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			<title>Jornalismo - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Jornalismo</title>
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						<item>
				<title>Abertas inscrições da etapa local dos prêmios Intercom</title>
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				<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 02:24:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Os cursos de Comunicação Social &#8211; Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Produção Editorial e Relações Públicas tornam pública a chamada de trabalhos para a etapa local do PRÊMIO EXPOCOM &#8211; EXPOSIÇÃO DE PESQUISA E PRODUÇÃO EXPERIMENTAL EM COMUNICAÇÃO e PRÊMIO INTERCOM DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO, tendo em vista a etapa regional, a ser realizada durante o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Os cursos de Comunicação Social - Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Produção Editorial e Relações Públicas tornam pública a chamada de trabalhos para a etapa local do PRÊMIO EXPOCOM - EXPOSIÇÃO DE PESQUISA E PRODUÇÃO EXPERIMENTAL EM COMUNICAÇÃO e PRÊMIO INTERCOM DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO, tendo em vista a etapa regional, a ser realizada durante o ENCONTRO REGIONAL SUL - INTERCOM 2026, de 04 a 06 de junho de 2026. Leia o edital completo e inscreva-se!</p>
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<!-- wp:file {"id":1020,"href":"https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/04/Chamada-de-Trabalhos-do-Expocom-e-Premio-de-Comunicacao-3.pdf","displayPreview":true} -->
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													</item>
						<item>
				<title>Aberta seleção para edital de monitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/22/aberta-selecao-para-edital-de-monitoria</link>
				<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 19:04:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Estão abertas até dia 16 de março as inscrições para seleção de estudante monitor(a) da disciplina de Jornalismo Digital I. Para concorrer, o(a) estudante deve já ter cursado com aprovação a disciplina. A bolsa é para 12h semanais, no valor mensal de R$420,00. Mais informações sobre inscrições estão no edital em anexo. EDITAL MONITORIA RESULTADO [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Estão abertas até dia 16 de março as inscrições para seleção de estudante monitor(a) da disciplina de Jornalismo Digital I. Para concorrer, o(a) estudante deve já ter cursado com aprovação a disciplina. A bolsa é para 12h semanais, no valor mensal de R$420,00. Mais informações sobre inscrições estão no edital em anexo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/14wRelZ-Az5_V234oMYt-Wrhr3CbXAF0z/view?usp=sharing">EDITAL MONITORIA </a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/1wAeTr920gwjTlEspKVsQtBTKGX0-zmZJ/view?usp=sharing">RESULTADO DA SELEÇÃO EDITAL MONITORIA</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenadora do curso participa de treinamento em conferência internacional da União Europeia e FGV</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/21/coordenadora-do-curso-participa-de-treinamento-em-conferencia-internacional-da-uniao-europeia-e-fgv</link>
				<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 00:24:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desinfomidia]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[A professora Luciana Carvalho, coordenadora do curso de Jornalismo da UFSM &#8211; Campus Santa Maria e líder do Grupo de Pesquisa Desinfomídia (UFSM/CNPq), participou de um treinamento sobre ‘Manipulação e Interferência Estrangeira da Informação’, realizado de 17 a 19 de março, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília.  O curso integrou a programação da conferência internacional [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A professora Luciana Carvalho, coordenadora do curso de Jornalismo da UFSM - <em>Campus </em>Santa Maria e líder do Grupo de Pesquisa Desinfomídia (UFSM/CNPq), participou de um treinamento sobre ‘Manipulação e Interferência Estrangeira da Informação’, realizado de 17 a 19 de março, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1009,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/conferencia.jpg" alt="" class="wp-image-1009" /><figcaption class="wp-element-caption">Representantes da SECOM da Presidência, Nina Santos, e da AGU, Marcelo Almeida, abriram a conferência com o painel “O impacto da Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes no Processo Democrático”. <strong>Imagem</strong>: FGV COMUNICAÇÃO.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso integrou a programação da conferência internacional ‘Desinformação, Soberania e Democracia na Era da Inteligência Artificial’, realizada pela Delegação da União Europeia no Brasil e pela Escola de Comunicação da FGV, em parceria com a Debunk.org - <em>think tank</em> com sede na Lituânia focada em detectar e desmascarar campanhas de desinformação online. O treinamento foi ministrado por analistas da Debunk e pesquisadores da FGV a jornalistas, fact-checkers, pesquisadores, universidades e ONGs de várias regiões brasileiras. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1010,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/fimi_fgv-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-1010" /><figcaption class="wp-element-caption">Professora Luciana Carvalho, do curso de Jornalismo da UFSM, com jornalistas e pesquisadores de todo o Brasil que participaram de treinamento na FGV Brasília durante evento da União Europeia. <strong>Imagem</strong>: FGV COMUNICAÇÃO.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a docente da UFSM, foi uma oportunidade de atualização sobre como identificar e enfrentar campanhas de desinformação que são promovidas por agentes externos visando atacar nossa democracia. “Foi um privilégio estar nesse curso e conhecer uma modalidade de desinformação que ainda não tinha estudado, sobretudo ter acesso a um conhecimento especializado que poderá ampliar a atuação do Desinfomídia. Além disso, foram dias de ótima convivência com colegas incríveis e de muito networking”, afirmou a professora Luciana.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1011,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/painel.jpg" alt="" class="wp-image-1011" /><figcaption class="wp-element-caption">O segundo painel da conferência abordou “Desafios da desinformação e interferência estrangeira no Brasil e na América Latina”, com a participação de Marcela Ríos Tobar (diretora para América Latina e Caribe do International IDEA) e Patricia Campos Mello (jornalista da Folha de São Paulo). A moderação foi de Beatriz Farrugia, analista sênior da Debunk.org.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudante de Jornalismo conquista estágio na revista “piauí”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/20/estudante-de-jornalismo-conquista-estagio-na-revista-piaui</link>
				<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:16:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[O estudante Pedro Moro, do 7º semestre do curso de Jornalismo, foi selecionado para um estágio de seis meses na revista piauí, uma das mais prestigiadas publicações do país no campo do jornalismo narrativo. As atividades iniciaram no começo de março, com uma imersão completa na estrutura da revista, participação em reuniões de pauta e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":1007,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/Foto_-Acervo-pessoal-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-1007" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pedro Moro, na sede da revista "piauí", no Rio de Janeiro. <strong>Foto:</strong> Acervo pessoal.</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudante Pedro Moro, do 7º semestre do curso de Jornalismo, foi selecionado para um estágio de seis meses na <a href="https://piaui.uol.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista <em>piauí</em></a><em>,</em> uma das mais prestigiadas publicações do país no campo do jornalismo narrativo. As atividades iniciaram no começo de março, com uma imersão completa na estrutura da revista, participação em reuniões de pauta e encontros com as equipes de checagem, de redes sociais e de edição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pedro conta que conheceu a revista em 2023, logo no início da graduação. Desde então, tem identificação com a proposta editorial da revista. Diferente do jornalismo factual, a <em>piauí</em> é conhecida por apostar em matérias com abordagem aprofundada e em tom literário, característica que chamou a atenção do estudante.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O processo seletivo nacional incluiu entrevistas com o editor-chefe e com estagiários da redação. Para Moro, um dos principais aprendizados até agora foi perceber a valorização de perfis autênticos. Segundo ele, apostar na própria singularidade faz toda diferença. O estudante acredita que sua seleção esteja relacionada ao interesse em unir o jornalismo aos quadrinhos. A combinação de interesses pessoais com a prática jornalística é essencial para ir além do padrão, comenta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Agora, a atuação segue de forma remota. Mas o período imerso na redação da revista, no Rio de Janeiro, entre os dias dois a sete de março, e viabilizado pela publicação, permitiu compreender bem o funcionamento interno, especialmente o rigor da equipe de checagem: “São apenas três pessoas responsáveis por essa etapa, mas o nível de exigência é muito alto”, relata.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Pedro Moro, a experiência no estágio deve agregar elementos significativos à sua formação em Jornalismo na UFSM, diversificando compreensões sobre a prática da reportagem e aproximando a teoria do exercício profissional. Ele destaca que já está em processo de apuração de matérias e vê a oportunidade como um passo importante na carreira. A expectativa, comenta, é que essa experiência também contribua para abrir portas a outros estudantes da universidade. O estágio continua até agosto deste ano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1005,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/Foto_-Acervo-Pessoal-2-1024x630.jpeg" alt="" class="wp-image-1005" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pedro Moro (esquerda) com a equipe do podcast Foro de Teresina. <strong>Foto: </strong>Acervo pessoal.</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Redação e reportagem:</strong> Lavínia Coradini - Bolsista; estudante do curso de Jornalismo</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Imagens:</strong> Pedro Moro/Arquivo Pessoal</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Resultado da seleção para bolsista da coordenação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/12/resultado-da-selecao-para-bolsista-da-coordenacao</link>
				<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:16:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[A coordenação do curso de Jornalismo da UFSM, campus sede, divulga o resultado da seleção do edital 001/2026, que tinha por objetivo selecionar estudante do curso para atuar como bolsista. Candidatos(as) que não cumpriam os critérios elencados no item 2 do edital foram automaticamente desclassificados. Na análise da documentação, foi classificada apenas a estudante de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A coordenação do curso de Jornalismo da UFSM, campus sede, divulga o resultado da seleção do <a href="https://drive.google.com/file/d/1_F9JU55R9HFhkrjyfzA7ETvWZKZsnUcC/view?usp=sharing">edital 001/2026</a>, que tinha por objetivo selecionar estudante do curso para atuar como bolsista. Candidatos(as) que não cumpriam os critérios elencados no item 2 do edital foram automaticamente desclassificados. Na análise da documentação, foi classificada apenas a estudante de matrícula nº 202411642, que foi aprovada em 1º lugar para preenchimento da vaga.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertas inscrições para bolsista da coordenação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/05/abertas-inscricoes-para-bolsista-da-coordenacao</link>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 19:57:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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						<description><![CDATA[Estão abertas, de 05 a 10 de março de 2026, as inscrições para seleção de um(a) bolsista para atuar junto à coordenação do curso de Jornalismo. O bolsista deverá acompanhar, junto à coordenação, a criação da nova marca do curso; atualizar o site; criar e atualizar perfis institucionais do curso nas plataformas digitais; e apoiar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Estão abertas, de 05 a 10 de março de 2026, as inscrições para seleção de um(a) bolsista para atuar junto à coordenação do curso de Jornalismo. O bolsista deverá acompanhar, junto à coordenação, a criação da nova marca do curso; atualizar o site; criar e atualizar perfis institucionais do curso nas plataformas digitais; e apoiar os coordenadores em eventos e reuniões. Para se inscrever, basta ler atentamente o edital e enviar a documentação solicitada. São desejáveis como características do(a) bolsista: boa comunicação interpessoal; qualidade na redação jornalística para plataformas digitais; experiência em produção, redação, reportagem e<br>edição multimídia (incluindo audiovisual, foto e produção gráfica); familiaridade com o wordpress; e experiência com gerenciamento de conteúdo em perfil institucional de rede social. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/1_F9JU55R9HFhkrjyfzA7ETvWZKZsnUcC/view?usp=sharing">EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES SELEÇÃO BOLSISTA COORDENAÇÃO JN</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://docs.google.com/document/d/1i_BxvtiD5brIazZvSc9QZrKpIHt7vp1qBfxc9W5z2dI/edit?usp=sharing">FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PARA BAIXAR</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/1xkLQvaM5ZcFulrTG5cuBwBFE-0XIyu9d/view?usp=sharing">ADENDO AO EDITAL</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Recepção Estudantil marca início do semestre letivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/02/28/recepcao-estudantil-marca-inicio-do-semestre-letivo</link>
				<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 09:34:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=1000</guid>
						<description><![CDATA[Curso de Jornalismo terá tour e momento com a coordenação na terça-feira, dia 3 O curso de Jornalismo também participa das atividades de Recepção Estudantil 2026.1 da UFSM, com atividades planejadas pela Coordenação de curso e por veteranos. Além desses momentos específicos, organizados pelos cursos, a UFSM também preparou uma série de eventos para a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:heading {"level":5} -->
<h5 class="wp-block-heading"><em>Curso de Jornalismo terá tour e momento com a coordenação na terça-feira, dia 3</em></h5>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso de Jornalismo também participa das atividades de Recepção Estudantil 2026.1 da UFSM, com atividades planejadas pela Coordenação de curso e por veteranos. Além desses momentos específicos, organizados pelos cursos, a UFSM também preparou uma série de eventos para a primeira semana de aulas. O objetivo é oferecer acolhida e celebrar a entrada dos novos estudantes na Universidade. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na terça-feira, 3/3, está previsto um momento de conversa com a coordenação, quando o grupo de ingressantes receberá as boas-vindas e informações iniciais sobre o curso de Jornalismo. O encontro será na Sala 3128 - Prédio 74B (CCSH). A seguir, os calouros farão um <em>tour </em>guiado pela <em>Casa da Comunicação</em>, conhecendo a equipe e a estrutura dos meios de comunicação da UFSM. Os veteranos ainda organizaram uma segunda visita, ao <em>Estúdio 21</em>, para apresentar o laboratório. Ela está prevista para a sexta-feira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação completa da <strong>Recepção Estudantil</strong> da UFSM, que vai de 1 a 6 de março, está <strong><a href="https://www.ufsm.br/eventos/recepcao-estudantil-1o-semestre-de-2026#programacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponível aqui</a></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading">Programação específica do curso de Jornalismo</h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Segunda-feira, 2/3</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>10h - Centro de Convenções - <strong>Recepção Estudantil </strong>da UFSM<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Abertura Oficial</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Palestra <strong>"Você não é confiável, por isso a ciência existe"</strong>, com Ana Bonassa, do <a href="https://www.instagram.com/nuncavi1cientista/">@nuncavi1cientista</a> (<a href="https://www.instagram.com/p/DVRib9gCWi4" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais</a>)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Terça-feira, 3/3</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>13h30 - Sala 3128 - Prédio 74B - <strong>Conversa com a Coordenação</strong></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><em>Tour </em>guiado na <strong>Casa da Comunicação</strong> (após o encontro com a coordenação)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sexta-feira, 6/3</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>14h - Prédio 21 - <strong>Visita ao <em>Estúdio 21</em></strong> e teste de câmera (promovida pelos veteranos)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading">Programação Específica do Centro de Ciências Sociais e Humanas</h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:heading {"level":5} -->
<h5 class="wp-block-heading">02 de março</h5>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>9h – Hall do Prédio 74C (próximo à portaria)<br>13h – Hall do Prédio 74B (próximo ao elevador e aos banheiros do térreo)<br>15h – Hall do Prédio 74A (próximo ao painel artístico)<br>19h – Auditório do CCSH (Prédio 74C, sala 4222), reunindo os cursos noturnos</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/02/20/integra-ccsh-promove-acolhimento-aos-estudantes-no-primeiro-dia-de-aula">Saiba mais clicando aqui</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Contato com a coordenação de curso:</strong> coordenacaojn@ufsm.br. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2026/1: Curso de Jornalismo divulga horários e salas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/02/27/2026-1-curso-de-jornalismo-divulga-horarios-e-salas</link>
				<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:32:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=998</guid>
						<description><![CDATA[O horário e a sala das disciplinas oferecidas pelo curso de Jornalismo Campus Sede, neste primeiro semestre letivo de 2026, podem ser visualizados no link a seguir. O documento também informa sobre o/a docente responsável pela disciplina. Estudantes devem ficar atentas/os aos avisos de cada disciplina, remetidos por e-mail ou via Moodle. CLIQUE AQUI | [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O horário e a sala das disciplinas oferecidas pelo curso de Jornalismo Campus Sede, neste primeiro semestre letivo de 2026, podem ser visualizados no link a seguir.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /--><!-- wp:paragraph -->
<p>O documento também informa sobre o/a docente responsável pela disciplina. Estudantes devem ficar atentas/os aos avisos de cada disciplina, remetidos por e-mail ou via<em> Moodle</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /--><!-- wp:paragraph /-->		
					<a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1AySaHAKvNbhtnW3dJLmG0mwwrI0Deexqj-brvb4l4Xs/edit?usp=sharing" target="_blank">
									CLIQUE AQUI |  Jornalismo | Horário e salas 2026.1
					</a>
		<p>A tabela serve de referência para docentes e para estudantes, e será atualizada caso houver alguma alteração.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Dúvidas:</strong> coordenacaojn@ufsm.br</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/infraestrutura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a Infraestrutrura do CCSH.</a></p><p><iframe src="https://docs.google.com/spreadsheets/d/e/2PACX-1vTC_fWLMdn6p9ApiB2rJLEdoiptsOD-56QcQ_rx9krsAGvkx-zSkTuJVPB9_yEPmmDvE14IxMZWEFxe/pubhtml?widget=true&amp;headers=false"></iframe></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Desinfomídia lança chamada de capítulos para livro sobre desinformação e saúde mental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/01/28/desinfomidia-lanca-chamada-de-capitulos-para-livro-sobre-desinformacao-e-saude-mental</link>
				<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 17:14:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[desinfomidia]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[grupos-Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Pesquisa Desinfomídia abriu chamada de capítulos para o livro “Comunicação, Desinformação e Saúde Mental: disputas de sentido, circulação e recepção no ecossistema midiático”, que será organizado por Luciana Menezes Carvalho e Rômulo Oliveira Tondo, líder e vice-líder do grupo. A obra está vinculada ao Projeto de Extensão VerdadeiraMente e integra uma iniciativa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":996,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","className":"is-style-default"} -->
<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/08/banner_livro_com_desin_mental.jpg" alt="" class="wp-image-996" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Grupo de Pesquisa Desinfomídia abriu chamada de capítulos para o livro <em>“<strong>Comunicação, Desinformação e Saúde Mental: disputas de sentido, circulação e recepção no ecossistema midiático</strong>”</em>, que será organizado por Luciana Menezes Carvalho e Rômulo Oliveira Tondo, líder e vice-líder do grupo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A obra está vinculada ao <strong><a href="https://projetoverdadeiramente.com/" data-type="link" data-id="https://projetoverdadeiramente.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Extensão VerdadeiraMente</a></strong> e integra uma iniciativa contemplada em edital do <strong><a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/cnpq/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico</a></strong> (CNPq), em parceria com o <strong><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>. O projeto reúne pesquisadoras e pesquisadores da área de Comunicação e Saúde, com foco na divulgação científica, nas ações extensionistas e no enfrentamento à desinformação em saúde mental, em articulação com a comunicação pública e com as políticas de cuidado no âmbito do <strong><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema Único de Saúde</a></strong> (SUS).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O livro propõe reunir capítulos que analisem a desinformação como fenômeno estrutural do ecossistema midiático contemporâneo e seus impactos no campo da saúde mental. A abordagem considera não apenas os processos de produção e circulação da informação, mas também a forma como os conteúdos são recebidos, interpretados e ressignificados por diferentes públicos, em contextos socioculturais diversos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A chamada contempla contribuições teóricas, empíricas, metodológicas e relatos de experiência que dialoguem com a interface entre comunicação, desinformação e saúde mental. Trabalhos interdisciplinares, extensionistas e com recortes regionais terão prioridade na avaliação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os eixos temáticos indicados estão: os ecossistemas de desinformação em saúde; os estudos de recepção e consumo midiático; as relações entre plataformas digitais, juventudes e subjetividades; as políticas públicas de comunicação em saúde mental; e as iniciativas de literacia midiática, informacional e em saúde.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os textos completos devem ser enviados até 18 de junho de 2026, às 23h59, para os e-mails do projeto e dos coordenadores. A previsão de retorno dos pareceres é para o início de setembro de 2026. O cronograma prevê a publicação do e-book entre dezembro de 2026 e janeiro de 2027.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Faça o <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1uBnrYme2vjuimqs9UfApzKxX1aEDzKDY/view?usp=sharing" data-type="link" data-id="https://drive.google.com/file/d/1uBnrYme2vjuimqs9UfApzKxX1aEDzKDY/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noreferrer noopener">download da chamada completa</a></strong> com os eixos temáticos e do <strong><a href="https://docs.google.com/document/d/1u7ME50rfAwV8N0aUoUSbxyxXr7CEwhQ8/edit?usp=sharing&amp;ouid=102753873281155568837&amp;rtpof=true&amp;sd=true" data-type="link" data-id="https://docs.google.com/document/d/1u7ME50rfAwV8N0aUoUSbxyxXr7CEwhQ8/edit?usp=sharing&amp;ouid=102753873281155568837&amp;rtpof=true&amp;sd=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener">template de submissão</a></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Enquanto o Brasil aumenta o uso de agrotóxicos, produtores de Santa Maria mostram que é possível cultivar sem veneno </title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/enquanto-o-brasil-aumenta-o-uso-de-agrotoxicos-produtores-de-santa-maria-mostram-que-e-possivel-cultivar-sem-veneno</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 17:02:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=979</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão da UFSM fortalece práticas agroecológicas e aproxima comunidade acadêmica da produção limpa


]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <b><img class="alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Miraci.jpg" alt="" width="566" height="374" />Reportagem e redação:</b> João Victor Souza

<strong>Foto:</strong> Luiza Ventura

Em 2024, o Brasil bateu recordes de liberação de agrotóxicos, de acordo com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Foram 633 novos defensivos químicos aprovados. Em 2023, o congresso brasileiro aprovou a chamada nova lei dos agrotóxicos, que busca facilitar a aprovação dessas substâncias, além de facilitar o seu uso, o que coloca o Brasil como um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo.

Em Santa Maria, um projeto de extensão da UFSM busca levar para a comunidade acadêmica alimentos sem o uso de defensivos químicos. A PoliFeira do Agricultor, tem cerca de  feirantes todos comprometidos com práticas sustentáveis.Os alimentos são cultivados em pequenas propriedades familiares, com o uso de adubos orgânicos e técnicas de manejo natural, sem pesticidas nem fertilizantes químicos.

[caption id="" align="alignright" width="495"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Foto-2.jpg" alt="" width="495" height="643" /> Produtos escolhidos para testagem[/caption]

Diversos feirantes já sofreram perdas em suas produções por conta de agrotóxicos. A produtora Miraci Sippert Schú, da região de Agudo, conta que sofreu com as consequências da aplicação irregular de agrotóxicos. “Nós éramos produtores de mel, a gente tinha na propriedade muitas colmeias e por conta da produção de tabaco, a gente acabou perdendo praticamente todas as colmeias, porque a abelha levava o veneno para casa e acabava morrendo”, explica. Após a perda da apicultura, Miraci e seu marido João acabaram por diversificar a produção e participar de feiras. “A partir daí surgiu a ideia de participar da feira e de diversificar a produção”, comenta a agricultora.

A produtora afirma, ainda, que foi um desafio se reinventar após a perda de parte da sua produção. Atualmente, Miraci comercializa seus produtos na PoliFeira do Agricultor, e é proprietária da banca Sementes do Sol.
<h3>Como participar da Feira?</h3>
Para os agricultores interessados em integrar o grupo de feirantes permanentes existem alguns critérios de seleção. Os agricultores devem estar comprometidos com práticas sustentáveis, produção própria e com interesse em participar ativamente das ações de ensino, pesquisa e extensão vinculadas ao projeto.

<b>As feiras ocorrem semanalmente nos seguintes locais:</b>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400">Terça-feira, das 7h às 12h30 – Avenida Roraima (entre a faixa nova e faixa velha)</li>
 	<li style="font-weight: 400">Quarta-feira, das 7h às 13h30 – Prédio 26 A – CCS (próximo ao estacionamento do HUSM)</li>
 	<li style="font-weight: 400">Quinta-feira, das 12h às 18h – Largo do Planetário</li>
 	<li style="font-weight: 400">Domingo – Campus Sede UFSM</li>
</ul>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Feirantes relembram os desafios enfrentados durante as enchentes de 2024 no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/feirantes-relembram-os-desafios-enfrentados-durante-as-enchentes-de-2024-no-rs</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 16:46:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=975</guid>
						<description><![CDATA[Agricultores familiares da PoliFeira do Agricultor passaram por perdas de recursos importantes para o seu trabalho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="" align="alignleft" width="411"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_9688-1024x768.jpg" alt="" width="411" height="308" /> Propriedade de Jeferson Souza após a enchente de 2024[/caption]

<b>Reportagem, redação e fotos: </b>Pedro Moro

Em 2024, o Rio Grande do Sul viveu uma das maiores tragédias climáticas de sua história. As chuvas intensas e as enchentes sucessivas atingiram mais de 260 mil propriedades rurais, causando prejuízos na produção e na infraestrutura, segundo relatório do Governo do Estado.

Entre os atingidos, direta ou indiretamente, estavam os agricultores familiares da PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Meses depois, ainda é difícil esquecer os dias em que o campo parou e o sustento ficou suspenso entre a lama e a espera.

“Não fomos atingidos diretamente, mas ficamos sem trabalhar”, recorda Josiane Santos, feirante da banca Canaã Agroindústria. “Naquele mês fizemos poucas feiras, e diversos produtores ficaram ilhados.” A rotina da feira, marcada pela troca entre produtores e consumidores, deu lugar ao silêncio das bancas vazias.

[caption id="" align="alignright" width="475"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_9669-1024x768.jpg" alt="" width="475" height="356" /> Propriedade de Jeferson Souza após a enchente de 2024[/caption]

Para Jeferson Souza, da Silveira y Souza, os impactos foram sentidos de forma mais dura: “Perdemos bastante da produção da lavoura. Foram quase 40 mil reais em perdas. Nossa infraestrutura não foi tão afetada quanto as estufas. Recuperamos um pouco das verduras. Agradeço por termos saído daquela época com saúde e resiliência.”

A resiliência, palavra que Jeferson escolhe, parece ecoar entre todos os feirantes. É também o sentimento de Jussane Turri, da Boutique da Colônia, que ainda se emociona ao lembrar dos primeiros dias após o desastre. “Naqueles 30 primeiros dias, não saímos de casa muitas vezes. Nossa produção de ovos e a queijaria não foram tão afetadas, mas tivemos muitos danos materiais na nossa casa”, conta. “Foi muito difícil o acesso a outras áreas, porque as pontes haviam caído e não podíamos vir fazer a feira. A matéria-prima não chegava, e a questão financeira ficou muito complicada.”

Os feirantes da PoliFeira seguem escrevendo um novo capítulo de resistência e reconstrução. No espaço onde antes a enchente levou o chão, hoje florescem verduras, histórias e esperanças.
<h3><strong>Visite a Polifeira:</strong></h3>
<b>As feiras ocorrem semanalmente nos seguintes locais:</b>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Terça-feira, das 7h às 12h30 – Avenida Roraima (entre a faixa nova e faixa velha)</span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Quarta-feira, das 7h às 13h30 – Prédio 26 A – CCS (próximo ao estacionamento do HUSM)</span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Quinta-feira, das 12h às 18h – Largo do Planetário</span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Domingo – Campus Sede UFSM</span></li>
</ul>
<img class="aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_9665-1024x768.jpg" alt="" width="1472" height="1104" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Como os ‘morangos do amor’ afetaram os produtores de morango da PoliFeira da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/como-os-morangos-do-amor-afetaram-os-produtores-de-morango-da-polifeira-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 16:37:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=972</guid>
						<description><![CDATA[Reportagem e redação: Gabriele A. Mendes Para quem circula pelo Planetário às quintas-feiras ou pela Avenida Roraima às terças, é impossível não notar as barracas coloridas da Polifeira. Entre elas, uma das que mais atrai os olhares é a dos Morangos do Vale, comandada pela produtora Nadine Soares Pozzebom e sua família. A banca é [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <strong><img class="alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/20251106_143109-576x1024.jpg" alt="" width="314" height="558" />Reportagem e redação</strong>: Gabriele A. Mendes

Para quem circula pelo Planetário às quintas-feiras ou pela Avenida Roraima às terças, é impossível não notar as barracas coloridas da Polifeira. Entre elas, uma das que mais atrai os olhares é a dos Morangos do Vale, comandada pela produtora Nadine Soares Pozzebom e sua família. A banca é conhecida pelos morangos frescos e pelos lanches preparados com a fruta: cucas, copos de morango com chocolate e o famoso ‘morango do amor’, que se tornou sensação no país todo.
<h3>A febre do morango do amor</h3>
O morango do amor é um doce feito com morangos frescos envolvidos em brigadeiro branco (geralmente de leite em pó) e cobertos por uma casquinha crocante de calda de açúcar vermelha, semelhante à da maçã do amor.

O doce viralizou no mês de julho nas redes sociais e trouxe um aumento expressivo nas vendas. “Naquela semana a gente vendeu mais de 1.500 morangos do amor. Durante um mês continuamos fazendo porque a procura seguia muito grande. Depois deu uma acalmada, mas o impacto foi bem positivo”, conta Nadine.

A produtora explica que o sucesso do produto também ajudou a aumentar a procura pela fruta <i>in natura</i>, já que muitos consumidores voltaram depois para levar bandejas de morango puro. Segundo ela, o interesse pelo morango fresco cresceu de forma perceptível após o sucesso do doce.

Na barraca dos Morangos do Vale, o público da UFSM encontra opções rápidas e doces, ideais para quem circula entre as aulas: morangos frescos, cucas de morango, copos de morango com chocolate e os morangos do amor. Nadine explica que os produtos são pensados para atender à rotina dos estudantes, que buscam lanches práticos e saborosos. “Os estudantes procuram muito lanche, algo prático. Então esses produtos acabam saindo bastante.”

O diferencial, segundo ela, está no frescor: a colheita é feita na mesma semana da feira para garantir a qualidade. “A gente colhe no início da semana, de manhã, pra levar o morango sempre fresquinho. É um trabalho que exige cuidado, mas o pessoal valoriza muito.”
<h3>Do cultivo à feira</h3>
<img class="alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/20251106_143114-576x1024.jpg" alt="" width="498" height="885" />A produção da família acontece em oito estufas semi-hidropônicas em Vale Vêneto, na Quarta Colônia. O cultivo é orgânico e envolve o trabalho de todos os membros da família. A produtora explica que o cuidado com cada etapa é constante, do plantio à venda. “É um trabalho diário, de segunda a segunda. A gente cuida de tudo: plantio, colheita, preparo dos produtos e venda na feira.”

Além das edições da Polifeira na universidade, os Morangos do Vale também participam da feira da Praça dos Bombeiros, no centro de Santa Maria, sempre às sextas-feiras. Nesse espaço, o foco muda: a banca leva verduras e hortaliças, produtos que atendem a um público diferente. Nadine comenta: “no centro a gente leva mais variedade, com verduras também. Pro pessoal que faz feira mesmo. Já na UFSM o foco é o morango e os lanches, porque o pessoal da universidade procura muito isso.”
<h3>Um espaço de troca e valorização</h3>
Participar da Polifeira, segundo Nadine, é uma experiência que vai além das vendas. Ela destaca que o público universitário é acolhedor e cria vínculos com os produtores. “O pessoal da universidade é muito querido. Tem gente que passa só pra conversar, perguntar como está a produção ou dar feedback. Isso é muito legal pra gente.” Para a produtora, o espaço oferece visibilidade e aproxima o público urbano da agricultura familiar, valorizando o trabalho de quem vive do campo.

Criada em 2016, a Polifeira da UFSM é uma ação de extensão universitária que conecta produtores locais à comunidade acadêmica, incentivando o consumo consciente e fortalecendo a agricultura familiar. O sucesso do morango do amor ilustrou esse elo: um produto simples, feito com carinho, que adoçou o cotidiano da universidade e fortaleceu o vínculo entre o campo e a cidade. “A gente ficou muito feliz com o retorno. Foi um produto que chamou atenção e ajudou bastante nas vendas. Mostrou que o público valoriza o que é feito pela gente”, afirmou Nadine.

Para conhecer mais sobre a produção e acompanhar as novidades da barraca <b>Morangos do Vale</b>, basta acessar o Instagram<a href="https://www.instagram.com/morangosdovalee/"> @morangosdovalee</a>.

Lá, os produtores compartilham informações sobre as colheitas, os produtos disponíveis na Polifeira da UFSM e as datas de participação nas feiras de Santa Maria.

Confira mais informações sobre a Polifeira do Agricultor.

https://youtu.be/JUSl8m9nMBo]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PoliFeira representa a agricultura familiar na UFSM </title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/polifeira-representa-a-agricultura-familiar-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 14:35:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=970</guid>
						<description><![CDATA[A venda de alimentos livre de agrotóxicos na Universidade é uma lembrança da importância da agricultura feita pelos feirantes ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação</strong>: Jessica Mocellin </p><p>A agricultura alimenta não só aqueles que consomem os produtos, mas também quem os produz. A agricultura familiar é uma das bases do Brasil. Segundo a <a href="https://www.embrapa.br/tema-agricultura-familiar">Embrapa</a>, ela é responsável pela maior parcela dos empregos gerados no campo e representa a maior parte das propriedades agropecuárias brasileiras. É com ela que milhões de brasileiros são alimentados. </p><p>De acordo com a <a href="https://ww2.contag.org.br/sobre-a-agricultura-familiar">Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG),</a> essa prática gera 10,1 milhões de postos de trabalho, ocupando um papel central no desenvolvimento econômico de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Com a produção de milho, mandioca, pecuária leiteira, gado de corte, ovinos, caprinos, olerícolas, feijão, cana, arroz, suínos, aves, café, trigo, mamona, fruticulturas e hortaliças, a agricultura familiar representa saberes tradicionais e sustentabilidade, segundo a CONTAG. A resiliência faz parte dessa prática, que tem sido ameaçada nos últimos anos, consequência da crise climática que afeta o planeta. As<a href="https://docs.google.com/document/u/0/d/1F4kpW77ArNdyRXHRDg9w9Dwnm3m4AozUgBcTIQLeZOc/edit"> chuvas de maio de 2024</a> no Rio Grande do Sul foram desafiadoras à área rural do estado, que tiveram parte de suas plantações mortas. </p><p>A PoliFeira do Agricultor da UFSM é baseada na agricultura familiar. Desde 2017, em parceria com o Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o grupo de agricultores da Quarta Colônia expõe seus produtos  no Largo do Planetário, na Avenida Roraima e no Centro de Ciências da Saúde (CCS) para vender seus produtos. Com ambiente acolhedor e alimentos ricos, os agricultores fazem da UFSM uma família. As quintas-feiras transformam-se em momentos de felicidade para os estudantes e servidores,  que podem provar os pasteis, sucos, morangos, doces e salgados preparados pelos agricultores. </p><p><strong>Polifeira do Agricultor da UFSM</strong><br /><strong>QUANDO</strong>: terça-feira (8) e quinta-feira (10)<br /><strong>ONDE</strong>: Avenida Roraima (terça-feira) e Largo do Planetário da UFSM (quinta-feira) em Camobi<br /><strong>HORÁRIO</strong>: das 7h às 13h (terça-feira) e do meio-dia às 18h (quinta-feira)</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Polifeira-do-Agricultor-1024x683-1.jpg" alt="" />													
		<p>Confira a matéria no Youtube:</p>https://youtu.be/JUSl8m9nMBo]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Remar Rosa: esporte e reabilitação unem mulheres em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/remar-rosa-esporte-e-reabilitacao-unem-mulheres-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 14:21:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=965</guid>
						<description><![CDATA[Projeto da Associação Santamariense de Esportes Náuticos promove saúde, acolhimento e prevenção ao câncer de mama por meio do Dragon Boat.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="" align="alignleft" width="446"]<img class="" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/OUTUBRO-ROSA-REMAR-PELA-VIDA-🩷🚣_♀️📆-Neste-Outubro-Rosa-o-destaque-vai-para-o-Projeto-Remar-820x1024.jpg" alt="" width="446" height="557" /> Equipe durante treino especial no Outubro Rosa de 2025 - Guilherme Brum/Prefeitura de Santa Maria[/caption]

<strong>Reportagem e redação:</strong> Marina Brignol De Lllano Einhardt e Marina Ferreira dos Santos

Criado em 2010 dentro da <a href="https://asenacanoagemsm.com/?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnl3Ls7kuWRliA97OQo2-vxsjUjWxsBGY7KJPCrNoD3-TK_gNrst93KFNn91k_aem_I75M8MYErIHdJs17h0eq8A">Associação Santamariense de Esportes Náuticos</a> (ASENA), o projeto <a href="https://www.instagram.com/remar_rosa_sm/">Remar Rosa</a> nasceu com o propósito de promover a reabilitação física e emocional de mulheres que enfrentaram o câncer de mama. A iniciativa surgiu do compromisso da Associação em incentivar a prática de esportes náuticos em Santa Maria e região, ampliando o acesso a atividades que contribuem para o bem-estar e a integração social. Desde sua fundação, a ASENA tem atuado em frentes voltadas ao desenvolvimento humano por meio do esporte, e o Remar Rosa representa uma dessas ações voltadas à inclusão e à superação.

A Associação mantém, atualmente, três programas principais: o Projeto Social Remar, o Projeto Remar Olímpico e o Projeto Remar Rosa. Esse último foi criado para atender mulheres interessadas em remar na embarcação Dragon Boat, modalidade que alia exercício físico e cooperação coletiva. O <a href="https://ge.globo.com/ba/noticia/2023/10/06/conheca-o-dragon-boat-esporte-referencia-para-tratamento-do-cancer-de-mama.ghtml">Dragon Boat</a> é um esporte náutico praticado em uma embarcação de madeira com design de dragão, tradicionalmente composta por 20 remadores, um timoneiro e um batedor de tambor. A atividade tem origens milenares, na China, onde era celebrada durante o Dragon Boat Festival, e hoje é reconhecida em diversos países como uma prática de esporte, recreação e reabilitação, especialmente voltada a sobreviventes de câncer de mama.
<h3>Implementação e desafios</h3>
O Remar Rosa foi elaborado e submetido à <a href="https://canoagem.org.br/">Confederação Brasileira de Canoagem</a>, que avaliou e aprovou o projeto, permitindo a aquisição da primeira canoa Dragon Boat e o início oficial das atividades em Santa Maria. O processo envolveu etapas de planejamento, captação de recursos e estruturação do grupo, o que consolidou a iniciativa dentro da ASENA e garantiu que as participantes tivessem o suporte técnico e físico necessários para iniciar a prática de forma segura.

[caption id="" align="alignright" width="454"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/OUTUBRO-ROSA-REMAR-PELA-VIDA-🩷🚣_♀️📆-Neste-Outubro-Rosa-o-destaque-vai-para-o-Projeto-Remar-2-820x1024.jpg" alt="" width="454" height="567" /> Remadoras durante treino - Guilherme Brum/Prefeitura de Santa Maria[/caption]

Os encontros ocorrem todos os sábados, das 8h às 10h, na Barragem do DNOS, onde as remadoras se reúnem para os treinos. Cada aula conta com aquecimento corporal, prática da técnica de remada, alongamento e momentos de relaxamento muscular. As atividades são orientadas por dois professores de educação física, que também remam junto às integrantes, reforçando o espírito de união e a troca constante entre instrutores e alunas.
<h3>Reabilitação e acolhimento</h3>
A prática do Dragon Boat promove benefícios físicos e emocionais perceptíveis desde as primeiras semanas. Muitas mulheres chegam ao grupo com limitações de movimento decorrentes do tratamento do câncer e, ao longo das remadas, percebem avanços significativos na mobilidade, força e resistência muscular. Ao mesmo tempo, o ambiente coletivo e solidário do projeto contribui para o fortalecimento da autoestima, para a socialização e para a criação de laços de apoio mútuo.

O trabalho em equipe é essencial para o funcionamento da embarcação, já que cada participante precisa sincronizar seus movimentos com os demais remadores para garantir o equilíbrio e a velocidade da canoa. Essa dinâmica simboliza o próprio processo de superação das integrantes, que encontram no ritmo das remadas uma forma de enfrentar desafios e de redescobrir o prazer em compartilhar experiências com outras mulheres que vivenciam histórias semelhantes. “Na parte emocional é muito mais desafiador pois muitas acham que não vão conseguir alcançar o objetivo, mas logo após algumas atitudes do grupo que estão sempre apoiando com palavras de incentivo e carinho”, relata Cristina Bittencourt.
<h2>Prevenção e impacto social</h2>
Além da reabilitação, o Remar Rosa também atua na prevenção e educação sobre o câncer de mama, reforçando a importância da prática esportiva como fator de proteção à saúde. A atividade física regular contribui para o equilíbrio hormonal, o controle do peso e o fortalecimento do sistema imunológico, reduzindo riscos associados à doença. O grupo é composto por mulheres de diferentes idades, entre 25 e 62 anos, que encontram no convívio uma oportunidade de aprendizado coletivo, troca de vivências e construção de um ambiente de acolhimento e confiança. Para quem quiser participar,  a taxa de associação é de R$50 por mês.

[caption id="" align="alignleft" width="426"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/OUTUBRO-ROSA-REMAR-PELA-VIDA-🩷🚣_♀️📆-Neste-Outubro-Rosa-o-destaque-vai-para-o-Projeto-Remar-820x1024.jpg" alt="" width="426" height="533" /> Equipe realiza últimos ajustes antes do treino - Guilherme Brum/Prefeitura de Santa Maria[/caption]

O projeto também se envolve em ações comunitárias e solidárias. As participantes integram a tradicional Ação de Natal da ASENA, que arrecada brinquedos e doces para crianças do bairro Campestre do Menino Deus. Além disso, o grupo organiza brechós, chás e rifas para arrecadar recursos e auxiliar integrantes que enfrentam dificuldades financeiras durante o tratamento. Essas iniciativas reforçam o caráter social do projeto e fortalecem a presença da associação junto à comunidade.
<h3>Próximos passos</h3>
No final de novembro, a equipe participou do Campeonato Gaúcho, com etapa em Santa Maria. Com o crescimento das atividades e o engajamento das participantes, a ASENA planeja ampliar a estrutura do projeto nos próximos anos. Está prevista a chegada de uma nova canoa em 2026, o que permitirá o aumento do número de vagas e o fortalecimento do grupo para participar de competições estaduais e nacionais. A meta é seguir expandindo o alcance do Remar Rosa, mantendo o foco no esporte como ferramenta de reabilitação, prevenção e transformação pessoal. “É ter força e vontade de poder proporcionar uma melhor qualidade de vida ao grupo. Desafio é nunca desistir, lutar sempre para que o projeto seja cada vez mais forte.”, afirma Cristina Bittencourt.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Decididas: exposição fotográfica incentiva conscientização para prevenção do Câncer de Mama</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/decididas-exposicao-fotografica-incentiva-conscientizacao-para-prevencao-do-cancer-de-mama</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 13:31:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=962</guid>
						<description><![CDATA[Por meio do olhar da fotógrafa Ariéli Ziegler, projeto busca incentivar a prevenção ao câncer de mama por meio da trajetória de quatro mulheres.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <strong>Reportagem e redação:</strong> Giovana Chavez

<strong>Fotos:</strong> AAPECAN/Divulgação

[caption id="" align="alignleft" width="394"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/FOTO-SITE-600x600px-1.jpg" alt="" width="394" height="394" /> Cristiane Maciel, Marli Teresinha da Silva, Nilvane Belizario da Rosa e Noeli Pereira Martins[/caption]

"A prevenção salva vidas” é o lema que reverbera na exposição<a href="https://aapecan.com.br/aapecan-santa-maria-inaugura-exposicao-decididas-em-tres-shoppings-da-cidade/"> Decididas</a>realizada durante o mês de outubro pela <a href="https://aapecan.com.br/santa-maria/">AAPECAN</a> (Associação de Apoio a Pessoas com Câncer), aberta para a comunidade santamariense em shoppings de Santa Maria. A exposição fez alusão ao mês da conscientização sobre o câncer de mama e se tornou um convite para a prevenção e o conhecimento.

Com 20 anos de existência, a AAPECAN promove <a href="https://aapecan.com.br/fazemos/">projetos</a>, grupos de apoio, oficinas a pessoas com câncer e oferece acolhimento social, psicológico, nutricional e jurídico. Em  outubro de 2025, a instituição deu vida à exposição fotográfica ‘Decididas’, que entre fotos e depoimentos, humanizou e deu visibilidade para histórias de mulheres que convivem com o diagnóstico e enfrentam o câncer de mama.

Pelo olhar da fotógrafa <a href="https://www.instagram.com/azglr/">Ariéli Ziegler</a>, quatro mulheres que constroem suas histórias no presente, com o apoio da AAPECAN, Cristiane Maciel, Marli Teresinha da Silva, Nilvane Belizario da Rosa e Noeli Pereira Martins, puderam comunicar importantes mensagens de suas trajetórias. Compartilhando de um mesmo diagnóstico que impactou suas vidas, trazem uma reflexão valiosa, “a prevenção é um ato de amor”.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o mais <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/conceito-e-magnitude#:~:text=O%20c%C3%A2ncer%20de%20mama%20%C3%A9%20o%20mais%20incidente%20em%20mulheres,Dados%20e%20N%C3%BAmeros%202024.">incidente</a> em mulheres em todo o mundo, com aproximadamente 2,4 milhões de casos novos estimados em 2025, e tem sido a causa mais frequente de morte dessa população.

Por isso, é importante estar atenta aos sinais da doença e realizar técnicas de prevenção periodicamente.

<a href="https://femama.org.br/site/blog-da-femama/sintomas-e-diagnostico-precoce-do-cancer-de-mama/"><b>SINAIS:</b></a>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400">Nódulo (caroço) na mama ou na axila — geralmente duro, fixo e indolor;</li>
 	<li style="font-weight: 400">Alterações no tamanho ou formato da mama;</li>
 	<li style="font-weight: 400">Pele da mama com aspecto enrugado, retraído ou parecendo “casca de laranja”;</li>
 	<li style="font-weight: 400">Alterações no mamilo, como: inversão (quando o mamilo “entra”); feridas, descamação ou coceira persistente; aída de secreção, principalmente com sangue.</li>
 	<li style="font-weight: 400">Vermelhidão ou calor na pele da mama;</li>
 	<li style="font-weight: 400">Dor ou sensibilidade localizada, que não melhora com o tempo;</li>
 	<li style="font-weight: 400">Inchaço na axila ou em volta da clavícula.</li>
</ul>
Atenção:
<ul>
 	<li style="font-weight: 400">Nem todo caroço é câncer, mas todo caroço deve ser avaliado por um profissional de saúde.</li>
 	<li style="font-weight: 400">O autoexame das mamas ajuda a conhecer o próprio corpo, mas não substitui a mamografia e a avaliação médica.</li>
 	<li style="font-weight: 400">O diagnóstico precoce aumenta muito as chances de cura.</li>
</ul>
<b>PREVENÇÃO: </b>
<ul>
 	<li><b>Mantenha uma alimentação saudável</b></li>
</ul>
<ul>
 	<li><b>Pratique atividade física regularmente</b></li>
</ul>
<ul>
 	<li><b>Mantenha o peso corporal adequado</b></li>
</ul>
<ul>
 	<li><b>Evite o consumo de álcool</b></li>
</ul>
<ul>
 	<li><b>Não fume</b></li>
</ul>
<ul>
 	<li><b>Faça exames de rotina e acompanhamento médico</b></li>
</ul>
Mamografia: geralmente indicada a partir dos 40 anos (ou antes, se houver histórico familiar).
<ul>
 	<li><b>Amamentar, se possível</b></li>
</ul>
<ul>
 	<li><b>Cuide do histórico familiar</b></li>
</ul>
Se houver casos de câncer de mama ou ovário na família, procure um médico.

<img class="alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/POA-Fotos-1-scaled-1-1024x683.jpg" alt="" width="719" height="479" />Nas redes, o projeto “Decididas” foi compartilhado pelo <a href="https://www.instagram.com/p/DP12B16j1RD/?igsh=MThoNzA0Z2xmOTdsbw==">Instagram</a> da AAPECAN, onde foram disponibilizados materiais como cronogramas da exposição, propósitos da campanha, convites para prestigiar o momento e alguns relatos das usuárias que foram as protagonistas das imagens.

Para Cristiane, de 45 anos, "Descobrir o câncer de mama foi um choque e desestruturou minha vida. Mas aprendi que a fé, o amor das pessoas ao redor e o cuidado com a saúde são fundamentais. A prevenção salva vidas: autoexame, hábitos saudáveis, atividades físicas e atenção à saúde mental e espiritual. Cada tratamento e desafio devem ser enfrentados com coragem, informação e apoio."

Todas compartilham da premissa de que a vida é algo pelo o qual vale a pena lutar e que o amor e o autocuidado são fundamentais no processo do diagnóstico.

Para Nilvane, 48 anos, receber o diagnóstico foi difícil, “A quimioterapia me derrubou, pensei em desistir muitas vezes. Mas a fé, minha filha e o apoio das pessoas ao meu redor me deram força e foram o meu sustento durante todo o tratamento. Hoje entendo que a luta é constante, mas jamais podemos desistir, porque a fé nos move e nos cura."

A bandeira  da instituição AAPECAN  “Nós acreditamos na vida”, está constantemente hasteada para acolher pessoas que enfrentam o câncer e seus familiares, de forma humanizada, profissional e sensível.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Liga Acadêmica de Saúde da Mulher da UFSM promove conscientização e autocuidado </title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/liga-academica-de-saude-da-mulher-da-ufsm-promove-conscientizacao-e-autocuidado</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 13:08:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=957</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão desenvolve ações que incentivam o conhecimento, acolhimento e a conscientização feminina.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><b>Reportagem e redação:</b> Alexandre La Bella e Luísa Soccal</p><p><strong>Imagens:</strong> acervo LIASM</p><p>A vivência feminina é marcada por transformações físicas e emocionais constantes. Com o objetivo de ampliar o debate sobre essas mudanças e fortalecer o cuidado com a saúde da mulher, a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LIASM), vinculada à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), desenvolve ações que unem ensino, pesquisa e extensão para promover conhecimento, acolhimento e conscientização.</p><p>O grupo foi criado em 2020, no curso de Fisioterapia da UFSM, a partir da percepção de que ainda há lacunas no modo como a saúde feminina é abordada, tanto na formação acadêmica quanto nos serviços de saúde. Desde então, a Liga se consolidou como um espaço interdisciplinar e multiprofissional, que reúne estudantes de diferentes áreas e, inclusive, de outras universidades. </p><p>Entre as principais ações promovidas estão palestras, oficinas, seminários e jornadas científicas, realizadas em formato presencial e remoto. O propósito é aproximar o conhecimento científico da realidade cotidiana das mulheres, com estímulo ao  diálogo sobre temas que, muitas vezes, ainda são tratados com vergonha ou desinformação.</p><p>O enfoque das ações da LIASM está em promover uma visão integral da saúde da mulher, que abrange tanto o aspecto físico quanto o emocional e social. Ao abordar questões como sexualidade, menstruação e maternidade, de maneira aberta e educativa, a Liga contribui para quebrar tabus e reforçar a importância do autoconhecimento como ferramenta de cuidado.</p><p>Por meio de ações como o Blitz da Saúde, o Projeto de Gestantes e o Projeto TPM, o grupo consegue aliar teoria e prática, levando informações acessíveis e serviços que impactam diretamente a vida das participantes. A arrecadação e a doação de itens de higiene íntima, por exemplo, têm ajudado mulheres em situação de vulnerabilidade e reforçam a dimensão solidária do trabalho desenvolvido.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="1014" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/foto-liasm-1-1024x1014.jpg" alt="" />											<figcaption>Imagens de divulgação publicadas no Instagram da Liga sobre alguns dos assuntos promovidos pelo projeto.
</figcaption>
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										<img width="1024" height="1022" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/foto-liasm-2-1024x1022.jpg" alt="" />											<figcaption>Imagens de divulgação publicadas no Instagram da Liga sobre alguns dos assuntos promovidos pelo projeto.
</figcaption>
										</figure>
		<p>Essas iniciativas também fortalecem o papel da extensão universitária como ponte entre a academia e a sociedade. A Liga mantém um calendário contínuo de atividades ao longo do ano, com campanhas educativas, eventos e ações de conscientização, especialmente durante períodos como o Outubro Rosa, voltado à prevenção do câncer de mama. No entanto, a proposta da LIASM é que o debate sobre a saúde feminina seja permanente e não restrito a uma data específica.</p><p>Com uma atuação que une ciência, empatia e compromisso social, a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher se consolida como um espaço de troca e aprendizado, contribuindo para uma formação profissional mais sensível e para uma comunidade mais informada sobre os direitos e as necessidades da mulher.</p><p>Para acompanhar as atividades e campanhas realizadas pela Liga, o contato pode ser feito pelo perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/liasm.ufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">@liasm. </a></p><p>Seguindo iniciativas como a da Liga Acadêmica de Saúde da Mulher, outros projetos de Santa Maria atuam com o objetivo de fortalecer a prevenção do câncer de mama e melhorar a qualidade de vida das mulheres. <a href="https://docs.google.com/document/d/1pHfvTStb2lehf7icXPbu1hcKgBllC-8affVWl-B2E8I/edit?usp=sharing">Conheça o projeto Remar Rosa</a>, que promove saúde, acolhimento e prevenção ao câncer de mama por meio do Dragon Boat, e a <a href="https://docs.google.com/document/d/1Fws9HZPGvlCZg3Lq7bbVccjXQ1r1qLJP/edit?usp=sharing&amp;ouid=115844443202490859257&amp;rtpof=true&amp;sd=true">Exposição fotográfica “Decididas”</a>, que buscou incentivar a prevenção ao câncer de mama por meio da trajetória de quatro mulheres.  </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viver no “off”: atividades manuais como pausa para a mente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/viver-no-off-atividades-manuais-como-pausa-para-a-mente</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 12:12:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=952</guid>
						<description><![CDATA[A iniciativa do Vapor Etc., Clube Offline, surgiu de uma percepção de que o mundo digital fez com que perdessem o hábito de pôr a “mão na massa”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação:</strong> Amanda Teixeira</p><p><strong>Fotos:</strong> Thaianne Barboza e Paula Toaldo</p><p>Entre tintas, colagens e longas conversas sem pressa, um bar de Santa Maria tem se transformado em um ponto de respiro em meio ao ritmo acelerado de uma vida conectada constantemente às redes sociais. A iniciativa do Vapor Etc., Clube Offline, surgiu de uma percepção das sócias Thaianne Barboza e Paula Toaldo de que o mundo digital fez com que perdessem o hábito de pôr a “mão na massa” e a criatividade para o jogo. Assim surgiu a proposta de reunir mensalmente um grupo de pessoas para realizarem diferentes atividades manuais.</p><p>“Atualmente, a gente usa muito a criatividade no nosso trabalho, mas muito online. Estávamos numa <i>vibe</i> de se desconectar mais e viver no off também”, afirma Thaianne. Segundo ela, os encontros são pensados para que todos possam viver o momento lúdico sem preocupações, tirando o peso da cobrança profissional. O objetivo é que os participantes possam desacelerar, trocar experiências e fazer novas amizades. </p><p>O Clube ocorre todos os meses e já chegou em cinco edições, com mais de quatro turmas cada. Entre as atividades propostas, estão colagem, pintura e customização. Segundo a sócia, a aceitação do público têm sido boa, com mais de 70 participantes por edição. Thaianne ainda afirmou que a ideia para o próximo mês é trazer a customização de isqueiros para o pátio do bar.</p><p>De acordo com um estudo publicado na revista científica Frontiers in Public Health, habilidades manuais com artesanato podem contribuir para o bem-estar tanto quanto ter um emprego. Para além dos benefícios para pessoas com condições envolvendo saúde mental, os hobbies feitos à mão contribuem para a qualidade de vida de todos, aumentando níveis de felicidade e de satisfação com a vida. </p><p>Os benefícios podem ser vistos com o aumento do interesse da geração Z, nascida já em um ambiente digital, pela retomada de práticas antigas, como o tricô e o crochê. As duas atividades apresentaram aumento de 20% na procura por materiais entre jovens de 18 a 25 anos, desde 2020, segundo uma pesquisa realizada pela consultoria de mercado Craft Yarn Council. A volta por interesses que estavam esquecidos por muitos pode representar uma busca por mudanças de hábitos, saudáveis não apenas para o corpo, mas também para a mente. </p>		
			<h3>Atividades manuais para quem quer ficar no “off”:
</h3>		
		<p><strong>Colagem:</strong></p><p>Sem muitos segredos, a colagem consiste em seguir o que está na mente e juntar diversos desenhos, fotografias, textos e texturas em um pedaço de papel, formando uma nova imagem única e insubstituível. É uma forma de criar algo só teu, formando uma história através de recortes e sobreposições. </p><p><strong>Customização:</strong></p><p>Customizar é dar um toque seu ao que já existe, deixando o objeto com a sua cara. Pode ser com pintura, colagem, bordados ou o que você achar mais legal. Um dos objetos personalizáveis são os porta-retratos, que podem ter um toque próprio para deixar a lembrança ainda mais especial. </p><p><strong>Pintura:</strong></p><p>Em papel, tela ou tecido, pintar é uma forma simples e divertida de expressar sentimentos, através de cores e formatos. Não precisa ser artista e nem precisa ficar bom, a ideia é relaxar e colocar a criatividade em movimento.  </p>		
										<figure>
										<img width="682" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-17.40.46-682x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Colagem</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-17.40.55-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Pintura</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-17.40.54-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Customização</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Movimento que gera saúde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/movimento-que-gera-saude</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 12:08:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=950</guid>
						<description><![CDATA[Professora Luciane Sanchotene fala sobre o papel do Esporte Universitário na vida acadêmica e emocional dos alunos da UFSM 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem, redação e foto:</strong> Luiza Ventura</p><p>O Esporte Universitário é um Programa de Desenvolvimento Institucional, promovido pelo Centro de Educação Física e Desportos e apoio/colaboração financeira da PRAE. Tem como objetivo promover práticas esportivas e de lazer aos discentes da UFSM, com o propósito de atender finalidades educativas, esportivas, saúde, lazer e integração universitária. </p><p>Nesta entrevista, o Bergamota conversou com a professora titular do Centro de Educação Física e Desportos e coordenadora do curso de Educação Física- Licenciatura e também do projeto de extensão Esporte Universitário, Luciane Sanchotene para entender um pouco mais sobre o projeto. </p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-04-at-12.04.43-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p><b>Bergamota: Como surgiu o Esporte Universitário dentro da UFSM?&nbsp;</b></p>
<p><b>Luciane:</b> O Esporte Universitário é um projeto de desenvolvimento institucional criado por mim e pelo professor Osório Portela em 2013. O projeto começou apenas com quatro modalidades: natação, judô, corrida e ginástica. Hoje, nós temos 12 modalidades Estamos, em 2025, sem natação devido à reforma da piscina do CEVIDE, mas oferecemos outras modalidades como corrida, pilates, futsal, voleibol, handebol, basquetebol, paddle e beach tennis. A partir do próximo ano pretendemos incluir novas modalidades, como esse ano, por exemplo,&nbsp; nós inserimos a orientação.</p>
<p>O projeto conta com o apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), que foi essencial para a consolidação do programa. Nos primeiros anos, não tínhamos bolsas, mas atualmente todos os alunos que atuam no projeto são bolsistas. O Esporte Universitário também funciona como campo de estágio para os nossos alunos, assim como também pode ser contabilizado como carga horária de Atividade Complementar de Graduação (ACG) e Disciplina Complementar de Graduação (DCG).</p>
<p>Então, é muito importante este esse programa para instituição e para vida dos nossos alunos. Eu digo na vida, tanto no aspecto da saúde física como da saúde mental. Nosso foco não é o alto rendimento e sim a promoção da saúde. Ainda assim, as equipes representativas da UFSM observam os alunos participantes e, muitas vezes, alguns acabam integrando as equipes da universidade.</p>
<p>Hoje, o projeto conta com 33 bolsistas. Também mantemos uma modalidade chamada “Avaliação”, em que todos os participantes passam por testes realizados por alunos treinados por mim. Nessas avaliações, são observadas variáveis funcionais, posturais, metabólicas (como pressão arterial e frequência cardíaca), neuromusculares, comportamentais e, especialmente, relacionadas à saúde mental como níveis de estresse, ritmo circadiano e qualidade do sono. Esses fatores, do ponto de vista científico, influenciam diretamente na vida acadêmica dos estudantes da UFSM.</p>
<p><b>Bergamota: Como funciona a avaliação morfofuncional e comportamental?&nbsp;</b></p>
<p><b>Luciane: </b>Desde o início do projeto, tínhamos o objetivo de realizar avaliações com todos os participantes. No começo, elas eram opcionais, mas percebemos uma certa resistência pois muitos alunos achavam que gastar 40 minutos ou uma hora com a avaliação era “perder tempo” que poderiam dedicar ao treino ou aos estudos.&nbsp;</p>
<p>Então, desde 2022, nós começamos a tornar obrigatória essa avaliação por modalidade. A partir desse ano, com autorização da PRAE, nós conseguimos fazer com que ela seja um critério para garantir a vaga no projeto no semestre seguinte. A avaliação é uma bússola para a&nbsp; prescrição e orientação do teu exercício. Sem ela, não temos como saber como o aluno está fisicamente e mentalmente, nem se a modalidade escolhida é realmente a mais adequada ao seu perfil.&nbsp;</p>
<p>Por exemplo, uma pessoa com hiperlordose ou escoliose acentuada precisa de orientações específicas, não adianta apenas fazer musculação sem saber o que deve ser trabalhado, porque o exercício inadequado pode agravar a disfunção.&nbsp;</p>
<p>Então a avaliação não é opcional, a avaliação é obrigatória. Na verdade, todas as academias deveriam realizar uma avaliação prévia antes de prescrever exercícios. Infelizmente, isso ainda não é uma prática comum, mas deveria ser.</p>
<p><b>Bergamota: Quais são os critérios de seleção para participar dos esportes?</b></p>
<p><b>Luciane:</b> O Esporte Universitário é voltado para alunos da UFSM&nbsp; desde o ensino médio até o doutorado e pós-doutorado. Já para os servidores da universidade, existe outro projeto que também coordeno, o Movimenta, que é um projeto de desenvolvimento institucional com fomento da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP). É a PROGEP quem abre os editais de bolsas e inscrições, voltados especialmente para servidores ativos e aposentados, que têm procurado bastante participar.&nbsp;</p>
<p>No caso do Esporte Universitário, as inscrições são feitas por meio de um formulário eletrônico, com o apoio do CPD. Há alguns critérios de prioridade e o principal é ter o Benefício Socioeconômico (BSE) ativo, que garante preferência na seleção. Depois disso, a regra é simples, é preciso ser rápido, porque as vagas esgotam muito rápido.</p>
<p>Esse ano estamos sem natação, mas já tivemos casos em que abrimos inscrições para a modalidade às 7h da manhã e, em cerca de dez minutos, as 500 vagas (distribuídas em 10 turmas) já estavam preenchidas. A procura é enorme e, desde o início do projeto, mantemos fila de espera em praticamente todas as modalidades.</p>
<p>Então, se tivéssemos mais um ginásio, mais uma piscina, mais pistas, nós teríamos ainda mais pessoas praticando esporte, trabalhando a sua saúde mental, as suas qualidades físicas, enfim, teríamos demanda.</p>
<p><b>Bergamota: Como o Esporte Universitário contribui para a saúde mental e também para a permanência dos alunos aqui na universidade?&nbsp;</b></p>
<p><b>Luciane: </b>Desde a criação do projeto, o nosso objetivo, tanto meu como do professor Osório,&nbsp; sempre foi oferecer aos alunos da UFSM um espaço de prática esportiva dentro da própria universidade, acessível e de qualidade. Pensamos especialmente naqueles estudantes que não têm condições de pagar uma academia ou um personal trainer, poder ter um espaço de qualidade com orientação de bolsista e estagiários, que estão sempre acompanhados de um professor coordenador.&nbsp;</p>
<p>Então, o aluno não fica sozinho trabalhando. Por exemplo, o handebol é supervisionado pelo professor César Geller; o futsal, pelo professor Frederico; e eu coordeno a parte das avaliações. Assim, o aluno tem orientação técnica, acompanhamento e um espaço de acolhimento dentro da universidade.</p>
<p><b>Bergamota: O que a senhora falaria para alguém que entrou na UFM agora, que tem interesse em participar do Esporte Universitário ou que ainda não conhece o projeto?&nbsp;</b></p>
<p><b>Luciane: </b>Eu gostaria de convidar todos os estudantes que estão chegando à UFSM e também aqueles que ainda vão ingressar a conhecerem e participarem do Esporte Universitário. É um projeto que planejamos de um ano para o outro com muito carinho.</p>
<p>Nós temos uma equipe de gestão, que inclui inclusive uma bolsista do curso de Direito, responsável por aprimorar os processos de inscrição e facilitar o acesso dos estudantes às modalidades. Estamos sempre abertos a sugestões para melhorar. O projeto tem mais de 10 anos e espero que depois que eu me aposentar, tenhamos outros professores que dêem continuidade nele.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O Esporte Universitário é fundamental para a saúde física e mental dos nossos acadêmicos. Ele oferece, dentro da própria universidade, um espaço de qualidade para a prática de atividades físicas e para o cuidado com o corpo e a mente. Então, procurem o projeto,&nbsp; vai ser um prazer tê-los aqui!</p><p>Assista a entrevista completa:</p>https://youtu.be/VrLeObWAoms]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Cine COP30 reúne mais de 160 pessoas em manhã de cinema e debate em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/cine-cop30-reune-mais-de-160-pessoas-em-manha-de-cinema-e-debate-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 12:00:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

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						<description><![CDATA[O Cine COP30 foi promovido pelo projeto de extensão Paralelo 33, do curso de Relações Internacionais da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação:</strong> Alexandre La Bella e Luísa Soccal</p><p><strong>Fotos:</strong> Paralelo 33</p><p>O Cine COP30, promovido pelo projeto de extensão Paralelo 33, do curso de Relações Internacionais da UFSM, levou mais de 160 pessoas ao Cinépolis do Shopping Praça Nova, em Santa Maria, na manhã de sábado, 18 de outubro. O evento, reconhecido como diálogo autogestionado da <a href="https://cop30.br/pt-br">Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30)</a>, exibiu o filme ‘Iracema: uma Transa amazônica’, em cópia remasterizada em 4K, seguido de um debate interdisciplinar sobre os impactos sociais e ambientais retratados na obra.</p>		
													<img width="1920" height="1440" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/DSCF0940.jpg" alt="" />													
			<h3>Sobre o que trata o filme Iracema: uma Transa Amazônica?
</h3>		
		<p>O filme Iracema: Uma Transa Amazônica (1975), dirigido por Jorge Bodanzky e Orlando Senna, é uma alegoria crítica sobre o período da ditadura militar no Brasil. O enredo principal acompanha o encontro entre uma jovem indígena (Edna de Cássia) e prostituta chamada Iracema e um caminhoneiro sulista, apelidado de "Tião Brasil Grande" (Paulo César Peréio).</p><p>A narrativa contrasta a propaganda oficial do governo militar, que promovia a construção da rodovia Transamazônica como um símbolo de progresso e desenvolvimento, com a dura realidade de exploração e degradação da Amazônia. A produção está disponível gratuitamente no <a style="font-size: 1rem" href="https://www.youtube.com/watch?v=3u4rlXPMIds">Youtube</a>.</p><p>Segundo o coordenador do projeto, Cauê Queiroz Santos, o público superou as expectativas, especialmente considerando o horário e o local da sessão. “Foi surpreendente ver tanta gente, e, mais ainda, ver o público permanecendo até o final do debate. Tivemos cerca de 167 pessoas, e muita gente se emocionou com o filme. Isso mostra que o alcance que a gente queria foi atingido”, destacou.</p><p>O debate contou com a participação das professoras Francielle Tybush (Direito), Nathaly Tissot (Meteorologia) e do professor Gilvan Dockhorn (História e Turismo). A conversa, segundo Cauê, fluiu de forma espontânea, unindo diferentes perspectivas sobre as conexões entre o cinema, o meio ambiente e a sociedade. </p><p>Para o coordenador, um dos pontos centrais da atividade foi mostrar que a discussão climática vai além das florestas e dos ecossistemas. “A COP não deve tratar apenas de árvores e rios. É preciso pensar nas consequências humanas das mudanças ambientais, nas populações que ficam à margem e sofrem com o que chamamos de progresso. Iracema mostra isso e ainda é um retrato atual”, completou.</p><p>O evento também simboliza uma conquista coletiva para o curso e para a Universidade. A organização envolveu 37 integrantes, entre estudantes, docentes e colaboradores de outros espaços, como o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais, o Diretório Central dos Estudantes da UFSM, o Cineclube da Boca e a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. Cauê destaca o evento como uma vitória da extensão universitária: “Acho que foi uma vitória da extensão, foi uma vitória do curso, foi uma vitória do paralelo, dos outros projetos, e uma vitória da UFSM. Não é fácil juntar mais de 150 pessoas num sábado de manhã, fora do centro da cidade.”</p><p>A repercussão positiva gerou o desejo de transformar a iniciativa em tradição. O grupo planeja manter o formato de cine-debates anuais e, futuramente, ampliar as parcerias com outros cursos e instituições. Além disso, todo o material em vídeo e áudio produzido durante o Cine COP30 será enviado à organização da COP30, com expectativa de exibição durante a conferência em Belém (PA).</p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/DSCF1151-1024x768.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/DSCF0960-1024x768.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Juventude e comunicação climática: PET Educom reflete sobre a COP 30 e o papel das universidades no debate ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/28/juventude-e-comunicacao-climatica-pet-educom-reflete-sobre-a-cop-30-e-o-papel-das-universidades-no-debate-ambiental</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 11:45:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

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						<description><![CDATA[Grupo do campus da UFSM em Frederico Westphalen aposta na educomunicação para aproximar o público jovem dos desafios das mudanças climáticas e da COP 30, que será realizada em Belém (PA).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação:</strong> Marina Brignol De Lllano Einhardt e Marina Ferreira dos Santos</p><p><a href="https://cop30.br/pt-br">A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30)</a> será realizada em novembro de 2025, em Belém, e marca a primeira vez que o Brasil sediará o evento. A expectativa é que o país assuma um papel de protagonismo nos debates ambientais globais. Nesse contexto, o <a href="https://www.ufsm.br/pet/educom-clima#:~:text=Apresenta%C3%A7%C3%A3o,e%20o%20combate%20%C3%A0%20desinforma%C3%A7%C3%A3o.">PET Educom Clima</a>, vinculado ao curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus de Frederico Westphalen, tem se destacado por promover ações de comunicação e educação ambiental com foco na juventude, como o podcast <i>Vozes na COP</i>, a oficina <a href="https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/09/15/pet-educom-clima-realiza-oficina-brasil-em-chamas-na-escola-cardeal-roncalli"><i>Brasil em Chamas</i></a> e o projeto <i>De Olho na COP</i>, em parceria com o Laboratório de Comunicação Climática da UFRGS.</p><p>O Jornal Bergamota conversou com Cláudia Moraes, tutora do PET Educom Clima, e com os bolsistas Franchesco de Oliveira y Castro e Raquel Teixeira sobre as iniciativas do grupo e as expectativas para a COP 30.</p><p>C: Cláudia </p><p>F: Franchesco</p><p>R: Raquel</p><p><b>BERGMOTA - A COP 30 será a primeira realizada no Brasil e na Amazônia. Na perspectiva de vocês, qual é o significado simbólico e político de Belém sediar esse evento?</b></p><p><b>C: </b>Belém ser a sede da COP é muito relevante porque a Amazônia acaba sendo evidenciada. Ela é uma fonte muito grande de riqueza para os ecossistemas no Brasil e no mundo, para a regulação do clima. Quando foi proposta para sediar, foi nesse sentido: fazer o mundo prestar atenção no que acontece na Amazônia. Facilita também a participação de mais pessoas da região, povos da floresta, estados próximos e de outros lugares do Brasil e da América Latina. Há um deslocamento do eixo político das COPs anteriores, mais voltadas ao norte, para o sul global. Ser na Amazônia também significa valorizar a cultura local. Apesar das dificuldades, como infraestrutura e altos custos de hospedagem, ainda é um momento muito importante. Vários grupos estão se organizando para fazer alojamento solidário e incluir mais pessoas. Ativistas, socioambientalistas, indígenas, estudantes e juventude também se articulam e buscam editais de financiamento. Há uma mobilização grande no Brasil. Esse debate mais próximo pauta a mídia, que agora tem dado mais espaço para o tema climático do que em outras edições, como a COP 29 em Dubai. A preparação da COP no Brasil chamou atenção para a crise climática e impulsionou projetos de formação e interesse sobre o tema. Para nós, do Educom Clima, isso é muito importante, porque estamos alinhados com esse momento especial.</p><p><b>F:</b> A COP ser no Brasil é muito importante para os povos indígenas, quilombolas e das periferias, que são os mais atingidos pelas mudanças climáticas. Eles precisam de acesso à informação e à participação, porque não adianta o evento ser só para governantes. É fundamental a presença desses povos. Ainda há muita gente que não conhece a COP, por isso é importante divulgar. Logo vamos começar nossa cobertura, de Frederico mesmo, para disseminar informação e mostrar a importância da COP no Brasil.</p><p><b>BERGMOTA - Que tipo de responsabilidade esse protagonismo traz para o país e também para a comunicação sobre discussões climáticas?</b></p><p><b>R:</b> A comunicação, por ser uma cobertura no nosso país, tem que mostrar o que está acontecendo — não só os pontos positivos, mas também os negativos, como o alto custo das hospedagens. Mesmo com soluções como a aldeia indígena da COP, é importante garantir acessibilidade para representantes de outros países. A comunicação precisa enfatizar os principais debates, porque muita gente não sabe o que é a COP ou quais temas serão discutidos. Esse é um dos papéis do PET: apresentar os tópicos, seja de forma descontraída ou séria. Criamos o podcast <i>Vozes na COP</i>, com cinco episódios sobre os principais pontos do evento, com entrevistas de representantes. A comunicação tem que estar presente antes, durante e depois, porque não adianta falar muito na hora e as medidas não serem realizadas depois.</p><p><b>F:</b> Exatamente. Vivemos momentos complicados por causa da desinformação, e temos o papel de levar informação real e checada. Vamos fazer essa cobertura e tornar o conteúdo acessível, com resumos e explicações sobre os temas debatidos. O papel da comunicação na COP 30 é mostrar que a verdade é maior que a desinformação.</p><p><b>C:</b> Um ponto importante é a realização da <a href="https://cupuladospovoscop30.org/">Cúpula dos Povos</a>, como houve na Rio-92, reunindo pessoas fora da conferência, que é voltada à negociação entre governos. Belém será importante também por isso. Fizemos o podcast, matérias no site do PET e temos parceria com o <a href="https://jornalismoemeioambiente.com/">Observatório de Jornalismo Ambiental</a> e o <a href="https://www.instagram.com/comclima.ufrgs/">Laboratório de Comunicação Climática da UFRGS</a>, com o projeto <i>De Olho na COP</i>, em que quinzenalmente analisamos a cobertura da imprensa. Produzimos textos, combatemos desinformação e fazemos análise crítica. Isso nos permite perceber os limites da comunicação. Já abordamos temas como agricultura familiar e América Latina, muitas vezes esquecidos. Participamos também da Rede de Parceiros pela Integridade da Informação sobre a Mudança do Clima integra o Capítulo Brasileiro da Iniciativa Global para a Integridade da Informação sobre a Mudança do Clima, lançada pelo Brasil, pela ONU e pela UNESCO na Cúpula do G20, em 19 de novembro de 2024. Além disso, atuamos localmente com educomunicação em escolas. A comunicação, para nós, está em vários locais — produção, observação e crítica de mídia, e educação.</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_7036-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Integrantes do PET em atuação nas escolas de Frederico Westphalen - PET Educom Clima/Divulgação</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Copia-de-DSC_0190-1-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption> Integrantes do PET em atuação nas escolas de Frederico Westphalen - PET Educom Clima/Divulgação
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		<p><b>BERGMOTA - </b><b>Como vocês avaliam a cobertura jornalística e midiática que vem sendo feita até agora sobre a COP 30?</b></p><p><b>C: </b>No <a href="https://jornalismoemeioambiente.com/category/de-olho-na-cop/"><i>De Olho na COP</i></a>, a cada quinze dias fazemos uma análise de mídia junto com o Laboratório de Comunicação Climática da UFRGS. Nos recortes que fizemos, tratamos de temas como soberania alimentar, agricultura familiar e América Latina. O grupo observa limites na cobertura, que ainda foca muito em economia e política, deixando de lado grupos vulnerabilizados e questões sociais. Mesmo assim, há uma movimentação positiva, com destaque para mídias independentes e locais da Amazônia, que estão formando jornalistas para cobrir a COP. É um momento importante de qualificação da mídia. Historicamente, a cobertura sobre mudanças climáticas dá ênfase a eventos extremos ou conferências internacionais. Agora, por ser no Brasil, vemos mais espaço para o tema, com inclusão de pautas sobre povos indígenas e participação social. A expectativa é de uma cobertura melhor do que a da COP 29.</p><p><b>BERGMOTA - No </b><b><i>De Olho na COP</i></b><b>, vocês analisam como a mídia cobre o evento. O que já foi possível perceber sobre os enquadramentos e as ausências nas notícias?</b></p><p><b>C:</b> A cada quinzena, uma dupla ou trio analisa o noticiário, observando o que está em destaque ou ausente, conforme nossos interesses de pesquisa — América Latina, agricultura familiar e cobertura indígena. Essas análises se conectam aos nossos estudos, unindo extensão e pesquisa. O grupo da UFRGS trabalha mais com desastres, e fazemos um rodízio de temas conforme o que está em pauta. Podemos analisar desde a grande mídia, como G1 e Globo, até mídias independentes e comunicação indígena. Cada recorte é diferente, e ao final pretendemos reunir todas as análises para observar tendências. Começamos em maio, demos uma pausa em agosto e retomamos em outubro. Depois da COP, faremos uma análise geral dos resultados.</p><p><b>R:</b> Mesmo com o foco agora na COP, a gente fala sobre mudanças climáticas o ano todo. Temos o <a href="https://www.instagram.com/p/DP39_J4jtp9/">Clima em Pauta</a>, com notícias semanais sobre meio ambiente, além das reportagens e textos. <a href="https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/08/18/licenciamento-ambiental-a-queda-de-braco-que-ameaca-os-biomas-brasileiros">A última que fiz foi sobre a “PL da Devastação”</a>. Nosso objetivo é manter o debate climático presente mesmo quando o tema não está em alta.</p><p><b>BERGMOTA - A Raquel chegou a mencionar o </b><b><i>Vozes na COP</i></b><b>, mas como surgiu a ideia do podcast e do que trataram nos cinco episódios?</b></p><p><b>F: </b>O <a href="https://spotify.link/a7Kqfn27vXb"><i>Vozes na COP</i></a> surgiu da nossa vontade de fazer uma cobertura e levar informação sobre os temas debatidos na conferência. Planejamos desde o semestre passado e criamos uma planilha com os assuntos mais relevantes. O objetivo era levar informação rápida — episódios de 10 a 15 minutos.</p><p>O primeiro episódio foi <i>Por uma ação climática baseada na cultura</i>, sobre como a cultura influencia as mudanças climáticas. O segundo, <i>Futuro Ancestral</i>, abordou a luta indígena, com participação da liderança Daniela Kaingang, que estará na COP. O terceiro tratou da <i>Justiça Climática</i> e a importância de proteger quem é mais afetado. O quarto falou sobre<i> Integridade da Informação</i>, tema central da COP, debatendo desinformação e comunicação verdadeira. O quinto recapitulou os temas e encerrou com entrevista sobre liderança jovem e educomunicação. Recebemos muitos retornos positivos — as pessoas pediram mais episódios. A experiência foi muito bacana, de pesquisa, gravação e aprendizado coletivo.</p><p><b>BERGMOTA - Agora que estamos mais próximos da COP 30, vocês acham que os debates climáticos estão chegando, de fato, às pessoas fora dos grandes centros e universidades?</b></p><p><b>C:</b> É uma questão difícil. Vivemos muito nas nossas bolhas e convivemos com pessoas que falam sobre clima o tempo todo, o que dá a impressão de que todos estão informados. Os petianos podem falar melhor sobre isso, com base nas experiências nas escolas, nas oficinas de educomunicação que fazemos desde o ano passado. Pesquisas mostram que a população brasileira está mais preocupada em entender mais sobre mudanças climáticas, mas isso ainda não se reflete em decisões políticas. As pessoas percebem os desastres, mas não os relacionam com responsabilidade política ou propostas de adaptação climática.</p><p><b>R:</b> O que mais me impressiona positivamente é ver que, nas escolas, os alunos conhecem temas como a <a href="https://brasil.un.org/sites/default/files/2020-09/agenda2030-pt-br.pdf#:~:text=Estamos%20determinados%20a%20assegurar%20que%20todos%20os,tecnol%C3%B3gico%20ocorra%20em%20harmonia%20com%20a%20natureza.">Agenda 2030</a>. Quando eu estudava, não sabia o que era. Eles se interessam muito, principalmente depois das enchentes em Porto Alegre em 2024. Quando falamos sobre queimadas, nem tanto, mas ao abordar as enchentes, eles reagem, prestam atenção. Em uma oficina recente, explicamos o que é a COP e pedimos que criassem propostas e cartazes com colagens. Mesmo sem acesso ao celular, os trabalhos foram muito pertinentes. Isso mostra que, mesmo fora das grandes mídias, as escolas estão tratando o tema.</p><p><b>F:</b> Concordo com a Raquel. Desde o ano passado <a href="https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/09/15/pet-educom-clima-realiza-oficina-brasil-em-chamas-na-escola-cardeal-roncalli">trabalhamos o tema das queimadas nas escolas, levando dados e imagens.</a> As escolas estão falando mais sobre mudanças climáticas, Agenda 2030 e o papel humano no meio ambiente. É muito bacana ver o interesse dos alunos — eles prestam atenção, participam e têm consciência. Quando eu estava na escola, isso não era debatido. Hoje, o tema está mais presente. Nas escolas e na universidade, percebemos que, desde que o grupo começou a falar mais sobre clima e educomunicação, as pessoas estão mais informadas. Aqui em Frederico, o público acompanha nossas redes, participa das atividades e palestras. Isso mostra que o debate cresceu muito e que estamos conseguindo levar informação e gerar reflexão.</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_6943-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Franchesco e Raquel ministrando palestra sobre a COP30 - PET Educom Clima/Divulgação</figcaption>
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		<p><b>BERGAMOTA - Como nasceu o PET Educom Clima e qual é o principal propósito do grupo?</b></p><p><b>C: </b>O PET surgiu aqui na universidade a partir da nossa atuação com meio ambiente e educação, que já acontece há muito tempo. Temos a disciplina de Educação, que em 2024 teve experiências relatadas pelos alunos, e muitos deles acabaram vindo para o PET. Eu trabalho com educomunicação em extensão desde 2007 e com questões ambientais em pesquisa desde 2008. Unimos essas áreas para uma chamada de grupos PET do MEC, no eixo de Integridade da Informação, que trata de desinformação e pós-verdade. Um dos caminhos para enfrentar a desinformação é o jornalismo e a checagem de fatos, outro é a educação midiática.</p><p>Nosso foco é a prevenção da desinformação sobre mudanças climáticas e a educomunicação socioambiental, especialmente nas escolas da região. Temos projetos como o <a href="https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/04/29/pet-educom-clima-estreia-o-primeiro-clima-em-pauta-do-semestre">Clima em Pauta</a>, com vídeos semanais sobre notícias ambientais, e matérias quinzenais — reportagens, artigos e crônicas, como a que a Raquel escreveu sobre as enchentes. O grupo foi criado em 2024, com resultado em novembro e início em 1º de dezembro, data em que completaremos um ano. Integramos a Rede de Integridade da Informação sobre Mudança do Clima, com dez PETs no Brasil — o nosso é o único do Sul. Já participamos de um encontro nacional onde cada PET apresentou seus projetos. Nosso objetivo é melhorar a formação nos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, promovendo reflexão sobre meio ambiente e educomunicação. O PET une ensino, pesquisa e extensão: sempre há algo acontecendo — eventos, redes sociais, oficinas, publicações. Os petianos têm muita iniciativa: o planejamento anual foi feito em dezembro de 2024, prevendo mídias sonoras, Instagram e YouTube. Muitos projetos já estão em execução, e temos recebido retornos positivos. Coincidiu de ser o ano em que o Brasil voltou a falar fortemente de meio ambiente, e isso deu ainda mais destaque ao grupo.</p><p><b>F: </b>Quando entrei na faculdade, tive logo a disciplina <i>Comunicação, Cidadania e Ambiente</i>, com a professora Cláudia, o que já nos aproxima da comunicação ambiental. Depois cursei Educação, na qual aprendemos sobre comunicação climática e educomunicação, com base em Paulo Freire e sua educação crítica. Isso despertou meu interesse. Quando saiu o edital do PET, eu pensei: “Preciso me inscrever”. Sempre gostei de temas sociopolíticos e vi ali uma oportunidade de aplicar o que aprendia no curso. </p><p>Desde dezembro do ano passado, estamos sempre produzindo e aprendendo. Participar do PET é muito enriquecedor: conhecemos pessoas, apresentamos resultados em eventos, recebemos ótimos retornos. Essa experiência me influenciou até no TCC — estou pesquisando sobre povos indígenas e discursos de invisibilidade na mídia, tema que o PET me inspirou.</p><p><b>R:</b> Desde que ouvi falar que teria um PET de Comunicação, já tive interesse, porque os PETs aqui no campus, principalmente da Engenharia Florestal, são muito presentes. Quando saiu o edital, coincidiu com a disciplina de educomunicação, e foi perfeito para continuar as atividades de pesquisa e extensão.</p><p>O PET me ensinou muito sobre convivência, troca e aprendizado. Com ele, entendi que extensão não é ensinar, mas trocar saberes. Aprendo muito mais do que ensino, em todos os encontros. Também pude aplicar o que aprendemos na faculdade, com liberdade para propor pautas e projetos.</p><p>O <i>Vozes na COP</i> foi um exemplo — editar, apresentar e produzir o podcast trouxe muita experiência. O estudo das mudanças climáticas mudou completamente minha forma de ver o mundo. Hoje, penso nas implicações ambientais de tudo.</p><p>Também trabalhamos com a Reserva Indígena Guarita, a maior do RS, e tivemos experiências únicas graças ao PET e à professora Cláudia.</p><p><b>F:</b> Complementando, foi incrível participar da festa do Dia dos Povos Indígenas na Terra Indígena Guarita, onde conhecemos e entrevistamos a ministra Sonia Guajajara. As oportunidades que o PET proporciona são enormes.</p><p>Outra coisa que aprendemos é que não estamos ali para “dar voz” a ninguém — todos já têm voz. Nosso papel é abrir espaço para que essas vozes sejam ouvidas. Isso é muito significativo.</p><p><b>BERGAMOTA - Qual é o papel da juventude nas discussões sobre clima e justiça ambiental?</b></p><p><b>F: </b>É fundamental. Como jovens comunicadores, temos o papel de levar informação e sermos críticos. Na faculdade, aprendemos isso e aplicamos no dia a dia. Na minha família, percebo que eles confiam muito em mim para se informar, e isso mostra a importância de sermos comunicadores responsáveis.</p><p>Vivemos tempos de desinformação e negacionismo, e agora temos a chance de mudar isso. Nós somos o futuro da comunicação.</p><p><b>R:</b> Esse foi, inclusive, um tema do nosso podcast — Vozes da Juventude. Acredito que os jovens devem estar no centro das discussões, porque somos nós que viveremos as consequências do que está sendo decidido agora. Figuras como <a href="https://www.instagram.com/gretathunberg/">Greta Thunberg</a> inspiram por mostrar coragem e protagonismo. No PET, sempre trabalhamos com juventudes — nas escolas, na universidade, nos projetos.</p><p>Mostramos imagens, debatemos, provocamos reflexão. E isso nos torna mais críticos: hoje, por exemplo, não consigo votar em alguém que não tenha a pauta climática como prioridade. Falar sobre meio ambiente é falar sobre política, e a juventude precisa se posicionar. Mesmo que não sejamos nós que tomamos as decisões hoje, seremos os mais afetados por elas.</p><p><b>F:</b> Complementando, é muito bom ver os jovens ocupando espaços. Estamos sendo protagonistas — trabalhando em mídias independentes, assumindo cargos, trazendo novas ideias. Antes esses espaços eram dominados por pessoas mais velhas; agora é a nossa vez.</p>		
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										<img width="1920" height="1440" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/20250915_093725.jpg" alt="" />											<figcaption>Alunos realizam atividades sobre educomunicação - PET Educom Clima/Divulgação
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										<img width="1920" height="1280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Copia-de-DSC_0111.jpg" alt="" />											<figcaption>Alunos realizam atividades sobre educomunicação - PET Educom Clima/Divulgação
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Copia-de-Copia-de-DSC_0024-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Alunos realizam atividades sobre educomunicação - PET Educom Clima/Divulgação
</figcaption>
										</figure>
		<p><b>BERGAMOTA - Vocês pretendem realizar alguma ação especial ou cobertura durante a COP 30?</b></p><p><b>C:</b> Sim, estamos finalizando o planejamento. A maioria das atividades da COP será transmitida, e pretendemos acompanhar canais especializados como O <a href="https://oeco.org.br/">Eco</a>, <a href="https://amazoniareal.com.br/">Amazônia Real</a>, <a href="https://infoamazonia.org/">InfoAmazônia </a>e <a href="https://envolverde.com.br/">Envolverde</a>.</p><p><b>F:</b> Também estamos articulando parcerias, como com a <a href="https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/06/25/na-expectativa-da-cop-30-educacao-ambiental-e-caminho-para-engajamento">educomunicadora Maria Clara, de Belém, que o Francesco entrevistou para uma reportagem sobre ativismo jovem na Amazônia.</a> Ela participará da nossa cobertura, enviando relatos e vídeos.</p><p>Vamos divulgar lives, transmissões e boletins, adaptando o Clima em Pauta para cobrir os principais assuntos das duas semanas da COP. Queremos mostrar o que está sendo discutido, quais avanços e mudanças estão ocorrendo, tanto para o público local quanto para Santa Maria, onde também participaremos da COP UFSM.</p><p>A Maria Clara vai enviar vídeos diretamente de Belém, mostrando como está a preparação. Nossa cobertura será informativa e colaborativa, divulgando o que acontece lá e aqui.</p><p><b>BERGAMOTA - De que forma o PET pretende se conectar com a COP UFSM?</b></p><p><b>C:</b> Inscrevemos as atividades do PET na COP UFSM, organizada pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Nela, vamos trabalhar a educomunicação, Agenda 2030 e clima com as turmas da disciplina <i>Comunicação, Cidadania e Ambiente</i>.</p><p>Durante a semana da COP, realizaremos um evento para apresentar as matérias e discutir jornalismo ambiental. Também vamos levar às escolas o tema da COP, conectando com o bioma Pampa — o mais degradado do Sul.</p><p>Criamos um mini-guia impresso sobre desinformação e o Pampa, que será distribuído nas escolas com apoio da COP UFSM. Queremos mostrar como as discussões globais se conectam com a nossa realidade local.</p><p>Além disso, temos parceria com o Observatório do Clima, integrando a Estação da COP, que fornece materiais e propostas para atividades educativas. A agenda está cheia, vamos trabalhar muito até lá!</p><p><b>F:</b> O Observatório do Clima nos enviou uma caixa com guias e figurinhas interativas, que usamos nas escolas. É um material ótimo para trabalhar o tema de forma lúdica. Vamos continuar usando esses recursos, junto com o folder sobre educomunicação e o Pampa, em nossas ações durante a COP UFSM.</p><p><b>BERGAMOTA - Que mensagem vocês gostariam de deixar para quem vai acompanhar o evento de longe, mas quer se engajar nas causas climáticas?</b></p><p><b>F:</b> Estamos cada vez mais online e temos o poder de escolher o que consumir. Por isso, é essencial buscar informação verdadeira, acompanhar veículos sérios e compartilhar conteúdos confiáveis. Acompanhar o PET Educom Clima também, claro.</p><p><b>C:</b> Complementando, acreditamos que informação de qualidade é o que leva a decisões melhores para o futuro do planeta — ou melhor, da humanidade.</p><p>Nem todos podem estar em Belém, mas a tecnologia permite acompanhar os debates online e se engajar. Nosso grupo está há quase um ano se preparando para a COP, e queremos que mais pessoas acompanhem, mandem sugestões e participem.</p><p>Trabalhamos em parceria com a Licenciatura Intercultural Indígena e com outros grupos, e seguimos abertos a novas colaborações.</p><p><b>R:</b> E para reforçar — <a href="https://www.instagram.com/peteducomclima/">sigam o PET!</a> (risos)</p><p>Antes de participar, eu não conhecia nenhum perfil que reunisse tantos conteúdos diferentes sobre mudanças climáticas. Falamos de tudo: desde temas atuais até contextos históricos e sociopolíticos. É um ótimo ponto de partida para quem quer se informar e se engajar.</p>]]></content:encoded>
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				<title>Projeto da UFSM busca restaurar Corredor Ecológico Da Quarta Colônia após as Enchentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/27/projeto-da-ufsm-busca-restaurar-corredor-ecologico-da-quarta-colonia-apos-as-enchentes</link>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 23:15:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=930</guid>
						<description><![CDATA[Criado em 2014, o corredor se enquadra como um dos primeiros do Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_932" align="alignleft" width="543"]<img class="wp-image-932" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Foto-Suzane-Marcuzzo_Sema-300x169.jpg" alt="" width="543" height="306" /> Corredor Ecológico da Quarta Colônia - Foto:Suzane Marcuzzo/Sema[/caption]

<span style="font-weight: 400"><strong>Reportagem e redação:</strong> Isadora Juliatto Piovesan</span>

<span style="font-weight: 400">Em 2014, foi instituído pelo Governo Estadual o primeiro corredor ecológico do Rio Grande do Sul, o Corredor Ecológico da Quarta Colônia (CEQC). A iniciativa foi pensada como uma ferramenta de conservação </span><span style="font-weight: 400">que busca propiciar condições adequadas para o deslocamento de animais, a dispersão de sementes e promover a conectividade entre fragmentos de vegetação natural. O corredor atualmente abrange áreas de importante preservação, como o Parque Estadual da Quarta Colônia, a Reserva Biológica do Ibicuí Mirim e o Parque Natural Municipal de Sobradinho.</span>

<span style="font-weight: 400">Há mais de 10 anos de sua criação, a importância destas áreas de preservação tem se tornado cada vez mais evidente. Com eventos climáticos extremos acontecendo com mais frequência, como as enchentes de 2024, a região vem sendo cada vez mais atingida. Entre enchentes, deslizamentos e outros estragos, diversos agricultores e a biodiversidade da região foram gravemente atingidos. Pensando neste impacto,</span><span style="font-weight: 400"> o </span><a href="https://www.instagram.com/neprade.ufsm/"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (NEPRADE) </span></a><span style="font-weight: 400">da Universidade Federal de Santa Maria, vinculado ao Departamento de Ciências Florestais da UFSM, iniciou o projeto Restauração Ecológica e Inclusão Social no Corredor Ecológico da Quarta Colônia.</span>

[caption id="attachment_934" align="alignright" width="516"]<img class="wp-image-934" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Fonte_-Sema-300x231.jpg" alt="" width="516" height="397" /> Fonte: Fepam, 2018[/caption]

<span style="font-weight: 400">Mais conhecido como Restaura CEQC, o projeto tem como objetivo fortalecer os benefícios do Corredor por meio </span><span style="font-weight: 400">da restauração ecológica. Para isso, os pesquisadores e estudantes da UFSM atuam em conjunto com agricultores da região para a implementação de agroflorestas. De acordo com  a professora do Departamento de Ciências Florestais e coordenadora do projeto, Ana Paula Rovedder, a prática de implantação de agroflorestas é uma ferramenta de restauração de ecossistemas praticada globalmente. Entretanto, para a aplicação na Quarta Colônia, o grupo utilizou adaptações para a realidade da região. Segundo ela, foi implementada uma técnica de restauração produtiva, ou seja, além de restaurar o solo, a biodiversidade, paisagem e recarga hídrica, processo natural de reposição da água subterrânea, ela também é um procedimento que permite produzir grãos, frutas ou qualquer outro tipo de alimento que o produtor rural tenha interesse.</span>

<span style="font-weight: 400">Para que o Corredor se torne uma agrofloresta restaurativa é essencial que tenha algumas características, como biodiversidade, o que significa que é necessária uma variedade grande de </span><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/555/2022/09/A-tecnologia-social-das-agroflorestas.pdf"><span style="font-weight: 400">espécies nativas da região da Quarta Colônia</span></a><span style="font-weight: 400">, podendo também conter espécies externas e não invasoras de acordo com as necessidades dos agricultores. Dessa forma, as agroflorestas podem conservar e restaurar a biodiversidade da região mas também serem utilizadas como uma ferramenta de segurança alimentar para as famílias beneficiadas. Ana Paula ainda explica que a prática favorece a economia local: “Ele atua no campo da segurança alimentar e também na questão econômica, porque os produtos produzidos podem ser comercializados; como são geralmente alimentos, eles são comercializados em em cadeias curtas, regionais e locais”.</span>

[caption id="attachment_935" align="alignleft" width="417"]<img class="wp-image-935" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/Foto-Neprade-300x300.jpg" alt="" width="417" height="417" /> Sementes utilizadas na ação - Foto: Neprade[/caption]
<h3><b>Muvuca de sementes</b></h3>
<span style="font-weight: 400">Para colocar a pesquisa em prática, a primeira ação do projeto aconteceu em 22 de outubro de 2024 com a chamada Muvuca de Sementes. Realizada em Agudo, a ação foi inspirada em práticas de cultura de grão indígenas que consiste em espalhar sementes em um solo previamente preparado. A iniciativa ocorreu em parceria com</span><span style="font-weight: 400"> o Ibama, o Centro de Pesquisa em Florestas, Parque Estadual da Quarta Colônia, Corredor Ecológico da Quarta Colônia, TAESA S.A e Rede Sul de Restauração Ecológica. De acordo com a coordenadora, o Muvuca de Sementes não estava previsto no projeto original e foi uma adaptação do Projeto Restaura CEQC em razão da realidade encontrada após o desastre climático. “Foi uma adaptação que nós fizemos para motivar a população regional e mostrar que há possibilidades de se trabalhar a resiliência climática, a qualidade de vida e a manutenção das matas ciliares”, explica.</span>

<span style="font-weight: 400">A ação, que é a primeira realizada no Rio Grande do Sul, aconteceu na propriedade de um dos parceiros do projeto que havia sido extremamente afetada pelas enchentes. A região, antes do desastre climático, possuía uma mata ciliar conservada que foi completamente destruída pelas enchentes. Por conta disso, o depósito das sementes foi essencial para recuperar também o solo da região, que havia sido totalmente perdido, tendo sobrado somente o depósito da enchente. Ana Paula ainda conta que a área continua sendo estudada pelos pesquisadores do Neprade e que mês a mês a equipe vem observando resultados favoráveis de desenvolvimento das espécies florestais e adubos verdes, trazendo de volta vida e biodiversidade para a região.</span>]]></content:encoded>
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				<title>Conheça o “Brechocão”: moda sustentável e solidariedade em defesa dos animais de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/27/conheca-o-brechocao-moda-sustentavel-e-solidariedade-em-defesa-dos-animais-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 22:12:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto independente transforma doações em recursos para manter abrigo e promover resgates de cães e gatos em situação de vulnerabilidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação:</strong> Gabriele Mendes</p><p><strong>Foto:</strong> Grupo Zelo</p><p>Fundado em 2021 pelas protetoras independentes <b>Camila Willemberg</b>, <b>Natália Ilnicki</b> e<b> Bruna Monteiro</b>, o Brechocão é um projeto sem fins lucrativos que une moda sustentável e causa animal. Atualmente, o grupo conta com 10 voluntárias atuantes e mantém um abrigo privado que acolhe cães e gatos resgatados de situações de rua e maus-tratos. Todas as despesas, como alimentação, medicação e aluguel do espaço, são sustentadas exclusivamente pelas vendas do brechó e pelas doações da comunidade. </p><p>As peças vendidas custam entre R$ 5,00 e R$ 30,00, e o valor arrecadado é revertido integralmente para a manutenção do projeto. Além dos resgates, o Brechocão também realiza ações solidárias em comunidades carentes, com castrações e doação de ração.</p><p>Camila Willemberg, uma das fundadoras do Brechocão, conta como o trabalho começou e de que forma a iniciativa tem transformado vidas humanas e animais. Confira a entrevista:</p><p><b>BERGAMOTA - O que é o Brechocão?</b></p><p><strong>CAMILA -</strong> O Brechocão é um projeto sem fins lucrativos voltado ao resgate de animais em situação de maus-tratos e vulnerabilidade. Trabalhamos com moda sustentável, causa animal e meio ambiente. Mantemos um abrigo privado, sem subsídios, que se sustenta apenas com as vendas do brechó e com a ajuda da sociedade e de simpatizantes da causa.</p><p><b>BERGAMOTA - Como e quando surgiu o projeto?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>O Brechocão nasceu em 2021, a partir da união de duas protetoras independentes, eu e a Natália Ilnicki. Foi uma aliança de resgate mútuo entre nós, que já atuávamos de forma individual na cidade.</p><p><b>BERGAMOTA - Qual foi a motivação inicial para criar o Brechocão?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>A motivação veio da falta de espaço físico em nossas casas para abrigar os animais resgatados. A demanda só crescia, então decidimos alugar um espaço próprio e unir isso à ideia da moda sustentável, criando um local fixo. No início, o brechó era itinerante, às vezes, até dentro da minha casa, mas as doações aumentaram tanto que não tínhamos mais onde guardar.</p><p><b>BERGAMOTA - Como funciona o brechó na prática? De onde vêm as peças e para onde vai o dinheiro arrecadado?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>O brechó é totalmente solidário. As peças vêm de doações de seguidores, voluntários e simpatizantes. Todo o valor arrecadado é usado para manter as despesas mensais do abrigo: aluguel, água, luz, câmeras de segurança, ração, medicação, atendimentos veterinários e todas as outras necessidades do projeto.</p><p><b>BERGAMOTA - Que tipos de produtos costumam ser vendidos?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>De tudo um pouco! Vendemos móveis, roupas, sapatos, brinquedos, itens de bazar, tudo o que possa ser reaproveitado e gerar recursos para o projeto. As peças costumam ter valores acessíveis, entre R$ 5,00 e R$ 30,00, o que também atrai o público e incentiva o consumo consciente.</p><p><b>BERGAMOTA - As pessoas podem doar roupas e objetos? Como é feita essa triagem?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>Sim, toda doação é bem-vinda. Os produtos são avaliados e separados entre o brechó presencial, o brechó online, as lives de vendas e a loja no Instagram. Aqueles itens que não estão em boas condições para venda são reaproveitados de outras formas: uma de nossas voluntárias monta kits com lingeries e meias e os distribui para recicladores, moradores de rua e crianças em situação de extrema pobreza. Nada é desperdiçado.</p><p><b>BERGAMOTA - De que forma o Brechocão ajuda os animais de Santa Maria?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>Ajudamos resgatando animais de rua, oferecendo reabilitação, castração e promovendo adoções responsáveis. Também atuamos em comunidades carentes, levando ração, medicação e, quando possível, custeando castrações de animais de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade. Além disso, o brechó contribui com o meio ambiente ao incentivar a moda circular e o consumo consciente, evitando que mais resíduos cheguem aos aterros sanitários.</p><p><b>BERGAMOTA - O projeto têm parceria com alguma ONG da cidade?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>Não. O Brechocão é um projeto independente, mantido de forma autônoma. Nosso abrigo é privado e não recebe animais de fora. Não fazemos lar temporário nem hospedagem — todo o trabalho é voltado aos resgates do próprio projeto, sem fins lucrativos.</p><p><b>BERGAMOTA - Você tem uma ideia de quantos animais já foram beneficiados com o trabalho do projeto?</b></p><p><strong>CAMILA - </strong>Acredito que, ao longo desses quatro anos, mais de 500 vidas já foram transformadas. Atualmente, cuidamos de 32 cães no abrigo do Brechocão, 11 na casa da Natália, 8 na casa da Bruna, 27 na minha casa e 14 gatos. Todos resgatados e mantidos com muito esforço e amor.</p><p>Para conhecer mais sobre as ações do projeto ou contribuir com doações, basta acessar o Instagram <a href="https://www.instagram.com/brechocao.2022/">@brechocao.2022</a>, onde também são divulgadas as campanhas de adoção, as lives de vendas e outras formas de ajudar.</p>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>É possível que animais resgatados recomecem após anos de cativeiro?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/27/e-possivel-que-animais-resgatados-recomecem-apos-anos-de-cativeiro</link>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 22:01:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

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						<description><![CDATA[No São Braz, atualmente um zoológico diferente da maioria, animais resgatados ganham uma nova vida.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação</strong>: Nadine Guarize</p><p><strong>Fotos</strong>: Jessica Mocellin</p><p>Entre papagaios, araras, macacos, diversos pavões, e até um urso, o Zoológico São Braz desdobra-se para dar uma vida digna a bichos maltratados pela mão humana. No interior de Santa Maria, isolado dos barulhos da cidade, o local funciona sem a ajuda do Governo ou da Prefeitura, contando apenas com doações e com o apadrinhamento, iniciativa que funciona para ajudar ou custear totalmente a alimentação de algum animal ou setor.</p><p>Desde 1967, a <a href="https://www.google.com/search?sca_esv=bd0e66be994dbe05&amp;cs=1&amp;q=Lei+n%C2%BA+5.197%2C+de+1967&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjB-sqEpY6QAxXzjpUCHe8RClYQxccNegQIAxAB&amp;mstk=AUtExfC_3ziOvNOeR0jPurCy5N9RFE2QA1g8nxhwwidZl1fwDfmtsO1WDXZKWWI0oWRAhadZG8ckqLudxemJyNkt-VDG-PGzL8-FhHJSMG7mAuLxFWKObbWnAfZ4x0NhNdjZTrHFw0s9KcNsTGlqyLpoiVB1JbDKSKjp_hYGELZVz25Lgmei93DG215AVo5g8-sxZpO5&amp;csui=3">Lei nº 5.197</a> proíbe o tráfico de animais selvagens no território nacional, frisando a condenação por caça, apanhamento e o comércio de espécimes da fauna silvestre. Apesar de quase 60 anos da formulação dessa lei, a realidade ainda está longe de livrar os animais desse tipo de maus-tratos. E como uma luz de esperança pela causa animal, o Zoológico São Braz existe há 20 anos para ajudar tanto na recuperação quanto como um santuário para animais resgatados.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_3264-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Monumento da Liberdade, gaiolas em que os animais estavam quando foram resgatados.
</figcaption>
										</figure>
		<p> </p><p>A história se iniciou em 1995, com um desejo do dono, Santos Braz, de dar moradia temporária a animais vítimas do tráfico, circo, atropelamento, entre outros. “A ideia sempre foi o recebimento, a reabilitação e a soltura. Nunca que os animais ficariam de forma permanente em cativeiro”, conta Silvia Machado da Silva, gerente do zoológico. </p><p>Entre dezenas de espécies, existem animais machucados demais ou que já estão há tanto tempo presos que se torna inviável sua reabilitação na natureza. É o caso do urso pardo Charles, que foi resgatado em 2009, quando a Lei Ordinária nº 12.994/2008 entrou em vigor proibindo a utilização de animais em circos. O circo em que ele estava lucrava com seus truques, mas a realidade era bem mais cruel do que parece. Charles era colocado em cima de uma chapa quente e sua agonia queimando era a famosa “dança” que atraía tantos espectadores.</p><p>Há um continente de distância do seu habitat natural, e há mais de 20 anos longe da natureza, Charles tem se habituado ao seu cantinho no São Braz, com direito a piscina e uma cama de feno. Ele nunca mais poderá ser solto, mas terá um final de vida digno e com o máximo de cuidado possível no zoológico.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_3252-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Urso pardo Charles
</figcaption>
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			<h3>Por que zoológico?
</h3>		
		<p>Quando imaginamos um zoológico, logo vem à mente animais exóticos sendo exibidos por puro entretenimento, crianças jogando amendoim para macacos, ou até puxando seus rabos. Infelizmente, lugares assim ainda existem, mas o São Braz não é um deles. </p><p>Começando como criadouro conservacionista, tendo mais tarde se tornado mantenedouro, o termo zoológico só foi adotado pelo São Braz devido a sua grande variedade de espécies. “Como mantenedouro é mais limitado em um sentido geral, tanto de visitações, quanto administrativo,a gente virou zoológico justamente porque a gente ultrapassa a capacidade que é permitida em mantenedouros [...]”.</p><p>Pensando principalmente na conscientização da causa animal, as visitações ao São Braz, feitas principalmente por escolas da região, contam com guias e plaquinhas explicando sobre cada espécie e o seu risco de extinção.</p><p>No dia da nossa visita, a chácara estava cheia de crianças entre 4 e 6 anos, observando os pavões, que exibem suas grandes caudas devido à época de reprodução.</p>		
			<h3>“[...] mais de 5 mil animais que retornaram ao lugar que nunca deviam ter saído, que é a natureza”</h3>		
		<p>“Ele é do mato que tem aqui perto, vem visitar só”, nos conta Silvia, quando perguntamos sobre um macaco que estava solto entre as árvores. Ela explica que por estarem tão perto de uma área de mata nativa e com muitos animais, eles vêm visitar durante o dia.</p><p>Os animais chegam ao zoológico por meio dos órgãos fiscalizadores do estado, seja por denúncias, resgate ou atropelamento, e lá passam por uma triagem. A maioria consegue passar por uma reabilitação e soltura.“O monumento das gaiolas representa os mais de 5 mil animais que retornaram ao lugar de que nunca deveriam ter saído, que é a natureza”, conta Silvia.</p><p>Apesar dos mais de 600 animais, apenas 12 pessoas trabalham atualmente no São Braz, entre elas médicos veterinários, zootecnistas, biólogos e outros. O que gera uma sobrecarga desses profissionais que se desdobram para conseguir garantir uma vida digna aos animais. </p><p>Apesar de tanta dificuldade, sem qualquer auxílio governamental, o local se mantém há 20 anos com a ajuda da sociedade, as visitas escolares e principalmente pelo amor à causa animal e pela esperança de recomeços.</p><p>“O São Braz significa para nós amor, cuidado, compaixão! O São Braz é vida para esses animais que de alguma forma acabaram parando aqui sem ter uma oportunidade, e a gente tenta aqui dar pra eles um recomeço”, expressa a gerente Silvia.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/IMG_3258-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Durante o período de reprodução, os pavões machos exibem suas exuberantes caudas para atrair as fêmeas.
</figcaption>
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			<h3>Quer ajudar o São Braz?
</h3>		
		<p>Entre em contato com os números:</p><p><b>(55) 99967-7707</b> - Número oficial do local</p><p><b>(55) 99138-0000</b> - Número da gerente Silvia Machado da Silva</p><p>Algumas formas de ajudá-los é o apadrinhamento de animais ou setores, no qual se custeia uma parte ou totalmente a alimentação. Além de doações e a visita ao local.</p><p>Se visitá-los, não esqueça de fotografar e marcar o instagram <b>@zoosaobraz</b>, a divulgação desse lindo trabalho de cuidado é essencial!</p>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Abandono de animais em Santa Maria: um problema que exige ação coletiva e atenção especial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/27/abandono-de-animais-em-santa-maria-um-problema-que-exige-acao-coletiva-e-atencao-especial</link>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 18:04:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=922</guid>
						<description><![CDATA[Em 2024, Santa Maria registrou um aumento de quase 40% no número de denúncias de abandono de animais, segundo a Superintendência de Controle e Bem-Estar Animal.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <strong>Reportagem e redação:</strong> Chrisiele Nunes K.

<a href="https://www.instagram.com/silveirapodrao?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">Silveira</a>, o famoso cachorro que viveu anos na <a href="https://www.ufsm.br/">Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</a>, conquistou corações ao ser carinhosamente nomeado neste ano como Pró-Reitor de Assuntos Caninos. Mais do que uma brincadeira nas redes sociais, sua popularidade traz à tona um tema urgente: o abandono de animais em Santa Maria e em todo o país.
<h3><b>A realidade das ruas em Santa Maria</b></h3>
<img class="alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/11/WhatsApp-Image-2025-10-25-at-21.27.49-1024x771.jpeg" alt="" width="482" height="363" />Protetores independentes e ONGs locais estimam que centenas de cães e gatos vivam atualmente nas ruas de Santa Maria. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, mantém o programa Controle e Bem-Estar Animal, responsável por campanhas de castração, microchipagem e adoção.

O abandono de animais em Santa Maria é um problema sério, com um aumento de quase 40% nas denúncias em 2024, segundo a Superintendência de Controle e Bem-Estar Animal. Em janeiro de 2025, a Brigada Militar realizou uma <a href="https://www.brigadamilitar.rs.gov.br/brigada-militar-realiza-prisao-por-maus-tratos-aos-animais-domesticos-em-santa-maria#:~:text=A%20Brigada%20Militar%20atrav%C3%A9s%20do,caso%20de%20crueldade%20contra%20animais.">prisão</a> por maus-tratos a animais domésticos. O caso foi enquadrado na Lei Federal 9.605/98, que prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para quem praticar abuso ou maus-tratos contra animais.
<h3><b>Cenário nacional: o abandono que não para de crescer</b></h3>
De acordo com dados da<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/07/18/brasil-tem-mais-de-90-milhoes-de-caes-e-gatos-e-35-vivem-nas-ruas-ou-abrigos"> Agência Senado</a>, o Brasil possui cerca de 62 milhões de cães e 31 milhões de gatos. Desse total, 35% vivem nas ruas ou em abrigos. O país tem a terceira maior população de pets do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos.

Durante a pandemia de COVID-19, muitos brasileiros adotaram animais para enfrentar a solidão, mas, com o retorno à rotina, houve um aumento expressivo nos abandonos.

Veja mais em:<a href="https://g1.globo.com/pop-arte/pets/noticia/2021/10/24/covid-19-o-grande-abandono-de-caes-comprados-na-pandemia.ghtml"> G1</a> e<a href="https://www.petlove.com.br/dicas/abandono-de-pets-pos-pandemia"> Petlove</a>.
<h3><b>Leis e punições: o que diz a legislação</b></h3>
O Brasil e o Rio Grande do Sul contam com leis específicas para proteger os animais e punir o abandono:

- Lei Federal 9.605/1998 — Crimes Ambientais: Art. 32 – Abuso ou maus-tratos contra animais. Pena: detenção de 3 meses a 1 ano e multa.
- Lei Estadual nº 15.363/2019 (alterada pela Lei nº 15.566/2020) — Consolida a legislação de proteção aos animais no RS.
- Lei Complementar nº 92/2012 de Santa Maria — Dispõe sobre políticas municipais de bem-estar animal.
- Decreto nº 38/2025 — Institui o Selo Amigo da Causa Animal, reconhecendo entidades e empresas que promovem o cuidado responsável.

A Defensoria Pública do RS orienta cidadãos sobre como agir diante de casos de abandono e maus-tratos. As denúncias podem ser feitas à polícia, ao Ministério Público ou diretamente à instituição.
<h3><b>Canais para contato:</b></h3>
Polícia Civil: 197
Brigada Militar: 190
Defensoria Pública do RS: <a href="https://www.defensoria.rs.def.br/inicial">https://www.defensoria.rs.def.br</a>
Controle e Bem-Estar Animal – Prefeitura de Santa Maria: <a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/ambiental">https://www.santamaria.rs.gov.br/ambiental</a>
<h3 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Silveira: o cachorro que virou símbolo de empatia</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Símbolo da UFSM, Silveira é mais que um mascote: ele representa a convivência respeitosa entre humanos e animais. Sua presença cotidiana no campus e a “nomeação” como Pró-Reitor de Assuntos Caninos inspiraram campanhas de adoção responsável e eventos de conscientização organizados por estudantes e servidores.</p>
A figura do cachorro reforça uma mensagem simples, mas poderosa: cuidar é um ato coletivo. O carinho que Silveira recebeu dentro do campus e recebe agora em seu lar adotivo contrasta com a dura realidade dos animais que não têm um lar — e desperta empatia em toda a comunidade acadêmica.
<h3 dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Iniciativas que transformam</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No Rio Grande do Sul, o programa estadual<a style="text-decoration: none" href="https://consultapopular.rs.gov.br/uniao-animal---acoes-regionalizadas-de-bem-estar-e-saude"> União Animal</a> integra ações de bem-estar, saúde animal e educação ambiental, com foco em mutirões de castração e microchipagem.</p>
Em Santa Maria, além das campanhas municipais, grupos e protetores independentes organizam feiras de adoção, vaquinhas para ração e resgates emergenciais. No entanto, essas ações dependem fortemente de voluntariado e doações, o que reforça a importância da participação da comunidade.

A cidade possui diferentes iniciativas para auxiliar animais resgatados, um exemplo é o Brechocão (hiperlink para a matéria), além de incentivar a moda sustentável, o projeto reverte toda a verba arrecadada com a venda das peças para cobrir gastos com medicações, ração, e muito mais. Santa Maria conta também com o Instituto Assistencial de Bem-Estar Animal, o IABEA, um local para resgate de animais de grande porte como cavalos.
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Silveira pode ser só um cão, mas representa o que toda cidade precisa enxergar: o respeito e o cuidado com os animais de todos os portes são um reflexo direto da humanidade de uma sociedade.</p>]]></content:encoded>
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				<title>Pregando Peça: grupo santa-mariense usa teatro de bonecos para ensinar e transformar o futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/11/27/pregando-peca-grupo-santa-mariense-usa-teatro-de-bonecos-para-ensinar-e-transformar-o-futuro</link>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:47:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bergamota]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[JORNAL BERGAMOTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=913</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 40 anos de trajetória, o coletivo combina arte, educação e consciência ambiental em espetáculos e oficinas que encantam públicos de todas as idades.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Reportagem e redação:</strong> Prisley Zuse e Amanda Teixeira</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.8;margin-bottom: 4pt;margin-top: 14pt;color: #000000">Fundado na década de 1980, o Grupo Pregando Peça se tornou uma das referências culturais de Santa Maria ao unir teatro de bonecos, educação ambiental e inclusão social. Criado pela atriz, diretora e produtora cultural Luciane Caldeira Vilanova, o grupo nasceu a partir da formação dela em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Por meio de um convênio com o Serviço Social da Indústria (Sesi), foi criado um curso de iniciação teatral voltado à comunidade santa-mariense, iniciativa que marcou o início da trajetória do Pregando Peça. Desde então, o grupo   tem a proposta de divertir e conscientizar o público sobre a importância do meio ambiente, da cultura e da criatividade. </p>Em 1985, o grupo estreou o seu primeiro espetáculo, intitulado “As desgraças de uma criança”, uma comédia de costumes do dramaturgo brasileiro Martins Pena. 		
													<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/elementor/thumbs/WhatsApp-Image-2025-10-16-at-17.00.08-rfbpynqd6uc0r0s5tx7efbaffg2o7o7facd77r837k.jpeg" title="WhatsApp Image 2025-10-16 at 17.00.08" alt="WhatsApp Image 2025-10-16 at 17.00.08" loading="lazy" />													
		<p>A partir dessa montagem,  o grupo passou a investir no teatro infantil, com peças  como “Cada palhaço com seu galho” e “Menina também é gente”, além de algumas produções voltadas ao público adulto. Entre elas, destacou-se o espetáculo “A alface”, um de seus maiores sucessos, apresentado em diversos festivais de teatro do Brasil e que foi muito premiado. Já em 1991, o grupo encenou “Os sobreviventes”, sob a direção do encenador José Itaqui, ampliando ainda mais sua trajetória artística.<br /></p>
<p>A partir de 1993, o Grupo Pregando Peça passou a se dedicar à pesquisa da linguagem do teatro de bonecos, estreando seu primeiro espetáculo nessa vertente: “O Macaco Simão”. O sucesso da montagem marcou o início de uma nova fase na trajetória do grupo, que passou a investir de forma contínua nesse tipo de expressão teatral. Desde então, produziu diversos espetáculos, entre eles “O Príncipe e o Dragão”, “Romeu e Julieta em Busca do Arco-Íris”, “A Banda do Ser e Afim” e “Macaco Simão e o Mistério do Rio”, consolidando-se como uma referência na arte do teatro de bonecos em Santa Maria e no estado.</p>
<p>Desde o início dos anos 1990, o Pregando Peça manteve um forte compromisso com a circulação de seus espetáculos, levando o teatro a diferentes públicos e cidades. Nesse período, parte do grupo decidiu se dedicar integralmente à arte, consolidando o teatro como profissão. “Desde então, vivemos do teatro e seguimos firmes nesse propósito”, destaca o ator, diretor e produtor cultural do grupo,  Sérgio André.</p>
<p>Segundo ele, o Pregando Peça é um grupo privilegiado por ter trabalhado por mais de 20 anos em parceria com o Sesi, o que garantiu estabilidade e continuidade ao projeto artístico. Posteriormente, o grupo passou a atuar por meio de projetos culturais via Lei de Incentivo à Cultura, mantendo até hoje um trabalho voltado a escolas e, ao mesmo tempo, realizando temporadas em teatros, entre eles o Instituto Goethe, o Teatro do Sesc, o Museu do Trabalho e o Teatro São Pedro, todos em Porto Alegre.</p>
<p>Hoje, o Grupo Pregando Peça conta com uma equipe de cerca de doze integrantes, entre atores, diretores, produtores culturais e músicos, que colaboram nas diferentes etapas de criação e montagem dos espetáculos. A cada nova produção, o grupo busca abrir espaço para novos artistas, não apenas de Santa Maria, mas também de outras cidades do estado. Além das atividades teatrais, o Pregando Peça desenvolve projetos voltados à literatura, ampliando seu campo de atuação no cenário cultural.</p>		
			<h3>Bonecos que falam de cidadania
</h3>		
		<p>Mais do que encenar, o Pregando Peça transforma o palco em uma sala de aula aberta. Seus espetáculos e oficinas abordam temas como reciclagem, respeito à natureza, cidadania e convivência social. Entre as iniciativas, está o projeto “ECO, o Planeta Boneco”, que levou a peça “O Macaco Simão” a 50 cidades gaúchas, com cerca de 100 apresentações e oficinas de confecção de bonecos. Estima-se que mais de 40 mil pessoas tenham sido alcançadas apenas nessa ação. Outro destaque é o espetáculo “A Princesa que Contava Histórias”, que circula por escolas e espaços culturais estimulando a leitura e o encantamento pela narrativa.</p>		
			<h3>Oficinas e presença digital
</h3>		
		<p>Além dos palcos, o Pregando Peça também ocupa o ambiente virtual. No site e nas redes sociais, o grupo divulga oficinas gratuitas como o projeto “Fazendo Bonecos com o Pregando Peça”, que ensina técnicas de construção de personagens com materiais recicláveis. </p>https://www.youtube.com/embed/cJDMWYojWEw?si=6cETgRN34QkLjJav<p>A proposta é incentivar a expressão artística e a sustentabilidade desde cedo. Muitas dessas atividades são financiadas por editais culturais, como o Pró-Cultura RS, com apoio de empresas locais. No Instagram e YouTube, o coletivo compartilha vídeos educativos, bastidores de apresentações e mensagens que reforçam o caráter social do trabalho.</p>		
			<h3>Quatro décadas de histórias e resistência
</h3>		
		<p>Com mais de 40 anos de atuação, o Pregando Peça é exemplo de resistência cultural. Em meio a desafios como falta de recursos e editais, o grupo mantém o compromisso com a formação de público e o acesso à cultura fora dos grandes centros. As apresentações, muitas vezes realizadas em escolas públicas e comunidades do interior, se tornam momentos de aprendizado coletivo, tanto para o público quanto para os artistas.</p>
<p>“Eu acredito que o principal desafio do grupo e, na verdade, eu considero o principal desafio dos artistas nessa trajetória toda, é conseguir viver exclusivamente da arte, especialmente fora do eixo Rio-São Paulo, onde o mercado é muito maior, não só para o teatro, mas também para o cinema e a televisão”, avalia Sérgio André.  Ainda, na avaliação dele, a permanência do grupo por quatro décadas, fiel ao compromisso de disseminar arte e cultura, representa uma conquista diante das dificuldades do meio artístico.</p>		
			<h3>Arte que educa
</h3>		
		<p>O trabalho do Pregando Peça mostra que arte e cidadania podem caminhar juntas. Por meio de histórias, oficinas e bonecos, o grupo aproxima a comunidade da cultura e da reflexão ambiental, provando que o teatro pode ser um espaço de encantamento e transformação. Saiba mais sobre o grupo em: <a href="http://www.pregandopeca.com.br">www.pregandopeca.com.br</a> ou pelo Instagram do projeto.:<a href="https://www.instagram.com/pregandopeca"> @pregandopeca</a></p>]]></content:encoded>
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