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				<title>Cartografia da diversidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/editoras/facos/cartografia-da-diversidade</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:51:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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						<description><![CDATA[Cartografia da diversidade Ariel Nobre, Fernanda Sagrilo Andres e Juliana Petermann (organizadores)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h1>Cartografia da diversidade</h1><h6>Ariel Nobre, Fernanda Sagrilo Andres e Juliana Petermann (organizadores)</h6>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Biblioteca Central da UFSM apresenta Sala Desenho Acessível à equipe da UNIPAMPA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/biblioteca/2026/04/24/biblioteca-central-da-ufsm-apresenta-sala-desenho-acessivel-a-equipe-da-unipampa</link>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:01:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[BC]]></category>
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						<description><![CDATA[Foto: Equipe do Setor de Referência da Biblioteca Central junto a equipe do Núcleo de Desenvolvimento Educacional (NuDE) do Campus Caçapava do Sul, da Universidade Federal do Pampa, na Sala de Desenho Acessível. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Biblioteca Central, recebeu, no dia 13 de abril, a visita técnica da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
										<figure>
										<img width="1024" height="533" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/362/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-11.39.25-1024x533.jpeg" alt="" />											<figcaption>Foto: Equipe do Setor de Referência da Biblioteca Central junto a equipe do Núcleo de Desenvolvimento Educacional (NuDE) do Campus Caçapava do Sul, da Universidade Federal do Pampa, na Sala de Desenho Acessível.</figcaption>
										</figure>
		<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Biblioteca Central, recebeu, no dia 13 de abril, a visita técnica da equipe do Núcleo de Desenvolvimento Educacional (NuDE) da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA). A atividade teve como objetivo apresentar a Sala Desenho Acessível, espaço voltado à promoção da inclusão e da acessibilidade no ambiente acadêmico.</p>
<p>Durante a visita, foram apresentados os recursos tecnológicos, o mobiliário adaptado e o acervo especializado disponíveis no local, evidenciando as iniciativas institucionais da UFSM voltadas à democratização do acesso à informação e ao fortalecimento das políticas de inclusão. A ação também possibilitou a troca de experiências entre as equipes, contribuindo para o aprimoramento de práticas voltadas à permanência estudantil.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="575" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/362/2026/04/IMG_8740-1024x575.jpg" alt="" />											<figcaption>Foto: Sala de Desenho Acessível com seu mobiliário adaptado para pessoas obesas e cadeirantes.</figcaption>
										</figure>
		<p>Localizada no andar térreo da Biblioteca Central, com acesso facilitado por rampa, a Sala Desenho Acessível é um espaço climatizado planejado para atender estudantes com deficiência, pessoas neuro divergentes e outros públicos com necessidades específicas. O ambiente conta com internet, acervo em braille, mobiliário adaptado, equipamentos de tecnologia assistiva — como lupa eletrônica e teclado em braille —, além de computadores de alto desempenho, assegurando condições mais equitativas de acesso à informação e às atividades acadêmicas.</p>
<p>O Núcleo de Desenvolvimento Educacional (NuDE) está vinculado à Coordenação Acadêmica dos dez campi da UNIPAMPA e atua em articulação com as pró-reitorias de Desenvolvimento e Assistência Estudantil (PRODAE), de Graduação (PROGRAD) e de Comunidades, Ações Afirmativas, Diversidade e Inclusão (PROCADI). O setor desenvolve ações de apoio pedagógico e psicossocial, com foco na adaptação e integração dos estudantes ao contexto universitário.</p>
<p>A iniciativa reforça o compromisso da UFSM com a inclusão, a acessibilidade e a promoção de um ambiente universitário mais equitativo.</p>
<p>Para reservas e mais informações sobre a Sala de Desenho Acessível, os interessados podem entrar em contato diretamente com a Biblioteca Central da UFSM pelo contato: <a href="mailto:atendimento.sib@ufsm.br">atendimento.sib@ufsm.br</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM debate políticas de ações afirmativas, inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação nesta terça-feira (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2025/09/29/ufsm-debate-politicas-de-acoes-afirmativas-inclusao-e-equidade-no-ambito-da-pos-graduacao-nesta-terca-feira-30</link>
				<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 12:32:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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						<description><![CDATA[  A UFSM promove nesta terça-feira (30), às 14 horas, no auditório da CAEd (prédio 67), o 3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais da Pró-reitoria de Graduação (CAEd/PROGRAD), Observatório de Direitos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A UFSM promove nesta terça-feira (30), às 14 horas, no<a href="https://www.google.com/maps/place/Prédio+67+-+Núcleo+de+Acessibilidade+e+Núcleo+de+Apoio+à+Aprendizagem+na+Educação/@-29.7167378,-53.728166,16z/data=!4m10!1m2!2m1!1sufsm+caed+mapa!3m6!1s0x9503b5e1a566a37f:0x9f31d787811ed1b4!8m2!3d-29.7167378!4d-53.7186388!15sCg51ZnNtIGNhZWQgbWFwYSIDiAEBkgEVdW5pdmVyc2l0eV9kZXBhcnRtZW50qgFLCg0vZy8xMWNzcTFrZG05EAEqCCIEY2FlZCgMMh8QASIbvpPlsdCE8azJfSBZVIcjCzDvqUseLIv8jBTtMg0QAiIJdWZzbSBjYWVk4AEA!16s%2Fg%2F11g6xpn78g?entry=ttu&amp;g_ep=EgoyMDI1MDkyNC4wIKXMDSoASAFQAw%3D%3D"><strong> auditório da CAEd</strong></a> (prédio 67), o <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/eventos/3o-seminario-de-acoes-afirmativas-e-inclusao-na-pos-graduacao-da-ufsm" target="_blank" rel="noopener">3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação</a></strong>. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais da Pró-reitoria de Graduação (CAEd/PROGRAD), Observatório de Direitos Humanos (ODH), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UFSM (APG).</p>
<p>O seminário tem como objetivo <strong>ampliar o debate sobre políticas de inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação</strong>, reunindo docentes, estudantes e representantes institucionais para compartilhar experiências e fortalecer as ações afirmativas na UFSM.</p>
<p>A programação inicia com uma <strong>conferência de abertura ministrada pela professora Diana Anunciação Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)</strong>, que abordará o tema “Reflexões e experiências em ações afirmativas e inclusão na pós-graduação”.</p>
<p>Na sequência, será realizado um <strong>painel com diferentes perspectivas institucionais sobre o cenário atual da pós-graduação da UFSM após a implementação da Política de Ações Afirmativas e Inclusão</strong>. Participam do painel representantes da PRPGP, de um Programa de Pós-Graduação da UFSM, do NEABI/PRE, da PRAE e da CAED, com relatos e reflexões sobre ingresso por cotas, assistência estudantil, acessibilidade e a construção de políticas de equidade.</p>
<p>A participação no seminário é aberta à comunidade acadêmica e não exige inscrição prévia. Confira a programação na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/eventos/3o-seminario-de-acoes-afirmativas-e-inclusao-na-pos-graduacao-da-ufsm"><strong>página do evento</strong></a>. Outras informações podem ser solicitadas ao e-mail <a href="mailto:cpg.prpgp@ufsm.br"><strong>cpg.prpgp@ufsm.br</strong></a>. </p>
<p><em>Fonte: ufsm.br </em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação da UFSM ocorre nesta terça (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/29/3o-seminario-de-acoes-afirmativas-e-inclusao-na-pos-graduacao-da-ufsm-ocorre-nesta-terca-30</link>
				<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 11:47:50 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Programação inicia às 14h, com conferência de professora da UFRB]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A UFSM promove nesta terça-feira (30), às 14h, no auditório da CAED (prédio 67), o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/eventos/3o-seminario-de-acoes-afirmativas-e-inclusao-na-pos-graduacao-da-ufsm" target="_blank" rel="noopener">3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação</a>. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED/PROGRAD), Observatório de Direitos Humanos (ODH), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UFSM (APG).</p>
<p>O seminário tem como objetivo ampliar o debate sobre políticas de inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação, reunindo docentes, estudantes e representantes institucionais para compartilhar experiências e fortalecer as ações afirmativas na UFSM.</p>
<p>A programação inicia com uma conferência de abertura ministrada pela professora Diana Anunciação Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que abordará o tema “Reflexões e experiências em ações afirmativas e inclusão na pós-graduação”.</p>
<p>Na sequência, será realizado um painel com diferentes perspectivas institucionais sobre o cenário atual da pós-graduação da UFSM após a implementação da Política de Ações Afirmativas e Inclusão. Participam do painel representantes da PRPGP, de um Programa de Pós-Graduação da UFSM, do NEABI/PRE, da PRAE e da CAED, com relatos e reflexões sobre ingresso por cotas, assistência estudantil, acessibilidade e a construção de políticas de equidade.</p>
<p>A participação no seminário é aberta à comunidade acadêmica e não exige inscrição prévia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza o 3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/05/ufsm-realiza-o-3o-seminario-de-acoes-afirmativas-e-inclusao-na-pos-graduacao</link>
				<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 11:07:43 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Programação será no dia 30 de setembro, com conferência de professora da UFRB]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A UFSM promove no dia 30 de setembro, às 14h, no auditório da CAED (prédio 67), o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/eventos/3o-seminario-de-acoes-afirmativas-e-inclusao-na-pos-graduacao-da-ufsm" target="_blank" rel="noopener">3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação</a>. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED/PROGRAD), Observatório de Direitos Humanos (ODH), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UFSM (APG).</p>
<p>O seminário tem como objetivo ampliar o debate sobre políticas de inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação, reunindo docentes, estudantes e representantes institucionais para compartilhar experiências e fortalecer as ações afirmativas na UFSM.</p>
<p>A programação inicia com uma conferência de abertura ministrada pela professora Diana Anunciação Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que abordará o tema “Reflexões e experiências em ações afirmativas e inclusão na pós-graduação”.</p>
<p>Na sequência, será realizado um painel com diferentes perspectivas institucionais sobre o cenário atual da pós-graduação da UFSM após a implementação da Política de Ações Afirmativas e Inclusão (Res. UFSM N. 68/2021). Participam representantes da PRPGP, de um Programa de Pós-Graduação da UFSM, do NEABI/PRE, da PRAE e da CAED, trazendo relatos e reflexões sobre ingresso por cotas, assistência estudantil, acessibilidade e a construção de políticas de equidade.</p>
<p>A participação é aberta à comunidade acadêmica e não exige inscrição prévia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGEPT, PIBID Química e PIBID Educação Especial promovem Seminário Integrador sobre inclusão na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgept/2025/06/23/ppgept-pibid-quimica-e-pibid-educacao-especial-promovem-seminario-integrador-sobre-inclusao-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 14:05:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[PIBID]]></category>
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						<description><![CDATA[O Seminário Integrador promovido em parceria entre o PPGEPT (Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica), o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) Química e o PIBID Educação Especial reforçou a urgência de discutir a inclusão nos processos de formação docente. A atividade, que reuniu estudantes da graduação e da pós-graduação, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Seminário Integrador promovido em parceria entre o PPGEPT (Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica), o <a href="https://www.instagram.com/pibid_quimica_ufsm?igsh=MWhybTczZzk2cTg2cw==">PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) Química</a> e o PIBID Educação Especial reforçou a urgência de discutir a inclusão nos processos de formação docente. A atividade, que reuniu estudantes da graduação e da pós-graduação, teve como objetivo central refletir sobre práticas pedagógicas mais humanas e inclusivas, a partir da escuta de pessoas com deficiência (PCD) e da vivência concreta nas escolas.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A professora </span><b>Cláudia Barin</b><span style="font-weight: 400">, uma das organizadoras do evento, destaca que a escolha da temática surgiu das inquietações trazidas pelos próprios estudantes do PIBID, ao relatarem desafios que observam no cotidiano escolar. “Como posso propor uma ação mais inclusiva? O que devo fazer para auxiliar alunos com deficiência?" Essas foram algumas das perguntas que motivaram a realização do seminário.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_1879" align="aligncenter" width="240"]<img class="size-medium wp-image-1879" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/511/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-23-at-10.57.11-240x300.jpeg" alt="Seminário Integrador" width="240" height="300" /> Fonte: Reprodução Seminário Integrador[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h2><b>Fortalecendo Vínculos e Saberes para uma Educação mais Inclusiva</b></h2>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A proposta, construída em diálogo entre as professoras Cláudia Barin (PIBID Química) e Sabrina (PIBID Educação Especial), encontrou no PPGEPT um espaço fértil para ampliar a abordagem sobre inclusão. Segundo a professora Claudia, a parceria fortalece os vínculos entre graduação e pós-graduação, promovendo uma troca de saberes que enriquece ambos os níveis de formação. “Aproximar esses sujeitos amplia a construção de um fazer pedagógico mais inclusivo e humano”, afirma.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Um dos pontos altos do evento foi a escuta ativa de estudantes com deficiência, convidados a compartilhar suas trajetórias até a universidade, os obstáculos enfrentados e as estratégias que facilitaram seu percurso acadêmico. “Nada melhor que alguém em seu lugar de fala para nos ajudar a compreender as demandas da inclusão, para além das adaptações arquitetônicas”, ressalta a docente.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_1880" align="aligncenter" width="300"]<img class="size-medium wp-image-1880" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/511/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-23-at-10.56.56-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /> Fonte: Acervo Interno do Seminário Integrador[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A professora Cláudia Barin acredita que a universidade tem papel fundamental na promoção de debates sobre inclusão e diversidade. “A UFSM já proporciona espaços de formação sobre essa temática, mas esse processo será realmente efetivo quando toda a comunidade acadêmica se comprometer com um fazer pedagógico inclusivo, não para o mero cumprimento da legislação, mas por uma verdadeira transformação dos espaços de ensino, pesquisa e extensão das universidades.”</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A realização do seminário não pretendeu encerrar o debate, mas sim ampliá-lo, criando oportunidades para que professores em formação e em exercício repensem suas práticas à luz das experiências compartilhadas. “Acredito que todos saíram do evento tocados, pensando em como construir ambientes mais acolhedores e inclusivos”, conclui a professora.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Comercial de margarina para todos os gostos (e famílias)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/17/comercial-de-margarina-para-todos-os-gostos-e-familias</link>
				<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 11:30:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Facos]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68835</guid>
						<description><![CDATA[Egresso da UFSM utilizou uma clichê da publicidade para promover diversidade e inclusão em campanha publicitária que também virou seu TCC]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Pense em uma família. Provavelmente, você deve ter pensado na sua ou na família de alguma pessoa próxima. Agora, imagine uma família perfeita, como aquelas famílias de “comerciais de margarina”. É provável que as imagens mentais do primeiro e do segundo caso sejam um pouco diferentes ou, até mesmo, não tenham nada a ver entre si. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do publicitário Guilherme Silveira subverte esse estereótipo narrativo para criar peças que estejam mais próximas da realidade dos consumidores.</p><p>O projeto experimental desenvolvido na UFSM se tornou a campanha “<a href="https://www.facebook.com/share/v/1BWCzx9wmP/">Lembranças São Feitas Aqui</a>”, exibida pela rede Beltrame Supermercados. A peça traz como protagonista uma pessoa com deficiência, o que não é muito comum no cenário publicitário. Como Guilherme relata em seu trabalho, apesar de 24% da população brasileira possuir alguma deficiência, a presença de PcDs em campanhas, no ano de 2021, foi apenas de 3%, número que caiu para 0,8% em 2022. </p><p>A realidade dentro das agências publicitárias também é excludente. O Observatório de Diversidade na Propaganda apontou que, em 2024, apenas 0,92% dos profissionais de publicidade eram PcD. Guilherme, no entanto, não queria apenas dar visibilidade a esses números, mas também confrontá-los. “Não queria realizar apenas um trabalho acadêmico para concluir o TCC. Meu objetivo era desenvolver algo com impacto real e que pudesse ser utilizado por uma marca real”, destaca o publicitário. </p><p>Por isso, o então estudante de Publicidade e Propaganda, e também uma pessoa com deficiência, focou em trazer a inclusão não só na frente das câmeras, mas em todo o processo criativo da campanha. Aspectos da produção como seleção de elenco, locações, equipamentos e equipe, foram pensados para atender às necessidades de inclusão e acessibilidade no espaço de gravação e também na comunicação entre a equipe. </p><p>A proposta da campanha buscou trabalhar o tema da memória afetiva dos momentos em família através da estratégia narrativa da “família de comercial de margarina”. O objetivo do publicitário não era apenas incluir e fazer uma campanha com uma pessoa com deficiência, mas também criar um roteiro que a incorporasse na narrativa de forma natural, para além da deficiência. “O projeto ajuda a naturalizar a presença de PcDs na sociedade como pais, filhos e cidadãos,  mostrando que fazemos parte do dia a dia como qualquer outra pessoa”, enfatiza Guilherme.</p><h3>Buscar representatividade, não caridade</h3>[caption id="attachment_68837" align="alignleft" width="544"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/SUBTITULO-1.jpeg" alt="" width="544" height="306" /> Para uma publicidade mais plural passa pela representação em frente às câmeras, mas também pelos profissionais que conduzem o processo criativo[/caption]<p>A representatividade de grupos minoritários, como pessoas negras e LGBTQIA+, ainda é um desafio para a publicidade. No entanto, a exclusão de pessoas com deficiência é ainda maior. “Enquanto outras minorias conquistam seus espaços, mesmo que lentamente, pessoas com deficiência não são retratadas como consumidores comuns e parte ativa da sociedade, mas como exceções, fontes de inspiração ou alvos de caridade”, pontua o publicitário.</p><p>Além de garantir a presença de pessoas com deficiência no espaço publicitário, outro desafio é a forma como elas são retratadas dentro da narrativa. Estudos analisados pelo publicitário observam que as poucas peças que incluíam PcDs geralmente os retratavam como convidados, ou os mostravam durante a realização de atividades individuais, como preparar uma receita, para enfatizar o discurso de superação; nunca, porém, retratadas como protagonistas do núcleo familiar.</p><p>Guilherme destaca a importância do publicitário ter sensibilidade para compreender questões sociais que não o afetem diretamente, além da inclusão de pessoas que tragam essas vivências no processo criativo e de execução de campanhas que trabalham com a temática da diversidade. Somente com esta postura é possível garantir que a representatividade seja abordada de forma real, respeitosa  e ajude a desconstruir os estereótipos do senso comum.</p>[caption id="attachment_68838" align="alignright" width="286"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/SUBTITULO-2-586x1024.jpeg" alt="" width="286" height="500" /> A campanha teve como objetivo promover a representatividade na frente e por trás das câmeras, com foco na diversidade também no processo criativo[/caption]<h3>Pitada de diversidade aos comerciais de margarina sem sal</h3><p>O estereótipo da “família comercial de margarina” é um conceito que carrega dentro de si uma série de ideias que refletem preconceitos vigentes na sociedade. Como o publicitário explica, esse clichê se consolidou na década de 1980, sempre protagonizado por famílias brancas e heteronormativas. </p><p>O início do interesse do publicitário sobre o tema ocorreu durante o terceiro semestre, na disciplina de Redação Publicitária. Em um dos exercícios da cadeira, ele precisava desenvolver uma estratégia narrativa baseada em um clichê. Foi então que ele decidiu explorar o conceito “família de margarina”, que reflete o ideal de família perfeita.</p><p>Durante suas pesquisas, Guilherme observou que a primeira subversão desse conceito foi acontecer em 2018, quando surgiram as primeiras peças neste segmento com pessoas negras, mas que ainda não estavam incluídas no conceito de família perfeita. “O que me chamou atenção é que raramente essas pessoas eram protagonistas ou integrantes do grupo familiar, elas apareciam como convidadas. Isso me levou a questionar onde estavam as famílias dessas pessoas”, conta.</p><p>A campanha assinada pelo Beltrame Supermercados teve Guilherme como produtor executivo e roteirista, Emilly Ziegler como diretora de arte e a Azzo Estúdio como produtora audiovisual. Já a locação foi cedida pelo Espaço Recanto, e o Brechó da Vó Adelaide e a loja de moda plus size Corpo Livre forneceram o figurino.</p><p><strong>Assista ao comercial:</strong></p><p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>https://www.youtube.com/watch?v=P6XwRbq9Da0<p><em>Texto: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Foto: Arquivo pessoal de Guilherme Silva</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário sobre resultados preliminares do projeto Territórios conectados pela sororidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/lazos/2024/12/09/seminario-sobre-resultados-preliminares-do-projeto-territorios-conectados-pela-sororidade</link>
				<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 13:24:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Territórios Conectados]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Solidária e Cidadã: esperança e reconstrução para o Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/lazos/?p=132</guid>
						<description><![CDATA[Confira no Youtube da UFSM O evento faz parte do projeto &#8220;Territórios conectados pela sororidade: questões de gênero, TICs e fortalecimento de laços em espaços periféricos &#8211; EDITAL FAPERGS/CNPq 07/2022&#8221;. O projeto tem uma parceria com os Programas de graduação e pós-graduação em Comunicação da UFSM, Desenvolvimento Regional da UFRGS &#8211; Campus Litoral, Turismo do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Confira no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=dERGIuJWTi8">Youtube da UFSM </a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento faz parte do projeto "Territórios conectados pela sororidade: questões de gênero, TICs e fortalecimento de laços em espaços periféricos - EDITAL FAPERGS/CNPq 07/2022". O projeto tem uma parceria com os Programas de graduação e pós-graduação em Comunicação da UFSM, Desenvolvimento Regional da UFRGS - Campus Litoral, Turismo do IFFAR - Campus São Borja, Turismo da FURG - Campus Santa Vitória do Palmar, bem como de parceiros como FAO Chile e Emater/RS Santa Maria e CRECI.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM oferta dois cursos de aperfeiçoamento a distância para profissionais da educação básica e para licenciados(as)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2024/12/03/ufsm-oferta-dois-cursos-de-aperfeicoamento-a-distancia-para-profissionais-da-educacao-basica-e-para-licenciadosas</link>
				<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 11:57:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[educação especial]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[relações étnico-raciais]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=23932</guid>
						<description><![CDATA[As inscrições gratuitas seguem até o dia 10 de janeiro de 2025]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para <strong>dois cursos de aperfeiçoamento</strong>, oferecidos na modalidade EaD.</p>
<p><strong>São 3.750 vagas para cada curso, destinadas a professores(as) e gestores(as) da educação básica atuantes na rede pública ou privada do Rio Grande do Sul.</strong> Também podem concorrer às vagas quem possuir diploma de graduação em cursos de licenciatura ou diploma de complementação pedagógica equivalente à licenciatura.</p>
<p>Os cursos ofertados são:</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/12/UFSM-PROGRAD-Aperfeicoamento-Ed_especial_Inclusiva_10_jan_2025-CARD.jpg"><img class="alignright wp-image-23933" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/12/UFSM-PROGRAD-Aperfeicoamento-Ed_especial_Inclusiva_10_jan_2025-CARD-300x300.jpg" alt="" width="500" height="499" /></a>- <a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br/edital/128-edital-educacao-inclusiva-2024"><strong>"Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva"</strong></a>: Curso de extensão de 120 horas, com atividades totalmente a distância, abordando:  </p>
<ul style="list-style-type: square">
<li>Direitos Humanos, diversidade e educação inclusiva;</li>
<li>Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da Educação Inclusiva;</li>
<li>Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e</li>
<li>Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na Escola.</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><br /><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/12/UFSM-PROGRAD-Aperfeicoamento-Ed-Escolar-Quilombola_10_jan_2025-CARD.jpg"><img class="alignright wp-image-23934" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/12/UFSM-PROGRAD-Aperfeicoamento-Ed-Escolar-Quilombola_10_jan_2025-CARD-300x300.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a>- <a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br/edital/129-selecao-alunos-etnico-racial-quilobola-2024"><strong>"Formação para Docência e Gestão para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola"</strong></a>: Curso de extensão de 120 horas, com atividades totalmente a distância, abordando: </p>
<ul style="list-style-type: square">
<li>Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro;</li>
<li>Culturas e Territorialidades;</li>
<li>Educação Antirracista na Prática; e</li>
<li>Gestão Democrática para a Diversidade.</li>
</ul>
<p><br />As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <strong>até o dia 10 de janeiro de 2025</strong>, pelo portal da Coordenadoria de Tecnologia Educacional: <a href="https://processoseletivo.nte.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>processoseletivo.nte.ufsm.br</strong></a>.</p>
<p>A realização é da UFSM, em parceria com Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e Universidade Federal do Rio Grande (FURG), por meio do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), Diretoria de Educação a Distância (DED/CAPES) e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC).</p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas aos e-mails <a href="mailto:inclusao@cead.ufsm.br"><strong>inclusao@cead.ufsm.br</strong></a> ou <a href="mailto:etnico_raciais@cead.ufsm.br"><strong>etnico_raciais@cead.ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe mais uma edição do Festival Paralímpico no próximo sábado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/02/ufsm-recebe-mais-uma-edicao-do-festival-paralimpico-no-proximo-sabado</link>
				<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 20:16:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67826</guid>
						<description><![CDATA[O festival proporciona a crianças e adolescentes com deficiência a vivência em modalidades paralímpicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No próximo sábado (7), a partir das 8h, a UFSM – reconhecida como Centro de Referência Paralímpico Brasileiro – vai receber mais uma edição do Festival Paralímpico Loterias Caixa. Trata-se de uma iniciativa do Comitê Paralímpico Brasileiro realizada em vários municípios. O festival proporciona a crianças e adolescentes com deficiência a vivência em modalidades paralímpicas, de maneira recreativa e lúdica, bem como difunde o movimento paralímpico por todo o território nacional.

Na UFSM, o festival é uma realização do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa). O evento vai ocorrer nos ginásios 1 e 2 e na Pista de Atletismo do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD). Está será a segunda das duas edições do festival previstas para este ano; a primeira ocorreu no dia 21 de setembro.

O Festival Paralímpico Loterias Caixa vem sendo realizado desde 2022. Para 2024, serão três as modalidades paralímpicas: atletismo, basquete em cadeira de rodas e parabadminton. Além disso, para esta edição, a organização informa que haverá uma atividade surpresa.

Crianças sem deficiência também podem participar, podendo constituir até 20% dos participantes. Entretanto, as inscrições para esta edição já se encerraram. Outras informações constam na página do festival no <a href="https://www.instagram.com/festivalparalimpico.crpbufsm" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório de Comunicação Acessível da UFSM campus Frederico Westphalen produz Manuais de Onboarding</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/22/laboratorio-de-comunicacao-acessivel-da-ufsm-campus-frederico-westphalen-produz-manuais-de-onboarding</link>
				<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 14:46:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas FW]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM FW]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67337</guid>
						<description><![CDATA[Documentos auxiliam em processos de inclusão de novos colaboradores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No primeiro semestre de 2024, estudantes da disciplina de Laboratório de Comunicação Acessível nas Organizações do Curso de Relações Públicas da UFSM Campus Frederico Westphalen produziram Manuais de Onboarding Acessível para organizações. O manual contempla as etapas de contratação, boas-vindas e permanência de novos colaboradores, com boas práticas para a inclusão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p align="justify"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">O processo de elabora</span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">ção desse instrumento </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">foi feito a partir de consulta </span></span> <span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">à</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"> legislação vigente, a Lei Brasileira de Inclusão e a Lei de Cotas; realiza</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">ção de </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">pesquisa de </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><i>benchmarking</i></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">, ferramenta utilizada para observar melhores práticas em empresas do mesmo nicho; planejamento; teste do produto; e elaboração do conteúdo. A realização do </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><i>benchmarking</i></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"> revelou que a acessibilidade em processos de Onboarding é um tema escasso nas empresas, não mencionado ou mencionado em um contexto geral, necessitando abordagens específicas para a inclusão.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Os manuais produzidos contemplam dois públicos específicos: pessoas com daltonismo </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">e</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"> baixa visão e pessoas com deficiência física. As empresas mencionadas são apenas ilustrativas. </span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Além do conteúdo dos manuais, a construção dos designs também empregou ferramentas de acessibilidade, por exemplo, as cores utilizadas, fontes em tamanhos acessíveis para leitura e sem serifa, uso de hiperlinks e linguagem clara e objetiva. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Os arquivos </span></span></span><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1TDGUMDfk5DoLrU928zqCPEzVVXM7Ev81"><span style="color: #1155cc"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><u>estão disponíveis para download.</u></span></span></span></a><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">. </span></span></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lançamento do projeto Produção Cultural Acessível (PCA) e Guia de inclusão da diversidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/lazos/2024/08/29/lancamento-do-projeto-producao-cultural-acessivel-pca-e-guia-de-inclusao-da-diversidade</link>
				<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 14:36:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#elasnaTI]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Territórios Conectados]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Solidária e Cidadã: esperança e reconstrução para o Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[produção cultural]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/lazos/?p=126</guid>
						<description><![CDATA[No dia 16 de agosto de 2024 aconteceu o lançamento do projeto PCA, de Leonardo Soares, e do Guia de inclusão da diversidade nas organizações, de ana Luiza Marins Melo, ambos sob a orientação de Carlise Rudnicki. O evento aconteceu na Antiga Reitoria da UFSM, 16 de agosto, sexta-feira, 18h30. No dia seguinte, 17 (sábado), [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No dia 16 de agosto de 2024 aconteceu o lançamento do projeto PCA, de Leonardo Soares, e do Guia de inclusão da diversidade nas organizações, de ana Luiza Marins Melo, ambos sob a orientação de Carlise Rudnicki.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O evento aconteceu na Antiga Reitoria da UFSM, 16 de agosto, sexta-feira, 18h30. No dia seguinte, 17 (sábado), realizamos uma oficina prática de produção cultural e boas práticas de acessibilidade, ministrada pela Profa. Carlise Rudnicki, no Centro de Tecnologia da UFSM, prédio 07.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>As ações fazem parte do projeto de pesquisa Territórios Conectados&nbsp; pela Sororidade (Edital 2022 FAPERGS/CNPq) e #elasnaTI, com o apoio do Programa UFSM Solidária e Cidadã: esperança e reconstrução para o Rio Grande do Sul.&nbsp;&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/637/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-21.51.34-1024x768.jpeg" alt="A imagem conta com os todos os participantes do evento na sala de inovação da Antiga Reitoria da UFSM." />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Festival Paralímpico ocorre na UFSM no dia 21 de setembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/26/festival-paralimpico-ocorre-na-ufsm-no-dia-21-de-setembro</link>
				<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 18:20:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66642</guid>
						<description><![CDATA[O festival proporciona a crianças e adolescentes com deficiência, na faixa etária dos 7 aos 20 anos, a vivência em modalidades paralímpicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No dia 21 de setembro, a UFSM – agora como Centro de Referência Paralímpico Brasileiro – vai receber mais uma edição do Festival Paralímpico Loterias Caixa. Trata-se de uma iniciativa do Comitê Paralímpico Brasileiro, por meio da sua diretoria de Desenvolvimento Esportivo, que ocorre em vários municípios, espalhados pelas 27 unidades federativas do país. O festival proporciona a crianças e adolescentes com deficiência, na faixa etária dos 7 aos 20 anos, a vivência em modalidades paralímpicas, de maneira recreativa e lúdica, bem como difunde o movimento paralímpico por todo o território nacional.

Na UFSM, o festival é desenvolvido pelo Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa), coordenado pela Professora Luciana Erina Palma Viana. O evento vai ocorrer nos ginásios 1 e 2 e na Pista de Atletismo do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD). Está será a primeira das duas edições do festival previstas para este ano.

O Festival Paralímpico Loterias Caixa vem sendo realizado desde 2022, oferecendo modalidades paralímpicas como: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha e voleibol sentado. Para 2024, serão três as modalidades paralímpicas: atletismo, basquete em cadeira de rodas e parabadminton. Na edição de 2023, o evento atingiu mais de 300 crianças e adolescentes com deficiência de Santa Maria e região. Crianças sem deficiência também podem participar, podendo constituir até 20% dos participantes.

As inscrições podem ser realizadas via <a href="https://linktr.ee/festivalparalimpico.crpbufsm?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAaYfk0M1_PkOS6Sq3IXoxROMo-8kArJnmJ48YzgEcgsQ9hFYV-dI1774eSk_aem_GmBBDHXDHIWNDphsYOEByg" target="_blank" rel="noopener">formulário on-line</a> ou de forma presencial, na sede do Naeefa, que fica na sala 1005 do CEFD.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe de basquete em cadeira de rodas da UFSM volta às quadras neste fim de semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/23/equipe-de-basquete-em-cadeira-de-rodas-da-ufsm-volta-as-quadras-neste-fim-de-semana</link>
				<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 18:42:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66605</guid>
						<description><![CDATA[Criada em 2009, a equipe Força sobre Rodas vai jogar a Copa Gaúcha em Santa Cruz do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_66606" align="alignright" width="596"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-a-forca-sobre-rodas.jpg"><img class=" wp-image-66606" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-a-forca-sobre-rodas-300x200.jpg" alt="" width="596" height="397" /></a> Treinos do grupo acontecem no ginásio 2 do CEFD, nas quartas e sextas-feiras[/caption]

Neste sábado (24) e no domingo (25), a Força sobre Rodas, equipe de basquete em cadeira de rodas da UFSM, vai a Santa Cruz do Sul para participar da Copa Gaúcha de 2024. A competição acontece no Ginásio Poliesportivo Arnão, sede do União Corinthians (clube que representa a cidade na Liga Nacional de Basquete), e será a primeira disputa da modalidade em nível estadual desde o fim da pandemia.

O time se unirá com a equipe da Prefeitura de Panambi para o torneio deste fim de semana, em razão de uma parceria que o treinador João Vitor Zibell, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento e Reabilitação da UFSM, tem com a instituição. No campeonato, o elenco da UFSM vai encontrar rivais de Caxias do Sul, Pelotas e Novo Hamburgo, além dos santa-cruzenses.

A Força sobre Rodas faz parte do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa), coordenado pela professora do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) Luciana Palma. Formada por atletas de toda a comunidade, sem ser exclusivamente composta por estudantes da UFSM, a equipe tem o desejo de chegar a Santa Cruz do Sul para entrar na briga com os demais participantes. Contudo, o objetivo principal da iniciativa se resume em uma palavra: pertencimento.

<b>Inovando a partir da prática</b>

O esboço do primeiro projeto da universidade envolvendo esportes em cadeira de rodas surgiu entre 2005 e 2006, com o apoio do então estudante do curso de Educação Física Vinícius Denardin, hoje docente da Universidade Estadual de Roraima. Luciana relembra que, naquela época, ter um time competitivo que representasse a instituição era uma meta do Naeefa, que neste ano completou 30 anos de existência.

[caption id="attachment_66607" align="alignleft" width="605"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-b-forca-sobre-rodas.jpg"><img class=" wp-image-66607" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-b-forca-sobre-rodas-300x200.jpg" alt="" width="605" height="403" /></a> Sob o olhar da professora Luciana Palma (coordenador do núcleo), os integrantes do projeto disputam uma partida[/caption]

Inicialmente, não foi no basquete que a proposta deu os primeiros passos, mas sim no handebol. Isso se deu pois o núcleo teve o apoio de professores do CEFD como César Geller e Luiz Celso Giacomini, que têm uma relação histórica com a modalidade. Como jogador e técnico, respectivamente, nas décadas de 1970 e 1980, eles fizeram parte da lendária “geração de ouro” santa-mariense da modalidade, que chegou a conquistar honrarias nacionais e internacionais.

A unidade de ensino, dessa forma, apoiou o núcleo, adquiriu as cadeiras para a prática do esporte e, em 2009, a Força Sobre Rodas começou oficialmente, já participando de alguns eventos. Quatro anos depois, a equipe foi desafiada por outras agremiações do Rio Grande do Sul a praticar também o basquete, visto que era uma modalidade mais desenvolvida no estado, até mesmo por ser mais acessível para pessoas com deficiência. Foi por esse motivo, inclusive, que a iniciativa decidiu mudar totalmente a oferta. “Não existiam outros times de handebol em cadeira de rodas. Éramos sozinhos”, brincou Luciana.

Desde 2013, então, o projeto atual segue na ativa. A única parada nas atividades foi devido à pandemia, entre 2020 e 2021. Os treinamentos voltaram a ser realizados somente na metade de 2023, através de uma abordagem mais lúdica, social, com o objetivo de reconectar o grupo com a comunidade.

<b>Oportunidade para todos</b>

Hoje na pós-graduação, Zibell é formado na Licenciatura em Educação Física pela UFSM. Ele começou a fazer parte da iniciativa como monitor, em 2017, posição que ocupou por dois anos até virar treinador. Há cinco anos à frente do plantel, ele revela: “já deu para ter várias experiências legais, tanto coisas próprias do esporte como questões da docência, de como saber lidar com diferentes comportamentos. Por mais que seja uma equipe esportiva, tem essa parte da educação”.

[caption id="attachment_66608" align="alignright" width="594"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-c-forca-sobre-rodas.jpg"><img class=" wp-image-66608" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-c-forca-sobre-rodas-300x200.jpg" alt="" width="594" height="396" /></a> O treinador João Vitor Zibell é aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento e Reabilitação[/caption]

No momento, o grupo conta com dez atletas (todos homens) com presença contínua nos treinamentos, que acontecem no ginásio 2 do CEFD, nas quartas e sextas-feiras, reunindo cerca de 18 integrantes do projeto, ao todo. Na visão do técnico, a proposta tem o objetivo de ser um espaço de acolhimento, onde os jogadores sintam segurança em ser quem são, mas que siga as condutas de um time competitivo.

“É interessante ter umas atividades em que as pessoas não se sintam como se fossem ‘café com leite’. Não sou a favor disso. A pessoa tem que participar na seriedade, dando o seu máximo, assim como os outros também têm que dar o máximo”, explicou Zibell. Ele admite que, se necessário, a equipe faz algumas adaptações, como levar a cesta mais para perto do chão. Porém, “o jogo acontece da mesma forma”, destacou.

Nesta modalidade, os atletas utilizam cadeiras de rodas específicas para o esporte, pensando na mobilidade e na estabilidade, como também na agilidade, com rodas inclinadas visando aumentar o equilíbrio. Os jogadores podem dar até dois toques na bola antes de precisarem driblar, passar ou arremessar.

Por enquanto, a Copa Gaúcha, que acontece neste fim de semana, é o único torneio no calendário de competições da Força sobre Rodas. Entretanto, a própria disputa pode receber novas etapas até o fim da temporada. Diferentemente de outros times da UFSM, a equipe não suspende as atividades durante as férias, ainda que promova algumas pausas curtas.

<b>Faz parte da rotina</b>

Ricardo Schneider, de 17 anos, teve um contato inicial com a Força Sobre Rodas quando ainda era criança, em 2016. Contudo, foi apenas em 2022, quando começou o ensino médio, que ele realmente passou a fazer parte do time. O jovem conta que, embora o projeto seja sua primeira experiência praticando um esporte, esta área faz parte de sua vida “literalmente desde que era um bebê”.

[caption id="attachment_66609" align="alignleft" width="604"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-d-forca-sobre-rodas.jpg"><img class=" wp-image-66609" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/foto-d-forca-sobre-rodas-300x200.jpg" alt="" width="604" height="403" /></a> Ricardo Schneider (conduzindo a bola) é o atleta mais jovem do Força Sobre Rodas, com 17 anos de idade[/caption]

“A minha família sempre me apoiou muito. Meu irmão já fez todas as modalidades possíveis e imagináveis. O basquete, além de ser o mais acessível para a pessoa que usa cadeira de rodas, é algo em que eu me interesso muito. Eu acompanho bastante a NBA, jogo no videogame. Meus amigos também jogam basquete. O basquete está presente em todas as esferas do meu dia a dia”, relatou.

Para ele, fazer parte da Força Sobre Rodas diz respeito à satisfação pessoal de poder praticar o esporte que ama, além de ser uma opção de atividade física para evitar ficar só “parado em casa”. Schneider, o mais novo da turma, vê no grupo muitas pessoas com rotinas de trabalho, que mesmo assim reservam um tempo para treinar. Jari Pacheco e José Antonio Bortolussi são exemplos.

Os atletas estão no time desde quando o foco era no handebol em cadeira de rodas. O primeiro revela que teve dificuldades em se adaptar às práticas e brinca que conseguiu na base da insistência, com o apoio do treinador. O segundo, por outro lado, não era muito fã das modalidades e afirma ter dificuldades até hoje, mas garante: “não tem como largar isso por nada, agora é a minha paixão”.

Tanto os jogadores quanto o técnico e a coordenadora afirmam que o deslocamento através do transporte público é uma das complicações encontradas pela equipe até hoje. “É toda uma logística muito delicada. Já passamos por altos e baixos, porque existe sempre uma demanda de recursos financeiros e nem sempre temos condições de estar em todas as competições”, salientou Luciana.

Interessados em participar da Força Sobre Rodas podem entrar em contato através do <a href="https://www.instagram.com/crpbufsm.naeefa/" target="_blank" rel="noopener">Instagram do Naeefa</a>. Os planos do núcleo vão desde a implementação de uma categoria de base, para iniciação, ao pleno funcionamento como time. “Quero ver muitas pessoas participando, jogando, e que a equipe realmente seja uma ‘força sobre rodas’. Eu espero e confio que isso vai acontecer”, enfatizou a professora.

<i>Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Gustavo Damascena, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Prorrogado para 26/8: PARFOR Equidade oferta 30 vagas no curso de Licenciatura em Educação Especial Inclusiva</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2024/08/04/parfor-equidade-formacao-especifica-de-professoresas-oferta-30-vagas-no-curso-de-licenciatura-em-educacao-especial-inclusiva</link>
				<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 13:59:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[educação especial]]></category>
		<category><![CDATA[formação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
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						<description><![CDATA[  A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-reitoria de Graduação (Prograd) e do Programa PARFOR Equidade, está com inscrições abertas para ingresso no curso de Licenciatura em Educação Especial Inclusiva. São ofertadas 30 vagas para ingresso no segundo semestre de 2024. Durante a vigência do curso, cada estudante indígena, pardo, preto, quilombola [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-reitoria de Graduação (Prograd) e do Programa PARFOR Equidade, está com inscrições abertas para ingresso no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/061-2024"><strong>curso de Licenciatura em Educação Especial Inclusiva</strong></a>.</p>
<p>São ofertadas <strong>30 vagas</strong> para ingresso no segundo semestre de 2024. Durante a vigência do curso, cada estudante indígena, pardo, preto, quilombola e das populações do campo, assim como pessoa surda ou pertencente ao público-alvo da educação especial, regularmente matriculado(a) em curso do PARFOR Equidade, em conformidade com as regras do item 11 do edital, receberá uma <strong>bolsa mensal de setecentos reais</strong>.</p>
<p><span style="background-color: #ffff00"><strong>As inscrições gratuitas foram prorrogadas até o</strong> <strong>dia 26 de agosto</strong></span> e podem ser feitas pelo acesso ao <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/061-2024"><strong>Edital 061/2024 (Cronograma Retificado)</strong></a> no site<a href="https://ufsm.br/prograd"><strong> ufsm.br/prograd</strong></a>. </p>
<p>O curso de graduação é presencial e será ministrado no <em>campus</em> sede da UFSM, em Santa Maria, nas sextas-feiras e aos sábados. O curso é composto por <strong>dez semestres letivos</strong>.</p>
<p>As vagas do edital estão organizadas em dois grupos:</p>
<p><strong>Grupo I (15 vagas)</strong> – para professores e professoras da rede pública da Educação Básica (EB) e/ou das redes de formação por alternância que já atuem na área do curso sem possuir a formação adequada; e</p>
<p><strong>Grupo II (15 vagas)</strong> - para oito modalidades de cota (destinadas a quem cursou o Ensino Médio integralmente em escola pública) e para a Ampla Concorrência (para quem não se enquadra no Sistema de Cotas ou quem não deseja participar da seleção por meio delas).</p>
<p>Para o<strong> Grupo I</strong>, a seleção utilizará a análise curricular na classificação das pessoas inscritas. A análise vai pontuar o tempo de atuação docente na educação básica e o tempo de atuação com o público-alvo da Educação Especial.<br /><br />Para o <strong>Grupo II</strong>, a seleção será realizada pelas notas finais do 3º ano do Ensino Médio em Língua Portuguesa e Matemática. No caso de candidatos(as) que concluíram o Ensino Médio via ENEM ou ENCCEJA, as notas usadas serão as de Linguagens e Matemática, conforme o comprovante anexado no momento da inscrição. A análise curricular vai pontuar comprovantes de atuação como monitor do público da educação especial na educação básica e/ou no ensino superior, conforme modelo do edital.</p>
<p><strong>RECOMENDAÇÕES PARA A INSCRIÇÃO</strong> – Antes do acesso ao Painel do Candidato para realização da inscrição, a Prograd recomenda aos(às) candidatos(as) a <strong>separação e digitalização prévia de toda a documentação solicitada</strong>, bem como a <strong>leitura atenta</strong> do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/061-2024"><strong>Edital 061/2024 (Retificado)</strong></a> na íntegra, o qual está disponível no site <a href="https://ufsm.br/prograd"><strong>ufsm.br/prograd</strong></a>.</p>
<p>No momento da inscrição, as pessoas interessadas devem <strong>preencher o Questionário Socioeconômico com cuidado</strong>, pois as informações socioeconômicas, sobre etnia e sobre deficiência serão usadas para <strong>definir as cotas</strong> em que os candidatos concorrerão às vagas.</p>
<p>As pessoas classificadas deverão, no momento da confirmação de vaga e matrícula, <strong>comprovar as condições declaradas</strong> perante a Comissão de Ingresso Acadêmico da UFSM, seja pelo envio correto dos documentos, seja por entrevista via webconferência, dependendo da cota em que forem enquadradas, sob risco de perda da vaga.</p>
<p><strong>O QUE É O PARFOR EQUIDADE?</strong> O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/parfor-equidade"><strong>Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica</strong></a> tem por objetivo <strong>formar professores(as) em licenciaturas específicas</strong>. O PARFOR Equidade atende as redes públicas de educação básica e as redes comunitárias de formação por alternância, que ofereçam educação escolar indígena, quilombola e do campo, assim como educação especial inclusiva e educação bilíngue de pessoas surdas.</p>
<p>Dúvidas sobre a inscrição podem ser encaminhadas ao <strong>Núcleo de Ingresso e Seleção Acadêmicos</strong>, pelo e-mail <a href="mailto:falecom@nisa.ufsm.br"><strong>falecom@nisa.ufsm.br</strong></a>.</p>
<p>Dúvidas sobre as bolsas, currículo e organização do curso podem ser enviadas ao e-mail <a href="mailto:parfor.equidade@ufsm.br"><strong>parfor.equidade@ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAEd convida para a palestra on-line "O que é a Dupla Excepcionalidade?"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2024/08/01/caed-convida-para-a-palestra-on-line-o-que-e-a-dupla-excepcionalidade</link>
				<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 09:53:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Altas Habilidades / Superdotação]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[Dupla Excepcionalidade]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  A Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/PROGRAD) convida as pessoas interessadas para participar da Palestra &#8220;O que é a Dupla Excepcionalidade?&#8220;. A ministrante será Ronise Venturini Medeiros, professora de Educação Especial e doutoranda em Educação. A palestra gratuita ocorrerá no dia 05 de agosto, segunda-feira, às 15 horas, através do Google [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed"><strong>CAEd/PROGRAD</strong></a>) convida as pessoas interessadas para participar da Palestra "<strong>O que é a Dupla Excepcionalidade?</strong>".</p>
<p>A ministrante será <strong>Ronise Venturini Medeiros</strong>, professora de Educação Especial e doutoranda em Educação.</p>
<p>A palestra gratuita ocorrerá no <strong>dia 05 de agosto, segunda-feira, às 15 horas, através do Google Meet</strong>.</p>
<p>Podem realizar inscrição todas as pessoas interessadas na temática, através <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe4h5dio_Gb3bClT6OhenV0o1st9iP855pZGItEP0hodSpU9A/viewform" target="_blank" rel="noopener"><strong>DESTE FORMULÁRIO</strong></a>. O <strong>link para o evento</strong> será enviado para o e-mail cadastrado, <strong>pouco antes do horário de início da palestra</strong>.</p>
<p>A <strong>Dupla Excepcionalidade</strong> pode estar presente em crianças e adultos, e consiste em uma condição em que <strong>Altas Habilidades/Superdotação</strong> coexistem com algum <strong>transtorno ou deficiência</strong>.</p>
<p>Por exemplo, a pessoa pode apresentar Altas Habilidades/Superdotação ao mesmo tempo em que possui <strong>Transtornos de Aprendizagem</strong> (como disgrafia, discalculia ou dislexia), ou <strong>Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)</strong>, ou, ainda, <strong>Transtornos do Espectro Autista (TEA)</strong>.</p>
<p>Essa condição paradoxal pode trazer sofrimento psíquico e dificuldades sociais e educacionais ao indivíduo. A Dupla Excepcionalidade demanda que <strong>familiares e educadores</strong> informem-se e interessem-se pelo tema, para um manejo humanizado, inclusivo, precoce e eficaz da condição.</p>
<p>Outras informações sobre o evento podem ser solicitadas ao e-mail <a href="mailto:caed.acessibilidade@ufsm.br"><strong>caed.acessibilidade@ufsm.br</strong></a>. </p>
<p> </p>
[caption id="attachment_23000" align="aligncenter" width="576"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/08/UFSM-PROGRAD-CAEd-Palestra-O-que-e-Dupla-Excepcionalidade-05-08-2024-CARD.jpg"><img class="wp-image-23000 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/08/UFSM-PROGRAD-CAEd-Palestra-O-que-e-Dupla-Excepcionalidade-05-08-2024-CARD.jpg" alt="" width="576" height="1024" /></a> Descrição de imagem: Card informativo com fundo cinza claro. Ao centro, há um quadrado cinza escuro e, sobreposta a ele na parte superior, a foto de uma mulher. Ela tem pele clara, cabelo liso e longo na cor castanho escuro, suas sobrancelhas são da mesma cor do cabelo, seus olhos são grandes em um tom de verde claro, ela está sorrindo, usa um batom vermelho claro e blusa de lã na cor bege. Logo abaixo da foto, as informações: “Palestra”, “O que é a dupla excepcionalidade?”, “Ronise Venturini Medeiros”, “Professora de Educação Especial, doutoranda em Educação”, “05/08/2024”, “15h”, “Via Google Meet”. Sobreposto na parte inferior do quadrado, um retângulo cinza claro contendo: “Para fazer a inscrição, acesse o site da CAED no link da bio”. Abaixo, um retângulo na cor cinza escuro, contendo: à esquerda, o brasão da UFSM com “UFSM Coordenadoria de Ações Educacionais”; ao lado e à direita “Subdivisão de Acessibilidade”. Fim da descrição.[/caption]
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM disponibiliza à comunidade em geral curso aberto on-line de 40 horas sobre Acessibilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2024/07/17/ufsm-disponibiliza-a-comunidade-em-geral-curso-aberto-on-line-de-40-horas-sobre-acessibilidade</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 17:26:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria prograd]]></category>
		<category><![CDATA[CTE]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE/Prograd) e da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd), oferta à comunidade o curso on-line aberto sobre Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior. O curso visa contribuir com a capacitação de profissionais da educação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/07/UFSM-PROGRAD-MOOC-Acessibilidade_CARD.png"><img class="alignright wp-image-22945 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/07/UFSM-PROGRAD-MOOC-Acessibilidade_CARD.png" alt="" width="300" height="240" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE/Prograd) e da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd), oferta à comunidade o curso on-line aberto sobre <strong>Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior</strong>.</p>
<p>O curso visa contribuir com a capacitação de profissionais da educação e público interessado sobre a temática da <strong>inclusão</strong>, na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior, de <strong>pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação</strong>.</p>
<p>O curso gratuito é ofertado no formato<strong> MOOC (<em>Massive Open Online Course</em>)</strong>, ou seja, ele é aberto, massivo, <em>on-line</em>, disponibilizado à população em geral e é autoinstrucional, sem a interação com tutores ou professores.</p>
<p>O conteúdo foi desenvolvido por profissionais e colaboradores da <strong>Subdivisão de Acessibilidade</strong> da CAEd/Prograd/UFSM. Entre os temas abordados no curso, estão <strong>possibilidades de adaptações pedagógicas e estratégias de acessibilidade e inclusão</strong> para estudantes com <strong>surdez, deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência intelectual, altas habilidades/superdotação e transtorno do espectro autista.</strong></p>
<p>Confira o <strong>programa completo do Curso</strong> clicando <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/358/2024/07/INFO-MOOC_ACESSIBILIDADE_EDUCACAO.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>As <strong>inscrições</strong> estão permanentemente abertas, e podem ser feitas enquanto o curso estiver disponível no <em>site</em> da UFSM.</p>
<p>A pessoa interessada deve criar uma conta na plataforma de ensino "<strong>Moodle Capacitação</strong>" da UFSM no endereço <a href="https://ead05.proj.ufsm.br/login/" target="_blank" rel="noopener"><strong>https://ead05.proj.ufsm.br/login/ </strong></a>ou ativar seu cadastro, se já tiver uma conta.</p>
<p>Uma vez realizado o<em> login</em>, o <strong>botão de autoinscrição</strong> no Curso Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior estará disponível no rodapé da página <a href="https://ead05.proj.ufsm.br/enrol/index.php?id=5875" target="_blank" rel="noopener"><strong>https://ead05.proj.ufsm.br/enrol/index.php?id=5875</strong></a> .</p>
<p>A carga horária do curso é de <strong>40 horas</strong>, com <strong>fornecimento de certificado da UFSM</strong> para os concluintes que cumprirem as atividades de avaliação.</p>
<p>Conheça<strong> outros cursos no formato MOOC</strong> ofertados pela UFSM, no site<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/cte/cursos-de-capacitacao-do-nte/cursos-autoinstrucionais" target="_blank" rel="noopener"><strong> https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/cte/cursos-de-capacitacao-do-nte/cursos-autoinstrucionais</strong></a>.</p>
<p>Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail <a href="mailto:equipecapacitacao@cead.ufsm.br"><strong>equipecapacitacao@cead.ufsm.br</strong></a>. </p>
[caption id="attachment_22965" align="aligncenter" width="800"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/07/UFSM-PROGRAD-CTE-CAEd-MOOC_permanente_-Acessibilidade-Ensino-Superior-e-Tecnico-CARD.jpg"><img class="wp-image-22965" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2024/07/UFSM-PROGRAD-CTE-CAEd-MOOC_permanente_-Acessibilidade-Ensino-Superior-e-Tecnico-CARD.jpg" alt="" width="800" height="800" /></a> Descrição de imagem: Card de divulgação de MOOC. Ilustração colorida. No lado esquerdo, dois meninos jovens conversando, um de cadeiras de rodas, branco, ruivo com uma mochila vermelha em seu colo, o outro, está em pé, é branco com cabelos escuros, se comunica com as mãos por sinais. Atrás deles, um arco azul. Na parte superior, o título, dentro de um destaque laranja: “MOOC Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior”. Logo abaixo, à direita, três destaques laranjas, um abaixo do outro: 1º- “Público indicado: Profissionais da educação e demais interessados na temática”, 2º- “Carga horária: 40 horas” e 3º- “Objetivo geral: Contribuir com a formação sobre a temática da inclusão de pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior. Na parte inferior do card três logos da instituição: UFSM Pró-Reitoria de Graduação, UFSM Coordenadoria de Ações Educacionais e Coordenadoria de Tecnologia Educacional.[/caption]
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CTE e Caed disponibilizam MOOC sobre Acessibilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/2024/07/16/cte-e-caed-disponibilizam-mooc-sobre-acessibilidade</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 12:07:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Núcleo de Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/?p=6412</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE) e da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed/Prograd), oferta à comunidade o MOOC Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior. O curso visa contribuir com a capacitação de profissionais da educação sobre a temática da inclusão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE) e da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed/Prograd), oferta à comunidade o MOOC <strong>Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior</strong>.</p>
<p>O curso visa contribuir com a capacitação de profissionais da educação sobre a temática da inclusão de pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior.</p>
<p><strong>Confira a síntese das informações sobre o curso</strong>:</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-7715" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/358/2024/07/Banner-UFSM-03-300x240.png" alt="" width="300" height="240" /></p>
<p>– Curso on-line aberto e massivo (<em>Massive Open Online Course</em> – MOOC), autoinstrucional.<br />– Plataforma de ensino: Moodle Capacitação da UFSM.<br />– Conteúdo desenvolvido por profissionais e colaboradores da Subdivisão de Acessibilidade.<br />– Carga horária de 40h.<br />– Inscrições abertas a partir de 12/07/24. As mesmas são permanentes, pelo tempo que o curso estiver disponível no site.<br />– Público indicado: profissionais da educação e demais interessados na temática.<br />– Certificado de conclusão aos concluintes.<br />– Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: equipecapacitacao@cead.ufsm.br.</p>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Time masculino de goalball da UFSM está em Curitiba para disputar Regional Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/15/time-masculino-de-goalball-da-ufsm-esta-em-curitiba-para-disputar-regional-sul</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 16:53:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[goalball]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66292</guid>
						<description><![CDATA[“Guris da Federal” podem sair do Paraná, onde enfrentam as melhores equipes da Região Sul, com uma vaga na etapa nacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66293" align="alignright" width="505"]<img class="wp-image-66293 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/foto-a-goalball.jpg" alt="Na fotografia horizontal e colorida, cinco pessoas estão em um ginásio, com paredes de tijolos vermelhos e chão de madeira azul, com demarcações de fita para delimitar a quadra de goalball. À esquerda, duas estão de pé. À direita, três estão deitadas em frente à goleira de goalball, em posição pronta para iniciar a partida." width="505" height="337" /> Equipe está com grande expectativa para participar da primeira competição[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Na última sexta-feira (12), a equipe masculina de goalball da UFSM partiu do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) rumo a Curitiba, no Paraná, para o Campeonato Regional Sul de 2024. A competição, que serve como classificatório para as Série A e B do Campeonato Brasileiro da modalidade, começou no domingo (14) e vai até sábado (20).</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Ao lado dos melhores times da Região Sul do Brasil, os “</span></span><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">G</span></span><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">uris da Federal”, formado por atletas que não necessariamente têm vínculo com a instituição, chegam em solo paranaense para disputar um torneio pela primeira vez na história. O esquadrão faz parte do projeto de goalball do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (NAEEFA) do CEFD, que foi reconhecido oficialmente como </span></span><a href="https://www.ufsm.br/2024/01/31/ufsm-e-reconhecida-oficialmente-como-centro-de-referencia-paralimpico"><span style="color: #1155cc"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"><u>Centro de Referência Paralímpico</u></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"> em janeiro deste ano.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">A coordenadora é a professora Luciana Palma e os treinadores que encabeçam a comissão técnica são Felipe Gaspary, estudante de Educação Física - Bacharelado, e Mateus Manchini, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento e Reabilitação. Nesta semana, os representantes da Universidade estarão dividindo as quadras com atletas da Seleção Brasileira do esporte, atual medalhista de ouro dos Jogos Paralímpicos.</span></span></p>
<p align="justify">“<span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">A nossa expectativa, acima de tudo, é fazer um bom campeonato. Que a gente consiga fazer algum enfrentamento com as equipes que também estão iniciando. Quem sabe, trazer uma primeira vitória para o goalball masculino da UFSM”, projetou Manchini. Para Gaspary, a ideia é a mesma: “estamos trabalhando e pensando sim na classificação, vamos lutar ao máximo para isso. Se a gente passar para a próxima fase já vai ser uma grande conquista. Mas o esquema é ficar com os ‘pezinhos no chão'”.</span></span></p>
<h3 align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Investida da UFSM na modalidade</span></span></h3>
[caption id="attachment_66294" align="alignleft" width="503"]<img class="wp-image-66294 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/foto-b-goalball.jpg" alt="Na fotografia horizontal e colorida, três pessoas estão em um ginásio, com paredes de
tijolos vermelhos e chão de madeira azul, com demarcações de fita para delimitar a
quadra de goalball. À esquerda, atrás do trio, está a goleira. Os três estão deitados, no
meio de uma partida. Um deles está segurando a bola." width="503" height="335" /> Na modalidade, cada equipe é formada por três jogadores[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">O primeiro projeto de goalball na UFSM nasceu em 2010, através da indicação de um ex-integrante das iniciativas do NAEEFA. Na época, o núcleo promovia uma iniciativa voltada a atividades físicas para pessoas com deficiência visual nas piscinas da </span></span><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">I</span></span><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">nstituição, até que, com o apoio da Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria, surgiu a oportunidade de desenvolver a prática esportiva além da natação. </span></span>“<span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Começamos de uma forma muito tímida, sem a bola apropriada. Usávamos uma bola de vôlei dentro de uma sacola plástica envolvida em um papel celofane para fazer barulho no chão. Nós não tínhamos goleiras, não tínhamos as fitas demarcatórias. Eu inventei de colocar um barbante para delimitar o solo. Fomos indo através de experimentos, justamente para criar um espaço social de interação, inclusão, através do esporte”, relembrou Luciana.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">O goalball é praticado da seguinte forma: em uma quadra retangular, são colocadas duas goleiras do mesmo comprimento da linha de fundo. Com duas equipes formadas por três jogadores cada, além de três substitutos no banco, o objetivo é lançar as bolas em direção aos rivais a fim de balançar as redes. Dentro dessas bolas têm um objeto oco chamado “guizo”, para que os atletas consigam se localizar por meio do barulho. Todos jogam vendados, a fim de garantir a igualdade de condições, e vence quem finalizar a partida à frente no placar.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">As traves que o time da UFSM utiliza para treinar foram um presente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O projeto foi realizado até 2015 pois, em 2016, precisou ser suspenso pela falta de participantes para seguir na ativa. Em 2019, porém, foi retomado mas, em função da pandemia foi paralisado novamente. Em 2022 voltou e, apesar da pausa de cerca de 45 dias neste ano devido às enchentes, segue de forma contínua até os dias de hoje. A preparação de olho na disputa começou com o início do primeiro semestre letivo, no dia 11 de março.</span></span></p>
<h3 align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Regional Sul</span></span></h3>
[caption id="attachment_66295" align="alignleft" width="501"]<img class="wp-image-66295 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/foto-daverlan-goalball-1.jpg" alt="Na fotografia horizontal e colorida, com paredes de tijolos vermelhos e chão de madeira
azul, o atleta Daverlan Dalla Lana está agachado, em posição de jogo. Daverlan é um
homem branco, alto, magro, de cabelo curto e castanho escuro, vestindo um moletom
preto, uma calça azul e chuteiras vermelhas." width="501" height="334" /> Daverlan é um dos integrantes dos "Guris da Federal"[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">O campeão e o vice-campeão do Regional Sul de 2024 estão confirmados na Série A e na Série B do Campeonato Brasileiro, respectivamente. Entretanto, quatro equipes que fazem parte da edição deste ano já estão classificadas a alguma das etapas nacionais deste ano. Dessa forma, caso estas cheguem à decisão do título, as vagas serão distribuídas às próximas colocações.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">A competição reúne os 15 melhores esquadrões entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e fecha a temporada de torneios locais da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV). Os jogos acontecem no Ginásio do Tarumã e, nos últimos meses, foram realizados os certames Centro-Norte, Nordeste, Sudeste 1 e Sudeste 2.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Antes da catástrofe climática mudar os planos, o Regional Sul estava previsto para ser sediado em Porto Alegre, no mês de junho. No lugar do campeonato, ocorreria na UFSM a Copa Gaúcha de Goalball - contudo, também por conta das fortes chuvas, foi adiada e ainda não tem data definida. As transmissões das partidas ficam por conta da “TV Camisa 10”, no </span></span><a href="https://www.youtube.com/@tvcamisa10?app=desktop&amp;si=P6Dqi6oX5t9qJSyM&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAaaHapS0eeLXFVhxLsWpw1lG_YqJa7z5g4ZVXog6WESP2CfE5Ffd_NLc5UI_aem_lsPL_5nSp9NufHoNst24hw"><span style="color: #1155cc"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"><u>YouTube</u></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">.</span></span></p>
<h3 align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Um incentivo a mais</span></span></h3>
[caption id="attachment_66296" align="alignright" width="502"]<img class="wp-image-66296 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/foto-ester-goalball.jpg" alt="Na fotografia horizontal e colorida, com paredes de tijolos vermelhos e chão de madeira
azul, a atleta Ester Giuliani está de pé, segurando a bola, pronta para fazer o
lançamento. Atrás dela, está a goleira de goalball. Ester é uma mulher branca, alta,
magra, de cabelo preso e castanho escuro. Ela está vestindo uma camiseta branca com
detalhes pretos e azuis, uma calça preta e tênis pretos." width="502" height="335" /> Ester Giuliani em posição para fazer o lançamento[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Oficialmente um Centro de Referência Paralímpico desde janeiro, o CEFD passa a ter a chancela do CPB para fomentar a prática de modalidades inclusivas. Entretanto, para Luciana, o apoio é muito mais que isso: “vai desde a motivação. Nós, professores e atletas, recebemos esse reconhecimento com muita alegria e como uma força para continuarmos sendo melhores. Isso é muito importante. Ao mesmo tempo, é mais uma responsabilidade, mas uma responsabilidade boa, porque eles (atletas) carregam nos ombros esse peso que é a UFSM de uma forma muito carinhosa”.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">O reconhecimento se deu através da candidatura da instituição e de uma visita técnica, que serviu para analisar a estrutura da Universidade no que diz respeito à acessibilidade e a procura por esportes paralímpicos. Neste ano, o NAEEFA celebrou 30 anos de existência, em abril. “Quando eles ouvem ‘nós estamos representando um Centro de Referência, a UFSM, o NAEEFA, eles vibram. Essa motivação eleva a participação, a permanência. É muito legal saber que alguém está reconhecendo o esforço de cada um”, afirmou a coordenadora do projeto.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Daverlan Dalla Lana, egresso do curso de Pedagogia, professor da rede municipal e desde 2011 no plantel universitário, é um dos veteranos. Ele conta que, inicialmente, conseguiu ficar apenas dois anos no time por conta do trabalho mas, quando retornou em 2019, foi abraçado e sente orgulho da iniciativa.</span></span></p>
<p align="justify">“<span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">É um esporte que movimenta, que te dá atenção, noção do espaço, do tempo, além da questão da comunicação em grupo. Eu acho importantíssimo que a UFSM promova essa oportunidade para nós nos formarmos enquanto atletas e também auxiliarmos a Universidade nessa caminhada”, relatou Dalla Lana, que define a participação do elenco no Regional como “um passo gigantesco para o esporte paralímpico da cidade e da região..</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Entre os guris da Federal, também tem Ester Giuliani, formada em Letras pela instituição. A jogadora defende o esquadrão da Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), de Porto Alegre, mas treina nas dependências do CEFD, junto do naipe masculino. Ela vestiu as cores da UFSM em 2019, quando fez parte do grupo que conquistou o título da Copa Sul em Florianópolis, Santa Catarina. Após a pandemia, pela falta de integrantes, a equipe se desfez.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">Em 2022, representando os gaúchos, foi eleita destaque do Regional Sul. Para ela, o goalball serve como uma maneira de cuidar de si mesma: “é uma modalidade que eu conheci e me encontrei. Isso se dá muito pelo incentivo dos colegas e da dedicação e planejamento dos professores, que fazem toda a diferença. Minha expectativa é eu acreditar mais em mim. Com o passar dos campeonatos, eu estou ganhando mais confiança. Preciso manter a calma e dar o meu melhor”.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium">O NAEEFA está em busca de atletas para formar um novo elenco feminino. Para participar, não é necessário ser vinculado à UFSM, mas ter pelo menos 20 anos de idade. A proposta também é de implementar uma “categoria de base” para iniciação esportiva: “a nossa ideia para o futuro é ter um momento com o pessoal que já é experiente, mas ter outro momento também com o pessoal que está começando”, disseram membros da comissão técnica. Acesse o Instagram do </span></span><a href="https://www.instagram.com/crpbufsm.naeefa/"><span style="color: #1155cc"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"><u>núcleo</u></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"> aqui.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"><i>Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></i></span></span><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"><i>Fotos: Ana Alícia Flores, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias<br /></i></span></span><span style="font-family: Times New Roman, sans-serif"><span style="font-size: medium"><i>Edição: Mariana Henriques, jornalista</i></span></span></p>
<p align="justify"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é reconhecida oficialmente como Centro de Referência Paralímpico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/01/31/ufsm-e-reconhecida-oficialmente-como-centro-de-referencia-paralimpico</link>
				<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 22:48:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[esporte paraolimpíco]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65096</guid>
						<description><![CDATA[Com a chancela do Comitê Paralímpico Brasileiro, a UFSM poderá sediar competições oficiais de modalidades inclusivas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) da UFSM é oficialmente um Centro de Referência Paralímpico. A confirmação aconteceu na manhã desta quarta-feira (31), com a assinatura do acordo de cooperação técnica por parte do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e da universidade, que se torna a segunda instituição do Rio Grande do Sul a adquirir tal chancela pela entidade nacional, junto com a Prefeitura de Canoas.

Os representantes do CPB participaram do momento de maneira remota. No Gabinete do Reitor, estavam presentes o reitor Luciano Schuch, o diretor e a vice-diretora do CEFD, Rosalvo Sawitzki e Daniela Lopes dos Santos, a professora e coordenadora do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa), Luciana Palma, o professor e coordenador do Grupo de Laboratórios Associados (Glass), Fábio Lanferdini, bem como a professora Marli Hatje e estudantes envolvidos com o paradesporto.

[caption id="attachment_65097" align="alignright" width="643"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/foto-A-referencia-paralimpica.jpg"><img class=" wp-image-65097" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/foto-A-referencia-paralimpica-300x200.jpg" alt="" width="643" height="429" /></a> O reitor Luciano Schuch (ao centro, de camisa branca) recebeu representantes do CEFD para a assinatura do acordo de cooperação técnica com o Comitê Paralímpico Brasileiro[/caption]

Com o acordo, a UFSM passa a poder sediar competições oficiais de modalidades inclusivas, como o <i>goalball</i> e o basquete em cadeira de rodas (esportes em que a instituição dispõe de equipes), como também outras iniciativas, tal qual o Festival Paralímpico. Em 23 de abril de 2024, o Naeefa, núcleo responsável por promover as atividades para pessoas com deficiência, completa 30 anos de existência.

A coordenadora do grupo expressou, em sua manifestação, a importância da assinatura do acordo. “Acredito que a transformação em Centro de Referência Paralímpico é um momento histórico e de reconhecimento de todo o trabalho percorrido ao longo de todos esses anos, seja na extensão, principalmente, que é um dos nossos grandes caminhos, na pesquisa e no ensino”, declarou Luciana, que é, além de docente, graduada pela UFSM.

Além da professora, assinaram o termo o diretor do CEFD e o reitor. Segundo Schuch, a universidade receber esta chancela do CPB é essencial para exibir à comunidade que o trabalho realizado pela instituição é voltado para todos. “A gente consegue mostrar para a sociedade a importância das pessoas com deficiência estarem convivendo através do esporte competitivo e do esporte casual, que estão usufruindo da mesma infraestrutura”.

Para Sawitzki, “a importância dessa assinatura é que a sociedade saiba que nós somos referência no assunto e estamos com condições de atender a comunidade, respaldados pelo Comitê Paralímpico Brasileiro”. Antes de oficialmente se tornar um Centro de Referência, a UFSM passou por outras duas etapas: a candidatura, realizada via carta de intenções, e a <a href="https://www.ufsm.br/2023/06/29/ufsm-pode-se-tornar-o-primeiro-centro-de-referencia-paralimpico-do-rio-grande-do-sul#:~:text=O%20projeto%20Centro%20de%20Refer%C3%AAncia,como%20atletas%20de%20alto%20rendimento." target="_blank" rel="noopener">visita técnica</a>, em que são analisados critérios como estrutura, acessibilidade ao espaço e procura por esportes paralímpicos.

[caption id="attachment_65098" align="alignleft" width="622"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/foto-B-referencia-paralimpica.jpg"><img class=" wp-image-65098" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/foto-B-referencia-paralimpica-300x200.jpg" alt="" width="622" height="414" /></a> A professora da UFSM Luciana Palma é coordenadora do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa)[/caption]

<b>Benefícios e metas</b>

Somada à visibilidade que o acordo deve proporcionar, Luciana crê que a potencialidade de desenvolvimento da UFSM no universo dos esportes adaptados será intensificada. Para ela, a história mostra isso: “já são pelo menos 30 anos em que o Centro de Educação Física e Desportos vem desenvolvendo atividades relacionadas ao desporto paralímpico. Os benefícios não são só para a instituição, mas para todos os professores envolvidos na formação acadêmica, os estudantes que irão se envolver e as pessoas com deficiência”.

A coordenadora do Naeefa ainda garante que os jovens e suas famílias terão papel fundamental na participação das novas iniciativas que poderão ser realizadas em função da transição para um Centro de Referência. “Desde as crianças, visto que temos projetos vinculados ao desenvolvimento juvenil, até o alto rendimento. As pessoas poderão passar por todas essas etapas tendo interesse, vontade e disponibilidade”.

“Também é muito importante resgatar o envolvimento da família, no que diz respeito ao contexto social dessas pessoas. A gente acaba fazendo o que é de suma importância: desenvolver sempre a inclusão social”, continuou a professora. Até o momento, não há alterações na infraestrutura da UFSM confirmadas. Entretanto, para Luciana, a intenção é que melhorias sejam implementadas – não apenas no que diz respeito a questões de ordem estrutural, mas também organizacional. “Tudo que nós conseguirmos melhorar em termos de acessibilidade será sempre bem-vindo”.

<b>Oportunidade para acadêmicos</b>

Marcele Dornelles e Felipe Gaspary são acadêmicos do Bacharelado em Educação Física e integrantes do Naeefa. Para a aluna do CEFD, o acordo será essencial para que estudantes de diferentes cursos além da Educação Física, como Fisioterapia e Terapia Ocupacional, possam ter a possibilidade de trabalhar com modalidades paralímpicas. “Essa transformação só tem a engrandecer o conhecimento da comunidade acadêmica”, relatou Marcele.

[caption id="attachment_65100" align="alignright" width="643"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/foto-D-referencia-paralimpica.jpg"><img class=" wp-image-65100" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/foto-D-referencia-paralimpica-300x200.jpg" alt="" width="643" height="428" /></a> O CEFD já recebeu três edições do Festival Paralímpico, que neste ano ocorre em 21 de setembro[/caption]

De acordo com Gaspary, a transição para Centro de Referência pode instigar o interesse dos estudantes no envolvimento com as práticas paradesportivas. “A gente espera que agora estudos e novas ferramentas venham se somar ao que a gente já trabalha. Isso faz com que se desperte a curiosidade sobre o desenvolvimento de esportes para pessoas com deficiência.”

<b>Próximos passos</b>

Com o acordo, a UFSM pode sediar torneios oficiais de modalidades paralímpicas. Conforme anunciado pela coordenadora do Naeefa, o próximo torneio realizado no CEFD será a segunda etapa da Copa Gaúcha de Goalball, no dia 13 de julho. A rodada de abertura será em maio, na cidade de Porto Alegre, e a terceira em Rio Grande, no mês de outubro. A UFSM, que dispõe de uma equipe na modalidade, recebeu goleiras e traves do esporte através de uma doação do Comitê Paralímpico Brasileiro.

O tradicional Festival Paralímpico, que já teve três edições promovidas pela instituição, já tem data para acontecer neste ano: 21 de setembro, um sábado. De acordo com Luciana, “é um compromisso assumido, agora enquanto Centro de Referência, desenvolver o Festival Paralímpico todos os anos”.

<i>Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Ana Alícia Flores, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: </i><i>Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora irá abordar os desafios da comunicação acessível e inclusiva na Semana Acadêmica de Tecnologia em Alimentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/10/27/professora-ira-abordar-os-desafios-da-comunicacao-acessivel-e-inclusiva-na-semana-academica-de-tecnologia-em-alimentos</link>
				<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 18:12:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=9243</guid>
						<description><![CDATA[A professora Carlise Porto Schneider Rudnicki, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, está pronta para palestrar na décima segunda edição da Semana Acadêmica de Tecnologia em Alimentos. A professora Carlise apresentará a palestra intitulada &#8220;Desafios de uma Comunicação Acessível e Inclusiva&#8221;. O evento está agendado para o dia 31 de outubro, às 16 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="size-full wp-image-9244 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/27-10-23-0.jpg" alt="" width="287" height="242" /></p>
<p>A professora Carlise Porto Schneider Rudnicki, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, está pronta para palestrar na décima segunda edição da Semana Acadêmica de Tecnologia em Alimentos. A professora Carlise apresentará a palestra intitulada "Desafios de uma Comunicação Acessível e Inclusiva". O evento está agendado para o dia 31 de outubro, às 16 horas, na Sala Cláudio Mussói, localizada no térreo do Prédio 42, no campus sede da UFSM.</p>
<p>A palestra da professora é gratuita e promete explorar questões relevantes relacionadas à comunicação acessível e inclusiva, destacando desafios contemporâneos e estratégias para garantir que a comunicação seja compreensível e acessível para todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou limitações.</p>
<p>O evento é uma iniciativa conjunta do Curso Superior de Tecnologia em Alimentos e do Setor de Apoio Pedagógico do Centro de Ciências Rurais. A décima segunda edição da <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/eventos/semana-academica-da-tecnologia-em-alimentos-2023"><strong>Semana Acadêmica de Tecnologia em Alimentos</strong></a> busca proporcionar aos participantes uma compreensão mais profunda das questões enfrentadas pela indústria de alimentos, incluindo não apenas aspectos técnicos, mas também áreas interdisciplinares vitais, como a comunicação inclusiva.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>NO RITMO DO MOVIMENTO PARALÍMPICO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/28/no-ritmo-do-movimento-paralimpico</link>
				<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 12:00:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[esportes paralímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3761</guid>
						<description><![CDATA[Ações da UFSM promovem qualidade de vida e inclusão para pessoas com deficiência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Os esportes na vida de uma pessoa com deficiência podem representar uma oportunidade de mudança. Arquimedes da Silva, de 62 anos e atleta de modalidades paralímpicas da UFSM, vivencia a prática de esportes e a participação de eventos proporcionados pela universidade: “Esse é um dos melhores momentos para demonstrarmos às pessoas que o deficiente físico não pode ficar parado”, expressa com entusiasmo, após uma partida de basquete. Além das atividades melhorarem a saúde física, auxiliam na sociabilização entre pessoas com e sem deficiência e também as torna mais independentes no seu dia a dia.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O ritmo do movimento paralímpico chega à UFSM por meio de diferentes modalidades ofertadas na instituição. Há mais de 15 anos são disponibilizadas inúmeras atividades monitoradas por professores e acadêmicos para a prática esportiva, através de projetos como os desenvolvidos pelo Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (NAEEFA). Cerca de 200 alunos participam de projetos integradores que acolhem pessoas com deficiência. <em>Goalball</em>, basquete em cadeira de rodas, atividades aquáticas e handebol são alguns exemplos de esportes ofertados pela Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A procura pelas modalidades paralímpicas tem aumentado. Conforme a coordenadora do Programa Segundo Tempo Paradesporto, Luciana Palma, existe lista de espera em algumas categorias, em função do próprio tipo de atividade que é desenvolvida. “É importante saber os esportes que as pessoas procuram para podermos proporciona-los e os atletas se encontrarem nos projetos”, explica. Conforme a própria coordenadora relata, as práticas na piscina são as mais desejadas pelo público. Todas as segundas e quartas-feiras são realizados encontros do programa “Piscina Alegre”, que reúne alunos de todas as idades. Eles descobrem, a cada aula, que as atividades aquáticas, além de divertidas, estimulam melhorias nos domínios do corpo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":3782,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/1-2-1024x768.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de pessoas em uma piscina azul clara. São cerca de oito pessoas, que vestem roupas e toucas de natação em tons de azul marinho e seguram espaguetes de piscina coloridos, em tons de amarelo, azul e salmão. Em primeiro plano, duas pessoas em destaque, uma atrás da outra. A pessoa de trás segura o espaguete e auxilia o adolescente, que está na frente.Em segundo plano, cinco pessoas também vestem roupas de natação e seguram espaguetes de piscina; estão em dois grupos, um de dois e um de três pessoas. Ao fundo, em desfoque, a continuação da piscina, boias de piscina nas cores azul, roxa e amarelo, além da parede de tijolos a vista na cor marrom alaranjado." class="wp-image-3782" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/2-3-1024x697.jpg" alt="Foto na horizontal em piscinas da UFSM. Homem em trajes de banho, com touca de natação azul marinho. Mulher com camiseta vermelha, cabelos louros presos em um coque, estende as mãos para a cabeça do homem para arrumar a touca de banho. Ambiente so fundo nas cores de tijolos laranjas, com pinturas verdes e piscina azul a direita no canto da foto. " class="wp-image-3781" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/3-4-1024x768.jpg" alt="Foto em sentido horizontal. Banner em destaque frontal, nas cores azul, possui a escrita “Festival Paralímpico Loterias Caixa”, Qr code logo abaixo da escrita. Atrás do banner, posicionados em desfoque, cinco pessoas de frente para a rede de vôlei adaptado, com um balão inflável rosa, do outro lado da rede mulher de pé com blusa e calça preta.  " class="wp-image-3783" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
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<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Aprendizados do Goalball</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentre os esportes disponibilizados pela Universidade, o <em>goalball</em> foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência visual, ao contrário de outras modalidades paralímpicas que são adaptadas: "Aqui na Universidade eles conseguem participar do <em>goalball</em>, realizando uma atividade física que tem benefícios como qualquer outra”, afirma o professor de Educação Física da UFSM, Mateus Manchini. Ele enfatiza que muitos alunos nunca tiveram acesso à educação escolar e almeja que o projeto continue, que seus alunos passem a entender melhor sobre os benefícios e conceitos físicos apresentados e levar esses aprendizados para vida cotidiana.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As modalidades do projeto têm aulas ministradas por acadêmicos de cursos como&nbsp; Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Medicina. Para se tornar monitores, os discentes devem fazer&nbsp; um curso de formação. No primeiro semestre de 2023,&nbsp; 40 estudantes participaram das monitorias.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/4-3-1024x768.jpg" alt="Foto na horizontal em quadra de futebol. Homem deitado de lado, com os braços estendidos em posição de defesa na prática do Goalball. Homem usa camiseta azul com a escrita “Atleta” nas costas, usa cotoveleira e tornozeleira pretas, tênis vermelho. Quadra de futebol em tijolos laranjas, chão azul com listras sinalizando a quadra em branco." class="wp-image-3784" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Em ritmo de festival&nbsp;</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ações como o Festival Paralímpico fazem parte das iniciativas esportivas que acontecem na Universidade. Em 2023, a instituição foi sede do evento pelo segundo ano consecutivo e proporcionou a prática de esportes adaptados para pessoas com e sem deficiência. O festival é uma promoção do Comitê Paralímpico Brasileiro e Loterias Caixa e tem o objetivo de propiciar a inclusão social por meio do esporte. O atleta Arquimedes é amante da prática de atividades físicas e valoriza a importância do incentivo esportivo através da instituição: “Eu colhi apenas benefícios no momento em que comecei a participar dos projetos da universidade”, conta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da disposição e interesse dos próprios esportistas, o incentivo da família, amigos e responsáveis é essencial para que os atletas sintam segurança para começar novas atividades. Maria Iris é mãe de Brian - atleta de 23 anos com paralisia cerebral. A mãe conta, com emoção, que a procura pela prática do paradesporto foi uma iniciativa do filho: “Ele gosta, e não só por praticar, mas também de interagir com outras pessoas, fica bem ansioso e pergunta quando vão ocorrer as atividades. É muito bom, nós como família ficamos felizes de vê-lo feliz”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp; No contexto do movimento paralímpico, testemunhamos atletas como Arquimedes e Brian, que não permitem que suas limitações os confinem e transformam desafios em motivação. Arquimedes menciona que quando uma pessoa com deficiência física fica parada, pode adoecer: “E por que fica doente? Porque não tem uma atividade, um motivo para se mexer e sair da cama”, conta o atleta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2"><!-- wp:image {"id":3785,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/5-3-1024x768.jpg" alt="Foto na horizontal em quadra de jogos. Mulher em cadeira de rodas usa uma blusa amarela com mangas roxas. Joga bocha adaptada, em quadra azul claro com cones amarelos, azuis, verdes, vermelhos e laranjas. Posicionada ao seu lado, uma mulher com camisa azul escuro" class="wp-image-3785" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/6-3-1024x768.jpg" alt="Foto em sentido horizontal representando a prática do vôlei sentado. Seis crianças sentadas no chão da quadra jogam o esporte. Quatro crianças do sexo masculino do lado esquerdo posicionadas de frente para rede, usam camiseta amarela com mangas roxas. Dois meninos do lado direito, posicionados do outro lado da rede, também com camisetas amarelas de manga roxa, um deles segura uma bola inflável verde. Quadra de futebol com chão laranja e azul, e sinalização em listras na cor branca. Rede de vôlei ao centro da quadra. Professora monitora em pé ao lado dos alunos, com camiseta roxa e casaco preto." class="wp-image-3786" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/10-2-1024x768.jpg" alt="Foto na horizontal de uma corrida na pista de corrida da UFSM. Quatro pessoas se preparando para a largada da corrida em pista de corrida de cor vermelha. Menina em destaque, usa camiseta amarela com mangas roxas e blusa rosa por baixo, cabelo amarrado. Homem ao lado em posição de corrida também com blusa amarela com mangas roxas. Segundo homem da foto em posição de corrida com camiseta azul. " class="wp-image-3788" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/8-3-1024x768.jpg" alt="Foto na horizontal em quadra de basquete. Posicionados em quadra de basquete com chão azul e colchonetes amarelos ao lado. Menina em cadeira de rodas segurando uma bola de basquete laranja, com blusa amarela e mangas roxas, boné rosa e calça azul. Menino ao fundo em cadeira de rodas usa blusa amarela com mangas roxas, segura bola amarela." class="wp-image-3787" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/7-3-768x1024.jpg" alt="Foto na vertical na pista de corrida. Pista de corrida de cor vermelha com gramado de futebol ao centro. Homem de cadeira de rodas posicionado na pista pronto para a corrida, usa casaco azul com listras brancas e vermelhas. Homem de pé posicionado logo atrás, com a mão no ombro do homem sentado na cadeira de rodas, usa calça e camisa preta. Menina com camiseta roxa posicionada ao lado. Pessoas com camiseta amarela ao fundo em desfoque. " class="wp-image-3790" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/9-3-768x1024.jpg" alt="Foto na vertical. Em quadra de corrida na cor vermelha. Três crianças em destaque de costas com camiseta amarela com mangas roxas. Crianças correndo em direção a mais alunos que estão esperando ao fundo. Prédio azul ao fundo, em desfoque. " class="wp-image-3789" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem: </strong><em>Manuella Silveira e Yasmin Matos</em><br><strong>Fotos:</strong> <em>Manuella Silveira</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:%6da%6e%75%2e%73a%6cem%73ilv%65%69%72%61@%68%6f%74%6d%61%69%6c.%63%6f%6d">manu.salemsilveira@hotmail.com</a> / <a href="mailto:y%61s%6din.cru%74t%6f%7a@g%6d%61i%6c%2e%63%6fm">yasmin.cruttoz@gmail.com</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ENSINO DE LIBRAS NA UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/26/ensino-de-libras-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 12:00:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[libras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3829</guid>
						<description><![CDATA[A inconstância do aprendizado dificulta a consolidação da Língua Brasileira de Sinais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":3830,"width":768,"height":511,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/1-6-1024x681.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma sala de aula com um grupo de pessoas sentadas em um semicírculo. Todas são mulheres. Em primeiro plano, as estudantes de costas estão sentadas em cadeiras pretas estofadas. Elas estão com as mãos levantadas e as palmas abertas, e praticam um sinal de Libras. A maioria tem pele branca e cabelos compridos em tons de castanho escuro, ruivo e loiro. Usam camisetas de manga curta nas cores preta, branca, creme, tie dye e florido. Em segundo plano, no centro do semicírculo, uma mulher em pé também está com as mãos levantadas. Ela sorri. Ela tem pele branca, tem cabelo preto, curto e liso; ela veste uma blusa preta e usa óculos. Atrás dela, quadro horizontal branco. Ao lado dela e na parte esquerda da imagem, uma mulher de pele branca sentada atrás de uma mesa bege com computador preto. Ela tem cabelo preto e liso, usa óculos e veste uma blusa branca. Atrás dela, tela de projeção de slides com uma imagem de canoa, sinal que o grupo está fazendo. Na extremidade esquerda da imagem, cortinas azuis. O fundo é uma parede branca." class="wp-image-3830" width="768" height="511" /><figcaption class="wp-element-caption">Aula de Libras da CAED com a professora Diéssica no Centro de Ciências Sociais e Humanas. | Foto: Júlia Almeida</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Desde a lei 10.436, a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é reconhecida como meio legal de comunicação, e pelo decreto 5626, a disciplina de Libras é obrigatória nos cursos de Licenciatura e Fonoaudiologia. A recém-formada em História Licenciatura, Juliana Brisolla, cursou como disciplina obrigatória em seu último semestre da graduação, e relata que ainda não teve a oportunidade de praticar a língua. “Não lembro de tudo, só alguns sinais, e acho que conseguiria me comunicar muito pouco", afirma Juliana.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O ensino de Libras na UFSM é oferecido em duas modalidades - disciplinas obrigatórias e complementares. Em média, mil estudantes por ano passam pelas disciplinas de Libras. Porém, um dos fatores que dificultam o ensino é a falta de continuidade no aprendizado. Os alunos surdos ainda enfrentam uma barreira para se comunicar com os alunos ouvintes e demais profissionais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM também realiza cursos de Libras por meio da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), e de disciplinas complementares dos cursos de graduação, as DCGs. A professora do Departamento de Educação Especial da UFSM, Mônica Zavacki - que atualmente ministra aulas de Libras para os cursos de Educação Especial e para o Programa Especial de Graduação (PEG) - explica que a inclusão da disciplina como obrigatória é um avanço. “Os surdos estão no mundo assim como qualquer outra pessoa, então eles devem ter o seu direito linguístico assegurado”, complementa Mônica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A docente do Departamento de Educação Especial da UFSM, Carilissa Dall’Alba comenta as dificuldades em ministrar aulas de Libras. “Os ouvintes acabam aprendendo Libras já adultos, o que é diferente da aprendizagem das crianças, que, quando aprendem pequenas, têm muito mais facilidade”, afirma Carilissa. Além disso, a professora, que é surda, também menciona o capacitismo presente nas disciplinas: "Precisa de um processo até se adaptar e entender como se relacionar, porque em geral, esses estudantes nunca nem viram uma professora surda fora daqui”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As DCG’s têm duração de um semestre, e a falta de prática e contato com pessoas surdas faz com que os discentes esqueçam o que foi ensinado. Segundo a chefe do Departamento de Educação Especial, Liane Camatti, o ensino vai além da comunicação. “A gente sempre tenta ensinar também o que é a língua, quem é o surdo, quais as diferenças culturais e linguísticas, como funciona os processos de desenvolvimento de uma criança surda”, destaca Liane. De acordo com ela, com essa maneira de ensino, os estudantes conseguem ter processos mais humanizados no contato com alunos surdos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Sobre os intérpretes, Liane comenta que, como o cargo foi extinto em 2019, há uma dificuldade de repor quando profissionais saem da universidade. “Não tem mais como fazer contratação ou concurso para intérprete, então a gente precisa urgentemente que essa legislação seja revogada”, declara Liane. A professora também explica que, atualmente, não há falta de intérpretes, mas que a situação pode mudar caso o número de alunos surdos aumente.“É muito cansativo ficar interpretando durante duas horas direto sozinha, então a cada 20 minutos as intérpretes fazem revezamento, por isso sempre precisa de duas juntas”, ela explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O ensino de Libras também é importante para a interação dos acadêmicos surdos que estão na Universidade, como ressalta a intérprete de Libras da CAED, Diéssica Zacarias Vargas. “O ideal é que essa língua fosse ensinada nas escolas, inclusive para as crianças, [assim] nós teríamos surdos que se comunicam com todas as pessoas sem dificuldade”, afirma Diéssica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A professora Liane também considera a visibilidade que as aulas de Libras proporcionam, um dos principais benefícios: “Começa a dar mais valorização e visibiliza uma língua que há 15, 20 anos atrás, não circulava, era invisível. E isso diminui aquele choque que as pessoas tinham diante da língua e dos surdos, por conta daquela falta de informações. A lei tem 21 anos apenas, mas a história dos surdos e da educação de surdos tem muito mais do que isso”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem: </strong><em>Giulia Maffi e Júlia Almeida</em><br><strong>Contato:</strong><em><a href="mailto:%67%69%75%6ci%61%6d%61%66%66%69%30%38@%67%6d%61%69%6c%2ec%6fm">giuliamaffi08@gmail.com</a> / <a href="mailto:ju%6c%69%61%61%6c%6d%65%69%64are%63h%69a@g%6dai%6c%2e%63%6fm">juliaalmeidarechia@gmail.com</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>INCLUSÃO NAS ONDAS DO RÁDIO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/18/inclusao-nas-ondas-do-radio</link>
				<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 12:00:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[rádios universitárias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3741</guid>
						<description><![CDATA[“De Perto Ninguém é Normal” promove oficinas e apresentação de programa na Rádio Universidade para pacientes do CAPS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No ar desde 1998, “De Perto Ninguém é Normal” é um projeto para pessoas com transtornos ou sofrimento mental severo e persistente. A iniciativa é coordenada por profissionais da equipe técnica em saúde mental do <a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/saude/266-servicos-de-atencao-psicossocial">Centro de Atenção Psicossocial Prado Veppo (CAPS)</a> e conta com cerca de 12 integrantes. As reuniões são quinzenais, intercaladas por gravações para o programa, transmitido às segundas-feiras, às 17h, na <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio">Rádio Universidade 800 AM</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dicas de saúde, receitas, recados, músicas, entrevistas e piadas compõem os quadros produzidos e apresentados pelos participantes. O rádio também é utilizado para discutir demandas de saúde mental, discursos contra o preconceito, luta antimanicomial e reivindicação de mobilização social para suas pautas. A principal solicitação dos participantes é a implementação de mais um CAPS em Santa Maria. A demanda surge devido à superlotação dos quatro centros da cidade e a enorme fila de espera.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em dias de gravação, o segundo andar da Casa da Comunicação da UFSM lota. Em meio às risadas e roteiros espalhados pelos corredores, os psicólogos tentam encaminhar as gravações no estúdio. Os participantes ocupam o tempo de espera de diversas formas: Tião conta piadas e Pedro distribui versículos aos colegas. Isso acontece enquanto outros gravam na sala ao lado. Todos querem contribuir e têm liberdade para isso: a criatividade é percebida em bordões como “Acorda povo de Santa Maria”, frase recorrente de Pedro durante as gravações.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Autonomia e saúde mental</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A doutora em Psicologia Social e coordenadora do projeto, Marcele Zucolotto, afirma que a iniciativa visa o acompanhamento da saúde mental com a substituição do modelo centrado no tratamento hospitalar. Para ela, é fundamental preservar a cidadania e os vínculos sociais dos pacientes com autonomia e integração social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A coordenadora salienta a importância do projeto ao atender uma população historicamente marginalizada, estigmatizada e esquecida por políticas públicas. O projeto possibilita a construção e o fortalecimento de autonomia aos membros, bem como de maior participação e integração social como o programa veiculado na Rádio, desde os anos 90.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp; A professora acredita que o veículo é um dispositivo de circulação da voz e expressão do coletivo. Para ela, o programa pode conscientizar a comunidade de Santa Maria: “Mobiliza e sensibiliza [a população] da importância de assuntos referentes à saúde mental e da importância do respeito e de inserção social dessa população”, afirma a coordenadora.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos participantes mais antigos do “De Perto Ninguém é Normal”, Ronaldo Aguiar, relata a melhora na qualidade de vida, bem estar e na interação com outras pessoas em 28 anos no projeto. Ronaldo consumia mais de dez remédios e relata que passava os dias dormindo, dopado, não interagia e teve que encarar oito internações devido a surtos psicóticos. Atualmente, consome dois remédios e está há mais de 15 anos sem internações. “Graças a Deus me sinto muito bem”, assegura. O participante compreende a importância do trabalho que o CAPS realiza e recomenda o ambiente para quem passa por momentos de alto estresse mental.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os atendimentos no CAPS Prado Veppo, para transtornos mentais graves, podem ser solicitados pelo telefone (55) 3174-1582.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"left","id":3742,"sizeSlug":"medium","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-medium"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/MARIANA-CAMARGO-COMUNIDADE-INCLUSAO-NAS-ONDAS-DA-RADIO-240x300.png" alt="Desenho vertical com bordas em grafite e fundo vazado de um homem em frente a um microfone de rádio. O homem é jovem e está de perfil. Ele tem cabelo curto e liso, é musculoso e está com expressão facial concentrada. Um dos braços está cruzado na altura do estômago e o outro está estendido. Ele veste uma camiseta com um broche de laço. O microfone está na altura do queixo e suspenso em uma estrutura de metal e tem a logomarca da Rádio Universidade 800AM. Seis ondas sonoras saem do microfone. O fundo é branco." class="wp-image-3742" /><figcaption class="wp-element-caption">Ilustração: Isabela Souza Jardim</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:quote {"align":"right"} -->
<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right"><!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"></p>
<!-- /wp:paragraph --><cite><em>"</em><strong>Para a UFSM, é uma oportunidade de reconhecimento de uma população que&nbsp; historicamente sofreu estigmas e esteve à margem de políticas públicas e cuidados adequados”</strong><br>Marcelle Zucolotto, psicóloga social e coordenadora do "De Perto Ninguém é Normal" <br><br><br><strong>s”</strong></cite></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

<!-- wp:spacer {"height":"10px"} -->
<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
<!-- /wp:spacer -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem: </strong><em>Mariana Camargo</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:%6d%61r%69hpc%61%6d%61%72%67%6f@g%6d%61il%2ec%6f%6d">camargo.mariana@acad.ufsm.br</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM desenvolve escultura que faz surdos "sentirem" músicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/egressos/2023/05/03/egressa-da-ufsm-desenvolve-escultura-que-faz-surdos-sentirem-musicas</link>
				<pubDate>Wed, 03 May 2023 17:34:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
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						<description><![CDATA[A obra, chamada Blooming Sounds, já foi exposta em museus da Europa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<!-- wp:image {"id":62036} -->
<figure class="wp-block-image" id="attachment_62036"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/Escultura-de-flor-de-Caroline.jpeg" alt="" class="wp-image-62036" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Escultura de flor desenvolvida por Caroline</em></figcaption></figure>
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<p>Uma escultura em formato de flor que permite que pessoas surdas sintam as vibrações das músicas: a “Blooming Sounds” (Sons de Florescência) foi elaborada por <strong>Caroline Gaudeoso</strong>, egressa do curso de Engenharia Acústica da UFSM e exposta em museus da Europa. Feita de materiais como madeira e acrílico, a obra é conectada a um <em>shaker</em> e vibra como um auto-falante mas, em vez do som, ele emite vibração nos diferentes tipos de superfícies.</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Trajetória para a acessibilidade musical</h3>
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<p>Caroline iniciou o projeto quando estava no mestrado em Engenharia Acústica, na Universidade Técnica da Dinamarca.&nbsp;No entanto, o interesse no tema é anterior, e parte das vivências que teve na UFSM, das trocas com colegas e professores e das oportunidades geradas na graduação.</p>
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<p>Para o desenvolvimento da “Blooming Sounds”. durante seis meses, ela e o colega francês <strong>Justin Sabaté</strong> trabalharam sob orientação do professor <strong>Jeremy Marozeau</strong> e com ajuda da artista <strong>Kiral World</strong>. “A gente foi testando como cada pétala vibrava. A partir disso, tentamos fazer com que elas tivessem padrões de frequências de ressonância diferentes, para poder vibrar com o maior espectro das músicas que fossem tocar”, explicou a engenheira.</p>
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<p>Segundo a idealizadora, o trabalho foi criado para a comunidade surda sentir a música, mas não somente: também tem o objetivo de passar mais informações sobre as canções que normalmente não são priorizadas pelos ouvintes, como a vibração de cada acorde. “É muito interessante você sentir a música de outra forma que não seja só através do som”, comentou.</p>
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<p>Mesmo quando ainda estava em seus primeiros protótipos, a Blooming Sounds era exposta em diversos locais renomados no continente europeu. O primeiro deles foi em um dos dias do Distortion, um festival de música que acontece nas ruas de Copenhague, capital da Dinamarca. Depois, ficou cerca de 10 dias no Copenhagen Contemporary, um museu de arte contemporânea na mesma cidade. Quando estava no Museu de História e Arte de Genebra, na Suíça, músicos eram mensalmente convidados para concertos no local. As canções eram tocadas e as esculturas vibravam em tempo real.</p>
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<p>As pesquisas que incluem os sentidos das músicas para pessoas surdas cada vez mais estão em pauta. No ano passado, o humorista <a href="https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2022/06/20/show-de-whindersson-nunes-em-teresina-testa-aparelho-inclusivo-para-pessoas-surdas-sentirem-espetaculo.ghtml"><u><strong>Whindersson Nunes patrocinou pesquisas de um protótipo produzido pela startup TRON</strong></u></a>. O vocalista da banda Coldplay, que foi destaque no Rock in Rio em 2022,<strong> <a href="https://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2022/07/chris-martin-diz-que-dakota-johnson-o-ajudou-melhorar-shows-do-coldplay-para-surdos.html"><u>já comentou que distribui coletes para surdos nos shows do grupo</u></a></strong>. O trabalho de Caroline reforça a discussão da inclusão e acessibilidade na música.</p>
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<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading">Quem é Caroline e como o projeto surgiu</h3>
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<figure class="wp-block-image alignleft"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/Caroline-com-uma-escultura.jpeg" alt="" class="wp-image-62037" /></figure>
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<p><strong>Caroline Gaudeoso</strong>, 27 anos, nasceu e cresceu em Santos, São Paulo. Ainda no ensino médio, ela visitou uma feira de ciências na Universidade de São Paulo (USP), onde se interessou pelo projeto de uma pulseira que vibrava com as músicas reproduzidas em um teclado. Com isso em mente, em 2014, Caroline ingressou na graduação de Engenharia Acústica na UFSM, única Instituição do país que oferta o curso, e onde poderia estudar e desenvolver iniciativas semelhantes com o que conheceu.</p>
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<p>A experiência na instituição reforçou a vontade em trabalhar com a acessibilidade musical. “Eu fiz as disciplinas Libras I e II como complementares, e gostei muito. Foi um ano nesse conteúdo. Eu conheci alguns surdos na UFSM e cheguei a conversar com alguns professores sobre essa ideia. Tive bastante incentivo”, explicou. A ideia da pulseira continuou com a engenheira&nbsp;durante toda sua formação.</p>
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<p>Durante este processo, ela realizou o estágio obrigatório de graduação em uma empresa na Dinamarca. Foi onde se inscreveu no mestrado e conheceu o professor que já estava com um projeto em andamento na área em que ela queria. “Um aluno há muito tempo que fez um banco que vibrava, era bem simples. O professor abriu novas vagas para o projeto e eu entrei, no objetivo de desenvolver esculturas com a mesma proposta, mas de outras formas”, conta,&nbsp;explicando&nbsp;como a obra em formato de flor surgiu. Hoje, ela não&nbsp;atua&nbsp;mais&nbsp;diretamente&nbsp;no projeto, mas, alguns colegas seguem no ramo desenvolvendo esculturas cada vez mais qualificadas.</p>
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<p>Focada em concluir a dissertação do mestrado, Caroline relembra da importância da Universidade para chegar onde está hoje: “Foi extremamente importante, eu realmente não sei o que teria feito se não fosse esse curso na UFSM, porque era o que eu queria e sigo com a temática no mestrado agora. Tenho muita paixão pela engenharia acústica e a UFSM foi a base para isso”, finaliza.</p>
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<p><em><strong>Texto: </strong>Paula Appolinario, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br><strong>Fotos:</strong> Arquivo pessoal de Caroline<br><strong>Edição: </strong>Mariana Henriques, jornalista</em></p>
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<p><em><strong>Fonte:</strong> ufsm.br </em></p>
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