<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=engenharia-civil" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 15:57:01 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Pesquisa do CT analisa a mobilidade nas avenidas Medianeira e Dores para embasar melhorias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/07/07/pesquisa-do-ct-analisa-a-mobilidade-nas-avenidas-medianeira-e-dores-para-embasar-melhorias</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 20:23:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7951</guid>
						<description><![CDATA[Solicitado pela Prefeitura de Santa Maria, o estudo reúne dados sobre o trânsito para subsidiar intervenções que aumentem a fluidez da circulação e a segurança viária
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">As avenidas Nossa Senhora Medianeira e Nossa Senhora das Dores concentram alguns dos principais desafios de mobilidade de Santa Maria. Para apoiar o planejamento de futuras intervenções nesse corredor viário, pesquisadores do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT-UFSM) desenvolvem um estudo técnico solicitado pela Prefeitura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa busca caracterizar os principais gargalos do tráfego e produzir um diagnóstico técnico que permita avaliar a viabilidade de soluções capazes de melhorar a fluidez da circulação e aumentar a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres. O trabalho é conduzido pelo <strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot" target="_blank" rel="noopener">Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT)</a></strong>, sob coordenação dos professores Alejandro Ruiz Padillo e Tatiana Cureau Cervo, do Departamento de Transportes do CT. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Prefeitura já havia identificado problemas de mobilidade ao longo desse corredor viário e procurou o LAMOT para desenvolver um estudo capaz de embasar tecnicamente futuras intervenções. Segundo o professor Alejandro, o objetivo é analisar a viabilidade de soluções para esse importante eixo da cidade, utilizando dados objetivos e análises de engenharia de tráfego para formular propostas capazes de enfrentar os problemas de circulação observados na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O corredor formado pelas avenidas Nossa Senhora Medianeira e Nossa Senhora das Dores desempenha um papel estruturante na mobilidade urbana de Santa Maria. Nos horários de pico, são frequentes os congestionamentos, a formação de filas em interseções críticas e o aumento dos conflitos entre diferentes fluxos de veículos, fatores que comprometem a fluidez do trânsito e a segurança viária. É esse cenário que o estudo busca compreender para subsidiar futuras intervenções.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Dados para orientar decisões</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A primeira etapa do trabalho consistiu na realização de contagens volumétricas de tráfego em horários de maior movimento. A coleta permite identificar como os veículos se distribuem ao longo do dia, quais são os principais movimentos realizados nas interseções e onde estão os gargalos que afetam a circulação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas informações servirão de base para avaliar o desempenho da infraestrutura existente e orientar a análise da mobilidade urbana na região. Conforme explica o professor Alejandro, os resultados poderão subsidiar diferentes propostas de intervenção. "Será possível fundamentar propostas voltadas à melhoria da fluidez do tráfego, à redução de conflitos viários e ao aumento da segurança de todos os usuários do sistema, incluindo pedestres, ciclistas e condutores", afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as alternativas que poderão ser analisadas estão medidas operacionais de menor custo, como adequações na sinalização, ajustes no controle do tráfego e reorganização de movimentos em interseções, além de intervenções mais complexas, como reconfiguração geométrica de cruzamentos, otimização semafórica e reestruturação dos corredores de circulação.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Aprendizado além da sala de aula</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para o planejamento da mobilidade urbana, o projeto aproxima estudantes das condições reais de operação do sistema viário. Participam da pesquisa o doutorando Matheus Nobia Alves e os estudantes de Engenharia Civil Carolina Costa Canavezi, Jonatan Poersch Ciotti e Otávio Silva Marafiga. </span><span style="font-weight: 400">Para o doutorando, o trabalho de campo permite integrar diferentes disciplinas da engenharia de transportes e compreender, na prática, a complexidade das condições reais de operação do sistema viário, algo que dificilmente seria vivenciado apenas em sala de aula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante as atividades de campo, um dos aspectos que chamou a atenção da equipe foi o fato de os volumes efetivamente observados se mostraram superiores ao previsto. "O que reforçou a importância da coleta de dados em campo para a calibração e validação dos estudos de tráfego", explica Matheus. Segundo ele, esse tipo de levantamento torna as análises mais precisas e confiáveis para subsidiar decisões sobre a mobilidade urbana de Santa Maria.</span></p>
<p>Após a conclusão das análises, os resultados irão compor o diagnóstico técnico que subsidiará a avaliação de futuras intervenções pela Prefeitura de Santa Maria. Mais do que mapear problemas de circulação, o estudo demonstra como a pesquisa desenvolvida na universidade pode contribuir para decisões técnicas voltadas à melhoria da mobilidade urbana em Santa Maria.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Interessados em conhecer o trabalho desenvolvido pelo Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT) ou estabelecer parcerias para estudos e projetos na área de mobilidade urbana podem entrar em contato pelo </span></i><a href="mailto:lamot@ufsm.br"><b><i>e-mail</i></b></a><i><span style="font-weight: 400"> ou acompanhar as atividades do laboratório pelo </span></i><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot"><b><i>site</i></b></a><i><span style="font-weight: 400"> e pelo </span></i><a href="https://www.instagram.com/lamot_ufsm_sm/"><b><i>Instagram</i></b></a><i><span style="font-weight: 400">.&nbsp;</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </span></i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><b><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></b></a><i><span style="font-weight: 400">! Siga o CT nas redes sociais: </span></i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><b><i>Facebook</i></b></a><i><span style="font-weight: 400"> e </span></i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><b><i>Instagram</i></b></a><i><span style="font-weight: 400">!</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM vai receber simpósio latino-americano sobre fluoreto, qualidade da água e saúde pública</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/26/ufsm-vai-receber-simposio-latino-americano-sobre-fluoreto-qualidade-da-agua-e-saude-publica</link>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 19:41:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73397</guid>
						<description><![CDATA[Evento reúne pesquisadores de diferentes países para discutir os impactos do fluoreto na saúde, no saneamento e no meio ambiente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM sediará, entre os dias 5 e 7 de agosto, o 1º Simpósio Latino-Americano sobre Fluoreto e Fluorose Dentária (Simflu), primeiro evento da América Latina dedicado à integração entre engenharia, odontologia, saúde pública, geologia e áreas afins para discutir os desafios relacionados ao fluoreto na água e seus impactos na saúde da população.

Realizado no Auditório Wilson Aita, no Centro de Tecnologia (CT), o simpósio deverá reunir cerca de 300 participantes de diversos países latino-americanos, entre estudantes, pesquisadores, profissionais do saneamento, gestores públicos e especialistas da área. Mais do que promover um encontro científico, o Simflu busca fortalecer uma rede latino-americana de cooperação em torno de um tema estratégico para a saúde pública e para a gestão dos recursos hídricos.

O fluoreto desempenha papel importante na prevenção da cárie dentária quando presente em concentrações adequadas. Entretanto, níveis acima dos recomendados podem provocar fluorose dentária e outros problemas associados à exposição prolongada, tornando fundamental o monitoramento da qualidade da água e o desenvolvimento de tecnologias para seu controle. Essa complexidade faz com que o tema envolva diferentes áreas do conhecimento.

Durante os três dias de programação, pesquisadores discutirão desde a origem natural dos fluoretos em rochas e águas subterrâneas até estratégias de tratamento de água, vigilância em saúde pública, epidemiologia, políticas públicas e desenvolvimento de tecnologias para remoção de fluoretos. A programação contará com pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente, como Jaime Cury, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Paulo Capel Narvai, da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Alberto Feldens, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e especialistas de universidades da Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai, Equador, Peru, Uruguai e Estados Unidos.

Além das conferências e mesas-redondas, o evento pretende consolidar uma rede latino-americana de pesquisadores voltada ao compartilhamento de conhecimento, desenvolvimento de pesquisas colaborativas e construção de estratégias comuns para enfrentar desafios relacionados à qualidade da água e à saúde pública. O simpósio também sediará a aula magna dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental e em Odontologia da UFSM.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas na <a href="https://www.abrhidro.org.br/isimflu/index.php?ID=2245" target="_blank" rel="noopener">página do Simflu</a>, por estudantes, pesquisadores, profissionais e gestores públicos interessados no tema. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/isimflu" target="_blank" rel="noopener">perfil do evento no Instagram</a>.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CT</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM coleta dados sobre mobilidade urbana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/projeto-da-ufsm-coleta-dados-sobre-mobilidade-urbana</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:32:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete da reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73366</guid>
						<description><![CDATA[Informações sobre o fluxo de circulação nos acessos ao campus sede visam auxiliar no planejamento de futuras intervenções viárias na Faixa Nova]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73368" align="alignright" width="582"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/8237ad48-57df-4ae7-8039-89aeddcd29aa.jpg"><img class=" wp-image-73368" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/8237ad48-57df-4ae7-8039-89aeddcd29aa.jpg" alt="" width="582" height="465" /></a> Projeto de duplicação da Faixa Nova (Arte: Daer)[/caption]
<p>O Laboratório de Mobilidade e Logística (Lamot) e o curso de Arquitetura e Urbanismo formaram o Grupo de Trabalho (GT) para desenvolver um estudo sobre o fluxo de veículos, ciclistas e pedestres nos acessos ao campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Solicitado pela Reitoria, o levantamento teve sua primeira etapa realizada entre os dias 16 e 18 de junho, com a contagem de veículos em pontos estratégicos da região. O objetivo é gerar dados que qualifiquem as discussões sobre mobilidade urbana em Camobi, especialmente diante das intervenções previstas para a Faixa Nova.</p>
<p>Entre as mudanças em análise está a proposta do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) para o cruzamento da RSC-287 com a Avenida Roraima. O projeto prevê a construção de um viaduto sobre a atual rotatória, de modo que as quatro pistas da rodovia passem sobre a avenida. Com isso, o acesso ao campus seria reorganizado por meio de vias laterais e retornos sob a estrutura.</p>
<p>A coleta de dados foi realizada em três pontos estratégicos: os cruzamentos da Avenida Roraima com a Faixa Nova e com a Faixa Velha de Camobi, além do acesso ao Aeroporto Regional de Santa Maria. Segundo a assessora do Gabinete da Reitoria e professora do curso de Arquitetura e Urbanismo, Isis Portolan dos Santos, a iniciativa surgiu da necessidade de compreender a dinâmica de deslocamento no entorno da universidade e os possíveis impactos da construção de um viaduto. “O trânsito da universidade é caótico, então isso já era um ponto focal a ser trabalhado”, afirma.</p>
[caption id="attachment_73369" align="alignleft" width="425"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-17-at-12.08.20-2.jpeg"><img class=" wp-image-73369" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-17-at-12.08.20-2.jpeg" alt="" width="425" height="567" /></a> Estudantes da Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo realizam coleta de dados[/caption]
<h3>O que foi feito na primeira etapa</h3>
<p>A primeira etapa do estudo consistiu na coleta de informações sobre os deslocamentos nos principais acessos ao campus sede. A metodologia adotada teve como base conceitos da Engenharia Civil e da Arquitetura e Urbanismo, com referência na Hierarquia da Mobilidade, abordagem que orienta o planejamento urbano a partir da prioridade aos modos de transporte mais vulneráveis.</p>
<p>Nessa lógica, pedestres ocupam o primeiro nível de prioridade, seguidos por ciclistas e demais meios não motorizados, transporte coletivo, veículos de carga e, por último, automóveis e motocicletas. Para o coordenador do Laboratório de Mobilidade e Logística (Lamot) e do Grupo de Trabalho, Alejandro Ruiz, essa perspectiva foi fundamental para o levantamento. “A circulação de pedestres e ciclistas é algo que entendemos que deve ser potencializado, e não atrapalhado”, afirma.</p>
<p>Além da contagem de veículos, a equipe observou a forma como a população utiliza a região no dia a dia. O projeto considerou a presença de atividades já consolidadas ao longo da Avenida Roraima, como feiras e práticas esportivas. Segundo Alejandro, o objetivo é construir um diagnóstico capaz de identificar de que forma as intervenções previstas podem afetar essas dinâmicas. “Almejamos apresentar à Reitoria um relatório que permita avaliar se o viaduto previsto pode impactar negativamente a mobilidade e, em caso positivo, apontar possíveis alternativas”, explica.</p>
<p>A definição do período de coleta também seguiu critérios técnicos. Os levantamentos ocorreram entre terça e quinta-feira, antes do início das férias acadêmicas, período considerado mais representativo da rotina universitária. “Esses levantamentos de tráfego precisam ser realizados em dias típicos, que possam ser representativos do movimento normal da universidade”, destaca Alejandro.</p>
<p>Com a etapa de campo concluída, o material reunido passa agora por análises que irão medir a capacidade das interseções e o nível de serviço oferecido à população. Esses indicadores permitem verificar se a infraestrutura atual atende à demanda existente e qual é a qualidade dos deslocamentos nos pontos observados.</p>
[caption id="attachment_73370" align="alignright" width="426"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-17-at-12.08.18-1.jpeg"><img class=" wp-image-73370" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-17-at-12.08.18-1.jpeg" alt="" width="426" height="568" /></a> Estudo pretende entregar relatório até o final do ano[/caption]
<h3>Mobilidade além do trânsito</h3>
<p>A contribuição da Arquitetura e Urbanismo amplia o olhar sobre a região. Coordenadoras do projeto pelo curso, as professoras Fabiana Bugs e Michelle Morais destacam que a análise não se limita ao comportamento dos veículos, mas busca compreender a relação das pessoas com os espaços urbanos e as atividades que acontecem no entorno da Avenida Roraima, área que se aproxima do conceito de “parque linear”, caracterizado por uma faixa contínua de espaço urbano ao longo de vias, rios ou corredores de mobilidade, destinada à circulação, convivência e lazer.</p>
<p>Segundo Fabiana, a próxima etapa da pesquisa terá como foco os usos do solo e a forma como diferentes grupos ocupam a região. A equipe irá mapear a presença de serviços, equipamentos públicos e espaços de convivência, para compreender como essas dinâmicas se articulam com os deslocamentos cotidianos. “O trabalho é muito mais diverso do que apenas estimar o fluxo de veículos”, ressalta.</p>
<p>Esses elementos, segundo Fabiana, ajudam a compor o que o urbanismo define como vitalidade urbana, conceito que se refere ao nível de ocupação, diversidade de usos e presença ativa de pessoas nos espaços da cidade ao longo do dia, indicando o quanto uma área é viva e dinâmica. “Vemos nesse projeto uma oportunidade de discutir mais sobre esse tema, inclusive pela relação dessa mobilidade mais ativa com a vitalidade urbana que já existe em Camobi”, afirma.</p>
<p>A etapa seguinte do estudo deve ocorrer no segundo semestre, em paralelo à análise dos dados já coletados em campo. “Essa etapa vai acontecer entre agosto e setembro, e nesse meio tempo a gente vai trabalhando com os dados que foram coletados na semana passada”, explica a professora Michelle Morais.</p>
[caption id="attachment_73371" align="alignleft" width="588"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-17-at-12.08.25-e1782384264231.jpeg"><img class="wp-image-73371 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-17-at-12.08.25-e1782384264231.jpeg" alt="" width="588" height="419" /></a> Bolsistas e voluntários colocam aprendizado de sala de aula em prática[/caption]
<h3>O papel dos estudantes</h3>
<p>Ao concluírem as atividades de campo, os estudantes agora irão fazer parte de todas as etapas do estudo, da interpretação dos dados à formação de resultados, em uma experiência aplicada da formação acadêmica em um caso real.</p>
<p>O bolsista do projeto e estudante de Arquitetura e Urbanismo Anthonio Saraiva evidencia a aproximação entre teoria e prática no desenvolvimento do projeto. “Nós debatemos frequentemente questões relacionadas ao planejamento urbano em aula. Poder acompanhar esse processo na prática foi o principal motivo para eu ingressar no projeto”, afirma.</p>
<p>A bolsista do projeto e estudante de Arquitetura e Urbanismo Mirella Berger ressalta a contribuição do trabalho para a formação profissional. “Fizemos a coleta e agora vamos participar da análise dos dados, o que amplia muito nosso aprendizado”, explica.</p>
<p>O professor Alejandro Ruiz destaca a importância da integração entre os cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, que amplia a troca de diferentes perspectivas na análise dos problemas urbanos e fortalece a formação dos estudantes. “Foi uma integração muito interessante. Esse aprendizado que fica para os alunos já é para nós um primeiro resultado muito importante”, afirma.</p>
<h3>Próximas etapas</h3>
<p>Além dos registros feitos na última semana, serão incorporados dados complementares sobre uso do solo, geoprocessamento e planejamento da região. O objetivo é consolidar um diagnóstico abrangente dos acessos ao campus e dos possíveis impactos das intervenções previstas para Camobi.</p>
<p>A expectativa é que o relatório técnico final seja concluído até o fim do ano e entregue à Reitoria da UFSM. O documento reunirá os resultados das diferentes etapas do estudo e servirá de recurso para discussões futuras sobre projetos viários na região.</p>
<p>Segundo a assessora da Reitoria, Isis Portolan, a universidade pretende ampliar o diálogo com a comunidade após a finalização do estudo. “Quando tivermos os dados, pensamos em realizar uma apresentação formal e uma audiência pública para também recolher as percepções da comunidade”, afirma.</p>
<p>Mais informações sobre o projeto podem ser acompanhadas pelo Instagram do Laboratório de Mobilidade e Logística (Lamot): <a href="https://www.instagram.com/lamot_ufsm_sm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">@lamot_ufsm_sm.</a></p>
<p><em>Texto: Giovanna felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Banco de Imagens da Agência de Notícias, Michelle Morais e Fabiana Bugs</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrante do GuriasTec visita escolas da educação básica de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2026/06/18/integrante-do-guriastec-visita-escolas-da-educacao-basica-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 22:38:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=396</guid>
						<description><![CDATA[Tatiana Cureau Cervo visita escolas e apresenta projetos da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Nos dias 20 de maio e 1º de junho, a professora Tatiana Cervo esteve em duas escolas da rede pública de Santa Maria para compartilhar sua trajetória e apresentar projetos da UFSM. As visitas aconteceram a convite do professor Robinson de Camargo, coordenador do Projeto de Implementação de Laboratórios Maker nas Escolas, e reuniram estudantes da EEEB Érico Veríssimo e da EMEF Aracy Barreto Sacchis. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-18-193215-768x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Tatiana Cervo e alunos da EEEB Érico Veríssimo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-18-at-19.26.22-768x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Conversa mediada pela professora </figcaption>
										</figure>
		<p>Durante os encontros, Tatiana apresentou sua trajetória como mulher, mãe, engenheira, professora, pesquisadora, extensionista e gestora, com o objetivo de mostrar que é possível construir uma carreira sólida na engenharia. Também divulgou o curso de Engenharia Civil e a área de transportes, na qual possui doutorado, além de apresentar o GuriasTec, projeto que promove a inclusão feminina nas áreas de exatas da UFSM. </p>		
										<figure>
										<img width="715" height="536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-18-193243.jpg" alt="" />											<figcaption>Tatiana Cervo com alunos da EMEF Aracy Barreto Sacchis</figcaption>
										</figure>
		<p>As visitas incluíram também conversas sobre o Maio Amarelo, mês da campanha internacional de conscientização sobre segurança no trânsito. A professora destacou a necessidade de mais empatia no trânsito e como as escolhas de mobilidade impactam diretamente o cotidiano da sociedade. A iniciativa reforça o compromisso do GuriasTec com ações de extensão que aproximam a universidade da comunidade, inspirando jovens sobre a carreira nas engenharias.</p><p><b>Expediente:</b></p>
<p><i>Notícia: Marina Goularte Marques</i></p>
<p><i>Fotos: Tatiana Cervo</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>01/2026 - 01/2026 - Edital de Seleção de Estagiário de Graduação - Laboratório de Mobilidade e Logística</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2026-35</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:23:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Mobilidade e Logística]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=7886</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Laboratório de Mobilidade e Logística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público(a) a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do curso de graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Maria para vagas de estágio remunerado, obtida junto ao Projeto Análise do eixo viário na Av. N. Sra. Das Dores e N. Sra. Medianeira de Santa Maria/RS.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Laboratório de Mobilidade e Logística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público(a) a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos do curso de graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Maria para vagas de estágio remunerado, obtida junto ao Projeto Análise do eixo viário na Av. N. Sra. Das Dores e N. Sra. Medianeira de Santa Maria/RS.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Quais são os desafios das cidades frente ao El Niño?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/29/quais-sao-os-desafios-das-cidades-frente-ao-el-nino</link>
				<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73043</guid>
						<description><![CDATA[Entenda por que a preparação para eventos climáticos vai muito além das obras de concreto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Depois de <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/14/el-nino" target="_blank" rel="noopener">explicar o funcionamento do fenômeno El Niño</a> e projetar o nível de alerta para 2026 na primeira reportagem, e de <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/22/el-nino-campo" target="_blank" rel="noopener">cruzar as histórias de produtores rurais</a> para entender os desafios e a recuperação do campo gaúcho na semana passada, a série especial da Agência de Notícias da UFSM volta seus olhos para o perímetro urbano.

Para cientistas da UFSM, as inundações urbanas escancaram que o desastre possui uma raiz profundamente social. O professor Daniel Gustavo Allasia Piccilli, do <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgecam" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) da UFSM</a>, estuda inundações urbanas há anos e monitora o fenômeno de maneira contínua através do <a href="https://www.instagram.com/ecotecnologias_ufsm" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Pesquisas em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias</a>. “A confirmação do El Niño automaticamente não significa que teremos enchentes e inundações na mesma proporção”, esclarece o professor.

O alerta ganhou corpo em uma nota técnica elaborada em conjunto pelo PPGECAM e pelo Programa de Pós-Graduação em Meteorologia (PPGMET) da UFSM. Diante de chances de até 90% de ocorrência do fenômeno nos próximos meses, a pergunta que desafia os gestores públicos é: dois anos após a maior tragédia climática do estado, as cidades gaúchas estão preparadas?
<h3><b>Será que as cidades mudaram de lá para cá?</b></h3>
A resposta para a prontidão dos municípios gaúchos varia conforme o setor observado. Por um lado, houve avanços forçados pela destruição em 2024. Por outro, a lentidão estrutural permanece.

“Será que as cidades mudaram de lá para cá? Eu diria que a infraestrutura viária está melhor preparada hoje porque as pontes antigas caíram. As novas levaram em conta condicionantes climáticas: são mais altas, robustas e firmes. Se chegar um evento extremo, as cidades não devem ficar tão incomunicáveis”, avalia Allasia.

No entanto, o expert em inundações urbanas pondera que a adaptação profunda esbarra em uma gangorra de extremos meteorológicos emergentes no estado, a qual ele denomina como câmbio climático. “Desde 2019, estamos vivendo uma sequência severa de secas e cheias intercaladas. Estamos andando em extremos”, detalha.

Segundo ele, adaptar a drenagem das cidades a essa realidade exige tempo e planejamento, mudando desde a arquitetura das casas até a escolha da vegetação nas ruas, já que o plantio de espécies erradas pode resultar em árvores caídas durante vendavais.
<h3><b>Preparação de “baixo arrependimento”</b></h3>
Como a intensidade definitiva do El Niño só costuma ser confirmada cientificamente com cerca de dois meses de antecedência, Allasia defende que os gestores adotem uma postura preventiva baseada em medidas de “baixo arrependimento”: ações rápidas, de custo quase zero, mas que salvam vidas.

“A recomendação agora é focar em logística: organizar plantões da Defesa Civil para finais de semana e feriados, testar canais de comunicação e limpar calhas. São medidas simples que não impactam o orçamento, mas mudam o cenário no momento da crise”, defende o professor.

O pesquisador da UFSM recomenda um <i>checklist</i> de ações imediatas que as prefeituras devem adotar:

• <b>Limpeza preventiva:</b> retirada de galhos e lixo de bueiros, galerias pluviais e arroios

• <b>Escalas de plantão:</b> organização prévia de equipes de emergência para recessos e feriados

• <b>Antecipação burocrática:</b> abertura antecipada de licitações para contratação ou manutenção de maquinários (como retroescavadeiras), evitando a escassez do mercado no pico da crise

• <b>Comunicação direcionada:</b> Criação de protocolos de alerta direto com os moradores de áreas vulneráveis

[caption id="attachment_73045" align="aligncenter" width="1098"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/infografico-1-2.jpg"><img class=" wp-image-73045" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/infografico-1-2-1024x576.jpg" alt="" width="1098" height="618" /></a> Arte gráfica: Daniel De Carli[/caption]

Para o professor Daniel Allasia, os avisos de evacuação não podem ser genéricos, mas sim direcionados aos moradores de áreas de risco através de canais diretos como o WhatsApp. Em consonância com o cientista da universidade, a Defesa Civil de Santa Maria realizou nesta semana uma força-tarefa multidisciplinar de <a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/noticias/30711-defesa-civil-do-municipio-mapeia-risco-de-inundacoes-e-cadastra-mais-200-pessoas-no-passo-verde" target="_blank" rel="noopener">cadastramento de moradores no distrito de Passo do Verde</a>, área com alta suscetibilidade a inundações.

Em dois dias de trabalho de campo, equipes formadas por agentes públicos, geólogo, engenheiro florestal e assistente social analisaram o padrão das residências, identificaram 243 imóveis e cadastraram 206 pessoas. Os dados coletados revelam a complexidade humana por trás de um plano de evacuação:

• <b>Perfil de vulnerabilidade:</b> Dos cadastrados, 101 são idosos e 9 são pessoas com deficiência (PcD), grupos que exigem maior agilidade em resgates. Além disso, 37 famílias dependem do Cadastro Único para Programas Sociais.

• <b>Famílias multiespécie:</b> O levantamento contabilizou 202 animais de estimação na área, entre cães, gatos e aves. O fator é considerado crucial pela Defesa Civil para o planejamento de abrigos, já que muitas famílias se recusam a evacuar se precisarem abandonar seus animais.
<h3><b>O abismo entre os municípios</b></h3>
Se cidades maiores conseguem articular essas forças-tarefas, o interior enfrenta um isolamento técnico e financeiro. Allasia cita o caso de São João do Polêsine – município de apenas 2.649 habitantes, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – que passou bem por uma cheia de 150 milímetros em dezembro após receber consultoria gratuita da UFSM para desobstruir canais e remover açudes irregulares. O oposto ocorre na vizinha Ivorá, que por ficar em um vale cercado de montanhas, exige projetos de engenharia e obras hidráulicas.

O grande entrave é que a maioria das pequenas prefeituras tem equipes reduzidas, ficando sem braço técnico até mesmo para pedir socorro financeiro. Allasia revela um bastidor crítico sobre como a falta de registros prejudicou a captação de recursos públicos em Brasília. “Quando sofremos o pior da cheia na região central em maio de 2024, o satélite só via nuvens. Não há registro visual de satélite das nossas enchentes, as imagens limpas só começaram a aparecer quando a água chegou a Porto Alegre”, revela o professor.

“Isso afetou o interior na hora de pedir recursos federais, porque o técnico em Brasília exige provas. É aí que a engenharia precisa do jornalismo para documentar o desastre em pastas estruturadas. Muitas prefeituras pequenas ficaram sem verbas simplesmente porque não tinham pernas para montar essa documentação”, complementa Allasia.
<h3><b>Plano Municipal de Redução de Riscos</b></h3>
[caption id="attachment_73046" align="alignright" width="563"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/mapa-distribuicao-espacial-de-risco-santa-tereza.jpg"><img class=" wp-image-73046" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/mapa-distribuicao-espacial-de-risco-santa-tereza.jpg" alt="" width="563" height="852" /></a> Mapa da distribuição espacial de risco na Vila Santa Tereza[/caption]

Se faltam braços na administração pública do interior, a ciência local tem feito o mapeamento minucioso dos gargalos. Santa Maria conta com uma ferramenta crucial: o <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/relatorios-pmrr-santa-maria-rs" target="_blank" rel="noopener">Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR)</a>. Na UFSM, o projeto foi coordenado pela professora Andrea Valli Nummer, do Departamento de Geociências e pesquisadora do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam" target="_blank" rel="noopener">Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam)</a>.

“A ciência já sabe praticamente tudo sobre as áreas de risco. Nós só estamos evoluindo na técnica. Sabemos que é importante mapear a inundação, o alagamento, o escorregamento, o movimento de massa. Antes andávamos a pé, hoje usamos drone. Temos a meteorologia para nos ajudar com dados”, explica a professora Andrea. “O que precisa é que cada vez mais municípios possam ter esses planos. Para ter um documento de planejamento urbano, de gestão de risco. Isso é importante. E se apropriar desse documento, manter esse documento atualizado e utilizá-lo mesmo para a captação de recurso.”

O plano de Santa Maria começou a ser desenhado no segundo semestre de 2023, focando em seis regiões que concentram habitações informais e populações vulneráveis:

• <b>Região Sul:</b> vilas Urlândia e Santos

• <b>Região Oeste:</b> vilas Babilônia, Lídia, Chaminé e Arco-Íris

• <b>Região Centro-Oeste:</b> Vila Beco do Guarani

• <b>Região Nordeste:</b> vilas Schirmer e Km 3

• <b>Região Norte:</b> vilas Bilibio e Favarin

• <b>Região Leste:</b> vilas Canário, Bela Vista, Bürger e Churupa

“Nós escolhemos e estudamos essas áreas entre 2023 e o início de 2024, antes dos eventos extremos acontecerem”, ressalta a doutora em Geotecnia. A pedido da prefeitura, os pesquisadores do Lageolam também realizaram um mapeamento suplementar voluntário na Vila Santa Tereza (no bairro Chácara das Flores), após o local sofrer um processo de abatimento de terra.

O sucesso metodológico expandiu as fronteiras da pesquisa. A partir da próxima semana, a professora Andrea assume a coordenação do primeiro PMRR de Cachoeira do Sul, em parceria com o Governo Federal, com previsão de entrega para o próximo ano. “Antes, a metodologia focava apenas nos graus de risco ‘alto’ e ‘muito alto’. Agora, o Governo Federal incluiu também o risco ‘médio’. Vai dar muito mais trabalho para a equipe de acadêmicos, mas será um novo e interessante desafio”, destaca a geóloga.
<h3><b>O dilema da “teia social” e as soluções a longo prazo</b></h3>
Quando os mapas apontam uma residência em área de alto risco, a remoção das famílias parece ser a resposta imediata. Contudo, o PMRR adota uma diretriz humanizada: a retirada definitiva deve ser o último recurso.

“Evita-se ao máximo a remoção porque essas populações construíram uma ‘teia social’. Há uma relação profunda de vizinhança, o vínculo com o emprego, a escola dos filhos. A recomendação do plano, alinhada ao Governo Federal, é que as famílias permaneçam e o poder público faça obras de mitigação, como contenção de encostas e melhoria nas margens dos rios. A remoção definitiva só deve ocorrer quando há risco iminente à vida”, esclarece a coordenadora do PMRR.

Para além das ações emergenciais de curto prazo, o professor Daniel Allasia enfatiza que as cidades precisam implementar a drenagem urbana sustentável no longo prazo, através de um Plano Diretor de Drenagem Urbana. “Não se trata apenas de obras cinzas e estruturas rígidas de concreto. É preciso trabalhar junto com a vegetação e com a própria água, auxiliando a infiltrá-la no solo e a armazená-la. Isso não substitui os canais e reservatórios tradicionais, mas deixa as cidades muito mais resilientes.”
<h3><b>Baixa capacidade técnica e burocrática</b></h3>
Se a ciência desenvolve os mapas e a engenharia projeta as soluções, as cidades esbarram na engrenagem política de captação de recursos. A professora Andrea Nummer lembra que a prevenção climática exige proatividade e preparo burocrático das prefeituras. “Município e estado funcionam exatamente como uma universidade. Ninguém bate aqui na minha porta para me oferecer dinheiro”, desabafa a pesquisadora. “Aparece um edital público e eu tenho que estar com a minha proposta pronta, porque ele fica aberto por pouco tempo, às vezes apenas um mês”, completa.

Para Andrea, a falta de um corpo técnico qualificado na maioria das cidades pequenas para caçar esses editais e estruturar projetos complexos em tempo recorde é, atualmente, um dos grandes empecilhos para a prevenção de desastres no Estado. O El Niño traz a chuva, mas é a capacidade técnica, burocrática e social das cidades que dita o tamanho do seu impacto.

<i>Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<em>Arte gráfica da capa: Daniel De Carli</em>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>3/2026 - Edital 03/2026 - CT - Seleção de bolsista para o projeto de desenvolvimento institucional “Diagnóstico do acesso urbano ao campus sede da UFSM pela avenida Roraima”.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/003-2026-3</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:17:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=7867</guid>
						<description><![CDATA[<p style="text-align: left">O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através dos Departamentos de Transportes e de Arquitetura e Urbanismo, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos(as) dos cursos de graduação em Engenharia Civil e em Arquitetura e Urbanismo do campus sede da UFSM para bolsas de atuação junto ao projeto de desenvolvimento institucional 066423 “Diagnóstico do acesso urbano ao campus sede da UFSM pela avenida Roraima”.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: left">O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através dos Departamentos de Transportes e de Arquitetura e Urbanismo, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos(as) dos cursos de graduação em Engenharia Civil e em Arquitetura e Urbanismo do campus sede da UFSM para bolsas de atuação junto ao projeto de desenvolvimento institucional 066423 “Diagnóstico do acesso urbano ao campus sede da UFSM pela avenida Roraima”.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec lança a temporada 2026 do seu seu podcast</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2026/03/29/guriastec-lanca-a-temporada-2026-do-seu-seu-podcast</link>
				<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 13:00:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[guriastec podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=339</guid>
						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Hoje, 29, o Programa GuriasTec lançou o primeiro episódio da segunda temporada do guriastec podcast.  O programa tratou de liderança feminina nas engenharias e oportunidades para mulheres no mercado de trabalho. O episódio contou com a coordenadora do projeto e doutora em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela UFRGS e professora dos cursos de graduação de Engenharia Ambiental e Sanitária e Engenharia Civil da UFSM, Debora Missio Bayer. Também contou com a presença da Engenheira Ambiental pela ULBRA e primeira mulher eleita e reeleita presidente do CREA-RS, Nanci Walter.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="581" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/03/18.03-2-1024x581.jpg" alt="" />											<figcaption>Luciana Mendes, Debora Bayer e Nanci Walter</figcaption>
										</figure>
		<p>A segunda temporada do programa teve formato de roda de conversa e contou com a presença de egressas da UFSM das áreas de atuação do projeto, e integrantes do GuriasTec. A segunda temporada traz a participação de cientistas e inventoras das áreas de atuação do grupo, com apresentação da bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. Os episódios vão ao ar sempre na última semana de cada mês.</p><p>O episódio 6 já está disponível no Spotify e Deezer pelos links abaixo.</p><p><a href="https://open.spotify.com/episode/0OQ9ymZ20i9HTFCRPTI4cr?si=9e3946ffff844da7">https://open.spotify.com/episode/0OQ9ymZ20i9HTFCRPTI4cr?si=9e3946ffff844da7</a></p><p><a href="https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1">https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1</a></p><p> </p><p><b>Ficha técnica:</b></p><p><i>Notícia e foto: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Acadêmicos de Engenharia Civil e Arquitetura da UFSM participam de minicursos em Porto Alegre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/02/09/academicos-de-engenharia-civil-e-arquitetura-da-ufsm-participam-de-minicursos-em-porto-alegre</link>
				<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:12:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEMIC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7656</guid>
						<description><![CDATA[Capacitação em gestão e execução
de processos BIM (Building Information Modeling). foi promovida pelo Laboratório de Estudos e Tecnologias da Secretaria de
Planejamento, Governança e Gestão do RS (SPGG)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No último dia 23 de janeiro, uma comitiva de alunos dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo da UFSM, integrantes do <strong><em><a href="https://www.instagram.com/p/DK796lWxOF2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Estudos em Modelagem da Informação da Construção (GEMIC)</a></em></strong>, realizou uma visita técnica a Porto Alegre. O objetivo foi a participação em minicursos voltados à gestão e execução de processos BIM (Building Information Modeling).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Interdisciplinaridade e Gestão de Dados</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7657,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-23-at-11.40.08-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-7657" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes do GEMIC na sede do LaBIM-RS em POA</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A capacitação focou em dois temas centrais para a modernização do setor da construção: o Common Data Environment (CDE) e o BIM Execution Plan (BEP). A formação permitiu que os alunos das duas áreas compreendessem como a colaboração mútua é potencializada pelo uso de um ambiente comum de dados e pelo planejamento rigoroso de processos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades foram conduzidas pela arquiteta e urbanista Mirelly Dantas, do <strong><em><a href="https://planejamento.rs.gov.br/labim" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LABIM/RS (Laboratório de Estudos e Tecnologias BIM)</a></em></strong>, órgão da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão do RS (SPGG).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>A Importância da Conexão com o Setor Público</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para o professor Eduardo Pachla, membro do Departamentp de Estruturas e Construção Civil e coordenador do GEMIC, a presença de alunos de ambos os cursos reforça o caráter colaborativo do BIM. "O BIM não é apenas sobre software, é sobre pessoas trabalhando juntas. Ver nossos alunos da Engenharia e da Arquitetura aprendendo sobre padrões de excelência aplicados pelo Estado é um passo enorme para a formação profissional de cada um deles", afirmou.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe do GEMIC/UFSM, coordenada pelo professor Eduardo, foi composta por acadêmicos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo: Izadora Petterini, João Lichtenecker, Pietra Anderle, Otávio Felix. Matheus Barreto, Enzo Rossi, Matheus Prevedello, Bruno Rodrigues e Diogo Racho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sobre o GEMIC</strong>: O Grupo de Estudos em Modelagem da Informação da Construção (GEMIC/UFSM) promove o desenvolvimento técnico e científico na área de BIM, integrando alunos e professores do Centro de Tecnologia em prol da inovação na construção civil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto e fotos por GEMIC, com edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em><br /><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?<strong> <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a></strong>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <strong><a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a></strong> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Instagram</strong></a>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas do CT-UFSM conquistam duas premiações no XXVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/08/pesquisas-do-ct-ufsm-conquistam-duas-premiacoes-no-xxvi-simposio-brasileiro-de-recursos-hidricos</link>
				<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 12:48:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7607</guid>
						<description><![CDATA[Trabalhos reconhecidos abordam inovação em medições de escoamento e impactos da resistência antimicrobiana em ambientes aquáticos.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Entre os dias 23 e 28 de novembro, ocorreu o <em><strong><a href="https://eventos.abrhidro.org.br/xxvisbrh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">XXVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos</a></strong></em>, promovido pela<strong><em><a href="https://www.site.abrhidro.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro)</a></em></strong>, na cidade de Vitória, no Espírito Santo. O <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ecotecnologias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Pesquisa em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias</a></strong></em>, vinculado ao CT-UFSM, foi premiado em uma pesquisa em formato de apresentação oral, que recebeu o 3º lugar no Prêmio Jovem Pesquisador na categoria Mestrado. Outra pesquisa premiada foi a de Kauane Andressa Flach, doutoranda do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgecam" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM)</a></em></strong>. O estudo foi ganhador do Prêmio de Melhor Pôster na quarta sessão do evento.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Confira a seguir um pouco sobre os trabalhos premiados:</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>Classificação experimental de regimes de escoamento em canal de superfície livre com sensores ultrassônicos</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa “</span><span style="font-weight: 400">Classificação experimental de regimes de escoamento em canal de superfície livre com sensores ultrassônicos” traz a</span><span style="font-weight: 400"> classificação dos regimes de escoamento como um importante ponto para entender turbulências e interações da água com estruturas, algo essencial em contextos como enchentes e colapso de pontes. Segundo Francisco, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) e um dos pesquisadores, “no contexto atual do Rio Grande do Sul, com quedas de pontes e eventos extremos de chuva, entender o regime de escoamento dos rios é essencial para avaliar o comportamento da água em relação às estruturas”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A ideia surgiu a partir da necessidade de classificar os regimes de escoamento em canais, definindo altura de água, inclinação e velocidade do fluxo. Métodos tradicionais de medição utilizam equipamentos caros, inacessíveis para muitas universidades. Por isso, os pesquisadores adaptaram a técnica do “objeto flutuante”, prevista em norma ISO 748 (2021), criando uma versão de baixo custo (cerca de 70 reais) que substitui o cronômetro humano por dois sensores ultrassônicos HC-SR04 de nível, conectados a um microcontrolador ESP32 programado com código aberto. Essa adaptação torna o procedimento mais preciso, reduz erros humanos e permite que qualquer instituição consiga replicá-lo, reforçando o caráter democrático da ciência.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Fabiana, doutoranda do PPGECAM e pesquisadora do projeto, um dos maiores desafios foi a validação dos resultados: “ninguém havia aplicado esse método antes. Estávamos afirmando que funcionava, mas sem referências de comparação”. O reconhecimento através da premiação “nos fez perceber</span> <span style="font-weight: 400">que estamos no caminho certo”, relata Fabiana.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Produzido por Francisco Paim de Freitas Neto, Fabiana Campos Pimentel, Rodrigo Girardon Della Pace, Eliane Fischborn, Gabriel Sulzbach Pereira e Luize Baldoni de Oliveira, coordenado pela professora Rutinéia Tassi, vinculada ao <strong><em><a href="http://ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/desa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA)</a></em></strong>, e pelo professor Leandro Conceição Pinto, também vinculado ao DESA, o trabalho foi apresentado de forma oral.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b><em>Glossário</em></b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">ISO 748 (2021): </span><span style="font-weight: 400">Estabelece métodos para medir o fluxo de líquidos em canais abertos (rios, córregos), focando na hidrometria (medição de água) usando o método de velocidade-área com medições pontuais.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">&nbsp;HC-SR04: S</span><span style="font-weight: 400">ensor ultrassônico o qual utiliza pulsos sonoros para determinar a distância para um objeto.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">&nbsp;ESP32: Microcontrolador de baixo custo e baixo consumo de energia.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7609,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_1298-2-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7609" /><figcaption class="wp-element-caption">Ganhadores do Prêmio Jovem Pesquisador na categoria Mestrado recebendo seus certificados (Foto: Divulgação do grupo Ecotecnologias)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>Presença de Genes de Resistência a Antibióticos em Ambiente Aquático de Bacia Hidrográfica Agrícola no Sul do Brasil</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho “</span><span style="font-weight: 400">Presença de Genes de Resistência a Antibióticos em Ambiente Aquático de Bacia Hidrográfica Agrícola no Sul do Brasil” </span><span style="font-weight: 400">investigou a presença de genes de resistência a antibióticos em uma bacia hidrográfica com uso agrícola intensivo no sul do Brasil. Amostras de água superficial foram coletadas em 12 pontos da bacia em novembro de 2024, e analisadas por PCR em tempo real para detectar os genes blaTEM, blaKPC, blaOXA e tetA. Pelo menos um desses genes foi encontrado em todos os pontos amostrados, indicando que atividades humanas exercem pressão sobre os ambientes aquáticos e favorecem a disseminação da resistência antimicrobiana. Os resultados oferecem evidências iniciais que podem apoiar ações de vigilância ambiental e políticas públicas para gestão hídrica e redução de riscos à saúde humana e ambiental.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O estudo foi motivado a partir da “</span><span style="font-weight: 400">crescente preocupação global com a disseminação da resistência aos antibióticos em ambientes naturais, especialmente em regiões influenciadas pela atividade agropecuária”, relata Kauane, uma das autoras do trabalho.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Para Kauane, um dos maiores desafios encontrados no desenvolvimento da pesquisa foi “</span><span style="font-weight: 400">fechar um protocolo bem definido e fazer a extração do DNA ambiental para que ele fosse viável [...] </span><span style="font-weight: 400">Os kits de extração de DNA são extremamente caros e eu executei todas essas análises genéticas lá em Lisboa,</span> <span style="font-weight: 400">porque eles tinham todos os protocolos já bem definidos</span><span style="font-weight: 400">,</span><span style="font-weight: 400"> e tinham todos os reagentes, os equipamentos necessários</span><span style="font-weight: 400">”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa foi produzida por Kauane Andressa Flach e Adriana Carolina Gamboa, com a coordenação de Genesio Mario da Rosa, professor no <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen" target="_blank" rel="noreferrer noopener">campus de Frederico </a></strong></em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen"><em><strong>Westphalen</strong></em></a>, e Andressa Oliveira Silveira, do <strong><em><a href="http://ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/desa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA)</a></em></strong>. O trabalho foi realizado em parceria com a Universidade de Lisboa, sob coordenação da professora Silvia Patricia Nunes Monteiro e do professor Ricardo Santos.&nbsp;</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b><em>Glossário</em></b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">PCR (Reação em Cadeia da Polimerase): Técnica laboratorial fundamental utilizada para amplificar um segmento genético (DNA ou RNA) em um curto espaço de tempo.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">BlaTEM: Gene que codifica enzimas beta-lactamase que conferem resistência bacteriana a antibióticos beta-lactâmicos (como penicilinas e cefalosporinas)</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">BlaKPC: </span><span style="font-weight: 400">Gene que codifica para a enzima KPC, uma carbapenemase (</span><span style="font-weight: 400">enzima produzida por bactérias que as torna resistentes a antibióticos</span><span style="font-weight: 400">)</span><span style="font-weight: 400"> que confere resistência a antibióticos da classe dos carbapenêmicos (</span><span style="font-weight: 400">considerados antibióticos de "último recurso")</span><span style="font-weight: 400">, como meropenem e imipenem.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">BlaOXA: </span><span style="font-weight: 400">Grupo de genes que codificam enzimas beta-lactamases do tipo OXA, responsáveis pela resistência a antibióticos, especialmente carbapenêmicos, em bactérias como </span><i><span style="font-weight: 400">Acinetobacter baumannii</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Klebsiella pneumoniae.</span></i></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">tetA: </span><span style="font-weight: 400">Gene que confere resistência aos antibióticos da classe das tetraciclinas</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">As premiações no XXVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos destacam não apenas a excelência técnica dos trabalhos, mas também o esforço coletivo de estudantes, professores e instituições parceiras. As pesquisas reconhecidas demonstram como a integração entre inovação, método científico e sensibilidade aos problemas reais pode gerar soluções relevantes para o país. O desempenho no evento reafirma o papel do CT-UFSM como referência na formação de pesquisadores e no desenvolvimento de tecnologias voltadas à gestão sustentável dos recursos hídricos.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7608,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-09.14.15-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7608" /><figcaption class="wp-element-caption">Kauane Andressa Flach recebendo o certificado de sua apresentação (Foto: Divulgação ABRHidro)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Fotos: Divulgação do grupo Ecotecnologias e Divulgação ABRHidro<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GEOMA leva estudos sobre solos, encostas e ensino para conferências nacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/24/geoma-leva-estudos-sobre-solos-encostas-e-ensino-para-conferencias-nacionais</link>
				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 19:46:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Encostas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEOMA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7532</guid>
						<description><![CDATA[Entre 17 e 22 de novembro, grupo do CT-UFSM apresentou artigos técnicos de seus integrantes no XIV GEOSUL e na IX COBRAE.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgec/geoma-grupo-de-pesquisa-geotecnia-e-meio-ambiente"><em><strong>Grupo de Pesquisa Geotecnia e Meio Ambiente (GEOMA)</strong></em></a> apresentou dois artigos técnicos desenvolvidos por seus integrantes no <a href="https://www.cobrae.com.br/"><em><strong>XIV GEOSUL</strong></em></a> (XIV Simpósio de Prática de Engenharia Geotécnica da Região Sul), e cinco artigos na <a href="https://www.cobrae.com.br/"><em><strong>COBRAE</strong></em></a> (IX Conferência Brasileira sobre Estabilidade de Encosta). Trata-se de dois dos principais eventos acadêmicos da área: O GEOSUL ocorre a cada dois anos e a COBRAE, a cada quatro anos. O grupo desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão com foco na engenharia e no meio Ambiente e atua nos cursos de graduação e pós-graduação de Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia Florestal e Geografia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento conjunto COBRAE/GEOSUL 2025 aconteceu de 17 a 22 de novembro de 2025, em Garibaldi. O encontro reuniu especialistas, pesquisadores e profissionais para discutir temas ligados à estabilidade de encostas, gerenciamento de riscos geotécnicos, reconstrução pós-desastres e recuperação de infraestruturas afetadas por eventos climáticos. A programação incluiu minicursos, seminários, apresentação de artigos e relatos de casos, além de duas visitas técnicas a áreas atingidas por deslizamentos na enchente de maio de 2024.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7533,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-24-as-13.30.33_0e318604-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7533" /><figcaption class="wp-element-caption">Prof. Dr. Magnos Baroni, Deison Konzen , Dra. Paula Pascoal, Laura Tassinari e Lucas Eduardo Dornelles (Foto: Acervo GEOMA)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação do GEOMA nos eventos reforça a relevância do grupo na pesquisa geotécnica e ambiental, destacando estudos voltados à estabilidade de encostas, comportamento de solos e inovação no ensino. As contribuições apresentadas mostram o compromisso da UFSM em desenvolver soluções para desafios atuais, especialmente diante do aumento de eventos climáticos extremos e da necessidade de infraestruturas mais seguras e sustentáveis. Confira a seguir os trabalhos apresentados pelo GEOMA nos eventos:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Artigos apresentados no XIV GEOSUL</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os artigos apresentados pelo GEOMA, no XIV GEOSUL, são: “Comportamento Resiliente de um Solo Laterítico Estabilizado com Ácido Fosfórico e Cinza da Casca de Arroz”, produzidos por Lucas Eduardo Dornelles, Paula Pascoal, Deison Konzen, Laura Tassinari e Magnos Baroni; e o artigo “Impacto de Eventos Extremos no Desempenho de Camadas de Solos Compactados em Pavimentos Rodoviários”, produzido por Luiz Henrique Ferrador Ben, Artur Baratto, Paula Pascoal, Magnos Baroni e Luciano Specht.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa “Comportamento Resiliente de um Solo Laterítico Estabilizado com Ácido Fosfórico e Cinza da Casca de Arroz” avalia a melhoria de um solo laterítico de Cruz Alta/RS por meio da adição de cinza de casca de arroz (CCA) e ácido fosfórico (H₃PO₄), alternativas mais sustentáveis ao cimento e à cal. Já a pesquisa “Impacto de Eventos Extremos no Desempenho de Camadas de Solos Compactados em Pavimentos Rodoviários” analisa como a variação de umidade após a compactação do solo afeta o desempenho estrutural de pavimentos flexíveis, diante do aumento de eventos climáticos extremos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7534,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-24-as-13.30.33_406e0198-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7534" /><figcaption class="wp-element-caption">Participantes do GEOMA que apresentaram no evento (Foto: Acervo GEOMA)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Artigos apresentados na IX COBRAE</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O artigo “<strong>Altura Crítica de Aterros sobre Solos Moles: Análise Comparativa entre Métodos Clássicos e Simulações Numéricas</strong>”, produzido por Dêreck Hummel Becher, José dos Santos, Leonardo Nascimento e Magnos Baroni, analisa a altura crítica de aterros sobre solos moles, comparando métodos empíricos e modelagem numérica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa “<strong>Probabilistic Assessment of Slope Stability Considering Uncertainties in Geotechnical Engineering</strong>” (Avaliação probabilística da estabilidade de taludes considerando incertezas em engenharia geotécnica), com autoria de Patrícia Rodrigues Falcão, Mariana Cirolini, Luiz Henrique Ferrador Ben e Magnos Baroni, analisa a confiabilidade da estabilidade de taludes de 5, 10 e 15 metros, em solos argilosos e arenosos, usando análises determinísticas e probabilísticas. O trabalho reforça a importância de considerar tanto o tipo de solo quanto a geometria do talude em avaliações de estabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudo “<strong>Além do Fator de Segurança: Investigação sobre a Influência das Variabilidades Inerentes à Estabilidade de Taludes</strong>”, produzido por Angelo Dotto Ragagnin Prior, Enzo Borin, Kauan Itau, Patricia Falcão e Magnos Baroni, traz uma análise de diferentes métodos de Equilíbrio Limite no software Slide, comparando superfícies de ruptura e fatores de segurança, além de avaliar a confiabilidade por técnicas probabilísticas como Monte Carlo, FOSM e Hipercubo Latino.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O artigo “<strong>Estudo Numérico da Estabilidade de Encostas sob Projeções Futuras de Chuvas Extremas sem Taludes Representativos no Sul do Brasil</strong>”, com os autores Leonardo Alberto Nascimento, Luigi Tavares, Dêreck Becher, Artur Modler e Magnos Baroni, faz uma análise por meio de modelagem numérica, como chuvas intensas afetam a estabilidade de encostas típicas da região central do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudo “<strong>Gamificação na Engenharia Geotécnica: Estudo de Caso Aplicado ao Ensino de Mecânica dos Solos</strong>”, produzido por Lucas Eduardo Dornelles e Magnos Baroni, realiza uma análise sobre a aplicação da gamificação na disciplina de Mecânica dos Solos da UFSM, usando o Kahoot como ferramenta para revisões interativas. A experiência foi avaliada por alunos e pelo professor, que destacaram maior engajamento e eficácia na fixação dos conteúdos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":7535,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-24-as-13.31.08_28aaa141-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7535" /><figcaption class="wp-element-caption">Patricia Falcão apresentando sua pesquisa (Foto: Acervo GEOMA)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Fotos: Acervo GEOMA<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa em números realiza ações em escolas de Ensino Fundamental e Médio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/11/17/casa-em-numeros-realiza-acoes-em-escolas-de-ensino-fundamental-e-medio</link>
				<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 01:00:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa dos números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=300</guid>
						<description><![CDATA[Atividade foi realizada nas escolas EMEF Adelmo Simas Genro e CEEM Professora Edna May Cardoso]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nos dias 12 e 14 de novembro, o projeto Casa em números, do curso de Engenharia Civil da UFSM, foi até a Escola Municipal de Ensino Fundamental Adelmo Simas Genro e Colégio Estadual de Ensino Médio Professora Edna May Cardoso para realizar oficinas do GuriasTec. Na primeira escola, participaram as bolsistas do Ensino Fundamental e a professora da escola, Luciéle da Silva. A atividade foi mediada pelas alunas da graduação: Caroline Vieira e Louise Campos e as professoras Tatiana Cureau e Elisandra Maziero. Já na segunda, a ação teve como público as bolsistas do Ensino Médio e a professora da escola, Miriam Teles, sendo conduzida pelas alunas da graduação: Ana Carolina Moura e Carolina Canavezi e a professora Larissa Kirchhof.</p>		
													<img width="1024" height="566" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-14.52.10-e1763427613144-1024x566.jpeg" alt="" />													
										<figure>
										<img width="1024" height="671" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-12-at-16.51.46-e1763427942496-1024x671.jpeg" alt="" />											<figcaption>As professoras e alunas da graduação em Engenharia Civil conduziram as atividade</figcaption>
										</figure>
		<p>O projeto realizou apresentações das grandes áreas do curso de Engenharia Civil e uma revisão de conceitos de matemática vistos em sala de aula no Ensino Fundamental que são úteis aos profissionais na solução de problemas práticos que envolvam o cálculo de áreas, perímetro, volume, transformação de escala, relações de proporcionalidade, entre outros. Depois disso, foi proposta uma atividade em que foram escolhidas áreas das escolas para medição das suas dimensões reais (comprimento, altura) e posterior construção de uma planta baixa em escala 1:50.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="692" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-12-at-17.14.44-2-e1763428042285-1024x692.jpeg" alt="" />											<figcaption>As bolsistas fizeram as medições das áreas das escolas e esboços</figcaption>
										</figure>
													<img width="1024" height="627" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-14.51.47-e1763428150512-1024x627.jpeg" alt="" />													
		<p>A segunda oficina do projeto está prevista para 2026 no Laboratório Fábrica da UFSM, e a ideia é que as alunas bolsistas, em conjunto com as alunas da graduação, participem do processo de impressão 3D da planta baixa proposta na primeira fase. O principal objetivo da iniciativa é tornar o aprendizado da matemática mais acessível e dinâmico, a partir da aplicação desses conceitos na solução de problemas práticos da Engenharia Civil.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="637" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-12-at-17.14.43-e1763428264503-1024x637.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto na EMEF Adelmo Simas Genro</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="663" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-14.51.41-e1763428330686-1024x663.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto no CEEM Professora Edna May Cardoso</figcaption>
										</figure>
		<p><b>Expediente:</b></p><p><i>Notícia: Luciana Mendes</i></p><p><i>Imagens: Elisandra Maziero e Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa em números realiza ação no EMEF Pão dos Pobres Santo Antônio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/11/05/casa-dos-numeros-realiza-acao-no-emef-pao-dos-pobres-santo-antonio</link>
				<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 00:59:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa dos números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=295</guid>
						<description><![CDATA[Atividade foi realizada com as bolsistas da escola]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última segunda, 03, o projeto Casa em números realizou a primeira fase da ação com as bolsistas da escola do Ensino Fundamental na Escola Municipal Pão dos Pobres Santo Antônio. A atividade foi conduzida pela aluna do curso de Engenharia Civil da UFSM, Ana Alice Facco e as professoras do projeto, Larissa Kirchhof e Elisandra Maziero. Também estiveram presentes: as colaboradoras Michele Reis e Marta Saavedra e a professora da escola, Laiane Saccol.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="466" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-18.49.14-e1762390788430-1024x466.jpeg" alt="" />											<figcaption>As professoras e aluna da graduação em Engenharia Civil conduziram a atividade</figcaption>
										</figure>
		<p>O projeto realizou uma apresentação das grandes áreas do curso de Engenharia Civil e os conceitos de matemática vistos em sala de aula no Ensino Fundamental que são úteis aos profissionais na solução de problemas práticos que envolvam o cálculo de áreas, perímetro, volume, transformação de escala, relações de proporcionalidade, entre outros. Depois disso, foi proposta uma atividade em que foi escolhida uma área da escola para se medir as suas dimensões reais (comprimento, altura) para posterior construção de uma planta baixa em escala 1:50.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="748" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-18.48.51-e1762390923909-1024x748.jpeg" alt="" />											<figcaption></figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="595" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-18.48.42-e1762391060364-1024x595.jpeg" alt="" />											<figcaption>As alunas bolsistas fizeram a medição de uma área da escola e esboços</figcaption>
										</figure>
		<p>A segunda fase do projeto está prevista para 2026 no Laboratório Fábrica da UFSM, e a ideia é que as alunas bolsistas, em conjunto com as alunas da graduação, participem do processo de impressão 3D da planta baixa proposta na primeira fase. Para a professora Larissa Kirchhof, a ação tinha como principal objetivo tornar o aprendizado da matemática mais acessível e dinâmico, a partir da aplicação desses conceitos na solução de problemas práticos da Engenharia Civil.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-18.48.39-1-e1762391423526-1024x536.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto na EMEF Pão dos Pobres Santo Antônio</figcaption>
										</figure>
		<p><b>Expediente:</b></p><p><i>Notícia e imagens: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Engenharia Civil colocam criatividade e conhecimento à prova no I Concurso de Pontes de Palito de Picolé</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/05/estudantes-de-engenharia-civil-colocam-criatividade-e-conhecimento-a-prova-no-i-concurso-de-pontes-de-palito-de-picole</link>
				<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:10:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[PET Civil]]></category>
		<category><![CDATA[ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte de espaguete]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte de Palito]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7472</guid>
						<description><![CDATA[Evento promovido pelo PET Civil UFSM no Hall do CT substituiu o tradicional macarrão por palitos de picolé, tornando a competição mais acessível e mantendo o caráter educativo e integrador]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O Hall do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM foi palco, na quarta-feira da semana passada (29/10), da primeira edição do Concurso de Pontes de Palito de Picolé. Organizado pelo <a href="https://www.instagram.com/petcivilufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Programa de Educação Tutorial (PET) de Engenharia Civil</em></strong></a>, o evento desafiou dez equipes a projetarem e construírem pontes em escala reduzida, utilizando apenas palitos de picolé e cola. A iniciativa buscou integrar a teoria das disciplinas de Estruturas e Resistência dos Materiais com a prática, estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e a integração entre os estudantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A competição, que teve o apoio da coordenação do curso de Engenharia Civil e da professora Larissa Degliuomini Kirchhof (do Departamento de Estruturas e Construção Civil - DECC) premiou as duas estruturas com maior resistência à carga. A equipe vencedora recebeu quatro licenças do software TQS EPP3 (empresa patrocinadora do evento) e um prêmio em dinheiro de R$ 2 mil. Já a segunda colocada garantiu quatro assinaturas anuais do portal Projetou, uma plataforma online com mais de 90 cursos que também patrocinou a atividade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7473,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_9793-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7473" /><figcaption class="wp-element-caption">Pontes de palito produzidas pelas equipes do concurso (foto: divulgação PET Civil)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Do Espaguete ao Palito de Picolé: A Evolução da Competição</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O I Concurso de Pontes de Palito de Picolé marca uma nova fase nas tradicionais competições estruturais promovidas pelo PET Civil (grupo sob a tutoria do professor André Lübeck, também do DECC), que por anos realizou o Concurso de Pontes de Espaguete. A mudança de material foi uma estratégia para aumentar a acessibilidade e a participação dos alunos. O espaguete, item utilizado nas edições anteriores, possuía um custo elevado, o que acabava desestimulando a formação de equipes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A ideia de utilizar palitos de picolé surgiu a partir de uma experiência bem-sucedida no Projeto "Engenheiros do Futuro", também desenvolvido pelo PET com alunos do Ensino Médio. O material se mostrou mais econômico, resistente e de fácil manuseio. No novo formato, o grupo oferece um kit de apoio contendo dois pacotes de palitos e uma cola de madeira, reduzindo significativamente o custo para os participantes e democratizando o acesso à competição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Regras, Ensino e Aplicação Prática</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7475,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_9810-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7475" /><figcaption class="wp-element-caption">Equipe "(des)Equilibradas" testando a resistência de sua ponte (foto: divulgação PET Civil)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Os protótipos de ponte, que deveriam ser indivisíveis e sem pintura, foram submetidos a rigorosos critérios: as dimensões precisavam estar entre 5 e 20 cm de largura, até 30 cm de altura, e conter um vão livre de 1 a 1,2 metro. O peso máximo permitido era de 800 gramas, sendo vedado o uso de qualquer tipo de fixação adicional, como roletes, fitas ou travas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O momento decisivo do evento foi o teste de carga: em frente ao público atento, as pontes foram submetidas a uma carga crescente até a sua ruptura, permitindo avaliar o desempenho estrutural de cada projeto. A ponte da equipe vencedora, intitulada "(des)Equilibradas", atingiu o peso máximo disponível inicialmente (152 kg) sem apresentar sinais de ruptura. A fim de verificar o limite real de resistência da ponte, foram adicionadas novas cargas e a ponte atingiu a carga de ruptura com 176 kg. A equipe "(des)Equilibradas" foi formada pelas estudantes Ana Carolina Abadi de Moura, Ana Lúcia Atarão Horn, Caroline de Matos Vieira e Louise Ester de Campos. Em segundo lugar ficou a equipe "Força G", formada pelos estudantes Carolina Costa Canavezi, Gabriel Rontani Mittmann, Jonatan Poersch Ciotti e Victor<br>Brum Bauer, cuja ponte suportou um peso de 74kg.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p class="ds-markdown-paragraph">Para os alunos matriculados na disciplina de Isostática, ministrada pela professora Larissa, a participação no concurso rendeu pontuação extra, reforçando a conexão direta entre os conceitos aprendidos em sala de aula e a sua aplicação em um contexto real.</p>

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Sucesso e Continuidade</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O evento permitiu que os estudantes compreendessem, de forma experimental, o comportamento de estruturas submetidas a esforços reais, consolidando-se como uma ferramenta poderosa de aprendizado e integração. O sucesso da iniciativa, que deve ter continuidade em edições futuras, reafirma o compromisso do PET Civil UFSM e da coordenação do curso em promover atividades que valorizem a prática da engenharia e o protagonismo estudantil na organização e execução de projetos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7474,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_9825-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7474" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes do PET Civil UFSM, equipe organizadora do evento (foto: divulgação PET Civil)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do PET Civil UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos de graduação do CT-UFSM estão entre os melhores do país no Guia da Faculdade Estadão 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/31/cursos-de-graduacao-do-ct-ufsm-estao-entre-os-melhores-do-pais-no-guia-da-faculdade-estadao-2025</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:52:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[guia da faculdade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7455</guid>
						<description><![CDATA[Três cursos obtiveram a melhor avaliação (5 estrelas) e dez receberam 4 estrelas. Confira a seguir!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Treze cursos de graduação do Centro de Tecnologia da UFSM foram estrelados no <a href="https://publicacoes.estadao.com.br/guia-da-faculdade/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Guia da Faculdade Estadão 2025</strong></em></a>. O guia, publicado desde 2020, é uma parceria entre a <em>startup</em> Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo e reconhece os melhores cursos de graduação do país a partir da avaliação de mais de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior.</p>
<p>Três cursos do CT foram receberam 5 estrelas (conceito "excelente"): Engenharia Acústica, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. Outros dez cursos receberam 4 estrelas (conceito "muito bom"): Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. O curso de Sistemas de Informação ficou "sem notas" pois não recebeu a quantidade mínima de avaliações válidas de docentes pareceristas. </p>
<p>A presença dos cursos do CT entre os melhores avaliados do país é mais um reconhecimento do trabalho sério desenvolvido por servidores docentes, técnico-administrativos e pelos estudantes de graduação da nossa instituição. Parabéns a todos os envolvidos!</p>
<p><strong>COMO É FEITA A AVALIAÇÃO</strong><br />O <b>Guia da Faculdade</b> utiliza uma metodologia conhecida como "avaliação por pares" para analisar a qualidade de mais de 22 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior. Entenda como funcionam as principais etapas desse trabalho:</p>
<p><b>Participação das Instituições de Ensino Superior</b><br />Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade.<br />As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastram pela primeira vez ou atualizam as informações sobre os seus cursos e sobre os dados de divulgação e de contato das IES.</p>
<p><b>Cursos avaliados</b><br />Com base nessas informações, a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2025, eles precisaram atender aos seguintes critérios:<i><br />- Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2024);<br />- Ter ao menos uma turma em andamento.</i></p>
<p>O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Sistemas de Informação em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica. A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.</p>
<p><b>Informações utilizadas</b><br />A partir de abril deste ano, o(a) coordenador(a) de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:<br /><i>- Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos;<br />- Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso;<br />- Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos</i>;<br />Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.</p>
<p><b>Avaliadores</b><br />Em 2025 o Guia contou com cerca de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade.<br />Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam.<br />Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:<br /><i>- Para a qualidade do <b>corpo docente</b><br />- Para a qualidade do <b>projeto pedagógico</b><br />- Para a qualidade da <b>infraestrutura</b></i></p>
<p>Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas. Se mesmo após essa redistribuição não for possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas” - foi o caso do curso de Sistemas de Informação do CT-UFSM.</p>
<p><b>Resultado final</b><br />O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2025.<br />O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve nos dois últimos anos, com os seguintes pesos:<br /><i>- Nota de 2025 - peso 3<br />- Nota de 2024 - peso 2<br />- Nota de 2023 - peso 1</i></p>
<p>Assim, a média das notas de 2025 (após o descarte) é somada à média das notas do curso em 2024 e em 2023, com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) + (Média 2023) / 6<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2024, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) / 5<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2023, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2023) / 4</i></b><br />Caso o curso não tenha sido avaliado em 2024 e em 2023, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2025.</p>
<p>Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:<br /><i>- Entre 5 e 4,50 - 5 estrelas<br />- menor que 4,50 a 3,50 - 4 estrelas<br />- menor que 3,50 a 2,50 - 3 estrelas<br />- menor que 2,50 - não-estrelado</i></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do Guia da Faculdade 2025 Estadão.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM é painelista em um dos maiores eventos de engenharia do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/professor-da-ufsm-e-painelista-em-um-dos-maiores-eventos-de-engenharia-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 22:57:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71119</guid>
						<description><![CDATA[Durante a 80ª Soea, o professor Carlos Félix falou sobre a inclusão das pessoas com deficiência na mobilidade urbana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71120" align="alignright" width="594"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-24-as-15.39.37_d929d440.jpg"><img class=" wp-image-71120" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-24-as-15.39.37_d929d440-300x191.jpg" alt="Foto horizontal. A imagem tem um fundo predominantemente lilás, sobre o qual está escrito o tema da palestra (“Caminhos para uma mobilidade urbana inclusiva e sustentável”) e projetada a foto do professor da UFSM. Sobre esse fundo há quatro pessoas de frente para o público, inclusive um cadeirante. O único em pé, à esquerda, é o professor Carlos Félix, que segura um microfone. Todos na foto, tanto espectadores quanto painelistas, estão usando fones de ouvido." width="594" height="378" /></a> Promovida pelo sistema Confea/Crea, a 80ª edição da Soea ocorreu em Vitória (ES)[/caption]

Docente do Departamento de Transportes da UFSM, o professor Carlos José Antonio Kümmel Félix participou como painelista da 80ª edição da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), que ocorreu de 6 a 9 de outubro em Vitória (ES), no Pavilhão de Carapina. Considerado um dos maiores eventos de tecnologia do país, a Soea é promovida pelo sistema Confea/Crea (conselhos federal e regionais de Engenharia e Agronomia) e pela Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea. Neste ano, a Soea teve como tema central “Engenharia, agronomia, geociências, sustentabilidade e transformação digital: projetando caminhos para o futuro do Brasil”.

Realizado na tarde de 8 de outubro, o painel do qual Félix participou foi sobre “Mobilidade urbana e acessibilidade: desafios atuais e futuros para a inclusão da pessoa com deficiência (PCD)”. A sua palestra (assim como as dos outros integrantes do painel), está disponível no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AAFzGvBcWxc&amp;list=PLfkPrNcW92do2db8qddx-Cii_d5dGSDTW&amp;index=28" target="_blank" rel="noopener">canal do Confea no Youtube</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto busca reduzir emissão de CO₂ em concretos usando cinza volante de termelétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/23/projeto-busca-reduzir-emissao-de-co%e2%82%82-em-concretos-usando-cinza-volante-de-termeletrica</link>
				<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:51:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71097</guid>
						<description><![CDATA[A parceria entre a UFSM e a usina da Pampa Sul, em Candiota, tem um aporte financeiro de mais de R$ 170 mil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto “Quantificação da emissão de CO₂ de concretos a partir da substituição parcial do cimento Portland pela cinza volante de termelétrica” está sendo desenvolvido pela UFSM em parceria com a Faurgs, a <a href="https://pampasulenergia.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Pampa Sul Energia</a> e a AT Consultoria. A pesquisa, que possui aporte financeiro de mais de R$ 170 mil, tem como principal objetivo analisar e reduzir a pegada de carbono gerada pela termelétrica da Pampa Sul, localizada no município de Candiota.

Segundo o coordenador do projeto, professor Marcos Alberto Oss Vaghetti, o estudo visa substituir parcialmente o cimento Portland (responsável por altas emissões de CO₂ devido ao processo de fabricação) por cinza volante, testando proporções de 10% a 50% para avaliar a viabilidade técnica e o desempenho dos concretos. “O objetivo é equilibrar desempenho técnico e sustentabilidade ambiental, reduzindo significativamente a emissão de carbono”, explicou o pesquisador.

O projeto envolve pesquisa experimental, relatórios técnicos e a produção de artigos científicos. Nos próximos seis meses, a equipe se concentrará na pesquisa experimental, enquanto que a segunda fase do projeto será dedicada à elaboração dos produtos resultantes, incluindo publicações acadêmicas.

A parceria entre universidade e empresas traz benefícios mútuos, segundo Vaghetti. A universidade recebe financiamento e suporte técnico, além de oferecer oportunidades para bolsistas e alunos de graduação e pós-graduação desenvolverem pesquisas experimentais e teóricas. Para as empresas, o projeto contribui para a melhoria de processos de gestão e otimização das operações internas.

Atualmente, dois bolsistas de graduação em Engenharia Civil e uma aluna de pós-graduação participam diretamente das atividades, sob supervisão de professores do Laboratório de Materiais de Construção Civil. Outros colaboradores auxiliam no projeto, sem vínculo de bolsa.

O coordenador destacou ainda o impacto da pesquisa para a sociedade: “O mais relevante é a redução da pegada de carbono, contribuindo para processos mais sustentáveis e ambientalmente responsáveis”. O projeto também colabora com o desenvolvimento de materiais alternativos para a construção civil, permitindo a criação de concretos mais sustentáveis e o aprimoramento de técnicas construtivas.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Engenharia Civil realiza visita a Usina Hidrelétrica de Itaipu</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/26/curso-de-engenharia-civil-realiza-visita-a-usina-hidreletrica-de-itaipu</link>
				<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 19:04:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Itaipu]]></category>
		<category><![CDATA[PET-Civil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7343</guid>
						<description><![CDATA[Atividade aproxima acadêmicos de grandes obras de engenharia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O curso de </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Engenharia Civil</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400"> realizou a 7ª edição da visita técnica à </span><a href="https://www.itaipu.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Usina Hidrelétrica Itaipu</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400">, nos dias 17 e 18 de setembro. A viagem foi organizada pelo Programa de Educação Tutorial da Engenharia Civil (<strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil/pet-engenharia-civil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PET - Engenharia Civil)</a></em></strong></span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil/pet-engenharia-civil"><span style="font-weight: 400">,</span></a><span style="font-weight: 400"> com transporte custeado pelo curso, que disponibilizou 31 vagas para estudantes de Engenharia Civil.</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7344,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-23-at-17.36.19-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-7344" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O PET - Engenharia Civil teve seus trabalhos iniciados a 12 anos atrás, tendo como principal objetivo o estímulo dos hábitos de estudos dos alunos do curso além de melhorar a integração entre todos. O programa também é responsável pela organização das visitas técnicas até a Usina Hidrelétrica Itaipu.</span> <span style="font-weight: 400">Maiara Heinrich, estudante do 9º semestre de Engenharia Civil e participante do PET-Civil, relata sua experiência durante a viagem. “</span> <span style="font-weight: 400">Essa [usina] é uma construção muito emblemática, não é uma que a gente vê com maior frequência, porque para nós na engenharia é diferente de você ir visitar uma casa, um prédio.”, a estudante ainda diz “Eu acho que é uma experiência muito rica para os alunos terem essa visão ampla de tudo.”</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O professor Silvio Lisboa Schuster, do </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/dtrt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Departamento de Transportes</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400">, pela primeira vez acompanhou os alunos na visita técnica. Para Silvio, o curso de Engenharia Civil é composto de disciplinas bastante distintas e a visita técnica ajuda os alunos a conectarem os <span style="font-weight: 400">divers</span>os assuntos tratados em sala de aula. “Então, é uma experiência que possibilita que os alunos enxerguem isso também, essa visão holística que o aluno consegue ter, e ver que as coisas não são tão separadas” declara o professor.</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O aluno Vinicius Vieira, estudante do 7º semestre, relata que a visita foi uma experiência única: "Estar em um dos maiores empreendimentos de engenharia do mundo é algo que impressiona pela grandiosidade, pela complexidade das obras e pelo impacto positivo que [a usina] gera na matriz energética do Brasil”. O estudante ainda ressalta o aspecto de integração da atividade: N“A viagem foi ainda mais especial devido à parceria entre os amigos do curso, que tornou o longo trajeto mais leve”.</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Marcos Rodolfo, estudante do 10º semestre e participante do PET-Civil, foi um dos organizadores da viagem e <span style="font-weight: 400">afirma que “participar da organização pelo PET Civil também foi muito gratificante, pois possibilitou contribuir para que essa oportunidade chegasse a todos os colegas. Sem dúvida, atividades como essa ampliam nossa visão profissional e reforçam a importância de vivenciar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula.”</span> Quanto à experiência, relata: “Tivemos a oportunidade de conhecer de perto uma das maiores obras de engenharia do mundo, que integra praticamente todas as áreas que estudamos no curso”. </span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7345,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-23-at-17.36.13-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7345" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<p><span style="font-weight: 400">A Itaipu Binacional oferta visitas institucionais de forma gratuita. Para realizar o agendamento da visita, basta acessar o</span><em><strong><a href="https://www.itaipu.gov.br/visitas/visitas-institucionais" target="_blank" rel="noopener"> site</a></strong></em><span style="font-weight: 400">.</span></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br />Fotos: acervo pessoal prof. Silvio Lisboa Schuster<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Peão Farroupilha e estudante do CT-UFSM: entrevista com Leonidas Augusto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/19/peao-farroupilha-e-estudante-do-ct-ufsm-entrevista-com-leonidas-augusto</link>
				<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:15:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Tradicionalista Gaúcho(MTG)]]></category>
		<category><![CDATA[Peão Farroupilha]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7312</guid>
						<description><![CDATA[Tradicionalista compartilha como concilia a rotina de estudante com as atribuições de seu posto.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Leonidas Augusto da Silva é o atual Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul. Natural de Horizontina, o jovem de 21 anos representa o Centro de Pesquisas Folclóricas (CPF) Piá do Sul e recebeu o posto no 36º Entrevero Cultural de Peões. Além disso, Leonidas é estudante do 8º semestre de Engenharia Civil no Centro de Tecnologia da UFSM.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O posto de Peão Farroupilha é outorgado anualmente para jovens tradicionalistas que, representando seu CTG (Centro de Tradições Gaúchas), disputam o posto em um concurso chamado Entrevero Cultural de Peões. </span><span style="font-weight: 400">Promovido pelo </span><a href="https://www.mtg.org.br/"><span style="font-weight: 400">Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG)</span></a><span style="font-weight: 400">, o Entrevero Cultural de Peões busca selecionar jovens que possam representar a cultura gaúcha em diversas circunstâncias. O evento tem como principal objetivo perpetuar e valorizar a cultura do estado, incentivando crianças e jovens a se envolverem no meio tradicionalista. Os candidatos passam por diversas avaliações, como a prova escrita, que conta com questões de história, geografia e o tradicionalismo gaúcho; a prova artística, que envolve danças, declamação, canto e execução de instrumentos; a prova oral, que conta com temas sorteados e, por fim, a prova campeira, com o laço, encilha e outras demonstrações de habilidades rurais.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O 36º Entrevero Cultural de Peões foi realizado em Santa Maria no mês de Abril de 2025 e consagrou Leonidas com o Peão Farroupilha 2025/2026, posto mais alto do concurso. Leônidas atualmente concilia as atribuições de Peão Farroupilha com as de estudante de engenharia no CT. </span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Confira a seguir a entrevista realizada com ele que encontrou um tempo para conversar com a equipe da Comunicação do CT em plena Semana Farroupilha!</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>

<!-- wp:image {"id":7316,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Peao-farroupilha-2025-Leonidas-Augusto-Foto-de-Deivis-Bueno-Estampa-da-Tradicao-1-1024x468.jpg" alt="" class="wp-image-7316" /><figcaption class="wp-element-caption">Peão Farroupilha 2025/2026 Leonidas Augusto (Foto de Deivis Bueno/Estampa da Tradição)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

</p>

<!-- wp:image {"id":7314,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-140718-edited.jpg" alt="" class="wp-image-7314" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading">Entrevista com Leonidas Augusto da Silva, Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul 2025/2026 e estudante do Centro de Tecnologia da UFSM<br><br><strong>Você pode se apresentar?</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Bom, meu nome é Leonidas, eu tenho 21 anos e sou natural de Horizontina, e como muitos jovens do interior gaúcho, eu tinha o desejo de vir estudar na Universidade Federal de Santa Maria. Então, eu pude realizar esse sonho, cursando então agora Engenharia Civil aqui na Universidade (8º semestre).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Sou Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul, o que é uma alegria muito grande, porque faz parte de uma reapresentação que nós, peões e prendas do Rio Grande do Sul, temos com a juventude gaúcha. Então nós somos a figura do jovem tradicionalista, do jovem gaúcho, e é nosso dever levar a tradição (e cultuá-la) a todos os cantos do Estado.</p>
<p><b>Qual é, exatamente, a função do Peão Farroupilha?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">A função do Peão Farroupilha é, como eu falei, servir de exemplo a outros jovens, inspirar outras crianças também a entrarem neste mundo, inserirem-se nos CTGs, onde aprendemos diversos hábitos, valores e princípios morais que auxiliam na nossa inserção e também no desenvolvimento dessa criança enquanto cidadão.</span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Importante também frisar os trabalhos que nós realizamos agora enquanto gestão de prendas e peões. Nós estamos desenvolvendo painéis cidadãos, que é uma pauta que nós trazemos para dentro do movimento, onde em cada evento que o MTG  (que é o Movimento Tradicionalista Gaúcho) promove, nós realizamos um painel que traz um problema social para dentro do movimento, porque nós também somos responsáveis por sanar e auxiliar o Estado na resolução desses problemas. Então já fizemos uma campanha de luta contra a violência infantil, a luta e o combate da violência contra a mulher, sobre doação de sangue, faremos sobre bullying, sobre bem-estar animal, HPV e outros tantos problemas que afetam a nossa sociedade.</span></p>
<p><b>Por que o nome do concurso que te elegeu Peão Farroupilha é Entrevero de Peões? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A palavra entrevero basicamente quer dizer um encontro, uma mistura de diversas pessoas que se reúnem para cultuar essas tradições. Então, o entrevero de peões é esse encontro desses piás, guris e peões que vão até um lugar para desenvolver essas atividades culturais, artísticas e campeiras.</span></p>
<p><b>Como foi o preparo para realização do concurso?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O preparo foi bastante intenso, inclusive eu tive até que deixar umas cadeiras da faculdade pra trás e... Já tô colocando elas em dia!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas foi bastante intenso porque exige muito do concorrente a conciliação com a rotina além do concurso. Então, tinha que priorizar também os estudos da faculdade, a vida diária mesmo, com o estudo da parte prática, de declamação, de preparo de charque, churrasco, de andar a cavalo, de danças também, e o próprio estudo teórico que engloba o Entrevero, onde nós temos uma prova teórica de 20 questões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então é um concurso bastante abrangente, que exige e requer muito do candidato, e por isso a gente acaba, na reta final, se imergindo totalmente pra esse concurso.</span></p>

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Durante as provas, qual foi a maior dificuldade que você sentiu?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Eu acredito que a maior dificuldade e que talvez seja a maior dificuldade de muitos peões é a parte campeira. Porque dificilmente hoje nós vemos dentro desse concurso peões que de fato vivem a vida de campo. Porque os CTGs eles se encontram principalmente dentro dos grandes centros urbanos e naturalmente o pessoal que está participando, em dados momentos, é aquela criança, aquele jovem que nasceu na cidade e não teve contato com o campo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Então, as maiores dificuldades para mim, do meu ponto de vista, foram as provas campeiras. Ao longo da minha vida eu fui também perdendo um pouco desse receio e criando um pouco mais de gosto e prazer mesmo com as atividades campeiras. E até mesmo meu treinador Gustavo, que me ajudava na preparação, falava que, diferentemente do curso que eu faço, que é exato, a parte campeira que envolve o animal, o equino, é uma questão também humana e de muita conexão. Então, também aprendi um pouco a me conectar com esse lado mais campeiro e também por isso consegui ter êxito nesse concurso.</p>
<p><b>O título “Peão Farroupilha” possui algum impacto ou função específica dentro da universidade? Qual?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Aqui dentro da universidade, diretamente, não. Claro que, enquanto eu estudava, eu trazia também alguns livros meus para ler durante as aulas. E aí, alguns colegas meus, sabendo da preparação, também me faziam umas perguntas, questionamentos: como que funcionava esse concurso, como que funcionava o CTG, essas atividades… E vendo também um pouco da minha rotina, eles acabavam, querendo ou não, conhecendo um pouco mais e se aproximando da cultura gaúcha.</span><b></b></p>
<p><b>Como você faz para conciliar as demandas do posto com as obrigações de estudante?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Claro, desde abril eu tomei uma decisão, né, de, ao final da minha bolsa de pesquisa, que finalizou agora, no GEPPASV (eu era a bolsista de iniciação científica no Laboratório de Pavimentação e Segurança Viária), eu optei por deixar o laboratório para conseguir, de fato, bem exercer minha função de estudante de graduação e também o posto de Peão Farroupilha.</span></p>
<p><b>Se você precisasse explicar a cultura gaúcha para alguém de fora do Rio Grande do Sul, o que você destacaria primeiro?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cultura gaúcha, para mim, fala sobre legado e fala sobre família, porque dentro das nossas entidades, nós temos um ambiente propício para o bom convívio de gerações. Então, temos crianças, temos adultos e temos também os mais velhos, que permeiam o mesmo ambiente, trocam conhecimentos. Isso contribui para uma formação de uma sociedade mais coesa, E com certeza o legado dessas pessoas também é valorizado, porque todos aqueles que vieram antes de nós, que deram os primeiros passos em defesa do tradicionalismo são muito importantes, e são até hoje lembrados, valorizados, e a figura deles é muito importante para nós, que hoje levamos adiante as nossas raízes.</span></p>
<p><b>Para você, qual costume gaúcho corre o risco de ser esquecido?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Um costume que acaba sendo bastante esquecido, vem também ligado ao campo. Hoje a gente não vê tanto mais a presença do alambrador, por exemplo, o trabalho do guasqueiro também, que trabalha diretamente com o couro. Então, essas práticas mais artesanais, mais rústicas, campeiras mesmo, acabam sendo trocadas por modernismos que, por vezes, são mesmo melhores, mas que é importante que nós, nos centros de tradições gaúchas, valorizemos isso e nunca deixemos que seja esquecido.</span><b></b></p>
<p><b>Qual aspecto da tradição você menos se identifica? E por quê?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Bom, por questões de talento, acredito que é o próprio canto. Não é algo que eu me identifico muito dentro das tradições gaúchas, embora eu goste muito da música, não tenho esse dom. A parte campeira também, como eu comentei, é uma parte que estou um pouco mais distanciado, não tenho essa vivência, embora tenha me preparado para o concurso.</span><b></b></p>
<p><b>Como você vê a participação dos universitários no MTG?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Olha, eu acredito que, dado o momento da vida, muitos jovens deixam as entidades para priorizar a formação acadêmica. Muitos dos meus amigos que foram bastante atuantes dentro do movimento e também participavam de invernadas artísticas, Nesta fase da vida agora, estão um pouco mais afastados.</span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas, também acredito que participar nesta etapa da vida de um Centro de Tradições Gaúchas é muito importante. Até mesmo a própria universidade aqui tem o DTG Noel Guarany, que surgiu como projeto de extensão e hoje é um ponto de encontro de cultura e que faz com que diversos estudantes que vêm até mesmo de fora do estado possam encontrar ali acolhimento e também desenvolver diversas amizades.</span></p>
<p><b>Você vê alguma contradição entre ser tradicionalista em um ambiente que preza pela diversidade, como a universidade?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Bem, essa é uma questão que nós, enquanto gestão de prendas e peões, tentamos um pouco quebrar com esses painéis cidadãos, porque nós vemos ao longo dessas primeiras entrevistas que nós realizamos após concursos, que quando nós falávamos para jornalistas que o movimento também se preocupa com pautas sociais e ser cada vez mais igualitário e humano, eles ficavam um pouco espantados.</span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então, claro, dentro de uma universidade nós teremos uma gama maior de culturas coexistindo. Quanto dentro de um centro de tradições gaúchas, nós temos sim a influência de várias etnias que auxiliaram na formação do gaúcho, mas sempre priorizando e deixando em destaque a figura do gaúcho.</span></p>
<p><b>Para você, o que significa ser Peão Farroupilha?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mim, ser Peão Farroupilha faz parte de uma escolha que eu tomei com 4 anos de idade quando iniciei no Centro de Tradições Gaúchas em Horizontina e hoje a gente vê como uma missão de levar a nossa cultura adiante, cultuá-la e difundi-la porque quem está dentro de um Centro de Tradições Gaúchas sabe do quão valioso e valoroso é estar ali para o bom desenvolvimento da pessoa que depois irá se inserir em comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então, muitos jovens que ali participam conseguem se comunicar de uma forma mais clara, conseguem ser mais despojados, com certeza fazer mais amizades e isso também é muito importante e é um legado e aprendizado que eu tenho dentro do CTGs.</span></p>
<p><b>Que mensagem você gostaria de deixar para os demais colegas do CT que se interessam pelo tradicionalismo gaúcho? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu acredito que o tradicionalismo tem espaço para todos que queiram participar. </span><span style="font-weight: 400">A cultura gaúcha é bastante abrangente e, de certa forma, ela prioriza e valoriza a figura do gaúcho. </span><span style="font-weight: 400">Por um dado momento do ano, setembro sendo o mês mais gaúcho do ano e da semana farroupilha, nós reforçamos o nosso orgulho de termos nascido aqui, das pessoas que vieram antes de nós, que muito lutaram e defenderam esse chão através de seus ideais. </span><span style="font-weight: 400">Então faz parte esse cultivo das tradições. Fica o convite também a todos que quiserem se aproximar de uma entidade, serão com certeza bem acolhidos e verão que ali terão uma segunda família e poderão ter pessoas que serão esteios para uma vida inteira.</span></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Entrevista e texto por Manu Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM atua em Alegrete na construção de ponte sobre o Rio Ibirapuitã</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/08/projeto-de-extensao-da-ufsm-atua-em-alegrete-na-construcao-de-ponte-sobre-o-rio-ibirapuita</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 23:02:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70256</guid>
						<description><![CDATA[Nova construção deve aliviar o intenso fluxo de veículos em um dos pontos mais movimentados da cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O <a href="https://www.instagram.com/escritoriomodelodeengenharia/" target="_blank" rel="noopener">Escritório Modelo de Engenharia da UFSM</a> vai elaborar o projeto de construção de uma nova ponte na cidade de Alegrete, sobre o Rio Ibirapuitã. Ela será construída ao lado da ponte Borges de Medeiros (que liga as avenidas Alexandre Lisboa e Ibicuí), principal ponto de ligação entre o centro e a região leste da cidade. Essa região conta com locais importantes para o município, como o campus local da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), o Parque de Exposições Dr. Lauro Dornelles e supermercados. Estima-se que a nova ponte tenha entre 100 e 110 metros de comprimento, e altura de 1,5 a 2 metros acima da ponte atual. A obra vai permitir a duplicação do tráfego no local, auxiliando na redução do intenso trânsito de veículos em um dos trechos mais importantes da cidade.

Atualmente o projeto está na fase de levantamentos. Os estudos hidrológicos, que levam em consideração aspectos como profundidade do rio, velocidade da água, níveis de chuva e altura atingida durante as cheias, já foram concluídos. Após a coleta dos registros de chuvas e imagens de satélite para conhecer as áreas de inundação do Rio Ibirapuitã, realiza-se uma extrapolação estatística para garantir que a ponte se mantenha funcional mesmo em níveis de chuvas tão elevados que ocorrem uma vez a cada cem anos. A ponte Borges de Medeiros já teve de ser interditada várias vezes, durante períodos de fortes chuvas, devido à cheia do rio.

Após o levantamento hidrológico, ocorre o levantamento topográfico. Para projetar as fundações da ponte, a equipe da UFSM aguarda o trabalho de estudo do solo, que vai ser realizado por uma empresa contratada pela Prefeitura de Alegrete. Os levantamentos realizados pelo escritório de engenharia da UFSM também vão trazer dados mais precisos sobre o rio, por conta dos equipamentos avançados que a universidade possui, como o ADCP, que utiliza ondas sonoras para medir a velocidade da água.

[caption id="attachment_70385" align="alignright" width="625"]<img class=" wp-image-70385" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Estudos-Hidrologicos-300x225.jpeg" alt="" width="625" height="468" /> Levantamentos hidrológicos realizados no Rio Ibirapuitã, com a ponte Borges de Medeiros ao fundo e, atrás dela, a ponte ferroviária[/caption]

Em sequência, o Escritório Modelo atua na etapa de orçamentação do projeto, na qual o escritório elabora em conjunto com a prefeitura os documentos que serão utilizados no processo de licitação da obra. A duração estimada da elaboração desta parte documental é de aproximadamente 90 dias. As licitações para a seleção da empresa que vai construir a ponte devem ser realizadas em 2027.

“A obra não vai ser muito complexa. Sem interferência externa, como fenômenos climáticos ou falta de recursos, ela deve ficar pronta em menos de um ano, mas isso depende também de como a empresa vencedora da licitação vai gerir os recursos, explica o professor André Lübeck, integrante do Escritório Modelo de Engenharia. Ainda de acordo com o professor, a elaboração do projeto da ponte, que abrange técnicas de construção e materiais utilizados, é pensada de acordo com as características do município, uma cidade de interior distante dos grandes centros. Sem este cuidado, a obra pode se tornar cara e complexa.

A nova ponte será construída entre a ponte Borges de Medeiros e a ponte férrea ao lado, atualmente desativada. A via ferroviária foi palco de uma das batalhas mais marcantes da Revolução de 1923, travada na travessia do Ibirapuitã, onde ocorreu o choque entre chimangos e maragatos. As tropas na ocasião foram comandadas por dois dos maiores líderes militares da história gaúcha: Honório Lemes (maragato) e José Antônio Flores da Cunha (chimango).

<b>Lições trazidas pela emergência climática</b>

O professor explica que as ocorrências climáticas extremas já não são mais tratadas como crises na área de construção civil, mas sim como eventos recorrentes. “As enchentes de 2023 foram marcantes, mas já no ano seguinte algumas regiões tiveram chuvas em um nível muito próximo ao ano anterior. Então é muito provável que estes eventos extremos aconteçam de forma frequente”.

Para projetar estruturas que resistam a estes eventos, os levantamentos hidrológicos são imprescindíveis por trazerem dados precisos baseados em estatística sobre a velocidade e a altura que a água pode atingir em volumes excepcionais de chuva. No entanto, Lübeck cita que estes levantamentos eram muitas vezes negligenciados pelo poder público. Por ser um estudo custoso, demorado e que demanda um conhecimento muito específico que poucas empresas fazem, ele geralmente está vinculado a universidades.

[caption id="attachment_70438" align="alignleft" width="539"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Ponte-de-Quevedos.jpeg"><img class=" wp-image-70438" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Ponte-de-Quevedos-300x169.jpeg" alt="" width="539" height="303" /></a> A ponte sobre o Rio Toropi, entre os municípios de São Pedro do Sul e Quevedos, ruiu quatro vezes por conta da força da água, potencializada pelo relevo da região[/caption]

Um exemplo de aplicação desse estudo está no projeto que o Escritório Modelo de Engenharia fez para uma ponte sobre o Rio Toropi, que liga os municípios de São Pedro do Sul e Quevedos. Neste trecho já ruíram quatro pontes construídas anteriormente. O levantamento hidrológico mostrou que, em situações de cheia, o nível do Rio Toropi ficava de sete a oito metros acima da ponte, enquanto que a velocidade da água variava de seis a sete metros por segundo.

Esta velocidade, correspondente a mais que o dobro do estimado nas principais bibliografias sobre construção de pontes, ocorre por conta das condições únicas de relevo do local. “A velocidade causa uma pressão com intensidade elevada ao quadrado do valor da água. São pressões muito maiores do que as que temos registradas na bibliografia”, detalha o professor André Lübeck.

Os acontecimentos recentes também impactam nas projeções estatísticas das grandes chuvas, com períodos de recorrência maiores para projetos cada vez mais resistentes. “Temos discutido projeções de tempo cada vez maiores porque algumas das pontes que foram danificadas nas enchentes de 2023 receberam volumes de água correspondentes a chuvas que ocorrem uma vez a cada 350, 400 anos”, aponta o professor.

Projeto de extensão da UFSM, o Escritório Modelo de Engenharia auxilia órgãos públicos e entidades sem fins lucrativos na elaboração de projetos de engenharia, acompanhamento de obras, realização de cursos de capacitação, consultorias e assessoramentos técnicos, quando essas instituições têm dificuldades para realizar e contratar esses serviços. As atividades são realizadas por acadêmicos dos cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e áreas afins da UFSM, sob a supervisão de professores orientadores.

A equipe que participou dos levantamentos foi a seguinte: professores André Lübeck, Rogerio Antocheves de Lima e Almir Barros do Santos Neto (docentes do Departamento de Estruturas e Construção Civil), do Escritório Modelo de Engenharia; Allan Klein, engenheiro técnico do Centro de Tecnologia (CT); e professores Rutineia Tassi, Daniel Allasia Piccilli e João Francisco Horn, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. O projeto também conta com o apoio da Secretaria de Obras de Alegrete.

<i>Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Arte Gráfica: Lisa de Mello, estudante de Desenho Industrial e estagiária da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec lança terceiro episódio de podcast</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/08/31/guriastec-lanca-terceiro-episodio-de-podcast</link>
				<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 22:24:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[guriastec podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[meninas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=254</guid>
						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Hoje, 31 de agosto, o Programa GuriasTec lançou o terceiro episódio do guriastec podcast.  O programa tratou de temas como interdisciplinaridade, liderança, e projetos de pesquisa e extensão nas áreas da construção civil e arquitetura. O episódio contou com a presença de Jessica Anversa Venturini, graduada e mestra em Engenharia Civil pela UFSM, Ísis Portolan. Também participaram as integrantes do GuriasTec: a doutora e coordenadora substituta do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Paisagismo e Urbanismo da UFSM, e Evelyn Paniz Possebon, doutora em Engenharia Civil e professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM. A gravação foi realizada de forma presencial e contou com apoio do Sistemas de Rádios da UFSM.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="642" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-19.16.47-1-e1756679219919-1024x642.jpeg" alt="ep 3" />											<figcaption>A gravação do episódio foi feita de maneira presencial</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-19.16.46-2-768x1024.jpeg" alt="podcast ep 3" />											<figcaption>Ísis Portolan, Luciana Mendes, Jessica Venturini e Evelyn Possebon</figcaption>
										</figure>
		<p>A primeira temporada do programa tem formato de roda de conversa e conta com a presença de egressas da UFSM das áreas de atuação do projeto, e integrantes do GuriasTec, com apresentação da bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. Os episódios vão ao ar sempre na última semana de cada mês.</p><p>O episódio 3 já está disponível no Spotify e Deezer pelos links abaixo.</p><p><a href="https://open.spotify.com/episode/72Fs93grIF0MvfJSvanUio?si=033dd28165224a03">https://open.spotify.com/episode/72Fs93grIF0MvfJSvanUio?si=033dd28165224a03</a></p><p><a href="https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1">https://www.deezer.com/br/show/1001999481?host=6572464941&amp;deferredFl=1</a></p><p><strong>Expediente:</strong></p><p><i>Notícia e fotos: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de engenharia da UFSM entregam projetos de melhoria para escola de Camobi</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/09/estudantes-de-engenharia-da-ufsm-entregam-projetos-de-melhoria-para-escola-de-camobi</link>
				<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:56:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[ensino básico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69740</guid>
						<description><![CDATA[Alunos da disciplina Engenharia e Sociedade projetaram soluções práticas para a EMEI Vila Jardim]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na tarde desta terça-feira (8), estudantes dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária da UFSM participaram de um ato simbólico de conclusão da disciplina extensionista Engenharia e Sociedade, com a entrega de projetos desenvolvidos para a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Vila Jardim, localizada no bairro Camobi, em Santa Maria. A atividade contou com a presença da direção da escola, que agora poderá buscar formas de viabilizar a execução das propostas.

[caption id="attachment_69742" align="alignright" width="654"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/20250708_151854-2048x1153-2.jpg"><img class=" wp-image-69742" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/20250708_151854-2048x1153-2-300x179.jpg" alt="" width="654" height="390" /></a> Estudantes e docentes da disciplina extensionista Engenharia e Sociedade junto da direção da EMEI Vila Jardim, no encerramento da disciplina[/caption]

Ministrada pelos professores Tatiana Cureau Cervo, Alejandro Ruiz Padillo (ambos do Departamento de Transportes), Elisandra Maziero (do Departamento de Expressão Gráfica) e Vanessa Giacomelli (do Departamento de Química), a disciplina teve como objetivo integrar conhecimentos técnicos às demandas reais da comunidade. Ao longo do semestre, os estudantes visitaram a EMEI Vila Jardim para identificar necessidades, coletar dados e elaborar soluções personalizadas.

Divididos em grupos mistos, com integrantes de ambas as engenharias, os estudantes desenvolveram sete projetos completos, cada um contendo memorial descritivo, pranchas técnicas, orçamento detalhado e apresentações. As propostas incluíram:

- Plano de gerenciamento de resíduos sólidos e educação ambiental;

- Reforma de banheiros e projeto hidrossanitário;

- Sistema de drenagem para as praças externas e aproveitamento de água da chuva;

- Planta baixa detalhada da escola e projeto de reforma do telhado;

- Instalação de contêineres adaptados para novos ambientes;

- Reforma de uma praça e implantação de um campinho de jogos;

- Projeto elétrico e plano de prevenção contra incêndios.

A iniciativa reforça o compromisso da universidade com a extensão e a responsabilidade social. Além de aplicar o conhecimento técnico, os estudantes vivenciaram a importância do diálogo com a comunidade e da construção coletiva de soluções sustentáveis. A diretoria da EMEI Vila Jardim recebeu os projetos e buscará formas de colocá-los em prática.

A disciplina extensionista Engenharia e Sociedade, criada com a <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/01/25/cursos-de-engenharia-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm-passam-por-reestruturacao-curricular" target="_blank" rel="noopener">reestruturação curricular do Centro de Tecnologia (CT)</a>, foi ofertada pela quarta vez neste semestre e segue como exemplo de interação entre universidade e sociedade, alinhando formação acadêmica às necessidades locais. Novas edições devem ocorrer em semestres futuros, ampliando o impacto positivo gerado pelas engenharias da UFSM.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CT</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CT entregam projetos de melhoria para escola de educação infantil em atividade extensionista</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/08/estudantes-do-ct-entregam-projetos-de-melhoria-para-escola-de-educacao-infantil-em-atividade-extensionista</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 19:02:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7011</guid>
						<description><![CDATA[Disciplina "Engenharia e Sociedade" projetou soluções práticas para a EMEI Vila Jardim, em Camobi, com planos detalhados de reforma, infraestrutura e sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na tarde desta terça-feira (8 de julho), estudantes dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária da UFSM participaram de um ato simbólico de conclusão da disciplina extensionista "Engenharia e Sociedade", com a entrega de projetos desenvolvidos para a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Vila Jardim, localizada no bairro Camobi, em Santa Maria. A atividade contou com a presença da direção da escola, que agora poderá buscar formas de viabilizar a execução das propostas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ministrada pelos professores Tatiana Cureau Cervo, Alejandro Ruiz Padillo (ambos do Departamento de Transportes), Elisandra Maziero (Departamento de Expressão Gráfica) e Vanessa Giacomelli (Departamento de Química), a disciplina teve como objetivo integrar conhecimentos técnicos às demandas reais da comunidade. Ao longo do semestre, os estudantes visitaram a EMEI Vila Jardim para identificar necessidades, coletar dados e elaborar soluções personalizadas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7020,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/20250708_151854-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7020" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes e docentes da disciplina "Engenharia e Sociedade" junto da direção da EMEI Vila Jardim no encerramento da disciplina</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Divididos em grupos mistos, com integrantes de ambas as engenharias, os estudantes desenvolveram sete projetos completos, cada um contendo memorial descritivo, pranchas técnicas, orçamento detalhado e apresentações. As propostas incluíram:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Plano de gerenciamento de resíduos sólidos e educação ambiental;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Reforma de banheiros e projeto hidrossanitário;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Sistema de drenagem para as praças externas e aproveitamento de água da chuva;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Planta baixa detalhada da escola e projeto de reforma do telhado;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Instalação de contêineres adaptados para novos ambientes;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Reforma de uma praça e implantação de um campinho de jogos;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Projeto elétrico e plano de prevenção contra incêndios.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa reforça o compromisso da universidade com a extensão e a responsabilidade social: além de aplicar o conhecimento técnico, os estudantes vivenciaram a importância do diálogo com a comunidade e da construção coletiva de soluções sustentáveis. A diretoria da EMEI Vila Jardim recebeu os projetos e buscará formas de colocar os projetos em prática.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A disciplina extensionista "Engenharia e Sociedade", criada com a <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/01/25/cursos-de-engenharia-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm-passam-por-reestruturacao-curricular">reestruturação curricular do CT</a></em></strong>, foi ofertada pela quarta vez neste semestre e segue como exemplo de interação entre universidade e sociedade, alinhando formação acadêmica às necessidades locais. Novas edições devem ocorrer em semestres futuros, ampliando o impacto positivo gerado pelas Engenharias da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM, com informações de Tatiana Cervo.<br />Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <br /><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <br /><em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa do CT-UFSM desenvolve pesquisa sobre micromobilidade inclusiva em doutorado na Universidade de Melbourne</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/03/egressa-do-ct-ufsm-desenvolve-pesquisa-sobre-micromobilidade-inclusiva-em-doutorado-na-universidade-de-melbourne</link>
				<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 12:20:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[micromobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAUP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6988</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa de Ana Paula Soares Müller, orientada pelo professor Alejandro Ruiz Padillo, estuda mobilidade de grupos marginalizados, como pessoas com deficiência, idosos e populações de baixa renda]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Ana Paula Soares Müller, graduada em Engenharia Civil e mestre pelo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgaup">PPGAUP</a></em></strong> do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), acaba de ser selecionada para uma prestigiada bolsa de doutorado na <strong><em><a href="https://eng.unimelb.edu.au/">Faculdade de Engenharia e Tecnologia da Informação</a></em></strong> da Universidade de Melbourne, na Austrália. O programa da universidade australiana, realizado em parceria com o <strong><em><a href="https://socialequity.unimelb.edu.au/">Instituto de Equidade Social de Melbourne</a></em></strong>, apoia pesquisas que promovam equidade social através da tecnologia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa de Ana Paula, cujo título em inglês é "Defining accessibility metrics for equitable and inclusive micromobility: an approach based on needs and capabilities" visa desenvolver indicadores que incluam as necessidades de mobilidade de grupos marginalizados, como pessoas com deficiência, idosos e populações de baixa renda. A orientação será feita em colaboração internacional, entre a professora Patrícia Sauri Lavieri, do Departamento de Engenharia de Infraestrutura na Universidade de Melbourne, e o professor Alejandro Ruiz-Padillo, do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/dtrt">Departamento de Transporte da UFSM</a></em></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante seu período na UFSM, Ana Paula atuou como colaboradora voluntária no <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot">Laboratório de Mobilidade e Logística</a></em></strong> (LAMOT), onde aprofundou estudos sobre acessibilidade pedestre – tema de seu mestrado – e publicou artigos relevantes na área. Mesmo no doutorado, Ana Paula mantém seu vínculo com o LAMOT; segundo o professor Alejandro, um dos coordenadores do LAMOT, trata-se de um passo importante na internacionalização das pesquisas, já Ana é a primeira doutoranda do grupo no exterior. Na graduação, a estudante realizou intercâmbio em Melbourne por meio do programa <strong><em><a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/ciencia-sem-fronteiras">Ciência sem Fronteiras</a></em></strong>; naquela oportunidade, realizou estágio voluntário na empresa de engenharia Pitt&amp;Sherry. Antes do doutorado, também lecionou no Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, consolidando sua trajetória acadêmica em instituições públicas brasileiras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":6989,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/1000190325-576x1024.jpg" alt="" /><figcaption>Ana Paula no campus da Universidade de Melbourne (acervo pessoal)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<p>O site do Instituto de Equidade Social de Melbourne realizou uma <a href="https://socialequity.unimelb.edu.au/news/latest/new-phd-ana-paula-soares-muller"><em><strong>entrevista</strong></em></a> com Ana Paula, traduzida e transcrita a seguir:</p>
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Entrevista com Ana Paula Soares Müller</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Antes de iniciar seu doutorado, qual era sua trajetória?<br><em>Antes do PhD, trabalhei principalmente como colaboradora voluntária no Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT) da Universidade Federal de Santa Maria, no Brasil. No LAMOT, pude desenvolver minha pesquisa de mestrado sobre acessibilidade para pedestres com diferentes deficiências e publicar artigos relevantes nessa área. Antes disso, atuei como professora substituta no Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, também no Brasil, onde tive a oportunidade de desenvolver habilidades importantes como docente e pesquisadora.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O que a motivou a escolher esse tema para o doutorado?<br><em>Compreender a importância da equidade e acessibilidade é algo que cresceu em mim desde cedo. Vivi em contextos de forte desigualdade social e vi as consequências da inacessibilidade ao longo da vida de pessoas. Minha trajetória acadêmica foi toda construída em escolas públicas, e minha melhor amiga de infância usa cadeira de rodas. Para mim, mobilidade acessível sempre foi sinônimo de qualidade de vida. À medida que amadureci e entendi meus privilégios em acessar lugares e oportunidades enquanto tantos ao meu redor não podiam, assumi como meta trabalhar por uma mobilidade mais equitativa, especialmente para os mais vulneráveis. Como pesquisadora, acredito que o doutorado é o próximo passo para alcançar esse objetivo.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Quais resultados você espera alcançar?<br><em>Realizar um doutorado em engenharia de transportes na Universidade de Melbourne é um sonho realizado. Acredito que isso me permitirá desenvolver habilidades para me tornar uma pesquisadora e profissional melhor. Espero que minha pesquisa contribua ativamente para uma micromobilidade mais justa, especialmente para quem mais precisa: pessoas com condições de mobilidade limitadas. Quero que meu trabalho ofereça aos gestores públicos e urbanistas insights valiosos para construir cidades mais acessíveis, atentas às percepções e capacidades individuais. Idealmente, pretendo contribuir para melhorias práticas nas condições de micromobilidade, tanto na Austrália quanto no Brasil. E certamente darei o meu melhor para chegar lá.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:separator -->
<hr />
<!-- /wp:separator -->
<p><em>Com informações do Instituto de Equidade Social de Melbourne, do LAMOT e edição da Subdivisão de Comunicação do CT</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <br /><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <br /><em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>#CTnaReconstrução: da solidariedade à engenharia preventiva para um novo futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/06/06/ctnareconstrucao-da-solidariedade-a-engenharia-preventiva-para-um-novo-futuro</link>
				<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 12:12:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Estruturas de Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[INRI]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6840</guid>
						<description><![CDATA[Na quarta e última reportagem da série sobre as ações do CT-UFSM nas enchentes do ano passado, conheça os projetos do Centro destinados a prevenir novos desastres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você se lembra do que estava fazendo há um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática de sua história? A Subdivisão de Comunicação preparou uma série de reportagens intitulada #CTnaReconstrução, na qual você vai relembrar ou conhecer os projetos, servidores e estudantes do CT que atuaram na linha de frente, seja com iniciativas de apoio imediato à população, seja com projetos de recuperação e prevenção a médio e longo prazo de áreas atingidas pela tragédia climática no RS. Na quarta e última reportagem, destacamos como a ciência produzida pelos pesquisadores e especialistas do CT auxiliaram na emergência e apontam formas de prevenir danos futuros.</p>
<p>O diretor do Centro de Tecnologia, professor Tiago Marchesan, ao comentar as ações realizadas pela Unidade durante as enchentes, relembra que, em situações de tragédia, a primeira medida essencial é acolher. E foi justamente o que fez a comunidade acadêmica: professores, técnicos e estudantes organizaram mutirões para limpeza de casas, arrecadação de alimentos, de utensílios domésticos e construção de móveis para doação. Em meio aos primeiros momentos de acolhimento, a formação técnica e científica dos estudantes e docentes foi colocada em prática: professores especialistas em geotecnia foram chamados para ações cruciais como vistoriar áreas de risco em morros de Santa Maria e Quarta Colônia e avaliar a segurança de permanência dos moradores. </p>
<p>Depois, com a situação emergencial amenizada, o foco dos pesquisadores começou a se voltar para a engenharia preventiva. Projetos que refletem sobre o impacto das chuvas nas estruturas urbanas e na sociedade ganharam espaço e protagonismo em função da emergência - desde projetos de simulação de fluxos hídricos e avaliação de regimes pluviais até outros que buscam o desenvolvimento de soluções urbanísticas para áreas alagadas. As atividades de pesquisa envolveram todos os cursos do CT — desde Engenharia Ambiental e Sanitária até Ciência da Computação, Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil.</p>
<p>Ao longo do último ano, o CT, além de ter organizado encontros próprios, que serviram de base para articulações com prefeituras, Defesa Civil e outras universidades, também participou de eventos e seminários que abordaram o tema. Um deles foi o <a href="https://ufsm.br/r-375-5099"><b><i>Santa Summit</i></b></a> - encontro realizado pela Agência de Desenvolvimento de Santa Maria, Sebrae, Inova Centro e Prefeitura Municipal de Santa Maria que reuniu setores privados e instituições públicas em junho do ano passado, no distrito criativo de Santa Maria, para discutir e pensar ações e projetos colaborativos para reconstruir e impulsionar a região central do Rio Grande do Sul. </p>		
			<h3>Especialistas a campo na emergência</h3>		
		<p>A atuação da universidade durante e após a tragédia também se deu no acompanhamento técnico das áreas atingidas. Professores e pesquisadores do Centro de Tecnologia, com experiência em diferentes áreas da engenharia, se mobilizaram de forma voluntária para atender demandas das prefeituras e da Defesa Civil, principalmente no interior do estado.</p>
<p>O professor Magnos Baroni, docente do Departamento de Transportes e especialista em Geotecnia, foi um dos que estiveram diretamente envolvidos nesse trabalho. Atuando com infraestrutura de contenção, fundações e estabilidade de encostas, Baroni explica que a dinâmica do desastre na região central do estado foi muito rápida, em função da geografia local: “Santa Maria e arredores são regiões com muitos morros e pequenas bacias hidrográficas. A velocidade das águas foi muito grande e grandes quantidades de água desceram pelos morros muito rapidamente, elevando os rios de forma absurda”, relata.</p>
<p>Após a enchente, as prefeituras passaram a lidar com outro problema: avaliar a segurança de áreas de risco e decidir se as famílias poderiam ou não retornar para suas casas. Segundo Baroni, muitas Defesas Civis municipais não tinham profissionais especializados para fazer esse tipo de vistoria. “O cargo de Defesa Civil é obrigatório, mas nem sempre quem ocupa o cargo tem a expertise necessária. E aí eles ficaram perdidos, sem saber se liberavam ou não as casas, se o terreno tinha estabilidade, se podia voltar ou não”, conta.</p>
<p>Sem pessoal técnico suficiente, as Defesas Civis locais recorreram à Defesa Civil estadual, que também estava sobrecarregada com a situação em Porto Alegre e no estado. Foi nesse contexto que docentes e pesquisadores da UFSM começaram a ser chamados. “Por nome, o pessoal sabia que existiam especialistas aqui. Então entravam em contato, perguntavam se podiam passar meu contato, se podiam indicar alguém. E a gente foi ajudando como dava”, lembra.</p>
<p>A logística das vistorias, na maioria das vezes, foi organizada de forma improvisada e voluntária. “A gente usava carro próprio pra chegar até as cidades e lá pegava os veículos da prefeitura. A universidade até disponibilizou caminhonetes, mas era difícil conseguir motorista e deslocamento oficial. Então, quase tudo foi na base da boa vontade mesmo”, comenta.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/163c1412-e6be-4c97-85d9-e206fce35dbb-768x550.jpg" alt="Auxílio aos" /><figcaption>Auxílio aos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/2a3ef70d-18d1-4345-907c-7c74c9089d9e-768x576.jpg" alt="técnicos da" /><figcaption>técnicos da</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/dd7902f9-73cd-46dd-bc6f-4f1ac461c58f-768x576.jpg" alt="da Defesa Civil" /><figcaption>da Defesa Civil</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/6-768x576.jpg" alt="de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)" /><figcaption>de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/04a8ec4a-8d09-4383-a919-465ed0b35443-768x576.jpg" alt="Auxílio aos" /><figcaption>Auxílio aos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/0a77f943-aa8d-463d-a019-e2d519f2e163-768x576.jpg" alt="técnicos da" /><figcaption>técnicos da</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/1-768x576.jpg" alt="Defesa Civil" /><figcaption>Defesa Civil </figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/35ec0268-cfce-44b7-b4e4-ba7911837d17-768x576.jpg" alt="de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)" /><figcaption>de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)</figcaption></figure>			
		<p>O grupo de atuação incluía, além de Baroni, os professores Daniel Allasia, Rutinéia Tassi e João Francisco Horn, todos ligados ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental e especialistas na área de recursos hídricos e geotecnia. Os trabalhos de campo foram realizados em diferentes cidades da região central, com avaliações de áreas afetadas, orientações para as Defesas Civis municipais e, sobretudo, conversas com a população, para explicar os riscos e a necessidade de desocupação de determinadas áreas. “A gente precisava conversar com as famílias, mostrar por que precisavam sair de casa, explicar os motivos técnicos e tranquilizar as pessoas também”, afirma Magnos.</p><p>Além das ações realizadas junto à Defesa Civil, os professores participaram de algumas atividades com os especialistas da área de estruturas, especialmente voltadas para a questão de infraestrutura viária, fundações e pontes. A situação climática exigiu, naturalmente, um trabalho multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas técnicas. Magnos destaca que no entanto, o início dos atendimentos eram muito desalinhados: “quem podia ajudar, pegava o carro e ia até o local. Essa foi a realidade do primeiro momento, onde a urgência determinava a forma de atuação.” destaca o professor. </p><p>A experiência prática nunca deixou de estar alinhada ao compromisso teórico e científico dos docentes, como se evidencia no artigo “<em><strong><a href="https://www.scielo.br/j/rbrh/a/pZSKfKmv5dmyBWZRhpLv5zF/?format=pdf&amp;lang=en">O desastre hidrológico excepcional de abril-maio de 2024 no sul do Brasil</a></strong></em>”, publicado pela Revista Brasileira de Recursos Hídricos. O estudo, dimensionou, com dados técnicos e oficiais, a extensão do desastre hidrológico de 2024 no estado. O professor Daniel Allasia representou a UFSM ao lado de pesquisadores da UFRGS, da Univates, do Serviço Geológico do Brasil, da UFPEL e da FURG.</p>https://www.youtube.com/watch?v=gEiuJYJjots		
			<h3>Diagnóstico dos danos e apoio às prefeituras</h3>		
		<p>Após as ações emergenciais, as prefeituras precisaram elaborar planos de trabalho para cadastramento oficial dos danos junto aos governos estadual e federal. Esse cadastro era necessário para viabilizar os recursos emergenciais, que seriam repassados via Defesa Civil. Nesse contexto, os especialistas voltaram a campo, mas não mais para avaliação de áreas de risco, e sim para realizar levantamentos técnicos: analisar e medir pontes destruídas, avaliar alternativas de solução e estimar valores de obra.</p><p>Os docentes relatam que muitas prefeituras não dispunham de toda a capacidade técnica necessária para fazer esse tipo de levantamento, especialmente em relação a encostas e deslizamentos. Em Santa Maria, por exemplo, os docentes e discentes atuaram na região da Estrada do Perau. Juntamente com a prefeitura, foi elaborado um anteprojeto e um plano de trabalho completo, que viabilizou a destinação de cerca de R$ 6 milhões em recursos. Esse apoio foi prestado de forma gratuita pela Universidade e reforçou o compromisso da UFSM com a comunidade. O valor foi liberado recentemente e atualmente a prefeitura dá andamento aos projetos executivos.</p><p>Ações semelhantes também aconteceram em outras cidades, como São Pedro do Sul e Candelária, especialmente em relação a pontes e acessos interrompidos. Em muitos casos, o grupo foi responsável pela vistoria, diagnóstico técnico e proposição preliminar de soluções.</p><p>Durante essas atividades, Magnos contou com o apoio de integrantes do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/geoma">GEOMA — Grupo de Pesquisa Geotecnia e Meio Ambiente</a></strong></em>. O grupo reúne discentes de graduação, mestrado e doutorado, mas boa parte dos que foram a campo com o docente são engenheiros civis formados, em processo de qualificação acadêmica. Baroni ressalta: “muitas vezes se usa o termo “aluno”, e a impressão que fica é que a universidade está deslocando estudantes em formação inicial para ações de grande responsabilidade técnica. Na prática, esses profissionais têm formação superior e atuam justamente na área dos problemas enfrentados”.</p><p>Em paralelo, outro grupo da UFSM, liderado pelo professor Rinaldo Jose Barbosa Pinheiro e composto por professores e estudantes da Geografia e Geologia, também atuou fortemente na região, especialmente em áreas como Silveira Martins e Júlio de Castilhos. Assim, havia dois grandes núcleos de trabalho geotécnico, que se dividiram para atender a demanda regional.</p><p>Magnos conta que o trabalho de campo sempre foi algo recorrente para o grupo de pesquisa, mas a magnitude das enchentes e a intensidade das atividades trouxeram uma experiência inédita. “Costumamos dizer que no GEOMA é difícil separar onde termina o ensino, onde começa a pesquisa e onde entra a extensão. Muitos pensam a extensão como um trabalho social mais elementar — como ensinar uma comunidade a construir um muro ou rebocar uma parede — mas, para nós, a extensão também é ir até uma encosta, monitorar o talude e contribuir para a segurança de uma rodovia, gerando impacto direto na vida da população.”</p>		
			<h2>Orientações práticas para situações inesperadas
</h2>		
		<p>Desde 2009, o trabalho do professor Leandro Michels, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, é focado em sistemas fotovoltaicos e na pesquisa aplicada à energia solar. Leandro é coordenador do laboratório do <a href="https://iemufsm.com.br/">Instituto de Energia e Mobilidade</a> (IEM, antigo INRI). Por meio do trabalho dos pesquisadores desenvolvido neste laboratório, a UFSM se tornou referência nacional no desenvolvimento e certificação de inversores fotovoltaicos, dispositivos essenciais para a conversão e segurança dos sistemas solares.</p><p>Quando as enchentes afetaram a região metropolitana, provocando alagamentos em residências com sistemas fotovoltaicos instalados, surgiram preocupações sobre os riscos de choque elétrico e sobre como proceder diante da situação inesperada de equipamentos submersos. O professor conta que, como esses equipamentos não foram projetados para operar imersos em água, sua equipe atuou para fornecer orientações técnicas essenciais ao governo e aos profissionais do setor, a fim de aumentar a segurança nas operações. Sua atuação, então, foi no sentido de aconselhar tecnicamente os órgãos de controle, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), que o convidou para fazer palestras com orientações técnicas que pudessem ser difundidas entre os profissionais do setor elétrico.</p><p>O trabalho foi desenvolvido em equipe, com participação do professor Lucas Bellinaso e estudantes de doutorado do Laboratório de Ensaios Fotovoltaicos, que realizaram experimentos para entender melhor o problema e auxiliar no desenvolvimento de guias práticos. Leandro enfatiza que a atuação teve caráter voluntário e foi organizada dentro de um projeto de extensão da UFSM, buscando dar suporte técnico e prático em um momento de crise.</p><p>A receptividade das ações ficou evidente pela grande audiência das palestras: um dos vídeos alcançou 23 mil visualizações e contou com mais de mil pessoas assistindo simultaneamente, interagindo e tirando dúvidas. O professor destaca que, em eventos do setor, muitas empresas e técnicos relataram que adotaram suas recomendações para a recuperação dos sistemas afetados, e que muitas pessoas usaram as suas orientações como base para agir na recuperação e para evitar riscos nos sistemas alagados.</p><p>No aspecto acadêmico, embora a segurança já fosse um tema presente, o episódio reforçou a discussão teórica sobre a importância de planejar a instalação dos sistemas em locais adequados, longe de áreas sujeitas a inundações. Leandro explica que, dada a natureza dos equipamentos, “assim como aviões não são feitos para voar debaixo d’água”, não é viável projetá-los para funcionar submersos. Por isso, a principal lição foi a atenção à escolha dos locais de instalação dos equipamentos, para garantir segurança e durabilidade. Ele destaca que agora as pessoas estão mais preocupadas em evitar instalar fotovoltaicos em locais que possam ficar sujeitos a alagamentos, o que representa uma mudança importante no setor.</p><p>Leandro ressalta que a segurança elétrica é uma preocupação central em sua atuação, especialmente para proteger usuários e técnicos contra riscos de choque elétrico e incêndio. Ele explica que, além das pesquisas e palestras, sua equipe colaborou diretamente com órgãos reguladores como o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) para aprimorar normas técnicas e garantir maior segurança na operação dos sistemas.</p><p>Por fim, o professor salienta o caráter institucional do trabalho desenvolvido, que envolveu o conhecimento técnico e a infraestrutura do IEM da UFSM, além do esforço conjunto de pesquisadores e  estudantes em um momento de crise. O objetivo de minimizar danos e orientar a população e os profissionais para a reconstrução segura das instalações elétricas foi alcançado. Para ele, foi uma ação voluntária e institucional, feita com o conhecimento técnico da UFSM, que colaborou num momento tão complicado, ajudando a população e os profissionais a agir com segurança e responsabilidade.</p>https://www.youtube.com/live/xSkGoK44uBM?feature=shared		
			<h2>Balanço da Direção do CT um ano após as enchentes
</h2>		
		<p>A direção do Centro de Tecnologia, representada pelo professor Tiago Marchesan, fez, a convite da reportagem, um balanço da atuação da unidade em função das enchentes ao longo do último ano. Para ele, o compromisso social da instituição ficou patente: “Sempre que a comunidade chama, a gente não diz não. Eu sempre procuro ser dinâmico, montar rapidamente uma rede de contatos dentro e fora da universidade, e todos atendem. É bonito ver o quanto as pessoas se colocam à disposição”, enfatiza Marchesan. Para o diretor, esse engajamento coletivo faz do CT um espaço de ciência, pesquisa e — acima de tudo — solidariedade. “A gente se junta e ajuda. Esse é o espírito que nos move: contribuir com soluções técnicas, mas também com a mão estendida na hora mais difícil.”</p><p> “Eu tenho uma teoria de que o ser humano só é completo se ele consegue vivenciar tudo que a cidade, onde ele vive, é capaz de proporcionar”, defende. Segundo ele, ao participar de ações sociais, projetos de pesquisa, atividades de extensão e da própria sala de aula, os estudantes ampliam sua visão de mundo e desenvolvem habilidades que vão além do conteúdo técnico. “Se você não vivencia todas as disparidades e diversidades da sociedade, você vive numa agulha. E não é legal viver numa agulha. A única forma de expandir seu conhecimento e sua visão de mundo é vivenciando o mundo”, completa.</p><p>Situações como a enchente que afetou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 deixam aprendizados profundos não só quanto à necessidade de colaboração, mas também quanto à urgência de repensar o modelo de ocupação urbana e a relação com o meio ambiente. “Você pode ser um cientista super reconhecido, mas vai ter que ajudar a pessoa a tirar lama de dentro de casa. Isso é viver a integridade da vida”, resume.</p><p>O professor destaca que os especialistas do CT contribuíram com seu conhecimento na formulação de diretrizes técnicas para a reconstrução de pontes no estado. Atualmente, há exigência de estudos hidrológicos antes da elaboração dos projetos. “Toda prefeitura que precisa de um projeto de ponte é obrigada a fazer estudo de regime pluvial da região para definir altura e vão. E isso tem colaboração direta da UFSM, com o Escritório Modelo, com a Ambiental e Sanitária, Civil”, relata.</p><p>Um ano após a tragédia, o professor avalia que o principal desafio é evitar que o episódio caia no esquecimento. “O ser humano esquece rápido. Cabe à universidade relembrar. Relembrar que nós vamos ter que, na beira dos rios, manter mata ciliar, que há áreas onde não se pode ocupar, que o aquecimento global é uma realidade”, alerta. Ele destaca que a ciência e a universidade têm o papel de produzir conhecimento e de atuar como memória social, e prevenir que os erros do passado se repitam. “Se você passar lá daqui a um ano, vai estar tudo igual. Talvez isso fique só nos livros ou na história do avô, que vai contar que em 2024 foi a maior enchente da história. Mas se a gente não mudar, daqui a 10 anos pode vir outra ainda maior”, reflete.</p><p>Para Tiago, a formação universitária precisa preparar estudantes não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida em sociedade. “Quem se preocupa, se coloca no lugar do outro, vai ser um cidadão melhor depois. E a universidade está aqui para ensinar, mas também, como universidade pública, para formar cidadãos melhores, que transformem a sociedade”, conclui.</p>https://www.youtube.com/watch?v=UfoP9zlctgI<p>As ações relatadas acima são exemplos que reforçam o papel social da Universidade pública enquanto espaço de formação técnica e científica mas, acima de tudo, humana. Em momentos de crise, atuações como essas mostram que o conhecimento produzido dentro da academia pode e deve ser colocado a serviço da sociedade.</p><p><i>Esta é a quarta e última reportagem da série #CTnaReconstrução. </i></p><p>A <a href="https://ufsm.br/r-375-6604"><b><i>primeira</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: relembre os projetos do CT-UFSM em resposta às enchentes de 2024;</i></p><p>a <a href="https://ufsm.br/r-375-6681"><b><i>segunda</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: na emergência, Centro de Tecnologia virou fábrica de móveis e ponto de arrecadação de utensílios domésticos;</i></p><p>e a <a href="https://ufsm.br/r-375-6751"><b><i>terceira</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: Escritório Modelo de Engenharia recupera pontes em rodovias da região santamariense,  abordaram as principais ações dos grupos e projetos do CT que ampararam Santa Maria e região no auge das inundações.</i></p><p><i>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p><p><i>Fotos: acervo pessoal dos professores. </i></p><p><em>Vídeos: Canal Diário de Santa Maria e Canal Aranda Eventos</em></p><p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a></strong><i>! Siga o CT nas redes sociais: </i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><i><strong>Facebook</strong></i></a><i> e </i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><i><strong>Instagram</strong></i></a><i>!</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        