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				<title>Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM promove palestra com professora da Argentina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/10/comite-de-igualdade-de-genero-da-ufsm-promove-palestra-com-professora-da-argentina</link>
				<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 11:37:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
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						<description><![CDATA[Palestra será na sexta-feira (14), às 14h, no auditório do CAED]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-07-at-15.57.46.jpeg"><img class="alignright  wp-image-71319" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-07-at-15.57.46.jpeg" alt="" width="352" height="440" /></a>Na próxima sexta-feira (14), às 14h, no auditório do CAED, no prédio 67, o Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM vai receber Mariangeles Camusso, professora da Univesidad Nacional de Rosario, Argentina. Mariangeles é vinculada à Secretaria de Gênero e Sexualidades da Faculdade de Ciência Política de UNR e irá ministrar a palestra "Haciendo una Universidad Feminista".</p>
<p>Na oportunidade, abordará a experiência de implantação da Política de Gênero na UNR, seus desafios e articulações possíveis. O evento é voltado para toda a comunidade da UFSM e não é necessária inscrição prévia.</p>
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<p></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Feminismo pode ajudar a ressignificar o amor e combater a violência contra as mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/22/feminismo-pode-ajudar-a-ressignificar-o-amor-e-combater-a-violencia-contra-as-mulheres</link>
				<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 17:39:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[Em entrevista, pesquisadora da UFSM reflete sobre a importância da autoestima e do apoio coletivo entre mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O amor, em suas diversas formas, deveria ser sempre seguro. No entanto, essa não é a realidade para muitas mulheres que enfrentam violência em relacionamentos afetivos, amorosos e sexuais. Diante disso, surge uma pergunta: é indispensável o amor romântico para que as mulheres se sintam amadas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa e outras questões são respondidas no artigo “</span><a href="https://pt.scribd.com/document/697128265/Martins-V-Amorosas-Reflexoes-Autoestima-Feminista-Como-Recurso-Para-Disputas-Narrativas-Sobre-o-Amor-Romantico-PRACS-v-16-n-1-2023"><span style="font-weight: 400">Amorosas Reflexões: autoestima feminista como recurso para disputas narrativas sobre o amor romântico”,</span></a><span style="font-weight: 400"> escrito pela professora Vera Martins, do Departamento de Ciências da Comunicação do campus da UFSM de Frederico Westphalen. Com o texto, a autora apresenta a importância das redes sociais para mulheres brasileiras e moçambicanas que compartilham experiências de violência dentro de relacionamentos amorosos. Como descreve no artigo, a pesquisadora estuda “o encontro com a violência nos lugares onde as mulheres foram buscar o amor”.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Graduada em Relações Públicas, Vera Martins aplica o feminismo em todas as áreas de sua vida. “</span><span style="font-weight: 400">Eu comecei a ter atitudes feministas muito cedo, por reconhecer o incômodo com a desigualdade. Foi o feminismo que deu nome para as coisas que eu sentia”. Quando participou da ONG ASPA: apoio, solidariedade e prevenção à AIDS, no Vale dos Sinos, teve contato com mulheres teólogas feministas, o que a levou a explorar leituras e conhecer diversas autoras sobre o tema: “Isso me deu um alívio tão grande!”, conta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em sua vida acadêmica, Vera Martins usa ideais feministas. Desde sua graduação até seu doutorado, voltou-se para a comunicação e o feminismo. A docente coordena o projeto “Justiça de Gênero na UFSM”, no qual fazem pesquisas, promovem palestras, capacitações e rodas de conversa sobre as experiências das mulheres no campus de Frederico </span><span style="font-weight: 400">Westphalen</span><span style="font-weight: 400">. Além disso, Vera apresenta o programa </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/relacoes-publicas/2024/10/27/conheca-o-programa-de-radio-mulheres-primeiro-que-conta-as-trajetorias-de-mulheres-que-fazem-parte-da-ufsm-fw#:~:text=O%20programa%20Mulheres%20Primeiro%20surge,UFSM)%2C%20campus%20Frederico%20Westphalen."><span style="font-weight: 400">“Mulheres Primeiro”</span></a><span style="font-weight: 400"> nas rádios da UFSM, trazendo mulheres da Universidade, sejam elas estudantes, docentes ou técnicas, para compartilhar experiências. </span></p>
<p><img class=" wp-image-67701 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-22-at-14.20.49.jpeg" alt="" width="760" height="586" /></p>
<p><span style="font-weight: 400"> A Agência de Notícias da UFSM conversou com Vera Martins para compreender como o amor, a dor e a autoestima feminista podem estar relacionados à superação das violências contra a mulher. Confira a entrevista: </span></p>
<p><b>O que te motivou a escrever um artigo sobre essa temática? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao observar as vidas das mulheres que são objetos da luta social, a gente se dá conta que o campo dos relacionamentos afetivos não está na pauta das nossas reivindicações. Algo que é tão fundamental e tão organizador do ponto de vista das nossas emoções, tão central no modo como a sociedade nos socializa. Nós somos socializadas para ser para o outro, para termos relacionamentos afetivos no centro da nossa vida. Como você vê no artigo, nós temos teóricas produzindo sobre isso. Mas, eu penso que, do ponto de vista da organização das mulheres, nós nos articulamos pouco para colocar isso no centro de uma reivindicação. Porque a Marcela Lagarde, autora mexicana de quem eu gosto muito, diz que</span><span style="font-weight: 400"> “</span><span style="font-weight: 400">ter uma vida amorosa justa, sem violência, é um direito</span><span style="font-weight: 400">” </span><span style="font-weight: 400">e nós precisamos reivindicar isso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A nossa vivência amorosa está diretamente ligada com um conjunto de violências. Nós conseguimos, como mulheres, ocupar cargos de liderança, ser presidenta, CEO de grandes empresas e nós continuamos sofrendo violência dentro de casa. Isso significa que a temática é central na nossa vida e ainda não recebeu o olhar suficiente para a gente começar a pensar como vamos resolver isso.</span></p>
<p><b>Como a autoestima se relaciona com o amor e a dor?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A autoestima e o autocuidado estão muito na moda. E isso é um movimento que a Bell Hooks, uma autora importante no feminismo, coloca como “feminismo no estilo de vida”. São pautas dos movimentos feministas que foram apropriadas pelo capitalismo e pelo patriarcado e se esvaziam do potencial transformador. É muito fácil a gente se engajar nisso, e as redes sociais cumprem um papel importante para isso. Por exemplo, eu decido que preciso ter autoestima, preciso cuidar de mim, do meu corpo, minha pele e isso vira uma centralidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas, a pergunta difícil é: no que isso transforma as relações que eu vivo? Porque, se a gente não tomar cuidado, vamos performar nessas pautas para dar respostas para o outro. “Eu vou cuidar da minha pele para eu ser mais bonita e ser escolhida em um relacionamento”. Então quando a gente fala sobre a autoestima do ponto de vista feminista, estamos falando sobre algo mais profundo, que busca dar respostas para nós entre mulheres, para que nos fortaleça e que fiquemos menos dependentes do olhar do patriarcado sobre nós. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A autoestima feminista é diferente da autoesima que é um estilo de vida, usada para a estética. Ela é pensada para fazer com que as mulheres compreendam os processos e percebam que não é individual. Porque eu posso estar com uma pele maravilhosa, mas o modo como a sociedade continua me olhando ainda é de desprezo e de descuido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então, quando eu chamo a atenção para autoestima, quero dizer que no campo do feminismo nós temos recursos que nos dão condições de olhar essa narrativa que foi imposta sobre o amor, disputar e dizer: “eu quero uma relação amorosa. Eu quero um namorado, uma namorada. Mas eu quero isso dentro de uma condição de saúde integral da minha vida, de alegria, de liberdade. Não quero que isso esteja atrelado à dor e ao sofrimento”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A dor e o sofrimento são normalizados. </span><span style="font-weight: 400">Se você ouvir músicas românticas, do MPB ao sertanejo, vai ver uma glamourização do sofrimento por amor. E é isso que nós, mulheres, precisamos desmontar. Não é fácil. Eu escrevi o artigo pensando no quanto o feminismo tem repertório para nos ajudar a fazer esse questionamento. </span></p>
<p><b>Existe a construção de que precisamos do amor e estar em um relacionamento para sermos aceitas pela sociedade. Você pensa que isso ainda é muito presente? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda é muito presente. As mulheres ainda sofrem muito por não estar em um relacionamento afetivo-sexual. Tem uma coisa importante que o feminismo nos diz: </span><span style="font-weight: 400">o amor é importante, uma vida amorosa é fundamental</span><span style="font-weight: 400">. Mas a sociedade ocidental e patriarcal hierarquiza a vida amorosa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em primeiro lugar está a vida amorosa de casal, depois a família, depois os amigos. É muito comum vermos mulheres que começam um namoro e se afastam das amigas. Isso é essa hierarquização do amor e é contra isso que a gente precisa lutar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não quer dizer que não precisamos do amor. </span><span style="font-weight: 400">Nós precisamos colocar a ideia do amor de um jeito mais horizontal para enxergar, inclusive, que </span><span style="font-weight: 400">quem nos salva todos os dias da solidão e do desamparo são outras mulheres</span><span style="font-weight: 400">. São as nossas amigas, são as mulheres que cuidam dos nossos filhos e filhas quando precisamos trabalhar, é a pessoa que trabalha comigo que sabe o dia que estou com cólica menstrual e me traz um chazinho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nós somos cercadas de amor e cuidado de outras mulheres, mas a gente não costuma enxergar isso como uma vida amorosa.</span><span style="font-weight: 400"> É isso, a partir do feminismo, que quero propor com o artigo: que a gente deixe de hierarquizar as expressões amorosas da nossa vida, que a gente coloque em uma visão mais horizontal, para que não fiquemos dependente de uma dessas expressões amorosas, que é o amor romântico. É importante aprender a olhar para o amor de uma perspectiva mais ampla e reconhecer que recebemos o amor de diversos lugares. O amor romântico é importante, faz muito bem na nossa vida, mas se não temos vivido boas experiências amorosas, a gente precisa reivindicá-las. </span></p>
<p><img class="wp-image-67702 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/Citacao-feminismo-ajuda-a-ressignificar-o-amor-agencia-1.jpg" alt="" width="575" height="444" /></p>
<p><b>Nesse sentido, qual é a importância de as mulheres compartilharem suas experiências nas redes sociais? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">É fundamental.</span><span style="font-weight: 400"> É um lugar onde eu consigo dizer: “aquela atitude do meu namorado, da minha namorada, do cara que eu encontrei numa festa, não me fez bem, me incomodou”. E ao compartilhar isso nas redes sociais e nas bolhas feministas, você sabe que vai ser acolhida.</span><span style="font-weight: 400"> A outra mulher sabe.</span><span style="font-weight: 400"> Nós sabemos o que é o efeito de um olhar abusivo sobre o nosso corpo. Isso nos dá dimensão coletiva do impacto da violência. Mas, por outro lado, tira aquela voz, lá no fundo, dizendo que o problema é meu, que o problema foi eu ter decidido passar na frente daquele posto de gasolina. </span><span style="font-weight: 400">Esse compartilhar ajuda a diluir a culpabilização individual. Porque não é individual, é coletivo</span><span style="font-weight: 400">. E a sociedade e o patriarcado fazem a gente acreditar que a culpa é nossa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Aquilo que acontece comigo e contigo é efeito de um projeto social de desprezo contra as mulheres, objetificação. Quando eu compartilho a minha história, recebo essa acolhida das outras mulheres que dizem que isso também já aconteceu com elas. E podemos nos fortalecer em outras narrativas. Porque, se eu acho que o problema é só meu, é muito difícil fazer o enfrentamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As letras de músicas românticas dizem que você quase não sobrevive ao fim de um relacionamento amoroso. Então, eu preciso o tempo todo de lembretes daquelas que são iguais a mim de que eu posso romper um relacionamento. Eu vou sofrer, mas eu vou sobreviver. E para o próximo, talvez, eu esteja mais preparada para reivindicar um relacionamento mais justo comigo. </span></p>
<p><b>As mulheres enfrentam desafios quando compartilham suas histórias?</b><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sim, a gente enfrenta desafios. Eu vou voltar ao que a Marcela Lagarde nos diz: “</span><span style="font-weight: 400">nós somos uma geração de mulheres sincréticas</span><span style="font-weight: 400">”. Por exemplo, eu tenho 53 anos e fui socializada em um contexto que dava um conjunto de encaminhamentos necessários para a minha vida. Seria legal que eu casasse, tivesse filhos… Depois de um tempo, eu cresci, amadureci enquanto ser humano, e percebi que posso suspeitar dessa narrativa. Então, eu fui atrás de coisas feministas e adquiri uma consciência crítica sobre a vida das mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando eu começo a questionar as coisas sobre o amor, as minhas chances de viver um relacionamento diminuem muito. Se começo a estudar, tenho que reconhecer que vivi relacionamentos abusivos, que sofri violências dentro dos relacionamentos que experimentei. E isso é muito difícil. Então, a gente também precisa ter empatia com as mulheres que, às vezes, não dão conta desse desafio. Porque não é fácil você se deparar com um conjunto de recursos teóricos e sociais que dizem que a vida que você levou antes disso não é o que você pensou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então volta a importância do coletivo das mulheres. Como é que eu dou conta? </span><span style="font-weight: 400">Onde eu me seguro quando eu descubro que eu passei uma vida vivendo coisas violentas? Quem é que vai segurar a minha mão? Quem é que vai me abraçar pra eu chorar a tristeza de ter vivido um relacionamento que me feriu?</span><span style="font-weight: 400"> Então, esse é o grande desafio. É um desafio individual e que para ser enfrentado precisa do coletivo.</span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>Muitas vezes, associa-se violência às agressões físicas, mas existem outros tipos de violência. Como essas informações podem chegar às mulheres que não têm tanto acesso?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse é um desafio social. É uma questão que não pode ser resolvida só pelas mulheres, é política e de saúde pública. </span><span style="font-weight: 400">Penso que é o compromisso de mulheres como eu, que tenho uma posição privilegiada em muitos aspectos, desde os econômicos até os emocionais e cognitivos. Nós podemos tensionar os espaços institucionais para oferecer respostas, para que essas informações cheguem a mais mulheres. Se a gente observa dentro da Universidade, existem projetos relacionados às questões de gênero. Porque, institucionalmente, as mulheres fizeram uma reivindicação para que a Universidade tivesse uma política de gênero que desse amparo para essas ações. Esse é o compromisso de quem ocupa esses espaços, abrir mais caminhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">E isso não significa que as mulheres que não têm acesso às mesmas coisas que eu não façam os seus movimentos nas condições que elas têm. Por exemplo, é muito fácil para mim fazer leituras teóricas sobre a violência, esse é o meu lugar. Mas as mulheres que não leem e não escrevem artigos, na vida delas estão fazendo enfrentamentos contra violência, estão apoiando umas às outras. A gente precisa abrir os espaços para que essas outras formas de enfrentamento também sejam visíveis.</span></p>
<p><b>Quais são os novos valores que estão sendo construídos com tudo isso?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu penso que nós estamos dando visibilidade para valores que sempre existiram entre as mulheres: a solidariedade que reconhece as nossas diferenças.</span> <span style="font-weight: 400">A gente se enxerga nas nossas singularidades</span><span style="font-weight: 400">. Essa compreensão complexa da nossa realidade é algo que viemos fortalecendo, é</span><span style="font-weight: 400"> a visibilidade de que podemos contar umas com as outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">E isso vem da visibilidade que as redes sociais deram para algo que já existia. A rede social não expressaria isso se já não fosse uma realidade das mulheres. Para mim, essa é a grande beleza das redes: visibilidade.</span></p>
<p><b>Você sente que o feminismo faz diferença em todas as suas relações? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Faz. O feminismo faz a diferença quando me dá recursos para ler a realidade que me cerca. Nem sempre as coisas que a gente descobre são boas. Eu tenho o direito de ter um relacionamento com um companheiro que me respeite. E por outro lado,</span><span style="font-weight: 400"> eu posso ser uma mulher solteira e isso não significa que a minha vida não tem amor</span><span style="font-weight: 400">. Eu sempre corrijo as pessoas quando elas falam “ah, mas você é sozinha?” eu digo: “não, eu sou solteira”. Eu tenho muitas pessoas na minha vida, sou cercada de muito amor e carinho. </span></p>
<p><b>O feminismo te protege? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Debora Diniz, uma feminista brasileira que discute bioética, diz que </span><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">o feminismo é o contrário de solidão</span><span style="font-weight: 400">”.</span><span style="font-weight: 400"> Para mim, é isso. O feminismo me salva todos os dias de ser levada para esse lugar onde eu acreditaria que a culpa é minha. </span><span style="font-weight: 400">O feminismo me salva de aceitar aquilo que o mundo diz que eu sou ou o que deveria ser e me abre possibilidades. Eu consigo levar uma vida mais plena</span><span style="font-weight: 400">. Mesmo que não destituída de problemas ou riscos de violências. </span></p>
<p> </p>
<p><b><i>Texto</i></b><i>: Jessica Mocellin, bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><em><strong>Ilustração:</strong>  Maria Eduarda Corrêa, bolsista da Unidade de Comunicação Integrada</em></p>
<p><i><b>Edição</b>: Luciane Treulieb</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Programa sobre mulheres do Campus de Frederico Westphalen estreia nas rádios da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/25/programa-sobre-mulheres-do-campus-de-frederico-westphalen-estreia-nas-radios-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 17:40:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[rádios]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[O programa “Mulheres Primeiro” vai ao ar nas quintas-feiras, às 9h, na Universidade 800 AM e às 13h na UniFM 107.9]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/Mulheres-Primeiro.jpg"><img class=" wp-image-66947 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/Mulheres-Primeiro-300x300.jpg" alt="" width="551" height="551" /></a>Apresentar as mulheres que fazem parte do Campus da UFSM em Frederico Westphalen com suas histórias dentro e fora da universidade: esta é a ideia do programa <i>Mulheres Primeiro</i>, que estreia nesta quinta (26) nas rádios da UFSM. Ele vai ao ar nas quintas-feiras, às 9h, na Universidade 800 AM e às 13h na UniFM 107.9.

Cada episódio traz uma conversa sobre trajetória pessoal e feminismo acompanhada de músicas escolhidas pela convidada. O protagonismo é reforçado pela equipe composta 100% por mulheres: a apresentação é da professora Vera Martins, do Departamento de Comunicação do campus, e conta com a colaboração da professora Mirian Quadros e das estudantes de Jornalismo Luiza Nunes, Maria Luiza Lima, Maria Eduarda Cardomingo e Isabeau Cotrim.

O programa, realizado inteiramente no campus fora de sede e transmitido em parceria com o Núcleo de Rádios da Universidade, consiste em mais uma ação do projeto “Promoção de Justiça de Gênero na UFSM Frederico Westphalen”. Trata-se de uma iniciativa que busca entender como professores, servidores técnico-administrativos e estudantes experimentam sua condição de gênero no âmbito institucional e propor ações que previnam as violências e combatam as desigualdades entre mulheres e homens. As atividades do projeto começaram em 2021, no mesmo mês em que a UFSM aprovou sua Política de Igualdade de Gênero.

O programa de rádio surgiu da ideia de que, ao conhecer os percursos umas das outras, as mulheres sentem empatia, identificação e inspiração e, com isso, se sentem menos sozinhas diante dos desafios impostos pelo contexto social e institucional.

Também é possível acompanhar as rádios da UFSM no site <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio" target="_blank" rel="noopener">ufsm.br/radio</a> e pelo aplicativo RadiosNet.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Poscom promove Seminário Internacional de Comunicação Antirracista, Feminista e Interseccional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/29/poscom-promove-seminario-internacional-de-comunicacao-antirracista-feminista-e-interseccional</link>
				<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 19:30:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Antirracismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[observatório manifesta]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade reuniu mais de 200 participantes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/MG_6703-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/IMG_0824-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Nesta segunda-feira, 27, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com apoio do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI – UFSM) e da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (SEDUFSM), promoveu o I Seminário Internacional de Comunicação Antirracista, Feminista e Interseccional (ISICAFI) 2023. O evento, que ocorreu no Salão Imembuí, situado no prédio da Reitoria da Instituição, contou com a participação de quase 200 pessoas, com certificações de presença.</p>
<p>A professora Juliana Petermann, coordenadora do Poscom, relata que o ISICAFI faz parte de uma série de atividades do programa para implementação das políticas de ações afirmativas. Segundo ela, o objetivo é fazer da ciência ferramenta de transformação, em busca de subverter os mapas, inverter os centros, ampliar os sentidos, trocar os paradigmas e as epistemologias. “Observamos a Comunicação e a Pesquisa como ferramentas de empoderamento, de diversidade e de ser, com toda a sua potência, antirracista, feminista e interseccional. O evento foi um sucesso, o que demonstra que estes propósitos são compartilhados”, expressa.</p>
<p>A programação do seminário ocorreu durante os períodos da manhã e da tarde. A abertura teve início às 8h30, seguida pela <i>Mesa 1 – Comunicação Antirracista</i>, às 9h. A <i>Mesa 2 – Comunicação, Classe e Colonialismo</i> começou às 11h. O evento retomou às 14h com a apresentação do <i>Observatório</i>, seguido pela <i>Mesa 3 – Comunicação e Feminismos</i>, às 15h. O seminário foi encerrado com um momento de confraternização às 18h.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A primeira mesa contou com a participação de Winnie Bueno, pesquisadora da UFRGS e ativista, e da professora Fernanda Carrera, da UFSM, com mediação do professor Anderson Luiz Machado dos Santos, também da UFSM. A segunda mesa reuniu a professora María Belén Espoz Dalmasso, da Universidade Nacional de Córdoba, e o professor Celestino Joanguete, da UFSM e da Rede Brasil – Moçambique e Angola, com mediação do professor Flavi Lisboa Filho, da UFSM. Na terceira mesa, estiveram presentes a professora Maria Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios, e a professora María Carolina Justo Van Lurzer, da Universidade de Buenos Aires, sob a mediação da professora Milena Freire, da UFSM. A apresentação do<i> Manifesta – Observatório de Gênero e Desigualdades</i> foi conduzida pelas professoras Milena Freire, Juliana Petermann e Laura Wottrich, da UFRGS.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px"> </p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i><b>Texto</b></i>: Anna Júlia da Silva | Poscom</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i><b>Fotos</b>: Diovana dos Santos e Julian de Medeiros | Poscom</i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pós em Comunicação da UFSM convida para palestra sobre gênero, feminismos e midiatização</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/10/pos-em-comunicacao-da-ufsm-convida-para-palestra-sobre-genero-feminismos-e-midiatizacao</link>
				<pubDate>Wed, 10 May 2023 19:45:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>

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						<description><![CDATA[A palestrante será a professora María Laura Schaufler, da Universidad Nacional de Entre Ríos (da Argentina)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promove o evento “Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda”, que terá como palestrante a professora María Laura Schaufler, da Universidad Nacional de Entre Ríos (da Argentina). A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación y la Cultura e desenvolve investigações no campo dos estudos culturais e de comunicação, estudo de gêneros, sexualidades e feminismo. A palestra começa às 16h no auditório do prédio 74C do campus sede da UFSM.

Além de estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação em Comunicação da UFSM, a palestra é aberta a todas as pessoas interessadas na temática e tem como objetivo estimular avanços nas reflexões teóricas e práticas sobre as relações entre os feminismos e a mídia na contemporaneidade, em especial no contexto latino-americano. O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa Comunicação, Gênero e Desigualdades, da UFSM, em parceria interinstitucional com o Grupo de Pesquisa Comunicação e Práticas Culturais, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O formulário de inscrição e outras informações sobre o evento estão disponíveis <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/eventos/palestra-genero-feminismos-e-midiatizacao#descricao" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra “Gênero, feminismos e midiatização” acontece na UFSM no dia 23</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2023/05/10/palestra-genero-feminismos-e-midiatizacao-acontece-na-ufsm-no-dia-23</link>
				<pubDate>Wed, 10 May 2023 15:48:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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						<description><![CDATA[No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promoverá o evento &#8220;Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda&#8221;, com palestra da profa. Dra. María Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios (Argentina).&nbsp; A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos: Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":2006,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?attachment_id=2006","mediaType":"image","verticalAlignment":"top"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promoverá o evento "Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda", com palestra da profa. Dra. María Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios (Argentina).&nbsp; A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos: Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación y la Cultura (GEFICC) e desenvolve investigações no campo dos estudos culturais e de comunicação, estudo de gêneros e sexualidades e feminismo.</p>
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<p>A atividade é aberta aos interessados nas reflexões teóricas e práticas sobre as relações entre os feminismos e a mídia na contemporaneidade, em especial no contexto latino-americano.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa “Comunicação, Gênero e Desigualdades” (UFSM/CNPq) em parceria interinstitucional com o Grupo de Pesquisa &nbsp;“Comunicação e Práticas Culturais” (UFRGS/CNPq).</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas antecipadamente até o dia do evento. A atividade terá participação certificada de 03 horas.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Palestra &nbsp;“Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda”, com María Laura Schaufler (Universidade de Entre Rios/Argentina)<br>Dia: 23/05/2023<br>Local: Auditório do Prédio 74C<br>Horário: 16h<br>Inscrições:&nbsp;<a href="https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/</a></p>
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				<title>Palestra “Gênero, feminismos e midiatização” acontece na UFSM no dia 23</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2023/05/10/palestra-genero-feminismos-e-midiatizacao-acontece-na-ufsm-no-dia-23</link>
				<pubDate>Wed, 10 May 2023 15:47:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promoverá o evento "Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda", com palestra da profa. Dra. María Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios (Argentina).&nbsp; A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos: Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación y la Cultura (GEFICC) e desenvolve investigações no campo dos estudos culturais e de comunicação, estudo de gêneros e sexualidades e feminismo.</p>
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<p>A atividade é aberta aos interessados nas reflexões teóricas e práticas sobre as relações entre os feminismos e a mídia na contemporaneidade, em especial no contexto latino-americano.</p>
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<p>O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa “Comunicação, Gênero e Desigualdades” (UFSM/CNPq) em parceria interinstitucional com o Grupo de Pesquisa &nbsp;“Comunicação e Práticas Culturais” (UFRGS/CNPq).</p>
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<p>As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas antecipadamente até o dia do evento. A atividade terá participação certificada de 03 horas.</p>
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<p>Palestra &nbsp;“Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda”, com María Laura Schaufler (Universidade de Entre Rios/Argentina)<br>Dia: 23/05/2023<br>Local: Auditório do Prédio 74C<br>Horário: 16h<br>Inscrições:&nbsp;<a href="https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/</a></p>
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				<title>Dia 23 acontece Palestra “Gênero, feminismos e midiatização” na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/2023/05/10/dia-23-acontece-palestra-genero-feminismos-e-midiatizacao-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 10 May 2023 15:41:49 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":1913,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/?attachment_id=1913","mediaType":"image","verticalAlignment":"top"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promoverá o evento "Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda", com palestra da profa. Dra. María Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios (Argentina).&nbsp; A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos: Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación y la Cultura (GEFICC) e desenvolve investigações no campo dos estudos culturais e de comunicação, estudo de gêneros e sexualidades e feminismo.</p>
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<p>A atividade é aberta aos interessados nas reflexões teóricas e práticas sobre as relações entre os feminismos e a mídia na contemporaneidade, em especial no contexto latino-americano.</p>
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<p>O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa “Comunicação, Gênero e Desigualdades” (UFSM/CNPq) em parceria interinstitucional com o Grupo de Pesquisa &nbsp;“Comunicação e Práticas Culturais” (UFRGS/CNPq).</p>
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<p>As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas antecipadamente até o dia do evento. A atividade terá participação certificada de 03 horas.</p>
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<p>Palestra &nbsp;“Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda”, com María Laura Schaufler (Universidade de Entre Rios/Argentina)<br>Dia: 23/05/2023<br>Local: Auditório do Prédio 74C<br>Horário: 16h<br>Inscrições:&nbsp;<a href="https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/</a></p>
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						<item>
				<title>Palestra “Gênero, feminismos e midiatização” acontece na UFSM no dia 23</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2023/05/09/palestra-genero-feminismos-e-midiatizacao-acontece-na-ufsm-no-dia-23</link>
				<pubDate>Tue, 09 May 2023 21:08:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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						<description><![CDATA[No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promoverá o evento &#8220;Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda&#8221;, com palestra da profa. Dra. María Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios (Argentina).&nbsp; A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos: Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación [&hellip;]]]></description>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:30% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2023/05/Genero_feminismos-212x300.jpg" alt="" class="wp-image-2604 size-full" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 23 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM promoverá o evento "Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda", com palestra da profa. Dra. María Laura Schaufler, da Universidade de Entre Rios (Argentina).&nbsp; A pesquisadora coordena o Grupo de Estudos: Feminismo e Interseccionalidades de la Comunicación y la Cultura (GEFICC) e desenvolve investigações no campo dos estudos culturais e de comunicação, estudo de gêneros e sexualidades e feminismo.</p>
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<p>Além de estudantes do POSCOM e dos cursos de graduação em Comunicação da UFSM, a palestra é aberta a todas as pessoas interessadas na temática e tem como objetivo estimular avanços nas reflexões teóricas e práticas sobre as relações entre os feminismos e a mídia na contemporaneidade, em especial no contexto latino-americano. </p>
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<p>O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa “Comunicação, Gênero e Desigualdades” (UFSM/CNPq) em parceria interinstitucional com o Grupo de Pesquisa  “Comunicação e Práticas Culturais” (UFRGS/CNPq).</p>
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<p></p>
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<p>Palestra &nbsp;“Gênero, feminismos e midiatização: perspectivas de estudos a partir da quarta onda”, com María Laura Schaufler (Universidade de Entre Rios/Argentina)<br>Dia: 23/05/2023<br>Local: Auditório do Prédio 74C<br>Horário: 16h<br>Inscrições:&nbsp;<a href="https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.even3.com.br/genero-feminismos-e-midiatizacao-339087/</a></p>
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													</item>
						<item>
				<title>RODA DE CONVERSA: O SEU FEMINISMO INCLUI MULHERES TRANS?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2023/05/04/roda-de-conversa-o-seu-feminismo-inclui-mulheres-trans</link>
				<pubDate>Thu, 04 May 2023 16:40:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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						<description><![CDATA[No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30.&nbsp; Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão ativamente [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30.&nbsp;</p>
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<p>Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão ativamente e permanentemente.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por isso, teremos convidadas que nos auxiliarão nesse debate urgente e que trarão pontapés para a roda de conversa: Cilene Rossi (grande e antiga amiga de Mãe Loira, que nos auxiliou frontalmente a trazer a exposição para a UFSM), Gabriela Quartiero (Coletivo Voe) e a Casa Verônica com suas representantes.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, esperamos e convidamos toda comunidade acadêmica e fora dela para esse momento essencial de trocas e construções coletivas! </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":1989,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/474/2023/05/IMG-20230504-WA0004-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1989" /></figure>
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													</item>
						<item>
				<title>RODA DE CONVERSA: O SEU FEMINISMO INCLUI MULHERES TRANS?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/2023/05/04/roda-de-conversa-o-seu-feminismo-inclui-mulheres-trans</link>
				<pubDate>Thu, 04 May 2023 16:36:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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						<description><![CDATA[No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30.    Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão [&hellip;]]]></description>
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<div dir="auto">No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30. </div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão ativamente e permanentemente. </div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Por isso, teremos convidadas que nos auxiliarão nesse debate urgente e que trarão pontapés para a roda de conversa: Cilene Rossi (grande e antiga amiga de Mãe Loira, que nos auxiliou frontalmente a trazer a exposição para a UFSM), Gabriela Quartiero (Coletivo Voe) e a Casa Verônica com suas representantes. </div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Além disso, esperamos e convidamos toda comunidade acadêmica e fora dela para esse momento essencial de trocas e construções coletivas! </div>
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													</item>
						<item>
				<title>RODA DE CONVERSA: O SEU FEMINISMO INCLUI MULHERES TRANS?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/2023/05/04/roda-de-conversa-o-seu-feminismo-inclui-mulheres-trans</link>
				<pubDate>Thu, 04 May 2023 16:33:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30.&nbsp; Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão ativamente [&hellip;]]]></description>
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<p>No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30.&nbsp;</p>
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<p>Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão ativamente e permanentemente.&nbsp;</p>
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<p>Por isso, teremos convidadas que nos auxiliarão nesse debate urgente e que trarão pontapés para a roda de conversa: Cilene Rossi (grande e antiga amiga de Mãe Loira, que nos auxiliou frontalmente a trazer a exposição para a UFSM), Gabriela Quartiero (Coletivo Voe) e a Casa Verônica com suas representantes.&nbsp;</p>
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<p>Além disso, esperamos e convidamos toda comunidade acadêmica e fora dela para esse momento essencial de trocas e construções coletivas!&nbsp;<img alt="✊🏿" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/15.0/270a_1f3ff/32.png"></p>
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<p>Agradecidos, DAQUIPALM.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/477/2023/05/IMG-20230504-WA0004-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3098" /></figure>
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				<title> RODA DE CONVERSA: O SEU FEMINISMO INCLUI MULHERES TRANS? </title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2023/05/04/2390</link>
				<pubDate>Thu, 04 May 2023 16:26:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>

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						<description><![CDATA[No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30.    Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão [&hellip;]]]></description>
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<div dir="auto">No último dia da exposição itinerante Visitrans, nesta sexta-feira (05), finalizaremos com um importante espaço de reflexão, sensibilização e troca de vivências sobre a temática, no auditório do 74C, a partir das 16h30. </div>
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<div dir="auto">Será um momento para discutirmos os últimos acontecimentos em nossa Universidade, mas também para compreendermos a necessidade de seguirmos nessa discussão ativamente e permanentemente. </div>
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<div dir="auto">Por isso, teremos convidadas que nos auxiliarão nesse debate urgente e que trarão pontapés para a roda de conversa: Cilene Rossi (grande e antiga amiga de Mãe Loira, que nos auxiliou frontalmente a trazer a exposição para a UFSM), Gabriela Quartiero (Coletivo Voe) e a Casa Verônica com suas representantes. </div>
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<div dir="auto">Além disso, esperamos e convidamos toda comunidade acadêmica e fora dela para esse momento essencial de trocas e construções coletivas! <img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/15.0/270a_1f3ff/32.png" alt="✊🏿" data-emoji="✊🏿" aria-label="✊🏿" /></div>
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<div dir="auto">Agradecidos, DAQUIPALM.</div>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/05/IMG-20230504-WA0004-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2392" /></figure>
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				<title>Projeto 50|50 convida a comunidade para o evento Portas Abertas nesta quarta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/01/24/projeto-5050-convida-a-comunidade-para-o-evento-portas-abertas-nesta-quarta-feira</link>
				<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 18:24:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>

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						<description><![CDATA[Criado em 2017, o projeto estimula a participação feminina no campo da comunicação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/UFSM-Prograd-FIEn-Projeto-50-50-Portas-Abertas-fev-2023-CARD.jpeg"><img class=" wp-image-61026 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/UFSM-Prograd-FIEn-Projeto-50-50-Portas-Abertas-fev-2023-CARD-300x300.jpeg" alt="" width="582" height="582" /></a>O Projeto 50|50, iniciativa interinstitucional de ensino da UFSM e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) promove o evento Portas Abertas nesta quarta-feira (25). O encontro acontece a partir das 18h30min, na Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm), que fica na Rua André Marques, 665, no centro de Santa Maria. As inscrições são gratuitas, abertas a todas as pessoas interessadas e podem ser feitas em <a href="https://www.instagram.com/publicidade5050/" target="_blank" rel="noopener">instagram.com/publicidade5050</a>. Serão fornecidos certificados de participação.

O Projeto 50|50, coordenado pelas professoras Juliana Petermann e Fernanda Sagrilo Andres, atua desde 2017 para estimular a participação feminina no campo da comunicação. Com o objetivo de debater a equidade de gênero na área, o projeto vem realizando uma série de ações nos âmbitos acadêmico e mercadológico, considerando a propagação da diversidade no que se refere à representação de gênero. O projeto busca, desse modo, contribuir para a redução de comportamentos sexistas no mundo do trabalho e no ensino superior.

Em 2022, o Projeto 50|50 foi um dos agraciados para receber o apoio do Fundo de Incentivo ao Ensino, por meio da Pró-Reitoria de Graduação da UFSM. A programação do evento desta quarta-feira pode ser conferida abaixo:

<b>Programação:</b>

- <b>Divulgação da Coleção Janea Kessler</b>, ação que surge a partir da necessidade de potencializar o talento artístico feminino na comunicação e na publicidade. A coleção reúne obras de diversas artistas, estudantes e egressas dos cursos das áreas da comunicação. A exposição, que leva o nome da publicitária, artista, professora, diretora de arte e fundadora da agência Art &amp; Meio, será itinerante e ocorrerá também de forma virtual e permanente, a partir do Instagram;

- <b>Bate-papo</b> com as acadêmicas do curso de Publicidade e Propaganda da UFSM Alíssia Paz e Brenda Lopes, que relatarão a experiência na participação como embaixadoras do Clube de Criação de São Paulo, em 2022;

- <b>Lançamento da Plataforma 50|50</b>, uma rede de conexão entre mulheres (estudantes e profissionais recém-formadas) e o mercado (vagas de estágios, mentorias, consultorias, oportunidades de trabalho). O objetivo da plataforma é contribuir para a construção de ambientes laborais mais saudáveis e vagas mais inclusivas;

- <b>Lançamento da cartilha “Comunicação + Plural”</b>, integrante da Série “Extensão” da Pró-reitoria de Extensão da UFSM. A publicação oferece dicas para uma linguagem comunicacional mais representativa;

- <b>Lançamento do livro “Abrindo Portas”</b> (publicado pela Editora Facos-UFSM), que resgata a história dos 5 primeiros anos do Projeto 50|50, divulgando sua metodologia, para que estudantes, docentes e profissionais do campo da comunicação possam organizar o projeto nas instituições em que atuam.]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>2ª Edição do Curso de Extensão "Pensamentos Feministas: para a divulgação, articulação e construção de uma Psicologia Social Feminista" está com as inscrições abertas.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgp/2022/08/26/2a-edicao-do-curso-de-extensao-pensamentos-feministas-para-a-divulgacao-articulacao-e-construcao-de-uma-psicologia-social-feminista-esta-com-as-inscricoes-abertas</link>
				<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 13:57:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[VIDAS]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgp/?p=1794</guid>
						<description><![CDATA[  O Núcleo de Pesquisa Ensino e Extensão em Psicologia Clínica שלם Social – VIDAS vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria divulga para a comunidade acadêmica e convida todas, todos e todes para 2ª edição do Curso de Extensão: &#8220;Pensamentos Feministas: para divulgação, construção e articulação de uma [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p><img class=" wp-image-1795 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/518/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-26-at-10.50.21-300x300.jpeg" alt="" width="362" height="362" /></p>
<p>O Núcleo de Pesquisa Ensino e Extensão em Psicologia Clínica שלם Social – VIDAS vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria divulga para a comunidade acadêmica e convida todas, todos e todes para 2ª edição do Curso de Extensão: "Pensamentos Feministas: para divulgação, construção e articulação de uma Psicologia Social Feminista".</p>
<p>O curso objetiva transmitir conhecimentos científicos e experiências acerca dos Feminismos, enfatizando as possíveis intersecções entre Feminismo e Psicologia. Nesta edição serão trabalhados os temas "Feminismos e Masculinidades"; "Alteridade"; "Educação para o Feminismo e a Potência do Protagonismo". Acontecerá em formato híbrido, com encontros presenciais e assícronos (atividades na plataforma Moodle), no período de 16/09 à 07/10.</p>
<p>Na abertura do curso, será apresentado aos participantes a Casa Verônica, e as atividades acontecerão na sala de apoio da Biblioteca do CCSH - UFSM. A inscrição para o curso está disponível no link abaixo e na biografia da página do Núcleo no Instagram (@vidas.psico) até o dia 10/09. As vagas são limitadas (30 vagas) e abertas a estudantes da UFSM e alunos externos.</p>
<p>Link para o formulário de inscrição: <a href="https://docs.google.com/forms/d/1Zprgdqj3KsiicNnwjWX_SVbjz0OkC1XcVkryQUlBi7Q/edit">https://docs.google.com/forms/d/1Zprgdqj3KsiicNnwjWX_SVbjz0OkC1XcVkryQUlBi7Q/edit</a></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Psicologia Feminista: abordagem terapêutica a partir das desigualdades de gênero</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/psicologia-feminista-terapeutica-desigualdades-genero</link>
				<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 12:11:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[arco entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[terapêutica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9116</guid>
						<description><![CDATA[Corrente de estudo será abordada em curso promovido por pesquisadoras da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A psicologia social feminista é um subcampo da psicologia que se dedica tanto à pesquisa acadêmica quanto à prática profissional e leva em conta a intersecção do campo com as compreensões de gênero, de identidades de gênero e de orientações sexuais. Um grupo de pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ofereceum curso sobre Psicologia Feminista com o objetivo de familiarizar os participantes com os conceitos do campo feminista, além de fomentar uma compreensão da psicologia que esteja implicada com o contexto social, político e cultural. O curso se destina tanto à comunidade acadêmica quanto ao público externo e as vagas são limitadas. As inscrições estão abertas até sábado (19) e podem ser feitas por meio <a style="text-decoration: none" href="https://forms.gle/Lj9uybaK4pDubvn97">deste link.</a></p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/03/capa_psico_feminista_opcao1-1024x668.jpg" alt="Ilustração horizontal e colorida de uma mulher saindo de uma caixa. A ilustração tem tons de lilás e cinza. Ela é dividida em três linhas. A mulher tem corpo lilás com contornos em roxo berinjela, e cabelos roxo berinjela, curtos e ondulados. Na primeira linha, três caixas. Caixa um: mulher sentada com as pernas junto ao corpo, mãos seguram os joelhos e olha para frente. Caixa dois: mulher sentada com as pernas junto ao corpo, e as mãos empurrando a caixa na parte da direita. Caixa três: mulher sentada, com as pernas se cruzando, e as mãos empurrando a lateral direita da caixa, que está entortando. Na linha dois, uma caixa e uma ilustração. Caixa quatro: mulher sentada com as pernas cruzadas, empurra para a lateral direita. A linha da caixa está rompida. Ao lado, mulher caída, deitada com uma das pernas para cima e um braço sobre os olhos. A caixa virou uma linha. Na linha três, quatro ilustrações da mulher. Primeiro, ela está deitada, com uma das mãos apoiadas no chão, sobre uma linha preta. Ao lado, está levantando, com um joelho no chão e o outro dobrado, está levemente curvada. Ao lado, está de pé, em perfil direito. Ao lado, outra vez de pé, mas bem no canto inferior direito; a imagem corte metade do seu corpo. O fundo é cinza claro." loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-a476d88a-7fff-2439-7e92-915d276af97d" dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O curso é desenvolvido e ministrado pelas doutorandas do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP) Caroline Matos Romio, Mariana de Almeida Pfitscher e Mirela Sanfelice. Caroline atua como psicóloga na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis da UFSM e tem graduação em Psicologia e mestrado também na instituição. Mariana é docente e coordenadora do curso de Psicologia da Ulbra de Santa Maria, é formada em Psicologia pela mesma instituição e licenciada pelo Programa Especial de Formação de Professores da UFSM. Mirela tem mestrado em Ciências Sociais pela UFSM e experiência em psicologia de emergências e desastres. A coordenação da iniciativa é da professora Adriane Roso, docente no Curso de Psicologia, no PPGP, no curso de Especialização em Estudos de Gênero e coordenadora do Núcleo VIDAS, de Pesquisa, Ensino e Extensão em Psicologia Clínica שםל Social. De acordo com a doutoranda Caroline Romio, esses caracteres em hebraico que interligam as palavras clínica e social indicam a palavra complementaridade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Revista Arco conversou com as doutorandas responsáveis pelo curso para saber mais sobre ele e as teorias que articulam psicologia e feminismo. Confira:</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - De onde surgiu a ideia de montar e ofertar um curso sobre a Psicologia Feminista? Poderiam falar sobre a iniciativa?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela - Nós somos psicólogas e feministas, o interesse surgiu do desejo de promover, através de uma atividade de extensão, o compartilhamento de conhecimentos científicos e experiências acerca dos feminismos, enfatizando as possíveis intersecções entre feminismo e psicologia. O curso também está articulado à disciplina de Estágio de Docência Orientada previsto pelo PPGP.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - Os dois primeiros módulos do curso abordam teorias feministas. Qual a importância de primeiro ter esse conhecimento teórico básico para, posteriormente, abordar a intersecção entre psicologia e feminismo?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela - O nosso propósito é disponibilizar o curso para todas as pessoas que se interessarem pela temática e, para isso, consideramos indispensável apresentar como estamos compreendendo o feminismo, a pluralidade de expressões do movimento, suas reivindicações históricas, desde a ampla conquista do voto pelas mulheres até as temáticas emergentes e atuais. Após a apresentação dessa base, propomos algumas intersecções com o campo da psicologia. Lembrando que uma vez que o curso não se dedica exclusivamente a psicólogas e psicólogos, as articulações propostas são conceituais e abrangentes.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - A intersecção entre feminismo e psicologia é uma linha de pesquisa/estudo na área? Poderiam explicar um pouco sobre isso?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela - Sim, é uma linha de estudos. É importante dizer que a psicologia é um campo de conhecimento plural. Nós compreendemos o feminismo em intersecção com a vertente da psicologia social. A psicologia social apresenta alicerces para pensarmos a intervenção da psicóloga e do psicólogo comprometidos com a escuta do sujeito integrado à sua realidade social, buscando produzir conhecimentos que contribuam para a superação das iniquidades e injustiças sociais.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As epistemologias feministas se integram com a psicologia produzindo saberes que fomentem relações mais equitativas e respeitosas entre todas as pessoas, indiferente de sua identidade de gênero ou orientação sexual.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - O que é a psicologia social feminista? </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela: A psicologia social feminista é um subcampo da psicologia que se dedica à pesquisa acadêmica e à prática profissional dedicada à compreensão do gênero, das identidades de gênero e orientações sexuais. A psicologia social feminista também questionou modelos de produção de conhecimento na psicologia centrados em uma compreensão que seria supostamente neutra e universal, destituída de contexto histórico e político. A psicologia social feminista desafiou crenças culturais sobre a natureza feminina inata e, também, estereótipos sobre vários grupos de mulheres. As psicólogas feministas também estudaram e destacaram o papel que o gênero desempenha na distribuição de poder na sociedade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - Existe uma diferença de abordagem da psicologia feminista para outros métodos de atuação na área? Poderiam citar características específicas que a prática da psicologia feminista engloba?</p> Caroline, Mariana e Mirela - A psicologia feminista sustenta teoricamente tanto a produção de pesquisas quanto o fazer prático dos profissionais. Por ser uma base epistemológica para a prática, vai instrumentalizar as profissionais sobre como fazer o seu trabalho.  Podemos dizer que, a partir da psicologia feminista, as profissionais irão se posicionar criticamente e auxiliar na superação das iniquidades e opressões sociais, políticas e culturais da sociedade. <p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - O que são terapias feministas? Poderiam citar um exemplo?</p><p>Caroline, Mariana e Mirela - Terapias feministas tratam de práticas de intervenções psicossociais que se fundamentam nas teorias feministas e nos referenciais teóricos/técnicos da psicologia. Entre os diferentes contextos de intervenções, podemos citar o trabalho com grupos, uma prática importante nas instituições, tais como escolas, organizações, políticas públicas e intervenções comunitárias. No contexto das terapias feministas, práticas grupais de escuta podem ser desenvolvidas voltadas a vivências de mulheres vítimas de violência; grupos voltados às experiências com a maternidade; grupos com adolescentes sobre direitos sexuais e reprodutivos, entre outras demandas. Destacamos que o Núcleo VIDAS desenvolve um projeto de extensão que realiza atendimentos à comunidade acadêmica e externa que são periodicamente planejados e divulgados a quem se interessar em participar. Além disso, cabe lembrar que, além de intervenções grupais, existem outras metodologias terapêuticas que podem ser desenvolvidas e planejadas no contexto feminista, como práticas de acompanhamento. As terapias feministas somam o campo do fazer psicológico, indicando o compromisso ético e político da profissão que deve acompanhar a história da nossa sociedade e as necessidades subjetivas de uma cultura, os reflexos das desigualdades sociais e as práticas excludentes.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p id="docs-internal-guid-76d5620b-7fff-1624-dc02-4d9716bbbe02" dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - Pode falar sobre a intersecção entre feminismo e psicanálise?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela - A teoria psicanalítica consolidada por Sigmund Freud no final do século 19 e por mais de três décadas do século 20 marca a descoberta e os estudos sobre o inconsciente. As investigações psicanalíticas partiram da escuta das mulheres e suas manifestações de sofrimento psíquico que se refletiam no corpo. Nesta perspectiva, o ponto de encontro da psicanálise e do feminismo se constitui na medida em que as teorias propõem um olhar para a cultura, os destinos atribuídos à mulher e ao seu corpo, os ideais sociais e sua posição nos espaços públicos. Assim, a intersecção entre os dois campos se constitui em encontros que se somam e potencializam o lugar de fala das mulheres, descortinando um silenciamento histórico e cultural.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - De que forma uma abordagem feminista pode contribuir no tratamento psicológico?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela - Acreditamos que integrada a essa pergunta está a pergunta sobre qual a finalidade de um tratamento psicológico. Ignácio Martin-Baró, um importante intelectual e psicólogo social que morreu reivindicando a garantia dos direitos humanos em El Salvador sinalizava a importância da construção de uma psicologia capaz de produzir saberes que dialoguem diretamente com as demandas vivenciadas pelas pessoas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Quando pensamos no tratamento psicológico, podemos dizer que ele objetiva construir possibilidades para as pessoas produzirem espaços de fala sobre si e seus sofrimentos, da elaboração das suas narrativas de vida, e da construção de novas experiências de vida sustentadas em um referencial de autonomia, respeito e cuidado.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Dessa forma, a abordagem feminista contribui para compreender os sofrimentos, especialmente das mulheres e meninas, localizando esses sofrimentos em uma realidade social perpassada por iniquidades de gênero. Ainda, a abordagem feminista oferece saberes que podem auxiliar a toda a sociedade no processo de superação dessas iniquidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Arco - A abordagem feminista no tratamento psicológico pode auxiliar mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência, qualquer que seja seu escopo? De que forma?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Caroline, Mariana e Mirela - A abordagem feminista pode contribuir para que a atuação da psicóloga e do psicólogo em todos os seus âmbitos seja comprometida com a construção de uma sociedade mais equitativa. Quando pensamos especificamente no tratamento psicológico, a profissional estará presente no atendimento para escutar toda a complexidade da experiência subjetiva vivenciada pela pessoa em atendimento que foi vítima de violência. Mas a compreensão que a profissional produzirá sobre a experiência dessa pessoa também será amparada no reconhecimento das dinâmicas de poder que tornam mulheres, crianças e adolescentes mais suscetíveis a enfrentarem violências em nossa sociedade.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p><em><strong>Entrevista:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Design gráfico:</strong> Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em></p><p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll. acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e voluntária;</em></p><p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane</em> <em>Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de extensão vai abordar as interações entre feminismo e psicologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/04/curso-de-extensao-vai-abordar-as-interacoes-entre-feminismo-e-psicologia</link>
				<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 04:21:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia social]]></category>

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						<description><![CDATA[A partir de 21 de março, o curso Pensamentos Feministas estará disponível na plataforma Moodle]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="p1">Vinculado ao Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFSM, o Núcleo Vidas vai ofertar o curso de extensão intitulado Pensamentos Feministas: Para a Divulgação, Construção e Articulação de uma Psicologia Social Feminista. Com duração de 30 horas, o curso estará disponível no período de 21 de março a 17 de junho na plataforma Moodle, de forma assíncrona. Seu objetivo é transmitir conhecimentos científicos e experiências acerca dos feminismo, em intersecções com a psicologia. A professora Adriane Roso é a coordenadora do curso, que é dividido em três módulos:</p>
<p class="p1">Módulo 1 – Feminismos (conceituação; ondas do feminismo; gênero e patriarcado; vertentes feministas), a ser ministrado pela doutoranda Mirela Massia Sanfelice;</p>
<p class="p1">Módulo 2 – Vertentes feministas precursoras e atuais (feminismo liberal; feminismo marxista-socialista; feminismo radical; feminismo negro; feminismo decolonial; ecofeminismo; transfeminismo; feminismo pós-moderno), a ser ministrado pela doutoranda Caroline Matos Romio;</p>
<p class="p1">Módulo 3 – Intersecções entre feminismo e psicologia social (fazer crítico; clínica social; feminismo e psicanálise; terapias feministas), a ser ministrado pela doutoranda Mariana de Almeida Pfitscher.</p>
<p class="p1">Com 90 vagas disponíveis, o curso é aberto à participação do público em geral, sendo necessário o preenchimento do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfuu3vprK8RRHWYLUULtx-zifbR8xNQSFSmndpQmUCDK4GmyA/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>. Os participantes receberão certificado. Outras informações estão disponíveis <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/Cartaz-Para-a-divulgação-construção-e-articulação-de-uma-psicologia-social-feminista-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM será uma das ministrantes de curso de filosofia da escola As Pensadoras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/19/professora-da-ufsm-sera-uma-das-ministrantes-de-curso-de-filosofia-da-escola-as-pensadoras</link>
				<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 18:55:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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						<description><![CDATA[A professora Elisete Tomazetti será responsável por modulo sobre “Didática, professoras e modos de ensinar filosofia”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora Elisete Medianeira Tomazetti, do Departamento de Metodologia do Ensino da UFSM, será uma das ministrantes do curso Didática e Metodologia no Ensino de Filosofia, que a escola feminista As Pensadoras promove ao longo de 2022. O curso é dividido em seis módulos, os quais serão transmitidos via Google Meet. A docente da UFSM será responsável pelo módulo 2, sobre “Didática, professoras e modos de ensinar filosofia”, que será ministrado de 10 a 12 de fevereiro. De acordo com o material de divulgação do curso, um dos objetivos desse módulo é “recuperar criticamente o modo como a didática compôs a formação de professoras e professores de filosofia desde os primeiros cursos de licenciatura, no contexto de emergência da universidade brasileira”.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Outras informações sobre a escola e o curso – incluindo módulos, programação, inscrições e pré-requisitos – estão disponíveis <a href="https://www.aspensadoras.com.br/cursos/uma-perspectiva-feminista" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo Elas promove na próxima semana evento sobre violência contra a mulher</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/18/grupo-elas-promove-na-proxima-semana-evento-sobre-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 21:01:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento faz parte da campanha internacional 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/image.jpg"><img class=" wp-image-57234 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/image-300x300.jpg" alt="" width="544" height="544" /></a>O Grupo de Estudos Feministas Elas, liderado pela professora do Centro de Educação (CE) Marcia Eliane Leindecker da Paixão, promove na próxima quinta-feira (25) o evento Mulheres contra a Violência, que começa às 16h30min, com transmissão via Google Meet. Entre os destaques da programação (<i>disponível na imagem ao lado</i>), está uma palestra com a professora Márcia Alves, da Universidade Federal de Pelotas, que vai falar sobre “A dimensão pedagógica do feminismo na compreensão da violência contra as mulheres”. Está previsto também o lançamento de um vídeo produzido pelo grupo.

A atividade faz parte da campanha internacional 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a qual no Brasil começa neste sábado (20), Dia da Consciência Negra. Na próxima quinta (25), quando o evento é promovido, é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. As inscrições podem ser feitas até a próxima quarta (24) por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf1zl44WIIzvSj824e_R8WweBqw80AqtGzNutwOgyGgWHkMtw/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário on-line</a>. Mais informações pelo e-mail elas.grupodeestudos@gmail.com.

<i>Com informações do Núcleo de Comunicação Institucional do CE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nos deixem envelhecer em paz!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2021/09/12/nos-deixem-envelhecer-em-paz</link>
				<pubDate>Sun, 12 Sep 2021 04:29:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[inclusifique-se]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=479</guid>
						<description><![CDATA[Entrevista  Cobranças estéticas em demasia. Não consigo pensar em outra coisa ao começar a escrever esta matéria. Mulheres, ao longo da vida, são vítimas, sim, vítimas de um padrão estético perfeccionista, perpetuado pela mídia, para serem eternos ‘pedestais’ masculinos.  Para começarmos essa reflexão, a lente teórica desta matéria é toda sob o ponto de  vista [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Entrevista </em></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cobranças estéticas em demasia. Não consigo pensar em outra coisa ao começar a escrever esta matéria. Mulheres, ao longo da vida, são vítimas, sim, vítimas de um padrão estético perfeccionista, perpetuado pela mídia, para serem eternos ‘pedestais’ masculinos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para começarmos essa reflexão, a lente teórica desta matéria é toda sob o ponto de  vista da minha entrevistada, a Professora Vera Martins, relações-públicas, doutora em Comunicação e docente do Departamento de Ciências da Comunicação do Campus da UFSM em Frederico Westphalen. Vera tem 50 anos e é pesquisadora e militante do feminismo. </span></p>
[caption id="attachment_480" align="aligncenter" width="960"]<img class="size-full wp-image-480" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/UMA-MULHER-A-SER-LIDA-1.jpg" alt="" width="960" height="540" /> Professora, pesquisadora e feminista, Vera Martins é uma mulher a ser lida. Fotos: Gabriela Gabbi[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com algumas linhas de estudo de uma perspectiva feminista, nós mulheres entendemos que envelhecer é um privilégio, sendo este recente na sociedade brasileira.  De acordo com a expectativa de vida atual, que passa dos 70 anos, o ‘envelhecer’ significa o óbvio: você está viva e teve uma trajetória necessária com saúde e privilégios para chegar até aqui, levando em consideração o contexto mundial de pobreza, exclusões,  desigualdades sociais e econômicas, e como a pessoa que redige esta matéria, reforço: envelhecer é um grande privilégio. </span></p>
<p><b>Por que as mulheres precisam se apresentar à sociedade seguindo vários aspectos estéticos? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com os profundos pensamentos da professora Vera, “As condutas morais, profissionais, e principalmente nos seus aspectos físicos, são resultado de uma socialização das mulheres para o olhar do outro. As mulheres na nossa sociedade são educadas, socializadas, como um SER para o outro”, declarou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa é uma das faces da cultura machista e sexisista, essa expectativa de um tipo de performance social, e em muitos aspectos, a cultura machista vai se sofisticando, ou seja, “se antigamente uma mulher de 50 anos era uma velha, hoje, todo o discurso é sobre saúde e qualidade de vida, sendo uma manutenção da juventude”, ressalta a pesquisadora. </span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-481" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/UMA-MULHER-A-SER-LIDA-2.jpg" alt="" width="960" height="540" /></p>
<p><b>O que a sociedade atual nos oferece?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a professora, “quando pensamos em tratamentos estéticos, anti</span><span style="font-weight: 400">-</span><span style="font-weight: 400">envelhecimento, programas de saúde, atividade física, sendo muito importante salientar que críticas sobre essas questões, ela não é uma crítica sobre o tratamento estético em si, não há problema em uma mulher, que, diferente de mim, usa os cabelos brancos, opta por não fazer isso, e seguir pintando seu cabelo, também não há nenhum problema em uma mulher fazer uma intervenção estética no seu rosto, ou em qualquer outra parte do corpo, o problema é a motivação para isso”, destacou. </span></p>
<p><b>Desejos genuínos sobre a mudança na aparência:  </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O problema não são os tratamentos estéticos, mas o que leva uma mulher a fazer esses tratamentos, é um desejo genuíno dela, e não uma resposta a uma suposta imagem que ela aprendeu a ter.  “Como que a gente faz para separar? Como a gente faz para entender? Como eu faço para ter consciência para o que eu estou desejando fazer, é um desejo da minha pessoa, do meu ser, ou é uma questão que vem de fora? Essa é uma grande questão que precisamos entender?”, indagou a entrevistada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nós precisamos ver os discursos sobre aceitação, propagandas com mulheres com cabelos grisalhos, marcas de expressão no rosto, mas ainda assim, nós estamos vendo mulheres brancas, então, quem é essa mulher que aceita a idade e pode ser feliz? Não serão todas as mulheres que serão bem aceitas se decidirem assumir seus aspectos mais naturais, com as marcas do tempo no seu rosto e no seu corpo. </span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-482" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/UMA-MULHER-A-SER-LIDA-4.jpg" alt="" width="960" height="540" /></p>
<p><b>Como funciona o chamado da estética para você eliminar as marcas do corpo? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sem dúvida, é uma apologia à juventude, é um tipo de negação que a idade passa, que o tempo passa, e à medida em que ele vai passando,  e as mulheres não são mais jovens, as prioridades queiram ser mudadas, fazendo outros direcionamentos para a vida delas como uma mulher madura e adulta, e a sociedade ao dizer que as mulheres devem continuar com a cara lisa e com o cabelo com a mesma cor de quando nasceu, é aí que nós devemos seguir a disposição do olhar do conforto do olhar dos outros e seguir os padrões impostos? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A expressão assumir os cabelos brancos já é algo no qual você terá que se posicionar!”, afirma Vera. “Sabe quando as pessoas dizem “assuma as consequências do quê você fez?”, como um alerta de que você provavelmente será punido? É nessa onda né?” Por que tradicionalmente quando os homens assumem seus cabelos grisalhos, assumem um charme, um sinal de maturidade, de poder, e por que com as mulheres você tem que assumir os cabelos brancos e arcar com as consequências dos cabelos brancos?”, provocou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para finalizarmos essa reflexão, nós como mulheres devemos nos dar conta que somos educadas e socializadas para agradar os outros, e as nossas atitudes e a nossa aparência seja confortável para as outras pessoas, antes de ser para nós. Quando nós olhamos para o envelhecimento, para toda a oferta de procedimentos estéticos, de discursos sobre bem estar, nós precisamos prestar muita atenção, porque é a sociedade pedindo, exigindo que nós mulheres continuemos à disposição, disponíveis para este outro em sociedade, e esse outro é sempre o homem. </span></p>
<p style="text-align: right"><strong>Entrevista, texto e imagens:</strong> Gabriela Gabbi</p>
<p style="text-align: right">Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inclusão e acessibilidade: as dificuldades enfrentadas por mulheres gordas e PcDs</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2021/09/01/inclusao-e-acessibilidade-as-dificuldades-enfrentadas-por-mulheres-gordas-e-pcds</link>
				<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 05:10:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[pcds]]></category>

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						<description><![CDATA[Quando se fala em inclusão e acessibilidade, é necessário que sejam mencionados todos os tipos de pessoas abarcadas por suas pautas e que se compreenda o que significa cada termo. A Inclusão é um conjunto de ações para combater a exclusão de pessoas vistas como diferentes, oferecendo oportunidades iguais de acesso. Já a acessibilidade é [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_449" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-449" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Imagem11-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Inclusão e acessibilidade devem andar juntas. Foto: Getty Imagens.[/caption]
<p>Quando se fala em inclusão e acessibilidade, é necessário que sejam mencionados todos os tipos de pessoas abarcadas por suas pautas e que se compreenda o que significa cada termo. A Inclusão é um conjunto de ações para combater a exclusão de pessoas vistas como diferentes, oferecendo oportunidades iguais de acesso. Já a acessibilidade é a possibilidade de acesso com condições de utilização com segurança e autonomia, seja em espaços públicos ou privados.</p>
<p>Com isso, percebe-se a importância da acessibilidade para que haja inclusão, independentemente do espaço. Assim, que tipo de inclusão acontece em uma sociedade, sem todos terem acesso aos locais? Se o ambiente não é minimamente acessível, a sociedade inclui e é construída para quem?</p>
<p>O Brasil é um dos países com maior território e população do mundo. Segundo estimativa do IBGE, o país possui mais de 211,7 milhões de habitantes. Desse número, 46 milhões possuem algum grau de dificuldade para enxergar, ouvir, caminhar, subir degraus, ou possuem alguma deficiência mental ou intelectual (Censo de 2010). Além disso, 12,5 milhões de habitantes possuem grande ou total dificuldade nesses aspectos, ou seja, são pessoas que possuem alguma deficiência.</p>
<p>Entretanto, apesar de um número significativo de pessoas possuírem algum tipo de dificuldade, grande ou pequena, a sociedade não é totalmente acessível. As lojas não possuem rampas de acesso, as escolas não são adaptadas à realidade de todos os alunos, os restaurantes não possuem cardápios com linguagem em braille, nem todos os professores sabem a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), seja nas instituições de ensino como também nas autoescolas.</p>
<p>A estudante do Ensino Médio Técnico em Administração no IFPR – Campus Avançado Barracão, ativista no movimento anticapacista e defensora dos direitos das pessoas com deficiência, Rafaela Hart, traz seu ponto de vista enquanto mulher com deficiência motora. Ela afirma se sentir mais incluída na sociedade atualmente, ressaltando o fato de que outras pessoas lutaram para que a sociedade se tornasse minimamente acessível para que ela se sentisse assim. Apesar disso, “a inclusão perfeita está longe de existir e o caminho ainda é longo”, menciona.</p>
[caption id="attachment_450" align="aligncenter" width="381"]<img class="wp-image-450 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Imagem12.jpg" alt="" width="381" height="737" /> Rafaela Hart. Foto: Arquivo Pessoal[/caption]
<p>Pessoas gordas ou com sobrepeso também sofrem com a falta de acessibilidade nos espaços que frequentam. Equipamentos de exames rotineiros que não suportam pesos elevados, lojas que não possuem roupas de tamanhos grandes, poltronas de ônibus e avião que não contemplam o tamanho de todas as pessoas, entre tantas outras questões.</p>
<p>A arquiteta, designer e empreendedora no município de Dionísio Cerqueira/SC, Lissara Filipini, diz que “é como se as pessoas gordas não existissem”, pois a sociedade é construída e mantida para as pessoas magras e/ou “não gordas”, os espaços são acessíveis somente a elas e se esquece do fato de existirem corpos diferentes.</p>
[caption id="attachment_451" align="aligncenter" width="635"]<img class="wp-image-451 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Imagem13.jpg" alt="" width="635" height="748" /> Lissara. Foto: arquivo pessoal[/caption]
<p>Entre todas essas questões, as mulheres gordas e/ou com alguma deficiência sofrem ainda mais, como é evidenciado nas falas das entrevistadas. A sociedade não espera que uma mulher que seja totalmente diferente do padrão vigente e, assim, não desenvolve formas de incluir essas mulheres. As escritoras Naomi Wolf e Alexandra Gurgel escreveram sobre a questão do padrão de beleza em seus livros, trazendo diversas reflexões sobre esse conceito que exclui tantas mulheres da sociedade.</p>
<p>Alexandra Gurgel aponta, em seu livro ‘Pare de se Odiar’, que o machismo e o patriarcado estão na raiz dos problemas, seja na desigualdade salarial, na violência contra a mulher ou no controle sobre a vida e o corpo delas. Não muito diferente deste conceito, Naomi Wolf também ressalta, em sua obra ‘O Mito na Beleza’, que “o mito da beleza não tem absolutamente nada a ver com as mulheres. Ele gira em torno das instituições masculinas e do poder institucional dos homens”.</p>
<p>As questões trazidas por Gurgel e Wolf também atormentaram Lissara e Rafaela em algum momento de suas vidas. Lissara, com 24 anos, afirma que mesmo estando tranquila com o seu peso, não se sente confortável em ir a festas fechadas ou barzinhos, pois parece que só tem ela ali. “Alguém te convida para ir em algum lugar e você já fica pensando [...] ‘não tenho roupa para ir’, ‘não tenho onde comprar uma roupa para ir’. Aquele pensamento fica na sua cabeça até que você desiste de sair e, aí, vem a solidão, né?! A solidão da pessoa gorda”, ressalta.</p>
<p>Já Rafaela, hoje com 18 anos, afirma que a relação com o seu corpo é muito melhor do que há 3 anos, por exemplo. Apesar de que ninguém acorda todos os dias se amando, ela diz: “hoje fiz as pazes com o meu corpo e com a minha deficiência”. Rafaela ainda ressalta que o que a ajudou nesse processo foi a representatividade que a internet traz, com pessoas reais mostrando sua vida e os desafios que enfrentam, pois, “poder se sentir representada é um grande avanço para a aceitação”.</p>
<p>Rafaela aponta que já sofreu diversos tipos de preconceito ao, simplesmente, frequentar espaços e circular pela cidade, como risadas, piadinhas sobre seu corpo, seu jeito de andar, além de olhares tortos ou até mudarem de calçada ao vê-la. Ela afirma que as mulheres com deficiência estão mais sujeitas a sofrer em relacionamentos abusivos, porque o capacitismo está sempre presente em suas vidas, mesmo em um relacionamento amoroso.</p>
<p>Lissara também compartilha sobre suas experiências nesse sentido. Ela conta que já foi maltratada e mal atendida em lojas de sua cidade ao ir em busca de roupas, ouvindo coisas do tipo: “aqui não tem nada para você”, “nada te serve”. O que é a coisa mais simples para algumas pessoas, para outras é um desespero. E isso dificulta e impacta em outras questões, como ela mencionava anteriormente que ainda não se sente confortável em determinados locais e que, por vezes, prefere não sair de casa para não sofrer com a falta de acessibilidade.</p>
<p>Dessa forma, fica clara a importância de falar em acessibilidade para gerar inclusão. Para Rafaela, é impossível não falar em inclusão e acessibilidade hoje em dia, “é preciso incluir para conhecer, para aceitar”, afirma. Ela ainda ressalta que “pessoas com deficiência estão cansadas de esperar a promessa do ‘depois’: ‘depois a acessibilidade vem’, ‘depois quando esse lugar estiver adaptado para você, você vai’”. As empresas, públicas ou privadas, precisam estar adaptadas a todas as pessoas, pois, como Rafaela menciona, “pessoas com deficiência existem, bebem, se divertem, [...] vão a bares, vão para as universidades, vão à escola”.</p>
<p>Com locais acessíveis e tendo representatividade, ou seja, mulheres gordas, com deficiência e/ou mobilidade reduzida ocupando esses espaços, a inclusão será alcançada, pois a falta de acesso só gera a exclusão dessas pessoas. Como afirma Rafaela, “ninguém perde por incluir, pelo contrário, todos ganham, ganham conhecimento, trocas de experiências e vivências. É preciso que pessoas reais sejam visibilizadas.”</p>
<p style="text-align: right"><strong>Reportagem:</strong> Júlia de Sá</p>
<p style="text-align: right">Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Feminismo negro voltado para valorizar a autoestima e quebrar padrões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2021/09/01/feminismo-negro-voltado-para-valorizar-a-autoestima-e-quebrar-padroes</link>
				<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 03:50:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Antirracismo]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[inclusifique-se]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=441</guid>
						<description><![CDATA[Ao falarmos sobre feminismo, é preciso levar em consideração toda a diversidade que existe entre as mulheres. Apesar de ser uma temática relevante para as mulheres no geral, cada uma delas possui as suas vivências e é afetada de formas diferentes pelo machismo. As mulheres negras, por exemplo, além de sofrerem com o machismo, sofrem [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_461" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-461" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Foto-de-capa-materia-Eliege-1024x577.jpg" alt="" width="1024" height="577" /> Feminismo é plural.[/caption]
<p>Ao falarmos sobre feminismo, é preciso levar em consideração toda a diversidade que existe entre as mulheres. Apesar de ser uma temática relevante para as mulheres no geral, cada uma delas possui as suas vivências e é afetada de formas diferentes pelo machismo. As mulheres negras, por exemplo, além de sofrerem com o machismo, sofrem ainda com o racismo, e isso as afeta em diversos âmbitos, inclusive em suas autoestimas.</p>
<p>Na internet, há cada vez mais mulheres feministas negras que constroem e alimentam perfis e páginas voltados à aceitação e valorização dos traços negros e promoção da autoestima. <span style="font-size: revert;color: initial">É o caso da estudante de Jornalismo da UFSM Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW), Eliége Gomes.</span></p>
<p>Natural de São Sepé, cidade do interior do Rio Grande do Sul, Eliége possui um perfil no Instagram (@eligomeess) em que fala sobre autoestima, beleza, cabelo e estilo. Ela conta que a sua jornada de autoaceitação veio depois de consumir conteúdo de outras mulheres negras e ao decidir que iria passar pela transição capilar. A transição capilar é um processo em que se retira toda a química do cabelo para que ele cresça natural de novo. Geralmente, é realizada por mulheres de cabelos cacheados e crespos na intenção de recuperar os fios naturais depois de processos de alisamento realizados, muitas vezes, por pressão estética.</p>
[caption id="attachment_462" align="aligncenter" width="804"]<img class="size-large wp-image-462" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Eliege-Gomes-Acervo-pessoal-804x1024.jpeg" alt="" width="804" height="1024" /> Eliége cursa Jornalismo e milita na promoção da autoestima da mulher negra. Foto: arquivo pessoal[/caption]
<p>Nesse momento de autodescoberta, Gomes decidiu criar um canal no Youtube em que falava sobre este processo como um todo. Para agilizar a transição, ela decidiu raspar o cabelo, o que considera “um ato de liberdade”.</p>
<p>“Quando eu parei de ser um pouco para o mundo e comecei a ser mais para eu mesma, tudo mudou! Minha vida mudou, meu estilo, meu jeito de ser e passei a não me importar com o que os outros falavam”, escreveu a estudante em seu blog, que estava ativo em 2016 e 2017. Eliége afirma que a frase continua atual em seu cotidiano.</p>
<p>A escolha da jovem por estudar Jornalismo não surgiu do nada: “Eu sempre fui apaixonada por comunicação e por Língua Portuguesa”. Ela participou da primeira turma ingressante por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) via Sistema de Seleção Unificado (SISU). Eliége conta que a seleção teve grande representatividade, com pessoas de diversos lugares do Brasil.</p>
<p>Mesmo com tanta diversidade em sala de aula, a quantidade de pessoas negras dentro do universo acadêmico de Gomes ainda era pouca. Por isso, e para colocar em discussão outras temáticas antirracistas, a jovem colaborou para a criação de um coletivo negro dentro da Universidade.</p>
<p>“Fazer recortes é muito importante, pois nunca seremos iguais, para tentar abranger mais pessoas. [...] Sempre vão existir padrões, mas precisamos nos esquivar ao máximo deles, acho isso muito importante”, finaliza a estudante.</p>
<p style="text-align: right"><strong>Reportagem:</strong> Caroline Siqueira</p>
<p style="text-align: right">Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho.</p>
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													</item>
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				<title>Grupos de pesquisa aderem a campanha pelo fim da violência contra a mulher</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/11/19/grupos-de-pesquisa-aderem-a-campanha-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 14:13:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos e Pesquisa Feminista Elas e o Grupo de Estudos Educação e Gênero da UFSM aderiram à campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Trata-se de uma mobilização global da sociedade civil com o objetivo de promover o debate, sensibilizar, prevenir, denunciar e eliminar todas as formas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/11/cartaz-campanha-16-dias-de-ativismo-2019.jpg"><img class="alignright  wp-image-50503" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/11/cartaz-campanha-16-dias-de-ativismo-2019.jpg" alt="" width="358" height="639" /></a>O Grupo de Estudos e Pesquisa Feminista Elas e o Grupo de Estudos Educação e Gênero da UFSM aderiram à campanha <a href="http://www.onumulheres.org.br/16dias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres</a>. Trata-se de uma mobilização global da sociedade civil com o objetivo de promover o debate, sensibilizar, prevenir, denunciar e eliminar todas as formas de violência praticadas contra as mulheres e meninas em todo o mundo.</p>
<p>Cerca de 150 países participam da campanha. No Brasil, ela ocorre desde 2003 e dura 21 dias. É chamada 16+5 Dias de Ativismo, pois incorporou o Dia da Consciência Negra e, por isso, inicia em 20 de novembro. A campanha encerra no dia 10 de dezembro, quando se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos.</p>
<p>Os grupos de estudos e pesquisa da UFSM convidam a comunidade acadêmica a refletir sobre o tema e a participar da atividade "Conte sua história". A partir desta quarta-feira (20), haverá urnas no CE, CCNE, CT e Reitoria. Quem quiser, poderá escrever sua história/situação a respeito de violência contra as mulheres, discriminação e direitos humanos.</p>
<p>Os relatos também poderão ser enviados pelo e-mail <a href="mailto:ativismo16@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ativismo16@gmail.com</a>. Será garantido o sigilo e o anonimato.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de reunião do movimento HeForShe em Porto Alegre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/04/10/ufsm-participa-de-reuniao-do-movimento-heforshe-em-porto-alegre</link>
				<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 14:33:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[combate à violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[heforshe]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

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						<description><![CDATA[As servidoras Jaciele Carine Sell, da Pró-Reitoria de Extensão, e Laura Ferreira Cortes, do Colégio Politécnico, participaram da reunião do Movimento HeForShe na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul na nesta segunda (8). As duas integram o Comitê Gaúcho Impulsionador deste movimento. Jaciele e Laura apresentaram algumas ações desenvolvidas na UFSM sobre o combate [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":47281,"align":"right","width":288,"height":185} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-09-at-09.18.03-1024x659.jpeg" alt="" class="wp-image-47281" width="288" height="185" /><figcaption>Servidoras representaram a UFSM em encontro do movimento HeForShe na Assembleia Legislativa</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As servidoras  Jaciele Carine Sell, da Pró-Reitoria de Extensão, e Laura Ferreira Cortes, do Colégio Politécnico, participaram da reunião do Movimento HeForShe na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul na nesta segunda (8). As duas integram o Comitê Gaúcho Impulsionador deste movimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jaciele e Laura apresentaram algumas ações desenvolvidas na UFSM sobre o combate à violência contra as mulheres e iniciativas de igualdade de gênero. Entre os destaques está a proposição e a criação da Política de Igualdade de Gênero, a qual tem em seu cerne temas sobre condições de mães estudantes, formações sobre igualdade de gênero e adaptação de espaços físicos, por exemplo. Atualmente a Política encontra-se na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) para avaliação e apreciação. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para 2019, algumas ações já propostas pelo comitê HeForShe em Porto Alegre serão replicadas em Santa Maria, com parcerias internas como o Observatório de Direitos Humanos (PRE) e externas, como do IFARR, que também compõe o comitê, além de empresas locais. Além disso, a UFSM criará um comitê institucional HeForShe, o qual terá como objetivo articular ações locais vinculadas ao movimento internacional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Texto: Núcleo de Divulgação Institucional da Pró-Reitoria de Extensão</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campanha do Dia da Mulher aborda luta por igualdade de gênero no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/08/campanha-do-dia-da-mulher-aborda-luta-por-igualdade-de-genero-no-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 18:57:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento feminino]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[O dia 8 de março é conhecido mundialmente por ser o Dia Internacional da Mulher. A data é lembrada como um dia para reivindicar igualdade de gênero e com manifestações ao redor do mundo. Pensando nisso, a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE) desenvolveu campanha, divulgada no Facebook e no Instagram &#8211; e compartilhada em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":46779} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Arte8mFinal-1.jpg" alt="" class="wp-image-46779" /><figcaption>Peça de divulgação traz Mariell Franco, vereadora carioca assassinada em março de 2018</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O dia 8 de março é conhecido mundialmente por ser o Dia Internacional da Mulher. A data é lembrada como um dia para reivindicar igualdade de gênero e com manifestações ao redor do mundo. Pensando nisso, a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE) desenvolveu campanha, divulgada no <a href="https://www.facebook.com/pg/preufsm/posts/?ref=page_internal">Facebook</a> e no <a href="https://www.instagram.com/extensaoufsm/">Instagram</a> - e compartilhada em diversas redes sociais ligadas à instituição. A proposta tem o intuito de dar visibilidade para a luta que as mulheres enfrentam todo o dia e não apenas no dia 8 de março. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As campanha aborda vários assuntos relacionados ao meio feminino. Como feminismo, brasileiras que fizeram história, políticas de gênero da UFSM e tipos e índices de violência contra as mulheres.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ideia surgiu a partir de um diálogo com o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/">Observatório de Direitos Humanos da UFSM</a>, que atua em diferentes frentes, entre elas ações com foco em aspectos de gênero. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo as organizadoras, a campanha também é trabalhada em um momento real de necessidade. No Brasil, os números de violência têm aumentado a cada ano. A cada 7,2 segundos, uma mulher é vítima de violência física, 164 são estupradas por dia. É o 5º país que mais mata mulheres no mundo. Portanto, na visão das servidoras que organizaram a campanha, não é um dia para ser comemorado, é para refletir a luta, e a Universidade dialogar com a comunidade ao mostrar que a luta é de todos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:gallery {"ids":["46782","46783"],"align":"center","className":"aligncenter"} -->
<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Insta-feminista-576x1024.jpg" alt="" data-id="46782" data-link="https://www.ufsm.br/2019/03/08/campanha-do-dia-da-mulher-aborda-luta-por-igualdade-de-genero-no-brasil/insta-feminista/" class="wp-image-46782" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/pq-lilás-1-576x1024.jpg" alt="" data-id="46783" data-link="https://www.ufsm.br/2019/03/08/campanha-do-dia-da-mulher-aborda-luta-por-igualdade-de-genero-no-brasil/pq-lilas-2/" class="wp-image-46783" /></figure></li></ul>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Idealização e recepção da proposta</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A campanha surgiu dentro do Núcleo de Divulgação Institucional da PRE de forma coletiva, entre as mulheres. Todo o processo de criação foi feito a partir da troca de experiências, relatos, referências e necessidades. “Nós estamos vivendo um período complicado para tratar de algumas temáticas, então nossa escolha foi construir uma campanha que contasse trajetórias e trouxesse informações que pudessem sensibilizar as pessoas para a causa, que auxiliasse na compreensão do tema de forma simples. Muita gente ainda não entende o que é o feminismo, onde está a desigualdade, e que a violência de gênero é uma questão estrutural”, destaca Mariana Henriques, coordenadora do NDI da PRE. Também integram o núcleo Andréa Ortis, bolsista de jornalismo e Vitória Rorato, bolsista de Publicidade e Propaganda.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":46787,"align":"left","width":367,"height":652} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Carolina-opção-1-1-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-46787" width="367" height="652" /><figcaption>História de vida de Carolina Maria de Jesus é uma das compartilhadas na campanha</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A partir da campanha, a PRE tenta aproximar esses conceitos e essas realidades das pessoas. Busca, ainda, ser o mais abrangente possível, destacando as várias formas de luta das mulheres, as mulheres negras, indígenas e trans.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para as organizadoras da campanha, a sociedade é machista e todas as referências culturais são definidas pelo masculino. Romper com essa lógica é uma forma de mudar a realidade. Para isso, é necessário apresentar novas referências e contar outras histórias de mulheres brasileiras para que se tenha uma sociedade mais justa e igualitária. Assim, o feminismo é necessário.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a PRE, a recepção do público está sendo muito boa. As publicações tiveram alcance de aproximadamente 70 mil pessoas - e não apenas no Brasil. “O retorno está sendo muito positivo. Essa é uma temática latente que precisava ser abordada. As pessoas estão muito felizes e orgulhosas pela Universidade se posicionar e abordar um tema assim. Estão se sentindo representadas e isso é fundamental”, aponta Mariana.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As ações da campanha seguirão durante todo mês. O trabalho mais intensivo segue até esta sexta, com publicações de conteúdos diários. Entretanto, ao longo de março ainda serão abordados outros tópicos. Além disso, a UFSM preparou uma programação especial, com oficinas, rodas de conversa e bate-papos. A programação pode ser conferida abaixo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mês da Mulher na UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Discotecagem para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 12/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 14h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Multiuso &nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Rima para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 12/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 15h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Multiuso </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Beatbox para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 12/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 15h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Multiuso </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Roda de conversa Ambiente Laboral e Qualidade de Vida</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 14/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora:9h30min</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório da CQVS</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Mecânica Automotiva para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 19/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 14h às 17h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: sala 218 - Reitoria</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Elétrica para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 22/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 15:30</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Laboratório de Instalações Elétricas - CTISM </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oficina de Defesa Pessoal para mulheres</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 27/03/19</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 14h30min às 16h30min</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Espaço Alternativo, prédio 48C, PROGEP (ao lado do prédio da reitoria)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Roda de conversa Saúde da Mulher</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia 27/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 9h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório da CQVS</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Bate-papo Mulheres Empreendedoras</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dia: 28/03</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hora: 10h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório do 74 C</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Coelho de Almeida, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        