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				<title>“A aproximação dos grupos de pesquisa da pós-graduação com as comunidade é estratégica”</title>
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				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:45:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Comitê Gestor do PROEXT-PG avalia políticas de incentivo à extensão na pós-graduação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O mês de agosto marca o final do ciclo de dois anos do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG) na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa é um edital financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes) para a extensão universitária a partir da prática de pesquisa, e contemplou dez projetos liderados por programas de pós-graduação em diferentes áreas do conhecimento. Para Cristina Nogueira, Pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, e Tatiana Emanuelli, Coordenadora de Pós-Graduação, representantes do Comitê Gestor do Programa na UFSM, apesar de bem-vindo, o investimento em projetos do tipo ainda é escasso. </p><p> </p><p>As universidades públicas são as líderes na produção de conhecimento e na criação de soluções inovadoras, principalmente por meio da pesquisa realizada na pós-graduação. “A aproximação dos grupos de pesquisa da pós-graduação com as comunidades, a realidade do mundo do trabalho e os setores produtivos é estratégica. Essa sinergia poderá transformar realidades ao aplicar ou transferir os conhecimentos desenvolvidos na pesquisa, gerando um impacto significativamente superior àquele de uma extensão meramente assistencialista, que apenas tenta suprir deficiências ou substituir o papel do Estado”, afirmam Cristina e Tatiana.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/montagem_001-1024x667.jpg" alt="" />													
		<p>Para a Pró-Reitora de Extensão da UFSM e membra do Comitê Gestor, Milena Freire, há uma concepção histórica do fazer pesquisa: “Ela pode, muitas vezes, ser construída dentro dos muros da universidade, uma pesquisa que não se relaciona e não dialoga com o que a sociedade quer, com quais são as grandes questões que nós temos hoje, em termos de demandas da sociedade em todas as áreas”, afirma. Esta não é uma visão equivocada de como se faz pesquisa, mas ignora as possibilidades de construir conhecimento junto às comunidades. “Então, quando temos um investimento de política pública que tenha essa orientação, com fomento, as coisas ficam mais articuladas, temos a possibilidade de valorizar projetos que já tenham essa dimensão”, enfatiza Milena.</p><p> </p><p>No caso dos dez projetos contemplados pela atual edição do Programa, Cristina e Tatiana avaliam que houve uma boa adesão dos PPGs, embora a maioria dos projetos aprovados sejam liderados por grupos com histórico de extensão. “Isso evidencia que, embora haja interesse crescente, muitos PPGs ainda enfrentam desafios estruturais ou culturais para incorporar esse tipo de atuação em suas dinâmicas habituais de pesquisa e do entendimento do papel do envolvimento nas ações de extensão como parte de um processo formativo dos pós-graduandos”, explicam.</p>		
			<h3>Impacto social de programas de financiamento
</h3>		
		<p>Apesar da extensão estar no nome do edital de financiamento, Cristina e Tatiana gostam de enfatizar o impacto social. Por ser um conceito mais amplo, não se restringe apenas a ações nas comunidades, mas pode contemplar o setor produtivo e trabalhista, organizações governamentais e não governamentais e até interferir na criação de políticas públicas. “A pós-graduação pode gerar impactos acadêmico-científicos, econômicos, de saúde e bem estar, políticos, ambientais, sociais e culturais que podem ter abrangência local, regional, nacional ou internacional. Estes impactos podem ser potenciais ou reais e diretos ou indiretos”, detalham. De acordo com Milena, o impacto social não se restringe aos resultados das pesquisas, mas colabora para a formação do estudante e do pesquisador, uma vez que abrange desenvolvimento tecnológico, inovação e formulação de políticas públicas baseadas em evidências.</p>		
							<b>“Eu acho que são dois momentos para pensar essa adesão de projetos e grupos de pesquisa, porque se dá via disponibilidade de recursos, o que é fundamental, e também pela vocação dos coordenadores e das proposições dos projetos. Mas depois podemos pensar como essa adesão se dá, de maneira muito especial, a partir da experiência, da relação e prática com a comunidade, junto aos territórios, numa escuta atenta e sensível de quais são as demandas, e de aprendizagem a partir de outros saberes que não apenas os científicos, clássicos e duros”.
</b>Milena Freire, Pró-Reitora de Extensão da UFSM.
		<p>Cristina e Tatiana avaliam que a aproximação da extensão com a pós-graduação oportuniza a redefinição e refinamento das lacunas científicas. “Torna-os mais alinhados às demandas reais e capazes de gerar respostas de aplicabilidade mais direta. Permite também validar aquilo que foi gerado dentro dos espaços de pesquisa, verificando se os produtos ou processos desenvolvidos se aplicam como originalmente previsto nos estudos”, explicam.</p>		
			<h3>O futuro de investimentos em extensão
</h3>		
		<p>Para Milena, há um futuro promissor para este tipo de investimento, uma vez que o movimento de aproximação da extensão com a pesquisa é recente. “Eu tenho a expectativa daquilo que discutimos a partir dos fóruns de pró-reitores de extensão: a partir de editais como esse, fazemos a avaliação dos resultados junto à CAPES para poder compreender que novas demandas aparecem, quais são os avanços, o que precisamos aprimorar. Mas certamente a extensão está em um novo momento dentro do Ministério da Educação (MEC)”, explica. Cristina e Tatiana afirmam que, por parte da CAPES, não há nenhuma sinalização de novos editais, mas os projetos podem buscar investimentos fora de fontes tradicionais de fomento. “Projetos alinhados ao setor produtivo podem ser financiados diretamente por parceiros privados e indústrias interessadas, enquanto iniciativas de elevado impacto social ou voltadas ao aprimoramento de serviços públicos podem captar recursos por meio de parcerias governamentais e emendas parlamentares”, detalham.</p><p> </p><p>Confira, <a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/producoes-audiovisuais" target="_blank" rel="noopener"><u><b><i>neste link</i></b></u></a>, os vídeos que contam as histórias dos dez projetos.</p><p><b>Expediente:</b></p><p>Reportagem: Samara Wobeto, jornalista voluntária;</p><p>Design: Evandro Bertol, designer.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>‘Não adianta o conhecimento ficar no artigo científico, no capítulo de livro. Ele tem que chegar no produtor e no técnico’</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/08/05/nao-adianta-o-conhecimento-ficar-no-artigo-cientifico-no-capitulo-de-livro-ele-tem-que-chegar-no-produtor-e-no-tecnico</link>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:18:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[solos]]></category>

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						<description><![CDATA[Gustavo Brunetto comenta ações e resultados de projeto da UFSM na Serra Gaúcha
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde 2025, um grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se desloca até a Serra Gaúcha para estudar os solos de vinhedos e pomares de pessegueiros que foram atingidos pelas enchentes de 2024. O projeto, no entanto, não é a única motivação da presença do Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces). O Gepaces já atua há cerca de 20 anos com extensão na região. </p><p> </p><p>Nomeado ‘Diagnóstico da aptidão agrícola das terras e fertilidade do solo em áreas agrícolas atingidas por desastres climáticos’, o projeto é vinculado ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). Com a proximidade do encerramento do ciclo de dois anos dos projetos, o professor e coordenador Gustavo Brunetto comenta as ações e resultados obtidos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Quais foram as ações do projeto realizadas até o momento?</p><p>Gustavo Brunetto: A primeira etapa foi justamente diagnosticar as propriedades atingidas. Nós selecionamos propriedades que trabalham com videira e pessegueiro em alguns municípios da Serra. Nós coletamos amostras de solo nessas áreas, que foram selecionadas com a interação com o setor privado. Houve a participação de algumas cooperativas que produzem fruta e vinho na Serra, a Emater e as secretarias da agricultura também participaram. Então, foram escolhidas aquelas propriedades que mais foram atingidas, que tiveram muita perda de solo, perda de água, perda de nutriente e plantas. Inclusive algumas famílias até tiveram danos maiores. No segundo momento, depois da seleção, nós fomos ao campo e desenvolvemos uma metodologia de amostragem de solo para essas áreas que foram muito afetadas, porque normalmente a amostragem de solo a gente coleta em um cenário que não foi danificado por causa do excesso de chuva. Ali o solo foi movimentado. Foram metros de solo acumulados em alguns locais e em outros a perda de solo foi muito grande. Então, nós, primeiro, desenvolvemos uma metodologia para termos confiabilidade nos resultados e depois nós coletamos essas amostras de solo. Elas foram levadas para o laboratório e nós analisamos os elementos químicos. E, aí, nós conseguimos obter os resultados.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Pode citar os principais resultados?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Esses resultados foram organizados e submetidos à análise estatística e nós chegamos à conclusão de quais elementos foram mais perdidos [no solo], por exemplo, o fósforo e a matéria orgânica. Em vários momentos, esses resultados retornaram para o setor produtivo. Era um acordo que nós tínhamos. Então, por exemplo, em várias palestras, esses resultados foram apresentados para a Emater, para os associados, os produtores e os técnicos vinculados à cooperativa em toda a Serra Gaúcha, e aos estudantes. No ano passado, nós fomos convidados pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul para participar de um evento regional onde demonstramos que nós, da UFSM, fomos a primeira instituição pública a fazer um trabalho nessa área.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A primeira instituição que deu o start depois de todo aquele acontecido foi a UFSM. Por quê? Porque nós já estávamos há 20 anos ali, trabalhando na Serra.&nbsp;</p>
		<p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Nós tínhamos expertise do que fazer, porque nós estamos num programa conceito 7, então o nosso curso é de excelência, o melhor programa de pós-graduação da região Sul. Então, automaticamente, sabendo o que tem que fazer, nós fomos convidados e nós fizemos.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/gepaces_stills_2.2.1-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Vinhedos na Serra Gaúcha.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: O que veio depois do diagnóstico e da análise dos solos degradados?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Numa segunda etapa, e por isso que fomos adquirindo outros recursos [de um edital da FAPERGS], para impulsionar esse trabalho, nós coletamos os solos dessas áreas com diferentes níveis de degradação. Esse solo veio para Santa Maria e agora nós estamos fazendo cultivos em casas de vegetação para verificar, por exemplo, se as estratégias que acreditamos que podem ser utilizadas para recuperar o solo funcionam. Por exemplo, a aplicação de resíduos orgânicos, ou seja, materiais derivados de animais, que têm carbono. Carbono no solo forma matéria orgânica. Estamos verificando se esses materiais podem ajudar a aumentar o teor de matéria orgânica no solo, mas também se o uso de plantas de cobertura é uma estratégia para aumentar o teor de carbono. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Nós estamos criando um cenário em condição controlada, com solos em diferentes níveis de degradação, testando o que nós podemos fazer, com estratégias agronomicamente já aceitas e conhecidas, para ajudar a recuperar esse solo. Isso é um screen inicial, um estudo inicial que a gente sempre faz em casa de vegetação, porque o solo foge de um padrão normal.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Estes resultados [de análises] são feitos em parceria com o Programa de Pós-graduação em Agrobiologia e com o Programa de Pós-graduação em Química, que participam da proposta. A ideia é levarmos esse resultado para os técnicos e produtores, que é um dos objetivos dentro dessa ideia da extensão. E se nós captarmos mais recursos, a outra ação que vamos fazer é instalar campo, ensaios, áreas demonstrativas com produtores nas áreas que tiveram a perda de solo, para verificar se realmente aquilo que aparece como melhores estratégias para recuperar o solo em ambiente controlado aqui na UFSM, em casa de vegetação, se elas podem ser reproduzidas no campo.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Qual é a importância de entender o nível de carbono no solo?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Nós aproveitamos o monitoramento das áreas degradadas e ampliamos, estamos monitorando outras áreas que tiveram índices menores de degradação de perda de solo. Estamos avaliando o estoque de carbono, ou seja, a concentração de carbono que tem no solo, a quantidade acumulada de carbono e tentando explicar quais são as práticas que já são feitas pelo produtor que mais promovem o acúmulo. O carbono é uma possibilidade de agregar o solo para se estruturar melhor. E isso ajuda na infiltração de água. No período que chover mais, se tu tem um solo que tem a capacidade de infiltrar mais água, menos água vai ser escoada, menos nutriente vai ser perdido e menos solo vai ser perdido.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Nós estamos fazendo, talvez, o maior diagnóstico na Serra Gaúcha já feito até hoje.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ele é feito há mais de um ano, isso é importante destacar. Há mais de um ano nós estamos verificando se, por exemplo, o uso de planta de cobertura aumenta o teor de carbono em uma área que nunca teve planta de cobertura para proteger o solo entre vinhedos ou frutíferas. Se a planta de cobertura mostrar que tem essa potencialidade, nós vamos poder ter garantia de dizer: ‘Olha, se o produtor utilizar plantas de cobertura durante vários anos, ele vai ter uma porta de carbono no solo e automaticamente você vai ter um solo que tem condição de infiltrar mais água e perder menos’. Por outro lado, se o produtor nunca utilizar plantas de cobertura, ele vai ter menos carbono e se acontecerem chuvas intensas, maiores serão as perdas.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Qual é a importância disso para o produtor?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Hoje, certamente, o nosso grupo de pesquisa é um dos que tem contribuído muito para gerar conhecimento nessas áreas de agricultura familiar que dependem da fruticultura. Nós estamos falando de uma das regiões que mais produz frutas no Brasil e que mais produz hortaliças no Rio Grande do Sul. Então nós estamos falando de produção de alimentos. É alimento no prato, não é alimento que às vezes é destinado ao mercado externo, não, isso aqui é circulação de dinheiro interno. Então, ajudando essas propriedades, nós estamos ajudando toda a população, seja regional, estadual, também municipal e nacional, porque estamos falando de alimentos que são consumidos diariamente, no café da manhã, almoço e janta. E destaco que sempre foi um trabalho em colaboração, com as cooperativas, associação de produtores, empresa de extensão privada e pública. A gente sempre divulga, porque não adianta gerar o conhecimento se você não faz essa divulgação. Então a gente tem essa preocupação, levando a marca da Universidade para fora dos muros, para a sociedade entender que é importante ter pesquisa. E ela tem uma aplicabilidade, soluciona o problema deles, da sociedade, bota dinheiro no bolso dos produtores, que isso aí também é importante.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/gepaces_stills_agosto_2.40.3-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Professor Gustavo Brunetto, coordenador do projeto.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: De onde vem a preocupação de vocês para que o conhecimento produzido pela pesquisa chegue aos produtores e demais públicos que podem se beneficiar dele? </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Essa preocupação surgiu por causa da minha história, porque eu sou filho de pequeno produtor. Eu sempre trabalhei com fruticultura, agricultura. E eu observava que, quando meu pai trabalhava, nós tínhamos deficiência ou necessidade de mais conhecimento técnico. Mas aí tem algumas coisas que são fundamentais.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Primeiro é ter conhecimento técnico. Quem gera o conhecimento é o pesquisador. Por isso que hoje eu sou o pesquisador. Segundo, não adianta o conhecimento ficar no artigo científico, no capítulo de livro. Ele tem que chegar no produtor e no técnico.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Por isso que nós temos a preocupação de fazer extensão. Por isso que nós também aprovamos esse projeto, porque a gente tem histórico de fazer extensão. Nós não começamos a fazer extensão por causa do projeto por causa do edital. Já são mais de 20 anos fazendo isso. Geramos o resultado e levamos para o produtor por diferentes canais: dia de campo, palestra, workshop, nivelamento técnico dos técnicos. E eu vou te dizer que as pessoas que participam de todas essas ações recebem muito bem tudo o que a gente fala. Por quê? Primeiro, porque elas sentem que a universidade, os professores e os alunos estão engajados e preocupados em solucionar problemas reais, que são do dia a dia, que geram dificuldade econômica para o produtor. Segundo, eles verificam que aquilo que nós estamos propondo melhora o solo dele, produz mais e ele ganha dinheiro. Porque também não adianta melhorar e ele não ganhar dinheiro, aí a gente não convence ele. E a preocupação, além de tudo isso, é formar pessoas de qualidade. Temos uma preocupação muito grande de formar bons alunos de iniciação científica, excelentes mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos. E para a pessoa também estar bem formada ela precisa conhecer a realidade. Então esse projeto também é uma oportunidade do aluno estar em contato com a realidade e entender que aquilo que ele está estudando é importante. Isso motiva o aluno. Ele não pode ficar só dentro da universidade, ele tem que ter oportunidades de frequentar outros ambientes. Conversar com o produtor, conversar com o técnico, voltar para dentro da universidade, repensar se aquilo que ele está fazendo como pesquisa é adequado, se precisa algum ajuste. Isso aí é fundamental para a formação do bom profissional.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Durante toda a execução do projeto foi possível perceber a preocupação de vocês com a comunicação científica e com a divulgação científica. Qual é a importância dessas ações em conjunto com a pesquisa e a extensão?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Todos os conhecimentos e os resultados que nós geramos tentamos publicar em boas revistas nacionais e internacionais. Por quê? Porque estamos em um programa de pós-graduação e é necessário mostrar pra comunidade científica que estamos publicando. Além disso, nós sempre publicamos os resultados em livros e capítulos de livros. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Somado a isso, nós temos publicado informes e comunicados técnicos, que são materiais com uma linguagem mais simples, para o técnico e produtor. Temos várias cartilhas da amostragem de solo, amostragem de tecido, tudo nesse contexto para avaliar se o solo foi mais ou menos degradado, o que que precisa ser feito. E também, o nosso grupo Gepaces tá online, né? Nós estamos agora esperando para lançar um site, que vai ser também um local para alimentar com material técnico gerado pelo nosso grupo e os parceiros. É uma quantidade enorme, por quê? Como o nosso grupo tem um respeito muito grande fora da Universidade Federal de Santa Maria, frequentemente somos contatados para fornecer esses capítulos de livros, livros, resumos, ir nos eventos. Então, nós vamos colocar todos esses materiais de 20 anos de pesquisa, que é uma quantidade enorme, dentro do site. E gratuitamente para o produtor e o técnico poderem acessar. E para fechar isso, é um outro movimento que nós fizemos sempre uma vez por ano, eu também ministro uma disciplina no curso de EAD do Técnico em Fruticultura, no Politécnico. São pessoas que já trabalham e que buscam o EAD em fruticultura para se especializar no tema adubação e nutrição de frutíferas. Às vezes, em um semestre, você tem 60 alunos que já estão no campo, eles recebem esse conhecimento e já estão utilizando. Também ministro aulas aqui no Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo e no Programa de Vitivinicultura e Enologia, que a gente compartilha essas informações. Então, verifica que nós temos canais que, às vezes, são materiais impressos e ou via e-book, material digital. Às vezes, são contatos face com face, que a gente conversa com os interessados. Também utilizamos outros canais de mídias, por exemplo, o Instagram do nosso do grupo tem mais de 5 mil  seguidores, é muito ativo. E além disso, os canais clássicos, muita entrevista em rádio e televisão, isso é frequente. Então a gente tenta ter essa amplitude de estratégias de divulgação.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Você comentou um pouco sobre a sua relação com a pesquisa e com a preocupação de converter o conhecimento produzido para os produtores. Qual é a tua percepção pessoal como professor, como pesquisador, como filho de pequenos agricultores, com os resultados alcançados no projeto e, consequentemente, a diferença que vocês conseguem fazer na vida desses produtores?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Primeiro: os resultados obtidos são de qualidade, porque a gente tem um rigor metodológico no campo e no laboratório muito grandes. Então todos os resultados são confiáveis, seguindo metodologias. Isso é importante. Além disso, os resultados estão chegando ao usuário. Isso também é fundamental. Chegar pelas nossas ações, mas também pelas ações dos parceiros, cooperativas, que têm nos ajudado muito a mobilizar os produtores e mesmo os colegas da extensão, do privado, do público, que mobilizam, chamam. Então às vezes você tem um evento que tem 60, 100, 150 pessoas mobilizadas, e a gente vai lá e divulga as informações. E somado a tudo isso é muito gratificante escutar os relatos dos produtores. Eles sentem que alguém está preocupado com ele. E no nosso caso aqui, nós estamos preocupados, os pesquisadores e os alunos. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">O produtor agradece o fato de os resultados melhorarem e fazerem com que ele permaneça na sua propriedade.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Se você não tem o mínimo de apoio científico, o camarada às vezes começa a se desanimar, começa a diminuir a sua lucratividade e ele sai da atividade agrícola, o que não é o nosso desejo. Então, os relatos são muito positivos, seja lá na casa do produtor, seja nos eventos que nós temos feito.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Por último, professor, queria saber se tem algo que não te perguntei mas que acha importante acrescentar?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Conseguimos fazer o projeto em virtude da colaboração público-privada. Eu sou um defensor árduo disso, que a Universidade tem que conversar com o setor da extensão, com o setor da inovação, com o setor público fora outras instituições públicas, mas também com o setor privado. Então esse projeto deu certo porque tivemos o apoio de várias instituições e dentro de cada instituição pública e privada. Nós temos bons parceiros que também se esforçaram e destaco também o engajamento dos alunos. Porque se não fosse o engajamento dos alunos, não teria como fazer e termos sucesso. Alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado vestiram a camisa e fizeram com maestria aquilo que a gente tinha proposto no projeto. Por isso que eles também estão contentes com os resultados e com os feedbacks.</p><p><b><i>Expediente:</i></b></p><p><b>Entrevista: </b>Samara Wobeto, jornalista volunt´ária</p><p><b>Edição: </b>Luciane Treulieb, jornalista</p><p><b>Imagens: </b>Marcos Oliveira</p>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>1/2026 - Edital de ingresso para o Programa GradPG-CC – Fluxo contínuo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcc/editais/001-2026</link>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:55:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Capes]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>O Programa de Graduação Integrada à Pós-Graduação em Ciência da Computação (GradPG-CC) visa integrar e facilitar o acesso dos(as) discentes dos cursos de Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia de Computação, Redes de Computadores, Sistemas para Internet, Engenharia Elétrica, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Civil, Engenharia Acústica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Estatística, Matemática ou Nanotecnologia e Inovação Computacional da Universidade Federal de Santa Maria ao mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFSM (PPGCC).</p>
<p>Nesse Programa, os(as) discentes poderão cursar disciplinas do PPGCC e, caso o colegiado do respectivo curso de graduação tenha aprovado a equivalência curricular nos termos da Resolução UFSM nº 185/2024, poderão utilizá-las para dispensar disciplinas eletivas e complementares da graduação, cumprindo simultaneamente requisitos para a conclusão da graduação e do mestrado.</p>
<p>Para ingressar no programa, é necessário ter participado de projetos de Iniciação Científica (IC) ou Tecnológica (IT) na UFSM por no mínimo 12 meses, ter cumprido pelo menos 50% (cinquenta por cento) da carga horária ou créditos obrigatórios do curso de graduação e apresentar alto desempenho acadêmico tendo média geral acumulada (MGA) superior a 7,0.</p>
<p>Para inscrição, os alunos deverão reunir a documentação que consta no Edital e criar processo eletrônico do tipo “Processo de inscrição e matrícula no programa GradPG (134.111)” e anexar todos os documentos solicitados nos itens III, IV e V.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Programa de Graduação Integrada à Pós-Graduação em Ciência da Computação (GradPG-CC) visa integrar e facilitar o acesso dos(as) discentes dos cursos de Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia de Computação, Redes de Computadores, Sistemas para Internet, Engenharia Elétrica, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Civil, Engenharia Acústica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Estatística, Matemática ou Nanotecnologia e Inovação Computacional da Universidade Federal de Santa Maria ao mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFSM (PPGCC).</p>
<p>Nesse Programa, os(as) discentes poderão cursar disciplinas do PPGCC e, caso o colegiado do respectivo curso de graduação tenha aprovado a equivalência curricular nos termos da Resolução UFSM nº 185/2024, poderão utilizá-las para dispensar disciplinas eletivas e complementares da graduação, cumprindo simultaneamente requisitos para a conclusão da graduação e do mestrado.</p>
<p>Para ingressar no programa, é necessário ter participado de projetos de Iniciação Científica (IC) ou Tecnológica (IT) na UFSM por no mínimo 12 meses, ter cumprido pelo menos 50% (cinquenta por cento) da carga horária ou créditos obrigatórios do curso de graduação e apresentar alto desempenho acadêmico tendo média geral acumulada (MGA) superior a 7,0.</p>
<p>Para inscrição, os alunos deverão reunir a documentação que consta no Edital e criar processo eletrônico do tipo “Processo de inscrição e matrícula no programa GradPG (134.111)” e anexar todos os documentos solicitados nos itens III, IV e V.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenador do PPG Educação em Ciências/UFSM participa do evento comemorativo dos 25 anos da Área de Ensino da CAPES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgeec/2026/06/09/coordenador-do-ppg-educacao-em-ciencias-ufsm-participa-do-evento-comemorativo-dos-25-anos-da-area-de-ensino-da-capes</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 20:24:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[educacao em ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>

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						<description><![CDATA[Nos dias 9 e 10 de março de 2026, o Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências (PPGECi) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) esteve representado em um marco histórico para a pesquisa educacional do país. O atual coordenador do programa em Santa Maria, professor Dr. Daniel Morim Ocampo, viajou a Brasília para participar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-1839 size-medium alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/565/2026/06/ensino25anos_mar26-300x133.jpg" alt="" width="300" height="133" /></p>
<p data-path-to-node="3">Nos dias 9 e 10 de março de 2026, o Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências (PPGECi) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) esteve representado em um marco histórico para a pesquisa educacional do país. O atual coordenador do programa em Santa Maria, professor Dr. Daniel Morim Ocampo, viajou a Brasília para participar do evento comemorativo do jubileu de prata (25 anos) da Área de Ensino da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).</p>
<p data-path-to-node="4">O encontro reuniu colegas de todo o país e representantes de diversas sociedades científicas para debater a evolução e o impacto da formação de professores e da educação científica no Brasil ao longo das últimas duas décadas e meia. Durante o evento, foi feito um resgate da trajetória da área, que surgiu originalmente no ano 2000 como "Àrea 46: Ensino de Ciências e Matemática", consolidando-se e expandindo-se até os dias de hoje.</p>
<p data-path-to-node="5">A programação foi marcada por momentos de reconhecimento, homenageando as coordenadoras e coordenadores que contribuíram para a construção e o fortalecimento do ensino e da pesquisa no Brasil. Além das celebrações, o evento teve um forte caráter estratégico e de planejamento: abriu-se um importante espaço para discussões aprofundadas sobre os indicadores da avaliação quadrienal e os desafios futuros que a área enfrentará.</p>
<p data-path-to-node="7">A participação ativa do PPG Educação em Ciências nas festividades da CAPES reforça o compromisso institucional com a qualidade da pós-graduação. Ao integrar esses debates em Brasília, o PPGECi assegura que suas pesquisas e práticas continuem alinhadas às diretrizes nacionais, fortalecendo sua missão de enfrentar os desafios contemporâneos do ensino de ciências no Brasil e manter a excelência na formação de pesquisadoras e presquisadores.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Avaliação Quadrienal da Capes: UFSM mantém excelência da pós-graduação e amplia número de programas consolidados</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/28/avaliacao-quadrienal-da-capes-ufsm-mantem-excelencia-da-pos-graduacao-e-amplia-numero-de-programas-consolidados</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:08:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[AVALIAÇÃO QUADRIENAL]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73015</guid>
						<description><![CDATA[Universidade alcança 42 programas com conceito 5 ou superior e mantém destaque nacional em pesquisa, inovação e formação acadêmica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A UFSM reafirmou a qualidade de sua pós-graduação na Avaliação Quadrienal 2021-2024 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O resultado final, divulgado após o período de reconsideração, confirmou cinco Programas de Pós-Graduação (PPGs) com conceito 7 – nota máxima da avaliação –, 10 programas com conceito 6 e 27 programas com conceito 5.</p><p><b>Os programas com conceito 7 são:</b></p><p>• Ciência do Solo;</p><p>• Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica;</p><p>• Engenharia Elétrica;</p><p>• Medicina Veterinária;</p><p>• Química.</p>		
													<img width="1024" height="649" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Informacoes-Interior-Materia-Avaliacao-Capes-1024x649.jpg" alt="" />													
		<p>Além disso, um dos pedidos de reconsideração apresentados pela universidade resultou na elevação da nota do Programa de Pós-Graduação em Agronomia – Agricultura e Ambiente, que passou de conceito 4 para 5. Nenhum programa da universidade teve redução de nota em relação ao <a href="https://www.ufsm.br/2026/01/14/ufsm-tem-70-dos-programas-de-pos-graduacao-consolidados-e-dobra-o-numero-de-cursos-de-excelencia" target="_blank" rel="noopener">resultado preliminar</a> divulgado anteriormente.</p><h3><strong>Destaques específicos do período 2021-2024</strong></h3><p>• <b>Mestrado Profissional em Ensino de Geografia em Rede Nacional </b><b>(</b><b>Prof</b><b>G</b><b>eo</b><b>)</b><b> –</b> O programa coordenado pela UFSM recebeu conceito 4 em sua primeira avaliação pela Capes;</p><p>• <b>PPG em Matemática –</b> Após permanecer com conceito 3 em três ciclos avaliativos, o programa elevou sua nota para 4 após um processo de reestruturação acadêmica;</p><p>• <b>PPG em Engenharia Civil e Ambiental –</b> Resultado da fusão entre os programas de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental, alcançou conceito 6 e passou a integrar o grupo de programas de excelência da UFSM;</p><p>• <b>PPG em Agronomia – Agricultura e Ambiente –</b> Único programa da UFSM a ter alteração após o período de reconsideração, elevando sua nota de 4 para 5 no resultado final da avaliação;</p><p>• <b>PPG em Agronegócios –</b> Tornou-se o primeiro programa consolidado do campus de Palmeira das Missões, ao alcançar conceito 5;</p><p>• <b>PPG em Educação Profissional e Tecnológica –</b> Primeiro programa consolidado do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism), com conceito 5;</p><p>• <b>PPG em Ciências Odontológicas –</b> Tornou-se o primeiro programa de excelência do Centro (CCS), ao alcançar conceito 6;</p><p>• <strong>PPGs em Comunicação e em Filosofia</strong> – Primeiros programas de excelência do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), ambos com conceito 6;</p><p>• <b>PPG em Agricultura de Precisão –</b> Primeiro programa consolidado do Colégio Politécnico, com conceito 5.</p><p>No total, a UFSM possui 62 cursos avaliados pela Capes. Destes, 59 receberam conceito na avaliação quadrienal de 2025; os outros três ainda não foram avaliados por serem programas mais recentes. Considerando apenas os cursos avaliados, 71,2% são classificados como consolidados, com conceito 5 ou superior. Já os programas de excelência – conceitos 6 e 7 – representam 25,4% do total avaliado. O resultado reflete a consolidação da pesquisa na UFSM, com impacto científico e social em diferentes áreas do conhecimento.</p><p>Na avaliação da professora Tatiana Emanuelli, pró-reitora adjunta de Pós-Graduação e Pesquisa e coordenadora de Pós-Graduação, esse desempenho é fruto de um esforço coletivo que envolve estudantes, docentes e técnico-administrativos, somado a um planejamento institucional articulado entre diferentes setores da universidade. A atuação integrada da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa com outras pró-reitorias permitiu o desenvolvimento de estratégias voltadas ao fortalecimento da pós-graduação em sintonia com os critérios da Capes.</p><p>Entre as principais ações implementadas no período 2021-2024, destacam-se a retomada do Seminário Institucional de Avaliação e Planejamento Estratégico da Pós-Graduação; o lançamento de um edital de fortalecimento da pós-graduação, com investimento de R$ 3,5 milhões em recursos próprios para estimular novos docentes, fusões de programas e expansão para campi fora da sede; o incentivo à extensão por meio do programa Proext-PG – UFSM Além do Arco; e a institucionalização da internacionalização, com ampliação de acordos de cotutela, aumento de estudantes estrangeiros e criação de uma chamada específica com vagas suplementares para esse público. Também foi fundamental a organização de um processo de revisão qualificada dos relatórios por consultores <i>ad hoc</i>.</p><h3><b>Sobre a avaliação</b></h3><p>Realizada a cada quatro anos, a Avaliação Quadrienal da Capes é um processo de análise que certifica a qualidade dos programas de pós-graduação <i>stricto sensu</i> (mestrado e doutorado) no Brasil. Seu objetivo é verificar se estão cumprindo padrões acadêmicos e científicos exigidos nacionalmente, além de orientar políticas públicas para o desenvolvimento da pesquisa e da formação de alto nível no país.</p><p>Na prática, a Capes reúne e examina informações enviadas pelos próprios programas de pós-graduação – o que inclui produções como artigos publicados em revistas, livros, capítulos e trabalhos apresentados em eventos acadêmicos. O parecer leva em consideração qualidade e quantidade de dissertações e teses; formação e atuação do corpo docente; estrutura curricular; impacto social das pesquisas desenvolvidas; capacidade de inovação; internacionalização; e planejamento estratégico para crescimento e consolidação.</p><p>Ao final do processo, cada programa recebe uma nota que varia de 1 a 7. Programas com nota 3 atendem ao padrão mínimo de qualidade exigido para funcionamento; notas 4 e 5 indicam bom desempenho e consolidação em nível nacional; notas 6 e 7 são atribuídas a programas considerados de excelência, com forte reconhecimento e impacto internacional. Já programas com notas abaixo de 3 podem sofrer sanções, perder reconhecimento ou passar por reestruturações.</p><p>O resultado da avaliação influencia diretamente a distribuição de bolsas de estudo, financiamentos para pesquisa, abertura de novas vagas, expansão de cursos e reputação institucional. Em universidades públicas como a UFSM, um bom desempenho na avaliação pode ampliar investimentos, fortalecer grupos de pesquisa e aumentar a competitividade acadêmica da instituição.</p><h3><b>Um futuro promissor para a pesquisa na UFSM</b></h3><p>Apesar dos avanços expressivos, a UFSM ainda enxerga caminhos importantes para crescer. Dos programas de pós-graduação, apenas 39 oferecem doutorado. Doze programas contam somente com mestrado, embora já tenham avaliação suficiente para propor cursos de doutorado – um passo estratégico para ampliar a capacidade formativa da instituição.</p><p>A meta da universidade é seguir avançando rumo à excelência, fortalecendo programas jovens, ampliando cursos de doutorado e consolidando cada vez mais sua posição de protagonismo na pós-graduação brasileira. A avaliação quadrienal, nesse sentido, não apenas reconhece conquistas já obtidas, mas também aponta o potencial de crescimento de uma universidade pública que segue investindo em ciência, inovação e impacto social.</p><p><i>Texto: Camille Moraes, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</i></p><p><i>Foto e artes gráficas: Daniel Michelon De Carli</i></p><p><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Processo Seletivo para Pós-Graduação com ingresso no 2º semestre de 2026.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcc/2026/05/27/processo-seletivo-para-pos-graduacao-com-ingresso-no-2o-semestre-de-2026</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:28:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Processo seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcc/?p=3893</guid>
						<description><![CDATA[Aproveite esta oportunidade para dar um salto na sua carreira acadêmica! As Coordenações dos Programas de Pós-Graduação e a Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PRPGP) anunciam a abertura da 2ª janela do Edital PRPGP/UFSM N. 030/2025 para o processo seletivo de Pós-graduação, em nível de Doutorado, Mestrado e Especialização, com ingresso no 2º semestre letivo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Aproveite esta oportunidade para dar um salto na sua carreira acadêmica!</p>
<p>As Coordenações dos Programas de Pós-Graduação e a Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PRPGP) anunciam a abertura da 2ª janela do Edital PRPGP/UFSM N. 030/2025 para o processo seletivo de Pós-graduação, em nível de Doutorado, Mestrado e Especialização, com ingresso no 2º semestre letivo de 2026.<br /><br /><img class="emoji" role="img" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/svg/1f4c5.svg" alt="📅" /> <strong data-start="709" data-end="735">Período de inscrições:</strong> de 14 de maio  a 8 de junho de 2026.<br data-start="772" data-end="775" /><img class="emoji" role="img" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/svg/1f4da.svg" alt="📚" /> <strong data-start="778" data-end="808">Início previsto das aulas:</strong> agosto de 2026.</p>
<p>O PPGCC está ofertando 35 vagas para curso de Mestrado em Ciência da Computação.</p>
<p class="" data-start="975" data-end="1009"><img class="emoji" role="img" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/svg/1f4c4.svg" alt="📄" /> Documentos e links importantes:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025">Página do Edital Geral PRPGP/UFSM N° 030/2025</a> (contendo o Edital Geral e os Editais Específicos, além de link para inscrição);</li>
<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2025/08/MEST_CIECOMPUT_030_2025.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital Específico – Mestrado em Ciência da Computação</a>;<br />
<ul>
<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2025/09/Vagas-e-cronograma-2-Janela-Edital-030-2025-PPGCC.pdf">2ª janela - Vagas e cronograma – Mestrado em Ciência da Computação</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Não perca a chance de aprimorar seus conhecimentos em um ambiente acadêmico reconhecido e qualificado. As inscrições deverão ser realizadas através do Sistema Online de Inscrição, e os Editais Específicos de cada Curso de Pós-graduação estão publicados na página oficial do edital, separados por nível de curso, Doutorado, Mestrado e Especialização.<br /><br /><img class="emoji" role="img" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/svg/1f4ec.svg" alt="📬" /> Em caso de dúvidas sobre o Edital Geral, entre em contato com a Coordenadoria de Pós-Graduação (CPG) da PRPGP pelo e-mail: <strong data-start="1824" data-end="1847"><a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1826" data-end="1845">editais.cpg@ufsm.br</a></strong>.<br data-start="1848" data-end="1851" /><img class="emoji" role="img" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/svg/1f4e7.svg" alt="📧" /> Para informações específicas sobre o PPGCC, escreva para: <strong data-start="1912" data-end="1929"><a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1914" data-end="1927">ppgcc@ufsm.br</a></strong>.</p>
<p>Venha fazer parte da comunidade acadêmica da UFSM!</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFSM foi eleita no Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da Andifes como representante da região Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/2026/04/23/pro-reitora-de-pos-graduacao-e-pesquisa-da-ufsm-foi-eleita-no-colegio-de-pro-reitores-de-pesquisa-pos-graduacao-e-inovacao-da-andifes-como-representante-da-regiao-sul</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:18:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias & Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[COPROPI]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/?p=21774</guid>
						<description><![CDATA[Entre os dias 16 e 17 de abril de 2026, foi realizada, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em Brasília (DF), a reunião Conjunta do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior (COPROPI) e do segmento das federais do Fórum de Pró-Reitores [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:columns {"verticalAlignment":"center"} -->
<div class="wp-block-columns are-vertically-aligned-center"><!-- wp:column {"verticalAlignment":"center"} -->
<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center"><!-- wp:image {"id":21779,"width":"848px","height":"auto","aspectRatio":"1.3333510950071934","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1776544817987-1-1024x768.jpg" alt="Fotografia com dois homens e três mulheres, lado a lado, sorrindo, presentes Silvana Zucolotto (UFRN), presidenta do colegiado e representante da região Nordeste, Ronney Arismel Mancebo Boloy (CEFET/RJ), pela região Sudeste, Kênia Ferreira Rodrigues (UFNT), pela região Norte e Cristina Wayne (UFSM) pela região sul. Em um auditório, com fundo de madeira, e logo da CAPES." class="wp-image-21779" style="aspect-ratio:1.3333510950071934;width:848px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">Nova Diretoria do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Entre os dias 16 e 17 de abril de 2026, foi realizada, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em Brasília (DF), a reunião Conjunta do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior (COPROPI) e do segmento das federais do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (FOPROP). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encontro reuniu representantes de universidades federais e de instituições vinculadas ao sistema nacional de ciência e pós-graduação. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi representada pela Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, professora Cristina Wayne Nogueira e Pró-Reitora Substituta,  </span><span style="font-weight: 400">Prof.ª Tatiana Emanuelli</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a programação, foram discutidas perspectivas para o ano de 2026 no campo da ciência, tecnologia e inovação, com destaque para pautas relacionadas ao financiamento da pós-graduação, à avaliação dos programas, à articulação entre universidades e agências de fomento e ao fortalecimento das políticas nacionais voltadas à pesquisa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os participantes da agenda estiveram representantes do CNPq e da CAPES, que apresentaram diretrizes institucionais, perspectivas de atuação e temas centrais para o próximo período, contribuindo para o alinhamento entre as instituições federais e os órgãos responsáveis pela formulação e execução das políticas públicas do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A reunião também marcou a definição da nova gestão do COPROPI/ANDIFES para 2026. Na ocasião, a professora Cristina Wayne Nogueira (UFSM) foi eleita representante da região Sul no colegiado, ampliando a inserção da UFSM nos espaços nacionais de debate e formulação de políticas acadêmicas. </span></p>
<p> </p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Laura Gassen</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Victor Cesar Rodrigues Carvalho</span></i></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":21783,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1776544866379-edited-1.jpg" alt="Fotografia com os representantes das universidades e instituições públicas. Em um auditório, com fundo de madeira, e logo da CAPES." class="wp-image-21783" /><figcaption class="wp-element-caption">Representantes das universidades e instituições públicas</figcaption></figure>
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<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":21782,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/345/2026/04/1776544618613-edited-1.jpg" alt="Plenária com apresentação da professora Rossana Valéria de Souza e Silva sobre internacionalização da pós-graduação brasileira, compondo a mesa de autoridades as professoras Cristina Wayne Nogueira e Kelly Castro. Em um auditório, com fundo de madeira, e logo da CAPES." class="wp-image-21782" /><figcaption class="wp-element-caption">Plenária com apresentação sobre internacionalização da pós-graduação brasileira</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGSC/UFSM publica edital para seleção de bolsistas de mestrado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgsc/2026/03/16/ppgsc-ufsm-publica-edital-para-selecao-de-bolsistas-de-mestrado</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 16:44:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[PPGSC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgsc/?p=437</guid>
						<description><![CDATA[Inscrições para bolsas de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFSM ocorrem de 16 a 18 de março de 2026.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Maria (PPGSC/UFSM) publicou o <strong>Edital nº 01/2026</strong>, que abre inscrições para a seleção de estudantes bolsistas do curso de Mestrado.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As bolsas são financiadas por agências de fomento e sua distribuição ocorrerá conforme o número de cotas disponíveis para o Programa. O processo seletivo será conduzido pela Comissão de Bolsas do PPGSC, com base nos critérios estabelecidos nas normativas institucionais e nas diretrizes da CAPES.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Podem se inscrever estudantes regularmente matriculados no curso de Mestrado em Saúde Coletiva da UFSM que atendam aos requisitos previstos no edital, como possuir currículo atualizado na Plataforma Lattes e conta corrente ativa em seu nome para eventual implementação da bolsa.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições devem ser realizadas <strong>entre os dias 16 e 18 de março de 2026 (até às 12h)</strong>, mediante envio da documentação exigida para o e-mail da Comissão de Bolsas do Programa.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O processo de seleção considerará principalmente <strong>o mérito acadêmico, com base na nota obtida no processo seletivo de ingresso no Programa</strong>, respeitando também as políticas de ações afirmativas e critérios socioeconômicos previstos nas normativas vigentes.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O resultado preliminar será divulgado até <strong>22 de março de 2026</strong>, e o resultado final está previsto para <strong>24 de março de 2026</strong>, no site do PPGSC.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Os(as) interessados(as) devem consultar o edital completo para obter informações detalhadas sobre requisitos, documentação necessária, critérios de seleção e cronograma.</p>
<p><strong>Informações principais:</strong></p>
<p>📅 <strong>Inscrições</strong>: 16 a 18/03/2026 (até 12h)</p>
<p>📢 <strong>Resultado</strong> <strong>preliminar</strong>: até 22/03/2026</p>
<p>📢 <strong>Resultado</strong> <strong>final</strong>: 24/03/2026</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>📄 <strong>O edital completo pode ser acessado abaixo.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
				<a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgsc/editais/001-2026">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgsc/editais/001-2026">
							Edital 1/2026						</a>
					</h3>
									<p>
						Edital 1/2026 – EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS N. 01/2026 – PPGSC/UFSM					</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Poscom alcança 100% de respostas em censo da Capes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2026/02/27/poscom-alcanca-100-de-respostas-em-censo-da-capes</link>
				<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:04:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Coleta]]></category>
		<category><![CDATA[sucupira]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=4681</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) alcançou 100% de participação no Censo da Pós-Graduação, realizado pela Capes por meio da Plataforma Sucupira. O resultado evidencia o comprometimento, a responsabilidade coletiva e o engajamento de toda a comunidade acadêmica do Programa. A coleta de dados, direcionada aos programas de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) alcançou 100% de participação no Censo da Pós-Graduação, realizado pela Capes por meio da Plataforma Sucupira. O resultado evidencia o comprometimento, a responsabilidade coletiva e o engajamento de toda a comunidade acadêmica do Programa.</p><p>A coleta de dados, direcionada aos programas de mestrado e doutorado de todo o país, tem como objetivo subsidiar a formulação de políticas públicas, o planejamento estratégico e os processos de avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG). Referente ao ano-base 2025, o levantamento teve início em 3 de dezembro de 2025 e foi concluído em 26 de fevereiro de 2026.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Confira os trabalhos indicados pelo Poscom para concorrer a premiações na área</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2026/02/10/confira-os-trabalhos-indicados-pelo-poscom-para-concorrer-a-premiacoes-na-area</link>
				<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 22:01:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Compós]]></category>
		<category><![CDATA[INTERCOM]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=4643</guid>
						<description><![CDATA[Os trabalhos concorrem, inicialmente, ao Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) torna público o resultado do Edital Unificado de indicação para premiações de teses e dissertações referentes ao período de 2025/2026. A tese indicada foi “Influenciadores digitais e circulação: performances desinformativas no contexto da pandemia de covid-19 no Brasil”, de autoria de Kassieli Joaquina Gonçalves de Mello dos Santos, sob orientação de Aline Roes Dalmolin. Já a dissertação selecionada foi “A metrificação e a especialização como novos constrangimentos organizacionais no jornalismo plataformizado de GZH”, de autoria de Paola Martins Jung, orientada por Laura Storch. </p><p>Os trabalhos concorrem, inicialmente, ao Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela. A chamada interna seguiu os parâmetros das chamadas nacionais, como, além do Prêmio Compós, do Prêmio Capes, do Prêmio Intercom e de outras premiações que demandam inscrição institucional dos Programas de Pós-Graduação em 2026. Para a avaliação e indicação dos trabalhos, foi constituída uma comissão interna composta por dois docentes de cada linha de pesquisa do Poscom.</p><p>A tese de Kassieli investiga a circulação de performances desinformativas de influenciadores digitais a partir de circuitos interacionais em plataformas no contexto da pandemia da Covid-19 no Brasil. A pesquisa observa ciberacontecimentos ocorridos entre março de 2020 e março de 2021, mobilizando o dispositivo analítico para circulação hipermidiatizada. Os resultados ressaltam, entre outros aspectos, a circulação da performance desinformativa, desde comunicações evidentemente enganosas até o nível mais vago manifesto no conteúdo diário do influenciador, passando por processos de difusão e inferências que se manifestaram isolados da regularidade social.</p><p>A dissertação de Paola investiga quais modos os processos de distribuição de conteúdos em uma lógica plataformizada modificam as dinâmicas organizacionais do veículo jornalístico GZH, de modo a compreender como a metrificação gera um processo de especialização no contexto do trabalho jornalístico. Como proposta metodológica, adota a pesquisa documental e a entrevista em profundidade. Os resultados ressaltam, entre outros aspectos, que existe um processo de metrificação intenso, no qual as equipes de distribuição trabalham em conjunto com a redação, pensando nas audiências que são foco de cada tipo de conteúdo, e monitorando constantemente as estatísticas e os seus KPIs (Key Performance Indicators). </p><p> </p><p>Clique e acesse os documentos: <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/editais/002-2026">Edital</a>; <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/37445">Tese</a>; <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/34844?show=full">Dissertação</a>.</p><p> </p><p><i>Texto: Anna Júlia C. da Silva | Doutoranda (Poscom/UFSM)</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Censo da Pós-Graduação da Capes deve ser repondido até dia 26 pela Plataforma Sucupira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/09/censo-da-pos-graduacao-da-capes-deve-ser-repondido-ate-dia-26-pela-plataforma-sucupira</link>
				<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:39:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[censo pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PPGs]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[sucupira]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71976</guid>
						<description><![CDATA[Devem participar coordenadores, professores, pesquisadores e estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Coordenadores, docentes e discentes de Programas de Pós-Graduação <em>stricto sensu</em> (mestrado e doutorado) devem participar do <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/outras-acoes/censo-da-pos-graduacao-stricto-sensu">Censo da Pós-Graduação</a>, realizado pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento e Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Capes) e Ministério da Educação (MEC). O preenchimento deve ser feito pela <a href="https://sucupira.capes.gov.br/">Plataforma Sucupira</a> até o dia 26 deste mês.&nbsp;</p>
<p>Instituído pela <a href="https://cad.capes.gov.br/ato-administrativo-detalhar?idAtoAdmElastic=14703">Portaria Capes n.º 99/2024</a>, o Censo objetiva a coleta anual sistematizada de informações sobre os programas de pós-graduação com o objetivo de subsidiar a promoção de políticas públicas, fornecer informações estatísticas e indicadores para o planejamento e a gestão dos programas, promover o acesso à informação e a elaboração de relatórios, e atender às diretrizes e metas do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG).</p>
<p>A coleta atual tem como ano-base 2025 e é direcionada para coordenadores, docentes permanentes e colaboradores de PPGs, estudantes de mestrado e doutorado, e pesquisadores em estágio pós-doutoral. Cada grupo de respondentes preenche um formulário adaptado ao seu perfil e às suas atividades acadêmicas, composto por perguntas de múltipla escolha com definições e orientações para garantir a correta interpretação. O tempo médio de resposta é de 5 minutos.</p>
<p>A meta é que cada PPG tenha taxa de resposta igual ou superior a 95%.&nbsp;</p>
<h3><strong>Tutorial</strong></h3>
<p>A seguir, o tutorial sobre o preenchimento do Censo, também disponível no canal do Youtube da Capes.&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>https://www.youtube.com/watch?v=QNSxIy_IbKc]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PROFGeo conquista nota 4 na avaliação da CAPES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/profgeo/2026/01/15/profgeo-conquista-nota-4-na-avaliacao-da-capes</link>
				<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 15:04:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PROFGEO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/profgeo/?p=557</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia em Rede Nacional (PROFGeo) celebra uma conquista extraordinária ao obter nota 4 no conceito CAPES já em sua primeira avaliação. O resultado é muito significativo para um programa de mestrado com poucos anos de criação, visto que a nota máxima permitida para programas novos é 5. Esse [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia em Rede Nacional (PROFGeo) celebra uma conquista extraordinária ao obter nota 4 no conceito CAPES já em sua primeira avaliação. O resultado é muito significativo para um programa de mestrado com poucos anos de criação, visto que a nota máxima permitida para programas novos é 5.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Esse desempenho confirma a solidez do projeto acadêmico-pedagógico, resultado de um trabalho coletivo em sua estruturação, fortalecendo ainda mais a formação docente continuada e a pesquisa em Ensino de Geografia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Parabenizamos a Coordenação Nacional, na figura do Prof. Marcelo Cervo Chelotti, e toda a equipe: instituições associadas, coordenações, docentes, técnicos-administrativos e estudantes que fazem parte desta conquista!</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter"><img src="https://mail.google.com/mail/u/1?ui=2&amp;ik=50e88c26f6&amp;attid=0.1&amp;permmsgid=msg-f:1854213829742448064&amp;th=19bb7da7736a4dc0&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1854213829742448064&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_Sqgyvv1_dlqdecnZ3Ua0zdtPKZau7J6NP0Dx7nylgz0xY9tpF8nIHq0UdOQIPsRDPDqE8l4arUDePt_wFuhM7qMzhByLrHXMRjnfMJuWusNJnn8yECIH922s&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_19bb7da2cfe3f9a98781&amp;zw" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem 70% dos programas de pós-graduação consolidados e dobra o número de cursos de excelência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/14/ufsm-tem-70-dos-programas-de-pos-graduacao-consolidados-e-dobra-o-numero-de-cursos-de-excelencia</link>
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 14:03:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[AVALIAÇÃO QUADRIENAL]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PPGs]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71864</guid>
						<description><![CDATA[Instituição alcançou marcos históricos na mais recente Avaliação Quadrienal da CAPES ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-size: large">Os resultados da Avaliação Quadrienal da CAPES de 2025 reafirmam a excelência da UFSM na pós-graduação. Com um planejamento estratégico sólido e muito trabalho, a Instituição alcançou marcos históricos: 70% dos programas de pós-graduação (PPGs) já estão consolidados e o número de cursos considerados de excelência dobrou.</span></p>
<p><span style="font-size: large">Dos 61 PPGs avaliados, houve um aumento de sete para 15 no número de programas de excelência (notas 6 e 7), com aumento de 11,7% para 24,6% do total, alavancado pelo número de programas nota 6 (16,4%), sendo que oito PPGs aumentaram para nota 6.</span></p>
<p><span style="font-size: large">Os PPGs consolidados hoje representam cerca de 70%, com aumento no percentual de PPGs da UFSM nota 5+ de 51,7% para 67,2%. Também h</span>ouve um aumento de 2% no número de PPGs nota 5 - 11 atingiram a consolidação.</p>
<p><span style="font-size: large">Além disso, houve a redução de aproximadamente 30% no número de PPGs nota 4 e de 50% no número de PPGs nota 3.</span></p>
<p>Dos 61 programas avaliados, três não são sediados na UFSM: PROFHistória, PROFMAT e Educação em Ciências Química da Vida e Saúde.</p>
<p><span style="font-size: large">A Avaliação Quadrienal da CAPES é o processo que analisa a qualidade dos programas de pós-graduação <i>stricto sensu</i> (mestrado e doutorado) no Brasil a cada quatro anos, atribuindo notas de 1 a 7 para cada programa com base em indicadores de desempenho, produção científica e qualificação do corpo docente. As avaliações anteriores haviam sido realizadas em 2017 e 2021.</span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-14-at-10.57.00.jpeg"><img class="wp-image-71866 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-14-at-10.57.00-1024x725.jpeg" alt="" width="1024" height="725" /></a></p>
<h3><span style="font-size: large;color: initial">Destaques específicos da UFSM na </span>Avaliação Quadrienal:</h3>
<div>
<ul>
<li>
<p><span style="font-size: large">PROFGEO - PPG novo, em Rede Nacional coordenada pela UFSM, que teve sua primeira avaliação, recebendo diretamente a nota 4;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG Matemática - PPG antigo que estava estagnado na nota 3 durante três ciclos avaliativos. Teve aumento da nota para 4, fruto de um processo de reestruturação;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG em Engenharia Civil e Ambiental - Curso resultante da fusão dos PPGs em Engenharia Ambiental e Engenharia Civil, atingiu a excelência (nota 6) após um processo de fusão;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG em Agronegócios - Primeiro PPG consolidado no Campus Palmeira das Missões;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG em Educação Profissional e Tecnológica - Primeiro PPG consolidado do CTISM;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG Ciências Odontológicas - Primeiro PPG de excelência do CCS;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG em Comunicação e PPG em Filosofia - Primeiros PPGs de excelência do CCSH;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large">PPG em Agricultura de Precisão - Primeiro PPG consolidado do Colégio Politécnico.</span></p>
</li>
</ul>
<h3><span style="font-size: large">Trabalho coletivo e planejamento estratégico</span></h3>
<p><span style="font-size: large">A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFSM, Cristina Nogueira, destaca que as conquistas na Avaliação Quadrienal da CAPES são resultado do trabalho de toda a comunidade acadêmica envolvida com a pós-graduação e de um planejamento estratégico de gestão desenvolvido nos últimos quatro anos. </span></p>
<p><span style="font-size: large">Ela cita ações como a retomada dos seminários de autoavaliação e planejamento na pós-graduação, o primeiro edital de fomento à pos-graduação, com política de fusão de programas e inserção de jovens doutores nos PPGs, e um edital objetivando o fortalecimento e fomento dos braços de PPGs nos demais campi. Também destaca a grande captação em projetos de pesquisa, em parceria com a Proinova, assim como a captação de recursos para a extensão, com impacto social.</span></p>
<p><em>Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGBTox da UFSM conquista conceito 7 da CAPES e integra a elite da pós-graduação brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgbtox/2026/01/13/ppgbtox-da-ufsm-conquista-conceito-7-da-capes-e-integra-a-elite-da-pos-graduacao-brasileira</link>
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 00:41:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PPGBTox]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgbtox/?p=1198</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) alcançou o conceito 7 – nota máxima da CAPES – na Avaliação Quadrienal (2021–2024), consolidando-se entre os programas de excelência internacional da pós-graduação brasileira. O conceito 7 representa a nota máxima de reconhecimento, atribuído apenas a programas que demonstram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) alcançou o conceito 7 – nota máxima da CAPES – na Avaliação Quadrienal (2021–2024), consolidando-se entre os programas de excelência internacional da pós-graduação brasileira.<br /><br />O conceito 7 representa a nota máxima de reconhecimento, atribuído apenas a programas que demonstram desempenho acadêmico e científico excepcional, com produção de alto impacto, forte inserção internacional, formação qualificada de recursos humanos, liderança científica e contribuição relevante para a sociedade com mecanismos de solidariedade reconhecidos. A conquista posiciona o PPGBTox como uma das principais referências nacionais e latino-americanas em diferentes áreas do conhecimento, tais como bioquímica, toxicologia, neurociências, farmacologia experimental, saúde ambiental e educação em ciências.<br /><br />O resultado reflete um trabalho coletivo e contínuo. Ao longo dos anos, o corpo docente do PPGBTox construiu uma base científica sólida, sustentada por projetos competitivos, redes internacionais de colaboração e publicações em periódicos de grande relevância e impacto. O corpo discente teve papel central nesse processo, sendo protagonista na produção científica, no desenvolvimento de metodologias inovadoras e na participação ativa em congressos, intercâmbios e ações de extensão. A secretaria e o colegiado do PPGBTox foram igualmente essenciais para garantir o funcionamento eficiente, a organização acadêmica e a coordenação de atividades estratégicas do Programa. A participação ativa dos bolsistas de comunicação teve um importante papel na organização das páginas oficiais e divulgação das atividades do PPGBTox pelo site e Instagram do PPGBTox ao longo do período, bem como no auxílio para a realização de eventos do Programa. <br /><br />É importante também destacar os egressos do PPGBTox, hoje inseridos em universidades, centros de pesquisa, indústria, hospitais e órgãos públicos no Brasil e no exterior. Nossos titulados constituem uma parte fundamental desse reconhecimento, levando a marca da UFSM e a formação de excelência do Programa para diferentes contextos científicos, tecnológicos e sociais.<br /><br />A gestão acadêmica do PPGBTox, em articulação com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e a administração superior da UFSM, teve papel estratégico ao assegurar planejamento, políticas institucionais, apoio à internacionalização e às atividades de pesquisa, criando um ambiente favorável à consolidação do Programa em um cenário nacional altamente competitivo.<br /><br />Mais do que uma nota, o conceito 7 representa o reconhecimento de um projeto acadêmico coletivo, comprometido com a excelência, a inovação e a formação de pesquisadores capazes de enfrentar os grandes desafios contemporâneos em saúde, meio ambiente e desenvolvimento científico-tecnológico.<br /><br />Com essa conquista, o PPGBTox reafirma seu papel como um dos principais polos de produção de conhecimento e formação avançada em Bioquímica e Toxicologia no Brasil, projetando o interior do estado do Rio Grande do Sul, em especial a cidade de Santa Maria e UFSM no cenário internacional da ciência.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Poscom alcança nota 6 na avaliação da Capes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2026/01/13/poscom-alcanca-nota-6-na-avaliacao-da-capes</link>
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 12:13:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação Quadrienal da Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Quadriênio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=4628</guid>
						<description><![CDATA[A nota 6 é atribuída a programas com desempenho equivalente a padrões internacionais de excelência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2026/01/2.jpg" alt="" width="1536" height="412" />O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) elevou seu conceito de 5 para 6 na Avaliação Quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES ( 2021–2024), divulgada nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. A nota 6 é atribuída a programas com desempenho equivalente a padrões internacionais de excelência. </p><p>Esse resultado representa um reconhecimento significativo da qualidade da pesquisa, da formação acadêmica e da produção intelectual desenvolvidas no âmbito do Poscom ao longo do último quadriênio. Trata-se de uma conquista que expressa o trabalho consistente, ético e comprometido realizado de forma coletiva por docentes, discentes, egressos e técnicos, em diálogo permanente com a comunidade acadêmica e com a sociedade.</p><p>A nota 6 ganha ainda mais significado por ser alcançada em um momento simbólico da trajetória do programa: em 2025, o Poscom completou 20 anos de existência, consolidando-se como um espaço de referência na área da Comunicação, tanto no cenário nacional quanto internacional.</p><p>O Poscom parabeniza todas e todos que contribuíram para essa trajetória e para este resultado, que reforça o compromisso com a excelência acadêmica, a diversidade de perspectivas e a relevância social da pesquisa em Comunicação.</p><p> </p><p><i>Matéria: Coordenação e Grupo de Trabalho de Publicização do Poscom/UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Totens interativos e exposição fotográfica são estratégias para a conscientização sobre a crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/19/totens-interativos-e-exposicao-fotografica-sao-estrategias-para-a-conscientizacao-sobre-a-crise-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 17:26:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes RS 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[memorar]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[totens interativos]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto Memorar Quarta Colônia, da UFSM, objetiva sensibilização e resiliência climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No início de novembro, a Jornada Acadêmica Integrada Mirim (<a href="https://www.ufsm.br/2025/11/05/4a-edicao-da-jai-mirim-abre-as-portas-da-ufsm-aos-pequenos-cientistas"><b><u>JAI Mirim</u></b></a>) recebeu pequenos cientistas do ensino infantil e fundamental no Museu do Conhecimento da UFSM. Dentre os projetos presentes no evento, um dos destaques foi o Memorar - Memorial das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia. Foi a estreia de t<a href="https://www.instagram.com/p/DQpa0Jskano/?img_index=1"><u><b>otens digitais interativos</b></u></a>, adquiridos com recursos do Pró-Equipamentos, projeto parceiro financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes). Por meio dos totens, as crianças puderam visualizar e interagir com histórias em quadrinhos, quizzes, imagens das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e mapas que mostram o movimento das águas no estado.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.08-3-e1766165301863-1024x906.jpeg" alt="" />											<figcaption>Criança interage com totem durante JAI Mirim, na UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>O professor Adriano Figueiró é do Departamento de Geografia da UFSM e coordena o projeto Memorar. Segundo ele, mais de 300 pessoas, entre crianças e professores, passaram e interagiram com os totens. “Todo mundo ficou bastante impactado e surpreso com o conteúdo que observaram. Eu acho que isso cumpriu um primeiro objetivo [do projeto], que é justamente a sensibilização”, afirma Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Os totens funcionam como ferramentas de divulgação científica e difusão do conhecimento sobre mudanças e resiliência climática, pois permitem compreender, visualizar e interagir com explicações sobre causas e efeitos dos eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes. “A partir da mudança climática, nós transformamos o extraordinário em ordinário”, declara Adriano. Para o professor, esse entendimento é importante para sensibilizar e conscientizar diferentes gerações. Crianças, adolescentes e jovens, que no momento são os públicos-alvo do projeto, têm mais facilidade de compreender a seriedade do fenômeno por terem nascido imersos nesta complexidade. Consequentemente, tem mais possibilidade de incorporar práticas sustentáveis no seu dia a dia.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, por não ter presente a vivência da memória de eventos climáticos extremos que já aconteciam no século passado, a noção de urgência e de planejamento de ações a longo prazo encontra mais dificuldades. Já para os adultos, essa mesma característica dificulta a compreensão da mudança climática, uma vez que enchentes, estiagens, chuvas de granizo e vendavais já causavam destruição em décadas passadas. “Mas a partir do momento em que eles começam a compreender que a mudança climática é, na verdade, a intensificação dos fenômenos extraordinários que sempre aconteceram, eu diria que eles são parceiros mais fáceis de serem incorporados, porque têm uma noção  de mundo que os jovens não têm”, explica Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Foram adquiridos dez totens que atualmente estão no Museu do Conhecimento da UFSM. No entanto, de acordo com Adriano, futuramente alguns deles podem ser instalados no Memorial da Resiliência Climática, objetivo principal do projeto e que está em fase de planejamento.</p>		
			<h3>Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho</h3>		
		<p>A fim de ampliar a visibilidade do projeto, o Memorar QC inaugurou na semana passada a mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’ no hall do Centro de Ciências Naturais e Exatas. “O nosso objetivo é tentar partir de diferentes instrumentos para sensibilizar diferentes grupos da comunidade”, diz Adriano. São 20 fotos das enchentes de 2024 selecionadas a partir de materiais midiáticos, que também são dados coletados pelo projeto. Estas fotografias representam a tragédia. Por outro lado, Adriano afirma que a ideia da mostra surgiu para fazer uma espécie de contrapeso, já que a atuação no projeto exige reviver a catástrofe e rememorar a tragédia. Por isso, criaram um concurso fotográfico para selecionar fotos de paisagens da Quarta Colônia, que significam o Sonho. “[Serve] para que as pessoas possam perceber o potencial dessas paisagens para construir a vida”, declara.</p>		
							“A paisagem da Quarta Colônia é excepcionalmente linda. Mas quando você confronta essas duas realidades, ou seja, uma paisagem linda e uma paisagem submetida a uma catástrofe, nós percebemos que a passagem de uma paisagem linda para uma de perigo, morte e destruição, é uma passagem muito rápida, que pode se dar num tempo muito curto. Por isso temos que criar estratégias para tentar evitar que o impacto seja tão grande como foi em 2024”. - Adriano Figueiró, coordenador do projeto.
		<p>Para Adriano, este comparativo demonstra que, para além da tragédia, aquela paisagem tem capacidade de resiliência e recuperação. A mostra fotográfica é itinerante e será levada para diferentes espaços da UFSM, de escolas e da Quarta Colônia em 2026.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1024x682.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica reúne imagens das paisagens da Quarta Colônia antes e depois das enchentes de 2024.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Memória como ferramenta para o futuro</h3>		
		<p>O nome do projeto já informa um de seus objetivos: transformar a enchente em memória. Adriano explica que, apesar de ser um processo doloroso, rememorar as paisagens e consequências das enchentes de 2024 é necessário. “Costumamos dizer que a memória é a única coisa que efetivamente consegue ligar o passado ao presente, para construir o futuro”, declara. Por isso ela se torna ferramenta de conscientização: permite compreender a noção da passagem do tempo. “[Ela] nos permite ter a noção de onde as coisas vieram, de como chegaram até aqui, do que aconteceu lá atrás, porque esse processo se repete no tempo. E se não temos a memória, não temos a compreensão de repetição”, conta Adriano. Isso é importante para compreender, inclusive, a intensificação de fenômenos climáticos extremos. </p>		
							<b>“Esse é o princípio para nós. Vivemos um momento, na sociedade planetária, submetido a um modo de produção capitalista, em que a memória tende a ser sistematicamente apagada porque quando temos um indivíduo sem memória, ele é mais vulnerável para o processo do consumo, da construção de imaginários que não são reais”, finaliza Adriano.</b>
		<p>Um dos instrumentos para a preservação da memória das enchentes será o Memorial da Resiliência Climática, cuja previsão de instalação é para o próximo ano.</p><p><i><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista</i></p>
<p><i><b>Fotografias</b>: Memorar Quarta Colônia</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Edital n°. 09/2025- PDSE/PPGBTox (2a janela)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgbtox/2025/11/12/edital-n-09-2025-pdse-ppgbtox-2a-janela</link>
				<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 11:26:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Editais]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgbtox/?p=1182</guid>
						<description><![CDATA[O PPGBTox torna público o Edital 09/2025 referente à segunda janela para seleção de alunos para a realização de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES).  Aos alunos interessados em realizar doutorado sanduíche, essa é a oportunidade! Clique no link abaixo para mais informações. https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/521/2025/11/PDSE-2a-janela-Edital.pdf]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O PPGBTox torna público o Edital 09/2025 referente à segunda janela para seleção de alunos para a realização de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES). </p>
<p>Aos alunos interessados em realizar doutorado sanduíche, essa é a oportunidade!</p>
<p>Clique no link abaixo para mais informações.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/521/2025/11/PDSE-2a-janela-Edital.pdf">https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/521/2025/11/PDSE-2a-janela-Edital.pdf</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>II Fórum de Extensão da Pós-Graduação destaca avanços e impactos dos projetos contemplados no edital do PROEXT-PG</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/10/17/ii-forum-de-extensao-da-pos-graduacao-destaca-avancos-e-impactos-dos-projetos-contemplados-no-edital-do-proext-pg</link>
				<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 18:58:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[fórum de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[II Fórum de Extensão da Pós-Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=379</guid>
						<description><![CDATA[Ações extensionistas marcam presença junto às comunidades e buscam desenvolver soluções para problemas reais
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última quinta-feira (16), nove dos dez projetos contemplados no último edital do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG) se reuniram no auditório da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE) para apresentar e debater o andamento das ações extensionistas. Além disso, compartilharam desafios e potencialidades das atividades com as comunidades. Apenas o projeto ‘FelizIdade’ não conseguiu comparecer ao encontro.</p><p>A Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e presidente do Comitê Gestor do PROEXT-PG, Cristina Wayne Nogueira, realizou a abertura do evento ao lado do Pró-Reitor de Extensão (PRE), Flavi Ferreira Lisboa Filho. O Assistente Administrativo André dos Santos Leandro, da PRPGP, apresentou um relatório da execução orçamentária do Programa.</p><p>Cristina comenta que ficou muito impressionada com as apresentações dos dez projetos. “Demonstraram ação, demonstraram o envolvimento de alunos de graduação e pós-graduação. Foi muito bonito ver os resultados, os reflexos nas comunidades, nos diferentes territórios. Fiquei muito satisfeita com o que vi”, afirma.</p><p>Confira, a seguir, os principais destaques de cada um dos projetos</p>		
													<img width="1024" height="270" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/10/capa-reportagem-forum.jpg" alt="" />													
			<h4><p>Memorar das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia - Memorar QC</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Apresentado pelo professor Adriano Severo Figueiró, o projeto surge a partir dos incômodos causados pelos deslizamentos de terra e alagamentos provocados pelas enchentes de maio de 2024 e que tiveram início na região central do estado. O conceito da resiliência climática norteia as ações, que estão em desenvolvimento: de educação ambiental e governança do território, por meio de oficinas com escolas; de mapeamento de áreas de risco e de gerenciamento de recursos hídricos, por meio de visitas técnicas; e de conservação do patrimônio da paisagem, a partir da descoberta de novo Geossítio arqueológico Guarani no município de Dona Francisca. Nos próximos passos do projeto, estão a criação de uma cartilha para oportunizar o aprendizado de Resiliência Climática nas escolas, além da aquisição de dez totens digitais para exposição de material interpretativo sobre as mudanças climáticas, e que será exposto no Museu do Conhecimento da UFSM.</p><p><br /><a href="https://www.instagram.com/memorar.qc/">Instagram do projeto</a>.</p>		
			<h4>Diagnóstico da aptidão agrícola das terras e fertilidade do solo em áreas agrícolas atingidas por desastres climáticos</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O professor Gustavo Brunetto apresentou as ações do projeto realizado pelo Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces-UFSM). O grupo realizou coletas de solo na região da Serra Gaúcha, em propriedades produtoras de frutas. A partir da análise das amostras,<a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/03/27/analises-de-solo-em-areas-de-deslizamentos-mostram-consequencias-das-enchentes-no-rs"> conseguiu definir as características do solo afetado pelas enchentes de 2024,</a> que perdeu matéria orgânica e ganhou acidez. Além disso, o Grupo estabeleceu estratégias para a resolução destes problemas. Os resultados de pesquisa tiveram ampla divulgação na imprensa, desde veículos regionais até nacionais. Os próximos passos envolvem capacitação e treinamento dos técnicos e produtores, além de produção de soluções e materiais de divulgação científica.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/gepacesufsm/">Instagram do projeto.</a></p>		
			<h4>Time Enactus UFSM
</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Representado pela professora Débora Bobsin, o Time Enactus já realizou duas ações extensionistas: em 2024, aplicou o ‘Projeto Florescer’ na Escola Estadual Augusto Ruschi, voltado para a educação ambiental no ensino fundamental. Já neste ano, realizou a ‘Escolinha de Negócios’, promovendo a educação empreendedora para o ensino fundamental das escolas Escola Municipal Lourenço Dalla Corte, em Santa Maria, e para a Escola Municipal Dagoberto Barcelos, que fica em Caçapava do Sul. Estão em andamento mais duas ações extensionistas. Em Santa Maria, no bairro Passo das Tropas, a comunidade escolar da Escola</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Municipal Pedro Kunz, formada por mães e alunos, recebem oficinas para geração de trabalho e renda. Já em Caçapava do Sul, no grupo Harmonia Preta, são feitas ações de estruturação do negócio social, como plano de negócios e auxílio na captação de recursos. Além disso, produtos editoriais, como cartilhas, estão em fase de finalização.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/timeufsm/">Instagram do projeto.</a></p>		
			<h4>Sumo Educacional</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A mestranda Natali Morgana Cassola apresentou o andamento das ações do projeto Sumo Educacional, que leva educação financeira para espaços educativos, como as escolas. Já realizou formação de líderes, que tem a missão de levar o aprendizado para a sala de aula, aulas com jovens, testes de metodologias e jogos de forma interna e aplicação dos jogos nas escolas. Entre os próximos passos, estão a consolidação da metodologia própria, a ampliação da área de abrangência do projeto e o desenvolvimento da plataforma In-Sumo, que objetiva capacitar os professores, integrar elementos de gamificação na formação para o aprendizado e ampliar o impacto das ferramentas tanto para as e os estudantes quanto para suas famílias.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/sumoeducacional/">Instagram do projeto.</a></p>		
			<h4>Programa Integrado de Telessaúde: Resposta à Crise Climática no RS por meio da Parceria entre  Programas de Pós-Graduação da UFSM </h4>		
		<p>Apresentado pelo professor Gustavo Dotto, o projeto Telessaúde já está com o sistema de consultas online em funcionamento, com quase 300 atendimentos realizados de pelo menos cinco especialidades médicas. A meta, segundo Dotto, é alcançar 2000 atendimentos até 2026. O professor destacou que a implementação do projeto beneficia pacientes que moram em cidades vizinhas ou mesmo de regiões diferentes, uma vez que o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) é referência em saúde especializada no Sistema Único de Saúde (SUS). Também contribui para a diminuição da quantidade de pessoas que circulam no HUSM diariamente, o que beneficia o aspecto da biossegurança.</p>		
			<h4>Estratégias e alternativas para o desenvolvimento regional sustentável</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Desenvolvido na UFSM de Palmeira das Missões, o projeto pretende construir estratégias para o turismo rural em torno da produção de erva-mate. A professora Rosani Spanevello destacou as parcerias do projeto com entidades públicas, como a prefeitura, Conselho Municipal de Turismo, Secretaria da Agricultura e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), além da empresa Júnior do curso de Zootecnia. O projeto se insere nestes conselhos e ajuda a discutir estratégias e alternativas para o desenvolvimento regional sustentável. Já auxiliou na constituição da Associação dos Produtores de Erva-Mate de Palmeira das Missões (APEMPM), com capacitação na produção, projeto municipal de mudas e confecção da marca. Por meio da disciplina ‘Formação em Extensão na Pós-Graduação I’, que acontece neste semestre, mestrandos, doutorandos e parceiros visitam propriedades rurais produtoras da planta erva-mate para diagnóstico e análise das potencialidades turísticas. Também proporciona viagens de estudo de estudantes e produtores para conhecer outras associações e formas de comercialização. No próximo semestre, será ofertada a disciplina ‘Formação em Extensão na Pós-Graduação II’, que tem o objetivo de elaborar os roteiros turísticos da rota da erva-mate em Palmeira das Missões.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/alternativasrurais/">Instagram do projeto.</a></p>		
			<h4>Programa de Geração de Renda e qualidade do pescado (ProgeAqua)</h4>		
		<p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As ações do ProgeAqua foram apresentadas pelo professor Rafael Lazzari. Este projeto foi contemplado também na primeira edição do PROEXT-PG na UFSM, em 2015. Entre as ações realizadas até o momento estão a definição dos municípios contemplados, a elaboração de materiais didáticos e os primeiros encontros com técnicos e produtores. As ações serão realizadas em Santa Maria, São Pedro do Sul, Jari, Quevedos, Cacequi, São Sepé, Novo Cabrais, São João do Polêsine, Nova Palma, Pinhal Grande, Dona Francisca, Nova Esperança do Sul, Tupaciretã, Silveira Martins e Júlio de Castilhos. Entre as dificuldades encontradas estão a mobilização dos produtores, a precariedade da área regional para a piscicultura, principalmente devido às chuvas e à realidade da catástrofe climática. As próximas ações envolvem palestras, visitas técnicas, acompanhamento de produtores e capacitações práticas, promovidas pela UFSM e parceiros, sobre temas relacionados à piscicultura, como legislação ambiental, sistemas de cultivo e instalações, qualidade da água, alimentação e doenças dos peixes, entre outros.</p>		
			<h4>Coletivo FLUIR: territórios educativos intersetoriais de ações e políticas em defesa das crianças em contextos vulneráveis</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Coletivo Fluir foi representado pelos professores Fabiane Bridi, Taciana Segatt e Joe Bulsara. O projeto se insere em três escolas de Santa Maria para promover Territórios Educativos Intersetoriais (TEI), que buscam a valorização das infâncias em vulnerabilidade por meio da educação. Quinzenalmente, as equipes se deslocam até as escolas EMEI Montanha Russa, EMEF Chácara das Flores e EMEI Monte Bello e Lar de Joaquina. Também realizaram a disciplina de extensão, que busca capacitar professoras da educação infantil para a formação em metodologias de ensino a partir das realidades e vivências de cada escola. São quatro Territórios formados: o TEI 1, composto pelas crianças, famílias, escola e comunidade local; o TEI 2, que busca a formação da comunidade escolar (grupos compostos por professoras; monitoras e estagiárias; e colaboradores); o TEI 3, de gestão educacional e políticas públicas, e o TEI Andarilho, em que o Coletivo Fluir está em movimento. A partir de demandas da comunidade escolar, está em criação mais um braço do último TEI: o Território Fluir Comunidade, que dialoga com a Associação de Bairro Montanha Russa e busca construir saberes e experiências acadêmicas para a comunidade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/coletivo_fluir/">Instagram do projeto.</a></p>		
			<h4>Comunicação de proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A professora Aline Dalmolin apresentou as ações do projeto ‘Comunicação de Proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia’. O projeto se constitui em três eixos: 1- Cartografia da malha de comunicação de proximidade da Quarta Colônia e ações para superação de seus vazios de notícias; 2 - Fortalecimento do sistema de alerta e protocolos comunicacionais dos municípios da Quarta Colônia em situação de risco climático; e 3 - Desenvolvimento de ações em Educomunicação para o combate à desinformação climática. No ano passado, foram iniciadas as conversas com o poder público dos nove municípios para estabelecer parcerias. Também foram feitas oficinas de educomunicação em escolas da região, além do mapeamento dos veículos e comunicadores populares que compõem a cartografia da malha de comunicação. Em 2025, o foco foi a continuidade do andamento destas atividades, além da realização de 29 entrevistas em profundidade, feitas para mapear os impactos da catástrofe climática de 2024 em gestores, moradores e veículos de comunicação. Foram feitos dois grupos de  discussão acerca dos protocolos. Entre os próximos passos, estão a capacitação de comunicadores e  entrega dos produtos, como policy papers, oficinas em escolas, plano de comunicação para a malha de comunicação de proximidade, criação da identidade visual e sonora, série de podcasts; dois  videodocumentários, entre outros.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/comunicacaodeproximidade/">Instagram do projeto</a>.</p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Reportagem e fotografias: Samara Wobeto, jornalista.</p><p></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Edição: Luciane Treulieb, jornalista.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Aula inaugural conjunta dos cursos de Contábeis e Administração acontece nessa quinta, 25/09/25. </strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/2025/09/23/aula-inaugural-conjunta-dos-cursos-de-contabeis-e-administracao-acontece-nessa-quinta</link>
				<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 21:27:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[aula inaugural]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Contábeis]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/?p=4313</guid>
						<description><![CDATA[Evento contará com a presença do Prof. Marcio André Veras Machado, coordenador da Áreas de Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo na CAPES]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 25 de setembro, às 19:00, acontecerá a aula inaugural do semestre para os cursos de Ciências Contábeis e Administração da UFSM, no auditório do CCR. O evento contará com a presença do Prof. Marcio André Veras Machado, Coordenador da Área de Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo na CAPES.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Link para inscrição: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSci1rtZklfOqE-oOgNdxnyu3a9CWqAqG8vy0REHCpRYyAHFHA/viewform">Clique aqui</a> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:file {"id":4315,"href":"https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/477/2025/09/AULA-INAUGURAL-DOS-CURSOS-DE-CIENCIAS-CONTABEIS.pdf","displayPreview":true} -->
<div class="wp-block-file"><object class="wp-block-file__embed" data="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/477/2025/09/AULA-INAUGURAL-DOS-CURSOS-DE-CIENCIAS-CONTABEIS.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="AULA INAUGURAL DOS CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS"></object><a id="wp-block-file--media-d1627b2d-a056-478c-9aa8-cf82b6ae17de" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/477/2025/09/AULA-INAUGURAL-DOS-CURSOS-DE-CIENCIAS-CONTABEIS.pdf">AULA INAUGURAL DOS CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS</a><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/477/2025/09/AULA-INAUGURAL-DOS-CURSOS-DE-CIENCIAS-CONTABEIS.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-d1627b2d-a056-478c-9aa8-cf82b6ae17de">Baixar</a></div>
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				<title>Projeto ‘Comunicação de Proximidade’ elabora cartografia comunicacional da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/09/12/projeto-comunicacao-de-proximidade-elabora-cartografia-comunicacional-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 14:25:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[Fase de coleta de dados pretende mapear e reconhecer o ecossistema de comunicação que atuou na crise climática de 2024]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>Diante das enchentes de maio de 2024, um grupo de professores e estudantes vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) percebeu a necessidade de realizar ações de extensão em comunicação. A primeira iniciativa foi a <a href="https://www.ufsm.br/2024/05/09/ufsm-integra-campanha-liderada-pela-unics-para-arrecadacao-de-radios-a-pilha-e-pilhas" target="_blank" rel="noopener"><u><b>coleta de pilhas e rádios para distribuição às famílias afetadas pelas chuvas na Quarta Colônia</b></u></a>. A partir daí, a proposta evoluiu com a criação de um projeto contemplado pelo edital do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). </p>
<p> </p>
<p>Assim surgiu o projeto ‘Comunicação de proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia’, coordenado pela professora Aline Roes Dalmolin, do Poscom da UFSM. A docente destaca que o objetivo principal é reconhecer o ecossistema de comunicação que já existe nos nove municípios da região, formado por comunicadores populares profissionais (das rádios comunitárias), de agentes institucionais (como a Defesa Civil e prefeituras) e mesmo agentes comunitários (vinculados a igrejas, comunidade escolar, associações, sindicatos e cooperativas).</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/09/PHOTO-2025-08-08-21-03-48-1-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto em atividades na Quarta Colônia.</figcaption>
										</figure>
		<p>O levantamento ocorre por meio de uma cartografia de mídias tradicionais e digitais, perfis institucionais e grupos em redes sociais. “Proporciona um panorama sobre como se dá a comunicação dentro desses espaços. Dentro do escopo das mídias tradicionais, identificamos a presença de jornais e emissoras de rádio situadas nestes espaços, bem como a presença de antenas retransmissoras ou cobertura de canais de televisão”, explica Aline. Já em relação às mídias digitais, a professora ressalta que foram mapeados vários perfis em redes sociais, sites e grupos de WhatsApp e que tiveram papel importante na comunicação comunitária durante as enchentes. Atualmente, o projeto está na fase de consolidação da coleta e fechamento dos dados da pesquisa. Os primeiros resultados do levantamento dos veículos de comunicação da Quarta Colônia foram publicados no capítulo 8 do livro ‘Jornalismo e Desenvolvimento’, disponível <a href="https://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/7731/1/Livro_Jornalismo%20e%20Desenvolvimento.pdf">neste link</a>.</p>		
			<h3>Coleta dos dados</h3>		
		<p>Phillip Gripp é jornalista e pesquisador no projeto ‘Comunicação de Proximidade’. Ele é bolsista de pós-doutorado vinculado a um dos projetos parceiros, o ‘Territórios Conectados pela Sororidade’. Gripp explica que a coleta dos dados de pesquisa ocorre de duas maneiras: a primeira é, justamente, o mapeamento da malha de comunicação da Quarta Colônia. “Consiste em identificar os meios de comunicação e a atuação de profissionais da área nestas cidades. Estamos fazendo um levantamento para descobrir onde as pessoas buscam informações sobre os acontecimentos do território”, detalha Phillip. </p>
<p>A segunda forma de coleta é realizada por meio de entrevistas com moradores da região, como agricultores, gestores da administração pública, professores, entre outros. A intenção é produzir diferentes materiais midiáticos de divulgação da pesquisa. “Também temos esse teor qualitativo, de entendermos, a partir das entrevistas, como se deu a atuação dessas pessoas e qual foi o impacto das enchentes”, afirma.</p>
<p>A recepção da comunidade ao projeto tem sido positiva, destaca Camila Rodrigues Pereira, publicitária e pós-doutoranda em outro dos projetos parceiros, o ‘Governança e  multidimensionalidade dos riscos climáticos: abordagem multidisciplinar em  Comunicação de proximidade, Interpretação geopatrimonial e Economia Ecológica  aplicada aos Geoparques Unesco no Rio Grande do Sul’. Para ela, isso se deve ao fato de o projeto abordar temas importantes para a comunidade, como memória, adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais. “São questões que estão muito próximas e que os afetaram recentemente”, observa Camila.</p>		
			<h3><p>Comunicação em contextos de crise</p></h3>		
		<p>Para Aline Dalmolin, coordenadora do projeto ‘Comunicação de Proximidade’, refletir sobre como a comunicação acontece em contextos de crise climática é fundamental. “Ela está na essência e serve como base para qualquer das ações que pretendemos desenvolver”, enfatiza. A pesquisadora destaca que, no caso da Quarta Colônia - uma das primeiras regiões atingidas pelas chuvas de 2024-, a população vivenciou a crise climática de uma forma muito intensa, e as respostas também tiveram que ser imediatas, inclusive na comunicação. </p>
<p>“Foram várias comunidades desalojadas, pessoas que tiveram sua mobilidade extremamente reduzida, falta de alimento, falta de luz, várias dimensões da escassez, e algumas delas, inclusive, infelizmente, chegaram a perder a vida. Nesse sentido, a comunicação conduz respostas imediatas aos eventos extremos”, ilustra Aline. Exemplos são a emissão de alertas, atualização de informações checadas e apuradas - inclusive como resposta à propagação de desinformações e fatos desencontrados, o que é bem comum em situações de crise.</p>
<p>Além disso, para a pesquisadora, a comunicação também tem papel central na conscientização da população sobre os fenômenos ambientais, por que eles acontecem e como impactam as comunidades. “Nosso projeto envolve essas duas dimensões e está estruturado em três eixos: o primeiro dedicado ao mapeamento, o segundo voltando à prevenção de eventos climáticos - buscando formas de mobilizar melhor as comunidades para responder a situações semelhantes no futuro- e o terceiro eixo centrado na educomunicação, preparando as novas gerações para compreender essas mudanças.”</p>		
			<h3>O projeto na comunidade</h3>		
		<p>Para Camila, o desafio do projeto está na complexidade do campo de pesquisa. São nove municípios, com características, histórias e memórias distintas, o que se reflete nos impactos provocados pelas chuvas de 2024. “Embora a memória dessas comunidades se entrelace, ao dialogar e ouvir as pessoas de  cada município, surge sempre a vontade de aprofundar ainda mais as conversas”, destaca.</p>
<p>Em 2024, o projeto atuou por meio da educomunicação, com oficinas de fotografia, desinformação climática, audiovisual e mapas conceituais para três escolas, localizadas em Agudo e Nova Palma (fase 1). No primeiro semestre de 2025, foram realizados grupos de discussão para tratar de temas relacionados à comunicação do território e para elaborar protocolos para a constituição da malha de Comunicação de Proximidade da região (fase 2).</p>
<p>Neste semestre, os projetos estão atuando na capacitação de comunicadores locais e no fortalecimento dos agentes da malha de comunicação de proximidade (fase 3). De maneira concomitante, também em 2025 são desenvolvidos produtos editoriais e ações de educomunicação, que envolvem as entrevistas com moradores (fase 4), e que seguem até julho de 2026. Por fim, de junho a julho de 2026, o projeto será finalizado, com entrega dos produtos, seminários e elaboração do relatório final.</p>
<p>Entre os produtos previstos, está a elaboração de policy papers junto à comunidade, que consistem em propostas para aperfeiçoar os protocolos. “É importante para que as comunidades possam transformar essas práticas de prevenção e de comunicação de resiliência climática em políticas públicas”, destaca Aline.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/09/IMG_9475-_1_-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Mapas conceituais produzidos nas oficinas com escolas.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/09/5a661063-2acd-4c39-9f84-59df40ca3048-1-768x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Gravação de entrevistas com moradores.</figcaption>
										</figure>
		<p>Expediente:</p><p>Reportagem: Samara Wobeto, jornalista</p><p>Edição: Luciane Treulieb, jornalista</p><p>Fotos: Divulgação</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>DRI e PRPGP abrem seleção de estudantes bolsistas para o Grupo de Trabalho CAPES-Global</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dri/2025/08/20/dri-e-prpgp-abrem-selecao-de-estudantes-bolsistas-para-o-grupo-de-trabalho-capes-global</link>
				<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:51:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[DRI]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Inscrições podem ser realizadas de 20 a 25 de agosto de 2025]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="285" data-end="621">A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da UFSM tornam público que, no período de <strong>20 a 25 de agosto de 2025</strong>, estão abertas as inscrições para o Edital de Seleção de Bolsistas <strong>DRI-PRPGP/UFSM nº 001/2025</strong>, destinado a estudantes de graduação e pós-graduação regularmente matriculados(as) na instituição, conforme informações abaixo:</p>
<p data-start="716" data-end="770"><strong data-start="716" data-end="768">Vagas ofertadas e atividades a serem realizadas:</strong></p>
<ul data-start="771" data-end="901">
<li data-start="771" data-end="846">
<p data-start="773" data-end="846">01 vaga para <strong data-start="786" data-end="843">Coleta de Dados dos Programas de Pós-Graduação (PPGs)</strong>;</p>
</li>
<li data-start="847" data-end="901">
<p data-start="849" data-end="901">01 vaga para <strong data-start="862" data-end="898">Formulários e Dados PPGs (todos)</strong>.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="903" data-end="1115">Os(as) selecionados(as) deverão auxiliar na coleta, organização e análise de dados dos PPGs, elaboração e gestão de formulários eletrônicos, além de apoio a demandas operacionais e administrativas relacionadas.</p>
<p data-start="1117" data-end="1166"><strong data-start="1117" data-end="1164">Carga horária semanal e retribuição mensal:</strong></p>
<ul data-start="1167" data-end="1271">
<li data-start="1167" data-end="1228">
<p data-start="1169" data-end="1228">Bolsa de R$ 700,00 para 20h semanais (recursos próprios).</p>
</li>
<li data-start="1229" data-end="1271">
<p data-start="1231" data-end="1271">Vigência: setembro a novembro de 2025.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1273" data-end="1301"><strong data-start="1273" data-end="1299">Principais requisitos:</strong></p>
<ul data-start="1302" data-end="1652">
<li data-start="1302" data-end="1387">
<p data-start="1304" data-end="1387">Estar regularmente matriculado(a) em curso de graduação ou pós-graduação da UFSM;</p>
</li>
<li data-start="1388" data-end="1428">
<p data-start="1390" data-end="1428">Ter disponibilidade de 20h semanais;</p>
</li>
<li data-start="1429" data-end="1502">
<p data-start="1431" data-end="1502">Possuir conhecimento de informática básica (Word, Excel, Libreoffice, Google Workplace) e de organização de dados (Google Drive);</p>
</li>
<li data-start="1503" data-end="1556">
<p data-start="1505" data-end="1556">Ter conhecimento intermediário em língua inglesa;</p>
</li>
<li data-start="1557" data-end="1652">
<p data-start="1559" data-end="1652">Não possuir vínculo empregatício nem outra bolsa, salvo auxílios de permanência estudantil.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1654" data-end="1753">O processo seletivo é regido pelo <strong data-start="1688" data-end="1722">Edital nº 001/2025 – DRI/PRPGP</strong>, disponível neste <a class="decorated-link" href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dri/editais/001-2025-5" rel="noopener" data-start="1741" data-end="1750">link</a>.</p>
<p data-start="1755" data-end="1927">As inscrições devem ser realizadas por e-mail, com envio da documentação prevista no edital, para <strong data-start="1853" data-end="1877"><a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1855" data-end="1875">capes.global@ufsm.br</a></strong>, com o assunto “SELEÇÃO DE BOLSISTA DRI/PRPGP”.</p>
<p data-start="1929" data-end="2071">Em caso de dúvidas, os(as) candidatos(as) podem entrar em contato pelo e-mail <strong data-start="2007" data-end="2031"><a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="2009" data-end="2029">capes.global@ufsm.br</a></strong><span style="color: #000000"><a class="decorated-link cursor-pointer" style="color: #000000" rel="noopener" data-start="2009" data-end="2029"> .</a></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sumo Educacional ensina educação financeira por meio de jogos educativos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/08/01/sumo-educacional-ensina-educacao-financeira-por-meio-de-jogos-educativos</link>
				<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 16:50:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro dá em árvore]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[jogos educativos]]></category>
		<category><![CDATA[passa ou repassa]]></category>
		<category><![CDATA[patacas]]></category>
		<category><![CDATA[pense e ganhe dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[sumo educacional]]></category>

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						<description><![CDATA[Desenvolvido na UFSM, o jogo Pense e Ganhe Dinheiro aborda temas cotidianos e matemáticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O cenário financeiro é de aumento do endividamento das famílias brasileiras. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), em abril de 2025, 77,6% das famílias estavam endividadas. A pesquisa é feita periodicamente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). </p><p> </p><p>Dados como esses motivaram a criação do projeto Sumo Educacional, que busca promover a educação financeira de maneira simples e acessível. O projeto está entre os contemplados pela atual edição do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). Natali Morgana Cassola, integrante do projeto e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento (PPGE&amp;D) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), explica que o programa atua em três frentes. O primeiro trata da formação de professores da rede escolar, por meio da oferta de cursos presenciais e online. O segundo braço aborda a alfabetização financeira de alunos da rede pública, com ações presenciais nas escolas. Por fim, a terceira frente de atuação leva a educação financeira a pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco  em crianças e adolescentes que vivem em abrigos.</p><p>Para Rafaela Boeni Miguel, estudante de Economia na UFSM, o Sumo Educacional populariza o acesso ao conhecimento. “O projeto é uma porta de entrada para a educação financeira para muitas pessoas. Vai ter reflexos no planejamento, na vida profissional, na realização de sonhos”, pontua. As três frentes de atuação se interseccionam com a aplicação de um jogo educativo chamado ‘Pense e Ganhe Dinheiro’. Rafaela pontua que esta foi a metodologia mais efetiva encontrada para trabalhar com jovens e adolescentes: “É um conteúdo que envolve matemática e números, exige parar, pensar e se organizar”. Ela afirma que métodos tradicionais, como  sentar  em uma cadeira para ouvir o professor e ler slides sobre educação financeira não são as maneiras mais efetivas de trabalhar com jovens”.</p>		
			<h3>Desmistificar o dinheiro</h3>		
		<p>Temas como dinheiro, crédito e débito, salários e descontos, parcelamento e endividamento ainda são pouco trabalhados nas escolas. “Em um contexto em que a educação financeira ainda é tratada de forma pontual, oferecer recursos interativos como os jogos é uma maneira eficaz de garantir que os alunos aprendam de forma significativa e se sintam motivados a aplicar esse conhecimento na vida real”, explica Natali. Para a pesquisadora, a importância está em tornar o processo de aprendizado mais atrativo, dinâmico e conectado com a realidade social dos estudantes.</p>		
							“Eu acho que desmistifica essa ideia de que ‘a educação financeira não é para mim, não é para o meu bico, não é para a minha classe social…’ E ela é para todo mundo, sabe?” <b>- Rafaela Boeni Miguel, estudante de Economia da UFSM.</b>
		<p>Para Rafaela, os jogos facilitam o entendimento de conceitos e conteúdos que jovens e adolescentes não têm oportunidades de aprender. O jogo desenvolvido pelo projeto auxilia na revisão dos conteúdos teóricos trabalhados em sala de aula. Natali sinaliza que há estímulo de competitividade saudável e, consequentemente, de engajamento dos participantes e entendimento dos conceitos. “Permitem simular situações do dia a dia, como tomada de decisões financeiras, planejamento e consumo. Promove a compreensão prática dos conteúdos”, complementa a pesquisadora.</p>		
			<h3>Educação financeira em jogos educativos</h3>		
		<p>O ‘Pense e Ganhe Dinheiro’ foi desenvolvido pelo grupo do Sumo Educacional. O jogo educativo é inspirado no programa ‘Passa ou Repassa’, exibido pela emissora SBT. Os estudantes se organizam em dois times. O jogo de perguntas e respostas é mediado por um narrador, que deve ser o professor. A cada rodada, duas pessoas do time adversário se enfrentam e precisam responder perguntas com temáticas que envolvem questões financeiras, sociais e cotidianas. Cada acerto é recompensado com ‘patacas’, que representam o dinheiro. Se acertar na primeira etapa, o estudante leva o valor mais alto. Caso não saiba, pode repassar para o adversário. Se este não souber, abre-se a possibilidade de desafios, que podem ser tanto perguntas quanto contas matemáticas. O time vencedor é aquele que soma mais patacas. Uma sineta fica entre os competidores e é acionada por quem souber a resposta para a pergunta. Uma ampulheta controla o tempo do jogo.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-16.54.16-1-768x1024.jpeg" alt="Cerca de oito pessoas estão em pé, espalhadas em um ambiente de sala de aula. No meio da foto, há uma mesa redonda, em que estão elementos de um jogo: cartas coloridas, sineta e ampulheta. Uma mulher segura um saco de tecido e lê uma das cartinhas." />											<figcaption>Aplicação do jogo em escola da rede pública de Santa Maria.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-16.54.15-768x1024.jpeg" alt="Fotografia de três estudantes em sala de aula. Há uma mesa entre dois deles, que se olham e estão com uma das mãos atrás da orelha e a outra apontada sobre a mesa. Atrás da classe escolar, uma mulher em pé lê uma carta. Sobre a mesa, há uma sineta, ampulheta e elementos em papeis coloridos." />											<figcaption>Estudantes jogam o ‘Pense e Ganhe Dinheiro’.</figcaption>
										</figure>
		<p>Inicialmente, o projeto utilizava um jogo terceirizado, que exigia a compra de um kit com materiais específicos. No entanto, os integrantes do Sumo perceberam que ele não se adequava à realidade das escolas públicas por conta do custo elevado. “Como a proposta do Sumo Educacional é justamente tornar a educação financeira acessível, optamos por desenvolver um jogo próprio, que pudesse ser reproduzido com facilidade pelos professores e adaptado conforme as necessidades de cada escola”, destaca Natali. O ‘Pense e Ganhe Dinheiro’ foi desenvolvido com materiais simples e acessíveis, além de estar adequado aos conteúdos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O desenvolvimento do jogo foi feito de maneira coletiva, por cerca de 15 integrantes do Sumo Educacional.</p>		
			<h3>Pataca e a lenda do dinheiro que dá em árvore</h3>		
		<p>O nome da moeda do jogo, pataca, faz referência a uma lenda segundo a qual dinheiro nasce em árvore. De acordo com uma reportagem do G1, a Dillenia indica, também conhecida como Maçã-de-elefante ou árvore das patacas, é originária da Índia e foi trazida ao Brasil por D. João VI em 1808.  Suas flores se fecham para formar o fruto, que lembra uma espécie de cofre. Naquela época, a moeda que circulava no Brasil se chamava justamente pataca, de origem portuguesa. Conforme o guia do jogo, Dom Pedro I escondia as patacas nos frutos dessa árvore, o que teria originado a lenda. Rafaela ainda pontua que o nome traz o significado de abundância para a vida das pessoas.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/IMG_8593-1024x683.jpg" alt="Jogo Pense e Ganhe Dinheiro sobre mesa escolar. Sobre a mesa, duas sinetas em tom prata e uma ampulheta de plástico. Também tem cédulas de dinheiro pataca, do jogo, sobre sacos de tecido coloridos em tons verde, rosa e azul." />											<figcaption>Elementos do jogo: Patacas, Perguntas, Desafios, sinetas e ampulheta.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="984" height="554" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/snapshot-35.jpg" alt="Fotografia colorida de uma flor de pataca dentro de uma espécie de cofre. As pétalas verdes e duras estão se fechando. Dentro, sobre o miolo da flor, está uma moeda de um real." />											<figcaption>Flor da árvore com as pétalas fechando. Reprodução: G1.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Operação Salário Mínimo</h3>		
		<p>Formada em Economia pela UFSM e integrante do Sumo Educacional desde a graduação, Natali Cassola tem o projeto de extensão como objeto de estudo no mestrado. No último semestre, ela cursou uma disciplina do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais em Rede (PPGTER) da UFSM. Chamada ‘Jogos na Educação’, a disciplina discute aspectos teóricos e práticos sobre o uso, desenvolvimento e avaliação de jogos digitais e não digitais em contextos educacionais. “Busquei essa disciplina justamente porque queria aprofundar meus conhecimentos sobre jogos educativos, especialmente no ambiente escolar. Foi uma experiência muito enriquecedora: aprendi conceitos que até então não conhecia, tive contato com jogos educacionais de diferentes áreas e, ao final, tive a oportunidade de elaborar um jogo”, conta Natali. </p><p> </p><p>‘Operação Salário Mínimo’ é o nome do produto da disciplina, elaborado por Natali e mais duas colegas. O jogo simula, de forma lúdica, os desafios financeiros enfrentados por pessoas que vivem com rendas limitadas. “O jogo trabalha temáticas como planejamento financeiro, consumo consciente, imprevistos e bem-estar, e acredito que ele pode ser adaptado e utilizado também em aulas de educação financeira, especialmente pela sua proximidade com a realidade dos estudantes”, explica a pesquisadora. De acordo com ela, a intenção é que o jogo seja aplicado no Sumo Educacional a partir do próximo semestre.</p><p> </p><p>Um dos maiores aprendizados da experiência, para Natali, é o de que o desenvolvimento de jogos educativos deve levar em conta o alinhamento com objetivos pedagógicos definidos e que estejam de acordo com a realidade dos estudantes.</p>		
							“O jogo precisa ser mais do que divertido: deve proporcionar experiências de aprendizagem significativas. Isso envolve pensar em uma mecânica clara, regras acessíveis, linguagem adequada e, principalmente, em situações que estimulem a reflexão e a tomada de decisões. Um bom jogo educativo deve, ao mesmo tempo, engajar os alunos e contribuir para a construção do conhecimento de forma prática e crítica” - Natali Morgana Cassola, integrante do Sumo Educacional.
			<h3>Saiba mais</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Acompanhe o Sumo Educacional no <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/sumoeducacional/">instagram</a>.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Confira o <a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/watch?v=QZyy5vPkjLU&amp;list=PLBB5c0vb8B4Hx88Wv84wwK1S3BFeOh5_G">vídeo oficial sobre o projeto</a> produzido pela equipe do Além do Arco.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Samara Wobeto, jornalista</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fotos: Samara Wobeto, jornalista; e Natali Cassola</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Luciane Treulieb, jornalista</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGBTox abre inscrições para seleção interna do Prêmio CAPES de Tese 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgbtox/2025/04/15/ppgbtox-abre-inscricoes-para-selecao-interna-do-premio-capes-de-tese-2025</link>
				<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 11:26:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
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		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PPGBTox]]></category>

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						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informa que estão abertas, entre os dias 15 e 25 de abril, as inscrições para a seleção interna de tese que será indicada ao Prêmio CAPES de Tese – Edição 2025, conforme o Edital nº 6/2025. O Prêmio [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informa que estão abertas, entre os dias 15 e 25 de abril, as inscrições para a seleção interna de tese que será indicada ao Prêmio CAPES de Tese – Edição 2025, conforme o Edital nº 6/2025.</p>
<p>O Prêmio CAPES de Tese é promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e tem como objetivo reconhecer as melhores teses de doutorado defendidas em 2024 nos programas de pós-graduação stricto sensu de todo o país. A premiação valoriza pesquisas de excelência que contribuam de forma significativa para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação no Brasil.</p>
<p>A seleção interna no âmbito do PPGBTox visa indicar uma tese defendida em 2024 que represente o programa na disputa nacional promovida pela CAPES.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/521/2025/04/EDITAL-PREMIO-CAPES-DE-TESE-PPGBTox-Edicao-2025.pdf">Edital nº 6/2025 - Premio CAPES Tese 2025</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Análises de solo em áreas de deslizamentos mostram consequências das enchentes no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/03/27/analises-de-solo-em-areas-de-deslizamentos-mostram-consequencias-das-enchentes-no-rs</link>
				<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 14:05:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análises de solo]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto da UFSM identificou ganho de acidez e perda de matéria orgânica na Serra Gaúcha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Análises de solo funcionam como exames médicos que buscam identificar doenças. No caso da terra, a intenção é descobrir a qualidade e as necessidades do solo para o cultivo de plantas. O projeto de extensão dos Programas de Pós-Graduação em Ciências do Solo (PPGCS), em Agrobiologia (PPGAgroBio) e em Química (PPGQ) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou um trabalho de coleta e análise de solo na Serra Gaúcha, em cidades  atingidas pelas enchentes de maio de 2024. Nos municípios de Pinto Bandeira, Bento Gonçalves e Veranópolis, os pesquisadores coletaram amostras em áreas de deslizamento de propriedades rurais dedicadas à fruticultura.</p><p>Allan Kokkonen, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Solo (PPGCS) e integrante do projeto, explica que as análises comuns revelam dois padrões distintos: os solos de áreas nativas, que tendem a ser muito ácidos e apresentam baixa disponibilidade de nutrientes, tornando-se menos adequados para o cultivo; e os solos de áreas já cultivadas, nos quais geralmente se identifica a necessidade de reposição de adubação ou fertilização.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/analise-de-solos_002-1024x667.jpg" alt="Descrição de imagem: Imagem no formato de colagem, com fotografias e elementos ilustrativos, de equipamentos de laboratório de análise. Sobre uma bancada fina e marrom, há três tubos de ensaio com diferentes amostras de terra. Ao lado, o desenho de um microscópio branco. Ao fundo, em desfoque, está a fotografia de uma área de deslizamento de terra, com uma cratera em meio a um pomar com árvores nativas atrás." />													
		<p>No caso da Serra Gaúcha pós-enchente, os pesquisadores identificaram ainda um terceiro tipo de solo, que mistura características de áreas nativas e cultivadas. No deslizamento de terra, tanto as áreas que perderam quanto as que receberam sedimentos passam por uma grande transformação. O material deslocado pode conter solo, pedras e outros elementos, tornando o cenário imprevisível. “É uma completa surpresa, um tiro no escuro. A gente não sabe o que vai encontrar ali”, destaca Allan. Para o pesquisador, na comparação com exames de sangue, é como se a análise mostrasse uma doença nova, que ainda não tem padrão de tratamento.<br /><br />Os resultados mostram que as áreas degradadas não perderam grandes quantidades de nutrientes, mas apresentaram um aumento na acidez. Esse problema, porém, pôde ser facilmente corrigido com aplicação de calcário, permitindo que muitas áreas já estejam aptas para o cultivo. “Esse foi um resultado que a gente não esperava: essas áreas de deposição têm fertilidade relativamente boa para a maioria dos nutrientes”, ressalta Allan.<br /><br />No entanto, para o pesquisador, o maior problema diz respeito à qualidade ou saúde do solo, ou seja, não se trata apenas de analisar os nutrientes, mas também a estrutura. Os pesquisadores perceberam que os solos analisados tiveram perda de matéria orgânica. Allan explica: “É aquele material que tem origem orgânica, formado por microorganismos que vieram de plantas decompostas”. Allan ressalta que a matéria orgânica tem várias funções importantes. “Ela é responsável por dar estrutura e agregação ao solo, o que é crucial, pois é essa estrutura que facilita a retenção de água”, detalha. Essa característica auxilia em períodos de seca, em que a água é mais escassa - como o que o Rio Grande do Sul enfrenta agora.<br /><br />Um segundo ponto é que a matéria orgânica oferece nutrientes para a planta, principalmente nitrogênio, um dos mais importantes para o fornecimento de energia. “Provavelmente esses solos que perderam muita matéria orgânica - e foi bastante a quantidade perdida - vão ter um volume de micróbios, de fungos e de bactérias muito pequenos. E eles são benéficos”, especifica Allan. <br /><br />Além disso, de acordo com o pesquisador, a matéria orgânica também pode interagir com o ambiente. “Ela é feita basicamente de carbono”, afirma. Ou seja, quando está no solo, permite que ele funcione como dreno de carbono, que se converte em energia para o desenvolvimento das plantas. “Quando se perde ela, provavelmente foi liberada na forma de gás. Ou seja, toneladas e toneladas de carbono que estavam na matéria orgânica, estocadas no solo, foram para a atmosfera”, conclui. Para Allan, essa perda transforma os sistemas agrícolas de drenos em emissores. “Aquela área de deslizamento emitiu bastante carbono, o que a gente sabe que vai potencializar as mudanças climáticas e o efeito estufa”, destaca.</p>		
			<h3>Prejuízos no setor da agricultura</h3>		
		<p>Na Serra Gaúcha, cujas características são de encostas e morros, o relevo acidentado facilita o escoamento superficial das águas. De acordo com pesquisadores do Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces) da UFSM, esses solos têm adaptações que favorecem a condução de águas em períodos de chuva normais. No entanto, em maio de 2024, em regiões como a da Serra, choveu mais de 500 milímetros em 48 horas, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nesses casos, há uma sobrecarga dos sistemas hídricos, o que resultou em deslizamentos de terra em encostas.<br /><br />Estes eventos não causaram só consequências sociais, mas também prejuízos financeiros, especialmente na agricultura. De acordo com dados de estudo realizado em novembro pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), são pelo menos R$88,9 bilhões em prejuízos financeiros, entre o setor produtivo (69%), o social (21%), a infraestrutura (8%) e o meio ambiente (1,8%). <br /><br />Já no setor da agricultura, a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) divulgou, em junho do ano passado, perdas que somam pelo menos R$ 467 milhões, em pequenas, médias e grandes propriedades. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), ocorreram danos diversos em setores produtivos de grãos, olericultura - cultivo de hortaliças, legumes e verduras -, floricultura, pastagens, produção leiteira e produção florestal, além de animais mortos e solos afetados. A fruticultura também foi impactada, afetando a produção de uva, pêssego, caqui, kiwi, bergamota, ameixa, nectarina e outras frutas. <br /><br />Rubiane Rubo é engenheira agrônoma e presidente da Associação dos Produtores de Frutas de Pinto Bandeira. Depois de terminar a graduação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela retornou à propriedade familiar para continuar o negócio iniciado pela avó. São cerca de cem hectares com plantações de frutas diversas em um terreno extenso em comprimento. Rubiane conta que, nas enchentes, três grandes deslizamentos atingiram a propriedade. “Um no início, um no meio e um no final. Isso comprometeu os tratamentos de inverno, porque a gente trabalha em patamares, então não tinha como um trator andar”, explica. Patamares são formas de organizar o terreno dos pomares, em uma espécie de escada. Maurício Bonafé, engenheiro agrônomo na Vinícola Aurora, esclarece que esses sistemas são feitos para evitar a perda de solo por escorrimento superficial de água, ou seja, em volumes normais de chuva. “Isso faz com que a água caia com menor velocidade no solo. A gota tem menos impacto e consequentemente a água consegue penetrar com mais facilidade”, detalha. Além disso, outra estratégia que tem esse intuito é a da cobertura verde, ou seja, o plantio de árvores e vegetações, o que também favorece a função do solo como reservatório de água.</p>		
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										<img width="703" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-25-at-13.04.12-703x1024.jpeg" alt="Descrição da imagem: fotografia quadrada e colorida de uma cratera em propriedade rural de cultivo de frutas. A cratera ocupa a metade inferior da fotografia, e se abre em meio e uma área de pomar em patamares. Ao fundo dos pomares, há uma área de árvores de eucaliptos. Acima, o céu azul com nuvens." />											<figcaption>Cratera no final da propriedade da família de Rubiane Rubo, em Pinto Bandeira. No lado esquerdo da foto, é possível ver os patamares que restaram.</figcaption>
										</figure>
		<p>Os deslizamentos atrasaram os tratamentos de inverno nos pomares, por conta do risco e da dificuldade de acesso à propriedade. “Comprometeu a floração depois, que não foi de tanta qualidade, e consequentemente impactou em menor quantidade de frutos”, relata Rubiane.</p>		
			<h3>Análise de solo como técnica de avaliação de perdas</h3>		
		<p>Na UFSM, um dos projetos que busca auxiliar na avaliação dos impactos das enchentes no solo é o ‘Diagnóstico da aptidão agrícola das terras e fertilidade do solo em áreas agrícolas atingidas por desastres climáticos’, dos Programas de Pós-Graduação em Ciências do Solo (PPGCS), em Agrobiologia (PPGAgroBio) e em Química (PPGQ). Foi contemplado no último edital do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). O objetivo é produzir conhecimento para facilitar o retorno das atividades agrícolas, com foco no fortalecimento das famílias de pequenos agricultores.</p><p>A técnica usada no projeto é a análise de solo. Gustavo Brunetto é coordenador do projeto e professor no Departamento de Solos e no Programa de Pós-Graduação em Ciências do Solo da UFSM. Ele explica que alguns solos não conseguem fornecer as quantidades de nutrientes que uma planta precisa para o crescimento. Para conhecer essas características, se faz uma análise. “Se recomenda ir até o campo e fazer a coleta de uma porção do solo, que depois é levado para o laboratório e analisado”, descreve Gustavo.</p><p>A análise de solos tem algumas etapas:<br />1 - Amostragem: definição das áreas a serem analisadas e coletadas. Em uma gleba (área de terra), se define de dez a 20 pontos de coleta, em locais variados do terreno, mas que tenham as mesmas características, de histórico de adubação e plantio. Em cada um desses pontos, a coleta é feita em uma profundidade de zero a dez ou de zero a 20 centímetros, a depender das características. Com uma pá de corte, um trado ou até um quadriciclo, coleta-se uma porção de solo de cada ponto. Com as coletas feitas, pega-se uma porção de solo de cada um dos pontos e se mistura em um balde, para ter uma representação homogênea da área. Depois, pega-se cerca de 500 gramas da amostra de solo para fazer uma pré-secagem, o que envolve desfazer os torrões de terra, espalhar em uma superfície limpa e deixar secar de dois a três dias, a depender das condições climáticas. Depois de seca, a terra é colocada em um saco plástico e identificada com a propriedade e produtor/a, nome da gleba e demais características.</p>		
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										<img width="768" height="995" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/Image-2025-03-19-at-15.12.59-scaled-e1743085666884-768x995.jpeg" alt="Descrição da imagem: Fotografia horizontal e colorida de duas mulheres que coletam amostras de solo. Elas estão em pé em meio a uma propriedade rural atingida por deslizamentos de terras, em uma encosta. Um delas segura um saco plástico enquanto a outra coloca no saco a terra retirada com um trado." />											<figcaption>Integrantes do Gepaces em atividade de coleta de solo</figcaption>
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/Image-2025-03-19-at-15.12.58-768x1024.jpeg" alt="Descrição da imagem: fotografia vertical e colorida, em que uma pessoa segura um trado em uma das mãos. O equipamento tem formato de um cilindro comprido em uma das pontas, com uma abertura para o armazenamento de terra. Na outra, se encontra com uma barra horizontal laranja, que permite que o equipamento seja girado para a coleta da terra. No fundo da imagem, aparece o terreno que sofreu deslizamento, e algumas vegatações em arbustos." />											<figcaption>Trado usado para a coleta de porções de solo</figcaption>
										</figure>
		<p>2 -  Análise no laboratório: as amostras de solo são enviadas para um laboratório credenciado, que faz a análise. A credencial pode ser emitida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ou pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro)<br /><br />3 - Interpretação da análise: feita por um técnico, que pode ser alguém formado em Engenharia Agronômica. Envolve entender os resultados de análise para indicar soluções.<br /><br />4 - Recomendação: A partir dos resultados, a pessoa responsável pela interpretação elabora as recomendações de aplicação no solo analisado. Quantidade de adubação e calagem (aplicação de cal), qual a melhor fonte de nutrientes, melhor época de aplicação, entre outras questões, podem compor esse relatório.<br /><br />Apesar de ser uma técnica simples e de baixo custo, Gustavo afirma que ela é fundamental. A etapa da amostragem precisa ser feita com cuidado e rigor para que o resultado seja qualitativo. “É mais ou menos você ter a preocupação de ir no médico e ele interpretar o teu resultado da análise de sangue, mas se não foi feito um procedimento adequado na amostragem, ele não vai ter validade”, compara.</p>		
			<h3>As coletas na Serra Gaúcha</h3>		
		<p>As coletas de porções de solo para análise do projeto da UFSM foram realizadas em dez áreas de pomares e vinhedos atingidos por deslizamentos nos municípios de Veranópolis, Bento Gonçalves e Pinto Bandeira. Para a escolha das áreas, o grupo do professor Gustavo Brunetto contou com o apoio do engenheiro agrônomo Maurício Bonafé, que é gerente agrícola da Cooperativa Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves. Por conta do contato direto com as famílias, Maurício já tinha um mapeamento das áreas degradadas. “Fizemos alguns apontamentos sobre as áreas que podiam ser recuperadas e, com isso, se propôs as áreas para coleta das amostras”, explica Maurício.<br /><br />A fase de mapeamento e escolha das propriedades levou em torno de dois meses, em meados de setembro de 2024. A coleta das amostras foi feita entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, concomitantemente com as análises.</p>		
			<h3>Próximos passos</h3>		
		<p>Os próximos passos do projeto envolvem o encaminhamento dos resultados de análise para as famílias de produtores, além da realização de eventos para a divulgação e explicação dos dados. O projeto também pretende realizar análises agrobiológicas e químicas, a partir dos programas de pós-graduação parceiros, e criar cartilhas e relatórios para os técnicos e produtores.</p>		
			<h3>Capítulo de livro</h3>		
		<p>No dia 14 de março, o grupo de pesquisadores do projeto foi até Porto Alegre para o evento de lançamento do livro ‘RS: Reflexões para a reconstrução do Rio Grande do Sul’. O produto foi feito a partir do projeto ‘RS: Resiliência &amp; Sustentabilidade’, que é uma promoção de acordo de cooperação entre a Secretaria Extraordinária de Reconstrução do RS, do Governo Federal e a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Também contou com o apoio da Open Society Foundations. O grupo de 17 pesquisadores da UFSM assina o capítulo 4, ‘Diagnóstico da aptidão agrícola das terras e fertilidade do solo em áreas agrícolas atingidas por desastres climáticos na Serra Gaúcha’. O livro pode ser acessado por meio deste link.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="777" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/20cf8986-1904-4ce0-ab6f-ad2714c3723e-e1743085612946-1024x777.jpeg" alt="Descrição de imagem: Fotografia horizontal e colorida do lançamento de capítulo de livro do Gepaces. Em um palco, Gustavo Brunetto está em pé, de terno e gravata, e segura um microfone próximo à boca. Há mais quatro pessoas no palco, sentadas em cadeiras brancas estofadas, sendo uma mulher e três homens. Atrás, tela de projeção de slides com fotos e texto escrito: ‘Reagindo aos eventos climáticos extremos’. Ao lado, banner vertical do evento ‘RS Resiliência e Sustentabilidade’." />											<figcaption>Apresentação do capítulo de livro no Seminário Científico do projeto ‘RS: Resiliência e Sustentabilidade’</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/0b1e176e-d61f-4be0-b085-f0349b1762d8-1024x768.jpeg" alt="Descrição da imagem: Grupo de 12 jovens pesquisadores ao lado de banner vertical do evento &#039;RS Resiliência e Sustentabilidade&#039;. São quatro mulheres e oito homens. Dois estão agachados e o restante está em pé. No fundo, uma vidraã permite ver o interior do prédio, que tem paredes amareladas e janelas pretas." />											<figcaption>Grupo de pesquisadores da UFSM presentes no evento de lançamento</figcaption>
										</figure>
		<p id="docs-internal-guid-f9783841-7fff-a7df-a6b0-4b76d94a75ca" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Expediente:</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Samara Wobeto, jornalista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Luciane Treulieb, jornalista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Design: Evandro Bertol, designer</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fotografias: Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces)</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Aluata Comunicação e Ciência</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Educação midiática e comunicadores populares podem ajudar a combater a desinformação climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/03/14/educacao-midiatica-comunicadores-populares-combater-desinformacao-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 17:15:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação de proximidade]]></category>
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				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=284</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão ‘Comunicação de Proximidade’ vai criar protocolos de crise para qualificar a comunicação em contextos de emergências]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-545048f2-7fff-e5b9-484b-697b72c448f9" dir="ltr">Quando as chuvas torrenciais transbordaram a Sanga da Restinga em 29 de abril de 2024, o município de Restinga Seca, no Rio Grande do Sul, sofreu alagamentos em casas, estabelecimentos comerciais e sociais. Localizada na região da Quarta Colônia e próxima a Santa Maria, a cidade foi uma das primeiras a ser atingida pelas enchentes de maio de 2024. Um dos locais alagados foi a Rádio Integração, em que Norton Ávila trabalha como jornalista. </p><p><br />Além dos problemas imediatos, como a perda de bens materiais, mantimentos, abrigo e acesso a algumas localidades, a comunicação foi outro elemento afetado. A queda de energia elétrica prejudicou o sinal transmitido pelas torres de internet e, consequentemente, a possibilidade das pessoas se informarem pela televisão e mesmo por redes sociais. Neste momento, as ondas sonoras se tornaram essenciais. “O rádio era praticamente o único meio de comunicação aqui, ainda mais para o pessoal do interior”, relata Norton. Na ausência de luz, o rádio a pilha virou aliado. Na época, a UFSM integrou uma <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/2024/05/09/ufsm-integra-campanha-liderada-pela-unics-para-arrecadacao-de-radios-a-pilha-e-pilhas">campanha</a> liderada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), que arrecadou pilhas e rádios para distribuição na região.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/desinformacao-climatica_001-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida de um urso polar branco, que sorri em meio às mudanças climáticas. O urso usa um chapéu marrom, e está sentado em um bloco de gelo que derrete. Ao redor dele, focos de incêndio, e uma xícara de café sobre uma mesa redonda marrom. Ao lado esquerdo do urso, um balão de fala com o texto &#039;Tá tudo bem&#039;. O bloco de gelo está no meio do mar, azul, que se estende no infinito. Na parte superior da imagem, nuvens em tom cinza escuro, e três raios que caem na direção do mar." />													
		<p>Em voga no debate sobre o cenário das mudanças climáticas, a desinformação também ganhou contornos reais durante o acontecimento. Norton conta que surgiram informações desencontradas que se potencializaram pelo compartilhamento em redes sociais e, com isso, acabaram por desinformar. “Qualquer coisa, pequena que fosse, devido ao tamanho da tragédia virava uma grande informação que muitas vezes não se confirmava, que não era verdade”, relembra.</p>		
			<h3>Desinformação climática</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-c0e81d64-7fff-acd4-8667-021f89c41421" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Neste cenário, o fenômeno é nomeado como desinformação climática. Para a professora e pesquisadora Laura Storch, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, a noção do conceito é complexa porque parte de um debate mais amplo, da desinformação e letramento comunicacional e digital, mas também compreende questões emergenciais sobre o clima. “Envolve tanto o conhecimento científico sobre as mudanças climáticas e sobre as transformações que a vida humana no planeta tem gerado para os sistemas ecológicos, mas também um conjunto de informações e desinformações vinculadas ao modo como as mudanças climáticas afetam as populações”, destaca Laura.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As desinformações podem ser classificadas em dois níveis, de acordo com Laura. O primeiro é o que valoriza o absurdo, cujas postagens envolvem teorias da conspiração, como as que dizem que as mudanças climáticas não existem. “E tem desinformações que são muito pelo modo como o próprio conhecimento científico é produzido, que no contexto de uma sociedade muito complexa se torna difícil de popularizar”, cita Laura. Para a pesquisadora, a ideia da divergência no pensamento científico contribui para a criação de questionamentos. “Esse tipo de dúvida que a ciência coloca é muito difícil de ser explicada em um contexto popular, e vai gerar um conjunto de ideias que podem alimentar as desinformações mais catastróficas, como o debate se existe aquecimento global”, explica.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Segundo Laura, a desinformação climática é perigosa de maneira palpável. “Ela também é capaz de gerar morte, de gerar perdas, de gerar destruição, porque ela é capaz de operar com o descaso, com a desorganização das comunidades. Ela é capaz de desarticular ações que já estavam em andamento”, expõe. A problemática é cívica, social e política, e afeta, inclusive, a democracia, porque ela depende também da participação e da confiança. Norton Ávila reflete que o fenômeno afeta seu dia-a-dia no trabalho, principalmente quando disseminado por pessoas que não verificam a informação. ‘Eu sinto na pele’, desabafa. Para o jornalista, a atenção com a questão ambiental ainda não é prioridade para a comunidade restinguense. “Eles estão mais preocupados com a solução, em ter esse bem restabelecido, quem foi atingido em casa, a ponte que apresentava defeitos e ainda não foi reconstruída”, avalia Norton.</p><p> </p>		
			<h3>Comunicação de Proximidade</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-7213739a-7fff-20c7-06d6-98c60c289eac" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As enchentes de maio de 2024 também sacudiram o grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM (Poscom). Com o acontecimento, veio a sensação de impotência. Além da coleta de doações, docentes, estudantes de graduação e pós-graduação participaram do projeto de arrecadação de pilhas e rádios a pilha para as áreas atingidas da Quarta Colônia. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mas uma pergunta continuou presente para as pesquisadoras: qual é o papel da comunicação nesse contexto? Laura conta que começaram a perceber que a atuação do campo não é emergencial, como a da área da saúde. “Ele acontece antes e depois. Deveria ter acontecido antes, deveria estar lá para ajudar essas comunidades a se organizar e a estar preparadas”, comenta.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">É a partir da vontade de compartilhar as pesquisas com a comunidade que surgiu o projeto ‘Comunicação de Proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia’, liderado pelo Poscom e em parceria com os Programas de Pós-Graduação da Geografia (PPGeo), do Patrimônio Cultural (PPGPC), da Enfermagem (PPGEnf) e de Letras (PPGL). “A ideia do projeto nasceu desse desconforto, desse incômodo, de como a gente poderia atuar e gerar ações concretas para a comunidade”, explica Laura. O ‘Comunicação de Proximidade’ é uma das dez propostas contempladas pelo edital do Programa de Extensão 2024/2026.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O projeto parte do conceito que o nomeia para articular os debates de território e governança ao papel da política e do pertencimento regional em uma dinâmica comunicacional, que nasce na comunidade para a comunidade. “O papel da comunicação de proximidade é qualificar a informação e a discussão cívica para gerar protocolos de segurança e de alerta, e para gerar debates que fomentem políticas de prevenção”, destaca Laura. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para a pesquisadora, a questão do território é importante porque a desinformação climática afeta, de maneira mais contundente, os desertos de notícias, ou seja, locais em que há ausência de meios e veículos de comunicação especializados. A cobertura sobre as enchentes, por exemplo, começou pela Quarta Colônia por ser a primeira afetada, mas na medida em que a emergência climática e humanitária tomou proporções grandes na região metropolitana, a cobertura se deslocou e teve maior ênfase em Porto Alegre. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Laura define o jornalismo como prática material, que existe no tempo e no espaço e, por isso, tem limitações do que consegue fazer.</p>		
							<b>“Então essas zonas de sombreamento são naturais. As desinformações vão acompanhar a lógica acontecimental, vão ser olhadas e estar em foco. Enquanto isso, as zonas de sombra informacional, em particular os desertos de notícias, vão gerar apagamentos maiores da possibilidade de desmentir, verificar e corrigir a informação”, evidencia Laura.</b>
			<h3>Educação midiática</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-26ffbd0a-7fff-3dd7-7a31-b68c863eeede" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um dos braços do projeto é a educação midiática. As oficinas em escolas foram uma das formas encontradas para efetivar a extensão. Ministradas por estudantes de pós-graduação da Geografia e da Comunicação em novembro de 2024, as oficinas trataram sobre as características geográficas da Quarta Colônia, a compreensão de como aconteceram os deslizamentos e erosões, e da desinformação, por meio das notícias falsas. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Vanessa Manfio é professora de geografia na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Cândida Zasso, que fica na área urbana de Nova Palma - RS. Esta é uma das escolas que receberam as oficinas. Estudantes do 6º e 7º ano puderam compreender mais sobre o clima na oficina da Geografia, e os do 8º e 9º aprenderam sobre desinformação. Além da parte teórica inicial, os estudantes puderam gravar vídeos e tirar fotos e interagir por meio de seus relatos de experiências. Vanessa conta que muitos dos alunos foram atingidos pela enchente: perderam casas, bens materiais e roupas. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para ela, a experiência foi significativa por permitir que pudessem identificar desinformações. “Circulava muitos vídeos sobre o ‘rompimento’ da barragem de Itaúba, da Usina Hidrelétrica de Nova Palma. Isso assustava muito a gente. Nossos alunos conseguiram perceber que algumas informações que circularam na época das enchentes não eram verdadeiras”, conta Vanessa. A professora avalia que o conhecimento é positivo, pois permite maior cuidado na percepção da origem da informação e, consequentemente, no seu compartilhamento. “Precisamos estar com um olhar atento e aberto de que nem tudo que circula na internet é verdadeiro. Precisamos buscar uma fonte de informações correta, e quando chega um material desse tipo não podemos sair divulgando sem saber se é verdade”, reflete.</p><p> </p>		
			<h3>Próximos passos</h3>		
		<p>Além da educação midiática, o projeto ‘Comunicação de Proximidade’ tem mais dois braços. O primeiro é o da constituição do ecossistema comunicacional da região, que consiste no mapeamento de comunicadores populares que são referências para a informação de qualidade. E o segundo se refere à criação de grupos de discussão com a comunidade para o desenho de protocolos de comunicação de alerta e de segurança. A intenção é que a Quarta Colônia esteja mais preparada, em termos comunicacionais, caso emergências climáticas voltem a acontecer.</p>		
			<h6>Expediente</h6>		
		<p id="docs-internal-guid-d378775d-7fff-57c9-e7e2-c91df15135ce" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Samara Wobeto, jornalista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Luciane Treulieb, jornalista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Design: Evandro Bertol, designer</p>]]></content:encoded>
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