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				<title>UFSM inaugura um dos mais avançados laboratórios de foodtech do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/31/ufsm-inaugura-um-dos-mais-avancados-laboratorios-de-foodtech-do-brasil</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:02:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[FoodTech FabLab]]></category>
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						<description><![CDATA[Integrado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, o Foodtech FabLab é um espaço de prototipagem, validação tecnológica e desenvolvimento de soluções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72335" align="alignright" width="650"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9149.jpg"><img class=" wp-image-72335" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9149.jpg" alt="" width="650" height="433" /></a> Juliano e Maria Daniele destacaram a importância do Foodtech FabLab[/caption]
<p>A UFSM inaugurou nesta terça-feira (31) um dos mais avançados laboratórios maker de foodtech do Brasil. Integrado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico e viabilizado com recursos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Foodtech FabLab é um espaço de prototipagem, validação tecnológica e desenvolvimento de soluções que tem a missão de promover a inovação e o empreendedorismo no setor de alimentos, bebidas e suplementos, para transformar a cadeia alimentar de forma eficiente e sustentável. A iniciativa posiciona Santa Maria como referência nacional na área de foodtech.</p>
<p>"Não estamos inaugurando apenas um laboratório, mas um habitat de inovação", afirmou Maria Daniele Dutra, coordenadora de Projetos de Inovação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, na abertura oficial. Ela lembrou que foram três anos de projetos até a concretização, viabilizada graças à parceria do Mapa. "Estamos colocando Santa Maria no mapa global de onde se decide o que o mundo vai comer amanhã", pontuou, salientando que o Foodtech FabLab vai permitir que a ciência chegue até a mesa do cidadão, sendo um ativo transformador da economia local.</p>
<p>O gerente do Inovatec UFSM Parque Tecnológico, Luciano Schuch, destacou que o novo espaço é importante não apenas para a Universidade, mas também para empreendedores, pois irá conectar muitas empresas e estudantes. "Isso diferencia a UFSM", afirmou.</p>
[caption id="attachment_72336" align="alignleft" width="596"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9212.jpg"><img class=" wp-image-72336" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9212.jpg" alt="" width="596" height="397" /></a> Martha Adaime disse que inauguração é um marco para a UFSM[/caption]
<p>A reitora, Martha Adaime, ressaltou que o Foodtech FabLab representa um marco para a Universidade, para Santa Maria e toda a região, pois vai abrir espaço para o desenvolvimento de novos produtos. "Torna a UFSM cada vez mais e mais importante para a região", enfatizou.</p>
<h3>Simplificação e agilidade</h3>
<p>Juliano Barin, coordenador de projetos de Pesquisa do InovaTec, afirmou que, dispondo de estrutura compartilhada de acesso à tecnologia, o laboratório de foodtech da UFSM vai possibilitar simplificação e agilidade aos empreendedores. "De certa forma vai ser um balcão, onde vamos centralizar as demandas que chegarem e fazer essa conexão com a UFSM e com todo o ecossistema que temos contato, para fazer com que aquela solução aconteça", disse Barin, que é docente no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos (PPGCTA). </p>
<p>A infraestrutura contempla o Food Maker Space, a Experience Box para análise sensorial, a Kitchen 3.0 e sala de reuniões para articulação com parceiros. No núcleo tecnológico, o laboratório dispõe de equipamentos como impressora 3D de alimentos, pasteurizador a fio, extrusora de proteínas, extrator de aromas sem solvente, emulsificador nano e sistemas de secagem.</p>
<p>Segundo Barin, a estrutura do laboratório de foodtech possibilitará a aceleração no desenvolvimento de produtos, que poderão chegar ao mercado não em anos, mas em meses. O trabalho integrado com agências regulatórias desde o início do processo também será importante nesse sentido. Porém, ele ressaltou que a inovação é um "esporte coletivo", sendo essencial a participação dos parceiros e da sociedade.</p>
[caption id="attachment_72337" align="alignright" width="339"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9194-scaled-e1774987093965.jpg"><img class="wp-image-72337 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9194-scaled-e1774987093965.jpg" alt="" width="339" height="404" /></a> César Simas Teles elogiou o labfood da UFSM[/caption]
<h3>Recursos de R$ 3 milhões do Mapa</h3>
<p>O laboratório maker de foodtech inaugurado pela UFSM é o quarto do país, mas desponta como um dos mais avançados, na avaliação dos representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) que prestigiaram a inauguração, César Simas Teles, coordenador geral na Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo, e Ayrton Jun Ussami, coordenador de Ambiente de Inovação.</p>
<p>O ministério destinou cerca de R$ 3 milhões para o Foodtech FabLab. "O desenvolvimento de foodtechs é algo que vemos como importante. Uma carência que temos na área de inovação são espaços para que empreendedores possam testar seus produtos, fazer seus protótipos", afirmou Teles. </p>
<p>Ussami elogiou o espaço inaugurado pela UFSM, considerado dos mais avançados entre os já implementados no Brasil. "Estamos muito contentes de ver Santa Maria como uma das pioneiras neste tipo de investimento. Queremos muito aprender com a Universidade para podermos exportar para outras unidades", disse, destacando a necessidade de um modelo de compartilhamento que seja sustentável, permitindo a geração de receita para manutenção e reposição do espaço. </p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":72338,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9332.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9332-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72338" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Angélica falou sobre os alimentos 3D</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9348.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9348-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72339" /></a><figcaption class="wp-element-caption">  Degustação de gelato de cerveja IPA  </figcaption></figure>
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<h3>Gelato de cerveja e petiscos 3D</h3>
<p>Situado no prédio 61H do campus sede, o Foodtech FabLab é um espaço estratégico e colaborativo com infraestrutura avançada, capaz de integrar pesquisadores, estudantes, <i>startups</i>, empresas e representantes do setor regulatório em torno de soluções concretas. E os resultados do trabalho já são visíveis - e degustáveis. Quem visitou os espaços durante a inauguração pôde provar produtos que já foram desenvolvidos nos laboratórios da UFSM, e que agora ganham novo fôlego no laboratório de foodtech.</p>
<p>Gelato de cerveja foi um deles. O produto é resultado do trabalho da doutoranda no PPGCTA Camila Gressler e da empresária Bina Monteiro. O "Uivo lupulado" vem sendo trabalhado desde 2024, e contém um ingrediente criado por Camila para dar um sabor de cerveja IPA em doces. Disso saiu um gelato natural, saudável e saboroso, na opinião de quem o provou. E que pode ser o primeiro do mundo com este sabor - o produto está em processo de patenteamento.</p>
<p>Outra atração foi uma impressora 3D que imprime e pré-assa alimentos, como biscoitos, massas, cárneos e chocolate. A pós-doutoranda em Química Angélica Kaufmann servia os petiscos produzidos em uma impressora criada por um estudante do curso de Engenharia de Controle e Automação. A tecnologia permite personalizar refeições com vitaminas, minerais e proteínas adicionais.</p>
<p>"O Foodtech FabLab já nasce acelerado. Temos empresas parceiras desenvolvendo conosco, estudantes e pesquisadores operando máquinas", destacou Maria Daniele. Nos próximos meses, a meta é integrá-lo plenamente às atividades acadêmicas e empresariais, consolidando-o como polo de referência na área de alimentos. A partir dessa articulação, o laboratório deverá impulsionar novos projetos, atrair investimentos e posicionar ainda mais Santa Maria no mapa da inovação regional e nacional.</p>
<p>Segundo ela, o FabLab poderá oferecer suporte técnico e consultoria para empresas e <i>startups</i>, auxiliando na compreensão e no atendimento aos requisitos legais desde as fases iniciais de desenvolvimento. O ambiente também foi concebido para promover uma aprendizagem ativa, criativa e prática. A proposta é formar especialistas da UFSM (estudantes dos cursos de Nutrição, Tecnologia em Alimentos, do PPGCTA e de grupos de pesquisa da área) e também profissionais externos, ampliando o impacto para além da Universidade.</p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":72340,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9240.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9240-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72340" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Produtos em desenvolvimento foram apresentados</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9305.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9305-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72341" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Público conheceu os espaços do labfood</figcaption></figure>
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<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em>Fotos: Pedro Pereira, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Parque Tecnológico da UFSM sedia reunião geral do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/19/parque-tecnologico-da-ufsm-sedia-reuniao-geral-do-gabinete-itinerante-do-ministerio-da-agricultura-e-pecuaria</link>
				<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 11:04:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de apoio para eventos extremos e emergências]]></category>
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						<description><![CDATA[Houve apresentação do Gabinete Itinerante e do Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_66074" align="alignright" width="495"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-e1718794390187.jpeg"><img class="wp-image-66074" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-e1718794390187.jpeg" alt="foto colorida quadrada com pessoas em uma grande sala com paredes coloridas, um homem em pé fala ao microfone" width="495" height="390" /></a> Reunião ocorreu na manhã de terça (18)[/caption]
<p>Na manhã de terça-feira (18), o Inovatec UFSM Parque Tecnológico recebeu a reunião do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária(Mapa), realizada no coworking do Prédio 61H da UFSM. O evento contou com a presença de 11 autoridades que compõem a equipe do Mapa, incluindo membros de Brasília e da Superintendência Federal de Agricultura no Rio Grande do Sul (SFA/RS), além de representantes de diversas organizações, instituições e órgãos públicos do estado (sindicatos, Emater, prefeituras, câmaras de vereadores, associações comerciais e cooperativas). </p>
</div>
<div>
<p>O encontro teve como principais objetivos apresentar o Gabinete Itinerante e o Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul (PERSul) e identificar as principais demandas da região. O Gabinete Itinerante é uma iniciativa do PERSul, criado por meio da Portaria Mapa nº 638/2024, com a missão de fortalecer o agronegócio no Rio Grande do Sul e reparar danos, reafirmando o compromisso do Governo Federal com o setor agropecuário e a continuidade das atividades agrícolas no estado.</p>
</div>
<div>
<p>O superintendente da Agricultura e Pecuária do RS, José Cleber Dias de Souza, enfatizou o compromisso de visitar todas as regiões em situação de emergência e calamidade pública, coordenando equipes multidisciplinares para prestar atendimento a instituições, organizações, entidades públicas e representações do setor agropecuário e industrial. </p>
<p>Durante a reunião, o gerente regional da Emater, Guilherme Passamani, discutiu os impactos das recentes adversidades climáticas com dados levantados pelo instituto, enquanto o gerente regional do Sebrae/RS, Maico Fabiano Fernandes, apresentou o plano emergencial do Sebrae para apoiar micro e pequenas empresas afetadas.</p>
<p>O reitor da UFSM, Luciano Schuch, e o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom, também estiveram presentes no evento, enfatizando a relevância da visita do gabinete à região.</p>
</div>
<div>
<p>Após apresentações e discussões, os representantes municipais tiveram a oportunidade de expor as necessidades dos municípios. Essas informações e demandas serão regularmente reportadas ao Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. </p>
</div>
<div>
[caption id="attachment_66075" align="alignleft" width="562"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-e1718794480530.jpeg"><img class="wp-image-66075" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-e1718794480530.jpeg" alt="foto quadrada colorida de sete pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular branca" width="562" height="403" /></a> Encontro com o Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências[/caption]
<h3>Gabinete Itinerante se reúne com representantes do Care</h3>
</div>
<div>
<p>Ao final da reunião, o superintendente José Cleber Dias de Souza e o coordenador geral de Investimentos de Cooperação Internacional, Luiz Claudio de Santana e Caruso, se reuniram com o <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care&amp;source=gmail&amp;ust=1718877317363000&amp;usg=AOvVaw1xWugvfWH_PoViuBOnrAuz">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (Care)</a>, vinculado ao Gabinete do Reitor da UFSM, que têm o propósito de congregar grupos técnico-científicos a fim de apresentar projetos e soluções possíveis para o enfrentamento da crise climática. </p>
<p>Ainda na tarde de terça, o Gabinete seguiu um roteiro em Santa Maria, que incluiu uma reunião de apresentação, manifestações de lideranças locais e visitas para avaliar perdas e danos. Até sexta-feira (21), o Gabinete passará por São João do Polêsine, Agudo, Restinga Seca, Sobradinho e Arroio do Tigre, com o objetivo de mapear dificuldades materiais e identificar instituições que possam contribuir para a execução das ações do PERSul/MAPA.</p>
</div>
<div><i>Texto e foto: Jéssica Medeiros, assistente de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico</i></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parque Tecnológico da UFSM sedia Reunião Geral do Gabinete Itinerante do Ministério de Agricultura e Pecuária </title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2024/06/18/parque-tecnologico-da-ufsm-sedia-reuniao-geral-do-gabinete-itinerante-do-ministerio-de-agricultura-e-pecuaria</link>
				<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 18:47:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
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		<category><![CDATA[reitoria]]></category>

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						<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira (18), o Inovatec UFSM Parque Tecnológico recebeu a Reunião do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), realizada no Coworking do Prédio 61H da Universidade Federal de Santa Maria. O evento contou com a presença de 11 autoridades que compõem a equipe do MAPA, incluindo membros de Brasília e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Na manhã desta</span><span style="font-weight: 400"> terça-feira (18), </span><span style="font-weight: 400">o </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec"><span style="font-weight: 400">Inovatec UFSM Parque Tecnológico</span></a><span style="font-weight: 400"> recebeu a Reunião do </span><b>Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária </b><span style="font-weight: 400">(Mapa),</span> <span style="font-weight: 400">realizada no Coworking do Prédio 61H da </span><a href="https://www.ufsm.br/"><span style="font-weight: 400">Universidade Federal de Santa Maria</span></a><span style="font-weight: 400">.</span> <span style="font-weight: 400">O evento contou com a presença de 11 autoridades que compõem a equipe do MAPA, incluindo membros de Brasília e da Superintendência Federal de Agricultura no Rio Grande do Sul (SFA/RS), além de representantes de diversas organizações, instituições e órgãos públicos do estado (Sindicatos, Emater, Prefeituras, Câmaras de Vereadores, Associações Comerciais e Cooperativas). </span></p>
[caption id="attachment_2318" align="aligncenter" width="750"]<img class="wp-image-2318" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2024/06/IMG_3807-1024x683.jpg" alt="" width="750" height="500" /> Representantes das secretarias do MAPA na Reunião Geral do Gabinete Itinerante.[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O encontro teve como principais objetivos apresentar o </span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/campanhas/persul-mapa"><span style="font-weight: 400">Gabinete Itinerante e o Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul (PERSul)</span></a><span style="font-weight: 400"> e identificar as principais demandas da região. O Gabinete Itinerante é uma iniciativa do PERSul, criado por meio da Portaria MAPA nº 638/2024, com a missão de fortalecer o agronegócio no Rio Grande do Sul e reparar danos, reafirmando o compromisso do Governo Federal com o setor agropecuário e a continuidade das atividades agrícolas no estado.</span></p>
[caption id="attachment_2324" align="alignleft" width="300"]<img class="size-medium wp-image-2324" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-2-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /> Reitor da UFSM Luciano Schuch em sua fala de recepção[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Superintendente da Agricultura e Pecuária do RS, José Cleber Dias de Souza, enfatizou o compromisso de visitar todas as regiões em situação de emergência e calamidade pública, coordenando equipes multidisciplinares para prestar atendimento a instituições, organizações, entidades públicas e representações do setor agropecuário e industrial. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Durante a reunião, o Gerente Regional da Emater, Guilherme Passamani, discutiu os impactos das recentes adversidades climáticas com dados levantados pelo intituto, enquanto o Gerente Regional do SEBRAE/RS, Maico Fabiano Fernandes, apresentou o Plano Emergencial do SEBRAE para apoiar micro e pequenas empresas afetadas. O reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Luciano Schuch, e o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom, também estiveram presentes no evento, enfatizando a relevância da visita do gabinete à região. <br /></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Após apresentações e discussões, os representantes municipais tiveram a oportunidade de expor as necessidades dos municípios. Essas informações e demandas serão regularmente reportadas ao Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. </span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Gabinete Itinerante se reúne com representantes do CARE</b></p>
[caption id="attachment_2320" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-2320 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /> Reunião do Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências com o MAPA.[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao final da reunião, o Superintendente José Cleber Dias de Souza e o Coordenador Geral de Investimentos de Cooperação Internacional, Luiz Claudio de Santana e Caruso, se reuniram com o <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE)</a>, </span><span style="font-weight: 400">vinculado ao Gabinete do Reitor da UFSM,</span> <span style="font-weight: 400">que têm o propósito de congregar grupos técnico-científicos a fim de apresentar projetos e soluções possíveis para o enfrentamento da crise climática. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ainda na tarde de hoje, o Gabinete segue um roteiro em Santa Maria, que inclui uma reunião de apresentação, manifestações de lideranças locais e visitas para avaliar perdas e danos. Até sexta-feira (21), o Gabinete passará por São João do Polêsine, Agudo, Restinga Seca, Sobradinho e Arroio do Tigre, com o objetivo de mapear dificuldades materiais e identificar instituições que possam contribuir para a execução das ações do PERSul/MAPA.</span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><em>Texto: Jéssica Medeiros, assistente de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;</em></p>
<p><em>Fotos: Equipe Inovatec</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM integra grupo técnico sobre proteínas alternativas do Ministério da Agricultura e Pecuária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/17/ufsm-integra-grupo-tecnico-sobre-proteinas-alternativas-do-ministerio-da-agricultura-e-pecuaria</link>
				<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 13:30:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[foodtech]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec parque tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[proteínas alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia e ciência de alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[Universidade está representada por gestora do Inovatec UFSM Parque Tecnológico e por professor do Departamento de Tecnologia e Ciência de Alimentos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">No final de maio, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Grupo Técnico de Trabalho (GTT) para discutir avanços e propostas regulatórias para os chamados novos sistemas alimentares e ingredientes contemporâneos. A proposta visa unir a sociedade civil, a cadeia produtiva e o agronegócio. A UFSM está representada no grupo pela gestora do<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec&amp;source=gmail&amp;ust=1718716360666000&amp;usg=AOvVaw3PX9D30WXCb4duwNR-P70N"> Inovatec UFSM Parque Tecnológico</a> Maria Daniele Dutra e pelo professor pesquisador Juliano Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência de Alimentos, que atualmente coordena o projeto FoodTech FabLab.</p>
<p dir="ltr">O GTT visa formular uma proposta de política pública centrada em novos sistemas alimentares e ingredientes contemporâneos. O objetivo é promover o alinhamento entre reguladores e regulados e integrar proteínas alternativas à agenda do agronegócio.</p>
<p dir="ltr">Há apenas duas universidades federais no GTT, sendo a UFSM indicada em função da sua atuação destacada no tema, além de seu projeto em conjunto com o Mapa para a<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm&amp;source=gmail&amp;ust=1718716360666000&amp;usg=AOvVaw37tGkCxqHTgM6zN4YQiExF"> implementação do FoodTech Fablab no Inovatec</a>. “Dentro do grupo, há profissionais de diferentes setores, que vão desde associações a representantes do setor industrial. Portanto, a presença da Universidade torna-se importante para agregar o viés acadêmico e científico nas discussões”, afirma o professor Juliano. </p>
<p dir="ltr">As proteínas alternativas têm o potencial de avançar significativamente no cumprimento das metas de desenvolvimento sustentável (ODS), especialmente em áreas como segurança alimentar, redução das emissões de gases de efeito estufa e preservação dos recursos naturais. A UFSM, por meio do FoodTech FabLab, poderá desempenhar um papel crucial nesse processo ao desenvolver e validar novos produtos alimentares, contribuindo para uma produção mais sustentável e eficiente. A expectativa é finalizar rapidamente a infraestrutura do FabLab e intensificar as parcerias com a comunidade acadêmica, empresas, órgãos reguladores e sociedade civil.</p>
<p dir="ltr">Maria Daniele Dutra destaca que a participação da UFSM no grupo é um reconhecimento da sólida base de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) da Universidade, especialmente na área de ciência e tecnologia de alimentos. “Nossa atuação, por meio da pesquisa científica e de programas ligados ao processo de validação e maturação tecnológica, permite que o InovaTec UFSM Parque Tecnológico contribua com o posicionamento do país, como referência na criação de produtos que não sejam apenas nacionalmente viáveis, mas também competitivos no mercado”, ressalta a gestora. </p>
<p dir="ltr">Para Juliano Barin, as proteínas alternativas deixaram de ser tendência e já são uma realidade, o que pode ser evidenciado pelo consumo crescente de produtos desta categoria. Apesar desse crescimento, algumas limitações ainda persistem, como a falta de matérias-primas e equipamentos produzidos no país. “O estabelecimento do grupo pode ajudar no mapeamento das possíveis carências e na recomendação de diretrizes que possam ser seguidas para superação das dificuldades neste setor”, completa. </p>
<p dir="ltr">A integração de proteínas alternativas na agenda nacional representa uma oportunidade de liderança global em soluções alimentares para um futuro sustentável. Para a UFSM, participar do comitê é contribuir para o avanço econômico, social e científico do país e posicionar o ecossistema de inovação de Santa Maria como referência em proteínas alternativas. </p>
<p><em>Texto: Jéssica Medeiros, assistente de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Produção agropecuária sustentável: projeto da UFSM estuda utilização de fertilizante orgânico para adubação do solo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/10/producao-agropecuaria-sustentavel</link>
				<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 12:30:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[adubo orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[fepam]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Politécnico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64459</guid>
						<description><![CDATA[Estudos realizados no Colégio Politécnico apontam resultados vantajosos para o meio ambiente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Nos últimos dias um forte cheiro foi sentido em diversas localidades de Santa Maria. Alguns indícios apontam que o odor pode ter vindo da aplicação de 40 toneladas de esterco de peru, uma espécie de adubo orgânico, em áreas agrícolas da UFSM,</span> <span style="font-weight: 400">entre terça (6) e quarta-feira (7). A utilização de fertilizantes de origem animal visa diminuir a dependência de produtos químicos</span> <span style="font-weight: 400">na adubação do solo e é feita na UFSM há mais de 4 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para este semestre, a UFSM comprou mais de 140 toneladas de adubação orgânica, que já foi utilizada para pesquisas em áreas menores e teve bons resultados. Isso permitiu que se reduzisse a utilização e dependência do adubo químico</span><span style="font-weight: 400">. Os professores Luciano Pes, Ivan Maldaner e Marcelo Farias, do Colégio Politécnico, são responsáveis pelos experimentos de manejo do solo. Farias destaca que, mesmo se a substituição do produto químico não ocorrer de forma completa, os resultados das pesquisas indicam que os adubos orgânicos podem ser utilizados. “É justamente isso, buscar uma produção mais sustentável e depender menos do químico, que são produtos oriundos do petróleo [...] Além disso, o [fertilizante] químico é bem mais custoso do que o orgânico”, completa o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por conta do mau tempo e da previsão de chuva para os próximos dias, ainda não há uma data para uma nova aplicação do produto - que é licenciado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e que não oferece risco à saúde da população. Além disso, a FEPAM também realiza uma avaliação sobre a última aplicação do adubo orgânico, com o objetivo de identificar se algum importuno foi causado pelo produto. </span></p>
<h3>Odor Indesejado</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A aplicação de adubos orgânicos é comum em áreas da UFSM, tanto para ensino quanto para pesquisa, e é segura para a saúde. Agora, os professores do Politécnico estão desenvolvendo um projeto para a troca total de seus fertilizantes para o adubo orgânico, o que justifica a última aplicação em uma área maior do que as anteriores, cerca de 14 hectares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O mau cheiro que exala da adubação orgânica ocorre porque pode haver nitrogênio em excesso no composto e os microrganismos não conseguem o assimilar por inteiro. Isso faz com que ele volte ao ambiente com cheiro de amônia</span><b>.</b><span style="font-weight: 400"> Como as aplicações eram feitas em locais e com quantidades menores, o odor costumava não ser sentido em grande escala. Outro fator que contribuiu para que, desta vez, ele tenha sido mais forte, foi o calor extremo marcado na tarde de terça-feira, o primeiro dia de aplicação, com sensação térmica de aproximadamente 40°C.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, os pesquisadores responsáveis afirmam ser improvável que o cheiro do adubo aplicado tenha se espalhado por toda a região de Santa Maria, mas concordam que não há como estimar o seu alcance, pois isso depende da temperatura do ambiente, da umidade do ar e dos ventos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As operações estão suspensas até que os resultados de uma avaliação mais detalhada da FEPAM sejam entregues.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Andreina Possan, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>InovaTec, MAPA e Emater se unem para desenvolver políticas públicas para produtores de Santa Maria e Região</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/02/06/inovatec-mapa-e-emater-se-unem-para-desenvolver-politicas-publicas-para-produtores-de-santa-maria-e-regiao</link>
				<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 13:48:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agrotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Agtechs]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pulsar Incubadora Tecnológica]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agtech]]></category>
		<category><![CDATA[emater]]></category>
		<category><![CDATA[inovatecufsm]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[pulsarincubadoratecnologica]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última quarta-feira (01), a gestora do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, Maria Daniele Dutra e o gestor da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, Anderson Paim, visitaram o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Emater. O encontro, teve a finalidade de alinhar ações estratégicas que serão realizadas em Santa Maria e Região para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"right","id":700,"width":620,"height":465,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-17.24.06-3-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-700" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-element-caption">Representantes do InovaTec, Emater e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Na última quarta-feira (01),</span><span style="font-weight: 400"> a gestora do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, Maria Daniele Dutra e o gestor da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, Anderson Paim, visitaram o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Emater. O encontro, teve a finalidade de alinhar ações estratégicas que serão realizadas em Santa Maria e Região para atender as demandas do setor agronômico, com objetivo de trabalhar em conjunto nas políticas pensadas para os pequenos, médios e grandes produtores.</span></p>
<p>Segundo Maria Daniele Dutra, no encontro foi possível verificar as formas que o ecossistema de inovação da Região Central pode atuar em conjunto com as iniciativas. “O MAPA e a Emater estarão mais conectados conosco. Vamos mostrar o potencial que temos no nosso Parque e Incubadora, como as tecnologias voltadas para o campo, compartilhando o que estamos desenvolvendo enquanto ecossistema de inovação. Buscamos trabalhar em conjunto nas políticas públicas que estão sendo pensadas pelo MAPA e Emater, para melhor atender os produtores da nossa região”. </p>
<p>A próxima reunião, será realizada em Santa Maria, onde serão apresentadas as tecnologias desenvolvidas pelas Agtechs (startup com foco no agronegócio), além de conhecer os demais ambientes  focados em validação e testes de tecnologias para o agronegócio, e os novos projetos de FabLabs de Bioinsumos e FoodTech (Termo de Execução Descentralizada recebido pelo MAPA no final de 2022).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mapeamento e monitoramento da Covid-19 em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/mapeamento-e-monitoramento-da-covid-19-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 12:05:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geociências]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8722</guid>
						<description><![CDATA[Metodologia criada pelo Departamento de Geografia da UFSM ajudou no controle da doença na cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No início de 2020, a UFSM lançou um painel de informações sobre o coronavírus, o chamado <a href="https://www.ufsm.br/coronavirus/santa-maria" target="_blank" rel="noopener">Observatório de Dados da Covid-19</a>. Com o objetivo de acompanhar e auxiliar o planejamento das ações em saúde pública para o combate da pandemia, a iniciativa traça um panorama da evolução do vírus em escalas municipal, estadual e nacional. Uma das equipes envolvidas no projeto foi o Departamento de Geografia da universidade, que, em parceria com a Vigilância Municipal de Saúde de Santa Maria, buscou mapear e monitorar a doença na cidade através de uma metodologia inovadora. </p><p>O trabalho feito pelos profissionais se baseou na área da Geografia da Saúde, que exerce um papel relevante no entendimento das diferentes doenças que podem ocorrer em um território. Esse ramo busca compreender como as enfermidades se relacionam com o espaço para auxiliar a planejar estratégias de combate, como também de meios para promover a saúde e a qualidade de vida da população. </p><p>“Conhecer a espacialização de uma doença, os fatores que a influenciam, as populações mais vulneráveis e visualizar essas informações em um mapa permite entender sua distribuição. A geografia da saúde compara como é o espaço, o que tem de vulnerabilidade nele e como a doença se espalha para fazer um cruzamento de dados e traçar estratégias de contenção”, explica Natália Lampert, professora no Departamento de Geociências da UFSM e integrante do Observatório.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/10/monitoramento_covid_19_1458_951-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Com isso em mente, a equipe desenvolveu uma nova metodologia baseada em uma escala intraurbana, que procura retratar com profundidade a organização interna da cidade. Desse modo, eles foram capazes de mapear o número de casos e mortes por Covid-19 de cada bairro e população de Santa Maria. O trabalho foi feito em conjunto com a Vigilância Epidemiológica de Santa Maria, por meio do projeto “Enfrentamento da epidemia da Covid-19 no estado do Rio Grande do Sul”, que fornecia os dados necessários. </p><p>De acordo com Lampert, no início da pandemia os geógrafos faziam um mapeamento prévio dos casos suspeitos, para ajudar a prever a chegada da doença na cidade, além de identificar onde seriam necessárias mais equipes de saúde e quais as áreas mais vulneráveis ou com maior quantidade de casos.  “Colaboramos para que a doença se espalhasse de forma um pouco mais lenta dentro da cidade. A nossa responsabilidade era organizar esses dados e gerar mapas para que a vigilância pudesse pensar as estratégias com a intenção de frear ao máximo a disseminação do vírus”, relata a docente.</p><p>Com o avanço da pandemia, foram mapeados casos confirmados e óbitos, bem como mapas temporais e mapas com taxas aplicadas a faixa etária, sexo e raça. A professora explica que <b>as representações cartográficas são muito importantes para reconhecer os padrões de contágio, as regiões mais e menos afetadas, os locais com maiores demandas de insumos e as lógicas de dispersão do vírus.</b></p>		
			<h3>Como funciona a metodologia</h3>		
		<p>No Brasil, a grande maioria dos mapeamentos da Covid-19 é realizada em nível nacional e estadual. Desse modo, mecanismos feitos para mapear espaços intraurbanos - como cidades - são inovadores e exigem conhecimentos específicos. A partir dessa demanda, a equipe de Geografia do Observatório desenvolveu uma metodologia precisa e detalhada para a geocodificação dos dados do coronavírus no espaço urbano de Santa Maria.</p><p>O mapeamento dos casos é feito por etapas, como explica Maurício Rizzatti, doutorando em Geografia na UFSM e responsável pela finalização dos mapas do Observatório. Inicialmente, é preciso formatar e padronizar os dados da Vigilância Municipal de Saúde para que o programa utilizado possa lê-los. Em seguida, é realizado o processo de georreferenciamento, no qual se encontram as coordenadas geográficas de cada caso ou óbito, e elas são transformadas em pontos. “Por exemplo, se temos 100 casos de Covid-19, o programa vai fazer 100 pontos no mapa que correspondem a cada caso. É um procedimento muito grande, no qual buscamos a precisão dos dados, pois a doença se espalha muito facilmente, e quanto mais detalhado os mapas, melhor”, explica Rizzatti.  </p><p>O resultado do georreferenciamento e da metodologia é uma camada de pontos que localizam exatamente onde houve caso ou óbito decorrente do coronavírus. Então, após esse processo, é feita a contagem por bairro para gerar os mapas que  determinam a quantidade de dados de cada região e, por fim, ainda é realizada uma conferência manual das informações. Rizzatti destaca que o método é muito acessível, pois só utiliza programas livres e sem custo - assim, qualquer prefeitura, vigilância sanitária ou órgão de saúde podem utilizá-lo.</p><p>Outra vantagem é a sua versatilidade, visto que o procedimento pode ser aplicado para mapear qualquer doença - só é necessário ter o endereço das pessoas infectadas para fazer a espacialização e ter o entendimento da enfermidade. Lampert também ressalta que Santa Maria é a única cidade do Rio Grande do Sul que faz esse tipo de mapeamento e que o projeto tem sido reconhecido. O artigo “<a href="https://publicacoes.ifc.edu.br/index.php/metapre/article/view/1260" target="_blank" rel="noopener">Metodologia de geolocalização para mapeamento intraurbano de COVID-19 em Santa Maria, RS</a>” possui mais de 400 downloads e tem sido utilizado como referência na área. </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="546" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/10/MapaTemporal-1024x546.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Óbitos acumulados de 14 de maio de 2020 a 16 de junho de 2021 em Santa Maria, RS. Elaboração: Maurício Rizzatti, 2021.</figcaption>
										</figure>
			<h3>A pandemia e o impacto social</h3>		
		<p>Além das contribuições cartográficas, o trabalho realizado pelos geógrafos foi fundamental para entender a dinâmica do vírus frente às desigualdades socioespaciais que assolam a região. De acordo com o <a href="http://periodicos.pucminas.br/index.php/geografia/article/view/26875" target="_blank" rel="noopener">artigo</a> mais recente do grupo, 41,54% da população de Santa Maria vive em situação de vulnerabilidade social. Essa situação foi agravada pelo contexto da crise pandêmica, que atingiu de maneira mais expressiva as classes mais pobres da cidade. De acordo com o levantamento, os óbitos de pessoas com menos de 30 anos predominam nos bairros periféricos. </p><p>“Há um valor bastante elevado e até maior de casos em regiões de privação social. Nessas áreas, se torna praticamente impossível ter um distanciamento social efetivo, pois nessas regiões residem muitas pessoas na mesma casa e elas precisam sair para trabalhar presencialmente, poucas têm a opção de ficar no trabalho remoto, e isso afeta a infecção delas pela doença”, diz Lampert. </p><p>A equipe também concluiu que houve infecção pelo coronavírus em praticamente todos os bairros da cidade e que os óbitos aumentaram 382% no primeiro semestre de 2021 em relação ao ano passado. Apesar de 83% das mortes em 2020 terem sido de pessoas brancas, a população mais afetada na realidade foi a autodeclarada preta. A professora explica que foi criado uma taxa de mortalidade por raça, essa taxa reflete a relação entre o número de mortes por Covid-19 e a população total de pessoas pretas em Santa Maria. “Por mais que a população branca tenha sido a maior parte dos óbitos, quando olha-se para a taxa, na verdade, no ano passado, a população que mais morreu foi a preta". Já em 2021, há uma pequena alteração nesse cenário, quem possui a maior taxa é a população autodeclarada amarela.</p>		
									<figure>
										<img width="789" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/10/MapaObitosAcumuladoseTaxas-789x1024.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Óbitos acumulados de pessoas autodeclaradas pretas: de 14 de maio de 2020 a 16 de junho de 2021 e  taxa de mortalidade para 100 mil habitantes em Santa Maria, RS. Elaboração: Maurício Rizzatti, 2021.</figcaption>
										</figure>
		<p>Dessa maneira, o trabalho realizado pelo Observatório explica os padrões de disseminação do vírus&nbsp; e&nbsp; também demonstra que a análise espacial e os mapas podem ajudar a entender os impactos da doença na população. &nbsp;“A cartografia serve para informar a população, deixando-a absolutamente ciente dos desafios e das ações coletivas necessárias para uma dada realidade epidemiológica”, afirma Lampert.&nbsp;</p>
<p>O projeto possui uma dúzia de integrantes na equipe de Geografia e&nbsp; já publicou 12 artigos científicos, bem como um e-book intitulado <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/820/2021/03/Os-contextos-geograficos-da-COVID-19.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Os contextos geográficos da Covid-19”</a>. Atualmente, os geógrafos trabalham no registro de dados para pesquisas, visando formar um repositório para o enfrentamento de outras possíveis infecções que venham a afetar a cidade no futuro.&nbsp;&nbsp;</p><p><strong><i>Expediente</i></strong></p><p><strong><i>Repórter: </i></strong><i>Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Ilustrador:</strong> Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário</i></p><p><strong><i>Mídia Social:</i></strong> <b><i>Mídia Social: </i></b><i>Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes e bolsista de Jornalismo; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</i></p><p><i><strong>Edição de Produção:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Plataforma desenvolvida na UFSM digitaliza os processos de certificação sanitária animal no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/12/plataforma-desenvolvida-na-ufsm-digitaliza-os-processos-de-certificacao-sanitaria-animal-no-rs</link>
				<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 18:19:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[certificação sanitária animal]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[fatec]]></category>
		<category><![CDATA[fundesa]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[pdsa-rs]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=54068</guid>
						<description><![CDATA[Lançada no mês de setembro, a Plataforma de Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, ferramenta online inédita desenvolvida por professores e alunos do Colégio Politécnico da UFSM, tem como principal objetivo levar agilidade aos profissionais envolvidos na certificação sanitária animal do estado. A ferramenta busca, ainda, unificar atividades de produção de proteína animal, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Lançada no mês de setembro, a <a href="https://pdsa-rs.com.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma de Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul</a>, ferramenta online inédita desenvolvida por professores e alunos do Colégio Politécnico da UFSM,  tem como principal objetivo levar agilidade aos profissionais envolvidos na certificação sanitária animal do estado. A ferramenta busca, ainda, unificar atividades de produção de proteína animal, em especial as cadeias de Avicultura e Suinocultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto é resultado de um Contrato de Cooperação Técnico-científica entre FUNDESA (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS) e FATEC (Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência). Além desses órgãos, estabeleceu-se uma parceria entre entidades públicas e privadas para a implementação da plataforma: Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</a> (MAPA), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos (SIPS) e Laboratórios Veterinários Credenciados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Certificação sanitária é exigência para trânsito de aves e ovos férteis no país</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Coordenado pelo professor Alencar Machado, do Colégio Politécnico da UFSM, o projeto teve início em 1º de junho de 2019 e possui duração de 2 anos - podendo ser renovado após esse período. A intenção é seguir proporcionando a organização sistêmica das atividades e garantir o desenvolvimento e proteção sanitária das atividades de produção.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A função dessa ferramenta online de certificação é "harmonizar e integrar todas as etapas do processo da certificação, do almoxarifado de emergência e da biosseguridade na avicultura e suinocultura, assim como desenvolver a cooperação técnico-científica com a participação de instituições, organizações e setores públicos e privados”, explica professor Luiz Fernando Sangoi, também responsável pelo projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Exigência para trânsito de aves e ovos férteis no país, a certificação sanitária animal também é ponto de partida para a exportação de material genético. Dessa forma, a ferramenta digital possui os seguintes módulos:&nbsp; Módulo Sistema de Certificação Sanitária de Estabelecimentos Avícolas do RS, Módulo Sistema de Controle e Distribuição de Estoques de Materiais de Emergência e Vigilância e Módulo Sistema de Biosseguridade da Avicultura e Suinocultura do RS.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os módulos permitirão o acompanhamento de todo o processo em tempo real, garantindo celeridade, rastreabilidade e confiabilidade na certificação. A plataforma ainda contará com a análise de dados vacinais e a ocorrência de doenças, os quais serão notificados pelos médicos veterinários que prestam assistência técnica, permitindo ao Serviço Veterinário Oficial a adoção de medidas de defesa sanitária de forma adequada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Capacitação dos envolvidos foi adaptada ao modo remoto</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A gestão de dados da plataforma será realizada por usuários com níveis distintos de acesso ao sistema que contempla os seguintes portais: Portal Empresa, Portal Responsável Técnico (RT), Portal Serviço Veterinário Estadual (SVE), Portal Laboratórios Credenciados e Portal SVO-RS Gestor (MAPA).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A capacitação dos envolvidos no processo, que no começo do projeto estava prevista para março em um evento na Serra Gaúcha, foi adaptada ao modo remoto em razão da pandemia. “Com treinamentos através de videoconferências e auxílio técnico por uma central de relacionamento, para todos os envolvidos no processo, com o objetivo de garantir o entendimento dos processos e qualidade das informações prestadas”, comenta Sangoi. Foram capacitados médicos veterinários das agroindústrias (responsáveis técnicos), laboratórios credenciados e médicos veterinários do serviço oficial estadual e federal.</p>
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<p><em>Reportagem: Eloíze Moraes, bolsista de jornalismo da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em><br><em>Foto-destaque: Kelly Martini</em></p>
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				<title>#DescubraUFSM: Comissão organizadora divulga mapa com as principais atrações</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2018/09/29/descubraufsm-comissao-organizadora-divulga-mapa-com-as-principais-atracoes</link>
				<pubDate>Sat, 29 Sep 2018 15:54:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Descubra]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento que consiste em uma feira das profissões aberta a toda a comunidade, o Descubra UFSM vai ocorrer de 4 a 6 de outubro no Centro de Eventos, localizado no campus sede. A organização do evento divulgou uma lista das principais atrações, que podem ser visualizadas no mapa abaixo: &nbsp; Atrações: – Pavilhão Polivalente, com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Evento que consiste em uma feira das profissões aberta a toda a comunidade, o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2018/08/15/escolas-podem-se-inscrever-para-o-descubra-ufsm-a-partir-de-3-de-setembro/">Descubra UFSM</a> vai ocorrer de 4 a 6 de outubro no Centro de Eventos, localizado no <em>campus</em> sede. A organização do evento divulgou uma lista das principais atrações, que podem ser visualizadas no mapa abaixo:

<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/Capturar.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/Capturar.jpg" /></a>

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<b>Atrações:</b>

–<b> Pavilhão Polivalente</b>, com unidades, cursos e colégios da UFSM;

–<b> Espaço Colaborativo</b>, com a presença do Centro de Formação de Condutores (CFC) Viacentro e das instituições de ensino Universidade Franciscana (UFN), Faculdade Palotina (Fapas) e Instituto Federal Farroupilha (IFF);

– <b>Colégio Politécnico</b>, com exposição de práticas e máquinas;

– <b>Rua das Artes</b>, onde os alunos de Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança, Música, Letras e Desenho Industrial oferecem oficinas e workshops e promovem manifestações artísticas;

– <b>Grupos do PET</b>, com exposição de trabalhos, com destaque para o <b>PET Indígena</b>;

– <b>Polifeira do Produtor</b>, com agricultores locais vendendo sua produção;

– <b>Floresce – Floricultura Escola</b>, com minicursos;

– <b>Projeto Mandala</b>, com oficinas de utilização de plantas medicinais e temperos;

– <b>Teste vocacional</b> para alunos do terceiro ano do Ensino Médio, com aplicação realizada por professores e estudantes de Psicologia da UFSM;

– <b>Espaço Diversão</b>, com os brinquedos futebol de sabão e touro mecânico;

– <b>Palco</b>, com apresentações artísticas e musicais;

– <b>Vibe</b>, com shows de música;

– <b>Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde</b>, com a tenda do afeto para acolher os participantes do evento;

– <b>Espaço Chimarrão</b>, com erva-mate Elacy fornecendo água quente e erva para o mate;

– <b>Praça de Alimentação</b>, com restaurante e food trucks;

Outras informações sobre o evento constam no endereço <a href="http://coperves.com.br/descubra" target="_blank" rel="noopener">www.coperves.com.br/descubra</a>.

<em>Fonte: www.ufsm.br </em>]]></content:encoded>
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				<title>Reatores nucleares de potência no mundo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/reatores-nucleares-de-potencia-no-mundo</link>
				<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 18:53:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Energia Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[reator multipropósito]]></category>
		<category><![CDATA[reator nuclear]]></category>

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						<description><![CDATA[No Brasil, reator multipropósito em construção é promessa de avanços na medicina e agricultura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Existem dois tipos de reatores nucleares: os de potência e os de pesquisa. O primeiro é voltado à produção em larga escala de energia, para diversos fins. Já o segundo, serve para entender as propriedades físicas e químicas dos materiais. Conforme a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), atualmente são 30 países que investem na construção e manutenção de reatores nucleares de potência. Nações como França e Estados Unidos, possuem larga capacidade de geração de energia elétrica através desses reatores.

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O Brasil deve ganhar um novo impulso no que se refere à utilização da energia nuclear, beneficiando áreas como a medicina e a agricultura. Trata-se do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), cujo projeto vem sendo trabalhado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O RMB pode dar autonomia ao país na produção de radioisótopos e ampliar a capacidade nacional em pesquisa de técnicas nucleares.

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O professor aposentado do Departamento de Física da UFSM, Odilon Marcuzzo do Canto, doutor em Engenharia Nuclear pela University of California - Berkeley (UCB), explica que um reator é uma máquina na qual é possível controlar a fissão (divisão do núcleo de um átomo pesado - por exemplo, do urânio-235 - em dois menores, quando atingido por um nêutron). Desta forma, um reator produz energia de fissão, que é transformada em energia calorífica e, por fim, em energia elétrica.

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Outra utilização do reator é a produção de radioisótopos – elementos ativos dos radiofármacos, que são empregados como agentes no diagnóstico e no tratamento de câncer e outras doenças. Atualmente, tudo o que é utilizado de radioisótopos no Brasil vem do exterior. Assim, o reator multipropósito abriria muitas possibilidades no Brasil, em áreas como a medicina. “O reator faria o país ficar autônomo em termos de radioisótopos na medicina”, afirma Odilon. A agronomia seria outra área beneficiada, como por exemplo, para a criação de cultivares mais tolerantes ao estresse hídrico.

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“O início do processo em um reator é sempre o mesmo, a fissão do núcleo. Aí o homem, com sua capacidade, com sua engenharia, pode decidir o que fazer com a energia, usar como bomba, para destruir, ou canalizar esta energia de determinadas formas”, afirma Odilon, salientando a importância das pesquisas com energia nuclear. O RMB deverá ser construído em Iperó (SP), devendo entrar em operação em 2024.

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O coordenador do projeto na Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), José Augusto Perrotta, é um dos conferencistas confirmados do Seminário Internacional América do Sul na Era Nuclear: Riscos, Desafios e Perspectivas, que será realizado nos dias 20 e 21 de agosto, no Centro de Convenções da UFSM, em Santa Maria.

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<strong>Reatores nucleares pela América do Sul</strong>

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No continente sul americano, somente Brasil e Argentina possuem reatores nucleares de potência certificados pela AIEA. Em solo brasileiro há duas usinas em atividade (Angra 1 e Angra 2), além de uma em construção (Angra 3), todas localizadas na cidade de Angra dos Reis (RJ). Já os argentinos possuem três reatores em operação (Atucha-1, Atucha-2 e Embalse) e uma em construção (Carem25), três delas em Lima e outra em Embalse. No Brasil, a energia nuclear representa quase 3% da matriz energética.

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Confira a seguir, nos mapas interativos, quantos reatores de potência cada país possui, assim como a capacidade de energia elétrica que cada uma das nações tem.

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<div id="viz1533586133066" class="tableauPlaceholder" style="position: relative;"><noscript><a href='#'><img alt='Reatores nucleares de potência por país ' src='https:&#47;&#47;public.tableau.com&#47;static&#47;images&#47;Re&#47;Reatoresnuclearesdepotnciaporpas&#47;Planilha1&#47;1_rss.png' style='border: none' /></a></noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="300" height="150"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableau.com%2F" /> <param name="embed_code_version" value="3" /> <param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Reatoresnuclearesdepotnciaporpas/Planilha1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://public.tableau.com/static/images/Re/Reatoresnuclearesdepotnciaporpas/Planilha1/1.png" /> <param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
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<div id="viz1533586172222" class="tableauPlaceholder" style="position: relative;"><noscript><a href='#'><img alt='Capacidade de energia elétrica produzida pelos reatores por país ' src='https:&#47;&#47;public.tableau.com&#47;static&#47;images&#47;Ca&#47;Capacidadedeenergiaeltricaproduzidapelosreatoresporpas&#47;Planilha2&#47;1_rss.png' style='border: none' /></a></noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="300" height="150"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableau.com%2F" /> <param name="embed_code_version" value="3" /> <param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Capacidadedeenergiaeltricaproduzidapelosreatoresporpas/Planilha2" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://public.tableau.com/static/images/Ca/Capacidadedeenergiaeltricaproduzidapelosreatoresporpas/Planilha2/1.png" /> <param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
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<strong>Reportagem:</strong> Luan Romero e Ricardo Bonfanti/Assessoria Gabinete do Reitor e Agência de Notícias da UFSM

<strong>Ilustração:</strong> Deirdre Holanda

<strong>Edição:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo]]></content:encoded>
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