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				<title>Cerimônia de premiação do 3º SAE será no dia 15 de dezembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/12/06/cerimonia-de-premiacao-do-3o-sae-sera-no-dia-15-de-dezembro</link>
				<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 14:28:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
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						<description><![CDATA[Pelo terceiro ano, SAE desafiou os participantes a divulgarem suas pesquisas em língua inglesa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Comissão Organizadora do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/labler/symposium-of-academic-exchange" target="_blank" rel="noopener">3º Symposium of Academic Exchange (SAE)</a> convida a comunidade para a cerimônia de premiação das melhores apresentações do evento, que acontecerá no dia 15 de dezembro (sexta-feira), às 14h, no Salão Imembuí, no prédio da Reitoria. A lista definitiva das melhores apresentações e dos destaques em cada categoria ficará disponível a partir do dia da cerimônia no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/editais/001-2023-35" target="_blank" rel="noopener">site do edital</a>.</p>
<p>Em sua terceira edição, o SAE mais uma vez contou com um crescimento no número de inscrições em relação à edição anterior. A novidade deste ano foi a seção SAE High School, que desafiou alunos do ensino médio do CTISM e Politécnico a apresentarem os trabalhos desenvolvidos em seus cursos para públicos multidisciplinares. O <a href="https://www.instagram.com/p/CyzN5URMwBU/" target="_blank" rel="noopener">SAE High School</a> ocorreu no dia 24 de outubro e compreendeu quatro apresentações.</p>
<p>O SAE Higher Education, para discentes de graduação e de pós-graduação da UFSM, ocorreu nos dias 7 e 8 de novembro e contou com 55 apresentações, representando todas as oito grandes áreas do conhecimento.</p>
<p>O SAE é uma ação de impulsionamento à Internacionalização, Desafio 1 do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016-2026 da Universidade. Nesse sentido, o simpósio desafia os participantes a apresentarem sua pesquisa em língua inglesa, em até cinco minutos, de forma envolvente, para que seja compreendida por um público multidisciplinar.</p>
<p>O evento é promovido pelo Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLeR) e projeto Línguas no Campus (LinC), com o apoio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), da Secretaria de Apoio Internacional (SAI) e do Núcleo de Idiomas e Traduções (Nitra).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2º Simpósio de Intercâmbio Acadêmico estimula cultura da internacionalização na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/31/2o-simposio-de-intercambio-academico-estimula-cultura-da-internacionalizacao-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 11:44:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[SIA]]></category>

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						<description><![CDATA[Nos dias 7 e 8 de novembro, haverá apresentações de trabalhos em inglês e em português como língua adicional em contexto multidisciplinar ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLeR - DLEM) e o programa Idiomas sem Fronteiras (IsF - Andifes), em parceria com a Secretaria de Apoio Internacional (SAI) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da UFSM, convidam a comunidade acadêmica para prestigiar a segunda etapa do <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-de-apoio/sai/eventos/iio-simposio-de-intercambio-academico" target="_blank" rel="noopener">2º Simpósio de Intercâmbio Acadêmico (2º SIA)</a>, que será realizada nos dias 7 e 8 de novembro, no Campus Sede da UFSM.</p>
<p>O 2º SIA visa estimular o desenvolvimento de letramentos acadêmicos em língua inglesa e em língua portuguesa como línguas estrangeiras/adicionais em resposta ao Desafio de Internacionalização do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016-2026 da UFSM e oportunizar um espaço multidisciplinar de intercâmbio de pesquisas, dando visibilidade à ciência produzida na UFSM em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p>O 2º SIA congrega o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/editais/001-2023-35" target="_blank" rel="noopener">3º Symposium of Academic Exchange (3º SAE)</a> e o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/editais/001-2023-35" target="_blank" rel="noopener">3º Pesquisadores/as Sem Fronteiras: Mostra de Trabalhos em Andamento</a>.</p>
<p>Na primeira etapa do evento, durante a 38ª JAI, houve a estreia do <a href="https://www.instagram.com/p/CyzN5URMwBU/" target="_blank" rel="noopener">SAE High School</a>, em que estudantes de nível médio do Colégio Politécnico e<br />do Colégio Técnico Industrial (CTISM) aceitaram o desafio de apresentar seus trabalhos em língua inglesa em até cinco minutos.</p>
<p>Na segunda etapa, haverá apresentações em nível de graduação e de pós-graduação, conforme programação a seguir:</p>
<p><strong>Dia 7 de novembro</strong></p>
<p><em>9h30</em> - Abertura oficial do 2º SIA, na Salão Imembuí, Reitoria;<br /><em>10h30</em> - Mesa-redonda intitulada "Internacionalização em casa: desafios";<br /><em>14h às 17h50</em> - <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/368/2023/08/Inscricoes-aceitas-III-SAE.docx.pdf" target="_blank" rel="noopener">1º turno de trabalhos em inglês</a> - SAE Higher Education, no Salão Imembuí, Reitoria;<br /><em>14h</em> - trabalhos em português como língua adicional - Pesquisadores/as Sem Fronteiras: Mostra de Trabalhos em Andamento, na sala 3282, prédio 16;</p>
<p><strong>Dia 8 de novembro</strong></p>
<p><em>14h às 17h50</em> - <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/368/2023/08/Inscricoes-aceitas-III-SAE.docx.pdf" target="_blank" rel="noopener">2º turno de trabalhos em inglês</a> - SAE Higher Education - no Salão Imembuí, Reitoria.</p>
<p>Com caráter também competitivo, o SAE visa valorizar a participação estudantil nessa atividade e nos desafios que ela propõe. Por isso, conta<br />com certificação de apresentações que se destacam e premiação para as três melhores apresentações, que envolve produtos/serviços internos na Universidade (LINC e NITRA) e de parceiros da comunidade local.</p>
<p>Além dos primeiros lugares e destaques, que são escolhidos por uma banca avaliadora, o público poderá votar na categoria People's Choice Award, escolhendo a apresentação mais popular.</p>
<p>Atualizações podem ser acompanhadas pelas redes sociais do <a href="https://www.instagram.com/linc_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">LabLeR/Línguas no Campus</a>, <a href="https://www.instagram.com/isf_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Idiomas sem Fronteiras</a> e <a href="https://www.instagram.com/sai.ufsm/" target="_blank" rel="noopener">SAI</a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Perspectivas e desafios do envelhecer: eventos na UFSM marcaram o Mês da Longevidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/30/perspectivas-e-desafios-do-envelhecer-eventos-na-ufsm-marcaram-o-mes-da-longevidade</link>
				<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 14:15:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados de Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

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						<description><![CDATA[Primeira edição da Jornada da Longevidade da UFSM ocorreu na sexta-feira (27)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64342" align="alignright" width="696"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8877.jpg"><img class="wp-image-64342" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8877.jpg" alt="foto colorida horizontal de um auditório visto de trás, com pessoas sentadas nas cadeiras e à frente a mesa composta por mulheres" width="696" height="464" /></a> Jornada da Longevidade integrou a programação da JAI[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH), ocorreu na sexta-feira (27), no auditório do Colégio Politécnico, a primeira edição da Jornada da Longevidade da UFSM - Perspectivas e Desafios do Envelhecer. O evento integrante da programação da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) e que compôs a programação do Mês da Longevidade, em parceria com o Sesc, Prefeitura de Santa Maria, Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa e UFSM, teve como objetivo promover e aprofundar discussões de produção técnico-científica acerca do envelhecimento e sua complexidade na contemporaneidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento teve como foco a troca de experiências entre estudantes e profissionais de diferentes áreas que atuam com a temática da longevidade e envelhecimento. De acordo com a professora do Departamento de Terapia Ocupacional Kayla Araujo Ximenes Aguiar Palma, a Jornada da Longevidade se torna importante uma vez que integra as pessoas que têm interesse na área. “Juntar pessoas do técnico, da graduação, da pós-graduação, pessoas que trabalham na área da gerontologia e proporcionar a eles, que têm interesse de escrever trabalhos, de entender mais as questões de envelhecimento, além de se conhecerem”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento começou com um momento cultural, a apresentação do Grupo Corpo Mais, coordenado pelo professor Gustavo Duarte. Em seguida, deu-se início às mesas de apresentação. A Jornada contou com quatro mesas de apresentações, divididos em quatro eixos: eixo 1 - Envelhecimento ativo e saudável; eixo 2 - Envelhecimento, gênero, sexualidade e relações étnico-raciais; eixo 3 - Processo de saúde e cuidado no envelhecimento; e eixo 4 - Gerontologia, educação e interfaces. Essas apresentações foram divididas em dois turnos, manhã e tarde. Ocorreram, ao longo do dia, cerca de 25 apresentações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de Medicina da UFN Rhaíssa Gabriela Maciel Pithan da Silva apresentou um trabalho no eixo 3, chamado "</span><span style="font-weight: 400">Queda: Desafios e Perspectivas do Longevo"</span><i><span style="font-weight: 400">. </span></i><span style="font-weight: 400">Em sua fala, a Rhaíssa apresentou questões sobre os desafios e perspectivas relacionados à longevidade, pesquisas em longevidade, medidas de prevenção e cuidados, além de inovações tecnológicas e avanços médicos que contribuem para aumentar a expectativa de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rhaissa destacou a importância do estudo sobre quedas. “Envelhecer é uma dádiva e falar sobre esse tema, queda, que é algo que atinge os idosos, é importante. A gente pode prevenir, educar a sociedade para cuidar dos nossos idosos e, além disso, cuidar do adulto para que ele não seja um idoso que sofre dessa questão”, diz a estudante.</span></p>
<h3>Medidas de prevenção e cuidados</h3>
[caption id="attachment_64343" align="alignleft" width="659"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8989.jpg"><img class="wp-image-64343" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8989.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas sentadas em cadeiras vermelhas em um auditório e um homem de cabelo branco e camisa azul em pé conversando com elas" width="659" height="439" /></a> Professor da UFMG, Edgar Nunes Moraes conversou com participantes como dona Rosinha[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Durante sua fala, Rhaissa apresentou medidas de prevenção e cuidados importantes para pessoas da terceira idade:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Vacinação; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Rastreamento de condições médicas; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Adoção de medidas de segurança; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Práticas de higiene adequadas; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Gerenciamento de fatores de risco. </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Coordenação de cuidados médicos; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cuidados de enfermagem; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cuidados de saúde mental; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Serviços de suporte para garantir uma abordagem abrangente e personalizada.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Após as apresentações por mesa, o professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Edgar Nunes Moraes, ministrou uma palestra sobre “Como viver mais”. Em sua fala, o professor destacou o fato de que envelhecer é uma conquista e que para chegar à velhice de uma forma boa é preciso de cuidados. Edgar interagiu com a plateia e contou com o apoio de uma ouvinte do evento para uma mostra prática: Rosinha, uma senhora de 88 anos. O professor fez alguns questionamentos e atividades práticas para Rosinha. Concluiu, junto dos ouvintes, ao final do teste, que Rosinha é uma senhora saudável. O momento final da Jornada foi marcado pelo agradecimento ao professor Edgar e pela alegria e comemoração por conta do sucesso que o evento foi.</span></p>
<h3>Viva o Campus Mês da Longevidade</h3>
<p>Também integrando a programação do Mês da Longevidade, o Viva o Campus de domingo (29) teve atividades especiais voltadas à temática, como oficina de Tai Chi Chuan com médico geriatra, exposição do curso técnico em Cuidados de Idosos do Colégio Politécnico, orientações sobre direitos e violências contra pessoas idosas. No Centro de Convenções, ocorreu palestra sobre envelhecimento humano e cerimônia de homenagem ao 1º Destaque Direitos Humanos UFSM, professor Marco Aurélio de Figueiredo Acosta (<em>in memorian</em>).  </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriela Leandro, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de Desenho Industrial, bolsista<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2º Brasil Terra Indígena resgatou a ancestralidade na construção do futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/30/2o-brasil-terra-indigena-resgatou-a-ancestralidade-na-construcao-do-futuro</link>
				<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 13:16:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[brasil terra indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Estudante Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento integrou a programação da 38ª Jornada Acadêmica Integrada
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64335" align="alignright" width="747"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-30-at-08.15.28.jpeg"><img class="wp-image-64335" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-30-at-08.15.28.jpeg" alt="" width="747" height="498" /></a> Sarau Cultural Indígena ocorreu no Espaço Multiuso[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com uma programação diversificada, incluindo rodas de conversa, painéis, oficinas de pintura e rituais tradicionais, a 2ª edição do “Brasil Terra Indígena” foi realizada na UFSM de segunda (23) a sexta-feira (27). O evento fez parte da programação da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A acadêmica em Jornalismo e uma das integrantes da comissão organizadora Ana Beatriz Guedes Bacovis destaca que essa edição foi mais ampla que a primeira, pois contou com a participação de indígenas de aldeias próximas de Santa Maria, mas também de outros estados, como Minas Gerais, Ceará e Pará. “O que mais aqueceu o coração da nossa equipe foi presenciar tantos cocares e maracás na Universidade, no Restaurante Universitário, porque é isso que almejamos, que a Universidade seja pintada de povos! Que haja pluralidade e diversidade de todas as etnias”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A edição deste ano contou com a participação de grandes lideranças indígenas, como </span>Clécia Pitaguary<span style="font-weight: 400">, cacika da aldeia Monguba, no Ceará; </span>Natanael Claudino<span style="font-weight: 400">, cacique da aldeia Três Voltas; </span>Regina Goj Tej Emilio Kaingang<span style="font-weight: 400">, co-fundadora do CT Guarita pela Vida; </span>Yaa Juruna<span style="font-weight: 400">, liderança jovem da Aldeia Mïratu, no Pará; </span>Laisa Kaingang<span style="font-weight: 400">, professora pesquisadora e Mestre em Antropologia pela UFPEL; </span>Rosa Pitaguary<span style="font-weight: 400">, coordenadora do Museu Indígena Pitaguary (MIPY); </span>Domingos Xakriabá<span style="font-weight: 400">, cacique do povo Xakriabá; e a deputada federal </span>Célia Xakriabá<span style="font-weight: 400"> (de forma online).</span></p>
<h3>Programação diversificada</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na segunda-feira (23), no hall do Restaurante Universitário, ocorreu a abertura cultural, que também deu início ao evento, com cantos, rezas e oficina de pinturas corporais. A escolha de fazer no hall do RU se deu porque é um espaço muito movimentado e, nesse sentido, é uma forma de aproximar a comunidade acadêmica da cultura indígena.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, diariamente, no auditório C - anexo ao prédio 18,</span> <span style="font-weight: 400">a organização do “Brasil Terra Indígena” preparou mesas de debates, com lideranças indígenas, para expor e debater temas como “a resistência da mulher indígena”, “direitos constitucionais dos povos indígenas”, “educação decolonial e antirracista” e “territorialidade”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na noite de segunda ocorreu o painel </span><a href="https://www.ufsm.br/2023/10/24/vem-vamos-lutar-ecoar-um-so-grito-2o-brasil-terra-indigena-tem-inicio-na-ufsm"><span style="font-weight: 400">“Mulheres: Corpos territórios indígenas em resistência”</span></a><span style="font-weight: 400">, com Regina Goj Tej Kaingang, Clécia Pitaguary, Yaa Juruna e Célia Xakriabá. O painel buscou trazer para pauta a descolonização do pensamento e a oportunidade de indigenizar a Universidade, além de ressaltar o papel de lideranças indígenas femininas que, agora, estão à frente dessa luta ancestral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, foi realizado também o “Levante pela Terra”, que abordou os direitos constitucionais dos povos indígenas, e o painel “Pedagogia Decolonial e Educação antirracista”, que buscou trazer para debate formas de decolonizar a educação para tornar o espaço mais aberto ao povo indígena e menos racista</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para encerrar, na noite de quinta-feira (26), o tema abordado foi “A universidade que se quer: território de bem viver”, com a pesquisadora e mestranda em Educação pela UFRGS Daniela Franciela Sales Kaingang; Juvenal Xabriaka, liderança indígena; Joceli Sales Kaingang, bacharel em História; e Celso Jacinto, uma das lideranças do povo Kaingang de Iraí. Durante o painel, a mesa procurou debater sobre formas de possibilitar que o ingresso de indígenas nas universidades seja mais receptivo e que cada vez mais estudantes indígenas ocupem esse lugar.</span></p>
<h3>Outros eventos da programação</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">Corpo-território saudável e livre</span><span style="font-weight: 400">”: na manhã de terça-feira (24), a comunidade pôde acompanhar uma conversa sobre a descolonização da saúde, com a liderança indígena e coordenadora do Museu Indígena Pitaguary (MIPY) Rosa Pitaguary; os médicos André Rai Cherobin e Manoel Adilio dos Santos, ambos da etnia Kaingang; e com a psicóloga da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) Josiele Luana Morais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">Roda de Saberes – Mulheres indígenas e o bem viver: Biodiversidade e ancestralidade de resistência</span><span style="font-weight: 400">”: em encontro virtual com a professora pesquisadora e mestre em antropologia pela UFPEL Laisa Kaingang, a Roda de Saberes trouxe para debate temas como saúde mental de jovens indígenas, que tiveram um </span><a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/estudo-aponta-aumento-de-suicidio-entre-jovens-indigenas-no-am-e-no-ms"><span style="font-weight: 400">crescimento elevado de suicídio nos últimos anos</span></a><span style="font-weight: 400">, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz; além de debater também o lugar ocupado pela mulher indígena na sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">Apresentação de projetos indígenas da UFSM</span><span style="font-weight: 400">”: uma das pautas mais abordadas durante a semana do Brasil Terra Indígena foi a demarcação de espaços como o da universidade por parte dos povos indígenas. O objetivo é que ano após ano o número de estudantes indígenas cresça, em diferentes áreas do conhecimento. Neste sentido, e já que o evento faz parte do calendário da Jornada Acadêmica Integrada, a manhã de quarta-feira (25) foi voltada às apresentações de ensino, pesquisa e extensão de estudantes indígenas da UFSM.</span></p>
[caption id="attachment_64336" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-30-at-08.17.00.jpeg"><img class="wp-image-64336 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-30-at-08.17.00-1024x682.jpeg" alt="" width="1024" height="682" /></a> Equipe que integrou a comissão organizadora da 2ª edição do evento[/caption]
<h3>O futuro e próximas edições</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após os eventos da semana, estudantes e lideranças indígenas que compuseram a organização se reuniram com o reitor da UFSM, Luciano Schuch, em cerimônia fechada, para discutir sobre melhorias de acessibilidade, principalmente para a </span><span style="font-weight: 400">Casa do Estudante Indígena</span><span style="font-weight: 400">, e também para debater sobre o </span><span style="font-weight: 400">Vestibular Indígena da UFSM</span><span style="font-weight: 400">. Segundo informações da organização do evento, o reitor se comprometeu a ampliar e melhorar as condições da CEU.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esta foi a segunda vez que o evento ocorreu na UFSM e a organização já prepara a edição do ano que vem.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Andreina Possan, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Ana Beatriz Bacovis/Divulgação<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Salão de Extensão da JAI promove diálogo e integração entre projetos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/27/salao-de-extensao-da-jai-promove-dialogo-e-integracao-entre-projetos</link>
				<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 19:25:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante a semana, houve mostra de empreendimentos incubados na UFSM, fóruns e premiação de destaques]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64329" align="alignright" width="590"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8315-1.jpg"><img class="wp-image-64329" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8315-1.jpg" alt="" width="590" height="393" /></a> Fórum de Direitos Humanos foi uma das atividades do Salão de Extensão[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Em mais uma edição, a Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM vem acompanhada pela divulgação das ações de extensão que integram os acadêmicos, docentes e servidores com a comunidade. Mais do que isso, promovem o diálogo e evidenciam os impactos e a transformação social a partir do que é feito dentro e fora do arco da Universidade. Com esse objetivo, de segunda (23) a sexta-feira (27) foram realizadas diversas ações no 18º Salão de Extensão da JAI. Além da apresentação tradicional dos trabalhos acadêmicos, também houve entrega de certificados para os melhores trabalhos de extensão, lançamento de obras e eventos como a JAI Mirim, a Mostra dos Empreendimentos Incubados na UFSM e o Fórum de Direitos Humanos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o pró-reitor de Extensão, Flavi Lisboa Filho, essas iniciativas permitem dar visibilidade para as diferentes ações de extensão que são feitas na Universidade. “Também permite aproximação entre as pessoas. A gente conhece o trabalho dos colegas e pensa em formas de trabalhar de maneira mais integrada e interdisciplinar. Isso fomenta a integração dialógica da Universidade com a comunidade - gerando impacto na formação do estudante e transformação social”, completa Flavi.</span></p>
<h3>Fórum de Direitos Humanos chega a sua 6ª edição </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com o objetivo de divulgar iniciativas de extensão e promover o diálogo entre os projetos realizados na região, o Fórum de Direitos Humanos chegou a sua 6ª edição. Este ano, o evento esteve organizado a partir de cinco eixos temáticos: educação e direitos humanos, gênero, estudos afro-brasileiros e indígenas, soberania alimentar e nutricional e extensão prisional. Cada projeto compartilha as atuações do último ano e recebe a contribuição dos participantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A chefa do Observatório dos Direitos Humanos (ODH), Jane Schumacher, conta que o fórum é um fomento à interação entre os projetos vinculados à instituição. “Esse diálogo fortalece as redes e mostra a potencialidade dos trabalhos. E assim, vamos vendo um movimento de transformação das realidades em que os projetos estão acontecendo”, comenta Jane.</span></p>
[caption id="attachment_64326" align="alignleft" width="617"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8329.jpg"><img class="wp-image-64326" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8329.jpg" alt="" width="617" height="411" /></a> Douglas e Marcia compartilharam as ações desenvolvidas na área da acessibilidade[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma das iniciativas apresentadas foi a parceria do projeto “Teatro Flexível” com o Programa de Extensão “DiVerso”, que tem como objetivo em comum proporcionar práticas de dança e teatro para pessoas com e sem deficiência. Márcia Berselli e Douglas Leopold, integrantes do projeto, contam que as duas iniciativas se encontraram em um dos fóruns de direitos humanos promovidos pelo ODH e, de lá para cá, têm pensado em como tornar práticas cênicas mais acessíveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Para isso, revisamos tanto as práticas de dança e teatro, quanto os padrões do imaginário sobre quem está dançando ou atuando”, completa Márcia. Eles também veem o fórum como uma oportunidade de dar visibilidade ao projeto e também mostrar que existem ações na área da acessibilidade mesmo que, nesse momento, seja o único ativo na instituição.</span></p>
<h3>JAI realiza Mostra de Empreendimentos Incubados na UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta semana, a Instituição também abriu as portas para receber projetos da </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/incubadora-social"><span style="font-weight: 400">Incubadora Social da UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> que auxilia empreendimentos sociais para gerar e fortalecer trabalho e renda. No hall do prédio 74C, uma mostra de criatividade e inovação recebeu iniciativas de diferentes áreas como artesanato e reciclagem. A administradora Nathália Rigui Trindade, uma das organizadoras do evento, conta que a iniciativa acontece para que as empresas compartilhem suas vivências durante a JAI e tragam seus produtos e serviços para mostrar ao público. “É importante que falem sobre a história deles porque não é só um produto, é todo o impacto que gera na vida das pessoas e na sociedade”, afirma Nathália.</span></p>
[caption id="attachment_64327" align="alignright" width="492"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8534-1-e1698434597100.jpg"><img class="wp-image-64327" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8534-1-e1698434597100.jpg" alt="" width="492" height="378" /></a> Rafaela veio representar o empreendimento Recicla Pampa, incubado na UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Rafaela Reis veio até a JAI para representar o empreendimento “Recicla Pampa”, incubado na UFSM, que promove a coleta seletiva no território do Geoparque Caçapava do Sul. Ela vê o evento como uma forma de compartilhar a iniciativa e buscar o interesse de outras pessoas, principalmente alunos, que possam contribuir com o projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A arte, a cultura e a força do movimento negro também estiveram presentes a partir do empreendimento “Pretendedorismo”, de Caçapava do Sul. A iniciativa reúne, desde 2019, o trabalho de dez artesãs da região que comercializam desde peças em crochê até suculentas. </span></p>
[caption id="attachment_64328" align="alignleft" width="513"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8541-1.jpg"><img class="wp-image-64328" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8541-1.jpg" alt="" width="513" height="342" /></a> Ana Laura, Roselis e Maria José representaram o empreendimento “Pretendedorismo” durante a JAI[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Ana Laura Alves dos Santos trabalha com moda sustentável e faz parte do projeto desde a sua criação. Ela conta que o projeto tem uma importância muito significativa porque visa o fortalecimento do empreendedorismo de mulheres pretas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É muito bom vir aqui mostrar o nosso trabalho e todo esse apoio da incubadora é muito importante para nós. Veio muito a calhar”, conta Roselis da Silva Teixeira, que desenvolve peças em crochê no projeto e também esteve presente na JAI. Maria José Sitó da Silva compartilha do mesmo sentimento. Ela, que trabalha com o cultivo de suculentas e artesanato com garrafas pets, vê na mostra uma oportunidade para troca de conhecimento e diálogo com outros empreendedores.</span></p>
<p><em>Texto: Thais Immig, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Ana Alicia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Curso de Administração esteve presente na 38ª JAI</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2023/10/27/curso-de-administracao-esteve-presente-na-38a-jai</link>
				<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 12:03:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banners]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento reuniu diversos trabalhos de graduandos em Administração que participaram desta mostra]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p> <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/MG_5707-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Em 25 de outubro, no Centro de Convenções, ocorreu a apresentação de banners dos estudantes da UFSM, evento este integrante da 38ª Jornada Acadêmica Integrada. E o curso de Administração não poderia ficar de fora, de modo que contou com a participação massiva de seus discentes nesta mostra, enriquecendo ainda mais a ocasião.</p><p>O público presente aproveitou para prestigiar diversos trabalhos de ensino, pesquisa, inovação e extensão que estavam lá expostos. E os estudantes inscritos puderam divulgar seus trabalhos dentro da temática de Ciências Sociais Aplicadas, na qual alunas e alunos tiveram a oportunidade de se pronunciar na presença de um avaliador.</p>[caption id="attachment_2995" align="alignleft" width="450"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/MG_5716-1024x683.jpg" alt="" width="450" height="300" /> Maria Clara, Paula e Maria Danyela na 38ª JAI[/caption]<p>Foi o caso da estudante de Administração Maria Clara Severo Pinto Maciel, que em sua primeira participação na JAI, inscreveu o trabalho intitulado “Alugmat Connect: compartilhando, economizando e aprendendo”, acompanhada das co-autoras e colegas Paula Gadea Nunes e Maria Danyela Martins Furlan, sob orientação do Professor Rodrigo Guerra. Segundo Maria Clara, sua motivação em tomar parte na JAI foi justamente divulgar as ideias debatidas em sala de aula, difundindo assim o conhecimento adquirido, bem como conhecer também os projetos de outros alunos, promovendo a interação e troca de experiências com seus pares na universidade.  </p><p>No saguão do Centro de Convenções, a acadêmica de Administração Isabella da Luz Grotto apresentou o seu trabalho “Mudanças climáticas e resiliência urbana: uma análise da produção científica", tendo como avaliador o professor Gilnei Luiz de Moura, do Departamento de Ciências Administrativas da UFSM. <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/MG_5719-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/MG_5701-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> </p><p>Os trabalhos por lá apresentados englobaram todas as áreas de conhecimento que envolvem a Administração. A Jornada Acadêmica Integrada, organizada pela Coordenadoria de Iniciação Científica da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da UFSM, busca estimular a iniciação dos jovens no meio acadêmico como objetivo principal. </p><p style="text-align: justify">Parabéns aos futuros administradores e administradoras presentes pelo engajamento demonstrado, assegurando o reconhecimento e excelência da nossa instituição na formação de profissionais cada vez mais qualificados junto à sociedade.</p><p style="text-align: justify"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/IMG_5714-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/MG_5717-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/MG_5710-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2ª Maratona de Inovação premiou melhores ideias da comunidade acadêmica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/26/2a-maratona-de-inovacao-premiou-melhores-ideias-da-comunidade-academica</link>
				<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 14:34:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[ideathon]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[maratona de inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pitch day]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[Pulsar Incubadora Tecnológica]]></category>

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						<description><![CDATA[Projetos propostos pelo CCR e pelos campi de Cachoeira do Sul e Frederico Westphalen foram os campeões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64297" align="alignright" width="594"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-maratona-de-inovacao.jpg"><img class="wp-image-64297" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-maratona-de-inovacao.jpg" alt="" width="594" height="396" /></a> Pitch Day ocorreu no Espaço Coworking da Pulsar Incubadora[/caption]
<p>Na quarta-feira (25), foi realizado o Ideathon, atividade da 2ª edição da Maratona de Inovação, integrada à <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener">38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI)</a> da UFSM, no Espaço Coworking da Pulsar Incubadora. O evento foi promovido pela Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) e contou com o apoio do Sebrae, do Sicredi, da i9 Liga de Empreendedorismo e da Inova Centro, além da própria Incubadora.</p>
<p>A iniciativa aconteceu pela primeira vez em 2022 e tem como objetivo explorar o potencial dos estudantes da Universidade na geração de novos produtos, serviços ou negócios por meio da criação de projetos que buscam solucionar desafios reais. Uma das alterações do ano passado para este, contudo, foi a forma que a comunidade acadêmica fez parte das atividades.</p>
<p>A coordenadora de Educação Empreendedora da Proinova e professora do curso de Engenharia de Produção, Carmem Brum Rosa, revela que no momento em que a última edição foi finalizada, os organizadores se deram conta que a ideia poderia ser expandida para todas as unidades de ensino. “Percebemos que poderíamos convidar os Centros da UFSM, os campi de Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões para participarem da Maratona de forma integrada, e cada Ideathon realizado nas unidades de ensino selecionou a melhor ideia para competir no Pitch Day JAI. Então, reformulamos a maratona e a tornamos uma jornada de inovação em 2023", disse a docente.</p>
<p>Dessa forma, a partir do dia 19 de abril deste ano, todos os setores participaram de uma etapa individual do Ideathon e, no fim, escolheram um projeto formulado pelos estudantes da unidade para o Pitch Day - dia final de apresentação das propostas. Cada idealizador teve cinco minutos para expor sua iniciativa e cinco minutos para tirar dúvidas da banca de avaliadores, que foi formada pelo assessor de negócios e desenvolvimento do Sicredi, Eduardo Saldanha, pela administradora e empresária Jeanne Mainardi e pelo gerente regional do Sebrae, Maico Fabiano.</p>
[caption id="attachment_64298" align="alignleft" width="573"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-sara-maratona-de-inovacao-e1698329650810.jpg"><img class="wp-image-64298" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-sara-maratona-de-inovacao-e1698329650810.jpg" alt="" width="573" height="493" /></a> Sara foi uma das estudantes que apresentou produtos[/caption]
<p>O evento foi aberto pela palestra de Felipe Ravanello, sócio-fundador e diretor de negócios e crescimento da Gestão DS - empresa que nasceu na Pulsar Incubadora -, que falou sobre seu início e a caminhada no mundo do empreendedorismo.</p>
<p>A aluna do curso de Enfermagem Sara Carvalho foi uma das participantes da 2ª Maratona de Inovação. Ela foi a representante do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e apresentou o produto “LubriTech, prevenção combinada”, cuja proposta era a utilização da medicação para prevenção do vírus do HIV em um lubrificante íntimo comum.</p>
<p>A estudante conta que participar do Ideathon ajudou no seu crescimento pessoal e acadêmico. “Vai ter um impacto muito positivo na minha vida, independente de ser premiada ou não, porque a gente conseguiu acessar experiências diferentes. Tivemos a oportunidade de assistir à palestra agora, em que um empreendedor contou todo o processo dele de empreender. Nós acabamos tendo oportunidades que não teríamos se não tivéssemos arriscado participar da Maratona de Inovação”, declarou.</p>
<p><em>Ao fim das apresentações, três propostas foram anunciadas como vencedoras do Pitch Day:</em></p>
<p>Em <strong>1º lugar</strong> ficou a “On Flavor, realçador de sabor e nutrientes em produtos de pessoas em tratamento oncológico”, do Centro de Ciências Rurais (CCR), que recebeu R$ 3 mil de investimento.</p>
<p>Em <strong>2º</strong>, ficou a “EcoPav, pavimentação com produtos ecológicos feito com reutilização das sobras de obras”, do Campus da UFSM de Cachoeira do Sul, que recebeu R$ 2 mil de investimento.</p>
<p>Em <strong>3º</strong>, ficou a “Cuide Bem, dispositivo de controle e cuidado para cuidadores e responsáveis de crianças e pessoas com alzheimer”, do Campus de Frederico Westphalen, que recebeu R$ 1 mil de investimento.</p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-3 is-cropped"><!-- wp:image {"id":64301,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-frederico-westphalen-maratona-de-inovacao-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-frederico-westphalen-maratona-de-inovacao-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64301" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Equipe de Frederico Westphalen</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-ccr-maratona-de-inovacao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-ccr-maratona-de-inovacao-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64300" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Equipe de Cachoeira do Sul</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-cachoeira-do-sul-maratona-de-inovacao-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-cachoeira-do-sul-maratona-de-inovacao-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64299" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Equipe do CCR</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista </em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM Global 2023 - 1° Seminário de Internacionalização orientou pesquisadores a captar recursos europeus</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/26/ufsm-global-2023-1-seminario-de-internacionalizacao-orientou-pesquisadores-a-captar-recursos-europeus</link>
				<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 12:35:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica]]></category>
		<category><![CDATA[espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[SAI]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Global]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64283</guid>
						<description><![CDATA[Evento contou com a participação de professores de universidade da Espanha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64285" align="alignright" width="695"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8565-1.jpg"><img class="wp-image-64285" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8565-1.jpg" alt="" width="695" height="463" /></a> Professora do Instituto de La Grasa apresentou os programas disponíveis para universidades brasileiras[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Integrando a programação da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener">38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI)</a>, foi realizado na quarta-feira (25) o UFSM Global 2023 - 1º Seminário de Internacionalização, que teve como foco debater a internacionalização da Universidade. No Salão Imembuí, foram debatidas as </span><span style="font-weight: 400">experiências em captação de recursos em agências financiadoras internacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os palestrantes que expuseram as suas experiências foram os professores María Roca e Antonio Pérez-Gálvez, do Instituto de La Grasa/CSIC de Sevilha, Espanha, e o professor do Departamento de Clínica Médica da UFSM Alexandre Vargas Schwarzbold. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na apresentação do evento, estiveram à frente a professora do Departamento de Tecnologia e Ciências do Alimento, Leila Zepka, e o diretor adjunto da Secretaria de Apoio Internacional (SAI), professor Júlio César Cossio Rodriguez. Ele comentou que a experiência internacional é muito importante para que as pesquisas possam captar recursos fora das agências nacionais. “É importante que todos os Centros da UFSM tenham uma rede de colaboração efetiva internacional, para que consigam captar recursos e avançar na internacionalização”, afirmou Júlio.</span></p>
<h3>Cooperação Brasil-Espanha</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As exposições do tema foram feitas em espanhol e português. Primeiramente, a professora María Roca falou sobre a colaboração entre o Brasil e a Espanha nas pesquisas técnicas e científicas para o financiamento europeu. Ela apresentou os programas disponíveis para as universidades brasileiras, como o European Research Council, EURAXESS, Water 4all, Bella, entre outros. Explicou que algumas áreas são mais suscetíveis a terem um financiamento aprovado, pois são de interesse dos europeus, como mudanças climáticas e água. Um ponto de destaque para os recursos europeus é que o aporte financeiro é grande e as informações são fáceis de serem acessadas.</span></p>
[caption id="attachment_64286" align="alignleft" width="465"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8559-e1698322176663.jpg"><img class="wp-image-64286" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8559-e1698322176663.jpg" alt="" width="465" height="437" /></a> María Roca e Antonio Pérez-Gálvez[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">María destacou que já são quase 10 anos de colaboração com os pesquisadores e professores, e que é uma experiência enriquecedora, pois cada um tem as suas ideias e formas que irão agregar ao projeto. “Os pesquisadores do Brasil contribuem com uma infraestrutura que não temos na Espanha, e nós contribuímos com um conhecimento e uma infraestrutura que não temos aqui, e é uma forma de crescer incrível e única”, comentou a professora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na segunda parte do seminário, o professor Antonio Pérez-Gálvez, que também é docente do Instituto de La Grasa, abordou a ética nas avaliações de pesquisas científicas. Ele apresentou a Declaration on Research Assessment (DORA), uma avaliação de pesquisa que pretende diminuir a prática de correlacionar o fator de impacto de um periódico ao cientista e suas métricas. O objetivo é melhorar o uso dos índices e criar currículos narrativos dos pesquisadores não apenas mostrando os índices, que podem ser manipulados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A importância da colaboração entre os dois países é importante, pois cada um contribui com a sua especialidade e conhecimento. Reconhecemos que não podemos conhecer tudo e ser especialistas em tudo e a única maneira de avançar cientificamente é colaborando com os nossos companheiros”, afirmou Antonio. Ele ainda comentou que quando trabalham com países de culturas diferentes é muito mais enriquecedor, pois as perspectivas são muito diferentes em cada país.</span></p>
<h3>Experiência brasileira</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Por último, o professor do Departamento de Clínica Médica da UFSM Alexandre Vargas Schwarzbold falou sobre a experiência de captar recursos para a área da saúde, dando como exemplo um caso de um centro de pesquisa clínica. Ele comentou a importância das redes de pesquisa, enfatizando a relevância dessa relação de parceria entre os pares para compartilhar o conhecimento entre os pesquisadores. Segundo ele, as redes de colaboração internacional necessitam também qualificar as pessoas a nível local, os docentes e estudantes, como também a infraestrutura física. </span></p>
[caption id="attachment_64287" align="alignright" width="623"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8546-1.jpg"><img class="wp-image-64287" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8546-1.jpg" alt="" width="623" height="415" /></a> Seminário foi realizado no Salão Imembuí, no prédio da Reitoria[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O que impulsionou as pesquisas clínicas na área da saúde foi a pandemia de Covid-19, quando foi necessária a colaboração de muitos países para o desenvolvimento da vacina. “O grande objetivo dessas cooperações internacionais é qualificar o nosso nível local e gerar conhecimento e uma maior capacidade de responder às populações, que vão gerar produtos como a vacina, métodos de diagnóstico, novos métodos para controlar doenças”, afirmou Alexandre.</span></p>
<h3>Internacionalização das pesquisas </h3>
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM tem como um dos principais focos do seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) a internacionalização. O diretor adjunto da SAI, Júlio César Cossio Rodriguez</span><span style="font-weight: 400">, comentou que a experiência dos professores convidados para o evento é importante para ajudar a demonstrar que é possível captar recursos internacionais. “</span><span style="font-weight: 400">O que falta às vezes é conhecimento do melhor caminho para captar recursos, porque por muito tempo na Universidade se focou muito na mobilidade de professores e estudantes, e não necessariamente nas pesquisas conjuntas”, salientou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM ainda tem desafios para percorrer, mas a SAI e outros órgão da Universidade têm feito esforços para informar aos pesquisadores sobre as oportunidades de bolsas e cooperação entre diversos países, conforme foi destacado durante o seminário.</span></p>
<p><em>Texto: Mariane Machado, estudante de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de Desenho Industrial, bolsista</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI Mirim: crianças apresentam seus trabalhos na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/26/jai-mirim-criancas-apresentam-seus-trabalhos-na-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 10:35:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[JAI Mirim]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante toda a quarta-feira (25), estudantes dos nove municípios que fazem parte da Quarta colônia mostraram suas pesquisas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64280" align="alignright" width="692"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8387.jpg"><img class="wp-image-64280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8387.jpg" alt="" width="692" height="461" /></a> Programação ocorreu em um dos prédios do CCSH[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Nesta quarta-feira (25), foi realizada a segunda edição da Jornada Acadêmica Integrada (JAI) Mirim. Na ocasião, estudantes dos nove municípios da Quarta Colônia apresentaram seus trabalhos para a comunidade. O evento recebe alunos desde o Ensino Infantil até os anos finais. O evento tem como objetivo aproximar os alunos do Ensino Fundamental com a Universidade, promovendo uma grande troca de conhecimentos, além de desenvolver habilidades sociotécnicas para ambos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação aconteceu no hall do prédio 74, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH). O espaço, que foi todo pensado e organizado para as crianças, contou com atrações como brincadeiras, lanches e, claro, a participação dos famosos dinossauros da região. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os trabalhos apresentados têm relação com o Geoparque Quarta Colônia Mundial UNESCO. Dessa forma, temas base são enviados às escolas por meio das Secretarias de Educação de cada município. A partir destes temas, os professores podem usar a criatividade para as produções desenvolvidas. </span></p>
<h3>Dinossauros presentes</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os alunos Gustavo Viero Vissotto e Shivani da Luz Silva, do 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Giuliani, de Restinga Sêca, realizaram uma pesquisa a respeito dos nove dinossauros encontrados na região e suas especificidades. O levantamento durou cerca de dois meses, entre pesquisa, ilustrações e confecção dos materiais. Como resultado final, os alunos apresentaram réplicas dos dinossauros. Foram apresentadas as características de cada um, onde viviam, idade e demais curiosidades. Os alunos contam que essa foi sua primeira apresentação na JAI, mas pretendem retornar no próximo ano com novas pesquisas. </span></p>
[caption id="attachment_64281" align="alignleft" width="342"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_2116.jpg"><img class="wp-image-64281" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_2116.jpg" alt="" width="342" height="456" /></a> Geotrilha foi um dos trabalhos apresentados[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A aluna Evelyn Santos, do 9º anos da EMEF Francisco Giuliani, também apresentou sua pesquisa. Seu trabalho foi uma Geotrilha, ou seja, um tabuleiro de jogo sobre cada um dos nove municípios da 4º Colônia. A turma foi dividida em grupos, que receberam um roteiro de perguntas para a pesquisa. Mais tarde, as questões foram transformadas em cartas que fazem parte do jogo. Para brincar, o participante precisa jogar o dado, se cair em uma casa amarela ele deve responder uma das perguntas. O objetivo é que, no final do ano, os estudantes possam ser avaliados, por meio da atividade, de forma divertida e prática. Evelyn contou ainda que a apresentação é </span><span style="font-weight: 400">uma experiência nova, mas positiva, e que no futuro sabe que momentos como esse serão importantes no seu desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vice-diretora do Geoparque Quarta Colônia Mundial UNESCO, Michele Vestena, afirma que a Instituição já vem ao longo dos anos trabalhando a importância da educação patrimonial dentro da proposta do Geoparque, por se tratar de um dos principais pilares para seu desenvolvimento. Destaca ainda que “as pessoas que moram no território precisam conhecer o que temos, para poder valorizar". Com isso, pode-se gerar identificação com o espaço, e por fim, sua preservação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Buscamos diversas formas de inserção da educação patrimonial, desde a curricularização nas escolas dos municípios, o que faz com que os alunos tenham aulas específicas sobre o assunto uma vez na semana. Até chegar em eventos como a JAI, apresentar os trabalhos desenvolvidos nesses momentos, das mais diversas formas. Então, o que mostramos aqui é apenas uma parcela de tudo que se constrói durante o ano”, destacou Michele.</span></p>
[caption id="attachment_64282" align="alignright" width="297"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_2103.jpg"><img class="wp-image-64282" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_2103.jpg" alt="" width="297" height="396" /></a> Brinquedos produzidos pelas crianças[/caption]
<h3>Brincadeiras ancestrais</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta segunda edição, a JAI Mirim se consolida também como um espaço democrático de conhecimento, para as mais diversas faixas etárias. É o caso dos estudantes da EMEI Beija-Flor, de Faxinal do Soturno. Os trabalhos foram realizados por alunos de seis meses até os três anos de idade. Isso porque, por meio de atividades enviadas às famílias, que foram relatadas em diários, foi possível estudar os tipos de brincadeiras que os pais e avós dos pequenos realizavam na infância. Mais tarde, foram produzidos alguns dos brinquedos mencionados nos textos. E o resultado foram inúmeras brincadeiras com as crianças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Atividades como essa fazem com que os familiares também se sintam valorizados pelos filhos e netos, além de aproximar as gerações entre si, e desenvolver um contato maior das famílias com a escola. Durante as atividades, os ancestrais puderam relembrar sua infância, retomando suas memórias e repassando conhecimentos também", relatou a diretora da escola, Liselene Barichelo Barbosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento não conta com avaliações e premiações, pois os estudos apresentados possuem caráter educativo e de desenvolvimento dos estudantes. </span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped"><!-- wp:image {"id":64273,"sizeSlug":"full","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8461-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8461-1.jpg" alt="" class="wp-image-64273" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8473.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8473.jpg" alt="" class="wp-image-64274" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8519.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8519.jpg" alt="" class="wp-image-64276" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8393.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8393.jpg" alt="" class="wp-image-64275" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8500.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8500.jpg" alt="" class="wp-image-64279" /></a></figure>
<!-- /wp:image --><figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">Imagens da JAI Mirim, realizada na manhã de quarta-feira (25)</figcaption></figure>
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<p><em>Texto: Tatiane Paumam, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Ana Alicia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI Jovem: aproximando os jovens do Ensino Médio com a ciência e a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/25/jai-jovem-aproximando-os-jovens-do-ensino-medio-com-a-ciencia-e-a-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 12:17:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[jai jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[6ª edição do evento teve o dobro de inscritos em relação a 2022]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64267" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-a-jai-jovem.jpg"><img class="wp-image-64267 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-a-jai-jovem-e1698235670124-1024x590.jpg" alt="" width="1024" height="590"></a> Na terça (24) de tarde, foram apresentados 241 trabalhos de 37 escolas (Foto: Pedro Pereira)[/caption]
<p>Com 241 trabalhos submetidos e 37 escolas envolvidas - mais que o dobro de pesquisas e instituições em relação ao ano passado -, foi realizada a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/jai-jovem" target="_blank" rel="noopener">6ª edição da JAI Jovem</a>, no Centro de Convenções da UFSM, durante a tarde da terça-feira (24). O evento, que acontece desde 2016 - com exceção de 2020 e 2021, em função da pandemia - contou com a exposição de banners, apresentação de projetos e uma cerimônia de certificação para os destaques da atividade.</p>
<p>Assim como em 2022, a iniciativa foi separada em duas categorias de inscrição: Jovem Pesquisador, promovida pela Coordenadoria de Pesquisa (CPesq) da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), e Jovem Extensionista, promovida pela Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (CAFE) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Cada escola foi responsável por indicar os representantes.</p>
<p>Na primeira modalidade, estavam incluídos trabalhos das seguintes áreas: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias. Na segunda: Comunicação; Cultura e Arte; Direitos Humanos e Justiça; Educação; Meio Ambiente; Saúde; Tecnologia e Produção; e Trabalho. Todos os destaques selecionados podem ser conferidos no fim do texto.</p>
[caption id="attachment_64265" align="alignright" width="451"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-b-jai-jovem-1-scaled.jpg"><img class="wp-image-64265" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-b-jai-jovem-1-scaled.jpg" alt="" width="451" height="603"></a> Rafaela Tamiosso, do Colégio Tiradentes (Foto: Pedro Pereira)[/caption]
<p>O coordenador de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Leandro Souza da Silva, é o coordenador da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener">38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI)</a> e, consequentemente, da iniciativa com os jovens. O docente explica que o compromisso da JAI Jovem é estabelecer uma conexão dos visitantes com a Universidade por meio da ciência. “O projeto surgiu justamente com a expectativa de aproximar a UFSM das escolas de Ensino Médio, por conta de os estudantes serem o público-alvo da Instituição. Então, é importante para eles conhecerem o campus e entenderem como funciona o processo, a realização, a condução e a apresentação de uma pesquisa e de seus resultados”.</p>
<p>A aluna do Colégio Tiradentes de Santa Maria Rafaela Tamiosso contribuiu para a execução do trabalho intitulado “Tecnologias em saúde para o tratamento de hipertensão arterial: experiência de estudantes do ensino médio”, do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF), como bolsista. Sua colega Gabriela Fernandes Borin também participou do projeto.</p>
<p>Para a estudante, que tem a intenção de cursar Odontologia na UFSM, o evento é a chance de os jovens aparecerem em meio à comunidade acadêmica e praticarem alguns aspectos sociais próprios deste universo. “A JAI te abre muitas possibilidades. Eu, por exemplo, não sou acostumada a falar com muita gente em público. Aqui e, eu imagino, na faculdade, vai ser bastante necessário. Além disso, é a oportunidade de mostrar um trabalho que você desenvolveu, uma pesquisa que demorou tanto tempo e tem impacto na sociedade, e de conversar com as pessoas para perder a timidez e diminuir o nervosismo”, relatou.</p>
[caption id="attachment_64266" align="alignleft" width="627"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-c-jai-jovem.jpg"><img class="wp-image-64266" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-c-jai-jovem.jpg" alt="" width="627" height="470"></a> Alunos do Instituto Vicente Dutra, de Júlio de Castilhos (Foto: Pedro Pereira)[/caption]
<p>Os alunos do Instituto Estadual de Educação Vicente Dutra, de Júlio de Castilhos, Kauã Prestes e Maxson Venícius dos Santos, vieram ao Coração do Rio Grande expor a pesquisa “Semáforo inteligente com sinal para pedestres para uma mobilidade urbana segura”. A iniciativa tem como objetivo diminuir a quantidade de acidentes que acontecem nas ruas castilhenses.</p>
<p>Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município vizinho de Santa Maria conta com cerca de 19 mil habitantes. Desta forma, assim como em outras regiões menores do Rio Grande do Sul, a cidade não possui um sistema de gestão de tráfego seguro.</p>
<p>A dupla de estudantes acredita que, com a apresentação na JAI Jovem deste ano, o Poder Público possa notar sua ideia e, quem sabe, estudar a implementação do “semáforo inteligente”.</p>
<h3>&nbsp;</h3>
<h3>Destaques na categoria Jovem Pesquisador:</h3>
<p><strong>Ciências da Natureza e suas Tecnologias</strong></p>
<p>“Motor construído com materiais recicláveis: uma maneira diferente de aprender Física e investir na sustentabilidade” - Arthur Gonçalves Rezer - Escola Estadual de Ensino Médio Cilon Rosa<br>“Velas perfumadas: uma proposta sustentável” - Davi da Costa Dutra Arruda - Escola Estadual de Ensino Médio Professora Maria Rocha<br>“Green Coffee” - Luísa de Medeiros Saraiva - Escola de Educação Básica da URI Santiago&nbsp;</p>
<p><strong>Ciências Humanas e suas Tecnologias</strong></p>
<p>"'Da terra à consciência’: juntos pelo futuro sustentável – a transformação começa no descarte responsável das embalagens de defensivos agrícolas” - Antonia Manfio Stefanello - Esc. Estad. de Educ. Básica Dom Antônio Reis (Faxinal do Soturno)<br>“Promoção de debates em sala de aula através do modelo de simulações da organização das nações unidas” - Arthur Correa Teixeira - Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Santa Maria<br>“Estratégias efetivas para o reconhecimento de Altas Habilidades/Superdotação e enriquecimento curricular” - Emilly de Souza Martelli - Colégio Estadual Manoel Ribas</p>
<p><strong>Linguagens, Códigos e suas Tecnologias</strong></p>
<p>“Dança, pintura e cinema: representações do movimento nas artes” - Isaac Marques - Colégio Franciscano Sant’ Anna<br>“A trilogia do conhecimento: embarcando em um mar de anarquia” - Júlia Basso Miolo - Colégio Riachuelo<br>“A importância da inclusão da literatura infantil na alfabetização, na construção linguística e social de crianças surdas da cidade de Santa Maria” - Manuela Moraes Garcez - Colégio Nossa Senhora de Fátima</p>
<p><strong>Matemática e suas Tecnologias</strong></p>
<p>“Explorando a beleza da matemática: arte e geometria no Geogebra” - Isaac Silva dos Santos - E.E.E.B. Professora Margarida Lopes<br>“Saúde Mental e a Escola Pública” - João Vitor da Silva - Instituto Estadual de Educação Vicente Dutra (Júlio de Castilhos)<br>“Inovação com sistema de radiofrequência: economia e eficiência nas escolas” - Enzo de Paula Aguiar dos Santos - Colégio Estadual Manoel Ribas</p>
<h3>Destaques na categoria Jovem Extensionista</h3>
<p><strong>Comunicação</strong></p>
<p>“Ampliando horizontes: a relevância da argumentação na vida cotidiana e no crescimento pessoal” - Helena Verônica Baierle - Colégio Riachuelo<br>“Grupo Comunic@ NTP: criação, aprendizado, comunicação e multiletramento digital” - Jaqueline Emanueli Nunes Costa - Esc. Est. de Ens. Médio Professora Naura Teixeira Pinheiro - S. Maria<br>“Relação de poder em redes de comunicação e suas influências” - Bruna Luiza Schroder - Colégio Nossa Senhora de Fátima</p>
<p><strong>Cultura e Arte</strong></p>
<p>“A casa da nona da Quarta Colônia” - Heloísa Lago Pesamosca Escola de Educação Básica Tiradentes (Nova Palma)<br>“TrilhArt - Cacequi nos trilhos da arte” - Giovana Lopes Sauzem - Colégio Estadual Professor Antonio Lemos de Araújo (Cacequi)<br>“Cultivando a Identidade Cultural: Um estudo das Ações do Núcleo de Arte e Cultura” - Marcelo Razzera Pegoraro IFRS Campus Bento Gonçalves (Bento Gonçalves)</p>
<p><strong>Direitos Humanos e Justiça</strong></p>
<p>“Campanha antirracista na escola estadual de ensino médio” - Antônio Heydet Dal Osto - Escola Estadual de Ensino Médio Cilon Rosa<br>“Repercussão do movimento afrotransfeminista em Bento Gonçalves: uma discussão étnica, de gênero e localidade” - João Vitor Silva Borba - IFRS Campus Bento Gonçalves (Bento Gonçalves)<br>“A educação indígena sob a perspectiva de dois representantes da etnia kanhangáng” - Lorenzo Zinelli Figueira - Colégio Nossa Senhora de Fátima</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>“Tecnologia na educação infantil: um projeto para inserir a tecnologia na educação de forma saudável” - Eduarda Antonia Bitencourte Prieto - Escola Estadual de Ensino Médio Professora Maria Rocha<br>“VBEM: um projeto para a democratização da educação financeira” - Laura Hegner de Castro - Escola Estadual de Ensino Médio Professora Maria Rocha<br>“Discutindo burnout com a comunidade” - Pedro Nunes Turchetti - Escola de Educação Básica da URI Santiago (Santiago)</p>
<p><strong>Meio Ambiente</strong></p>
<p>“Conscientize-se mais” - Jaíne Garlet Osmari - Escola de Educação Básica Tiradentes (Nova Palma)<br>“Placa solar sustentável: um estudo sobre geração de energia solar com materiais de baixo custo” - Manuella Teixeira Barletta - Colégio Estadual São Sepé (São Sepé)<br>“Reutilização de águas cinzas através da utilização de um biofiltro: uma proposta sustentável para irrigação de hortaliças e verduras” - Rita de Cassia Ferreira Kurtz - Colégio Estadual São Sepé (São Sepé)</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>“A ludicidade e o ensino do funcionamento da máquina humana” - Emily Alves da Rocha José Escola de Educação Básica Tiradentes (Nova Palma)<br>“Saúde mental de professores e de alunos no Novo Ensino Médio” - Giovana Pozzatti Saurin - Escola Estadual de Ensino Médio Cilon Rosa<br>“Pressão Psicológica no Ambiente Escolar” - Luiz Henrique Gomes da Silva - Instituto Estadual de Educação Vicente Dutra (Júlio de Castilhos)</p>
<p><strong>Tecnologia e Produção</strong></p>
<p>“Arduino na automação residencial: transformando sua casa em um lar inteligente e eficiente” - Ícaro Carrier Nunes - olégio Estadual Manoel Ribas<br>“Plataforma 360º inovação, empreendedorismo e experiências visuais imersivas em eventos” - Jéferson Niederauer Brasil - Escola Estadual de Ensino Médio Professora Maria Rocha<br>“O uso da tecnologia para a inclusão de pessoas com necessidades especiais” - Luiz Antônio Silva Basso - Escola Estadual de Ensino Médio Cilon Rosa</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>“Origens” - Ana Cristina Renner dos Santos - Escola de Educação Básica Tiradentes (Nova Palma)<br>“Dificuldades na exportação de gado de corte no brasil” - Antônio Flores Augusti Ecke - Instituto Estadual Luiz Guilherme do Prado Veppo<br>“O monitoramento de preços de uma janta: a inflação e a deflação dos produtos pesquisados” - Nathália Wiethan Pallotti - Colégio Antônio Alves Ramos</p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":64269,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-4.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-4-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-64269" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Premiação dos trabalhos da JAI Jovem (Foto: Lucas Brondani)</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-2.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/foto-2-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-64268" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Público presente no Centro de Convenções (Foto: José Carlos Vargas)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Pedro Pereira, José Carlos Vargas e Lucas Brondani</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Edição histórica da JAI terá apresentação de quase seis mil trabalhos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/24/edicao-historica-da-jai-tera-apresentacao-de-quase-seis-mil-trabalhos</link>
				<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 17:47:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64244</guid>
						<description><![CDATA[38ª edição do evento vai até sexta-feira (27) com trabalhos distribuídos em quatro salões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Com 5.880 trabalhos submetidos e 5.794 aprovados para apresentação, a JAI 2023 já iniciou histórica. Segundo o c</span><span style="font-weight: 400">oordenador de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e representante da equipe de organização da JAI</span> <span style="font-weight: 400">Leandro Souza da Silva, </span><span style="font-weight: 400">“essa é a maior JAI de toda a história, em termos de trabalhos submetidos”, com 38% a mais de adesão do que no ano passado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os trabalhos são divididos nos salões de iniciação científica, extensão, ensino e pós-graduação, e distribuídos em dez sessões de pôsteres - enquanto no ano passado foram sete - e seis sessões orais, com cerca de 55 salas simultâneas de apresentação. Devido à alta demanda de apresentações orais, foi necessário o acréscimo de uma sessão oral extra para contemplar todos os trabalhos inscritos. </span></p>
[caption id="attachment_64254" align="alignright" width="541"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7427.jpg"><img class="wp-image-64254" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7427.jpg" alt="" width="541" height="360" /></a> Trabalhos submetidos tiveram aumento de 38% em relação a 2022[/caption]
<h3>Jornadas se iniciam e se perpetuam </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de estar na 38ª edição, cada JAI traz novos aspectos e novos começos. As estudantes do 7º semestre de Medicina Veterinária da UFSM Larissa Bitencourt e Larissa Ritter experienciam a sensação de apresentar seus trabalhos no evento pela primeira vez. Mesmo com a ansiedade de apresentar, elas ressaltam também a animação para prestigiar os trabalhos dos colegas, a oportunidade de </span><span style="font-weight: 400">aprimorar o currículo, aprender a fazer trabalhos acadêmicos e desenvolver a comunicação. “Tudo isso dentro da Universidade é uma grande oportunidade para nos prepararmos para quando tivermos em um evento fora, já vamos saber como fazer, vai se tornar um processo bem mais simples”, afirma Larissa Bitencourt. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também tem aqueles que colecionam memórias, como é o caso do professor de Patologia Clínica Veterinária Alexandre Krause, que avalia trabalhos na JAI desde 2010. Além de mais de uma década como avaliador, o professor esteve presente na primeira edição da Jornada Acadêmica, em 1984, ainda como aluno. Para ele, a JAI tem um papel fundamental para oportunizar, muitas vezes, a primeira participação em eventos científicos e despertar o interesse dos alunos em áreas como a iniciação científica, que fez parte de seu currículo desde o primeiro semestre de graduação. Já para os docentes, a JAI possibilita a noção do que está sendo desenvolvido na Universidade e, para Alexandre, participar como avaliador é uma forma de valorizar o trabalho dos alunos. “Desde que eu estou aqui [como professor], eu participei de todas as JAIs”, conta ele.</span></p>
<h3>Troca e acolhimento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além de estar prevista a recepção de mais de 500 estudantes dos outros campi da UFSM, alunos de outras instituições também participam do evento, como é o caso de Milena Aprato e Helena da Cruz, que vieram da Universidade Regional Integrada (URI) de Santiago apresentar na UFSM. A partir da atividade proposta por uma disciplina do curso de Medicina Veterinária no formato da JAI, surgiu a ideia de não apenas executar a avaliação, mas levá-la para o evento. O trabalho, na área de dermatologia, apresenta resultados parciais de um tratamento de piodermite profunda canina, uma infecção bacteriana na pele do animal, ocasionada por lesões, que causam coceiras e levam o animal a lamber e mordiscar o local. Milena conta que a troca com estudantes da UFSM está sendo essencial para passar segurança, além de possibilitar a interação com diversos trabalhos importantes. “Estamos vendo as pessoas se comprometerem com a avaliação. Apesar do nervosismo de todos os acadêmicos, isso faz parte. Está sendo muito bom estar aqui, agradecemos a oportunidade e agradecemos ao campus”, conclui ela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Milena Silveira, estudante do sétimo semestre de Medicina Veterinária da UFSM, foi quem acolheu as alunas de Santiago, dando suporte e dividindo o nervosismo. Com o trabalho voltado para o relato dos efeitos maléficos ocasionados pelas dietas hiperproteicas - com alto teor de proteína e com baixo teor de energia - na eficiência reprodutiva de gados de corte, ela busca mostrar que, mesmo muitas vezes passando despercebidas, as dietas têm grande relevância até no ciclo reprodutivo dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Milena, a JAI mostra o potencial da UFSM em abranger diversas pessoas e conhecimentos. “Podemos perceber como a UFSM, em uma manhã só, consegue tratar sobre diversas coisas. Com esse networking, essa troca de conhecimento, obviamente com aquela quantidade de nervosismo, mas acho que é uma sensação muito boa, podemos estar agregando conhecimento e ter essa troca”, relata.</span></p>
<h3>O papel dos monitores</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A JAI também conta com mais de 80 monitores, que prestarão auxílio durante o evento. Porém, o trabalho dos monitores também é essencial para passar segurança aos alunos. Youdeline Jacques, estudante do 9º semestre de Odontologia, já apresentou trabalhos na JAI, mas é monitora pela primeira vez. Apesar de sua função ser orientar as pessoas a respeito do banner, da localização e responder dúvidas, para ela o papel de passar confiança aos alunos é essencial. “Eu vi que é muito importante também eu passar confiança pra eles, às vezes não tem avaliador e eles ficam preocupados e a gente está aqui pra deixá-los um pouco mais calmos. A minha função, eu vi que é de grande importância”, relata.</span></p>
<p>A apresentação de trabalhos ocorre por área de conhecimento. Confira o cronograma no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener">site da JAI</a>.</p>
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<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Apresentações de trabalhos durante a 38ª JAI:</h2>
<!-- /wp:heading -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped"><!-- wp:image {"id":64249,"sizeSlug":"full","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7402.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7402.jpg" alt="" class="wp-image-64249" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7345.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7345.jpg" alt="" class="wp-image-64252" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7361.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7361.jpg" alt="" class="wp-image-64248" /></a></figure>
<!-- /wp:image --><figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">Apresentações de trabalhos em sessões de pôsteres e orais realizadas na manhã de terça-feira (24)</figcaption></figure>
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<p><em>Texto: Júlia Maciel Weber, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Gabriel Escobar da Silva, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Vem, vamos lutar! Ecoar um só grito”: 2º Brasil Terra Indígena tem início na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/24/vem-vamos-lutar-ecoar-um-so-grito-2o-brasil-terra-indigena-tem-inicio-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 13:41:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[brasil terra indígena]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>

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						<description><![CDATA[Na noite de segunda (23), lideranças de diferentes povos indígenas se reuniram na UFSM para celebrar e promover a cultura ancestral na Universidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64240" align="alignright" width="753"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/indigena-2.jpg"><img class="wp-image-64240" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/indigena-2.jpg" alt="" width="753" height="539" /></a> Deputada federal Célia Xakriabá participou de forma remota[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com “Mulheres: corpos territórios indígenas em resistência”, a UFSM promoveu o início da 2ª edição da semana “Brasil Terra Indigena - O Futuro é Ancestral”. O painel ocorreu no auditório do prédio 18 (CCNE), noite de segunda-feira (23), e contou com a participação de lideranças indígenas como a deputada federal Célia Xakriabá (de forma online) e a cacika do Povo Pitaguary Clécia Pitaguary. O objetivo é promover a cultura indígena dentro da Universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O tema deste ano, “O Futuro é Ancestral”, foi pensado a partir da ideia de que é preciso aprender com o passado para podermos mudar o futuro. É o que destaca Xainã Pitaguary, aluno de Direito da UFSM e um dos coordenadores do evento. Para ele, é muito importante que possamos refletir sobre nossa humanidade e que possamos nos reconectar com os valores ancestrais, buscando a sabedoria dos povos indígenas para preservar a natureza e mudar o futuro. Ele ainda destaca que a UFSM é uma referência na assistência indígena, sendo a primeira Universidade a possuir uma </span><a href="https://www.ufsm.br/2018/12/14/ufsm-inaugura-casa-do-estudante-indigena"><span style="font-weight: 400">Casa do Estudante Indigena do Brasil.</span></a><span style="font-weight: 400"> Por isso, é muito importante que eventos como este sejam implementados na Universidade para demarcar um território que é do povo indígena por direito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A mesa da cerimônia foi composta pela cacika do Povo Pitaguary Clécia Pitaguary; pela liderança indígena Regina Goj Tej Emilio Kaingang; e pela liderança jovem da Aldeia Miratu, do Pará, Yaa Juruna. A deputada federal Célia Xabriabá, que não pôde estar presente por conta de compromissos no Congresso Nacional, fez uma fala de forma remota, via Google Meet. Ela ressaltou a importância do evento na Universidade para que se discutam pautas de interesses indígenas e que, dessa forma, seja possível demarcar a Universidade, através da caneta, a “</span><span style="font-weight: 400">fortuna do pensamento”</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">"a arma do século 21", segundo ela, que encerrou dizendo: "A Universidade Federal de Santa Maria é um lugar muito importante para a descolonização do pensamento. Nós chegamos para indigenizar e trazer essa diversidade, porque nós entendemos que diversidade sustenta exatamente esse Brasil, esse Brasil profundo, com </span><a href="https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2023/dados-do-censo-2022-revelam-que-o-brasil-tem-1-7-milhao-de-indigenas#:~:text=Em%202022%2C%20o%20n%C3%BAmero%20de,de%20residentes%20no%20territ%C3%B3rio%20nacional."><span style="font-weight: 400">quase 1,7 milhão de indígenas</span></a><span style="font-weight: 400">". </span></p>
[caption id="attachment_64241" align="alignleft" width="876"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/indigena-1.jpg"><img class="wp-image-64241" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/indigena-1.jpg" alt="" width="876" height="474" /></a> Apresentação de crianças Guarani na abertura do evento[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A liderança do povo Kaingang Regina Kaingang seguiu a solenidade, e, ao encontro da fala de Célia Xabriabá, destacou que a luta pela demarcação de seus corpos, seus territórios e da universidade é histórica, citando Augusto Ópẽ da Silva, líder Kaingang falecido em 2014. Ela reitera que apenas agora lideranças indígenas femininas estão à frente dessa luta ancestral, e que hoje os indígenas têm voz e que não se calarão novamente, que contarão suas próprias histórias e, principalmente, que as mulheres não serão colocadas como símbolos sexuais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É o nosso papel garantir, enquanto mulheres, enquanto lutadoras, enquanto respirarmos, que nenhuma menina será mais violentada em nossos territórios, porque nós estaremos lá. Nós somos as guardiãs”, comentou Regina Kaingang, que encerrou dizendo: “Árvores dão frutos, dão sombra, mas podem cair em cima de quem estiver embaixo dela. Então, somos assim: Kaingang resiste. Temos que resistir para existir. O meu corpo é meu território e quem manda nele sou eu”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cacika do Povo Pitaguary, Clecia Pitaguary, destacou a forma como a humanidade vem lidando com o planeta. Ao encontro da edição deste ano do evento, a cacika comentou sobre a desvalorização da vida por parte dos seres humanos. "Nós somos tão mesquinhos que nós colocamos em risco a nossa humanidade. Nós estamos colocando em risco essa raça humana, com tanta agressão que nós causamos à nossa Mãe Terra, ao nosso ambiente, aos nossos animais. E nós nem pensamos nos nossos filhos, nossas crianças que também têm o direito de viver, de conhecer aquilo que foi deixado pelos nossos antepassados”, destacou.</span></p>
<p>O painel também contou com apresentações artísticas de crianças Guarani, na abertura, e do grupo de dança Kaingang de Ventarra, ao final.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A <a href="https://www.ufsm.br/eventos/brasil-terra-indigena" target="_blank" rel="noopener">programação da 2ª edição do “Brasil: Terra Indígena - O Futuro é Ancestral”</a> se estende até sexta-feira (27), com palestras, oficinas de pinturas corporais, rituais tradicionais, apresentações de trabalhos de estudantes indígenas e compartilhamento da cultura ancestral. </span></p>
<p><em>Texto: Andreina Possan da Rosa, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Reprodução</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI 2023: Seminário de Ética em Pesquisa da UFSM recebe representante da Conep</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/24/jai-2023-seminario-de-etica-em-pesquisa-da-ufsm-recebe-representante-da-conep</link>
				<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 12:49:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cep]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de ética em pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[conep]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de ética em pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Os cuidados ao realizar estudos com populações em situação de vulnerabilidade foram o principal eixo de discussão do encontro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (CEP) da UFSM realizou, na tarde de segunda-feira (23), de forma online, a quarta edição do seu seminário de capacitação para profissionais da área, integrando a programação da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener">38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI)</a>. Laís Bonilha, coordenadora da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), foi quem ministrou a palestra a respeito de pesquisas com populações vulneráveis. Além de professores da UFSM, pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Franciscana (UFN) e Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) também acompanharam o evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A representante do Conep trouxe exemplos de trabalhos científicos que ficaram conhecidos na área da bioética pelos erros de conduta por parte dos pesquisadores envolvidos, como o estudo da sífilis em Tuskegee, Alabama (EUA). A pesquisa foi realizada de 1932 a 1972 com cerca de 600 homens negros, a maioria infectados, mas que nunca foram informados sobre seu diagnóstico para acompanhar a sua evolução da doença sem uso de medicamentos. Em 1943, a penicilina surge como um tratamento seguro e eficaz para a enfermidade, informação que nunca foi repassada para aquela população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo só foi interrompido em 1972 por conta de denúncias e pressão da opinião pública, não antes da morte da maioria dos participantes, além da infecção de esposas e filhos, que nasceram com sífilis congênita. Outros exemplos citados foram experimentos na Guatemala, onde homens e mulheres foram infectados intencionalmente com os vírus da sífilis e gonorreia, e as pesquisas realizadas em mulheres grávidas com HIV em 15 países africanos, onde metade das participantes não receberam medicamento (grupo placebo) que já tinha sua eficácia confirmada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses casos, além dos testes na Willowbrook State School, escola que funcionou como uma espécie de manicômio infantil, onde crianças com deficiência intelectual foram contaminadas com hepatite intencionalmente, foram realizados por cientistas ou departamentos de estado americano. No Brasil, o caso da Prevent Sênior, que testou o uso de cloroquina em idosos infectados com Covid-19 sem o seu consentimento prévio, também foi citado. A pesquisa com cloroquina não foi autorizada pelo Conep.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em seguida, a palestrante citou aspectos que podem colocar os participantes de uma pesquisa em situação de vulnerabilidade, os requisitos básicos para realizar estudos com seres humanos, além de observações e diretrizes da Organização Mundial da Saúde para a realização de estudos com populações vulneráveis. “Todos os participantes de uma pesquisa devem ter pleno conhecimento sobre o que será feito, e autonomia para defender os seus direitos”, frisou Laís.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para conferir a palestra na íntegra é preciso enviar um email para o endereço </span><a href="mailto:cep.ufsm@ufsm.br">cep.ufsm@ufsm.br</a> <span style="font-weight: 400">e solicitar a gravação.</span></p>
<p><em>Texto: Bernardo Silva, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entrega do Prêmio Tese UFSM 2023 marca a abertura da 38ª JAI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/23/entrega-do-premio-tese-ufsm-2023-marca-a-abertura-da-38a-jai</link>
				<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 17:26:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Abertura do evento contou com premiação inédita e palestra sobre cosmologia e interculturalidade afro-brasileira]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64219" align="alignright" width="623"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7085.jpg"><img class="wp-image-64219" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7085.jpg" alt="" width="623" height="415"></a> Quinteto de cordas da Orquestra Sinfônica abriu a programação[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com a trilha sonora embalada pelo quinteto de cordas da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, ocorreu na manhã desta segunda-feira (23) a cerimônia de abertura oficial da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), no Centro de Convenções da UFSM. Com o tema </span><span style="font-weight: 400">“O conhecimento transforma a sociedade”, a edição deste ano é a maior já realizada, com quase seis mil trabalhos inscritos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e inovação. </span><span style="font-weight: 400">O </span><span style="font-weight: 400">objetivo do evento é estimular a iniciação de alunos de graduação e de pós-graduação no meio acadêmico, através da troca de experiências e divulgação de trabalhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A comissão organizadora do evento, composta </span><span style="font-weight: 400">por quatro pró-reitorias - </span><span style="font-weight: 400">Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Graduação (PROGRAD), Extensão (PRE) e Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA) - foi representada na fala de abertura pelo coordenador de Pesquisa da PRPGP, Leandro Souza da Silva. Leandro destacou que, depois do desafio de organizar duas edições remotas e dos cortes orçamentários que afetaram a Instituição, a JAI 2023 surge com um tema que ressalta a importância da Universidade na geração de conhecimento e mudança na sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já nessa edição, o desafio foi diferente e positivo: a proporção do evento. “Essa é a maior JAI de toda a história, em termos de trabalhos submetidos”, aponta Leandro. Ao todo, foram 5.794 trabalhos aprovados para apresentação, o que representa 38% a mais do que em 2022. As apresentações dos trabalhos serão distribuídas em dez sessões de pôsteres e seis sessões orais, com até 55 salas simultâneas de apresentação. A alta demanda de apresentações orais também levou ao acréscimo de uma sessão extra para acomodar todos os trabalhos. Durante o evento, a UFSM também recebe mais de 500 estudantes dos campi de Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da apresentação de trabalhos, a JAI conta com uma série de subeventos, que ocorrem pelos espaços dos salões de ensino, pesquisa, extensão e pós-graduação, voltados para as áreas do conhecimento dos cursos e grupos de pesquisa. A JAI Jovem e a JAI Mirim, destinadas a alunos do ensino médio e fundamental, também ocorrem durante o período. Segundo Leandro, o número de escolas de Ensino Médio e trabalhos inscritos na JAI Jovem dobrou desde a última edição, o que reforça a inserção da UFSM na comunidade regional. A programação completa com todos os eventos pode ser acessada no </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023"><span style="font-weight: 400">site da JAI</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
[caption id="attachment_64218" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7299-1.jpg"><img class="wp-image-64218 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7299-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683"></a> Oito trabalhos foram selecionados para representar as diferentes áreas do conhecimento[/caption]
[caption id="attachment_64217" align="alignright" width="660"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7283.jpg"><img class="wp-image-64217" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7283.jpg" alt="" width="660" height="440"></a> Liliane Dutra Brignol representou Nathália Drey Costa na premiação[/caption]
<h3>Prêmio Tese UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A cerimônia contou ainda com a fala do reitor, Luciano Schuch, que ressaltou o papel questionador da Universidade e a importância de trazer ao debate assuntos como a literatura, a questão racial e a divulgação científica, alguns dos temas tratados na palestra do professor Alan Brito, que encerrou a programação da cerimônia. Schuch também destacou a JAI como um momento de mostrar o que a Universidade tem de melhor, que são as pessoas, e que, juntas, podem transformar o país através da educação, ensino, pesquisa, extensão e inovação. “Esse é nosso grande objetivo como Instituição”, afirma o reitor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A novidade da abertura foi a entrega da primeira edição do </span><a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai"><span style="font-weight: 400">Prêmio Tese UFSM</span></a><span style="font-weight: 400">, criado para valorizar a pós-graduação da Instituição. Foram oito trabalhos selecionados para representar as diferentes áreas do conhecimento, de acordo com as categorias da Editora da UFSM. A iniciativa, idealizada pelo professor e diretor da Editora, Enéas Tavares, foi realizada em parceria com a PRPGP e selecionou um dos trabalhos para receber, dentre outras premiações, a publicação de sua tese em formato de livro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A primeira vencedora do prêmio foi Nathália Drey Costa, representante do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH). O trabalho intitulado “</span><span style="font-weight: 400">Mediações Comunicativas do trabalho 'criativo': novos caminhos, mapas antigos” teve a orientação</span><span style="font-weight: 400"> da professora </span><span style="font-weight: 400">Liliane Dutra Brignol. Nathália foi representada na cerimônia por Liliane. Os demais concorrentes receberam uma menção honrosa.</span></p>
[caption id="attachment_64220" align="alignleft" width="477"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7316-e1698081379805.jpg"><img class="wp-image-64220" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7316-e1698081379805.jpg" alt="" width="477" height="391"></a> Alan Alves Brito foi o palestrante convidado[/caption]
<h3>Palestra de abertura</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A palestra da edição foi comandada pelo </span><span style="font-weight: 400">astrofísico, escritor e professor no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) </span><span style="font-weight: 400">Alan Alves Brito</span><span style="font-weight: 400">.</span><span style="font-weight: 400"> Com o tema </span><span style="font-weight: 400">“Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para ‘Adiar o Fim do Mundo”, Alan debateu as diferentes cosmologias, como as africanas, afro-brasileiras, indígenas e eurocentradas, e a coexistência entre elas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ressaltou também a importância do diálogo entre as diferentes culturas e visões de mundo, a fim de construir uma realidade social instruída sobre as relações ético-raciais e, assim, “adiar o fim do mundo, evitar a queda do céu, evitar o colapso de uma sociedade cada vez mais genocida com certos corpos”, conclui Alan.</span></p>
<p>Confira <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/19/astronomia-literatura-questoes-raciais-e-divulgacao-cientifica-alan-alves-brito-e-o-palestrante-na-abertura-da-jai" target="_blank" rel="noopener">entrevista concedida por Alan</a> à Agência de Notícias da UFSM.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":64222,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7154.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7154-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64222" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Luciano Schuch falou sobre a importância da JAI</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7124.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7124-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64221" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Leandro Souza da Silva destacou o crescimento do evento</figcaption></figure>
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<p><em>Texto: Júlia Maciel Weber, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Gabriel Escobar da Silva, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cerimônia de abertura da 38ª JAI premia destaques institucionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/23/cerimonia-de-abertura-da-38a-jai-premia-destaques-institucionais</link>
				<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 16:27:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[destaques institucionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023 destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Acadêmica Integrada]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64204</guid>
						<description><![CDATA[Foram condecorados representantes de diversas áreas de atuação que se destacaram em 2023]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7265-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-64215" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7265-1.jpg" alt="" width="1920" height="1280" /></a>Na manhã desta segunda (23), na <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/23/entrega-do-premio-tese-ufsm-2023-marca-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener">abertura da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI)</a>, a UFSM premiou os destaques institucionais nas categorias Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação. Realizada no Centro de Convenções, a premiação visa àqueles com atuação de destaque nessas áreas.</p>
<h3>Destaques do Ensino</h3>
<p>Essa categoria é focada em distinguir anualmente os projetos de ensino desenvolvidos com o apoio do programa Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn) e dos Programas de Licenciaturas (Prolicen), vinculados à Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). Estes possuem ações que impactam positiva e relevantemente os processos de ensino, contribuindo para a melhoria do desempenho acadêmico nos cursos da UFSM, de maneira alinhada aos objetivos institucionais previstos no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e favorecendo a melhoria nos cursos de licenciatura.</p>
<p>Com isso, o homenageado do FIEn foi Alejandro Ruiz Padillo, com o projeto “Aplicação de metodologias ativas e experiências inovadoras de ensino-aprendizagem tecnológico”. Ele tem doutorado com menção internacional em Engenharia Civil pela Universidade de Granada (Espanha), revalidado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Graduado em <em>Ingeniería de Caminos, Canales y Puertos</em> pela Universidade de Granada, revalidado pela UFRGS a bacharelado em Engenharia Civil. Desenvolveu pós-doc no Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção do Departamento de Engenharia de Produção e Transportes (PPGEP-DEPROT) da UFRGS e no Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Granada.</p>
<p>Desde 2016, é professor adjunto na UFSM, onde coordena o Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT). Atualmente está lotado no Departamento de Transportes do Centro de Tecnologia (CT) da Universidade, onde atua como docente no curso de Engenharia Civil e no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental. Forma parte da <em>Sociedad Panamericana de Investigación en Transporte</em> (PANAMSTR), como líder do Comitê <em>Sustainable Transport</em>.</p>
<p>Já a homenagem da Prolicen foi Andreia Machado Oliveira, com o projeto “Contribuições da arte e tecnologia no ensino das tecnologias digitais emergentes”. Ela é doutora pela UFRGS, na linha de pesquisa Interfaces Digitais em Educação, Arte, Linguagem e Cognição, com estágio doutoral na Université de Montreal/UdM, Canadá; mestre em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS. Realizou pós-doutorado na <em>School of Creative Media</em> na <em>City University of Hong </em><em>Kong</em>. Atualmente é professora associada do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais e pesquisadora associada da <em>Witwatersrand University</em>/África do Sul.</p>
<p>Andreia é artista multimídia, docente e pesquisadora nas áreas de arte, ciência e tecnologia sobre sistemas interativos, imagem, conectividade, colaboração e subjetivação contemporânea. Também é Idealizadora e coordenadora do LabInter (Laboratório Interdisciplinar Interativo) e líder do gpc.InterArtec/Cnpq, desde 2011.</p>
<h3>Destaque da Pesquisa</h3>
<p>Desde 2016, a UFSM concede o prêmio Pesquisador Destaque, cuja ideia é homenagear professores que apresentam relevância da sua produção científica e que deram uma contribuição significativa à pós-graduação e à pesquisa ao longo de sua carreira, com impacto no desenvolvimento institucional e da sociedade. Nessa categoria, o contemplado foi o professor Érico Marlon de Moraes Flores.</p>
<p>Érico possui graduação em Química Industrial pela UFSM, mestrado em Química pela mesma e doutorado em Engenharia de Minas, Metalúrgica e dos Materiais pela UFRGS. É professor titular da UFSM e membro titular da Farmacopeia Brasileira da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Atualmente é diretor da Secretaria de Apoio Internacional e assessor do Reitor da UFSM. Além disso, o docente atua como revisor de mais de 40 periódicos científicos e é assessor científico de diversos órgãos de fomento. Possui patentes de inovação tecnológicas nacionais e internacionais, sendo uma na Alemanha, com produto comercializado em diversos países. Em 2022, foi o primeiro pesquisador latino-americano a receber a medalha Ioannes Marcus Marci, sendo entrevistado pela Revista Arco.</p>
<h3>Destaques da Extensão</h3>
<p>Nessa categoria, o destaque é atribuído a um docente, a um técnico-administrativo em educação (TAE) e a um representante da comunidade externa, que possuem reconhecida trajetória de trabalho extensionista em prol da parceria entre a UFSM e a sociedade.</p>
<p>Para o Destaque Extensionista Externo, a homenagem foi para Marquita Quevedo. Ela é produtora cultural, carnavalesca, presidente da ONG Igualdade, militante e ativista de direitos humanos e pela cidadania da população LGBTQIAPN+. Foi integrante da primeira torcida de futebol dessa comunidade no Rio Grande do Sul, a Maré Vermelha, do Inter de Santa Maria, fundada na década de 1970.</p>
<p>Já no Destaque Extensionista Técnico-Administrativo em Educação, Hazael Soranzo de Almeida foi o contemplado. Ele é técnico agrícola e engenheiro agrônomo formado pela UFSM, especialista em Agroecologia e Produção Orgânica pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - Unidade em Santa Cruz do Sul, mestre em agrobiologia pela UFSM e doutorando em Ciência do Solo pela mesma. Como servidor, está lotado no Departamento de Infraestrutura do Colégio Politécnico. Lá, integra projetos como a Polifeira do Agricultor e passou a atuar também junto ao Laboratório de Floricultura e Paisagismo, arte floral, silvicultura, jardinagem e botânica do Politécnico, no qual estão vinculados os projetos de mandala e relógio biológico de plantas medicinais e temperos. Ademais, o TAE está envolvido no Projeto Progredir Geoparque Quarta Colônia e coordena o setor de floricultura do Colégio, onde atua como professor voluntário nos cursos de Paisagismo e de Fruticultura.</p>
<p>Na categoria Destaque Extensionista Docente o premiado foi Guilherme Sampaio Garbosa. Ele possui graduação em Música bacharelado em clarineta pela Unicamp; aperfeiçoamento em clarineta pela Escola Superior de Música de Trossingen (Alemanha); mestrado em clarineta pelo Conservatório de Rotterdam (Holanda); e doutorado em música pela Universidade Federal da Bahia. Realizou doutorado sanduíche na<em> Indiana University </em><em>Jacobs School of Music</em> em Bloomington (EUA) no ano acadêmico 2000/2001. Atualmente é professor titular do Departamento de Música da UFSM. Dentre suas atuações estão a participação como membro da comissão organizadora do Festival Internacional de Inverno da UFSM desde 1995; a realização de oficinas de flauta doce para crianças do Lar de Mirim e de clarineta para alunos da Banda do Maneco e concertos didáticos “Ouvir para crescer”, realizados com o Grupo de Clarinetas da UFSM em escolas e diversos espaços.</p>
<h3>Destaques da Inovação</h3>
<p>Nessa categoria há as subdivisões “Inovação no mercado”, “Pesquisador na empresa” e “Startup Inovadora”. Na primeira, o agraciado foi Juliano Smanioto Barin. É professor associado da UFSM, vinculado ao Departamento de Tecnologia e Ciências dos Alimentos. Atua também em inovação e empreendedorismo, desenvolvendo projetos de pesquisa com empresas e startups <em>foodtechs</em>, as quais resultam na transferência de tecnologia e introdução no mercado de equipamentos para análises químicas e microbiológicas, bem como ingredientes e novos alimentos e bebidas. Possui patente de inovação tecnológica internacional (Alemanha) com produto - <em>Microwave-Induced Combustion Device</em>, comercializado em diversos países e usado para elaboração de materiais de referência certificados por institutos de metrologia (NIST/EUA).</p>
<p>Juliano também é membro do Comitê de Inovação do Food Tech Hub Brasil, iniciativa pioneira no país que tem como objetivo conectar empresas, centros de pesquisa, universidades, fundos de venture capital, empreendedores e consumidores na cadeia de alimentos. Foi diretor da Divisão de Alimentos e Bebidas (BEA, gestão 2018-2020) da Sociedade Brasileira de Química. Atualmente é membro titular da Academia Brasileira de Ciências Farmacêuticas/Academia Nacional de Farmácia desde maio/2018, ocupando a Cadeira Nº 60 do Patrono Antônio de Barros Terra.</p>
<p>Na sequência, o destaque “Pesquisador na Empresa” foi para Leandro Michels, doutor em Engenharia Elétrica pela UFSM, onde é professor associado e diretor da Unidade Embrapii em Recursos Energéticos Distribuídos e do Instituto de Redes Inteligentes da UFSM. Leandro também atua junto ao Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (GEPOC) e aos programas de pós-graduação da Engenharia Elétrica e da Engenharia de Produção. Entre dezembro de 2015 e novembro de 2017, foi o primeiro secretário da Associação Brasileira de Eletrônica de Potência (SOBRAEP). Atualmente é coordenador do LabINRI-Baixa Tensão, laboratório acreditado pelo INMETRO para realizar ensaios de inversores fotovoltaicos conectados à rede elétrica.</p>
<p>Por fim, o último prêmio entregue foi de Startup Inovadora, destinado à Inocular Soluções Agrícolas Ltda, representada por Rosana Taschetto Vey. A startup, incubada na Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM tem como missão atender às necessidades do produtor rural, sugerindo alternativas para a redução de custos e aumento da produtividade de forma sustentável. A parceria entre a startup e a UFSM é estabelecida a partir de projetos de pesquisa que viabilizam pesquisas nos níveis de graduação e pós-graduação.</p>
<p><b>Destaques Institucionais:</b></p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Ensino</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>Fundo de Incentivo ao Ensino - FIEn 2023</em>: p</span><span style="font-weight: 400">rofessor Alejandro Ruiz Padillo;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>Programa de Licenciaturas - PROLICEN 2023</em>: p</span><span style="font-weight: 400">rofessora Andreia Machado Oliveira.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Pesquisa</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Érico Flores.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Extensão</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>Docente</em>: </span><span style="font-weight: 400">Guilherme Sampaio Garbosa;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>TAE</em>: </span><span style="font-weight: 400">Hazael Soranzo de Almeida;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>Externo</em>: </span><span style="font-weight: 400">Marquita Quevedo.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Inovação</strong></span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Invenção no Mercado: </span></em><span style="font-weight: 400">Juliano Smanioto Barin;</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Pesquisador na Empresa: </span></em><span style="font-weight: 400">Leandro Michels;</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Startup Inovadora: </span></em><span style="font-weight: 400">Inocular Soluções Agrícolas Ltda.</span></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":64213,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7185.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7185-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64213" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Alejandro Ruiz Padillo </figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7188.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7188-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64208" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Andreia Machado Oliveira</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7215.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7215-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64210" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Marquita Quevedo </figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7225.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7225-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64211" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Hazael Soranzo de Almeida</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7231.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7231-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64212" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Guilherme Sampaio Garbosa</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7241.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7241-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64206" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Juliano Smanioto Barin (E)</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7247.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7247-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64209" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Leandro Michels </figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7252.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7252-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64207" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Rosana Taschetto Vey (Inocular Soluções Agrícolas)</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7192.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7192-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-64214" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Érico Flores </figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Gabrielle Pillon de Carvalho, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Gabriel Escobar da Silva, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI: UFSM promove 38ª Jornada Acadêmica Integrada de 23 a 27 de setembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2023/10/20/jai-ufsm-promove-38a-jornada-academica-integrada-de-23-a-27-de-setembro</link>
				<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 10:12:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Científico]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=21596</guid>
						<description><![CDATA[JAI proporciona experiência acadêmica de apresentação e debate entre alunos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener">38ª Jornada Acadêmica Integrada</a></strong> (JAI) da UFSM ocorrerá <strong>de 23 a 27 de outubro</strong>, no <em>Campus</em> Sede da Universidade. Na oportunidade, participantes poderão apresentar suas pesquisas, assistir a demais apresentações e ainda conferir palestras e eventos-satélites. A JAI é organizada pelas Pró-Reitorias de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), de Extensão (PRE), de Graduação (Prograd) e de Inovação e Empreendedorismo (Proinova). </p>
<p>Além das sessões de apresentações orais e de pôsteres por área do conhecimento, outras modalidades da Jornada ocorrem, os chamados subeventos. Entre eles estão:</p>
<ul style="list-style-type: square">
<li>a <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/jai-jovem" target="_blank" rel="noopener">JAI Jovem</a></strong>, voltada aos alunos do ensino médio da região de Santa Maria, que apresentarão seus trabalhos no dia 24 de outubro; e a</li>
<li>a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/salao-de-extensao" target="_blank" rel="noopener"><strong>JAI Mirim</strong></a>, vez dos estudantes e professores da educação infantil e do ensino fundamental da Quarta Colônia exporem suas realizações, no dia 25 de outubro.</li>
</ul>
<p>Paralelamente à JAI, a PRE realiza  o <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/salao-de-extensao" target="_blank" rel="noopener">Salão de Extensão</a></strong>. O espaço contará com apresentações de trabalhos acadêmicos, mesas-redondas, oficinas e premiações, com o foco em práticas extensionistas. O evento acontecerá no Salão Imembuí, localizado no 2º andar da Reitoria, no dia 23, às 16h.</p>
<p>Além disso, palestras diversas, abertas ao público em geral, poderão ser conferidas ao longo da semana. Como a de abertura, marcada para o dia 23, às 10h, no Centro de Convenções: “Oralituras: divulgação científica e tecnológica para ‘adiar o fim do mundo’”, ministrada pelo astrofísico e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) <strong>Alan Alves Brito</strong>.</p>
<p>No dia 25, no Coworking Pulsar Incubadora, ocorre a <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/eventos/maratona-de-inovacao-jai-2023" target="_blank" rel="noopener">Maratona de Inovação</a></strong>, promovida pela Proinova. Além de palestra com Felipe Ravanello, sócio fundador e diretor de Negócios e Crescimento da GestãoDS, haverá o encerramento do Ideathon, a maratona de ideias realizada em cada Centro da UFSM ao longo do ano. </p>
<p>O Teatro Caixa Preta, anexo do prédio 40 do Centro de Artes e Letras (CAL), receberá palestra, oficina performativa e um recital de piano.</p>
<p>A música clássica também terá espaço em um concerto realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM) no dia 26, às 20h. O ingresso é solidário.</p>
<p>Mais de 20 <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos-satelite-38a-jai" target="_blank" rel="noopener">eventos-satélites</a></strong> permearão os dias de JAI, como<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos-satelite-38a-jai#pedag" target="_blank" rel="noopener"><strong> o XI Seminário Institucional do PIBID</strong></a> e o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos-satelite-38a-jai#pedag" target="_blank" rel="noopener"><strong>II Seminário Institucional</strong></a><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos-satelite-38a-jai#pedag" target="_blank" rel="noopener"><strong> Residência Pedagógica/UFSM.  </strong></a></p>
<h3>Inscrições para ouvintes abertas até 20 de outubro</h3>
<p>As inscrições de trabalhos para a 38ª edição da JAI estão encerradas. Após a etapa da avaliação, os selecionados estão sendo alocados para as apresentações orais, de <em>banners </em>ou performativas, conforme a disponibilidade de espaços e a intenção dos autores. O quadro final das apresentações e a programação completa podem ser acessados no site <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2023" target="_blank" rel="noopener"><strong>ufsm.br/jai</strong></a>. </p>
<p>Já na modalidade de ouvinte, as inscrições estão abertas até o meio-dia de 20 de outubro. Esta modalidade é voltada para quem quiser acompanhar as diferentes atividades (palestras, eventos-satélites, apresentações de trabalhos, etc). O ambiente de inscrições pode ser acessado <strong><a href="https://portal.ufsm.br/jai/mainMenu.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong>. Na aba da programação, pode-se verificar as opções disponíveis e os detalhes de cada uma das atividades.</p>
<p>Para outras informações., a organização do evento disponibiliza o email <a href="mailto:jai@ufsm.br"><strong>jai@ufsm.br</strong></a>.</p>
<p><em>Fonte: ufsm.br </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Astronomia, literatura, questões raciais e divulgação científica: Alan Alves Brito é o palestrante na abertura da JAI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/19/astronomia-literatura-questoes-raciais-e-divulgacao-cientifica-alan-alves-brito-e-o-palestrante-na-abertura-da-jai</link>
				<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 19:13:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[38 JAI]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Alves Brito]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Acadêmica Integrada]]></category>

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						<description><![CDATA[Jornada Acadêmica Integrada ocorre de 23 a 27 de outubro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Tem início na próxima segunda-feira (23) a 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A</span><span style="font-weight: 400"> palestra de abertura desta edição, “Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para ‘Adiar o Fim do Mundo'”, será com o astrofísico, escritor e professor no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Alan Alves Brito. Com início às 10h no Centro de Convenções, a apresentação é gratuita, aberta a toda a comunidade e não necessita de inscrição prévia.</span></p>
<p><img class="size-large wp-image-64172 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Alan-Alves-Brito-Entrevista-palestrante-abertura-JAI-1024x576.jpg" alt="Arte colorida sobre fotografia. No centro da imagem, um homem negro de cerca de 30 anos sorrindo e, ao fundo, arte com imagens do universo e de um telescópio." width="1024" height="576" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vencedor do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica do CNPq em 2022 na categoria Pesquisador e Escritor, Brito se dedica a estudar pautas como a evolução química de diferentes populações estelares da Via Láctea, educação e divulgação de Astronomia e Física, incluindo questões decoloniais, étnico-raciais, de gênero e suas intersecções nas ciências exatas. É autor de livros que buscam popularizar a ciência e gerar inclusão. Em 2020, sua obra escrita em parceria com Neusa Teresinha Masson “Astrofísica para a Educação Básica: A Origem dos Elementos Químicos no Universo” foi finalista do Prêmio Jabuti. Atualmente, é diretor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos e busca uma ciência antirracista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bacharel em Física, Alan Brito é mestre e doutor em Ciências (Astrofísica Estelar) pela USP. Realizou estágios de doutorado e pós-doutorado no Chile, nos Estados Unidos e na Austrália, além de ter atuado como pesquisador visitante em Portugal e na Alemanha. Atualmente, além das atividades na UFRGS, é membro da União Astronômica Internacional, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, da Sociedade Astronômica Brasileira, da Sociedade Brasileira de Física e da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as), e foi eleito em 2014 Membro Correspondente da Academia de Ciências da Bahia. É diretor do Observatório Astronômico da UFRGS desde 2017, coordena o PLOAD (Portuguese Language Office of Astronomy for Development) e é representante brasileiro no Office for Education, ambos da União Astronômica Internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias da UFSM conversou com Alan sobre sua trajetória e a expectativa para a palestra na JAI. Confira a entrevista.</span></p>
<p><b>1) Como surgiu o teu interesse e o que te motivou a atuar em áreas distintas como astronomia, literatura e questões raciais? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre a motivação, foi especialmente entender que eu sou um astrofísico diferente, atravessado por marcadores sociais de raça, de classe de gênero e, portanto, implicado, sofrendo racismo subjetivo, institucional e estrutural cotidianamente e, obviamente, que no meio de todo esse barulho, eu não poderia simplesmente me embranquecer. Então, enquanto um cientista e professor que é atravessado por todas essas questões, sempre foi muito importante para mim trabalhar esses temas de forma didática, pedagógica, como uma estratégia de transformação dessas estruturas pela via da educação - que é no que eu realmente acredito. Eu também tenho uma preocupação genuína com os processos escolares e com a relação da universidade com a educação básica, porque, para mim, a educação e a divulgação das ciências ocupam um papel fundamental na desarticulação do racismo. Por isso, é muito importante esse movimento político e intelectual, a partir da universidade, buscando trazer outras perspectivas filosóficas, ontológicas e epistemológicas sobre como a ciência pode nos ajudar a combater desigualdades históricas, sociais, raciais e de gênero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">E sobre meus interesses diversos, eu considero como parte do todo, porque as ciências estão conectadas com outras áreas do conhecimento. E a questão racial é fundamentalmente cosmológica. Quando a gente define cosmologia como sendo filosofia e traz essa questão racial, é para lembrar que há outras perspectivas cosmológicas que não somente a perspectiva hegemônica, eurocentrada ou imperialista a partir dos Estados Unidos. Então, essas relações entre astrofísica, literatura e questões ético-raciais são parte dos movimentos de tentar construir um outro imaginário e construir outras narrativas. E a literatura tem sido também um lugar muito potente nesse sentido de me ajudar a construir outros imaginários sobre as cosmologias.</span></p>
<p><b>2) Como o envolvimento com literatura e antirracismo influenciam o teu fazer como cientista e divulgador científico? E o quão desafiador é conciliar todas essas áreas?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu particularmente não sinto que seja um grande desafio poder conciliar essas áreas, porque a literatura e a escrita sempre fizeram parte da minha vida. Na verdade, a escrita potencializa e me dá mais possibilidades de comunicar e divulgar a ciência. O meu interesse maior é tentar construir um novo sistema de linguagens que me permita trabalhar os processos de ensino e aprendizagem em ciência, de divulgação de ciências, mas a partir de uma literatura que também é historicamente negligenciada - as literaturas negras, as literaturas africanas, as oralidades e literaturas indígenas. Então, na verdade, também é um movimento no sentido de trazer tensionamentos para uma literatura brasileira que é historicamente branca. Assim como a ciência também é uma construção sobretudo masculina, branca, então eu não vejo como desafios, eu vejo como possibilidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A literatura, nessa discussão antirracista, ela tem sido também um lugar importante de funcionar como um dado de pesquisa, como um dado histórico. A literatura também me permite pensar as perspectivas cosmológicas dos povos africanos que foram trazidos para o Brasil, os povos bantus, os povos iorubás, os povos fom, ou seja, a literatura dos povos originários. Então, a literatura também é uma fonte, um dado importante de pesquisa para o que é chamado cosmologia racializada: é a partir dela que consigo também acessar informações importantes sobre essas relações, sobre como esses povos se relacionam com a vida e com o mundo, com o céu, com a terra, com as questões mais fundamentais de ser e existir no mundo.</span></p>
<p><b>3) Como você vê a questão da representatividade racial na sua área e qual é a importância da educação antirracista para aumentar a diversidade na ciência?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">As ciências, de maneira geral, e em particular as ciências físicas, têm funcionado como ações afirmativas para pessoas brancas, sobretudo para homens, para pessoas heterossexuais, cisnormativas, pessoas “bem-nascidas”. Então nós temos ainda uma sub-representação nas ciências físicas de pessoas negras, de mulheres, LGBTQIA+, indígenas, quilombolas, PCDs. Historicamente, o racismo científico, que é uma pseudociência, distanciou, retirou, excluiu, tem exterminado fisicamente e epistemicamente a presença de pessoas negras nas ciências físicas. É como se pessoas negras não tivessem a possibilidade de se realizar nessas áreas do conhecimento. Então, todos os meus movimentos têm sido também nesse sentido, de trazer esse questionamento para uma área que normalizou a ausência de pessoas negras. Quando a gente vai a conferências nacionais e internacionais, a gente olha para o lado e não vê pessoas negras. Não vê pessoas negras ocupando posições de poder nas universidades, nos centros de pesquisa, em observatórios, na direção de museus, de planetários. Então, de fato, há uma naturalização, uma banalização dessa ausência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então a gente não precisa somente de uma educação em ciências, mas essa educação em ciências precisa ser antirracista. Ela precisa tensionar esse conceito hegemônico de ciência, de desenvolvimento, de tecnologia, para a gente poder construir práticas decolonizadoras da ciência, práticas antirracistas, entendendo que esses movimentos implicam também em questionar estruturas hierárquicas de poder em um discurso de autoridade científica que perpassa a construção da ciência historicamente. Então eu gosto de pensar que a educação em ciências precisa ser antirracista - e cientistas não podem ser negacionistas. Só que muitas vezes a gente tem cientistas negando o racismo. Eu costumo também dizer que muitos cientistas, filósofos, pensadores e pensadoras são negacionistas quando negam o racismo, quando negam, por exemplo, o feminicídio, quando não aceitam as evidências científicas que desembocam no racismo, no feminicídio, nessas práticas excludentes que nos atravessam estruturalmente.</span></p>
<p><b>4) O que podemos esperar da palestra “Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para ‘Adiar o Fim do Mundo’”?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu espero poder levar vocês a outras possibilidades de conexões entre as diferentes áreas e entre as diferentes cosmologias - as cosmologias africanas, afro-brasileiras, indígenas, as cosmologias eurocentradas. Quero levar outros tipos de relações, que não são relações hierárquicas, mas possibilidades de coexistência, de diálogo, de compartilhamentos interculturais, entendendo que as cosmologias africanas, afro-brasileiras, indígenas colocam para nós a possibilidade de construção de um outro projeto de país, de um outro projeto de sociedade, onde a gente, nesse processo de educação para as relações ético-raciais, a gente pode de fato adiar o fim do mundo, evitar a queda do céu, evitar o colapso de uma sociedade cada vez mais genocida com certos corpos.</span></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Prêmio Tese UFSM: entrevista com Carine Daiana Binsfeld, do CE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/19/premio-tese-ufsm-entrevista-com-carine-daiana-binsfeld-do-ce</link>
				<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 14:47:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[gepemat]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[PIBID]]></category>
		<category><![CDATA[PPGE]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>

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						<description><![CDATA[Conheça a autora da tese “O papel do coletivo na formação de professores e futuros professores: contribuições de um grupo de estudos e pesquisas”, indicada pelo Centro de Educação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64157" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Carine.jpg"><img class="wp-image-64157" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Carine.jpg" alt="" width="602" height="339" /></a> Carine Daiana Binsfeld[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Graduada em Pedagogia pela UFSM, Carine Daiana Binsfeld saiu de Horizontina, município de cerca de 18 mil habitantes, a quase 300 quilômetros de distância de Santa Maria, em 2013. Vinda de uma cidade pequena, ela conta que chegou na União Universitária, sua primeira moradia, com nove malas e um microondas. Depois de conseguir o Benefício Socioeconômico, se instalou na Casa do Estudante do Centro, onde morou com colegas de curso e permaneceu durante toda a graduação. A moradia estudantil foi o que possibilitou sua permanência: “sou muito grata pela assistência estudantil. Falo com orgulho que se não fosse por ela, eu não teria tido condições de realizar meu primeiro sonho, que foi ser professora. Aprendi muito na CEU I e fiz amizades que tenho comigo até hoje”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com um extenso currículo de participações em bolsas e projetos durante a graduação, Carine destaca o envolvimento no Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID), pois teve um papel fundamental em sua formação para além da graduação. No PIBID, integra desde 2014 o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática (GEPEMAT), o qual embasou sua tese de doutorado. Ao longo dos anos, participou do grupo em diversas funções, mas hoje, Carine atua como professora regente no Clube de Matemática, projeto que o grupo desenvolve desde 2009.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde o início do curso, Carine sabia que a caminhada não terminaria na colação de grau: “quando concluí a Pedagogia, eu sabia que minha jornada estava apenas começando”. Formada em Pedagogia em 2017, no mesmo ano foi aprovada no processo de seleção para o Mestrado em Educação, durante o qual foi bolsista CAPES e participou do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), em diversas funções, que, segundo ela, foram constituindo seu caráter como pesquisadora. Ao concluir o mestrado, iniciou sua carreira como professora na rede privada e deu mais um passo na carreira acadêmica ao ingressar no doutorado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Carine, a UFSM é muito mais do que apenas uma instituição de ensino: “A UFSM foi e é meu lar, há uma década. Eu conheci outros estados e outro país pelas oportunidades que tive aqui. Fiz amigos para a vida toda. Fui de comissões colegiadas e vivi intensamente tudo que pude nessa instituição pública, gratuita e de qualidade. Eu sou UFSM e sou o que sou por conta da minha vivência aqui”. Os ensinamentos adquiridos ao longo de uma década na Universidade ajudaram a formar não apenas a formar seu caráter como pesquisadora, mas também como pessoa e a alcançar objetivos: “a UFSM me permitiu sonhar e realizar e eu tenho orgulho disso”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para além das salas de aula, Carine adora ler livros de romance, assistir a séries, ouvir músicas, ir ao cinema e jogar online pelo computador. Além disso, gosta de passar tempo com seu cachorro, Duque, que lhe concedeu o título de ‘mãe de pet’. Por fim, ela se descreve como uma pessoa sonhadora, “que está sempre se renovando e buscando conhecer outras coisas, me desafiando em outros contextos também”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com sua tese intitulada “O papel do coletivo na formação de professores e futuros professores: contribuições de um grupo de estudos e pesquisas”, defendida em 2022 (sob a orientação da professora Anemari Roesler Luersen Vieira Lopes), Carine recebeu a indicação à </span><a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">primeira edição do Prêmio Tese UFSM 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, representando o Centro de Educação (CE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias, vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, conversou com Jones para saber um pouco mais sobre a pesquisa:</span></p>
<p><b><i>Você poderia explicar a sua tese e como surgiu o tema de pesquisa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa investigou o papel da participação em um grupo/coletivo na formação de professores, analisando os conceitos de personalidade, afeto-cognição e coletivo. Os resultados destacaram a relevância da participação em grupos com características de um coletivo quando as ações realizadas são orientadas pela unidade afetivo-cognitiva, resultando no desenvolvimento de uma personalidade coletivista. Isso sublinha a influência significativa que o grupo/coletivo exerce na formação de professores e, por consequência, na qualidade da sociedade que vivenciamos. A pesquisa enfatiza que a maneira como formamos nossos educadores está intrinsecamente ligada à construção da sociedade, o que expressa sua importância para a comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na introdução de minha tese, eu inicio com uma frase que diz o seguinte: “Nada de grande de se faz no mundo sem uma grande paixão”. Essa frase expressa o quanto o tema me afeta e inquieta. Eu sou uma professora apaixonada pela docência. Minhas primeiras experiências foram com o tema de formação de professores, e eu me descobri nesse objeto de investigação. Desde a graduação eu participo do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática, e minha participação nele me fez a professora que ensina matemática que sou hoje. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um evento da área da educação no ano de 2019, que teve como tema o afeto-cognição na atividade pedagógica, eu tive o <em>insight</em> que eu precisava: aliar a formação de professores com o coletivo, tentando entender como a unidade afetivo-cognitiva num grupo de pesquisa se entrelaça. Quando eu entendi o quanto a relação afetivo-cognitiva é essencial para que o grupo auxilie no desenvolvimento docente, pude identificar que a personalidade dos futuros professores e professores que participam de grupos de pesquisas como um coletivo de formação se transformam pela relação afetiva e cognitiva com os demais sujeitos do grupo, e, com o tema que coletivamente estudam. E é por isso que eu digo que essa foi e é a minha paixão!</span></p>
<p><b><i>Como foi o processo de produção e qual a maior dificuldade enfrentada durante o processo?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O doutorado exige uma imersão. Escrever uma tese, inédita, é um desafio para o pesquisador. Na educação temos o desafio de que a maioria das nossas pesquisas lida com seres humanos e vida. Às vezes é difícil analisar aquilo que não vemos de forma aparente, que está no subjetivo. Produzir uma tese que traz como fundamento teórico conceitos da psicologia demandam estudos intensos e muita dedicação. O processo, embora às vezes complexo e cheio de desafios, foi lindo. O doutorado foi um sonho ousado que tive, e eu fiz dele a minha maior perspectiva. Como? Porque teve paixão pelo que eu estava pesquisando, meu tema também me constitui como pessoa, professora e pesquisadora... tinha sentido e alegria!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu iniciei o doutorado no segundo semestre de 2019 com muitos planos. Em 2020, iniciamos um contexto pandêmico. Ele foi difícil para todos. A pesquisa teve que se reinventar. Para os pesquisadores, de um modo geral, muitas mudanças tiveram que ser feitas na apreensão dos dados. Como eu pesquisaria a formação docente olhando para a personalidade num contexto pandêmico e de forma online? Nós queríamos sobreviver e ver bem e felizes aqueles que amamos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da distância, os encontros online que fizemos enquanto grupo de pesquisa/coletivo, nos fortaleceram. Estávamos muitas vezes sozinhos em casa, sem ir ao mercado e sem ver ninguém. Aquelas quartas-feiras que nos encontrávamos foram se tornando os dias mais esperados para compartilhar a vida e os estudos. Acho que a parte mais bonita do meu trabalho foi esse fortalecimento de grupo e essa possibilidade de aliar teoria e vida. Intensificou-se a necessidade da presença, do outro, do café partilhado, da vida na </span><span style="font-weight: 400">3380</span><span style="font-weight: 400">. Foram dois anos difíceis, mas acredito que só foi possível porque existia a nossa coletividade para além da academia, existia o sentimento de pertencimento e isso se tornou também, a minha e nossa força para persistir e continuar.</span></p>
<p><b><i>Conte alguma curiosidade ou história do processo de trabalho</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando eu fiz a seleção para o doutorado eu havia pensado em uma proposta diferente de pesquisa, que em comum com a tese, tinha a formação de professores. A pesquisa é um pouco desse movimento de se constituir pesquisador e se encontrar com um tema que te inquieta ao mesmo tempo que te move na busca. Queria aconselhar que está tudo bem mudar de tema, desde que faça sentido para o pesquisador.</span></p>
<p><b><i>Ao que você credita a escolha da sua tese para representar o centro?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Penso que a escolha de minha tese para representar o programa é porque nela estudei a relação entre coletivo, afeto-cognição e personalidade na formação de professores. Trouxe elementos que potencializam o quanto a participação em grupos de pesquisas enriquece a prática pedagógica e impacta a vida de sujeitos que se unem por motivos individuais, mas que se tornam coletivos. Talvez ela mostre, de certa forma, aquilo que buscamos como pesquisadores em educação: formar uma sociedade mais justa, humana e afetiva. É um relato de muitas vozes!</span></p>
<p><b><i>O que concorrer ao prêmio representa para você e qual a importância que você vê em premiações como essa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">É difícil colocar em um ou duas palavras a sensação que participar do prêmio tese 2023 representa não só na minha vida, mas na vida de todos envolvidos com a pesquisa em Educação, porque eu acredito representar não só minha tese, mas todos os pesquisadores em Educação, pois a tese fala de coletivo, fala de uma escola que queremos e defendemos. Fiquei muito feliz e lisonjeada com a indicação de minha tese ao prêmio. É uma oportunidade gratificante representar o Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE). Mais ainda, é uma alegria representar professores-pesquisadores em Educação que acreditam na formação coletiva, que buscam por uma transformação humana que potencialize o desenvolvimento dos sujeitos através da educação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM me permitiu sonhar e realizar e eu tenho orgulho disso. Uma década de muito aprendizado. Nos projetos, pesquisas e vivências que pude ter ao longo de minha trajetória, nas diferentes frentes que me envolvi e com as pessoas que compartilhei conhecimentos e a vida. Espaços, vivências e pessoas que deixaram muitas marcas. Minha tese representa um pouco disso. Minha paixão pela formação de professores e minha luta por uma escola mais humana e justa representa uma paixão e luta que é também coletiva. Meu sentimento é gratidão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Penso que esse processo do concurso, mais que o prêmio em si, é importante para dar visibilidade para a produção científica de cada centro de uma universidade. O processo de pesquisar é complexo e de imersão, é importante dar visibilidade para a pesquisa científica depois de muitos ataques que foram feitos às universidades nos últimos anos. Para os sujeitos, é poder mostrar que nossas pesquisas fazem sentido e tem a premissa de mudar a sociedade e a qualidade de vida para melhor. Sentiremos e viveremos numa sociedade transformada pela pesquisa, justamente porque a pesquisa permitiu sua transformação. Avante, pesquisadores!</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Júlia Weber, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli, designer</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banners da JAI 2023 disponíveis para retirada</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2023/10/19/banners-da-jai-2023-disponiveis-para-retirada</link>
				<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 11:51:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banners]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?p=2958</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes que fizeram a solicitação dentro do prazo já podem buscar seus banners na SIG III]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-18-at-16.30.54-300x300.jpeg" alt="" width="450" height="450" /></p><p>Alunos do cursos de Administração, Contábeis, Economia e Relações Internacionais que fizeram o pedido via formulário e enviaram a arte até o dia 27/09 podem retirar seus banners na Secretaria Integrada de Graduação III (Sala 4127 do Prédio 74C) nos horários definidos abaixo:</p><p>Quinta (19/10) - Das 08:00 até 19:30</p><p>Sexta (20/10) - Das 08:00 até 16:30</p> ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prêmio Tese UFSM: entrevista com Gabriela Luisa Schmitz</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/19/premio-tese-ufsm-entrevista-com-gabriela-luisa-schmitz</link>
				<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 10:33:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[educação em ciências: química da vida e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Interdisciplinaridade]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64154</guid>
						<description><![CDATA[Conheça a autora da tese “A prática como componente curricular em cursos de licenciatura em Ciências Biológicas e em Química”, indicada à premiação na categoria interdisciplinar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64155" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Gabriela.jpg"><img class="wp-image-64155" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Gabriela.jpg" alt="" width="602" height="339" /></a> Gabriela Luisa Schmitz[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Licenciada em Química e bacharel em Química Industrial, Gabriela Luisa Schmitz começou a trajetória na UFSM em 2012. Após concluir o curso de licenciatura em Química, em 2016, começou o mestrado e, simultaneamente, o bacharelado em Química Industrial. Tanto o mestrado quanto o doutorado foram na área de Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, oferecido pelo Programa de Pós-Graduação em Educação e Ciências (PPGECi), do CCNE. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Gabriela se descreve como uma “apaixonada pela UFSM” e conta que foi muito bem recebida e acolhida pela Universidade. “Lá em 2012, eu vim de Lajeado, uma cidade bem menor que Santa Maria, não conhecia ninguém aqui, mas fui muito bem recebida pelas pessoas. Não existe nada que eu possa apontar que não tenha gostado na UFSM. Toda a estrutura, Restaurante Universitário, professores, foi uma experiência incrível”, relata. Além disso, ela conta que sua parte favorita da Instituição é o campus: “sempre digo que é o campus mais lindo”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Gabriela, os dez anos de UFSM ensinaram muito mais do que os conteúdos dos cursos em que se formou: “eu cresci muito aqui, não só aprendendo química e educação, no mestrado e no doutorado, mas em relação à coletividade também. Nós temos contato com pessoas muito diferentes de nós, vamos conhecendo realidades diferentes e crescendo. Eu sou muito diferente do que quando cheguei, resultado de todas as experiências que eu tive aqui dentro”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os ensinamentos adquiridos em toda a década que integrou a Universidade ultrapassam a formação acadêmica, contribuindo também na formação como pessoa. Fora do ambiente acadêmico, Gabriela afirma ser “uma pessoa como todas as outras”, pois gosta de encontrar com os meus amigos, ler, assistir filmes, praticar alguns esportes, fazer ioga de vez em quando e viajar com amigos e família para conhecer outros lugares e pessoas. Tudo isso com o objetivo de “cuidar um pouco da mente e do corpo”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com sua tese intitulada “A prática como componente curricular em cursos de licenciatura em Ciências Biológicas e em Química”, defendida em 2022 (sob a orientação do professor Luiz Caldeira Brant de Tolentino Neto), Gabriela recebeu a indicação à </span><a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">primeira edição do Prêmio Tese UFSM 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, representando a categoria interdisciplinar, mas vinculada ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias, vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, conversou com Gabriela para saber um pouco mais sobre a pesquisa:</span></p>
<p><b><i>Você poderia explicar a sua tese e como surgiu o tema de pesquisa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Meu trabalho se pautou em uma pequena parte da formação de professores, que se chama ‘prática como componente curricular’. Ela é uma forma criada para articular tanto a formação prática como a teórica de professores, para que a parte prática não seja apenas uma aplicação da parte teórica, mas para que elas caminhem juntas. Esta foi criada em 2002, mas desde então, existem algumas questões que não foram bem organizadas e trabalhadas, tanto com os professores quanto com os alunos que estão em formação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então a nossa tese - digo ‘nossa’, pois tem meu orientador também, Prof. Dr. Luiz Caldeira Brant de Tolentino Neto - foi pautada na prática como componente curricular, como os professores a entendem e a avaliam e como os cursos a organizam. Além disso, eu trouxe um pouco também do meu curso, que é na parte da bioquímica, e nós investigamos seu potencial como uma área para desenvolvimento da prática como componente curricular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu fiz o mestrado com outro orientador, que era o professor João Batista Teixeira da Rocha, que trabalha e faz pesquisa na área de bioquímica. Então, eu trouxe todo essa bagagem que eu tinha lá do mestrado, para o doutorado. O professor Luiz Caldeira, que foi meu orientador do doutorado, trabalha bastante nessa questão de formação de professores e avaliações, então ele sugeriu para juntarmos essas duas áreas e trabalharmos com a prática como componente curricular e a bioquímica juntas.</span></p>
<p><b><i>Como foi o processo de produção e qual a maior dificuldade enfrentada durante o processo?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A minha tese foi toda realizada durante a pandemia. Eu comecei em 2018 e a qualificação e todo o restante aconteceu durante a pandemia. Estruturamos o trabalho com a ideia de fazer entrevistas, depois acabamos tendo que fazer tudo online. Foi bem trabalhoso, mas foi bem interessante, pois gosto bastante dessa área da pesquisa. Porém, é sempre difícil, afinal nós tínhamos pensado em fazer entrevistas. Eu trabalhei com três instituições, o IFFar de São Vicente do Sul, a UFSM e a UFRGS, com a ideia de ir até os professores e conversar com eles pessoalmente. Depois tivemos que fazer questionários online, tudo adaptado.</span> <span style="font-weight: 400">A questão da pandemia dificultou até as orientações, nós não conseguíamos estar o tempo todo juntos para falar e realmente ir mais a campo. Acredito que tenha sido realmente o que mais dificultou.</span></p>
<p><b><i>Conte alguma curiosidade ou história do processo de trabalho</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu acho que a coisa mais extrema foi realmente a pandemia, que exigiu a adaptação de toda a pesquisa e trabalho em casa. Por isso, não aconteceram muitas coisas, pois estávamos nessa situação. Mas, sempre há aquela expectativa de “vou conseguir? vai dar tempo?”, que é o normal.</span></p>
<p><b><i>Ao que você credita a escolha da sua tese para representar esta categoria?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acredito que o tema, que é bem relevante. A minha tese é na parte de formação de professores, então é um tema que é bem latente na educação. Como a educação e a formação de professores têm sofrido bastante ataque, principalmente nos últimos anos, acredito que isso tenha influenciado na escolha. </span></p>
<p><b><i>O que concorrer ao prêmio representa para você e qual a importância que você vê em premiações como essa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu fiquei até surpresa. Participei do processo seletivo, mas nem imaginei que minha inscrição sairia do programa, então vai dando um orgulho. É uma coisa até curiosa, porque realmente não esperava. Eu acho que é um reconhecimento muito legal aos trabalhos que são realizados. A pesquisa brasileira sofreu muitos ataques, por isso, ter premiações como essa, traz um bom reconhecimento para o trabalho que, tanto os professores orientadores quanto os alunos de mestrado e, especificamente do doutorado, realizam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É importante até para que as pessoas reconheçam o trabalho que é feito, e que não acaba aqui dentro, é um resultado que vai para toda a sociedade. As contribuições do nosso trabalho são pequenas em relação a toda a sociedade, mas auxiliam. O meu trabalho vai contribuir com uma parte da formação de professores, mas isso vai resultar no que os filhos das pessoas vão ter na escola. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É um reconhecimento muito legal, tanto para os alunos quanto para os orientadores, porque os trabalhos são, principalmente deles, já que eles que nos ajudam. Queria nos parabenizar, só de sermos finalistas já é incrível. Nos parabenizar pelo trabalho que tivemos durante quatro anos, talvez um pouco mais ou menos, pois depois de tudo que passamos dentro da pesquisa. Realmente queria agradecer a indicação e ao meu orientador.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Júlia Weber, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli, designer</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prêmio Tese UFSM: entrevista com Jones Luís Schaefer, do CT</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/18/premio-tese-ufsm-entrevista-com-jones-luis-schaefer-do-ct</link>
				<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 14:47:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64134</guid>
						<description><![CDATA[Conheça o autor da tese “Framework para diagnóstico e gestão de ambientes de Energy Cloud”, indicado do Centro de Tecnologia à premiação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64135" align="alignright" width="604"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Jones.jpg"><img class="wp-image-64135" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Jones.jpg" alt="" width="604" height="340" /></a> Jones Luís Schaefer[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e mestre em Sistemas e Processos Industriais pela mesma instituição, Jones Luís Schaefer percorreu todo o ensino básico e médio na rede pública, além da formação em eletrotécnica pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). A trajetória com a UFSM começou apenas no doutorado, quando veio para Santa Maria se especializar na área de Engenharia de Produção, no ano de 2019. Atualmente é pesquisador de pós-doutorado na UFSM e professor-pesquisador do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção e Sistemas (PPGEPS) na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para além da academia, Jones se descreve como alguém “normal, que busca sempre o melhor para si e sua família”. Ele é casado há quatorze anos e pai de duas filhas, uma de doze e outra de três anos. A caçula nasceu em meio a um período difícil, em que conciliava a elaboração da tese e a adaptação à realidade pandêmica:  “foi bem desafiador essa parte inicial de gravidez e nascimento, tudo aconteceu durante o doutorado e durante a pandemia”, conta ele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, trabalhou durante 22 anos na CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul), e destaca a importância da experiência prévia no mercado de trabalho para a função que exerce como professor hoje em dia: “tive toda uma carreira na Indústria primeiro, para depois terminar mestrado e doutorado, e agora iniciar uma nova carreira como professor-pesquisador, trazendo toda essa bagagem de conhecimento prático também para aplicar aqui na universidade como docente”, completa Jones. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com sua tese intitulada “Framework para diagnóstico e gestão de ambientes de Energy Cloud”, defendida em 2022 (sob a orientação do professor Julio Cezar Mairesse Siluk), Jones recebeu a indicação à </span><a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai"><span style="font-weight: 400">primeira edição do Prêmio Tese UFSM 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, representando o Centro de Tecnologia (CT). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias, vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, conversou com Jones para saber um pouco mais sobre a pesquisa:</span></p>
<p><b><i>Você poderia explicar a sua tese e como surgiu o tema de pesquisa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa trata sobre a gestão dos sistemas de energia, que tem evoluído e se transformado com a inserção de novas tecnologias, geração de energia de fontes renováveis e os veículos elétricos. A partir disso, foi pesquisada a formação desse novo ecossistema de negócios e quais são as variáveis a serem observadas pelos players inseridos neste novo modelo de negócios. E na fase final da pesquisa foi elaborado um framework que demonstra como estas variáveis estão relacionadas e como ocorrem as influências e relações neste novo ecossistema de negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Este tema veio a mim através de uma indicação do professor José Renes Pinheiro que comentou sobre essas novas tendências para gerenciamento de energia com o meu orientador, professor Julio Siluk. Aliado a isso também havia a minha experiência e interesse pelas pesquisas relacionadas ao setor de energia.</span></p>
<p><b><i>Como foi o processo de produção e qual a maior dificuldade enfrentada durante o processo?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A minha tese foi produzida em um período de 2 anos e 10 meses, iniciando por uma longa revisão de literatura, passando por uma pesquisa com 44 especialistas de diversos países e chegando à elaboração do framework que era o objetivo central da pesquisa. Foram 5 artigos de alto impacto publicados em revistas de elevada importância internacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A grande dificuldade encontrada foi durante o período da pandemia, que dificultou a relação com colegas e com o orientador, levando a grande maioria das reuniões a ocorrerem de forma remota.</span></p>
<p><b><i>Conte alguma curiosidade ou história do processo de trabalho.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa desenvolvida evidenciou lacunas que depois foram e estão sendo exploradas por outros colegas do PPGEP.</span></p>
<p><b><i>Ao que você credita a escolha da sua tese para representar o centro?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A tese aborda um tema inovador na área de Engenharia de Produção, buscando aproximar o que se discute tecnicamente sobre o futuro da energia com as necessidades dos consumidores. Esta tese abrange diversas áreas e mostra um perfil de futuro de como serão compostos os modelos de sistemas de energia.</span></p>
<p><b><i>O que concorrer ao prêmio representa para você e qual a importância que você vê em premiações como essa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mim, representa poder difundir a pesquisa realizada, concorrendo com pares que também realizaram pesquisas de grande qualidade fomentando, assim, o processo científico como um todo. </span><span style="font-weight: 400">Esse tipo de premiação incentiva os alunos a realizarem pesquisas inovadoras e de alta qualidade, não buscando somente o diploma ao final dos cursos.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Júlia Weber, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</span></i></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prêmio Tese UFSM: entrevista com Marina Bianchin, do CCNE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/18/premio-tese-ufsm-entrevista-com-marina-bianchin-do-ccne</link>
				<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 10:39:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>

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						<description><![CDATA[Tema da pesquisa indicada, evolução das galáxias, é de grande relevância na astrofísica atual]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64137" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Marina.jpg"><img class="wp-image-64137" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Marina.jpg" alt="" width="602" height="339" /></a> Marina Bianchin[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Graduada, mestre e doutora em Física, Marina Bianchin teve, praticamente, toda sua formação em escola pública. Formou-se em fevereiro de 2016; no mestrado em 2018; e no doutorado em 2022. Em outubro de 2022, iniciou pós-doutorado na Universidade da Califórnia, em Irvine, nos Estados Unidos. Atualmente trabalha com dados do telescópio espacial James Webb de galáxias luminosas no infravermelho. Sua aproximação com a área da pesquisa se deu em 2012, no primeiro ano da graduação quando foi contemplada com uma uma bolsa de Iniciação Científica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Marina nasceu e cresceu em Marau, no norte do Rio Grande do Sul. Seus pais não têm formação acadêmica superior, “meu pai é agricultor e minha mãe atualmente é aposentada, mas foi auxiliar de enfermagem por quase 30 anos. Na família apenas duas tias fizeram licenciatura, e são professoras na rede estadual, e dois tios têm formação em contabilidade, mas ninguém atua no meio acadêmico”, diz. Ela conta que mesmo estando em um lugar para se dedicar aos estudos, morar longe - e sozinha - estava muito fora do esperado, ainda assim, recebeu apoio, principalmente, de sua mãe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Marina tem interesses variados, “adoro gatos e atualmente moro com a minha gata (Rita) de 9 anos, uma senhora rabugenta que foi confundida com um coelho pela fiscalização do aeroporto. Gosto de fazer trabalhos manuais como tricô e crochê, heranças da minha família, e já fiz roupas para mim e um par de meias para uma amiga. Descobri há pouco tempo que adoro viajar sem tanto planejamento... sair andando pelos lugares e ser surpreendida com o que se encontra”, conta. Marina escuta bastante música, “ultimamente mais MPB porque é uma forma de me reconectar com o Brasil morando fora.” Ainda, adora cozinhar e diz que pão-de-queijo é aprovado pelos estadunidenses. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com sua tese intitulada “</span><i><span style="font-weight: 400">Molecular and ionized gas kinematics in seyfert and qso hosts</span></i><span style="font-weight: 400">”, </span><span style="font-weight: 400">em português “Cinemática do gás molecular e ionizado em galáxias Seyfert e QSOs”, </span><span style="font-weight: 400">defendida em 2022 (sob a orientação do professor Rogemar Riffel), Marina recebeu a indicação à primeira edição do <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Tese UFSM 2023</a></span><span style="font-weight: 400">,</span><span style="font-weight: 400"> representando o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias, vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social, conversou com Marina para saber um pouco mais sobre a pesquisa:</span></p>
<p><b><i>Você poderia explicar a sua tese e como surgiu o tema de pesquisa?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das principais perguntas da astrofísica moderna é: como as galáxias evoluem? Galáxias têm entre dezenas de milhões a trilhões estrelas. A maioria delas possui um buraco negro supermassivo central (BNS). Quando o BNS está capturando matéria (gás e estrelas) ocorre a liberação de radiação e ventos de partículas, os quais  influenciam a evolução da galáxia. Utilizando telescópios modernos, determinamos as propriedades físicas destes ventos em múltiplas fases gasosas, o que é fundamental para responder à pergunta acima.  Foram realizadas diversas atividades de extensão abordando assuntos da tese, destacando-se o projeto aprovado para telescópio James Webb, liderado pela UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia deste tema surgiu através de várias conversas com o meu orientador. Eu já tinha experiência com observações e análise de dados de galáxias ativas no infravermelho e gostaria de voltar para essa área depois de ter estudado aglomerados estelares durante o mestrado. Existem muitas questões em aberto sobre evolução de galáxias e do universo em geral, e estudar como o gás se move e se ele pode ser ejetado da galáxia podendo influenciar a formação de novas estrelas soava interessante para mim e meu orientador. Então, conjuntamente, optamos por este assunto.</span></p>
<p><b>Como foi o processo de produção e qual a maior dificuldade enfrentada?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Longo e tortuoso — como acredito que a produção de todas as teses seja — e permeado por uma pandemia. Felizmente tive apoio de amigos, do meu orientador, e da companhia da minha gata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Considero que a maior dificuldade foi a reestruturação de algumas partes do projeto. Devido a problemas técnicos e à pandemia, várias observações com o telescópio Gemini foram canceladas fazendo com que eu tivesse que mudar um pouco o projeto e optar por alternativas para obter mais dados. Felizmente isso acabou abrindo portas para colaborações internacionais que mantenho atualmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um fato interessante é que apesar do meu trabalho ser entendido como experimental, nunca realmente realizei uma observação utilizada na minha tese. Isso é cada vez mais comum na astronomia atual, onde astrônomos residentes realizam observações para grandes levantamentos ou projetos individuais. A ideia de que astrônomos passam a noite toda acordados realizando observações nem sempre é verdadeira. </span></p>
<p><b>Ao que você credita a escolha da sua tese para representar o centro?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acredito que alguns fatores possam ter contribuído para a escolha da minha tese. O tema do trabalho, a evolução das galáxias, é de grande relevância na astrofísica atual. No entanto, acredito que as teses de colegas dos outros PPGs do CCNE, e da própria física, também abordam temas atuais e relevantes para as suas respectivas áreas. O fato de eu ter escrito a tese em inglês e ter incluído os artigos como capítulos da tese e trazendo uma contextualização de toda a amostra ao final pode ter feito a diferença.</span></p>
<p><b>O que concorrer ao prêmio representa para você e qual a importância que você vê em premiações como essa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Concorrer ao prêmio representa o reconhecimento do meu trabalho pelo Programa de Pós-Graduação em Física e o Centro Ciências Naturais e Exatas. É também uma honra muito grande ser indicada para representar o Centro no qual se deu toda a minha formação acadêmica de nível superior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas premiações são importantes pois reconhecem o trabalho desenvolvido por estudantes da universidade que, principalmente nos últimos anos, não eram a categoria mais valorizada. A divulgação que essas premiações recebem também contribui para mostrar à sociedade o que é feito dentro da universidade e isso pode aproximar mais pessoas dela.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriela Leandro, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prêmio Tese UFSM: entrevista com Mailine Gehrcke, do CCS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/17/premio-tese-ufsm-entrevista-com-mailine-gehrcke-do-ccs</link>
				<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 15:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[ciências farmacêuticas]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[labtec nano]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64124</guid>
						<description><![CDATA[A tese de autoria de Mailine gerou dois artigos científicos de alto impacto e um capítulo de livro internacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64125" align="alignright" width="606"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Mailine.jpg"><img class="wp-image-64125" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Mailine.jpg" alt="" width="606" height="341" /></a> Mailine Gehrcke[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Graduada em Farmácia, mestre e doutora em Ciências Farmacêuticas pela UFSM, especialista em Oncologia pela Universidade Franciscana, Mailine Gehrcke percorreu todo o ensino na rede pública. Em 2013 ingressou como bolsista de iniciação científica no LabTec Nano - L</span><span style="font-weight: 400">aboratório de Tecnologia Farmacêutica, localizado na UFSM, anexo ao Centro de Ciências da Saúde (CCS), </span><span style="font-weight: 400">onde auxiliou em pesquisas de mestrado e doutorado. Em agosto de 2014 se formou e ingressou no mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, realizando pesquisa no LabTec Nano. Finalizou o mestrado em 2016. Tendo em vista o grande interesse pela pesquisa e pela docência, em 2018 iniciou o doutorado no mesmo programa e núcleo de pesquisa. Concluiu a pesquisa em 2022 e realizou a defesa de doutorado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da pesquisa e academia, Mailine comenta que sempre teve muito interesse pela área farmacêutica, especialmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente é farmacêutica na Prefeitura de Santa Maria, atuando na assistência farmacêutica do município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com sua tese intitulada “Filmes de polissacarídeos naturais para a veiculação cutânea de nanocápsulas de silibinina no tratamento da dermatite atópica”, defendida em 2022 (sob a orientação da professora Leticia Cruz), Mailine recebeu a indicação à primeira edição do <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Tese UFSM 2023</a></span><span style="font-weight: 400">, representando o Centro de Ciências da Saúde (CCS). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias, vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, conversou com Mailine para saber um pouco mais sobre a pesquisa:</span></p>
<p><b>Você poderia explicar a sua tese e como surgiu o tema de pesquisa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A minha pesquisa objetivou o desenvolvimento de filmes de polissacarídeos naturais contendo nanocápsulas de silibinina, </span><span style="font-weight: 400">um flavonoide, principal composto que possui ação terapêutico do extrato de silimarina (extraído da planta silybum marianum ou cardo-leiteiro),</span><span style="font-weight: 400"> como uma abordagem inovadora para o tratamento da dermatite atópica. Assim, eu desenvolvi filmes de goma gelana e de goma gelana e </span><i><span style="font-weight: 400">pullulan</span></i><span style="font-weight: 400"> (</span><span style="font-weight: 400">polissarideos naturais que possuem propriedades de aumentar a viscosidade de preparações, gelificantes e formadoras de filmes</span><span style="font-weight: 400">) onde este último demonstrou (através de um estudo pré-clínico) resultados promissores para o tratamento desta doença, combinando os efeitos de proteção, hidratação e regeneração cutânea, proporcionados pelos polissacarídeos, com efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes, proporcionados pela silibinina e potencializados pela nanoencapsulação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde o mestrado eu vinha pesquisando as potencialidades da nanoencapsulação de substâncias ativas naturais, e no doutorado eu planejei pesquisar estas potencialidades voltadas para o tratamento de desordens cutâneas. A escolha por trabalhar com a nanoencapsulação da silibinina partiu de resultados promissores demonstrados em trabalhos prévios do nosso núcleo de pesquisa, onde foi demonstrada a ação deste flavonoide em doenças inflamatórias cutâneas. Assim, eu busquei desenvolver uma nova forma farmacêutica para a administração de nanocápsulas de silibinina, os filmes poliméricos, utilizando polissacarídeos naturais, e a partir dos resultados </span><i><span style="font-weight: 400">in vitro</span></i><span style="font-weight: 400"> observados foi verificado que esta nova abordagem poderia ser benéfica para tratar a dermatite atópica, uma condição patológica da pele muito desafiadora de tratar. Diante disso, realizamos um estudo pré-clínico em parceria com a Universidade Federal de Pelotas para validar a nossa hipótese.</span></p>
<p><b>Como foi o processo de produção e qual a maior dificuldade enfrentada?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Trabalhar com o desenvolvimento de formulações é sempre desafiador, e com os filmes poliméricos não poderia ser diferente. Foram necessárias dezenas de testes para enfim chegar na formulação final. Assim, os primeiros dois anos de doutorado foram focados na incorporação das nanocápsulas de silibinina em filmes de goma gelana, resultando na primeira publicação científica do doutorado em uma revista internacional. Na sequência, buscou-se aprimorar as características do filme de goma gelana pela adição de uma segunda camada polimérica composta por </span><i><span style="font-weight: 400">pullulan</span></i><span style="font-weight: 400">. Estes filmes bicamada demonstraram muitos efeitos benéficos para tratar doenças da pele e foram então escolhidos para a realização de um estudo </span><i><span style="font-weight: 400">in vivo</span></i><span style="font-weight: 400">, onde foi induzida uma condição semelhante à dermatite atópica em animais para verificar os efeitos da formulação desenvolvida em atenuar os sintomas e reduzir a inflamação e danos oxidativos cutâneos. Estes resultados foram também publicados em uma revista internacional, com alto impacto para a área da farmácia. Além disso, no decorrer da realização da minha tese, a minha orientadora e eu recebemos um convite para redigir um capítulo de livro sobre o uso de nanocarreadores para tratar a dermatite atópica, o qual fará parte do livro “</span><i><span style="font-weight: 400">Novel Nanocarriers For Skin Diseases: Advances and Applications</span></i><span style="font-weight: 400">”, a ser publicado pela Apple Academic Press.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A maior dificuldade com certeza foi a pandemia de Covid-19. Com a necessidade do isolamento social, muita coisa precisou ser adiada e muitos dos processos precisaram ser adaptados.</span></p>
<p><b>Ao que você credita a escolha da sua tese para representar o centro?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acredito que houve três fatores. O primeiro está relacionado às publicações oriundas da minha tese (dois artigos científicos de alto impacto e um capítulo de livro internacional). Em segundo, a inovação da pesquisa, na qual desenvolvi uma nova abordagem terapêutica para o tratamento da dermatite atópica, uma condição patológica da pele que acomete milhares de pessoas no mundo e que muitas vezes requer a utilização de múltiplas terapias. A nova abordagem desenvolvida por mim reuniu efeitos anti-inflamatório, antioxidante, hidratante e de barreira protetora da pele em uma só formulação. E em terceiro, o impacto oriundo dos resultados, os quais abrem portas para novas investigações e realização de estudos clínicos, para futuramente beneficiar as milhares de pessoas acometidas por esta doença.</span></p>
<p><b>O que concorrer ao prêmio representa para você e qual a importância que você vê em premiações como essa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Concorrer ao prêmio representa um reconhecimento em nível institucional e a consagração de que a minha pesquisa conseguiu atingir as suas finalidades: inovação e impacto social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Premiações como esta têm o poder de mostrar para a população e órgãos públicos a importância do investimento em pesquisas. Além disso, é um estímulo para os jovens pesquisadores, pois muitas vezes a carreira acadêmica é bastante difícil e árdua, e ter este reconhecimento em nível institucional é uma forma de motivação para a continuação da carreira científica e de recompensa por todo esforço envolvido.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriela Leandro, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Lucas Casali, jornalista</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prêmio Tese UFSM: entrevista com Joice Aline Freiberg, do CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/17/premio-tese-ufsm-entrevista-com-joice-aline-freiberg-do-ccr</link>
				<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 11:22:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência do Solo]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2023 destaque]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64122</guid>
						<description><![CDATA[A temática da tese é inédita no Brasil e aborda truficultura no país]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64123" align="alignright" width="601"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Joice.jpg"><img class="wp-image-64123" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Joice.jpg" alt="" width="601" height="338" /></a> Joice Freiberg[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade de Passo Fundo e doutora em Ciência do Solo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Joice Freiberg concluiu toda sua educação básica em escola pública. Em 2012 ingressou no curso superior de Tecnologia em Produção de Grãos, que conciliou por um ano e meio com o curso de biologia. Em 2015, realizou o estágio curricular no laboratório de Biologia do Solo e Ambiente, na UFSM e, na sequência, ingressou no mestrado em Ciência do Solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2017 deu início ao doutorado, dando continuidade às pesquisas na área de insumos biológicos à agricultura. Em 2019, participou do programa para jovens cientistas da IUFRO-EFI (International Union of Forest Research Organizations - European Forest Institute). Atualmente é supervisora das ações de Promoção Social do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR-RS, na região da fronteira do Rio Grande do Sul e pós-doutoranda voluntária no Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo da UFSM. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Joice é natural de Ibirubá-RS e filha de agricultores, “meus pais são meu maior tesouro e é na casa deles que busco encontrar minha família e aproveitar as coisas simples da vida no interior, como o café com leite, o pão de milho, a cuca de requeijão, o almoço em família, a pescaria, a colheita, o sossego na varanda e o anúncio de um novo dia com o canto dos pássaros (e das galinhas),” destaca. Ela conta, também, que é por meio da natureza - árvores, flores, animais - que se aproxima e se conecta com o seu interior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com sua tese intitulada “</span><i><span style="font-weight: 400">Potential of truffles in pecan and edible ectomycorrhizal fungi in forestry plantations</span></i><span style="font-weight: 400">”, </span><span style="font-weight: 400">em português “Potencial de trufas em nogueira-pecã e fungos ectomicorrízicos comestíveis em plantações florestais”, </span><span style="font-weight: 400">defendida em 2022 (sob a orientação da professora Zaida Inês Antoniolli), Joice recebeu a indicação à primeira edição do <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Tese UFSM 2023</a></span><span style="font-weight: 400">,</span><span style="font-weight: 400"> representando o Centro de Ciências Rurais (CCR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Agência de Notícias, vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, conversou com Joice para saber um pouco mais sobre a pesquisa:</span></p>
<p><b>Você poderia explicar a sua tese e como surgiu o tema de pesquisa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A tese compreende três estudos. O primeiro aborda a possibilidade de obtenção de mudas de nogueira-pecã micorrizadas </span><span style="font-weight: 400">- mudas que possuem algum tipo de associação de fungos em suas raízes - </span><span style="font-weight: 400">com trufas europeias (</span><i><span style="font-weight: 400">Tuber aestivum e T. brumale</span></i><span style="font-weight: 400">), em condições subtropicais brasileiras. No segundo estudo, reunimos saberes sobre a composição nutricional e o perfil aromático da trufa Sapucay (</span><i><span style="font-weight: 400">T.  floridanum</span></i><span style="font-weight: 400">), bem como aspectos ecológicos relacionados aos pomares de nogueira-pecã, tais como a predação das trufas (micofagia) pela fauna e as propriedades físicas e químicas do solo. No terceiro estudo, abordamos o potencial dos fungos ectomicorrízicos </span><span style="font-weight: 400">(que possuem como  característica a formação do manto, a rede de Hartig e o micélio extrarradicular) </span><span style="font-weight: 400">comestíveis no Brasil e destacamos, com base na concentração de metais, a segurança no consumo de um desses cogumelos (</span><i><span style="font-weight: 400">Lactarius quieticolor</span></i><span style="font-weight: 400">).  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A escolha do tema é decorrente da descoberta de verdadeiras trufas em pomares de nogueira-pecã do Rio Grande do Sul, em 2016, a qual despertou questionamentos e o interesse na pesquisa por trufas e fungos ectomicorrízicos comestíveis.   </span></p>
<p><b>Como foi o processo de produção e qual a maior dificuldade enfrentada?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O processo de produção envolveu a execução e o replanejamento do projeto de pesquisa, devido às dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19. Para o desenvolvimento das pesquisas, contamos com o apoio de uma rede de colaboração: orientadora, professores, acadêmicos de iniciação científica, pós-graduandos, produtores rurais e pesquisadores de instituições nacionais e internacionais. Destaco a importante colaboração de Tine Grebenc, pesquisador do Instituto Florestal Esloveno, que nos auxiliou em todo o processo de produção da tese e que oportunizou a visita científica no instituto, em 2019. A tese é resultado de muitas horas dedicadas à execução das atividades laboratoriais, às coletas nos pomares de nogueira-pecã e fragmentos florestais, assim como na redação dos manuscritos.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pandemia de Covid-19 foi a maior dificuldade enfrentada no processo, pois impediu a realização de uma capacitação e o doutorado sanduíche com bolsa CAPES-PrInt, assim como a execução de dois estudos planejados no projeto de pesquisa. </span><span style="font-weight: 400">Além disso, a</span> <span style="font-weight: 400">pandemia impediu a realização de dois dos três estudos planejados no projeto de pesquisa, sendo um relacionado à invasão biológica de trufas e outro sobre a comunidade de fungos ectomicorrízicos em pomares de nogueira-pecã. Estes estudos compreendem análises laboratoriais mais complexas e dispendiosas, que seriam realizadas em parceria com as instituições estrangeiras. Diante desse impedimento e das restrições orçamentárias para a execução das análises no Brasil, replanejamos as pesquisas e incluímos o estudo sobre a trufa Sapucay e os fungos ectomicorrízicos comestíveis para compor a tese.  </span></p>
<p><b>Ao que você credita a escolha da sua tese para representar o centro?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Credito a escolha da tese para representar o Centro ao ineditismo e à integração de diferentes áreas das Ciências Agrárias. A temática da tese é inédita ao abordar os conhecimentos da truficultura (cultivo de trufas) no Brasil e desenvolver os estudos com o apoio de diferentes departamentos da universidade como o Departamento de Solos, Departamento de Ciência e Tecnologia dos Alimentos, o Departamento de Química e o Colégio Politécnico. </span></p>
<p><b>O que concorrer ao prêmio representa para você e qual a importância que você vê em premiações como essa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Concorrer ao prêmio representa um grande reconhecimento da dedicação à ciência. É um sentimento de felicidade e gratidão à trajetória de aprendizados, dificuldades e conquistas vivenciados durante a pós-graduação. A tese representa parte de uma história que escrevemos cientificamente durante o doutorado. Portanto, considero que o prêmio de Tese UFSM poderá aproximar a ciência das pessoas, permitindo que a comunidade identifique a importância da ciência e valorize o conhecimento produzido na universidade pública. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriela Leandro, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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				<title>38ª JAI terá início na segunda (23) com entrega de prêmios e palestra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/16/38a-jai-tera-inicio-na-segunda-23-com-entrega-de-premios-e-palestra</link>
				<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 14:03:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[38 JAI]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[premio tese]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64101</guid>
						<description><![CDATA[Anúncio do vencedor do Prêmio Tese e palestra com astrofísico e escritor estarão entre os destaques da abertura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A abertura oficial da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM será realizada na próxima segunda-feira (23), às 8h30, no Centro de Convenções da UFSM. Na ocasião, com a presença de autoridades, haverá a e<span style="color: initial">ntrega dos Destaques Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSM. A cerimônia também será marcada pela e</span><span style="color: initial">ntrega das menções honrosas e revelação do vencedor do <a href="https://www.ufsm.br/2023/10/16/ufsm-promove-primeira-edicao-do-premio-tese-junto-a-abertura-da-38a-jai" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Tese 2023</a>.</span></p>
<p>Na sequência, haverá a p<span style="color: initial">alestra de abertura da JAI, "Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para 'Adiar o Fim do Mundo'", com o astrofísico, escritor e professor <span style="font-weight: 400">no Instituto de Física </span>da <span style="font-weight: 400">Universidade Federal do Rio Grande do Sul (</span>UFRGS) Alan Alves Brito. Ele </span><span style="font-weight: 400">se dedica a estudar pautas como</span><span style="font-weight: 400"> a evolução química de diferentes populações estelares da Via Láctea, educação e divulgação de Astronomia e Física, incluindo questões decoloniais, étnico-raciais, de gênero e suas intersecções nas ciências exatas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Alan é autor de livros que buscam popularizar a ciência e gerar inclusão. Em 2020, sua obra escrita em parceria com Neusa Teresinha Masson "Astrofísica para a Educação Básica: A Origem dos Elementos Químicos no Universo" foi finalista do Prêmio Jabuti. Atualmente, Alan é diretor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos e busca uma ciência antirracista. </span></p>
<p>A programação da JAI é composta pela 6ª JAI Jovem, Maratona de Inovação, 2ª JAI Mirim, 18º Salão de Extensão, bem como apresentações de trabalhos, diversas palestras, atividades satélites e culturais. </p>
<p>Confira a programação completa e mais informações no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/" target="_blank" rel="noopener">site da JAI</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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