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				<title>Catástrofe climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/29/catastrofe-climatica</link>
				<pubDate>Thu, 29 May 2025 20:32:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
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						<description><![CDATA[Um ano após as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul, reportagem multimídia mostra como a Universidade contribui para mitigar o problema
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Colapso-nos-municipios-do-RS.jpg" alt="Imagem colorida horizontal de um mapa do Rio Grande do Sul em azul, com fundo em marrom, que destaca o fato de 95% dos municípios terem sido afetados pelas enchentes de 2024" />													
		<p>Abril e maio de 2024. Neste período, o Rio Grande do Sul entrou em colapso. Chuvas intensas atingiram 471 das 497 cidades gaúchas, aproximadamente 95% dos municípios, e deixaram mais de 600 mil pessoas fora de casa - os dados são da Defesa Civil do estado. A falta de uma preparação adequada do Poder Público para conter as enchentes ocasionou diversas consequências que perduram até os dias de hoje, um ano após a calamidade.</p><p>Na Região Central, mais especificamente no município de Silveira Martins, a coproprietária da loja Massas do Vale, Cleci Bianchi, ainda sente os impactos da catástrofe em seu negócio. “Eu perdi todo o estoque de massas. Eu perdi tudo. A gente tinha um gerador, que só conserva, não congela. Eu consegui [retomar], mas não muito, porque não tinha estrada nem ponte para as pessoas virem buscar [os produtos]. Até agora <i style="color: #000000;font-size: 1rem">tá</i> difícil. Muito difícil”, revelou.</p><p>Outra vítima naquela cidade foi Maria Fighera. Ela conta que no dia 30 de abril de 2024, em um momento de descanso logo após o almoço, sua família ouviu um barulho estranho e, ao olhar para o lado de fora, notou deslizamentos em um morro próximo à estrutura do seu empreendimento. Além dos presentes precisarem sair de casa, o maquinário utilizado foi levado com as enchentes e os animais, mortos.</p><p>Ela conta que, embora o prejuízo financeiro tenha sido grande, nenhuma vida humana foi perdida. “Ficamos mais de um mês sem poder sair de carro. Só pudemos sair depois que veio uma retroescavadeira que abriu a estrada, fazendo um desvio. Ficamos 15 dias sem luz, 20 dias sem internet. Ainda bem que tínhamos em casa um gerador, só faltava a gasolina”, relembrou. A única forma de saber sobre a situação dos vizinhos era pessoalmente.</p><p>Santa Maria está entre os municípios atingidos e, consequentemente, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que precisou lidar com o acontecido. O Campus Sede teve de ser <a href="https://www.ufsm.br/2024/04/30/ufsm-orienta-para-evacuacao-do-campus-e-suspensao-das-atividades-academicas-e-administrativas">evacuado</a> e as atividades acadêmicas suspensas por 20 dias. Na sequência, foi revelado que o acervo do Departamento de Arquivo Geral da Universidade, que ficava localizado no subsolo da Reitoria, foi <a href="https://www.ufsm.br/2024/04/30/nota-sobre-o-incidente-com-o-acervo-da-ufsm">comprometido</a>.</p><p>Também afetada por toda essa situação, a Instituição recorreu ao ensino, à pesquisa e à extensão, com projetos voltados à mitigação dos danos causados tanto na cidade quanto fora, colocando-se na linha de frente da rede de apoio ao Estado. Ações foram desenvolvidas em diferentes esferas para entender a complexidade da aflição que o Rio Grande do Sul viveu ao mesmo tempo em que as vítimas eram auxiliadas. Contudo, isso não basta: a UFSM segue trabalhando para evitar que esse pesadelo aconteça novamente em território gaúcho.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Precipitacao-Tipica-vs-diaria.jpg" alt="Imagem colorida horizontal que destaca, em mapa do RS em azul, com fundo em marrom, o fato de que choveram 600 milímetros em um único dia em cidades da Serra Gaúcha" />													
		<h3><b>Universidade contribui para diminuir perdas no campo</b></h3><p>Um exemplo de ação desenvolvida pela UFSM associada à catástrofe climática é o projeto de divulgação de boletins agrometeorológicos para profissionais envolvidos com o agronegócio em Cachoeira do Sul. A iniciativa, coordenado pela professora Zanandra Oliveira, foi criada em 2017 em uma parceria entre o curso de Engenharia Agrícola com o Grupo Metos, empresa que trabalha com o monitoramento climático.</p><p>A ideia é adquirir dados relativos aos horários, temperatura, umidade relativa, chuva e velocidade do vento em Cachoeira do Sul, em tempo real, para, dessa forma, gerar boletins informativos que ajudem os produtores a tomar as melhores decisões. As informações são disponibilizadas <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cachoeira-do-sul/estacao-meteorologica-da-ufsm-cs">em uma página específica no site da UFSM</a> todo início de mês com gráficos sobre o mês anterior, fazendo um comparativo. Como o trabalho começou há aproximadamente oito anos, ainda não é possível definir um padrão no município no que diz respeito ao clima.</p><p>“As informações meteorológicas são importantes para todas as áreas do conhecimento. A gente vai pensar nas engenharias, todo o planejamento de obras é muito importante. Para o curso de Engenharia Agrícola, a gente tem uma relação direta do clima com as atividades agropecuárias. Então, é fundamental. Seria impossível a gente realizar as atividades de ensino e de pesquisa sem ter acesso a essas informações. É o clima que explica a variabilidade da educação das culturas, o bem-estar dos animais de produção. É um instrumento fundamental e necessário para essa área do conhecimento”, destacou Zanandra.</p><p>No dia 3 de junho de 2024, as secretarias da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul divulgaram um relatório acerca das perdas na produção rural causadas pelas chuvas. De acordo com o documento, elaborado com dados coletados entre 30 de abril e 24 de maio, mais de 206 mil propriedades foram afetadas por todo o Estado, prejudicando 48.674 produtores. Ao todo, 19.190 famílias tiveram perdas relacionadas às estruturas dos empreendimentos, como galpões, armazéns e estufas.</p><p>Em território cachoeirense, também surgiu, em 2020, durante a pandemia, o projeto <a href="https://pacomecsufsm.wixsite.com/ufsm-cs">PaComê</a>, que consiste na promoção de teorias acerca da preparação de alimentos e o conhecimento por trás da prática. A ação tem uma parceria com a Escola Estadual Coronel Ciro Carvalho de Abreu desde 2024 e tem os jovens alunos como os responsáveis por “colocar a mão na massa”, em uma horta localizada na instituição. O objetivo é construir uma rede de entusiastas sobre a saúde alimentar, o plantio agroecológico e a culinária com produtos naturais.</p><p>A professora da UFSM, Mariana Coronas, coordenadora da iniciativa, explica os benefícios da autoprodução, levando em conta os problemas que a cidade teve durante a catástrofe climática do ano passado: “Cachoeira ficou por alguns dias desconectada. Fecharam vários acessos. A gente ficou alguns dias com os supermercados desabastecidos principalmente de produtos perecíveis. Os produtores locais, mesmo que tenham tido suas perdas, continuaram produzindo. Ter essa produção local, em casa, te dá uma certa autonomia para que, eventualmente, quando acontecerem esses eventos, ainda tenha essa fonte”.</p><p>O professor da escola cachoeirense, Volni Oestreich, destaca um dos cuidados que o grupo procura ter durante a atividade: “nós evitamos ao máximo o uso de qualquer produto químico. Então, aqui, o aluno planta, rega, colhe e entrega na cozinha da cantina. Ele mesmo acaba conseguindo participar de todo o processo do plantio e cuidado durante o crescimento. Todos esses produtos são utilizados na escola, consumidos pelos alunos e professores”.</p><p>Uma das responsáveis por atuar é Vanderleia dos Santos, estudante do curso de Engenharia Agrícola da UFSM em Cachoeira do Sul. Ela fez ensino médio na Ciro Carvalho e, através do PaComê, retornou para ajudar os atuais alunos. “Agora, com as mudanças climáticas, o fato de a gente ter essa segurança alimentar, de produzir alimentos, de ter contato com algo mais sustentável também, faz a diferença. É bem mais gratificante, saudável, e a gente consegue mostrar para eles na prática”, comentou. Ainda, na visão da acadêmica, os jovens já estão bem mais conscientes com as práticas da ação.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Estradas-do-RS-sobrem-Danos.jpg" alt="Imagem colorida horizontal do mapa do RS, com fundo marrom, e caixa de texto com 80% das estradas gaúchas afetas" />													
		<h3><b>Resistir para diminuir os impactos de novos catástrofes</b></h3><p>A catástrofe climática também chamou a atenção dos pesquisadores da UFSM no que diz respeito à infraestrutura ambiental dos municípios. O projeto “Resiliência de redes de transporte em eventos extremos”, coordenado pelo professor Felipe Caleffi, também do campus de Cachoeira do Sul, é um exemplo. A iniciativa tem como objetivo modelar, por meio de um simulador, todas as 497 cidades do Rio Grande do Sul para entender o efeito das fortes chuvas e como elas afetam o transporte público e o transporte de emergência, como ambulâncias, viaturas da polícia e caminhões dos bombeiros.</p><p>O grupo tem a parceria da Defesa Civil do Estado, entidade que estuda quais áreas do Rio Grande do Sul são as mais críticas e devem ser modeladas com mais urgência. Com o trabalho, espera-se que seja realizado um planejamento melhor quando as crises ocorrerem. “As cidades podem se planejar melhor para quando os próximos eventos ocorrerem. A gente imagina que em algum momento vá acontecer de novo. De posse desses dados, dessas simulações, a gente consegue entender melhor os cenários”, explicou Caleffi.</p><p>Conforme <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ihu.unisinos.br/639969-infraestrutura-comprometida-chuvas-afetaram-mais-de-80-das-estradas-no-rs">reportagem publicada</a> pelo Instituto ClimaInfo, em 4 de junho de 2024, 80% das estradas gaúchas foram prejudicadas com a catástrofe climática - aproximadamente 13,7 mil quilômetros. No mesmo texto, mas com dados do G1, constata-se que 4.521 km de vias públicas foram afetadas, “distância mais do que suficiente para atravessar o Brasil de Norte a Sul (4.397 km) e de Leste a Oeste (4.320 km)”.</p><p>Na área da arquitetura e do urbanismo, é desenvolvido o projeto Santa Maria Mais Verde Mais Resiliente. A iniciativa, que tem como coordenador o professor Edson Luiz Bortoluzzi, busca aumentar a resiliência ambiental da cidade por meio da integração de políticas urbanas e da implantação de sistemas de espaços livres.</p><p>Segundo o docente, há pelo menos 20 anos são feitas discussões na Universidade acerca da promoção de uma infraestrutura sustentável. A iniciativa, contudo, surgiu realmente a partir das enchentes de maio de 2024. A ideia é propor o desenvolvimento de espaços ambientalmente adequados a fim de proteger possíveis vítimas, uma vez que, na visão de Bortoluzzi, o problema não é a enchente nem o deslizamento, mas a localização das moradias em áreas onde acontecem desastres climáticos.</p><p>“As pessoas atingidas são aquelas de mais baixa renda. Alguns ainda dizem ‘ah, invadiram aquele lugar’. Não, estão ocupando aquele lugar porque foi o que sobrou para elas. A questão da habitação é chave, fundamental”, detalhou o professor. A proposta também envolve a região da Quarta Colônia, em parceria com o <a style="font-size: 1rem" href="https://www.geoparquequartacolonia.com.br/home">Geoparque Quarta Colônia</a>, e tem a intenção de, além de pensar na infraestrutura, investir simultaneamente no aspecto social que envolve a vulnerabilidade ambiental.</p><p>“A gente tem que ter espaços para caminhar, para fazer exercícios. [Tem] a questão da saúde mental, porque quando a gente fala em exercícios e parques não é só [sobre] saúde física, é a saúde mental também. E esses espaços verdes, essas áreas verdes (...) certamente tem que estar atrelados na ideia de reduzir as enchentes”, destacou Bortoluzzi.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Propriedades-rurais-afetadas-1-1.jpg" alt="Imagem colorida horizontal de mapa do RS com destaque com o total de 206 mil propriedades rurais afetadas durante as enchentes" />													
		<h3><b>‘Todo desastre tem uma linha do tempo’</b></h3>
<p>É normal ocorrerem tempestades severas entre abril e maio, com ventos fortes e até mesmo granizo, no Rio Grande do Sul. Entretanto, a razão por trás da catástrofe climática diz respeito a uma situação de bloqueio das ondas atmosféricas. Isso significa que não houve uma intercalação entre períodos de chuva e tempo seco, o que fez com que a tempestade ficasse parada e o nível de água na Terra aumentasse. As informações são de acordo com o professor do Programa de Pós-Graduação em Meteorologia e coordenador do Grupo de Modelagem Atmosférica de Santa Maria (GruMA) da UFSM, Vagner Anabor.</p>
<p>Ainda, segundo o docente, esse entrave ambiental durou cerca de duas semanas. Na Região Central, mais de 250 milímetros de chuva caíram em um único dia, enquanto lugares como a Serra Gaúcha sofreram com 600 milímetros por dia. Tipicamente, entre abril e maio, são cerca de 150 milímetros por mês. “Esses fenômenos foram muito intensos no estado do Rio Grande do Sul. Posso falar tranquilamente que é o maior desastre já ocorrido porque, para ter uma situação de desastre, a gente precisa ter: um fenômeno acontecendo, uma população exposta a esse fenômeno e que essa população exposta seja vulnerável, não esteja preparada”, afirmou Anabor.</p>
<p>A professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Márcia Amaral, evidencia a temporalidade da situação: “todo desastre tem uma linha do tempo. O desastre nunca começa quando eclode, começa muito tempo antes, e nunca termina em uma data específica. Ele perdura por longos anos na vida de uma comunidade”. Para ela, durante a crise climática, foi possível ver os governos do Estado convocando especialistas de fora para estudar a recuperação de toda a área atingida, mesmo que houvesse soluções “caseiras”, com muita expertise. “Nós criamos uma rede de emergência climática no Rio Grande do Sul reunindo mais de 100 cientistas e buscando justamente que essas pessoas tivessem alguma força junto à mídia, junto à imprensa e junto aos governos, para que esse conhecimento gerado dentro das universidades pudesse também ser acessado nos momentos práticos da recuperação do Estado”.</p>
<p>Na visão de Anabor, hoje, a UFSM forma os melhores previsores de tempo severo do Brasil, com as instituições de ensino superior gaúchas sendo referência na formação de profissionais da meteorologia. Contudo, pela falta de estrutura, os outros estados ficam com essa mão de obra. “A tecnologia que nós dominamos na UFSM permite prever e antecipar esses fenômenos com grande eficiência. A qualificação técnica e o preparo das comunidades é o que a gente precisa, encontrar meios de transferir essa informação lá para ‘a ponta’ da sistema, porque se uma pequena escola do interior não estiver preparada para o desastre e as pessoas não tiverem consciência do problema nem de como reagir a uma situação de emergência, por menor que seja o fenômeno, vai ser muito grave”, afirmou.</p>
<p>Outra ação desenvolvida pela Universidade foi a Sociologia do Alerta, coordenada pela professora do curso de Ciências Sociais, Mari Cleise Sandalowski, que está à frente do projeto Catástrofes Sócio Climáticas. A iniciativa surgiu durante as enchentes de 2024 com o questionamento de como a área das ciências sociais poderia contribuir. A resposta: realizando um mapeamento das características sócio-culturais das comunidades que sofreram com questões de ordem ambiental não só no último ano, mas desde a década de 1990.</p>
<p>Na primeira etapa, o que mais chamou a atenção da docente foi que, no Rio Grande do Sul, há uma ocorrência de eventos que destoa do resto do Brasil. Enquanto no país é possível identificar elementos de ordem climatológica com o passar do tempo, em território gaúcho, de 15 anos para cá, são eventos de ordem hidrológicas. Em Santa Maria, regiões de bairros como Tancredo Neves, Chácara das Flores, Itararé, KM3 e Camobi são as mais afetadas pelas ocorrências.</p>
<p>Na Sociologia do Alerta, uma questão que também é abordada é a memória dos moradores dessas localidades. Mari Cleise conta que não é simples fazer com que uma pessoa, apesar das claras questões ambientais, deixe um lugar. “Não é suficiente você simplesmente retirar as famílias de um local e alojá-las em outro. Você não leva em consideração a memória afetiva, os laços com a vizinhança, os laços familiares, a questão da rede de apoio. Como fica a questão afetiva? O que é um risco, afinal? Para uma população que muitas vezes está em uma situação de precariedade social, de baixa renda, que não tem acesso ao saneamento básico, à segurança pública, à educação dentro dos fatores. Essas questões também são de risco”, pontuou.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Vagner-Anabor-2.jpg" alt="Imagem colorida horizontal de um mapa do RS em infográfico. A imagem traz a fala do professor Vagner Anabor: se uma pequena escola do interior não estiver preparada para o desastre e as pessoas não tiverem consciência do problema nem de como reagir a uma situação de emergência, por menor que seja o fenômeno, vai ser muito grave" />													
		<h3><b>Enfrentamento exige esforço conjunto</b></h3><p>Uma coisa é certa: apesar das investidas de instituições como a UFSM e do próprio Governo Federal, fortes chuvas, acompanhadas de ventos intensos e descargas elétricas, seguirão acontecendo no Rio Grande do Sul. No período em que a catástrofe climática completou um ano, a Defesa Civil gaúcha emite diferentes alertas para moradores de diferentes regiões do Estado acerca de possíveis transtornos que poderiam ocorrer.</p><p>A Secretaria Extraordinária da Presidência da República de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul (SERS), criada em meio às enchentes por meio de uma Medida Provisória, hoje não tem mais status de ministério. A pasta, então comandada por Paulo Pimenta, foi extinta no dia 20 de dezembro.</p><p>O objetivo principal da SERS foi organizar as demandas do Rio Grande do Sul e facilitar o envio de verbas do Governo Federal que, ao todo, investiu R$ 98,7 bilhões em medidas de reconstrução e apoio ao Estado. Desse montante, R$ 42,3 bilhões já chegaram “às mãos” do povo gaúcho entre repasses aos municípios afetados, criação de novas casas, descontos em dívidas, reformas em escolas e unidades básicas de saúde e compra de medicamentos.</p><p>A agora Secretaria para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul integra a Secretaria-Executiva da Casa Civil, do ministro Rui Costa, e deverá ser extinta em 30 de maio deste ano. Emanuel Hassen de Jesus, o Maneco, ex-prefeito de Taquari que, em 2023, foi secretário de Comunicação Institucional da Secretaria de Comunicação Social, é quem hoje dirige o setor.</p><p> </p><p>O enfrentamento de catástrofes climáticas exige muito mais do que ações emergenciais durante os episódios e medidas de reconstrução após os eventos extremos. É necessário que os poderes públicos municipal, estadual e federal, as instituições, a iniciativa privada e as comunidades estejam melhores preparados antes da ocorrência de tempestades, enchentes ou deslizamentos. Tudo começa com o entendimento de que o clima gaúcho sofre com situações extremas e que o ‘novo normal’, resultante do aquecimento global, intensifica isto. Diminuir riscos para todos abrange a compreensão de que o preparo deve levar em consideração aspectos ambientais, tecnológicos, econômicos, sociais e culturais.</p><p><em><strong>Repórter Universitário é um projeto da Agência de Notícias e da TV Campus com o objetivo de produzir conteúdo multimídia e multiplaforma por estudantes de Comunicação Social sob a supervisão de técnicos da área</strong></em></p><p><em><b>Reportagem digital</b>: Pedro Pereira (jornalista)</em></p><p><em><strong>Reportagem audiovisual</strong>: Milene Eichelberger (jornalista) </em></p><p><em><strong>Captação de imagens</strong>: Felippe Richardt (técnico em audiovisual), Leonardo Dalla Porta (publicitário) e Taiane Wendland (acadêmica de Produção Editorial, bolsista da TV Campus)</em></p><p><em><b>Edição de imagens</b>: </em><em style="color: #000000;font-size: 16px">Felippe Richardt (técnico em audiovisual) e Taiane Wendland (acadêmica de Produção Editorial)</em></p><p><em><strong>Arte: </strong>Daniel Michelon De Carli (analista de TI e designer)</em></p><p><em><strong>Edição</strong>: Mariana Henriques (jornalista) e Maurício Dias (jornalista)</em></p><p><em><strong>Supervisão geral</strong>: Felippe Richardt (TV Campus) e Mariana Henriques (Agência de Notícias)</em></p>https://www.youtube.com/watch?v=7GAwz_Ds2LY]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série “Futuros Possíveis” promoverá evento sobre comunicação em desastres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2024/05/23/serie-futuros-possiveis-promovera-evento-sobre-comunicacao-em-desastres</link>
				<pubDate>Thu, 23 May 2024 15:46:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[futuros possíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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						<description><![CDATA[Marcado para o Dia Mundial do Meio Ambiente, evento contará com palestra, painel e roda de conversa on-line com a participação de jornalistas e pesquisadores/as]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Os desafios da comunicação e informação no contexto de desastres será tema de evento promovido pela série <em>Futuros Possíveis - Encontros de Pesquisa,</em><b> </b>no Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho. A iniciativa procura ampliar e aprofundar as reflexões em torno da área da comunicação diante da emergência climática e de desastres socioambientais, como o enfrentado pelo estado do Rio Grande do Sul neste mês de maio de 2024.<em><strong> </strong></em><em><strong>"Futuros Possíveis: Comunicação, Informação e Desastres"</strong></em> é o título do encontro que poderá ser acompanhado, a partir das 13h45, em formato on-line via YouTube ou presencial na sala 19 do bloco 1 da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Haverá espaços reservados para perguntas e diálogo entre participantes e público. Não é necessário inscrição prévia para assistir. </p><p>A organização do evento é realizada em uma parceria entre o <i style="color: #000000;font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)"><b>milpa - laboratório de jornalismo</b></i>, Grupo de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da UFSM, e o Programa de Extensão <b style="color: #000000;font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align)"><i>Mão na Mídia</i></b>, do Departamento de Ciências da Comunicação (Decom) da UFSM/FW<b style="color: #000000;font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align)"><i>. </i></b>O encontro faz parte da programação do<em> "Pensando Verde: Semana do Meio Ambiente"</em>, promovida pelo Grupo Agenda 2030, da UFSM/FW.</p><p>Inicialmente, haverá a participação de <em>Fernanda Damacena</em>, advogada com pós-doutorado em Direito Socioambiental e Sustentabilidade, com a palestra <em>"Direito à Informação no Contexto de Risco e de Desastres"</em>. A mediação será do jornalista e mestrando <em>Micael Olegário</em> (POSCOM/UFSM). </p><p>Em seguida, será aberto um painel com a participação da jornalista<em> Sônia Bridi</em>, da Rede Globo, e do jornalista<em> Luís Eduardo Gomes</em>, do portal Sul21, que irá tematizar o <em>"Jornalismo na Cobertura de Desastres"</em>. A mediação será da jornalista e doutoranda <em>Anna Júlia Carlos da Silva</em> (POSCOM/UFSM).</p><p> </p><p><b>Espaço para a pesquisa</b></p><p>Além da palestra e do painel temático, o evento terá um terceiro momento com uma roda de conversa sobre<em> "A Pesquisa em Comunicação diante das Mudanças Climáticas"</em>. Estarão presentes a professora <em>Ilza Maria Tourinho Girardi</em> e a pesquisadora <em>Eloisa Beling Loose</em>, do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (PPGCOM/UFRGS); a professora <em>Márcia Franz Amaral</em>, do Grupo de Estudos em Jornalismo (POSCOM/UFSM); a professora <em>Cláudia Herte de Moraes</em>, do Programa <b><i>Mão na Mídia</i></b> (UFSM/FW); e o professor <em>Reges Schwaab</em>, do <b><i>milpa - laboratório de jornalismo </i></b>(POSCOM/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2024/05/Wordpress-Evento-5-de-junho-2-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>Link para acesso à transmissão ao vivo: <a style="font-size: 16px;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align);color: #204c90" href="https://www.youtube.com/live/9lx9zk35Oc4">https://www.youtube.com/live/9lx9zk35Oc4</a></p><p><em> </em>–</p><p><em>Fernanda Damacena</em> é advogada, consultora e pesquisadora. Realizou pós-doutorado na área de concentração Direito Socioambiental e Sustentabilidade. É doutora e mestra em Direito, além de especialista em Direito do Estado. Visiting Research Fellow na UWA Law School - Austrália.</p><p><em>Sônia Bridi</em> é jornalista, escritora e repórter especial, com vasta experiência em reportagens investigativas e coberturas de questões ambientais e sociais. Foi correspondente da Rede Globo em Londres, Nova Iorque, Pequim e Paris. Autora de <i>Laowai - aventuras de uma repórter brasileira na China</i> (2008) e <i>Diário do Clima</i> (2012).</p><p><em>Luís Eduardo Gomes</em> é graduado e mestre em Comunicação Social, com especialização na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). É repórter do site Sul21 desde 2015 e sócio desde 2020. Possui passagens anteriores pelo Portal Terra e pelo Diário Gaúcho.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>InovaTec UFSM recebe Secretária de  Inovação do Rio Grande do Sul para conhecer projeto do Foodtech FabLab</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/08/03/inovatec-ufsm-recebe-secretaria-de-inovacao-do-rio-grande-do-sul-para-conhecer-projeto-do-foodtech-fablab</link>
				<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 21:51:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[FabLab]]></category>
		<category><![CDATA[foodtech]]></category>
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		<category><![CDATA[RS]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última segunda-feira (31), a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Simone Stülp esteve presente para a reunião no InovaTec UFSM Parque Tecnológico, onde foi apresentado o projeto do FoodTech FabLab, ambiente de prototipagem e validação tecnológica que será implementado na Universidade Federal de Santa Maria.  A apresentação foi conduzida [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-1186 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/08/IMG_4437-300x225.jpg" alt="" width="332" height="249" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Na última segunda-feira (31), a </span><b>secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Simone Stülp</b><span style="font-weight: 400"> esteve presente para a reunião no </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/"><span style="font-weight: 400">InovaTec UFSM Parque Tecnológico</span></a><span style="font-weight: 400">, onde foi apresentado o projeto do FoodTech FabLab, ambiente de prototipagem e validação tecnológica que será implementado na Universidade Federal de Santa Maria.  A apresentação foi conduzida pelo professor doutor </span><b>Juliano Barin da UFSM, pesquisador na área de FoodTech, e Maria Daniele Dutra, diretora do InovaTec UFSM</b><span style="font-weight: 400">, sendo eles membro e coordenadora do projeto, respectivamente. Junto com a secretária de inovação estiveram também </span><b>demais membros e apoiadores do projeto</b><span style="font-weight: 400">, como representantes da Prefeitura de Santa Maria, Sebrae, startups, bem como o reitor da UFSM, Luciano Schuch. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No final do evento, a diretora do InovaTec, Maria Daniele Dutra, fez um panorama sobre a reunião e a importância do desenvolvimento desse projeto. “</span><i><span style="font-weight: 400">Alinhamento estratégico, conexão e visão de futuro resumiram o encontro de hoje, afinal ter a presença da SICT no processo de construção de um ambiente de prototipagem e validação que nasce no Rio Grande do Sul com olhares para as demandas locais e nacionais mostra o potencial do estado em contribuir com o desenvolvimento de soluções e tecnologias que unem os diferentes atores da hélice, com o único propósito, desenvolvimento socioeconômico”.<img class=" wp-image-1192 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/08/IMG_4516-225x300.jpg" alt="" width="217" height="289" /></span></i></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao comentar sobre a reunião, Simone Stülp também citou sua volta ao campus UFSM, local onde concluiu sua graduação e, segundo ela, pôde construir sua base profissional. A secretária de Inovação do RS vê de forma positiva o quanto a UFSM tem se dedicado para temas que envolvem a inovação, no sentido da inovação também estar na formação dos alunos que passam pela instituição, sejam nos cursos de graduação ou de pós graduação a nível de mestrado e doutorado, ou ainda, segundo Stülp, capacitações curtas, quando a inovação também chega na extensão. “</span><i><span style="font-weight: 400">Estar aqui no InovaTec, onde já estive em outubro do ano passado, e agora vendo o quanto já evoluiu, em especial desse projeto que hoje eu pude conhecer, de um FabLab dedicado à área das FoodTechs, tem uma estreita aproximação com uma das nossas principais áreas de produção no estado do Rio Grande do Sul, a cadeia agroalimentar. Então Santa Maria, em especial a UFSM, está de parabéns por se dedicar a um projeto como este.”</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Outra observação apontada por Stülp foi a forma como hoje se define a economia baseada no conhecimento: “</span><i><span style="font-weight: 400">O que a gente pôde acompanhar nesse encontro é de que forma o conhecimento produzido na academia se transforma em oportunidade de novos produtos novos serviços novos processos, e neste caso, dedicado para o setor de alimentos que sem dúvidas é um dos pilares para o desenvolvimento, não só do estado do Rio Grande do Sul, mas em nível global. Nós estamos em expansão de número de pessoas que habitam este mundo e nós precisamos cada vez mais pensar em uma alimentação para todos e que seja, sobretudo, sustentável.”<img class="size-medium wp-image-1190 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2023/08/IMG_4445-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></span></i></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Assim como nas demais </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/07/05/inovatec-ufsm-promove-reuniao-com-apoiadores-de-projeto-dos-fablabs"><span style="font-weight: 400">reuniões que ocorreram entre abril e junho</span></a><span style="font-weight: 400">, os que estiveram ali presentes tiveram a oportunidade de conhecer na prática sobre o funcionamento de equipamentos (como a impressora 3D de alimentos) e as possibilidades de desenvolvimento de produtos a partir dessas tecnologias que estarão disponíveis no FabLab – como alimentos plant-based ou que não possuem origem animal – e que potencializarão o desenvolvimento socioeconômico de Santa Maria, colocando a cidade como rota de inovação no ramo alimentício. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O FoodTech FabLab é um projeto apoiado pelo </span><b>Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Prefeitura Municipal de Santa Maria, Sebrae e Food Tech Hub Latam e será o primeiro FabLab da América Latina nesse ramo.</b><span style="font-weight: 400"> Para saber mais sobre FabLabs e como se dará o processo de implementação desse projeto em nossa instituição, acesse a reportagem completa </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/2023/06/10/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm?amp"><span style="font-weight: 400">aqui</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Texto: Izadora Lemes Rocha, estagiária do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Luana Giazzon Assessora de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><br /><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Com participação da UFSM, estudo de Epidemiologia da Covid-19 apresenta resultados da quarta fase no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/29/com-participacao-da-ufsm-estudo-de-epidemiologia-da-covid-19-apresenta-resultados-da-quarta-fase-no-rs</link>
				<pubDate>Fri, 29 May 2020 21:13:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[testes coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[ufcspa]]></category>
		<category><![CDATA[Ufpel]]></category>
		<category><![CDATA[ufrgs]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[unipampa]]></category>

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						<description><![CDATA[Desde abril a UFSM participa de um grupo de instituições federais gaúchas (UFPel, UFRGS, UFCSPA e Unipampa) em um esforço conjunto para a avaliação do percentual de contaminação pelo novo coronavírus na população do Rio Grande do Sul. Coordenado pelo Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas, o estudo Epidemiologia da Covid-19 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_52368" align="alignleft" width="359"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-13.04.49.jpeg"><img class="wp-image-52368" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-13.04.49-300x225.jpeg" alt="" width="359" height="269" /></a> UFSM está entre as universidades federais gaúchas que realizam a pesquisa em nove cidades no RS[/caption]
<p>Desde abril a UFSM participa de um grupo de instituições federais gaúchas (UFPel, UFRGS, UFCSPA e Unipampa) em um esforço conjunto para a avaliação do percentual de contaminação pelo novo coronavírus na população do Rio Grande do Sul. Coordenado pelo Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas, o estudo Epidemiologia da Covid-19 (Epicovid19) teve resultados da sua quarta fase divulgados em coletiva online na última quarta-feira (27), nas redes sociais da UFPel. Os <a href="http://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2020/05/27/estudo-aponta-estabilidade-da-proporcao-de-casos-de-coronavirus-no-rs/"><strong>resultados</strong></a> sugerem um quadro de estabilidade da prevalência de pessoas com anticorpos nas últimas semanas no Rio Grande do Sul. Também foram apresentadas informações inéditas sobre a<a href="http://ccs2.ufpel.edu.br/wp/wp-content/uploads/2020/05/EPICOVID19BR-release-fase-1-Portugues.pdf"> pesquisa Epicovid19-BR</a>, que coletou dados em 133 cidades brasileiras em todo território nacional de 14 a 21 de maio.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>No estado, a quarta fase da pesquisa apresentou resultados importantes: uma baixa prevalência do coronavírus, com um infectado para cada 562 habitantes (0,18% da população com anticorpos) e uma estimativa de 1.778 infectados reais para cada um milhão de habitantes, contra 580 casos notificados. O estudo indica que o aumento de testagem diminuiu a subnotificação para três casos não notificados para cada caso notificado. Em fases anterioress, as estimativas já foram de 12 para cada caso notificado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A letalidade baseada no total de casos é de 0,97% (197 mortes para cada 20.226 casos). Considerando somente casos notificados, a letalidade é de 3,0% .O estudo é aplicado em nove cidades-sentinela e  apontou nesta etapa oito testes positivos em Passo Fundo (quatro) Uruguaiana (dois), Pelotas (um) e Porto Alegre (um). </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Recepção do estudo em Santa Maria</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em Santa Maria, o núcleo de apoio formado na UFSM realizou o recrutamento, a seleção dos entrevistadores, apoio com a infraestrutura necessária para o treinamento e para a condução da pesquisa na cidade, além de articulação com as autoridades locais e imprensa. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"right","id":52367,"width":369,"height":277,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-13.07.08-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-52367" width="369" height="277" /><figcaption>Pesquisa em Santa Maria reuniu 59 voluntários desde abril</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O núcleo de apoio docente da Epicovid19 na UFSM é formado pelas epidemiologistas Marinel Dall'agnol e Rosângela da Costa Lima, do Departamento de Saúde Coletiva,  o pró-reitor de pós-graduação e pesquisa, Thiago Ardenghi, e o professor  Alexandre Schwarzbold, infectologista do Departamento de Clínica Médica.  A cada inquérito, 25 entrevistadores iam à campo com o apoio de cerca de 14 pesquisadores. Ao todo, 59 voluntários participaram de todas as etapas da pesquisa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com Marinel Dall'agnol, a maioria dos voluntários em Santa Maria são profissionais da saúde:  dentistas, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, veterinários, nutricionistas que cursam pós-graduação na UFSM. Também há estudantes de graduação dos cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem, além de estudantes de graduação de outras instituições de ensino superior de Santa Maria (menor número).  Também participam da equipe de voluntários, professores do Departamento de Saúde Coletiva, Fisioterapia, Odontologia, enfermeiros e técnicos em enfermagem do Hospital Universitário. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a epidemiologista, há uma boa recepção das famílias santa-marienses à pesquisa de campo. Dall'agnol relata que a primeira etapa do estudo apresentou mais dificuldades de realização, pois havia mais receio da população em receber os voluntários em suas casas, seja por precaução de não receber desconhecidos ou medo do risco de contaminação. A pesquisa em Santa Maria também precisou enfrentar notícias falsas que circularam nas redes sociais a respeito do estudo. Entretanto, a partir da segunda etapa, intensificou-se a divulgação na imprensa local e ainda houve o apoio da sociedade, com um intenso engajamento nas redes sociais. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Como o teste é realizado?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A epidemiologista explica o funcionamento dos testes aplicados na pesquisa Epicovid19: "O teste rápido consiste na coleta de uma gota de sangue a ponta do dedo e este teste vai falar sobre a presença de anticorpos no organismo da pessoa para o coronavírus. Essa resposta do organismo ao coronavírus vai aparecer cerca de 8 a 15 dias depois do contato com o vírus. Se o teste fosse positivo, todas as outras pessoas da casa faziam o teste e essa informação era repassada para a vigilância epidemiológica do município, que assumia então a condução desses casos positivos. A pessoa era orientada sobre o isolamento necessário e era deixado um folder na casa dessas pessoas".</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Como o estudo é organizado? </strong><br>Com a primeira etapa realizada nos dias 11 e 12 de abril, o estudo incluiu 9 cidades em 4 inquéritos consecutivos a cada 15 dias, nos finais de semana, send o primeiro em 11 e 12 de abril. Em cada cidade foram 50 entrevistas. De acordo com Dall'agnol, em Santa Maria o total foi de 1961 entrevistas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A amostra foi aleatória, com sorteio de 50 setores censitários em cada cidade. Em cada setor eram<br>sorteados 10 domicílios e em cada domicílio era sorteado uma pessoa para aplicação do teste rápido, além de uma entrevista realizada através de um aplicativo que permite a gravação, fotografia do teste e envio em tempo real para análise na UFPel. De acordo com a coordenação da pesquisa no estado, haverá mais quatro fases do estudo até do dia 16 de agosto, com previsão para mais 18 mil testes. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Agência de Notícias da UFSM e TV Campus <br>Fotografia: Arquivo pessoal-Marinel Dall'agnol</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Empresas incubadas na UFSM oferecem serviços adicionais e gratuitos para a sociedade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/22/empresas-incubadas-na-ufsm-oferecem-servicos-adicionais-e-gratuitos-para-a-sociedade</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2020 20:10:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agittec]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[empresas incubadas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[microempreendedor individual]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[telemedicina]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Devido à atual crise econômica, as empresas Nekto e Gestão DS, incubadas na UFSM, buscam alternativas para continuarem suas atividades no mercado. As empresas uniram o empreendedorismo e a solidariedade para atender às demandas dos seus clientes durante este momento de pandemia Plataforma que fornece atenção médica a pacientes que estão em locais diferentes A [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Devido à atual crise econômica, as empresas Nekto e Gestão DS, incubadas na UFSM, buscam alternativas para continuarem suas atividades no mercado. As empresas uniram o empreendedorismo e a solidariedade para atender às demandas dos seus clientes durante este momento de pandemia</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Plataforma que fornece atenção médica a pacientes que estão em locais diferentes</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A <a href="https://www.gestaods.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gestão DS</a>, startup da área da saúde, oferece softwares para gestão de clínicas e consultórios médicos. Diante da pandemia, a empresa percebeu uma necessidade maior para a implementação dos seus produtos no mercado. O diretor comercial da empresa, Felipe Ravanello, explica que com o avanço da telemedicina foi possível disponibilizar, sem acréscimos nos planos dos usuários, esse tipo de funcionalidade que já estava mapeado na empresa. “Prezamos muito pela segurança da informação que tem dentro do software, então realizamos uma parceria com uma plataforma americana, que tem o selo HIPAA Compliance, garantindo que a ligação está sendo feita em um ambiente seguro, e com dados criptografados. Não estamos cobrando nada a mais, o cliente só compra o saldo e nós repassamos para essa empresa, dessa forma consegue atender os seus pacientes de forma prática e segura”, explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O software para a telemedicina da Gestão DS foi um dos primeiros a serem liberados para os usuários no Brasil. “Nosso primeiro foco foi ajudar, resolver uma demanda que estava no mercado. Neste período também lançamos um curso na área médica e cobramos um valor para a capacitação. Com o valor arrecadado no curso conseguimos doar R$ 5 mil para a Cruz Vermelha, além de uma doação de macacões ao HUSM”, destaca o diretor comercial.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Ferramenta de recrutamento e seleção gratuita para empresas&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A empresa <a rel="noreferrer noopener" href="https://nekto.com.br/" target="_blank">Nekto</a> oferece uma plataforma que integra os processos de gestão de pessoas, atendendo às necessidades de candidatos e empresas. Desde abril, a Nekto não está cobrando a mensalidade dos seus clientes, e disponibilizou a ferramenta de recrutamento e seleção gratuita, para que outras empresas possam utilizar. Essas são alternativas que a Nekto encontrou para manter o contato com os seus clientes. “Sabemos que muitas empresas não estão contratando, na verdade estão demitindo, então nós inserimos dentro da plataforma roteiros, inclusive roteiro de entrevista e desligamento, para ajudar essas empresas”, explica a diretora da Nekto, Lidiane Bertê. Apesar de ser um período de demissões, Lidiane ressalta que é um bom momento para formar banco de talentos, pois  quando houver uma retomada da economia, as empresas vão contratar novos funcionários. As empresas e pessoas que estão sem emprego, podem se cadastrar no <a rel="noreferrer noopener" href="https://nekto.com.br/" target="_blank">site</a> da Nekto,ou pelo do aplicativo <a rel="noreferrer noopener" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.nekto.app" target="_blank">Nekto Tecnologia</a>, disponível na Play Store. É possível conferir também o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/watch/?v=3819334668141304" target="_blank">vídeo</a> da iniciativa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Atitude empreendedora e solidária</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outra iniciativa que envolve empreendedorismo e solidariedade é do sócio da empresa <a href="https://parceriasolar.com/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parceria Solar</a>, incubada na UFSM. Rodrigo Corrêa teve a ideia de criar o <a href="https://puxebrasil.com.br/site/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Puxe Brasil</a>, um site que conecta profissionais liberais com a comunidade. O objetivo do site é cooperar com o desenvolvimento econômico e social de microempreendedores individuais, microempresas e profissionais autônomos, através da visibilidade e divulgação de seus produtos e serviços. Um movimento em rede, sem fins lucrativos e não governamental. Confira a reportagem completa sobre essa iniciativa acessando o <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/2020/04/30/socio-de-empresa-incubada-na-ufsm-desenvolve-site-sem-fins-lucrativos-para-divulgar-servicos-e-produtos-de-profissionais-liberais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a> da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec).&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Todas as&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/2020/05/22/empresas-incubadas-na-ufsm-oferecem-servicos-adicionais-e-gratuitos-para-a-sociedade/_wp_link_placeholder" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresas incubadas</a>&nbsp;na UFSM estão trabalhando em&nbsp;<em>home office</em>.&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)Edição: João Ricardo Gazzaneo</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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