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				<title>UFSM disponibiliza caderno de campo gratuito sobre manejo de plantas forrageiras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/13/ufsm-disponibiliza-caderno-de-campo-gratuito-sobre-manejo-de-plantas-forrageiras</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:49:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[DCAA]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[plantas forrageiras]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Publicação produzida pelo grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia reúne orientações para produtores rurais, estudantes e profissionais da área]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024-1.jpg" alt="" width="410" height="1024" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen, disponibilizou gratuitamente o <a href="http://Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen" data-wplink-url-error="true">Caderno de Campo – Manejo de Plantas Forrageiras</a>, publicação elaborada pelo grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia. O material reúne informações técnicas sobre produção e manejo de pastagens em linguagem acessível, com o objetivo de aproximar o conhecimento produzido na universidade da comunidade e contribuir para a qualificação da produção animal.</p>
<p>A publicação foi produzida pela professora Ana Carolina Klinger, do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA), em conjunto com as bolsistas Amanda Schuh e Esther Taborda e o acadêmico João Vitor Agostini, como parte das ações do projeto de extensão Zootecnia em Campo: Capacitação e Extensão na Produção Animal. O material foi desenvolvido como apoio ao <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/10/ufsm-fw-realiza-workshop-sobre-plantas-forrageiras-e-manejo-correto-de-pastagens">Workshop de Manejo de Plantas Forrageiras</a> e permanece disponível para consulta por produtores rurais, estudantes, técnicos e demais interessados.</p>
<h3>Do manejo do pastejo à recuperação de áreas degradadas</h3>
<p>Dividido em capítulos, o caderno apresenta conceitos básicos da forragicultura e recomendações práticas para melhorar o manejo das pastagens e a produtividade no campo. Entre os assuntos abordados estão:</p>
<ul>
<li data-start="2238" data-end="2304">conceitos e terminologias sobre plantas forrageiras e pastagens;</li>
<li data-start="2305" data-end="2359">métodos para estimar a massa de forragem disponível;</li>
<li data-start="2360" data-end="2462">manejo adequado do pastejo para evitar desperdícios e preservar a qualidade nutricional das plantas;</li>
<li data-start="2463" data-end="2544">diferenças entre sistemas de pastejo e seus impactos na eficiência da produção;</li>
<li data-start="2545" data-end="2584">taxa de lotação e pressão de pastejo;</li>
<li data-start="2585" data-end="2637">cultivo consorciado entre gramíneas e leguminosas;</li>
<li data-start="2638" data-end="2712">classificação das espécies forrageiras conforme o período de utilização;</li>
<li data-start="2713" data-end="2751">produção e recuperação de pastagens;</li>
<li data-start="2752" data-end="2774">técnicas de fenação;</li>
</ul>
<p dir="ltr">Além disso, com um importante papel na segurança alimentar dos ruminantes, as plantas forrageiras também têm relevante função na preservação e saúde dos solos. Elas evitam a perda de nutrientes e processos erosivos, aumentam a matéria orgânica no entressafras e algumas espécies ainda armazenam nitrogênio para a próxima cultura.  A íntegra do caderno pode ser acessada gratuitamente no <a href="https://drive.google.com/file/d/1QXmTF1JXrSfxXXYekFK2bMnr1sykkIDZ/view">link.</a></p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen<br />Foto de capa: Ana Carolina Klinger</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/PM terá espaço institucional na 2ª Feira Regional de Lácteos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/09/ufsm-pm-tera-espaco-institucional-na-2a-feira-regional-de-lacteos</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 20:26:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[No evento, a UFSM/PM vai divulgar seus cursos de graduação e pós-graduação, bem como projetos de ensino, pesquisa e extensão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desta quinta-feira (11) até o próximo domingo (14), o Campus da UFSM em Palmeira das Missões (UFSM/PM) estará presente na 2ª Feira Regional de Lácteos (Ferlach), que será realizada no Centro de Eventos Milton Kamphorst, no município de Chapada (RS).

Voltada ao agronegócio e à cadeia produtiva do leite, a Ferlach é considerada uma das principais feiras do setor na região, reunindo inovação, negócios e troca de experiências entre produtores, empresas, instituições e especialistas. Ao longo de quatro dias, o evento contará com uma ampla programação, incluindo palestras técnicas, exposição de animais, agroindústrias familiares, espaços para expositores e atividades de integração e lazer para toda a família.

A UFSM/PM participará da feira com um espaço institucional dedicado à divulgação dos cursos de graduação e pós-graduação oferecidos no campus, além dos projetos de ensino, pesquisa, extensão e inovação desenvolvidos no âmbito da instituição. A iniciativa busca aproximar a universidade da sociedade, evidenciando sua contribuição para o desenvolvimento regional e para o fortalecimento do setor agropecuário.

A solenidade oficial de abertura será na sexta-feira (12), às 18h, mas a programação tem início no dia anterior. Na quinta-feira (11), às 19h, a Ferlach abre suas atividades com o 1º Fórum Regional do Leite, com a presença de autoridades, representantes do setor e da universidade. A professora da UFSM/PM Juliana Sarubbi participará do fórum com a palestra “Bem-estar animal: um aliado estratégico para sustentabilidade e rentabilidade”.

A presença da universidade na Ferlach representa uma oportunidade para promover o diálogo entre estudantes, docentes, pesquisadores, produtores rurais e profissionais do agronegócio, fortalecendo parcerias e ampliando a troca de conhecimentos. A expectativa é de que o evento reúna produtores, cooperativas, estudantes, pesquisadores e empresas ligadas ao agronegócio e ao setor leiteiro, consolidando-se como um importante espaço para a difusão de tecnologias, inovação e desenvolvimento sustentável no meio rural.

Programação e mais informações sobre a 2ª Ferlach constam no perfil do evento no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ferlachfeira/" target="_blank" rel="noopener">@ferlachfeira</a>.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Acadêmica do CCR recebe reconhecimento nacional durante o maior Congresso de Zootecnia da América Latina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/06/09/academica-do-ccr-recebe-reconhecimento-nacional-durante-o-maior-congresso-de-zootecnia-da-america-latina</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:20:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=13234</guid>
						<description><![CDATA[A estudante Luiza Comin da Silveira, acadêmica do 9º semestre do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), recebeu a menção honrosa de Acadêmica Destaque durante o 35º Congresso Brasileiro de Zootecnia (ZOOTEC), realizado na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais. A homenagem foi concedida pela Associação Brasileira de Zootecnistas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-size: revert;color: initial"><img class="alignright size-full wp-image-13235" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2026/06/09-06-2026.jpg" alt="" width="720" height="1001" />A estudante Luiza Comin da Silveira, acadêmica do 9º semestre do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), recebeu a menção honrosa de Acadêmica Destaque durante o </span><a style="font-size: revert" href="https://zootec2026.ufv.br/evento/">35º Congresso Brasileiro de Zootecnia (ZOOTEC)</a><span style="font-size: revert;color: initial">, realizado na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais. A homenagem foi concedida pela </span><a style="font-size: revert" href="https://abz.org.br/abz-jovem/">Associação Brasileira de Zootecnistas Jovem (ABZ Jovem)</a><span style="font-size: revert;color: initial"> e reconhece estudantes que se destacam por sua atuação acadêmica, liderança estudantil, participação em entidades representativas e contribuição para o fortalecimento da Zootecnia brasileira. Considerado o maior congresso da área de produção animal da América Latina, o ZOOTEC reúne anualmente estudantes, pesquisadores, professores, profissionais e lideranças do setor de diferentes regiões do país. Além de apresentar os avanços científicos e tecnológicos da área, o evento promove a integração entre universidade, pesquisa, extensão e mercado, tornando-se um dos principais espaços de formação, atualização e fortalecimento da profissão.</span></p>
<p>A edição realizada em Viçosa teve um significado ainda mais especial. O congresso celebrou os 60 anos da criação da Zootecnia no Brasil e os 100 anos da Universidade Federal de Viçosa, instituição reconhecida nacionalmente por sua contribuição à formação de profissionais das Ciências Agrárias e ao desenvolvimento da produção animal brasileira. Durante o evento, Luiza apresentou dois trabalhos científicos intitulados “Análise econômica em sistemas de recria e terminação de bovinos de corte em pastagens natural ou cultivada” e “Panorama nacional da participação estudantil na Zootecnia brasileira e suas implicações na formação profissional”. A participação reforçou a presença da UFSM em um dos mais importantes fóruns técnico-científicos da área. A trajetória que resultou no reconhecimento nacional é marcada pela atuação em diferentes frentes dentro da universidade e das entidades representativas da profissão. Atualmente, a estudante desenvolve seu Trabalho de Conclusão de Curso sobre o potencial de agregação de valor na cadeia produtiva da carne bovina especialmente IG, sob orientação do professor Fabiano Nunes Vaz (DEAER/UFSM).</p>
<p>Também integra o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Economia Agroindustrial (NEPEA), coordenado pelo professor João Garibaldi Almeida Viana, e o Grupo de Estudos em Cadeias Produtivas de Ruminantes (GECAPEC), coordenado pelo professor Ricardo Zambarda Vaz. No âmbito da representação estudantil, exerce seu segundo mandato junto ao Diretório Acadêmico Octávio Domingues, tendo participado da gestão de 2023 e da atual gestão 2025-2026. Também integra o Colegiado do Curso de Zootecnia da UFSM e atua desde 2023 na diretoria executiva da Associação Brasileira de Zootecnistas do Rio Grande do Sul (ABZ-RS). Em nível nacional, foi representante estudantil do Rio Grande do Sul junto à ABZ Jovem em 2023 e atuou como Secretária Executiva da entidade, participando da gestão responsável pela criação do Projeto Elos, iniciativa voltada à aproximação entre estudantes, profissionais e instituições ligadas à Zootecnia em todo o país.</p>
<p>A acadêmica também integra o grupo “Gurias da Zoot”, equipe premiada nas edições de 2023, 2024 e 2025 da Olimpíada Brasileira de Zootecnia (OBZ), destacando o protagonismo estudantil da UFSM em competições nacionais voltadas à formação acadêmica e profissional. Ao refletir sobre a homenagem recebida, Luiza destaca que o reconhecimento representa uma construção coletiva: “Receber esse reconhecimento é motivo de muita gratidão, mas também me faz lembrar que nenhuma trajetória é construída sozinha. Tive a sorte de encontrar professores, orientadores, colegas e amigos que acreditaram no meu potencial e contribuíram diretamente para minha formação. Sou muito grata aos meus orientadores, que sempre serviram de inspiração profissional e acadêmica, mostrando que é possível fazer ciência com excelência sem perder a sensibilidade e o compromisso com as pessoas".</p>
<p>A conquista evidencia o protagonismo estudantil da UFSM e do CCR em espaços de representação acadêmica, científica e profissional, reforçando o compromisso da instituição com a formação de pesquisadores de excelência e lideranças que dão suporte ao desenvolvimento da Zootecnia brasileira.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Gado de Cria”: obra reúne referências da área e contribui para a formação em bovinocultura de corte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/04/28/gado-de-cria-obra-reune-referencias-da-area-e-contribui-para-a-formacao-em-bovinocultura-de-corte</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:05:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passa a promover o acesso ao livro Gado de Cria: a base da pecuária de corte, uma obra técnica voltada à compreensão dos principais aspectos da produção de bovinos de corte.A iniciativa é conduzida pela acadêmica do curso de Zootecnia, Luiza Comin da Silveira, orientada pelo professor Ricardo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passa a promover o acesso ao livro Gado de Cria: a base da pecuária de corte, uma obra técnica voltada à compreensão dos principais aspectos da produção de bovinos de corte.<br>A iniciativa é conduzida pela acadêmica do curso de Zootecnia, Luiza Comin da Silveira, orientada pelo professor Ricardo Zambarda Vaz, com o objetivo de ampliar o acesso a materiais técnicos de qualidade e contribuir para a formação acadêmica e profissional na área da produção animal.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O livro reúne conteúdos essenciais para quem busca compreender, aprofundar e evoluir na produção de bovinos de corte, abordando temas como sistemas de produção, manejo e fundamentos técnicos aplicados à realidade da pecuária brasileira. O material se destaca por seu caráter atual e por sua relevância tanto no meio acadêmico quanto na prática profissional.</p>
<p>A obra foi desenvolvida por importantes referências da área, cujas trajetórias reforçam a qualidade e a credibilidade do conteúdo apresentado:</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Ricardo Zambarda Vaz — professor do curso de Zootecnia da UFSM, campus de Palmeira das<br>Missões, e dos Programas de Pós-Graduação em Agronegócio e em Produção Animal da<br>Universidade Federal de Santa Maria, com atuação em sistemas de produção de ruminantes;</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>José Fernando Piva Lobato — um dos principais nomes da pecuária de corte no Brasil;</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>João Restle — pesquisador e professor com ampla contribuição na bovinocultura de corte.<br>A participação desses profissionais consolida a obra como uma importante fonte de conhecimento<br>técnico, construída por especialistas de referência na área.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação desses profissionais consolida a obra como uma importante fonte de conhecimento técnico, construída por especialistas de referência na área.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-13137" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2026/04/149301-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" />A ação reforça a integração entre ensino, pesquisa e extensão, ao aproximar estudantes e interessados de materiais produzidos por pesquisadores e docentes de destaque na Zootecnia.</p>
<p> </p>
<p>Os interessados em adquirir o livro ou obter mais informações devem entrar em contato com a acadêmica responsável, Luiza Comin da Silveira, pelo e-mail luiza.comin@acad.ufsm.br ou telefone (53) 99977-6071.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>XXXIII Semana Acadêmica de Zootecnia da UFSM promove integração e debate sobre inovação no setor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/04/23/xxxiii-semana-academica-de-zootecnia-da-ufsm-promove-integracao-e-debate-sobre-inovacao-no-setor</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:04:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[saz2026]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria realiza, entre os dias 4 e 8 de maio, a XXXIII Semana Acadêmica de Zootecnia, evento tradicional do curso de Zootecnia, promovido pelo Diretório Acadêmico da Zootecnia “Octávio Domingues” (DAZOD). A iniciativa tem como objetivo fortalecer a integração entre estudantes, profissionais, pesquisadores e o setor produtivo, incentivando a troca [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:7b0c7acc-ebf6-4caa-87ac-b306ed7d2f19-0" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling">
<p data-start="102" data-end="565">A Universidade Federal de Santa Maria realiza, entre os dias 4 e 8 de maio, a XXXIII Semana Acadêmica de Zootecnia, evento tradicional do curso de Zootecnia, promovido pelo <a href="https://www.instagram.com/dazodufsm_/"><strong>Diretório Acadêmico da Zootecnia “Octávio Domingues” (DAZOD)</strong></a>. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a integração entre estudantes, profissionais, pesquisadores e o setor produtivo, incentivando a troca de conhecimentos e contribuindo para a formação acadêmica e profissional dos participantes.</p>
<p data-start="567" data-end="1039">A programação reúne palestras e minicursos ministrados por profissionais atuantes em diferentes áreas da Zootecnia, contemplando temas como produção animal, nutrição, melhoramento genético, bem-estar animal, gestão, mercado e inovação no agronegócio. Ao longo dos cinco dias de evento, os participantes terão acesso a discussões atualizadas que refletem as demandas e tendências do setor, ampliando a compreensão sobre as diversas possibilidades de atuação do zootecnista.</p>
<p data-start="1041" data-end="1352">Além do conteúdo técnico e científico, a Semana Acadêmica se consolida como um espaço estratégico de networking, promovendo o contato direto com profissionais e empresas. A proposta é estimular a construção de conexões e oportunidades no mercado de trabalho, aproximando os acadêmicos da realidade profissional.</p>
<p data-start="1354" data-end="1663">Nesta edição, o evento também celebra os <strong>60 anos da Zootecnia no Brasil</strong>, destacando a trajetória e a relevância da área para o desenvolvimento do agronegócio. O Rio Grande do Sul é ressaltado como berço da criação da profissão, evidenciando o papel histórico e acadêmico da região na formação de zootecnistas.</p>
<p data-start="1665" data-end="2285">A programação inclui palestras sobre temas como produção de insetos para nutrição animal, suplementação a pasto, manejo nutricional de equinos, bem-estar animal na agricultura familiar, piscicultura, confinamento de bovinos de corte, gestão na produção de leite, perfil profissional no cenário contemporâneo, genômica de pets, bubalinocultura, ovinocultura e eficiência nutricional na avicultura. Também serão ofertados minicursos voltados a áreas práticas e estratégicas, como análise de dados, enriquecimento ambiental, análise sensorial de carne, incubação avícola, currículo Lattes e indicadores de sustentabilidade.</p>
<p data-start="2287" data-end="2502">Os participantes terão direito a certificado de participação, válido como Atividades Complementares de Graduação (ACG). As atividades ocorrerão no Auditório Flavio Miguel Schneider, anexo ao Prédio 42 da UFSM, com vagas limitadas.</p>
<p data-start="2504" data-end="2824">A comissão organizadora é composta por Luiza Comin da Silveira, Gabriel Cezar Pinto, Guilherme Rosa de Matos, Manuela Castilho Matsdolf de Mello, Verônica Koling do Couto Santos, Marcelly de Paula Damasceno, Eduarda Saviam Foggiato, Riquelly Silva de Medeiros, Marcela Ziegler Arruda, Gerson Guarez Garcia e Alice Wendt.</p>
<p data-start="2826" data-end="2983" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><a href="http://ufsm.br/eventos/saz2026"><strong>As inscrições podem ser realizadas previamente, clicando aqui</strong></a>. Mais informações no perfil do <a href="https://www.instagram.com/dazodufsm_/"><strong>DAZOD no Instagram</strong></a>.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>XXXIII SEMANA ACADÊMICA DA ZOOTECNIA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/eventos/xxxiii-semana-academica-da-zootecnia</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:57:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>A <strong>XXXIII Semana Acadêmica de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong> é um evento tradicional do curso, promovido pelo <a href="https://www.instagram.com/dazodufsm_/"><strong>DAZOD &#8211; Diretório Acadêmico da Zootecnia &#8220;Octávio Domingues&#8221;</strong></a>, que tem como objetivo promover a integração entre estudantes, profissionais, pesquisadores e o setor produtivo, incentivando a troca de conhecimentos e o fortalecimento da formação acadêmica e profissional.</p>
<p>A programação contará com palestrantes e ministrantes de minicursos atuantes em diferentes áreas da Zootecnia, abordando temas que contemplam a produção animal, nutrição, melhoramento genético, bem-estar animal, gestão, mercado e inovação no agronegócio. O evento busca proporcionar uma visão ampla das diversas possibilidades de atuação do zootecnista, aproximando os participantes das demandas e tendências do setor.</p>
<p>Além do conteúdo técnico e científico, a Semana Acadêmica também se destaca como um espaço de networking, oportunizando o contato direto com profissionais e empresas, contribuindo para a construção de conexões e oportunidades no mercado de trabalho.</p>
<p>Os participantes terão direito à certificação, válida como Atividades Complementares de Graduação (ACG).</p>
<p>Nesta edição, o evento ganha um significado ainda mais especial ao celebrar os <strong>60 anos da Zootecnia no Brasil</strong>, destacando sua trajetória, evolução e relevância para o desenvolvimento do agronegócio. Ressalta-se, ainda, a importância do Rio Grande do Sul como berço da criação da profissão, reforçando o papel histórico e acadêmico da região na formação de zootecnistas.</p>
<div>
<div><b>Comissão organizadora: </b></div>
</div>
<div>Luiza Comin da Silveira</div>
<div>Gabriel Cezar Pinto</div>
<div>Guilherme Rosa de Matos</div>
<div>Manuela Castilho Matsdolf de Mello</div>
<div>Verônica Koling do Couto Santos</div>
<div>Marcelly de Paula Damasceno</div>
<div>Eduarda Saviam Foggiato</div>
<div>Riquelly Silva de Medeiros</div>
<div>Marcela Ziegler Arruda</div>
<div>Gerson Guarez Garcia</div>
<div>Alice Wendt</div>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>XXXIII Semana Acadêmica de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong> é um evento tradicional do curso, promovido pelo <a href="https://www.instagram.com/dazodufsm_/"><strong>DAZOD &#8211; Diretório Acadêmico da Zootecnia &#8220;Octávio Domingues&#8221;</strong></a>, que tem como objetivo promover a integração entre estudantes, profissionais, pesquisadores e o setor produtivo, incentivando a troca de conhecimentos e o fortalecimento da formação acadêmica e profissional.</p>
<p>A programação contará com palestrantes e ministrantes de minicursos atuantes em diferentes áreas da Zootecnia, abordando temas que contemplam a produção animal, nutrição, melhoramento genético, bem-estar animal, gestão, mercado e inovação no agronegócio. O evento busca proporcionar uma visão ampla das diversas possibilidades de atuação do zootecnista, aproximando os participantes das demandas e tendências do setor.</p>
<p>Além do conteúdo técnico e científico, a Semana Acadêmica também se destaca como um espaço de networking, oportunizando o contato direto com profissionais e empresas, contribuindo para a construção de conexões e oportunidades no mercado de trabalho.</p>
<p>Os participantes terão direito à certificação, válida como Atividades Complementares de Graduação (ACG).</p>
<p>Nesta edição, o evento ganha um significado ainda mais especial ao celebrar os <strong>60 anos da Zootecnia no Brasil</strong>, destacando sua trajetória, evolução e relevância para o desenvolvimento do agronegócio. Ressalta-se, ainda, a importância do Rio Grande do Sul como berço da criação da profissão, reforçando o papel histórico e acadêmico da região na formação de zootecnistas.</p>
<div>
<div><b>Comissão organizadora: </b></div>
</div>
<div>Luiza Comin da Silveira</div>
<div>Gabriel Cezar Pinto</div>
<div>Guilherme Rosa de Matos</div>
<div>Manuela Castilho Matsdolf de Mello</div>
<div>Verônica Koling do Couto Santos</div>
<div>Marcelly de Paula Damasceno</div>
<div>Eduarda Saviam Foggiato</div>
<div>Riquelly Silva de Medeiros</div>
<div>Marcela Ziegler Arruda</div>
<div>Gerson Guarez Garcia</div>
<div>Alice Wendt</div>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Valorização da tradição: Laboratório de Lã da UFSM recebe curso de confecção em lã crua</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/valorizacao-da-tradicao-laboratorio-de-la-da-ufsm-recebe-curso-de-confeccao-em-la-crua</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:00:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[lablã]]></category>
		<category><![CDATA[ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72503</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa conecta a preservação de técnicas artesanais, sustentabilidade e geração de renda a partir da lã]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72505" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg"><img class=" wp-image-72505" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg" alt="" width="610" height="407" /></a> Participantes de diferentes gerações compartilham experiências na confecção com lã crua[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“É uma arte que está morrendo, e se a gente não der continuidade por meio de iniciativas como essa, isso pode acabar”, aponta a participante da atividade, Maristela Muniz. A declaração reflete a preocupação com a preservação de técnicas artesanais ligadas ao uso da lã, tema central do Curso de Confecção em Lã Crua</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a capacitação, iniciada na última segunda-feira (13) no Laboratório de Lã da UFSM, destaca a qualidade da fibra, suas propriedades e seu potencial sustentável, além de incentivar a agregação de valor ao produto final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante da redução no valor da lã no mercado, que levou muitos produtores a acumularem o produto sem outras alternativas, surgem iniciativas como essa, voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva. “Houve um período em que a lã bruta foi desvalorizada. O objetivo, então, é processá-la e transformá-la em produto para gerar mais retorno econômico e beneficiar quem depende dela”, destaca a zootecnista e coordenadora do Laboratório de Lã, Simone de David Antônio, ao resumir a importância da iniciativa.</span></p>
[caption id="attachment_72506" align="alignleft" width="319"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72506" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg" alt="" width="319" height="478" /></a> O curso acontece no Laboratório de Lã[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Laboratório de Lã: tradição e pesquisa há 45 anos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Laboratório de Lã, vinculado ao Departamento de Zootecnia da Universidade, atua há cerca de 45 anos com atividades relacionadas à fibra animal. Inicialmente voltado à análise da lã, o espaço ampliou sua atuação ao longo do tempo e passou a desenvolver também ações de ensino e extensão sobre o processamento do material, a partir da atuação do professor Cleber Cassol Pires.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso, que ensina a parte da confecção, chegou à Universidade em 2003, com o objetivo de promover a transformação da lã em itens artesanais, como tapeçarias, cobertores e peças de vestuário térmico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Marcia Duran, natural de Pelotas e formada em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), destaca o caráter geracional dessa prática. “Eu fui instruída pela minha irmã e, quando estava me formando, acompanhava o trabalho dela, que era lindo. Depois, ela me trouxe para dar aulas também”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da semana, Marcia apresentou a diversidade da tecelagem artesanal aos participantes, como técnicas de grampada, teares de prego, tear de pente liço e a feltragem para fazer tecidos autênticos. “A empregabilidade da lã é diversa, desde a forma mais tradicional, que são os xergões, até uma bolsa de grife que hoje está nas passarelas”, destaca a professora. </span></p>
[caption id="attachment_72507" align="alignright" width="557"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg"><img class=" wp-image-72507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg" alt="" width="557" height="372" /></a> A lã também está presente na moda[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">A lã como recurso natural</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria-prima do curso é um recurso natural, biodegradável e reciclável, obtido a partir da tosquia de ovinos, geralmente realizada uma vez ao ano. Além do uso têxtil e no artesanato, a lã também pode ser aplicada na construção civil, como isolante térmico e acústico, e na agricultura, como fertilizante, o que amplia suas possibilidades de uso em diferentes áreas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A lã possui propriedades térmicas que vão além da associação comum com o frio, contribuindo também para o conforto em diferentes temperaturas. “A lã não é quente, ela é térmica. Os beduínos no Saara usam ela para se protegerem do calor. Existe um conceito errado de que ela serve só para o frio, mas é possível usar uma peça de lã no verão por causa dessa adaptabilidade”, explica a aluna Maristela Muniz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a realização do curso, a lã é extraída na própria UFSM, o que aproxima os participantes das etapas iniciais do processo e reforça o entendimento sobre a origem da matéria-prima. Ao longo das atividades, o contato direto com o material também contribui para uma nova percepção sobre o trabalho artesanal. </span></p>
[caption id="attachment_72508" align="alignleft" width="357"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg"><img class="wp-image-72508 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg" alt="" width="357" height="372" /></a> A lã é extraída no setor de ovinocultura da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Hoje, se sair para a campanha do estado, não se encontra mais ninguém fazendo isso. Eles lavavam na sanga a lã, cardavam, depois teciam as cobertas e os xergões pro cavalo. Isso morreu. O que a gente tem agora são núcleos assim, tentando salvar um pouco da história”, relata Maristela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, a lã se apresenta como uma matéria-prima versátil, que alia propriedades térmicas, sustentabilidade e potencial de uso em diferentes áreas, mantendo sua relevância tanto na tradição quanto na atualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso é gratuito e costuma ser oferecido entre quatro e seis vezes ao ano, com cobrança apenas dos materiais para os participantes que optarem por ficar com o produto final. Nesta primeira edição de 2026, as atividades têm carga horária de 40 horas e ocorrem entre os dias 13 e 17 de abril, no Laboratório de Lã, localizado no prédio 78, sala 21. Cada turma conta com, no mínimo, 10 alunos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais informações estão disponíveis na página oficial do laboratório no Instagram: </span><a href="https://www.instagram.com/lablaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">@lablaufsm</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: </span><span style="font-weight: 400">Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Adrieny Rosa, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ações de enriquecimento ambiental mobilizam estudantes de Zootecnia em visita a zoológico de Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/13/acoes-de-enriquecimento-ambiental-mobilizam-estudantes-de-zootecnia-em-visita-a-zoologico-de-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:18:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enriquecimento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudantes desenvolveram meios de enriquecimento ambiental para os animais, um modo de reduzir estresse e melhorar a qualidade de vida]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:freeform -->[caption id="attachment_72451" align="alignright" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9528-1024x713.jpg" alt="" width="601" height="418" /> Turma de Zootecnia faz um tour guiado pelo zoológico[/caption]
<p data-start="636" data-end="1041">No centro da cidade de Cachoeira do Sul, há um refúgio fora da vida urbana. O Jardim Botânico e Zoológico Municipal é um espaço para respirar fundo e observar a vida que exala por ali. Foi nesse cenário que, na última quinta-feira (09), estudantes do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) desenvolveram ações de enriquecimento ambiental voltadas à melhoria do bem-estar dos animais.</p>
<p data-start="1043" data-end="1298">Cerca de 20 alunos participaram de um minicurso ministrado pela zootecnista egressa da UFSM Silvia Mendes. Ao longo do dia, os estudantes observaram os animais, identificaram possibilidades de melhoria nos viveiros e desenvolveram estratégias de enriquecimento ambiental. “O enriquecimento ambiental é proporcionar ao animal a opção de escolha. Quando ele está na natureza, tem um repertório comportamental amplo: pode caçar, ficar em ócio, dormir, percorrer grandes distâncias. Em cativeiro, essas opções são reduzidas, o que pode gerar estresse, estereotipias, que são comportamentos repetitivos, ou mutilações”, explicou Silvia.</p>
<p data-start="1570" data-end="1878">Segundo a zootecnista, existem cinco tipos de enriquecimento ambiental: alimentar, físico, sensorial, cognitivo e social. As atividades desenvolvidas pelos alunos envolveram principalmente o uso de materiais naturais, como cipós, taquaras e galhos, transformados em estruturas e “brinquedos” para os animais, de materiais naturais e duráveis, que podem ser mordidos e roídos.</p>
<p data-start="1880" data-end="2140">Durante a manhã, os estudantes participaram de um tour guiado pelo zoológico para observar os recintos e levantar demandas. À tarde, colocaram em prática as soluções propostas, instalando os itens produzidos nos viveiros e acompanhando a interação dos animais.</p>
<p data-start="2364" data-end="2614">A iniciativa também evidenciou uma lacuna na formação acadêmica. A estudante Kethen Machado destacou o aprendizado proporcionado pela atividade, já que não é uma disciplina disponível no curso de Zootecnia. “Estamos gostando muito dessa parte de fazer brinquedos para os animais”, afirmou. Silvia reitera a importância dessa experiência. “Há uma falta de disciplinas obrigatórias voltadas aos animais silvestres. Os alunos se interessam muito pelo tema, mas nem sempre se sentem pertencentes a essa área”, ressaltou Silvia.</p>
<p><!-- /wp:freeform --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9909-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A turma recolheu cipós para desenvolver o enriquecimento ambiental</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="674" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0024-e1776084538583-1024x674.jpg" alt="" />											<figcaption>Item de enriquecimento ambiental produzido com cipó</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="2621" data-end="2650">Formação e novos projetos</h3>
[caption id="attachment_72454" align="alignright" width="405"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.57-768x1024.jpeg" alt="" width="405" height="540" /> Alunos posicionaram itens de enriquecimento ambiental nos viveiros. (Foto: arquivo pessoal de Silvia Mendes)[/caption]
<p data-start="2652" data-end="2901">A experiência no zoológico também marca o início de uma articulação mais ampla entre ensino, pesquisa e extensão. Gerson Garcia é o coordenador do curso de Zootecnia e contou que a ideia de visitar o zoológico de Cachoeira do Sul surgiu a partir de uma palestra que Silvia deu durante sua aula. “Nós identificamos que é um mercado a ser explorado. A Silvia é uma pioneira na zootecnia de silvestres”, explicou Gerson.</p>
<p data-start="2652" data-end="2901">A partir da atividade, está sendo estruturado um núcleo de pesquisa em animais silvestres, com participação de estudantes de Zootecnia. “Nós criamos um núcleo de pesquisa em animais silvestres que vai atuar diretamente no Zoológico de Cachoeira do Sul. Estamos fortalecendo esse vínculo e construindo uma nova frente dentro da zootecnia”, explicou Silvia Mendes. Segundo ela, a proposta é ampliar as ações e consolidar uma linha de atuação contínua na área. “É só o começo”, afirmou.</p>
<p data-start="3253" data-end="3603">A mobilização dos estudantes também chamou a atenção de outras áreas. De acordo com Luiza Comin, do Diretório Acadêmico da Zootecnia Octavio Domingues, há interesse de alunos de outros cursos em participar das próximas edições da atividade. “Posteriormente, vamos trazer estudantes de outras áreas. Vemos que o pessoal está muito animado e engajado, eles tinham muita vontade de estar aqui, por isso estão  colocando a mão na massa”, destacou.</p>
<p data-start="3253" data-end="3603">Na parte da tarde, o grupo fez a instalação dos materiais produzidos e os animais já começaram a interagir com as peças.</p>https://youtu.be/e-IY5Bs2Gko<h3 data-start="3610" data-end="3659">Espaço de acolhimento e reabilitação da fauna</h3>
<p data-start="3661" data-end="3962">Localizado na região central de Cachoeira do Sul, o Jardim Botânico e Zoológico Municipal funciona como espaço de conservação, educação ambiental e reabilitação de animais silvestres. O local abriga cerca de 260 animais, entre aves, répteis e mamíferos, distribuídos em 63 espécies nativas e exóticas.</p>
<p data-start="3964" data-end="4197">De acordo com o biólogo Juliano de Carvalho, chefe do zoológico, a maioria dos animais chega ao local por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais, como a Polícia Ambiental e o Segundo Batalhão Ambiental da Brigada Militar. “Os animais apreendidos são encaminhados para avaliação. Quando estão em condições, são reintroduzidos na natureza. Aqueles que não conseguem se recuperar permanecem sob nossos cuidados”, explicou.</p>
<p data-start="4398" data-end="4576">O espaço também recebe apoio de instituições como a Divisão de Fauna da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Ibama, além de acolher animais resgatados pela comunidade.</p>
<p data-start="4578" data-end="4724">Criado em 13 de dezembro de 1986, a partir de uma iniciativa do médico veterinário Edson Salomão, o zoológico completa 40 anos de atuação em 2026.</p>		
			<figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Espaço abriga aves, répteis e mamíferos" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk2ODgtMS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhZmVjZTdmIn0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-1.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-1-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72455" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72455'>
				Espaço abriga aves, répteis e mamíferos
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Em 2021 outras estruturas foram confeccionadas e são utilizadas até hoje" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTgsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wNC0xMy1hdC0wOC4zNC41My0xLmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhZmVjZTdmIn0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.53-1.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.53-1-150x150.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72458" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72458'>
				Em 2021 outras estruturas foram confeccionadas e são utilizadas até hoje
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Animais chegam até o espaço por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NjAsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wNC0xMy1hdC0wOC4zNC41NS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.55.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.55-150x150.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72460" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72460'>
				Animais chegam até o espaço por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Horários de funcionamento do zoológico variam de acordo com o dia da semana" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk0NDguanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9448.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9448-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72457" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72457'>
				Horários de funcionamento do zoológico variam de acordo com o dia da semana
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="O Zoológico é formado por 260 aniamis de 63 espécies diferentes" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk2NDUtZTE3NzYwODUyMjgxNTkuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9645-e1776085228159.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9645-e1776085228159-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72456" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72456'>
				O Zoológico é formado por 260 aniamis de 63 espécies diferentes
				</figcaption></figure>
		<h3 data-start="4731" data-end="4742">Serviço</h3>
<p data-start="4744" data-end="4855">O Jardim Botânico e Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul está aberto de terça a domingo, incluindo feriados.</p>
<p data-start="4857" data-end="5031">De terça a sexta-feira, o funcionamento é das 8h30 às 17h30, com fechamento ao meio-dia.<br data-start="4945" data-end="4948" />Aos finais de semana, o espaço funciona das 9h às 17h, sem interrupção ao meio-dia.</p>
<p data-start="5038" data-end="5212"><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br data-start="5120" data-end="5123" /><em>Fotografias: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p><!-- /wp:post-content -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM é destaque em ranking internacional de ciência animal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/professor-da-ufsm-e-destaque-em-ranking-internacional-de-ciencia-animal</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 23:10:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72245</guid>
						<description><![CDATA[Docente do curso de Zootecnia destaca-se por pesquisas com foco em bem-estar animal e qualidade da carne]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O professor Dari Celestino Alves Filho, do Departamento de Zootecnia da UFSM, foi listado entre os melhores cientistas do mundo na categoria <a href="https://research.com/scientists-rankings/animal-science-and-veterinary/br" target="_blank" rel="noopener">Best Animal Science and Veterinary Scientists 2025/2026</a>. O reconhecimento foi publicado pela plataforma <a href="https://research.com/scientists-rankings/animal-science-and-veterinary/br" target="_blank" rel="noopener">Research.com</a>, que ranqueia pesquisadores com base na produtividade e no impacto global de suas publicações científicas.

Para o docente, o destaque no ranking internacional é o reflexo de um trabalho construído coletivamente ao longo de décadas na instituição. “Não tem como receber uma notícia dessas sem se emocionar. Esse impacto não remete apenas à minha pessoa, mas a quem está à nossa volta no laboratório: orientandos de doutorado, mestrado e graduação. É algo gratificante que se obtém após décadas de atuação profissional.”

<b>Ciência aplicada ao setor produtivo</b>

Com foco na área de bovinocultura de corte, as pesquisas lideradas pelo professor Dari têm como premissa o compromisso social e a aplicabilidade prática no campo. A ideia é que o conhecimento gerado na universidade não fique restrito aos artigos, mas que possa ser adotado plenamente nas propriedades rurais.

“Temos o entendimento de que toda tecnologia que a gente produza tenha esse viés: de que possa ser adotada em alguma propriedade para melhorar a produção, o padrão de vida dos proprietários e gerar oportunidades de emprego. É um efeito em cascata positivo”, explica Dari.

<b>Impacto na cadeia bovina e no consumidor</b>

O trabalho desenvolvido abrange todo o ciclo produtivo, desde a eficiência reprodutiva das matrizes até o desenvolvimento dos animais destinados ao consumo. Segundo o pesquisador, o objetivo é tornar o processo o mais eficiente possível, aliando manejo nutricional e bem-estar animal.

O resultado dessa cadeia científica chega diretamente à mesa da população. Através de dietas balanceadas, a pesquisa busca entregar carnes com melhores propriedades nutritivas (como a relação entre ômega 3 e ômega 6) e características sensoriais superiores, resultando em um produto mais macio e saboroso. “Em todo esse processo, o animal também está em uma condição de melhor bem-estar. Em um sistema bem planejado, o animal, desde a sua concepção até o abate, nunca passa fome ou sede. Ele permanece em uma situação de conforto dentro das condições de meio”, conclui o docente.

<i>Texto: Isadora Bortolotto, estudante de jornalismo e voluntária na Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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				<title>Linguiça de peixe e erva-mate: grupo da UFSM tem projeto aprovado para criar novo produto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/20/linguica-de-peixe-e-erva-mate-grupo-da-ufsm-tem-projeto-aprovado-para-criar-novo-produto</link>
				<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:06:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[GEPTPESCA vai receber recursos da Fapergs para desenvolver produto saudável com características gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71878" align="alignright" width="519"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Imagem-de-jundia-1.jpg"><img class=" wp-image-71878" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Imagem-de-jundia-1.jpg" alt="" width="519" height="389"></a> Jundiá será matéria-prima do novo experimento[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Um projeto da UFSM que tem avançado nas pesquisas voltadas à área de Tecnologia do Pescado promete inovar ainda mais em 2026, produzindo um item muito apreciado pelos consumidores, mas com ingredientes e sabor diferenciado: linguiça de jundiá com erva-mate. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Grupo de Pesquisa em Tecnologia do Pescado (GEPTPESCA) aprovou no Programa Pesquisador Gaúcho e Fixação de&nbsp;Jovens Doutores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapergs) a proposta “Enriquecimento de linguiça 'tipo&nbsp;frescal' de jundiá (</span><i><span style="font-weight: 400">Rhamdia quelen</span></i><span style="font-weight: 400">) com erva-mate micronizada: um sabor típico do pampa". O valor a ser recebido será de até R$ 60 mil, pelo período de vigência até 31 de dezembro de 2028.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia do grupo é desenvolver uma linguiça à base de jundiá usando a erva-mate como um ingrediente antioxidante. A coordenadora, a professora do Colégio Politécnico Fernanda Ferrigolo, destaca que a intenção é valorizar produtos gaúchos. O jundiá, por exemplo, é uma espécie de peixe nativa que vem se destacando como uma alternativa promissora para a piscicultura na região Sul, onde as baixas temperaturas no inverno restringem o cultivo de várias outras espécies. Além de sua adaptabilidade ao clima mais ameno, o jundiá apresenta carne de sabor agradável e filé com ausência de espinhas intramusculares, características que favorecem sua alta aceitação pelo mercado consumidor.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Porém, apesar do potencial do&nbsp;pescado, a indústria ainda oferece poucas opções além de produtos básicos,&nbsp;explorando poucas tecnologias de processamento que poderiam ampliar a variedade de&nbsp;derivados. Além disso, a carne de peixe é altamente perecível devido a sua composição, o&nbsp;que favorece mudanças indesejadas em suas características sensoriais e acelerada&nbsp;atividade microbiana.&nbsp;</span></p>
<h3>Erva-mate não só no chimarrão</h3>
<p><span style="font-weight: 400">É aí que entra um item tipicamente gaúcho: a erva-mate. Sob o ponto de vista nutricional, a erva-mate (</span><i><span style="font-weight: 400">Ilex paraguariensis</span></i><span style="font-weight: 400">) destaca-se como uma fonte particularmente rica em compostos bioativos, que&nbsp;apresentam expressiva atividade antioxidante - isto é, prolongam a vida&nbsp;de prateleira do pescado, que é altamente perecível. Dessa forma, conforme Fernanda, o uso de tecnologias&nbsp;de processamento do pescado, aliado à aplicação de ingredientes naturais ricos em&nbsp;compostos bioativos, como a erva-mate, representa uma estratégia promissora para o&nbsp;desenvolvimento de produtos à base de peixe com maior estabilidade oxidativa,&nbsp;qualidade nutricional aprimorada e maior valor agregado, atendendo às exigências do&nbsp;mercado consumidor por alimentos mais saudáveis e funcionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O resultado será outro alimento bastante apreciado no Rio Grande do Sul: a linguiça. "Nossa intenção é desenvolver&nbsp;um produto&nbsp;inovador e que traga&nbsp;uma identidade do nosso estado, combinando jundiá, linguiça e erva-mate, os quais&nbsp;são bastante aceitos pelo povo gaúcho", salienta Fernanda. </span><span style="font-weight: 400">Após a realização de todas as análises previstas no projeto, pretende-se, em um segundo momento, avaliar as possibilidades comerciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de disponibilizar uma nova opção para a mesa dos consumidores, o projeto também poderá incrementar a piscicultura no estado e região. De acordo com Fernanda, o Rio Grande do Sul possui a maior área de viveiros do Brasil, em hectares.&nbsp;Apesar disso, a produção local ainda é insuficiente para atender à demanda, levando à&nbsp;obtenção de peixes de outros estados para suprir a demanda do mercado consumidor. "O&nbsp;potencial gaúcho para a piscicultura é significativo, mas seu pleno desenvolvimento&nbsp;depende de políticas públicas e programas de incentivo específicos para o setor", relata a docente. E</span><span style="font-weight: 400">m média, serão necessários 10kg de filé de jundiá para a realização desse experimento, a serem </span><span style="font-weight: 400">adquiridos do comércio local.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa será desenvolvida, já a partir de janeiro de 2026, no Colégio&nbsp;Politécnico da UFSM, em parceria com o Laboratório de Piscicultura do Departamento&nbsp;de Zootecnia/Centro de Ciências Rurais (CCR) e com o curso de Engenharia de Aquicultura da Unipampa, onde serão&nbsp;realizados alguns processos e análises laboratoriais dos produtos desenvolvidos. Com o valor a ser recebido, serão adquiridos três equipamentos e material de consumo.&nbsp;</span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":71879,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Fishburguer-576x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-71879" /><figcaption class="wp-element-caption">Fishburguer</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Biscolapia-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-71880" /><figcaption class="wp-element-caption">Biscolápia</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Fofolapia_bolo-de-chocolate-com-adicao-de-file-de-tilapia-576x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-71881" /><figcaption class="wp-element-caption">Bolo de chocolate</figcaption></figure>
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<h3>Peixe já virou biscoito e hambúrguer</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Grupo de Pesquisa em Tecnologia do Pescado (GEPTPESCA) foi criado em 2022, quando a professora Fernanda Ferrigolo ainda atuava na Unipampa. Com a redistribuição para a UFSM, a docente trouxe a marca do grupo e deu continuidade às atividades de ensino, pesquisa e extensão na área. Ela conta que a proposta do grupo nasceu da intenção de avançar nas pesquisas voltadas à Tecnologia do Pescado, uma área ainda pouco explorada no Brasil, e, ao mesmo tempo, desenvolver produtos práticos com inclusão de carne de peixe, pensando naquele consumidor que busca praticidade, mas sem abrir mão de uma alimentação saudável. E com uma atenção especial ao público infantil, incentivando o consumo de peixe desde cedo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para isso, o grupo criou receitas comuns com adição de pescado, como o “biscolápia”, um biscoito amanteigado com adição de filé de tilápia. Segundo Fernanda, é a receita "queridinha" do grupo e faz sucesso entre quem prova. "A proposta dessas receitas é enriquecer nutricionalmente alimentos que são bem aceitos pelas crianças e possibilitar sua inserção na merenda escolar", destaca. Outro estudo do grupo resultou em um fishburguer adicionado de erva-mate - foi quando os pesquisadores atestaram as propriedades antioxidantes deste produto, que agora será utilizado no novo projeto. Também já saiu do forno o bolo de chocolate com adição de filé de tilápia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As atividades do GEPTPESCA envolvem os cursos técnicos em Zootecnia, Agropecuária, Alimentos e Farmácia do Colégio Politécnico da UFSM, onde são realizadas aulas práticas de desenvolvimento de produtos à base de peixe, com o objetivo de evidenciar o potencial dessa fonte de proteína, incentivar seu consumo e apresentar algumas das diversas formas de preparo e agregação de valor.</span></p>
<h3>Grupo vai levar receitas para escolas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para o primeiro semestre de 2026, o grupo, simultaneamente aos novos estudos, também sairá das salas de aula e laboratórios do Campus para levar suas receitas com pescado para escolas de Santa Maria. A primeira será a EMEI Monte Bello, localizada no Bairro Camobi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">"Estamos em busca de parcerias e já contamos com uma instituição interessada, com o início das ações previsto para o primeiro semestre. O objetivo dessas parcerias é divulgar nossas receitas por meio de minicursos, incentivando desde cedo o consumo de peixe entre crianças e jovens. Entendemos que criança pode atuar como um agente multiplicador, influenciando positivamente os hábitos alimentares de sua família", salienta Fernanda.</span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti</em><br /><em>Artes: Daniel Michelon De Carli</em><br /><em>Fotos: Divulgação</em></p>
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				<title>Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas) é inaugurado na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/17/centro-de-triagens-de-animais-silvestres-cetas-e-inaugurado-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 10:41:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
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						<description><![CDATA[Em convênio com o Ibama, novo Cetas na UFSM realizará o resgate e tratamento de animais silvestres da região, além de oferecer estágios e oportunidades para iniciativas acadêmicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O novo Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas), localizado na Universidade Federal de Santa Maria, em convênio com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi inaugurado na manhã desta terça-feira (16). O espaço fica localizado atrás do Hospital Veterinário Universitário (HVU), no Campus Sede, e além de realizar o resgate e tratamento de animais silvestres, pretende oportunizar estágios, iniciativas e projetos relacionados à fauna silvestre para a comunidade acadêmica.</span></p>
[caption id="attachment_71672" align="aligncenter" width="821"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-15.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-71672" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-15.jpg" alt="" width="821" height="548" /></a> Superintendente do Ibama/RS, Diara Sartori, reitor da UFSM, Luciano Schuch, e o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, na cerimônia de inauguração do novo Cetas, no Salão Imembuí[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A cerimônia de inauguração se iniciou no Salão Imembuí, na Reitoria, e foi finalizada com uma visita ao local. Contou com a presença do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho; da superintendente do Ibama/RS, Diara Sartori; do reitor da UFSM, Luciano Schuch; da vice-reitora, Martha Adaime; do secretário municipal do Meio Ambiente, Diego Rigon de Oliveira; de Renata de Baco Hartmann, da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam); Maristela Lovato, representando o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul; Diego Vilibaldo Beckmann, gerente do HVU, além de representantes da Brigada Militar e diretores e pró-reitores da Universidade. A inauguração foi alusiva ao Dia do Bioma Pampa (17 de dezembro). </span></p>
<h3>Parceria com a UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A criação de um Cetas em Santa Maria, junto à UFSM, é um projeto que estava em planejamento desde 2010. O compromisso foi consolidado em maio de 2025, com a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica nº 25/2025, confirmando a gestão compartilhada da unidade pelas duas instituições. “A ideia da parceria com a Universidade é justamente isso, entendemos que o Cetas é um espaço educativo, de formação, de capacitação, e aqui os alunos da Universidade poderão se beneficiar com isso, podendo aprender como manejar um animal silvestre, como lidar com eles”, comentou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Cetas irá resgatar o olhar para o Bioma Pampa, com certeza fará toda a diferença. Não só para os animais, mas também para os nossos estudantes, para a produção de pesquisas. Vamos ter, além da assistência necessária para os animais, também espaço para a formação na nossa Universidade. Essa rede de apoio é fundamenta", destacou o reitor, Luciano Schuch, em sua fala durante a inauguração da unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da realização do resgate e tratamento da fauna silvestre, a parceria com a Universidade visa ao oferecimento de oportunidades de estudos, formação acadêmica e projetos voltados à conservação da fauna no espaço, possibilitando o desenvolvimento de diversas iniciativas nas áreas da Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia com a comunidade acadêmica. “É uma parceria há muito tempo esperada. Estamos muito felizes, fiz questão de vir pessoalmente de Brasília para cá, para prestigiar esse momento”, compartilhou o presidente do Ibama.</span></p>
[caption id="attachment_71673" align="aligncenter" width="822"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-06.jpg"><img class=" wp-image-71673" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-06.jpg" alt="Foto no interior de uma sala de paredes brancas. No lado direito, há uma bancada com uma pia. No lado esquerdo, há prateleiras com caixas de papelão, várias caixas transparentes contendo rações e alimentos, e pacotes grandes de alimentos." width="822" height="548" /></a> Sala de armazenamento de alimentos no novo Cetas, que fica atrás do HVU[/caption]
<h3>Cetas auxiliam na preservação da fauna silvestre</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, com o novo centro em Santa Maria, o Ibama conta com 26 Cetas no país. Os espaços têm como objetivo realizar o resgate, a reabilitação e a conservação da fauna silvestre, responsável pelo recebimento de animais resgatados ou apreendidos pela população, e executar a identificação, marcação, triagem, avaliação, tratamento, recuperação e reabilitação desses animais, visando devolvê-los à natureza. Entre 2020 e 2025, os Cetas do Ibama receberam mais de 370 mil animais silvestres no país, dos quais 61% voltaram para a natureza após tratamento e/ou reabilitação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A capacidade inicial do centro inaugurado na UFSM é de alojar cerca de 100 animais, mas a previsão é a ampliação da estrutura ao longo dos próximos anos. Segundo Rodrigo, está sendo criado um acordo, também com o governo estadual, para a cooperação técnica no fornecimento de alimentos, medicações, na destinação dos animais, para a redução de atropelamentos e para o combate ao tráfico. “Muitos animais são atropelados nas rodovias da região. Também recebemos no Cetas de Porto Alegre animais que acabam sendo traficados e trazidos para essa região, e que agora vão ter o Cetas aqui, como é o caso do cardeal amarelo e dos caboclinhos. Queremos poder trabalhar melhor a conservação dessas espécies aqui”, ressaltou Agostinho.</span></p>
<h3>Localização estratégica</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A criação de um Cetas em Santa Maria responde a uma demanda de vulnerabilidade ao tráfico internacional de animais silvestres, devido à proximidade com as fronteiras com a Argentina e o Uruguai. Além disso, a localização do município na região central do estado permite uma maior rapidez no atendimento, transporte e destinação dos animais, que ocorrerá por meio da rodoviária e do aeroporto da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de atropelamentos e do tráfico, um dos impactos observados em espécies silvestres são incidentes envolvendo redes elétricas. Em 2025, foi registrada a morte de 25 bugios-ruivos e 15 mutilações na região de Porto Alegre e Viamão. Em Santa Maria, um bugio causou a interrupção do fornecimento de energia elétrica ao entrar na rede da Subestação Santa Maria 3, no Distrito Industrial, no dia 14 de novembro, e acabou morrendo no dia 18. Situações como esta demonstram a necessidade de reforço desta atuação na região central.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Cetas na UFSM é uma unidade estratégica, pensada para ser um local de estadia temporária - e não permanente - dos animais, objetivando sua reabilitação e retorno para a natureza. Ainda, visa preservar a fauna do Pampa, que é um bioma ameaçado. “Os animais chegarão, serão triados, passarão por quarentena, serão reabilitados, e, quando possível, voltarão para a natureza. Hoje, no Brasil inteiro, no Cetas do Ibama chegam 60 mil animais por ano e 40 mil já conseguem voltar para a natureza”, relata o presidente.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti</em></p>
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													</item>
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				<title>Enlaces conversa com Silvio Lengler</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/11/06/enlaces-conversa-com-silvio-lengler</link>
				<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:55:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[#apicultura]]></category>
		<category><![CDATA[enlaces]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[  Professor aposentado Silvio Lengler colabora até hoje com atividades no apiário Apaixonado por abelhas, Silvio Lengler defende que estes insetos contribuem para o equilíbrio da natureza e para a sobrevivência humana. O professor aposentado em 2023, referência em apicultura e estudou na primeira turma de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), iniciada [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
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<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text">Professor aposentado Silvio Lengler colabora até hoje com atividades no apiário</figcaption>
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<p>Apaixonado por abelhas, Silvio Lengler defende que estes insetos contribuem para o equilíbrio da natureza e para a sobrevivência humana. O professor aposentado em 2023, referência em apicultura e estudou na primeira turma de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), iniciada em 1971.</p>
<p>Natural de Panambi, Silvio viajou pelo mundo para apresentar suas pesquisas e para se atualizar. O professor foi um dos responsáveis por introduzir a disciplina de Apicultura na grade curricular da instituição e até hoje contribui com as atividades práticas da cadeira. Ele também fundou e atua diariamente na sede da Associação de Apicultores de Santa Maria (Apismar). </p>
<p>Nossa entrevista foi realizada no apiário da Universidade, um local arborizado, cheio de cor e flores. A pedido de Silvio, ficamos a uma distância segura das abelhas que tanto o encantam. Aquele local visivelmente o deixa cheio de orgulho e demanda cuidado, algo que não lhe falta.  </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Como foi o seu primeiro contato com a UFSM?</b></p>
<p><b>SILVIO LENGLER </b>–  Eu fiquei sabendo que abriu o curso de Zootecnia. Eu era técnico agrícola formado na Escola Técnica Agrícola de Viamão, a ETA, e fiz um estágio de apicultura de quatro meses em Pindamonhangaba, São Paulo. Eu queria fazer pesquisa. Poderia ser Biologia, Agronomia ou Zootecnia. E aí eu fiz vestibular de Zootecnia e entrei na primeira turma, em 1971, e terminei o curso em 1974.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – P</b><b>or que optou pela zootecnia? </b></p>
<p><b>SILVIO LENGLER</b><b>– </b> Porque sou da área rural, da colônia. Eu sempre tinha galinha, porco e cavalo. Quando era jovem, eu era jockey. Era meu hobby. Quando cheguei aos 65 quilos tive de parar, porque o peso máximo era 60 quilos. </p>
<p>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS –  Por que escolheu se especializar em apicultura?</p>
<p>SILVIO –  Essa é uma boa pergunta. Na ETA de Viamão, eu tive que fazer um estágio de no mínimo 4 meses. Junto com um colega, iríamos plantar tomate. E esse meu colega descobriu que existia uma vaga com remuneração de apicultura em Pindamonhangaba. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – </b><b>Por que decidiu ser docente do curso? </b></p>
<p><b>SILVIO </b>–  Porque não tinha apicultura na Universidade. Só no Colégio Agrícola <i>[atual Politécnico]</i>. O professor era o Ony Lacerda, que me convidou para dar aula prática. Ele ficou sabendo que eu era formado na ETA e que fiz estágio em apicultura. O professor Ony foi convidado a lecionar no Departamento de Zootecnia e sobrou para mim.</p>
<p>Eu comecei a lecionar na Agronomia a convite do chefe do departamento, que, na época, era o Paulo Figueiró. Antes, eu era professor apenas do Colégio Agrícola. Como a Ana Primavesi foi para São Paulo, sobrou uma vaga e eu entrei na carreira de professor auxiliar de ensino.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – </b><b>O senhor sempre sonhou em ser professor? </b></p>
<p><b>SILVIO </b>– Sempre, porque os conhecimentos que adquiri em São Paulo foram muito grandes. Na época, as abelhas africanas, que eram muito agressivas, matavam muita gente e muitas criações de animais domésticos. Eu queria repassar informações de como acalmar essas abelhas.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – </b><b>O que o atraia na docência?</b></p>
<p><b>SILVIO – </b>O que mais gostava era de dar aula prática. Esse foi meu ícone. Eu cheguei a ter 150 colmeias na vida privada. Meus alunos chegaram a fazer fila para se inscrever e ter aula prática comigo para colher mel. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS </b>– <b>Qual seu maior aprendizado como professor?</b> </p>
<p><b>SILVIO </b>– Como professor, quem me ensina muito são as abelhas. Cada vez que eu faço aula prática com meus alunos, eu aprendo alguma coisa. Elas sempre ensinam alguma coisa. </p>
<p>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O senhor pode contar um pouco sobre suas pesquisas com abelhas? </p>
<p>SILVIO – Na minha tese, eu fiz um estudo com diversas linhagens de abelha:  caucasiana, abelha-carnica, italiana, alemã e seus cruzamentos. Os cruzamentos foram obtidos no Departamento de Genética da Universidade Estadual de São Paulo, Ribeirão Preto.</p>
<p>A gente estudou o comportamento sobre a hora que a abelha sai de manhã e hora que ela volta de noite. Foram seis meses de estudo. A abelha africanizada trabalha mais cedo e volta mais tarde. Consequentemente, produz mais mel do que as outras. A africanizada não fica doente, graças à sua rusticidade.</p>
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<figure class="wp-caption alignright"><img class="attachment-large size-large wp-image-71279" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-06-at-04.58.55-1024x682.jpeg" alt="Foto colorida horizontal do professor Silvio com camisa preta segurando um boné amarelo com uma abelha desenhada. Ao fundo, área verde" width="1024" height="682" />
<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text">Professor mostra o boné da entidade que ajudou a fundar, a Apismar</figcaption>
</figure>
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<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS </b>–<b> O senhor tem um carinho pelas abelhas.</b></p>
<p><b>SILVIO </b>– Tenho. Também não machuco elas. Sou contra alguém tentar matar essas abelhas. Porque, às vezes, tem um enxame na rua, e eles botam veneno para matar. Eu sou contra isso aí. É crime, inclusive. A abelha é um animal útil. Se não tiver mais abelhas na face da terra, nós, humanos, vamos morrer de fome.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – E qual a importância das abelhas para o senhor?</b> </p>
<p><b>SILVIO </b>– Produção de mel, pólen, própolis e geléia real. São esses quatro produtos que eu consumo diariamente. Por isso que eu tenho uma boa saúde e estou chegando aos 80 anos.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – E qual a sua relação com a Apismar?</b> </p>
<p><b>SILVIO </b>– Essa pergunta é ótima. Sou sócio-fundador há 40 anos e sou o único que ainda está participando. Há sete anos trabalho todos os sábados de manhã na Associação, que fica debaixo do viaduto da rua Tuiuti, no Parque Itaimbé. Eu e minha esposa damos orientação técnica. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS </b>–<b> Por que o senhor fundou a Apismar?</b></p>
<p><b>SILVIO –  </b>A Apismar é fundamental para o grupo de apicultores. Na época, eram só apicultores. Agora temos meliponicultores também. Já existia a Federação Apícola do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Acontece que tínhamos que fundar uma associação para poder nos filhar nessa federação. Por sua vez, a federação está filiada à Confederação Brasileira de Apicultura, e a Confederação Brasileira de Apicultura, em Brasília, está filiada à Apimondia (<i>International Federation of Beekeepers’ Associations</i>). A Apimondia está em mais de 100 países e é a maior potência de associativismo que se conhece na face da terra. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS –</b>  <b>Desde que o senhor começou até agora, o que mudou na atividade de criação de abelhas?</b></p>
<p><b>SILVIO </b>– Na época que eu comecei, era chamada abelha africana. E hoje, ela se chama abelha africanizada, porque cruzou com abelhas europeias. Nós temos abelhas mansas no grupo das africanizadas. Nossas abelhas da Universidade são bastante mansas. </p>
<p>Se compararmos com a abelha africanizada do Nordeste, é outra história. Lá, elas são muito mais agressivas, por causa do calor, principalmente.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS –  O senhor participou do encontro de 50 anos da primeira turma de Zootecnia. Conte como foi? </b></p>
<p><b>SILVIO </b>– Nós programamos desde o início do ano passado. Nós colocamos uma placa no hall do Centro de Ciências Rurais. Essa placa foi muito bem aceita pela comunidade, até a vice-reitora estava presente para a decoração dessa placa.</p>
<p>Então isso foi muito importante para nós. E depois nós fizemos um almoço no restaurante de um colega, que se chama Leitaria. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Como foi rever os antigos colegas do curso?</b> </p>
<p><b>SILVIO –</b> Foi muito bom ver os colegas. Cada um falou durante uns 5, 10 minutos sobre o que ele está fazendo e as dificuldades que o zootecnista encontrou na sua profissão. Assim como eu, encontrei muitas dificuldades como zootecnista. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Quais foram as dificuldades?</b> </p>
<p><b>SILVIO –</b> Primeiramente, no Departamento de Zootecnia, algumas pessoas não reconheciam o curso. Também queriam extinguir a disciplina de Apicultura e diziam que não era importante. Eu tive que reclamar e trazia abaixo-assinados do Congresso Brasileiro de Apicultura que dizia que as universidades tinham de criar mais disciplinas de apicultura com 60 horas. E, principalmente, o curso de Agronomia devia ter essa disciplina. E os outros cursos também, como Zootecnia, Engenharia Florestal e Veterinária. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Por que o senhor se aposentou? </b></p>
<p><b>SILVIO –</b> Porque fechei 30 anos e queria me dedicar à apicultura particular. Eu e minha esposa colhíamos muito mel. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – E o senhor sente falta do ensino?</b></p>
<p><b>SILVIO </b>– Não, eu não sinto falta. Porque a professora Fernanda me chamou para dar aula prática e palestra sobre os 10 produtos das abelhas, há 12 anos. </p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O que mais gosta de fazer nos seus momentos de lazer? </b></p>
<p><b>SILVIO – </b>Eu gosto de assistir filmes. Quando eu era jovem andava a cavalo até 7 quilômetros na chuva para assistir um bom faroeste. Eu sempre gostei muito de filmes faroeste. Até hoje assisto no YouTube.Eu gosto mais do faroeste, assim, de acertar as coisas da conversa, assim, né? De uma conversa boa.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Por que o senhor escolheu o apiário para  conversarmos? </b></p>
<p><b>SILVIO – </b>Porque falar sobre apicultura dentro de um escritório não vale a pena. Tem que ser em um lugar bastante verde.</p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O que espera para o futuro? </b></p>
<p><b>SILVIO –</b> Eu espero que a minha família continue unida. Tenho duas filhas e uma neta. A minha filha mais velha é separada e a mais nova tem uma filha que fará quatro anos no ano que vem. Eu espero no futuro continuar com saúde, para a minha esposa, minhas filhas, meu genro e a minha neta.</p>
<p> </p>
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<p><i>A Série Enlaces entrevista pessoas ligadas à UFSM. É um especial dos 65 anos da instituição produzido pela Agência de Notícias para o site e para o Instagram.</i></p>
<p> </p>
<p><i>Entrevista e texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias </i></p>
<p><i>Fotos e vídeo: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias </i></p>
<p><i>Edição: Maurício Dias, jornalista </i></p>
<p><i>Supervisão geral: Mariana Henriques, jornalista e chefe da Agência de Notícias</i></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/2025/11/06/enlaces-conversa-com-silvio-lengler"><strong>Publicado no Portal da UFSM no dia 06 de novembro de 2025.</strong></a></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Integrantes do grupo Pastos &amp; Suplementos da UFSM participam da XXVIII Reunión de ALPA no Uruguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/10/16/integrantes-do-grupo-pastos-suplementos-da-ufsm-participam-da-xxviii-reunion-de-alpa-no-uruguai</link>
				<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 18:22:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[pastos & suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[produção animal]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 22 e 24 de setembro de 2025, ocorreu em Punta del Este, Uruguai, a XXVIII Reunión de la Asociación Latinoamericana de Producción Animal (ALPA). O evento reuniu pesquisadores, estudantes e profissionais da área de produção animal de diversos países da América Latina. Durante o encontro, integrantes do grupo Pastos &amp; Suplementos representaram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="105" data-end="387"><img class="wp-image-12315 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/10/16-10-2025-1-300x197.jpg" alt="" width="596" height="391" />Entre os dias 22 e 24 de setembro de 2025, ocorreu em Punta del Este, Uruguai, a XXVIII Reunión de la Asociación Latinoamericana de Producción Animal (ALPA). O evento reuniu pesquisadores, estudantes e profissionais da área de produção animal de diversos países da América Latina.</p>
<p data-start="389" data-end="831" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Durante o encontro, integrantes do grupo <strong data-start="430" data-end="454">Pastos &amp; Suplementos</strong> representaram a UFSM e foram acompanhados pela professora Luciana Pötter e pelo professor Eduardo Bohrer de Azevedo, ambos do Departamento de Zootecnia. Na ocasião, os representantes do grupo apresentaram parte dos resultados de seus trabalhos desenvolvidos a campo, compartilhando experiências e contribuindo para o intercâmbio científico entre instituições latino-americanas.<img class="alignleft size-medium wp-image-12319" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/10/16-10-2025-2-300x282.jpg" alt="" width="300" height="282" /></p>
<p data-start="389" data-end="831" data-is-last-node="" data-is-only-node="">No dia 25 setembro, o grupo realizou uma visita técnica ao INIA Treinta y Tres, no Uruguai, foi uma experiência marcante e de grande aprendizado, na qual teve a oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela instituição, que se destaca pela excelência em pesquisa e inovação no setor agropecuário.<br /><br />Durante a visita, foi possível observar o funcionamento do GreenFeed, uma tecnologia moderna utilizada para medir a emissão de gases e o consumo alimentar dos animais. A visita proporcionou um momento de troca conhecimento, compreender melhor como a ciência e a tecnologia podem contribuir para uma produção mais eficiente e sustentável. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GEASUI da UFSM realiza a 1ª edição do Suinocultura em Foco</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/10/02/geasui-da-ufsm-realiza-a-1a-edicao-do-suinocultura-em-foco</link>
				<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:43:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[geasui]]></category>
		<category><![CDATA[suinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 30 de setembro de 2025, o Grupo de Estudos em Suinocultura (GEASUI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoveu a primeira edição do evento Suinocultura em Foco. O encontro reuniu estudantes, profissionais e interessados na área em uma noite de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento da suinocultura, setor de grande importância [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_12242" align="alignleft" width="439"]<img class="wp-image-12242" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/10/geasui-2025-out-300x300.jpg" alt="" width="439" height="439" /> <span style="color: #808080"><em>Equipe GEASUI acompanhada do Coordenador do grupo e do Curso de Zootecnia - professor Gerson Guarez Garcia.</em></span>[/caption]
<p data-start="156" data-end="355">No dia 30 de setembro de 2025, o <a href="https://www.instagram.com/geasui.ufsm/"><strong>Grupo de Estudos em Suinocultura (GEASUI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong></a> promoveu a primeira edição do evento <em data-start="328" data-end="350">Suinocultura em Foco</em>.</p>
<p data-start="357" data-end="573">O encontro reuniu estudantes, profissionais e interessados na área em uma noite de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento da suinocultura, setor de grande importância para o agronegócio brasileiro.</p>
<p data-start="575" data-end="858">Entre os convidados, estiveram presentes Benhur da Silva Ries, da Estrela Alimentos, e Meiquel Fernando Goerlach, da Cargill Alimentos, que compartilharam suas trajetórias e conhecimentos, enriquecendo o debate com perspectivas do mercado e da prática profissional.</p>
<p data-start="860" data-end="1052">O GEASUI agradece a todos que contribuíram para o sucesso do evento: público presente, palestrantes, apoiadores e patrocinadores que tornaram possível a realização desta iniciativa.</p>
<p data-start="1054" data-end="1267">O êxito da primeira edição do <em data-start="1084" data-end="1106">Suinocultura em Foco</em> fortalece o compromisso do grupo em seguir promovendo ações que aproximam a universidade do setor produtivo, o grupo já está motivado para a próxima edição.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>II Workshop sobre Ferramentas e Análises Estatísticas para Pesquisa Científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcta/eventos/wstar2025</link>
				<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 19:33:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[dtca]]></category>
		<category><![CDATA[DZO]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCTA]]></category>
		<category><![CDATA[SAS]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[WSTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[<div dir="auto">
<p style="text-align: justify">A análise estatística ocupa um papel central no avanço da ciência e no apoio a decisões estratégicas em diferentes setores da sociedade. Mais do que lidar com números, trata-se de transformar dados em conhecimento, capaz de gerar impacto real em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify">Com esse propósito, a Universidade Federal de Santa Maria promove a <strong>2ª edição do Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR 2025)</strong>, consolidando-se como um espaço de integração entre a academia, a indústria e a sociedade. O evento busca capacitar acadêmicos, pesquisadores e profissionais no uso de ferramentas estatísticas e de ciência de dados aplicadas à solução de problemas complexos em múltiplas áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify">A programação desta edição reúne especialistas renomados do Brasil e do exterior, trazendo palestras que vão desde o <em>data storytelling</em> e o uso do <em>SAS<sup>®</sup> Studio™</em> na ciência e tecnologia dos alimentos, até temas de fronteira como a arquitetura moderna da Plataforma <em>Viya™ 4</em> e a geração de dados biológicos sintéticos por modelos generativos. Trata-se de uma oportunidade única de explorar conceitos, técnicas e ferramentas que estão moldando o presente e o futuro da análise de dados.</p>
<p style="text-align: justify">Ao oferecer um espaço de troca de experiências, aprendizado prático e diálogo interdisciplinar, o WSTAR 2025 reafirma seu compromisso em formar profissionais mais preparados para enfrentar os desafios contemporâneos, atuando de forma crítica, inovadora e colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify">Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.</p>
<p style="text-align: right"><em>Comissão organizadora</em></p>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">
<p><!--nextpage--></p>
<h5 class="titulo-conteudos"><span style="font-size: 12pt">Comissão Organizadora:</span></h5>
</div>
<div dir="auto">Alexandre José Cichoski<br />
Alice Veleda Wendt<br />
Cesar Henrique Espírito Candal Poli<br />
Deborah Vasconcellos<br />
Fernando Miranda de Vargas Júnior<br />
Jeriel Dias<br />
José Dilson Francisco da Silva<br />
Paulo Cezar Bastianello Campagnol<br />
Paulo Santana Pacheco<br />
Renius Mello</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">
<div dir="auto">
<p><!--nextpage--></p>
</div>
</div>
<div dir="auto" style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/@ppgctaufsm2978" target="_blank" rel="noopener"><strong>O evento será transmitido ao vivo no canal &#8216;PPGCTA UFSM&#8217; no Youtube.</strong></a></div>
<div dir="auto">
<figure id="attachment_10711" aria-describedby="caption-attachment-10711" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/live/qDa3_6AG6hk?si=ZC-NRU0gm8yZGn5I" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="wp-image-10711" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/08/Live1-300x78.jpg" alt="" width="234" height="61" /></a><figcaption id="caption-attachment-10711" class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/live/qDa3_6AG6hk?si=ZC-NRU0gm8yZGn5I" target="_blank" rel="noopener">Transmissão ao vivo clique aqui!!!</a></figcaption></figure>
</div>
<div dir="auto">
<div dir="auto">
<p><!--nextpage--></p>
</div>
</div>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div dir="auto">
<p style="text-align: justify">A análise estatística ocupa um papel central no avanço da ciência e no apoio a decisões estratégicas em diferentes setores da sociedade. Mais do que lidar com números, trata-se de transformar dados em conhecimento, capaz de gerar impacto real em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify">Com esse propósito, a Universidade Federal de Santa Maria promove a <strong>2ª edição do Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR 2025)</strong>, consolidando-se como um espaço de integração entre a academia, a indústria e a sociedade. O evento busca capacitar acadêmicos, pesquisadores e profissionais no uso de ferramentas estatísticas e de ciência de dados aplicadas à solução de problemas complexos em múltiplas áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify">A programação desta edição reúne especialistas renomados do Brasil e do exterior, trazendo palestras que vão desde o <em>data storytelling</em> e o uso do <em>SAS<sup>®</sup> Studio™</em> na ciência e tecnologia dos alimentos, até temas de fronteira como a arquitetura moderna da Plataforma <em>Viya™ 4</em> e a geração de dados biológicos sintéticos por modelos generativos. Trata-se de uma oportunidade única de explorar conceitos, técnicas e ferramentas que estão moldando o presente e o futuro da análise de dados.</p>
<p style="text-align: justify">Ao oferecer um espaço de troca de experiências, aprendizado prático e diálogo interdisciplinar, o WSTAR 2025 reafirma seu compromisso em formar profissionais mais preparados para enfrentar os desafios contemporâneos, atuando de forma crítica, inovadora e colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify">Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.</p>
<p style="text-align: right"><em>Comissão organizadora</em></p>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">
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<h5 class="titulo-conteudos"><span style="font-size: 12pt">Comissão Organizadora:</span></h5>
</div>
<div dir="auto">Alexandre José Cichoski<br />
Alice Veleda Wendt<br />
Cesar Henrique Espírito Candal Poli<br />
Deborah Vasconcellos<br />
Fernando Miranda de Vargas Júnior<br />
Jeriel Dias<br />
José Dilson Francisco da Silva<br />
Paulo Cezar Bastianello Campagnol<br />
Paulo Santana Pacheco<br />
Renius Mello</div>
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<div dir="auto" style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/@ppgctaufsm2978" target="_blank" rel="noopener"><strong>O evento será transmitido ao vivo no canal &#8216;PPGCTA UFSM&#8217; no Youtube.</strong></a></div>
<div dir="auto">
<figure id="attachment_10711" aria-describedby="caption-attachment-10711" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/live/qDa3_6AG6hk?si=ZC-NRU0gm8yZGn5I" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="wp-image-10711" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/08/Live1-300x78.jpg" alt="" width="234" height="61" /></a><figcaption id="caption-attachment-10711" class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/live/qDa3_6AG6hk?si=ZC-NRU0gm8yZGn5I" target="_blank" rel="noopener">Transmissão ao vivo clique aqui!!!</a></figcaption></figure>
</div>
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</div>
</div>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>I Workshop sobre Ferramentas e Análises Estatísticas para Pesquisa Científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcta/eventos/wstar2024</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 19:15:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[dtca]]></category>
		<category><![CDATA[DZO]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[SAS]]></category>
		<category><![CDATA[SAS Viya]]></category>
		<category><![CDATA[WSTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcta/?post_type=eventos&#038;p=1529</guid>
						<description><![CDATA[<div dir="auto">
<p style="text-align: justify">A análise estatística desempenha um papel fundamental na tomada de decisões informadas e baseadas em dados nas diversas áreas, desde a pesquisa científica até o mundo dos negócios. Todavia, muitos acadêmicos ainda enfrentam lacunas na formação em estatística, podendo limitar seu potencial de crescimento profissional e sua capacidade em contribuir de forma significativa para a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">Diante disso, foi idealizado o <strong>Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR)</strong> como um projeto de extensão, com o propósito de oferecer capacitação em análise estatística para acadêmicos e pesquisadores nas diferentes áreas do conhecimento. O evento visa fornecer habilidades essenciais para a análise de dados e a utilização de ferramentas estatísticas na solução de problemas práticos e complexos, conectando teoria e prática.</p>
<p style="text-align: justify">Com essa iniciativa, esperamos contribuir para a formação de profissionais mais qualificados, preparados para enfrentar os desafios em suas carreiras, além de fomentar uma participação ativa na sociedade, embasada em decisões analíticas e fundamentadas em dados.</p>
<p style="text-align: justify">Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.</p>
<p style="text-align: right"><em>Comissão organizadora</em></p>
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<h5 class="titulo-conteudos"><span style="font-size: 12pt">Comissão Organizadora:</span></h5>
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<div dir="auto">Renius Mello<br />
Paulo Santana Pacheco<br />
Jeriel Dias<br />
Bibiana Cristina Butzke<br />
Alice Veleda Wendt<br />
José Dilson Francisco da Silva<br />
Suslin Raatz Thiel<br />
Diúlia Zolin Galvani<br />
Hugo José de Araújo Correia<br />
Marcelle de Oliveira Benites<br />
André Fogaça Nigeliskii</div>
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<div dir="auto" style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/@ppgctaufsm2978" target="_blank" rel="noopener"><strong>O evento será transmitido ao vivo no canal &#8216;PPGCTA UFSM&#8217; no Youtube.</strong></a></div>
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<figure id="attachment_10711" aria-describedby="caption-attachment-10711" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/live/TOf1h047rTE?si=58NMX1-Fdqjp3p6X" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="wp-image-10711" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/08/Live1-300x78.jpg" alt="" width="234" height="61" /></a><figcaption id="caption-attachment-10711" class="wp-caption-text">Transmissão ao vivo clique aqui!!!</figcaption></figure>
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							<content:encoded><![CDATA[  <div dir="auto">
<p style="text-align: justify">A análise estatística desempenha um papel fundamental na tomada de decisões informadas e baseadas em dados nas diversas áreas, desde a pesquisa científica até o mundo dos negócios. Todavia, muitos acadêmicos ainda enfrentam lacunas na formação em estatística, podendo limitar seu potencial de crescimento profissional e sua capacidade em contribuir de forma significativa para a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">Diante disso, foi idealizado o <strong>Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR)</strong> como um projeto de extensão, com o propósito de oferecer capacitação em análise estatística para acadêmicos e pesquisadores nas diferentes áreas do conhecimento. O evento visa fornecer habilidades essenciais para a análise de dados e a utilização de ferramentas estatísticas na solução de problemas práticos e complexos, conectando teoria e prática.</p>
<p style="text-align: justify">Com essa iniciativa, esperamos contribuir para a formação de profissionais mais qualificados, preparados para enfrentar os desafios em suas carreiras, além de fomentar uma participação ativa na sociedade, embasada em decisões analíticas e fundamentadas em dados.</p>
<p style="text-align: justify">Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.</p>
<p style="text-align: right"><em>Comissão organizadora</em></p>
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<h5 class="titulo-conteudos"><span style="font-size: 12pt">Comissão Organizadora:</span></h5>
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<div dir="auto">Renius Mello<br />
Paulo Santana Pacheco<br />
Jeriel Dias<br />
Bibiana Cristina Butzke<br />
Alice Veleda Wendt<br />
José Dilson Francisco da Silva<br />
Suslin Raatz Thiel<br />
Diúlia Zolin Galvani<br />
Hugo José de Araújo Correia<br />
Marcelle de Oliveira Benites<br />
André Fogaça Nigeliskii</div>
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<div dir="auto" style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/@ppgctaufsm2978" target="_blank" rel="noopener"><strong>O evento será transmitido ao vivo no canal &#8216;PPGCTA UFSM&#8217; no Youtube.</strong></a></div>
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<figure id="attachment_10711" aria-describedby="caption-attachment-10711" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/live/TOf1h047rTE?si=58NMX1-Fdqjp3p6X" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="wp-image-10711" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/08/Live1-300x78.jpg" alt="" width="234" height="61" /></a><figcaption id="caption-attachment-10711" class="wp-caption-text">Transmissão ao vivo clique aqui!!!</figcaption></figure>
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]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora do CCR recebe Prêmio Destaque Professor Édison Armando de Franco Nunes 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/09/08/professora-do-ccr-recebe-premio-destaque-professor-edison-armando-de-franco-nunes-2025</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 16:08:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12139</guid>
						<description><![CDATA[A professora Luciana Potter, do Departamento de Zootecnia da UFSM, foi escolhida pela Comissão Julgadora do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) para receber o Prêmio Destaque Professor Édison Armando de Franco Nunes 2025, na categoria Destaque Ensino/Pesquisa Zootecnia. O prêmio, criado pelo CRMV-RS, reconhece médicos-veterinários e zootecnistas que desenvolvem serviços relevantes para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
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<div class="no-draggable flex-1">
<p><span style="font-size: revert;color: initial"><img class="alignleft wp-image-12140 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/09/IMG-20250908-WA0003-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" />A professora </span><strong style="font-size: revert;color: initial" data-start="149" data-end="167">Luciana Potter</strong><span style="font-size: revert;color: initial">, do Departamento de Zootecnia da UFSM, foi escolhida pela Comissão Julgadora do </span><strong style="font-size: revert;color: initial" data-start="299" data-end="375">Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS)</strong><span style="font-size: revert;color: initial"> para receber o </span><strong style="font-size: revert;color: initial" data-start="391" data-end="456">Prêmio Destaque Professor Édison Armando de Franco Nunes 2025</strong><span style="font-size: revert;color: initial">, na categoria </span><em style="font-size: revert;color: initial" data-start="471" data-end="507">Destaque <strong>Ensino/Pesquisa Zootecnia</strong></em><span style="font-size: revert;color: initial">.</span></p>
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<p data-start="512" data-end="756">O prêmio, criado pelo CRMV-RS, reconhece médicos-veterinários e zootecnistas que desenvolvem serviços relevantes para o fortalecimento da Medicina Veterinária, da Zootecnia e do agronegócio, destacando-se em suas respectivas áreas de atuação.</p>
<p data-start="758" data-end="970">A cerimônia de entrega ocorreu no dia 5 de setembro de 2025, durante a 48ª Expointer.</p>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM é homenageada no IX Seminário Nacional de Ciência e Tecnologia em Cunicultura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/08/25/professora-da-ufsm-e-homenageada-no-ix-seminario-nacional-de-ciencia-e-tecnologia-em-cunicultura</link>
				<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:58:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[cunicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 15 e 17 de agosto de 2025, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) sediou o IX Seminário Nacional de Ciência e Tecnologia em Cunicultura, promovido pela Associação Científica Brasileira de Cunicultura (ACBC). Durante o evento, a professora Geni Salete Pinto de Toledo foi agraciada com o Prêmio Laura de Sanctis, honraria concedida [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="104" data-end="328"><img class="alignleft  wp-image-12045" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-11.14.49-214x300.jpeg" alt="" width="376" height="527" />Entre os dias 15 e 17 de agosto de 2025, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) sediou o IX Seminário Nacional de Ciência e Tecnologia em Cunicultura, promovido pela Associação Científica Brasileira de Cunicultura (ACBC).</p>
<p data-start="330" data-end="576">Durante o evento, a professora Geni Salete Pinto de Toledo foi agraciada com o Prêmio Laura de Sanctis, honraria concedida a profissionais que se destacam e contribuem de forma significativa para o desenvolvimento da cunicultura no Brasil.</p>
<p data-start="578" data-end="941">A trajetória da professora é marcada por importantes conquistas, entre elas o desenvolvimento de pesquisas no Setor de Cunicultura do <a href="https://www.instagram.com/dz.ufsm/"><strong>Departamento de Zootecnia da UFSM</strong></a>, sua atuação por 22 anos na comissão de estágios do curso de Medicina Veterinária e a autoria do livro <em data-start="849" data-end="906">“Cunicultura: Didática e prática na criação de coelhos”</em>, considerado referência na área.</p>
<p data-start="943" data-end="1264" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O seminário também contou com a participação da professora Ana Carolina Kohlrausch Klinger, docente do Campus Frederico Westphalen e integrante da gestão da ACBC, da professora Paula Montagner, responsável técnica do Setor de Cunicultura do Departamento de Zootecnia, e do acadêmico de pós-graduação Bruno Callai.</p>
<p data-start="943" data-end="1264" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><a href="https://www.instagram.com/labcuni.ufsm/">Mais informações sobre o Laboratório de Cunicultura da UFSM, clique aqui.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Genepec participa do XVI Simpósio Brasileiro de Melhoramento Animal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/08/12/genepec-participa-do-xvi-simposio-brasileiro-de-melhoramento-animal</link>
				<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 14:02:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[genepec]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento animal]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos em Genética e Melhoramento Animal &#8211; Genepec &#8211; da UFSM participou do XVI Simpósio Brasileiro de Melhoramento Animal, promovido pela Sociedade Brasileira de Melhoramento Animal (SBMA). O evento foi marcado por momentos de aprendizado, apresentações de trabalhos, atualização científica e troca de experiências com profissionais e pesquisadores de destaque na área, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="134" data-end="373"><img class="alignleft  wp-image-11858" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/08/12-08-2025-300x295.jpg" alt="" width="398" height="391" />O Grupo de Estudos em Genética e Melhoramento Animal - Genepec - da UFSM participou do XVI Simpósio Brasileiro de Melhoramento Animal, promovido pela Sociedade Brasileira de Melhoramento Animal (SBMA).</p>
<p data-start="375" data-end="616">O evento foi marcado por momentos de aprendizado, apresentações de trabalhos, atualização científica e troca de experiências com profissionais e pesquisadores de destaque na área, fortalecendo o conhecimento e as práticas relacionadas ao melhoramento genético animal.</p>
<p data-start="618" data-end="908">O Genepec agradece à SBMA pela organização do simpósio, aos docentes, especialmente à professora Thaise Melo, que incentivam e orientam o grupo e a todos que contribuíram para viabilizar a participação.</p>
<p data-start="618" data-end="908">A experiência reforça o compromisso do CCR em contribuir com a ciência e o desenvolvimento do melhoramento genético animal no Brasil.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Estudos em Pecuária Leiteira promove 1º CicloLAC – Ciclo Acadêmico do Leite</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/08/11/gepel-promove-1o-ciclolac-ciclo-academico-do-leite</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 15:17:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[#Leite]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ciclolac2025]]></category>
		<category><![CDATA[GEPeL]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=11843</guid>
						<description><![CDATA[No dia 30 de agosto, das 8h às 16h30, o Auditório do Colégio Politécnico da UFSM sediará o 1º CicloLAC – Ciclo Acadêmico do Leite, evento técnico que busca atualizar e ampliar os conhecimentos sobre produção, manejo e qualidade do leite, com ênfase nos avanços científicos e tecnológicos do setor. Promovido pelo Grupo de Estudos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="126" data-end="440"><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/eventos/1o-ciclolac-ciclo-academico-do-leite"><img class="alignleft size-medium wp-image-11846" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/08/card-12-08-2025-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>No dia 30 de agosto, das 8h às 16h30, o Auditório do Colégio Politécnico da UFSM sediará o <a href="http://ufsm.br/eventos/ciclolac2025"><strong data-start="217" data-end="259">1º CicloLAC – Ciclo Acadêmico do Leite</strong></a>, evento técnico que busca atualizar e ampliar os conhecimentos sobre produção, manejo e qualidade do leite, com ênfase nos avanços científicos e tecnológicos do setor.</p>
<p data-start="442" data-end="895">Promovido pelo <a href="https://www.instagram.com/gepel_ufsm/"><strong data-start="457" data-end="511">Grupo de Estudos em Pecuária Leiteira (GEPEL/UFSM)</strong></a> e pelo Departamento de Clínica de Grandes Animais da UFSM, o encontro pretende integrar estudantes, professores, técnicos, pesquisadores e produtores rurais, promovendo troca de experiências, debates e a apresentação de resultados de pesquisa. Além disso, o evento visa estimular o <em>networking</em> entre a academia e o setor produtivo, fortalecendo parcerias e colaborações futuras.</p>
<p data-start="897" data-end="1258">A programação inclui palestras de especialistas como Giovani Noro (DSM-Firmenich), José Rocha, Emmanuel Veiga de Camargo e Mariana Iriarte Gonçalves, abordando temas como período de aleitamento e desmame de terneiras leiteiras, período de transição em bovinos, hipocalcemia subclínica e monitoramento animal com uso de dados para tomada de decisão.</p>
<p data-start="1260" data-end="1376">O evento conta com o patrocínio de SICREDI, COTRIJUC, PRIMAZA Identificação Animal e VitallTech do Brasil.</p>
<p data-start="1378" data-end="1572">As inscrições custam R$ 25,00 para alunos de graduação e R$ 40,00 para o público geral, e <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSemxTSB9NqX8M_xkWuKbZoUfc7IbOEtNkSip7uJxqWbJriQdA/viewform"><strong>podem ser realizadas clicando aqui.</strong></a> Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: <strong data-start="1545" data-end="1569"><a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1547" data-end="1567">ufsm.gepel@gmail.com</a></strong>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão estimula apicultura e meliponicultura na região do Alto Médio Uruguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/04/projeto-de-extensao-estimula-apicultura-e-meliponicultura-na-regiao-do-alto-medio-uruguai</link>
				<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 21:34:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69394</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa possui parceria com organizações locais e a Emater/RS para valorizar a criação de abelhas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_69395" align="alignright" width="587"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/462289142_8422132741208796_8627995157005841091_n-1024x688-1.jpg"><img class=" wp-image-69395" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/462289142_8422132741208796_8627995157005841091_n-1024x688-1-300x202.jpg" alt="" width="587" height="395" /></a> Iniciativa trabalha com diferentes modelos de manejo de abelhas (foto: divulgação/Apisrenda II)[/caption]

O “Projeto de inclusão produtiva através da apicultura – Apisrenda II”, iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), trabalha em parceria com produtores rurais e entidades locais para estimular a apicultura e a meliponicultura na região do Alto Médio Uruguai. O projeto é vinculado ao Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas do Campus da UFSM em Palmeira das Missões.

A iniciativa também procura estimular a permanência das famílias e dos jovens no campo, a partir do trabalho com a apicultura como uma segunda ou terceira fonte de renda. Além de Palmeira das Missões, o projeto já realizou ações nos municípios de Seberi, Novo Barreiro, Chapada e Barra Funda.

As ações extensionistas relacionadas ao Apisrenda II tiveram início em 2011 e, ao longo dos anos, já alcançaram cerca de 60 produtores rurais da região. Luiz Eduardo Avelar Pucci, coordenador do projeto e professor do curso de Zootecnia, explica que o número é ainda maior, considerando o público de eventos promovidos pela iniciativa.

Rosângela Kintschner, 39 anos, é apicultura em Chapada (RS) e conheceu o projeto em 2022, por meio da Associação dos Apicultores e Meliponicultores do Alto Uruguai. Sobre os encontros que participou, comenta: “a credibilidade do conhecimento dos professores desperta o interesse dos apicultores em aprender, em melhorar os manejos, a produção e a rentabilidade na apicultura”. Ela também conta estar aguardando o retorno das atividades em 2025.

<b>A importância da apicultura e da meliponicultura</b>

Luiz Eduardo explica que a iniciativa também inclui o levantamento das demandas e a produção de um diagnóstico com os produtores. Para isso, o projeto estabelece parcerias com as secretarias municipais e com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS). “Já tiveram casos de produtores já mais experientes – com muitas caixas de abelha – que apresentavam suas experiências e nós complementávamos. É esse o papel da extensão, a troca de ideias, informações e experiências”, descreve o professor.

Sobre o Apisrenda II, projeto contemplado no Fundo de Financiamento à Extensão (Fiex), Luiz Eduardo pondera que o desastre socioambiental de abril e maio de 2024, além das greves na instituição, impactaram as ações. Ainda assim, o docente ressalta o papel ecológico da apicultura e da meliponicultura, consideradas atividades com baixo impacto ambiental e que fornecem serviços ecossistêmicos para diferentes espécies de plantas.

Elise Battisti, 26 anos, é estudante de Zootecnia e foi bolsista do Apisrenda II. No projeto, ela conta ter tido a oportunidade de visitar diferentes propriedades rurais e apresentar trabalhos feitos a partir de dados dos apicultores. “Melhorou a minha comunicação”, acrescenta, sobre a importância da iniciativa em sua formação.

<i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da PRE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM é reconhecido entre os melhores cientistas do Brasil em Ciência Animal e Veterinária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/30/professor-da-ufsm-e-reconhecido-entre-os-melhores-cientistas-do-brasil-em-ciencia-animal-e-veterinaria</link>
				<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:19:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69331</guid>
						<description><![CDATA[Ranking internacional lista 164 pesquisadores brasileiros; Dari Celestino Alves Filho é o único representante da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69332" align="alignleft" width="500"]<img class="wp-image-69332 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/30-05-2025-2-768x725-1.jpg" alt="" width="500" height="472" /> Dari atualmente coordena o Laboratório de Bovinocultura de Corte da UFSM[/caption]
<p>O professor Dari Celestino Alves Filho, do Departamento de Zootecnia da UFSM, conquistou destaque nacional ao ser incluído no<a href="https://research.com/scientists-rankings/animal-science-and-veterinary/br?page=2"> ranking de 2024 da plataforma Research.com</a>, que lista os principais cientistas brasileiros nas áreas de Ciência Animal e Veterinária. O levantamento é baseado no D-index, uma métrica que considera exclusivamente publicações e citações dentro da disciplina específica, refletindo a relevância e o impacto do trabalho científico de cada pesquisador.</p>
<p>A presença do professor Dari no ranking resulta de uma análise rigorosa que avaliou dados de mais de 166 mil cientistas em todo o mundo, a partir de fontes como OpenAlex e CrossRef. Na área de Ciência Animal e Veterinária, foram examinados mais de 41 mil pesquisadores — apenas os que atingiram um D-index mínimo de 20 foram incluídos. O Brasil figura em sexto lugar no ranking global, com 164 pesquisadores listados. Dari Celestino é o único docente da UFSM a integrar esse grupo.</p>
<p data-start="1437" data-end="1732">A inclusão do docente evidencia uma trajetória acadêmica marcada por pesquisas inovadoras e pela formação de novos profissionais na área. Seu trabalho contribui de forma significativa para o avanço da ciência animal e veterinária, com impacto reconhecido nacional e internacionalmente. </p>
<p data-start="1437" data-end="1732"><em>Com informações da Subdivisão de Comunicação do CCR</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor Dari é reconhecido entre os melhores cientistas em Ciência Animal e Veterinária do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/05/30/professor-dari-e-reconhecido-entre-os-melhores-cientistas-em-ciencia-animal-e-veterinaria-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:50:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[bovinocultura de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ciência animal]]></category>
		<category><![CDATA[lbc]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[research.com]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=11652</guid>
						<description><![CDATA[O professor Dari Celestino Alves Filho, do Departamento de Zootecnia e do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da UFSM, conquistou destaque nacional ao ser incluído no prestigiado ranking de 2024 da plataforma Research.com, que lista os principais cientistas brasileiros nas áreas de Ciência Animal e Veterinária. Este reconhecimento é baseado no D-index, uma métrica que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">
[caption id="attachment_11653" align="alignright" width="512"]<img class="wp-image-11653" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/05/30-05-2025-2-1024x967.jpg" alt="" width="512" height="483" /> <em>O professor Dari atualmente coordena o Laboratório de Bovinocultura de Corte da UFSM</em>[/caption]
O professor <strong><a style="font-size: revert;font-weight: revert" title="Read more" href="https://research.com/u/dari-celestino-alves-filho">Dari Celestino Alves Filho</a></strong><strong>, </strong>do Departamento de Zootecnia e do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da UFSM<strong>, </strong>conquistou destaque nacional ao ser incluído no <a href="https://research.com/scientists-rankings/animal-science-and-veterinary/br?page=2"><strong>prestigiado ranking de 2024 da plataforma Research.com</strong></a>, que lista os principais cientistas brasileiros nas áreas de Ciência Animal e Veterinária. Este reconhecimento é baseado no D-index, uma métrica que avalia exclusivamente publicações e citações dentro da disciplina específica, refletindo a relevância e o impacto do trabalho científico do pesquisador. </div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A presença do professor Dari no ranking é resultado de uma análise rigorosa que considerou dados de mais de 166 mil cientistas, com base em fontes como OpenAlex e CrossRef. Para a área de Ciência Animal e Veterinária, foram examinados mais de 41 mil pesquisadores, sendo que apenas os que atingiram um D-index mínimo de 20 foram incluídos. O Brasil se destaca globalmente, ocupando a sexta posição com 164 cientistas listados, evidenciando a excelência da pesquisa nacional na área.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A inclusão deste professor da UFSM nesse seleto grupo ressalta sua dedicação e contribuição significativa para o avanço da ciência animal e veterinária. Sua trajetória acadêmica é marcada por pesquisas inovadoras e um compromisso contínuo com a excelência científica, refletindo-se no impacto de suas publicações e na formação de novos profissionais na área. </div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Este reconhecimento não apenas celebra as conquistas individuais do professor Dari, mas também destaca a importância das pesquisas da UFSM perante o cenário internacional, servindo de inspiração para estudantes e profissionais da área. </div>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório da UFSM auxilia na detecção de foco inédito de gripe aviária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/22/laboratorio-da-ufsm-auxilia-na-deteccao-de-foco-inedito-de-gripe-aviaria</link>
				<pubDate>Thu, 22 May 2025 21:53:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69248</guid>
						<description><![CDATA[O Lumac, que é vinculado ao Colégio Politécnico, desenvolveu um aplicativo que mapeia e monitora a doença]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na última quinta-feira (15), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou o primeiro caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), comumente conhecida como gripe aviária, em uma granja comercial no Brasil. As ocorrências registradas anteriormente foram em aves silvestres. A detecção do foco ocorreu no dia seguinte, no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

O Laboratório de Computação Ubíqua, Móvel e Aplicada (Lumac), coordenado pelo professor Alencar Machado, do Colégio Politécnico da UFSM, desenvolveu um <a href="https://www.ufsm.br/2024/04/24/laboratorio-do-colegio-politecnico-desenvolve-software-usado-na-investigacao-de-focos-da-gripe-aviaria" target="_blank" rel="noopener"><i>software</i> para a investigação de focos de doenças como a gripe aviária</a> no ano passado. Ainda em 2024, a <a href="https://www.ufsm.br/2024/08/06/trabalho-da-ufsm-garantiu-agilidade-no-controle-da-doenca-de-newcastle" target="_blank" rel="noopener">ferramenta, na Plataforma de Defesa Sanitária Animal, também foi utilizada para controlar a doença de Newcastle</a> na cidade de Anta Gorda. Agora o aplicativo está sendo usado por equipes sanitárias em Montenegro para mapear e monitorar a doença.

O <i>software</i> foi criado pelo Lumac para a gestão de emergências de eventos sanitários. A ferramenta em si é a mesma de 2024, mas o conjunto de funcionalidades varia de acordo com cada ocorrência. “O que muda é que a cada evento sanitário nós aprendemos mais sobre ele e, a partir disso, a gente está tendo oportunidades de conseguir melhorar a captação da informação e a análise e projeção dela para tomar decisão”, conta o professor Alencar Machado.

A equipe do Lumac deslocou-se até Montenegro e o professor explica o porquê. “Por isso que a gente vem para cá. Vai corrigindo, ajustando e fazendo melhorias durante o evento sanitário, de coisas mais objetivas que entregam rapidamente informação trabalhada para eles. Porém, quando acabar esse evento sanitário, nós temos uma lista gigante de melhorias, de coisas mais complexas e mais demoradas de fazer. Para a gente já, no próximo evento sanitário, ter uma ferramenta em uma nova versão melhorada. A gente mergulha junto com o pessoal aqui para ir percebendo essas coisas e fazendo, a cada evento sanitário, uma nova versão da ferramenta mais customizada e melhorada.”

[caption id="attachment_69249" align="alignright" width="604"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/0.jpg"><img class=" wp-image-69249" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/0-300x282.jpg" alt="" width="604" height="568" /></a> Inserido na Plataforma de Defesa Sanitária Animal, o software foi criado pelo Lumac para a gestão de eventos emergenciais. (imagem: arquivo pessoal)[/caption]

A plataforma é composta por um sistema <i>web</i> e um sistema <i>mobile</i> (o aplicativo). Ela é usada a partir do momento em que existe uma suspeita, ou seja, sinais clínicos nas aves, evidenciados por um médico veterinário, que coleta o material das aves e envia para um laboratório. A partir desta etapa, a ferramenta já começa a ser utilizada para entender onde está localizada a suspeita do foco. Depois, inicia-se a análise de movimentação animal que aconteceu na propriedade determinada, para poder projetar no mapa uma série de setas para onde as aves daquela propriedade tiveram destino.

“Por exemplo, esse caso bem particular aqui de Montenegro é uma granja comercial de matrizes, né? As aves colocam ovos, esses ovos são férteis, vão para o incubatório para gerar o pintinho, para o pintinho ser distribuído para as propriedades. Nesse caso em particular, quando essa granja teve uma suspeita, o pessoal foi na ferramenta, colocou ela como foco e já começou a ter a projeção no mapa do grafo de movimentação. Ela movimentou para o incubatório e para onde os pintinhos do incubatório foram enviados, para quais propriedades e para quais lugares no Brasil, em outros estados, esse incubatório também enviou os ovos dessa granja. A gente tem uma rastreabilidade dele”, explica Alencar Machado.

E a partir disso, com a pré-confirmação do evento sanitário, é possível analisar o tamanho do trabalho que vai existir a campo. Com a confirmação, começa uma segunda parte da ferramenta: a modelagem dos raios. Serve para determinar zonas onde as equipes vão começar a fazer visitas nas propriedades, para verificar se existem aves com sinais clínicos de mortalidade, para poder determinar se a doença está se espalhando ao redor daquela que foi identificada como foco. O <i>software</i> também gerencia os convocados que devem ir para o foco. Esses convocados são distribuídos em equipes que têm uma série de dinâmicas, como de vigilância, de barreira e de limpeza. Por exemplo, a equipe de vigilância é aquela que visita as propriedades para verificar se a doença está se espalhando, verificando as evidências da doença.

O aplicativo serve para as equipes de campo. A ferramenta suporta toda a tomada de decisão para programar o que vai ser executado a partir do momento que as equipes começarem a fazer o seu trabalho no o quartel-general (QG). Quando uma pessoa é colocada em uma equipe que tem obrigação de visitar uma região, ela é vinculada a essa região no mapa. Quando entra no aplicativo, ele traz todas as atividades que a pessoa precisa fazer dentro do evento sanitário: qual é a sua equipe, região de movimentação, as propriedades ali dentro, quem é o produtor que está lá. E é no aplicativo que eles fazem a entrevista com o produtor perguntando se ele tem aves, se as aves estão com sinais clínicos, etc.

Caso tenha aves, o grupo adentra a propriedade para poder ter uma visão ocular delas. Eles tiram fotos e fazem um levantamento de evidências pelo aplicativo. A partir disso, coletadas essas informações em tempo real, elas são transmitidas para o QG. Outra parte da ferramenta é de ações no foco – um monitoramento das equipes enquanto elas estão em campo. A partir disso, quem está na parte de gestão do foco consegue tomar decisão em tempo real conforme os grupos vão se locomovendo. No final do dia, quando todos retornam para o quartel-general, o <i>board</i> já dispõe a porcentagem, a quantidade de propriedades visitadas (nesse foco são 540, no total), quantas ainda precisam visitar, qual a estimativa de tempo que, da forma como as equipes estão trabalhando, vai demorar para terminar o foco.

<b>Outros projetos –</b> Atualmente, o Lumac tem dois parceiros principais. O primeiro deles é o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa/RS), o qual foi criado para momentos de emergência como o atual, em parceria entre o Mapa e a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação. A segunda parceria é com o Ministério da Pesca e Aquicultura, que deu suporte para o desenvolvimento da Plataforma Nacional da Indústria do Pescado (Pnip).

“A Pnip entrou no ar em dezembro do ano passado, para dois processos bem peculiares de exportação, e agora em julho ou agosto a gente entrega mais um processo dentro dela, que é para certificação de embarcações para a exportação para a União Europeia e Reino Unido. Esse é o escopo da primeira fase do projeto no Departamento da Indústria do Pescado. A gente tem um outro projeto com eles, que é na Secretaria de Monitoramento e Pesquisa da Pesca, em que está sendo implementado uma outra ferramenta que controla todas as cotas de pesca do Brasil.

“Por exemplo, algo que tem cota todo ano é a safra da tainha. Então, cada embarcação, ela tem a sua cota que pode pescar e, depois que ela atinge a cota, não está mais autorizada a pescar aquele recurso pesqueiro. Tem toda uma legislação que, dependendo da espécie, ela tem sua cota por ano. E isso não é sistematizado, não se sabe se a embarcação está pescando a mais ou a menos, onde ela está no mar e tal. É uma solução tecnológica que a gente está implementando para monitoramento de cotas de recursos pesqueiros no Brasil”, explica o coordenador do Lumac. E informa também que existe uma outra demanda para registro da embarcação, com uma tecnologia de vistoria dela.

O Lumac desenvolve também projetos-satélites menores de pesquisa pura em áreas como inteligência artificial, <i>blockchain</i> e sistemas distribuídos. Elas tornam-se artigos que os alunos de mestrado, doutorado e graduação publicam, e quando essa tecnologia está madura, vão se vinculando a parceiros.

“Como pesquisador, muitas vezes [<i>sou</i>] questionado o quanto a pesquisa que a gente tem feito realmente tem utilidade e muda ou dá impacto na sociedade, né? E eu acho que a gente tem aqui um exemplo de projeto que nós desenvolvemos dentro do Lumac. Ele tem pesquisa pura na geração tecnológica, porque a gente trabalha com computação. Tem extensão, porque a gente tá aqui, tá no terreno, tá vendo a tecnologia sendo usada. E tem ensino porque o laboratório é composto por alunos. Para a UFSM, a gente tem um <i>case</i> completo. Eu acho que, se a universidade souber explorar isso dessa forma, mostrando que sim, a UFSM tem capacidade de fazer pesquisa que impacta a sociedade, de uma forma de alto nível, até a própria universidade sai ganhando”, conclui Alencar Machado.

<i>Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto CãoViver será lançado nesta terça-feira no Campus de Palmeira das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/19/projeto-caoviver-sera-lancado-nesta-terca-feira-no-campus-de-palmeira-das-missoes</link>
				<pubDate>Mon, 19 May 2025 18:33:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[abandono de animais]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69191</guid>
						<description><![CDATA[O CãoViver atua com foco na educação e adaptação dos cães já presentes no campus, oferecendo abrigo, água e alimentação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Será lançado oficialmente nesta terça-feira (20), às 16h, no auditório do Campus da UFSM em Palmeira das Missões (UFSM/PM), o Projeto CãoViver. A iniciativa busca oferecer soluções responsáveis e humanitárias para a presença de cães abandonados no campus, promovendo o bem-estar dos animais e a segurança da comunidade acadêmica.

<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/caoviver.jpeg"><img class=" wp-image-69192 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/caoviver-300x298.jpeg" alt="" width="521" height="518" /></a>O projeto, coordenado pelas docentes Luciana Fagundes Christofari e Jaqueline Schneider Lemes, teve início em fevereiro deste ano e vem sendo desenvolvido com a participação da educadora canina Suele Bueno – egressa do curso de Zootecnia da UFSM/PM –, servidores, estudantes bolsistas e voluntários. A proposta surgiu como resposta à crescente preocupação com a circulação desordenada dos cães nas áreas comuns do campus, o que vinha gerando episódios de ataques, trânsito em salas de aula e outros transtornos.

Além do lançamento no auditório, estão previstas ações pontuais em diferentes locais do campus ao longo do dia.

<b>Convivência e cuidado</b>

O CãoViver atua com foco na educação e adaptação dos cães já presentes no campus, oferecendo abrigo, água e alimentação em um espaço específico, com estrutura que garante sombra e sol ao longo do dia. Os animais permanecem presos em sistema de vai-e-vem entre 7h e 22h30min, sendo soltos posteriormente. Nos fins de semana e feriados, os horários são reduzidos.

O cuidado com os animais conta com apoio de dois bolsistas – um da direção do campus e outro via Pró-Reitoria de Extensão (PRE) – e de voluntários. As bolsas representam o único recurso financeiro institucional no momento. Alimentação, vacinas, atendimento veterinário e demais necessidades estão sendo viabilizados por meio de doações e da renda obtida no Brechó do Projeto.

<b>Apoio da comunidade é essencial</b>

As coordenadoras do projeto reforçam que o sucesso da iniciativa depende do engajamento da comunidade acadêmica e da população local. Entre as orientações importantes, destacam-se:

- Não trazer animais de outras áreas da cidade para o campus;

- Denunciar casos de abandono de animais no local;

- Evitar alimentar os cães fora de seus espaços destinados, especialmente dentro dos prédios;

- Avisar a direção em caso de eventos aos fins de semana, para organização da rotina de cuidados;

- Apoiar com doações ou trabalho voluntário.

Além disso, está prevista a vacinação antirrábica dos cães. E mesmo diante das ações internas, as docentes destacam a importância de continuar pressionando os órgãos competentes do município para políticas públicas mais efetivas no combate ao abandono de animais.

A comunidade está convidada a acompanhar e participar das ações do Projeto CãoViver. A iniciativa também tem como objetivo estimular a adoção responsável dos animais que hoje vivem no campus.

Para mais informações, o público pode acessar as redes sociais do projeto: <a href="https://www.instagram.com/vivercao/" target="_blank" rel="noopener">@vivercao</a> e <a href="https://www.instagram.com/caoviver.brecho/" target="_blank" rel="noopener">@caoviver.brecho</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
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