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				<title>Atualização sobre o uso do nome social durante a JAI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2023/11/01/atualizacao-sobre-o-uso-do-nome-social-durante-a-jai</link>
				<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 13:10:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[nome social]]></category>

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						<description><![CDATA[Após serem informados de erros referentes ao uso do Nome Social em listas de inscritas(os) e apresentadoras(es) da 38.ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), os responsáveis pela organização do evento acadêmico reuniram-se para avaliar e adotar as medidas necessárias na identificação da origem e na correção do problema para que não se repita. Com a análise, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/11/Nome-Social.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/11/Nome-Social-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /></a>Após serem informados de erros referentes ao uso do Nome Social em listas de inscritas(os) e apresentadoras(es) da 38.ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), os responsáveis pela organização do evento acadêmico reuniram-se para avaliar e adotar as medidas necessárias na identificação da origem e na correção do problema para que não se repita.</p><p>Com a análise, foi possível identificar que o relatório base para organização do evento continha apenas os nomes civis das(os) inscritas(os). O trabalho para solução da falha na exportação de dados dos relatórios do sistema de gestão acadêmica utilizado pela UFSM já foi iniciado.</p><p>A UFSM reforça o seu compromisso com a pluralidade e o respeito às escolhas das(os) estudantes e servidoras(es) da instituição, assegurando que seu autoreconhecimento seja respeitado em todas as instâncias universitárias.</p><p>Lembramos que, em caso de violação do uso do Nome Social, a Ouvidora da UFSM seja acionada para que, além de registro, sejam feitas as ações necessárias para correção. A Casa Verônica UFSM permanece à disposição da comunidade acadêmica para auxílio e orientação.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança campanha Eu decidi me reconhecer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2023/08/18/ufsm-lanca-campanha-eu-decidi-me-reconhecer</link>
				<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 20:41:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[nome social]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa coordenada pela Casa Verônica UFSM busca facilitar o acesso aos procedimentos de acesso ao Nome Social na Instituição]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/Peca-4.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/Peca-4-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) lançou, nesta semana, a campanha “Eu decidi me reconhecer”. A iniciativa, coordenada pela Casa Verônica UFSM, tem por objetivo facilitar o acesso às informações sobre o direito do nome social na Instituição e fortalecer a cultura de respeito às pluralidades que formam a Universidade. </p><p>Direito assegurado desde 2015 pela UFSM, a campanha foi pensada a partir de uma demanda identificada pela equipe multiprofissional da Casa. Embora não existam números consolidados na universidade sobre o quantitativo de pessoas que utilizam nome social, dados da Divisão de Protocolos da UFSM indicam que em 2022 foram abertos 42 processos para inclusão do nome em documentos internos da Universidade. </p><p>No primeiro semestre de 2023, os números da Divisão já registraram 32 novos processos. Apesar de ser um direito assegurado, nem todas/os as/os estudantes e servidores/as têm conhecimento sobre os procedimentos legais para a obtenção desse direito na UFSM. </p><p>O nome social é o modo como a pessoa se autoidentifica e é reconhecida, identificada e denominada na sua comunidade e no meio social. Trata-se de uma decisão própria,  uma vez que o seu nome civil (registrado ao nascer) não reflete necessariamente a sua identidade de gênero ou como a pessoa se reconhece.</p><p>A solicitação pelo uso do nome social pode ser realizada a qualquer momento e o tratamento por ele em sala de aula ou em outras instâncias institucionais deve acontecer de forma imediata. Após o deferimento da solicitação, o nome social constará em todos os registros, sistemas acadêmicos e documentos internos gerados pela UFSM. </p><p><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica/campanha-eu-decidi-me-reconhecer">A Casa Verônica disponibiliza um site com as principais informações sobre os procedimentos necessários para obtenção do direito</a>.</p><p><b><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/Peca-3.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/Peca-3-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Eu decidi me reconhecer</b></p><p>A campanha pela visibilidade e respeito ao uso do nome social na UFSM tem como conceito “Eu decidi me reconhecer”. O desenvolvimento da proposta foi pensado de forma conjunta pela equipe da Casa Verônica, buscando ressaltar alguns aspectos diretamente relacionados ao processo de auto identificação.</p><p>Pela noção de “decisão”, a campanha busca ressaltar a mudança de estado a partir da própria pessoa, isto é, a escolha por uma alternativa diante de várias outras e que expressa o reconhecimento e a liberdade de quem se é em oposição ao que a sociedade estabeleceu como padrão. </p><p>Outra noção mobilizada foi a de “reconhecimento”, um conceito amplamente debatido nas Ciências Humanas e Sociais e que aponta para um processo de aceitação de algo novo. Além disso, o reconhecimento também é um processo de distinção entre as possibilidades e, ao mesmo tempo, um movimento de conhecimento da verdade sobre algo.</p><p>Para a construção da identidade visual, a campanha conta com apoio de estudantes e servidoras/es da UFSM que utilizam o nome social na instituição, promovendo uma aproximação e identificação da campanha com a comunidade acadêmica.</p><p>Mais informações sobre a campanha podem ser acessadas <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica/campanha-eu-decidi-me-reconhecer">aqui</a>.</p>		
		<p><em>Texto: Wellington Hack, jornalista Casa Verônica UFSM</em></p><p><em>Artes: Bruna Dotto, bolsista de produção gráfica Casa Verônica UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campanha: Eu decidi me reconhecer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica/campanha-eu-decidi-me-reconhecer</link>
				<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 18:28:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[nome social]]></category>

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						<description><![CDATA[Na UFSM, você pode ser quem realmente é. E é seu direito e seu dever reconhecer o nome de cada pessoa. A pluralidade da comunidade acadêmica é um valor inquestionável na Universidade. O respeito ao uso do Nome Social é uma obrigação. Saiba mais sobre o uso do Nome Social na UFSM com a campanha [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="275" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/Banner_site_2.jpg" alt="" />													
		<p style="text-align: center"><em>Na UFSM, você pode ser quem realmente é. E é seu direito e seu dever reconhecer o nome de cada pessoa. A pluralidade da comunidade acadêmica é um valor inquestionável na Universidade. O respeito ao uso do Nome Social é uma obrigação.</em></p><p style="text-align: center"><strong>Saiba mais sobre o uso do Nome Social na UFSM com a campanha "Eu decidi me reconhecer"</strong></p>		
														<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/1.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="1" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjI0ODYiLCJ1cmwiOiJodHRwczpcL1wvd3d3LnVmc20uYnJcL2FwcFwvdXBsb2Fkc1wvc2l0ZXNcLzQxNFwvMjAyM1wvMDhcLzEuanBnIn0%3D">
							<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/1-1024x1024.jpg" alt="" />								</a>
			<h2><i>Eu decidi me reconhecer</i></h2>		
		<p>Nós mudamos. Como seres em permanente transição, uma das nossas marcas distintivas é o poder de decidir. Decidir aquilo que gostamos, aquilo que rejeitamos, quem não somos e quem somos. Diante de um mundo de possibilidades, decidir como ser chamada, reconhecida, expressada. Decidir opor-se a um padrão estabelecido e ser livre para se reconhecer. Um novo mundo a partir da aceitação de algo que sempre fomos.</p><p>Na UFSM, você é quem decidiu se reconhecer.</p>		
			<a href="https://drive.google.com/drive/folders/1njgByST25eNQDGfOm86vtLUqcDoJGyBf?usp=sharing">
						</a>
			<h4>Materiais para redes sociais</h4>		
			<a href="https://drive.google.com/drive/folders/1JREJsKD65Lf8YIjOQf3FudSOM6LpAvb7?usp=sharing">
						</a>
			<h4>Materiais para sites</h4>		
			<a href="https://drive.google.com/drive/folders/1ZtVSl0_7a-kvX4HRuzWgS-tY5Jcms1SD?usp=sharing">
						</a>
			<h4>Materiais para impresso</h4>		
			<h2>Saiba como acessar o direito do nome social na UFSM</h2>		
		<p dir="ltr">Na UFSM, a <a href="https://portal.ufsm.br/documentos/publico/documento.html?id=7012567"><u>Resolução N.010/2015</u></a>, resultado de uma construção coletiva, garante o uso do nome social para pessoas trans, abrangendo estudantes, servidoras/es e a comunidade que utiliza os serviços da Universidade.</p><p dir="ltr">Estudantes que se enquadrarem na situação prevista no art. 1.º poderão solicitar a inclusão ou a retirada do nome social durante a manutenção de seu vínculo ativo com a UFSM. Nos casos de menores de 18 anos, a inclusão do nome social deverá ser requerida mediante a apresentação de autorização, por escrito, dos pais ou dos responsáveis legais. </p><p dir="ltr">A solicitação de inclusão ou de retirada do nome social por estudantes da UFSM deverá ser feita mediante requerimento a ser protocolado no Departamento de Arquivo Geral da UFSM e destinado à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) ou à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), conforme a matrícula do acadêmico. </p>		
														<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/2.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="2" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjI0ODciLCJ1cmwiOiJodHRwczpcL1wvd3d3LnVmc20uYnJcL2FwcFwvdXBsb2Fkc1wvc2l0ZXNcLzQxNFwvMjAyM1wvMDhcLzIuanBnIn0%3D">
							<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/08/2-1024x1024.jpg" alt="" />								</a>
			<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/nome-social">
									Mais informações
					</a>
		<p style="text-align: center"><strong>O uso do nome social na UFSM é imediato após a decisão da/o estudante ou servidor/a. Mesmo que a solicitação de inclusão nos documentos internos não tenha sido concluída, o tratamento nominal deve acontecer unicamente pelo nome decidido.</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>Caso seu direito não esteja sendo respeitado, entre em contato com a Ouvidoria da UFSM.</strong></p>		
			<h2>Legislação e normativas</h2>		
			<a href="https://portal.ufsm.br/documentos/publico/documento.html?id=7012567">
						</a>
			<h6>Resolução UFSM N.º 10/2015</h6>		
			<a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&#038;view=download&#038;alias=81001-rcp001-18-pdf&#038;category_slug=janeiro-2018-pdf&#038;Itemid=30192">
						</a>
			<h6>Resolução MEC N.º 1/2018</h6>		
			<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2016/decreto-8727-28-abril-2016-782951-publicacaooriginal-150197-pe.html">
						</a>
			<h6>Decreto N.º 8.727/2016</h6>		
			<h2>Links para solicitação</h2>		
			<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/servicos/solicitar-inclusao-de-nome-social">
						</a>
			<h6>Estudantes de graduação</h6>		
			<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/servicos/solicitar-inclusao-de-nome-social">
						</a>
			<h6>Estudantes de pós-graduação</h6>		
			<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/servicos/nome-social">
						</a>
			<h6><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/servicos/nome-social">Servidoras/es</a></h6>		
														<a href="http://ufsm.br/casaveronica">
							<img width="300" height="169" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2023/06/CV_Marrom-300x169.png" alt="" />								</a>
			<h6>Em caso de dúvidas ou necessidade de auxílio, entre em contato com a Casa Verônica UFSM</h6>		
		<p>casaveronica.pre@ufsm.br</p><p>55 3220 9335 | 55 9 9159 8978</p><p>@casaveronicaufsm</p><p>Fundos da Biblioteca Central. Av. Roraima, 1000. Cidade Universitária UFSM. Santa Maria – Rio Grande do Sul</p>		
			<h2>Equipe responsável pela campanha - Casa Verônica UFSM</h2>		
		<p><br /><strong>Responsável institucional pela campanha |</strong> Jornalista Wellington Hack</p><p><strong>Identidade Visual e Projeto Gráfico |</strong> Produtora Editorial e estudante de desenho industrial Bruna Dotto</p><p><strong>Produção Gráfica | </strong>estudante de relações públicas Diogo Castilhos</p><p><strong>Orientação jurídica |</strong> Advogada Elizandra Tatsch</p><p><strong>Suporte de Conteúdo |</strong> Psicóloga Fernanda de Oliveira, Psicóloga Gabriela Quartiero, Assistente Social Jéssica Cardoso</p><p><strong>Gestão administrativa |</strong> Bruna Denkin</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dia do Orgulho LGBTQIA+: conheça iniciativas de acolhimento da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/26/dia-do-orgulho-lgbtqia-conheca-iniciativas-de-acolhimento-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 13:04:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo voe]]></category>
		<category><![CDATA[dia do orgulho lgbt+]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[nome social]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 28 de junho é comemorado no mundo inteiro o Dia do Orgulho LGBTQIA+. A data foi criada em referência à Rebelião de Stonewall, que aconteceu nesse mesmo dia em 1969, nos Estados Unidos, e foi um marco para a comunidade gay, que durante três dias enfrentou a polícia em defesa do movimento. Desde [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/oruglho.jpg"><img class="alignright  wp-image-52666" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/oruglho.jpg" alt="" width="416" height="416" /></a>No dia 28 de junho é comemorado no mundo inteiro o Dia do Orgulho LGBTQIA+. A data foi criada em referência à Rebelião de Stonewall, que aconteceu nesse mesmo dia em 1969, nos Estados Unidos, e foi um marco para a comunidade gay, que durante três dias enfrentou a polícia em defesa do movimento. Desde então, várias mobilizações ocorrem em todo o mundo como forma de celebrar a data e também para conscientizar a população sobre o combate ao preconceito. </p>
<p dir="ltr">A UFSM conta com diversas iniciativas de acolhimento da comunidade LGBTQIA+ no ambiente acadêmico. Conheça algumas delas:</p>
<p><strong>Grupo de Vivências LGBTQIA+</strong></p>
<p dir="ltr">O <a href="https://www.facebook.com/vivenciasLGBT/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/vivenciasLGBT/&amp;source=gmail&amp;ust=1593255151450000&amp;usg=AFQjCNHrybFxkvjulwKbaPCs8-9eMCPIHA">Grupo de Vivências LGBTQIA+</a> é um projeto de extensão que existe desde agosto de 2016. Coordenado pela professora Cláudia Kessler, conta com a participação da psicóloga Fernanda de Oliveira Alves. Funciona com encontros semanais, todas às quartas, às 17h30, na Satie-Prae, em cima do Restaurante Universitário. Desde o início da pandemia, as atividades presenciais do grupo estão suspensas. A reunião semanal foi substituída apenas um grupo no Whatsapp para trocar informações.</p>
<p dir="ltr">O Grupo de Vivências LGBTQIA+ foi uma iniciativa que surgiu a partir de uma experiência que a professora Cláudia teve na Universidade de Amherst, na época que foi realizar sua pesquisa de doutorado. Lá existia um projeto semelhante, e isso deu a ideia de criar um espaço seguro para conversar sobre essa temática no ambiente universitário. </p>
<p dir="ltr">Segundo Cláudia, o projeto demonstra que o espaço educacional pode ser inclusivo. É um local onde todo mundo se beneficia em ter um ambiente saudável, em que todas as pessoas se sintam acolhidas e pertencentes. Segundo ela, as questões de gênero têm sofrido ataques a partir de uma categoria acusatória denominada "ideologia de gênero", a qual busca suprimir a diferença e impor uma única maneira de ser, viver e estar no mundo. “Falar sobre gênero e sexualidade é algo fundamental, pois faz parte do nosso dia a dia e nos afeta em diversos momentos (pensemos, por exemplo, nos modelos masculinidades e feminilidades que nos são impostos socialmente). A educação (não apenas em nível universitário) deve se adaptar aos novos tempos e dar mais atenção a pessoas que têm sido excluídas. Não me refiro apenas à comunidade LGBTIA+, mas também às pessoas com deficiências e todas as demais que não de adequam a normas sociais”, comenta.</p>
<p dir="ltr">A psicóloga Fernanda de Oliveira Alves realiza o acompanhamento dos encontros, e conta que tem uma questão bem pessoal com os temas que envolvem gênero e sexualidade dentro da prática da psicologia. De acordo com ela, falta aprofundamento e conhecimento de alguns profissionais para lidar com essas questões, seja no âmbito clínico ou educacional. A troca de experiências no grupo é aberta e diversa, o que torna tudo mais interessante.</p>
<p dir="ltr">“Descobrimos formas de enfrentamento que se fortalecem no coletivo, os participantes conseguem observar no outro algo que estão a caminho de compreender em si. Eu aprendo muito com o pessoal do grupo e prezo bastante pela liberdade da palavra. Meu papel é escutar, receber, mostrar como várias possibilidades existem para eles/elas. Esse movimento do grupo faz com que as pessoas passem a se movimentar na vida, na forma que agem e se identificam”, acrescenta Fernanda.</p>
<p dir="ltr"><strong>Nome social<br /></strong></p>
<p dir="ltr">Em julho de 2015 foi divulgada a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-n-010-2015/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resolução</a> que garante o uso do nome social por travestis e transexuais na UFSM. O nome social é uma questão muito importante, é o modo como a pessoa se identifica, diferente do nome oficialmente registrado, que não reflete sua identidade de gênero. Pode ser utilizado em cadastro de dados e informações de uso social; comunicações internas; endereço eletrônico; crachá; lista de ramais e nome de usuários em sistemas de informática. Para solicitar a inclusão ou retirada do nome social, servidores e alunos devem protocolar um requerimento no Departamento de Arquivo Geral da UFSM. Menores de 18 anos devem apresentar uma autorização, por escritos, dos responsáveis legais.</p>
<p dir="ltr"><strong>Coletivo Voe</strong></p>
<p dir="ltr">Ligado ao Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o <a href="https://pt-br.facebook.com/ColetivoVoe/">Coletivo Voe</a> é formado por estudantes, pesquisadores e ativistas que, reunidos em prol da defesa da diversidade sexual e de gênero, promovem espaços de formação sobre gênero, corpo e sexualidades.  </p>
<p dir="ltr"><strong>Relatos de vivências em vídeos</strong></p>
<p dir="ltr">Em 2019, para marcar o Dia do Orgulho LGBTQIA+, foi lançado um material em parceria do Projeto Diversidade, TV Campus e Estúdio 21. O material compartilha uma série de vídeos que relata as vivências de pessoas de diversas identificações de gênero e orientações sexuais. Essa série de vídeos, disponível no <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLBB5c0vb8B4Gl36ezK0za3r9NwFHVfa48" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/playlist?list%3DPLBB5c0vb8B4Gl36ezK0za3r9NwFHVfa48&amp;source=gmail&amp;ust=1593255151450000&amp;usg=AFQjCNHnffcYzRJv6-_KPStWppXRmcQx3g">YouTube,</a> compartilha o conhecimento de sete pessoas, abordando diversos assuntos do cotidiano, como mercado de trabalho, nome social, autoidentificação, descoberta/aceitação, movimento LGBT+ na cidade, padrão de beleza, preconceito e religião. O principal objetivo do projeto é impulsionar a visibilidade das diferentes experiências (lésbicas, gays, bissexuais e transgênero) por meio do trabalho audiovisual.</p>
<p dir="ltr"><em>Texto: <span class="qu" role="gridcell"><span class="gD" data-hovercard-id="vittoriaandrade@gmail.com" data-hovercard-owner-id="137">Vitória Faria Parise, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</span></span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da <span class="qu" role="gridcell"><span class="gD" data-hovercard-id="vittoriaandrade@gmail.com" data-hovercard-owner-id="137">Agência de Notícias</span></span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Luta e visibilidade trans</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/luta-e-visibilidade-trans</link>
				<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 22:09:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[#visibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de transcendentalização]]></category>
		<category><![CDATA[cotas]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[nome social]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>
		<category><![CDATA[transexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[transfobia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3867</guid>
						<description><![CDATA[No mês do orgulho LGBT+, transexuais comemoram avanços, porém ainda enfrentam preconceitos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img class="alignright size-medium wp-image-3871" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/06/CapaLGBT_Site-Arco-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />

<span style="font-weight: 400">Dia 28 de junho é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQ+ (gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e intersexuais). A escolha da data remete a 1969, em função de acontecimentos ocorridos em um bar que existia em Nova York. Na época, não eram permitidos espaços para convivência das pessoas LGBTQ+. O local era uma espécie de ponto de encontro informal deste grupo - que chegava a pagar propina aos proprietários para que permanecesse em funcionamento. Ainda assim, eram comuns batidas policiais e agressões aos frequentadores do bar. Até que, em 28 de junho daquele ano, a comunidade LGBTQ+ resolveu se insurgir com protestos e mobilizações.</span>

<span style="font-weight: 400">Nos anos que se seguiram, nesta mesma data, as ruas da cidade eram tomadas pela Parada do Orgulho, com o intuito de incentivar a discussão sobre a visibilidade e a importância do combate à homofobia e da busca por direitos. De lá para cá, os</span> <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/2016/06/08/o-espaco-tambem-e-deles/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">locais para convivênci</span><span style="font-weight: 400">a LGBT</span><span style="font-weight: 400">+</span></a><span style="font-weight: 400"> foram sendo diversificados. Ainda que se notem avanços, alguns entraves ainda são apontados na construção de uma sociedade livre de preconceitos e mais igualitária.</span>

<strong>Visibilidade trans</strong>

<span style="font-weight: 400">A sigla LGBTQ+ abriga identidades distintas e com demandas específicas e, portanto, se destina a promover a diversidade das culturas baseadas e</span><span style="font-weight: 400">m </span><span style="font-weight: 400">identidade sexual e de gênero</span><span style="font-weight: 400">.</span><span style="font-weight: 400"> A letra “T”</span> <span style="font-weight: 400">refere-se à uma identidade de gênero. Neste sentido, a transexualidade refere-se à </span><span style="font-weight: 400">condição do indivíduo cujo gênero pelo qual se identifica é diferente do sexo biológico.  </span>

<span style="font-weight: 400">Até junho de 2018, </span><span style="font-weight: 400">as pessoas que não se identificavam com o sexo que lhes foi atribuído ao nascer eram consideradas com transtornos mentais, segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A mudança veio com a alteração na Classificação Internacional de Doenças (CID): </span><span style="font-weight: 400">os diagnósticos de “transexualismo” e “travestismo” foram substituídos pela noção de </span><i><span style="font-weight: 400">incongruência de gênero</span></i><span style="font-weight: 400">. Com a transexualidade ainda compondo a CID, mantém-se amparado o direito por cobertura pelos sistemas de saúde.</span>

<b>Cirurgia de redesignação sexual  </b>

<span style="font-weight: 400">A pesquisa</span> <a href="https://periodicos.ufsm.br/revistadireito/article/view/18583/pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400">Transexualidade e Dignidade da Pessoa Humana</span></i></a><span style="font-weight: 400">, </span><span style="font-weight: 400">realizada por</span> <span style="font-weight: 400">Edwirges Rodrigues e Maria Amália Alvarenga</span> <span style="font-weight: 400">e divulgada em 2015 pela Revista Eletrônica do curso de Direito da UFSM, busca fazer uma investigação sobre a transexualidade no Brasil. O texto, já na introdução, enfatiza que “os indivíduos transexuais enfrentam inúmeros preconceitos e dificuldades ao longo de suas vidas, podendo-se afirmar que, para alcançar sua completude, o transexual necessita reconhecer-se como titular do sexo oposto em todos os sentidos: médico (adequação do sexo biológico ao sexo psicológico), social (inclusão social deste indivíduo, para que seja aceito pela sociedade) e jurídico (perante a lei)”.</span>

<span style="font-weight: 400">Até 1997, a cirurgia de redesignação sexual ou de transgenitalização - adequação dos genitais ao gênero com o qual a pessoa se identifica - era proibida no Brasil. O processo de transformação corporal, que engloba as cirurgias de redesignação sexual, a plástica mamária reconstrutiva (incluindo próteses de silicone) e mastectomia (retirada de mama), só começou a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2008.</span>

<span style="font-weight: 400">A regulamentação da cirurgia é responsabilidade do Conselho Federal de Medicina, ditada através da</span><span style="font-weight: 400"> Resolução n° 1.955 de 2010</span><b>. </b><span style="font-weight: 400">De acordo com as pesquisadoras, o procedimento é bastante discutido no ordenamento jurídico, já que pode ser caracterizado como de caráter mutilante ou de caráter corretivo. As autoras defendem como mais adequada esta última, tendo em vista a finalidade terapêutica da cirurgia: “Torna-se admissível a disposição do direito à integridade física para autorizar a cirurgia de adequação sexual, na medida em que corresponde à realização do direito à saúde e a garantia da dignidade da pessoa humana, possibilitando o livre desenvolvimento da personalidade do indivíduo”, explicam na pesquisa.</span>

<span style="font-weight: 400">No país, há cinco hospitais, todos universitários, habilitados para as cirurgias pelo SUS, de acordo com o Ministério da Saúde: o Hospital das Clínicas (HC) de Porto Alegre, HC de Goiânia, HC de Recife, HC de São Paulo e o Hospital Universitário Pedro Ernesto do Rio de Janeiro.</span>

<b>Nome social</b>

<span style="font-weight: 400">Em março de 2018, foi definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que “todo cidadão tem o direito de escolher a forma que deseja ser chamado”. Foi reconhecido, por unanimidade, que pessoas trans podem alterar seu nome e sexo, em cartório, mesmo sem terem realizado a cirurgia de redesignação sexual. </span><span style="font-weight: 400">A autorização sobre a modificação do registro civil parte, atualmente, da declaração sobre a preponderância do sexo psicológico e/ou social sobre o sexo biológico. </span><span style="font-weight: 400">Essa conquista era uma das reivindicações mais importantes de transexuais desde 2016.</span>

<span style="font-weight: 400">Na UFSM, a possibilidade de alteração do nome social por pessoas trans e travestis foi</span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/caed/wp-content/uploads/sites/391/2018/10/resolu%C3%A7%C3%A3o_010-2015_Nome_Social.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400"> aprovada em 2015</span></a><span style="font-weight: 400">. Desde então, 14 pessoas adotaram o nome social, sendo nove mulheres transgênero e cinco homens transgênero.</span>

<b>Cotas para transgêneros</b>

<span style="font-weight: 400">Algumas universidades começaram a inserir pessoas trans no ambiente acadêmico, neste ano. A Universidade do Sul da Bahia (UFSB) foi a primeira a reservar vagas para as pessoas trans ou travestis nos mesmos moldes que para indígenas e quilombolas. A Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Paulo, também abriu seis vagas para pessoas trans na Escola Preparatória. Já na Universidade Federal Fluminense, foram abertas duas vagas para autodeclarados transgêneros em pós-graduação em Sociologia. A partir de setembro, </span><span style="font-weight: 400">a Universidade Federal de Cariri (UFCA), no Ceará, será a primeira de todo o estado a reservar vagas nos editais de programas de pós-graduação para pessoas transgênero. </span>

<b>Transfobia </b>

<span style="font-weight: 400">De acordo com dados divulgados pela Organização Não Governamental (ONG) </span><a href="http://transrespect.org/wp-content/uploads/2016/11/TvT-PS-Vol14-2016.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Transgender Europe</b></a> <span style="font-weight: 400">(TGEu), em novembro de</span><span style="font-weight: 400"> 2</span><span style="font-weight: 400">016, o Brasil estava no topo do ranking de países com mais registros de homicídios de pessoas transgênero. O relatório descreve a violência de ódio transfóbico como “qualquer incidente que seja motivado por preconceito, hostilidade ou ódio contra </span><span style="font-weight: 400">contra pessoas ou grupos que transgridem ou não se conformam com o expectativas e normas de gênero”.</span>

<span style="font-weight: 400">Em 2018, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgou que o </span><a href="https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?mid=1O4mvhh3OTAFp61U4sUb5hArN4r5uEYBX&amp;ll=-12.817286845466187%2C-47.43337159999999&amp;z=5" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">número de assassinatos</span></a><span style="font-weight: 400"> é crescente no país. Até o dia 29 de março deste ano, o Brasil havia registrado um aumento 20% (10 casos) no número de assassinatos em relação ao mesmo período de 2017.</span>

<span style="font-weight: 400">O artigo </span><a href="http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/view/4769/3032" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400">Narrativas jornalísticas e possibilidades de resistência acerca do acontecimento #SomosTodasVerônica: mídia, transfobia e violência</span></i></a><span style="font-weight: 400">, escrito por Viviane Borelli, Alisson Machado e Marlon Santa Maria Dias, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, explica que, no Brasil, a transfobia letal incide principalmente sobre a população de travestis negras ou pardas, com pouco acesso a recursos econômicos e sociais.</span>

<span style="font-weight: 400">A Constituição Brasileira não possui nenhuma lei específica a respeito da transfobia. O Projeto de Lei nº 122/2006 (</span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/79604" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">PL 122</span></a><span style="font-weight: 400">), apresentado em 2006 na</span> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mara_dos_Deputados_do_Brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">Câmara dos Deputados do Brasil</span></a><span style="font-weight: 400">, tem como objetivo criminalizar a discriminação motivada pela orientação sexual ou pela identidade de gênero da pessoa discriminada. Em 2014, o PL foi arquivado.</span>

<span style="font-weight: 400">No Rio Grande do Sul, existe um Conselho Estadual LGBT - vinculado à Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos - onde os agentes  recebem capacitação no atendimento de grupos vulneráveis. O estado contabiliza dados de transfobia por meio de um Observatório de Violência LGBT. No entanto, não existem delegacias especializadas em crimes de LGBTfobia. As denúncias podem ser feitas pelo 190 e pelo Disque 100. </span>

<span style="font-weight: 400"><strong>Reportagem:</strong> Andressa Motter, Mirella Joels e Tainara Liesenfeld
</span><span style="font-weight: 400"><strong>Fotografia:</strong> Yannis Papanastasopoulos/ Unsplash</span>]]></content:encoded>
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