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Novidades !!!! 3º Webinário do OPLHAR!!!

Em rememoração aos 400 anos da chegada dos Jesuítas ao território sul-brasileiro, a AUGM e o LASCA/UFSM promovem o webinar “Patrimônio e Missões Jesuíticas”, reunindo especialistas para discutir a preservação, a pesquisa e os desafios relacionados ao patrimônio missioneiro na América do Sul.

📅 29 de julho de 2026
🕕 18h (horário de Brasília)
📍 Transmissão pelo canal oficial da AUGM no YouTube

🎙️ Convidados:
* Arq. Ângela Karina Fatecha– Universidade Nacional de Assunção (Paraguai), arquiteta, pesquisadora e especialista em patrimônio cultural.
* Prof. Dr. Júlio Quevedo dos Santos (Diego Jiménez-Badillo)– UFSM, professor e pesquisador nas áreas de História e Patrimônio Cultural.

🎤 Mediação: Eduardo Palermo, do Museu Regional de Rivera.

Missão

Visão

Promover a cooperação entre os países sul-americanos, tomando como referência a experiência global nesse campo. Coletar e compilar dados sobre programas acadêmicos de formação e extensão voltados para a sustentabilidade, envolvendo a contribuição das ciências históricas, antropológicas, arqueológicas, da linguística, literatura, filologia e outros domínios das Humanidades. Reunir informações sobre experiências de interação e transdisciplinaridade entre a academia e as comunidades. Promover o intercâmbio de experiências e a formação de recursos humanos de alto nível nessa área.

Transformar o espaço do Observatório Sul-Americano de Patrimônio, Lugares, Humanidades e Artes (OPLHAr) em um centro de referência na formação e extensão no âmbito da Gestão Cultural Integrada das Paisagens, contribuindo, a partir da perspectiva integradora das Humanidades, para o desenvolvimento de estudos científicos e a elaboração de políticas públicas que promovam a igualdade e o bem-estar das comunidades e da população nos países da região.

Objetivos

Objetivo Geral – O objetivo é promover e coordenar atividades de pesquisa, inovação e articulação que contribuam para o desenvolvimento social e cultural sustentável em nível local e regional. Com isso, busca-se melhorar a qualidade da educação superior nas áreas de estudo vinculadas ao Observatório – OPLHAr, em particular:  

  1. Fomentar a produção de informações e conhecimentos para compreender as dimensões dos processos sociais e culturais a partir de uma perspectiva interdisciplinar e plural, tanto em termos teóricos quanto metodológicos;  
  2. Promover a inovação e o intercâmbio de conhecimentos, contribuindo para o desenvolvimento das instituições acadêmicas, a democratização do conhecimento e o acesso à informação, garantindo um melhor desempenho e tomadas de decisão mais adequadas por parte dos diferentes atores sociais;  
  3. Impulsionar, em colaboração com outras instituições, o desenvolvimento de inovações e soluções para questões econômicas, sociais, políticas e culturais relevantes para a área de estudos abrangida pelo OPLHAr;  
  4. Observar, coletar, promover e compartilhar as melhores práticas em diversos campos de pesquisa. Investigar – revisar, descrever, caracterizar, avaliar, discutir, questionar e sugerir – os conteúdos que surgem no espaço de observação pertinente à sua área de interesse; informar a comunidade sobre novidades e descobertas nesse processo;  
  5. Trabalhar em parceria com associações nacionais, redes e consórcios regionais e internacionais, especialmente aqueles com os quais a AUGM possui acordos vigentes, como CIN, ANDIFES, CUECH, AUPP, CEUB, Coimbra Group, Universidades Europeias, SEGIB, entre outros;  
  6. Colaborar com instituições internacionais com as quais a AUGM mantém acordos, como o CIPSH, entre outros.  

Objetivos Específicos – Dentro desse contexto, os objetivos específicos são:  

  1. Desenvolver e divulgar materiais pedagógicos e de trabalho, incluindo módulos de formação, manuais, protocolos e bases de dados georreferenciadas;  
  2. Organizar seminários e outros eventos acadêmicos, incluindo colaborações com o Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas – UNESCO, e outras entidades;  
  3. Estabelecer perfis nacionais e regionais na temática do Observatório, que possam, ao mesmo tempo, auxiliar as universidades na orientação de suas formações e apoiar a definição de políticas públicas de gestão territorial.

ESTRUTURA INSTITUCIONAL

Conformação geral

  1. O OPLHAr será integrado por membros da AUGM, Cátedra UNESCO em Fronteiras e Migrações, Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas (CIPSH UNESCO), Associação Internacional APHELEIA e Instituições que solicitem sua incorporação, cumpram e estejam vinculadas aos objetivos do Observatório.  
  2. As instituições que solicitarem ingresso o farão ao Comitê Diretivo, e sua entrada estará sujeita ao relatório favorável do mesmo e à posterior aprovação e acordo do Conselho de Reitores da AUGM e das organizações fundadoras.
  1. O OPLHAr terá um Comitê Diretivo (CD) e o Conselho Consultivo Acadêmico-Científico (CAAC). Os países representados pelas Universidades e outras Instituições designarão um membro para o CD e outro para o CAAC.  
  2. Os representantes designados deverão possuir um perfil acadêmico adequado aos objetivos do OPLHAr.  
  3. O OPLHAr terá um Coordenador Geral (CG), que será designado por acordo dos sócios fundadores do Observatório e contará com a conformidade escrita da respectiva Instituição à qual pertence.  
  4. A Coordenação Geral terá a duração de dois anos, podendo – por regra geral – ser renovada uma única vez e pelo mesmo período. Procurar-se-á a rotatividade da coordenação entre os membros do Observatório.

Comitê Diretivo

O CD será integrado por um representante especialista designado por cada Universidade (um representante por país). Sua coordenação ficará a cargo de uma Universidade, com um CD proposto por ela. O CD será responsável por:

1.Monitorar o andamento das ações propostas pelo Observatório.

  1. Propor linhas gerais para o funcionamento do Observatório.
  2. Organizar os grupos institucionais para concretizar o funcionamento do OPLHAr.
  3. Criar comissões operativas, que desenharão as áreas de atuação, de acordo com a temática e a região espacial das iniciativas mapeadas.

Conselho Consultivo Acadêmico-Científico

O CAAC será formado por um grupo de especialistas vinculados às disciplinas relacionadas ao OPLHAr (mínimo um representante por país membro da AUGM e de outras instituições, como membros do CIPSH e APHELEIA, que fazem parte do OPLHAr).
A missão do CAAC é fomentar o progresso da formação e da pesquisa sobre todos os temas relacionados ao OPLHAr e deverá estabelecer seu regime de funcionamento, em termos de periodicidade das sessões, quórum e registro de atividades.
O CAAC será responsável por assessorar, por iniciativa própria, o CD sobre:

  1. Todos os assuntos científicos, a pedido deste ou por iniciativa própria.
  2. Assessorar os membros que solicitam ajuda nos temas relacionados à formação, metodologia científica e publicações.
  3. Organizar os temas a serem debatidos pelo CD.
  4. Propor e organizar os Cursos de Formação.
  5. Participar de qualquer atividade do OPLHAr na qual seja solicitada sua colaboração.
  6. Promover linhas e projetos de pesquisa para os diferentes Grupos de Trabalho do OPLHAr.
  7. Revisar, atualizar e, se necessário, apresentar normas internas de funcionamento do Comitê Científico ao Comitê Diretivo para sua avaliação e aprovação.
  8. Manter o Comitê Diretivo informado sobre o desenvolvimento de suas funções e atividades, enviando as atas de suas reuniões.
  9. Elaborar a Memória Anual do Comitê Científico, que será entregue ao Comitê Diretivo no início de cada ano.

Comitê Editorial

O Comitê Editorial será responsável pela revisão e aprovação das publicações do Observatório.  

A iniciativa de selo editorial conjunto, biblioteca e repositório digital da AUGM (em convênio com a CLACSO) poderá incorporar os trabalhos científicos e de divulgação resultantes das atividades do Observatório.

ATIVIDADES

Coleta de Dados – Um grupo de especialistas designados pelos membros do OPLHAr ficará responsável pela coleta de dados nas temáticas definidas pelo CD, gerando notas semestrais:

  1. As notas seguirão um formulário específico por pesquisador e instituição, para acompanhar os progressos e exemplos de atividades. Os critérios de seleção para identificar estudos e práticas destacadas serão realizados por meio de consulta entre pares.
  2. Compilações de dados e exemplos de boas práticas em áreas como ensino, pesquisa, gestão acadêmica, sustentabilidade, inclusão e administração serão escolhidos por eleição para serem apresentados em eventos anuais, de forma remota, e bienais, de forma presencial.

Pesquisa e Análise – Para avaliar e analisar as práticas e publicações, serão criados Comitês Científicos que, semelhantemente ao Conselho Editorial, selecionarão as publicações para a revista online.

  1. Os impactos dos trabalhos seguirão modelos quantitativos e qualitativos, com expectativas quanto aos graus de amplitude, como ações locais, regionais ou intra-regionais.
  2. Para os programas que tiverem ações de extensão, será utilizada a escala Phrase Completion, desenvolvida por Hodge e Gillespie (2003), para estabelecer o nível de percepção do desenvolvimento dos projetos de extensão.

Relatórios e Publicações – Os relatórios e publicações serão editados pelo Comitê Editorial em revista própria, no formato de relatório, e os encontros bienais serão publicados em livros eletrônicos indexados.

Portal Online – O OPLHAr terá seu próprio site, onde serão armazenadas, promovidas e compartilhadas informações sobre os objetos de estudo e boas práticas. O site será de acesso aberto e contará com sistemas de busca para facilitar o uso por outros profissionais e universidades.

Eventos e Conferências – Serão realizados dois tipos de eventos: anualmente online e bienais de forma presencial.

  1. Os encontros online e presenciais serão abertos a pesquisadores profissionais, acadêmicos, em formação e também com apresentações de performances, concertos, recitais, entre outros.
  2. O Observatório estabelecerá o planejamento e a organização de conferências, simpósios ou workshops para discutir e promover os objetos de estudo e as boas práticas das Humanidades e Artes nos territórios de alcance das instituições participantes. Estes eventos poderão ser associados a outros eventos paralelos, em escala local, regional, intra-regional ou internacional.

 

Programas de Capacitação– Os programas de capacitação serão planejados com base nos estudos realizados e nas boas práticas identificadas. As capacitações serão oferecidas por meio de cursos online, workshops, seminários e conferências especializadas, cursos de extensão universitária, com a adesão de pesquisadores e estudantes de pós-graduação. As capacitações poderão ser realizadas em conjunto com os eventos e conferências.


Colaboração Interinstitucional – O Observatório iniciará suas atividades a partir do acordo com a AUGM e a aprovação do Conselho de Reitores, e com a colaboração de algumas redes existentes, como a Cátedra UNESCO em Fronteiras e Migrações, o acordo de adesão entre a AUGM e o Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas – CIPSH, e outras instituições, como a Associação Internacional.

IMPACTO, SUSTENTABILIDADE E AVALIAÇÃO

Divulgação e Promoção – O CD estabelecerá:

 

Uma estratégia de divulgação que inclua meios de comunicação, redes sociais e relações públicas.

Uma estratégia de promoção das boas práticas em eventos acadêmicos e conferências.

 

Financiamento e Sustentabilidade

 

As fontes de financiamento serão definidas pelas instituições-membro e aderentes ao Observatório, garantindo a autonomia dos grupos para captar recursos em esferas públicas e privadas, sem fins lucrativos.

A sustentabilidade dos participantes institucionais e pesquisadores será buscada por meio da apresentação de projetos individuais e institucionais a chamadas públicas para obtenção de apoio, recursos e outras formas de financiamento.

 

Avaliação e Acompanhamento – Para garantir a adequada avaliação do desempenho, será criada uma Comissão Técnica de Avaliação e Acompanhamento (CTES), composta por três representantes das universidades integrantes da AUGM que não possuam responsabilidades diretas no CD ou no CAAC do Observatório.

 

Suas atribuições serão:

 

Acompanhar os trabalhos realizados no âmbito do OPLHAr.

Implementar um método para avaliar a efetividade das boas práticas ao longo do tempo.

Revisar e atualizar os padrões de avaliação.





10 de abril de 2024.

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