<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=extensao-3" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 06:34:12 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Maratona de Leitura e Um Dia no Museu integram programação da 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/22/maratona-de-leitura-e-um-dia-no-museu-integram-programacao-da-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:09:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[acervo artístico]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro de santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[Lasca]]></category>
		<category><![CDATA[mact]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73552</guid>
						<description><![CDATA[Planetário, MACT, LASCA e Acervo Artístico da UFSM estarão abertos para atividades durante Um Dia no Museu]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A 53ª Feira do Livro de Santa Maria está com inscrições abertas para duas atividades que antecedem a programação oficial do evento: a Maratona de Leitura e Um Dia no Museu. As ações são gratuitas, voltadas a estudantes e ao público em geral, e contam com a participação da Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<h3>Maratona de Leitura</h3>
<p>No dia 10 de agosto, das 9h às 22h, será realizada a Maratona de Leitura, iniciativa que convida escolas, empresas, instituições e a comunidade a promoverem ações de incentivo à leitura em diferentes espaços da cidade.</p>
<p>Entre as propostas estão piqueniques literários, rodas de leitura, compartilhamento de histórias entre estudantes, leituras em ambientes de trabalho, visitas a instituições de longa permanência para idosos e outras atividades que aproximem a literatura da comunidade.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas de 15 a 25 de julho pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSec3BwtviuVyj-fiGkfZdCku7eHuBa5TXrUXp-IeD8lU7uQ3w/viewform">formulário</a>. No dia da atividade, os participantes podem divulgar suas ações nas redes sociais marcando os perfis @cultura.santamaria e @feiradolivrosm.com e utilizando a hashtag #maratonadeleiturasm.</p>
<h3>Um Dia no Museu</h3>
<p>Em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e o curso de Gestão de Turismo da UFSM, a atividade Um Dia no Museu será realizada em 17 de agosto, data em que são celebrados o Dia Nacional do Patrimônio Histórico e o Dia Estadual do Patrimônio Cultural.</p>
<p>A iniciativa busca aproximar estudantes dos espaços de memória de Santa Maria, promovendo a educação patrimonial por meio do contato com acervos, exposições, documentos históricos e coleções artísticas.</p>
<p>Museus, memoriais, centros históricos e outros espaços culturais receberão grupos escolares em visitas mediadas e atividades educativas, proporcionando experiências de aprendizagem para além da sala de aula e estimulando a reflexão sobre a preservação do patrimônio cultural.</p>
<p>Pela UFSM, participam da ação o Acervo Artístico, o Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA), o Museu de Arte, Ciência e Tecnologia (MACT) e o Planetário. Também integram a mobilização o Museu de Arte de Santa Maria (MASM), Museu Vicente Pallotti, Casa de Memória Edmundo Cardoso, Museu Franciscano, Memorial Marechal Mallet, Centro Histórico Coronel Pillar e Casa Museu João Luiz Pozzobon.</p>
<p>Cada instituição disponibilizará horários, capacidade de atendimento e orientações para as visitas. Em alguns espaços, será necessário realizar agendamento prévio. Informações e agendamentos podem ser obtidos diretamente com os espaços participantes.</p>
<h3>Feira do Livro</h3>
<p>A 53ª Feira do Livro de Santa Maria é realizada pela Prefeitura de Santa Maria, por meio das secretarias de Cultura e de Educação, em parceria com a Câmara do Livro, Cesma, 8ª Coordenadoria Regional de Educação, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Franciscana (UFN) e Instituto Federal Farroupilha (IFFar).</p>
<p>A programação completa da Feira do Livro ainda está em elaboração. Os autores convidados e as demais atrações serão divulgados em breve.</p>
<p><em>Com informações da Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Maria</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1ª edição do FIIUFSM Jovem começa nesta terça-feira (21) no campus da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/21/1a-edicao-do-fiiufsm-jovem-comeca-nesta-terca-feira-21-no-campus-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:38:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[fiiufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Fiiufsm jovem]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73554</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa leva a formação musical infantojuvenil, práticas em grupo e atividades a jovens estudantes até quinta-feira (23)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">Tem início nesta terça-feira, 21 de julho, a primeira edição do Festival Internacional de Inverno Jovem (FIIUFSM Jovem). A iniciativa é voltada para crianças e adolescentes estudantes de música, de todas as idades. </span><span style="font-family: arial, sans-serif;font-size: revert;color: initial">Realizada no campus sede da UFSM, o evento conta com três dias de imersão prática e pedagógica na formação musical, com atividades concentradas no Centro de Artes e Letras (CAL).</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">A programação foi estruturada para unir desenvolvimento técnico, estímulo criativo e cuidado com o músico. No âmbito instrumental, o evento conta com aulas individuais e coletivas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, bateria, percussão, fagote, oboé, flauta e violão, além de uma oficina dedicada aos instrumentos de sopro e percussão típicos de bandas sinfônicas.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">O festival também destaca propostas focadas na inovação e na teoria de forma dinâmica. Entre elas está o Laboratório de Acordes, oficina baseada em jogos desenvolvidos na UFSM que conectam música, matemática e design, sem necessidade de conhecimento musical prévio. A grade contempla ainda oficinas de Introdução à Composição Musical e de Tecnologia Musical, que abordam recursos gratuitos e síntese sonora para estudantes a partir de 12 anos, além da oficina de Autorregulação da Aprendizagem, voltada a estratégias eficientes de estudo.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">A saúde física e a expressão artística também integram as ações no campus. Os participantes terão acesso a oficinas de Alongamento e Postura, focadas no bem-estar durante a prática instrumental, e de Expressão Corporal, que explora jogos de movimento em sintonia com a percussão da Darbuka egípcia. Paralelamente, o prédio da Música sedia a Residência de Artistas, integração interdisciplinar entre alunos de Música e Artes Visuais com processos criativos abertos à comunidade.</span></p>
<p>Mais informações podem ser obtidas na <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno/fiiufsm-jovem">página do FIIUFSM Jovem</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão de revalidação do Geoparque Quarta Colônia encerra visitas com destaque para participação das comunidades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/19/missao-de-revalidacao-do-geoparque-quarta-colonia-encerra-visitas-com-destaque-para-participacao-das-comunidades</link>
				<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 17:17:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73520</guid>
						<description><![CDATA[Após três dias de visitas, avaliadores da UNESCO encerraram a primeira etapa da missão com destaque para a participação da população na valorização do patrimônio natural e cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73522" align="alignleft" width="536"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2240-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de um momento durante a visita dos avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO ao Quilombo Vovó Isabel. No centro da imagem, a coordenadora do Quilombo Vovó Isabel, Joceli Pereira, uma mulher negra de cabelos curtos e cacheados, veste um vestido amarelo com estampas em azul, vermelho e marrom enquanto abraça a avaliadora Daniela Rocha, uma mulher de cabelos loiros que aparece de costas para a câmera, usando uma jaqueta em tom bege e calça escura. As duas sorriem durante o abraço. À esquerda, também de costas para a câmera, está o avaliador Jean-Luc, com cabelos grisalhos, vestindo uma camiseta polo azul-clara e calça escura, observando o encontro. Mais ao fundo, à esquerda, uma mulher de cabelos grisalhos e cacheados sorri ao acompanhar a cena, enquanto outras pessoas observam a recepção. No lado direito da imagem, duas crianças assistem ao momento. Uma delas usa um vestido rosa e uma faixa colorida atravessada no peito, além de um laço estampado nos cabelos. Ao fundo, há uma construção de paredes em tom bege, com portas e janelas, e o chão é de terra e pedras, indicando um ambiente externo durante o dia." width="536" height="357" /> Avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO terminaram a visita de campo neste sábado (18)[/caption]
<p>Os avaliadores da UNESCO Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois concluíram, na noite deste sábado (18), a agenda de visitas no Geoparque Mundial da UNESCO Quarta Colônia. Após três dias percorrendo os nove municípios do território, conhecendo geossítios, museus, centros culturais, escolas, comunidades e iniciativas de desenvolvimento local, a missão de revalidação foi encerrada com at ividades que evidenciaram o protagonismo da população na preservação do patrimônio natural e cultural. Ao longo da missão, os avaliadores tiveram o acompanhamento da tradutora Amy Lee, da Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), instituição parceira na gestão e no desenvolvimento das ações do Geoparque Quarta Colônia.</p>
<p>Na sexta-feira (17), segundo dia da programação, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois conheceram diferentes iniciativas que integram o patrimônio histórico, cultural e geológico da região. O roteiro incluiu visitas à Estação Ferroviária de Restinga Sêca, à Casa de Cultura Iberê Camargo, em São João do Polêsine, ao Instituto Cultural Brasileiro-Alemão de Agudo, à Praça dos Dinossauros e ao Restaurante Fábrika, em Mata, além do Geossítio Cerro da Figueira. Os avaliadores também acompanharam ações de educação patrimonial desenvolvidas com escolas em São João do Polêsine, visitaram o Museu Arqueológico da Quarta Colônia e participaram da programação da Semana do Município de Dona Francisca.</p>
<h3 data-section-id="1vos6hn" data-start="1910" data-end="1961">Patrimônio histórico abre o último dia da missão</h3>
<p data-start="1963" data-end="2322">A programação de sábado começou no Espaço Multidisciplinar da UFSM, em Silveira Martins, e seguiu para o Mirante Michelin.</p>
<p data-start="2324" data-end="2719">Ainda pela manhã, a missão passou pelo Centro de Pesquisas Genealógicas (CPG), em Nova Palma, instituição dedicada à preservação da memória das famílias de imigração italiana e referência para estudos sobre a formação histórica da região. As atividades antecederam a visita à comunidade quilombola Vovó Isabel, onde a programação passou a enfatizar a diversidade cultural presente no território.</p>
<h3 data-start="2324" data-end="2719">Memória e resistência no Quilombo Vovó Isabel</h3>
[caption id="attachment_73523" align="alignright" width="534"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2249-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de uma apresentação cultural realizada por crianças do Quilombo Vovó Isabel para os avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO e o público. No centro da imagem, cerca de dez crianças vestidas com camisetas e calças brancas formam um círculo sobre o piso azul de um ginásio. Ajoelhadas no chão, elas mantêm os braços erguidos e as mãos dadas, enquanto algumas cantam ou olham para o alto, durante a apresentação. No chão, ao redor do grupo, estão distribuídos bastões de madeira utilizados na atividade. Ao fundo, uma fileira de cadeiras reúne os avaliadores e demais participantes, que acompanham atentamente a apresentação. Entre eles, a coordenadora do Quilombo Vovó Isabel, Joceli Pereira, com vestido amarelo estampado, além de outros moradores e visitantes. Algumas pessoas registram o momento com celulares. O espaço possui paredes de tijolos aparentes, janelas altas com entrada de luz natural e cobertura metálica. Atrás do público, dois painéis coloridos com referências à cultura afro-brasileira complementam o ambiente." width="534" height="356" /> Crianças do Quilombo Vovó Isabel realizam apresentação cultural[/caption]
<p data-start="2771" data-end="3113">A primeira atividade da tarde levou os avaliadores à Casa da Quilombola Vovó Isabel, na localidade de Santo Inácio, em Nova Palma. O espaço preserva a memória da presença negra na Quarta Colônia e representa a trajetória dos remanescentes de quilombos formados na região a partir da resistência de pessoas escravizadas e de seus descendentes.</p>
<p data-start="3115" data-end="3646">Entre as figuras que marcaram essa trajetória está Maria Isabel Rafaela Pinto, conhecida como Vovó Isabel, que dá nome à Associação Remanescente de Quilombo da localidade. Vinda da Fazenda das Árvores, em Júlio de Castilhos, ela e seus filhos estão entre os ex-escravizados que passaram a viver na região. Ao longo das gerações, os moradores também preservaram saberes tradicionais, como a atuação das benzedeiras, responsáveis pela transmissão de conhecimentos sobre plantas medicinais, práticas de cura e manifestações culturais.</p>
<p data-start="3648" data-end="3948">A presença afrodescendente no local resultou na criação da Associação Remanescente de Quilombo Vovó Isabel, em 2006, e no reconhecimento oficial como comunidade remanescente de quilombo, em 2008. Atualmente, o espaço desenvolve ações voltadas à valorização da cultura, da memória e da produção local.</p>
<p data-start="3950" data-end="4155">Durante a visita, os avaliadores acompanharam apresentações de capoeira, conheceram peças de artesanato produzidas no local e ouviram relatos dos moradores sobre as iniciativas desenvolvidas no território. Para a professora e diretora da Escola Santo Inácio, Patrícia Telles, a presença do quilombo no Geoparque fortalece o sentimento de pertencimento e contribui para o resgate da identidade das novas gerações. "Fazer parte é muito orgulho para nós. A gente veste a camisa e defende o que nós temos de bonito quanto à questão do turismo, da história e da construção da Quarta Colônia", destaca.</p>
<p data-start="4552" data-end="4719">A presidente da Associação Quilombo Vovó Isabel, Joceli Pereira, afirma que a inserção do grupo nas ações do Geoparque ampliou a visibilidade da trajetória quilombola. "Muita coisa mudou nas nossas vidas porque a gente era uma comunidade escondida. Agora, com o Geoparque, estamos sendo reconhecidos", afirma. Para ela, a visita dos avaliadores da UNESCO representa o reconhecimento de uma trajetória marcada pela resistência e pela preservação das raízes deixadas pelos antepassados.</p>
<h3 data-section-id="151oxcr" data-start="213" data-end="273">Tradição gaúcha integra patrimônio cultural do território</h3>
[caption id="attachment_73524" align="alignleft" width="536"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2224-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de um momento de confraternização no CTG Estância do Sobrado, durante a visita dos avaliadores do Geoparque Mundial da UNESCO. No centro da imagem, o avaliador Jean-Luc, um homem de cabelos curtos grisalhos, usa óculos e camiseta polo azul-escura enquanto experimenta um pedaço de churrasco gaúcho. Ao seu lado está a tradutora Amy Lee, uma mulher de cabelos grisalhos presos em um rabo de cavalo, usando óculos, camiseta verde e colete bege. Ela também segura um pedaço de carne e conversa com Jean-Luc. À esquerda, uma pessoa ergue um espeto com um pedaço de carne assada, oferecendo o churrasco aos visitantes. Em primeiro plano, sobre uma mesa, há uma grande travessa de madeira com pães e outra com linguiças, além de outros alimentos típicos. Ao fundo, visitantes acompanham a degustação, alguns registrando o momento com celulares. O ambiente é coberto, com estrutura de madeira e telhado de zinco aparente, característico de um galpão de CTG, iluminado pela luz natural que entra pelas laterais." width="536" height="357" /> Daniela Rocha e Jean-Luc vivenciam a cultura gaúcha durante visita ao CTG Estância do Sobrado[/caption]
<p data-start="275" data-end="790">Da herança afro-brasileira, os avaliadores seguiram para outro elemento da identidade cultural da Quarta Colônia. No município de Pinhal Grande, o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Estância do Sobrado apresentou costumes que fazem parte da história e do cotidiano do Rio Grande do Sul. Recebidos por integrantes da entidade, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois participaram de uma roda de chimarrão, andaram a cavalo e provaram o tradicional churrasco gaúcho, em contato com práticas preservadas ao longo das gerações.</p>
<p data-start="792" data-end="1297">Fundado em 1991, o CTG surgiu inicialmente com o nome de Velho Sobrado, em referência a um casarão que existiu na região e pertenceu a João Gonçalves Padilha, considerado o primeiro morador de Pinhal Grande. No mesmo ano, a entidade adotou o nome de CTG Estância do Sobrado e passou a atuar na preservação e difusão da tradição gaúcha no município. Atualmente, promove cursos de dança, fandangos, rodeios, desfiles a cavalo e outras atividades que reúnem participantes de diferentes localidades da região.</p>
<p data-start="1299" data-end="1841">Durante a visita, os avaliadores também conheceram banners e trabalhos produzidos por crianças do CTG e apresentados na JAI Mirim (Jornada Acadêmica Integrada), iniciativa da UFSM criada em 2022 pela professora Maria Medianeira Padoin, coordenadora científica do Geoparque Quarta Colônia. Coordenada pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), a iniciativa estimula estudantes da educação básica a desenvolver pesquisas sobre o patrimônio geológico, histórico e cultural da região.</p>
<p data-start="1843" data-end="2040">Para o patrão do CTG Estância do Sobrado, César Ferrari Piovesan, a presença dos avaliadores representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela entidade na preservação das tradições gaúchas. "Para nós, significa termos cada vez mais firmeza no que a gente está fazendo: cultivar a cultura", afirma. Segundo ele, o reconhecimento do Geoparque também contribui para aproximar as novas gerações da história local. "Nós termos o selo do Geoparque e vermos também a nossa juventude conhecendo essas descobertas é muito grandioso", destaca.</p>
<p data-start="2412" data-end="2740">A visita ao CTG reforçou um dos pilares da revalidação dos Geoparques Mundiais da UNESCO: a valorização da identidade cultural dos territórios. Entre os critérios avaliados estão a conservação do patrimônio geológico e o fortalecimento dos saberes, das tradições e das manifestações culturais preservadas pelos moradores locais.</p>
<h3 data-section-id="10gei5z" data-start="2742" data-end="2776">A terra dos "pequenos notáveis"</h3>
[caption id="attachment_73525" align="aligncenter" width="758"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2222.jpg" alt="Fotografia colorida na horizontal de uma visita técnica ao Geossítio Fossilífero São Luiz, em Faxinal do Soturno. No centro da imagem, o integrante do CAPPA, Flávio Pretto, está de perfil, usando óculos, camisa xadrez em tons de cinza e preto e calça jeans. Com os cabelos longos presos em um coque, ele conversa com o grupo e apresenta informações sobre o geossítio. Em primeiro plano, de costas para a câmera, está o avaliador do Geoparque Mundial da UNESCO, Jean-Luc, com cabelos curtos grisalhos e camiseta polo azul-clara, acompanhando a explicação. À esquerda, também de costas, aparece uma mulher de cabelos grisalhos presos em um coque, vestindo um moletom bordô com a identidade visual do Geoparque Quarta Colônia. Ao fundo, destaca-se uma extensa formação de solo avermelhado com afloramentos rochosos, característica do geossítio, cercada por vegetação e árvores de médio e grande porte. Sobre a encosta, uma pessoa sentada observa a atividade. A cena acontece ao ar livre, durante o dia, com os participantes voltados para a explicação sobre o patrimônio geológico do local." width="758" height="505" /> Avaliadores visitam o Geossítio Fossilífero São Luiz, em Faxinal do Soturno[/caption]
<p data-start="2778" data-end="3324">A última visita técnica da missão ocorreu no Geossítio Fossilífero Linha São Luiz, em Faxinal do Soturno. Formado por rochas de aproximadamente 225 milhões de anos, o local preserva registros do período Triássico e é reconhecido como uma das principais áreas de pesquisa paleontológica da Quarta Colônia. Durante a visita, os avaliadores acompanharam uma apresentação conduzida por Flávio Pretto, pesquisador do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA), que destacou a importância científica e patrimonial do geossítio.</p>
<p data-start="3326" data-end="3702">Ao longo das últimas décadas, as escavações realizadas na região revelaram fósseis de répteis primitivos, cinodontes (grupo ancestral dos mamíferos), dinossauros e espécies vegetais, como araucárias primitivas. Entre as descobertas estão os chamados "pequenos notáveis", animais de pequeno porte que tiveram grande importância para a compreensão da evolução dos vertebrados.</p>
<p data-start="3704" data-end="4173">Entre eles estão o <em>Elevosaurus</em>, o <em>Riograndia</em>, o <em>Brasilodon</em>, o <em>Irajatherium</em> e o <em>Maehary</em>, espécies que contribuem para estudos sobre a origem dos mamíferos e dos pterossauros. A história do geossítio também é marcada pelo trabalho dos irmãos Abraão e Daniel Cargnin, moradores da Quarta Colônia que, mesmo sem formação em Paleontologia, tornaram-se referência nas pesquisas de campo e colaboraram com pesquisadores de universidades e museus de diferentes regiões do país.</p>
<h3 data-section-id="3trche" data-start="4175" data-end="4217">Comunidade marca encerramento da missão</h3>
[caption id="attachment_73526" align="alignleft" width="357"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2219-683x1024.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical da coletiva de imprensa realizada ao final da missão de revalidação do Geoparque Mundial da UNESCO. No centro da imagem, a avaliadora Daniela Rocha está sentada, segurando um microfone com a mão direita enquanto fala. Ela tem cabelos loiros na altura dos ombros e veste uma camisa em tom verde-oliva sobre uma blusa clara e calça preta. Sua expressão é sorridente e ela olha em direção aos participantes do encontro. À esquerda, também sentada, está Eduarda Brum, diretora do Geoparque Quarta Colônia. Ela tem cabelos longos castanhos, veste uma camiseta verde com a identidade visual do Geoparque, colete bege e crachá, e observa Daniela durante a fala. À direita, aparece o avaliador Jean-Luc, sentado e levemente voltado para Daniela. Ele tem cabelos curtos grisalhos, veste uma camiseta polo azul-clara e sorri enquanto acompanha a conversa. Ao fundo, sobre uma mesa coberta por uma toalha branca, há um arranjo de flores brancas e folhagens ao lado de imagens religiosas. As paredes brancas, a iluminação suave e os elementos religiosos indicam que o encontro acontece no interior da capela localizada ao lado do Museu Histórico Geringonça, na comunidade de Novo Treviso, em Faxinal do Soturno." width="357" height="536" /> Avaliadores destacaram pontos positivos observados durante a missão[/caption]
<p data-start="4219" data-end="4678">Após três dias de visitas pelo território da Quarta Colônia, a etapa de revalidação chegou ao fim na noite de sábado (18). Os avaliadores Daniela Rocha, de Portugal, e Jean-Luc Desbois, da França, visitaram o Museu Histórico Geringonça, na comunidade de Novo Treviso, em Faxinal do Soturno. O espaço preserva a história da imigração italiana na região e reúne um acervo de utensílios utilizados pelos primeiros imigrantes que se estabeleceram na localidade.</p>
<p data-start="4680" data-end="4906">Em seguida, durante a coletiva de imprensa, os avaliadores compartilharam as primeiras impressões sobre o percurso e destacaram a participação dos moradores como um dos principais diferenciais observados ao longo da avaliação.</p>
<p data-start="955" data-end="1056">Para Jean-Luc, a receptividade encontrada ao longo da programação foi um dos aspectos mais marcantes. "Visitámos nove comunidades diferentes e, em todas elas, as pessoas foram muito acolhedoras, deram uma recepção muito calorosa", afirma.</p>
<p data-start="1198" data-end="1326">O avaliador também ressaltou que a mobilização da população é um dos critérios fundamentais para um Geoparque Mundial da UNESCO. "Nós sentimos que há muitas pessoas envolvidas. Quanto isso impacta? Muito. É um dos pontos mais importantes e um daqueles que nós temos de verificar." Segundo Jean-Luc, a missão encontrou uma articulação que reúne gestores públicos, produtores rurais, artesãos, pesquisadores e moradores em torno de um objetivo comum.</p>
<p data-start="1652" data-end="1768">Daniela reforçou essa percepção ao afirmar que o protagonismo das pessoas está no centro da proposta dos Geoparques. "O Geoparque é para as pessoas. Senti que todos falam do território com uma só voz, e isso é muito importante", destaca.</p>
<p data-start="1894" data-end="2145">Questionados sobre os momentos que mais chamaram a atenção durante a visita, Jean-Luc citou o Monte Grappa, em Ivorá, pela relação entre a paisagem, a imigração italiana e o sentimento de união demonstrado pelos moradores na preservação dessa memória. Daniela, por outro lado, preferiu destacar uma sensação vivenciada ao longo de toda a missão. "Eu não escolheria um lugar. Acho que envolve a sensação de paz. Em muitos lugares por onde passámos, há uma sensação de tranquilidade, paz e bem-estar", aponta.</p>
<p data-start="2407" data-end="2600">Para a diretora executiva do Geoparque Mundial da UNESCO Quarta Colônia, Eduarda Brum, a primeira revalidação representa uma nova etapa de um trabalho construído ao longo de mais de uma década. "Hoje estamos aqui na nossa primeira revalidação e trabalhamos incansavelmente, todos os meus colegas, e muito felizes por tudo o que este momento representou para nós", afirma.</p>
<p data-start="2783" data-end="3261">Após a conclusão da agenda na Quarta Colônia, os avaliadores seguem para Caçapava do Sul, onde realizam, até o dia 23 de julho, a segunda etapa da missão de revalidação. Ao final das visitas aos dois territórios, será elaborado um relatório técnico reunindo os avanços observados, os pontos positivos e as recomendações de melhoria. O documento será encaminhado à UNESCO, que decidirá sobre a manutenção do título de Geoparque Mundial da UNESCO no fim de 2026 ou início de 2027.</p>
<p data-start="3263" data-end="3592">Embora o resultado da revalidação só seja conhecido após a análise desse relatório, as impressões compartilhadas pelos avaliadores durante a coletiva indicam uma expectativa positiva sobre o trabalho desenvolvido na Quarta Colônia.</p>
<p data-start="3263" data-end="3592"><strong>Confira mais registros da missão:</strong></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<p><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Museu Arqueológico da Quarta Colônia (Foto: Davi Pereira)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9NdXNldS1BcnF1ZW9sb2dpY28tZGEtUXVhcnRhLUNvbG9uaWEuanBlZyIsInNsaWRlc2hvdyI6Ijk3NzFiNjAifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Museu-Arqueologico-da-Quarta-Colonia.jpeg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Museu-Arqueologico-da-Quarta-Colonia-226x300.jpeg" alt="Museu Arqueológico da Quarta Colônia (Foto: Davi Pereira)" /><figcaption>Museu Arqueológico da Quarta Colônia (Foto: Davi Pereira)</figcaption></figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Apresentação deações de educação patrimonial em São João do Polêsine (Foto: Davi Pereira)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTM0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9Qb2xlc2luZS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiOTc3MWI2MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Polesine.jpeg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Polesine-300x226.jpeg" alt="Apresentação deações de educação patrimonial em São João do Polêsine (Foto: Davi Pereira)" /></p>
<figcaption>Apresentação deações de educação patrimonial em São João do Polêsine (Foto: Davi Pereira)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Trabalhos da JAI Mirim expostos no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjIyNy5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2227.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2227-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Em primeiro plano, livros infantis, desenhos, pequenas esculturas de dinossauros e outros materiais educativos estão expostos sobre uma mesa. Ao fundo, banners apresentam informações e fotografias de projetos de educação patrimonial desenvolvidos na Quarta Colônia." /></p>
<figcaption>Trabalhos da JAI Mirim expostos no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Avaliadores experimentam o Chimarrão no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjIxMC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2210.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2210-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Homem e mulher sorriem enquanto seguram cuias de chimarrão em frente à entrada de um prédio. Ao redor deles, adultos e crianças acompanham a atividade, e um participante com colete do Geoparque Quarta Colônia aparece ao fundo." /></p>
<figcaption>Avaliadores experimentam o Chimarrão no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Meninas do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTI3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI0My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2243.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2243-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Crianças vestidas com trajes coloridos e faixas atravessadas no peito aguardam em fila próximo à entrada de um salão. A menina em primeiro plano bate palmas enquanto olha em direção ao interior do espaço, iluminado pela luz que entra pela porta." /></p>
<figcaption>Meninas do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Avaliadores conhecem a cultura gaúcha no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTI4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI1NS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2255.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2255-200x300.jpg" alt="Foto colorida na vertical. Homem montado em um cavalo segura um bastão e ajusta o chapéu durante uma atividade ao ar livre. Em frente ao cavalo, um homem e uma mulher observam a cena sorrindo. Ao fundo, aparecem árvores, um galpão rural e veículos estacionados." /></p>
<figcaption>Avaliadores conhecem a cultura gaúcha no CTG Estância do Sobrado (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Artesanato feito por integrantes do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTI5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI0Ny5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2247.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2247-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Bonecas artesanais de tecido com diferentes estampas de vestidos e cabelos de lã marrom estão expostas sobre uma mesa coberta por uma toalha com estampa colorida de inspiração africana. A imagem destaca uma boneca em primeiro plano, enquanto as demais aparecem desfocadas ao fundo" /></p>
<figcaption>Artesanato feito por integrantes do Quilombo Vovó Isabel (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="9771b60" data-elementor-lightbox-title="Crianças do Quilombo Vovó Isabel se apresentando (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNTMwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9JTUdfMjI1MC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5NzcxYjYwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2250.jpg"></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2250-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Criança realiza um movimento de capoeira no centro de uma roda formada por músicos e participantes vestidos de branco, em um ginásio. Ao fundo, há uma trave de futebol com rede e uma parede de tijolos aparentes. Os músicos tocam atabaque, berimbau e pandeiro, enquanto outras crianças assistem sentadas no chão em primeiro plano" /></p>
<figcaption>Crianças do Quilombo Vovó Isabel se apresentando (Foto: Giovanna Felkl e Pedro Moro)</figcaption>
</figure>
<p></a>			</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos de capa e da matéria: Giovanna Felkl e Pedro Moro, estudantes de Jornalismo e bolsistas da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM disponibiliza caderno de campo gratuito sobre manejo de plantas forrageiras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/13/ufsm-disponibiliza-caderno-de-campo-gratuito-sobre-manejo-de-plantas-forrageiras</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:49:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[DCAA]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[plantas forrageiras]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73500</guid>
						<description><![CDATA[Publicação produzida pelo grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia reúne orientações para produtores rurais, estudantes e profissionais da área]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/termos-tecnicos-do-workshop-410x1024-1.jpg" alt="" width="410" height="1024" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen, disponibilizou gratuitamente o <a href="http://Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen" data-wplink-url-error="true">Caderno de Campo – Manejo de Plantas Forrageiras</a>, publicação elaborada pelo grupo de pesquisa Temas Emergentes em Zootecnia. O material reúne informações técnicas sobre produção e manejo de pastagens em linguagem acessível, com o objetivo de aproximar o conhecimento produzido na universidade da comunidade e contribuir para a qualificação da produção animal.</p>
<p>A publicação foi produzida pela professora Ana Carolina Klinger, do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA), em conjunto com as bolsistas Amanda Schuh e Esther Taborda e o acadêmico João Vitor Agostini, como parte das ações do projeto de extensão Zootecnia em Campo: Capacitação e Extensão na Produção Animal. O material foi desenvolvido como apoio ao <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/07/10/ufsm-fw-realiza-workshop-sobre-plantas-forrageiras-e-manejo-correto-de-pastagens">Workshop de Manejo de Plantas Forrageiras</a> e permanece disponível para consulta por produtores rurais, estudantes, técnicos e demais interessados.</p>
<h3>Do manejo do pastejo à recuperação de áreas degradadas</h3>
<p>Dividido em capítulos, o caderno apresenta conceitos básicos da forragicultura e recomendações práticas para melhorar o manejo das pastagens e a produtividade no campo. Entre os assuntos abordados estão:</p>
<ul>
<li data-start="2238" data-end="2304">conceitos e terminologias sobre plantas forrageiras e pastagens;</li>
<li data-start="2305" data-end="2359">métodos para estimar a massa de forragem disponível;</li>
<li data-start="2360" data-end="2462">manejo adequado do pastejo para evitar desperdícios e preservar a qualidade nutricional das plantas;</li>
<li data-start="2463" data-end="2544">diferenças entre sistemas de pastejo e seus impactos na eficiência da produção;</li>
<li data-start="2545" data-end="2584">taxa de lotação e pressão de pastejo;</li>
<li data-start="2585" data-end="2637">cultivo consorciado entre gramíneas e leguminosas;</li>
<li data-start="2638" data-end="2712">classificação das espécies forrageiras conforme o período de utilização;</li>
<li data-start="2713" data-end="2751">produção e recuperação de pastagens;</li>
<li data-start="2752" data-end="2774">técnicas de fenação;</li>
</ul>
<p dir="ltr">Além disso, com um importante papel na segurança alimentar dos ruminantes, as plantas forrageiras também têm relevante função na preservação e saúde dos solos. Elas evitam a perda de nutrientes e processos erosivos, aumentam a matéria orgânica no entressafras e algumas espécies ainda armazenam nitrogênio para a próxima cultura.  A íntegra do caderno pode ser acessada gratuitamente no <a href="https://drive.google.com/file/d/1QXmTF1JXrSfxXXYekFK2bMnr1sykkIDZ/view">link.</a></p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação da UFSM Frederico Westphalen<br />Foto de capa: Ana Carolina Klinger</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão da UNESCO iniciará revalidação de Geoparques gaúchos na próxima quarta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/09/missao-da-unesco-iniciara-revalidacao-de-geoparques-gauchos-na-proxima-quarta-feira</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:04:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[missão da unesco]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73487</guid>
						<description><![CDATA[Avaliadores internacionais percorrerão os territórios para verificar a manutenção dos critérios que garantem o reconhecimento como Geoparques Mundiais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73489" align="alignright" width="570"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/aline-dalmolin-arquivo-PRE.jpg"><img class="wp-image-73489" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/aline-dalmolin-arquivo-PRE.jpg" alt="" width="570" height="380" /></a> Reunião de apresentação da proposta dos Geoparques em 2018 (Foto: Aline Dalmolin)[/caption]
<p>Os Geoparques Mundiais da UNESCO Quarta Colônia e Caçapava do Sul passarão pelo processo de revalidação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) a partir da próxima quarta-feira (15). Realizada a cada quatro anos, a missão verifica se os territórios continuam atendendo aos critérios estabelecidos pela organização para permanecer na Rede Global de Geoparques. A agenda começa na Quarta Colônia, de 15 a 19, e segue para Caçapava do Sul, de 19 a 23.</p>
<p>Durante as visitas, os avaliadores percorrerão geossítios, centros de pesquisa, universidades e iniciativas desenvolvidas nos territórios, além de se reunir com gestores, pesquisadores, empreendedores e representantes das comunidades locais. Reconhecidos pela UNESCO em 2022, os dois geoparques gaúchos têm a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) entre as instituições parceiras na gestão dos territórios.</p>
<p>Para a técnica em Turismo e coordenadora da Subdivisão de Geoparque da UFSM, Bibiana Schiavini, a revalidação representa mais do que a manutenção do título internacional. "O mais valioso ganho é a autoestima e o sentimento de pertencimento das comunidades que se apropriam dos territórios geoparques", destaca. Durante as missões de revalidação, a universidade participa da organização das agendas e acompanha os avaliadores ao longo de toda a programação.</p>
[caption id="attachment_73490" align="alignleft" width="568"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas-cacapava-do-sul.jpg"><img class=" wp-image-73490" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas-cacapava-do-sul.jpg" alt="" width="568" height="378" /></a> Avaliadores da UNESCO no Geoparque de Caçapava do Sul, em 2022 (Foto: Catherine Vargas)[/caption]
<h3>Como será a missão</h3>
<p>Na Quarta Colônia, a equipe da universidade será representada pelos professores Adriano Figueiró e Maria Medianeira Padoin, membros do Comitê Científico do Geoparque Quarta Colônia. Em Caçapava do Sul, a participação ficará a cargo do professor André Borba, que integra o Comitê Científico do geoparque. A interlocução entre os avaliadores internacionais e as comunidades será facilitada pela tradução simultânea realizada pela servidora Amy Lee, do Núcleo Integrado de Mobilidade e Internacionalização (M&amp;I).</p>
<p>Na Quarta Colônia, a programação inclui visita ao Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA) da UFSM, apresentação de pesquisas desenvolvidas no Mestrado em Patrimônio Cultural e atividades no Espaço Multidisciplinar da Universidade, em Silveira Martins. A etapa será encerrada em 19 de julho, quando a missão seguirá para Caçapava do Sul, após uma recepção institucional na UFSM.</p>
<p>Em Caçapava do Sul, a abertura oficial ocorrerá na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), instituição que compartilha a gestão do geoparque com a UFSM. O roteiro prevê uma mostra de projetos desenvolvidos pelas duas universidades no território, a realização da atividade "Um Dia no Parque", no geossítio Serra do Segredo, e a abertura da II Jornada em Educação Patrimonial, promovida pela Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (Coder) da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. As missões serão concluídas em 23 de julho, com uma agenda no Palácio Piratini, em Porto Alegre, que reunirá parte das equipes dos geoparques, os avaliadores da UNESCO e representantes do Governo do Estado.</p>
<p>Segundo Bibiana, o roteiro foi elaborado para evidenciar os diferenciais dos dois territórios. "Os roteiros das missões UNESCO evidenciam os patrimônios geológicos e paleontológicos únicos no mundo", afirma.</p>
<p>A missão de revalidação não ocorre de forma inesperada. O processo começa cerca de um ano antes da visita dos avaliadores. Nesse período, a gestão do geoparque encaminha à UNESCO documentos que reúnem informações sobre as ações desenvolvidas desde a última avaliação, incluindo projetos, parcerias, investimentos e avanços nas diferentes áreas de atuação do território. A análise dessa documentação prepara a visita técnica dos especialistas, que verificam, na prática, como as iniciativas apresentadas são aplicadas nas comunidades.</p>
[caption id="attachment_73491" align="alignright" width="567"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/cleusa-jung-quarta-colonia-1.jpeg"><img class=" wp-image-73491" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/cleusa-jung-quarta-colonia-1.jpeg" alt="" width="567" height="425" /></a> Avaliadores visitam a Cascata do Índio, na Quarta Colônia, durante missão em 2022 (Foto: Cleusa Jung)[/caption]
<h3>O que será reavaliado</h3>
<p>A missão de revalidação será conduzida pelos mesmos dois avaliadores nos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul: Daniela Rocha, representante do Geoparque Arouca, em Portugal, e Jean-Luc Desbois, do Geoparque Massif des Bauges, na França. Indicados pela UNESCO, os especialistas realizam uma análise técnica para verificar se os territórios continuam cumprindo os critérios necessários para permanecer com o título.</p>
<p>Durante a visita, os avaliadores observarão aspectos relacionados à gestão dos geoparques e suas estruturas organizacionais, à participação das comunidades locais nas ações dos territórios e à proteção e valorização do patrimônio geológico, natural e cultural. Também serão analisadas as iniciativas de educação e divulgação científica, as ações de turismo sustentável e desenvolvimento local, além do funcionamento da rede de parceiros e dos geoprodutos desenvolvidos pelos territórios.</p>
<p>Após a missão, Daniela e Jean-Luc construirão um relatório técnico que será encaminhado à UNESCO. Ele irá definir a situação do geoparque a partir das observações realizadas. O território pode receber o Cartão Verde, que representa a manutenção do título de Geoparque Mundial da UNESCO; o Cartão Amarelo, quando são indicadas melhorias e ajustes necessários; ou o Cartão Vermelho, que pode resultar na perda do certificado internacional.</p>
<p>Segundo a coordenadora, a manutenção do reconhecimento fortalecerá as ações desenvolvidas pelas instituições parceiras e pelas comunidades. "O processo de revalidação sendo positivo é uma garantia de continuidade do trabalho desenvolvido pela UFSM nos Geoparques Mundiais da UNESCO Quarta Colônia e Caçapava", destaca.</p>
<p>A Quarta Colônia reúne nove municípios  Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins, enquanto Caçapava do Sul integra um território reconhecido pela relevância de seu patrimônio geológico, natural e cultural. A missão de revalidação busca justamente verificar como esses elementos seguem articulados nas ações de conservação, educação, turismo e desenvolvimento local.</p>
<p>Confira a reportagem da Agência de Notícias sobre <a href="https://ufsm.br/r-1-73476" target="_blank" rel="noopener">a trajetória dos dois geoparques até o destaque internacional</a>.</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Aline Dalmolin, Catherine Vargas e Cleusa Jung/Arquivo PRE</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Relembre a trajetória dos geoparques gaúchos até a primeira revalidação da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/08/relembre-a-trajetoria-dos-geoparques-gauchos-ate-a-primeira-revalidacao-da-unesco</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:25:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque caçapava do sul]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[unesco]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73476</guid>
						<description><![CDATA[Mais de uma década de articulação entre universidade, comunidades e instituições levou Quarta Colônia e Caçapava do Sul ao reconhecimento como Geoparques Mundiais da UNESCO e, agora, à primeira revalidação do título]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73477" align="alignright" width="587"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Design-sem-nome-3.jpg"><img class=" wp-image-73477" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Design-sem-nome-3.jpg" alt="" width="587" height="734" /></a> Certificados concedidos aos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul em 2023[/caption]
<p>A partir da próxima quarta-feira (15), os Geoparques da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul passarão pela primeira revalidação do título conquistado em 2022. A missão será conduzida por avaliadores da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que verificarão se os territórios continuam atendendo aos critérios que garantiram a certificação, como a conservação do patrimônio, a promoção da educação, o desenvolvimento do turismo, o envolvimento das comunidades e o compromisso com o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>O reconhecimento internacional foi concedido em razão das características singulares de cada território. Na Quarta Colônia, destacam-se o patrimônio paleontológico, com fósseis entre os mais antigos do planeta, e as riquezas culturais e naturais da região. Já Caçapava do Sul reúne um dos mais importantes patrimônios geológicos do país, com formações rochosas de centenas de milhões de anos e mais de 30 geossítios catalogados.</p>
<p>Realizada a cada quatro anos, a revalidação representa uma nova etapa. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve papel central nessa trajetória. Por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a instituição transformou iniciativas já desenvolvidas nos territórios em um projeto institucional voltado ao desenvolvimento regional, articulando pesquisadores, gestores públicos, lideranças comunitárias e parceiros na construção das candidaturas.</p>
<p>A estratégia começou a ser estruturada em 2018, durante a gestão do então pró-reitor de Extensão, professor Flavi Ferreira Lisboa Filho. "Em 2018, foi lançado para nós um grande desafio: como a UFSM poderia estar mais presente nos territórios em que atua e de que maneira isso poderia ajudar a ser vetor de desenvolvimento desses territórios", relata Flavi.</p>
<p>Ao longo desta reportagem, a Agência de Notícias reconstrói a trajetória que levou Quarta Colônia e Caçapava do Sul ao reconhecimento e mostra como a atuação conjunta entre universidade, comunidades e poder público tornou possível essa conquista.</p>
[caption id="attachment_73485" align="aligncenter" width="889"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-12.03.58.jpeg"><img class="wp-image-73485 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-12.03.58.jpeg" alt="arte vertical colorida com uma linha do tempo dos geoparques " width="889" height="1600" /></a> A trajetória dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul[/caption]
[caption id="attachment_73478" align="alignleft" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas.jpg"><img class="wp-image-73478" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/catherine-vargas.jpg" alt="" width="575" height="383" /></a> Avaliadores durante visitação em Caçapava do Sul, em 2022 (Foto: Catherine Vargas)[/caption]
<h3>Onde tudo começou</h3>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Embora tenham conquistado o reconhecimento da UNESCO simultaneamente, os dois territórios seguiram trajetórias distintas até a certificação internacional. Em Caçapava do Sul, a trajetória começou antes mesmo da criação do projeto Geoparque. Entre 2010 e 2013, um inventário coordenado pelo geólogo André Borba identificou e catalogou os geossítios do município, mapeando áreas de elevada relevância geológica. O levantamento resultou no reconhecimento de Caçapava do Sul como Capital Gaúcha da Geodiversidade, oficializado pela Lei Estadual nº 14.708. Para Borba, essa iniciativa consolidou a identidade geológica do território e abriu caminho para novas ações de valorização do patrimônio local.</span></p>
<p>A proposta ganhou novo impulso em 2017, quando passou a ser estruturada como o Projeto Geoparque Caçapava. A partir daquele momento, o desafio deixou de ser apenas evidenciar a importância geológica da região e passou a envolver a comunidade e diferentes setores da sociedade na construção da candidatura. "Sempre achamos que Caçapava tinha um potencial interessante. Do ponto de vista geológico, o potencial é óbvio. O que faltava era o engajamento da comunidade, e isso melhorou muito nesse período", relembra Borba.</p>
<p>Na sequência, a mobilização se fortaleceu por meio da aproximação entre universidades, poder público e comunidade. Em 2019, durante um workshop de Geoparques Mundiais para a América Latina, realizado na Colômbia, um representante da organização mundial questionou a equipe: "Por que não submeteram ainda a candidatura?". Para Borba, aquele foi o momento em que ficou claro que o território reunia as condições necessárias para buscar a certificação internacional.</p>
<p>No ano seguinte, Caçapava do Sul encaminhou à UNESCO a carta de intenções e tornou-se oficialmente um Geoparque Aspirante, etapa que antecede a candidatura formal. Segundo Borba, a consolidação do projeto foi resultado da construção coletiva ao longo dos anos. "A participação da comunidade, sobretudo das artesãs, da comunidade negra e da Associação de Moradores das Guaritas, constitui uma das grandes forças do território", afirma.</p>
[caption id="attachment_73479" align="alignright" width="576"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/foto-cleusa-jung-avaliadores-em-visita-ao-cappa.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-73479" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/foto-cleusa-jung-avaliadores-em-visita-ao-cappa.jpeg" alt="" width="576" height="432" /></a> Avaliadores visitaram o CAPPA, São João do Polêsine, em 2022 (Foto: Cleusa Jung)[/caption]
<p>Na Quarta Colônia, o processo teve origem na produção científica desenvolvida pela UFSM. As primeiras pesquisas sobre o patrimônio geológico e paleontológico da região começaram em 2012 e deram origem a dissertações, teses e projetos de extensão. Três anos depois, a criação do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), em São João do Polêsine, ampliou os estudos sobre os fósseis encontrados no território, considerados entre os mais antigos do planeta.</p>
<p>Para o coordenador científico do Geoparque Quarta Colônia, Adriano Figueiró, esse trabalho foi decisivo para consolidar a proposta. "Nós começamos a trabalhar na Quarta Colônia desde 2012, com pesquisa e extensão. Esse processo se institucionalizou a partir de 2018, quando a Universidade passou a adotar a ideia dos geoparques como um projeto institucional”, relata.</p>
<p>Já em 2019, ocorreu a criação da Subdivisão de Geoparques da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), fortalecendo a articulação entre universidade, municípios e comunidades. Segundo Figueiró, esse movimento permitiu integrar pesquisadores, gestores públicos e diferentes segmentos da sociedade em torno de um objetivo comum. "O Comitê Científico do Geoparque tem atuado de forma muito intensa justamente para conseguir conectar as diferentes dimensões e os diferentes atores envolvidos nesse processo”, ressalta.</p>
<p>Figueiró também destaca que a atuação da UFSM foi determinante para consolidar a candidatura e fortalecer o território ao longo dos anos. "A Universidade é uma parceira estratégica do Geoparque e, felizmente, tem cumprido esse papel de uma forma bastante eficiente”, acrescenta.</p>
[caption id="attachment_73480" align="alignleft" width="563"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto-Deni-Zolin-Grupo-Diario.jpeg"><img class=" wp-image-73480" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto-Deni-Zolin-Grupo-Diario.jpeg" alt="" width="563" height="529" /></a> Entrega oficial dos certificados aos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul durante conferência internacional, em Marrakech, em 2023 (Foto: Deni Zolin)[/caption]
<h3>A candidatura internacional</h3>
<p>Apesar das trajetórias distintas, as duas iniciativas passaram a caminhar de forma articulada a partir de 2018. Em 2020, Quarta Colônia e Caçapava do Sul encaminharam as cartas de intenções e passaram à condição de Geoparques Aspirantes. Em 2021, com apoio da UFSM e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), os dossiês que reuniam o histórico dos territórios e as ações de pesquisa, educação, conservação e desenvolvimento sustentável foram oficialmente submetidos à organização.</p>
<p>Em março de 2022, a organização confirmou o avanço das duas candidaturas para a etapa de avaliação internacional. No segundo semestre daquele ano, especialistas percorreram os territórios para verificar as informações apresentadas nos dossiês. Para André Borba, a preparação para receber os avaliadores internacionais também fortaleceu a integração entre os envolvidos no projeto. “Além de recebermos as pessoas da melhor forma possível, aqueles quatro dias foram de muita integração e entrosamento entre as pessoas integrantes da equipe”, relata.</p>
<p>O reconhecimento foi anunciado em maio de 2023, durante a 216ª reunião do Conselho Executivo da UNESCO, realizada em Paris. Com a certificação, Quarta Colônia e Caçapava do Sul passaram a integrar oficialmente a Rede Mundial de Geoparques, formada por territórios que conciliam a conservação de patrimônios geológicos de relevância internacional com ações de educação e desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A certificação foi entregue alguns meses depois, durante a 10ª Conferência Internacional dos Geoparques Globais, em Marrakech, no Marrocos. Mesmo após o terremoto que atingiu o país e alterou a programação do evento, a cerimônia foi mantida, marcando o encerramento de uma trajetória construída ao longo de mais de uma década e o início de um novo ciclo voltado à consolidação dos geoparques e à manutenção do reconhecimento internacional.</p>
<h3>A missão de revalidação</h3>
<p>A expectativa para a primeira revalidação é que os avaliadores encontrem territórios que continuam colocando em prática os princípios que fundamentam um Geoparque Mundial da UNESCO. Para Adriano, os avanços registrados desde a certificação demonstram que esse objetivo vem sendo alcançado. "O geoparque está cumprindo a sua função de melhorar a condição de vida do território, gerar desenvolvimento local e fortalecer os vínculos da identidade das pessoas com seu patrimônio. É isso que queremos que os avaliadores vejam”, afirma.</p>
<p>A missão terá início na Quarta Colônia e seguirá para Caçapava do Sul. Durante a visita, especialistas designados pelo órgão percorrerão geossítios, conhecerão projetos de pesquisa e educação, além de conversar com gestores públicos, empreendedores, artesãos e moradores para avaliar como o patrimônio geológico, natural e cultural tem contribuído para o desenvolvimento sustentável das comunidades.</p>
<p>Ao fim da missão, um relatório técnico será encaminhado ao Conselho Mundial de Geoparques da UNESCO, responsável por decidir sobre a manutenção do título. A revalidação colocará à prova os resultados de um trabalho construído ao longo de mais de uma década e mostrará se Quarta Colônia e Caçapava do Sul continuam atendendo aos princípios que garantiram seu reconhecimento como Geoparques Mundiais.</p>
<p><em>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Arte gráfica e foto de capa: Vinícius Gumisson Motta, com edição e atualização de Daniel Michelon De Carli/Arquivo</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM leva oficinas de poda e cuidado de roseiras a municípios da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/ufsm-leva-oficinas-de-poda-e-cuidado-de-roseiras-a-municipios-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:58:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73458</guid>
						<description><![CDATA[Atividades ocorrem nesta semana em São João do Polêsine e em Silveira Martins]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, vai ministrar duas oficinas de poda e cuidado de roseiras em municípios da Quarta Colônia nesta semana. </p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">Na quarta-feira (8), a oficina prática sobre manejo de inverno em roseiras de jardim ocorre das 13h30 às 16h30 em Vale Vêneto, São João do Polêsine, e na quinta (9), no mesmo horário, na Rua Siqueira Couto (Rua do Hospital), em Silveira Martins. As atividades são gratuitas e abertas ao público, sem necessidade de inscrição prévia.</p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">As oficinas serão conduzidas pelo professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos, com o auxílio de estudantes de graduação e de pós-graduação integrantes da Equipe PhenoGlad. Serão abordadas práticas como poda, formação de estacas para reprodução caseira de mudas, adubação e cobertura do solo, cuidados importantes para garantir uma floração vigorosa das roseiras na primavera e no verão.</p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">A iniciativa é promovida pelas prefeituras de São João do Polêsine e de Silveira Martins, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM. Recomenda-se aos participantes chegarem com 15 minutos de antecedência e levar a sua tesoura de poda para praticarem.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos de Letras da UFSM realizaram ações de extensão em escola de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/02/alunos-de-letras-da-ufsm-realizaram-acoes-de-extensao-em-escola-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:29:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[40A vai à escola]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Letras espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[língua espanhola]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73429</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes foram inseridos no projeto "40A vai à escola: o que faz o profissional de Letras?"]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73430" align="alignright" width="388"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-17.25.51.jpeg"><img class=" wp-image-73430" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-17.25.51.jpeg" alt="" width="388" height="517" /></a> Alunos fizeram um mural literário na escola[/caption]
<p>A disciplina Práticas Sociais em Língua Espanhola II, do curso de Licenciatura em Letras – Espanhol da UFSM, em articulação com o projeto de extensão "40A vai à escola: o que faz o profissional de Letras?", promoveu ações de extensão no primeiro semestre na Escola Estadual de Ensino Médio Walter Jobim.</p>
<p>As atividades incluíram a produção de um mural literário em língua espanhola, a distribuição de stickers em língua espanhola produzidos pelos acadêmicos e a realização de uma palestra sobre o curso de Letras Espanhol e sobre a atuação do profissional de Letras.</p>
<p>As ações de extensão foram planejadas e executadas pelos estudantes da disciplina e pelo monitor da disciplina, sob orientação do docente responsável, André Firpo Beviláqua. Segundo ele, a disciplina Práticas Sociais em Língua Espanhola II possui um componente de práticas extensionistas. Nesse contexto, os estudantes foram inseridos no projeto "40A vai à escola: o que faz o profissional de Letras?", possibilitando a vivência de experiências que aproximam a universidade da comunidade escolar.</p>
<p>Além de divulgar o curso de Letras e apresentar as possibilidades de atuação profissional na área, as ações buscaram incentivar o interesse pela língua espanhola e fortalecer o diálogo entre a UFSM e a escola pública, reafirmando o compromisso da universidade com a formação cidadã e a transformação social.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banda Sinfônica da UFSM leva projeto “Ouvir para crescer” a escolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/banda-sinfonica-da-ufsm-leva-projeto-ouvir-para-crescer-a-escolas</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:48:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Sinfônica]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[projeto ouvir para crescer]]></category>
		<category><![CDATA[unidade ipê amarelo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73372</guid>
						<description><![CDATA[Instituições de Santa Maria podem solicitar atividade para o segundo semestre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73373" align="alignright" width="565"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/68630.jpg"><img class=" wp-image-73373" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/68630.jpg" alt="" width="565" height="424" /></a> Alunos apresentaram seus instrumentos na Unidade Ipê Amarelo[/caption]
<p>Alunos bolsistas da Banda Sinfônica da UFSM fizeram uma apresentação de seus instrumentos para as crianças da Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo nesta quarta feira (24), no auditório do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM).</p>
<p>Os músicos apresentaram a flauta doce, a clarineta, o oboé, o fagote, o trompete, o trombone, a tuba e alguns instrumentos de percussão, como o triângulo, o pandeiro, o agogô e o tamborim, explicando as características de construção e sonoridade de cada instrumento. Eles tocaram músicas que fazem parte do universo infantil, entusiasmando os pequenos ouvintes. As crianças ficaram atentas e curiosas com a diversidade de sons e timbres dos instrumentos, do som grave ao som agudo.</p>
<p>A atividade integra o projeto “Ouvir para crescer”, que visa levar apresentações musicais para diversos espaços. O projeto é realizado pela Banda Sinfônica da UFSM desde 2020, colocando em prática sua missão de educação musical por meio de concertos e atividades didáticas.</p>
<p>Escolas e outras instituições de Santa Maria interessadas em receber a Banda Sinfônica no segundo semestre deste ano podem entrar em contato pelo email <a href="mailto:clayton.miranda@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">clayton.miranda@ufsm.br.</a></p>
<p><em>Foto: Clayton Miranda</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vale Vêneto celebra o lançamento do 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/22/vale-veneto-celebra-o-lancamento-do-41o-festival-internacional-de-inverno-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:17:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[fiiufsm]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73344</guid>
						<description><![CDATA[FIIUFSM e 41ª Semana Cultural Italiana serão realizados de 26 de julho a 2 de agosto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73346" align="alignright" width="642"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03715.jpg"><img class="wp-image-73346" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03715.jpg" alt="" width="642" height="428" /></a> Solenidade de lançamento ocorreu no salão paroquial de Vale Vêneto[/caption]
<p dir="ltr">A música, a cultura e a memória da imigração italiana voltaram a se encontrar em Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine, durante o lançamento oficial do 41º Festival Internacional de Inverno da Universidade Federal de Santa Maria (FIIUFSM) e da 41ª Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto.</p>
<p dir="ltr">A solenidade, realizada na noite de quinta-feira (19), no salão paroquial da comunidade, reuniu autoridades, representantes institucionais, lideranças regionais, patrocinadores, artistas, estudantes e a comunidade local para celebrar o início da trajetória de mais uma edição dos eventos.</p>
<p dir="ltr">Promovidos simultaneamente, o Festival Internacional de Inverno da UFSM e a Semana Cultural Italiana consolidam-se como importantes movimentos culturais da região da Quarta Colônia, conectando a formação artística, a produção musical, a valorização das tradições e o fortalecimento da identidade cultural do território.</p>
<p dir="ltr">A programação oficial acontece de 26 de julho a 2 de agosto, em Vale Vêneto, com concertos, oficinas musicais, apresentações culturais, gastronomia típica e diversas atividades abertas ao público, transformando a comunidade em um grande palco de encontros, aprendizagens e experiências culturais.</p>
<p dir="ltr">Durante o lançamento, também foi apresentada oficialmente a identidade visual desta edição, com a tradicional revelação do cartaz do Festival. A marca e os materiais de comunicação foram desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar do curso de Comunicação da UFSM, Brenda Charão, Estevan Dal’Osto, Márcio Echeverria e Lucas Haigert, com orientação dos professores Fernanda Sagrilo Andres e Rodrigo Stefani Correa, reforçando o caráter formativo e extensionista que marca a realização do evento.</p>
<h3 dir="ltr">Quatro décadas de música, formação e transformação</h3>
<p dir="ltr">Único em sua proposta no cenário brasileiro, o Festival Internacional de Inverno da UFSM chega a sua 41ª edição reafirmando uma trajetória de mais de quatro décadas de integração entre universidade pública e sociedade. Ao longo de sua história, o Festival tornou-se um espaço de formação, intercâmbio e valorização da música, reunindo estudantes, professores, profissionais e artistas de diferentes regiões do Brasil e do exterior.</p>
<p dir="ltr">Além de oferecer apresentações artísticas de alto nível e oportunidades de aperfeiçoamento musical com professores e profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente, o FIIUFSM promove experiências que ultrapassam os palcos: fortalece trajetórias profissionais, estimula a circulação cultural e amplia o acesso da comunidade à arte.</p>
<p dir="ltr">O evento ocorre em integração com a Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto, que valoriza a gastronomia, os costumes e a memória dos antepassados italianos, em uma região reconhecida por suas belezas naturais, pelo potencial turístico e pela certificação de Geoparque Mundial da UNESCO, conquistada pela Quarta Colônia em 2023.</p>
<p dir="ltr">Com a cooperação da University of Georgia (EUA), o Festival amplia ainda mais sua dimensão internacional. Após 40 edições ininterruptas, seus impactos alcançam diferentes áreas: da formação de músicos e estudantes ao desenvolvimento cultural, econômico e turístico da região, consolidando a UFSM como uma referência em extensão universitária no campo artístico e musical.</p>
<h3 dir="ltr">Música, encontros e formação</h3>
<p dir="ltr">Entre os dias 26 de julho e 2 de agosto, o público poderá acompanhar gratuitamente uma programação diversificada de concertos, incluindo recitais solo, apresentações de música de câmara e o tradicional concerto da Orquestra Sinfônica do Festival. O encerramento será realizado no dia 2 de agosto, no Centro de Convenções da UFSM.</p>
<p dir="ltr">As oficinas musicais desta edição contemplam diferentes instrumentos e práticas artísticas, incluindo: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, percussão, piano, violão, regência de orquestra e educação musical. Além das oficinas instrumentais, o Festival também oferecerá a prática de orquestra sinfônica, proporcionando aos participantes uma experiência coletiva de aprendizagem e criação musical.</p>
[caption id="attachment_73347" align="alignleft" width="590"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03874.jpg"><img class=" wp-image-73347" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/DSC03874.jpg" alt="" width="590" height="393" /></a> Identidade visual foi criada no curso de Comunicação da UFSM[/caption]
<h3 dir="ltr">Programação amplia alcance com ações para crianças, professores e estudantes</h3>
<p dir="ltr">A programação do Festival inicia ainda antes da semana principal, com atividades voltadas a diferentes públicos. Entre os dias 21 e 23 de julho, acontece o FIIUFSM Jovem, Festival Infanto Juvenil de Música, realizado no campus da UFSM. A iniciativa tem como objetivo proporcionar a crianças e adolescentes estudantes de música experiências semelhantes às vivenciadas pelos participantes do Festival tradicional, com atividades adaptadas ao público jovem, oficinas musicais e integração ao ambiente universitário, especialmente aos espaços do Centro de Artes e Letras.</p>
<p dir="ltr">No dia 23 de julho, será realizado o Curso de Formação Continuada em Música para Professores da Educação Infantil, destinado a docentes que atuam com crianças de zero a cinco anos. A atividade propõe reflexões teóricas e práticas sobre o ensino da música na infância e sobre o papel do professor não especialista na área. O curso será ministrado por professores, mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSM, vinculado à linha de pesquisa Educação e Artes.</p>
<p dir="ltr">Ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo o compromisso com a democratização do acesso à cultura, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM também contará com o Circuito MusiCAL FIIUFSM na Quarta Colônia. Durante todo o segundo semestre de 2026, a energia, a qualidade artística e a excelência musical do Festival serão levadas para diferentes cidades da região, promovendo a interiorização da cultura e aproximando ainda mais a universidade das comunidades que integram o território.</p>
<p dir="ltr">Como parte das ações de internacionalização, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM também promoverá a seleção de estudantes de graduação para participação em intercâmbio junto à University of Georgia (EUA), com atividades previstas para o período de janeiro a março de 2027.</p>
<h3 dir="ltr">Rede de colaboração</h3>
<p dir="ltr">A realização do Festival é resultado de uma grande rede de colaboração que envolve diferentes setores e instituições. A organização destaca o apoio fundamental da Reitoria da UFSM, da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e do Centro de Artes e Letras (CAL), que reconhecem a relevância do projeto e oferecem o suporte necessário para sua continuidade e expansão.</p>
<p dir="ltr">Também são essenciais para a concretização do evento o apoio financeiro, administrativo e logístico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), do Fundo de Incentivo à Extensão da UFSM (Fiex-UFSM) e da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec), além da contribuição da Facos Agência da UFSM, responsável pelo suporte na comunicação e divulgação institucional do Festival. Essa rede de parceiros torna possível a realização de um evento que alia excelência artística, formação acadêmica, desenvolvimento regional e valorização cultural, consolidando o Festival Internacional de Inverno da UFSM como uma das principais iniciativas culturais e extensionistas do país.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o coordenador do evento, professor Diogo Baggio Lima, “o Festival deste ano não é apenas uma celebração da música; ele é um testemunho vivo do poder da cooperação. Ele pertence aos nossos alunos, aos nossos professores, à comunidade regional e a todos os que acreditam na arte e na educação como forças transformadoras".</p>
<p dir="ltr">Mais do que um festival, o FIIUFSM é uma experiência de encontro: entre gerações, culturas, sons e histórias. Em Vale Vêneto, a música encontra a tradição, a universidade encontra a comunidade e a cultura transforma-se em patrimônio vivo para todos.</p>
<p dir="ltr">Outras informações podem ser obtidas no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno" target="_blank" rel="noopener">site</a>, no perfil <a href="https://www.instagram.com/festivaldeinvernoufsm/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">@festivaldeinvernoufsm</a> ou pelo e-mail <a href="mailto:fiiufsm@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">fiiufsm@ufsm.br.</a></p>
<p dir="ltr"><em>Fotos: Pedro Amaral</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza em Mata será no dia 27 de junho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/17/caminhada-internacional-na-natureza-em-mata-sera-no-dia-27-de-junho</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:01:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Mata]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73259</guid>
						<description><![CDATA[UFSM é uma das promotoras do projeto, que já é referência em turismo rural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A edição 2026 da Caminhada Internacional na Natureza – Cidade da Pedra que Já Foi Madeira, em Mata, será realizada no dia 27 de junho, a partir das 8h, reunindo caminhantes, turistas, famílias e amantes da natureza em um dos roteiros mais emblemáticos do turismo rural e paleontológico do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A caminhada integra o Circuito Regional das Caminhadas Internacionais na Natureza da Região Central do Rio Grande do Sul, iniciativa que vem consolidando a região como referência em turismo rural, valorização das comunidades locais e desenvolvimento sustentável. O projeto é promovido em parceria entre a Prefeitura de Mata, a Emater/RS-Ascar e a UFSM.</p>
<p>O percurso terá aproximadamente 14 quilômetros e passará por áreas rurais e paisagens características do município, permitindo aos participantes contemplar morros, campos e locais de preservação de fósseis vegetais. Além da experiência junto à natureza, os visitantes poderão conhecer a cultura local e a produção de alimentos típicos do interior gaúcho.</p>
<p>Nos últimos anos, os eventos da Caminhada Internacional na Natureza tornaram-se um dos principais instrumentos de promoção do turismo rural na Região Central do Estado, atraindo visitantes de diferentes municípios e contribuindo para divulgar paisagens, gastronomia, patrimônio cultural e atrativos naturais pouco conhecidos do público urbano.</p>
<p>As inscrições são limitadas a 250 participantes e podem ser realizadas antecipadamente pelo <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=q9bg3nbjuqu117uge6jt" target="_blank" rel="noopener">EcoBooking,</a> onde também pode ser conferida a programação completa.</p>
<p>Mais informações no Instagram <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/" target="_blank" rel="noopener">@caminhadasufsm</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Direitos humanos para todas as pessoas": 9º Fórum de Direitos Humanos debate inclusão e cidadania na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/17/direitos-humanos-para-todas-as-pessoas-9o-forum-de-direitos-humanos-debate-inclusao-e-cidadania-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:29:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73252</guid>
						<description><![CDATA[Evento reuniu a pesquisadora Winnie Bueno e lideranças comunitárias de Santa Maria para discutir desigualdades e o acesso universal aos direitos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73253" align="alignleft" width="504"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6723-1024x683.jpg" alt="" width="504" height="336" /> Atividade reuniu mais de cem pessoas[/caption]
<p data-start="332" data-end="1048">A <a href="https://www.ohchr.org/en/human-rights/universal-declaration/translations/portuguese?LangID=por">Declaração Universal dos Direitos Humanos</a> é um documento criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Em 30 artigos, o texto estabelece direitos fundamentais para todos os cidadãos. O primeiro artigo afirma que "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade". Já o segundo artigo estabelece que os direitos são para todos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou qualquer outra condição. O terceiro artigo afirma que "todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal".</p>
<p data-start="1050" data-end="1710">O documento estabeleceu, pela primeira vez, normas comuns de proteção aos direitos da pessoa humana, a serem seguidas por todos os povos e todas as nações. Contudo, a realidade ainda não corresponde plenamente ao que foi determinado pela ONU. Segundo o IBGE, mais de 6 milhões de pessoas passavam fome em 2024 no Brasil. Simultaneamente, ao menos 80 pessoas trans e travestis foram assassinadas em 2025, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), fazendo com que o Brasil continue sendo o país mais letal para essa população. Esses são alguns exemplos das desigualdades sociais e violações dos direitos humanos que acontecem diariamente.</p>
<h3 data-section-id="1pec0lo" data-start="1712" data-end="1746">O 9º Fórum de Direitos Humanos</h3>
[caption id="attachment_73256" align="alignright" width="509"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6726-1024x683.jpg" alt="" width="509" height="339" /> Winnie Bueno palestrou sobre direitos humanos e interseccionalidade[/caption]
<p data-start="1748" data-end="2240">Os direitos são para todos, o que significa que é um problema coletivo quando alguém é impossibilitado de exercê-los. Foi sobre isso que os participantes do 9º Fórum de Direitos Humanos discutiram nesta terça-feira (16), ao longo de todo o dia. O evento, organizado pela turma da disciplina de Gestão de Eventos do curso de Relações Públicas, em conjunto com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e o Observatório de Direitos Humanos (ODH), teve como tema "Direitos humanos para todas as pessoas". "Nós pensamos em trabalhar a temática sobre o que são direitos humanos. Às vezes há um questionamento de que os direitos humanos são para um grupo específico, e não é. Os direitos são para todos", explica a pró-reitora de Extensão, Milena Freire.</p>
<p data-start="2490" data-end="2941">O evento teve início com a palestra <em data-start="2526" data-end="2566">Direitos Humanos e Interseccionalidade</em>, ministrada por Winnie de Campos Bueno, ialorixá, escritora e pesquisadora. Durante sua fala, Winnie expressou que "embora os direitos sejam declarados como universais, as possibilidades de exercê-los estão profundamente atravessadas por desigualdades de raça, classe, gênero, sexualidade, território, religião, deficiência, idade, nacionalidade e tantas outras expressões".</p>
<p data-start="2943" data-end="3564">Na sequência, foi realizada uma mesa de debate mediada com lideranças locais. Participaram Mariane Selister, professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da UFSM e líder do Grupo de Pesquisa e Extensão GIDH – Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos; Margarete Vidal, presidente da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (Asmar), recicladora e empreendedora; e Rutileia Campos, mestranda em Educação pela UFSM, ativista do Movimento PCDs Brasil e coordenadora de ações afirmativas interseccionais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da UFSM.</p>
<p data-start="3566" data-end="4028">A coordenadora de Cidadania da UFSM, Cassiana Marques da Silva, reiterou a importância do evento para a comunidade acadêmica e para Santa Maria. "As pessoas precisam entender que os direitos são para todos. Muitas vezes, a população que mais precisa dessa compreensão precisa saber que as políticas públicas são para todos. Algumas pessoas têm a sensação de que não pertencem a elas, que não conseguem ou não podem acessá-las. Mas elas têm esse direito", afirma.</p>
<h3 data-section-id="y4t3vy" data-start="4030" data-end="4080">Parceria com a disciplina de Gestão de Eventos</h3>
[caption id="attachment_73257" align="alignleft" width="509"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6511-1024x683.jpg" alt="" width="509" height="339" /> Organizadores convidaram participantes a pensar coletivamente nos direitos humanos[/caption]
<p data-start="4082" data-end="4516">A turma do terceiro semestre de Relações Públicas foi uma das responsáveis pela organização do Fórum de Direitos Humanos. A professora da disciplina de Gestão de Eventos, Fernanda Sagrilo Andres, explica que a proposta do trabalho é desenvolver a concepção de um evento, desde a criação da identidade até a busca por parcerias. Em seguida, os grupos apresentam a ideia aos clientes e, após a aprovação, o evento é colocado em prática. "Hoje é o dia do evento, mas o trabalho vem sendo realizado desde o início do semestre. O trabalho só será finalizado após a entrega de um relatório final", conta a professora.</p>
<p data-start="4696" data-end="5032">Maria Fernanda Lemos Vargas é uma das estudantes responsáveis pelo trabalho e explica como foi a concepção das ideias para o evento. Neste ano, o fórum foi baseado na ideia de "tecer os direitos humanos coletivamente". Os participantes eram convidados a amarrar fitinhas em um mural para demonstrar que todos estavam construindo o evento juntos.</p>
<p data-start="5034" data-end="5310">Maria Fernanda conta que se sentiu privilegiada em organizar um evento para mais de cem pessoas, mas também sentiu grande responsabilidade. "Eu me diverti e me estressei, mas aprendi muito. Até agora foi uma das cadeiras em que mais aprendi, porque é prática na veia", relata.</p>
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM vai realizar duas oficinas de escrita criativa em junho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/08/projeto-da-ufsm-vai-realizar-duas-oficinas-de-escrita-criativa-em-junho</link>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:45:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[letras estrangeiras modernas]]></category>
		<category><![CDATA[oficina de escrita criativa]]></category>
		<category><![CDATA[ppgletras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73146</guid>
						<description><![CDATA[Abertas para interessados a partir de 13 anos, as atividades acontecem nos dias 9 e 23]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto “Oficinas de Escrita Criativa” da UFSM dá continuidade às suas ações de extensão com duas oficinas no mês de junho na Biblioteca Municipal Henrique Bastide, na Avenida Presidente Vargas, 1.300. As atividades serão realizadas em duas terças-feiras, dias 9 e 23, das 14h às 16h.</p>
<p>As oficinas deste mês serão ministradas por estudantes do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Nesta terça (9), o mestrando Lucas Tokuhara ministrará a oficina de quadrinhos para quem não sabe desenhar. No dia 23, o mestrando Pedro Pinheiro ministrará a oficina de escrita criativa potencial, focada na produção de textos curtos.</p>
<p>Coordenado pela professora Maria Clara Carneiro, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas/Centro de Artes e Letras (CAL), o projeto oferece atividades lúdicas para desenvolver a escrita criativa e também criar pequenas histórias em quadrinhos. As atividades são para o público geral, destinadas a quem gostaria de desenvolver um pouco mais a criatividade. As oficinas são pensadas para o público adulto, mas estão abertas para adolescentes a partir de 13 anos.</p>
<p>A proposta das oficinas consiste na realização de exercícios baseados nas pesquisas dos grupos franceses Oulipo (de literatura) e Oubapo (de histórias em quadrinhos).</p>
<p><b>Oficina de quadrinhos para quem não sabe desenhar</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Data: 9 de junho, terça-feira</span><br />Horário: 14h às 16h<br />Local: Biblioteca Municipal Henrique Bastide (Av. Presidente Vargas, 1300, Largo da Locomotiva)<br />Ministrante: Lucas Tokuhara (UFSM).</p>
<p><b style="font-size: revert;color: initial">Oficina de escrita criativa potencial</b></p>
<p>Data: 23 de junho, terça-feira<br />Horário: 14h às 16h<br />Local: Biblioteca Municipal Henrique Bastide (Av. Presidente Vargas, 1300, Largo da Locomotiva)<br />Ministrante: Pedro Pinheiro (UFSM).</p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Não é necessário se inscrever para participar. Para mais informações, escreva para </span><a style="font-size: revert" href="mailto:gpoqt@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">gpoqt@ufsm.br</a><span style="font-size: revert;color: initial">.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Brechós da UFSM unem moda circular, sustentabilidade e impacto social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/01/brechos-da-ufsm-unem-moda-circular-sustentabilidade-e-impacto-social</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:22:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[amigos do husm]]></category>
		<category><![CDATA[assfor]]></category>
		<category><![CDATA[brechós]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[moda circular]]></category>
		<category><![CDATA[projeto zelo]]></category>
		<category><![CDATA[vitrine sustentável]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73076</guid>
						<description><![CDATA[Muito além de segunda mão, espaços dentro da universidade transformam doações em renda para projetos sociais, apoio a pacientes do HUSM, cuidado animal e ações comunitárias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73078" align="alignright" width="619"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg"><img class=" wp-image-73078" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg" alt="" width="619" height="412" /></a> <span style="font-size: medium">Brechó e Grife Zelo fica na sala C9 no Colégio Politécnico (Foto: <span style="color: #1c1c1c">Mathias Ilnicki)</span></span>[/caption]
<p><span style="font-size: medium">Você sabe quantos litros de água são gastos para fabricar apenas uma peça de roupa? Segundo o Fashion Revolution, uma calça jeans utiliza cerca de 11 mil litros de água durante sua produção. São inúmeros processos que dependem do uso de água até que aquela peça esteja pronta para ser vendida em uma loja de departamento, ao lado de milhares de outras que também consumiram milhares de litros de água potável. Depois de todo esse processo, compramos aquela roupa e, muitas vezes, usamos apenas algumas vezes. Até que ela saia de moda, fique esquecida no guarda-roupa ou, pior, seja descartada no lixo.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Mas talvez esse não seja o seu caso. Talvez você já faça parte, mesmo sem saber, da moda circular. Um modelo de consumo mais sustentável que vem crescendo no país e que vai além de comprar roupas de segunda mão. A proposta envolve dar novos significados às peças por meio da revenda, troca, consertos, customização e </span><span style="font-size: medium"><i>upcycling</i></span><span style="font-size: medium"> (reaproveitamento criativo). Essa prática permite que roupas que talvez fossem usadas por apenas dois anos e depois descartadas continuem circulando por muito mais tempo, prolongando seu ciclo de vida e reduzindo impactos ambientais.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Toda essa ideia caminha lado a lado com os brechós, esses espaços que existem há anos, mas que por muito tempo carregaram o preconceito de vender apenas roupas “velhas” ou “usadas”. Hoje, essa percepção vem mudando. Segundo o Sebrae, o mercado de brechós cresceu 48% entre 2020 e 2021, acompanhado também pelo aumento da procura por peças de segunda mão.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Fabiana Stecca, coordenadora do Zelo, projeto de proteção animal que também conta com um brechó próprio, relata que a busca por roupas de segunda mão entre estudantes da UFSM tem aumentado cada vez mais.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Esse interesse pelos brechós pode ser visto como uma forma de os jovens se posicionarem contra o consumo excessivo, além de representar uma alternativa mais acessível economicamente. Conheça um pouco mais sobre os brechós que existem dentro da nossa universidade e que, além de fortalecerem a moda circular, também revertem sua renda para diferentes causas.</span></p>
[caption id="attachment_73079" align="alignleft" width="617"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A0825.jpg"><img class=" wp-image-73079" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A0825.jpg" alt="" width="617" height="411" /></a> Um dos pets cuidados pelo Projeto Zelo <span style="font-size: medium">(Foto: <span style="color: #1c1c1c">Mathias Ilnicki)</span></span>[/caption]
<h3><span style="font-size: medium">Brechó e Grife Zelo</span></h3>
<p><span style="font-size: medium">O brechó nasceu em 2018, a partir da iniciativa de uma das participantes do projeto, que tinha muitas roupas guardadas para doação. A ideia inicial era montar um varal solidário. Mas, além das peças de roupa, algumas artesãs que participavam do projeto também levaram seus produtos, e com a grande procura o dia de vendas acabou se estendendo.</span></p>
<p>“<span style="font-size: medium">Então teve a exposição das roupas, acessórios, tinha bolsas, eram produtos para reuso e coisas novas. Deu tão certo que no horário que a gente ia fechar, a gente não pôde fechar, porque todo mundo queria ver. E daí nós ficamos, mais uns dias atendendo. Mais pessoas trouxeram peças”, conta Fabiana.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Hoje, o brechó recebe doações de roupas, calçados e acessórios da comunidade, principalmente de pessoas ligadas à universidade e apoiadores do projeto. As peças arrecadadas passam por seleção, limpeza e manutenção antes de serem colocadas à venda.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Atualmente, o Brechó e Grife Zelo fica na sala C9 no Colégio Politécnico, além de participar de outros eventos realizados dentro e fora da universidade. Segundo Fabiana, a procura costuma aumentar principalmente no início das estações, quando muitas pessoas buscam renovar o guarda-roupa e encontram no brechó uma alternativa mais acessível e sustentável.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">O trabalho do brechó se estende além do apoio à moda circular, já que desempenha um papel importante para manter o projeto vivo. Todo o valor arrecadado com a venda das peças é revertido em alimentação, medicação, castrações e outras necessidades dos animais atendidos pelo Zelo.</span></p>
<p>“<span style="font-size: medium">Já teve um dia de venda, por exemplo, de Brechó ali na Polifeira que vendeu R$ 300,00. Para nós é ótimo, porque dá para castrar um um bichinho". </span><span style="font-size: medium">O brechó funciona basicamente todos os dias da semana dependendo da disponibilidade das funcionárias.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Para mais informações, siga <a href="https://www.instagram.com/grifedozelo/" target="_blank" rel="noopener">@grifedozelo</a> no Instagram.</span></p>
[caption id="attachment_73080" align="alignright" width="618"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMGL0629.jpg"><img class=" wp-image-73080" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMGL0629.jpg" alt="" width="618" height="412" /></a> O brechó dos Amigos do HUSM está situado no Centro Comercial da UFSM (Foto: <span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium">Gabriele Mendes)</span></span> [/caption]
<h3><span style="font-size: medium">Amigos do HUSM</span></h3>
<p><span style="font-size: medium">Com quase 22 anos de funcionamento, a Associação Amigos do HUSM trabalha para ajudar pacientes internados no Hospital Universitário de Santa Maria. A arrecadação acontece de diferentes formas, como doações, Nota Fiscal Gaúcha, reciclagem de tampinhas e lacres, mas principalmente por meio do brechó.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">O projeto começou com uma iniciativa nas garagens das voluntárias da associação e, hoje, conta com uma sala no Centro Comercial da UFSM, próxima à entrada da Cidade Universitária. O brechó funciona nas tardes de terça-feira, das 13h30 às 16h30. Mesmo com horário reduzido, a procura segue constante entre estudantes e também entre a comunidade de Santa Maria.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Além do público que busca peças para uso pessoal, o espaço também recebe a visita de proprietários de outros brechós da cidade, que compram roupas no local. As peças chegam por meio de doações ao hospital e passam por uma separação antes de serem colocadas à venda. Quando não são vendidas, muitas delas ainda são destinadas a outras doações.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Parte dessas roupas também atende diretamente pacientes e familiares do hospital. “A gente também separa muita roupa para fornecer para os pacientes e familiares. Quando eles vêm desprevenidos e precisam, né? Ou permanecem mais tempo no hospital, precisam repor a roupa e às vezes moram longe”, conta Maria Teresinha Dotto, diretora-presidente da associação.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Além do brechó, os Amigos do HUSM mantêm a campanha Bebê Quentinho, que produz enxovais para recém-nascidos atendidos pelo hospital. A iniciativa recebe doações de linhas, enquanto voluntárias confeccionam em crochê e tricô peças como roupinhas e cobertinhas, destinadas aos bebês que estão no hospital.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Todo o valor arrecadado no brechó se transforma em ajuda aos pacientes atendidos pelo hospital. Os recursos ajudam na compra de medicamentos, leite, fraldas, absorventes e também na manutenção de itens como cadeiras de rodas e muletas, que são emprestadas pela associação para pacientes quando necessário.</span></p>
<p><span style="font-size: medium">Para saber mais sobre o brechó e seu trabalho, siga o Instagram <a href="https://www.instagram.com/aahusm/" target="_blank" rel="noopener">@aahusm</a>.</span></p>
[caption id="attachment_73081" align="alignleft" width="620"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A4923.jpg"><img class=" wp-image-73081" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A4923.jpg" alt="" width="620" height="413" /></a> Peças à venda no brechó Vitrine Sustentável, que fica na antiga Reitoria (Foto: <span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium">Gabriele Mendes)</span></span>[/caption]
<h3><span style="font-size: medium">Vitrine Sustentável</span></h3>
<p align="left"><span style="font-size: medium">O Vitrine Sustentável surgiu da necessidade do Instituto Somando Forças (ASSFOR) de criar uma fonte de renda para ajudar a manter as atividades da associação. A proposta nasceu como um negócio social ligado à moda circular, unindo sustentabilidade, geração de renda e impacto social.</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium">A união com a UFSM aconteceu por meio de um edital da Incubadora Social, do qual o projeto foi selecionado. A partir disso, o Vitrine Sustentável passou a contar com uma sala cedida pela universidade, onde mantém parte de suas atividades e atendimento ao público. </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium">As peças vendidas no espaço chegam por meio de doações de empresas e lojistas. Muitas delas passam por um processo antes de serem colocadas à venda: são lavadas, costuradas e organizadas pela equipe do projeto.</span></p>
<p align="left">“<span style="font-size: medium">Essas roupas poderiam estar jogadas no meio ambiente, né? Mas hoje elas ganham, como eu gosto de falar, uma segunda chance de vida assim”, ressalta Leandro Marcus Flores, coordenador do projeto.</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium">O Vitrine funciona no terceiro andar da antiga Reitoria às terças de manhã e quintas-feiras à tarde, além de participar de feiras e eventos dentro e fora da universidade. Segundo a equipe, a procura costuma aumentar nos períodos de frio e meia-estação, enquanto a necessidade por doações, principalmente de roupas de inverno, continua constante.</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium">Todo o valor arrecadado com as vendas é revertido para o Instituto Somando Forças e ajuda a manter as ações desenvolvidas com crianças, adolescentes e famílias atendidas pela associação. Parte desse recurso também contribui para gerar renda para mulheres envolvidas no projeto.</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium">Acompanhe o Instagram <a href="https://www.instagram.com/vitrinesustentavel/?hl=ar" target="_blank" rel="noopener">@vitrinesustentavel</a> para mais informações.</span></p>
<p><em><span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium">Texto: </span></span><span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium">Nadine Guarize, estudante de Jornalismo e estagiária na Agência de Notícias</span></span></em><br /><em><span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium">Fotos:</span></span><span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium"> Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e estagiária na Agência de Notícias, e </span></span><span style="color: #1c1c1c"><span style="font-size: medium">Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</span></span> </em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório de Educação Musical da UFSM oferece oficinas gratuitas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/26/laboratorio-de-educacao-musical-da-ufsm-oferece-oficinas-gratuitas</link>
				<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:58:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de educação musical]]></category>
		<category><![CDATA[LEM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72990</guid>
						<description><![CDATA[Inscrições para as oficinas de violão e de repertórios musicovocais das infâncias vão até sexta (29)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estão abertas desta terça (26) até as 12h de sexta-feira (29) as inscrições para as oficinas de música gratuitas oferecidas pelo Laboratório de Educação Musical (LEM) do Centro de Educação (CE) para toda a comunidade. As oficinas de violão e de repertórios musicovocais das infâncias serão presenciais e terão início em junho.</p>
<p>Mais informações e inscrições pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSebWuvcbLF7LYgDqk1RduA1NaOYxcJxNtP5KUH4fxx2iNqwUQ/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Frutas nativas unem preservação ambiental e geração de renda em projeto da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/frutas-nativas-unem-preservacao-ambiental-e-geracao-de-renda-em-projeto-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:10:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[frutas nativas]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[progredir]]></category>
		<category><![CDATA[projeto sabores e saberes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72872</guid>
						<description><![CDATA[Projeto “Sabores e Saberes" incentiva a preservação ambiental, fortalece comunidades locais e gera novas fontes de renda na região central do estado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72876" align="alignright" width="518"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-08.44.06.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72876" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-13-at-08.44.06.jpeg" alt="" width="518" height="691" /></a> Comunidades trabalham com frutas pouco conhecidas (Foto: Divulgação)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto “Sabores e Saberes”, desenvolvido pela UFSM, busca aproximar a população das frutas nativas da Mata Atlântica e do Pampa por meio da gastronomia, educação ambiental e da geração de renda para comunidades locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa, coordenada pela professora e engenheira florestal da UFSM Suzane Marcuzzo, surgiu há cerca de 10 anos e ganhou força a partir da consolidação dos geoparques da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul. O principal objetivo do projeto é incentivar a valorização da biodiversidade regional por meio do consumo de frutas nativas, muitas delas pouco conhecidas pela população. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a coordenadora, essas espécies são consideradas “frutas negligenciadas” pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), já que não possuem cadeias de comercialização consolidadas e raramente são encontradas em supermercados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as frutas trabalhadas pelo projeto estão butiá, guabiroba, jabuticaba, jerivá, guabiju e uvaia. Além do potencial gastronômico, elas possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e anticarcinogênicas já estudadas por pesquisadores da área de alimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta também está ligada à preservação ambiental. De acordo com Suzane, a redução das áreas de Mata Atlântica e Pampa diminui o acesso da população às frutíferas, causando ameaça às espécies nativas. Por isso, o projeto aposta na chamada “restauração ativa”: quanto maior for a demanda pelos produtos, maior será o interesse em manter e recuperar áreas de vegetação nativa.</span></p>
<h3>Oficinas transformam frutíferas em renda</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As atividades se iniciaram na Quarta Colônia, em oficinas participativas com agricultores familiares. Posteriormente, o projeto também passou a atuar no Bioma Pampa, em Caçapava do Sul. Os cursos contam com apoio dos geoparques e do programa Progredir, da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As capacitações reúnem moradores, agricultores e estudantes em encontros de longa duração, com até 72 horas de atividades. Durante as oficinas, os participantes aprendem sobre os biomas, conhecem as propriedades das frutas e desenvolvem receitas artesanais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As primeiras experiências culinárias surgiram durante a pandemia de Covid-19, quando pesquisadores da UFSM passaram meses testando preparações em laboratório. A partir daí, foram criadas receitas-base, como geleias, sucos, cucas, balas e chimias. Depois, os próprios participantes começaram a desenvolver novas combinações. Segundo a coordenadora, algumas turmas criaram mais de 50 receitas inéditas a partir das propostas iniciais do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da troca de conhecimentos, as oficinas também têm gerado oportunidades econômicas. Agricultoras que participaram das capacitações passaram a comercializar os produtos na Polifeira da UFSM e em eventos da região. </span></p>
[caption id="attachment_72907" align="alignleft" width="569"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3875.jpg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72907" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3875.jpg" alt="" width="569" height="379" /></a> Professora Suzane Marcuzzo coordena a iniciativa (Foto: Mathias Ilnick)[/caption]
<h3>Sabores desconhecidos surpreendem participantes</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das propostas do projeto é desmistificar espécies pouco valorizadas pela população. O jerivá, por exemplo, é uma palmeira comum na região central do estado, mas pouco utilizada na culinária. Além disso, o fruto pode ser usado em geleias ricas em fibras e vitamina C.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A aroeira-vermelha, conhecida popularmente como “pimenta-rosa”, também serve de exemplo. Apesar de muitas pessoas associarem a planta a alergias, ela é amplamente utilizada na gastronomia e comercializada em mercados especializados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Meus alunos ficam chocados quando a utilizamos nas receitas, eles sempre me falam que escutavam muito que a aroeira é venenosa, que não dava para chegar perto. Mas na verdade ela é uma espécie de pimenta, então nós vamos desmistificando esses dizeres durante o curso”, conta Suzane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O butiá também aparece entre os destaques do projeto. Enquanto em outras regiões do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina a fruta já é utilizada em sorvetes, licores e doces, na região central do estado ela ainda é pouco explorada comercialmente. A coordenadora destaca que a intenção não é criar receitas exóticas apenas pela novidade, mas desenvolver produtos saborosos e viáveis economicamente. “As pessoas só conservam aquilo que valorizam”, afirma.</span></p>
<h3>Projeto passa a atuar em quilombo da região</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, uma nova etapa da iniciativa está sendo desenvolvida no Quilombo São Miguel dos Carvalhos. O trabalho envolve a produção de receitas tradicionais associadas às frutas nativas e a criação de uma marca própria chamada “Sabores de São Miguel”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto recebeu financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e seguirá ampliando as atividades junto às comunidades quilombolas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a equipe, a combinação entre preservação ambiental, cultura alimentar e geração de renda pode fortalecer a conservação dos biomas locais e aproximar a população da biodiversidade da região.</span></p>
<p>Conheça mais sobre o projeto no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/02/sabores-e-saberes-conheca-o-projeto-da-ufsm-que-impulsiona-culinaria-com-frutas-nativas-2" target="_blank" rel="noopener">site da PRE</a>.</p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Divulgação e Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM vai implantar pomares educativos em escolas e espaços comunitários de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/projeto-da-ufsm-vai-implantar-pomares-educativos-em-escolas-e-espacos-comunitarios-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:48:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[cespol]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[rede de pomares educativos]]></category>
		<category><![CDATA[técnico em fruticultura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72891</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa do Colégio Politécnico e da Prefeitura busca unir educação ambiental e alimentação saudável por meio da criação de pomares em instituições públicas e comunitárias  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72893" align="alignright" width="621"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/imagem.jpg"><img class="wp-image-72893" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/imagem.jpg" alt="" width="621" height="349" /></a> Equipe do projeto fazendo o reconhecimento das espécies presentes na área da EMEF Miguel Beltrame[/caption]
<p>O Curso Técnico em Fruticultura do Colégio Politécnico da UFSM e a Prefeitura de Santa Maria lançaram o projeto de extensão “Fruticultura e Cidadania Alimentar: Rede de Pomares Educativos”, iniciativa que pretende implantar pomares em escolas e espaços comunitários do município. A proposta une educação ambiental, alimentação saudável e produção sustentável por meio da criação de áreas de cultivo voltadas ao aprendizado de crianças e adolescentes.</p>
<p>A iniciativa surgiu durante a disciplina de Vivências em Fruticultura II, ministrada pelo professor Gustavo Pinto da Silva, quando os alunos elaboraram os projetos dos pomares. Posteriormente outros setores do Colégio Politécnico também se somaram à ação, como o Setor de Mecanização Agrícola, Laboratório de Espécies Nativas e Práticas Ambientais, PoliFeira do Agricultor, dentre outros.</p>
<p>As primeiras instituições participantes são a EMEF João Hundertmark, no distrito de Boca do Monte, a EMEI Monte Bello e o Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso, na Cohab Fernando Ferrari, a EMEF Miguel Beltrame, no Pé de Plátano, e a Horta Neide Vaz, no bairro Dom Ivo Lorscheiter.</p>
<p>Além da implantação dos pomares, a iniciativa busca aproximar os estudantes das práticas de cultivo de frutas, do cuidado com a natureza e da importância da alimentação saudável. A expectativa é que as atividades contribuam para a formação de cidadãos mais conscientes e conectados com questões ambientais e sociais.</p>
<p>Para viabilizar o projeto, os organizadores lançaram uma campanha de arrecadação voltada à comunidade e empresas. Os recursos serão utilizados para limpeza de terrenos, aquisição de mudas frutíferas, adubações, cercamentos, ferramentas, materiais de irrigação e outros investimentos necessários para a implantação dos espaços educativos.</p>
<p>As doações podem ser feitas via PIX para a chave 55991672799, vinculada à Cooperativa dos Estudantes do Colégio Politécnico da UFSM (CESPOL).</p>
<p><em>Texto: Assessoria de comunicação do projeto </em><br /><em>Foto: Arquivo de Renato Trevisan</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paisagismo levado por projeto da UFSM a Silveira Martins completa um ano e novo ciclo começa com novidades </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/paisagismo-levado-por-projeto-da-ufsm-a-silveira-martins-completa-um-ano-e-novo-ciclo-comeca-com-novidades</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:05:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72886</guid>
						<description><![CDATA[Cultivo de espécies de inverno e canteiros remodelados estão entre as novas ações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72887" align="alignright" width="710"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260520_142334027_HDR-e1779360698470.jpg"><img class=" wp-image-72887" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260520_142334027_HDR-e1779360698470.jpg" alt="" width="710" height="354" /></a> Alunas da UFSM auxiliaram no plantio, realizado na quarta-feira (20)[/caption]
<p>Em maio de 2025 os primeiros canteiros da praça central de Silveira Martins recebiam as primeiras flores, com técnicas internacionais de paisagismo, por meio do projeto Flores para Todos, liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM. Ao longo do primeiro ano - atravessando um inverno rigoroso, com temperaturas abaixo da média, e ondas de calor extremas e pouca chuva durante o verão -, a quantidade de canteiros na praça aumentou e o colorido das flores se estendeu pelas principais ruas da cidade.</p>
<p>Nesta quarta-feira (20), um novo ciclo teve início, com o plantio de espécies de inverno, canteiros remodelados e um canteiro "instagramável", com a torre da igreja matriz ao fundo.</p>
<p>"Plantamos as espécies de flores de inverno no lugar das de verão, que é um manejo agronômico necessário aqui na Região Sul do Brasil", explica o professor da UFSM Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos e responsável pela criação e planejamento técnico e artístico do paisagismo de Silveira Martins.</p>
<p>Segundo ele, duas novidades foram introduzidas neste segundo ano: o estilo dos canteiros foi alterado para o vitoriano clássico, charmosos canteiros consagrados no século 19 na Europa e muito atrativos ao público pelo colorido e alta densidade de plantas. Também foi feito um canteiro "instagramável", solicitado pela Prefeitura, na rua ao lado da casa paroquial, e que tem a torre da igreja matriz ao fundo, para que os turistas possam registrar sua passagem pelo ponto arquitetônico mais icônico da cidade.</p>
<p>Quanto às cores nos canteiros, apostou-se novamente na cor azul da flor lobélia e no branco, que simboliza o fenômeno típico da geada no inverno, com a álisso (também chamada de flor de mel, pelo aroma de mel que exala). A paleta de cores ficou mais complexa, com a inclusão do amor-perfeito, para dar mais alegria aos dias frios do inverno que se aproxima. "Com estas modificações técnicas e artísticas, damos mais um passo na restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins neste segundo ano", ressalta Nereu.</p>
<p>Ao todo, foram plantadas 1.725 mudas de flores, adquiridas pela Prefeitura de produtores gaúchos, ajudando famílias rurais que produzem e vivem da renda das flores, fortalecendo a cadeia.</p>
<p>Participaram do plantio das flores os funcionários de campo e secretários da Prefeitura de Silveira, uma aluna do curso de Agronegócio e uma aluna de Agronomia integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM. Todo o trabalho foi supervisionado pelo professor Nereu.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Há 9 anos, PoliFeira conecta Santa Maria com a agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/04/ha-9-anos-polifeira-conecta-santa-maria-com-a-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:06:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[Politécnico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72663</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão, que já movimentou mais de R$ 8 milhões, realizou festa de aniversário nesta quinta-feira (30)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0591-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Bolo marcou a celebração de 9 anos da PoliFeira</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="329" data-end="640">A PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão voltado ao fortalecimento da agricultura familiar, celebrou nove anos de existência no dia 23 de abril. Para marcar a trajetória, foi realizada, nesta quinta-feira (30), uma programação especial no Largo do Planetário da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p data-start="642" data-end="849">A comemoração reuniu feirantes, estudantes, servidores e consumidores, que participaram do tradicional “Parabéns pra Você” e da partilha de um bolo com cerca de 2 metros, preparado especialmente para a data.</p>
<p data-start="851" data-end="1153">Tradicionalmente, a feira esteve aberta na UFSM desde a manhã. Como de costume, o público pôde visitar as 14 bancas, todas da região central do estado, que constituem a PoliFeira e acessar hortaliças, frutas, pães, mel, geleias, queijos e outros produtos comercializados diretamente pelos produtores.</p>
<p data-start="1155" data-end="1462">Pela tarde, a movimentação dos preparativos para a celebração foi intensa. Como parte da programação, foi realizada uma roda de conversa sobre a importância da feira livre no contexto universitário. O momento, iniciado por volta das 13h30min, reuniu estudantes, servidores, transeuntes e os próprios feirantes.</p>
[caption id="attachment_72668" align="alignleft" width="558"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0606-1024x683.jpg" alt="Imagem horizontal colorida de uma roda de conversa realizada sob tendas da PoliFeira. Ao centro, um homem em pé fala ao público, enquanto dezenas de pessoas sentadas e em pé acompanham a atividade." width="558" height="372" /> Roda de conversa reuniu feirantes, estudantes e comunidade durante a programação de aniversário de nove anos da PoliFeira.[/caption]
<p data-start="1464" data-end="2138">Durante o encontro, produtores compartilharam experiências e desafios enfrentados no trabalho no campo. A roda de conversa também contou com falas de coordenadores da feira e bolsistas do projeto. Segundo Gustavo Pinto da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural e um dos fundadores da feira, um dos destaques do projeto é a aplicação dos chamados circuitos curtos de intermediação entre quem produz e quem consome. Para ele, esse formato permite que consumidores conheçam a origem dos alimentos e fortaleçam vínculos com quem produz. “Na feira, a pessoa pode conversar diretamente com o agricultor e entender o que está por trás da comida”, explicou.</p>
<p data-start="2140" data-end="2809">A feira também se consolidou como importante fonte de geração de renda para as famílias. Desde a criação, já movimentou cerca de R$ 8 milhões em vendas para aproximadamente 60 famílias que passaram pelo projeto ao longo de sua existência, segundo dados da coordenação. Entre os feirantes que ajudam a construir a trajetória da PoliFeira está Miraci Sippert Schú, da região de Agudo e integrante há cerca de cinco anos. Para ela, a feira teve impacto direto na renda da família e no desenvolvimento da propriedade rural. “Se tu visse a minha propriedade de quatro ou cinco anos atrás, melhorou muito mesmo. Grande parte desse avanço veio por causa da PoliFeira”, afirma.</p>
<p data-start="2811" data-end="3212">Além disso, a feira se consolidou como espaço de ensino, pesquisa e extensão dentro da UFSM. Estudantes, professores e técnicos de diferentes áreas participam das ações ligadas ao projeto, como assessoria técnica aos produtores, gestão e organização da feira, comunicação, desenvolvimento de rótulos e embalagens, além de debates sobre soberania alimentar, sustentabilidade e desenvolvimento regional.</p>
<p data-start="3214" data-end="3783">Esse aspecto é refletido na fala do atual coordenador do projeto, Cristiano Dotto, que define a feira como um “laboratório vivo”. “A feira vai além de ser um projeto de extensão. Ela contempla ensino, pesquisa, extensão e inovação, oferecendo espaço para estudos, ações práticas e contato direto com a realidade dos produtores”, afirmou. Ele também ressalta que, ao longo dos nove anos, a iniciativa já resultou em trabalhos de conclusão de curso, dissertações, teses e capítulos de livros, consolidando-se como ambiente multidisciplinar de aprendizagem dentro da UFSM.</p>
<p data-start="3785" data-end="4183">Há cerca de um ano no projeto, a bolsista Andréia Buzatti Mendes, aluna do curso técnico em Agropecuária, afirma que encontrou na feira uma oportunidade de unir aprendizado acadêmico e contato direto com a realidade dos produtores. “Sempre quis trabalhar ajudando os produtores. Aqui consigo aprender, fazer visitas às propriedades e também compartilhar conhecimentos adquiridos no curso”, relatou.</p>
<p data-start="4185" data-end="4571">Segundo Andréia, um dos principais aprendizados vem da vivência no campo e da compreensão dos desafios enfrentados pelas famílias agricultoras, como falta de mão de obra, sucessão rural e o esforço exigido na produção dos alimentos. Para ela, acompanhar essa rotina amplia a valorização do trabalho rural e contribui para a formação de profissionais mais sensíveis às demandas do setor.</p>
<h3 data-start="4578" data-end="4610">Aniversário tem que ter bolo</h3>
[caption id="attachment_72669" align="alignright" width="528"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0594-1024x683.jpg" alt="Imagem horizontal colorida mostra quatro pessoas com aventais, máscaras e toucas ao lado de um grande bolo retangular decorado, em cozinha industrial." width="528" height="352" /> Equipe responsável pela produção do bolo preparou cerca de 80 quilos de doce para a comemoração.[/caption]
<p data-start="4612" data-end="4881">Responsável pelo bolo de aniversário da PoliFeira, Rosângela Moro viveu a ocasião de forma especial. Em sua terceira participação preparando a sobremesa, ela contou que esta edição teve um significado ainda mais emotivo, por ser a primeira realizada sem a ajuda da mãe. “Quando me chamaram para fazer o bolo, pensei que faria por ela, pela coragem que sempre me dava para enfrentar esses desafios”, relatou.</p>
<p data-start="5022" data-end="5481">Com 2 metros de comprimento e cerca de 80 quilos, o bolo foi produzido ao longo da semana e decorado no próprio campus momentos antes da comemoração. A confeiteira explicou que a proposta foi valorizar a identidade da agricultura familiar, utilizando ingredientes encontrados nas próprias bancas, como frutas, doces coloniais, laranjas desidratadas e até folhas de couve. “A ideia era fazer algo que representasse a feira e tudo o que ela significa”, afirmou.</p>
<p data-start="5483" data-end="5800">Entre os ansiosos na fila do bolo, estava a estudante de Pedagogia Isadora Reginato Correa, de 20 anos. Ela conheceu a feira quando prestou o Vestibular da UFSM e, desde então, passou a consumir produtos como pastel, caldo de cana, chips de mandioca e cucas. “Eu gosto bastante da feira e costumo vir seguido”, disse.</p>
[caption id="attachment_72670" align="alignleft" width="539"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0675-1024x683.jpg" alt="Imagem horizontal colorida de três jovens sorrindo em frente às bancas da PoliFeira, segurando fatias de bolo e uma cuia de chimarrão durante a celebração." width="539" height="359" /> Estudantes aproveitaram a comemoração[/caption]
<p data-start="5802" data-end="6092">Isadora também participou da roda de conversa realizada no início da tarde. Vinda de uma família agricultora, da cidade de Cacequi, ela afirma reconhecer a relevância da iniciativa. “Eu apoio bastante a agricultura familiar e entendo a importância dela, então não poderia faltar aqui hoje”.</p>
<p data-start="6094" data-end="6432">Pouco antes da chegada do bolo ao Largo do Planetário, a reitora da UFSM, Martha Adaime, discursou ao público. Em sua fala, destacou a resiliência do projeto ao longo dos anos e agradeceu a dedicação dos produtores na oferta de produtos de qualidade. “A PoliFeira pulsa semanalmente o coração da UFSM. A gente deseja vida longa”, afirmou. O vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, acrescentou que o projeto representa o ápice da extensão rural. “Estamos contribuindo para uma produção melhor. A feira está conectada com as necessidades da população”, destacou.</p>
<p data-start="6655" data-end="6918">Como em qualquer aniversário, o tradicional “Parabéns pra Você” antecedeu a confraternização. Após a cantoria, o bolo começou a ser servido e o público presente pôde, mais uma vez, celebrar o valor do projeto, amplamente reconhecido pela comunidade santamariense.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0673-1024x683.jpg" alt="Imagem horizontal colorida de mãos segurando uma fatia de bolo com cobertura branca e morango, enquanto outra pessoa corta novas porções ao fundo." />											<figcaption>Ao todo foram distribuídas mais de 1300 fatias de bolo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0680-1024x683.jpg" alt="Imagem horizontal colorida de um aglomerado de pessoas em torno de uma barraca da PoliFeira." />											<figcaption>Centenas de pessoas aproveitaram o evento</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="6925" data-end="6970">Onde encontrar a PoliFeira do Agricultor?</h3>
<ul data-start="6972" data-end="7230">
<li data-section-id="v20ewz" data-start="6972" data-end="7055">Terça-feira, das 7h às 12h30 – Avenida Roraima (entre faixa nova e faixa velha)</li>
<li data-section-id="ujayxb" data-start="7056" data-end="7144">Quarta-feira, das 7h às 13h30 – Prédio 26A – CCS (próximo ao estacionamento do HUSM)</li>
<li data-section-id="1raznv5" data-start="7145" data-end="7199">Quinta-feira, das 12h às 18h – Largo do Planetário</li>
<li data-section-id="1amjgq9" data-start="7200" data-end="7230">Domingo – Campus Sede UFSM</li>
</ul>
<p><b><i>Texto:</i></b><i> João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</i> <br /><b><i>Fotos:</i></b><i> Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i> <br /><b><i>Edição</i><em>:</em></b><em> Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM capacita professores em educação financeira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/29/projeto-de-extensao-da-ufsm-capacita-professores-em-educacao-financeira</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:31:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[sumo educacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72631</guid>
						<description><![CDATA[Inscrições para workshops online do Sumo Educacional vão até quinta (30) ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="auto">O Sumo Educacional, programa de extensão da UFSM, realizará mais uma edição da formação que busca capacitar docentes no ensino da educação financeira, por meio de workshops práticos. Serão cinco encontros online, via Google Meet, realizados aos sábados do mês de maio pela manhã.  </p>
<p dir="auto">Professores das redes municipal e estadual e do ensino superior interessados em participar podem se inscrever até esta quinta-feira (30) pelo <a href="https://forms.gle/NeboiS81XzDB8tzs8" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</p>
<p dir="auto">Os participantes receberão certificado.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM vai levar paisagismo para mais um município da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/10/projeto-da-ufsm-vai-levar-paisagismo-para-mais-um-municipio-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:45:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72432</guid>
						<description><![CDATA[Ações a serem desenvolvidas pelo Flores para Todos em São João do Polêsine foram discutidas nesta semana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM fechou parceria com a Prefeitura de São João do Polêsine para expandir o paisagismo do projeto Flores para Todos para mais um município da Quarta Colônia de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul. As tratativas foram realizadas nesta quinta-feira (9), em reunião <em>online</em> que teve a participação da prefeita de São João do Polêsine, Jaqueline Milanesi, da pró-reitora de Extensão da UFSM, Milena Freire de Oliveira-Cruz, e de integrantes da Equipe PhenoGlad, que é composta por alunos de graduação, mestrado e doutorado da UFSM </p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e diretor de Pesquisa, Ensino e Extensão da Associação Riograndense de Floricultura (AFLORI), a parceria vai levar técnicas internacionais de paisagismo sustentável e resiliente às mudanças do clima e a eventos meteorológicos extremos para o município de São João do Polêsine, ampliando o paisagismo na região da Quarta Colônia.</p>
<p>"O sucesso da restauração e modernização do paisagismo em Silveira Martins, que iniciamos um ano atrás, valida as propostas inovadoras do projeto Flores para Todos, e agora iniciaremos a ampliação da proposta em São João do Polêsine, um município que tem forte aptidão para o turismo religioso, gastronômico e paleontológico", explica o professor.</p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Na reunião, foram definidas as prioridades e os espaços da cidade onde as flores serão plantadas durante este ano. Serão usadas espécies de flores adaptadas ao clima e solo da região, com alto valor ornamental e que são produzidas, na maior parte, por famílias de produtores no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. "Queremos deixar São João do Polêsine ainda mais bonita para os turistas, sem esquecer o outro lado da cadeia, os nossos produtores e suas famílias, que têm nas flores o seu negócio de renda", acrescenta Nereu.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM integra a delegação brasileira na 70ª Conferência sobre a Situação da Mulher da ONU</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/11/professora-da-ufsm-integra-a-delegacao-brasileira-na-70a-conferencia-sobre-a-situacao-da-mulher-da-onu</link>
				<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:30:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[GIDH]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[PPGRI]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[situação da mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72155</guid>
						<description><![CDATA[Mariana Selister Gomes foi selecionada pelo Ministério das Mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72156" align="alignright" width="544"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-11-at-09.05.38.jpeg"><img class="wp-image-72156" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-11-at-09.05.38.jpeg" alt="" width="544" height="408"></a> Mariana participa de conferência da ONU em Nova York[/caption]
<p>A professora Mariana Selister Gomes, do Departamento de Economia e Relações Internacionais e dos Programas de Pós-Graduação em Relações Internacionais e em Ciências Sociais da UFSM, foi selecionada, pelo Ministério das Mulheres, para integrar a delegação brasileira na 70ª Conferência sobre a Situação da Mulher da ONU, em New York, que iniciou na segunda (9) e segue até 19 de março.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O papel das acadêmicas é o de auxiliar o corpo diplomático na formulação da posição do Brasil, bem como acompanhar os debates, elaborar relatórios analíticos e, em seu retorno, multiplicar a Agenda Global nos seus territórios, via ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento institucional.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Mariana, o sistema ONU impacta diretamente as vidas nos territórios. Um exemplo é a Lei Maria da Penha, que só foi aprovada após enorme pressão da OEA. Outro exemplo é a Lei do Feminicídio, que conseguiu aprovação no Brasil em diálogo com as Conferências das Mulheres da ONU, e agora o Brasil é protagonista no tema, colaborando com outros países para que tenham suas leis nacionais sobre a matéria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Neste ano, o tema prioritário da conferência é o Combate à Violência e Acesso à Justiça. Há 20 anos, a professora Mariana pesquisa diferentes formas de violência e os feminismos em luta. Ainda em seu mestrado, em 2008, propôs que a violência simbólica deveria ser encarada de frente, com transformação cultural via educação das relações de gênero, para que outras formas de violência fossem evitadas. Com esse argumento, ela foi uma das vencedoras do prêmio “Feminismo en America Latina: la mirada de las jovenes”, da ONU Mulheres (confira <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/pub_ensayos09.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na UFSM, a professora atua na extensão, na pesquisa e no ensino das relações de gênero. Na extensão, desenvolve, desde 2019, o Programa de Extensão GIDH - Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos, vinculado ao ODH e a Casa Verônica; inclusive, no ano passado, o GIDH desenvolveu uma cartilha sobre a Bertha Lutz (a brasileira que protagonizou a inclusão das mulheres na Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948) para este ano distribuir nas escolas, juntamente com formações aos estudantes e professoras da rede, ancorando a Lei 14.986/2024. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na pesquisa, desenvolve, desde 2019, o projeto “Metodologia de Pesquisa Feminista e Decolonial”. No ensino, ministra disciplinas relacionadas aos Estudos de Gênero, para alunos de diferentes cursos. Neste semestre, inclusive, está ministrando “Tópicos Especiais em Direitos Humanos”, no curso de Relações Internacionais. Também é coordenadora do PPGRI.</p>
<p>Em seu retorno, a professora irá promover - juntamente com a PRE, o Gabinete da Reitora, o CCSH e o PPGRI - uma série de eventos, bem como, irá trazer sugestões para o fortalecimento da Agenda 2030, sobretudo do ODS 5, na instituição. Fique atento aos eventos pelo @gidh.ufsm no Instagram.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Está sendo uma experiência incrível. Um momento único de compartilhar conhecimentos e lutas com mulheres que fazem a diferença em seu territórios, em várias partes do Brasil e do mundo, bem como, auxiliar a construir a Agenda Global que impacta diretamente no local”, afirma Mariana.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM oferece oficinas gratuitas de escrita e quadrinhos na Biblioteca Pública Henrique Bastide</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/09/ufsm-oferece-oficinas-gratuitas-de-escrita-e-quadrinhos-na-biblioteca-publica-henrique-bastide</link>
				<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:03:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca henrique bastide]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[escrita criativa]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[letras estrangeiras modernas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72148</guid>
						<description><![CDATA[Atividades ocorrerão quinzenalmente, nas terças à tarde, para o público em geral]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto da UFSM “Oficinas de Escrita Criativa” vai para o centro de Santa Maria: a partir do dia 17 de março, encontros quinzenais às terças, das 14h às 16h, vão acontecer na Biblioteca Municipal Henrique Bastide, na Avenida Presidente Vargas, 1300 (Bairro de Fátima, no Largo da Locomotiva).</p>
<p>Coordenado pela professora Maria Clara Carneiro, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas/Centro de Artes e Letras (CAL), o projeto oferece atividades lúdicas para desenvolver a escrita criativa, e também pequenas histórias em quadrinhos. As atividades são para o público em geral, destinadas a quem gostaria de desenvolver um pouco mais a criatividade. São exercícios baseados nas pesquisas dos grupos franceses Oulipo (de literatura) e Oubapo (de histórias em quadrinhos).</p>
<p>A primeira atividade será ministrada pelo premiado roteirista de quadrinhos Lielson Zeni, autor de Damasco (Editora Brasa, 2023). É uma oficina de quadrinhos para quem não sabe desenhar, em que exercícios mínimos vão ajudar.</p>
<p>No dia 31 de março, a oficina será ministrada pela professora Maria Clara Carneiro, e será dedicada à escrita de pequenos textos.</p>
<p>As atividades são pensadas para o público adulto, mas estão abertas para adolescentes a partir de 13 anos.</p>
<p>Não é necessário inscrição, mas para informações, é possível escrever para o e-mail gpoqt@ufsm.br.</p>
<p>A programação completa, com o tipo de oficina, datas e ministrantes, vai ser atualizada constantemente pelo <a href="https://bit.ly/3NqRg7R" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entre capoeira, calouros e até Gre-Nal, Viva o Campus dá as boas-vindas ao ano letivo de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/02/entre-capoeira-calouros-e-ate-gre-nal-viva-o-campus-da-as-boas-vindas-ao-ano-letivo-de-2026</link>
				<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:06:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Volta às Aulas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72060</guid>
						<description><![CDATA[Em um domingo ensolarado, edição especial de volta às aulas reuniu estudantes brasileiros e estrangeiros em clima de acolhimento e integração]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72061" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0107.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72061" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0107.jpg" alt="" width="584" height="390" /></a> Reitora e vice-reitor prestigiaram a programação[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A tarde de domingo (1º) foi ensolarada e de muitos reencontros e descobertas no campus sede da UFSM. A primeira edição de 2026 do Viva o Campus, em formato especial de Volta às Aulas, reuniu estudantes veteranos e calouros, intercambistas, famílias e servidores no Largo do Planetário, marcando o início do ano letivo com cultura, informação e integração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, o evento contou com a participação das pró-reitorias acadêmicas, projetos institucionais e atrações artísticas. Das 16h às 20h, o público circulou entre as tendas, tirou dúvidas sobre a vida universitária e aproveitou as atividades culturais e científicas espalhadas pelo campus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os parceiros fixos estiveram a Polifeira do Agricultor, o Jardim Botânico – com visitação ao telhado verde, jardim sensorial e trilha guiada –, a Mostra de Ciências Morfológicas, o Projeto Hangar Aeroespacial, com simulador de voo, e o Arte Além do Ofício. No fim da tarde, o Largo do Planetário recebeu a apresentação do VouC E-Culture Free @ UFSM, com DJs que trouxeram diferentes vertentes da música eletrônica, criando um clima de “sunset” para o encerramento das atividades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a reitora, Martha Adaime, o Viva o Campus já se consolidou como um momento de integração da Universidade com a comunidade e, na edição de volta às aulas, ganha um significado ainda mais especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Viva o Campus por si só já é um evento naturalmente de integração da Universidade. E o de acolhimento aos novos estudantes está fantástico. Estamos inovando com as tendas das pró-reitorias acadêmicas, que estão fazendo a recepção para aqueles calouros que querem entender, por exemplo, o que a Prae pode oferecer, o que a Prograd pode oferecer, a extensão, a pós-graduação”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, realizar o evento na véspera do início das aulas é uma oportunidade para que os estudantes conheçam melhor o campus e esclareçam dúvidas antes do primeiro dia letivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É um momento bem oportuno, porque as aulas estão começando. O pessoal já vem para cá tirar suas dúvidas e transitar pelo campus”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O vice-reitor, Tiago Marchesan, também ressaltou o caráter acolhedor da iniciativa. Ele destacou a presença de estudantes estrangeiros e a recente inauguração de uma pracinha no campus, que amplia a integração com as famílias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Temos também a pracinha, que foi recentemente inaugurada, trazendo as crianças para dentro do campus. É importante que essas crianças se enxerguem no futuro da Universidade. O Viva o Campus é esse momento em que jovens e famílias vêm para cá e passam a visualizar o ensino superior como possibilidade”, afirmou.</span></p>
[caption id="attachment_72062" align="alignleft" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0029.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72062" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0029.jpg" alt="" width="584" height="389" /></a> Participantes do Encontro do Amigo Internacional[/caption]
<h3>Um campus sem fronteiras</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os grupos que circularam pelo Largo do Planetário estava o Encontro do Amigo Internacional, promovido pelo Núcleo de Acolhimento da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), e que chamava a atenção pela diversidade e pela roda de capoeira que fizeram. Sotaques de diferentes partes do mundo se misturavam, enquanto, na entrada do Planetário, uma roda de capoeira reunia estudantes estrangeiros e brasileiros, transformando o espaço em um cenário de integração cultural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atividade já faz parte da programação do Viva o Campus no início de cada semestre e tem como objetivo promover a integração entre acadêmicos internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Eu sempre incluo o primeiro Viva o Campus na programação deles, porque é a primeira oportunidade que eles têm de interagir de forma mais informal e conhecer melhor o campus. Alguns ficam hospedados na Interhouse, então é também um momento de lazer e socialização”, explicou Angélica Iensen, secretária executiva bilíngue e responsável pelo Núcleo de Acolhimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste semestre, a UFSM recebe mais de 200 estudantes internacionais. Além de intercambistas, há alunos regulares de graduação e pós-graduação vindos de países como China, Paraguai, Argentina, Venezuela, Panamá, Peru, México, Uruguai, Espanha e nações africanas. A expectativa era reunir cerca de 50 deles no evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as participantes estava a paraguaia Camila Caballero, mestranda em Engenharia Civil, que está na UFSM desde agosto do ano passado. Camila contou que decidiu vir após conhecer seu atual orientador de mestrado, que a incentivou a estudar na instituição. O português, que já fala com desenvoltura, foi aprendido no cotidiano. </span><span style="font-weight: 400">“Foi com convívio, aprendi com os amigos. Eu gosto de falar, aí fui tentando e comecei a aprender”, contou.</span></p>
[caption id="attachment_72063" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0115.jpg"><img class="wp-image-72063" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0115.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas mulheres em conversa com um rapaz, visto de lado" width="584" height="389" /></a> Maria Eduarda e Patrícia tiraram dúvidas[/caption]
<h3>Primeiros passos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para muitos, o Viva o Campus foi o primeiro contato com a Universidade. Maria Eduarda Santos Giacomini, 15 anos, veio de Restinga Seca para cursar o técnico em Informática. Acompanhada da sogra, formada no Colégio Politécnico da UFSM, ela aproveitou o domingo para conhecer melhor o espaço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Dos cursos, foi o que mais me chamou atenção. E meus parentes sempre indicaram a UFSM”, contou. A jovem esteve no campus pela primeira vez poucos dias antes do evento e aproveitou a programação para passear, tomar chimarrão e tirar dúvidas nas tendas institucionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A sogra, Patrícia Pinoto, destacou o vínculo com a Instituição. “Eu me formei no Politécnico. É um curso maravilhoso. A gente vem para cá nos finais de semana, traz o mate e aproveita essa energia boa", contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao passarem pelas tendas das pró-reitorias para esclarecer dúvidas, saíram com uma pequena muda de planta, distribuída pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis como parte das ações do evento.</span></p>
[caption id="attachment_72064" align="alignleft" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0122.jpg"><img class="wp-image-72064" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0122.jpg" alt="foto colorida horizontal de 3 moças, as da ponta usam camiseta do grêmio e a do centro, do inter" width="584" height="390" /></a> A turma de Laura Silva (C) e Maria Fernanda (D) entrou no ritmo do Gre-Nal[/caption]
<h3>Nem o Gre-Nal afastou o público</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O domingo também foi de clássico Gre-Nal, mas nem isso impediu a presença de estudantes no campus. Entre elas, amigas vestindo camisetas da dupla gaúcha circulavam pelo evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A colorada Laura Silva, 18 anos, caloura de Agronomia, comemorava a conquista da vaga pelo Sisu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Era um sonho meu desde sempre. Eu achava o auge estudar em federal. Estudei muito e consegui passar direto do ensino médio”, contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao lado dela, a gremista Maria Fernanda Barbosa, 20 anos, estudante de Engenharia Química, também aproveitava a tarde. As duas são de Rosário do Sul e pretendiam acompanhar o jogo dali mesmo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Vamos tentar assistir aqui”, disseram, entre risadas, com a partida prestes a começar.</span></p>
<h3>Arte Além do Ofício e Troca de livros</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A programação também contou com o Projeto Arte Além do Ofício, que reúne servidores ativos e aposentados da UFSM que desenvolvem trabalhos manuais e artísticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O projeto já começou há muitos anos. É essa ideia de que, além do ofício na Universidade, a gente também tem uma arte”, contou Sônia Carnellucci, integrante do grupo e aposentada do Centro de Artes e Letras, onde trabalhou por mais de 40 anos. “Eu saí da Universidade, mas ela não saiu de mim.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As peças, produzidas individualmente em casa, são comercializadas durante o evento. O projeto participa do Viva o Campus por meio de edital e é aberto a servidores ativos e aposentados, fortalecendo o vínculo com a Instituição mesmo após a aposentadoria.</span></p>
[caption id="attachment_72065" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0059.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72065" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0059.jpg" alt="" width="584" height="390" /></a> Estande de troca de livros atraiu leitores[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Outra tenda que chamou atenção foi a da troca de livros do Setor de Atenção Integral ao Estudante (Satie), da Prae. O projeto, que já se tornou ação de extensão, funciona por meio de um sistema de categorias – que variam conforme o tipo e o estado de conservação do livro – permitindo que o público realize trocas equivalentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Valorizamos mais o livro de ficção do que o técnico, para estimular a leitura não obrigatória na Universidade. Muitos estudantes dizem que gostavam de ler antes de entrar na graduação e acabam deixando isso de lado. A leitura também é uma ferramenta de autocuidado, de lazer, de prazer”, explicou a assistente social Andréia Zanoello.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das trocas, o projeto recebe doações de estudantes e até de bibliotecas da própria UFSM, incentivando a circulação dos livros e ampliando o acesso à leitura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com música eletrônica no Largo do Planetário, atividades científicas, ações de acolhimento e espaços de convivência, o Viva o Campus reforçou seu papel como ponte entre a universidade e a comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um domingo de sol, às vésperas do início das aulas, o campus voltou a pulsar, reunindo sotaques de diferentes países, histórias de quem está começando e de quem já construiu sua trajetória na instituição, famílias com chimarrão nas mãos e estudantes que, entre uma atividade e outra, ainda encontraram tempo para acompanhar o clássico do futebol gaúcho.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Jessica Mocelin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inscrições abertas para a equipe da UFSM no Projeto Rondon – Operação Carimbó</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/10/inscricoes-abertas-para-a-equipe-da-ufsm-no-projeto-rondon-operacao-carimbo</link>
				<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:13:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Rondon]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71979</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes de diferentes áreas podem se inscrever até 5 de março]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estão abertas até 5 de março as inscrições para estudantes da UFSM interessados em participar do <a href="https://www.ufsm.br/2026/02/05/ufsm-integra-a-operacao-carimbo-da-100a-edicao-do-projeto-rondon" target="_blank" rel="noopener">Projeto Rondon – Operação Carimbó</a>, que ocorrerá no Pará entre os dias 6 e 25 de julho de 2026.</p>
<p>Serão selecionados oito estudantes para compor a equipe e mais quatro para cadastro reserva, que poderão participar em caso de vacância de titulares. </p>
<p>São três vagas para a área da saúde; duas vagas para a área de direitos humanos e justiça; duas vagas para a área da educação; e uma vaga para a área da cultura.</p>
<p>Mais informações no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/010-2026" target="_blank" rel="noopener">edital</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        