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				<title>24ª Caminhada Internacional na Natureza na Região Central será em São Sepé</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/28/24a-caminhada-internacional-na-natureza-na-regiao-central-sera-em-sao-sepe</link>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:26:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
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						<description><![CDATA[Inscrições para esta edição são gratuitas e vão até 10 de setembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p>Estão abertas as inscrições para a 24ª Caminhada Internacional na Natureza, etapa de São Sepé do circuito regional de 2026, sob o nome "Caminhos de Sepé: Rota Italiana". O evento ocorre no dia 13 de setembro, das 8h às 12h, com concentração na localidade de Mata Grande. As inscrições, gratuitas nesta edição, podem ser feitas até o dia 10 de setembro, e estão limitadas a 250 participantes.</p>
<p>É a primeira vez que São Sepé sedia o projeto, que integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater), da UFSM, em parceria com a Emater/RS-Ascar e a Prefeitura. A sede coube ao município por meio de edital público que selecionou, entre 19 municípios candidatos, os oito que recebem o circuito ao longo de 2026.</p>
<p>Mais informações sobre esta edição da Caminhada Internacional na Natureza e link para inscrições no <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz" target="_blank" rel="noopener">Ecobooking</a>.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Guardiões do Geoparque: jornada na UFSM aborda educação midiática e patrimonial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/24/guardioes-do-geoparque-jornada-na-ufsm-aborda-educacao-midiatica-e-patrimonial</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:08:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[educação patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>

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						<description><![CDATA[Cerimônia de abertura destacou o papel da escola, da universidade e das comunidades na preservação e na comunicação dos patrimônios dos territórios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73571" align="alignleft" width="606"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_6165-1024x683.jpg" alt="" width="606" height="404" /> Palestrantes falaram sobre eduação midiática e patrimonial[/caption]
<p data-start="978" data-end="1498">Na manhã desta quinta-feira (23), foi realizada a cerimônia de abertura da Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial 2026, vinculada aos Geoparques Mundiais da UNESCO Quarta Colônia e Caçapava.  O evento aconteceu no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e teve como tema “Guardiões do Geoparque: Educação e Comunicação”. A atividade reuniu professores, pesquisadores, estudantes e gestores públicos  para discutir estratégias de preservação e valorização do patrimônio natural e cultural dos territórios vinculados aos Geoparques Mundiais da UNESCO.</p>
<p data-start="1500" data-end="1937">Participaram da abertura a professora da UFSM e representante da Universidade na Coordenação Científica do Geoparque Quarta Colônia, Maria Medianeira Padoin, e a professora do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM Luciana Menezes Carvalho. As palestrantes abordaram, sob diferentes perspectivas, a importância da formação de professores e do envolvimento das comunidades na preservação e na valorização dos territórios.</p>
<h2 data-section-id="12zx26p" data-start="1939" data-end="1988">Educação patrimonial como política educacional</h2>
<p data-start="1990" data-end="2194">Em sua fala, Maria Medianeira apresentou um panorama sobre a atuação dos Geoparques Mundiais da UNESCO e destacou a educação patrimonial como um dos pilares do trabalho desenvolvido na Quarta Colônia.</p>
<p data-start="2196" data-end="2421">Segundo a professora, a educação patrimonial deve ser compreendida não apenas como uma metodologia de ensino, mas como uma política educacional capaz de envolver escolas, professores, estudantes, gestores públicos e comunidades. "A educação patrimonial, com o Geoparque, vai além de ser uma metodologia de ensino nas escolas. Ela é uma política, uma política educacional, uma visão de mundo", afirmou.</p>
<p data-start="2599" data-end="2851">Maria Medianeira ressaltou ainda o papel desempenhado pelos professores e pelas comunidades dos municípios que integram a Quarta Colônia. Para ela, a participação da população é essencial para que o patrimônio seja reconhecido, valorizado e preservado.</p>
<p data-start="2853" data-end="3049">Ao longo da apresentação, Maria Medianeira destacou ainda a relação entre a Universidade e os territórios dos Geoparques. Para ela, a pesquisa e a extensão universitária contribuem para a produção e disseminação de conhecimentos que ajudam a compreender e valorizar o patrimônio regional. Outro aspecto abordado foi a importância de trabalhar o patrimônio em sala de aula a partir da realidade local. A professora apresentou experiências desenvolvidas em escolas da Quarta Colônia e mostrou como elementos da história, da cultura, da geologia, da fauna e da flora podem ser incorporados ao processo de ensino.</p>
<p data-start="3373" data-end="3562">A partir dessas iniciativas, defendeu a formação de estudantes como "Guardiões do Geoparque", capazes de reconhecer a importância do território onde vivem e contribuir para sua preservação. "Nós somos resultados disso, a nossa comunidade também. Pertencemos à Terra. E isso é tema, é assunto de aula, independente do conteúdo", afirmou.</p>
<h2 data-section-id="e0ig2c" data-start="3714" data-end="3762">Educação midiática no combate à desinformação</h2>
<p data-start="3764" data-end="4055">Na sequência, Luciana Carvalho abordou a relação entre educação patrimonial e educação midiática. Durante sua fala, destacou os desafios impostos pelo ambiente digital e a necessidade de preparar estudantes para analisar criticamente as informações que circulam nas redes sociais e nas plataformas digitais.</p>
<p data-start="4057" data-end="4412">Segundo Luciana, formar os "Guardiões do Geoparque" também significa desenvolver a capacidade de conhecer, verificar e comunicar informações sobre os territórios. Para ela, crianças e jovens são não apenas consumidores, mas também produtores de conteúdo e, por isso, precisam estabelecer uma relação crítica e responsável com os meios de comunicação. "Ser guardião do Geoparque hoje significa cuidar também do que circula sobre ele, das narrativas, das histórias, das versões", afirmou.</p>
<p data-start="4553" data-end="4893">A professora  destacou ainda o papel da escola na educação midiática e no combate à desinformação, incentivando os estudantes a investigar e produzir conteúdos sobre seus próprios territórios. Entre as possibilidades apresentadas estão a produção de podcasts, entrevistas com moradores e materiais sobre a história e o patrimônio das comunidades.</p>
<h2 data-section-id="bxb6ds" data-start="4895" data-end="4946">Programação segue com mesas temáticas e oficinas</h2>
<p data-start="5298" data-end="5615">A programação da Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial 2026 continuou na tarde desta quinta-feira (23), com as mesas temáticas "Espaços de Memória" e "Paleontologia, geologia, patrimônio e ambiente", realizadas no Auditório Wilson Aita, no Centro de Tecnologia (prédio 7).</p>
<p data-start="5617" data-end="5921">Nesta sexta-feira (24), as atividades prosseguem com oficinas nos municípios de Restinga Seca e Silveira Martins, que centralizaram as atividades práticas do Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO e no município de Caçapava do Sul, em ambos territórios nos turnos da manhã e tarde.</p>
<p data-start="5617" data-end="5921"> </p>
<p data-start="5923" data-end="6023"><em>Texto e fotografias: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias.</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão de revalidação conclui visitas ao território de Caçapava do Sul </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/23/missao-de-revalidacao-conclui-visitas-ao-territorio-de-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:50:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Caçapava do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque caçapava do sul]]></category>
		<category><![CDATA[unesco]]></category>

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						<description><![CDATA[Avaliadores da Unesco encerraram a programação de campo nesta quarta-feira (22)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2364-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal da visita dos avaliadores da Unesco à Feira Municipal da Agricultura Familiar e Produtos Coloniais (Femapro), em Caçapava do Sul. À esquerda da imagem, um homem de costas, com casaco cinza e verde, registra o momento com um telefone celular. No centro, uma integrante da equipe do Geoparque Caçapava, de costas, veste um colete bege com a inscrição &quot;Caçapava Geoparque&quot; e aponta em direção ao grupo reunido. Ao lado dela, o avaliador Jean-Luc também está de costas, veste uma jaqueta impermeável laranja e acompanha a apresentação. À direita, Amy Lee, tradutora da missão, tem cabelos grisalhos, usa óculos, colete bege e cachecol xadrez em tons de rosa e observa atentamente a atividade. Ao lado dela, Daniela Rocha aparece parcialmente visível, com cabelos loiros e jaqueta preta. Ao fundo, dezenas de pessoas formam uma roda em torno de mesas de exposição enquanto acompanham a fala da equipe do Geoparque. O ambiente é um pavilhão coberto, com teto revestido por tecido branco e uma fileira de pequenas luzes no centro da cobertura. Nas laterais, encontram-se os estandes da feira. À direita da imagem, aparecem placas com as inscrições &quot;Agricultura Familiar&quot;, &quot;Produtos Coloniais&quot;, &quot;Parceria com a Natureza&quot; e &quot;Mel&quot;, além de prateleiras com produtos coloniais expostos. A iluminação combina luz natural e luminárias distribuídas ao longo do pavilhão." />											<figcaption>Avaliadores encerraram as visitas de campo nesta quarta-feira (22)</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2361-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de geoprodutos artesanais expostos na Feira Municipal da Agricultura Familiar e Produtos Coloniais (Femapro), em Caçapava do Sul. Em primeiro plano, sobre uma mesa coberta por um tecido branco, estão miniaturas de animais da fauna local produzidas em papel machê. À esquerda, destaca-se a figura de um pássaro marrom com detalhes em tons avermelhados, apoiado sobre uma base verde que exibe um selo com a inscrição &quot;Geoproduto&quot;. À direita, aparecem duas esculturas de mamíferos marrons, também sobre bases verdes com o mesmo selo. Ao centro da imagem, em segundo plano, há outras miniaturas, entre elas um lobo-guará em tons de cinza e um pássaro de plumagem verde. À direita, aparece parcialmente a escultura de uma ave cinza com bico comprido. As peças representam animais encontrados na região de Caçapava do Sul e fazem parte dos geoprodutos comercializados na feira." />											<figcaption></figcaption>
										</figure>
		<p>Geofeira, visitas a sítios, vivências pedagógicas com estudantes e uma jornada de formação de professores marcaram o último dia da programação de campo da missão de revalidação do Geoparque Caçapava do Sul, realizada nesta quarta-feira (22). As atividades encerraram a etapa de visitas dos avaliadores da UNESCO, responsáveis por analisar se o território continua atendendo aos critérios para manter o título de Geoparque Mundial. </p><p>Entre os dias 15 e 22 de julho, Daniela Rocha, de Portugal, e Jean-Luc Desbois, da França, percorreram os territórios dos geoparques <a href="https://www.ufsm.br/2026/07/19/missao-de-revalidacao-do-geoparque-quarta-colonia-encerra-visitas-com-destaque-para-participacao-das-comunidades" target="_blank" rel="noopener">Quarta Colônia </a>e Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul. Reconhecidos como Geoparques Mundiais da Unesco em 2022, ambos passam agora pela primeira revalidação, processo realizado a cada quatro anos para confirmar se os territórios continuam atendendo aos critérios exigidos pela organização. Segundo o coordenador científico do Geoparque Caçapava do Sul, André Borba, desde o reconhecimento pela Unesco, "o que mais mudou foi o pertencimento das pessoas, a união da comunidade, a integração e a visibilidade que Caçapava alcançou". </p><p>Ao longo da missão, os avaliadores percorreram ainda diferentes pontos que representam a diversidade do patrimônio de Caçapava do Sul. Entre os locais visitados estiveram as Minas do Camaquã, que preservam o legado da mineração de cobre e paisagens marcadas por formações geológicas singulares; a Pedra do Segredo, um dos principais cartões-postais do Rio Grande do Sul; e o Forte Dom Pedro II, erguido com a finalidade de proteger a cidade de invasões estrangeiras.</p><h3><b>Geoprodutos marcam o dia</b></h3><p>Entre as atividades do último dia de visitas, os avaliadores da Unesco estiveram na Feira Municipal do Artesanato, Produtos e Prestação de Serviços (Femapro). No local, a comitiva que os recepciou mostrou geoprodutos feitos por artesãos e produtores de Caçapava do Sul. A iniciativa representa uma das estratégias dos Geoparques Mundiais da Unesco para transformar o patrimônio geológico, cultural e paisagístico em oportunidades de desenvolvimento para as comunidades do território.</p><p>Com 28 anos de história, a sede da associação reúne atualmente 26 salas e abriga, além da feira, o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), a sede regional da Rota da Lã, o Lions Club e o Clube Recreativo Harmonia. Em 2026, o espaço também recebeu a certificação de Ponto de Cultura. Presidente da Femapro e integrante do Comitê Gestor do Geoparque Caçapava do Sul desde 2016, Rosa Ruschel destaca que a feira acompanhou a consolidação do geoparque e passou por mudanças nos últimos anos. "Quando eu entrei nesse espaço, ele estava bem desmotivado. Hoje conseguimos mudar essa realidade", compara. </p><p>Os geoprodutos são bens e serviços que carregam a identidade do território e estabelecem relação com a geodiversidade, a história, a cultura e a paisagem local. Além de valorizar o patrimônio, os itens incentivam o empreendedorismo, fortalecem pequenos produtores e geram novas oportunidades de renda para a população. Desde o reconhecimento do Geoparque Caçapava do Sul pela Unesco, a rede de parceiros também cresceu. Em 2022, eram 46 selos distribuídos entre iniciativas parceiras, geoprodutos e apoiadores; atualmente, o território reúne 244 certificações. </p><p>Na Femapro, esse conceito aparece em diferentes criações inspiradas no município e/ou resultantes de matérias-primas locais. Entre os produtos estão esculturas em papel machê que representam a fauna regional, tábuas e gamelas de madeira, louças com paisagens e símbolos locais e peças em <i>biscuit</i> e lã que homenageiam animais pré-históricos, como a preguiça-gigante, além de pães e doces. A entidade é formada por 80% de artesãos, 10% de agricultores familiares e 10% de prestadores de serviços, além dos selos de Geoparceiro e Geoproduto. Segundo Rosa, o reconhecimento ampliou a procura pelos produtos locais. "O turista já chega aqui procurando por ele", comenta.</p><p>Criada como feira permanente em 1998, a Femapro se consolidou como um espaço de fortalecimento da cultura e da economia local. Com maioria feminina entre os expositores, a iniciativa promove a autonomia econômica de artesãs e de produtoras. Para Rosa, a revalidação reforça a importância da melhoria contínua do território. "Se não existisse esse processo, talvez a gente achasse que aquilo que faz já estava bom", afirma. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2383-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de mulher de costas trabalhando em um tear de lã. Ela mostra como é tramada a lã de ovelha para produzir uma peça usada na sela de cavalo" />											<figcaption>A artesã Nara Alves do Santos, da Rota da Lã, integra a terceira geração de tecelãs e é uma das expositoras da Femapro</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Educação, extensão e patrimônio no território</strong></h3><p>A programação com os avaliadores da Unesco destacou a integração entre educação, ciência e comunidade, um dos pilares dos geoparques. Ao longo de quatro dias em Caçapava do Sul, a comitiva visitou geossítios, projetos de educação patrimonial, iniciativas de pesquisa e ações voltadas à preservação da memória e da identidade do território.</p><p>No último dia da missão, a educação ambiental ganhou destaque durante a visita ao Sítio Chaleira Preta. No local, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois acompanharam vivências pedagógicas com estudantes dos anos iniciais. No local, os avaliadores conheceram um minhocário utilizado em atividades educativas e um moinho movido à roda d’água, construído por volta de 1865, que preserva técnicas tradicionais de moagem e integra o patrimônio histórico do território. Segundo André Borba, as escolas contam atualmente com cerca de 20 atividades à disposição para trabalhar temas como geoturismo, geoeducação e geoprodutos.</p><p>A relação entre universidade e comunidade também esteve presente durante a missão por meio das ações de extensão desenvolvidas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e pela Universidade Federal do Pampa (Unipampa) no território. "O papel da UFSM tem sido principalmente na extensão universitária, levando professores, técnicos e estudantes para desenvolver projetos junto às comunidades do território", afirma Borba. A atuação da instituição envolve projetos voltados à educação, pesquisa e valorização do patrimônio natural e cultural, aproximando o conhecimento acadêmico das demandas locais.</p><p>A programação foi encerrada no CTG Família Nativista, com a abertura da Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial. O encontro reuniu educadores, gestores e representantes do Geoparque em um painel de abertura com a participação de Borba e da professora Marta Rosa Borin, docente da UFSM e especialista em patrimônio cultural. A atividade discutiu o papel da educação patrimonial na formação de professores e no fortalecimento da identidade territorial.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2336-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de uma atividade educativa realizada no minhocário do Sítio Chaleira Preta, em Caçapava do Sul. Em primeiro plano, uma criança, posicionada à direita da imagem, inclina o corpo sobre a estrutura de tijolos do minhocário e aponta com o dedo para uma minhoca sobre a terra. Ao redor, outras crianças aparecem parcialmente visíveis, observando atentamente a atividade. Uma delas usa um crachá pendurado no pescoço. O minhocário ocupa a maior parte da fotografia e apresenta solo úmido, onde é possível ver algumas minhocas na superfície. A estrutura é cercada por tijolos aparentes, que servem de apoio para as crianças durante a observação. A iluminação é suave e destaca a textura da terra e os detalhes da atividade, desenvolvida como parte das ações de educação ambiental oferecidas pelo Sítio Chaleira Preta e apresentadas aos avaliadores da Unesco durante a visita ao local." />											<figcaption>Ações de educação ambiental integram os critérios de avaliação da Unesco</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2352-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal do avaliador da Unesco Jean-Luc Desbois durante entrevista no Sítio Chaleira Preta, em Caçapava do Sul. No centro da imagem, Jean-Luc está sentado em um sofá listrado, com o corpo voltado para a direita e o olhar direcionado a outra pessoa. Ele tem cabelos grisalhos curtos, barba, usa óculos de armação transparente, jaqueta impermeável laranja sobre uma camisa verde e um crachá de identificação pendurado no pescoço. Ao fundo, há uma parede em tons de branco e madeira. À direita da imagem, aparece parcialmente outra pessoa sentada ao seu lado." />											<figcaption>O avaliador Jean-Luc Desbois coordena o Geoparque Massif des Bauges, na França</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="922" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2345-e1784834757705-1024x922.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical da avaliadora da Unesco Daniela Rocha durante entrevista no Sítio Chaleira Preta, em Caçapava do Sul. No centro da imagem, Daniela está sentada em uma cadeira, com as pernas cruzadas e as mãos erguidas enquanto fala. Ela tem cabelos loiros na altura dos ombros, veste uma jaqueta preta sobre um casaco claro e usa um crachá de identificação pendurado no pescoço. Ao fundo, há uma parede com cortinas brancas rendadas." />											<figcaption>A avaliadora Daniela Rocha, coordena o Geoparque Arouca, Portugal, </figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>As impressões dos avaliadores da Unesco</strong></h3><p>Coordenadores de geoparques em seus países de origem, Jean-Luc Desbois, do Geoparque Massif des Bauges, na França, e Daniela Rocha, do Geoparque Arouca, em Portugal, destacaram o envolvimento coletivo como a principal impressão deixada por Caçapava do Sul durante a avaliação. Para os especialistas, a comunidade demonstra compreender o significado do que é um geoparque, a responsabilidade na construção do projeto e as oportunidades geradas pelo reconhecimento internacional.</p><p>Na avaliação de Jean-Luc, essa compreensão se reflete na evolução do território desde o reconhecimento em 2022. O avaliador destacou a ampliação dos geoprodutos, dos projetos desenvolvidos e das ações implementadas nos últimos quatro anos, período em que o território também trabalhou para atender às recomendações feitas na avaliação anterior. "Os avaliadores da outra missão deram algumas recomendações, e o que nós vimos durante os três dias é que houve muito trabalho nos últimos quatro anos", afirma.</p><p>Para o avaliador francês, o comprometimento também está presente na forma como os moradores recebem os visitantes e se relacionam com o território. "Sinto desde o início da visita que as pessoas dão muita atenção ao outro, detectam o outro, todo mundo", observa.Daniela também destacou que o sentimento de pertencimento esteve presente nos locais visitados durante a avaliação. Segundo ela, um dos aspectos que mais chamou atenção foi perceber que a comunidade compreende o significado de ser um geoparque mundial, conceito que muitas vezes é associado de forma equivocada apenas à preservação e às restrições de uso do território. "Todo mundo entende o seu verdadeiro significado, embora esse não seja um conceito fácil de compreender em um primeiro momento. Muitas pessoas associam a palavra 'parque' à ideia de restrições, quando, na realidade, a proposta é exatamente o contrário", explica.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A especialista portuguesa enfatizou que iniciativas como os geoparceiros e os geoprodutos mostram como o reconhecimento internacional pode estimular novas formas de cooperação no território. "Esses programas também permitiram o surgimento de novos negócios e fez com que as pessoas se conhecessem para trabalhar em parceria. Assim, perceberam que o trabalho coletivo é mais forte do que cada um seguir sozinho", destaca.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Assim como o colega avaliador, Daniela ressaltou a atuação conjunta entre instituições e comunidade na consolidação do projeto. "Eu acho que todos se reconhecem neste projeto, que está a ser alavancado pela Prefeitura, pela Universidade de Santa Maria. Todos chegaram a ele e, como todos estão a contribuir e a falar da mesma apropriação, o Geoparque em si segue muito mais vigoroso e forte", conclui.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Após o encerramento oficial da missão nesta quinta-feira (23), os avaliadores irão elaborar um relatório com as observações realizadas durante a visita. O documento será encaminhado à Unesco, responsável pela análise da manutenção dos títulos de Geoparques Mundiais dos territórios de Caçapava do Sul e Quarta Colônia. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"><i><b>Texto</b>: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"><i><b>Fotos</b>: Sofhia Krening,estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias </i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p> <p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão de revalidação do Geoparque Quarta Colônia inicia visitas de campo em São João do Polêsine e Ivorá</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/17/missao-de-revalidacao-do-geoparque-quarta-colonia-inicia-visitas-de-campo-em-sao-joao-do-polesine-e-ivora</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:11:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>

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						<description><![CDATA[Primeiro dia da agenda técnica da UNESCO percorreu iniciativas voltadas à geoconservação, educação, turismo sustentável, patrimônio cultural e desenvolvimento local no território]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73516" align="alignleft" width="503"]<img class="wp-image-73516 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_0972-1024x768.jpg" alt="" width="503" height="377" /> Avaliadores visitaram diversos locais do território (Foto: Giovana Fenandes)[/caption]
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="328" data-end="812">A missão de revalidação do título de Geoparque Mundial da UNESCO cumpriu, nesta quinta-feira (16), o primeiro dia de visitas de campo no território do Geoparque Quarta Colônia. Os avaliadores da UNESCO, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois, percorreram os municípios de São João do Polêsine e Ivorá para conhecer iniciativas que demonstram a integração entre geoconservação, educação, turismo sustentável, patrimônio cultural e desenvolvimento local.</p>
<p data-start="814" data-end="1276">Em São João do Polêsine, a comitiva visitou a Casa Museu João Luiz Pozzobon, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), a Cachaçaria Gentil, a Villa Campolongo, o Restaurante Romilda e a Gruta Nossa Senhora de Lourdes, novo geossítio do território. Ao longo do roteiro, foram apresentados projetos e ações que evidenciam a valorização do patrimônio geológico e cultural como estratégia de desenvolvimento regional.</p>
<p data-start="1278" data-end="1955">Na sequência, a missão seguiu para Ivorá, onde percorreu os Caminhos de Ivorá, com visitas à Praça Central, Monte Grappa, Museu do Nono, Cascata Cara de Índio e Restaurante I Fratelli Moro. O percurso destacou a relação entre o patrimônio natural, a memória da imigração italiana, a cultura, a gastronomia e o turismo. No restaurante, os avaliadores também participaram de um encontro com representantes da Associação de Turismo de Ivorá, que apresentaram iniciativas desenvolvidas no município e compartilharam experiências sobre a contribuição do Geoparque para o fortalecimento do turismo e do desenvolvimento sustentável no território.</p>
<p class="" data-start="1957" data-end="2541" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As visitas integram o processo de revalidação promovido pela UNESCO, realizado periodicamente para verificar se os Geoparques Mundiais continuam atendendo aos critérios de excelência da organização. A programação da missão teve início na terça-feira (15), com a recepção dos avaliadores e um momento de integração que reuniu representantes da UFSM, dos municípios do território, de instituições parceiras e lideranças regionais. </p>
<p data-start="1957" data-end="2541" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Geoparque Quarta Colônia</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza ocorre no dia 23 de novembro em Nova Esperança do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/11/caminhada-internacional-na-natureza-ocorre-no-dia-23-de-novembro-em-nova-esperanca-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 15:11:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[caminhadas da natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67579</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa busca promover o turismo responsável e a valorização das comunidades rurais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No dia 23 de novembro, acontece mais uma edição da Caminhada Internacional da Natureza. Nesta edição, o percurso será por Nova Esperança do Sul e objetiva explorar as belezas naturais e culturais da região, incentivando o turismo rural e fortalecendo a conexão entre visitantes e o meio ambiente.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Com um percurso de aproximadamente 10 km, a caminhada começa na praça central de Nova Esperança do Sul e segue rumo à Gruta Nossa Senhora de Fátima, com passagem pela Igreja de Pedra São Caetano, que serviu de cenário para a novela "A Dona do Pedaço", da Rede Globo. Durante o trajeto, os caminhantes irão conhecer cachoeiras, capelas, estradas rurais, formações geológicas e mata nativa. No retorno, será disponibilizado transporte gratuito até o ponto inicial.</p>
<p>A iniciativa é uma parceria entre Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, Geoparques, Prefeituras Municipais e Emater/RS. As inscrições podem ser feitas no <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/destinoEventoSimples.php?Xeven=2ua41kp62xzjpf4rjr6c">site</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação:</strong></p>
<p dir="ltr"> 7h30 - Café da manhã (por adesão - R$20)<br />8h - Abertura e alongamento<br />8h10 - Início da caminhada<br />12h - Almoço (por adesão - R$30)</p>
<p dir="ltr"> O percurso começa no centro da cidade e termina na Gruta Nossa Senhora de Fátima. A visitação ao local requer um ingresso de R$10.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Progredir finaliza suas atividades no Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/12/13/progredir-finaliza-suas-atividades-no-quarta-colonia-geoparque-mundial-da-unesco</link>
				<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:56:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[progredir]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64829</guid>
						<description><![CDATA[Ao longo de sua execução, o programa contou com a participação de mais 3.182 moradores, distribuídos em 98 turmas e em 3.960 horas de formação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><img class="alignleft wp-image-64830 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/12/DSC0141.jpg" alt="" width="602" height="401" />Na última semana foi realizado o encontro de encerramento do Programa Progredir Geoparque Quarta Colônia na UFSM Silveira Martins. O programa foi financiado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS/Governo Federal) e desenvolvido pela UFSM em parceria com os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus).</p>
<p dir="ltr">Iniciado em 2022, o Progredir ofertou cursos de qualificação profissional para inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), proporcionando a conquista de novas oportunidades para geração de trabalho, renda e emprego. A operacionalização do programa foi prevista para os anos de 2022 e 2023, com aplicação financeira do Governo Federal de, aproximadamente, R$ 1,08 milhão, tendo como público prioritário mulheres entre 18 e 29 anos. </p>
<p dir="ltr">Participaram do evento de encerramento representantes e gestores da UFSM, assistentes sociais dos CRAS dos nove municípios da Quarta Colônia, egressas e egressos do programa, tutores, instrutores e proponentes de cursos, bem como cuidadoras infantis e gestores das secretarias de assistência social. </p>
<p dir="ltr">Para a responsável pelo programa junto à Subdivisão de Geoparques da UFSM, Angelita Zimmermann, nos dois anos em que o Progredir esteve atuando na região muitas (re)conexões foram estabelecidas. Além de destacar o potencial de geração de trabalho, emprego e renda, especialmente às mulheres do território, Angelita também lembrou dos benefícios de ser estudante para a saúde mental, o bem-estar social e o auto-reconhecimento dos participantes como agentes de transformação sócio-histórica no desenvolvimento do local.</p>
<p dir="ltr">Jaciele Carine Vidor Sell, coordenadora do Progredir Geoparque Quarta Colônia e uma das idealizadoras do programa na UFSM, ressaltou a importância da ação para o desenvolvimento do Geoparque e para a vinculação das pessoas com o seu território. Jaciele enfatizou o papel das mulheres para o sucesso do programa na Quarta Colônia, colocando-as em papéis de decisão e que as possibilitaram pensar e trabalhar com uma política social alinhada às necessidades do público-alvo.</p>
<p dir="ltr">O plano de trabalho do Progredir Geoparque Quarta Colônia estabelecia o prazo de dois anos (2022-2023) para a execução orçamentária e realização das formações no território. Nesse período, o programa contou com a participação de mais 3.182 moradores, distribuídos em 98 turmas e em 3.960 horas de formação. Do total de participantes, quase a totalidade, aproximadamente 87,43%, foram mulheres.</p>
<p dir="ltr">O Pró-Reitor de Extensão da UFSM, Flavi Ferreira Lisboa Filho, ressaltou as parcerias estabelecidas entre diversos atores para a efetivação do Progredir Geoparque Quarta Colônia, especialmente dos esforços entre as secretarias municipais de assistência social e os CRAS do território. Para o gestor, o cumprimento das metas estabelecidas antes do prazo previsto demonstra o empenho de todos os envolvidos no programa para o avanço das comunidades locais.</p>
<p dir="ltr">Luciano Schuch, reitor da UFSM, destacou as contribuições do Progredir para fortalecer a vinculação dos moradores com o Geoparque e para as conexões entre a universidade e a comunidade regional. De acordo com Schuch, mesmo após a conclusão do programa no território, a UFSM continuará desenvolvendo ações de extensão para o desenvolvimento regional, possibilitando o desenvolvimento local sustentável.</p>
<p dir="ltr">Além das formações, o Programa ofertava uma rede de suporte para que as/os participantes pudessem concluir suas atividades e receberem o certificado emitido pela UFSM. Todos os cursos contaram com lanches para os estudantes, kit com material didático, cuidadoras para crianças de até 6 anos de idade e, em alguns municípios, transporte oferecido para moradores de regiões distantes dos locais dos cursos. </p>
<h3 dir="ltr">Novas ações nos territórios da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul</h3>
<p dir="ltr">Com o encerramento do Progredir na Quarta Colônia, conforme previsto no plano de trabalho aprovado em 2021, a expectativa é que novos recursos sejam destinados pelo Governo Federal para a implementação do Progredir no Geoparque Caçapava. A previsão é que a nova fase do programa tenha início em 2024 no território, levando à população caçapavana cursos de qualificação profissional e pessoal, além de incentivar a geração de trabalho, emprego e renda no município.</p>
<p dir="ltr">Além disso, o território da Quarta Colônia continuará a ser atendido por inúmeros projetos fomentados por editais internos de extensão que envolvem extensionistas de diversos centros da instituição, bem como por meio de uma proposta de cursos provenientes de um projeto desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, com financiamento do Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS). </p>
<p dir="ltr">De acordo com a integrante do projeto, Verenice Zanchi, serão organizados cursos de extensão para o público feminino jovem no formato híbrido, com temáticas sobre inovação tecnológica, uso e consumo das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) e representatividade feminina. As novas formações terão como foco a construção de redes de apoio para jovens mulheres, fomentando o reconhecimento feminino nas áreas de inovação e tecnologia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>TV Campus estreia documentário "O Sopro da Mina"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/15/tv-campus-estreia-documentario-o-sopro-da-mina</link>
				<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 15:16:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[PPGPC]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[tvcampus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63741</guid>
						<description><![CDATA[A obra foi realizada em Minas do Camaquã, geossítio do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estreou nesta sexta-feira (15) o documentário “O Sopro da Mina”, uma produção da TV Campus da UFSM em parceria com diversos setores da Universidade, como o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural (PPGPC), Pró-Reitoria de Extensão, Caçapava Geoparque Mundial da Unesco e Estúdio 21.  A obra é produto da pesquisa de mestrado do servidor da TV Campus e diretor do documentário, Thomás Townsend, para o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, orientada por Flavi Ferreira Lisboa Filho.</p>
<p>A narrativa revela um encontro do passado da mineração com o presente no povoado conhecido como Minas do Camaquã. Embora tenha encerrado as atividades de extração de minérios em 1996, a localidade ainda possui forte vínculo com a identidade mineira, resultado de mais de dois séculos de exploração de cobre na região.</p>
<p>Confira: </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->https://youtu.be/kPPOBC2f59Q?si=mubP9moD_szJShnQ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Geoparques Caçapava e Quarta Colônia assinam acordo de cooperação na Espanha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/13/geoparques-assinam-acordo-de-cooperacao</link>
				<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 19:23:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque caçapava do sul]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[missãogeoparque]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63699</guid>
						<description><![CDATA[Territórios serão parceiros em iniciativas de pesquisa científica, divulgação, conservação do patrimônio e estímulo ao turismo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63700" align="alignleft" width="700"]<img class="wp-image-63700" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-13-at-07.02.55.jpeg" alt="" width="700" height="394" /> O coordenador científico André Borba (segundo sentado à esquerda) e a diretora Jaciele Sell (primeira sentada à direita) representaram Caçapava e Quarta Colônia no tratado bilateral (Foto: Daniela do Canto)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Os Geoparques Caçapava e Quarta Colônia assinaram hoje (13) dois acordos de cooperação com o Geoparque Maestrazgo. Os chamados protocolos de irmanamento foram assinados na sede do Parque Cultural de Maestrazgo, localizado na comunidade autônoma Aragão, nordeste da Espanha. A parceria entre os “geoparques irmãos” prevê cooperação em iniciativas de investigação e divulgação científica, educação, desenvolvimento sustentável, conservação da natureza e patrimônio geológico, promoção do turismo e dos geoparques. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assinaram os termos a diretora do Geoparque Quarta Colônia e pró-reitora substituta de Extensão da UFSM, Jaciele Sell, e André Borba, coordenador científico do Geoparque Caçapava e professor no departamento de Geociências da UFSM. Carmen Soler Monfort, presidente do Parque Cultural de Maestrazgo, representou o geoparque espanhol.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">André destaca a importância do Maestrazgo, um dos quatro primeiros territórios a entrar na Rede Global de Geoparques, e do acordo, para os próximos passos dos geoparques. “O acordo é muito importante porque podemos aprender com as boas práticas do território de Maestrazgo e trazer as nossas contribuições. Além disso, o trabalho em rede é um pré-requisito importante na revalidação dos territórios no programa da Unesco”, analisa.</span></p>
<p>Ángel Hernández, diretor do geoparque Maestrazgo, se diz muito contente com a aproximação entre os geoparques e a possibilidade de compartilhar experiências entre os territórios. "O irmanamento que assinamos hoje, em Maestrazgo, lugar onde teve início a Rede Mundial de Geoparques, tem um simbolismo muito importante. Esse é o início de uma aventura de colaboração e empreendimentos para um futuro muito promissor. Seguiremos colaborando, compartilhando projetos, investigações e demais ações necessárias para o desenvolvimento dos nossos territórios geoparques", afirmou o diretor.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A visita ao Geoparque de Maestrazgos não foi apenas uma oportunidade de aprendizado, mas sim uma troca de conhecimento entre os dois lados do Atlântico.“É uma grande alegria recebê-los neste momento porque vocês trazem seus ensinamentos e sua cultura”, disse Irma Moliner, presidente da associação cultural Las Calderas, que tem como objetivo preservar o patrimônio histórico e cultural da cidade de Gargallo, na comunidade de Aragão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Representantes dos municípios e associações vinculadas aos Geoparques Caçapava e Quarta Colônia também realizaram encontros com lideranças políticas da região, como Hermínio Sancho </span><i><span style="font-weight: 400">alcalde </span></i><span style="font-weight: 400">(semelhante a prefeito) de Mezquita de Jarque e deputado espanhol por Teruel, província de Aragão. Sancho enfatizou a importância da parceria bilateral. “Acredito que os Geoparques precisam se unir. Fazemos parte do mesmo mundo, temos os mesmos problemas, mas também as mesmas virtudes e precisamos compartilhá-las com os demais”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Silvia Gimeno, </span><i><span style="font-weight: 400">alcadesa </span></i><span style="font-weight: 400">(semelhante a prefeita) de </span><i><span style="font-weight: 400">La Mata de los Olmos </span></i><span style="font-weight: 400">e ex-presidenta do Parque Cultural, destaca que além da união entre os geoparques, é preciso somar esforços nas áreas científicas, técnicas e políticas para que os territórios possam trazer desenvolvimento regional. </span></p>
<h3>As semelhanças entre os geoparques irmãos</h3>
[caption id="attachment_63701" align="alignright" width="702"]<img class="wp-image-63701" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-07.51.27-2.jpeg" alt="" width="702" height="316" /> Assim como a Quarta Colônia, Maestrazgo possui áreas de patrimônio paleontológico (Foto: Clóvis Montagner)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A comitiva que representa os Geoparques e seus municípios está em território espanhol desde segunda-feira (11). Na terça-feira (12), o grupo iniciou a visita ao parque geológico, que abrange 43 municípios de Teruel, uma das três províncias de Aragão, e suas atrações históricas, culturais e naturais. O pró-reitor de Extensão Flavi Lisboa Filho conta que Maestrazgo possui áreas de patrimônio paleontológico, assim como a Quarta Colônia. </span><span style="font-weight: 400">Um exemplo é o parque e museu paleontológico </span><i><span style="font-weight: 400">“Las Cerradicas”</span></i><span style="font-weight: 400">, no município de Galve, primeira parada da visita. “Os dinossauros que foram encontrados aqui são mais novos que os nossos dinossauros da quarta colônia, embora sejam um pouco maiores”, detalha Flavi. Pouco mais de 50 km de distância do local, há mais achados históricos, como mostra o museu da cidade de Gargallo. A principal atração é o fóssil de uma tartaruga gigante, encontrada em uma mina de carvão desativada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Geoparque de Maestrazgo também possui um vasto patrimônio geológico como o seu agora irmão, Caçapava. No município de Aliaga, o mirante</span><i><span style="font-weight: 400"> Alto de Camarillas</span></i><span style="font-weight: 400"> possui rochas tão antigas que guardam a história da vida no planeta terra, assim como o</span><i><span style="font-weight: 400"> Mirador de la Sarteneja</span></i><span style="font-weight: 400">. O geossítio de Aliaga também conta com um museu que explica a importância geológica do local para os turistas. </span><span style="font-weight: 400">Outro ponto turístico famoso por sua importância geológica são os “</span><i><span style="font-weight: 400">Órganos de Montoro</span></i><span style="font-weight: 400">”, que recebem esse nome por conta das suas torres de calcário com mais de 200 metros de altura. Este monumento natural do período Cretáceo (145 - 66 milhões de anos atrás) fica na cidade de Ejulve, aproximadamente 27 km de Aliaga.</span></p>
[caption id="attachment_63702" align="aligncenter" width="900"]<img class="wp-image-63702" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-08.47.17-1-2.jpeg" alt="" width="900" height="405" /> Durante a visita, equipe conheceu diferentes pontos do Geoparque de Maestrazgo (Foto: Clóvis Montagner)[/caption]
<h3>Continuidade da Missão</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na quinta-feira (15), a comitiva se desloca para Portugal  onde, na sexta-feira (16), irá visitar o Geoparque Arouca  para conhecer sua estrutura, projetos e fortalecer outra parceria para ajudar a consolidar os Geoparques de Caçapava e Quarta Colônia no cenário internacional.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">Edição: Mariana Henriques</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhadas na Natureza acontecerá em novembro em Restinga Sêca</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/07/26/caminhadas-na-natureza-acontecera-em-novembro-em-restinga-seca</link>
				<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 12:16:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63108</guid>
						<description><![CDATA[Nesta edição, o evento buscará a história e ancestralidade das Comunidades Quilombolas do município]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63110" align="alignright" width="601"]<img class="wp-image-63110 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/07/1212.jpg" alt="" width="601" height="320" /> Em reunião das Comunidades Quilombolas com a gestão pública municipal, Emater, UFSM e Geoparque foi definida a data do Caminhadas na Natureza[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na sexta-feira, 14 de julho, as comunidades quilombolas do município de Restinga Sêca se reuniram para discutir sobre o “Caminhadas na Natureza do Geoparque Quarta Colônia”, evento que será realizado em novembro no meio rural do município. O roteiro percorrerá as  Comunidades Quilombolas de Restinga Sêca, tendo como tema central "Caminhando com os Quilombolas: história e ancestralidade". </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A caminhada já tem data marcada e será no sábado, dia 11 de novembro de 2023. Antes disso, no dia 15 de agosto, será realizado um pré-teste para as últimas definições para o dia, como percurso e extensão do trajeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A reunião de planejamento das Caminhadas contou com a participação de 12 pessoas, incluindo membros das comunidades quilombolas Rincão dos Martimianos e Quilombo Vó Firmina e Vó Maria Eulina, líderes locais, secretários do município, extensionistas da Emater Restinga Sêca e de Santa Maria. A equipe do Geoparque Quarta Colônia, ligada ao Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), marcou presença para oferecer suporte na organização e planejamento do evento.</span></p>
<h3>Caminhadas na Natureza</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As Caminhadas na Natureza são uma oportunidade de unir preservação ambiental, turismo sustentável e valorização das comunidades locais. O evento em Restinga Sêca destaca-se por proporcionar um encontro com as Comunidades Quilombolas, que têm uma história rica e uma herança ancestral fascinante para compartilhar. </span><span style="font-weight: 400">Sobre essa organização, Clédis Rezende de Souza da comunidade do Quilombo Martimianos de Restinga Sêca, destaca que “hoje nossa comunidade está se organizando para um futuro próspero dentro do turismo da Quarta Colônia, assim vê e acolhe com muito alegria essa parceria com a Emater e prefeitura, pois nossas comunidades, que hoje estão praticamente invisíveis, tem a oportunidade de mostrar seus valores e história”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa iniciativa, além de promover a visibilidade das Comunidades Quilombolas, também incentiva o reconhecimento de sua importância cultural e social. Ao caminhar pelo local, os participantes terão a oportunidade de mergulhar nas tradições quilombolas, conhecer suas histórias transmitidas oralmente e testemunhar a preservação de valores culturais que resistiram ao longo do tempo. </span><span style="font-weight: 400">Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Cultura, Turismo e Esporte, Shaiane Dotto, “a edição das Caminhadas na Natureza em Restinga Sêca é muito importante para a visibilidade das comunidades quilombolas. Temos a expectativa de um bom público prestigiando e valorizando as comunidades que farão o receptivo e mostrar que além da natureza rica que dispomos, também poderemos mostrar a diversidade cultural no Geoparque Quarta Colônia a partir destas comunidades”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A extensionista rural social da EMATER de Restinga Sêca, Mariane Roman Menegon, destaca que “as Caminhadas na Natureza são um importante momento para o resgate cultural e da ancestralidade das comunidades remanescentes de quilombo, apresentando esta cultura que resiste no território da Quarta Colônia.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, as Caminhadas na Natureza são uma forma de apreciar a rica biodiversidade da região, contribuindo para a conscientização ambiental e estimulando a conservação dos recursos naturais. Ao unir a natureza do Geoparque Quarta Colônia com a presença das Comunidades Quilombolas, o evento cria uma experiência que promove a valorização do patrimônio natural e cultural da região.</span></p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Geoparque Quarta Colônia</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Geoparques Quarta Colônia e Caçapava recebem parecer positivo de avaliadores da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/12/08/geoparques-quarta-colonia-e-cacapava-recebem-parecer-positivo-de-avaliadores-da-unesco</link>
				<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 19:45:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[unesco]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60736</guid>
						<description><![CDATA[Avaliadores visitaram as regiões nos meses de outubro e novembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-10-24-at-16.46.17-1-1024x768.jpeg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Nesta quinta-feira (8), o Conselho do Programa de Geoparques Mundiais da UNESCO aprovou o relatório dos avaliadores dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul, recomendando a certificação dos territórios como geoparques mundiais.</p>
<p>Após esta etapa, a decisão ainda precisa ser referendada pela assembleia da UNESCO. Em caso positivo, os territórios ganham certificação em cerimônia que deve ocorrer em abril de 2023.&nbsp;</p>
<h3><b>O processo de avaliação</b></h3>
<p>A<a href="https://www.ufsm.br/2022/10/24/avaliacao-do-projeto-geoparque-quarta-colonia/"> avaliação do Geoparque Quarta Colônia </a>iniciou em 24 de outubro. A comissão avaliadora foi composta por Hernández Sesé, do Geoparque Maestrazgo/ Dinópolis (Espanha) e Helga Chulepin, representante da UNESCO em Montevidéu (Uruguai). O <a href="https://www.ufsm.br/2022/11/06/missao-de-avaliacao-do-geoparque-cacapava-aspirante-unesco-iniciou-neste-domingo-06/">Geoparque Caçapava teve seu processo de avaliação</a> iniciado no dia 6 de novembro. A comissão avaliadora foi composta pelo Geólogo e Paleontólogo, Mahito Watanabe (Japão) e pelo Cientista Ambiental, Antonino Sanz Matencio (Espanha).</p>
<p>Durante a missão, os avaliadores procuraram conhecer, observar e analisar o que tem sido feito nos territórios postulantes, compreendendo de que forma a região está cumprindo os requisitos necessários para a certificação, os resultados obtidos até agora e os planos para o futuro. No tempo em que estiveram no Rio Grande do Sul, os avaliadores percorreram as regiões e puderam os conhecer os atrativos turísticos, culturais e históricos dos locais.</p>
<p><em>Foto: Cleusa Jung</em></p>
<p></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão de avaliação do Geoparque Caçapava Aspirante Unesco iniciou neste domingo (06)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/06/missao-de-avaliacao-do-geoparque-cacapava-aspirante-unesco-iniciou-neste-domingo-06</link>
				<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 00:59:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque caçapava do sul]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Avaliadores seguem na região de Caçapava do Sul até a próxima quinta (10), quando cumprirão agenda em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="color: #000000;font-size: 16px">Iniciou hoje (06) a missão dos avaliadores do projeto Geoparque Caçapava Aspirante Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura  (Unesco). A comissão avaliadora é composta pelo Geólogo e Paleontólogo, Mahito Watanabe (Japão) e pelo Cientista Ambiental, Antonino Sanz Matencio (Espanha).</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Durante toda esta semana os avaliadores irão percorrer a região de Caçapava do Sul e conhecer os atrativos turísticos, culturais e históricos do local, com o objetivo de avaliar o território para o recebimento do certificado de Geoparque Mundial da Unesco.</p>		
			<figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="4e6fe9a" data-elementor-lightbox-title="Recepção Antonino Sanz Matencio" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/314497638_537771895023424_410387344748473214_n-e1667782591192.jpg'><img width="768" height="545" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/314497638_537771895023424_410387344748473214_n-e1667782591192-768x545.jpg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-3-60301" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-3-60301'>
				Recepção Antonino Sanz Matencio
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="4e6fe9a" data-elementor-lightbox-title="Recepção Mahito Watanabe" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/314652285_537846991682581_1853814537391992245_n-e1667782559975.jpg'><img width="768" height="543" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/314652285_537846991682581_1853814537391992245_n-e1667782559975-768x543.jpg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-3-60302" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-3-60302'>
				Recepção Mahito Watanabe 
				</figcaption></figure>
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<h3><strong style="color: #000000;font-size: 1rem;background-color: var(--bs-body-bg);text-align: var(--bs-body-text-align)">Abertura da Missão</strong></h3>
[caption id="attachment_60309" align="alignleft" width="491"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-09.08.49-e1667828194617.jpeg" alt="" width="491" height="401" /> Solenidade de abertura da Missão (Foto: Wellington Hack)[/caption]
<p>Os avaliadores desembarcaram no sábado (05) em Porto Alegre e participaram, na tarde deste domingo (06), de uma reunião de abertura da missão, que aconteceu na Universidade Federal do Pampa (Unipampa) campus Caçapava do Sul. Entre apresentações artísticas e degustação de produtos produzidos na região, a equipe pode iniciar o processo de reconhecimento do local e compreender de que forma as iniciativas têm andamento.</p>
<p>Na solenidade de abertura, além dos avaliadores, estiveram presentes o reitor da UFSM, Luciano Schuch, o reitor da Unipampa, Roberlaine Ribeiro Jorge, o Diretor do campus da Unipampa em Caçapava do Sul, José Waldomiro Rojas, o prefeito municipal de Caçapava do Sul, Giovani Amestoy da Silva, o Secretário de Cultura e Turismo de Caçapava do Sul, Stener Camargo, representantes do poder público, da comunidade acadêmica, além da equipe responsável pelo Geoparque Caçapava, que tem André Borba na Coordenação Científica.</p>
<p>Ponto em comum entre todas as falas foi a alegria e expectativa pela avaliação que será realizada, já que o trabalho que será apresentado é uma construção sólida e fruto de dedicação coletiva. O projeto Geoparque Caçapava é realizado em cooperação entre a UFSM, Unipampa e  prefeitura de Caçapava do Sul, além de contar com o apoio da comunidade, instituições e empresas locais.</p>
<p>André Borba destacou que a força do Geoparque Caçapava está no engajamento da comunidade, universidades e do poder público. O coordenador explicou que o que será apresentado nos próximos dias é resultado de um trabalho que vem sendo realizado há pelo menos 10 anos, quando se buscou o reconhecimento de Caçapava do Sul como capital gaúcha da Geodiversidade e, a partir daí, novas iniciativas foram se desenvolvendo. Para o professor, o projeto só tem êxito porque encontra apoiadores em diversas frentes, com destaque para a Unipampa. “A existência do campus da Unipampa em Caçapava do Sul foi crucial para que o projeto se consolidasse e tivesse confiança, orgulho e apoio das pessoas”, explica.</p>
<p>Na mesma perspectiva, Mahito Watanabe afirmou que pelo pouco que pode observar até agora, Caçapava está no caminho certo. Ele explica que nos próximos dias irá percorrer a região, avaliando o que já foi feito, o que está em execução e quais os planos futuros. Antes da missão, os avaliadores recebem um dossiê contendo informações técnicas sobre o território e o que acontece na região. No entanto, Watanabe reflete que, um ponto muito importante que não está nos documentos e que só pode ser visto in loco, é o envolvimento da região e o modo como tudo funciona na prática.</p>
<p>Antonino Sanz Matencio  afirmou estar muito impressionado e emocionado. Ele explica que o trabalho que irão realizar na região é muito importante, pois envolve muitas pessoas e histórias. “Meu papel é “escutar, observar e escrever”, falou. Assim como Watanabe, ele ressaltou a importância do que será visto ao vivo, de entender as pessoas, saber o que pensam, sentem e como abraçam o projeto, desejando com que ele realmente aconteça e tenha continuidade.</p>
<p>Após o fim do processo, os avaliadores tem cerca de duas semanas para encaminhar os relatórios da avaliação ao  Comitê Mundial de Geoparques. A expectativa é que em dezembro o Conselho, que é constituído por 12 membros, se reúna e avalie se o Geoparque Caçapava tem condições de ser criado e validado. </p>
<h3><strong>Impacto de um Geoparque</strong></h3>
[caption id="attachment_60310" align="alignright" width="525"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-09.08.39-e1667828313210.jpeg" alt="" width="525" height="355" /> Coletiva de imprensa com equipe do Geoparque e avaliadores (Foto: Wellington Hack)[/caption]
<p>Mahito Watanabe destacou a importância de obtenção do selo de Geoparque através de duas perspectivas. A primeira é o impacto imediato, que afirma ser no orgulho da população sobre teu território. O segundo ponto se desenvolve de forma gradual e está relacionado com aspectos econômicos.  O avaliador também percebe que, em territórios que já possuem o selo de Geoparque, a tendência é que muitos jovens que antes saíam da cidade em busca de oportunidades em outros locais, permaneçam.  </p>
<p>Essa mesma ideia é compartilhada por Antonino Sanz Matencio. Ele explica que quando a comunidade tem mais possibilidades de conhecer o seu patrimônio cultural, histórico e geológico, sua relação com esses espaços muda. Sendo assim, pensa que um Geoparque é uma nova maneira de se relacionar com o território e com seus produtos. O avaliador afirma que, a partir daí, é visível o crescimento na geração de emprego, renda e  turismo em territórios que já são um Geoparque.</p>
<h3><strong>Cronograma dos avaliadores</strong></h3>
<p>Nos próximos dias a equipe deve percorrer cerca de 200 km para conhecer as riquezas geológicas da região de Caçapava do Sul, que possui mais de 30 geossítios catalogados.</p>
<p>Amanhã (07) a comitiva de avaliação visitará o Pórtico de Caçapava do Sul, o Jardim da Geodiversidade Professor Maurício Ribeiro, a Secretaria de Cultura e Turismo, o Centro Histórico, o Forte Dom Pedro II, o Geossítio Caieiras, uma produtora de azeite de oliva, e o Geossítio Toca das Carretas, com vista para o Geossítio Cerro da Angélica.</p>
<p>Esta é a segunda visita de avaliadores em territórios aspirantes a Geoparque. Em outubro desde ano, uma equipe de avaliadores visitou o <a href="https://www.ufsm.br/2022/10/24/avaliacao-do-projeto-geoparque-quarta-colonia/">Geoparque Quarta Colônia</a>.</p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Mariana Henriques</em><br /><em>Fotos do texto: Divulgação Geoparque Caçapava<br />Foto de capa: André Borba</em></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mostra do projeto Geoprodotto coloca em destaque os empreendimentos da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/03/mostra-do-projeto-geoprodotto-coloca-em-destaque-os-empreendimentos-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 19:31:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[O público poderá conferir os produtos da agroindústria, artesanato e turismo que a região proporciona]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/BANNER_GEOPRODOTTO_page-0001.jpg"><img class=" wp-image-57405 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/BANNER_GEOPRODOTTO_page-0001-279x300.jpg" alt="" width="320" height="344" /></a>Neste final de semana, o público de Santa Maria poderá saborear e apreciar, no Royal Plaza Shopping, a produção de 23 empreendimentos de municípios da região. No sábado (4), das 11h às 22h, e no domingo (5), das 11h às 20h, acontece a mostra do projeto de extensão Geoprodotto: Valorando Saberes e Sabores da Quarta Colônia, que estará no Espaço Royal, no 1º andar do shopping. Entre os produtos que o público poderá adquirir, destacam-se alimentos como pães, cucas, biscoitos, bolachas, queijos, salames, cachaça, vinho, cerveja e geleias, entre outros. A exposição inclui ainda produtos de artesanato em palha, bordados e cutelaria, além de empreendimentos que investem no turismo, como viagens e trilhas que exploram a beleza das paisagens e da arquitetura da região.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Coordenado pela professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, esse projeto tem o objetivo de apoiar as pequenas agroindústrias familiares da região da Quarta Colônia de Imigração Italiana na produção e comercialização de seus produtos, para que estejam em consonância com a legislação vigente, devidamente certificados, levando à geração de empregos e renda às pequenas propriedades rurais da região. Além disso, o projeto vai qualificar as agroindústrias para a elaboração de “geoprodutos”, contribuindo com o processo de instituir o <a href="https://www.ufsm.br/2021/12/03/com-apoio-da-ufsm-e-da-unipampa-brasil-solicita-a-unesco-o-reconhecimento-de-dois-geoparques/" target="_blank" rel="noopener">Geoparque da Quarta Colônia</a>. O pedido de certificação da região como geoparque foi enviado para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cuteleiro lança coleção de facas inspiradas nos fósseis pré-históricos de Agudo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/04/14/cuteleiro-lanca-colecao-de-facas-inspiradas-nos-fosseis-pre-historicos-de-agudo</link>
				<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 20:11:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55521</guid>
						<description><![CDATA[O artesão cuteleiro Yitzhak Menegassi produziu uma coleção de facas artesanais que tem como temática os fósseis de animais pré-históricos encontrados no município de Agudo. O projeto contou com a assessoria técnica da UFSM, através do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) e da equipe administrativa do Geoparque Quarta Colônia Aspirante Unesco. A região [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p1">O artesão cuteleiro Yitzhak Menegassi produziu uma coleção de facas artesanais que tem como temática os fósseis de animais pré-históricos encontrados no município de Agudo. O projeto contou com a assessoria técnica da UFSM, através do <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/" target="_blank" rel="noopener">Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa)</a> e da equipe administrativa do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/geoparque-quarta-colonia/" target="_blank" rel="noopener">Geoparque Quarta Colônia Aspirante Unesco</a>.</p>
<p class="p1">A região central do estado é conhecida cada vez mais pela riqueza de fósseis que são encontrados com frequência, com destaque ao município de Agudo, que teve o maior número de achados registrados nos últimos anos. A ideia de unir as descobertas científicas com a produção local partiu do radialista Gilberto Pereira Jordani, da cidade de Agudo, após uma entrevista com Rodrigo Temp Müller, paleontólogo do Cappa, sobre uma descoberta de fóssil na região. O radialista apresentou a ideia a Yitzhak, que aceitou o desafio de trazer características de animais extintos há cerca de 230 milhões de anos às suas facas.</p>


[caption id="attachment_55522" align="alignright" width="574"]<img class=" wp-image-55522" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-31-at-22.20.34-1.jpeg" alt="" width="574" height="448" /> Ao todo, foram criadas oito facas, inspiradas em oito animais pré-históricos cujos fósseis foram encontrados em Agudo[/caption]
<p class="p1">Com sede na cidade de São João do Polêsine, o Cappa foi criado com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento da pesquisa paleontológica e geológica, bem como<span class="Apple-converted-space">  </span>a pesquisadores de outras áreas interessados em atuar nos sítios fossilíferos na região da Quarta Colônia de Imigração Italiana (formada pelos municípios de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Restinga Seca, São João do Polêsine, lvorá, Silveira Martins, Nova Palma e Pinhal Grande). Este centro destina-se à atividade acadêmico-científica e à divulgação da paleontologia em nível regional, estadual, nacional e internacional.</p>
<p class="p1">Com a assessoria técnica e científica gratuita prestada por Rodrigo através do Cappa, Yitzhak confeccionou oito modelos de facas inspiradas em oito fósseis que foram escavados no município de Agudo. Os animais escolhidos foram: <i>Agudotherium gassenae</i>, <i>Dynamosuchus collisensis</i>, <i>Macrocollum itaquii</i>, <i>Pampadromaeus barberenai</i>, <i>Trucidocynodon riograndensis</i>, <i>Bagualosaurus agudoensis</i>, <i>Sacisaurus agudoensis</i> e <i>Erythrovenator jacuiensis</i>.</p>
<p class="p1">Segundo Yitzhak, Rodrigo lhe apresentou os fósseis encontrados em Agudo e como eles deveriam ter sido em vida, além de outras informações e curiosidades. A partir disso, em cada faca ele tentou captar algum aspecto desses animais, seja através de como poderiam ter sido em vida ou pela forma dos ossos fossilizados. Por exemplo, a faca inspirada no <i>Dynamosuchus collisensis</i> é um cutelo com o formato do corpo do animal. Mas, além disso, estudos apontam que ele teria uma mordida muito forte, capaz de quebrar ossos; assim o cutelo tem uma função inspirada no hábito do animal. Já a faca que leva o nome do <i>Sacisaurus agudoensis</i>, além de carregar o contorno do crânio do animal na lâmina, tem o cabo baseado em um de seus ossos.</p>
<p class="p1">“A ideia foi lançada no dia 28 de agosto do ano passado. Primeiro veio a parte dos desenhos, associada à imagem de cada bicho, e como poderia levá-la para a faca.<span class="Apple-converted-space">  </span>As facas não são somente para colecionador, pertencem a uma coleção que pode ser comprada separada e são funcionais. Então, além da estética, as facas possuem corte. As facas foram cortadas a <i>laser</i>, para ter um formato bem semelhante ao animal, e na parte do cabo utilizei a madeira guajuvira, que é encontrada com facilidade aqui na região”, conta o cuteleiro.</p>


[caption id="attachment_55523" align="alignleft" width="621"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-31-at-22.20.34-3.jpeg"><img class=" wp-image-55523" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-31-at-22.20.34-3.jpeg" alt="" width="621" height="589" /></a> O Dynamosuchus collisensis, cuja poderosa mordida teria sido capaz de quebrar ossos, foi um dos animais escolhidos para a coleção de facas[/caption]
<p class="p1">Como forma de difundir o conhecimento, as facas serão acompanhadas de um informativo que contém a ilustração do animal e seus dados principais, como idade, onde foi encontrado e alimentação, além de curiosidades.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">A<b>tividades de divulgação –</b> Além de apoiar iniciativas como essa, o Cappa também desenvolve outras atividades que levam o conhecimento científico e da paleontologia à comunidade. Rodrigo explica que a principal atividade de divulgação do centro fica a cargo da mostra paleontológica, onde é possível realizar visitas guiadas, o que inclui os laboratórios de pesquisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">“Outras atividades também incluem o Paleodia, que é um evento anual organizado pelo Cappa em parceria com outras unidades da UFSM, no qual são realizadas várias atividades com finalidade de divulgação científica, como por exemplo a ‘caça aos fósseis’, onde as crianças ficam em um sítio paleontológico de brincadeira em busca de réplicas de fósseis, as quais elas podem levar para casa. Atualmente, com a mostra fechada para visitas por conta da pandemia, o Cappa tem tentado se aproximar do público geral através das redes sociais (<i><a href="https://www.facebook.com/cappaufsm" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/cappaufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a></i>), onde são postados conteúdos relacionados às novas descobertas, curiosidades paleontológicas e informações sobre os fósseis da região”, comenta o paleontólogo.</p>
<p class="p2"><b>Geoparque </b><span class="s1"><b>– </b></span>A UFSM possui outros projetos que, além de apoiar a produção local, incentivam e levam conhecimento à comunidade regional. Um exemplo é o Projeto Geoparque Quarta Colônia, que visa a novas alternativas para a economia regional, de forma sustentável, por meio da conservação do patrimônio natural e cultural, da educação para o meio ambiente e do incentivo à geração de renda através de iniciativas privadas e do turismo local.</p>
<p class="p1">O projeto assinou no ano passado uma carta de intenções, via Itamaraty, para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), cuja finalidade é a obtenção do título de geoparque mundial para o território da Quarta Colônia. A certificação é concedida pela Unesco aos territórios que possuem um patrimônio geológico/geomorfológico ou paleontológico singular, com raridade e que consigam relacionar esse patrimônio com o modo de vida das pessoas, com a cultura e com a natureza local, conservando a memória da terra e das pessoas do lugar.</p>


[caption id="attachment_55524" align="alignright" width="693"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-31-at-22.20.34.jpeg"><img class=" wp-image-55524" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-31-at-22.20.34.jpeg" alt="" width="693" height="469" /></a> Cortadas a laser, as facas são funcionais e podem ser adquiridas separadamente. Sua elaboração teve a assessoria técnica e científica do Cappa[/caption]
<p class="p1">“Costumamos dizer que a Quarta Colônia já é um geoparque, e que só precisa conectar as ações, as iniciativas, em torno do potencial patrimonial (tanto natural quanto cultural) que existe no território. Além disso, temos o patrimônio paleontológico, os fósseis encontrados na Quarta Colônia, que são raros e contam uma parte da evolução da história do planeta que seria desconhecida se não tivessem sido encontrados. Ainda assim, não restam dúvidas de que uma das necessidades para que o território receba a certificação é a apropriação do projeto por parte da comunidade. É preciso que a comunidade faça parte e se veja como geoparque, que participe das comissões do Comitê Gestor do Geoparque e que auxilie na resolução de problemas e sugira soluções para as demandas levantadas. Outra fragilidade que pode ser apontada pela Unesco é a questão de infraestrutura e acessos aos atrativos turísticos da Quarta Colônia e aos geossítios”, aponta a coordenadora institucional do Geoparque, Jaciele Carine Sell.</p>
<p class="p1">O selo de geoparque concedido pela Unesco não envolve apoio financeiro, mas busca qualificar e destacar os territórios. Jaciele argumenta que o “selo de qualidade” está relacionado a uma estratégia de desenvolvimento sustentável que, ao estar funcionando de forma articulada (incluindo turismo, conservação do patrimônio natural e cultural, educação e geração de renda), garante retorno à comunidade de diversas formas. A certificação é algo a mais, como um “título” do lugar, que pode ser usado para captar recursos, para atrair investimentos. Os próximos passos no processo serão o envio de um dossiê, previsto para este ano, e a visita dos avaliadores da Unesco ao território, que está prevista para o primeiro semestre de 2022.</p>
<p class="p1">Existem diversas atividades promovidas pelo projeto, como capacitações e formações na criação de linhas de produtos, na área de empreendedorismo, de marketing, de precificação e de oficinas de boas práticas na produção de alimentos, assim como na divulgação das habilidades e dos produtos para o público que mora na Quarta Colônia ou que a visita.</p>
<p class="p1">Iniciativas como a coleção de facas artesanais dos fósseis encontrados em Agudo podem ser auxiliadas pela UFSM através do suporte, estímulo, orientação e divulgação do material, enquanto iniciativa parceira do Geoparque. “Ações como essa, onde a iniciativa privada assume para si e se compromete em compartilhar o conhecimento científico, fazem com que toda a população seja beneficiada, seja pelo produto em si, seja pela disseminação e popularização do patrimônio local de forma respeitosa, contribuindo inclusive para sua conservação”, argumenta Jaciele.</p>
<p class="p1">Os interessados em adquirir as facas podem entrar em contato pelo Whatsapp (55) 99989-7995 ou pelo e-mail yitzhakmenegassi@outlook.com. Outras informações constam nas páginas do <a href="https://www.facebook.com/cutelariamenegassi" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/cutelariamenegassi/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> da Cutelaria Menegassi.</p>
<p class="p1"><i>Texto: Ana Júlia Müller Fernandes, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p class="p1"><i>Ilustrações: As reconstruções em vida dos fósseis foram realizadas por Márcio L. Castro</i></p>
<p class="p1"><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Geoparques da Unesco serão tema do Dose de Ciência na quinta (25)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/23/geoparques-da-unesco-serao-tema-do-dose-de-ciencia-na-quinta-25</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 18:06:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
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		<category><![CDATA[unesco]]></category>

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						<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira (25), a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. O evento será transmitido ao vivo através do Facebook da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. Na edição que abordará os Geoparques da Unesco, os convidados [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left" align="justify"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/arte_live_especial_Card_1_.jpg"><img class="alignright  wp-image-52635" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/arte_live_especial_Card_1_.jpg" alt="" width="402" height="402" /></a>Na próxima quinta-feira (25), a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. O evento será transmitido ao vivo através do <a href="https://www.facebook.com/preufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/preufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1593021214574000&amp;usg=AFQjCNGdRmACL-4xaGtboN28AcZrPw6Uiw"><u>Facebook da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM</u></a>. Na edição que abordará os Geoparques da Unesco, os convidados serão os professores André Borba (UFSM) e Patrício Melo (Urca/Unesco).</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Os Geoparques — territórios reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) — podem ser um município ou um conjunto de cidades, no quais a “Memória da Terra” é preservada e utilizada de forma sustentável, gerando desenvolvimento para a sua comunidade. Esse desenvolvimento pode acontecer no turismo, na criação de produtos, na gastronomia, no artesanato e em todas as formas de atividades que conservem e valorizem o patrimônio geológico-geomorfológico, como rochas, minerais, água, solos, relevos, paisagens e fósseis, em associação à cultura da comunidade. Na UFSM, há dois projetos que visam à criação de Geoparques na região central do Rio Grande do Sul: o projeto Geoparque Quarta Colônia e o projeto Geoparque Caçapava.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">André Borba, que é geólogo e professor do Departamento de Geociências (UFSM), participa do projeto Geoparque Caçapava. André tem se dedicado a pesquisas na área de geodiversidade, patrimônio geológico e geoconservação, na busca da integração entre o conhecimento geológico, da preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável de áreas rurais.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Patrício Melo é professor do curso de Direito e ex-reitor da Universidade Regional do Cariri (Urca), no Ceará. Coordena o Setor de Cultura do Araripe Unesco Global Geopark e é especialista da Unesco para o Programa de Geoparques Mundiais da Unesco. Patrício também é coordenador adjunto da Rede de Geoparques da América Latina e Caribe, além de membro da Diretoria da Rede Global de Geoparks – GGN, representando a América Latina.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">O público poderá interagir enviando seus questionamentos através dos canais institucionais da PRE. O Dose de Ciência Especial é uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria, através da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP).</p>
<p align="justify"><em>Texto: Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Semana Acadêmica do Turismo vai discutir geoparques e desenvolvimento regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/10/07/semana-academica-do-turismo-vai-discutir-geoparques-e-desenvolvimento-regional</link>
				<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 13:43:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Estão abertas até o dia 16 de outubro as inscrições para a 2ª Semana Acadêmica do Curso de Gestão de Turismo, cujo tema é &#8220;Turismo: estratégias para o desenvolvimento regional através da implementação dos geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul&#8221;. A Semana Acadêmica do Turismo ocorre nos dias 21, 22 e 24 de outubro, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estão abertas até o dia 16 de outubro as inscrições para a 2ª Semana Acadêmica do Curso de Gestão de Turismo, cujo tema é "Turismo: estratégias para o desenvolvimento regional através da implementação dos geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul".</p>
<p>A Semana Acadêmica do Turismo ocorre nos dias 21, 22 e 24 de outubro, paralelamente à Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM, no auditório do Centro de Tecnologia (sala 355 do anexo A). O investimento é de R$ 35,00, e as inscrições podem ser feitas com os integrantes do Centro Acadêmico do Turismo (CaTur) ou através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdXOvPlYyq_WB8kvjraVjfUe9xTEq_SrHXkYGWbAIXw0QrcEA/viewform" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<p>O evento é realizado por estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo da UFSM, através do Centro Acadêmico de Turismo, contando com o patrocínio de empresas e apoio do curso, Laturis - Laboratório de Turismo da UFSM, CCSH, Comissão Setorial de Avaliação, Rádio Universidade e UniFM 107.9.</p>
<p>A programação completa pode ser conferida na página do evento no <a href="https://www.facebook.com/caturUFSM/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>.<br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Núcleo do Cefd vai desenvolver projeto de canoagem com escolas de Nova Palma</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/01/nucleo-do-cefd-vai-desenvolver-projeto-de-canoagem-com-escolas-de-nova-palma</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 11:55:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nieems]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[O Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems), ligado ao Centro de Educação Física e Desporto (Cefd) da UFSM, vai implementar um polo de canoagem em Nova Palma, vinculado ao projeto Geoparque Quarta Colônia.  Na sexta-feira (28), o professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, coordenador do Nieems e do projeto de canoagem, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_48513" align="alignright" width="386"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_7985.jpg"><img class="wp-image-48513" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_7985.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra sete pessoas, homens e mulheres, posando para a foto em frente à escola, cujo nome e logo aparecem pintados na parede" width="386" height="289" /></a> Lemos (E) e alunos visitaram escolas do município que serão contempladas com o projeto[/caption]
<p>O Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems), ligado ao Centro de Educação Física e Desporto (Cefd) da UFSM, vai implementar um polo de canoagem em Nova Palma, vinculado ao projeto Geoparque Quarta Colônia. </p>
<p>Na sexta-feira (28), o professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, coordenador do Nieems e do projeto de canoagem, e sua equipe estiveram no município para conversar com o prefeito, André Luiz Rossato, e visitar as escolas, fazendo a divulgação do projeto e chamando os alunos para as práticas de canoagem, que terão início em agosto. Toda a comunidade escolar de Nova Palma será convidada a participar. A equipe da UFSM também visitou o balneário do município, local onde ocorrerão as aulas.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>3º Paleodia da Quarta Colônia ocorrerá em outubro e terá apoio institucional do projeto Geoparque</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/06/24/3o-paleodia-da-quarta-colonia-ocorrera-em-outubro-e-tera-apoio-institucional-do-projeto-geoparque</link>
				<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 11:52:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[condesus]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[Paleodia da Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Sucesso de público em 2018, o Paleodia da Quarta Colônia, que tem o objetivo de popularizar o conhecimento científico sobre paleontologia, chega a sua terceira edição. Na última quarta-feira (19), a equipe promotora do evento se reuniu na sede do Condesus Quarta Colônia para tratar da organização do próximo evento, que ocorre em outubro desse [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_48371" align="alignright" width="338"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-19-at-10.17.48.jpeg"><img class="wp-image-48371" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-19-at-10.17.48.jpeg" alt="Foto colorida vertical mostra oito pessoas sentadas ao redor de uma mesa em uma sala durante a reunião" width="338" height="451" /></a> Equipe promotora do evento se reuniu para discutir a próxima edição[/caption]
<p style="font-weight: 400">Sucesso de público em 2018, o Paleodia da Quarta Colônia, que tem o objetivo de popularizar o conhecimento científico sobre paleontologia, chega a sua terceira edição. Na última quarta-feira (19), a equipe promotora do evento se reuniu na sede do Condesus Quarta Colônia para tratar da organização do próximo evento, que ocorre em outubro desse ano.</p>
<p style="font-weight: 400">A partir dessa edição, o evento organizado pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM (Cappa), ligado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e pelo Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia, terá apoio institucional da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio do projeto Geoparque.</p>
<p style="font-weight: 400">Como nos anos anteriores, o Paleodia terá atrações que são sensação entre as crianças, como o caça-fósseis, as visitas guiadas e as salas de cinema. Algumas das novidades serão as atividades ligadas ao projeto Geoparque Quarta Colônia e a possibilidade de extensão do evento até o turno da noite, ainda em análise pelos organizadores.</p>
<p style="font-weight: 400">Estiveram presentes na reunião a coordenadora do projeto Geoparque, Jaciele Sell, a diretora do CCNE, Sonia Cechin, o paleontólogo do Cappa, Flávio Pretto, e outros representantes do Centro, além de representantes do Condesus.</p>
<p><em>Texto e foto: Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Unipampa apresentam projeto da criação de Geoparque em Caçapava do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/04/30/ufsm-e-unipampa-apresentam-projeto-da-criacao-de-geoparque-em-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 13:46:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Caçapava do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[unipampa]]></category>

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						<description><![CDATA[O secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, conheceu a iniciativa de duas universidades gaúchas em criar o Geoparque de Caçapava do Sul, apresentada na manhã da última sexta-feira (26). O projeto é fruto de uma parceria entre as Universidades Federais do Pampa (Unipampa) e de Santa Maria (UFSM). O geólogo da UFSM André Borba destacou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_47552" align="alignright" width="398"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/04/26161415_35111_GDO.jpeg"><img class="wp-image-47552" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/04/26161415_35111_GDO.jpeg" alt="" width="398" height="265" /></a> Reunião de apresentação do projeto foi realizada na Casa Civil[/caption]
<p>O secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, conheceu a iniciativa de duas universidades gaúchas em criar o Geoparque de Caçapava do Sul, apresentada na manhã da última sexta-feira (26). O projeto é fruto de uma parceria entre as Universidades Federais do Pampa (Unipampa) e de Santa Maria (UFSM).</p>
<p>O geólogo da UFSM André Borba destacou a relevância que Caçapava do Sul tem em receber o geoparque e lembrou que o deputado federal Pedro Westphalen foi o autor da proposta, enquanto deputado estadual, que reconheceu Caçapava como a Capital Gaúcha da Geodiversidade, conforme a lei 14.708/15. O município conta com um patrimônio geológico singular, como as rochas/relevo das Pedras das Guaritas.</p>
<p>Durante a reunião, diferentes exemplos já existentes em outros países foram expostos, os quais atraem turistas e visitantes. “Entendemos como uma oportunidade de contribuir com o desenvolvimento local/regional e com a obtenção de uma certificação e visibilidade internacional”, explicou Marco Hansen, reitor da Unipampa.</p>
<p>Segundo o pró-reitor de Extensão da UFSM, Flavi Lisboa, a Unesco reconhece como geoparques as regiões que agregam importância histórica, cultural, paisagística, geológica, arqueológica, paleontológica e científica. A pró-reitora de Extensão da Unipampa, Nádia Bucco, o professor de Geologia e Geofísica da Unipampa, Felipe Guadagnin, e a professora de Geografia na UFSM, Jaciele Sell, também estiveram no encontro.</p>
<p>Otomar Vivian enfatizou a importância de um projeto como esse para o desenvolvimento da região e de todo o Estado, além de ser um grande exemplo como base educacional decisiva. “Com certeza, o governo Eduardo Leite, com seus secretários das pastas multidisciplinares que se identifiquem com a iniciativa, atuaremos como facilitadores para que o projeto se torne realidade”, acrescentou.</p>
<p>Ficou definida uma nova reunião, no campus da Unipampa em Caçapava do Sul, quando será apresentado o projeto final, com a participação dos reitores das universidades e os secretários de Estado.</p>
<p><em>Texto: Grazielle Araújo, Assessoria de Comunicação da Casa Civil</em></p>
<p><em>Foto: Nabor Goulart/Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representantes da Quarta Colônia debatem Projeto do Geoparque</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/20/projeto-do-geoparque-foi-debatido-com-a-comunidade-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 12:40:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

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						<description><![CDATA[Ocorreu nesta quarta-feira (19), no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), em São João do Polêsine, a primeira reunião aberta à comunidade externa para dialogar sobre o projeto do Geoparque na Quarta Colônia. Estiveram presentes os prefeitos da região, docentes e pesquisadores da UFSM que trabalham com a temática. Ao todo foram 35 participantes, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":46207} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-19-at-15.37.38-1024x634.jpeg" alt="Grupo de pessoas, algumas agachadas, outras em pé, circundam um esqueleto de dinossauro no Cappa em pose para foto" class="wp-image-46207" /><figcaption>Grupo que participou da reunião realizada junto ao Cappa</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ocorreu nesta quarta-feira (19), no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), em São João do Polêsine, a primeira reunião aberta à comunidade externa para dialogar sobre o projeto do Geoparque na Quarta Colônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estiveram presentes os prefeitos da região, docentes e pesquisadores da UFSM que trabalham com a temática. Ao todo foram 35 participantes, de diversos&nbsp;centros de ensino, contemplando áreas como geografia, turismo, arquitetura, artes, educação física, história, comunicação, entre outras</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro teve o objetivo de debater o projeto do Geoparque, apresentando às prefeituras as diversas áreas de conhecimento que podem contribuir com o desenvolvimento regional e ouvir as demandas e expectativas da comunidade em relação ao Geoparque.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A previsão é de que as próximas reuniões aconteçam a partir de fevereiro do próximo ano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Com informações e foto do Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        