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			<title>Frederico Westphalen - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Palestra promovida pela UFSM/FW debaterá empreendedorismo, futuro do mercado e redes de cooperação</title>
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				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:46:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[futuro do mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[redes de cooperação]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa busca capacitar acadêmicos e empreendedores locais sobre inovação conjunta diante a um cenário econômico conturbado ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (<b>UFSM/FW</b>) promove a palestra <b>Redes de cooperação: uma saída?</b>, com<b> José Luiz Haubert</b>. Empreendedor há mais de 50 anos no município, o empresário fará uma conversa sobre empreendedorismo, desafios e perspectivas do mercado.</p>
<p>O mercado para empreender mudou e, hoje, ter uma boa ideia não é mais o suficiente para alcançar o sucesso. Para debater como a união de forças e o espírito empreendedor podem transformar o futuro e projetos em negócios reais, Haubert vai contar sua história de sucesso.</p>
<p>O evento é gratuito e direcionado especialmente a estudantes, pesquisadores e jovens profissionais que desejam entender as engrenagens do mercado atual. O encontro vai abordar como o networking estratégico e o associativismo funcionam como aceleradores de negócios.</p>
<h2>Redes de cooperação como tendência</h2>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/card_palestra_jose_luiz_haubert-240x300.jpg" alt="" width="500" height="625" />Em um cenário altamente competitivo, as redes de cooperação surgem como solução para dividir custos, compartilhar conhecimentos, acessar novos mercados e, acima de tudo, criar soluções inovadoras. Essas redes se formam quando empresas independentes, que muitas vezes são concorrentes diretas, decidem se unir para trabalhar juntas, enquanto mantêm suas marcas e autonomias individuais.</p>
<p>Esse modelo de negócio permite negociar direto com os grandes fabricantes de móveis e eletros em volumes massivos, por exemplo. E ao ter a possibilidade de comprar em conjunto para diferentes lojas associadas, a rede consegue preços e prazos de pagamento que uma loja de pequeno porte nunca conseguiria sozinha, permitindo que essas redes se tornem mais competitivas e consigam concorrer com as grandes lojas do varejo nacional.</p>
<p>O empresário, que é um dos idealizadores da Rede TokLar, um exemplo clássico e bem-sucedido do modelo de redes de cooperação na região sul, vai explicar como a soma de forças possibilitou a abertura de novos horizontes e mercados para os pequenos empresários frente a gigantes do e-commerce. Além disso, a palestra vai tratar dos desafios frente à competitividade internacional e às incertezas do futuro.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<h2>SERVIÇO</h2>
<p><strong>Evento</strong>: Palestra Redes de cooperação: uma saída? Uma conversa sobre empreendedorismo, desafios e perspectivas do mercado <br /><strong>Palestrante</strong>: José Luiz Haubert <br /><strong>Data</strong>: 12/08/2026 <br /><strong>Horário</strong>: às 8h30min <br /><strong>Local</strong>: Sala multiuso | Campus UFSM Frederico Westphalen <br />Entrada gratuita e aberta ao público em geral <br />Mais informações em assessoriafw@ufsm.br e @ufsmfw</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW participa de discussão sobre sustentabilidade e crise ecológica em congressos de sociologia rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/24/ufsm-fw-participa-de-discussao-sobre-sustentabilidade-e-crise-ecologica-em-congressos-de-sociologia-rural</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:10:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[decrescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[limites planetários]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[sober]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Engenharia Florestal representou o campus apresentando pesquisas sobre limites planetários e agricultura familiar ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Departamento de Engenharia Florestal do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) esteve presente no XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural (IRSA) e no 64º Congresso da SOBER [Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural]. Os eventos ocorreram em conjunto entre 19 e 23 de julho de 2026, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre.</p><p>As atividades oportunizaram diálogo interdisciplinar entre pesquisadores de ciências rurais, economia, gestão, sociologia e áreas correlatas, a nível nacional e internacional. Na ocasião, discutiram os desafios da agricultura, alimentação e sustentabilidade no campo.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="862" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/24_07_oscar_figueiredo_foto_arquivo_pessoal2-1024x862.jpeg" alt="" />											<figcaption>Prof. Oscar Agustín Torres Figueredo durante apresentação | Imagem cedida pelo docente</figcaption>
										</figure>
		<h2>Pesquisa e extensão no enfrentamento da crise climática</h2><p>Representando a UFSM/FW, participou o docente Oscar Agustín Torres Figueredo, do Departamento de Engenharia Florestal. O professor apresentou o trabalho Limites Planetários: contribuições para o enfrentamento da crise ecológica planetária através da pesquisa e extensão universitária, desenvolvido em parceria com o pesquisador Davi Ezequiel François.</p><p>“O objetivo do trabalho foi apresentar uma breve discussão sobre a pesquisa e extensão universitária relacionando-as com os limites planetários com algumas ações de extensão tais como o projeto de extensão Feira de produtos agroecológicos na UFSM/FW”, explicou Figueiredo. O professor aproveitou a oportunidade e divulgou o projeto de pesquisa, que é realizado em parceria com a PUCRS, “<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/23/parceria-em-pesquisa-entre-a-ufsm-fw-e-a-pucrs-busca-implementar-tecnologia-de-energia-solar-no-meio-rural" target="_blank" rel="noopener">Perspectivas futuras para o nexo energia e resiliência comunitária a eventos climáticos extremos em comunidades rurais de base familiar no sul do Brasil</a>”.</p><p>Conforme esclareceu o docente da UFSM/FW, os projetos de pesquisa são uma “oportunidade de associar Ensino, Pesquisa e Extensão para contribuir com a formação de agricultores familiares e estudantes para que tenham uma visão interdisciplinar, sistêmica e interprofissional diferenciada frente aos grandes desafios da humanidade”. As pesquisas, aponta Figueiredo, são fundamentais para mitigar os efeitos do colapso socioambiental. “Perante as múltiplas crises da atualidade, é imperiosa a necessidade de decrescer por causa da geração de poluentes e degradadoras do meio ambiente, concomitantemente com o aumento de ações voltadas à preservação e regeneração ecológica para reduzir a entropia”, conclui.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria em pesquisa entre a UFSM/FW e a PUCRS busca implementar tecnologia de energia solar no meio rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/23/parceria-em-pesquisa-entre-a-ufsm-fw-e-a-pucrs-busca-implementar-tecnologia-de-energia-solar-no-meio-rural</link>
				<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:50:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energias sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[meio rural]]></category>
		<category><![CDATA[paineis solares]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência comunitária]]></category>

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						<description><![CDATA[A busca por alternativas energéticas sustentáveis diante de eventos climáticos extremos ganhou um importante
 reforço no Norte do Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Departamento de Engenharia Florestal do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) está integrando a equipe multidisciplinar de projeto pioneiro que estuda a instalação de <strong>unidades agrofotovoltaicas em comunidades rurais</strong> de base familiar. “Trata-se de um modelo inovador onde se integra a produção de energia solar com cultivo agrícola na mesma área, neste caso preferencialmente de produção agroecológica”, explica Oscar Agustín Torres Figueredo, docente da UFSM/FW que participa da pesquisa.</p><p>A iniciativa, desenvolvida em parceria com o Núcleo de Tecnologia em Energia Solar (NT-Solar) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), contou com a presença dos professores Izete Zanesco e Adriano Moehlecke na região. Nos dias 16 e 17 de julho, a equipe realizou visitas técnicas estratégicas nos municípios de Erval Seco e Seberi.</p>		
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										<img width="768" height="663" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-23-at-10.40.46-1-768x663.jpeg" alt="" />											<figcaption>Pesquisadores da UFSM/FW e da PUCRS juntamente com representantes das comunidades participantes. Foto cedida por Oscar Torres Figueredo</figcaption>
										</figure>
		<h3>Tecnologia compartilha o sol e viabiliza a produção</h3><p>As inspeções <em>in loco</em> tinham como finalidade avaliar a viabilidade de implantação do modelo agrofotovoltaico nas propriedades rurais. Uma tecnologia que permite integrar a geração de energia solar e a produção agroecológica no mesmo espaço físico. Por meio da elevação ou do espaçamento entre os painéis solares, a luz do sol é compartilhada, gerando eletricidade e, ao mesmo tempo, possibilitando a fotossíntese dos cultivos.</p><p>A previsão é que a instalação da unidade agrofotovoltaica ocorra ao longo de 2027, em uma das comunidades visitadas. O projeto também contempla a instalação de oito biodigestores experimentais de pequeno porte, prevista para ocorrer entre 2027 e 2028. A implementação dos biodigestores amplia as alternativas de geração de energia renovável e fortalece a resiliência energética das comunidades rurais envolvidas.</p><h3>Sobre o projeto</h3><p>Intitulado “<strong>Perspectivas futuras para o nexo energia e resiliência comunitária a eventos climáticos extremos em comunidades rurais de base familiar no sul do Brasil</strong>”, o estudo é coordenado pelo professor Davi Ezequiel François.</p><p>A pesquisa foi selecionada pelo Governo Federal por meio da Chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 21/2024 – Programa Conhecimento Brasil, voltado à Atração e Fixação de Talentos. O projeto está em sua fase inicial, tem duração prevista de quatro anos e pretende impactar diretamente quatro cooperativas e associações nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p><p>A presença da UFSM/FW fortalece os laços com a comunidade regional e o caráter multidisciplinar da equipe. Trata-se de uma experiência que conecta o conhecimento técnico florestal e ambiental às demandas práticas da agricultura familiar local frente aos desafios das mudanças climáticas.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza solenidades de formatura no Campus Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/20/ufsm-realiza-solenidades-de-formatura-no-campus-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:20:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colação de Grau]]></category>
		<category><![CDATA[FORMANDOS]]></category>
		<category><![CDATA[Formatura]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM FW]]></category>

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						<description><![CDATA[Cerimônias integradas de seis cursos foram marcadas por homenagens ao mérito acadêmico, discursos sobre o papel social da universidade e o anúncio de nova graduação para o campus]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Solenidades reuniram familiares e amigos no último fim de semana para celebrar a formatura dos alunos do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen. Colaram grau os agora egressos dos cursos de Agronomia, Relações Públicas, Jornalismo, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Florestal e Sistemas de Informação.</p>
<p>Foram realizadas duas formaturas integradas, às 15h e às 19h, do dia 18 de julho de 2026. Marcadas por muita emoção, as celebrações contaram com a presença da Pró-Reitora de Graduação Cláudia Barin, de Santa Maria, e com o diretor do Campus Frederico, Braulio Otomar Caron. Além disso, estavam presentes os coordenadores de cursos e os docentes e técnicos homenageados. </p>
<p>As cerimônias ainda contaram com a participação dos representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS), Roque Rutilli e Loci Alisson Busatto. Eles agraciaram os formandos com o melhor desempenho com o Mérito Acadêmico.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/oficial_formatura15-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Foto oficial da solenidade das 15h</figcaption>
										</figure>
		<h2>Universidade pública: compromisso coletivo</h2>
<p>Em seu discurso, o paraninfo e professor Rafael Foletto, lembrou da importância das universidades públicas e dos campi descentralizados, relacionando com as comunidades e suas resistências. “A UFSM e seus campi interiorizados mostraram que a universidade pública democratiza o conhecimento e fortalece territórios, que antes não tinham acesso a espaços como esses”, destacou. “Aqui, em um campus pequeno, aprendemos a importância da proximidade e da solidariedade. Essa proximidade, muitas vezes, espelha as comunidades de onde muitos vieram, pequenas, resistentes, solidárias e é desse ambiente e dessas lembranças que devemos tirar força e criatividade para enfrentar os desafios profissionais”, pontuou.</p>
<p>O docente também destacou o papel social do conhecimento. “Hoje não comemoramos apenas um título, mas também reafirmamos os compromissos que nos constituíram. Como está presente em muitos dos juramentos prestados hoje, 'nosso saber existe para todos', palavras que nos lembram que o conhecimento só está completo quando tem como propósito o bem comum”, salientou. “Nesse sentido, quero destacar, nessa fala final a vocês, três elementos que carregamos e que nos definem: ética, proximidade e gratidão”, complementou.</p>
<p>O professor Gilvan Moisés Bertolo, paraninfo na solenidade das 15h, também enfatizou a necessidade de alinhar a formação profissional aos valores humanos. “O mundo que encontrarão exigirá competência técnica, mas exigirá também ética, sensibilidade e compromisso com o bem comum”, afirmou.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/oficial_fomratura19-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Foto oficial da solenidade das 19h</figcaption>
										</figure>
		<h2>Celebrando emoção e superação</h2>
<p>Entre os formandos, o clima era de alegria, emoção e superação. Jamil Luiz Campeão, que veio de Barueri, no interior de São Paulo, e colou grau na turma de Sistemas de Informação, falou um pouquinho sobre esse momento. “Estou feliz e realizado por ter alcançado a primeira graduação. Hoje é um dia especial, inesquecível, não é só o conhecimento que levo na bagagem, mas as vivências e as pessoas”, sublinhou.</p>
<p>Renan Gustavo Mazzon, formando do curso de Agronomia, comentou ao final da cerimônia, sobre suas expectativas. “Estou muito inspirado com essa formatura e pronto para fazer a diferença no mercado de trabalho. Estou feliz e grato”, disse.</p>
<p>A oradora da solenidade das 15h, Bianca Carolina Bariquelo, ponderou sobre o verdadeiro significado do sucesso e o impacto das escolhas coletivas. “Que a nossa maior conquista nunca seja apenas o sucesso, mas a capacidade de deixar, por onde passarmos, um lugar mais fértil, mais humano e mais cheio de esperança. A colheita de hoje nasceu dos sonhos que um dia tivemos coragem de plantar”, acentuou.</p>
<p>Felipe Hences da Silva, que falou em nome dos formandos das 19h, reuniu em sua fala a essência de cada um dos cursos que celebravam a formatura e destacou a responsabilidade da nova geração de profissionais: "O mundo precisa de florestas em pé e de tecnologia de ponta. O mundo precisa de ar limpo e de informação verdadeira. Nós somos a geração que vai precisar programar o futuro, noticiar a história e proteger o chão onde pisamos. Colegas, nós conseguimos! O código compilou, a matéria foi publicada, o relatório foi aprovado, o dia da colheita chegou. Parabéns a todos nós, graduados! O futuro é nosso!", evidenciou.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/braulio_formatura-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Braulio Caron, diretor do Campus, em seu discurso de encerramento.</figcaption>
										</figure>
		<h2>Tradição e novos horizontes</h2>
<p>Os estudantes utilizaram beca e capelo oferecidos gratuitamente e, durante a cerimônia, o tradicional canudo de formatura, com os cumprimentos das autoridades da mesa de honra e dos professores homenageados de cada curso.</p>
<p>O diretor do Campus Frederico, Braulio Caron, encerrou as cerimônias com o anúncio oficial que, no próximo processo seletivo de ingresso, estarão abertas as inscrições para a graduação em Direito noturno. Na ocasião, agradeceu aos professores de outras áreas que acrescentarão aos seus encargos docentes as disciplinas do novo curso e à equipe que trabalhou para a concretização desse projeto, que foi classificado pelo docente como “um sonho realizado”.</p>
<p><em>Por Cristina Guerini</em><br /><em>Fotos: Larissa da Costa e Cristina Guerini</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Frederico Westphalen celebra duas décadas do Curso de Engenharia Florestal da UFSM no norte do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/14/frederico-westphalen-celebra-duas-decadas-do-curso-de-engenharia-florestal-da-ufsm-no-norte-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:04:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário da engenharia ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento marcou o aniversário de duas décadas do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Intitulada &#8220;20 anos da Engenharia Florestal no Norte do Rio Grande do Sul: história, profissão e futuro&#8221;, a comemoração ocorreu nos dias 11 e 12 de julho de 2026. A iniciativa reuniu profissionais, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/15_07-engenharia_florestal_foto_yasmin-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>Evento marcou o aniversário de duas décadas do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Intitulada "20 anos da Engenharia Florestal no Norte do Rio Grande do Sul: história, profissão e futuro", a comemoração ocorreu nos dias 11 e 12 de julho de 2026. A iniciativa reuniu profissionais, docentes, estudantes, egressos e representantes de instituições ligadas ao setor florestal brasileiro com o objetivo de celebrar a trajetória e discutir os desafios e perspectivas da profissão.</p><p>A celebração foi promovida pela Associação Gaúcha dos Engenheiros Florestais (AGEF), Sociedade dos Engenheiros Florestais Autônomos do Estado do Rio Grande do Sul (SEFARGS), Sociedade Santamariense dos Engenheiros Florestais (SOSEF), Curso de Engenharia Florestal e PET Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Campus Frederico Westphalen.</p>		
													<img width="600" height="400" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/15_07_engenharia_florestal_foto_yasmin.jpg" alt="" />													
		<h2>Evolução da Engenharia Florestal</h2><p>A programação do dia 11 de julho contou com um ciclo de palestras ministradas por profissionais que atuam no área. Entre os convidados estiveram presentes o engenheiro florestal Pedro de Almeida Salles, representando a Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (SBEF), o engenheiro florestal Igor da Silva Narvaes, do Centro de Operações Espaciais (COESU/INPE), o engenheiro florestal Fernando Castanheira Neto, representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e o engenheiro florestal Luis Zanon Peripolli, da CMPC Brasil. As exposições proporcionaram reflexões sobre a evolução da Engenharia Florestal, as inovações tecnológicas aplicadas ao setor e as perspectivas para o desenvolvimento sustentável das florestas brasileiras.</p><p>À noite, os participantes reuniram-se em um jantar comemorativo, em um ambiente que marcou o reencontro de diferentes gerações de profissionais formados pela UFSMFW. Na ocasião, foram prestadas homenagens a professores, técnicos administrativos, profissionais e representantes de entidades que contribuíram de forma decisiva para a consolidação e o crescimento do Curso de Engenharia Florestal e para o fortalecimento da profissão na região.</p><p>No dia 12 de julho, a programação foi concluída com uma visita técnica e turística ao município de Ametista do Sul, um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Sul, localizado a cerca de 20 quilômetros de Frederico Westphalen. A atividade possibilitou que os participantes conhecessdem o potencial geológico, histórico e turístico da região, encerrando as comemorações com um momento de convivência e valorização das riquezas locais.</p><h2>Valorização da profissão</h2><p>Mais do que celebrar uma data histórica, o evento reafirmou a importância da Engenharia Florestal para o desenvolvimento sustentável do norte gaúcho e destacou o papel desempenhado pela UFSM/FW na formação de profissionais que hoje atuam em diferentes segmentos do setor florestal no Brasil e no exterior. As atividades evidenciaram o legado construído ao longo de duas décadas e renovaram o compromisso das instituições organizadoras com a excelência na formação acadêmica, na pesquisa, na extensão e na valorização da profissão.</p><p>Texto: Edner Baumhardt<br />Fotos: Yasmin Leal Martins<br />Edição: DDI</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/engenharia_florestal_foto_yasmin-1024x683.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW lança concurso fotográfico em celebração aos seus 20 anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/14/ufsm-fw-lanca-concurso-fotografico-em-celebracao-aos-seus-20-anos</link>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:20:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos UFSM/FW]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário UFSM Frederico]]></category>
		<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
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		<category><![CDATA[Concurso fotográfico]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Com o tema "Nossa história, seu futuro: retratos da transformação", iniciativa está com inscrições abertas até 12 de setembro e vai premiar as melhores imagens ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->
<p>O Campus da<strong> Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen</strong> (<strong>UFSM/FW</strong>) lança a edição de 2026 do seu Concurso Fotográfico, que está com <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/EDITAL-014_2026_CONCURSO_-FOTOGRAFICO-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">inscrições</a> abertas até 12 de setembro. Com o tema "<em>Nossa história, seu futuro: retratos da transformação</em>", a iniciativa busca selecionar imagens que evidenciem a presença, o impacto e a relação da universidade com a comunidade.</p>
<p>O concurso irá escolher 13 fotografias que valorizam as pessoas, os espaços, as belezas, as atividades acadêmicas e as transformações promovidas pela instituição ao longo de sua história. As fotos irão compor a edição de 2027 do Calendário Institucional e os cinco primeiros colocados ainda receberão uma gratificação em moeda corrente.</p>
<p>A ação faz parte do calendário das comemorações do aniversário de 20 anos da UFSM/FW, que gira em torno do tema <em>Nossa história, seu futuro</em>. Ao longo dessas duas décadas, a Universidade consolidou-se como referência em ensino, pesquisa, extensão e inovação, contribuindo para o desenvolvimento educacional, científico, social, cultural e econômico do Médio Alto Uruguai.</p>
<h2>Como participar</h2>
<p>Cada participante poderá concorrer com até duas fotografias. Elas poderão representar, entre outros aspectos, a arquitetura, os espaços e as paisagens do Campus, ações de sustentabilidade e responsabilidade social e pessoas, ambientes ou situações que expressem os valores institucionais da UFSM/FW e seu impacto na sociedade. </p>
<p>A atividade é aberta ao público em geral e as inscrições serão feitas via <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe_Pj8rU8ZCsIazaZHCal-mSjZNXu_3TsTVdmm7pklGKZTyZQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>, disponível no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/EDITAL-014_2026_CONCURSO_-FOTOGRAFICO-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital</a>. O uso de Inteligência Artificial é vedado para criação, geração ou manipulação significativa dos elementos da imagem. Serão permitidas apenas edições básicas nas fotografias, restritas a ajustes de brilho, contraste, saturação, temperatura de cor e pequenos recortes.</p>
<h2>Todos convidados</h2>
<p>Participe e compartilhe o seu olhar! A comissão organizadora convida toda a comunidade a registrar suas percepções por meio das lentes. Mais do que uma competição, o concurso é uma oportunidade de celebrar a nossa identidade cultural e dar visibilidade aos talentos locais. Não importa se você é um fotógrafo profissional ou um entusiasta apaixonado que usa o celular. Sua perspectiva única é fundamental para construir essa narrativa visual coletiva.</p>
<h2>SERVIÇO</h2>
<p><strong>O quê</strong>: Concurso Fotográfico “Nossa história, seu futuro: retratos da transformação” <br /><strong>Inscrições</strong>: 15 de julho a 12 de setembro de 2026 <br /><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/EDITAL-014_2026_CONCURSO_-FOTOGRAFICO-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital disponível aqui</a> <br /><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe_Pj8rU8ZCsIazaZHCal-mSjZNXu_3TsTVdmm7pklGKZTyZQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">Link para inscrição aqui</a><br /><strong>Sessão de premiação</strong>: 18 de outubro de 2026 <br /><strong>Dúvidas</strong>: ddi@ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW realiza workshop sobre plantas forrageiras e manejo correto de pastagens</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/10/ufsm-fw-realiza-workshop-sobre-plantas-forrageiras-e-manejo-correto-de-pastagens</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:17:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14380</guid>
						<description><![CDATA[Evento destacou técnicas práticas para produtores rurais evitarem desperdícios e melhorar a nutrição do rebanho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW)</strong> sediou o <em>Workshop de Manejo de Plantas Forrageiras</em>. Com o objetivo de aproximar os produtores rurais dos princípios da forragicultura, o evento foi realizado pelo Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA) através do grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia. A atividade foi organizada pelas bolsistas do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX) e do projeto de extensão Zootecnia em Campo, Amanda Schuch e Esther Castanho.</p><h2>Importância das plantas forrageiras</h2><p>Inicialmente o evento trouxe a palestra <em>Fundamentos do Manejo das Plantas</em> <em>Forrageiras</em>, ministrada pela coordenadora do projeto, Ana Carolina Klinger. Durante a conversa, a professora destacou que as plantas forrageiras devem ser percebidas como uma lavoura cultivada a ser colhida. Segundo a docente, “o uso do termo ‘colhida’ é de extrema importância por remeter diretamente à lavoura, consolidando a ideia de que esse recurso foi cultivado pelo ser humano e, consequentemente, precisa ser colhido”, tanto por animais quanto pelo homem.</p><p>Conforme demonstrado, existe uma falsa percepção de que a pastagem é um recurso de pouco valor, levando à falta de medições na propriedade e consequentemente ao desperdício e ao prejuízo financeiro. Portanto, alerta a professora, entender a forragem como um patrimônio a ser colhido de forma planejada é o primeiro passo para o sucesso da atividade no campo.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/09_07_profa_ana_carolina_foto_larissa_costa-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Professora Ana Carolina durante sua explanação no Workshop | Foto: Larissa Costa</figcaption>
										</figure>
		<h2>Manejo inteligente</h2><p>O ponto central do debate foi o manejo prático baseado em técnicas científicas. Deixar o gado pastar em uma área muito rebaixada, no chamado "pasto rapado", explica a pesquisadora, prejudica a capacidade de tornar a crescer da planta e dificulta a alimentação do próprio animal. Por outro lado, deixar a planta crescer demais resulta no "pasto passado", em que o capim envelhece e perde grande parte do seu valor nutritivo. <br /><br />Para melhorar o desempenho da plantação, Ana Carolina detalhou técnicas que ajudam a evitar os problemas, como o pastejo rotacionado, que consiste em dividir a pastagem em piquetes menores. Enquanto o método tradicional de deixar os animais soltos na mesma área o ano todo, conhecido como pastejo contínuo, aproveita apenas 25% do material produzido, o sistema rotacionado bem manejado pode alcançar uma eficiência de colheita de até 70%.</p>		
													<img width="410" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024.jpg" alt="" />													
		<h2>Produtividade e sustentabilidade no campo</h2><p>No segundo momento, os cursistas visitaram a área experimental do Curso de Agronomia. Na ocasião, o professor Antônio Luis Santi ministrou a palestra <em>Manejo do Solo e Avaliação de Forrageiras em Campo</em>. O docente reforçou a importância das culturas forrageiras para preencher os vazios de outono e inverno, além de socializar informações dos estudos que estão em andamento no Laboratório de Agricultura de Precisão do Sul, na UFSM/FW.</p><p>O evento ainda apresentou outra alternativa para elevar a produtividade: o cultivo consorciado. Uma prática que combina diferentes espécies de forrageiras, como, gramíneas com leguminosas. Essa ação aumenta naturalmente o aporte de nitrogênio no solo, reduz a dependência de fertilizantes químicos caros, melhora a qualidade da dieta do rebanho e garante a produção de carne e leite mesmo nos períodos mais secos ou de transição entre as estações. Nesse sentido, os acadêmicos Mateus Sangiovo e Rian Mello apresentaram uma mescla de vegetais com seis espécies diferentes, dentre Gramíneas, Leguminosas e Brassicaceae [família de plantas herbáceas].</p>		
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/10_07_professor_santi_foto_ana_carolina-768x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Prof. Santi comentando as diferenças do sistema radicular e da relação folha/haste da aveia e do azevém | Foto cedida por Ana Carolina</figcaption>
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		<h2>Plantas forrageiras e rotação de cultura: aliadas no cuidado do solo</h2><p>Com um importante papel na segurança alimentar dos ruminantes, as plantas forrageiras também têm relevante função na preservação e saúde dos solos. Elas evitam a perda de nutrientes e processos erosivos, aumentam a matéria orgânica no entressafras e algumas espécies ainda armazenam nitrogênio para a próxima cultura. </p><p>O Workshop também destacou que a rotação de culturas com as forrageiras mantém a terra fértil e produtiva, pois atua como um sistema de recuperação natural do solo. Entre os benefícios associados à prática, está a descompactação biológica, a ciclagem de nutrientes, a quebra de pragas e de doenças e servem como uma espécie de adubo verde.</p><p>A equipe do grupo de pesquisa preparou um Caderno de Campo, para quem quiser entender mais como aplicar as técnicas. <a href="https://drive.google.com/file/d/1QXmTF1JXrSfxXXYekFK2bMnr1sykkIDZ/view" target="_blank" rel="noopener">Acesse a íntegra aqui.</a></p>		
													<img width="1024" height="538" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/09_07_workshop-1024x538.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW e APAE lançam série de programetes de rádio para dar voz e visibilidade a histórias de inclusão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/10/ufsm-fw-e-apae-lancam-serie-de-programetes-de-radio-para-dar-voz-e-visibilidade-a-historias-de-inclusao</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:57:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Produzido por estudantes de Relações Públicas, o programa “Minha voz, nossa história” traz vivências de alunos da entidade. Os oito episódios serão transmitidos pela Rádio Comunitária do município]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Curso de Relações Públicas do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) apresenta à comunidade oito programetes [1] de rádio intitulados "Minha voz, nossa história". Produzida na disciplina Laboratório de Comunicação Acessível nas Organizações, a iniciativa foi desenvolvida em parceria com Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Frederico Westphalen.</p><p>A produção convidou os participantes a compartilharem suas histórias a partir de três perguntas: uma conquista pessoal, um assunto sobre o qual gostam de conversar por horas e uma atividade que escolheriam para um dia livre. A partir dessas narrativas, os estudantes de Relações Públicas desenvolveram roteiros que deram origem à série.</p><p>Os oito episódios apresentam relatos de vida de estudantes e usuários do Serviço de Proteção Social Especial da APAE, valorizando suas experiências, preferências, sonhos e conquistas. Os programetes ampliam espaços de escuta e dão visibilidade a diferentes formas de viver, comunicar e participar da sociedade.</p><p>A atividade reforça o compromisso da UFSM/FW com a extensão universitária, integrando ainda mais universidade e comunidade por meio de ações que contribuem para a construção de uma sociedade mais acessível, inclusiva e dialógica. Acompanhe a Rádio Comunitária de FW (87,9 FM) aos domingos pela manhã e nas quartas, às 12h30, para conhecer o resultado do trabalho e se inspirar com diferentes histórias.</p><p><strong>Nota:</strong><br />[1] Programete é um conteúdo em áudio ou vídeo, dinâmico e de curta duração (geralmente entre 1 e 5 minutos) focado em um tema específico.</p><p><strong>SERVIÇO<br /></strong><strong>O quê?</strong> Série de programetes de rádio "Minha voz, nossa história".<br /><strong>Onde ouvir?</strong> Rádio Comunitária de Frederico Westphalen – 87,9 FM.<br /><strong>Quando?</strong> Aos domingos pela manhã e às quartas-feiras, às 12h30.<br /><strong>Formato:</strong> Oito episódios que apresentam relatos de vida de estudantes e usuários do Serviço de Proteção Social Especial da APAE, abordando inclusão, acessibilidade e protagonismo.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição em Frederico Westphalen destaca o olhar criativo de participantes da Maturidade Ativa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/07/exposicao-em-frederico-westphalen-destaca-o-olhar-criativo-de-participantes-da-maturidade-ativa</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:18:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14367</guid>
						<description><![CDATA[Mostra "Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo" reúne imagens produzidas durante oficina realizada pelo Sesc em parceria com a UFSM/FW]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A sensibilidade, a criatividade e as diferentes formas de enxergar o cotidiano ganham espaço na exposição "<em>Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo</em>", promovida pelo <strong>Sesc Frederico Westphalen</strong>. Aberta ao público até o dia 10 de julho, a mostra reúne fotografias produzidas pelos integrantes do Programa Sesc Maturidade Ativa durante uma oficina dedicada à fotografia com celular, realizada em parceria com a<strong> Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen - UFSM/FW</strong>. Com entrada gratuita, a exibição pode ser visitada no Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 – 1º andar), de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e, aos sábados, das 8h às 12h.</p>
<p>As imagens foram produzidas pelos participantes a partir do uso do telefone celular como ferramenta de criação artística e expressão pessoal. Entre paisagens, detalhes do cotidiano, memórias e diferentes perspectivas, os registros revelam o olhar singular de cada fotógrafo e demonstram como a tecnologia pode ser uma aliada na valorização da criatividade e das experiências de vida. A exposição é resultado de uma oficina ministrada pelo fotógrafo <strong>Paulo Munhoz</strong>, docente da UFSM/FW. Ao longo dos encontros, os participantes tiveram contato com conceitos de fotografia, composição de imagem, enquadramento e técnicas para potencializar registros realizados por dispositivos móveis.</p>
<p>"A oficina mostrou que nunca é tarde para aprender algo novo e descobrir novas formas de expressão. Ao longo dos encontros, vimos os participantes desenvolverem um olhar ainda mais atento para o cotidiano, experimentarem recursos da fotografia e se apropriarem da tecnologia com muita criatividade. A exposição celebra esse percurso e evidencia que o envelhecimento ativo também passa pelo aprendizado contínuo, pela autonomia e pela valorização das histórias e perspectivas de cada pessoa", destaca a facilitadora do Programa Maturidade Ativa do Sesc Frederico Westphalen, Taylaine Bencke.</p>
<p>Para o professor Munhoz, é a reafirmação de um grupo que se encontra à margem da sociedade.&nbsp;"Ao longo dos cinco encontros, elas aprenderam técnicas de composição, enquadramento e edição, saindo em campo para registrar o cotidiano sob novas perspectivas carregadas de significado. Cada imagem produzida revela não apenas o domínio técnico adquirido, mas um olhar sensível e potente sobre o mundo, rompendo estereótipos etários e afirmando a pessoa idosa como produtora ativa de cultura", afirma.&nbsp;</p>
<p>Em sua avaliação, ministrar essa oficina "foi um privilégio contribuir para essa jornada, testemunhando de perto como a fotografia digital fortaleceu sua autoestima, autoconfiança e consolidou um profundo sentimento de pertencimento e protagonismo social". "Cada clique dado por elas foi também um clique de transformação em mim, reafirmando a importância da arte e da educação na promoção de um envelhecimento ativo e pleno", assinala.</p>
<p>Segundo o docente, mais do que aulas, foram momentos de transformação. "Ministrar este curso de fotografia para o programa Maturidade Ativa foi uma experiência profundamente gratificante e transformadora. Ver a dedicação e o entusiasmo das participantes em cada clique e em cada descoberta tecnológica trouxe uma sensação única de realização profissional e pessoal", complementa.&nbsp;</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/07_07_foto_maturidade_ativa2-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Mostra reúne imagens feitas por participantes de projeto que visa promover o envelhecimento saudável | Foto: Mateus Marchioro/Sesc Frederico Westphalen</figcaption>
										</figure>
		<p>O Programa Sesc Maturidade Ativa – Capitaneado pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, é realizado há mais de 20 anos no Estado com o objetivo de promover qualidade de vida e envelhecimento ativo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No projeto, os participantes reúnem-se para conviver, se divertir, confraternizar, aprender e desenvolver seus potenciais, além de realizar trabalhos comunitários e solidários. Trata-se de um movimento social organizado que tem por missão construir um novo significado para o envelhecimento, valorizando o papel do participante na sociedade contemporânea e a prática da responsabilidade individual e coletiva. Atualmente, são 60 grupos ativos com atividades sistemáticas no RS. Mais informações, <a href="http://www.sesc-rs.com.br/assistencia/maturidadeativa" target="_blank" rel="noopener">acesse aqui</a>.</p><p><strong>Exposição "Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo" - Sesc Frederico Westphalen</strong></p><p><strong>Data</strong>: até 10/07<br /><strong>Horário</strong>: de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e, aos sábados, das 8h às 12h<br /><strong>Local</strong>: Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 – 1º andar)</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Observatório ligado à UFSM publica orientações de comunicação de risco, preparação e resposta ao El Niño</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/03/observatorio-ligado-a-ufsm-publica-orientacoes-de-comunicacao-de-risco-preparacao-e-resposta-ao-el-nino</link>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:27:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação-de-risco]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14360</guid>
						<description><![CDATA[O El Niño Teve início em junho de 2026 o El Niño, fenômeno natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico na faixa equatorial. Na interação com as mudanças climáticas, a exemplo do aquecimento global, os efeitos da sua atuação em todo o mundo tendem a ser mais intensos. A previsão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h3>O El Niño</h3><p>Teve início em junho de 2026 o El Niño, fenômeno natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico na faixa equatorial. Na interação com as mudanças climáticas, a exemplo do aquecimento global, os efeitos da sua atuação em todo o mundo tendem a ser mais intensos. A previsão é de que o El Niño atue no Brasil entre junho de 2026 e fevereiro de 2027, com potencial de ser o mais forte da história.</p><h3>Cenário de atenção ampliada</h3><p>As projeções disponíveis indicam um cenário de atenção ampliada. Ainda que existam incertezas quanto à intensidade final do fenômeno e à distribuição regional dos impactos, há possibilidade de que este episódio esteja entre os eventos mais intensos já registrados. Esse cenário exige preparação antecipada, monitoramento contínuo e comunicação pública clara, coordenada e baseada em evidências.</p><p>Nesse contexto, as orientações à sociedade não devem ser tratadas apenas como um alerta pontual, mas como parte de um processo permanente de preparação, resposta, atualização de informações e redução de riscos, considerando a evolução do fenômeno e seus efeitos combinados com as mudanças climáticas.</p><h3>Aumento dos riscos</h3><p>O cenário sugere aumento nos riscos relacionados a incêndios na Amazônia e no Pantanal, altas temperaturas nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tendência de aumento dos riscos de desastres de origem hidrológica e geológica na Região Sul, associados ao excesso de chuva, além de episódios de secas e alta probabilidade de incêndios de vegetação nas Regiões Norte e Nordeste do país. Tendo em vista este panorama, o <strong>Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise</strong> (OBCC), projeto ligado à UFSM elencou algumas <strong>orientações para preparação e resposta aos impactos do El Niño</strong>.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/Orientacoes-OBCC-El-Nino-portal-1024x859.jpg" alt="" width="1024" height="859" /></p><h3>Orientações de comunicação de risco, preparação e resposta</h3><p>As <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2026/07/03/el-nino-2026-2027-comunicacao-de-risco-preparacao-e-resposta" target="_blank" rel="noopener">orientações podem ser consultadas aqui.</a> As mesmas partem de uma perspectiva comunicacional e levam em conta uma visão interdisciplinar, visto que a gestão de riscos e de crises é um processo complexo que exige atuação conjunta e gestão integrada de múltiplas áreas especializadas.</p><p>Tais sugestões são voltadas à população, ao Poder Público e à Imprensa a fim de contribuir na preparação e resposta em casos de tempestades com granizo, incêndios florestais, rajadas de vento, deslizamentos de encostas, tornados, ciclones, inundações e enchentes.</p><h3>Importante: intensidade do El Niño não significa impacto proporcional em todos os territórios</h3><p>A intensidade do aquecimento das águas do Pacífico Equatorial é um indicador relevante, mas não determina, de forma automática e proporcional, a gravidade dos impactos em cada região. Os efeitos observados dependem também da interação com outros fatores atmosféricos e oceânicos, como a temperatura do Atlântico, frentes frias, bloqueios atmosféricos, correntes de jato, ciclones, frentes estacionárias, Oscilação Antártica, Oscilação de Madden-Julian e outros sistemas de variabilidade climática.</p><p>Por isso, recomenda-se evitar mensagens alarmistas ou deterministas. A comunicação de risco deve reconhecer a gravidade do cenário, mas também explicar que os impactos concretos dependem do monitoramento contínuo e da atualização permanente das previsões de curto, médio e longo prazo.</p><h3>Atenção por região e período crítico</h3><p>A preparação para o El Niño 2026/2027 deve considerar os diferentes riscos regionais e seus possíveis períodos de maior atenção. A regionalização das orientações permite que governos, comunidades, imprensa, instituições, produtores rurais, empresas e organizações da sociedade civil adotem medidas proporcionais aos riscos de cada território.</p><h4>Norte e Nordeste</h4><p>Entre julho e dezembro de 2026, com atualização conforme os boletins oficiais, recomenda-se atenção especial à possibilidade de redução de chuvas, aumento das temperaturas, secas, pressão sobre o abastecimento de água, impactos na agropecuária e maior risco de incêndios de vegetação e queimadas.</p><p>As ações de comunicação devem priorizar orientações sobre uso seguro da água, prevenção de incêndios, cuidados com a saúde em períodos de calor extremo, proteção de populações vulneráveis e acompanhamento dos alertas oficiais.</p><h4>Sul</h4><p>Entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027, com atenção especial ao período de maior intensidade do fenômeno, recomenda-se monitoramento ampliado para chuvas intensas, inundações, enchentes, enxurradas, deslizamentos, vendavais, granizo, ciclones, tornados e outros eventos extremos.</p><p>As ações de comunicação devem priorizar alertas antecipados, rotas de fuga, pontos de encontro, abrigos temporários, evacuação preventiva de áreas de risco, comunicação comunitária e orientações claras sobre o que fazer antes, durante e depois dos eventos.</p><h4>Sudeste e Centro-Oeste</h4><p>No segundo semestre de 2026 e no verão 2026/2027, recomenda-se atenção para episódios de calor extremo, tempestades severas, incêndios de vegetação, impactos urbanos, interrupções no fornecimento de energia elétrica, pressão sobre serviços de saúde e alterações no abastecimento de água.</p><p>As ações de comunicação devem priorizar cuidados com a saúde no calor, prevenção de queimadas, atenção a temporais, proteção de crianças, idosos, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua e demais grupos vulnerabilizados.</p><h3>Monitoramento contínuo e comunicação baseada em evidências</h3><p>Além do acompanhamento do El Niño, recomenda-se que órgãos públicos, imprensa e instituições envolvidas na gestão de riscos acompanhem continuamente boletins, alertas e notas técnicas emitidos por instituições oficiais, como Defesa Civil, INMET, Cemaden, INPE, Censipam, Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, órgãos estaduais de meteorologia, universidades e centros de pesquisa.</p><p>O monitoramento do El Niño deve considerar não apenas o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial, mas também fatores complementares que podem amenizar ou agravar seus impactos em cada região. Entre eles, destacam-se a temperatura do Atlântico Tropical e do Atlântico Sul, correntes de jato, bloqueios atmosféricos, ciclones, frentes estacionárias, Oscilação Antártica e Oscilação de Madden-Julian.</p><p>A comunicação à sociedade deve ser atualizada conforme a evolução dos riscos, com atenção especial a mudanças no padrão de chuvas, ondas de calor, estiagens, incêndios de vegetação, vendavais, granizo, ciclones, inundações, enxurradas e deslizamentos.</p><h3>O Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC)</h3><p>Projeto de desenvolvimento institucional da UFSM em parceria com a USP, a UFRGS, a PUCRS e a Fiocruz. Com mais de 3 anos de atuação, é considerado um dispositivo inédito no país e inovador na área o qual visa fomentar, a partir da perspectiva comunicacional, a cultura de prevenção e da gestão de riscos e de crises no Brasil.</p><p>Acesse o <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/07/18/eventos-climaticos-extremos-atualizacao">portal do OBCC</a> e saiba mais sobre a atuação e a contribuição do projeto para a área.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM Frederico Westphalen e Sesc promove exposição fotográfica de participantes do programa Maturidade Ativa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/02/parceria-entre-ufsm-frederico-westphalen-e-sesc-promove-exposicao-fotografica-de-participantes-do-programa-maturidade-ativa</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:31:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade Ativa]]></category>
		<category><![CDATA[mostra de fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[oficina de fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14355</guid>
						<description><![CDATA[Mostra "Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo" será aberta no dia 03 de julho e reúne trabalhos desenvolvidos durante oficina de fotografia ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p> O <b>Sesc Frederico Westphalen</b> realiza, no dia 3 de julho, às 17h, a abertura da exposição "<em>Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo</em>". A mostra, que ficará disponível até dia 10 de julho, reúne fotografias produzidas por participantes do programa <strong>Sesc Maturidade</strong> <b>Ativa </b>durante uma oficina ministrada pelo fotógrafo <strong>Paulo Munhoz</strong>, docente no campus Frederico Westphalen da <strong>Universidade Federal de Santa Maria</strong> (<strong>UFSM</strong>). A atividade utilizou o celular como ferramenta de criação e expressão artística. O evento será na sala Multiuso do Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 - 1º andar) é aberto ao público e tem entrada gratuita.</p>
<p>Resultado de uma experiência formativa, a exposição apresenta registros que exploram detalhes, paisagens, memórias e situações do cotidiano, evidenciando a sensibilidade e o olhar dos participantes. A proposta da oficina foi incentivar a fotografia como forma de expressão, a partir do estímulo da criatividade e da percepção sobre o ambiente ao redor. Ao longo dos encontros, os participantes tiveram contato com conceitos de fotografia, composição de imagem, enquadramento e técnicas para potencializar registros realizados por dispositivos móveis.</p>
<p>Além do aprendizado técnico, a oficina buscou fortalecer a autonomia, a criatividade e o protagonismo das pessoas idosas, demonstrando como a arte e a educação podem contribuir para um envelhecimento mais ativo, participativo e conectado às novas formas de comunicação. A exposição poderá ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 22h, e sábado das 8h às 12h. Mais informações podem ser obtidas através do número (55) 3744-7450. A realização das oficinas é uma parceria entre o Sesc Frederico Westphalen e a UFSM Campus Frederico Westphalen.</p>
<p>Sobre o Programa Sesc Maturidade Ativa – Capitaneado pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, o programa está há mais de 20 anos no Estado com o objetivo de promover qualidade de vida e envelhecimento ativo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No projeto, os participantes reúnem-se para conviver, divertir, confraternizar, aprender e desenvolver seus potenciais, além de realizar trabalhos comunitários e solidários. Trata-se de um movimento social organizado que tem por missão construir um novo significado para o envelhecimento, valorizando o papel do participante na sociedade contemporânea e a prática da responsabilidade individual e coletiva. Atualmente, são 60 grupos ativos com atividades sistemáticas no RS. Mais informações aqui.&nbsp;</p>
<p><b>SERVIÇO</b></p>
<p><b>Exposição "Olhar que Transforma: Fotografia Móvel para o Envelhecimento Ativo" - Sesc Frederico Westphalen</b></p>
<p><b>Abertura</b></p>
<p>Data: 03/07 (sexta-feira)</p>
<p>Horário: 17h</p>
<p>Local: Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 - 1º andar)</p>
<p>*Evento gratuito</p>
<p><b>Exposição</b></p>
<p>Data: de 03/07 até 10/07</p>
<p>Horário de visitação:&nbsp; de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h</p>
<p>Local:&nbsp; sala Multiuso do Sesc Frederico Westphalen (Rua Arthur Milani, 854 - 1º andar)</p>
<p>Entrada gratuita</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Agronomia da UFSM/FW conhecem realidade do agronegócio no Cerrado brasileiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/02/estudantes-de-agronomia-da-ufsm-fw-conhecem-realidade-do-agronegocio-no-cerrado-brasileiro</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:30:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[território brasileiro]]></category>

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						<description><![CDATA[Visita técnica proporcionou contato com grandes sistemas produtivos, conhecimentos sobre agricultura irrigada, produtos biológicos e oportunidades profissionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Alunos do Curso de Agronomia do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) realizaram a <strong>15ª Visita Técnica ao Cerrado Brasileiro</strong>, de 20 a 26 de junho de 2026. Atividade complementar da disciplina de Agricultura Especial I, a viagem possibilitou compreender diferenças entre os sistemas agrícolas do Cerrado e da região Sul do país, conhecer sistemas produtivos em larga escala e aproximar os estudantes do mercado de trabalho.</p><p>Durante as atividades, os acadêmicos visitaram fazendas nos estados de Goiás (GO), Minas Gerais (MG) e Distrito Federal (DF). A programação incluiu visitas voltadas à produção de diferentes culturas. Além disso, a experiência possibilitou discussões relacionadas à produção de alimentos, manejo sustentável, uso de produtos biológicos, irrigação, agricultura digital e adaptação às mudanças climáticas, temas cada vez mais presentes no setor agrícola brasileiro.</p>		
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										<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/FOTOS-CULTURAS.jpg" alt="Montagem com fotos das plantações, na esquerda com canola, em seguida, com sorgo, algodão, tomate, cebola, batata e café" />											<figcaption></figcaption>
										</figure>
		<h6> </h6><h2>Conhecimento na prática</h2><p>A iniciativa ocorreu sob a coordenação do professor Claudir José Basso, docente do departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA) da UFSM/FW, e da disciplina. Também acompanharam a viagem os professores do departamento, Braulio Otomar Caron e Fernando Panno.</p><p>Para Basso, essa experiência revela aos acadêmicos possibilidades que vão além do cenário agrícola regional. “Trazer os alunos para essa realidade é importante porque o Cerrado ainda é uma região que vai crescer muito na produção de alimentos, na produção de energia”. Segundo pontua, “a ideia é apresentar um contexto totalmente diferente daquele que estamos acostumados a ver no Sul e também possibilitar aos estudantes oportunidades profissionais e de estágio”.</p><p>O docente enfatiza que a atividade contribui para <strong>aproximar os conteúdos trabalhados em sala de aula da prática no campo</strong>. “O algodão, por exemplo, é uma cultura que os alunos estudam dentro da graduação, mas muitos nunca tiveram contato direto com uma lavoura. Aqui eles conseguem visualizar isso, conversar com profissionais da área e entender melhor os sistemas de produção”, explica.</p><h2>Diferenças climáticas e desafios de produção</h2><p>Na Fazenda Barro Branco, em Buritis (MG), os estudantes conheceram as plantações de <strong>sorgo e canola</strong>, que são destinadas para a produção de sementes. Diferentemente do Sul, onde as chuvas são mais distribuídas ao longo do ano, a região do Cerrado possui períodos bem definidos entre seca e chuva: um verão quente e chuvoso (outubro a abril) e um inverno seco (maio a setembro). A influência do clima foi observada durante as visitas, onde os alunos entenderam sua interferência direta no planejamento das lavouras.</p><p>Vinícius Machado da Silva, Gerente Geral Agrícola da propriedade e egresso da UFSM/FW, explicou que o manejo agrícola da região depende muito do calendário climático. “A principal diferença é o regime de chuvas. Isso exige planejamento das culturas, manejo de cobertura do solo e definição correta das épocas de plantio”. Silva comentou ainda sobre outro fator importante: a maior pressão de pragas e doenças, visto que o frio não atua da mesma forma que no Sul na quebra dos ciclos biológicos.</p><p>O proprietário da Barro Branco, Oscar Stroschon, também egresso da UFSM, iniciou as atividades no Cerrado em 1989 e atualmente soma áreas em Minas Gerais, Goiás e Bahia, atuando na produção de sementes e diferentes culturas agrícolas. O cultivo experimental de canola, por exemplo, iniciou em 2024 nas fazendas, com rápida ampliação da área destinada à oleaginosa, atualmente com cerca de 250 hectares.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/DSC_0039-1024x683.jpg" alt="Alunos de Agronomia em plantação de sorgo" />											<figcaption>Alunos de Agronomia durante visita em plantação de sorgo na Fazenda Barro Branco</figcaption>
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		<h6> </h6><h2>Sustentabilidade e manejo biológico</h2><p>Na Agrícola Wehrmann, em Cristalina (GO), a turma conheceu sistemas de produção de <strong>hortaliças em larga escala</strong>, com destaque para batata e cebola, entre outras produzidas no local. Os estudantes acompanharam de perto os desafios relacionados à essas produções, com foco no manejo de plantas daninhas e na necessidade de rotação de culturas para manutenção da sanidade das áreas.</p><p>A empresa mantém uma biofábrica para multiplicação de microrganismos utilizados no manejo agrícola. Atualmente, 90% dos produtos utilizados em grande parte das áreas de produção são biológicos. De acordo com a coordenadora de Aprendizagem e Projetos Sociais da empresa, Andréia Lago, a adoção dos bioinsumos cresceu nos últimos anos a partir dos resultados observados no campo. “Hoje os produtos biológicos fazem parte da rotina da empresa. Além da questão da sustentabilidade, também existe retorno em qualidade e redução de custos”, comenta.</p><p>Durante a visita, Andréia também esclareceu sobre o controle de qualidade realizado desde a produção até o processamento dos alimentos, além das ações relacionadas à compostagem e redução de resíduos. Os alunos puderam conhecer a estrutura de beneficiamento e classificação de batatas, além dos sistemas de armazenamento e produção de sementes.</p>		
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										<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/PRODUTOS-BIOLOGICOS-×-PRODUTOS-QUIMICOS.jpg" alt="Quadro comparativo entre produtos biológicos e produtos químicos" />											<figcaption></figcaption>
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		<h6> </h6><h2>Tecnologia na produção de tomate</h2><p>Igualmente, práticas de manejo biológico foram observadas nas áreas de produção irrigada de <strong>tomate</strong> na Fazenda Onça (GO). A Fazenda é de propriedade dos sócios Carlos Alberto Moresco e Genes Ceppo os quais atuam em áreas arrendadas no Cerrado. Conforme Moresco, o tomate é uma cultura altamente dependente de tecnologia, inovação e manejo técnico, exigindo atenção constante em relação à irrigação, sanidade e condições climáticas. Durante a visita, os acadêmicos conheceram estratégias de manejo biológico no solo e nas aplicações foliares, além de práticas de rotação de culturas utilizadas para reduzir problemas fitossanitários e melhorar a produtividade.</p><h2>Qualidade para exportação</h2><p>Na Fazenda Yanoama, no Distrito Federal, os estudantes conheceram o sistema de produção de <strong>café irrigado</strong>, voltado principalmente para exportação. A propriedade utiliza manejo biológico em diferentes culturas e vem reduzindo gradativamente o uso de produtos químicos. Além disso, utiliza resíduos orgânicos da própria produção na adubação das lavouras.</p><p>Para o administrador da fazenda, Roberto Nardi, os investimentos em manejo preventivo e equilíbrio do solo têm sido fundamentais para manter a produtividade e a qualidade da cultura. “Hoje trabalhamos bastante com aplicações biológicas e manejo de solo, buscando melhor enraizamento e equilíbrio da lavoura. No café, conseguimos reduzir significativamente o uso de químicos nos últimos anos”, explica. Outro diferencial que Nardi apresentou aos estudantes foi o manejo da irrigação para uniformizar a florada do café e melhorar a qualidade dos grãos produzidos.</p><h2>Tecnologia e Inovação</h2><p>A cadeia produtiva do <strong>algodão</strong> foi apresentada na Fazenda Pamplona, da SLC Agrícola, localizada em Cristalina (GO). Os acadêmicos também participaram de uma conversa sobre agricultura digital, telemetria e manejo regenerativo do solo, sistemas que vêm transformando os sistemas produtivos e ampliando a eficiência do agronegócio do Cerrado. Na ocasião, foram apresentados recursos de agricultura de precisão, monitoramento das áreas por imagens de satélite, aplicação localizada de defensivos e uso de bioinsumos produzidos em biofábricas próprias.</p><p>Para o Coordenador de Produção Agrícola local, Lucas Cesar Martins, as mudanças climáticas vêm exigindo adaptações constantes nos sistemas produtivos. Por isso, a empresa adota o uso de plantas de cobertura e estratégias voltadas à conservação do solo e ao aumento da sustentabilidade dos sistemas produtivos. “Hoje existe uma preocupação muito grande com retenção de água no solo, aumento de matéria orgânica e diversificação de culturas. São práticas que ajudam a tornar os sistemas mais resilientes”, destaca.</p>		
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/IMG_20260624_120412-1024x576.jpg" alt="Alunos da agronomia em uma plantação de algodão" />											<figcaption>Alunos da Agronomia conhecendo a cultura do algodão durante visita na Fazenda Pamplona</figcaption>
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		<h6> </h6><h2>Oportunidades profissionais</h2><p>Ao todo, 526 estudantes já participaram das visitas técnicas, que ocorrem desde 2010. Basso destaca que essa atividade prática “busca instigar os alunos a conhecer uma nova região para que, depois de formados, tomem suas decisões. É uma região que tem muito a crescer e muita oportunidade de trabalho”. “É uma chance que eu não tive dentro da minha graduação”, complementa.</p><p>Assim, muito além do aprendizado técnico, as viagens da disciplina aproximam os estudantes de oportunidades profissionais no Centro-Oeste brasileiro. Um case de sucesso é o do engenheiro agrônomo Vinicius Machado da Silva. Ele explica que a participação em uma edição anterior da viagem foi decisiva para sua trajetória profissional. “Depois da viagem, busquei uma oportunidade de estágio no Cerrado. Vim para conhecer a região e acabei construindo minha carreira aqui dentro da empresa”, relata.</p><p>A acadêmica do Curso, Esther Taborda, que participou da visita, destaca que retorna com uma visão mais ampla sobre o agronegócio brasileiro e sobre as possibilidades de atuação profissional. “A gente consegue conhecer culturas e sistemas produtivos que não fazem parte da nossa realidade no Sul. Também temos contato com empresas, produtores e oportunidades de estágio. Isso amplia muito nossa visão como futuros profissionais”, afirma.</p><p><em>Texto e fotos: Gracieli Fernandes</em><br /><em>Revisão: Cristina Guerini</em><br /><em>Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</em></p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/07/IMG_20260623_103802-1024x768.jpg" alt="Alunos de agronomia em uma plantação de batata" />											<figcaption>Alunos conhecendo as etapas de produção da batata</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Concurso literário convida comunidade acadêmica a contar suas histórias na UFSM Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/30/concurso-literario-convida-comunidade-academica-a-contar-suas-historias-na-ufsm-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:05:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Concurso literário]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM/FW 20 anos]]></category>

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						<description><![CDATA[4ª edição da atividade quer conhecer as trajetórias de quem circula ou circulou pelo campus ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>Universidade Federal de Santa Maria</strong> campus <strong>Frederico Westphalen</strong> abrirá inscrições para a 4ª edição do seu <strong>Concurso Literário</strong> no dia 1º de julho de 2026. Organizado pela Comissão Setorial Cultura de Arte (CSCA), a disputa tem como tema “<em>Minha Vida no Campus</em>” e objetiva transformar a vivência universitária em expressão literária.</p><p>A ideia é conhecer histórias de quem passa ou passou pela universidade, fortalecendo os laços entre a instituição e seus membros. A atividade integra as celebrações dos 20 anos do campus frederiquense, que tem como lema <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/01/ufsm-fw-20-anos-nossa-historia-seu-futuro" target="_blank" rel="noopener"><em>Nossa história, seu futuro</em></a>.</p><p>Trata-se, explica a Comissão Organizadora, "de um convite para que a comunidade universitária reflita sobre suas experiências na UFSM/FW e as transforme em expressão literária, compartilhando memórias, sentimentos, aprendizados e histórias que marcaram sua presença no Campus". De acordo com os organizadores, essa “proposta ganha mais significado neste ano, quando a UFSM celebra 20 anos em Frederico Westphalen”.</p><p>Os interessados podem participar enviando crônica ou poema. O concurso está aberto para a participação de servidores, funcionários, terceirizados que atuam ou atuaram e estudantes que estudam ou /estudaram no Campus.</p><p>As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo e-mail culturaeartefw@ufsm.br, no período de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, de acordo com o regulamento do concurso. Acesse o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/regulamento_concurso_literario_2026_assinado.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital completo aqui</a>.</p><p>Acesse o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/livro_digital_concurso_literario_2025_MARCO_2026-1.pdf">e-book do Concurso Literário da edição de 2025</a>.</p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/CONCURSO_LITERARIO_CARD_2026-819x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM/FW une pesquisa e sustentabilidade no tratamento de esgoto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/16/projeto-da-ufsm-fw-une-pesquisa-e-sustentabilidade-no-tratamento-de-esgoto</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:54:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento básico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de água]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de efluentes]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[wetlands construídos]]></category>
		<category><![CDATA[wetlands construídos de fluxo vertical]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudo utiliza wetlands construídos de fluxo vertical para promover saneamento sustentável, eficiência no tratamento de efluentes e economia circular ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A busca por alternativas eficientes, sustentáveis e de baixo custo para o saneamento básico motivou o desenvolvimento de um projeto de pesquisa inovador no <strong>Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen</strong> (<strong>UFSM/FW</strong>). A iniciativa utiliza <em>wetlands construídos de fluxo vertical</em> (WCFV), uma tecnologia baseada na natureza que emprega plantas e microrganismos para o tratamento de efluentes.</p><p>Conhecidos também como sistemas alagados construídos, os <em>wetlands</em> são um tipo de filtro plantado que reproduzem processos naturais encontrados em áreas alagadas, como os banhados. O esgoto passa lentamente por camadas de materiais filtrantes, como brita e/ou areia, sendo tratado por meio da interação com o meio filtrante, as plantas e os microrganismos. Trata-se de uma tecnologia muito simples, de baixo custo operacional e alinhada aos princípios da sustentabilidade, sendo especialmente adequada para residências, pequenas comunidades e áreas de expansão urbana, como loteamentos e condomínios fechados.</p><p>O projeto surgiu em 2020, a partir de uma demanda da direção do Campus, para melhorar o sistema de tratamento de esgoto da Casa do Estudante Universitário (CEU), que atende atualmente 72 estudantes. “Além de atender a uma necessidade concreta da universidade, o projeto possibilitou a criação de uma estrutura voltada ao ensino, à pesquisa e à extensão, contribuindo para o desenvolvimento de estudos aplicados e para a formação de recursos humanos na área de saneamento ambiental”, explica <strong>Samara Terezinha Decezaro</strong>, docente do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental e coordenadora do projeto.</p><h2>Tecnologia e eficiência no tratamento de efluentes</h2><p>Durante o processo, os pesquisadores testam diferentes materiais filtrantes, como areia grossa e brita. O monitoramento do sistema inclui análises laboratoriais e o sequenciamento genético de bactérias. Os testes servem para que os envolvidos possam compreender como processos naturais purificam a água e tratam os efluentes.</p><p>Nos tanques utilizados na estação experimental da UFSM/FW é cultivada a espécie <em>Canna x generalis</em>. A professora Samara explica que “as plantas têm importantes funções nesses sistemas, como a remoção de nutrientes e a transferência de oxigênio à região das raízes. Mas os principais responsáveis pelo tratamento são os microrganismos aderidos às raízes das plantas e ao material filtrante, que realizam a degradação da matéria orgânica e a ciclagem de nutrientes presentes no esgoto”.</p><p>A docente enfatiza que o objetivo “é produzir dados confiáveis que permitam aprimorar os parâmetros de projeto para as condições climáticas brasileiras, especialmente para o Noroeste do Rio Grande do Sul”. A ideia, pontua, “é consolidar essa tecnologia como uma alternativa viável para o saneamento descentralizado”.</p>		
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										<img width="1024" height="680" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/16_06_wetland_foto_professora_samara2-1024x680.jpeg" alt="" />											<figcaption>Sistema construído junto à casa do estudante garante tratamento correto de efluentes | Imagens cedidas pela professora Samara Terezinha Decezaro</figcaption>
										</figure>
		<h2>Impacto social e formação de recursos humanos</h2>
<p>Desde a implantação em 2023, a estrutura serve como campo de aprendizado para estudantes da graduação em Engenharia Ambiental e para alunos de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental (PPGCTA). Além de solucionar um problema local, ainda contribuiu para o fortalecimento da formação acadêmica.<br /><br />O uso dessa tecnologia beneficia a população de locais onde não há rede de coleta convencional, como, em áreas rurais e municípios do interior. A simplicidade operacional e os baixos custos de manutenção são fatores que tornam os wetlands uma alternativa eficiente em relação aos desafios do crescimento urbano e das mudanças climáticas.</p>
<h2>O futuro do reuso de água</h2>
<p>A equipe avalia a adequação do esgoto tratado para diferentes formas de reuso, o que alinha a iniciativa aos objetivos da Economia Circular. Ao transformar o efluente em um recurso passível de aproveitamento, o projeto contribui para a preservação dos recursos hídricos locais. "O principal legado desse trabalho é demonstrar que o tratamento de esgoto ocorre com base nos próprios princípios da natureza", enfatiza Samara.</p>
<p>A pesquisa conta com parcerias estratégicas, como o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções Baseadas na Natureza (<strong>INCT-SBN</strong>) e o Instituto de Pesquisas Hidráulicas -<strong> IPH da UFRGS</strong>.</p>		
													<img width="1024" height="680" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/16_06_wetland_foto_professora_samara-1024x680.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM Frederico Westphalen recebe a 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/12/ufsm-frederico-westphalen-recebe-a-15a-mostra-cinema-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:23:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[15 Mostra Cinema e Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[nego bispo]]></category>

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						<description><![CDATA[Campus exibirá filmes que trazem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, emergência climática e preservação cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>UFSM Campus Frederico Westphalen</strong> está entre os pontos de exibição da <strong>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos.</strong> A iniciativa é promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (<strong>MDHC</strong>), em parceria com o Ministério da Educação (<strong>MEC</strong>) e a Universidade Federal do Ceará (<strong>UFC</strong>), dos dias 16 a 18 de junho.</p>
<p>A ação tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema nacional e estimular debates sobre temas fundamentais para a sociedade, como diversidade, inclusão social, cidadania, combate às desigualdades e aos preconceitos. Além disso, a iniciativa busca ampliar os espaços de diálogo e conscientização, aproximando diferentes públicos de discussões essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e respeitosa.</p>
<p>Com o tema “<em>Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável</em>”, a edição deste ano destaca a mudança do clima como um dos grandes desafios contemporâneos. As produções selecionadas incentivam reflexões sobre os impactos da crise ambiental, a responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente e a necessidade de construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.</p>
<p>As sessões no campus ocorrem em diferentes momentos, têm entrada gratuita e são abertas ao público em geral. Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a mostra ocorre dentro da programação do <strong>Pensando Verde</strong>. No dia 18 de junho, no <strong>Estúdio de TV</strong>, haverá a exibição de várias películas. Veja a programação completa a seguir e <a href="https://www.instagram.com/stories/highlights/18128769649544563/" target="_blank" rel="noopener">saiba mais sobre os filmes aqui</a>:</p>		
													<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/12_06_card_mostra_cinema.jpg" alt="" />													
		<p><strong>SERVIÇO</strong><br /><strong>Evento</strong>: 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos<br /><strong>Período</strong>: 16 a 18 de junho <br /><strong>Local</strong>: UFSM Campus Frederico Westphalen<br /><strong>Entrada</strong>: Gratuita<br />Saiba mais em <a href="https://www.instagram.com/ufsmfw/" target="_blank" rel="noopener">nosso Instagram</a>.</p>
<p>A seguir confira alguns trailers dos filmes: </p>https://www.youtube.com/watch?v=MyVpXNKuTGU&#038;list=PLijMKiJgIFZEPONN723Dj7ud8emFFfb0s&#038;index=5https://www.youtube.com/watch?v=pffVhgsfMQohttps://www.youtube.com/watch?v=QdeEGPHj0hYhttps://www.youtube.com/watch?v=0J5bXdXJXrk]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Comissão Setorial de Cultura e Arte da UFSM/FW divulga e-book do Concurso Literário “Minha vida no Campus”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/11/comissao-setorial-de-cultura-e-arte-da-ufsm-fw-divulga-e-book-do-concurso-literario-minha-vida-no-campus</link>
				<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:09:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14310</guid>
						<description><![CDATA[A Comissão Setorial de Cultura e Arte do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW), disponibiliza o e-book do Concurso Literário da edição de 2025. A iniciativa abrange as categorias crônica e poema e contempla o tema “Minha vida no Campus”, baseando-se na premissa de que as pessoas que fazem/fizeram parte [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Comissão Setorial de Cultura e Arte do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW), disponibiliza o e-book do Concurso Literário da edição de 2025. A iniciativa abrange as categorias crônica e poema e contempla o tema <i>“</i>Minha vida no<i> Campus</i>”, baseando-se na premissa de que as pessoas que fazem/fizeram parte da Instituição adquirem/adquiriram muito mais do que conhecimento para sua atuação profissional, mas também vivências, humanidade e consciência de sua postura como cidadãs.</p><p>Com o tema “Minha Vida no <i>Campus</i>”, o concurso objetivou conhecer histórias e celebrar os momentos vivenciados no Campus, fortalecendo os laços existentes com as pessoas que dela fazem parte ou que por ela passaram. Buscou, ainda, oportunizar o reconhecimento de talentos da comunidade universitária e, por meio dos textos, revelar à comunidade em geral o universo da UFSM/FW. </p><p>O resultado do concurso foi divulgado em 16 de outubro de 2025,  durante a programação comemorativa dos 19 anos da UFSM/FW. Na ocasião, os autores dos textos classificados em primeiro lugar realizaram a leitura de suas obras.  O evento também contou com a apresentação musical “Canções Populares Latino-Americanas”, sob a direção do professor aposentado do curso de Música da UFSM, Daniel Morales, com promoção da SEDUFSM.</p><p>Após a divulgação dos resultados, os sete textos selecionados foram impressos e expostos no <i>hall</i> do prédio principal da UFSM/FW. Agora, essas produções estão reunidas em uma publicação digital, organizada por categoria e  ordem de classificação</p><p>Acesse o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/livro_digital_concurso_literario_2025_MARCO_2026-1.pdf" target="_blank" rel="noopener"><i>e-book</i> do Concurso Literário “Minha vida no <i>Campus</i></a><a href="_wp_link_placeholder">”</a> e conheça as histórias e experiências que ajudam a construir a trajetória da UFSM/FW. </p><p>Texto: Divulgação UFSM/FW</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hub de inovação projeta transformar a economia e o empreendedorismo no Noroeste gaúcho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/10/hub-de-inovacao-projeta-transformar-a-economia-e-o-empreendedorismo-no-noroeste-gaucho</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:28:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Em encontro na UFSM/FW, lideranças debatem condomínio empresarial, incubadora de empresas e atração de investimentos com o apoio do InovaTec]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A consolidação do primeiro passo para a criação do<strong> Polo Tecnológico de Frederico Westphalen</strong> contou com o apoio d<strong>a Universidade Federal de Santa Maria – UFSM Campus Frederico Westphalen</strong>. Em encontro realizado no dia 21 de maio de 2026, a iniciativa, promovida pela <strong>Prefeitura Municipal </strong>e pela<strong> Associação Empresarial – AEFW</strong>, ganhou impulso com as presenças do professor <strong>Luciano Schuch</strong>, gestor do Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia da instituição, e de <strong>Anderson Paim</strong>, gestor da Pulsar Incubadora. O debate também reuniu atores estratégicos da região, como o <strong>Sicredi</strong>, a <strong>URI</strong>, o <strong>IFFar</strong> e a <strong>Tchêturbo</strong>.</p>
<p>A reunião definiu a criação de um <strong>Ecossistema Regional de Inovação</strong> para promover a tecnologia e a cultura empreendedora, que contará com um local cedido pela prefeitura, onde pretende-se criar um condomínio empresarial com um espaço dedicado à incubação de empresas. Futuramente, a expectativa é a construção de um Parque Tecnológico que atenda à demanda dos 27 municípios que compõem a microrregião de Frederico Westphalen, no Noroeste gaúcho. </p>
<h2>Desafios para transformar a economia</h2>
<p>A equipe reunida apontou que uma das adversidades para a implantação do projeto é a adesão e o aporte financeiro do setor produtivo e empresarial, que desconhecem o funcionamento desses sistemas de inovação. Como solução, apontam os organizadores, é necessária a aproximação entre os setores do mercado e as instituições de ensino. Uma das ideias do grupo, é levar cases de problemas reais que as empresas têm para o desenvolvimento de soluções por meio de pesquisas nas universidades.</p>
<p>Para <strong>Jardel Pires</strong>, coordenador do Núcleo de Tecnologia e Informação da AEFW, a consolidação dessa equipe de trabalho “é muito importante para fomentar a tecnologia e a inovação das empresas. Hoje não temos nenhuma iniciativa centralizada, apenas projetos isolados”. “Por exemplo, se alguém quer fazer algum projeto, não sabe aonde ir, quem procurar. Nosso objetivo é criar uma marca, uma referência para as pessoas procurarem quando quiserem fazer algo diferente”, explicou o representante da Associação Empresarial.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/10_06_encontro_liderancas_polo_inovacao_foto_paula_mazzonetto_ufsm_2-1024x683.jpg" alt="Encontro na UFSM/FW consolidou projeto de futuro ecossistema de inovação em Frederico Westphalen | Foto: Paula Mazzonetto" />											<figcaption>Encontro na UFSM/FW consolidou projeto de futuro ecossistema de inovação em Frederico Westphalen | Foto: Paula Mazzonetto</figcaption>
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		<h2>Expertise para fomentar o polo tecnológico</h2>
<p>O grupo contará com a cooperação da equipe do <strong>Parque Tecnológico InovaTec UFSM</strong> e da<strong> Pulsar Incubadora UFSM</strong>. Um sistema de inovação consolidado em Santa Maria, que já captou mais de R$ 896 milhões em investimentos nos últimos quatro anos, atua em mais de 380 projetos de inovação e conta com 44 startups incubadas.<br /><br />O gestor do InovaTec, <strong>Luciano Schuch</strong>, apontou que “esse conjunto de pessoas que estão aqui representando suas unidades de ensino, a prefeitura e as entidades empresariais são fundamentais para conseguirmos um sistema de inovação consolidado na região”. Schuch ainda enfatizou o apoio da UFSM ao longo do projeto. “Nossa universidade colaborará com esse processo e daqui um, dois ou três anos nós veremos os resultados positivos, cada vez mais consolidando os setores produtivos da região em parceria com as nossas instituições”, ressaltou.</p>
<h2>Futuro promissor</h2>
<p>Nesse primeiro momento estão sendo reunidas iniciativas que já existem e outros projetos de inovação para que todos estejam sob o mesmo guarda-chuva, possibilitando a realização de <em>ideathons</em> (maratona colaborativa de curta duração focada em gerar ideias e soluções criativas para problemas específicos). Um processo, que na avaliação dos envolvidos, deve ser contínuo para que se fortaleça a cultura empreendedora e que esse <strong>Ecossistema de Inovação</strong> possa ser fomentado.</p>
<p>Na avaliação de Pires, este “será um marco para a região. Inclusive, em reuniões passadas com a prefeitura e a Associação Comercial, todos têm essa visão de que o projeto vai mudar drasticamente essa região”. Conforme explica, “jovens e adolescentes que não têm ideia do que fazer no futuro, podem começar a empreender ou trabalhar em empresas de fora do país”. “Se ele gosta, por exemplo, de criar jogos, pode ganhar uma remuneração com isso. É uma profissão que ele não sabe onde e como estudar e a universidade muitas vezes tem espaço para isso. Sobram vagas nos cursos de tecnologia e não há interessados”, complementa.</p>
<p>Com a união de forças entre o poder público, a academia e o setor empresarial, o novo ecossistema não visa apenas reter talentos na região, mas transformar o <strong>Médio Alto Uruguai</strong> em um polo exportador de tecnologia. Os próximos passos do grupo incluem o mapeamento das demandas tecnológicas locais e a estruturação do espaço físico que abrigará as primeiras incubadoras, pavimentando o caminho para um futuro mais próspero, inovador e cheio de oportunidades para as próximas gerações.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Podcast “Ecovozes”, do programa de extensão Mão na Mídia da UFSM/FW, retorna em 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/09/podcast-ecovozes-do-projeto-de-extensao-mao-na-midia-da-ufsm-fw-retorna-em-2026</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:58:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[O podcast Ecovozes, vinculado ao programa de extensão Mão na Mídia do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, retomou sua programação neste mês de junho. O primeiro episódio do ano, de número 66, abordou o tema “Descarte sustentável” e foi transmitido no dia 03 de junho. A edição abordou a importância da conscientização ambiental e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O podcast Ecovozes, vinculado ao programa de extensão Mão na Mídia do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, retomou sua programação neste mês de junho. O primeiro episódio do ano, de número 66, abordou o tema “Descarte sustentável” e foi transmitido no dia 03 de junho.</p><p>A edição abordou a importância da conscientização ambiental e da separação correta de resíduos sólidos, relacionando o assunto aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente a ODS 12, que trata sobre consumo e produção responsáveis. Para conversar sobre o tema, o programa recebeu o professor Willian Fernando de Borba, coordenador de projetos da UFSM/FW voltados à sustentabilidade e à destinação adequada de resíduos.</p><p>Os episódios são conduzidos pelos bolsistas Luana Eich e Miguel Lombas, que também participam das demais ações desenvolvidas. As edições inéditas vão ao ar todas as quartas-feiras, às 16h, pela Rádio Comunitária 87.9 FM, e posteriormente ficam disponíveis na plataforma Spotify.</p><h4>Sobre o Mão na Mídia</h4><p>Sob coordenação da professora Cláudia Herte de Moraes, o programa atua na área da educomunicação e cidadania, promovendo ações que aproximam universidade e comunidade por meio da produção de conteúdo, oficinas, pesquisas e atividades educativas. Já o podcast Ecovozes busca ampliar o diálogo sobre sustentabilidade e os ODS da Agenda 2030, trazendo entrevistas com professores, estudantes, pesquisadores e convidados de diferentes áreas.</p><p>Mais informações podem ser acessadas no <a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/maonamidia">site oficial do Mão na Mídia</a> e nas redes sociais.</p><p><em>Instagram</em>: @mao.namidia<br /><em>Spotify</em>: Ecovozes – Mão na Mídia UFSM</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM/FW é uma das pesquisadoras que encontrou superbactéria no Guaíba</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/08/egressa-da-ufsm-fw-e-uma-das-pesquisadoras-que-encontrou-superbacteria-no-guaiba</link>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:01:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[ClimaRes WaSH]]></category>
		<category><![CDATA[guaíba]]></category>
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		<category><![CDATA[poluição de água]]></category>
		<category><![CDATA[PORTO ALEGRE]]></category>
		<category><![CDATA[reisatência antimicrobiana]]></category>
		<category><![CDATA[resistência a antibioóticos]]></category>
		<category><![CDATA[super bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de água]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[URFGS]]></category>

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						<description><![CDATA[Gabriela Anzanello esteve no Campus e comentou sobre a amostra coletada em Porto Alegre, que se mostrou imune a 14 antibióticos e é considerada super perigosa pela OMS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/08_06_gabriela_anzanello_foto_paula_mazzonetto_edit.jpg" alt="Gabriela Anzanello no campus da UFSM/FW | Foto: Paula Mazzonetto" />											<figcaption>Gabriela Anzanello no campus da UFSM/FW | Foto: Paula Mazzonetto</figcaption>
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		<p>Por meio do projeto <strong>ClimaRes WaSH</strong> (CW), do<strong> Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</strong> (<strong>IPH</strong>/<strong>UFRGS</strong>), em maio de 2026, pesquisadores encontraram a superbactéria <em>Acinetobacter baumannii</em> em quatro pontos do Rio Guaíba: nas praias do Lami e de Ipanema, próximo à foz do arroio Dilúvio e próximo à EBAP Menino Deus. Entre os nomes que trabalham no estudo está <strong>Gabriela Anzanello Rodrigues</strong>, egressa do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW).</p>
<p>Em conversa com a UFSM/FW, Gabriela comentou sobre a importância desse achado científico. “<em>A. baumannii</em> é uma espécie de grande relevância clínica, especialmente quando associada a perfis de resistência a antimicrobianos”, destaca. “Encontrar essa bactéria em ambiente aquático natural reforça um alerta sobre a necessidade de ampliar e melhorar o tratamento de efluentes como um todo”, explica.</p>
<p>Atualmente doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental do IPH, a cientista ressalta que a superbactéria foi listada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2024 como uma das mais perigosas do mundo por sua resistência a diferentes tipos de antibióticos. “Trata-se de uma bactéria considerada prioritária pela OMS quando associada à resistência a determinados antimicrobianos”, pontua. “A própria OMS considera <em>Acinetobacter baumannii</em> resistente a carbapenêmicos como um patógeno de prioridade crítica para saúde pública, justamente pela dificuldade de tratamento e pela necessidade de novas estratégias de controle e prevenção”, complementa.</p>
<p>Gabriela também participa do CLIMASANO, um programa de pesquisa focado em resposta de saneamento e saúde em emergências climáticas no Rio Grande do Sul. Com a pesquisa ainda em andamento, a engenheira não adianta os resultados, mas já sinaliza sobre as primeiras impressões. “Os eventos climáticos extremos afetam diretamente as infraestruturas de saneamento. Chuvas intensas, enchentes e alagamentos podem sobrecarregar redes coletoras, estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto”, ressalta.</p>
<p>Ao longo da conversa, Gabriela também comentou sobre a importância das Soluções Baseadas na Natureza (SBN) e como esta e outras “soluções podem ser combinadas para tornar o saneamento mais resiliente frente às mudanças climáticas”. Além disso, evidenciou o valor gerado pelo ensino superior público para o interior do país. “Levar o ensino superior de qualidade e gratuito para o interior do estado é imprescindível. A excelência da UFSM/FW e sua proximidade com o interior do estado faz com que a educação superior seja acessível a grupos que antes não era”, finaliza.</p>
<p><strong>Gabriela Anzanello Rodrigues</strong> é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (IPH/UFRGS). Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental (UFSM) na linha de Tecnologias Aplicadas ao Meio Ambiente (2025). Graduada em Engenharia Ambiental e Sanitária pela UFSM/FW (2022). Desenvolve pesquisas e projetos nas áreas de Soluções baseadas na Natureza e tratamento de água e efluentes, com foco em resistência antimicrobiana, sistemas descentralizados, gestão do saneamento, <em>wetlands construídos</em>, entre outros.</p>
<p><strong>Leia a entrevista na íntegra a seguir</strong>:</p>
<p><strong>UFSM/FW - O que significa encontrar a <em>Acinetobacter baumannii</em> no Guaíba? </strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> É um achado de grande importância ambiental e sanitária. Embora bactérias do gênero <em>Acinetobacter</em> possam ocorrer no ambiente, <em>A. baumannii</em> é uma espécie de grande relevância clínica, especialmente quando associada a perfis de resistência a antimicrobianos. Encontrar essa bactéria em ambiente aquático natural reforça um alerta sobre a necessidade de ampliar e melhorar o tratamento de efluentes como um todo, pois possivelmente a rota de entrada em corpos hídricos desta e de outras bactérias de importância clínica é o esgoto.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Quais perigos estão relacionados a esta bactéria? </strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> A. baumannii é uma bactéria de grande relevância clínica porque pode causar infecções graves, principalmente em ambientes hospitalares e em pacientes mais vulneráveis, como pessoas internadas em UTI e imunocomprometidas, por exemplo. O grande problema é que essa espécie pode apresentar resistência a diversas classes de antimicrobianos, o que torna o tratamento das infecções muito mais difícil. No caso do nosso achado, não queremos gerar alarme para a população, mas sim destacar [a importância] de encontrar uma bactéria desse tipo, com perfil multirresistente, em ambiente aquático natural. A própria OMS considera <em>Acinetobacter baumannii</em> resistente a carbapenêmicos [antibióticos com o maior espectro de ação e potência disponíveis] como um patógeno de prioridade crítica para saúde pública, justamente pela dificuldade de tratamento e pela necessidade de novas estratégias de controle e prevenção.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Há riscos de contaminação para a população, mesmo após o tratamento da água? De que forma as pessoas podem ser contaminadas?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Este estudo não avaliou água tratada da rede pública, e o achado não indica problema de potabilidade, pois a água que chega nas torneiras da população passa por rigoroso processo de tratamento, que inativa as bactérias presentes. Por outro lado, a contaminação dos seres humanos em águas naturais, para diversos patógenos, depende de uma série de fatores. O recomendado é seguir as regras de balneabilidade e evitar o contato com águas naturais as quais não são próprias para banho, evitando principalmente o contato com mucosas e com atenção especial a pessoas imunocomprometidas ou com algum ferimento.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Como foi a descoberta da superbactéria?</strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> A bactéria não era exatamente o “alvo” inicial da nossa pesquisa; ela foi encontrada durante a rotina de laboratório. Uma das frentes incorporadas ao projeto ClimaRes WaSH envolve o estudo de bactérias com resistência a antimicrobianos, que também é tema da minha tese. No projeto, nosso objetivo é monitorar diferentes grupos de bactérias, principalmente aquelas de importância clínica e sanitária, com um foco mais amplo, buscando conhecer a população bacteriana dos 17 pontos de coleta avaliados na capital. Para nossa surpresa, além de diversas outras espécies, encontramos <em>Acinetobacter baumannii</em> em quatro pontos, uma bactéria considerada prioritária pela OMS quando associada à resistência a determinados antimicrobianos.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Qual seu papel nesta descoberta? </strong><br /><br /><strong>Gabriela Anzanello —</strong> No meu doutorado, o foco inicial eram as bactérias com resistência a antimicrobianos, mas em diferentes sistemas de tratamento de esgoto no sul do Brasil. Com a aprovação do ClimaRes WaSH, eu e meu orientador, professor Fernando Magalhães, que coordena também o projeto, pensamos em expandir para entender o comportamento desses microrganismos em nível de bacia hidrográfica, investigando também os ambientes naturais que recebem esgoto tratado. Assim, com a parceria com o ICBS/UFRGS, na figura da professora Ana Paula Guedes Frazzon, minha coorientadora, iniciamos as investigações, com o apoio da bolsista do projeto, Daniela Figueiró. Por se tratar de um projeto amplo e pela rotina de laboratório ser bastante extensa, Daniela e eu trabalhamos juntas nessas análises, desde o preparo para a coleta até os testes de suscetibilidade a antimicrobianos. <br />UFSM/FW — Do que se trata a pesquisa no IPH na qual você é participante?</p>
<p>Gabriela Anzanello — O projeto ClimaRes WaSH, que como comentei é coordenado pelo professor Magalhães, e tem como vice coordenador o professor Salatiel Wohlmuth, também meu coorientador, abrange diferentes frentes relacionadas à água, saneamento e saúde no contexto da resiliência climática. A minha atuação neste projeto e em outros vinculados ao IPH, como o CLIMASANO e o INCT SbN (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções baseadas na Natureza), é monitoramento de diversas Estações de Tratamento de Efluentes (ETE).</p>
<p>Buscamos avaliar como as ETEs com Soluções baseadas na Natureza, como a ETE da CEU, na UFSM/FW, se comparam às ETEs de infraestrutura cinza tradicional, entendendo a dinâmica entre eficiência de tratamento, fatores climáticos e, sobretudo, a presença e remoção de bactérias resistentes a antibióticos e genes de resistência antimicrobiana. Na prática, queremos entender não apenas se uma estação remove matéria orgânica, nitrogênio ou fósforo, mas também como esses sistemas se comportam diante de contaminantes de preocupação emergente, incluindo microrganismos de importância clínica e sanitária.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Do que se trata o projeto ClimaRes WaSH Ações integradoras de Gestão, Governança e Soluções baseadas na Natureza para Água, que você integra?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> O ClimaRes WaSH é um projeto voltado ao fortalecimento da resiliência climática em água, saneamento e saúde. Ele busca integrar pesquisa, inovação, gestão e governança para compreender os riscos associados às mudanças climáticas e propor caminhos mais sustentáveis para o setor de saneamento. O próprio projeto se apresenta como uma iniciativa que une instituições de ensino e pesquisa, agências reguladoras e empresas, aproximando ciência, gestão pública e setor produtivo para apoiar ações de adaptação e mitigação, especialmente no contexto do Rio Grande do Sul e do Brasil.</p>
<p>Trata-se de um projeto bastante amplo e interdisciplinar, que envolve diferentes instituições e pesquisadores. Dentro dele, o Núcleo UFSM/FW tem um papel muito importante, especialmente pela atuação da professora Samara Decezaro e do doutor em Química Bryan Menezes, que contribuem com a experiência em saneamento, tratamento de efluentes e Soluções baseadas na Natureza, agora atuando com mais força em polimento de efluentes, buscando por meio de Processos Oxidativos Avançados atenuar bactérias de importância clínica e ambiental.</p>
<p>Um dos pontos que considero mais interessante do ClimaRes WaSH é justamente a possibilidade de integrar diferentes olhares: engenharia, microbiologia, saúde pública, mudanças climáticas, governança e gestão. O achado da Acinetobacter baumannii entra nesse contexto, porque mostra como os ambientes aquáticos urbanos também precisam ser monitorados quando falamos em saúde, saneamento e clima.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Atualmente, entre outros, você também participa do projeto de pesquisa da CLIMASANO, sobre a Resposta Integrada de Saneamento e Saúde em Emergências Climáticas. É possível adiantar alguma estimativa/pré-conclusão de que maneira os eventos climáticos extremos afetam às infraestruturas de saneamento?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Ainda estamos em fase de avaliação, então é importante ter cuidado ao falar em conclusões definitivas. Mas o que já é muito claro, tanto pela literatura quanto pela realidade observada em eventos recentes, é que os eventos climáticos extremos afetam diretamente as infraestruturas de saneamento. Chuvas intensas, enchentes e alagamentos podem sobrecarregar redes coletoras, estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto.</p>
<p>Esse impacto é ainda maior em sistemas mais antigos ou em locais onde há contribuição de água da chuva na rede de esgoto, como os sistemas de coleta mista. Quando um sistema recebe uma vazão muito maior do que aquela para a qual foi projetado, o tratamento pode perder eficiência, pode haver extravasamento de esgoto, diluição excessiva do efluente e até interrupção operacional. Isso aumenta o risco de lançamento de carga orgânica, nutrientes, microrganismos e contaminantes em corpos hídricos. Nós percebemos isso com muita clareza durante as enchentes de 2024.</p>
<p>Algo interessante é comparar os diferentes tipos de infraestrutura. As infraestruturas cinzas tradicionais são de extrema importância no Brasil, sem dúvidas, mas muitas vezes são mais rígidas e dependem fortemente de bombeamento, energia e controle operacional. Já as Soluções Baseadas na Natureza, como wetlands construídos [sistemas alagados construídos são estações de tratamento ecológicas que simulam ecossistemas de brejos naturais para purificar águas e efluentes], podem oferecer maior capacidade de amortecimento, retenção e adaptação, desde que sejam bem projetadas e bem operadas. Vimos isso nos eventos de 2024, em que algumas ETEs com SbN monitoradas pelo grupo ficaram totalmente submersas, mas logo que o nível da água baixou, voltaram a operar normalmente. Não se trata de dizer que uma substitui completamente a outra, mas sim de entender como essas soluções podem ser combinadas para tornar o saneamento mais resiliente frente às mudanças climáticas.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Quando e onde você começou a pesquisar o tratamento de efluentes e o saneamento? De onde surgiu seu interesse por esse tema?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Quando eu ingressei no curso de Engenharia Ambiental e Sanitária na UFSM/FW, meu foco era claro: usar minha profissão para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Com o passar do tempo e com a participação de projetos como Iniciação Científica, comecei a trabalhar com a professora Samara Decezaro e com o professor Raphael Medeiros, que agora está na UTFPR. Foram estes dois professores que me apresentaram o mundo do saneamento e tomei muito gosto principalmente pelo tratamento de efluentes, que ainda é uma grande lacuna no nosso país. Já faz oito anos que iniciei na pesquisa voltada à otimização de sistemas de tratamento, sobretudo às SbN para Tratamento de Efluentes e desde o mestrado esta abordagem mais ampla, focada nas relações climáticas e temas de preocupação emergente, como a resistência antimicrobiana.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Você se formou em uma universidade interiorizada, a UFSM no campus de Frederico Westphalen. Na sua avaliação, qual a importância dessas instituições no interior do Brasil? De que forma elas contribuem para o desenvolvimento de pesquisas que ajudam a solucionar problemas complexos?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Sempre digo para todos que a UFSM em Frederico Westphalen mudou minha vida. Mesmo vindo da segunda maior cidade do estado, estudar no interior foi uma experiência muito enriquecedora, que abriu muitos horizontes. Levar o ensino superior de qualidade e gratuito para o interior do estado é imprescindível. A excelência da UFSM/FW e sua proximidade com o interior do estado faz com que a educação superior seja acessível a grupos que antes não eram. Por estar inserida no dia a dia da região, a UFSM/FW consegue entender quais são as demandas locais, desenvolvendo pesquisa de ponta para necessidades específicas.</p>
<p><strong>UFSM/FW — Deseja acrescentar algo?</strong></p>
<p><strong>Gabriela Anzanello —</strong> Gostaria de agradecer aos órgãos de fomento, em especial à FAPERGS, ao CNPq e à CAPES, que tornam possível a realização de pesquisas como esta. Também agradeço a todo o time de professores, pesquisadores e bolsistas do ClimaRes WaSH e do NESA, grupo de estudos do qual faço parte no IPH/UFRGS. E deixo o convite para que acompanhem nossas redes sociais: @nesa_ufrgs, @climareswashbrasil e @inctsbn.</p>
<p>Por: Cristina Guerini<br />Foto em destaque: Pixabay/CC</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docente da UFSM/FW participa de solenidade de doação do acervo de Roberto Porto Simões ao CONRERP 4ª Região</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/03/docentes-da-ufsm-fw-participam-de-solenidade-de-doacao-do-acervo-de-roberto-porto-simoes-ao-conrerp-4a-regiao</link>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 17:00:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#relacoespublicas#pesquisaufsm #cnpq #cominter #comenicacaoorganizacional #robertoportosimoes]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Porto Simões]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento marcou a preservação e valorização da memória de um dos principais teóricos das Relações Públicas no Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No dia 2 de junho de 2026, a Escola de Comunicação, Artes e Design da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUCRS) sediou a solenidade de doação do acervo do Prof. Dr. <strong>Roberto Porto Simões</strong> ao Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas da 4ª Região (CONRERP 4ª Região).</p><p>Reconhecido como um dos principais teóricos das Relações Públicas no Brasil, Simões deixa um legado intelectual que continua inspirando pesquisas e reflexões na área. O evento reuniu docentes, pesquisadores, profissionais e representantes de instituições ligadas à Comunicação e às Relações Públicas.</p><p>Entre os presentes estavam docentes vinculados ao grupo de pesquisa do CNPq Comunicação e suas Interfaces com a Cultura e o Poder nas Organizações (COMINTER), uma vez que um dos projetos desenvolvidos pelo grupo tem como foco a obra e as contribuições teóricas de Roberto Porto Simões.</p><p>O projeto de pesquisa "Três décadas depois: o legado e a atualidade do modelo teórico de Relações Públicas de Simões" foi contemplado em edital Universal do CNPq e reúne pesquisadores brasileiros e estrangeiros, interessados em analisar a permanência e a relevância das contribuições do autor para o campo das Relações Públicas contemporâneas.</p><p>Representando a Universidade Federal de Santa Maria, participou da solenidade a professora Andreia Athaydes e, do campus Frederico Westphalen (UFSM/FW), a docente Lana D'Ávila Campanella. Também esteve presente o professor Marcelo Tavares, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), integrante da equipe de pesquisadores do projeto. A Conselheira Conrerp 4, Profa. Dra. Glafira Furtado e a decana da Escola de Comunicação, Artes e Design, Profa. Dra. Rosângela Florczak de Oliveira também estiveram presentes durante a solenidade.</p><p>A doação do acervo representa um importante marco para a preservação da memória e da produção científica das Relações Públicas brasileiras, contribuindo para o fortalecimento da pesquisa, do ensino e da valorização da trajetória de um dos mais importantes pensadores da área.</p><p><em>Texto: Lana D’Ávila Campanella (Conrerp 4° 1843)<br /></em></p>		
										<figure>
										<img width="472" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/03_06_doacao_acervo_puc_foto_lana_campanella-472x1024.jpeg" alt="Registro da entrega do acervo do teórico" />											<figcaption>Registro da entrega do acervo do teórico | Foto do arquivo pessoal de Lana D’Ávila Campanella</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM/FW, Comunicare RP, realiza a entrega de peças da campanha do agasalho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/03/projeto-de-extensao-da-ufsm-fw-comunicare-rp-realiza-a-entrega-de-pecas-da-campanha-do-agasalho</link>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:48:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha do agasalho]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicare RP]]></category>
		<category><![CDATA[doação de roupas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[roupas arrecadadas]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14289</guid>
						<description><![CDATA[No dia 2 de Junho, Mateus Marchioro e Luiza Campos representaram o Comunicare RP no Lar dos Idosos São Vicente de Paulo em Frederico Westphalen, onde ocorreu a entrega de agasalhos arrecadados em campanha feita pelo projeto em parceria com a UFSM/FW dentro da universidade. Os agasalhos foram entregues para Anne Ganzer do setor administrativo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No dia 2 de Junho, Mateus Marchioro e Luiza Campos representaram o Comunicare RP no Lar dos Idosos São Vicente de Paulo em Frederico Westphalen, onde ocorreu a entrega de agasalhos arrecadados em campanha feita pelo projeto em parceria com a UFSM/FW dentro da universidade. Os agasalhos foram entregues para Anne Ganzer do setor administrativo do lar, na presença de outros funcionários e alguns dos idosos moradores do local.</p><p>Entre os dias 14 de maio e 1º de Junho, o projeto recolheu toucas, cachecóis, casacos e outras peças de frio, todas com o objetivo de aquecer quem necessita. Esse tipo de ação é fundamental para pessoas em vulnerabilidade social e financeira, garantindo conforto físico e dignidade, principalmente para pessoas da terceira idade.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="589" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/03_06_campanha_agasalho_foto_comunicare_rp-1024x589.jpeg" alt="Registro da entrega das doações" />											<figcaption>Registro da entrega das doações | Foto: Comunicare RP</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Restaurante Universitário da UFSM/FW e do IFFar/FW recebe cadeira de alimentação infantil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/01/restaurante-universitario-da-ufsm-fw-recebe-cadeira-de-alimentacao-infantil</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:44:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Equipamento busca proporcionar mais conforto e segurança para estudantes com filhos durante as refeições]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Restaurante Universitário (RU) do Campus da Universidade Federal de Santa Maria, em Frederico Westphalen (UFSM/FW) que atende às comunidades universitárias da UFSM e do Instituto Federal Farroupilha, Campus Frederico Westphalen (IFFar/FW), recebeu, no dia 29 de maio, uma cadeira de alimentação infantil entregue pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). A iniciativa faz parte de uma ação desenvolvida pela PRAE para atender estudantes com filhos, contribuindo para a permanência estudantil e para a construção de um ambiente universitário mais acolhedor. As cadeiras foram distribuídas entre os Restaurantes Universitários dos diferentes campi da UFSM.</p>[caption id="attachment_14281" align="alignright" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/Entrega-Cadeira-RU-1-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /> Entrega da cadeira ao RU[/caption]<p>O equipamento pode ser utilizado por crianças a partir de seis meses de idade e com até 23 quilos, proporcionando mais segurança e conforto durante as refeições. Segundo a Pró-Reitoria, a ação busca facilitar o dia a dia de mães e pais estudantes, além de oferecer melhores condições para que possam permanecer na universidade.</p><p>A aquisição das cadeiras integra um conjunto de iniciativas voltadas ao reconhecimento das demandas de estudantes com filhos e ao fortalecimento das políticas de assistência estudantil na UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW 20 anos. Nossa história, seu futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/01/ufsm-fw-20-anos-nossa-historia-seu-futuro</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:02:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário da ufsm/fw]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[nossa história seu futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação social]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM/FW 20 anos]]></category>
		<category><![CDATA[universidade pública]]></category>

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						<description><![CDATA[Instituição dá início às celebrações do seu vigésimo aniversário com programação especial e reafirma seu compromisso com o desenvolvimento regional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em duas décadas, tornamo-nos mais do que um espaço físico dedicado ao ensino, pesquisa e extensão, somos um agente de transformação social. O <strong>Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen</strong> (<strong>UFSM/FW</strong>) completa 20 anos em 2026 com uma trajetória renomada, marcada pela evolução constante. Sob o lema <strong><em>Nossa história, seu futuro</em></strong>, a instituição celebra seu aniversário reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento social, cultural, científico e econômico do Noroeste gaúcho.</p><h2>Evolução</h2><p>Ao longo desse tempo, a UFSM/FW teve o privilégio de acompanhar gerações de estudantes que passaram por suas salas de aula, muitos deles os primeiros de suas famílias a conquistarem um diploma universitário. O desenvolvimento estrutural acompanhou a evolução intelectual da comunidade. Não oferecemos apenas formação acadêmica de excelência, mas também projetos de extensão que nos conectam – e impactam – diretamente à população, consolidando um legado de inclusão e inovação.</p><h2>Tempo</h2><p>Para o Diretor do campus, que está aqui desde que esse sonho começou a tomar forma, professor <strong>Braulio Otomar Caron</strong>, devemos usar a passagem do tempo a nosso favor para evoluir, assim como a <strong>UFSM/FW</strong> fez. “O tempo passa! Trabalhar contra esta verdade é inútil, o que devemos fazer é saber usar o mesmo a nosso favor, para podermos crescer na escala que nos é inerente e, principalmente, como seres humanos”, ressalta.</p>		
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/01_06_infografico_20_anos_arte_valentina_dos_santos_da_silva-1024x576.jpg" alt="Infográfico com dados da ufsm" />											<figcaption>Infográfico com os números atualizados do campus | Arte: Valentina dos Santos da Silva</figcaption>
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		<h2>Futuro</h2><p>Ao longo desses 20 anos, construímos uma história de crescimento humano e profissional com a colaboração de toda a comunidade e ela não se encerra agora. “A UFSM/FW completa 20 anos e assim já construímos uma história em que vários atores fazem parte. Professores, técnicos administrativos, terceirizados e a essência da universidade, os acadêmicos, que por aqui passaram e hoje são profissionais nas mais diferentes áreas do conhecimento. Continuemos a escrever essa história, pois o futuro nos espera!”, complementa o diretor.<br /><br />Ao celebrar duas décadas, olhamos para trás com orgulho e para o futuro com esperança. Somos o coração pulsante da educação pública, de excelência e transformação social e ele está cravado no seio no Noroeste do Rio Grande do Sul.</p><h2>Comemorações</h2><p>Hoje, oficialmente, damos início as celebrações do nosso vigésimo aniversário e todos estão convidados para comemorar. Pensamos em uma programação especial que envolverá as comunidades acadêmicas e da região. Entre as atividades, um dia especial em que receberemos a população em nossa casa para o evento <strong><em>Viva o Campus</em></strong> e a apresentação da <strong><em>Orquestra Sinfônica de Santa Maria</em></strong>. </p>		
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										<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/01_06_memorial_descritivo_selo_20anos_site-1024x572.jpg" alt="Identidade visual comemorativa dos 20 anos da UFSM/FW, concebida para traduzir a solidez de duas décadas de história e o dinamismo de um futuro em constante movimento. | Arte: Sara Spolti Pazuch" />											<figcaption>Identidade visual comemorativa dos 20 anos da UFSM/FW, concebida para traduzir a solidez de duas décadas de história e o dinamismo de um futuro em constante movimento. | Arte comemorativa elaborada por Sara Spolti Pazuch</figcaption>
										</figure>
		<h2>SERVIÇO</h2><p>As comemorações da <strong>UFSM/FW</strong> são abertas para o público em geral, começam em junho e seguem até o dia 23 de outubro de 2026. Para mais informações, acesse nosso site, siga nossas redes e confira a programação.</p><p><strong>Atividades previstas:</strong></p><p><strong>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</strong>: de 08/06 a 01/07/2026</p><p><strong>Sou UFSM/FW, Seja você também</strong>: 10/09/2026</p><p><strong>Concurso literário:</strong> Inscrições de 1º/07 a 30/09/2026. <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/30/concurso-literario-convida-comunidade-academica-a-contar-suas-historias-na-ufsm-frederico-westphalen" target="_blank" rel="noopener">Mais informações aqui</a>.</p><p><strong>Concurso fotográfico</strong> <em>Nossa história, seu futuro: retratos da transformação</em> (em breve edital)</p><p><strong>Viva o Campus</strong>: 18/10/2026</p><p><strong>Concerto com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria</strong>: 23/10/2026 (data a confirmar)</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW firma parceria com o executivo de Rodeio Bonito para produção de documentário</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/28/ufsm-fw-firma-parceria-com-o-executivo-de-rodeio-bonito-para-producao-de-documentario</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:20:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[projeto cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[rodeio bonito]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto cultural da universidade fará filme da memória musical do município ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Parceria firmada entre a <strong>Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen</strong> e a <strong>Prefeitura de Rodeio Bonito</strong> visa produzir um documentário resgatando a memória musical do município. No dia 21 de maio de 2026, o professor <strong>Joel Felipe Guindani</strong>, docente do Departamento de Ciências da Comunicação, e <strong>Fernando Pertuzzatti</strong>, Diretor do Departamento de Cultura da cidade, reuniram-se para parceria que vai documentar e salvaguardar a identidade cultural e a história musical de Rodeio Bonito e seu entorno.  </p>
<p>O encontro ainda contou com a presença da Vice-prefeita, <strong>Marcia Beatriz Vedana</strong>, e da Secretária de Educação, <strong>Ana Alice Pires da Silva</strong>, em sinalização de apoio ao projeto. Na ocasião, Pertuzzatti destacou a relevância do evento musical e cultural que movimenta os talentos artísticos locais e regionais. Segundo explicou, “a preservação da história do Festival da Canção, com certeza é o ponto mais importante na realização desse projeto”. O tradicional festival é um marco que celebra a canção nativista. </p>
[caption id="attachment_14266" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/parceria_rodeio_bonito-1024x683.jpg" alt="Participantes do encontro em registro sobre a parceria" width="1024" height="683" /> Participantes do encontro em registro sobre a parceria[/caption]
<p>Para o professor Guindani, trata-se de uma experiência de aproximação entre os alunos e a comunidade, fortalecendo os laços da universidade com a região. “Este projeto é uma forma de aproximar a UFSM-FW da comunidade de Rodeio Bonito, possibilitando a integração dos nossos alunos com os jovens e demais artistas da cidade que estarão envolvidos conosco nas atividades formativas e de produção do filme”, declarou.  </p>
<p>O documentário deve eternizar cerca de 30 anos de história e memória do cancioneiro rodeiense e, ao final do projeto, estão previstas exibições públicas e gratuitas do material. O projeto é fomentado pelo Edital COREDE 2026 e pela Secretaria de Educação e Cultura de Rodeio Bonito. </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádios da UFSM transmitem o 39º Carijo da Canção Gaúcha em parceria com o Campus de Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/28/radios-da-ufsm-transmitem-o-39o-carijo-da-cancao-gaucha-em-parceria-com-o-campus-de-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:57:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14264</guid>
						<description><![CDATA[As rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM transmitem o 39º Carijo da Canção Gaúcha, em Palmeira das Missões, por meio do programa Ao Sul do Mundo, produzido pela UFSM Frederico Westphalen. A cobertura acompanha a programação do festival entre quinta (28) e sábado (30) a partir das 20h, com mostra musical competitiva, shows, além [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As rádios UniFM 107.9 e Universidade 800 AM transmitem o <strong>39º Carijo da Canção Gaúcha</strong>, em Palmeira das Missões, por meio do programa <strong>Ao Sul do Mundo</strong>, produzido pela UFSM Frederico Westphalen. A cobertura acompanha a programação do festival entre quinta (28) e sábado (30) a partir das 20h, com mostra musical competitiva, shows, além de comentários das canções apresentadas, entrevistas e reportagens.</p><p>A transmissão se estende por tempos diferentes a cada dia: na quinta-feira, segue até o encerramento da mostra competitiva. Já na sexta, além das apresentações e dos shows de abertura e encerramento, a cobertura acompanha o anúncio das músicas classificadas. No sábado, o programa volta ao ar a partir das 20h para transmitir mais uma noite do festival até o resultado final.</p><p>Participam da cobertura os integrantes da UFSM Frederico Westphalen: Mateus Scherer, Lizian dos Santos, Ivan Röhrs, Júlia Negrelo, Ana Giulia Chedid, Larissa da Costa, João Vicente Magalhães e Joel Guindani.</p><p>O Carijo é um dos principais festivais de música nativista do Rio Grande do Sul, reunindo intérpretes, compositores e instrumentistas de diferentes regiões do Estado. O campus da UFSM em Palmeira das Missões integra oficialmente a programação do Carijo da Canção Gaúcha com ações acadêmicas, culturais e de extensão, que podem ser conferidas na <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/23/ufsm-pm-fortalece-presenca-institucional-no-39-carijo-da-cancao-gaucha">notícia</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
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