso campus, contribuindo para a redução dos custos institucionais da universidade como um todo”, destacou a gestão em comunicado oficial à comunidade acadêmica.
<h3><b>Retorno para o ensino, pesquisa e extensão</b></h3>
A otimização do orçamento descentralizado permitirá que a universidade direcione seus esforços financeiros para suas atividades-fim. A receita que antes era destinada ao custeio da energia elétrica agora poderá ser revertida em investimentos diretos na comunidade escolar.

“Os recursos economizados poderão ser direcionados para ações prioritárias de ensino, pesquisa, extensão e melhoria da infraestrutura universitária, ampliando os impactos positivos desta iniciativa para toda a comunidade acadêmica”, ressaltou o diretor do campus, Anderson Dal Molin. Além do aspecto financeiro, a liderança reforçou que o marco consolida a UFSM como referência em práticas inovadoras e socialmente responsáveis, reduzindo significativamente a emissão de gases de efeito estufa.
<h3><b>Conquista coletiva</b></h3>
A implantação da estrutura demandou meses de articulação e superação de complexos desafios técnicos, administrativos e operacionais. Ao celebrar o acionamento dos inversores, a direção fez questão de partilhar o mérito com os servidores, técnicos e colaboradores envolvidos no processo de concepção e execução.

“Esta conquista é coletiva e demonstra a capacidade da nossa comunidade de trabalhar de forma integrada em prol do desenvolvimento institucional. Registramos nosso sincero agradecimento a todos que contribuíram direta ou indiretamente para que este momento se tornasse realidade”, concluiu Anderson Dal Molin, parabenizando a comunidade por este novo capítulo na história da universidade.

<i>Texto: Setor de Comunicação da UFSM/CS</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM incorpora primeiro carro elétrico à sua frota</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/16/ufsm-incorpora-primeiro-carro-eletrico-a-sua-frota</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:03:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[#transporte]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Audi e-tron foi a entregue à Reitoria da UFSM após anos de testes no projeto Rota Elétrica Mercosul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73244" align="alignright" width="655"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0156.jpg"><img class=" wp-image-73244" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0156-1024x576.jpg" alt="Foto colorida, em formato horizontal. Em uma área coberta da UFSM, três pessoas posam ao lado de um veículo elétrico identificado com a marca “UFSM Sustentável”. Da esquerda para a direita, estão o vice-reitor Tiago Marchesan, usando óculos e casaco escuro; a professora Alzenira Abaide, vestindo casaco preto sobre roupa em tons claros; e a reitora Martha Adaime, usando blusa rosa e calça preta. Todos sorriem para a câmera." width="655" height="368" /></a> O vice-reitor Tiago Marchesan, a professora Alzenira Abaide e a reitora Martha Adaime (da esq. para a dir.) posam ao lado do Audi E-Tron doado para a UFSM[/caption]

Em cerimônia realizada no hall do prédio da Reitoria na segunda-feira (15), a UFSM incorporou oficialmente o primeiro automóvel 100% elétrico de sua frota. O Audi E-Tron foi entregue ao Gabinete da Reitoria durante o evento que marcou o encerramento do projeto Rota Elétrica Mercosul – Suporte ao Desenvolvimento e Gerenciamento para Mobilidade Inteligente.

A doação simboliza o encerramento de um ciclo de pesquisa liderado pela professora Alzenira Abaide, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência. Utilizado como plataforma de coleta de dados para estudos, o veículo contribuiu para análises sobre autonomia, desempenho e comportamento da eletromobilidade em diferentes condições de uso. “O interessante é que nós conseguimos finalizar esse projeto com todos os objetivos alcançados”, afirma a professora.

Durante a cerimônia, os presentes também conheceram mais sobre o funcionamento do automóvel e os impactos da eletrificação, especialmente em relação à sustentabilidade e à redução das emissões de poluentes, em comparação com carros movidos a combustão.
<h3><b>Um corredor elétrico no Mercosul</b></h3>
Antes de integrar oficialmente a frota da UFSM, o Audi E-Tron desempenhou papel central no projeto. <a href="https://www.ufsm.br/2022/05/11/projeto-rota-eletrica-mercosul-recebe-carro-para-estudar-a-mobilidade-eletrica-no-rs" target="_blank" rel="noopener">Entregue ao projeto Rota Elétrica Mescosul em 2022</a>, ele passou a atuar como unidade de testes e coleta de dados para pesquisas em eletromobilidade. Com ele, a equipe analisou, na prática, o desempenho, a autonomia e o comportamento de automóveis elétricos em diferentes condições de uso. “O veículo foi um laboratório móvel para nós”, afirma a coordenadora, Alzenira Abaide.

A escolha do modelo não ocorreu por acaso. Segundo a pesquisadora, era necessário um automóvel com autonomia suficiente para percorrer o estado de norte a sul e, ao mesmo tempo, capaz de registrar detalhadamente os dados de operação para análise posterior.

[caption id="attachment_73245" align="alignleft" width="654"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0142.jpg"><img class=" wp-image-73245" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0142-1024x576.jpg" alt="Foto colorida, em formato horizontal. A imagem mostra o veículo elétrico Audi E-Tron estacionado no prédio da Reitoria da UFSM. O carro, na cor cinza-escuro, aparece em destaque em perspectiva frontal lateral, com a identificação “UFSM Sustentável” adesivada na porta. Ao fundo, há uma fachada envidraçada e três lixeiras para coleta seletiva. À direita, árvores e veículos estacionados são vistos na área externa do campus." width="654" height="368" /></a> O projeto Rota Elétrica Mercosul utilizou o Audi E-Tron como laboratório móvel[/caption]

Ao longo dos testes, o Audi percorreu diversas vezes os cerca de 900 quilômetros de uma ponta a outra da rota, permitindo à equipe verificar o funcionamento dos carregadores e coletar informações sobre deslocamento e velocidade. Os estudos também indicaram que a autonomia dos veículos elétricos varia conforme o tipo de trajeto, com melhor desempenho em ambientes urbanos do que em rodovias.

Entre os principais resultados da iniciativa estão a instalação de 12 estações de recarga rápida: 10 ao longo do corredor elétrico e duas nos campi da UFSM, em Santa Maria e Cachoeira do Sul. Além disso, foi possível a criação de uma estrutura de monitoramento remoto e a consolidação de uma rede de dados sobre eletromobilidade no estado. “Na época, quando esse projeto foi proposto, não havia nenhuma estação de recarga rápida no Rio Grande do Sul. Hoje, se abrir o mapa, vai ter uma quantidade enorme”, ressalta Alzenira.

Esse avanço já aparece na infraestrutura gaúcha. Atualmente, o Rio Grande do Sul conta com 1.770 eletropostos, para uma frota de 38.632 veículos eletrificados, o que representa uma média de 21,8 automóveis por ponto de recarga, um dos melhores índices de cobertura do país.

Em 2022, o campus de Cachoeira do Sul recebeu uma unidade de carregamento rápido com capacidade para abastecer dois automóveis simultaneamente a partir de fontes renováveis. No ano seguinte, o campus sede, em Santa Maria, ganhou outro ponto de recarga rápida, instalado ao lado do prédio 9E.
<h3><b>Eletrificação e sustentabilidade</b></h3>
A incorporação também amplia o debate sobre sustentabilidade no setor de transportes. Diferentemente dos modelos a combustão, carros elétricos não emitem gases de escape durante a operação, o que contribui para a redução da poluição do ar e das emissões de carbono, especialmente em centros urbanos. Além disso, por utilizarem motores elétricos, também reduzem significativamente a poluição sonora.

[caption id="attachment_73246" align="alignright" width="654"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0151.jpg"><img class=" wp-image-73246" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0151-1024x576.jpg" alt="Foto colorida, em formato horizontal. A imagem mostra um grupo de pessoas reunidas no hall do prédio da Reitoria da UFSM durante uma cerimônia. Em primeiro plano, os participantes observam o discurso. Ao centro, a professora Alzenira Abaide fala ao microfone enquanto está ao lado do vice-reitor Tiago Bandeira Marchesan e da reitora Martha Adaime, e o público está a sua frente. Ao fundo, através das portas de vidro, é possível ver o veículo elétrico Audi E-Tron identificado com a marca “UFSM Sustentável”. O ambiente é amplo, iluminado por luz natural." width="654" height="368" /></a> O evento simbolizou o encerramento do projeto Rota Elétrica Mercosul, iniciativa que colocou o Rio Grande do Sul em destaque na eletromobilidade[/caption]

Segundo a pesquisadora, o Brasil reúne condições favoráveis para a expansão do setor de mobilidade elétrica por possuir uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo. A geração de energia no país é baseada principalmente em usinas hidrelétricas, além da crescente participação das fontes eólica e solar e de biomassa. Esse cenário diferencia o país de regiões onde a eletricidade ainda depende majoritariamente da queima de carvão, gás natural e petróleo.

Na prática, isso significa que os veículos elétricos podem reduzir as emissões locais de poluentes e também as emissões associadas ao consumo de energia ao longo de sua operação. Para Alzenira Abaide, essa característica torna a eletrificação dos transportes especialmente promissora no contexto brasileiro. “A eletromobilidade foi feita para nós, brasileiros, porque a nossa energia é limpa, o combustível que o carro usa é limpo”, afirma.

Esse princípio orientou o próprio projeto Rota Elétrica Mercosul. Além da instalação de 12 estações de recarga rápida ao longo do corredor elétrico, a iniciativa incorporou fontes renováveis à infraestrutura. Parte das unidades recebeu painéis fotovoltaicos para auxiliar no abastecimento, enquanto a estação de Osório passou a contar com geração eólica e sistemas de armazenamento de energia.

As estações de recarga rápida do projeto operam com potência de 60 kW. Segundo Alzenira, um automóvel com as características do Audi E-Tron, equipado com bateria de aproximadamente 90 kWh, leva cerca de uma hora e meia para uma recarga completa.

Para o vice-reitor Tiago Bandeira Marchesan, a UFSM teve papel decisivo no avanço da eletromobilidade no estado. “Se o Rio Grande do Sul tem hoje essa capacidade em eletromobilidade, é porque a universidade foi protagonista nesse processo”, afirma. A chegada do Audi E-Tron à frota institucional simboliza anos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Segundo a reitora Martha Adaime, o automóvel traduz o impacto da iniciativa para além da tecnologia. “Ele carrega muito mais do que um Audi elétrico. Carrega consigo muitas partes da Universidade Federal de Santa Maria”, destaca.

O projeto Rota Elétrica Mercosul resultou em cinco teses de doutorado e quatro dissertações de mestrado, além de contribuir para a consolidação de uma rede de conhecimento sobre o tema no estado. Para a coordenadora Alzenira Abaide, os avanços conquistados representam apenas uma parte do trabalho. “É só uma etapa concluída, tem muita coisa para ser feita ainda”, afirma.

<i>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos de extensão da UFSM colaboram com a segurança cibernética de prefeituras gaúchas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/17/projetos-de-extensao-da-ufsm-colaboram-com-a-seguranca-cibernetica-de-prefeituras-gauchas</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:54:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
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		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Informação]]></category>

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						<description><![CDATA[A UFSM atua junto a prefeituras para reduzir riscos de ataques cibernéticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desde 2024, a UFSM promove projetos de extensão coordenados pelo professor Luiz Fernando Freitas-Gutierres (docente do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência), com o objetivo de fortalecer a cibersegurança no âmbito da administração pública municipal. As iniciativas incluem a identificação de vulnerabilidades em sistemas de informação, a condução de campanhas simuladas de <i>phishing</i>, a elaboração de materiais educativos e a realização de treinamentos em parceria com prefeituras do Rio Grande do Sul.

As atividades resultaram na produção de relatórios técnicos destinados ao intercâmbio de conhecimento, ao aprimoramento das defesas digitais e à redução da superfície de ataque das instituições envolvidas. Esses documentos descrevem as lacunas de segurança identificadas e apresentam recomendações de medidas mitigatórias. As ações extensionistas são viabilizadas por meio de acordos de cooperação técnica entre a UFSM e as prefeituras, sem aporte financeiro entre as partes. Os convênios fundamentam-se na colaboração mútua, na troca de experiências e na geração de benefícios institucionais recíprocos.

Prefeituras municipais e outros órgãos públicos do Rio Grande do Sul têm sido, nos últimos anos, alvos cada vez mais frequentes de incidentes cibernéticos. A partir da coleta de informações publicamente disponíveis e da análise por meio de inteligência de fontes abertas (<i>open-source intelligence</i>), é possível identificar uma ampla variedade de ocorrências. Entre elas estão transferências indevidas de recursos dos cofres públicos, ataques de <i>ransomware</i> acompanhados de exigência de pagamento de resgate, campanhas de <i>phishing</i> bem-sucedidas, indisponibilidade de canais oficiais de comunicação e de serviços essenciais prestados à população, além do envio de mensagens fraudulentas que utilizam indevidamente a identidade visual das prefeituras para enganar contribuintes.

Também são recorrentes os casos em que <i>sites</i> institucionais têm seu conteúdo modificado, removido ou substituído por mensagens falsas deixadas por cibercriminosos, bem como vazamentos de dados sob responsabilidade do poder público e ataques distribuídos de negação de serviço (<i>distributed denial-of-service</i>). Em grande parte desses episódios, observa-se a ausência de informações claras sobre a real extensão dos danos causados aos sistemas de informação, assim como a falta de esclarecimentos quanto à possível exposição de dados da população. Esse cenário evidencia fragilidades na defesa cibernética das instituições públicas gaúchas e sugere a inexistência ou a baixa efetividade de planos de resposta a incidentes, além de possíveis violações à <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a>.

Entre os diferentes tipos de ataque observados, o <i>phishing</i> merece atenção especial por ser frequentemente bem-sucedido em função de falhas humanas. Trata-se de uma técnica de engenharia social executada por meio de e-mails, mensagens de texto, chamadas telefônicas ou páginas fraudulentas na internet, nas quais cibercriminosos se passam por fontes legítimas e confiáveis. O objetivo é enganar as vítimas e induzi-las a fornecer informações sensíveis ou realizar ações indevidas.

A redução da efetividade desse tipo de ataque depende, sobretudo, da capacitação contínua de servidores e colaboradores, com foco na conscientização e na adoção de boas práticas de segurança. Essa estratégia está alinhada à perspectiva de que medidas preventivas tendem a ser mais eficazes e economicamente vantajosas do que ações corretivas após a ocorrência de incidentes, conforme destacado no <a href="https://www.ibm.com/reports/data-breach" target="_blank" rel="noopener">Cost of a Data Breach Report 2025</a>, publicado pela IBM.

Para obter mais informações sobre os projetos de extensão universitária mencionados ou acerca de oportunidades de colaboração técnica na área de cibersegurança, recomenda-se entrar em contato com o professor Luiz Fernando Freitas-Gutierres, por meio do e-mail institucional luiz.gutierres@ufsm.br ou via <a href="https://www.linkedin.com/in/lffreitas-gutierres/" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn</a>.

<i>Texto: Luiz Fernando Freitas-Gutierres, com revisão da Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM utiliza tecnologia Lidar para otimizar o desempenho de aerogeradores eólicos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/10/projeto-da-ufsm-utiliza-tecnologia-lidar-para-otimizar-o-desempenho-de-aerogeradores-eolicos</link>
				<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 21:35:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[A iniciativa busca corrigir o desalinhamento causado por medições imprecisas do sensor de direção do vento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto “Validação e aprimoramento de sistema de detecção de desalinhamento de <i>yaw</i> em aerogeradores utilizando Lidars em ambiente relevante” está em desenvolvimento pela UFSM em parceria com a Engie Brasil Energia S.A. e com apoio da Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS). A pesquisa é coordenada pelo professor Claiton Moro Franchi, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica da UFSM, e tem como objetivo otimizar o desempenho de parques eólicos por meio da correção do desalinhamento dos aerogeradores em relação à direção do vento.

A iniciativa busca solucionar um problema recorrente na geração eólica: o desalinhamento causado por medições imprecisas do sensor de direção do vento, conhecido como biruta. Segundo o coordenador, quando esse sensor não está corretamente calibrado, o aerogerador deixa de se posicionar de forma ideal. “O desalinhamento ocorre quando o sensor não identifica com precisão a direção do vento, comprometendo o desempenho do equipamento”, explica Franchi.

Para corrigir essa falha, o projeto utiliza um equipamento Lidar (sigla em inglês para “<i>light detection and ranging</i>”), capaz de medir a direção do vento com maior precisão. A proposta é empregar o Lidar de forma estratégica, instalando-o temporariamente em um aerogerador para coletar dados e, a partir disso, desenvolver um algoritmo de inteligência artificial que permita corrigir e calibrar as medições da biruta. “A inovação está justamente na criação desse algoritmo, que permite corrigir o sensor e repetir o processo em outros aerogeradores”, destaca o coordenador.

Atualmente, o projeto encontra-se na fase de alocação de recursos e mobilização da equipe. Participam da pesquisa docentes do departamento e estudantes de pós-graduação, incluindo mestrandos e doutorandos bolsistas. As atividades incluem a logística de transporte do equipamento, a instalação do Lidar e a realização das medições em um parque eólico localizado no interior da Bahia. “É um projeto de grande complexidade e com prazo curto, o que exige uma logística bastante cuidadosa”, ressalta Franchi.

A execução envolve ainda treinamentos específicos, como cursos de trabalho em altura, já que a instalação ocorre em aerogeradores com cerca de 80 metros. Parte da capacitação contará com o apoio de uma equipe internacional, responsável por orientar os pesquisadores antes das atividades em campo.

A parceria com a Engie Brasil Energia S.A. é fundamental tanto para o financiamento de bolsas quanto para o acesso à infraestrutura necessária. De acordo com o coordenador, a colaboração com empresas é essencial, especialmente em uma área que depende de dados industriais. “O acesso aos dados e à fazenda eólica comercial é algo de enorme valor para a pesquisa”, afirma.

Além do apoio financeiro, a parceria permite a instalação do equipamento em um ambiente real de operação, o que amplia a relevância dos resultados. O projeto marca também a primeira instalação, no Brasil, de um Lidar da fabricante ZX em um parque eólico, reforçando o caráter inovador da iniciativa.

Os benefícios esperados vão além do avanço científico. A correção do desalinhamento dos aerogeradores pode aumentar a geração de energia em até 2%, tornando a operação dos parques mais eficiente. “Esse ganho representa um impacto significativo, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental”, explica Franchi, ao destacar a contribuição do projeto para a descarbonização e para o fortalecimento das fontes renováveis de energia.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parcerias com universidades alemãs ampliam oportunidades de pesquisa e formação em Engenharia Elétrica no CT</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/01/16/parcerias-com-universidades-alemas-ampliam-oportunidades-de-pesquisa-e-formacao-em-engenharia-eletrica-no-ct</link>
				<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 13:50:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[dupla diplomação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

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						<description><![CDATA[Cooperações internacionais fortalecem a internacionalização, a pesquisa em áreas estratégicas e abrem novas possibilidades acadêmicas para estudantes e docentes.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7639,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/01/20251216_131936-2-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7639" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação do programa de dupla diplomação para os estudantes da Alemanha</figcaption></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT/UFSM), por meio do Instituto de Energia e Mobilidade, vem ampliando e consolidando parcerias estratégicas com universidades e centros de pesquisa da Alemanha, fortalecendo a internacionalização e o desenvolvimento científico na área do curso de Engenharia Elétrica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As cooperações internacionais foram reforçadas a partir de visitas técnicas e institucionais realizadas em dezembro, que envolveram reuniões acadêmicas, visitas a laboratórios e alinhamento de agendas de pesquisa com instituições alemãs de referência. A iniciativa fortalece parcerias já desenvolvidas e abre novas frentes de colaboração científica, com impacto direto na formação de estudantes e na atuação de pesquisadores do CT.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7642,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/01/20251219_102458-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7642" /><figcaption class="wp-element-caption">Visita aos Laboratórios da OVGU</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="1400" data-end="1956">Segundo o professor Vitor Bender, do Departamento de Eletrônica e Computação, uma das parcerias já desenvolvidas é com a Otto-von-Guericke Universität Magdeburg (OVGU<strong>)</strong>, que possibilita, entre outras iniciativas, programas de dupla diplomação em Engenharia Elétrica. “As parcerias da UFSM com universidades alemãs fortalecem a Engenharia Elétrica ao ampliar a internacionalização, criar programas de dupla diplomação, abrir novas linhas de pesquisa em áreas estratégicas e gerar oportunidades concretas para estudantes e pesquisadores”, destaca.</p>
<p data-start="1958" data-end="2272">Além da cooperação com a OVGU, há outras universidades e centros de pesquisa alemães envolvidos em ações conjuntas ou em fase de negociação, com perspectivas de ampliação dos acordos acadêmicos e científicos. O objetivo é alinhar agendas de pesquisa em temas estratégicos e consolidar parcerias de longo prazo.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/01/20251217_171849-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7640" /><figcaption class="wp-element-caption">Visita na universidade de Dresden</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="2274" data-end="2714">Durante as visitas realizadas no mês de dezembro, houve um fortalecimento institucional das relações entre o CT/UFSM e as instituições alemãs. “As reuniões e visitas a laboratórios permitiram um alinhamento entre estruturas acadêmicas e linhas de pesquisa, além do contato direto com professores e estudantes alemães, criando novas oportunidades de colaboração científica e abrindo frentes de pesquisa de interesse mútuo”, explica o professor.</p>
<p data-start="2716" data-end="3147">Entre as áreas de pesquisa que se destacam nessas cooperações estão a microeletrônica, com foco no desenvolvimento de chips, a eletrônica de potência e os semicondutores de potência, áreas nas quais a UFSM já possui protagonismo no cenário nacional. Também ganham relevância os estudos no setor de energia, que proporcionam aos pesquisadores contato com diferentes realidades de geração, transmissão e distribuição.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7641,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/01/20251218_111920-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7641" /><figcaption class="wp-element-caption">Reunião com o Reitor da OVGU de Magdeburg<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="3149" data-end="3482">As parcerias internacionais ampliam as oportunidades de internacionalização para estudantes de graduação e pós-graduação, por meio de dupla diplomação, intercâmbios acadêmicos e projetos de pesquisa conjuntos. Essas experiências contribuem para uma formação acadêmica diferenciada e fortalecem o currículo dos estudantes.</p>
<p data-start="3484" data-end="3820">Os próximos passos incluem o envio de estudantes brasileiros para a Alemanha e a recepção de alunos alemães na UFSM já em 2026, além da formalização de novos acordos de pesquisa. A expectativa é ampliar as cooperações para outras universidades e centros tecnológicos alemães, fortalecendo ainda mais a inserção internacional do CT/UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. </i><em>Com informações de <i>Vitor Bender (vitor.bender@ufsm.br)</i></em></p>
<p><i>Fotos: Arquivo pessoal do professor Vitor Bender</i></p>
<p><i>Fonte: </i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/15/estudantes-do-ppgee-da-ufsm-ampliam-horizontes-com-experiencias-internacionais"><i>Site do CT-UFSM</i></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM desenvolve tecnologia inédita no Brasil para acionar motores elétricos de altíssima rotação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/03/ufsm-desenvolve-tecnologia-inedita-no-brasil-para-acionar-motores-eletricos-de-altissima-rotacao</link>
				<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:30:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71555</guid>
						<description><![CDATA[A Imobrás, empresa parceira do projeto, investe no desenvolvimento de um novo produto que pretende comercializar no futuro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM está desenvolvendo um projeto inédito no Brasil para criar um sistema capaz de acionar motores elétricos que giram em velocidades extremamente altas, chegando a 30 mil rotações por minuto. O estudo, coordenado pelo professor Rodrigo Padilha Vieira, é realizado em parceria com a empresa Imobrás e conta com apoio da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec), responsável pela gestão financeira.</p>
<p>O objetivo é construir um equipamento que controle esse tipo de motor de forma eficiente, segura e precisa. Para isso, a equipe está criando um novo modelo de inversor (o dispositivo que “liga e comanda” o motor), usando componentes mais modernos e rápidos. Esses componentes, feitos de carbeto de silício, permitem que o motor trabalhe em velocidades maiores e com menos perdas de energia. Hoje, não existe no mercado brasileiro um equipamento desse tipo para motores da faixa de potência que o projeto pretende atender. Como explica Vieira, “estamos desenvolvendo um produto que hoje não existe no Brasil, uma solução especializada que servirá para aplicações que exigem muita velocidade e muita potência”.</p>
<p>Segundo o coordenador, essa parceria entre universidade e empresa traz benefícios para todas as partes. A Imobrás investe no desenvolvimento de um novo produto que pretende comercializar no futuro. Já a UFSM recebe bolsas de estudo para alunos, ganha equipamentos para o laboratório e aproxima estudantes e pesquisadores de tecnologias avançadas. Vieira destaca que “os alunos têm contato com pesquisas de ponta, comparáveis às que são feitas em países desenvolvidos, o que ajuda a formar profissionais qualificados”.</p>
<p>No momento, o projeto está testando os primeiros protótipos do sistema. A expectativa é que, até o final de 2027, seja entregue um modelo totalmente funcional, capaz de competir com tecnologias internacionais. A equipe acredita que o resultado terá alta eficiência e poderá ser usado em diferentes áreas da indústria. Entre os ganhos esperados estão a criação de métodos mais modernos para controlar motores, a validação de novos tipos de inversores e a formação de mão de obra especializada.</p>
<p>Além de fortalecer a pesquisa e o ensino, o projeto contribui para o desenvolvimento tecnológico nacional, já que a empresa escolheu investir em uma solução brasileira em vez de importar equipamentos prontos. Para Vieira, essa decisão é estratégica: “quando a tecnologia é desenvolvida aqui, o país ganha autonomia e fortalece sua capacidade de inovação”.</p>
<p><i>Texto: Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CT apresentam inovação e engenhosidade na 5ª Mostra de Protótipos CDIO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/02/estudantes-do-ct-apresentam-inovacao-e-engenhosidade-na-5a-mostra-de-prototipos-cdio</link>
				<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 18:57:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CDIO]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[mostra de protótipos]]></category>
		<category><![CDATA[projeto integrador]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7583</guid>
						<description><![CDATA[Evento consolida-se como vitrine do aprendizado prático, reunindo 18 projetos de diversas áreas da Engenharia desenvolvidos com metodologia ativa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O hall do prédio 07 do Centro de Tecnologia da UFSM (CT) transformou-se em um palco de criatividade e inovação na tarde desta segunda-feira, 1º de dezembro, durante a realização da&nbsp;5ª edição da Mostra de Protótipos CDIO. O evento, que já se consolidou no calendário acadêmico, reuniu acadêmicos, professores e a comunidade para apresentar soluções concretas elaboradas a partir da metodologia&nbsp;CDIO (Conceber, Projetar, Implementar e Operar).&nbsp;Nesta edição, um total de 18 grupos inscreveram seus projetos,&nbsp;demonstrando a abrangência e a adesão à iniciativa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A exposição aberta ao público destacou o resultado do trabalho desenvolvido em diversas disciplinas do currículo dos cursos do CT, em especial as disciplinas de&nbsp;Projeto Integrador I, II e III, parte integrante da estrutura curricular reformulada. Nesta edição, a mostra contou também com a participação de estudantes da disciplina de Dispositivos de Micro-ondas (ministrada pela professora Candice Müller), do curso de Engenharia de Telecomunicações, e de quatro projetos finais de curso - ampliando assim a diversidade tecnológica em exibição </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p class="ds-markdown-paragraph">A mostra foi coordenada pelo professor Vitor Cristiano Bender (DELC) em conjunto com os professores Roberto Hausen e André Bender (ambos do DEG), Renan Duarte e Hamilton Sartori (do DPE) e Mario Evangelista (DEPS). </p>

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Os protótipos em exibição deram bons exemplos de como a integração entre teoria e prática prepara os futuros engenheiros para os desafios profissionais. Das soluções para atividades cotidianas até dispositivos de automação e controle, passando por componentes de micro-ondas e sistemas, os trabalhos refletiram não apenas o domínio técnico, mas também habilidades essenciais como trabalho em equipe, criatividade e capacidade de resolver problemas complexos. Para além do aspecto técnico, os estudantes também foram desafiados a desenvolverem habilidades extra, envolvendo, por exemplo a simulação de uma empresa que pretende comercializar o protótipo. Os estudantes realizaram um estudo para calcular custos, margem de lucro e aplicação do produto no mercado, pensando em formas de cativar potenciais clientes futuros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Como parte da dinâmica do evento, os visitantes foram convidados a interagir votando em seu protótipo favorito. Ao final da tarde, o grupos mais votados pelo público foi o grupo 8, composto por Alencar Farias, Diego Rosa, Nicole Ueno e Vitor Erpen, que desenvolveram um <em>datalogger</em> de temperatura no âmbito da disciplina de Projeto Integrador 3 da Engenharia Elétrica. O prêmio simbólico reconhece o mérito técnico e a capacidade de aplicação teórico-prática dos estudantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7600,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-13.25.07-461x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-7600" /><figcaption class="wp-element-caption">Grupo mais votado com professor Vitor Bender</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<p>A 5ª Mostra CDIO reafirmou, mais uma vez, o compromisso do CT/UFSM com uma educação engenharia de excelência, formando profissionais alinhados com as demandas da sociedade e do mercado.</p>
<p>Confira <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true"><em><strong>aqui</strong></em></a> a lista de trabalhos apresentados na mostra, seus autores e disciplinas.</p>
<p>Confira a seguir a galeria de imagens da 5ª Mostra de Protótipos CDIO do CT-UFSM:</p>

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":7586,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_162222-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7586" /></figure>
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<!-- wp:image {"id":7597,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_161521-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7597" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_161249-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7584" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":7595,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_160454-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7595" /></figure>
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<!-- wp:image {"id":7593,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_160445-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7593" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_160024-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7590" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_155708-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7594" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_155310-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7585" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_155051-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7596" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_154645-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7592" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_154456-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7589" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_154234-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7598" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_154100-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7591" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_153938-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7588" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_20251201_153932-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-7587" /></figure>
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<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do professor Vitor Bender.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Tecnologia desenvolvida na UFSM permite o desligamento e religamento remotos da energia elétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/06/tecnologia-desenvolvida-na-ufsm-permite-o-desligamento-e-religamento-remotos-da-energia-eletrica</link>
				<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 20:13:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71287</guid>
						<description><![CDATA[Por meio da assessoria da Proinova, a tecnologia foi licenciada para a empresa Fox IoT, residente do InovaTec]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Duas tecnologias para controle remoto de medidores de energia elétrica, desenvolvidas na UFSM, foram licenciadas pela empresa Fox IoT, em parceria com a Mux Energia. As tecnologias são: “Dispositivo de controle remoto de um fluxo de energia elétrica” e “Processo de corte e de religamento remotos de um medidor de energia elétrica”.

O sistema permite a leitura, o corte e o religamento remoto da energia elétrica, otimizando o trabalho das concessionárias e trazendo mais agilidade e segurança para os consumidores. As invenções são resultado de um projeto de pesquisa financiado por uma chamada pública de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), com participação da concessionária Mux Energia e da Fox IoT, empresa do InovaTec Parque Tecnológico da UFSM, residente pós-incubada.

[caption id="attachment_71288" align="alignright" width="599"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/8-Trif-2.png"><img class=" wp-image-71288" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/8-Trif-2-300x219.png" alt="Foto horizontal. Mostra um aparelho de cor predominantemente cinza, em formato de caixa retangular" width="599" height="437" /></a> O dispositivo pode operar com sistemas monofásicos, bifásicos e trifásicos, com corrente de até 120 amperes[/caption]

O professor Carlos Henrique Barriquello, um dos inventores da tecnologia, explicou que o diferencial do dispositivo está na possibilidade de realizar não só a leitura remota dos dados, como também o desligamento e o religamento da energia. “Hoje, para cortar ou religar a energia, é necessário que uma equipe vá até o local. Com esse sistema, a concessionária pode fazer isso remotamente, de forma muito mais rápida e com economia de recursos”, afirma. O tempo da operação, segundo o professor, é de cerca de um minuto.

O sistema funciona com um dispositivo de comunicação instalado junto ao medidor, que envia as informações à concessionária por meio de uma rede de longa distância chamada LoRaWAN. “É semelhante ao Wi-Fi, mas com alcance muito maior, ideal para áreas remotas”, detalhou Barriquello. Um dos diferenciais do sistema é sua capacidade de operar com sistemas monofásicos, bifásicos e trifásicos, com corrente de até 120 amperes. “Ele pode realizar o corte e religamento em todas as fases, inclusive no neutro, o que garante segurança e confiabilidade”, completou.

A Fox IoT foi a responsável por transformar o protótipo em um produto viável para o mercado. Para Filipe Carloto, representante da empresa, a parceria com a universidade foi essencial. “A interação com os pesquisadores da UFSM foi fundamental. A partir da base científica desenvolvida no projeto, conseguimos ajustar o sistema às demandas técnicas e regulatórias do setor elétrico”, afirmou.

Carloto também ressaltou a atuação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) no processo de licenciamento. “O suporte da Proinova foi muito assertivo. Tivemos uma comunicação clara e objetiva desde o início, o que facilitou o avanço do processo. Esse tipo de apoio é essencial para empresas que estão em fase de crescimento, como a nossa”, disse.

A Coordenadoria de Transferência de Tecnologia e Propriedade Intelectual da Proinova foi responsável pelo processo, desde a proteção até o licenciamento da tecnologia, por meio dos núcleos que a compõem. A proteção foi conduzida pelo Núcleo de Propriedade Intelectual; a negociação e valoração ficaram a cargo do Núcleo de Prospecção e Valoração; e a formalização do processo de licenciamento foi realizada pelo Núcleo de Apoio a Projetos.

Segundo o professor, a parceria também trouxe benefícios acadêmicos. “Tivemos a formação de mestres e bolsistas de iniciação científica ao longo do projeto. Além disso, publicamos artigos científicos, mostrando que é possível unir pesquisa de qualidade com aplicação prática”, afirmou. Ele destacou que a colaboração entre universidade e setor produtivo é o caminho para a inovação. “Esse tipo de parceria mostra que o conhecimento gerado dentro da universidade pode e deve ser colocado em prática para resolver problemas reais da sociedade”.

Com o licenciamento das tecnologias, a expectativa é que o sistema seja expandido para novos mercados, beneficiando não apenas empresas do setor elétrico, mas também consumidores, que terão acesso a um serviço mais eficiente, ágil e seguro.

<i>Assessoria de Comunicação da Proinova</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nosso curso é 5 estrelas - Guia da Faculdade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-eletrica/2025/11/04/nosso-curso-e-5-estrelas-guia-da-faculdade</link>
				<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 12:01:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[guia da faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[Nota máxima]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-eletrica/?p=1079</guid>
						<description><![CDATA[O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Santa Maria recebeu nota máxima (5 estrelas) na avaliação Guia da Faculdade, fruto da parceria entre a Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo. Como é feita a avaliação: O Guia da Faculdade utiliza uma metodologia conhecida como &#8220;avaliação por pares&#8221; para analisar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Santa Maria recebeu nota máxima (5 estrelas) na avaliação Guia da Faculdade, fruto da parceria entre a Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1080" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/426/2025/11/1000394812-199x300.jpeg" alt="" width="199" height="300" /></p>
<p><u>Como é feita a avaliação:</u><br /><br />O Guia da Faculdade utiliza uma metodologia conhecida como "avaliação por pares" para analisar a qualidade de mais de 22 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior. Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade. As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastram pela primeira vez ou atualizam as informações sobre os seus cursos e sobre os dados de divulgação e de contato das IES.<br /><br />Cursos avaliados<br />Com base nessas informações, a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2025, eles precisaram atender aos seguintes critérios:<i><br />. Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2024);<br />. Ter ao menos uma turma em andamento.</i><br /><br />O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Administração em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica. A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.<br /><br />Informações utilizadas<br />A partir de abril deste ano, o(a) coordenador(a) de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:<br /><i>. Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos;<br />. Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso;<br />. Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos</i>;<br />Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.<br /><br />Avaliadores<br />Em 2025 contamos com cerca de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade. Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam. Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:<br /><i>. Para a qualidade do </i><i>corpo docente</i><i><br />. Para a qualidade do </i><i>projeto pedagógico</i><i><br />. Para a qualidade da </i><i>infraestrutura</i><br /><br />Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas. Se mesmo após essa redistribuição não for possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas”.<br /><br />Resultado final<br />O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2025.<br /><br />O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve nos dois últimos anos, com os seguintes pesos:<br /><i>. Nota de 2025 - peso 3<br />. Nota de 2024 - peso 2<br />. Nota de 2023 - peso 1</i><br /><br />Assim, a média das notas de 2025 (após o descarte) é somada à média das notas do curso em 2024 e em 2023, com a seguinte fórmula: <i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) + (Média 2023) / 6</i></p>
<p>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2024, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula: <i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) / 5</i></p>
<p>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2023, o resultado dele é calculado com a  seguinte fórmula:<i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2023) / 4</i></p>
<p>Caso o curso não tenha sido avaliado em 2024 e em 2023, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2025. Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:<br /><i>. Entre 5 e 4,50 - 5 estrelas<br />. menor que 4,50 a 3,50 - 4 estrelas<br />. menor que 3,50 a 2,50 - 3 estrelas<br />. menor que 2,50 - não-estrelado</i></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos de graduação do CT-UFSM estão entre os melhores do país no Guia da Faculdade Estadão 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/31/cursos-de-graduacao-do-ct-ufsm-estao-entre-os-melhores-do-pais-no-guia-da-faculdade-estadao-2025</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:52:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[guia da faculdade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7455</guid>
						<description><![CDATA[Três cursos obtiveram a melhor avaliação (5 estrelas) e dez receberam 4 estrelas. Confira a seguir!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Treze cursos de graduação do Centro de Tecnologia da UFSM foram estrelados no <a href="https://publicacoes.estadao.com.br/guia-da-faculdade/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Guia da Faculdade Estadão 2025</strong></em></a>. O guia, publicado desde 2020, é uma parceria entre a <em>startup</em> Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo e reconhece os melhores cursos de graduação do país a partir da avaliação de mais de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior.</p>
<p>Três cursos do CT foram receberam 5 estrelas (conceito "excelente"): Engenharia Acústica, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. Outros dez cursos receberam 4 estrelas (conceito "muito bom"): Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. O curso de Sistemas de Informação ficou "sem notas" pois não recebeu a quantidade mínima de avaliações válidas de docentes pareceristas. </p>
<p>A presença dos cursos do CT entre os melhores avaliados do país é mais um reconhecimento do trabalho sério desenvolvido por servidores docentes, técnico-administrativos e pelos estudantes de graduação da nossa instituição. Parabéns a todos os envolvidos!</p>
<p><strong>COMO É FEITA A AVALIAÇÃO</strong><br />O <b>Guia da Faculdade</b> utiliza uma metodologia conhecida como "avaliação por pares" para analisar a qualidade de mais de 22 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior. Entenda como funcionam as principais etapas desse trabalho:</p>
<p><b>Participação das Instituições de Ensino Superior</b><br />Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade.<br />As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastram pela primeira vez ou atualizam as informações sobre os seus cursos e sobre os dados de divulgação e de contato das IES.</p>
<p><b>Cursos avaliados</b><br />Com base nessas informações, a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2025, eles precisaram atender aos seguintes critérios:<i><br />- Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2024);<br />- Ter ao menos uma turma em andamento.</i></p>
<p>O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Sistemas de Informação em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica. A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.</p>
<p><b>Informações utilizadas</b><br />A partir de abril deste ano, o(a) coordenador(a) de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:<br /><i>- Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos;<br />- Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso;<br />- Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos</i>;<br />Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.</p>
<p><b>Avaliadores</b><br />Em 2025 o Guia contou com cerca de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade.<br />Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam.<br />Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:<br /><i>- Para a qualidade do <b>corpo docente</b><br />- Para a qualidade do <b>projeto pedagógico</b><br />- Para a qualidade da <b>infraestrutura</b></i></p>
<p>Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas. Se mesmo após essa redistribuição não for possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas” - foi o caso do curso de Sistemas de Informação do CT-UFSM.</p>
<p><b>Resultado final</b><br />O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2025.<br />O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve nos dois últimos anos, com os seguintes pesos:<br /><i>- Nota de 2025 - peso 3<br />- Nota de 2024 - peso 2<br />- Nota de 2023 - peso 1</i></p>
<p>Assim, a média das notas de 2025 (após o descarte) é somada à média das notas do curso em 2024 e em 2023, com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) + (Média 2023) / 6<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2024, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) / 5<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2023, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2023) / 4</i></b><br />Caso o curso não tenha sido avaliado em 2024 e em 2023, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2025.</p>
<p>Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:<br /><i>- Entre 5 e 4,50 - 5 estrelas<br />- menor que 4,50 a 3,50 - 4 estrelas<br />- menor que 3,50 a 2,50 - 3 estrelas<br />- menor que 2,50 - não-estrelado</i></p>

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do Guia da Faculdade 2025 Estadão.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Universidade alemã promovem evento para apresentar programa de dupla diplomação em Engenharia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/31/ufsm-e-universidade-alema-promovem-evento-para-apresentar-programa-de-dupla-diplomacao-em-engenharia</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 13:24:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7444</guid>
						<description><![CDATA[Encontro “Meet &amp; Talk with the DeBraIA team” ocorre na próxima quarta-feira (05), no CT Anexo A, e será uma oportunidade para alunos conhecerem detalhes do mestrado e conversarem com professores da Otto-von-Guericke Universität Magdeburg]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Receber o título de mestre em duas instituições ao mesmo tempo - uma brasileira e uma estrangeira - já é uma possibilidade real para os estudantes de pós-graduação do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM. Na próxima quarta-feira, 05 de novembro, o CT promoverá um encontro para divulgar e tirar dúvidas sobre essa oportunidade. Trata-se do evento "Meet &amp; Talk with the DeBraIA team", um bate-papo presencial com cinco professores da Universidade Otto-von-Guericke de Magdeburg (OVGU), na Alemanha. No encontro, os representantes alemães e brasileiros apresentarão os caminhos para o Mestrado com Dupla Diplomação entre as duas instituições, parte integrante do projeto chamado DeBraIA - DEutsch-BRAsilianische IngenieursAkademie (Academia de Engenharia Alemanha-Brasil).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O encontro, que ocorrerá das 9h às 12h, na Sala 355 do CT Anexo A, é voltado especialmente para alunos de graduação e mestrado em Engenharia, com ênfase para as áreas de Engenharia Elétrica, Controle e Automação, Telecomunicações e correlatas, que tenham interesse em realizar parte de sua formação no exterior. Durante o evento, os participantes poderão esclarecer dúvidas sobre o formato do projeto DeBraIA, as áreas de pesquisa contempladas e as possibilidades de mobilidade internacional na Alemanha. A comitiva de representantes da OVGU contempla algumas das principais áreas de foco do programa:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Andreas Lindemann, Prof. Dr.-Ing.</strong>: Eletrônica de Potência</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Fabian Lurz, Prof. Dr.-Ing.</strong>: Sistemas Eletrônicos Integrados</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Martin Wolter, Prof. Dr.-Ing.-habil.</strong>: Redes de Energia Elétrica e Energia Renovável</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Nicole Ghering, Prof. Dr.-Ing.</strong>: Teoria de Sistemas e Controle Automático</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Ralf Vick, Prof. Dr.-Ing.</strong>: Compatibilidade Eletromagnética</p></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Sobre o DeBraIA</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A proposta do projeto DeBraIA, ao envolver estudantes do mestrado na dupla diplomação, se destaca por sua característica inovadora e abrangente. O programa oferecerá uma formação híbrida, combinando atividades presenciais e online, além de mobilidade acadêmica obrigatória de pelo menos 6 meses na universidade parceira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p class="ds-markdown-paragraph">A dupla diplomação é parte do projeto DeBraIA. Trata-se de uma iniciativa conjunta da UFSM com a OVGU que faz parte do programa “Transnationale Bildung (TNB)”, ou Formação Transnacional, promovido pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), que visa promover a formação internacional de engenheiros e fortalecer a cooperação científica entre Brasil e Alemanha. O projeto tem financiamento de aproximadamente 500 mil euros e duração inicial prevista de quatro anos, com possibilidade de extensão.</p>

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A parceria, embora recente, não é novidade: em março deste ano, o Prof. Dr. Martin Wolter e o pesquisador Dr. Mauro dos Santos Ortiz <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/03/11/representantes-da-ovgu-magdeburg-alemanha-visitam-ufsm-para-fortalecer-parceria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estiveram no CT acompanhados de uma comitiva de estudantes alemães para tratar do DeBraIA</a></em></strong>. O projeto expandiu para o nível de Mestrado uma colaboração entre as instituições já consolidada no Doutorado, por meio de programas sanduíche e de dupla titulação via PROBRAL/CAPES-DAAD. O pesquisador Mauro é um dos exemplos dessa colaboração: egresso do CT, ele concluiu seu doutorado em Engenharia Elétrica em regime de cotutela entre UFSM e OVGU em 2024.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":6204,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/03/20250225_091420-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-6204" /><figcaption class="wp-element-caption">Em março, CT recebeu representantes da OVGU</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A participação no evento é gratuita, aberta a todo o público do Centro de Tecnologia e da UFSM, e não requer inscrição prévia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Serviço:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>O quê:</strong>&nbsp;Evento “Meet &amp; Talk with the DeBraIA team”</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Quando:</strong> 05 de novembro, quarta-feira, das 9h às 12h</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Onde:</strong>&nbsp;Sala 355, CT Anexo A</p></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Informações:</strong>&nbsp;Mauro Ortiz (mauro.dossantosortiz@ovgu.de) e João Pedro Cipriani (joao.cipriani@ovgu.de)</p><br></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto e foto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações de João Pedro Scherer Cipriani.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 5ª edição, Capta&amp;Inova vai abordar o programa de P&amp;D da Aneel</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/29/em-sua-5a-edicao-captainova-vai-abordar-o-programa-de-pd-da-aneel</link>
				<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 21:42:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[PROGEP]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71134</guid>
						<description><![CDATA[O diretor do IEM, professor Vitor Bender, vai falar sobre as oportunidades proporcionadas pelo programa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/image-30.jpg"><img class=" wp-image-71135 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/image-30-241x300.jpg" alt="" width="530" height="660" /></a>O <a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/programa-de-pesquisa-desenvolvimento-e-inovacao" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&amp;D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)</a>, que visa a impulsionar o avanço tecnológico do setor elétrico brasileiro, será o tema da 5ª edição do evento Capta&amp;Inova. Promovido pelas pró-reitorias de Gestão de Pessoas (Progep) e de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) da UFSM, o encontro ocorre na próxima terça-feira (4), às 10h, no Espaço Collab InovaTec, localizado no prédio 61H do campus sede. Na ocasião, o tema será abordado pelo diretor do <a href="https://iemufsm.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Energia e Mobilidade (IEM)</a>, professor Vitor Bender.

Projetos que buscam soluções sustentáveis, seguras e eficientes são apoiados pelo programa de P&amp;D da Aneel. Para as universidades, o programa representa uma oportunidade única de integração entre a pesquisa acadêmica e as demandas da indústria. Ele estimula a produção científica aplicada, a formação de profissionais qualificados e o desenvolvimento de tecnologias que transformam o futuro da energia.

Os servidores interessados em participar do 5º Capta&amp;Inova podem se inscrever por meio do <a href="https://portal.ufsm.br/capacitacao/inscricao/formulario.html?idEdicao=2278" target="_blank" rel="noopener">Portal de Capacitação</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conversor desenvolvido por estudante do CT é utilizado como ferramenta de ensino</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/16/conversor-desenvolvido-por-estudante-do-ct-e-utilizado-como-ferramenta-de-ensino</link>
				<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 19:21:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[COBEP]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[GEPOC]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7419</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de acadêmico da Engenharia de Controle e Automação ficou em 3º lugar nacional em premiação da Sociedade Brasileira de Eletrônica de Potência e já está sendo usado em aulas práticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":7420,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/10/COBEP-2025-Apresentacao-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-7420" /><figcaption class="wp-element-caption">Engenheiro Milton apresentando seu trabalho no COBEP</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Um projeto desenvolvido como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Engenharia de Controle e Automação do Centro de Tecnologia está transformando o estudo de eletrônica de potência dentro das salas de aula. O estudante Milton Brenner, egresso do Curso de Engenharia de Controle e Automação e atualmente mestrando no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) do CT, criou um kit didático composto por um conversor CC-CC Buck, dispositivo que converte e regula a energia elétrica de forma segura e controlada. O conversor servirá como ferramenta prática para o aprendizado de conceitos teóricos da disciplina.</p>
<p><span style="font-weight: 400">O TCC, intitulado “Desenvolvimento de um kit didático composto por um conversor CC-CC Buck para ensino de Eletrônica de Potência e Controle Digital de Sistemas”, foi desenvolvido sob orientação do professor Rafael Beltrame, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, que orienta pesquisas nesta linha desde o ano de 2014.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":7422,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/10/TCC-Kit-Didatico-01-1024x818.jpg" alt="" class="wp-image-7422" /><figcaption class="wp-element-caption">TCC - Kit Didático 01</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3><b>Do problema à solução didática</b></h3>
<p>A motivação do projeto surgiu de uma carência enfrentada pelo CT e por muitas instituições de ensino: a falta de equipamentos acessíveis para a prática em eletrônica de potência. Atualmente, a formação nessa área ocorre, em grande parte, com base em simulações computacionais.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o professor Beltrame, responsável pela disciplina de Fundamentos de Eletrônica de Potência, os  kits disponíveis no mercado apresentam limitações para fins educacionais. Alguns modelos escondem os componentes, o que dificulta a compreensão do funcionamento real dos circuitos. Outros, são miniaturizados em excesso, tornando inviável a visualização e a realização de medições didáticas. O kit desenvolvido por Milton surge como uma alternativa intermediária: “Ele permite ao estudante visualizar os componentes, realizar medições com instrumentos de laboratório e compreender, na prática, o funcionamento do circuito”, explica o docente.</span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":7423,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/10/UFSM-Aula-01-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7423" /><figcaption class="wp-element-caption">Primeira utilização do conversor em aula prática no Laboratório de Eletrônica</figcaption></figure>
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<h3><b>Desenvolvimento e primeira aplicação</b></h3>
<p>O projeto do conversor é fruto de um trabalho contínuo desenvolvido por diferentes turmas ao longo dos anos, pelo menos desde 2014, até chegar à versão atual, totalmente funcional e integrada. A contribuição de Milton foi reprojetar a primeira versão do conversor, tornando-o mais profissional e com potencial de comercialização. O circuito, fabricado externamente, foi desenhado para ser robusto, seguro e didático: possui proteções contra erros comuns de montagem e permite que os alunos testem suas hipóteses sem risco de danificar o equipamento. Milton destaca que o diferencial do seu projeto está na combinação entre acessibilidade e aplicabilidade. “Os kits comerciais que existem são caros. O nosso é simples, didático e permite que o aluno visualize, programe e entenda o que está acontecendo”, comenta.</p>
<p><span style="font-weight: 400">O conversor foi utilizado pela primeira vez em aula prática no Laboratório de Eletrônica neste semestre, marcando um momento histórico para o ensino da disciplina. Diversas placas foram disponibilizadas para os alunos, que puderam manipular e analisar os circuitos de forma inédita.</span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":7424,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/10/Image_20251013_220901_716-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-7424" /><figcaption class="wp-element-caption">Engenheiro Milton na premiação SOBRAEP</figcaption></figure>
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<h3><b>Reconhecimento nacional</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa de Milton obteve o 3º lugar nacional no concurso de TCCs defendidos no ano de 2024, promovido pela Sociedade Brasileira de Eletrônica de Potência (SOBRAEP).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A premiação ocorreu em conjunto ao 18º Congresso Brasileiro de Eletrônica de Potência (COBEP), realizado entre os dias 5 e 8 de outubro de 2025, em Vitória (ES). O Engenheiro Milton esteve presente no evento tanto para receber seu prêmio quanto para apresentar o artigo “</span><i><span style="font-weight: 400">Design and Implementation of an Educational DC-DC Buck Converter</span></i><span style="font-weight: 400">”. Atualmente, o mestrando emprega o kit desenvolvido em suas pesquisas na área de modelagem/simulação de conversores estáticos no PPGEE, sob a orientação da Profª. Fernanda de Morais Carnielutti, com coorientação do Prof. Beltrame.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A conquista reforça o potencial do projeto dentro e fora da universidade. Para Beltrame, o reconhecimento é resultado de uma trajetória de pesquisa contínua. “Esse kit representa o esforço de vários alunos ao longo de anos. Ver o material sendo usado em aula e premiado nacionalmente mostra o impacto que a pesquisa universitária pode ter no ensino”, destaca o professor.</span></p>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em><br><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
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						<item>
				<title>Projetos estudantis do CT promovem semanas de minicursos e aproximam ensino, pesquisa e extensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/01/projetos-estudantis-do-ct-promovem-semanas-de-minicursos-e-aproximam-ensino-pesquisa-e-extensao</link>
				<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 19:25:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[EP-AERO]]></category>
		<category><![CDATA[minicurso]]></category>
		<category><![CDATA[PET EE]]></category>
		<category><![CDATA[PET-CC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7357</guid>
						<description><![CDATA[EP-Aero, PET-CC e PET-EE oferecem formações práticas e acessíveis que ampliam a experiência acadêmica e incentivam o protagonismo estudantil no Centro de Tecnologia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">No Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, diferentes grupos estudantis vêm apostando em um formato que tem dado certo: a oferta de minicursos abertos à comunidade acadêmica.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Neste semestre, três projetos se destacaram nessa iniciativa: a Escola Piloto de Engenharia Aeroespacial (EP-Aero), o </span><a href="https://www.ufsm.br/pet/ciencia-da-computacao"><b><i>Programa de Educação Tutorial em Ciência da Computação</i></b> <b><i>(PET-CC)</i></b></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/peteletrica"><b><i>Programa de Educação Tutorial em Engenharia Elétrica (PET-EE)</i></b></a><span style="font-weight: 400">. Cada um contribui para ampliar os horizontes dos estudantes e fortalecer a integração entre graduação, pesquisa e extensão. Dois deles já concluíram as formações neste semestre, mas um ainda está com inscrições abertas. Confira a seguir!</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading"><b>EP-Aero: formação de aluno para aluno</b></h3>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Criada há cerca de três anos, a </span><a href="https://www.instagram.com/ep.aero/"><b><i>EP-Aero</i></b></a><span style="font-weight: 400"> surgiu para aproximar estudantes de Engenharia Aeroespacial dos conteúdos e softwares exigidos durante a graduação, mas que muitas vezes não são explorados em profundidade nas disciplinas regulares. Um dos objetivo do EP-Aero, assim como dos PETs, é proporcionar aprendizado prático e complementar a formação acadêmica, criando oportunidades para que os estudantes aprofundem seus conhecimentos em projetos que vão além da sala de aula.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Na edição mais recente, foram ofertados minicursos variados, desde softwares e linguagens como SolidWorks, Python, MATLAB, XFLR5, Metrologia, Overleaf até formações sobre como se preparar para entrevistas de emprego. Para a gerente da Semana de Minicursos da EP-Aero, Nátaly Schmidt, o diferencial da iniciativa é que “é aluno ensinando aluno, porque a gente sabe as dificuldades que os colegas enfrentam e tentamos tornar o aprendizado mais leve, sem medo de perguntar”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Ela destaca ainda que a procura não se limitou à Engenharia Aeroespacial, já que houve inscritos de cursos como Geografia e Relações Internacionais. Isso reforça o potencial de crescimento da proposta. “Nos próximos anos, queremos também atrair pessoas de fora da universidade”, acrescenta.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading"><b>PET-CC: tecnologias emergentes e inovação</b></h3>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.instagram.com/petcc_ufsm/"><b><i>O PET de Ciência da Computação (PET-CC)</i></b></a><span style="font-weight: 400"> também apostou no formato, trazendo minicursos voltados a temas como desenvolvimento web, inteligência artificial aplicada e ferramentas de versionamento de código.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a integrante do PET-CC, Giovana Borelli, o objetivo vai além da capacitação técnica: “queremos incentivar a inovação e aproximar os alunos das possibilidades da área de computação, criando um espaço para experimentar e trocar experiências”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A ideia é que o contato com diferentes tecnologias permita que os estudantes ampliem seu repertório e encontrem novas áreas de interesse dentro e fora da graduação.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7360,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Tutoria2024-Editado.jpg" alt="" class="wp-image-7360" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<h3><b>PET-EE: integração com grupos de pesquisa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Já o </span><a href="https://www.instagram.com/petengenhariaeletrica/"><b><i>PET-EE</i></b></a><span style="font-weight: 400"> vai promover a 15ª edição da tradicional Jornada de Minicursos, realizada desde 2011, que neste ano traz uma novidade: a parceria com outros grupos de pesquisa do CT. As inscrições começam dia 1º de outubro de 2025 e podem ser realizadas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe0Y4XnGxcL3uE4Cbf390qrm_D9an0PH4DpsXbsIxljNpnLpA/viewform" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>neste link</strong></em></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Serão oferecidas capacitações em Python, ANSYS Maxwell, Git/GitHub, Typhoon HIL e Easy EDA, proporcionando aos alunos ferramentas utilizadas em projetos de ponta. Para o líder da Jornada, Luiz Dorneles, a iniciativa “é uma forma de os alunos conhecerem de perto os grupos de pesquisa e enxergarem novas possibilidades dentro da universidade, já que muitos acabam se aproximando desses núcleos depois de participar dos minicursos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ele reconhece que assumir a organização está sendo desafiador, mas que iniciativas como a Jornada recompensam: “No início eu tive medo de lidar com tantas pessoas e grupos diferentes, mas isso faz parte do treinamento que o PET proporciona. Hoje vejo como a Jornada é fundamental para diluir conhecimento e fortalecer conexões”, afirma.</span></p>

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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized is-style-default"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/XV_JORNADA-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7358" style="width:611px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<h3><b>Formação além da sala de aula</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de organizados por grupos distintos, os três eventos têm algo em comum: a proposta de oferecer aprendizados que ultrapassam os limites da sala de aula, que sirvam como formação complementar em um ambiente mais colaborativo e próximo dos estudantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como resume Luiz, do PET-EE, “os minicursos mostram que o protagonismo estudantil é essencial para enriquecer a formação acadêmica, porque criam novas pontes entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade”.</span></p>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>O maior carro solar do mundo faz uma parada em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/19/o-maior-carro-solar-do-mundo-faz-uma-parada-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 22:29:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70559</guid>
						<description><![CDATA[O Solar Butterfly já atravessou mais de 40 países para mostrar que o futuro renovável já é realidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Ele chegou com 10 metros de comprimento, mais os seis metros do veículo que o rebocava, 80 m² de painéis solares com partes que abrem como asas e o formato de borboleta que carrega consigo uma mensagem: a necessidade de metamorfose dos combustíveis fósseis para fontes de energias renováveis. O Solar Butterfly, o maior veículo movido a energia solar do mundo, estacionou no Centro de Tecnologia da UFSM na manhã desta sexta-feira (19), onde foi recepcionado por professores e estudantes da Pós-Graduação em Engenharia Elétrica.

[caption id="attachment_70560" align="alignright" width="617"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/CAPA-1.jpg"><img class=" wp-image-70560" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/CAPA-1-300x200.jpg" alt="Fotografia colorida e horizontal que mostra dois homens fazendo sinal de positivo para a câmera. O homem à esquerda utiliza uma camisa azul e uma calça preta, enquanto o homem à direita utiliza um colete branco sobre uma camisa azul e calça cinza. Ao fundo é possível ver o trailer, que na sua parte frontal conta com olhos desenhados e antenas decorativas representando uma borboleta. A cor predominante da carroceria do trailer é preta e, sobre ela, há detalhes grafitados nas cores vermelha, verde, azul, laranja e branca." width="617" height="412" /></a> Simon Hoffman e Reto Baumann vão percorrer mais de quatro mil quilômetros para chegar à COP 30 em Belém[/caption]

O tour pela América do Sul começou em Montevidéu e tem como principal destino Belém, onde entre os dias 10 e 21 de novembro ocorre a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30. “Todos os políticos do mundo estarão reunidos. Nós gostaríamos de apresentar a eles o projeto Solar Butterfly, mostrar as iniciativas que encontramos para mostrar que as soluções já estão aqui. É hora de parar de falar e começar a agir”, afirma Simon Hoffman, diretor de marketing do projeto Solar Butterfly.

O Solar Butterfly já percorreu mais de 86 mil quilômetros em 44 países desde que a equipe responsável pelo projeto partiu da Suíça, há quatro anos. Durante as viagens foram encontradas mais de 200 soluções sustentáveis para combater o aquecimento global, como sistemas de geração de energia e aquecimento em regiões frias, soluções em agricultura e outras práticas sustentáveis que não envolvem o consumo de combustíveis fósseis.

<b>Sustentabilidade dentro da UFSM</b>

A visita foi articulada pela docente do curso de Engenharia Elétrica Fernanda Carnielutti, para mostrar para os estudantes e professores algumas das soluções sustentáveis que o projeto tem encontrado em todo o mundo e que também podem ser encontradas na UFSM. “Aqui no Centro de Tecnologia, principalmente nos programas de pós-graduação, nós temos diversas linhas de pesquisa que trabalham com fontes de energia renováveis”, destaca a professora.

O Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (Gepoc), do qual a docente é uma das integrantes, realiza projetos com veículos elétricos e fontes de energia, tanto solar quanto eólica. O Instituto de Energia e Mobilidade (IEM) trabalha na otimização da geração de energia e da eficiência energética.

[caption id="attachment_70561" align="alignleft" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/2025-09-17-Solar-Buterfly-Paulo-Barauna-09.jpg"><img class=" wp-image-70561" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/2025-09-17-Solar-Buterfly-Paulo-Barauna-09-300x200.jpg" alt="Foto horizontal que mostra um trailer rebocado por um veículo, ambos de cor predominantemente preta. Um dos integrantes do projeto (vestindo boné verde, calças cinza e um colete branco sobre uma camiseta azul) encontra-se de costas sob um dos painéis laterais do trailer." width="584" height="389" /></a> O trailer é decorado com antenas e olhos de borboleta, animal símbolo do projeto. Chamam atenção também as suas “asas”, que consistem em painéis solares nas laterais[/caption]

Outros exemplos são o Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Reatores Eletrônicos (Gedre), que trabalha com eficiência energética e desenvolvimento tecnológico em sistemas de iluminação, e o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), com projetos na área de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica. A UFSM conta ainda com os projetos Rota Elétrica Mercosul e Eletrovias Inteligentes, que proporcionam rotas rodoviárias com estações de abastecimento para veículos elétricos no Rio Grande do Sul.

<b>Lar móvel e 100% sustentável</b>

O veículo é uma casa sobre rodas, equipada com seis camas, cozinha e banheiro. O veículo foi fabricado principalmente com plástico reciclado retirado do oceano. Foram mais de 800 kg de garrafas PET reutilizadas. A água da chuva é captada e purificada e pode ser utilizada na realização das atividades domésticas e também para consumo.

Suas asas não possuem apenas função conceitual, também são importantes para a alimentação do veículo. Quando abertas, elas aumentam a área de painéis solares em 40 m², o que amplia a área de captação para 80 m². Ao todo, o veículo pode produzir 120 kWh de energia, o suficiente para alimentar a casa, especialmente em áreas frias que exigem um sistema de aquecimento, e fazer com que o veículo que a carrega, um Tesla Model X, percorra até 220 km por dia.

<i>Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM desenvolve sistemas de iluminação de alto desempenho para cidades inteligentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/17/projeto-da-ufsm-desenvolve-sistemas-de-iluminacao-de-alto-desempenho-para-cidades-inteligentes</link>
				<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 19:54:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70530</guid>
						<description><![CDATA[Com prazo de execução de três anos, o projeto terá um investimento de aproximadamente R$ 4,3 milhões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, em parceria com a Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS) e a empresa Zagonel Iluminação S.A., deu início ao projeto “Sistemas de iluminação de alto desempenho para cidades inteligentes”, que integra a rede de projetos financiados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O trabalho é coordenado pelo professor Marco Antônio Dalla Costa, que é também coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM. A duração do projeto será de três anos, com prazo de execução entre 22 de agosto de 2025 e 22 de agosto de 2028. O valor total investido é de R$ 4.324.803,33.

O projeto busca desenvolver luminárias LED com tecnologia de diodos emissores de luz, voltadas para atender demandas de cidades inteligentes. “Essas luminárias podem ser controladas a partir de uma central, permitindo agregar inteligência ao sistema, principalmente para melhorar a manutenção e economizar energia, utilizando a luz apenas quando for necessário”, explica Dalla Costa.

A iniciativa conta com a participação ativa da empresa parceira. “Nós temos uma colaboração de mais de 10 anos com a Zagonel. Muitos engenheiros da empresa são egressos da UFSM, e outros fizeram pós-graduação no nosso grupo. A Zagonel investe bastante em tecnologia e confia no trabalho da universidade há bastante tempo. Assim, a parceria se consolidou porque a empresa tem a necessidade técnica do produto e nós temos a capacidade de desenvolver o que eles precisam”, afirma o coordenador.

Cada instituição exerce um papel específico dentro do projeto. A Zagonel é responsável pela definição dos requisitos técnicos e pelo investimento financeiro, enquanto que a UFSM contribui com professores, alunos de graduação e pós-graduação, totalizando mais de 20 participantes. Já a FDMS atua na gestão financeira, administrando os recursos e pagamentos.

O projeto também prevê bolsas de estudo para estudantes. Atualmente, três professores, quatro técnico-administrativos, quatro alunos de pós-graduação e 12 alunos de graduação possuem bolsas no projeto. Segundo Dalla Costa, além do aspecto financeiro, uma das principais vantagens do projeto é aproximar o desenvolvimento acadêmico das necessidades da indústria. “Os alunos vivenciam um ambiente real de desenvolvimento industrial, com prazos e resultados concretos, o que acelera a formação e dá experiência prática”.

A pesquisa também gera benefícios à sociedade, especialmente na área da eficiência energética. “Cerca de 15% da energia elétrica consumida no Brasil é utilizada em sistemas de iluminação. Com produtos mais eficientes, conseguimos reduzir esse consumo, gerando economia financeira e ambiental. Isso impacta principalmente na iluminação pública, que representa grandes volumes de equipamentos”, ressalta o coordenador. Ele explica ainda que as luminárias inteligentes terão a capacidade de ajustar a potência de acordo com o local, horário ou fluxo de pessoas, ampliando a economia de energia.

Atualmente, o projeto encontra-se em fase inicial, com apenas poucas semanas de execução após a assinatura do contrato. A expectativa é que, ao final, seja entregue um produto em estágio avançado de desenvolvimento, embora não completamente pronto para comercialização. “Os projetos da Embrapii não chegam ao estágio final de industrialização. Nós desenvolvemos até um ambiente relevante e entregamos o produto para a empresa, que faz o processo de industrialização com lotes-piloto e testes em ambiente real”, explica Dalla Costa. O projeto deve atingir o nível de TRL 6, de acordo com a escala de maturidade tecnológica.

<b>O que é TRL?</b>

TRL significa <i>Technology Readiness Level</i>, ou Nível de Maturidade Tecnológica, em português. É uma escala criada pela Nasa (agência espacial norte-americana) e amplamente usada por agências de pesquisa, universidades e empresas para medir o estágio de desenvolvimento de uma tecnologia, produto ou inovação.

<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Print-TRL.jpg"><img class=" wp-image-70531 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Print-TRL-300x81.jpg" alt="" width="1111" height="300" /></a>

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do PPGEE da UFSM ampliam horizontes com experiências internacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/15/estudantes-do-ppgee-da-ufsm-ampliam-horizontes-com-experiencias-internacionais</link>
				<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 18:39:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7292</guid>
						<description><![CDATA[Participações em congressos internacionais e intercâmbios fortalecem a formação acadêmica e profissional em Engenharia Elétrica no CT]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify">O Centro de Tecnologia da UFSM tem se destacado ao proporcionar aos seus estudantes oportunidades de experiências internacionais que vão além da sala de aula. Os acadêmicos e pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) estão ampliando fronteiras acadêmicas e levando a produção científica da instituição para o cenário internacional. Estudantes da universidade e visitantes estrangeiros vêm participando de congressos da área com pesquisas inovadoras e realizando intercâmbios - consolidando, assim, seu aprendizado, ampliando o networking e vivenciando culturas diversas. Vamos conhecer alguns exemplos a seguir!</p>
<p style="text-align: justify">Os doutorandos do PPGEE Paulo Henrique Alves da Silva e Leonardo Viera vivenciaram recentemente a experiência de participar de congressos internacionais. Paulo Henrique, de 28 anos, destaca que a sua primeira viagem ao exterior foi para Chicago, em 2024, onde apresentou trabalho sobre inversores de frequência veicular. Esse primeiro contato abriu portas para uma segunda viagem, desta vez à Tunísia, onde participou de palestras, atividades e visitas a indústrias de veículos elétricos, fortalecendo seu engajamento acadêmico e seu networking internacional. “Participar desses eventos permite desenvolver habilidades linguísticas, interagir com diferentes culturas e expandir a visão sobre pesquisa e inovação”, afirma. O estudante ressalta ainda que “representar a UFSM e o PPGEE é uma responsabilidade e um orgulho, mostrando a capacidade de inovação e criatividade da pesquisa brasileira no cenário global”.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:image {"id":7295,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>		
										<figure>
										<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/IMG-20250909-WA0003-576x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Acadêmicos Paulo Henrique Alves da Silva e Leonardo Vieira no congresso da Tunísia</figcaption>
										</figure>
		<p style="text-align: justify">Outra história inspiradora é a de Lucas Rossato, pós-doutorando e professor substituto, que se prepara para sua primeira conferência internacional fora do Brasil, a <a href="https://iecon2025.org/"><b><i>IECON 25</i></b></a> (Industrial Electronics Annual Conference), em Madrid, Espanha. Lucas vai apresentar pesquisas desenvolvidas durante seu mestrado e doutorado, focadas em algoritmos de controle para motores elétricos de veículos, buscando melhorias em eficiência e confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify">Lucas Rossato irá dividir espaço na Espanha com os colegas Emmanuel Moura, Pedro Löbler, Ademir Toebe e Joshua Rauber Neusser, que também conquistaram a bolsa de viagem pelo PPGEE para a conferência, com todas as despesas de viagem custeadas. O evento permitirá que os acadêmicos do CT apresentem seus trabalhos, compartilhem experiências com pesquisadores de diferentes países e absorvam conhecimentos avançados na área de Engenharia Elétrica.</p>
<p style="text-align: justify">Lucas destaca a importância do apoio financeiro pois, sem o auxílio do próprio congresso e do PPGEE da UFSM, a viagem seria inviável. Além da parte acadêmica, ele valoriza a troca cultural e pretende compartilhar elementos da cultura brasileira, como o chimarrão, além de aprender sobre a vida e costumes de outros países. Para ele, a experiência abre portas para futuras colaborações, doutorados “sanduíche”, <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/dupla-diplomacao"><b><i>dupla diplomação</i></b></a> e novos projetos internacionais. Lucas deixa uma mensagem para aqueles que têm o mesmo sonho: “Vão conseguir, se quiserem. É possível para qualquer aluno que acredite no próprio potencial e trabalhe com dedicação”</p>
<p style="text-align: justify">O Programa do PPGEE/UFSM possuí o <a href="https://ufsm.br/r-553-3832"><b><i>conceito sete desde 2022</i></b></a>, a nota máxima da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O apoio prestado pelo Escritório de Assuntos Internacionais do CT tem sido fundamental para promover a internacionalização da unidade, oferecendo suporte aos estudantes interessados em vivências no exterior e garantindo o acompanhamento de cada etapa do processo. Os convênios firmados com universidades estrangeiras ampliam as possibilidades acadêmicas, permitindo iniciativas como cotutela, doutorado sanduíche e <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/02/06/ufsm-e-universidade-de-magdeburg-firmam-parceria-para-mestrado-em-engenharia-eletrica-com-dupla-diplomacao"><b><i>dupla diplomação</i></b></a><b><i>.</i></b> Como destaca Tatiana Stradiotto, responsável pelo escritório: “O compromisso com a internacionalização é o que tem levado o programa a alçar voos tão altos”.</p>
<p style="text-align: justify">Entre os membros internacionais da comunidade do CT está Ali Ahmed, mestrando oriundo do Paquistão, que iniciou seus estudos na UFSM em 2025. Apesar das dificuldades iniciais com a barreira linguística, Ali elogia a recepção calorosa e o apoio recebido: “Santa Maria é maior e mais bonita do que eu imaginava, e a UFSM oferece laboratórios muito bem equipados e professores dedicados”, comentou. Sua pesquisa concentra-se em medições de temperatura, umidade e voltagem utilizando Arduino, ESP32 e Raspberry Pi. Ali tem o objetivo de publicar artigos que beneficiem tanto a universidade quanto seu país de origem. Casado e pai de uma filha de dois anos, pretende retornar ao Paquistão após o mestrado, mas descreve a experiência no Brasil como uma memória marcante.</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/IMG-20250915-WA0005-2-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Acadêmico Ali Ahmed na entrada da universidade</figcaption>
										</figure>
		<p style="text-align: justify">Para todos os participantes, a experiência internacional vai além da academia: é uma oportunidade de crescimento pessoal, cultural e profissional. O contato com outras culturas, a prática de idiomas e a construção de redes de contato consolidam competências que fazem diferença na carreira. Essas vivências internacionais ilustram como o PPGEE da UFSM investe na formação integral de seus alunos, preparando-os para desafios acadêmicos e profissionais em escala mundial, e incentivando a troca de conhecimento entre Brasil e outros países.</p>		
		<p><em>Entrevista e texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec grava episódio de podcast com mulheres pioneiras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/09/11/guriastec-grava-episodio-de-podcast-com-mulheres-pioneiras</link>
				<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 23:04:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[guriastec podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[pioneiras]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[reitoria ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=266</guid>
						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nesta terça (9), o Programa GuriasTec fez a gravação do quarto episódio do guriastec podcast.  O programa teve como tema “mulheres inovadoras na ciência” e  tratou de assuntos como liderança feminina e projetos de pesquisa e extensão nas áreas da química e engenharia elétrica. O episódio contou com a presença da Vice-reitora, Professora Martha Bohrer Adaime, eleita como reitora da UFSM, e a integrante do GuriasTec, doutora em Engenharia Elétrica e primeira professora do Centro de Tecnologia da UFSM, Nilza Venturini Zampieri. A gravação foi realizada de forma presencial e contou com apoio do Sistemas de Rádios da UFSM.</p>		
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										<img width="1024" height="938" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-09-at-14.21.48-2-e1757631831884-1024x938.jpeg" alt="ep 4 podcast" />											<figcaption>A gravação do episódio foi feita de maneira presencial</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="665" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-09-at-14.22.30-e1757632055223-1024x665.jpeg" alt="gravação 4" />											<figcaption>Renata Rojas, Martha Adaime, Nilza Zampieri, Luciana Mendes e Jaqueline Kegler</figcaption>
										</figure>
		<p>As convidadas foram recepcionadas pela coordenadora do projeto, a professora Renata Rojas Guerra e a coordenadora do Gurias_Com, a professora Jaqueline Quincozes Kegler. Na ocasião, foram entregues as camisetas e as canecas do projeto. </p><p>As participantes do episódio destacaram ações como essa na valorização da participação feminina na ciência e tecnologia. Para a Martha, é essencial que as meninas e mulheres se posicionem nas suas carreiras: “Não há idade para a gente inibir sonhos”, destacou. Nilza ressaltou a importância da confiança feminina no trabalho: “Acreditar que é possível fazer sim”.</p><p>A primeira temporada do programa tem formato de roda de conversa e conta com a presença de egressas da UFSM das áreas de atuação do projeto e integrantes do GuriasTec, com apresentação da bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. Os episódios vão ao ar sempre na última semana de cada mês.</p><p>O episódio 4 estará disponível no dia 26 de setembro no Spotify e Deezer pelos links abaixo.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/21QsgaNYUndWPpglf9MX3X">https://open.spotify.com/show/21QsgaNYUndWPpglf9MX3X</a></p><p><a href="https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1">https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1</a></p><p><b>Expediente:</b></p><p><i>Notícia e fotos: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Edital RS Talentos recebe inscrições até sexta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/09/edital-rs-talentos-recebe-inscricoes-ate-sexta-feira</link>
				<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 19:52:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[campus sede]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[RS Talentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7279</guid>
						<description><![CDATA[Programa oferece bolsas de R$2.000 para estudantes ingressantes de 5 cursos da UFSM.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última segunda-feira (08), foi publicado o edital da UFSM relativo ao programa RS Talentos, com <strong><em><a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br/edital/77-talentos-rs-2025?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAaf1wt9_sAblVh9--M2ubJa5ks5FADkgxfLBSpweQTjwhXfQhDuRKCRjeV26EA_aem_q68o8UZxfhxJgRfqfZAVRQ" target="_blank" rel="noopener">inscrições abertas</a></em></strong> do dia 08 a 12 de setembro.</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p>O RS Talentos fornecerá 10 bolsas por curso, no valor de R$2.000 mensais, durante 18 meses, para estudantes que ingressaram no primeiro ou segundo semestre de 2025 nos cursos de graduação em Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica (campus sede e Cachoeira do Sul) e Engenharia Química, totalizando 50 bolsas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O programa<strong><em><a href="https://sict.rs.gov.br/edital-rs-talentos-05-2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> RS Talentos</a></em></strong> é uma ação do Governo do Estado que seleciona universidades públicas localizadas nos ecossistemas regionais de inovação, diretamente afetados pelo desastre climático de maio/2024, para promover o desenvolvimento econômico e social por meio da formação e manutenção de recursos humanos em áreas estratégicas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM teve sua proposta aprovada no edital do RS Talentos em 19 de agosto. A proposta da universidade envolve parcerias com laboratórios, incubadoras, hubs de inovação e empresas que fortalecem o atendimento às demandas do programa. Ao todo, serão distribuídos R$ 1,8 milhão em bolsas para estudantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A escolha dos cursos e semestres abarcados na proposta foi feita pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul (SICT), no Edital SICT 05/2025. Os estudantes selecionados para receber as bolsas precisam atender a uma série de requisitos prévios e observar as contrapartidas previstas no edital.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações e inscrições, acesse o <em><strong><a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br/edital/77-talentos-rs-2025?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAaf1wt9_sAblVh9--M2ubJa5ks5FADkgxfLBSpweQTjwhXfQhDuRKCRjeV26EA_aem_q68o8UZxfhxJgRfqfZAVRQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site.</a></strong></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Manu Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe 50 bolsas do Programa RS Talentos – Resiliência Climática e Ativação Econômica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/19/ufsm-recebe-50-bolsas-do-programa-rs-talentos-resiliencia-climatica-e-ativacao-economica</link>
				<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:38:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Cachoeira do Sul]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70189</guid>
						<description><![CDATA[As bolsas serão para quatro cursos de graduação do CT e um do Campus de Cachoeira do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O <a href="https://estado.rs.gov.br/voltado-para-universidades-publicas-segundo-edital-do-programa-rs-talentos-e-lancado" target="_blank" rel="noopener">Programa RS Talentos – Resiliência Climática e Ativação Econômica</a> concedeu 50 bolsas de estímulo à inovação para alunos de cursos do Centro de Tecnologia (CT) e do Campus da UFSM em Cachoeira do Sul. O projeto é uma iniciativa do governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), com o objetivo geral de “promover o desenvolvimento econômico e social por meio da formação e manutenção de recursos humanos em áreas estratégicas, visando atender demandas de qualificação existentes nos ecossistemas regionais de inovação”, em regiões que foram diretamente afetadas pela catástrofe climática de maio de 2024. Voltado para universidades públicas do Rio Grande do Sul, o programa oferece até 200 bolsas, o que significa um investimento de R$ 7,2 milhões.</p>
<p>As bolsas foram oferecidas para os seguintes cursos: Ciência da Computação ou de Dados, Engenharia de Computação ou de Software, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica ou Eletrônica, Engenharia Mecânica e Engenharia Química.</p>
<p><b>Benefícios para a UFSM</b></p>
<p>A UFSM recebeu recursos para os cursos de:</p>
<p>• Engenharia Elétrica, no campus sede;</p>
<p>• Engenharia Elétrica, no Campus de Cachoeira do Sul;</p>
<p>• Engenharia de Computação;</p>
<p>• Engenharia Química;</p>
<p>• Ciência da Computação.</p>
<p>Do total de 50 bolsas de estímulo à inovação concedidas para a UFSM, 10 serão direcionadas a cada curso contemplado. As bolsas terão o valor de R$ 2 mil e serão voltadas para estudantes do primeiro ano das graduações beneficiadas, que deverão realizar as atividades por 18 meses.</p>
<p>Coordenadora do projeto e docente do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência, a professora Suelen Cristiane Freitag conta que o programa busca ter impactos positivos na UFSM e região. “Visamos reduzir a evasão dos alunos nesses cursos, aumentar a inserção deles, principalmente no nosso setor produtivo. Fomentar pesquisas, soluções inovadoras, que estão voltadas principalmente à sustentabilidade, à ativação econômica do nosso estado.”</p>
<p>Ainda, a formação de profissionais preparados para lidar com situações de catástrofes climáticas e criar soluções inovadoras, desenvolvendo o talento de estudantes, é uma ideia reforçada pela coordenadora.</p>
<p>Além da coordenação acadêmica, a articulação institucional também foi fundamental para a participação da UFSM no edital. A analista de negócio do Núcleo de Prospecção e Valoração da Proinova (NPV), Marta Elisa Vargas, destaca o papel do setor: “Fomos parceiros desde o início com a divulgação do edital, das reuniões com professores e junto à Secretaria de Inovação. Toda a parte de documentação para envio do edital também contou com nosso apoio. Toda a articulação estratégica foi feita pelo NPV e pelo professor Daniel Bernardon.”</p>
<p><b>O processo seletivo para as bolsas</b></p>
<p>O processo de seleção dos novos bolsistas ainda não começou, mas já possui alguns pré-requisitos:</p>
<p>• Estar matriculado no primeiro ano do curso de graduação presencial da UFSM contemplado por este projeto;</p>
<p>• Ter realizado uma das cinco edições mais recentes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obtido, em pelo menos uma delas, nota mínima de 500 pontos;</p>
<p>• Estar cursando, no semestre vigente, um mínimo de 20 créditos;</p>
<p>• Comprometer-se a cumprir os requisitos de frequência e desempenho acadêmico previstos no regulamento do Programa RS Talentos;</p>
<p>• Não ter sido desligado de programas de bolsas similares por descumprimento de normas;</p>
<p>• Estar disponível para firmar o termo de compromisso do Programa RS Talentos, caso selecionado;</p>
<p>• Ter disponibilidade para se engajar em atividades de iniciação científica, tecnológica e de inovação;</p>
<p>• Comprometer-se a interagir com o setor produtivo ao longo de sua formação, por meio de estágios, vivências e outras formas de aproximação com a economia do Rio Grande do Sul;</p>
<p>• Comprometer-se a permanecer no Rio Grande do Sul por, no mínimo, dois anos após a conclusão e diplomação no curso de graduação, visando contribuir para o desenvolvimento econômico e social do estado.</p>
<p><b>Acompanhamento da execução</b></p>
<p>A evolução da bolsa será acompanhada pela SICT. Durante os 18 meses vigentes de atividades da bolsa, a universidade deverá se comunicar com a secretaria para informar sobre o andamento do bolsista. Segundo a coordenadora Suelen Freitag, um relatório técnico semestral será enviado à SICT informando o que foi realizado, incluindo a participação dos alunos no projeto e em estágio, e com relação a atividades voltadas a resiliência, ciência climática, sustentabilidade e ativação econômica no Rio Grande do Sul.Por fim, Suelen comenta que o bolsista deverá realizar publicações acadêmicas, como na Jornada Acadêmica Integrada (JAI). “Até comentamos com os coordenadores dos cursos que vamos buscar colocar um salão somente para o RS Talentos no próximo ano”, prevê.</p>
<p><i>Texto: Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i>Edição: Lucas Casali</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fórmula UFSM apresenta protótipo que celebra os 15 anos da equipe automobilística</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/18/formula-ufsm-apresenta-o-prototipo-que-celebra-os-15-anos-da-equipe-automobilistica</link>
				<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 21:58:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[desenho industrial]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Fabricação Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69871</guid>
						<description><![CDATA[Ares é nome do carro que vai representar a UFSM neste ano na competição Fórmula SAE Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_69873" align="alignright" width="608"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-22.jpg"><img class=" wp-image-69873" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-22-300x200.jpg" alt="" width="608" height="406" /></a> Em 2025, a Fórmula UFSM retorna às suas cores originais: vermelho e preto[/caption]

Em comemoração ao legado de 15 anos da equipe Fórmula UFSM, foi realizada a apresentação do protótipo FU-2025 na noite da quinta-feira (18), no auditório Wilson Aita, anexo C do Centro de Tecnologia (CT). No evento, a estética do carro foi revelada, bem como o nome do protótipo: Ares. O projeto Fórmula UFSM é uma equipe de competição universitária dedicada ao desenvolvimento de veículos de corrida. Fundado em 2010, o programa incentiva os estudantes a projetar, construir, testar e competir com seus próprios carros.

O protótipo FU-25, o Ares, representará a UFSM na competição <a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/formula-sae-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Fórmula SAE Brasil</a>, que neste ano acontece de 30 de julho a 3 de agosto, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba (SP). A competição tem como objetivo oferecer aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, por meio do desenvolvimento completo de um projeto, exatamente como o Fórmula UFSM desempenha. Em 2024, a equipe de Santa Maria conquistou o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/08/16/formula-ufsm-conquista-4o-lugar-geral-na-20a-fsaeb" target="_blank" rel="noopener">4° lugar geral na competição nacional</a>.

Atualmente, a Fórmula UFSM conta com cerca de 32 integrantes, dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Fabricação Mecânica, Jornalismo e Química. O fundador e coordenador do Fórmula UFSM é o professor Mario Martins, e os professores coorientadores são Fernando Bayer, Roberto Hausen e Ronaldo Glufke.

<b>Nome e identidade –</b> Todo ano é feito um processo de <i>naming</i> para decidir como será intitulado o novo protótipo, no qual participam todos os chefes dos subsistemas, junto da diretoria e dos professores. A partir do afunilamento de mais de cem nomes, chegaram a “Ares”, nome do deus grego da guerra.

Coorientador da equipe e professor de Desenho Industrial, Ronaldo Glufke explica como funciona a identidade visual do protótipo. “O carro tem uma cara nova todo ano. Então, tem um nome novo e, a partir de alguns conceitos atribuídos a este nome, se define toda a questão característica visual dentro dos limites formais que o carro assume. Toda essa parte de grafismos, da cor, é muito em função da atribuição simbólica que o nome define.”

[caption id="attachment_69874" align="alignleft" width="560"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-17.jpg"><img class=" wp-image-69874" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-17-300x200.jpg" alt="" width="560" height="374" /></a> O nome Ares (deus grego da guerra) e a identidade visual do carro remetem à ideia de agressividade[/caption]

Uma diferença notória do FU-2025 para os últimos carros foi o retorno da cor vermelha ao protótipo. “Esse ano a equipe voltou a usar as cores vermelho e preto, que são as cores originais do Fórmula UFSM. Os últimos dois carros eram preto e dourado, porque era uma homenagem ao Ayrton Senna. Como são 15 anos, voltamos à identidade original da equipe”, conta Gabriele Mendes. Estudante de Jornalismo e coordenadora de comunicação da equipe, ela foi a responsável pela apresentação do protótipo durante a cerimônia.

<b>Diferenciais –</b> Durante o evento, o diretor técnico e o capitão do Fórmula UFSM, Gabriel Mainardi e Luiz Coelho, respectivamente, explicaram as mudanças e melhorias do protótipo de 2025. De acordo com eles, o objetivo geral da temporada é que o FU-2025 seja o melhor em todas as provas dinâmicas. Ou seja, a ideia é que a cada ano o veículo se torne mais rápido, mais forte e mais leve.

Eles também destacam algumas das inovações do Ares em comparação com os protótipos anteriores: <i>hoops</i> com geometria inclinada; sistema de combustível com regulador interno e linha de alimentação rígida; mangas de eixo e cubos de roda usinados em alumínio; eletroventilador com motor <i>brushless</i>; geometria de suspensão redesenhada e módulo de distribuição de potência.

Entretanto, o grande diferencial do carro da Fórmula UFSM em 2025 foi na parte da validação, que é quando a manufatura do carro está pronta e se aplica o protótipo em testes efetivos. Foram mais de cem dias de validação, marca que há quatro anos não conseguiam replicar. Luiz Coelho comenta a relevância do feito. “É extremamente importante, porque realmente diz se o seu carro é confiável ou não. E quanto mais você consegue validar ele, atrelado a isso vem o refino, melhor <i>setup</i> de suspensão, melhor calibração de motor e melhor refinamento geral do carro”.

[caption id="attachment_69875" align="alignright" width="607"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-16.jpg"><img class=" wp-image-69875" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/2025-07-17-formula-ufsm-Paulo-Barauna-16-300x200.jpg" alt="" width="607" height="404" /></a> Professores e alunos integrantes do projeto posam junto ao carro[/caption]

Para 2025, a Fórmula UFSM selou uma parceria com a Base Aérea de Santa Maria (Basm) para realizar as testagens de aceleração e <i>skid</i> <i>pad</i> (prova que avalia a aceleração lateral do protótipo). Lá foi possível definir o <i>setup</i> das provas e aprimorar pilotos. “As acelerações demandam um espaço muito amplo, limpo e seguro para fazer, devido realmente à didática da prova. A aceleração é uma prova em que o carro alcança a maior velocidade possível, e o <i>skid pad</i> é uma prova em que, por ser em uma curva de raio constante, a chance do carro escapar ou sair do percurso é muito grande”, explica Gabriel Mainardi quanto à importância da parceria com Basm.

A Fórmula UFSM inovou ainda ao realizar um fim de semana de validação no Venâncio Kart Club, em Venâncio Aires. Essa parceria possibilitou validações extremas e a testagem do máximo potencial do carro. Foram 127 km rodados em Venâncio Aires, onde também foi concluída a seleção de pilotos. Foram selecionados: Patrick Baelz e Guilherme Moraes (na aceleração); Gabriel Mainardi e João Reschke (no <i>skid pad</i>); Luiz Coelho e Guilherme Moraes (no <i>autocross</i>); Luiz Coelho e Patrick Baelz (no enduro).

<b>Fórmula SAE –</b> Docente do curso de Engenharia Mecânica e fundador da Fórmula UFSM, o professor Mario Martins esclarece que a competição não é apenas uma corrida automobilística. “É um misto de uma corrida, de um congresso, de uma feira de apresentação de produtos industriais. Os alunos têm que apresentar diversos aspectos dos carros e defender do ponto de vista do projeto para o juiz. Além de apresentar o comportamento dinâmico do veículo avaliado em diversas provas práticas, também têm que apresentar em provas que avaliam os aspectos conceituais do projeto e mercadológicos. Têm que conseguir vender o projeto e assim exercitam também habilidades de comunicação e de marketing[...] Os alunos estão lá se mostrando, e alguns saem efetivamente contratados. Porque a indústria está lá, assistindo, vendo, acompanhando os melhores trabalhos.”

<i>Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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				<title>UFSM forma equipe para desenvolver carro movido a hidrogênio em projeto pioneiro do Centro de Tecnologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/10/ufsm-forma-equipe-para-desenvolver-carro-movido-a-hidrogenio-em-projeto-pioneiro-do-centro-de-tecnologia</link>
				<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:07:54 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Nova equipe Bombaja H2 adapta modelo off-road antigo da Bombaja e planeja levar projeto inédito da UFSM à competição nacional em São Paulo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM formou uma equipe voltada ao desenvolvimento de um veículo elétrico movido a hidrogênio. Trata-se da equipe Bombaja H2, projeto derivado do <a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/bombaja" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Bombaja</i></b></a>, tradicional e premiada equipe de competição de veículos off-road da instituição, e que promove a integração entre ensino, pesquisa e extensão. A nova equipe, formada no CT, busca  adaptar um veículo já existente à propulsão por hidrogênio. O objetivo do projeto é participar da competição nacional da modalidade, a <em><strong><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/h2_challenge/" target="_blank" rel="noopener">SAE H2</a>,</strong></em> prevista para ocorrer de 30 de julho a 3 de agosto, em São Paulo.</p><p>A ideia surgiu no início de 2024, a partir da percepção de que a UFSM ainda não possuía equipes voltadas para a mobilidade elétrica ou para tecnologias de hidrogênio, diferentemente de outras universidades brasileiras. “Decidimos começar pelo hidrogênio, porque as universidades com tradição em inovação já tinham algo nessa área. Pegamos essa ideia e abraçamos a causa de criar uma equipe com esse foco”, explicou Leonardo Felipe dos Santos, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener">PPGEE</a></strong></em>) e um dos integrantes do projeto.</p><p>O veículo utilizado na adaptação será o BJ-16, um carro antigo do Bombaja. A escolha se baseia em uma exigência da competição, que permite realizar adaptações mínimas em projetos já existentes. Enquanto o Bombaja foca no desempenho estrutural e dinâmico de seus veículos, a equipe Bombaja H2 prioriza o desenvolvimento da tecnologia de propulsão a hidrogênio.</p>		
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										<img width="768" height="763" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/Image_20250710_094503_088-768x763.jpeg" alt="" />											<figcaption>Veículo BJ-16 do Bombaja será adaptado para propulsão a hidrogênio pelo Bombaja H2</figcaption>
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			<h3>Competição recente e tecnologia emergente</h3>		
		<p> A competição SAE H2 teve sua primeira edição presencial em 2022, depois de dois anos de realização no formato online devido à pandemia. Voltada para a pesquisa e inovação, a disputa exige que as equipes desenvolvam sistemas de propulsão a hidrogênio, com critérios que avaliam não apenas o desempenho do veículo, mas também a eficiência energética e o aproveitamento dos recursos. No Brasil, o diferencial da prova é a obrigatoriedade de converter o hidrogênio em eletricidade para alimentar o motor, o que aproxima a competição do contexto industrial nacional.</p><p>“O Brasil é hoje o maior produtor de hidrogênio verde do mundo, com pureza de 99,9%. No entanto, exporta quase toda a produção, e a infraestrutura para uso interno ainda é escassa. Esse tipo de projeto ajuda a preparar profissionais para essa nova demanda do mercado energético”, destacou Leonardo Felipe. </p>		
			<h3>Equipe multidisciplinar e desafios</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 conta com 14 integrantes, número que deve chegar a 30 nos próximos meses, com a finalização do Processo Seletivo iniciado em junho. A equipe é composta por estudantes de graduação, pós-graduação e ensino técnico. Os cursos de graduação representados são: Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia de Telecomunicações. “Abrimos o processo seletivo para o CTISM (Colégio Técnico Industrial de Santa Maria) e houve bastante interesse, principalmente pela proposta de trabalhar com energia limpa e sustentável”, contou Pedro Henrique Santos, discente de Engenharia Mecânica e gerente de marketing da equipe.</p><p>Além das vagas para as áreas técnicas do projeto, como estrutura, suspensão, freios, elétrica, entre outras, também foram abertas oportunidades para a área de gestão, que abrange marketing e setor administrativo. Essas vagas foram destinadas a acadêmicos de todos os cursos da UFSM, com prioridade para os cursos de Comunicação Social e Administração.</p><p>Por enquanto, a Bombaja H2 não possui um espaço próprio. As atividades vêm sendo realizadas em parceria com o Bombaja, na oficina mecânica do CT, além do espaço cedido por laboratórios como o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (<strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ceesp" target="_blank" rel="noopener">CEESP</a></em></strong>), o Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gepoc" target="_blank" rel="noopener">GEPOC</a></strong></em>) e o  Grupo de Estudo e Desenvolvimento de Reatores Eletrônicos (<a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>GEDRE</strong></em></a>). A equipe planeja conseguir um espaço fixo para realizar as pesquisas que possam ser utilizadas a longo prazo.</p>		
			<h3>Extensão e qualificação</h3>		
		<p>Além do desenvolvimento técnico do veículo, o projeto Bombaja H2 prevê a realização de ações de extensão e cursos de capacitação para estudantes e comunidade externa. Estão previstas oficinas sobre softwares de modelagem, como SolidWorks, sobre noções básicas de elétrica predial e minicursos de Matlab e HIL (Hardware-in-the-Loop), ferramentas que permitem simular o comportamento de inversores e sistemas de propulsão antes da montagem física.“Queremos levar o conhecimento de hidrogênio para as escolas, mostrar na prática o que é a engenharia e estimular os jovens a ingressarem na área. Sobram vagas no CT hoje, e isso é preocupante. Esse projeto também serve para divulgar a engenharia e a UFSM”, afirmou Leonardo Felipe.</p>		
			<h3>Expectativa para a competição</h3>		
		<p>Apesar do desejo de levar o carro para a competição ainda neste ano, a equipe enfrentou dificuldades de prazo para inscrição e envio de documentação. “Se tivéssemos começado dois meses antes, seria possível. O prazo para envio dos documentos terminou dia 10 e não conseguimos cumprir”, lamentou Pedro Henrique</p><p>Mesmo assim, os integrantes planejam ir a São Paulo para acompanhar o evento e estabelecer contatos com outras equipes e com a organização da SAE. A participação presencial é considerada estratégica para aprender sobre as exigências da competição e garantir melhores condições para a edição de 2026. “A ideia é pular etapas e chegar com um carro pronto. A SAE fornece a célula de hidrogênio e as baterias, mas o restante pretendemos produzir aqui na UFSM”, comentou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Mobilização e financiamento</h3>		
		<p>O projeto ainda busca financiamento para cobrir os custos de transporte, equipamentos e inscrição. Além do apoio da universidade, a equipe mantém negociações com empresas parceiras e elaborou propostas para entidades como o <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ieeesb" target="_blank" rel="noopener">IEEE</a></strong></em>, com o objetivo de captar recursos e expandir as atividades de extensão.</p><p>“Nossa preocupação é que os alunos não precisem tirar dinheiro do próprio bolso para participar. Queremos viabilizar tudo por meio de parcerias e recursos externos”, ressaltou Pedro Henrique.</p>		
			<h3>Formalização e perspectivas</h3>		
		<p>Atualmente, a Bombaja H2 está vinculada ao projeto Bombaja, como uma subdivisão. A oficialização como subequipe deve ocorrer em breve, junto ao professor Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, coordenador do Bombaja e ao docente Jonas Roberto Tibola, do CTISM, orientador do Bombaja H2. A expectativa dos integrantes é consolidar a equipe, desenvolver tecnologia própria para o setor e se tornar referência nacional na área de veículos movidos a hidrogênio.</p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. </em></p><p><em>Foto por Bombaja/Divulgação</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
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				<title>PROJETO DE UM PHASE-LOCKED LOOP DE 20 MHz COM UMA REFERÊNCIA DE 32 kHz</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-eletrica/?p=1046</link>
				<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 18:43:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>

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						<description><![CDATA[]]></description>
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				<title>Projeto testa uso de sensores acoplados a drones para inspeção de linhas de alta tensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/26/projeto-testa-uso-de-sensores-acoplados-a-drones-para-inspecao-de-linhas-de-alta-tensao</link>
				<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 18:52:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

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						<description><![CDATA[Financiada pela Aneel, a pesquisa visa a criar metodologias sistematizadas para atingir a padronização em inspeção de linhas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Um projeto de pesquisa em fase final de execução está testando, de forma inédita no Brasil, o uso de drones e inteligência artificial para diagnóstico não invasivo em linhas de transmissão, técnica fundamentada em emissões acústicas, imagens ultravioleta e termográficas. Com duração total de dois anos e encerramento previsto para outubro deste ano, a iniciativa é uma realização da UFSM em parceria com a CPFL Energia e a Universidade Federal do Pará (UFPA), e conta com financiamento de R$ 4 milhões do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

[caption id="attachment_69623" align="alignright" width="334"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG-20250428-WA0073-2-scaled-1.jpg"><img class=" wp-image-69623" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG-20250428-WA0073-2-scaled-1-139x300.jpg" alt="" width="334" height="721" /></a> Diferentes tecnologias são acopladas aos drones para a inspeção das linhas de alta tensão[/caption]

Segundo o coordenador do projeto, professor Aécio de Lima Oliveira, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência da UFSM, o objetivo da pesquisa é criar metodologias sistematizadas para atingir a padronização de inspeções de linhas. A inovação está no uso combinado de ferramentas comerciais e algoritmos de processamento de sinais que permitem avaliar a condição dos isoladores, elementos que garantem a segurança e o funcionamento do sistema elétrico.

“O ineditismo está no uso dessas ferramentas acopladas ao drone em uma aplicação real no Brasil. Embora existam experimentos no exterior, esta é a primeira vez que se utilizam esses tipos de sensores para inspeção de linhas de transmissão”, afirmou o coordenador.

Entre os dispositivos utilizados na pesquisa está um sensor de medição ultrassônica acoplado ao drone, voltado à detecção de descargas parciais nos isoladores, fenômeno que indica degradação da capacidade de isolamento. Um dos desafios enfrentados foi o ruído gerado pelo próprio drone, que interfere na captação dos sinais ultrassônicos.

“A gente pretendia desenvolver um equipamento que não existia comercialmente, mas, no meio do caminho, surgiu um fabricante chinês com um modelo com características similares ao do nosso projeto. Ainda assim, é uma tecnologia muito nova, que precisa de validação antes de ser incorporada ao dia a dia das concessionárias”, explicou.

O projeto também emprega uma câmera que detecta fótons emitidos por descargas parciais na faixa do ultravioleta, fornecida por um fabricante israelense, além de ferramentas computacionais que interpretam os dados obtidos nas inspeções. Esse desenvolvimento é considerado essencial, já que as concessionárias ainda não possuem experiência no uso desse tipo de tecnologia.

“O objetivo da metodologia é detectar, com antecedência, sinais que indiquem uma possível degradação da isolação, possibilitando a realização de manutenções preventivas antes que ocorram falhas críticas que causem desligamentos e prejuízos para consumidores e concessionárias”, destacou o pesquisador.

A equipe do projeto é formada por professores, doutorandos, mestrandos e bolsistas de iniciação científica da UFSM e da UFPA. Os ensaios experimentais estão sendo realizados no Laboratório de Alta e Extra Alta Tensão da UFPA, com validação da metodologia em linhas de transmissão de 230 kV do centro do estado do Rio Grande do Sul.

<em>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</em>]]></content:encoded>
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