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				<title>Resiliência climática: Santa Maria diante da possibilidade de novos eventos extremos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/06/17/resiliencia-climatica-santa-maria-diante-da-possibilidade-de-novos-eventos-extremos</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:43:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[El Niño, enchentes históricas e colapsos de infraestrutura evidenciaram vulnerabilidades e impulsionaram debates sobre prevenção e resposta a desastres climáticos
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-13-at-15.01.49-1-768x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Aterro para não entrar água. Foto: João Veigas, Rua Travessa Nova, Vila Urlândia. </figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Dois anos após as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul, órgãos públicos de Santa Maria e região intensificam ações de prevenção e resposta a eventos climáticos extremos. Medidas como o monitoramento de áreas de risco, a ampliação dos sistemas de alerta e investimentos em infraestrutura buscam reduzir os impactos de possíveis novas catástrofes. Paralelamente, instituições de ensino e pesquisa têm contribuído por meio de estudos, projetos e iniciativas voltadas à compreensão dos riscos climáticos e ao fortalecimento da preparação da sociedade diante desses eventos.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O Rio Grande do Sul viveu, entre o final de abril e início de maio de 2024, a maior catástrofe climática de sua história. Chuvas intensas e persistentes provocaram enchentes, deslizamentos de terra e a elevação histórica do nível dos rios <strong><a style="text-decoration: none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lago_Gua%C3%ADba">lago Guaíba</a></strong>, afetando grande parte do território gaúcho. O governo estadual classificou o episódio como o maior desastre climático já registrado no estado.            </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">As precipitações extremas atingiram diferentes regiões do estado em um curto período, com volumes de chuva muito acima da média histórica. Em algumas localidades, choveu o equivalente a vários meses em poucos dias, o que levou ao transbordamento de rios e ao colapso de sistemas urbanos e rodovias. O nível do Guaíba, em Porto Alegre, ultrapassou marcas históricas, superando inclusive a enchente de 1941, conforme registros do<strong><a style="text-decoration: none" href="https://www.sgb.gov.br/"> Serviço Geológico do Brasil (SGB)</a></strong> .  </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A tragédia atingiu centenas de municípios, deixou milhares de pessoas desalojadas, provocou mortes, destruiu moradias, interrompeu serviços básicos e evidenciou fragilidades na capacidade do estado de enfrentar eventos climáticos extremos. Dois anos depois, as marcas do desastre permanecem presentes não apenas na memória da população, mas também nas discussões sobre prevenção, monitoramento e adaptação climática. Nesse contexto, a confirmação de um novo episódio de<strong> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/El_Ni%C3%B1o">El Niño</a></strong> para 2026 reacende preocupações sobre a possibilidade de novos eventos de chuva intensa no Sul do Brasil e levanta uma questão central: o Rio Grande do Sul e cidades como Santa Maria estão mais preparados para enfrentar uma nova crise climática? </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"> </p>
<h2 dir="ltr" style="margin-bottom: 12pt;margin-top: 12pt;line-height: 1.8;text-align: justify">El Niño 2026: o primeiro sinal de alerta</h2>
De acordo com o meteorologista da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Murilo Lopes, a confirmação do fenômeno indica uma maior probabilidade de ocorrência de chuvas acima da média no Rio Grande do Sul nos próximos meses. Embora o fenômeno, explicado no gráfico abaixo, não determine sozinho o comportamento do clima, seu histórico de associação com períodos mais chuvosos no Sul do Brasil faz com que sua evolução seja acompanhada com atenção por pesquisadores e autoridades.<br /><br />
<p>Para acompanhar a evolução do cenário climático, o especialista recomenda que a população busque informações em fontes oficiais de monitoramento meteorológico e hidrológico, como os boletins da <strong><a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/smrcrc/1685-boletim-meteorologico">Defesa Civil</a></strong>, do <strong><a href="https://portal.inmet.gov.br/">Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</a></strong> e do <strong><a href="https://www.cptec.inpe.br/">Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE)</a></strong>. Na avaliação do meteorologista, os sistemas de monitoramento e emissão de alertas avançaram nos últimos anos, mas o principal desafio continua sendo transformar a informação científica em ações efetivas de prevenção e preparação diante de possíveis eventos extremos.</p>
 		
										<figure>
											<a href="https://www.greenpeace.org/brasil/blog/super-el-nino-2026/">
							<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/06/el-nino-1-768x512.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Crédito: arte produzida por Matheus Lanzarin. Fonte: Greenpeace</figcaption>
										</figure>
		<p>Confira mais detalhes da reportagem <strong><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/07/03/defesa-civil-e-a-nova-logica-da-prevencao-em-santa-maria">aqui</a></strong>.</p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Acompanhe mais conteúdos em<strong> <a style="color: #204c90" href="https://www.instagram.com/jornalbergamota/">@jornalbergamota</a>.</strong></p><p style="color: #000000;font-size: 16px"><strong><i>Reportagem: </i></strong><i>Kethelyn Rodrigues Radunz, Francine Castro Rodrigues, Matheus Lanzarin, Eliandro Martins, João Veigas <br /></i><strong><i>Produção e infográfico:</i></strong><i> Matheus Lanzarin, Eliandro Martins</i><i><br /></i><strong><i>Edição:</i></strong><i> Kethelyn Rodrigues Radunz<br /></i><strong><i>Supervisão:</i></strong><i> Luciana Carvalho</i></p><p>Conteúdo desenvolvido na disciplina de Jornalismo Digital III.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM incorpora primeiro carro elétrico à sua frota</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/16/ufsm-incorpora-primeiro-carro-eletrico-a-sua-frota</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:03:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[#transporte]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Audi e-tron foi a entregue à Reitoria da UFSM após anos de testes no projeto Rota Elétrica Mercosul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73244" align="alignright" width="655"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0156.jpg"><img class=" wp-image-73244" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0156-1024x576.jpg" alt="Foto colorida, em formato horizontal. Em uma área coberta da UFSM, três pessoas posam ao lado de um veículo elétrico identificado com a marca “UFSM Sustentável”. Da esquerda para a direita, estão o vice-reitor Tiago Marchesan, usando óculos e casaco escuro; a professora Alzenira Abaide, vestindo casaco preto sobre roupa em tons claros; e a reitora Martha Adaime, usando blusa rosa e calça preta. Todos sorriem para a câmera." width="655" height="368" /></a> O vice-reitor Tiago Marchesan, a professora Alzenira Abaide e a reitora Martha Adaime (da esq. para a dir.) posam ao lado do Audi E-Tron doado para a UFSM[/caption]

Em cerimônia realizada no hall do prédio da Reitoria na segunda-feira (15), a UFSM incorporou oficialmente o primeiro automóvel 100% elétrico de sua frota. O Audi E-Tron foi entregue ao Gabinete da Reitoria durante o evento que marcou o encerramento do projeto Rota Elétrica Mercosul – Suporte ao Desenvolvimento e Gerenciamento para Mobilidade Inteligente.

A doação simboliza o encerramento de um ciclo de pesquisa liderado pela professora Alzenira Abaide, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência. Utilizado como plataforma de coleta de dados para estudos, o veículo contribuiu para análises sobre autonomia, desempenho e comportamento da eletromobilidade em diferentes condições de uso. “O interessante é que nós conseguimos finalizar esse projeto com todos os objetivos alcançados”, afirma a professora.

Durante a cerimônia, os presentes também conheceram mais sobre o funcionamento do automóvel e os impactos da eletrificação, especialmente em relação à sustentabilidade e à redução das emissões de poluentes, em comparação com carros movidos a combustão.
<h3><b>Um corredor elétrico no Mercosul</b></h3>
Antes de integrar oficialmente a frota da UFSM, o Audi E-Tron desempenhou papel central no projeto. <a href="https://www.ufsm.br/2022/05/11/projeto-rota-eletrica-mercosul-recebe-carro-para-estudar-a-mobilidade-eletrica-no-rs" target="_blank" rel="noopener">Entregue ao projeto Rota Elétrica Mescosul em 2022</a>, ele passou a atuar como unidade de testes e coleta de dados para pesquisas em eletromobilidade. Com ele, a equipe analisou, na prática, o desempenho, a autonomia e o comportamento de automóveis elétricos em diferentes condições de uso. “O veículo foi um laboratório móvel para nós”, afirma a coordenadora, Alzenira Abaide.

A escolha do modelo não ocorreu por acaso. Segundo a pesquisadora, era necessário um automóvel com autonomia suficiente para percorrer o estado de norte a sul e, ao mesmo tempo, capaz de registrar detalhadamente os dados de operação para análise posterior.

[caption id="attachment_73245" align="alignleft" width="654"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0142.jpg"><img class=" wp-image-73245" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0142-1024x576.jpg" alt="Foto colorida, em formato horizontal. A imagem mostra o veículo elétrico Audi E-Tron estacionado no prédio da Reitoria da UFSM. O carro, na cor cinza-escuro, aparece em destaque em perspectiva frontal lateral, com a identificação “UFSM Sustentável” adesivada na porta. Ao fundo, há uma fachada envidraçada e três lixeiras para coleta seletiva. À direita, árvores e veículos estacionados são vistos na área externa do campus." width="654" height="368" /></a> O projeto Rota Elétrica Mercosul utilizou o Audi E-Tron como laboratório móvel[/caption]

Ao longo dos testes, o Audi percorreu diversas vezes os cerca de 900 quilômetros de uma ponta a outra da rota, permitindo à equipe verificar o funcionamento dos carregadores e coletar informações sobre deslocamento e velocidade. Os estudos também indicaram que a autonomia dos veículos elétricos varia conforme o tipo de trajeto, com melhor desempenho em ambientes urbanos do que em rodovias.

Entre os principais resultados da iniciativa estão a instalação de 12 estações de recarga rápida: 10 ao longo do corredor elétrico e duas nos campi da UFSM, em Santa Maria e Cachoeira do Sul. Além disso, foi possível a criação de uma estrutura de monitoramento remoto e a consolidação de uma rede de dados sobre eletromobilidade no estado. “Na época, quando esse projeto foi proposto, não havia nenhuma estação de recarga rápida no Rio Grande do Sul. Hoje, se abrir o mapa, vai ter uma quantidade enorme”, ressalta Alzenira.

Esse avanço já aparece na infraestrutura gaúcha. Atualmente, o Rio Grande do Sul conta com 1.770 eletropostos, para uma frota de 38.632 veículos eletrificados, o que representa uma média de 21,8 automóveis por ponto de recarga, um dos melhores índices de cobertura do país.

Em 2022, o campus de Cachoeira do Sul recebeu uma unidade de carregamento rápido com capacidade para abastecer dois automóveis simultaneamente a partir de fontes renováveis. No ano seguinte, o campus sede, em Santa Maria, ganhou outro ponto de recarga rápida, instalado ao lado do prédio 9E.
<h3><b>Eletrificação e sustentabilidade</b></h3>
A incorporação também amplia o debate sobre sustentabilidade no setor de transportes. Diferentemente dos modelos a combustão, carros elétricos não emitem gases de escape durante a operação, o que contribui para a redução da poluição do ar e das emissões de carbono, especialmente em centros urbanos. Além disso, por utilizarem motores elétricos, também reduzem significativamente a poluição sonora.

[caption id="attachment_73246" align="alignright" width="654"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0151.jpg"><img class=" wp-image-73246" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DJI_0151-1024x576.jpg" alt="Foto colorida, em formato horizontal. A imagem mostra um grupo de pessoas reunidas no hall do prédio da Reitoria da UFSM durante uma cerimônia. Em primeiro plano, os participantes observam o discurso. Ao centro, a professora Alzenira Abaide fala ao microfone enquanto está ao lado do vice-reitor Tiago Bandeira Marchesan e da reitora Martha Adaime, e o público está a sua frente. Ao fundo, através das portas de vidro, é possível ver o veículo elétrico Audi E-Tron identificado com a marca “UFSM Sustentável”. O ambiente é amplo, iluminado por luz natural." width="654" height="368" /></a> O evento simbolizou o encerramento do projeto Rota Elétrica Mercosul, iniciativa que colocou o Rio Grande do Sul em destaque na eletromobilidade[/caption]

Segundo a pesquisadora, o Brasil reúne condições favoráveis para a expansão do setor de mobilidade elétrica por possuir uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo. A geração de energia no país é baseada principalmente em usinas hidrelétricas, além da crescente participação das fontes eólica e solar e de biomassa. Esse cenário diferencia o país de regiões onde a eletricidade ainda depende majoritariamente da queima de carvão, gás natural e petróleo.

Na prática, isso significa que os veículos elétricos podem reduzir as emissões locais de poluentes e também as emissões associadas ao consumo de energia ao longo de sua operação. Para Alzenira Abaide, essa característica torna a eletrificação dos transportes especialmente promissora no contexto brasileiro. “A eletromobilidade foi feita para nós, brasileiros, porque a nossa energia é limpa, o combustível que o carro usa é limpo”, afirma.

Esse princípio orientou o próprio projeto Rota Elétrica Mercosul. Além da instalação de 12 estações de recarga rápida ao longo do corredor elétrico, a iniciativa incorporou fontes renováveis à infraestrutura. Parte das unidades recebeu painéis fotovoltaicos para auxiliar no abastecimento, enquanto a estação de Osório passou a contar com geração eólica e sistemas de armazenamento de energia.

As estações de recarga rápida do projeto operam com potência de 60 kW. Segundo Alzenira, um automóvel com as características do Audi E-Tron, equipado com bateria de aproximadamente 90 kWh, leva cerca de uma hora e meia para uma recarga completa.

Para o vice-reitor Tiago Bandeira Marchesan, a UFSM teve papel decisivo no avanço da eletromobilidade no estado. “Se o Rio Grande do Sul tem hoje essa capacidade em eletromobilidade, é porque a universidade foi protagonista nesse processo”, afirma. A chegada do Audi E-Tron à frota institucional simboliza anos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Segundo a reitora Martha Adaime, o automóvel traduz o impacto da iniciativa para além da tecnologia. “Ele carrega muito mais do que um Audi elétrico. Carrega consigo muitas partes da Universidade Federal de Santa Maria”, destaca.

O projeto Rota Elétrica Mercosul resultou em cinco teses de doutorado e quatro dissertações de mestrado, além de contribuir para a consolidação de uma rede de conhecimento sobre o tema no estado. Para a coordenadora Alzenira Abaide, os avanços conquistados representam apenas uma parte do trabalho. “É só uma etapa concluída, tem muita coisa para ser feita ainda”, afirma.

<i>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento sobre sustentabilidade e ação climática ocorre nesta segunda (15)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/evento-sobre-sustentabilidade-e-acao-climatica-ocorre-nesta-segunda-15</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:44:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[hub de inovação social]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Aberta ao público, programação ocorre na antiga Reitoria da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73218" align="alignright" width="451"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-12-at-12.52.23-1.jpeg"><img class="wp-image-73218" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-12-at-12.52.23-1.jpeg" alt="" width="451" height="564" /></a>  [/caption]
<p>O HUB de Inovação Social da UFSM (HUB IS/UFSM) convida a comunidade acadêmica e o público em geral para participar do evento “Sustentabilidade e ação climática”, promovido em alusão ao Mês do Meio Ambiente. Será nesta segunda-feira (15), às 9h30, na s<span style="font-size: revert;color: initial">ala 309 da antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria.</span></p>
<p>A programação contará com palestras e debates sobre sustentabilidade, mudanças climáticas, gestão ambiental, inventário de emissões de carbono, gestão de riscos e resiliência climática.</p>
<p>Serão emitidos certificados de duas horas de atividade.</p>
<p>Inscrições pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd9BeR5XrP9AMbXrXELnbzIGn142de9WoVBqLkRU6Kha2-T7Q/viewform" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM Frederico Westphalen recebe a 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/12/ufsm-frederico-westphalen-recebe-a-15a-mostra-cinema-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:23:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Campus exibirá filmes que trazem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, emergência climática e preservação cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>UFSM Campus Frederico Westphalen</strong> está entre os pontos de exibição da <strong>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos.</strong> A iniciativa é promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (<strong>MDHC</strong>), em parceria com o Ministério da Educação (<strong>MEC</strong>) e a Universidade Federal do Ceará (<strong>UFC</strong>), dos dias 16 a 18 de junho.</p>
<p>A ação tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema nacional e estimular debates sobre temas fundamentais para a sociedade, como diversidade, inclusão social, cidadania, combate às desigualdades e aos preconceitos. Além disso, a iniciativa busca ampliar os espaços de diálogo e conscientização, aproximando diferentes públicos de discussões essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e respeitosa.</p>
<p>Com o tema “<em>Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável</em>”, a edição deste ano destaca a mudança do clima como um dos grandes desafios contemporâneos. As produções selecionadas incentivam reflexões sobre os impactos da crise ambiental, a responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente e a necessidade de construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.</p>
<p>As sessões no campus ocorrem em diferentes momentos, têm entrada gratuita e são abertas ao público em geral. Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a mostra ocorre dentro da programação do <strong>Pensando Verde</strong>. No dia 18 de junho, no <strong>Estúdio de TV</strong>, haverá a exibição de várias películas. Veja a programação completa a seguir e <a href="https://www.instagram.com/stories/highlights/18128769649544563/" target="_blank" rel="noopener">saiba mais sobre os filmes aqui</a>:</p>		
													<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/12_06_card_mostra_cinema.jpg" alt="" />													
		<p><strong>SERVIÇO</strong><br /><strong>Evento</strong>: 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos<br /><strong>Período</strong>: 16 a 18 de junho <br /><strong>Local</strong>: UFSM Campus Frederico Westphalen<br /><strong>Entrada</strong>: Gratuita<br />Saiba mais em <a href="https://www.instagram.com/ufsmfw/" target="_blank" rel="noopener">nosso Instagram</a>.</p>
<p>A seguir confira alguns trailers dos filmes: </p>https://www.youtube.com/watch?v=MyVpXNKuTGU&#038;list=PLijMKiJgIFZEPONN723Dj7ud8emFFfb0s&#038;index=5https://www.youtube.com/watch?v=pffVhgsfMQohttps://www.youtube.com/watch?v=QdeEGPHj0hYhttps://www.youtube.com/watch?v=0J5bXdXJXrk]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM transforma resíduos da produção de sucos em micro e nanocelulose sustentável</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/13/projeto-da-ufsm-transforma-residuos-da-producao-de-sucos-em-micro-e-nanocelulose-sustentavel</link>
				<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 21:46:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[A nanocelulose pode ser utilizada, por exemplo, como reforço em materiais poliméricos e para o desenvolvimento de polímeros biodegradáveis]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, em parceria com a Golden Indústria e Comercio de Sucos de Frutas, Bebidas e Seus Derivados Ltda, está desenvolvendo o projeto “Obtenção de micro e nanocelulose a partir de resíduos da produção de sucos de uva e maçã”. A pesquisa tem como foco a transformação de resíduos agroindustriais em materiais nanotecnológicos sustentáveis e conta com financiamento da Faurgs.

A iniciativa utiliza resíduos gerados pela produção de sucos, especialmente da uva, provenientes de empresas do Rio Grande do Sul, com destaque para a Golden. O objetivo é converter um material considerado problema ambiental em micro e nanocelulose, agregando valor ao resíduo. “O que antes era um descarte em grande volume passa a ser um material com alto potencial tecnológico”, destaca a coordenadora do projeto, professora Carolina Jauris, do Departamento de Química da UFSM.

A nanocelulose obtida possui diversas possibilidades de aplicação, como reforço de materiais poliméricos, desenvolvimento de polímeros biodegradáveis e uso na agricultura. Segundo a coordenadora, a proposta está diretamente ligada à economia circular. “Estamos transformando um resíduo da produção de uva em um material que pode, inclusive, retornar à própria cadeia produtiva”, explica.

Um dos diferenciais do projeto é o desenvolvimento de uma tecnologia inédita para a obtenção da nanocelulose, baseada em uma rota ecologicamente correta. O método proposto não utiliza reagentes perigosos, como ácidos ou bases fortes, comumente empregados em processos tradicionais. “Nossa intenção é desenvolver uma tecnologia verde, que não gere novos resíduos e reduza o impacto ambiental”, afirma Jauris.

A parceria com a empresa teve início em 2023, a partir de visitas técnicas e estudos preliminares que identificaram o potencial dos resíduos. Inicialmente, foram realizados testes com cascas de maçã, e posteriormente o foco passou a ser os resíduos da produção de suco de uva, principal matéria-prima da região da Serra Gaúcha. Atualmente, o projeto está na fase de adaptação da tecnologia para esses resíduos, com etapas já concluídas e outras em andamento.

Além do avanço científico, a pesquisa contribui para a formação de recursos humanos, com a concessão de bolsas para estudantes de mestrado e de iniciação científica, bem como recursos para participação em eventos e visitas técnicas. “A formação de alunos é um dos pilares do projeto, junto com o desenvolvimento tecnológico”, ressalta a coordenadora.

Os benefícios para a sociedade incluem a redução do volume de resíduos destinados a aterros, a diminuição do uso de plásticos derivados do petróleo e a mitigação de impactos ambientais. A tecnologia também tem potencial para gerar empregos e renda, a partir da futura implantação de plantas de produção. “Trata-se de uma solução que une sustentabilidade, inovação e impacto social”, conclui Jauris.

Ao final do projeto, a expectativa é concluir a etapa de pesquisa, obter a patente do processo e avançar para fases posteriores de escalonamento industrial, consolidando uma tecnologia sustentável para a transformação de resíduos em micro e nanocelulose.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Outorga provisória dos poços tubulares é concedida ao campus sede da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/21/outorga-provisoria-dos-pocos-e-concedida-ao-campus-sede-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 14:12:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[spa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71887</guid>
						<description><![CDATA[A outorga concede o direito de uso de recursos hídricos para 18 poços tubulares localizados na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">No dia 9 de janeiro de 2026, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) obteve a outorga provisória para o uso de água subterrânea dos poços tubulares do campus sede, em Santa Maria (RS). Por ser provisória, a outorga concede o direito de uso de recursos hídricos para 18 poços tubulares localizados na Universidade por um período de 180 dias. Após esse período, outra avaliação será necessária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo</span> <span style="font-weight: 400">Marcela Bromberger Soquetta, chefe do Setor de Planejamento Ambiental da UFSM</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">a autorização, concedida por meio da <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/343/2026/01/Portaria_DRHS_-_Outorga_001_2026-UFSM_.pdf">Portaria DRHS nº 001/2026</a>, representa um avanço significativo para a segurança hídrica, a regularidade ambiental e a continuidade das atividades acadêmicas e administrativas da instituição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A outorga é o instrumento legal que autoriza o uso de recursos hídricos pelo poder público, estabelecendo critérios, limites e finalidades para a captação. No caso da UFSM, a medida reconhece oficialmente a utilização da água subterrânea nos poços do campus sede, assegurando que o uso ocorra de forma controlada, transparente e alinhada à política estadual de gestão das águas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A autorização está diretamente vinculada à </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/licenca-de-operacao-do-campus-sede-da-ufsm"><span style="font-weight: 400">Licença de Operação nº 2529/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, emitida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), que regula o funcionamento do campus universitário em suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e prestação de serviços à comunidade. Dessa forma, a outorga integra o conjunto de exigências ambientais que garantem segurança jurídica e responsabilidade socioambiental à instituição.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Regularização e impactos práticos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Com a concessão da outorga provisória, a captação de água subterrânea deixa de estar em uma situação de insegurança jurídica e passa a ser formalmente reconhecida pelo órgão gestor de recursos hídricos do Estado. Na prática, isso reduz riscos de questionamentos administrativos ou judiciais e fortalece o planejamento institucional de médio e longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, a UFSM passa a operar com parâmetros mais definidos de monitoramento, gestão e uso racional da água, em consonância com as condicionantes ambientais da Licença de Operação. O conjunto de medidas contribui para uma gestão mais eficiente e sustentável do sistema de abastecimento do campus.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Poços contemplados e áreas atendidas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A Portaria concede a outorga do direito de uso de recursos hídricos para 18 poços tubulares cadastrados no Sistema de Outorga de Água do Rio Grande do Sul (SIOUT-RS), todos localizados no campus sede da UFSM, na Avenida Roraima, bairro Camobi.</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400"><br /></span><span style="font-weight: 400">Confira abaixo a lista dos poços outorgados:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Centro de Ciências Sociais e Humanas (Poço 1)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Trevo (Poço 3)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Colégio Politécnico (Poço 4)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Piscicultura (Poço 6)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Jardim Botânico (Poço 8)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Madame (Poço 9)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Centro de Educação Física e Desporto (Poço 10)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Reitoria (Poço 11)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Torrão Paulista (Poço 12)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Hospital Veterinário Universitário (Poço 13)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tambo (Poço 14)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Torre de Rádio (Poço 16)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Área nova da Zootecnia (Poço 17)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Setor de Transportes (Poço 18)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">CEEMA (Poço 19)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Estrada Jardim Botânico 2 (Poço 21)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Equinos (Poço 22)</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Central de Resíduos (Poço 25)</span></li>
</ol>
<h2><span style="font-weight: 400">Finalidade do uso da água</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a portaria, a água captada nos poços subterrâneos tem como finalidade o consumo humano em todo o campus sede e a limpeza geral. Sempre que destinada à ingestão, preparo de alimentos ou higiene pessoal, a água deve atender aos padrões de potabilidade estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, que define critérios de qualidade microbiológica, química e física, além de exigir desinfecção e monitoramento sistemático.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Contexto jurídico e segurança hídrica</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A concessão da outorga considera o Processo Administrativo Eletrônico nº 25/1000-0017271-8 e a Ação Civil Pública nº 5009861-33.2025.4.04.7102, em tramitação na 3ª Vara Federal de Santa Maria. Antes da regularização, a UFSM enfrentava o risco de que a utilização dos poços fosse considerada irregular, o que poderia resultar em restrições ou interrupções no abastecimento de água.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Compromisso com a sustentabilidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda conforme Marcela, o Setor de Planejamento Ambiental da UFSM reforçou o compromisso permanente da universidade com o controle e a vigilância da qualidade da água distribuída por meio do Sistema Alternativo Coletivo de Abastecimento. O monitoramento segue os parâmetros da </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-888-de-4-de-maio-de-2021-318461562"><span style="font-weight: 400">Portaria GM/MS nº 888/2021</span></a><span style="font-weight: 400"> e as recomendações técnicas da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria, conforme registrado nos relatórios técnicos e sanitários do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Marcela ainda destacou que em um contexto de mudanças climáticas e crescente preocupação com a gestão responsável dos recursos naturais, a outorga provisória dos poços consolida-se como um passo estratégico para que a UFSM continue cumprindo sua função social com sustentabilidade, planejamento e segurança ambiental.</span></p>
<p><b><i>Texto: </i></b><i><span style="font-weight: 400">Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><b><i>Edição: </i></b><i>Mariana Henriques</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docente do Poscom contribui em quatro publicações de destaque na COP-30</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2025/12/03/docente-do-poscom-contribui-em-quatro-publicacoes-de-destaque-na-cop-30</link>
				<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:38:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cop]]></category>
		<category><![CDATA[Docente]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=4596</guid>
						<description><![CDATA[Cláudia Herte de Moraes participou de trabalhos com foco em comunicação climática, desinformação e justiça socioambiental]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) esteve representado na discussão sobre a COP-30 por meio da produção acadêmica da docente Cláudia Herte de Moraes, colaboradora da linha de pesquisa Mídias e Estratégias Comunicacionais. A pesquisadora publicou e participou da autoria de quatro trabalhos de grande relevância em nível nacional, lançados no período da conferência, com foco em comunicação climática, desinformação e justiça socioambiental.</p><p>O artigo “Discursos sobre as (in)justiças climáticas na Amazônia em reportagens da COP-30 na Sumaúma” foi publicado na Revista Organicom (USP), em coautoria com Eloisa Beling Loose (UFRGS). O estudo contribui para a compreensão crítica da atuação do jornalismo sobre temáticas da  justiça ambiental. Na área da integridade da informação de desinformação climática, a professora Cláudia também contribuiu em duas publicações focadas na governança da informação em cenários de crise. No “Guia de Integridade da Informação no Contexto da Crise Climática no RS”, a docente assina o capítulo “Educação Midiática e Capacitação Contínua”, que propõe um roteiro estratégico para gestores e educadores no Rio Grande do Sul. O trabalho defende o desenvolvimento de competências infocomunicacionais como pilar na resposta social à crise. O Guia é resultado de uma parceria entre importantes instituições, tais como Fiocruz, Embrapa, Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e a Secretaria de Comunicação do RS (SECOM/RS).  </p><p>A docente também contribuiu para a publicação do “Panorama do Debate Digital sobre Clima no Brasil”, pela liderança do Grupo Educom Clima (UFSM/CNPq). A pesquisadora escreveu sobre "Os discursos do atraso na base da desinformação ambiental sobre o Pampa", que analisa como a omissão e a opacidade midiática retardam políticas ambientais eficazes.  Esse documento foi publicado como iniciativa da Rede de Parceiros pela Integridade da Informação sobre Mudança do Clima (RPIIC), com apoio do Governo Federal e do UK Government.</p><p>A relevância da educomunicação e da justiça climática é destacada na participação do “Dossiê Educação Ambiental Climática: educomunicação, justiça socioambiental e bem-viver”, publicado pela revista Letramento SocioAmbiental, liderado pelo projeto Educom &amp; Clima (USP). Nesse caso, em coautoria com estudantes do PET Educom Clima, o artigo “Em prol da justiça climática: saberes compartilhados” relata experiências de extensão que articulam educomunicação, justiça climática e diálogo intercultural, com ações em escolas e vivências jornalísticas com estudantes universitários indígenas. Assinam conjuntamente os petianos Júlia Weber, Júlia Gonsalo de Carvalho, Franchesco de Oliveira Y Castro e Raquel Teixeira Pereira.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2025/12/Captura-de-tela-2025-12-03-154045.jpg" alt="" width="253" height="219" /></p><p> </p><p>Perfil acadêmico: Cláudia Herte de Moraes é Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Mestra em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). É docente colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM) da UFSM, na linha Mídias e Estratégias Comunicacionais. Seus interesses acadêmicos concentram-se em jornalismo em temáticas ambientais, mudanças climáticas e educomunicação.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Sentinela contribui para a proteção dos bugios no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/24/projeto-sentinela</link>
				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:57:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bugio]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[projeto sentinela]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71447</guid>
						<description><![CDATA[Hoje, os primatas são ameaçados pela urbanização desordenada que reduz seu habitat e faz com que bugios sejam vistos em áreas urbanas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71448" align="alignright" width="600"]<img class="wp-image-71448 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/bugio-na-arvore.jpeg" alt="A fotografia é horizontal, em close up e colorida. Um bugio- ruivo se segura em um galho no topo de uma árvore com folhas verdes. O bugio olha para o lado esquerdo da imagem e tem a boca aberta, em formato de O, como se estivesse vocalizando ou gritando. O fundo é composto por folhas desfocadas. " width="600" height="450" /> Urro dos bugios pode ser escutado a quilometros de distância[/caption]
<p data-start="667" data-end="919">Os urros dos bugios não passam despercebidos. São sons graves e potentes que preenchem o ambiente e podem ser ouvidos a quilômetros de distância. Esse ronco marcante revela a presença dos primatas em diferentes locais, até em perímetros urbanos.</p>
<p data-start="921" data-end="1171">Os bugios são macacos do gênero <em data-start="953" data-end="963">Alouatta</em>, encontrados em diversas regiões do Brasil. Eles variam de tamanho médio a grande, com pelagens ruivas ou pretas, dependendo da espécie. Sua alimentação é composta principalmente por flores, frutos e folhas.</p>
<p data-start="1173" data-end="1559">Na sexta-feira (14), um bugio da espécie <em data-start="1214" data-end="1232">Alouatta guariba</em> caiu na rede elétrica da Subestação Santa Maria 3, no Distrito Industrial. O acidente exigiu o desligamento temporário da energia na cidade. Após o resgate, o Zoológico São Braz prestou cuidados ao animal, que estava em coma e com graves queimaduras. O bugio não resistiu aos ferimentos e faleceu quatro dias após o incidente.</p>
<h3 data-start="1173" data-end="1559">Os sentinelas</h3>
<p data-start="1173" data-end="1559">O Ministério da Saúde considera os bugios como “sentinelas” da presença do vírus amarílico. Quando esses primatas contraem o vírus da febre amarela, a maioria não sobrevive, funcionando como indicadores ambientais da circulação viral.</p>
<p data-start="1173" data-end="1559"><span style="font-weight: 400">Um projeto de extensão do curso de Ciências Biológicas da UFSM Palmeira das Missões carrega o mesmo nome. O “Projeto Sentinela: etnobiologia e educação ambiental para a conservação dos bugios e de seu habitat” tem como principal objetivo contribuir para a conservação da fauna e da flora das localidades abrangidas, em especial os bugios, através da disseminação de conhecimento científico e da conscientização da população.</span></p>
<p data-start="1173" data-end="1559">Em 2008 e 2009, o Rio Grande do Sul registrou um surto de febre amarela que afetou fortemente a população de bugios. Além das mortes causadas pelo vírus, muitos animais foram vítimas de violência motivada pela crença equivocada de que transmitiam a doença aos humanos. Diante desse cenário, o Projeto Sentinela foi criado em 2012. "<span style="font-weight: 400">Em Santa Maria, onde já tínhamos estudos de ecologia e comportamento dos bugios, percebemos uma grande diminuição da população. Em função disso, começamos a organizar o Projeto Sentinela”, relembra a coordenadora do projeto, Vanessa Barbisan Fortes, do departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da UFSM.</span></p>
<p data-start="1173" data-end="1559">O grupo recebeu capacitação do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) e passou a realizar capturas monitoradas de bugios para coleta de sangue e busca de anticorpos contra a febre amarela. Com o tempo, o projeto ampliou suas ações, atendendo a outras demandas relacionadas aos bugios.</p>
<h3 data-start="3069" data-end="3091">Os bugios na cidade</h3>
[caption id="attachment_71449" align="alignright" width="600"]<img class="wp-image-71449 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Bugiu-na-arvore-a-distancia.jpeg" alt="A fotografia é horizontal e colorida. A figura central é um bugio- ruivo, que está no galho de uma árvore. O animal, de pelagem marrom-avermelhada densa, olha fixamente para a frente, com expressão séria. O fundo da imagem é constituído por um tronco, à direita, e folhas verdes desfocadas." width="600" height="450" /> Tem se tornado mais recorrente ver bugios em áreas urbanas[/caption]
<p data-start="3093" data-end="3307">Atualmente, os registros de bugios em perímetros urbanos de Santa Maria têm aumentado. Nos últimos anos, dois casos de eletrocussão foram oficialmente identificados, mas conflitos com a população são recorrentes. <span style="font-weight: 400">“Uma das questões que têm se tornado mais relevante ultimamente é o monitoramento do aparecimento de bugios em regiões periféricas da cidade. Isso acontece porque estamos tendo uma urbanização acelerada, bastante intensa e que, às vezes, transforma o habitat dos animais. Temos bugios em praticamente todo o entorno de Santa Maria”, explica Vanessa. </span></p>
<p data-start="3601" data-end="3923">O projeto também recebe solicitações de resgate e translocação de animais.<br data-start="3675" data-end="3678" />“Às vezes existe algum conflito ou motivo para que o animal não permaneça em determinada área. Avaliamos a situação e, se for o melhor para o animal, colaboramos com os órgãos ambientais para realizar a translocação”, complementa a coordenadora.</p>
<p data-start="3925" data-end="4054">Além disso, o Sentinela realiza o monitoramento ativo da saúde dos primatas, verificando se apresentam doenças ou outras ameaças.</p>
<h3 data-start="4056" data-end="4077">Ameaças aos bugios</h3>
<p data-start="4079" data-end="4369">Segundo Vanessa, as fortes chuvas de maio de 2024 também afetaram a população de bugios. Em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Centro de Primatas Brasileiros, o projeto avalia especialmente a situação dos animais na região da Quarta Colônia. "Em <span style="font-weight: 400">um primeiro momento, os resultados parciais mostram que os bandos de bugios estão menores, com menos indivíduos do que antes das inundações, talvez porque tenham sobrado menos recursos para eles nas florestas. Muitas florestas foram bastante impactadas, teve muita queda de árvores", aponta a coordenadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A principal ameaça, atualmente, ao bem estar dos bugios é a urbanização desenfreada. Segundo Vanessa, a urbanização destrói o habitat e desmata áreas de convivência desses animais. Por isso, cada vez mais bugios podem ser vistos em áreas periféricas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto trabalha para mapear os animais que são vistos em áreas urbanas. “O que mais tem nos ocupado é o monitoramento do impacto das inundações sobre os bugios, o mapeamento dos bugios na zona urbana e as intercorrências que tem acontecido com os bugios. Registramos esses incidentes para tentar fazer um diagnóstico de como melhorar o ambiente urbano para que se torne mais amigável para esses animais que têm aparecido mais pela cidade”, conta Vanessa. </span></p>
<h3>O que devo fazer se encontrar um bugio perto da minha casa?</h3>
[caption id="attachment_71450" align="alignleft" width="599"]<img class="wp-image-71450 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/bugio-3.jpeg" alt="A fotografia é horizontal, em close up e colorida. Um bugio- ruivo se segura no galho de uma árvore e olha diretamente para a câmera com olhos atentos e redondos. A luz ilumina parte de seu corpo. O fundo é composto por folhas verdes desfocadas. " width="599" height="449" /> Os bugios não são transmissores da febre amarela[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A presença dos animais na região urbana exige a conscientização da população. Caso um bugio seja encontrado na cidade, o primeiro passo é não estressá-lo: evitar chegar perto ou passar a mão. Se o animal estiver machucado, não é indicado que cidadãos sem experiência tentem cuidar deles. </span></p>
<p>Os bugios não transmitem febre amarela e, em seu habitat natural, não costumam representar ameaça aos humanos. Porém, quando se sentem ameaçados, podem morder. Por isso, é essencial manter distância e acionar os órgãos responsáveis. <span style="font-weight: 400">“Se ele está em perigo mais iminente, em que seja preciso fazer um resgate, o ideal é que o animal, para ser capturado, seja sedado  por um órgão responsável para evitar um estresse desnecessário para o bicho”, explica Vanessa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, se um bugio for visto no perímetro urbano, identifique se ele está correndo risco. Olhe ao redor e veja se há fiações que podem dar choque, se eles podem sofrer atropelamento ou se há cachorros que podem atacar. Se essas possibilidades são reais, entre em contato com a Polícia Militar ou com os Bombeiros. Se não houver risco iminente, mantenha distância e deixe que o bugio encontre seu caminho naturalmente, sem que haja estresses.</span><span style="font-weight: 400"><br /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se encontrar um bugio machucado, o primeiro passo é entrar em contato com o órgão que pode realizar o resgate. Mantenha o local que o bugio está seguro, mas não se aproxime e aguarde as pessoas responsáveis chegarem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A partir de dezembro de 2025, a UFSM poderá receber casos emergenciais de animais feridos no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em parceria com o Ibama. O Hospital Veterinária da UFSM também recebe animais silvestres feridos. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Contatos: </span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Projeto Sentinela: </span><a href="https://www.facebook.com/ProjetoSentinelaUFSM/"><span style="font-weight: 400">ProjetoSentinelaUFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> no Facebook ou </span><a href="https://www.instagram.com/projeto.sentinela_ufsm/"><span style="font-weight: 400">@projeto.sentinela_ufsm</span></a><span style="font-weight: 400"> no Instagram;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Comando Regional de Polícia Ostensiva Central: 55 3226- 8895</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Guarda Civil: (55) 3174-1552 ou 153</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Patrulha Ambiental: (55) 98442 2872 </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Secretaria de Município de Meio Ambiente: (55) 3174-1543</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">As denúncias podem ser feitas pelo site da Prefeitura de Santa Maria. Para isso: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Entre no link: </span><a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/"><span style="font-weight: 400">https://www.santamaria.rs.gov.br/</span></a><span style="font-weight: 400"> ;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Olhe na parte superior esquerda e clique em “Secretarias”;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Clique na “Secretaria de Município de Meio Ambiente”;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Então, olhe nos espaços abaixo do nome da secretaria e clique em “Controle e Bem- Estar Animal”; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Você terá o acesso á meios de contato: email e telefone  </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Ou você pode clicar no link do </span><a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/usuario/servicos/917"><span style="font-weight: 400">formulário para denúncia</span></a><span style="font-weight: 400"> e adicionar as informações necessárias;</span></li>
</ol>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias <br /></span><span style="font-weight: 400">Fotografias: Arquivo do Projeto Sentinela<br />Edição: Mariana Henriques</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>COP UFSM: palestra e visita técnica explicam obras de engenharia natural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/12/cop-ufsm-palestra-e-visita-tecnica-explicam-obras-de-engenharia-natural</link>
				<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:36:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[cop ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[sanga lagoão do ouro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71353</guid>
						<description><![CDATA[Soluções baseadas na natureza são destaque na revitalização e estabilização da Sanga Lagoão do Ouro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Na terça-feira (11), integrando a programação da COP UFSM, aconteceu a palestra sobre engenharia natural e soluções baseadas na natureza. Foram apresentados conceitos relacionados à engenharia natural e visita técnica à obra de revitalização e estabilização da Sanga Lagoão do Ouro, no campus sede da UFSM. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A palestra aconteceu no prédio 42, do Centro de Ciências Rurais (CCR), com a explicação dos termos técnicos de engenharia natural, destacando as técnicas utilizadas na revitalização da Sanga Lagoão do Ouro, que foi visitada posteriormente à palestra.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":71357,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-11-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-15.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-11-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-15-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-71357" /></a></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":71356,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-11-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-21-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-11-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-21-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-71356" /></a></figure>
<!-- /wp:image --><figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">Júnior (E) e Rita (D) abordaram técnicas aplicadas em obras de engenharia natural (Fotos: Daniel Michelon De Carli)</figcaption></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3>Explicação de técnicas de engenharia natural </h3>
<p><span style="font-weight: 400">A engenheira biofísica e pesquisadora de pós-doutorado Rita Sousa explicou que a engenharia natural utiliza materiais construtivos inertes, como madeira e pedra, juntamente a materiais vivos, as plantas. Segundo, estas construções são realizadas com técnicas de baixo impacto ambiental, mais ecológicas e adequadas ao meio ambiente. Tais obras têm um valor mais econômico em relação a obras da engenharia civil e também funções socioeconômicas para a utilização do espaço pela população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a obra na Sanga Lagoão do Ouro, que fica na entrada da UFSM, o projeto foi dividido em quatro áreas de intervenção. A primeira área está próxima à imprensa da Universidade; a segunda passa atrás da Unidade Ipê Amarelo; a terceira, ao lado do posto de combustíveis; a última área é atrás do prédio 26, no Centro de Ciências da Saúde (CCS). Em cada uma destas áreas foram implementadas técnicas específicas, conforme a necessidade em cada espaço, como limpeza, construções de muros de madeira e pedras, entre outras.</span></p>
[caption id="attachment_71355" align="aligncenter" width="902"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-11-Fotos-Gilvan-Peters-5.jpg"><img class="wp-image-71355" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-11-Fotos-Gilvan-Peters-5.jpg" alt="foto colorida horizontal de uma área externa onde há maquinários de escavação e pedras. Ao fundo se observa o posto de combustíveis e outras edificações, além de árvores, em um dia de céu claro" width="902" height="601" /></a> Participantes puderam observar a implementação das técnicas utilizadas na sanga (Foto: Gilvan Peters)[/caption]
<h3>Visitação à obra da Sanga Lagoão do Ouro<span style="font-weight: 400"> </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após a palestra e debate sobre construções com técnicas de engenharia natural, os participantes foram convidados a visitar a obra na terceira área de intervenção, próxima ao posto de combustíveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O engenheiro florestal Júnior Dewes explicou a implementação das técnicas observadas na terceira área, com objetivo de estabilizar as margens neste trecho da sanga, e destacou a importância para trazer segurança para quem frequenta o campus, proteger as estruturas físicas próximas à sanga e recompor uma faixa de área de preservação permanente, com a aplicação da técnica que envolve a utilização de plantas.  </span></p>
<h3>COP UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A atividade fez parte da programação da COP UFSM, realizada pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que busca conectar as discussões da COP 30, em Belém, com a comunidade acadêmica e regional, reunindo atividades culturais, científicas e ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A COP UFSM iniciou na segunda (10) e segue até o dia 19 deste mês, com palestras, rodas de conversa, minicursos e outras ações. A programação completa pode ser acessada no perfil da PRE no Instagram, <a href="https://www.instagram.com/extensaoufsm/" target="_blank" rel="noopener">@extensaoufsm</a>.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Daniel Michelon De Carli e Gilvan Peters</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrante do milpa participa de cobertura jornalística da COP30 em Belém</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/11/11/integrante-do-milpa-participa-de-cobertura-jornalistica-da-cop30-em-belem</link>
				<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:53:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=182</guid>
						<description><![CDATA[O jornalista e integrante do milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Micael dos Santos Olegário, participa neste mês de novembro da cobertura jornalística da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA). Micael é mestrando no Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) e pesquisa sobre práxis comunicativa e jornalismo socioambiental. De [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/11/micael_COP_30-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>O jornalista e integrante do <b>milpa - laboratório de jornalismo</b> (CNPq/UFSM), Micael dos Santos Olegário, participa neste mês de novembro da cobertura jornalística da <b>Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30)</b>, em Belém (PA). Micael é mestrando no <b>Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom)</b> e pesquisa sobre práxis comunicativa e jornalismo socioambiental.</p>
<p>De 10 a 21 de novembro, a COP30 reúne diversas lideranças globais para discutir alternativas para lidar com a crise climática. Esta é a primeira vez que o encontro acontece no Brasil, na Amazônia. Repórter do <a href="https://projetocolabora.com.br/colabora-na-cop30/" target="_blank" rel="noopener">#Colabora - Jornalismo Sustentável</a><b>, </b>Micael atuará na cobertura da conferência, com foco na escuta de pessoas e comunidades já atingidas pelas mudanças climáticas. </p>
<p>O jornalista ficará na <a href="https://projetocolabora.com.br/ods17/colabora-se-junta-a-20-veiculos-em-alianca-inedita-de-cobertura-na-cop30/"><b>Casa do Jornalismo Socioambiental</b></a>, espaço que vai hospedar jornalistas de diferentes estados do Brasil. A iniciativa é uma parceria entre <b>21 veículos de comunicação</b>, entre eles, o #Colabora. O local também contará com uma programação de atividades sobre <strong>j</strong><b>ornalismo e temas socioambientais</b>, além de lançamentos de relatórios, ferramentas e outros produtos para a imprensa e a sociedade civil.</p>
<p>Natural de Caibaté (RS), no interior do Rio Grande do Sul, Micael se formou em jornalismo pela <b>Universidade Federal do Pampa (Unipampa)</b> e ingressou no mestrado em 2024.</p>		
					<a href="https://projetocolabora.com.br/author/micael-olegario/">
									COP 30 | Leia as reportagens produzidas por Micael Olegário direto de Belém
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Questões ambientais locais e regionais são o foco da COP UFSM, que começa nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/10/questoes-ambientais-locais-e-regionais-sao-o-foco-da-cop-ufsm-que-comeca-nesta-semana</link>
				<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 21:06:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71337</guid>
						<description><![CDATA[Evento alusivo à COP 30 promove palestras, minicursos e atividades para discutir as mudanças climáticas e promover iniciativas sustentáveis.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Teve início nesta segunda-feira (10) a COP UFSM, evento alusivo à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorre em Belém de 10 à 21 de novembro. Visando trazer os debates sobre mudanças climáticas e iniciativas sustentáveis para a comunidade acadêmica e local, a universidade realiza a COP UFSM, organizada pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), de 10 a 19 de novembro, com o tema “Transformando o global em local: iniciativas sustentáveis com impacto regional”.

A mesa de abertura do evento ocorreu no Auditório Wilson Aita, e contou com a participação da vice-reitora da UFSM, professora Martha Adaime, da pró-reitora adjunta de Extensão, Jacielle Carine Vidor Sell, do diretor executivo da fundação Mo’ã, Rainer Oscar Muller, do gerente regional da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Guilherme Tambara, e do vice-coordenador do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), Gerson Vargas Peixoto.

[caption id="attachment_71338" align="alignright" width="609"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_4977.jpg"><img class=" wp-image-71338" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_4977-300x225.jpg" alt="Cinco pessoas estão sentadas em uma mesa coberta por um pano azul; são três homens e duas mulheres. Na mesa, há garrafas de água transparentes e copos de vidro. Atrás, há uma parede branca, e três banners coloridos sobre a COP UFSM e os 50 anos da Pró-Reitoria de Extensão." width="609" height="457" /></a> Mesa de abertura da COP UFSM com Guilherme Tambara, Jacielle Carine Vidor Sell, a vice-reitora Martha Adaime, Rainer Oscar Muller e Gerson Vargas Peixoto (da esq. para a dir.)[/caption]

A vice-reitora reforçou a importância de realizar um evento alusivo à COP 30, focado nas questões locais e regionais. “É uma honra, mas acima de tudo é uma responsabilidade muito grande estar num evento dessa natureza, e os nossos cumprimentos à Pró-Reitoria de Extensão, toda a equipe que está fazendo 50 anos, e que se desafiou a tratar da COP de maneira local, porque nós só resolveremos o global quando nós tomarmos atitudes localmente”, comenta.

<b>Evento promove discussões sobre iniciativas ambientais no cenário local</b>

Após a abertura, ocorreu a primeira palestra do evento, com o professor de Antropologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Renzo Romano Taddei. Houve também uma mesa-redonda com a coordenadora da Gestão Ambiental do Setor de Planejamento Ambiental da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), Nicolli Reck, o secretário de Meio Ambiente de Santa Maria, Diego Rigon de Oliveira, e a engenheira agrônoma responsável pelo licenciamento do campus sede da UFSM, Renata de Baco Hartmann. A mesa também contou com a mediação da professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) Márcia Amaral.

A mediadora da mesa é líder do grupo de pesquisa do Poscom Estudos em Jornalismo (Ejor), que estuda coberturas jornalísticas de desastres desde 2011. “Esse é um lugar de produção de conhecimento, e também deve ser um lugar de produção de cuidado. É importante buscar como esses temas nos afetam e como é que nós podemos afetá-los, localmente. É uma função fundamental da universidade, essa construção coletiva, desses inúmeros problemas e servem como discussão da COP e da crise climática”, comenta Márcia.

Para organizar o evento, a Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (Cafe) da PRE criou um formulário online para localizar os projetos e iniciativas que teriam interesse em participar de um evento alusivo à COP 30. Ao receber 36 respostas demonstrando interesse, a equipe desenvolveu uma programação que conta com atividades independentes, ou seja, incluindo diversas ações e projetos de diferentes centros e áreas.

Bolsista da Cafe-PRE, Mariane Martins Francesquetto também comenta a importância de promover discussões e ações sobre as mudanças climáticas, considerando as enchentes de 2023 e 2024 vividas no estado. “Uma das coisas que acabamos refletindo é que é necessário debatermos isso também por conta do histórico do último ano em relação às enchentes, e como as catástrofes ambientais impactaram o nosso dia a dia enquanto estudantes. Temos que debater isso, porque é impossível fugir desses impactos”, conta.

<b>Programação da COP UFSM continua até o dia 21</b>

A programação do evento teve início no domingo (9), com uma <a href="https://www.ufsm.br/2025/11/04/viva-o-campus-em-alusao-a-cop-ufsm-acontece-no-proximo-domingo" target="_blank" rel="noopener">edição especial do Viva o Campus alusiva à COP 30</a>. Além disso, no dia 18 de outubro, ocorreu uma <a href="https://www.ufsm.br/2025/10/03/cine-cop30-convida-a-comunidade-para-uma-sessao-do-filme-iracema-uma-transa-amazonica" target="_blank" rel="noopener">exibição do filme “Iracema: Uma Transa Amazônica”</a>, outra atividade pré-COP, no Shopping Praça Nova.

As outras atividades incluem mesas-redondas, palestras, uma simulação da COP 30 (a MiniCOP) realizada pelo projeto UFSMUN, cinedebates, oficinas e minicursos. Também conta com eventos-satélite, como o <a href="https://www.ufsm.br/2025/11/10/workshop-de-clima-reune-cerca-de-100-participantes-ufsm-cachoeira-do-sul" target="_blank" rel="noopener">3º Workshop Gaúcho sobre Mudanças Climáticas</a>, no campus de Cachoeira do Sul, e a Semana Pensando Verde – Grupo Agenda 2030, no campus de Frederico Westphalen.

Chefe da Subdivisão de Inserção da Extensão nos Cursos da Cafe-PRE (SIEC-PRE), Giséli Duarte Bastos, exemplifica algumas das atividades previstas. “Por exemplo, o grupo da UFSMUN vai fazer uma simulação de uma COP com os alunos do Colégio Politécnico, na Sala dos Conselhos da UFSM. É interessante também os estudantes do ensino médio se envolverem com essa temática, se sentirem tomadores de decisões, como se fossem líderes dos países, pensar em soluções, e verem que é a partir daquela sala que saem as decisões da universidade. Vai ter também uma sessão aberta na Câmara de Vereadores, pois é importante trazer conhecimento para as pessoas, para que elas saibam o que elas têm a ver com a questão climática, e que elas possam agir, tanto individualmente quanto para cobrar o poder público.”

A programação completa pode ser conferida <a href="https://copufsm.my.canva.site/page-2" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.

<i>Texto e fotos: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias.</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>COP UFSM terá mesa de abertura com professor da Unifesp na segunda (10)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/07/cop-ufsm-tera-mesa-de-abertura-com-professor-da-unifesp-na-segunda-10</link>
				<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:29:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cop ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71297</guid>
						<description><![CDATA[Atividade está prevista para as 9h, no Auditório Wilson Aita]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-07-at-09.18.03.jpeg"><img class="alignright  wp-image-71298" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-07-at-09.18.03.jpeg" alt="" width="467" height="467" /></a>A mesa de abertura da COP UFSM acontece na segunda-feira (10), às 9h, no Auditório Wilson Aita (CT), reunindo especialistas e representantes de diferentes áreas para uma conversa sobre ciência, território e responsabilidade coletiva diante da crise climática, refletindo sobre o papel da universidade e da comunidade.</p>
<p>O tema em discussão será "Transformando o global em local". Haverá a participação de <span style="color: initial">Renzo Romano Taddei (professor de Antropologia da Unifesp), </span><span style="color: initial">Nicolli Reck (Proplan/UFSM), </span><span style="color: initial">Diego Rigon de Oliveira (Secretaria de Meio Ambiente de Santa Maria) e </span><span style="color: initial">Renata de Baco Hartmann (Licenciamento/UFSM), com m</span><span style="color: initial">ediação de Márcia Amaral ( Departamento de Comunicação/UFSM).</span></p>
<p>Mais informações no <a href="https://www.instagram.com/extensaoufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFRGS e UFSM promovem aula aberta sobre Comunicação Climática e Desinformação durante a COP30</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2025/11/04/ufrgs-e-ufsm-promovem-aula-aberta-sobre-comunicacao-climatica-e-desinformacao-durante-a-cop30</link>
				<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 14:46:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ufrgs]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=4511</guid>
						<description><![CDATA[Evento online e gratuito, no dia 12 de novembro, contará com a participação de especialistas de Portugal e do Laboratório de Comunicação Climática da UFRGS
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em um momento fundamental de discussões globais sobre o clima, com a realização da COP 30 em Belém, dois dos principais programas de pós-graduação em Comunicação do Sul do Brasil se unem para promover uma aula aberta ao público. No dia 12 de novembro de 2025, às 14h, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM/UFRGS) e o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) realizarão um debate online sobre os desafios da comunicação e da desinformação climática.</p><p>A aula é aberta ao público, será transmitida ao vivo pelo YouTube e não requer inscrição prévia. O evento contará com a participação de duas palestrantes convidadas de renome na área:</p><ul><li>Dra. Alice Balbé (Universidade do Minho, Portugal), que abordará o tema "Desinformação climática, checagem de informações, fact checking";</li><li>Dra. Eloisa Loose (Laboratório de Comunicação Climática da UFRGS), que apresentará um panorama sobre "Comunicação Climática".</li></ul><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2025/11/CONVITE.jpg" alt="" width="1571" height="753" /></p><p>A atividade faz parte da disciplina "Comunicação, Jornalismo e Meio Ambiente: reconexão com a natureza para o enfrentamento das mudanças climáticas", ministrada pelas professoras Dra. Ilza Maria Tourinho Girardi (PPPGCOM/UFRGS) e Dra. Cláudia Herte de Moraes (POSCOM/UFSM).</p><p>A iniciativa celebra também um ano especial para ambos os programas. Em 2025, o POSCOM da UFSM celebra seus 20 anos de existência, e o PPGCOM da UFRGS comemora 30 anos de atividades, marcando décadas de contribuição para a pesquisa em comunicação no país.</p><h3>__</h3><ul><li style="font-weight: 400">O quê: Aula Aberta sobre Comunicação Climática e Desinformação</li><li style="font-weight: 400">Quando: 12 de novembro, 14h</li><li>Onde: Transmissão ao vivo pelo YouTube, no canal do Poscom (<a href="https://www.youtube.com/@poscomufsm">https://www.youtube.com/@poscomufsm</a>)</li><li style="font-weight: 400">Acesso: Gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição</li></ul>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do curso vencem Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/10/31/estudantes-do-curso-vencem-premio-sema-fepam-de-jornalismo-ambiental</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 23:10:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmios]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=856</guid>
						<description><![CDATA[Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM &#8211; campus Santa Maria, foram vencedores na categoria Jornalismo Universitário do&nbsp;Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. O anúncio com a entrega dos troféus foi realizado na quarta-feira (29/10/2025), no Jardim Botânico de Porto Alegre, em cerimônia realizada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema). Em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":858,"width":"637px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-12.06.27-1-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-858" style="width:637px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental entregue a estudantes de Jornalismo da UFSM. Foto: Igor de Almeida/Ascom Sema</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM - campus Santa Maria, foram vencedores na categoria Jornalismo Universitário do&nbsp;<a href="https://www.estado.rs.gov.br/governo-anuncia-os-vencedores-do-premio-sema-fepam-de-jornalismo-ambiental-2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental</a>. O anúncio com a entrega dos troféus foi realizado na quarta-feira (29/10/2025), no Jardim Botânico de Porto Alegre, em cerimônia realizada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em primeiro lugar ficou o podcast narrativo “<a href="https://www.instagram.com/margempodcast" target="_blank" rel="noreferrer noopener">À margem</a>” e, na segunda posição, a reportagem em quadrinhos “<a href="https://www.ufsm.br/2025/05/13/hq-ansiedade-climatica">Quando a rua enche</a>”. Ambos os trabalhos foram encaminhados pelo estudante Pedro Pagnossin Moro ao edital da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O trabalho em áudio foi produzido em conjunto com Alexandre La Bella, Jessica Mocellin e João Victor Souza para a disciplina de Radiojornalismo III, ministrada pelo professor Maicon Kroth, e veiculado no Spotify. Já a HQ foi feita para a Agência de Notícias, sob a supervisão do jornalista Maurício Dias, e foi publicada no site e nas redes sociais da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ambas as produções tratam das consequências da crise climática causada pelas enchentes de 2024 na vida de moradores que vivem às margens do Arroio Cadena no Bairro Urlândia, em Santa Maria. Entre os temas abordados está a ansiedade climática, sentimento de aflição quando chove – ou ocorrem outros fenômenos naturais – por pessoas que sofreram perdas de entes queridos, animais de estimação, moradias, negócios, móveis e/ou objetos pessoais.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além de moradores atingidos pelas enchentes, os estudantes ouviram fontes especializadas, como a coordenadora do Plano Municipal de Redução de Riscos, Andrea Nummer; o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Neves; a psicóloga especialista em situações de Emergências e Desastres, Melissa Couto; e o meteorologista Murilo Lopes, da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pedro celebrou a conquista ainda durante a formação: “Receber esse prêmio significa que fomos bons jornalistas e que conseguimos tratar as histórias com ética e dignidade. Para mim e para os meus colegas que produzem o podcast, estar entre os premiados reforça a importância da nossa profissão e o quanto ela é necessária, ainda mais quando pensamos no futuro do mundo. Poder contribuir de forma tão marcante, mesmo ainda estudantes, mostra que estamos no caminho certo.”&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>O Prêmio</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental reconhece trabalhos jornalísticos voltados à sustentabilidade, às mudanças climáticas e ao uso consciente dos recursos naturais e energias limpas.&nbsp;Com o tema “Construindo juntos um futuro mais forte para o RS”, a&nbsp;<a href="https://sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">terceira edição do prêmio</a>&nbsp;reforçou a importância da união da sociedade na reconstrução adaptada e resiliente frente aos eventos meteorológicos extremos que impactam o Estado.</p>
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<p>A edição de 2025 registrou recorde de participação, com 235 trabalhos concorrendo nas seis categorias: fotojornalismo, webjornalismo, jornalismo impresso, radiojornalismo ou&nbsp;<em>podcast</em>, telejornalismo e jornalismo universitário.</p>
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<p><em>Com informações da Ascom/Sema</em></p>
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				<title>UFSM recebe pela primeira vez congresso brasileiro e latino-americano de bioética e direito animal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/10/ufsm-recebe-pela-primeira-vez-congresso-brasileiro-e-latino-americano-de-bioetica-e-direito-animal</link>
				<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 21:49:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[abandono de animais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento contou com 61 palestrantes e coordenadores de mesa, incluindo o vice-governador Gabriel Souza.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta semana, a UFSM sediou o 8º Congresso Brasileiro e 5º Congresso Latino-Americano de Bioética e Direito Animal, que ocorreu de quarta (8) a sexta-feira (10) no auditório do Colégio Politécnico. O evento contou com 61 palestrantes e coordenadores de mesa, e também com 871 inscritos. As palestras também foram gravadas, e estão disponíveis online no <a href="https://www.youtube.com/c/Pr%C3%B3reitoriadeGradua%C3%A7%C3%A3oUFSM" target="_blank" rel="noopener">canal da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) no Youtube</a>.

O congresso é organizado pelo Instituto Abolicionista Animal (IAA), associação civil de direito privado sem fins lucrativos, criada para promover a discussão científica e educacional do direito e da ética animal. Além de reunir pesquisadores, estudantes, ativistas e defensores dos animais do Brasil e outros países da América Latina, o congresso também oportuniza a submissão de artigos para publicação nos anais do evento. A edição de 2025 teve como tema “Natureza, animais e desastres”, e como subtema “Entre a vulnerabilidade e a resiliência”.

[caption id="attachment_70953" align="alignright" width="613"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/2025-10-09-viii-congresso-causa-animal-Paulo-Barauna-15.jpg"><img class=" wp-image-70953" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/2025-10-09-viii-congresso-causa-animal-Paulo-Barauna-15-300x200.jpg" alt="Um grupo de pessoas está em um auditório assistindo a uma palestra. Na parte inferior da foto, estão as pessoas assistindo, sentadas em cadeiras vermelhas e pretas. Na parte central da foto, há uma mesa com um pano verde no centro e vasos com flores nos dois cantos. Três pessoas estão sentadas, e uma mulher está de pé. A mulher é branca, tem cabelo curto, loiro escuro e ondulado, usa roupas pretas e um crachá verde de papel. Ela segura um microfone e está falando. Ao fundo, há um banner do evento no canto direito, no centro há uma imagem projetada com slides, no slide está escrito Polícia Civil do Rio Grande do Sul, e no canto esquerdo há várias bandeiras, um palanque, uma porta e um extintor de incêndio." width="613" height="408" /></a> Dificuldades encontradas no resgate de animais vítimas de maus-tratos estiveram entre os temas abordados no congresso[/caption]

Em 2024, a professora Nina Trícia Disconzi Rodrigues, do Departamento de Direito da UFSM, tornou-se diretora do IAA, sendo a organizadora da edição deste ano. A docente também é coordenadora do Grupo de Pesquisa em Direito dos Animais (GPDA) da universidade.

<b>Programação – </b>A abertura do evento, na quarta-feira, contou com a apresentação online de artigos científicos, lançamento de livros, palestras, e apresentação do DTG Noel Guarany (departamento de tradições gaúchas da UFSM) e do grupo de flamenco de Etiane Viana. No dia seguinte, ocorreram diversas palestras nos períodos da manhã, tarde e noite, com pesquisadores e palestrantes de várias universidades do Brasil, além de profissionais que atuam nessa área. Pela manhã, a temática foi “Políticas públicas e direitos animais em desastres”, explorada nos âmbitos nacional, estadual e municipal. As palestras de nível estadual contaram com manifestação do vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza.

O último dia do evento, na sexta-feira, contou com mais palestras no período da manhã e da tarde. Pela noite, ocorreu a solenidade da posse dos novos membros da Academia Brasileira de Direito Animal, a entrega do “Prêmio Tobias Barreto” para os melhores trabalhos apresentados e a solenidade de encerramento.

Essa é a primeira vez que a UFSM sedia o evento. A docente Nina Disconzi conta que o congresso é normalmente realizado em capitais, tornando essa edição ainda mais significativa. “Foi um desafio muito grande. Tivemos que contar com a equipe dos alunos da UFSM, da graduação e dos programas de pós-graduação. Foi um trabalho coletivo, vemos o engajamento dos alunos em todos os momentos, aqui presentes e ajudando”, comenta.

Segundo a docente, além da realização do evento, também está em planejamento um projeto para a criação de um observatório da causa animal na universidade. “Nós queremos que a UFSM seja um polo, digamos assim, de proteção animal, e sirva de modelo para todas as outras universidades públicas federais do nosso país.”, explica Nina.

<b>V</b><b>ice-governador – </b>Em sua manifestação, o vice-governador comentou a nova proposta do governo estadual para a causa animal: o Fundo Estadual do Bem-Estar Animal. Reforçou ainda que o Rio Grande do Sul seria o primeiro estado brasileiro a ter uma ação como esta. “Não há dúvida que essa é a maior ação dos últimos tempos, um grande avanço. O governador Eduardo Leite enviou à Assembleia Legislativa, e nós estamos aguardando a votação desse projeto. Tenho certeza que ainda esse ano será votado e sancionado pelo governador, e com isso vamos ter condições de ter um financiamento das políticas públicas de maneira mais organizada e perene dentro do orçamento do Estado”, explica.

[caption id="attachment_70954" align="alignleft" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/2025-10-09-viii-congresso-causa-animal-Paulo-Barauna-14.jpg"><img class=" wp-image-70954" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/2025-10-09-viii-congresso-causa-animal-Paulo-Barauna-14-300x200.jpg" alt="Um homem segurando um microfone está falando. É um homem branco, de cabelo castanho curto e barba, usando uma camisa azul escura. Ele está atrás de um palanque, e do lado esquerdo ao fundo há três bandeiras, da esquerda para a direita: do Brasil, do Rio Grande do Sul, e da Universidade Federal de Santa Maria." width="575" height="383" /></a> O vice-governador Gabriel Souza participou do segundo dia do congresso[/caption]

O fundo utilizaria uma parte do orçamento para recursos na área de bem-estar animal, além de repassá-los aos municípios, para que criem os seus próprios fundos, posteriormente. “Vamos manter políticas não só para cães e gatos, mas para outras espécies, como é o caso dos equinos também, que demandam maior atenção do poder público. Realmente é um avanço significativo, e isso vai criar também os fundos municipais, para que os municípios possam receber recursos, além de viabilizar recursos também para entidades de proteção animal.”

Sobre propostas do governo estadual para situações de desastres, como as enchentes, o vice-governador falou de uma nova parceria com o Instituto de Medicina Veterinária do Coletivo (IMVC), para auxiliar na criação de um plano de contingência para animais, tendo em vista estes cenários.

<b>Legislação –</b> A bioética e o direito animal ainda são ramos relativamente novos, e transdisciplinares. No Brasil, a crueldade contra os animais foi considerada crime pela primeira vez pela Constituição de 1988, pelo artigo 225. Já os estudos da bioética, que relaciona a ética e a biologia para pesquisar as questões morais entre os animais e seres humanos, surgiram entre as décadas de 1960 e 1970, e no Brasil na década de 1990.

Maus-tratos aos animais é crime, segundo a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei de Crimes Ambientais (Lei Nº 9.605/1998)</a>, que prevê penas de três meses a um ano de detenção, além de multa. Em 2020, a pena para maus tratos a cães e gatos aumentou para detenção de dois a cinco anos, de acordo com a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14064.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei Nº 14.064/2020</a>. Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, no Brasil 71% das pessoas que cometem agressões contra animais também cometem crimes contra humanos.

Outro marco para a evolução dos direitos animais foi a Declaração de Cambridge sobre a Consciência. Lida publicamente no dia 7 de julho de 2012 em Cambridge, no Reino Unido, o texto foi assinado por um grupo de cientistas do mundo todo, e afirmava que diversos animais tinham a capacidade de ter senciência. Ou seja, animais vertebrados e cefalópodes (classe de animais aquáticos invertebrados: polvos, náutilos, lulas e sépias), têm a capacidade de sentir alegria e de sofrer, por exemplo.

<b>Trecho da Declaração de Cambridge:</b>

“Nós declaramos o seguinte: a ausência de um neocórtex não parece impedir que um organismo experimente estados afetivos. Evidências convergentes indicam que animais não humanos têm os substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos de estados de consciência juntamente com a capacidade de exibir comportamentos intencionais. Consequentemente, o peso das evidências indica que os humanos não são os únicos a possuir os substratos neurológicos que geram a consciência. Animais não humanos, incluindo todos os mamíferos e as aves, e muitas outras criaturas, incluindo polvos, também possuem esses substratos neurológicos.”

(Tradução de Moisés Sbardelotto, publicada no site do <a href="https://www.ihu.unisinos.br/noticias/511936-declaracao-de-cambridge-sobre-a-consciencia-em-animais-humanos-e-nao-humanos" target="_blank" rel="noopener">Instituto Humanitas Unisinos</a>)

Por isso, o Congresso destaca-se como um evento que amplia o debate sobre a causa animal. “Quando falamos em vulneráveis, falamos também do animal. Já existe uma legislação em relação a maus-tratos, mas que tem que ser ampliada. Hoje, só cães e gatos têm uma pena maior; equídeos, por exemplo, não têm. Estamos nesse processo de criação de políticas públicas e de legislações para proteger os animais, pelo menos os sencientes. Para isso, é preciso profissionais do Direito, da Veterinária, de vários ramos, para conseguir entender a complexidade do tema.”, explica a professora Nina Disconzi.

<i>Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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				<title>Estudantes do curso são finalistas de Prêmio de Jornalismo Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/10/09/estudantes-do-curso-sao-finalistas-de-premio-de-jornalismo-ambiental</link>
				<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 01:22:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo ambiental]]></category>
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						<description><![CDATA[Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM foram selecionados entre os finalistas do Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. Uma das produções foi feita como atividade do curso e a outra como conteúdo da Agência de Notícias da UFSM. O podcast narrativo “À margem” e a reportagem em quadrinhos “Quando a rua enche” [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM foram selecionados entre os finalistas do Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. Uma das produções foi feita como atividade do curso e a outra como conteúdo da Agência de Notícias da UFSM. O podcast narrativo “<a href="https://www.instagram.com/margempodcast">À margem</a>” e a reportagem em quadrinhos “<a href="https://www.ufsm.br/2025/05/13/hq-ansiedade-climatica">Quando a rua enche</a>” foram encaminhados pelo estudante Pedro Pagnossin Moro ao edital da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). </p>
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<p>O trabalho em áudio foi produzido em conjunto com Alexandre La Bella, Jessica Mocellin e João Victor Souza para a disciplina de Radiojornalismo III, ministrada pelo professor Maicon Kroth, e veiculado no Spotify. Já a HQ foi feita para a Agência de Notícias, sob a supervisão do jornalista Maurício Dias, e foi publicada no site e nas redes sociais da UFSM.</p>
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<p>Ambas as produções tratam das consequências da crise climática causada pelas enchentes de 2024 na vida de moradores que vivem às margens do Arroio Cadena no Bairro Urlândia, em Santa Maria. Entre os temas abordados está a ansiedade climática, sentimento de aflição quando chove – ou ocorrem outros fenômenos naturais – por pessoas que sofreram perdas de entes queridos, animais de estimação, moradias, negócios, móveis e/ou objetos pessoais.&nbsp;</p>
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<p>Além de moradores atingidos pelas enchentes, os estudantes ouviram fontes especializadas, como a coordenadora do Plano Municipal de Redução de Riscos, Andrea Nummer; o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Neves; a psicóloga especialista em situações de Emergências e Desastres, Melissa Couto; e o meteorologista Murilo Lopes, da UFSM.</p>
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<p>“Trabalhar com jornalismo ambiental tem sido uma experiência marcante, ainda mais experimentando diferentes formatos. Foi desafiador contar algo tão recente e que afetou tanta gente, mas também muito importante. No podcast, buscamos dar voz às pessoas e entender melhor o impacto das chuvas e na HQ, tentei traduzir tudo isso de forma mais sensível e visual”, comentou Pedro. O universitário e bolsista da Coordenadoria de Comunicação Social ainda ressalta a relevância de tratar sobre meio ambiente: “Acredito que esse tipo de trabalho faz a gente repensar o papel do jornalismo em tempos de crise climática”.</p>
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<p>A&nbsp;<a href="https://sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental2025">terceira edição do Prêmio</a>&nbsp;da Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental tem como tema “Construindo juntos um futuro mais forte para o RS”. O objetivo da premiação é reconhecer produções jornalísticas que tratam de meio ambiente, mudanças climáticas, uso consciente dos recursos naturais e energias limpas.</p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":847,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/10/01-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-847" /></figure>
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				<title>Cine COP30 convida a comunidade para uma sessão do filme “Iracema: Uma Transa Amazônica”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/03/cine-cop30-convida-a-comunidade-para-uma-sessao-do-filme-iracema-uma-transa-amazonica</link>
				<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 21:05:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
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						<description><![CDATA[Produzido em 1974 para a emissora de TV alemã ZDF, o filme ficou proibido pela censura no Brasil por seis anos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/cinecop.jpg"><img class=" wp-image-70879 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/cinecop-240x300.jpg" alt="" width="530" height="663" /></a>Projeto de extensão vinculado ao curso de Relações Internacionais da UFSM, o Paralelo 33 promove no dia 18 de outubro (sábado) o Cine COP30, em alusão à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que ocorre em novembro em Belém. O filme escolhido para a sessão de cinema é <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6754ceQSodA" target="_blank" rel="noopener"><em>Iracema: Uma Transa Amazônica</em></a>, o qual será exibido às 10h no Cinépolis, localizado no Shopping Praça Nova.

Dirigido por Jorge Bodanzky e Orlando Senna, esse filme teuto-brasileiro foi produzido em 1974 para a emissora de TV alemã ZDF, mas ficou proibido pela censura no Brasil por seis anos. Mistura ficção e documentário, bem como atores profissionais e não atores, tendo como fio condutor uma viagem pela rodovia Transamazônica empreendida pelo caminhoneiro Tião (interpretado pelo ator Paulo César Pereio) ao lado de Iracema, uma adolescente prostituta indígena interpretada por Edna de Cássia.

Com classificação indicativa de 16 anos e entrada gratuita, a sessão em Santa Maria vai dispor de uma versão remasterizada em 4K, cedida pela produtora Gullane. Logo após a exibição, haverá um debate aberto ao público. As inscrições iniciam-se nesta segunda-feira (6), por meio do perfil do projeto no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/paralelotrintaetres/" target="_blank" rel="noopener">@paralelotrintaetres</a>). Estudantes universitários participantes receberão certificação de 5 horas de Atividade Complementar de Graduação (ACG).

<b>COP30 e COP UFSM –</b> A atividade integra os Diálogos Autogestionados do Balanço Ético Global (BEG), iniciativa vinculada à COP30, e também compõe a programação da <a href="https://www.ufsm.br/2025/09/22/lancamento-cop-ufsm" target="_blank" rel="noopener">COP UFSM</a>, evento local coordenado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE). A COP UFSM reúne ações culturais, científicas e ambientais, valorizando experiências sustentáveis já existentes na instituição e estimulando o desenvolvimento de novas práticas.

O objetivo do Cine COP30 é aproximar a comunidade acadêmica e a população local das discussões globais sobre ética e crise climática, além de destacar o cinema como ferramenta pedagógica e crítica. O filme escolhido dialoga com temas centrais da conferência, como a exploração da Amazônia, injustiças sociais e impactos ambientais.

A atividade também será registrada em vídeo, e a produção audiovisual resultante será encaminhada à coordenação do BEG para exibição na Green Zone da COP30, em Belém. Esse espaço é aberto à sociedade civil, empresas, acadêmicos e instituições.

O Cine COP30 conta com apoio da PRE, das coordenações dos cursos de Relações Internacionais e Relações Públicas, dos projetos de extensão UFSMUN, Juca nas Escolas, F5 e Anárquica, além de parceiros como o Departamento de Economia e Relações Internacionais, o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais, o Cineclube da Boca e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

<i>Com informações do projeto Paralelo 33</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM recebe congresso brasileiro e latino-americano de bioética e direito animal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/02/ufsm-recebe-congresso-brasileiro-e-latino-americano-de-bioetica-e-direito-animal</link>
				<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 20:42:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[A abertura do evento, que será realizado em formato híbrido, ocorre na próxima quarta-feira (8), às 19h, no auditório do Colégio Politécnico]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Instituto Abolicionista Animal (IAA), em conjunto com a UFSM e o Grupo de Pesquisa em Direitos dos Animais (GPDA), convida a comunidade acadêmica para o 8º Congresso Brasileiro e 5º Congresso Latino-Americano de Bioética e Direito Animal. O evento ocorrerá de 8 a 10 de outubro, em formato híbrido, com sede presencial na UFSM.

A edição de 2025 traz como tema “Natureza, animais e desastres” e subtema “Entre a vulnerabilidade e a resiliência”, e propõe um exame crítico das múltiplas dimensões que envolvem a exposição dos animais a eventos extremos, naturais ou antrópicos, em um contexto marcado pela intensificação da crise climática. O congresso reunirá especialistas do Brasil e do exterior em um espaço interdisciplinar de reflexão sobre os vínculos entre seres humanos animais e os impactos socioambientais em tempos de crise climática e catástrofes.

A abertura do evento será na próxima quarta-feira (8), às 19h, no auditório do Colégio Politécnico, e estará, assim como todo o evento, disponível em formato online. As inscrições, tanto para o formato presencial quanto para o online, podem ser realizadas na <a href="https://abolicionismoanimal.com.br/congresso-latino-americano-e-brasileiro-de-bioetica-e-direito-animal-2025/" target="_blank" rel="noopener">página do evento</a>, onde também constam a programação completa e outras informações.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do Centro de Ciências Sociais e Humanas</i>]]></content:encoded>
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				<title>Projeto irá estudar opiniões de agricultores sobre o herbicida 2,4-D</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/30/projeto-ira-estudar-opinioes-de-agricultores-sobre-o-herbicida-24-d</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:42:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[colegio politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[Resultados vão ajudar a compreender os impactos do herbicida em fruticulturas gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="303" data-end="677">Um projeto de pesquisa está estudando como agricultores familiares avaliam o uso do herbicida 2,4-D. A iniciativa, intitulada <em data-start="429" data-end="543">“Deriva de Herbicidas Hormonais e seus Impactos na Fruticultura do Rio Grande do Sul na percepção dos atingidos”</em>, é coordenada pelo docente do Colégio Politécnico e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, Gustavo Pinto da Silva.</p>
<p data-start="679" data-end="974">O estudo conta com a parceria do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp), vinculado ao Departamento de Química do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e da Aliança pela Fruticultura Gaúcha. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e está em fase de coleta de dados.</p>
<h3 data-start="981" data-end="1013">O que é o herbicida 2,4-D?</h3>
<p data-start="1015" data-end="1392">Os herbicidas são pesticidas químicos usados na agricultura para o controle de ervas daninhas. O 2,4-D pertence ao grupo dos chamados “herbicidas hormonais”, que imitam os hormônios de crescimento das plantas. Ele afeta culturas sensíveis, como videiras, oliveiras e nogueiras, podendo causar deformações, redução da produção, atrofiamento de ramos e até a morte das plantas.</p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Muito utilizado em lavouras de soja, o 2,4-D é considerado mais nocivo por apresentar alta volatilidade. Ou seja, após a aplicação, pode evaporar e se deslocar pelo ar para outras áreas. <span style="font-weight: 400">Esse processo também é chamado de deriva. </span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Esses herbicidas representam uma ameaça à fruticultura. Segundo a coordenadora da Aliança pela Fruticultura Gaúcha, Aline Fogaça, os impactos são cumulativos, já que a fruticultura é formada por “plantas perenes”, que permanecem no mesmo local por anos. <span style="font-weight: 400">“Quando um pomar é atingido pela deriva de herbicidas, o efeito não se limita a uma safra. Estudos mostram que, após um episódio de deriva, um pomar pode levar de 2 a 3 anos para se recuperar. Agora imagine o que ocorre com 10 ou 12 anos seguidos de exposição, os danos vão se somando e se tornam cada vez mais graves.”</span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615"><span style="font-weight: 400">Essa problemática é amplificada pelo fato desses impactos serem irreversíveis, já que uma vez que essa “desregulação hormonal” é causada nas plantas, não existem medidas de proteção ou recuperação eficazes. “Por isso, já observamos o que chamamos de “lento declínio dos vinhedos”: áreas muito atingidas entram em queda progressiva de produção até chegar ao declínio total, com morte de plantas e perda da viabilidade econômica do pomar. O mais preocupante é que esse processo é silencioso, o produtor percebe a redução de vigor e de colheita, mas nem sempre consegue identificar que a causa está na deriva de herbicidas.”, conta Aline.</span></p>
<h3 data-start="1394" data-end="1615">Pesquisa desenvolve questionário para agricultores familiares</h3>
<p data-start="1394" data-end="1615">Para levantar as percepções dos agricultores, foi desenvolvido um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-rS7Ozgmn8yjCB8S0KrrWG7EF7Ng2nGdr1u_-RisoA9iimw/viewform">questionário</a> na plataforma Google Forms. Ele ficará disponível até fevereiro de 2026. Segundo Gustavo, o período é estratégico para observar culturas temperadas <span style="font-weight: 400">(plantas adaptadas a um clima de uma estação específica)</span>, como parreiras, melancia, macieiras, nogueiras e noz-pecã.</p>
<p><span style="font-weight: 400">“O projeto nasce para isso, para primeiro caracterizarmos a frequência, a ocorrência, distribuição geográfica. Vamos ter perguntas que vão avaliar também o quanto esses agricultores estão sendo prejudicados, se eles puderem estimar, e a que associam o dano sobre as plantas, seja produtivo, econômico, e o quanto isso também está impactando nas decisões de investimento das pessoas.”</span></p>
<p>As perguntas são objetivas, e os resultados serão analisados de forma quantitativa, por meio de estatísticas. A previsão é que o projeto tenha duração de um ano a um ano e meio. <span style="font-weight: 400">“Nós esperamos gerar informação para divulgar para a comunidade científica, e também, a partir dessas respostas, buscar promover a divulgação desse conhecimento para as autoridades. Os próprios agricultores também podem sugerir prioridades ou ações que possam ser desenvolvidas”, complementa.</span></p>
<h3 data-start="3889" data-end="3930">Contribuições esperadas da pesquisa</h3>
<p data-start="3932" data-end="4211">Apesar da existência de relatos e de normativas do governo estadual, ainda faltam informações científicas sobre a percepção dos agricultores. Para Gustavo, os resultados da pesquisa vão ajudar a mapear a situação no Rio Grande do Sul e a pensar em estratégias de enfrentamento.<span style="font-weight: 400"> “Tem havido uma redução muito grande da produção na região. Tem uma série de herbicidas hormonais que estão sendo liberados para uso no Brasil, e eles vão causar problemas para a produção de frutos, e principalmente para a diversidade produtiva da agricultura. Uma atividade não pode ser prejudicada por outras.”</span></p>
<p data-start="3932" data-end="4211">O docente reforça que a pesquisa busca contribuir para um desenvolvimento rural mais sustentável. Aline destaca ainda a importância de dar voz aos agricultores: <span style="font-weight: 400"> “São os agricultores que vivenciam esse problema todos os anos em seus pomares. Eles sabem na prática como a deriva de herbicidas afeta a produção, a qualidade das frutas e até a sobrevivência das plantas. A percepção deles ajuda a construir diagnósticos mais completos, embasar pesquisas e orientar políticas públicas que protejam a fruticultura e a agricultura como um todo.”</span></p>
<h3 data-start="5062" data-end="5097">Histórico da UFSM na temática</h3>
<p data-start="5099" data-end="5370">A atuação da UFSM no acompanhamento do 2,4-D não é recente. Em 2014, a Universidade iniciou, junto com a Cooperativa Agrária São José de Jaguari, os primeiros estudos sobre os impactos do herbicida. O Larp também atua desde então nessa área, com análises laboratoriais. <span style="font-weight: 400">“Chegou até nós muitas situações de agricultores que vinham perdendo colheita, e tendo alguns resultados que não eram muito positivos. Temos conhecimento que alguns produtores estão deixando de investir na atividade pelo risco.”, comenta o docente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, o projeto está buscando recursos para bolsistas, e também pessoas que atuem como voluntárias. “Essa é uma grande contribuição que as pessoas podem nos ajudar, divulgar a pesquisa e o nosso formulário, ajudar aqueles agricultores que muitas vezes não tem condição de responder sozinhos.”</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Professora da UFSM defende jornalismo ambiental menos antropocêntrico em encontro nacional de pesquisadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/29/professora-da-ufsm-defende-jornalismo-ambiental-menos-antropocentrico-em-encontro-nacional-de-pesquisadores</link>
				<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 14:12:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70812</guid>
						<description><![CDATA[Os estudiosos concordam que é preciso olhar a natureza por uma ótica menos utilitarista]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Com o avanço das mudanças climáticas, o papel do jornalismo na preservação do meio ambiente tem sido cada vez mais debatido entre os profissionais da área. Recentemente, o Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK) divulgou que a Terra já rompeu sete dos nove limites que mantêm o planeta habitável em condições seguras. O instituto está localizado em Potsdam, cidade alemã com população estimada em pouco mais de 200 mil habitantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É nesse contexto que a UFSM participou, entre os dias 24 e 26 de setembro, do 6° Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental, realizado remotamente com transmissão no </span><a href="https://www.youtube.com/live/OFlgyTwEl28?si=hBrEoP00xkk4vKk2"><span style="font-weight: 400">YouTube</span></a><span style="font-weight: 400"> e no site </span><span style="font-weight: 400">Even3</span><span style="font-weight: 400">. No evento, a professora no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) Claudia Herte de Moraes falou sobre a importância de o jornalismo se reconectar com a natureza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> “</span><span style="font-weight: 400">Uma pauta do avanço da soja no pampa, ao invés de focarmos no impacto econômico, a gente tem a oportunidade de investigar o impacto na vida de um ecossistema</span><span style="font-weight: 400">”, sugeriu. Para ela, </span><span style="font-weight: 400">a crise ambiental não é um problema técnico, mas de relacionamento, e</span><span style="font-weight: 400"> é preciso pensar no outro não somente como ser humano, mas como natureza também. Claudia propõe três alternativas para o jornalismo ambiental se fortalecer: mudar as fontes, o método e a perspectiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É preciso dar espaço para o conhecimento dos povos indígenas, dos agricultores familiares e pescadores tradicionais nas matérias e não se limitar apenas aos cientistas com currículos extensos. Ela se opôs ao “jornalismo de gabinete”, quando o profissional se acomoda em escrever matérias com dados corretos e oficiais, mas produz textos emocionalmente distantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, a apuração em campo, como reportagens em margens de rios, aproximaria mais o público da pauta ambiental. A professora também ressaltou o aspecto não inovador das medidas e que é necessário uma maior aplicação dos jornalistas. “A história vai se tornar maior, mais complexa e mais verdadeira, deixando de ser um obituário da natureza”, explicou. </span></p>
<h3>Sob o olhar do ambientalista</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Por outro lado, o doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (UFScar) Paulo Brack disse que a pauta ambiental só aparece no jornalismo no momento dos desastres e citou o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, como exemplo. Porém, a questão ambiental não envolve só o jornalismo, e, sim, vários fatores em nível nacional. O caso das barragens engloba um dos pilares da exportação brasileira nas últimas décadas: o minério de ferro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Brasil é um grande exportador de <em>commodities</em> e a nossa pauta econômica leva a cada vez mais flexibilizações ambientais”, lamentou Brack. Essas exportações envolvem produtos primários e menor valor agregado, mas a grande quantidade de vendas compensa para o país. Em muitos casos, o Brasil compra de países que utilizam seus commodities nos componentes de produtos industrializados e que são mais caros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Brack, que atualmente é professor de botânica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também mencionou o petróleo e a soja como os principais responsáveis pelo avanço do desenvolvimento sobre o meio ambiente. E, de fato, a empresa Fazcomex Tecnologia para Comércio Exterior apontou que, até junho de 2025, o minério de ferro era o produto mais exportado no ano, seguido pela soja e petróleo em terceiro. O cinturão da soja, que embarca regiões de intensa produção do <em>commodity</em>, avança na floresta amazônica a partir dos estados de Rondônia e Mato Grosso. Enquanto isso, cresce a pressão por perfurações de petróleo na Foz do Amazonas. </span></p>
<h3>“A briga é de cachorro grande”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O doutor em Comunicação e especialista em Comunicação Rural pela Universidade de São Paulo (USP), Wilson da Costa Bueno, afirmou que "a briga é de cachorro grande". Para ele, o jornalismo deve ser politicamente atuante em favor da causa ambiental e abandonar a ideia de imparcialidade na hora de lidar com o interesse de grandes empresas. No programa de crédito rural deste ano, o Plano Safra, o Governo Federal anunciou quase R$ 520 bilhões para o agronegócio, destinado a grandes produtores, em comparação com os R$ 89 bilhões para a agricultura familiar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de ter uma população inferior à dos Estados Unidos e da China, o Brasil utiliza mais agrotóxicos, responsáveis por conservar as plantações, do que os dois somados. Dentro do maior consumidor do mundo, de acordo com relatório de 2021 da </span><span style="font-weight: 400">Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), é amplo o uso do glifosato, substância relacionada ao desenvolvimento de câncer em múltiplas pesquisas. </span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ambientalista Paulo Brack comentou ser necessária a discussão sobre diminuição do consumo de bens de modo geral e a desconcentração de capital em defesa do meio ambiente. Segundo o </span><span style="font-weight: 400">Global Wealth Report</span><span style="font-weight: 400"> 2024</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">elaborado pelo banco suíço UBS, o Brasil é o país mais desigual do mundo. “O sistema capitalista é um sistema que não consegue viver com limites e é preciso ter limites”, declarou Brack.</span></p>
<p><em>Texto: Jônathas Grunheidt, acadêmico de Jornalismo, estagiário na Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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				<title>Dia da Defesa da Fauna: projetos da UFSM fortalecem a conservação da biodiversidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/22/dia-da-defesa-da-fauna-projetos-da-ufsm-fortalecem-a-conservacao-da-biodiversidade</link>
				<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 14:00:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ciência cidadã]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Por meio da ciência cidadã e da educação ambiental, iniciativas como eFauna, PET Bio, Fauna UFSM e Olha o Passarinho! estimulam a participação da comunidade na preservação da fauna]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Dia Nacional da Defesa da Fauna, celebrado em 22 de setembro, foi instituído em 1980 por meio do <a href="https://www.redeodsbrasil.org/post/22-09-dia-da-defesa-da-fauna#:~:text=Por%20meio%20do%20Projeto%20de%20Lei%20n%C2%BA,Chico%20Mendes%20de%20Conserva%C3%A7%C3%A3o%20da%20Biodiversidade%20%28ICMBio%29%2C">Projeto de Lei nº 3.558</a>, com o objetivo de reforçar a importância da conservação da vida animal. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a fauna brasileira é a mais diversa do mundo: são mais de 100 mil espécies de animais, entre vertebrados e invertebrados, catalogadas no país. Apesar dessa riqueza, 1.173 espécies brasileiras correm risco de desaparecer da natureza, conforme aponta o <em data-start="920" data-end="977">Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção</em>, publicado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em 2018.</p>
<p data-start="1072" data-end="1441">Grande parte dessa fauna é endêmica, ou seja, só ocorre em território nacional, o que amplia a relevância da conservação. A preservação, no entanto, não depende apenas de pesquisas científicas ou de políticas públicas: qualquer cidadão pode colaborar. Esse é o princípio da ciência cidadã, que tem se consolidado como aliada fundamental na proteção da biodiversidade.</p>
<p data-start="1443" data-end="2048">Em abril de 2025, ocorreu a 10ª edição do Desafio da Natureza Urbana (<em data-start="1513" data-end="1536">City Nature Challenge</em>), que reúne mais de 700 cidades em todo o mundo, sendo 19 brasileiras. A iniciativa convida pessoas de todas as idades a observar e registrar a biodiversidade ao seu redor por meio do aplicativo <a href="https://www.inaturalist.org/">iNaturalist</a>, compartilhando informações com a comunidade científica global. O esforço coletivo mostra que cada registro, por menor que pareça, contribui para compreender e preservar a vida natural. Em Santa Maria, a UFSM segue nessa direção com projetos próprios que incentivam a comunidade a mapear a fauna local.</p>
<h2 data-start="2050" data-end="2061">eFauna</h2>
<p data-start="2063" data-end="2520">O aplicativo <a href="https://www.ufsm.br/2024/11/26/efauna">eFauna</a>, lançado em novembro de 2024 pela UFSM, busca formar uma rede de voluntários para catalogar a biodiversidade por meio de um banco de dados fotográfico das espécies vertebradas que habitam o campus. Com base nos princípios da ciência cidadã, qualquer pessoa pode participar: estudantes, servidores, professores, terceirizados ou frequentadores ocasionais. A única exigência é que os registros sejam feitos dentro dos limites do campus.</p>
<p data-start="2522" data-end="2824"><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.lorenzo.efauna&amp;hl=pt_BR">Disponível gratuitamente na Playstore</a>, o aplicativo reúne abas como <em data-start="2590" data-end="2608">Fauna em números</em>, <em data-start="2610" data-end="2630">Conhecendo a fauna</em>, <em data-start="2632" data-end="2647">Novo registro</em>, <em data-start="2649" data-end="2671">Mapa de avistamentos</em> e, em sua atualização mais recente, a opção <em data-start="2716" data-end="2755">Novo registro – acidentes com a fauna</em>, voltada a ocorrências como atropelamentos e colisões em vidraças.</p>
<p data-start="2826" data-end="3384">O número de espécies catalogadas cresceu no último ano, chegando a 355. Segundo a coordenadora do projeto, professora Marilise Krügel, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, o aumento foi mais expressivo entre as aves, que passaram de 232 para 247 espécies. “Quanto mais pessoas estiverem atentas aos animais que vivem no campus, mais informações serão obtidas e armazenadas em um banco de dados. Isso é o princípio da ciência cidadã. Que as pessoas formem uma rede de cidadãos ativos, colaborativos e voluntários em prol de uma causa, gerando conhecimento que pode se traduzir em ciência”, afirma.</p>
<p data-start="3386" data-end="4099">Entre os registros mais comuns nos primeiros meses do app estão a seriema e o teiú, maior lagarto do Rio Grande do Sul. Alguns avistamentos, no entanto, marcaram a biodiversidade local, como o primeiro registro em Santa Maria do caminheiro-de-barriga-amarela (<em data-start="3646" data-end="3664">Anthus hellmayri</em>), feito pela acadêmica de Biologia Roberta Rödel em julho de 2025. Também se destacam as capturas da marreca cri-cri (<em data-start="3783" data-end="3803">Spatula versicolor</em>), da marreca caucau (<em data-start="3825" data-end="3844">Nomonyx dominicus</em>) e de um gato-maracajá (<em data-start="3869" data-end="3887">Leopardus wiedii</em>), infelizmente atropelado na área nova da UFSM. O avistamento mais recente foi o do gavião-pernilongo (<em data-start="3991" data-end="4017">Geranospiza caerulescens</em>), registrado nas imediações da ponte seca, mas sem tempo hábil para fotografia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Marreca Cri-cri" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTY4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9NYXJyZWNhLUNyaS1jcmkucG5nIiwic2xpZGVzaG93IjoiM2NmZjQ2YyJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Cri-cri.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Cri-cri-300x229.png" alt="Foto horizontal colorida. No centro da imagem, está uma marreca cri-cri com peito amarelado coberto por manchas escuras, bico azul claro e cabeça com coloração preta e branca. Ele está em pé sobre uma vegetação baixa e verde. Da esquerda para a direita, há galhos finos e folhas desfocadas. De cima para baixo, o fundo desfocado mostra tons amarelados e marrons. Da frente para o fundo, o pato está entre vegetações verdes." /><figcaption>Marreca Cri-cri (Foto: Roberta Rodël)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Marreca Caucau" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTY5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9NYXJyZWNhLUNhdWNhdS5wbmciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzY2ZmNDZjIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Caucau.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Caucau-300x219.png" alt="Foto horizontal colorida. No centro da imagem, há duas marrecas cau cau nadando lado a lado em um corpo d’água. A da esquerda tem plumagem mais acinzentada e a da direita tem coloração marrom avermelhada. Há vegetação aquática dispersa. De cima para baixo, o reflexo dos patos aparece suavemente na água." /><figcaption>Marreca Caucau (Foto: Roberta Rodël)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Gavião Pernilongo" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTcwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9HYXZpYW8tUGVybmlsb25nby5wbmciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzY2ZmNDZjIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gaviao-Pernilongo.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gaviao-Pernilongo-300x200.png" alt="Foto horizontal colorida. Centralizado está um gavião-pernilongo cinza com peito rajado que está pousado em um galho seco. O galho se estende com algumas ramificações. Um céu azul claro ocupa quase todo o fundo." /><figcaption>Gavião Pernilongo (Foto: Dante Meller)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Gato Maracajá" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTcxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9HYXRvLU1hcmFjYWphLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjNjZmY0NmMifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gato-Maracaja.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gato-Maracaja-300x300.jpg" alt="Foto horizontal colorida. Um gato-maracajá está centralizado sobre a grama. Ele é de porte médio. Sua coloração é amarelo queimado com manchas pretas e tem olhos pretos e redondos." /><figcaption>Gato Maracajá (Foto: Felinos do Pampa)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Caminheiro de barriga acanelada" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTcyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9DYW1pbmhlaXJvLWRlLWJhcnJpZ2EtYWNhbmVsYWRhLnBuZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjNjZmY0NmMifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Caminheiro-de-barriga-acanelada.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Caminheiro-de-barriga-acanelada.png" alt="Foto horizontal colorida. Um caminheiro-de-barriga-amarela é um pássaro. Ele está centralizado sobre uma base de pedra envelhecida e com musgo. Ele é pequeno, tem coloração marrom claro com pintas e uma cauda marrom escura, além de pernas e patas laranjas claras." /><figcaption>Caminheiro de barriga acanelada (Foto: Roberta Rodël)</figcaption></figure></a>			
		<p data-start="4395" data-end="4784">Além de estimular os registros, a professora Marilise lembra da importância de alguns cuidados. Não alimentar os animais e evitar aproximações excessivas são medidas essenciais, especialmente nos meses de reprodução. O caso recente das <a href="https://www.ufsm.br/2025/08/25/seriemas-no-campus-da-ufsm-entenda-como-conviver-com-essas-aves">seriemas</a> reforça o alerta. “Com paciência e mantendo distância, é possível observar e fotografar sem causar incômodos”, explica.</p>
<p data-start="4786" data-end="5153">Para ela, iniciativas como o eFauna têm grande potencial de sensibilizar e podem resultar em pessoas mais atuantes em prol da conservação das espécies e de seus ambientes. “Apresentar conteúdo sobre a fauna do campus é algo necessário porque temos que falar sobre a coexistência com a fauna. O campus da UFSM não é só dos humanos e dos animais domésticos, outras 355, incluindo espécies de anfíbios, répteis, aves e mamíferos compartilham o espaço conosco. E, ainda, não estamos falando das espécies vegetais”, acrescenta.</p>
<h2 data-start="5155" data-end="5167">PET Bio</h2>
<p data-start="5169" data-end="5486">O Programa de Educação Tutorial de Ciências Biológicas (PET Bio) também atua na preservação e divulgação da biodiversidade por meio de um levantamento da fauna do campus. A iniciativa difere do eFauna principalmente na forma de armazenamento e disponibilização dos dados, além de incluir registros de invertebrados.</p>
<p data-start="5488" data-end="5787">O projeto oferece certificado de 20 horas de Atividade Complementar de Graduação (ACG) aos 10 alunos que mais enviarem fotografias de espécies ao perfil do <a href="https://www.instagram.com/petbioufsm?igsh=MTR1bzVya2FocnRnMw%3D%3D">PET Bio no Instagram</a>. Para participar, basta registrar os animais dentro do campus, garantindo imagens de boa qualidade para a identificação.</p>
<p data-start="5789" data-end="5909">Segundo o PET Bio, além de contribuir para a ciência cidadã, os registros poderão subsidiar futuras pesquisas na UFSM.</p>
<h2 data-start="5911" data-end="5926">@faunaufsm</h2>
<p data-start="5928" data-end="6330">O perfil <a href="https://www.instagram.com/faunaufsm/">Fauna UFSM</a>, no Instagram, é gerenciado por Arlei Antunes, integrante da equipe de vigilância noturna da Universidade e apaixonado por Biologia. Ele criou a página para popularizar a biodiversidade do campus por meio das redes sociais. “Percebo que sem a página, essas espécies não teriam ocorrência conhecida no campus, e elas são importantes para mostrar a relevância da conservação e da preservação da natureza daqui”, diz.</p>
<p>Arlei explica que várias pessoas participam de grupos de observação de aves, ou registram animais por hobby e acabam por não divulgar as imagens. Por isso, a página do Fauna UFSM surge para engajar um público mais amplo e gerar visibilidade para a causa da biodiversidade. Ele conta que conseguiu, em um ano, aumentar a lista oficial de registros de espécies no campus, com espécies relevantes como tamanduá-mirim e o veado catingueiro — este último, ameaçado de extinção.</p>		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="pica pau" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc2IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9waWNhLXBhdS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzOWM4N2QzIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/pica-pau.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/pica-pau-300x199.jpg" alt="Pica-pau-verde-barrado próximo da piscicultura (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Pica-pau-verde-barrado próximo da piscicultura (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="capivara" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9jYXBpdmFyYS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzOWM4N2QzIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/capivara.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/capivara-300x200.jpg" alt="Capivara o açude da estrada do Jardim  Botânico (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Capivara o açude da estrada do Jardim  Botânico (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="urubu" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC91cnVidS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzOWM4N2QzIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/urubu.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/urubu-300x193.jpg" alt="Urubu-de-cabeça-preta, registro feitos no Tambo (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Urubu-de-cabeça-preta, registro feitos no Tambo (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="jacuguaçu" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9qYWN1Z3VhY3UuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiMzljODdkMyJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/jacuguacu.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/jacuguacu-300x199.jpg" alt="Jacuguaçu nos fundos da Piscicultura. (Foto: Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Jacuguaçu nos fundos da Piscicultura. (Foto: Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a>			
		<h2 data-start="6666" data-end="6689">Olha o Passarinho!</h2>
[caption id="attachment_70573" align="alignright" width="499"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/olha-o-passarinho.jpg" alt="" width="499" height="375" /> Atividade do grupo em Arroio do Só (Foto: Instagram Olha o passarinho!)[/caption]
<p data-start="6691" data-end="7226">O programa de extensão <a href="https://www.instagram.com/projeto_olhaopassarinho/">Olha o Passarinho!</a> atua junto a estudantes do terceiro ao sexto ano do ensino fundamental, com foco na educação ambiental e na divulgação da avifauna regional. Marilise Krügel, coorientadora do projeto, destaca a importância de sensibilizar desde a infância: "As crianças costumam conhecer a fauna exótica como elefantes, girafas e leões e, geralmente, pouco conhecem as espécies da fauna silvestre. No Rio Grande do Sul, temos dois biomas, Pampa e Mata Atlântica, com uma espetacular riqueza de espécies animais e vegetais que precisam ser abordadas em destaque em todos os níveis de ensino”.</p>
<p data-start="5928" data-end="6330">Há 13 anos, o Olha o Passarinho! atua na divulgação e apresentação de aves às crianças. Marilise acredita que a prática de observação de aves é uma poderosa ferramenta de sensibilização e educação ambiental. O projeto desperta o interesse das crianças e convida a observar as aves em liberdade, refletir sobre a caça ilegal, o tráfico de animais e apreciar a natureza sob uma nova perspectiva.</p>
<p data-start="5928" data-end="6330">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CT elaboram projetos para o Parque Natural Municipal dos Morros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/22/estudantes-do-ct-elaboram-projetos-para-o-parque-natural-municipal-dos-morros</link>
				<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 17:51:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Expressão Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de química]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7206</guid>
						<description><![CDATA[Disciplina extensionista “Engenharia e Sociedade” promove aprendizado prático e contribui para preservação ambiental em parceria com a Prefeitura de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7207,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/IMG_0804-1024x768.jpg" alt="" />
<figcaption>Turma da disciplina "Engenharia e sociedade" 2025/2</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O <a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/ambiental/715-parque-natural-municipal-dos-morros"><em><strong>Parque Natural Municipal dos Morros (PNMM)</strong></em></a> é um dos maiores patrimônios ambientais de Santa Maria: uma unidade de conservação localizada em uma zona de transição geomorfológica e fitoecológica, rica em fauna e flora. Agora, ele será também cenário de uma nova iniciativa de extensão universitária da UFSM. A disciplina Engenharia e Sociedade, ofertada aos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária, desenvolverá uma série de projetos voltados à melhoria do Parque. Os estudantes irão dedicar o semestre à elaboração de propostas que contemplem tanto a infraestrutura quanto a preservação ambiental do parque, fechado ao público desde a enchente que danificou o acesso.</p>
<p>A disciplina “Engenharia e Sociedade” <a href="https://ufsm.br/r-375-4460"><b><i>criada em 2023</i></b></a>, no contexto da reestruturação curricular do Centro de Tecnologia, é ofertada pelo professores Alejandro Ruiz Padillo, do Departamento de Transporte, Elisandra Maziero, do Departamento de Expressão Gráfica, Tatiana Cureau Cervo, do Departamento de Transporte, e Vanessa Schmidt Giacomelli do Departamento de Química. A cadeira surgiu como forma de atender à obrigatoriedade de carga horária de extensão nos cursos de graduação (faz parte da carga horária de 60 horas de extensão exigida) e contribui também para as cerca de 400 horas de atividades extensionistas necessárias para a conclusão do curso. Nos semestres anteriores, a disciplina desenvolveu projetos para a EMEF Aracy Barreto Sacchis e <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/08/estudantes-do-ct-entregam-projetos-de-melhoria-para-escola-de-educacao-infantil-em-atividade-extensionista"><em><strong>EMEI Vila Jardim</strong></em></a>.</p>
<p>A ideia para este semestre surgiu quando Amanda Spode, ex-aluna da disciplina e atualmente engenheira na Secretaria de Município de Meio Ambiente, indicou a possibilidade da colaboração entre CT e Prefeitura Municipal. “É gratificante ver que a disciplina já começa a gerar frutos. Para nós, é uma alegria imensa quando o aluno formado retorna à universidade com demandas reais da sociedade”, comenta a professora Tatiana Cervo.</p>
<p>A disciplina busca simular, em sala de aula, a realidade do ambiente de trabalho. Os estudantes são divididos em grupos interdisciplinares, misturando diferentes cursos e semestres pois, segundo o professor Alejandro Padillo, “cada integrante tem conhecimentos distintos: uns dominam softwares, outros trazem experiências de estágios ou disciplinas avançadas”. Cada grupo recebe uma demanda específica, mas todas com o mesmo objetivo. São desafios parecidos com os que os acadêmicos vão encontrar no mercado de trabalho.</p>
<p>A dinâmica da disciplina é sempre a mesma: escolhe-se uma instituição parceira que apresenta suas demandas; os alunos realizam uma visita técnica e, a partir daí, trabalham em grupos mistos para propor soluções. Neste semestre, contudo, houve um desafio extra: o Parque dos Morros segue fechado, o que limita o contato dos acadêmicos ao encontro presencial no local. “Iremos conseguir visitar com os estudantes apenas uma vez. O restante do trabalho será feito com base em dados técnicos, no plano de manejo e nas informações que a Secretaria nos repassar”, detalha a professora Tatiana Cureau Cervo.</p>
<p>As demandas, segundo os docentes, incluem desde melhorias estruturais até estratégias de educação e preservação ambiental. “O parque tem mirantes que oferecem vistas privilegiadas da cidade, uma fauna diversa e potencial para se tornar um espaço de lazer sustentável. Entre os desafios está justamente conciliar a conservação com a possibilidade de uso público”, informa a professora Vanessa Giacomelli.</p>
<p>O resultado final será a entrega de relatórios e projetos técnicos preliminares, acompanhados de orçamentos estimativos. Esses materiais podem servir de base para que a Prefeitura viabilize recursos e, no futuro, implemente parte das propostas. Ao possibilitar que jovens engenheiros atuem diretamente em um patrimônio natural ainda pouco conhecido dos santamarienses, a UFSM fortalece a integração entre universidade, poder público e sociedade civil. O Parque dos Morros, mais do que um local de preservação, transforma-se também em sala de aula viva e espaço de inovação social.</p>
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<p><i>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
<p><i>Foto: Lia Guerreiro</i></p>
<p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a><i>!</i> <i>Siga o CT nas redes sociais: </i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><i>Facebook</i></a><i> e </i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><i>Instagram</i></a><i>!</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Alerta sobre seriemas no campus sede</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/22/alerta-sobre-seriemas-no-campus-sede</link>
				<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:28:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[seriema]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70251</guid>
						<description><![CDATA[Evite se aproximar ou alimentar animais silvestres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class=" wp-image-70255 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-11.23.02-240x300.jpeg" alt="Card colorido com a ilustração de uma seriema, com as palavras: &quot;Atenção, animais silvestres no campus. Evite aproximações&quot; " width="316" height="395" />A UFSM informa que foram registrados, nas últimas semanas, casos de ataques de seriemas a pessoas no campus sede da UFSM, em Santa Maria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como possível explicação, considera-se a hipótese de nidificação por parte das aves no campus, ou seja, a ação de construir um ninho para abrigar ovos e filhotes. Embora o período típico de postura de ovos ocorra na primavera, alterações climáticas recentes podem ter antecipado esse comportamento em função de temperaturas elevadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante disso, a instituição orienta que estudantes, docentes, TAEs, terceirizados e demais pessoas que circulam pelo campus </span><span style="font-weight: 400">mantenham distância segura dos animais</span><span style="font-weight: 400">, evitando aproximações que possam resultar em novos acidentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também é fundamental que não se ofereça alimentos a esses ou quaisquer outros animais silvestres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tais animais são protegidos por legislação ambiental, conforme o Art. 29 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), sendo vedada qualquer forma de perseguição, captura ou remoção sem autorização dos órgãos competentes.</span></p>
<p><b>Retirada dos animais</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Setor de Planejamento Ambiental da UFSM realizou consulta à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), responsável pela licença ambiental concedida à Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A orientação do órgão ambiental é de que, por se tratarem de animais silvestres de vida livre e em aparente bom estado de saúde, não há indicação técnica para a remoção do ambiente universitário. A retirada dos animais poderia acarretar impactos negativos à fauna local, razão pela qual essa medida não é recomendada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ação indicada é de informar a comunidade e alertar para que mantenham distância segura dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É importante frisar que esses animais são protegidos pelo Estado, conforme o Art. 29 da legislação:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, capturar, exterminar (sinônimo de matar), depauperar, coletar ou utilizar espécimes da fauna silvestre ou exótica sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400">Contamos com a colaboração de todas e todos para a convivência harmoniosa com a fauna silvestre presente no ambiente universitário.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série de palestras on-line promove diálogo entre escolas do campo e temas emergentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/07/serie-de-palestras-on-line-promove-dialogo-entre-escolas-do-campo-e-temas-emergentes</link>
				<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 20:02:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70073</guid>
						<description><![CDATA[A primeira palestra, no dia 18, será sobre “Paulo Freire e as culturas ancestrais de Abya Yala”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/1-2-1.jpeg"><img class=" wp-image-70075 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/1-2-1-237x300.jpeg" alt="" width="499" height="632" /></a>A partir do dia 18 de agosto, o Grupo Girassol (Grupo de Pesquisa em Agroecologia, Educação do Campo e Inovações Sociais) realiza em seu <a href="https://www.youtube.com/capacitacaodigitalufsm" target="_blank" rel="noopener">canal no Youtube</a> uma série de 35 palestras on-line, abertas a toda a comunidade, com atividades previstas até o dia 15 de dezembro. Serão duas palestras semanais, na segunda e quarta-feira, sempre às 19h, integrando a programação do evento Temas Emergentes, cuja 5ª edição tem como tema central “Dialogando com as escolas do campo: cultivando saberes na formação docente”. O primeiro encontro será uma palestra com o professor Reinaldo Matias Fleuri, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que vai falar sobre “Paulo Freire e as culturas ancestrais de Abya Yala”.

O evento é realizado em parceria entre vários cursos e grupos da UFSM, além de outras entidades: Grupo Girassol; Núcleo Conversar (Biologia Cultural, Educação, Sustentabilidade e Transformação Humana); programas de pós-graduação em Extensão Rural e Geografia; cursos a distância (EaD) de licenciatura em Educação do Campo, Geografia, Letras/Português, Pedagogia e Física; curso presencial de licenciatura em Geografia; rede municipal de ensino de Cachoeira do Sul; Arco Editores; fóruns estaduais de coordenadores de polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) do Rio Grande do Sul e Espírito Santo.

Os interessados em participar devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfzZqbU0ukbhV2To3sFYXpBzyooWhL_d2O-CxSGG_O-GIonmQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também consta a programação completa. Aos participantes, será concedido certificado de 80 horas de atividades.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dissertação elaborada no milpa está entre as vencedoras do Prêmio Intercom Nacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/07/25/dissertacao-elaborada-no-milpa-esta-entre-as-vencedoras-do-premio-intercom-nacional</link>
				<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 20:26:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=140</guid>
						<description><![CDATA[A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e integrante do milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Anna Júlia Carlos da Silva, conquistou o 3.º lugar no Prêmio Intercom de Pesquisa em Comunicação 2025, na categoria Mestrado Acadêmico. A dissertação “O lugar do jornalismo diante das emergências socioambientais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e integrante do milpa - laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Anna Júlia Carlos da Silva, conquistou o 3.º lugar no Prêmio Intercom de Pesquisa em Comunicação 2025, na categoria Mestrado Acadêmico. A dissertação “O lugar do jornalismo diante das emergências socioambientais nos discursos de repórteres" foi defendida em 2024 sob orientação do professor Reges Schwaab, parceria que permanece no doutorado.</p><p>A obra, em diálogo com perspectivas críticas latino-americanas, analisa os discursos de jornalistas fundadores da iniciativa amazônica independente Sumaúma: Jornalismo do centro do mundo. Ao investigar métodos de reportagem e discutir o lugar do jornalismo diante de crises comuns à América Latina, a pesquisa destaca práticas não-hegemônicas que emergem em resistência às estruturas tradicionais do campo.</p><p>A premiação, promovida pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), tem como objetivo valorizar a produção científica de qualidade da área em nível nacional, avaliando critérios como contribuição acadêmica, relevância e atualidade, abordagem teórico-metodológica e qualidade textual. O resultado foi divulgado no dia 24 de julho de 2025. Neste ano, a premiação ocorre em setembro, no Centro Universitário FAESA, em Vitória, ES. A pesquisadora receberá certificado e troféu.</p><p>A dissertação pode ser acessada no <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/31703">Manancial da UFSM</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        