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				<title>UFSM vai receber simpósio latino-americano sobre fluoreto, qualidade da água e saúde pública</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/26/ufsm-vai-receber-simposio-latino-americano-sobre-fluoreto-qualidade-da-agua-e-saude-publica</link>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 19:41:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento reúne pesquisadores de diferentes países para discutir os impactos do fluoreto na saúde, no saneamento e no meio ambiente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM sediará, entre os dias 5 e 7 de agosto, o 1º Simpósio Latino-Americano sobre Fluoreto e Fluorose Dentária (Simflu), primeiro evento da América Latina dedicado à integração entre engenharia, odontologia, saúde pública, geologia e áreas afins para discutir os desafios relacionados ao fluoreto na água e seus impactos na saúde da população.

Realizado no Auditório Wilson Aita, no Centro de Tecnologia (CT), o simpósio deverá reunir cerca de 300 participantes de diversos países latino-americanos, entre estudantes, pesquisadores, profissionais do saneamento, gestores públicos e especialistas da área. Mais do que promover um encontro científico, o Simflu busca fortalecer uma rede latino-americana de cooperação em torno de um tema estratégico para a saúde pública e para a gestão dos recursos hídricos.

O fluoreto desempenha papel importante na prevenção da cárie dentária quando presente em concentrações adequadas. Entretanto, níveis acima dos recomendados podem provocar fluorose dentária e outros problemas associados à exposição prolongada, tornando fundamental o monitoramento da qualidade da água e o desenvolvimento de tecnologias para seu controle. Essa complexidade faz com que o tema envolva diferentes áreas do conhecimento.

Durante os três dias de programação, pesquisadores discutirão desde a origem natural dos fluoretos em rochas e águas subterrâneas até estratégias de tratamento de água, vigilância em saúde pública, epidemiologia, políticas públicas e desenvolvimento de tecnologias para remoção de fluoretos. A programação contará com pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente, como Jaime Cury, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Paulo Capel Narvai, da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Alberto Feldens, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e especialistas de universidades da Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai, Equador, Peru, Uruguai e Estados Unidos.

Além das conferências e mesas-redondas, o evento pretende consolidar uma rede latino-americana de pesquisadores voltada ao compartilhamento de conhecimento, desenvolvimento de pesquisas colaborativas e construção de estratégias comuns para enfrentar desafios relacionados à qualidade da água e à saúde pública. O simpósio também sediará a aula magna dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental e em Odontologia da UFSM.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas na <a href="https://www.abrhidro.org.br/isimflu/index.php?ID=2245" target="_blank" rel="noopener">página do Simflu</a>, por estudantes, pesquisadores, profissionais e gestores públicos interessados no tema. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/isimflu" target="_blank" rel="noopener">perfil do evento no Instagram</a>.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CT</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Projeto da UFSM recupera história dos Campos Neutrais e foca no turismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/projeto-da-ufsm-recupera-historia-dos-campos-neutrais-e-foca-no-turismo</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:47:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[campanha gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[campos neutrais]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[região central]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73376</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa garantiu recursos do Senado para instalar réplicas históricas em seis municípios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73378" align="alignright" width="752"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Municipios_reduzido-1.jpg"><img class=" wp-image-73378" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Municipios_reduzido-1.jpg" alt="" width="752" height="627" /></a> Mapa histórico elaborado por José Varela Y Ulloa, chefe da Comissão Demarcadora espanhola, concluído em 1788[/caption]
<p>Em 1777, o Tratado de Santo Ildefonso, firmado por Espanha e Portugal, estabeleceu uma faixa neutra para encerrar a disputa territorial na área onde hoje é o Rio Grande do Sul. Dez anos depois, para demarcar os Campos Neutrais, foram instalados 10 marcos de pedra ao longo da então Coxilha Grande, que ficava entre Bagé e Santa Maria. Agora, um projeto liderado pela UFSM visa resgatar esse período histórico e fomentar o turismo e o desenvolvimento regional.</p>
<p>O projeto "Recuperação da memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul” surgiu a partir de pesquisas desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGeo) da UFSM, durante o doutorado em Geografia do pesquisador Adenilson Farias Zanini, sob a orientação do professor Waterloo Pereira Filho. Os estudos buscaram compreender a influência dos elementos geográficos na formação territorial do Rio Grande do Sul e revelaram a relevância histórica dos Campos Neutrais e dos Marcos Ibéricos para a organização do território gaúcho durante o século XVIII.</p>
<p>Concluído o doutorado, Zanini deu continuidade à pesquisa em estágio de pós-doutorado junto ao Laboratório de Geotecnologias (LabGeotec), vinculado ao PPGGeo. As pesquisas documentais, cartográficas e geoespaciais relacionadas à temática foram ampliadas. O pesquisador consultou mapas históricos, diários de demarcação, documentos e registros preservados em acervos nacionais e internacionais, o que permitiu reconstruir aspectos pouco conhecidos da ocupação e da organização territorial do estado.</p>
<p>A importância dos Campos Neutrais motivou a elaboração do projeto em andamento, que busca recuperar e valorizar a memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul. "A identificação, interpretação e divulgação do momento histórico relacionado com a demarcação dos Campos Neutrais e a instalação dos Marcos Ibéricos fortalece a importância de associar a relação dos elementos geográficos com a formação territorial gaúcha", destaca.</p>
<p>Com o avanço das tropas portuguesas, a partir de 1801, os marcos geográficos dos Campos Neutrais foram retirados, e com o passar do tempo, este período histórico foi sendo pouco lembrado.</p>
[caption id="attachment_73379" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-24-at-08.59.26.jpeg"><img class="wp-image-73379 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-24-at-08.59.26-e1782394425746-1024x691.jpeg" alt="" width="1024" height="691" /></a> Mapa de localização do Sítio dos Campos Neutrais e da Rota dos Marcos Ibéricos[/caption]
<h3>Réplicas dos marcos ibéricos serão instaladas</h3>
<p>Segundo Zanini, a proposta busca aproximar a população de sua própria história por meio da criação do “Sítio dos Campos Neutrais” e da “Rota dos Marcos Ibéricos”, associando pesquisa científica, educação patrimonial, turismo cultural e desenvolvimento regional em uma área que compreende os municípios de Santa Maria, Dilermando de Aguiar, São Gabriel, Lavras do Sul, Dom Pedrito e Bagé.</p>
<p>Como não foram localizados vestígios dos marcos instalados pelas comissões demarcadoras ibéricas em 1787, as pesquisas documentais permitiram identificar a localização aproximada. Nestes pontos, serão instaladas 10 réplicas dos marcos históricos, acompanhadas de sinalização física e digital, incluindo informações históricas acessíveis aos visitantes.</p>
<p>As próximas fases envolvem trabalhos de campo para validação dos locais, detalhamento técnico das instalações, ampliação das pesquisas documentais e articulação com os municípios para a implantação gradual da rota histórica e das estruturas de visitação.</p>
<p>Além da recuperação histórica, o projeto pretende disponibilizar novos conhecimentos para escolas, pesquisadores e gestores públicos, fortalecendo a identidade regional e ampliando a valorização do patrimônio cultural gaúcho.</p>
<p>O projeto de pesquisa e extensão conta com recurso oriundo de emenda parlamentar do Senado Federal, sob a rubrica do senador Hamilton Mourão. O montante é destinado à estruturação do projeto de pesquisa e extensão e ao desenvolvimento das ações de recuperação da memória histórica e cultural do Rio Grande do Sul. A <span style="font-size: revert;color: initial">Fundação de Apoio a Tecnologia e Ciência (Fatec) é responsável pelo gerenciamento e execução dos recursos do projeto. O prazo de execução estabelecido é, inicialmente, de dois anos, prorrogáveis pelo mesmo período, de acordo com a necessidade das partes envolvidas.</span></p>
<h3>Projeto foi apresentado e discutido em fórum regional</h3>
<p>O projeto "Recuperação da memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul” foi apresentado e discutido durante fórum regional realizado no dia 19 de junho, no prédio da Reitoria da UFSM. Conforme Zanini, o diálogo entre Universidade, gestores públicos, pesquisadores e representantes da sociedade civil dos municípios envolvidos resultou no fortalecimento da articulação institucional necessária para a continuidade das ações previstas, consolidando o interesse regional em torno da recuperação da memória histórica dos Campos Neutrais e da implantação futura da Rota dos Marcos Ibéricos.</p>
<p>O encontro também permitiu ampliar a divulgação do projeto, sensibilizar gestores e lideranças locais quanto à importância do patrimônio histórico regional e reforçar a necessidade de atuação integrada entre os municípios para viabilizar ações de preservação cultural, educação patrimonial e desenvolvimento turístico.</p>
<h3>Patrimônio transformado em ativo cultural e econômico</h3>
<p>Para os municípios envolvidos, a iniciativa liderada pela UFSM representa uma oportunidade de valorizar um patrimônio histórico singular, fortalecer a identidade regional e criar novas possibilidades de desenvolvimento econômico por meio do turismo cultural. A proposta busca estruturar uma rede regional baseada na preservação da memória, na educação patrimonial e na circulação de visitantes, promovendo benefícios para setores como hospedagem, gastronomia, comércio, turismo rural e serviços.</p>
<p>"Mais do que recuperar fatos históricos, o projeto busca transformar esse patrimônio em um ativo cultural e econômico, capaz de contribuir para o desenvolvimento sustentável das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul", enfatiza o pesquisador.</p>
<p>Já para a UFSM, trata-se de mais uma oportunidade de transformar conhecimento científico em benefício direto para a sociedade, reforçando seu papel como instituição pública comprometida com a pesquisa, a extensão universitária e o desenvolvimento regional.</p>
<p>A iniciativa fortalece também a atuação do LAbGeotec e do PPGGeo como referências na produção de conhecimento sobre o território gaúcho, demonstrando a capacidade da universidade de gerar impactos que ultrapassam os limites acadêmicos. "O LabGeotec desempenha papel central na execução do projeto, integrando técnicas de geoprocessamento, cartografia histórica, georreferenciamento e análise espacial para identificação dos locais históricos e desenvolvimento das ações previstas. Já o PPGGeo fornece a base acadêmica e científica que sustenta o projeto, fortalecendo a integração entre pesquisa, ensino e extensão universitária e ampliando a inserção social do conhecimento produzido pela UFSM", salienta Zanini.  </p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em><br /><em>Artes: Adenilson Zanini e Rafael Zini Ouriques</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>GEGTA promove Colóquio e lançamento de livro sobre Matopiba</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2026/06/17/gegta-promove-coloquio-e-lancamento-de-livro-sobre-matopiba</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:19:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
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						<description><![CDATA[O evento realizará mesa redonda para debate da publicação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>

<!-- wp:image {"id":7347,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
</p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/06/MESA-REDONDA-1.jpg" alt="" /></figure>
<p>
<!-- /wp:image -->

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</p>
<p>O Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho e Ambiente (GEGTA), vinculado ao Departamento de Geociências UFSM, promove o Colóquio “Dinâmicas Socioambientais do Matopiba: Contribuições para o ensino de Geografia do Brasil". A mesa redonda e o lançamento da publicação acontece na terça-feira, 22 de junho, às 17h, no Canal GEGTA no Youtube.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

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</p>
<p>O evento conta com a presença dos palestrantes Carlos Alberto Feliciano, Fernando C. de Macedo Mota e Vicente Eudes Lemos Alves; e mediação do professor do curso de Geografia e autor do livro, Eduardo Schiavone Cardoso. Para emissão de certificado, é necessário realizar inscrição durante o evento.</p>
<p>
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</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Link da transmissão:</strong> <a href="https://www.youtube.com/@gegta-ufsm">https://www.youtube.com/@gegta-ufsm</a></p>
<p>
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													</item>
						<item>
				<title>Quais são os desafios das cidades frente ao El Niño?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/29/quais-sao-os-desafios-das-cidades-frente-ao-el-nino</link>
				<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>
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						<description><![CDATA[Entenda por que a preparação para eventos climáticos vai muito além das obras de concreto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Depois de <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/14/el-nino" target="_blank" rel="noopener">explicar o funcionamento do fenômeno El Niño</a> e projetar o nível de alerta para 2026 na primeira reportagem, e de <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/22/el-nino-campo" target="_blank" rel="noopener">cruzar as histórias de produtores rurais</a> para entender os desafios e a recuperação do campo gaúcho na semana passada, a série especial da Agência de Notícias da UFSM volta seus olhos para o perímetro urbano.

Para cientistas da UFSM, as inundações urbanas escancaram que o desastre possui uma raiz profundamente social. O professor Daniel Gustavo Allasia Piccilli, do <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgecam" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) da UFSM</a>, estuda inundações urbanas há anos e monitora o fenômeno de maneira contínua através do <a href="https://www.instagram.com/ecotecnologias_ufsm" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Pesquisas em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias</a>. “A confirmação do El Niño automaticamente não significa que teremos enchentes e inundações na mesma proporção”, esclarece o professor.

O alerta ganhou corpo em uma nota técnica elaborada em conjunto pelo PPGECAM e pelo Programa de Pós-Graduação em Meteorologia (PPGMET) da UFSM. Diante de chances de até 90% de ocorrência do fenômeno nos próximos meses, a pergunta que desafia os gestores públicos é: dois anos após a maior tragédia climática do estado, as cidades gaúchas estão preparadas?
<h3><b>Será que as cidades mudaram de lá para cá?</b></h3>
A resposta para a prontidão dos municípios gaúchos varia conforme o setor observado. Por um lado, houve avanços forçados pela destruição em 2024. Por outro, a lentidão estrutural permanece.

“Será que as cidades mudaram de lá para cá? Eu diria que a infraestrutura viária está melhor preparada hoje porque as pontes antigas caíram. As novas levaram em conta condicionantes climáticas: são mais altas, robustas e firmes. Se chegar um evento extremo, as cidades não devem ficar tão incomunicáveis”, avalia Allasia.

No entanto, o expert em inundações urbanas pondera que a adaptação profunda esbarra em uma gangorra de extremos meteorológicos emergentes no estado, a qual ele denomina como câmbio climático. “Desde 2019, estamos vivendo uma sequência severa de secas e cheias intercaladas. Estamos andando em extremos”, detalha.

Segundo ele, adaptar a drenagem das cidades a essa realidade exige tempo e planejamento, mudando desde a arquitetura das casas até a escolha da vegetação nas ruas, já que o plantio de espécies erradas pode resultar em árvores caídas durante vendavais.
<h3><b>Preparação de “baixo arrependimento”</b></h3>
Como a intensidade definitiva do El Niño só costuma ser confirmada cientificamente com cerca de dois meses de antecedência, Allasia defende que os gestores adotem uma postura preventiva baseada em medidas de “baixo arrependimento”: ações rápidas, de custo quase zero, mas que salvam vidas.

“A recomendação agora é focar em logística: organizar plantões da Defesa Civil para finais de semana e feriados, testar canais de comunicação e limpar calhas. São medidas simples que não impactam o orçamento, mas mudam o cenário no momento da crise”, defende o professor.

O pesquisador da UFSM recomenda um <i>checklist</i> de ações imediatas que as prefeituras devem adotar:

• <b>Limpeza preventiva:</b> retirada de galhos e lixo de bueiros, galerias pluviais e arroios

• <b>Escalas de plantão:</b> organização prévia de equipes de emergência para recessos e feriados

• <b>Antecipação burocrática:</b> abertura antecipada de licitações para contratação ou manutenção de maquinários (como retroescavadeiras), evitando a escassez do mercado no pico da crise

• <b>Comunicação direcionada:</b> Criação de protocolos de alerta direto com os moradores de áreas vulneráveis

[caption id="attachment_73045" align="aligncenter" width="1098"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/infografico-1-2.jpg"><img class=" wp-image-73045" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/infografico-1-2-1024x576.jpg" alt="" width="1098" height="618" /></a> Arte gráfica: Daniel De Carli[/caption]

Para o professor Daniel Allasia, os avisos de evacuação não podem ser genéricos, mas sim direcionados aos moradores de áreas de risco através de canais diretos como o WhatsApp. Em consonância com o cientista da universidade, a Defesa Civil de Santa Maria realizou nesta semana uma força-tarefa multidisciplinar de <a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/noticias/30711-defesa-civil-do-municipio-mapeia-risco-de-inundacoes-e-cadastra-mais-200-pessoas-no-passo-verde" target="_blank" rel="noopener">cadastramento de moradores no distrito de Passo do Verde</a>, área com alta suscetibilidade a inundações.

Em dois dias de trabalho de campo, equipes formadas por agentes públicos, geólogo, engenheiro florestal e assistente social analisaram o padrão das residências, identificaram 243 imóveis e cadastraram 206 pessoas. Os dados coletados revelam a complexidade humana por trás de um plano de evacuação:

• <b>Perfil de vulnerabilidade:</b> Dos cadastrados, 101 são idosos e 9 são pessoas com deficiência (PcD), grupos que exigem maior agilidade em resgates. Além disso, 37 famílias dependem do Cadastro Único para Programas Sociais.

• <b>Famílias multiespécie:</b> O levantamento contabilizou 202 animais de estimação na área, entre cães, gatos e aves. O fator é considerado crucial pela Defesa Civil para o planejamento de abrigos, já que muitas famílias se recusam a evacuar se precisarem abandonar seus animais.
<h3><b>O abismo entre os municípios</b></h3>
Se cidades maiores conseguem articular essas forças-tarefas, o interior enfrenta um isolamento técnico e financeiro. Allasia cita o caso de São João do Polêsine – município de apenas 2.649 habitantes, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – que passou bem por uma cheia de 150 milímetros em dezembro após receber consultoria gratuita da UFSM para desobstruir canais e remover açudes irregulares. O oposto ocorre na vizinha Ivorá, que por ficar em um vale cercado de montanhas, exige projetos de engenharia e obras hidráulicas.

O grande entrave é que a maioria das pequenas prefeituras tem equipes reduzidas, ficando sem braço técnico até mesmo para pedir socorro financeiro. Allasia revela um bastidor crítico sobre como a falta de registros prejudicou a captação de recursos públicos em Brasília. “Quando sofremos o pior da cheia na região central em maio de 2024, o satélite só via nuvens. Não há registro visual de satélite das nossas enchentes, as imagens limpas só começaram a aparecer quando a água chegou a Porto Alegre”, revela o professor.

“Isso afetou o interior na hora de pedir recursos federais, porque o técnico em Brasília exige provas. É aí que a engenharia precisa do jornalismo para documentar o desastre em pastas estruturadas. Muitas prefeituras pequenas ficaram sem verbas simplesmente porque não tinham pernas para montar essa documentação”, complementa Allasia.
<h3><b>Plano Municipal de Redução de Riscos</b></h3>
[caption id="attachment_73046" align="alignright" width="563"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/mapa-distribuicao-espacial-de-risco-santa-tereza.jpg"><img class=" wp-image-73046" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/mapa-distribuicao-espacial-de-risco-santa-tereza.jpg" alt="" width="563" height="852" /></a> Mapa da distribuição espacial de risco na Vila Santa Tereza[/caption]

Se faltam braços na administração pública do interior, a ciência local tem feito o mapeamento minucioso dos gargalos. Santa Maria conta com uma ferramenta crucial: o <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/relatorios-pmrr-santa-maria-rs" target="_blank" rel="noopener">Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR)</a>. Na UFSM, o projeto foi coordenado pela professora Andrea Valli Nummer, do Departamento de Geociências e pesquisadora do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam" target="_blank" rel="noopener">Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam)</a>.

“A ciência já sabe praticamente tudo sobre as áreas de risco. Nós só estamos evoluindo na técnica. Sabemos que é importante mapear a inundação, o alagamento, o escorregamento, o movimento de massa. Antes andávamos a pé, hoje usamos drone. Temos a meteorologia para nos ajudar com dados”, explica a professora Andrea. “O que precisa é que cada vez mais municípios possam ter esses planos. Para ter um documento de planejamento urbano, de gestão de risco. Isso é importante. E se apropriar desse documento, manter esse documento atualizado e utilizá-lo mesmo para a captação de recurso.”

O plano de Santa Maria começou a ser desenhado no segundo semestre de 2023, focando em seis regiões que concentram habitações informais e populações vulneráveis:

• <b>Região Sul:</b> vilas Urlândia e Santos

• <b>Região Oeste:</b> vilas Babilônia, Lídia, Chaminé e Arco-Íris

• <b>Região Centro-Oeste:</b> Vila Beco do Guarani

• <b>Região Nordeste:</b> vilas Schirmer e Km 3

• <b>Região Norte:</b> vilas Bilibio e Favarin

• <b>Região Leste:</b> vilas Canário, Bela Vista, Bürger e Churupa

“Nós escolhemos e estudamos essas áreas entre 2023 e o início de 2024, antes dos eventos extremos acontecerem”, ressalta a doutora em Geotecnia. A pedido da prefeitura, os pesquisadores do Lageolam também realizaram um mapeamento suplementar voluntário na Vila Santa Tereza (no bairro Chácara das Flores), após o local sofrer um processo de abatimento de terra.

O sucesso metodológico expandiu as fronteiras da pesquisa. A partir da próxima semana, a professora Andrea assume a coordenação do primeiro PMRR de Cachoeira do Sul, em parceria com o Governo Federal, com previsão de entrega para o próximo ano. “Antes, a metodologia focava apenas nos graus de risco ‘alto’ e ‘muito alto’. Agora, o Governo Federal incluiu também o risco ‘médio’. Vai dar muito mais trabalho para a equipe de acadêmicos, mas será um novo e interessante desafio”, destaca a geóloga.
<h3><b>O dilema da “teia social” e as soluções a longo prazo</b></h3>
Quando os mapas apontam uma residência em área de alto risco, a remoção das famílias parece ser a resposta imediata. Contudo, o PMRR adota uma diretriz humanizada: a retirada definitiva deve ser o último recurso.

“Evita-se ao máximo a remoção porque essas populações construíram uma ‘teia social’. Há uma relação profunda de vizinhança, o vínculo com o emprego, a escola dos filhos. A recomendação do plano, alinhada ao Governo Federal, é que as famílias permaneçam e o poder público faça obras de mitigação, como contenção de encostas e melhoria nas margens dos rios. A remoção definitiva só deve ocorrer quando há risco iminente à vida”, esclarece a coordenadora do PMRR.

Para além das ações emergenciais de curto prazo, o professor Daniel Allasia enfatiza que as cidades precisam implementar a drenagem urbana sustentável no longo prazo, através de um Plano Diretor de Drenagem Urbana. “Não se trata apenas de obras cinzas e estruturas rígidas de concreto. É preciso trabalhar junto com a vegetação e com a própria água, auxiliando a infiltrá-la no solo e a armazená-la. Isso não substitui os canais e reservatórios tradicionais, mas deixa as cidades muito mais resilientes.”
<h3><b>Baixa capacidade técnica e burocrática</b></h3>
Se a ciência desenvolve os mapas e a engenharia projeta as soluções, as cidades esbarram na engrenagem política de captação de recursos. A professora Andrea Nummer lembra que a prevenção climática exige proatividade e preparo burocrático das prefeituras. “Município e estado funcionam exatamente como uma universidade. Ninguém bate aqui na minha porta para me oferecer dinheiro”, desabafa a pesquisadora. “Aparece um edital público e eu tenho que estar com a minha proposta pronta, porque ele fica aberto por pouco tempo, às vezes apenas um mês”, completa.

Para Andrea, a falta de um corpo técnico qualificado na maioria das cidades pequenas para caçar esses editais e estruturar projetos complexos em tempo recorde é, atualmente, um dos grandes empecilhos para a prevenção de desastres no Estado. O El Niño traz a chuva, mas é a capacidade técnica, burocrática e social das cidades que dita o tamanho do seu impacto.

<i>Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<em>Arte gráfica da capa: Daniel De Carli</em>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM cria atlas geoambiental de cidades gaúchas </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/atlas-geoambiental-rs</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:47:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[atlas]]></category>
		<category><![CDATA[atlas geoambiental]]></category>
		<category><![CDATA[atlas municipal]]></category>
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						<description><![CDATA[Desenvolvida pelo Lageolam da UFSM, a iniciativa reúne mapas, fotografias e dados históricos para ajudar municípios a compreenderem o próprio território 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4893-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida de três atlas geoambientais sob uma mesa de fundo claro. Os atlas estão fechados e têm capas com fotos de acidentes geográficos e fundos em azul claro, azul escuro e laranja" />											<figcaption>Ao todo são 10 atlas publicados pelo grupo de pesquisa</figcaption>
										</figure>
		<p>Marcada pela presença de rios, diferentes formações de relevo e uma rica diversidade ambiental, a região da bacia hidrográfica do Ibicuí reúne alguns dos principais patrimônios naturais do oeste do Rio Grande do Sul. Com mais de 35 mil km² de extensão, a região abrange municípios como Santiago, Cacequi e Santa Maria, conectando características geográficas, históricas e socioambientais que ajudam a compreender a dinâmica do território gaúcho. É nesse contexto que o Laboratório de Geologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Lageolam, desenvolve os Atlas Geoambientais Municipais, coleções que reúnem mapas, imagens, fotografias e dados sobre os municípios da região. </p><p>Ao todo, a iniciativa já mapeou 10 municípios gaúchos. Segundo o coordenador do Lageolam Luis Eduardo Robaina, o objetivo inicial era fazer com que os atlas fossem utilizados pelo poder público para a gestão de políticas no território do município. Mas, a partir de 2018, os atlas também chegaram às salas de aula. Cada material produzido recebe uma versão didática com exercícios e jogos com foco no público escolar. A iniciativa aumentou o interesse dos municípios no trabalho realizado pelo grupo de pesquisa. </p><p>Os cadernos didáticos são personalizados de acordo com as características de cada local. No material de São Martinho da Serra, por exemplo, a apresentação é feita pela Cruz Missioneira, símbolo presente no brasão municipal. Já em Nova Esperança do Sul, a “guia” é a Gruta Subterrânea Nossa Senhora de Fátima, importante ponto turístico local.</p><p>Na universidade, a produção do material também recebe papel didático importante. Para o doutorando em Geografia, Eric Beilfuss, participar da elaboração dos atlas geoambientais foi uma experiência marcante tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal. De acordo com o estudante, o projeto permitiu unir áreas da Geografia que sempre teve interesse em vivenciar na prática, como cartografia e geoprocessamento. “Foi uma experiência muito importante porque consegui participar de todas as etapas da produção, desde a coleta de dados até a elaboração dos mapas”, destaca.</p><p>Eric também comenta que o trabalho contribuiu para ampliar sua percepção sobre o papel social da universidade e da pesquisa científica. Um dos exemplos citados por ele é o Atlas Geoambiental de Jari, objeto de pesquisa de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Para ele, a experiência mostrou como o conhecimento produzido dentro da universidade pode alcançar diretamente a comunidade. “Foi muito importante perceber como a pesquisa pode sair de dentro da universidade e chegar até as pessoas, hoje os atlas são usados dentro de salas de aula, por exemplo”, afirma.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4900-1024x683.jpg" alt="Imagem vertical colorida de mãos segurando um atlas geoambiental aberto, nas páginas estão mapas do município de São Borja em verde" />											<figcaption>As coleções reúnem mapas, imagens, fotografias e dados sobre os municípios da região, como o de São Borja</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Como o atlas é feito?</strong></h3>
<p>Em suas páginas, estão organizadas informações históricas, socioeconômicas e ambientais, como rede hidrográfica, relevo, geologia, tipos de solo, uso e ocupação da terra, vegetação original e divisões geoambientais, oferecendo um panorama amplo das características e transformações do município retratado.</p>
<p>A elaboração dos atlas começa com a análise de diferentes bases de dados geográficos e ambientais. Para isso, a equipe do Lageolam utiliza ferramentas como sensoriamento remoto, técnica que permite obter imagens do território à distância, cartas topográficas e imagens de satélite, que ajudam a identificar características naturais e urbanas dos municípios.</p>
<p>Depois da etapa inicial, os pesquisadores realizam trabalhos de campo para complementar as informações coletadas digitalmente. Durante as visitas aos municípios, a equipe registra fotografias, coleta amostras de solos e rochas, e analisa elementos da paisagem, como relevo, vegetação, hidrografia e áreas de ocupação urbana e rural.</p>
<p>A produção dos atlas varia conforme o envolvimento de cada município e da disponibilidade de informações locais. Conforme o professor Romário Trentin, integrante do Lageolam, quando há maior participação das prefeituras, escolas e comunidades, o material incorpora conteúdos mais específicos e aprofundados sobre a realidade local. Em outros casos, a equipe precisa buscar os dados de forma independente, recorrendo a instituições públicas, bibliotecas e museus.</p>
<p>Além disso, o grupo também utiliza pesquisas feitas na UFSM. "Nós já temos muitos trabalhos acadêmicos realizados na região. Temos 30 anos de pesquisa na Bacia do Ibicuí. Então nós conhecemos o território. O diferencial do Atlas é a forma como essas informações são apresentadas", destaca Robaina.&nbsp;</p>
<h3><b>São Borja foi o primeiro município contemplado com a iniciativa</b></h3>
<p>O curso de Geografia da UFSM sempre produziu mapas variados dos municípios gaúchos. No entanto, o poder público tinha dificuldade de trabalhar com esses mapas por falta de corpo técnico qualificado e, também, pelo fato de mapas da bacia hidrográfica representarem os cursos d’água sem os limites territoriais dos municípios.</p>
<p>Então, em 2007, a Prefeitura de São Borja solicitou ao Lageolam uma apresentação de todos os tipos de mapas que o Lageolam havia feito sobre o município, um atlas. Este foi o primeiro do tipo a ser desenvolvido pelo laboratório. Para tornar os atlas mais fáceis de compreender para os gestores públicos, eles passaram a trabalhar utilizando como referência os limites territoriais, mas sem deixar de incluir as bacias hidrográficas presentes dentro dos territórios.&nbsp;</p>
<p>De acordo com o docente, o projeto atuou inicialmente em municípios menores da região com o objetivo de prestar apoio técnico no mapeamento das características físicas de seus territórios. "Santa Maria, por exemplo, tem um corpo técnico e já possui informações sobre seu território. Já esses municípios com os quais trabalhamos têm muito mais dificuldade para conseguir apoio técnico”, explica Robaina.&nbsp;</p>
<p>Todos os atlas desenvolvidos pelo grupo estão disponíveis e podem ser acessados de forma gratuita no <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/cartilha">site do laboratório</a>.&nbsp;</p>
<p>Texto: Bernardo Salcedo, jornalista, e João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias&nbsp;</p><p>Fotos: Gabriele Mendes, estudante de jornalismo e estagiária na Agência de Notícias&nbsp;</p><p><b>Edição</b>: Mariana Henriques e Maurício Dias, jornalistas da Agência de Notícias</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PROFGeo conquista nota 4 na avaliação da CAPES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/profgeo/2026/01/15/profgeo-conquista-nota-4-na-avaliacao-da-capes</link>
				<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 15:04:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia em Rede Nacional (PROFGeo) celebra uma conquista extraordinária ao obter nota 4 no conceito CAPES já em sua primeira avaliação. O resultado é muito significativo para um programa de mestrado com poucos anos de criação, visto que a nota máxima permitida para programas novos é 5. Esse [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia em Rede Nacional (PROFGeo) celebra uma conquista extraordinária ao obter nota 4 no conceito CAPES já em sua primeira avaliação. O resultado é muito significativo para um programa de mestrado com poucos anos de criação, visto que a nota máxima permitida para programas novos é 5.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Esse desempenho confirma a solidez do projeto acadêmico-pedagógico, resultado de um trabalho coletivo em sua estruturação, fortalecendo ainda mais a formação docente continuada e a pesquisa em Ensino de Geografia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Parabenizamos a Coordenação Nacional, na figura do Prof. Marcelo Cervo Chelotti, e toda a equipe: instituições associadas, coordenações, docentes, técnicos-administrativos e estudantes que fazem parte desta conquista!</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter"><img src="https://mail.google.com/mail/u/1?ui=2&amp;ik=50e88c26f6&amp;attid=0.1&amp;permmsgid=msg-f:1854213829742448064&amp;th=19bb7da7736a4dc0&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1854213829742448064&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_Sqgyvv1_dlqdecnZ3Ua0zdtPKZau7J6NP0Dx7nylgz0xY9tpF8nIHq0UdOQIPsRDPDqE8l4arUDePt_wFuhM7qMzhByLrHXMRjnfMJuWusNJnn8yECIH922s&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_19bb7da2cfe3f9a98781&amp;zw" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Totens interativos e exposição fotográfica são estratégias para a conscientização sobre a crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/19/totens-interativos-e-exposicao-fotografica-sao-estrategias-para-a-conscientizacao-sobre-a-crise-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 17:26:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto Memorar Quarta Colônia, da UFSM, objetiva sensibilização e resiliência climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No início de novembro, a Jornada Acadêmica Integrada Mirim (<a href="https://www.ufsm.br/2025/11/05/4a-edicao-da-jai-mirim-abre-as-portas-da-ufsm-aos-pequenos-cientistas"><b><u>JAI Mirim</u></b></a>) recebeu pequenos cientistas do ensino infantil e fundamental no Museu do Conhecimento da UFSM. Dentre os projetos presentes no evento, um dos destaques foi o Memorar - Memorial das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia. Foi a estreia de t<a href="https://www.instagram.com/p/DQpa0Jskano/?img_index=1"><u><b>otens digitais interativos</b></u></a>, adquiridos com recursos do Pró-Equipamentos, projeto parceiro financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes). Por meio dos totens, as crianças puderam visualizar e interagir com histórias em quadrinhos, quizzes, imagens das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e mapas que mostram o movimento das águas no estado.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.08-3-e1766165301863-1024x906.jpeg" alt="" />											<figcaption>Criança interage com totem durante JAI Mirim, na UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>O professor Adriano Figueiró é do Departamento de Geografia da UFSM e coordena o projeto Memorar. Segundo ele, mais de 300 pessoas, entre crianças e professores, passaram e interagiram com os totens. “Todo mundo ficou bastante impactado e surpreso com o conteúdo que observaram. Eu acho que isso cumpriu um primeiro objetivo [do projeto], que é justamente a sensibilização”, afirma Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Os totens funcionam como ferramentas de divulgação científica e difusão do conhecimento sobre mudanças e resiliência climática, pois permitem compreender, visualizar e interagir com explicações sobre causas e efeitos dos eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes. “A partir da mudança climática, nós transformamos o extraordinário em ordinário”, declara Adriano. Para o professor, esse entendimento é importante para sensibilizar e conscientizar diferentes gerações. Crianças, adolescentes e jovens, que no momento são os públicos-alvo do projeto, têm mais facilidade de compreender a seriedade do fenômeno por terem nascido imersos nesta complexidade. Consequentemente, tem mais possibilidade de incorporar práticas sustentáveis no seu dia a dia.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, por não ter presente a vivência da memória de eventos climáticos extremos que já aconteciam no século passado, a noção de urgência e de planejamento de ações a longo prazo encontra mais dificuldades. Já para os adultos, essa mesma característica dificulta a compreensão da mudança climática, uma vez que enchentes, estiagens, chuvas de granizo e vendavais já causavam destruição em décadas passadas. “Mas a partir do momento em que eles começam a compreender que a mudança climática é, na verdade, a intensificação dos fenômenos extraordinários que sempre aconteceram, eu diria que eles são parceiros mais fáceis de serem incorporados, porque têm uma noção  de mundo que os jovens não têm”, explica Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Foram adquiridos dez totens que atualmente estão no Museu do Conhecimento da UFSM. No entanto, de acordo com Adriano, futuramente alguns deles podem ser instalados no Memorial da Resiliência Climática, objetivo principal do projeto e que está em fase de planejamento.</p>		
			<h3>Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho</h3>		
		<p>A fim de ampliar a visibilidade do projeto, o Memorar QC inaugurou na semana passada a mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’ no hall do Centro de Ciências Naturais e Exatas. “O nosso objetivo é tentar partir de diferentes instrumentos para sensibilizar diferentes grupos da comunidade”, diz Adriano. São 20 fotos das enchentes de 2024 selecionadas a partir de materiais midiáticos, que também são dados coletados pelo projeto. Estas fotografias representam a tragédia. Por outro lado, Adriano afirma que a ideia da mostra surgiu para fazer uma espécie de contrapeso, já que a atuação no projeto exige reviver a catástrofe e rememorar a tragédia. Por isso, criaram um concurso fotográfico para selecionar fotos de paisagens da Quarta Colônia, que significam o Sonho. “[Serve] para que as pessoas possam perceber o potencial dessas paisagens para construir a vida”, declara.</p>		
							“A paisagem da Quarta Colônia é excepcionalmente linda. Mas quando você confronta essas duas realidades, ou seja, uma paisagem linda e uma paisagem submetida a uma catástrofe, nós percebemos que a passagem de uma paisagem linda para uma de perigo, morte e destruição, é uma passagem muito rápida, que pode se dar num tempo muito curto. Por isso temos que criar estratégias para tentar evitar que o impacto seja tão grande como foi em 2024”. - Adriano Figueiró, coordenador do projeto.
		<p>Para Adriano, este comparativo demonstra que, para além da tragédia, aquela paisagem tem capacidade de resiliência e recuperação. A mostra fotográfica é itinerante e será levada para diferentes espaços da UFSM, de escolas e da Quarta Colônia em 2026.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1024x682.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica reúne imagens das paisagens da Quarta Colônia antes e depois das enchentes de 2024.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Memória como ferramenta para o futuro</h3>		
		<p>O nome do projeto já informa um de seus objetivos: transformar a enchente em memória. Adriano explica que, apesar de ser um processo doloroso, rememorar as paisagens e consequências das enchentes de 2024 é necessário. “Costumamos dizer que a memória é a única coisa que efetivamente consegue ligar o passado ao presente, para construir o futuro”, declara. Por isso ela se torna ferramenta de conscientização: permite compreender a noção da passagem do tempo. “[Ela] nos permite ter a noção de onde as coisas vieram, de como chegaram até aqui, do que aconteceu lá atrás, porque esse processo se repete no tempo. E se não temos a memória, não temos a compreensão de repetição”, conta Adriano. Isso é importante para compreender, inclusive, a intensificação de fenômenos climáticos extremos. </p>		
							<b>“Esse é o princípio para nós. Vivemos um momento, na sociedade planetária, submetido a um modo de produção capitalista, em que a memória tende a ser sistematicamente apagada porque quando temos um indivíduo sem memória, ele é mais vulnerável para o processo do consumo, da construção de imaginários que não são reais”, finaliza Adriano.</b>
		<p>Um dos instrumentos para a preservação da memória das enchentes será o Memorial da Resiliência Climática, cuja previsão de instalação é para o próximo ano.</p><p><i><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista</i></p>
<p><i><b>Fotografias</b>: Memorar Quarta Colônia</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição Escavando Histórias apresenta origens e jornada da arqueologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/09/exposicao-escavando-historias-apresenta-origens-e-jornada-da-arqueologia</link>
				<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 19:47:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71617</guid>
						<description><![CDATA[A mostra ficará aberta ao público a partir desta quarta-feira (10) no prédio do Lasca]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71619" align="alignright" width="621"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8952.jpg"><img class=" wp-image-71619" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8952-300x200.jpg" alt="Um grupo de pessoas está observando peças de uma exposição. Ao fundo, há uma parede branca e dois painéis amarelos, com textos em preto e figuras. No centro da foto, há uma pequena mesa branca e uma caixa de vidro em cima, com artefatos dentro. Em volta, há seis pessoas observando." width="621" height="414" /></a> Além de artefatos arqueológicos, o público encontra na exposição painéis contando fatos marcantes sobre a trajetória da arqueologia[/caption]
<p>O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca) da UFSM inaugurou na manhã desta terça-feira (9) a exposição “Escavando histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos”, que apresenta as origens e a história desta ciência ao longo dos anos. A inauguração ocorreu no prédio do Lasca, localizado na Rua Floriano Peixoto, 1176, ao lado da Antiga Reitoria da UFSM, onde a exposição ficará aberta ao público a partir desta quarta-feira (10), das 10h ao meio-dia e das 13h às 17h. A previsão é que a mostra fique no local pelos próximos seis meses.</p>
<p>A exposição é realizada pelo Lasca e tem como parceiros o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani, o Centro de Ensino e Pesquisas Arqueológicas (Cepa) da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), o Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia do Departamento de Geociências da UFSM, o Grupo de Pesquisa Nightwind do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism), a Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) e a Pró-Reitoria de Extensão (PRE).</p>
<p><b>Peças históricas, artefatos locais e réplicas constituem a exposição do Lasca</b></p>
<p>O coordenador do Lasca, André Soares, explica que a exposição tem um intuito nem sempre tão explorado: falar da arqueologia em si, como ciência, e explicar como ela funciona e qual sua importância para o público. “A arqueologia na universidade existe há mais de 40 anos, e o Lasca foi criado oficialmente em 2019. Desde lá estamos equipando e estruturando o laboratório, e agora, com a chegada de uma museóloga em 2024, temos condições de fazer um projeto maior de arqueologia em diálogo com a sociedade, através de uma percepção de uma exposição museológica. A ideia foi juntar justamente as duas coisas, a observação museológica mais o espaço da arqueologia”, comenta o coordenador.</p>
[caption id="attachment_71620" align="alignleft" width="581"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8961.jpg"><img class=" wp-image-71620" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8961-300x200.jpg" alt="A foto mostra um jogo de madeira, que possui vários quadrados para serem girados. De um lado, há um termo da arqueologia e, do outro lado, a explicação do conceito. Na foto é possível ver a parte de cima do jogo, com três quadrados, e a mão de uma pessoa, branca, com unhas pintadas de preto, mexendo no segundo quadrado." width="581" height="387" /></a> Na exposição, o público pode testar seus conhecimentos em um jogo interativo que dispõe de um glossário de termos usados no universo da arqueologia e do patrimônio[/caption]
<p>A museóloga do Lasca e coordenadora da Divisão de Museus da UFSM, Aline Vargas, comenta que a ideia da exposição também surgiu de uma demanda para desenvolver uma atividade que fosse voltada para o público escolar. “A exposição que tinha aqui antes era mais voltada para o público universitário, adulto. E notamos que as crianças tinham muito interesse em entender essa figura do arqueólogo, que é uma figura hollywoodiana, do Indiana Jones. Eles queriam entender o que o arqueólogo escava, como que funciona, como que se sabe que determinado espaço tem um potencial de ser um sítio arqueológico, qual é o método da escavação.”</p>
<p>Assim, a exposição tem como objetivo responder essas perguntas de uma forma lúdica e dinâmica, explicando a origem da arqueologia e do arqueólogo, e como essa ciência foi se modificando até chegar ao que é hoje em dia, utilizando diversos recursos, como exposição de objetos, pinturas nas paredes, jogos interativos e painéis com textos explicativos.</p>
<p>Por meio da exposição, o público pode conhecer mais sobre as ferramentas e objetos utilizados pelos povos originários (como pontas de flechas), pinturas rupestres (pintadas em parede do Lasca pela própria equipe, com representações de diversas partes do mundo), a megafauna (por meio de uma réplica da cauda de um gliptodonte, uma espécie de tatu gigante, feita pelo grupo Nightwind do Ctism) e cerâmicas, além da escavação de artefatos que está sendo realizada no jardim do Museu Gama d’Eça (até o momento cerca de 500 objetos foram encontrados) e de um jogo interativo que contém um glossário dos principais conceitos da arqueologia. Aline também destaca que as seções sobre a <a href="https://www.ufsm.br/2025/09/05/escavacao-encontra-fragmentos-do-telhado-original-do-predio-onde-funciona-o-museu-gama-deca" target="_blank" rel="noopener">escavação no quintal do Museu Gama d’Eça</a> e sobre animais da megafauna (conjunto de animais de grande porte) estão entre as favoritas das crianças.</p>
[caption id="attachment_71621" align="alignright" width="620"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8999.jpg"><img class=" wp-image-71621" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8999-300x200.jpg" alt="A imagem mostra uma réplica da cauda de um gliptodonte, uma espécie de tatu gigante. A cauda é comprida, marrom, e termina em uma forma arredondada, com protuberâncias no formato de espinhos, de cor bege, saindo dela." width="620" height="414" /></a> A exposição conta com uma réplica da cauda de um gliptodonte, produzida pelo Grupo de Pesquisa Nightwind, do Ctism[/caption]
<p>Bolsista do Lasca e estudante do 5º semestre do curso de Bacharelado em História, João Pedro Meinen compartilha que os bolsistas puderam realizar um grande trabalho de pesquisa para auxiliar a construir a exposição. “O que vemos aqui é a concretização de muito tempo de estudo, de pesquisa e de trabalho. A nossa principal contribuição foi pensar o conteúdo da exposição, o que ia ser exposto, o que usar daqui, o que pegar de outros acervos, o que colocar nos textos, e o que falar sobre toda essa ideia da história da arqueologia, que é um tema que não se fala muito nas exposições”, comenta.</p>
<p>João Pedro também destacou a exibição de artefatos encontrados no quintal do Museu Gama d’Eça, por se tratar de uma escavação em um espaço localizado no centro de Santa Maria. “É uma coisa que é invisibilizada talvez, porque fica no centro e ninguém sabe que está acontecendo, só nós e quem acompanha as notícias da universidade. Essa para mim é a parte mais interessante, porque se expõe o que está sendo feito agora, aqui no centro.”</p>
<p>Informações para agendamento de visitas escolares e visitas guiadas encontram-se na página <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lasca" target="_blank" rel="noopener">www.ufsm.br/laboratorios/lasca</a>. Outros conteúdos sobre o Lasca constam em seu <a href="https://www.instagram.com/lasca_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil no Instagram</a>.</p>
<p><i>Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i>Fotos: Felippe Richardt</i></p>
<p><i>Edição: Lucas Casali</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>TV Campus faz cobertura de seminário sobre os 150 anos da imigração italiana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/28/tv-campus-faz-cobertura-de-seminario-sobre-os-150-anos-da-imigracao-italiana</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 17:59:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71501</guid>
						<description><![CDATA[Entre os palestrantes, destaca-se a presença de representantes de museu e geoparque italianos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta sexta-feira (28), encerra-se o <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgpc/2025/10/08/seminario-internacional-interdisciplinar-de-formacao-continuada-de-professores-da-quarta-colonia-geoparque-unesco-ciclo-de-estudos-dos-150-anos-de-imigracao-italiana-na-quarta-colonia-geoparque-u" target="_blank" rel="noopener">Seminário Internacional Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores da Quarta Colônia – Geoparque Unesco</a>. A programação de hoje ocorre em São João do Polêsine, onde acontece a exposição “Educação patrimonial no Geoparque Quarta Colônia”. O evento começou na quinta-feira (27), em Restinga Seca, no Recanto Maestro. O evento consiste em um ciclo de estudos sobre os 150 anos da imigração italiana na região, contando com a presença de pesquisadores brasileiros e internacionais. Entre os painelistas e palestrantes, destaca-se a presença do presidente da Rede Global de Geoparques da Unesco, do cônsul-geral da Itália no Rio Grande do Sul, de representantes do Museu Nacional da Emigração Italiana (localizado em Gênova) e do Geoparque do Alpes Apuanos, que fica na região da Toscana. Outras informações podem ser conferidas na matéria produzida pela TV Campus, que consta no <i>player</i> abaixo.

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				<title>Seminário reúne pesquisadores da imigração italiana e representantes de geoparques internacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/26/seminario-reune-pesquisadores-da-imigracao-italiana-e-representantes-de-geoparques-internacionais</link>
				<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 21:08:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
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						<description><![CDATA[O evento terá palestrantes da UFSM e UFPel, e também de instituições italianas e portuguesas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/banner-683x1024-1.jpg"><img class=" wp-image-71477 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/banner-683x1024-1-200x300.jpg" alt="" width="567" height="851" /></a>Na quinta (27) e sexta-feira (28), ocorre o Seminário Internacional Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores da Quarta Colônia – Geoparque Unesco. O evento consiste em um ciclo de estudos sobre os 150 anos da imigração italiana na região, contando com a presença de pesquisadores brasileiros e internacionais. A UFSM, por meio do Mestrado em Patrimônio Cultural, está entre as instituições que promovem o seminário.

O primeiro dia (27) da programação ocorre em Restinga Seca, no Recanto Maestro. Sob a mediação do cônsul-geral da Itália no Rio Grande do Sul, Valerio Caruso, a primeira atividade, às 9h, será uma mesa de discussão sobre “Os 150 anos de imigração italiana e a Quarta Colônia”, a qual terá a participação das professoras Maria Medianeira Padoin, da UFSM, e Maíra Vendrame, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

A atividade seguinte, às 11h, é uma conferência com o geólogo português Artur Sá, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, coordenador científico do Geoparque de Arouca e presidente da Rede Global de Geoparques da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Na ocasião, ele vai falar sobre “A educação e a preservação do patrimônio cultural como fator de desenvolvimento sustentável – experiências da Unesco em sua rede mundial de geoparques”.

À tarde, a partir das 14h30min, uma comitiva genovesa participa da mesa intitulada “A emigração e a sua representação nos museus italianos de Gênova”. Os painelistas são Pierangelo Campodonico, Giorgia Barzetti e Joice de Medeiros, que atuam no Museu Nacional da Emigração Italiana. Essa mesa terá a mediação do presidente da Comissão Oficial dos Festejos dos 150 anos da Imigração Italiana no Rio Grande do Sul, Fabrício Peruchin, que também é o secretário estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos.

A seguir, às 16h30min, o secretário estadual do Turismo, Ronaldo Santini, vai mediar a última atividade do dia: uma mesa sobre “Geoparques mundiais da Unesco e a educação”. Representando o Geoparque dos Alpes Apuanos (localizado na região da Toscana), o geólogo italiano Giuseppe Ottria será um dos painelistas, junto com a coordenadora do Geoparque Quarta Colônia, Jucemara Rossato, prefeita de Nova Palma.

No dia seguinte (28), a programação ocorre no Centro de Eventos de São João do Polêsine. Às 9h, será aberta a exposição “Educação patrimonial no Geoparque Quarta Colônia”. A mostra é constituída por trabalhos realizados em escolas da região de abrangência do geoparque, e também por trabalhos produzidos no âmbito dos programas de pós-graduação em Patrimônio Cultural, Geografia e Comunicação da UFSM. A exposição encerra-se às 15h30min.

Logo após, às 16h, as autoridades presentes no seminário visitam, em São João do Polêsine, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa), bem como o Sítio Arqueológico Albino Marzari, no interior de Dona Francisca.

Além das instituições já mencionadas, o seminário conta também com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). A programação completa e outras informações estão disponíveis <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgpc/2025/10/08/seminario-internacional-interdisciplinar-de-formacao-continuada-de-professores-da-quarta-colonia-geoparque-unesco-ciclo-de-estudos-dos-150-anos-de-imigracao-italiana-na-quarta-colonia-geoparque-u" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Defesas de Estágio Supervisionado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/11/19/defesas-de-estagio-supervisionado</link>
				<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 20:43:09 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone  wp-image-1108" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/11/IMG-20251107-WA00731-1-300x213.jpg" alt="" width="608" height="432" /></p>
<p><img class="alignnone  wp-image-1109" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-20-as-21.38.35_f5974895-240x300.jpg" alt="" width="611" height="764" /></p>
<p><img class="alignnone  wp-image-1110" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/11/Convite-para-defesa-de-trabalho-de-Graduacao-CANVA-300x169.jpg" alt="" width="675" height="380" /></p>
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				<title>Defesas de TCC</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/10/24/defesas-de-tcc</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 12:19:48 +0000</pubDate>
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<p><img class="alignnone  wp-image-1098" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/10/Arte-defesa-tcc-Caroline-Moro.pptx-300x169.jpg" alt="" width="689" height="388" /></p>
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<p><img class="alignnone  wp-image-1101" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/11/CONVITE-1-300x216.jpg" alt="" width="685" height="493" /></p>
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<p><img class="alignnone  wp-image-1116" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/11/Card-de-Defesa-TCC-240x300.jpg" alt="" width="679" height="849" /></p>
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<p><img class="alignnone  wp-image-1120" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-20.37.42-240x300.jpeg" alt="" width="608" height="760" /></p>
<p><img class="alignnone  wp-image-1128" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/12/banca_modelo2-4-240x300.jpg" alt="" width="607" height="759" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM sedia neste mês o 39º Encontro Estadual de Geografia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/02/ufsm-sedia-neste-mes-o-39o-encontro-estadual-de-geografia</link>
				<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:32:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento é comemorativo aos 60 anos do curso de Geografia da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em comemoração aos 60 anos do curso de Geografia da UFSM, acontecerá de 17 a 19 de outubro, nos auditórios do prédio 17, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), o 39º Encontro Estadual de Geografia (EEG), que terá como tema "Não foi por falta de aviso: a Geografia do Rio Grande do Sul frente às crises". </p>
<p>Dentre as atividades programadas, estão conferências, mesas-redondas, saídas de campo, apresentação de trabalhos e momentos culturais. O evento é voltado para geógrafos, professores de Geografia, estudantes e demais interessados na temática da crise socioambiental. As inscrições podem ser realizadas até o primeiro dia. </p>
<p>A organização do encontro está sob responsabilidade da comissão local, em parceria com a Associação Brasileira de Geógrafos (AGB) seção Porto Alegre. </p>
<p>Programação completa e mais informações no perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/eeg_sm/" target="_blank" rel="noopener">@eeg_sm</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Geografia oferece aula aberta sobre o tema "A atuação do geógrafo na agricultura bioregenerativa: um estudo de caso"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/09/30/curso-de-geografia-oferece-aula-aberta-sobre-o-tema-a-atuacao-do-geografo-na-agricultura-bioregenerativa-um-estudo-de-caso</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:15:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aula aberta]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Você já ouviu falar em agricultura bioregenerativa?Venha conhecer como o geógrafo pode atuar nesse campo inovador!  Tema: A atuação do geógrafo na agricultura bioregenerativa: um estudo de caso Por Luis Fernando Devicari  15 de outubro de 2025 14h Auditório Milton Santos – UFSM (B2)  Evento gratuito Com certificado Não perca essa oportunidade de aprender e debater sobre sustentabilidade e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Você já ouviu falar em agricultura bioregenerativa?<br />Venha conhecer como o geógrafo pode atuar nesse campo inovador!<br /><br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f4d6/32.png" alt="📖" data-emoji="📖" aria-label="📖" /> Tema: A atuação do geógrafo na agricultura bioregenerativa: um estudo de caso<br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f3a4/32.png" alt="🎤" data-emoji="🎤" aria-label="🎤" /> Por Luis Fernando Devicari<br /><br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f4c5/32.png" alt="📅" data-emoji="📅" aria-label="📅" /> 15 de outubro de 2025<br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f551/32.png" alt="🕑" data-emoji="🕑" aria-label="🕑" /> 14h<br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f4cd/32.png" alt="📍" data-emoji="📍" aria-label="📍" /> Auditório Milton Santos – UFSM (B2)<br /><br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/2714_fe0f/32.png" alt="✔️" data-emoji="✔️" aria-label="✔️" /> Evento gratuito<br /><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/2714_fe0f/32.png" alt="✔️" data-emoji="✔️" aria-label="✔️" /> Com certificado<br /><br />Não perca essa oportunidade de aprender e debater sobre sustentabilidade e novos caminhos para o planejamento territorial! <img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f30d/32.png" alt="🌍" data-emoji="🌍" aria-label="🌍" /></p>
<p><img class="alignnone  wp-image-1094 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/09/BANCAS-300x300.jpg" alt="" width="482" height="482" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Geografia seleciona monitor voluntário</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/08/22/curso-de-geografia-seleciona-monitor-voluntario</link>
				<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 19:12:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Cartografia A (GCC1071) &#8211; veja o edital aqui. Resultado final &#8211; acesse aqui.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Cartografia A (GCC1071) - veja o edital <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/08/Monitoria_voluntaria_Carina_Petsch_assinado.pdf">aqui</a>.</p>
<p>Resultado final - acesse <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/08/Edital_monitoria_voluntaria_assinado-1.pdf">aqui</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Os Cursos de Geografia tornam pública a seleção para estudantes colaboradores/as(auxiliares) durante o Descubra UFSM 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/08/19/os-cursos-de-geografia-tornam-publica-a-selecao-para-estudantes-colaboradores-asauxiliares-durante-o-descubra-ufsm-2025</link>
				<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 17:13:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/?p=1084</guid>
						<description><![CDATA[Acesse o edital aqui. Inscrições homologadas &#8211; acesse aqui. Resultado preliminar &#8211; acesse aqui. Resultado final &#8211; acesse aqui.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Acesse o edital <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/08/Edital_Descubra_2025.pdf">aqui.</a></p>
<p>Inscrições homologadas - acesse <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/08/EDITAL_066_Inscricoes_Homologadas_assinado.pdf">aqui</a>.</p>
<p>Resultado preliminar - acesse <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/08/EDITAL_066_Resultado_Preliminar_assinado.pdf">aqui.</a></p>
<p>Resultado final - acesse <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/08/EDITAL_066_Resultado_Final_assinado.pdf">aqui</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série de palestras on-line promove diálogo entre escolas do campo e temas emergentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/07/serie-de-palestras-on-line-promove-dialogo-entre-escolas-do-campo-e-temas-emergentes</link>
				<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 20:02:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[A primeira palestra, no dia 18, será sobre “Paulo Freire e as culturas ancestrais de Abya Yala”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/1-2-1.jpeg"><img class=" wp-image-70075 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/1-2-1-237x300.jpeg" alt="" width="499" height="632" /></a>A partir do dia 18 de agosto, o Grupo Girassol (Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais) realiza em seu <a href="https://www.youtube.com/capacitacaodigitalufsm" target="_blank" rel="noopener">canal no Youtube</a> uma série de 35 palestras on-line, abertas a toda a comunidade, com atividades previstas até o dia 15 de dezembro. Serão duas palestras semanais, na segunda e quarta-feira, sempre às 19h, integrando a programação do evento Temas Emergentes, cuja 5ª edição tem como tema central “Dialogando com as escolas do campo: cultivando saberes na formação docente”. O primeiro encontro será uma palestra com o professor Reinaldo Matias Fleuri, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que vai falar sobre “Paulo Freire e as culturas ancestrais de Abya Yala”.

O evento é realizado em parceria entre vários cursos e grupos da UFSM, além de outras entidades: Grupo Girassol; Núcleo Conversar (Biologia Cultural, Educação, Sustentabilidade e Transformação Humana); programas de pós-graduação em Extensão Rural e Geografia; cursos a distância (EaD) de licenciatura em Educação do Campo, Geografia, Letras/Português, Pedagogia e Física; curso presencial de licenciatura em Geografia; rede municipal de ensino de Cachoeira do Sul; Arco Editores; fóruns estaduais de coordenadores de polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) do Rio Grande do Sul e Espírito Santo.

Os interessados em participar devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfzZqbU0ukbhV2To3sFYXpBzyooWhL_d2O-CxSGG_O-GIonmQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também consta a programação completa. Aos participantes, será concedido certificado de 80 horas de atividades.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Confira a programação do Fórum LEPGHU que ocorre em agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/07/10/confira-a-programacao-do-forum-lepghu-que-ocorre-em-agosto</link>
				<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 21:07:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[LEPGHU]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O “Fórum de Ensino, Geografia e Humanidades: Narrativas, Cartografias e Outras Linguagens para (Re)pensar o Espaço” tem por objetivo promover reflexões interdisciplinares sobre o espaço, articulando abordagens das Geografias, das Humanidades e das Múltiplas Linguagens para (re)pensarmos o espaço, valorizando e divulgando diferentes abordagens contemporâneas e necessárias para as nossas ciências. O evento, que integra [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O “Fórum de Ensino, Geografia e Humanidades: Narrativas, Cartografias e Outras Linguagens para (Re)pensar o Espaço” tem por objetivo promover reflexões interdisciplinares sobre o espaço, articulando abordagens das Geografias, das Humanidades e das Múltiplas Linguagens para (re)pensarmos o espaço, valorizando e divulgando diferentes abordagens contemporâneas e necessárias para as nossas ciências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento, que integra a programação dos 60 anos da Geografia da UFSM e dos 04 anos do Laboratório de Ensino e Pesquisas em Geografia e Humanidades (LEPGHU), será realizado entre os dias 25 e 29/08/2025, na modalidade híbrida, ou seja, contando com atividades online e presenciais. Os dias 28/08 e 29/08 contam com uma programação organizada pelo Laboratório de Espacialidades Urbanas (LABEU), grupo de pesquisa que fez parte da história da UFSM por muitos anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As palestras e mesas online serão transmitidas no Canal do YouTube do PPGGEO (disponível em: </span><a href="https://www.youtube.com/@ppggeoufsm6612"><span style="font-weight: 400">https://www.youtube.com/@ppggeoufsm6612</span></a><span style="font-weight: 400">). As mesas presenciais terão os locais divulgados posteriormente. As apresentações de trabalhos e minicursos online acontecerão via meet. Já as propostas presenciais serão realizadas no Prédio 17 da UFSM. O evento contará com apresentações de trabalhos dos membros e agregados dos grupos de pesquisa LEPGHU e LabEU. Além dessas apresentações estão abertas as inscrições para trabalhos externos</span><span style="font-weight: 400"> (serão aceitos o total de 20 trabalhos externos)</span><span style="font-weight: 400">. Os minicursos serão propostos pelos docentes e pelos discentes do LEPGHU e do LABEU e terão sua inscrição divulgada no Instagram dos Laboratórios, bem como terão certificação pela assinatura na lista de presenças no dia de sua realização. As inscrições nas mesas, por sua vez, serão realizadas durante cada atividade mediante formulário eletrônico. Para certificação, é necessário participar de pelo menos duas palestras.</span></p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO GERAL:</b></p>
<table style="width: 100%;height: 879px">
<tbody>
<tr style="height: 68px">
<td style="height: 68px"> </td>
<td style="height: 68px">
<p><b>25/08 </b><b>(Segunda)</b></p>
</td>
<td style="height: 68px">
<p><b>26/08 </b><b>(Terça)</b></p>
</td>
<td style="height: 68px">
<p><b>27/08</b><b> (Quarta)</b></p>
</td>
<td style="height: 68px">
<p><b>28/08 </b><b>(Quinta)</b></p>
</td>
<td style="height: 68px">
<p><b>29/08</b><b> (Sexta)</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 248px">
<td style="height: 248px">
<p><span style="font-weight: 400">9h</span></p>
</td>
<td style="height: 248px"> </td>
<td style="height: 248px">
<p><span style="font-weight: 400">Apresentações de trabalhos  (Presencial)</span></p>
</td>
<td style="height: 248px">
<p><span style="font-weight: 400">Apresentações de trabalhos (Online)</span></p>
</td>
<td style="height: 248px">
<p><span style="font-weight: 400">Conferência Geografia, Educação, Gênero e Sexualidades</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(Presencial)</span></p>
</td>
<td style="height: 248px"> </td>
</tr>
<tr style="height: 197px">
<td style="height: 197px">
<p><span style="font-weight: 400">13h30</span></p>
</td>
<td style="height: 197px">
<p><span style="font-weight: 400">Minicurso 1 </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(Presencial)</span></p>
</td>
<td style="height: 197px">
<p><span style="font-weight: 400">Minicurso 2</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(Presencial)</span></p>
</td>
<td style="height: 197px">
<p><span style="font-weight: 400">Minicurso 3 </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(Online)</span></p>
</td>
<td style="height: 197px">
<p><span style="font-weight: 400">Roda de Conversa Diversidade na Escola</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">(presencial)</span></p>
</td>
<td style="height: 197px">
<p><span style="font-weight: 400">Mesa de debate sobre a presença das Geografias Feministas na Geografia da UFSM (presencial)</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 68px">
<td style="height: 68px">
<p><span style="font-weight: 400">16h30</span></p>
</td>
<td style="height: 136px" rowspan="2"> </td>
<td style="height: 136px" rowspan="2"> </td>
<td style="height: 136px" rowspan="2"> </td>
<td style="height: 366px" rowspan="3">
<p><span style="font-weight: 400">Mesa Geografias das Sexualidades</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(presencial)</span></p>
</td>
<td style="height: 366px" rowspan="3">
<p><span style="font-weight: 400">Mesa Perspectivas Teóricas e metodológicas da Geografia (presencial)</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 68px">
<td style="height: 68px">
<p><span style="font-weight: 400">18h30</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 230px">
<td style="height: 230px">
<p><span style="font-weight: 400">19h30</span></p>
</td>
<td style="height: 230px">
<p><span style="font-weight: 400">Mesa </span><span style="font-weight: 400">Cartografias Alternativas e Subversivas Para Pensar o Espaço</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">(online)</span></p>
</td>
<td style="height: 230px">
<p><span style="font-weight: 400">Mesa </span><span style="font-weight: 400">Geografia, Arte e Literatura</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(online)</span></p>
</td>
<td style="height: 230px">
<p><span style="font-weight: 400">Mesa </span><span style="font-weight: 400">Geografia, (Geo)tecnologias e Metodologias para o Ensino</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(online)</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para saber mais: <a href="https://docs.google.com/document/d/1S1o6QcvPhD7Fi2zhau1zX0Yoe12hYn3A/edit?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAae061C8rJM_nYTMbYaQnR5NlOJP67vLa2eRJz3Ob560uinZzo3y_rfVQrmpbQ_aem_qn_LaRUcyg6tRSn6HK98iA&amp;tab=t.0" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/document/d/1S1o6QcvPhD7Fi2zhau1zX0Yoe12hYn3A/edit?fbclid%3DPAZXh0bgNhZW0CMTEAAae061C8rJM_nYTMbYaQnR5NlOJP67vLa2eRJz3Ob560uinZzo3y_rfVQrmpbQ_aem_qn_LaRUcyg6tRSn6HK98iA%26tab%3Dt.0&amp;source=gmail&amp;ust=1752266679509000&amp;usg=AOvVaw0EqbiVC8zSy_YS3kFo7Kzw">https://docs.google.com/document/d/1S1o6QcvPhD7Fi2zhau1zX0Yoe12hYn3A/edit?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAae061C8rJM_nYTMbYaQnR5NlOJP67vLa2eRJz3Ob560uinZzo3y_rfVQrmpbQ_aem_qn_LaRUcyg6tRSn6HK98iA&amp;tab=t.0</a> <b><span style="color: #ff0000">ou </span></b><a href="https://www.instagram.com/lepghu.ufsm/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/lepghu.ufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1752266679509000&amp;usg=AOvVaw22vkS3qS9GdCQpXrGyvaag">https://www.instagram.com/lepghu.ufsm/</a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center"><img class="alignnone  wp-image-1076" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/07/LEPGHU-LIVRO-E-FORUM-2-300x300.jpg" alt="" width="454" height="454" /></p>
<p style="text-align: center"><img class="alignnone  wp-image-1079" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/07/4-1-300x300.jpg" alt="" width="451" height="451" /></p>
<p style="text-align: center"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Defesa de Estágio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/06/10/defesa-de-estagio</link>
				<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 12:56:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/?p=1044</guid>
						<description><![CDATA[   ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":1046,"width":"1019px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/2-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1046" style="width:1019px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":1048,"width":"1020px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/11-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1048" style="width:1020px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":1047,"width":"1019px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/CONVITE-PARA-A-DEFESA-DE-ESTAGIO-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1047" style="width:1019px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":1051,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/CONVITE-PARA-DEFESA-DE-ESTAGIO_20250613_130002_0000-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1051" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1056,"width":"1032px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/estagio-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1056" style="width:1032px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":1060,"width":"1032px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/4c3d3121-a779-49c8-a489-fc491e83ea39-1-1024x723.jpeg" alt="" class="wp-image-1060" style="width:1032px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":1068,"width":"1032px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/Estagio-Convite-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1068" style="width:1032px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":1073,"width":"1036px","height":"auto","sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/image-3.jpg" alt="" class="wp-image-1073" style="width:1036px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>7 conceitos que podem nos ajudar a entender as mudanças climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/06/09/7-conceitos-que-podem-nos-ajudar-a-entender-as-mudancas-climaticas</link>
				<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:41:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=316</guid>
						<description><![CDATA[Projeto da UFSM estimula protagonismo comunitário na Quarta Colônia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Conscientizar sobre o impacto das mudanças climáticas</strong> é o objetivo do projeto da UFSM <strong>MEMORAR QC – Memorial das Águas e Resiliência Climática da Quarta Colônia</strong>. A proposta envolve ações educativas voltadas à construção de uma cultura de resiliência climática no território da Quarta Colônia, por meio de estratégias que aproximem ciência e comunidade.</p><p>O projeto surge em um contexto marcado por eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes. Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou uma das maiores catástrofes climáticas de sua história, com fortes chuvas que atingiram duramente a região central do estado, incluindo os municípios da Quarta Colônia. A repetição desses eventos mostra que é necessário engajar a população na compreensão dos desastres e na construção de novas relações com o território e o meio ambiente.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/06/memorar-qc_002-1024x667.jpg" alt="" width="700" height="456" /></p><h2>“O conhecimento é a base do processo de adaptação climática”</h2><p>Nas escolas municipais da Quarta Colônia, especialmente com estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, o projeto Memorar QC vem desenvolvendo oficinas que abordam temas como sustentabilidade e mudanças climáticas. As atividades ocorrem no contraturno escolar e incluem jogos, conversas e brincadeiras que despertam o interesse dos alunos e facilitam a compreensão dos conteúdos. A ideia é incentivar o protagonismo juvenil e engajar os estudantes como agentes transformadores em suas comunidades. O projeto também realiza ações voltadas aos adultos da região, que vão de conversas informais a palestras, promovendo diálogo e conscientização sobre os desafios climáticos.</p>[caption id="attachment_320" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/06/Oficina-escola-Candida-Zasso-Nova-palma-300x268.jpg" alt="" width="300" height="268" /> Oficina realizada em escola na cidade de Nova Palma[/caption]<p>Para o coordenador do projeto, professor Adriano Figueiró, do Departamento de Geografia da UFSM, o conhecimento pode transformar a relação que os moradores têm com o lugar: “O conhecimento é a base do processo de adaptação climática. Se as pessoas não compreendem a dinâmica da natureza, não têm como se preparar para ela — e, portanto, não têm como se adaptar. É a partir das informações que as pessoas poderão entender como se preparar melhor para reduzir prejuízos e riscos à vida numa próxima ocorrência climática”.</p><p>O professor Adriano defende que o protagonismo comunitário é essencial quando se trata de enfrentar os desafios climáticos nos territórios rurais. Para ele, não é possível depender exclusivamente do poder público para resolver os problemas causados por eventos extremos. Diante disso, ele propõe uma reflexão prática: o que cada morador pode fazer para melhorar as condições ambientais e construir um futuro mais seguro? A resposta, segundo o pesquisador, passa por ações simples, mas fundamentais, como proteger nascentes dos rios, recompor matas ciliares, identificar áreas de risco nas propriedades e realizar pequenas intervenções nas propriedades para conter processos erosivos. Essas atitudes exigem, antes de tudo, que as pessoas compreendam a lógica do território em que vivem. “Estamos falando de uma região profundamente rural, formada por pequenas propriedades. Quando o conhecimento é apropriado pela comunidade, ele pode gerar transformações concretas  duradouras”, afirma.</p> <p>Pedimos ao professor Adriano Figueiró que ele elencasse as noções fundamentais que vêm sendo trabalhados nas atividades oferecidas pelo Memorar QC na Quarta Colônia. A seguir, apresentamos 7 conceitos sobre desastres climáticos que ajudam a entender o território, a se preparar para eventos extremos e a atuar na construção de comunidades mais resilientes e sustentáveis.</p><h2>1. Resiliência</h2><p>É o conceito central do projeto. Resiliência, segundo o professor, refere-se à capacidade que as pessoas, comunidades e também os ecossistemas têm de se reorganizar e retomar a vida após eventos extremos, como enchentes, com o menor impacto possível. Essa resiliência não é apenas física, mas também social e comunitária. Diante da intensificação de crises ambientais e mudanças climáticas, a frequência e intensidade desses eventos extremos tende a aumentar, tornando essencial essa capacidade de resposta e adaptação.</p><p>Além disso, o professor destaca que não apenas os seres humanos precisam ser resilientes, mas também os rios e a natureza como um todo. Com o acúmulo de sedimentos (solo, areia, pedras) no leito dos rios, a capacidade desses ecossistemas de absorver novas cheias diminui, tornando-os menos resilientes a eventos futuros.</p><h2>2. Adaptação Climática</h2><p>Está diretamente relacionada à resiliência. Envolve repensar práticas e estruturas do território para reduzir os danos provocados por futuros eventos extremos. A adaptação passa, portanto, por ações concretas no uso e ocupação do solo, conservação de áreas naturais e reestruturação de formas de manejo da terra, considerando os efeitos das mudanças climáticas.</p><h2>3. Área de Proteção Ambiental</h2><p>Essas áreas têm papel crucial na absorção da água da chuva. Quando bem conservadas, permitem que a água infiltre no solo, abastecendo os lençóis freáticos e liberando-a de forma gradativa para os rios, o que evita tanto a seca quanto enchentes. Quando há perda dessas áreas — em especial por conta da expansão agrícola — a água escorre rapidamente para os rios, sem ser absorvida, causando inundações.</p><p>O professor aponta que a falta de vegetação e o uso indevido dessas áreas são um dos principais motivos pelos quais as bacias hidrográficas da Quarta Colônia estão perdendo sua capacidade de resposta às chuvas intensas.</p>[caption id="attachment_318" align="alignright" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/06/DJI_0138-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Área destruída após enchente de 2024[/caption]<h2>4. Matas Galerias (ou Ciliares)</h2><p>São matas que acompanham os cursos dos rios, formando uma faixa de proteção natural nas margens. Pela legislação, devem ser preservadas. Essas matas funcionam como uma barreira que reduz o escoamento de sedimentos e evita o desbarrancamento dos rios. Quando bem conservadas, fazem com que a água da chuva entre no rio sem carregar grande quantidade de terra.</p><p>Sem essa vegetação, a água escoa diretamente para os rios carregando o solo, provocando erosão e contribuindo para o assoreamento. Em muitas áreas da Quarta Colônia, essas matas estão sendo substituídas por lavouras — de arroz nas áreas mais baixas e de soja nas mais altas — o que compromete a proteção dos rios.</p><h2>5. Cabeceiras de Drenagem</h2><p>São as partes mais altas de uma bacia hidrográfica, onde os rios nascem. Nessas regiões, a presença de vegetação é essencial para permitir que a água infiltre no solo e abasteça os aquíferos subterrâneos. Se essas áreas estiverem desmatadas ou ocupadas por lavouras, a água da chuva não infiltra — ela escoa com força, erodindo o solo e carregando-o para os rios. Como essas áreas têm declive acentuado, o poder erosivo é ainda maior, contribuindo significativamente para o assoreamento dos cursos d’água.</p><h2>6. Assoreamento</h2><p>É o acúmulo de sedimentos (como solo, areia e pedras) no leito dos rios. Esse processo ocorre principalmente quando a água da chuva escoa por áreas desmatadas, levando o solo com ela. Ao chegar no rio, esses materiais se depositam, diminuindo o volume útil da calha fluvial. O rio, então, tem menos capacidade de conter novas águas em eventos de chuva intensa, transbordando com maior facilidade e provocando inundações. O assoreamento é, portanto, um dos principais fatores que reduzem a resiliência dos rios.</p><h2>7. Sedimentos</h2><p>São os materiais sólidos que a água carrega ao escoar sobre o solo, como terra, areia e pedras, especialmente em terrenos inclinados. Nos eventos extremos recentes da Quarta Colônia, o professor destaca que até grandes blocos rochosos foram transportados. Esses sedimentos são responsáveis por entupir os leitos dos rios (assoreamento), agravando os impactos das enchentes.</p><p><strong>O projeto MEMORAR QC – Memorial das Águas e Resiliência Climática da Quarta Colônia</strong> foi selecionado pelo edital PROEXT-PG UFSM Além do Arco. É uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Geografia, com apoio dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, em Patrimônio Cultural e em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo.</p><p>R<i>eportagem: </i><i>Luciane Treulieb, jornalista</i></p><p><i>Ilustração: Evandro Bertol, designer</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Convite para apresentação de TCC</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/06/06/convite-para-apresentacao-de-tcc</link>
				<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 16:27:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-1043 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/1000237885-300x169.jpg" alt="" width="735" height="414"></p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/UNIVERSIDADE-FEDERAL-DE-SANTA-MARIA1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1052" style="width:738px;height:auto" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/convite-tcc-1-1-1024x726.jpg" alt="" class="wp-image-1054" style="width:739px;height:auto" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/convite-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1057" style="width:740px;height:auto" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/Convite-Defesa1-1024x724.jpg" alt="" class="wp-image-1058" style="width:742px;height:auto" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/UNIVERSIDADE-FEDERAL-DE-SANTA-MARIA-DEPARTAMENTO-DE-GEOCIENCIAS-CENTRO-DE-CIENCIAS-NATURAIS-E-EXATAS-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1067" style="width:742px;height:auto" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/image-1-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-1070" style="width:742px;height:auto" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/06/DEFESA-DE-TCC-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1071" style="width:742px;height:auto" /></figure>
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<p><img class="wp-image-1082 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/07/1000117155-300x161.jpg" alt="" width="812" height="436" /></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Cursos de Geografia da UFSM convidam para ciclo de palestras antárticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/16/cursos-de-geografia-da-ufsm-convidam-para-ciclo-de-palestras-antarticas</link>
				<pubDate>Fri, 16 May 2025 23:13:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>

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						<description><![CDATA[O ciclo é constituído por quatro palestras on-line, que serão ministradas em junho, nas terças-feiras, às 18h30min]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Palestras_2025.jpg"><img class=" wp-image-69181 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Palestras_2025-300x300.jpg" alt="" width="517" height="517" /></a>Integrando a programação que celebra os <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/historico-do-curso" target="_blank" rel="noopener">60 anos do curso de Licenciatura em Geografia da UFSM</a>, ocorre em junho deste ano mais uma edição do ciclo de palestras antárticas. Serão quatro conferências via Youtube, nas terças-feiras, às 18h30min, no canal <a href="https://www.youtube.com/@cartografiaviral5364" target="_blank" rel="noopener">Cartografia Viral</a>. A relação dos temas que serão abordados e os respectivos palestrantes podem ser conferidas abaixo.

<b>Programação:</b>

<b>3 de junho –</b> “O que é a Apecs/Brasil e como ela contribui com a pesquisa antártica?”, com a presidente da Associação de Pesquisadores Polares em Início de Carreira (Apecs/Brasil), Anna Beatriz Oaquim

<b>10 </b><b>de junho</b><b> –</b> “A pesquisa antártica desenvolvida pelo Museu Nacional/UFRJ”, com o professor Marcelo de Araújo Carvalho, docente do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

<b>17 </b><b>de junho</b><b> –</b> “Como funciona a pesquisa antártica uruguaia?”, com a professora Odile Volonterio, da Universidad de La República (Udelar)

<b>24 </b><b>de junho</b><b> –</b> “Programa Antártico Brasileiro: financiamento e instituições”, com o professor Jefferson Cardia Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Ele é o pesquisador brasileiro que mais vezes esteve na Antártida

Os participantes das palestras vão receber certificado. Outras informações constam no perfil dos <a href="https://www.instagram.com/geografia_60anos/" target="_blank" rel="noopener">60 anos do curso de Geografia no Instagram</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Colóquios GEGTA iniciam na terça (13)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/05/13/coloquios-gegta-iniciam-na-terca-13</link>
				<pubDate>Tue, 13 May 2025 16:15:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[GEGTA]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Os Colóquios GEGTA &#8211; &#8220;Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho, Ambiente&#8221;, tem o objetivo de promover a apresentação e debate de temas pertinentes ao ensino, extensão e pesquisa em Geografia, destinados aos estudantes, profissionais e público em geral. Em 2025, ano em que o Curso de Geografia da UFSM comemora seus 60 anos e o GEGTA [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Os Colóquios GEGTA - "Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho, Ambiente", tem o objetivo de promover a apresentação e debate de temas pertinentes ao ensino, extensão e pesquisa em Geografia, destinados aos estudantes, profissionais e público em geral.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Em 2025, ano em que o Curso de Geografia da UFSM comemora seus 60 anos e o GEGTA seus 10 anos de atuação, serão realizados 3 colóquios entre os dias 13, 14 e 15 de maio.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">O Primeiro Colóquio ocorrerá terça-feira, dia 13 de maio a partir das 16:30 horas, em formato presencial no Auditório Sérgio Pires – Anexo do Prédio 17 – Campus UFSM e contará com a seguinte programação:</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">- 16:30 – Abertura e recepção dos participantes: “Geografia em graus, minutos e segundos” – Prof. Dr. Eduardo Schiavone Cardoso (UFSM)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">- 17:00 – Mesa redonda: “Produzindo e ensinando Geografia em Santa Maria – RS”</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Profa. Dra. Lisane Regina Vidal Conceição (EMEF – Vicente Farencena)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Profa. Me. Carmen Luyara Canabarro Leal (EMEF – Pinheiro Machado)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">O Segundo Colóquio, no dia 14 de maio às 17:00 horas, será realizado por videoconferência transmitida pelo Canal GEGTA.UFSM do Youtube: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=3a0Bebk50so" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3D3a0Bebk50so&amp;source=gmail&amp;ust=1747238201033000&amp;usg=AOvVaw1PND9-s8GU1GsGeMWOhr9k">https://www.youtube.com/watch?v=3a0Bebk50so</a> e contará com a seguinte atividade:</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">- 17:00 – Mesa redonda: “Configurações regionais e as transformações no Brasil contemporâneo”</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Prof. Dr. Vicente Eudes Lemos Alves (UNICAMP)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Profa.<span style="color: #000000"> </span><span style="color: #000000">Me. </span><span style="color: #000000">E</span><span style="color: #000000">len </span><span style="color: #000000">P</span><span style="color: #000000">ess</span><span style="color: #000000">ô</span><span style="color: #000000">a</span> (UFOPA)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Prof. Dr. Atamis Foschiera (UFT)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">No Terceiro Colóquio, será realizada uma mesa redonda no dia 15 de maio às 17 horas, também por videoconferência: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=y7kk9_38GFs" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Dy7kk9_38GFs&amp;source=gmail&amp;ust=1747238201033000&amp;usg=AOvVaw0LDF9142qAQuNES-qeRcPU">https://www.youtube.com/watch?v=y7kk9_38GFs</a> que discutirá a seguinte temática</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">- 17:00 – Mesa redonda: “Geografia, ecologia, política e a construção do devir”</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Profa. Dra. Mercedes Solá Pérez (FURG)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Prof. Dr. Valter do Carmo Cruz (UFF)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">As atividades serão gratuitas e as inscrições deverão ser realizadas durante cada um dos Colóquios. A presença em cada Colóquio gerará uma certificação separada, após conferência da inscrição e participação.</span></p>
<p style="text-align: center" align="justify"><img class="alignnone  wp-image-1041" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/05/Coloquios-GEGTA-2025-Programacao-300x111.jpg" alt="" width="884" height="327" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aluna de Geografia da UFSM é premiada por estudo sobre uso de imagens de satélite na educação básica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/24/aluna-de-geografia-da-ufsm-e-premiada-por-estudo-sobre-uso-de-imagens-de-satelite-na-educacao-basica</link>
				<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 10:36:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[LabGeotec]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68877</guid>
						<description><![CDATA[Missaela dos Santos Soares obteve destaque no 21º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68878" align="alignright" width="374"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-23-at-16.56.30-e1745488712815.jpeg"><img class="wp-image-68878" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-23-at-16.56.30-e1745488712815.jpeg" alt="foto vertical colorida de 3 pessoas segurando um banner em frente a um painel com o nome do evento sobre foto de salvador" width="374" height="547" /></a> Gisieli Kramer, Waterloo Pereira Filho e Missaela dos Santos Soares no evento[/caption]
<p dir="ltr">A estudante Missaela dos Santos Soares, do curso de Geografia Bacharelado da UFSM, recebeu o prêmio de melhor pôster na categoria Comunicação Visual durante o 21º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), realizado de 13 a 16 de abril em Salvador (BA).</p>
<p dir="ltr">O estudo premiado avaliou qual ano escolar apresenta melhor desempenho na aprendizagem de conceitos espaciais com o uso de imagens de satélite. Aplicado em turmas do 5º ao 9º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Vicente Farencena, de Santa Maria, o trabalho concluiu que os alunos do 9º ano obtiveram os melhores resultados. A pesquisa utilizou estereoscopia de imagens como recurso didático complementar.</p>
<p dir="ltr">O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Geotecnologias (Labgeotec), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com orientação dos pesquisadores Gisieli Kramer, Waterloo Pereira Filho, Igor Narvaes e Eliane Munhoz Munhoz. Missaela, bolsista do Inpe, conduziu a execução e apresentação do trabalho.</p>
<p dir="ltr">O estudo representa uma etapa de um projeto mais amplo, parte da pesquisa de Caroline Zimmermann Rodrigues, que cedeu parte de seu portfólio sensorial como base para a aplicação.</p>
<p dir="ltr">Na avaliação do professor Waterloo, a premiação reforça o compromisso da UFSM com a formação científica de seus estudantes e a inovação no ensino de geografia.</p>
<p dir="ltr">O Labgeotec esteve presente no evento em Salvador por meio de nove painéis e duas apresentações orais, com a presença de oito pesquisadores.</p>
<p dir="ltr"><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertas as inscrições para seleção de bolsistas FIPE 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/04/23/abertas-as-inscricoes-para-selecao-de-bolsistas-fipe</link>
				<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 14:59:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[FIPE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/?p=1035</guid>
						<description><![CDATA[Projeto &#8220;Dinâmicas regionais do Brasil contemporâneo&#8221;. Acesse o edital aqui.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Projeto "Dinâmicas regionais do Brasil contemporâneo". Acesse o edital <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2025/04/Eduardo-Schiavone-Cardoso-2.pdf">aqui</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        