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				<title>Pesquisadores da UFSM e da Colômbia lançam e-book sobre jornalismo e memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/19/pesquisadores-da-ufsm-e-da-colombia-lancam-e-book-sobre-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:10:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
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						<description><![CDATA[Obra reúne textos em português e em espanhol e está disponível no site da Editora Facos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left">O milpa – laboratório de jornalismo (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book "Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns". A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. O e-book traz textos em espanhol e em português, tem acesso aberto e está <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns&amp;source=gmail&amp;ust=1766224318059000&amp;usg=AOvVaw3S1pSf4te18m6JIG0ZhwA3">disponível no site da Editora Facos-UFSM</a>.</p>
<p>Os nove textos da coletânea são convites à reflexão sobre distintas práticas de pesquisa e procuram fomentar o diálogo de saberes na América Latina. Ao aproximar realidades dos dois países, o e-book proporciona o contato com as tarefas do jornalismo quando observado em realidades sociais complexas e em território cujas feridas ainda pulsam no imaginário e na realidade social.</p>
<p>O projeto de pesquisa, do qual este livro é um dos produtos finais, é uma investigação nascida em solo colombiano, no contato com intensas experiências jornalísticas e de narrativa do conflito. Em sua fase final, a investigação “Escrituras possíveis, lugares (in)comuns: saberes, sujeitos e compreensões sobre o jornalismo narrativo latino-americano”, contou com apoio financeiro do edital 07/2024 da Capes, por meio do Programa Move La America, que proporcionou a vinda do doutorando Amaury Núñez González, da UdeA, para o doutorado sanduíche na UFSM, além de Auxílio Pesquisador Orientador, fomentando ações no escopo do projeto, em especial a realização do Simpósio Internacional Jornalismo e Memória, em maio e em junho de 2025, cujas intervenções e debates motivaram a elaboração dos textos presentes na obra.</p>
<p>A organização do livro é do professor Reges Schwaab (Poscom/UFSM) e dos doutorandos Amaury Núñez González (UdeA/Colômbia) e Wellington Hack (UFSM). Assinam os textos os pesquisadores Jorge Bonilla, Raúl Hernando Osorio Varga, Amaury Núñez González, da Colômbia; Angela Zamin, Marta Maia, Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, María José Gonzalez Piris, Jorge Ijuim, Hila Rodrigues, Helena Paz de Andrade Pessoa, Felipe Adam, Josué Gris, Micael Olegário, Júlia Petenon e Reges Schwaab, do Brasil.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>milpa lança e-book sobre Jornalismo e Memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/12/17/milpa-lanca-e-book-sobre-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:38:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Acadêmica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=184</guid>
						<description><![CDATA[A obra reúne contribuições de pesquisadores brasileiros e colombianos O milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns. A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><em>A obra reúne contribuições de pesquisadores brasileiros e colombianos</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O <b>milpa - laboratório de jornalismo</b> (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book <b>Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns</b>. A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. O e-book traz textos em espanhol e em português, tem acesso aberto e <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank" rel="noopener">está disponível no site da Editora FACOS-UFSM</a>.</p>
<p>Os nove textos da coletânea (veja lista a seguir) são convites à reflexão sobre distintas práticas de pesquisa e procuram fomentar o diálogo de saberes na América Latina. Ao aproximar realidades dos dois países, o e-book proporciona o contato com as tarefas do jornalismo quando observado em realidades sociais complexas e em território cujas feridas ainda pulsam no imaginário e na realidade social. </p>
<p>O projeto de pesquisa, do qual este livro é um dos produtos finais, é uma investigação nascida em solo colombiano, no contato com intensas experiências jornalísticas e de narrativa do conflito. Em sua fase final, a investigação “Escrituras possíveis, lugares (in)comuns: saberes, sujeitos e compreensões sobre o jornalismo narrativo latino-americano”, contou com apoio financeiro do edital 07/2024 da Capes, por meio do <i>Programa Move La America</i>, que proporcionou a vinda do doutorando Amaury Núñez González, da UdeA, para o doutorado sanduíche na UFSM, além de Auxílio Pesquisador Orientador, fomentando ações no escopo do projeto, em especial a realização do <i>Simpósio Internacional Jornalismo e Memória</i>, em maio e em junho de 2025, cujas intervenções e debates motivaram a elaboração dos textos presentes na obra.</p>
<p>A organização do livro é do professor Reges Schwaab (POSCOM/UFSM) e dos doutorandos Amaury Núñez González (UdeA/Colômbia) e Wellington Hack (UFSM). Assinam os textos os pesquisadores Jorge Bonilla, Raúl Hernando Osorio Vargas, Amaury Núñez González, da Colômbia; Angela Zamin, Marta Maia, Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, María José Gonzalez Piris, Jorge Ijuim, Hila Rodrigues, Helena Paz de Andrade Pessoa, Felipe Adam, Josué Gris, Micael Olegário, Júlia Petenon e Reges Schwaab, do Brasil.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
														<a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank">
							<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/12/divulga_ebook-1024x577.jpg" alt="" />								</a>
		<p><strong>Informações técnicas:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px">GONZÁLEZ, Amaury Nuñez; SCHWAAB, Reges; HACK, Wellington (orgs.). <strong>Jornalismo e memória</strong>: escrituras possíveis, lugares (in)comuns. Santa Maria, RS : FACOS-UFSM, 2025.</p>
<p style="padding-left: 40px"><strong>ISBN</strong> 978-65-5773-110-9</p>
<hr />
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><strong>Capítulos, autoras e autores:</strong></p>
<ul>
<li>La iconografia del conflicto: imagenes, memoria y atrocidad - <strong>Jorge Ivan Bonilla</strong> (Universidad Eafit/Colômbia)</li>
<li>Residencia en la transnarrativa: viajes transmodernos… sujetos y personas en tránsito - <strong>Raúl Hernando Osorio Vargas</strong> (UdeA/Colômbia)</li>
<li>Narrativas de la memoria: procesos creativos y formatos innovadores en la representación del pasado - <strong>Amaury Núñez González</strong> (UdeA/Colômbia)</li>
<li>Periodistas por las veredas del dolor - <strong>Angela Zamin</strong> (UFSM/Brasil)</li>
<li>Narrativas do jornalismo de posição contra o esquecimento: memória e testemunho sobre a ditadura - <strong>Marta R. Maia</strong> (UFOP/Brasil) e <strong>Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior</strong> (UFF/Brasil)</li>
<li>O Memoricídio e a ressurreição de Nísia Floresta: a autora, escritora, jornalista, tradutora, educadora não pode ser esquecida - <strong>María José Gonzalez Piris</strong>  e <strong>Jorge Ijuim</strong> (UFSC/Brasil)</li>
<li>Entre notícias e assombrações: jornalismo e memória em Mariana - <strong>Hila Rodrigues</strong> e <strong>Helena Paz de Andrade Pessoa</strong> (UFOP/Brasil)</li>
<li>Vozes inaudíveis: a invisibilidade feminina nas biografias publicadas no Brasil (1990-2020) - <strong>Felipe Adam</strong> (UFPel/Brasil)</li>
<li>Gestos, contextos e memórias do narrar de jornalistas brasileiros em reportagens do Prêmio Gabo (2013-2023) - <strong>Josué Gris</strong>, <strong>Micael Olegário</strong>,<strong> Júlia Petenon</strong>,<strong> Reges Schwaab</strong> (UFSM/Brasil)</li>
</ul>		
					<a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank">
									Clique aqui para acesso gratuito ao e-book
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM defende jornalismo ambiental menos antropocêntrico em encontro nacional de pesquisadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/29/professora-da-ufsm-defende-jornalismo-ambiental-menos-antropocentrico-em-encontro-nacional-de-pesquisadores</link>
				<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 14:12:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Os estudiosos concordam que é preciso olhar a natureza por uma ótica menos utilitarista]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Com o avanço das mudanças climáticas, o papel do jornalismo na preservação do meio ambiente tem sido cada vez mais debatido entre os profissionais da área. Recentemente, o Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK) divulgou que a Terra já rompeu sete dos nove limites que mantêm o planeta habitável em condições seguras. O instituto está localizado em Potsdam, cidade alemã com população estimada em pouco mais de 200 mil habitantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É nesse contexto que a UFSM participou, entre os dias 24 e 26 de setembro, do 6° Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental, realizado remotamente com transmissão no </span><a href="https://www.youtube.com/live/OFlgyTwEl28?si=hBrEoP00xkk4vKk2"><span style="font-weight: 400">YouTube</span></a><span style="font-weight: 400"> e no site </span><span style="font-weight: 400">Even3</span><span style="font-weight: 400">. No evento, a professora no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) Claudia Herte de Moraes falou sobre a importância de o jornalismo se reconectar com a natureza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> “</span><span style="font-weight: 400">Uma pauta do avanço da soja no pampa, ao invés de focarmos no impacto econômico, a gente tem a oportunidade de investigar o impacto na vida de um ecossistema</span><span style="font-weight: 400">”, sugeriu. Para ela, </span><span style="font-weight: 400">a crise ambiental não é um problema técnico, mas de relacionamento, e</span><span style="font-weight: 400"> é preciso pensar no outro não somente como ser humano, mas como natureza também. Claudia propõe três alternativas para o jornalismo ambiental se fortalecer: mudar as fontes, o método e a perspectiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É preciso dar espaço para o conhecimento dos povos indígenas, dos agricultores familiares e pescadores tradicionais nas matérias e não se limitar apenas aos cientistas com currículos extensos. Ela se opôs ao “jornalismo de gabinete”, quando o profissional se acomoda em escrever matérias com dados corretos e oficiais, mas produz textos emocionalmente distantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, a apuração em campo, como reportagens em margens de rios, aproximaria mais o público da pauta ambiental. A professora também ressaltou o aspecto não inovador das medidas e que é necessário uma maior aplicação dos jornalistas. “A história vai se tornar maior, mais complexa e mais verdadeira, deixando de ser um obituário da natureza”, explicou. </span></p>
<h3>Sob o olhar do ambientalista</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Por outro lado, o doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (UFScar) Paulo Brack disse que a pauta ambiental só aparece no jornalismo no momento dos desastres e citou o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, como exemplo. Porém, a questão ambiental não envolve só o jornalismo, e, sim, vários fatores em nível nacional. O caso das barragens engloba um dos pilares da exportação brasileira nas últimas décadas: o minério de ferro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Brasil é um grande exportador de <em>commodities</em> e a nossa pauta econômica leva a cada vez mais flexibilizações ambientais”, lamentou Brack. Essas exportações envolvem produtos primários e menor valor agregado, mas a grande quantidade de vendas compensa para o país. Em muitos casos, o Brasil compra de países que utilizam seus commodities nos componentes de produtos industrializados e que são mais caros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Brack, que atualmente é professor de botânica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também mencionou o petróleo e a soja como os principais responsáveis pelo avanço do desenvolvimento sobre o meio ambiente. E, de fato, a empresa Fazcomex Tecnologia para Comércio Exterior apontou que, até junho de 2025, o minério de ferro era o produto mais exportado no ano, seguido pela soja e petróleo em terceiro. O cinturão da soja, que embarca regiões de intensa produção do <em>commodity</em>, avança na floresta amazônica a partir dos estados de Rondônia e Mato Grosso. Enquanto isso, cresce a pressão por perfurações de petróleo na Foz do Amazonas. </span></p>
<h3>“A briga é de cachorro grande”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O doutor em Comunicação e especialista em Comunicação Rural pela Universidade de São Paulo (USP), Wilson da Costa Bueno, afirmou que "a briga é de cachorro grande". Para ele, o jornalismo deve ser politicamente atuante em favor da causa ambiental e abandonar a ideia de imparcialidade na hora de lidar com o interesse de grandes empresas. No programa de crédito rural deste ano, o Plano Safra, o Governo Federal anunciou quase R$ 520 bilhões para o agronegócio, destinado a grandes produtores, em comparação com os R$ 89 bilhões para a agricultura familiar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de ter uma população inferior à dos Estados Unidos e da China, o Brasil utiliza mais agrotóxicos, responsáveis por conservar as plantações, do que os dois somados. Dentro do maior consumidor do mundo, de acordo com relatório de 2021 da </span><span style="font-weight: 400">Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), é amplo o uso do glifosato, substância relacionada ao desenvolvimento de câncer em múltiplas pesquisas. </span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ambientalista Paulo Brack comentou ser necessária a discussão sobre diminuição do consumo de bens de modo geral e a desconcentração de capital em defesa do meio ambiente. Segundo o </span><span style="font-weight: 400">Global Wealth Report</span><span style="font-weight: 400"> 2024</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">elaborado pelo banco suíço UBS, o Brasil é o país mais desigual do mundo. “O sistema capitalista é um sistema que não consegue viver com limites e é preciso ter limites”, declarou Brack.</span></p>
<p><em>Texto: Jônathas Grunheidt, acadêmico de Jornalismo, estagiário na Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dissertação elaborada no milpa está entre as vencedoras do Prêmio Intercom Nacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/07/25/dissertacao-elaborada-no-milpa-esta-entre-as-vencedoras-do-premio-intercom-nacional</link>
				<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 20:26:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=140</guid>
						<description><![CDATA[A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e integrante do milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Anna Júlia Carlos da Silva, conquistou o 3.º lugar no Prêmio Intercom de Pesquisa em Comunicação 2025, na categoria Mestrado Acadêmico. A dissertação “O lugar do jornalismo diante das emergências socioambientais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e integrante do milpa - laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Anna Júlia Carlos da Silva, conquistou o 3.º lugar no Prêmio Intercom de Pesquisa em Comunicação 2025, na categoria Mestrado Acadêmico. A dissertação “O lugar do jornalismo diante das emergências socioambientais nos discursos de repórteres" foi defendida em 2024 sob orientação do professor Reges Schwaab, parceria que permanece no doutorado.</p><p>A obra, em diálogo com perspectivas críticas latino-americanas, analisa os discursos de jornalistas fundadores da iniciativa amazônica independente Sumaúma: Jornalismo do centro do mundo. Ao investigar métodos de reportagem e discutir o lugar do jornalismo diante de crises comuns à América Latina, a pesquisa destaca práticas não-hegemônicas que emergem em resistência às estruturas tradicionais do campo.</p><p>A premiação, promovida pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), tem como objetivo valorizar a produção científica de qualidade da área em nível nacional, avaliando critérios como contribuição acadêmica, relevância e atualidade, abordagem teórico-metodológica e qualidade textual. O resultado foi divulgado no dia 24 de julho de 2025. Neste ano, a premiação ocorre em setembro, no Centro Universitário FAESA, em Vitória, ES. A pesquisadora receberá certificado e troféu.</p><p>A dissertação pode ser acessada no <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/31703">Manancial da UFSM</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM seleciona bolsistas de pós-graduação para área de Comunicação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/25/ufsm-seleciona-bolsistas-de-pos-graduacao-para-area-de-comunicacao</link>
				<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 17:04:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[produção editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69923</guid>
						<description><![CDATA[A Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM está com inscrições abertas para seleção de bolsistas de pós-graduação. As oportunidades são destinadas a profissionais formados em Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Produção Editorial, que estejam regularmente matriculados em programas de pós-graduação na área de Comunicação. As bolsas são para atuação na Coordenadoria de Comunicação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="134" data-end="482">A Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM está com inscrições abertas para seleção de bolsistas de pós-graduação. As oportunidades são destinadas a profissionais formados em Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Produção Editorial, que estejam regularmente matriculados em programas de pós-graduação na área de Comunicação.</p>
<p data-start="484" data-end="710">As bolsas são para atuação na Coordenadoria de Comunicação ou em Pró-Reitorias da Universidade, com carga horária de 16 horas semanais e valor mensal de R$ 950,00. </p>
<p data-start="712" data-end="931">As inscrições devem ser feitas de forma online entre os dias 25 de julho e 1º de agosto de 2025. O edital completo pode ser acessado <a href="https://www.ufsm.br/editais/004-2025">aqui</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrantes do milpa têm trabalhos aprovados para o Intercom Nacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/07/16/integrantes-do-milpa-tem-trabalhos-aprovados-para-o-intercom-nacional</link>
				<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 20:01:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=137</guid>
						<description><![CDATA[Amaury Nuñez González, Júlia Raquel Petenon e Reges Schwaab, membros do milpa – laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), tiveram seus trabalhos aprovados para apresentação no Intercom Nacional 2025. O evento acontecerá de forma híbrida, possibilitando participação virtual, entre os dias 11 e 15 de agosto, ou presencial, entre os dias 1 e 5 de setembro, em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify">Amaury Nuñez González, Júlia Raquel Petenon e Reges Schwaab, membros do <i>milpa – laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM), tiveram seus trabalhos aprovados para apresentação no <a href="https://www.intercom2025.com.br/">Intercom Nacional 2025</a>. O evento acontecerá de forma híbrida, possibilitando participação virtual, entre os dias 11 e 15 de agosto, ou presencial, entre os dias 1 e 5 de setembro, em Vitória - ES.</p>
<p style="text-align: justify">O texto <i>“O valor histórico da narrativa jornalística. O caso da Operação Orion (2002) em Medellín, Colômbia”</i>, de autoria de Amaury Nuñez González, examina o valor histórico do jornalismo literário na construção da memória coletiva, focando na cobertura da Operação Orion, e propõe um diálogo interdisciplinar com o saber histórico e o campo da historiografia, destacando o potencial do jornalismo como forma de conhecimento e representação histórica. Ele será apresentado presencialmente, no <i>Grupo de Pesquisa em Gêneros Jornalísticos</i>. Amaury realiza estágio doutoral (sanduíche) no POSCOM/UFSM pelo programa <i>Move La América</i>/CAPES. </p>
<p style="text-align: justify">O texto <i>“A agroecologia e o ecofeminismo como bases epistemológicas para o jornalismo ambiental”</i>, de autoria de Júlia Petenon, Isadora Pellegrini e Reges Schwaab, articula reflexões sobre o jornalismo ambiental a partir da agroecologia e do ecofeminismo, pensando como ambos provocam o jornalismo e suas práticas, já que os campos propõem visões horizontais e transformadoras sobre a relação entre o ser humano, os não humanos e suas relações nos territórios que compartilham. O trabalho será apresentado no <i>Grupo de Pesquisa em Comunicação, Divulgação Científica, Saúde e Meio Ambiente</i>. </p>
<p style="text-align: justify">As datas de apresentação serão divulgadas no site do Intercom Nacional <a href="https://portalintercom.org.br/congresso-nacional/programacao-preliminar-etapa-remota/">Etapa remota</a> e <a href="https://portalintercom.org.br/congresso-nacional/programacao-preliminar-etapa-presencial/">Etapa Presencial</a>.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><i>Texto: </i><i>Júlia Petenon (milpa/UFSM).</i></p>
<p style="text-align: justify"><i>Revisão: Josué Gris</i><i> (milpa/UFSM) e Reges Schwaab (milpa/UFSM).</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Simpósio Internacional ​recebeu pesquisadores ​colombianos ​para discutir jornalismo e memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/07/07/simposio-internacional-recebeu-pesquisadores-colombianos-para-discutir-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 23:40:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[futuros possíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[narrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=128</guid>
						<description><![CDATA[Mais de cem ouvintes​ participaram das quatro conferências do evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O <i>milpa - laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM), realizou, ao longo de quatro semanas, o Simpósio Internacional Escrituras Possíveis, Lugares (In)comuns. O evento, que integrou as ações de uma bolsa de investigação financiada pelo Programa <i>Move La America</i> (CAPES - Edital 07/2024), reuniu mais de cem ouvintes ao total e contou com a participação de quatro pesquisadores colombianos dedicados à prática e à investigação acadêmica em jornalismo, memória e narrativas.</p>		
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-07-201239-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Prof. Dr. Jorge Iván Bonilla.</figcaption>
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-07-201353-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Profa. Dra. Patricia Nieto.</figcaption>
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-07-201614-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Prof. Dr. Raúl Hernando Osório Vargas.</figcaption>
										</figure>
		<p>A programação teve início em 27 de maio com a palestra online “A iconografia do conflito: imagens, memória e ética”, ministrada pelo Prof. Dr. Jorge Iván Bonilla, da Universidad EAFIT (Colômbia). O momento começou com um tributo a Sebastião Salgado (1944-2025). Jorge apresentou um repertório de imagens históricas para interpretar chaves de representação da guerra na Colômbia, recorrendo ao método iconográfico para vislumbrar como imagens que vêm do passado podem desempenhar um papel importante na compreensão, na reação e na mobilização social diante dos dramas do presente. A mediação foi realizada pelo doutorando Amaury Nuñez González (Universidad de Antioquia, Colômbia).</p><p>Em 5 de junho, a Profa. Dra. Patricia Nieto, da Universidad de Antioquia, apresentou a palestra online "O jornalismo e seus trabalhos pela memória", mediada pelo Prof. Dr. Reges Schwaab (Poscom/UFSM). A partir da experiência do projeto <i>Hacemos Memoria</i>, Patricia abordou como o jornalismo pode atuar na reconstrução da memória social em contextos de conflitos, especialmente no caso colombiano. Com base em casos reais, apresentou critérios e reflexões metodológicas para um jornalismo da memória.</p><p>Em 26 de junho, o Prof. Dr. Raúl Hernando Osório Vargas, também da Universidad de Antioquia, realizou a palestra online "Oratura e metodologias do jornalismo". Raúl destacou a importância da oratura e da história oral como fundamentos para metodologias jornalísticas mais sensíveis, dialógicas e plurais, abordando a necessidade de narrativas que extrapolem o jornalismo tradicional escrito e que valorizem saberes ancestrais, vozes excluídas e perspectivas interculturais. A mediação foi realizada pelo doutorando Wellington Felipe Hack (Poscom/UFSM).</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-07-at-20.26.53-1-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Doutorando Amaury Nuñez González.</figcaption>
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-07-at-20.26.53-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Da esquerda para a direita: doutorando Wellington Felipe Hack, Prof. Dr. Reges Schwaab e doutorando Amaury Nuñez González.</figcaption>
										</figure>
		<p>O doutorando Amaury Nuñez González, em intercâmbio sanduíche no Poscom, ministrou a palestra de encerramento do simpósio, em 1.º de julho, intitulada “Narrativas da memória: processos criativos e formatos inovadores na representação do passado”. Amaury abordou a fragmentação da experiência social contemporânea gerada pela aceleração tecnológica e a transformação dos dispositivos de comunicação, além de conceitos como filosofia da memória, memória coletiva, culturas da recordação e mídias da memória. A mediação também foi de Wellington.</p><p> </p><p>Serviço: Os atestados de presença já estão disponíveis no <a href="https://portal.ufsm.br/certificados/mainMenu.html">Portal de Certificados UFSM</a>​. O acesso ocorre pela busca do nome + último sobrenome do participante.</p><p>Dúvidas podem ser encaminhadas para <a href="mailto:milpa@ufsm.br">milpa@ufsm.br</a>.</p><p><i>Texto: Anna Júlia C. da Silva | Doutoranda (Poscom/UFSM)</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Testemunho, memória e narrativa articulados na primeira tese do milpa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/06/24/testemunho-memoria-e-narrativa-articulados-na-primeira-tese-do-milpa</link>
				<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:00:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=126</guid>
						<description><![CDATA[Felipe Boff apresentou resultados de pesquisa que aborda a Operação Condor em livros de jornalistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O jornalista e professor Felipe Boff, pesquisador do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa"><i>milpa - laboratório de jornalismo</i></a> (CNPq/UFSM), é o primeiro integrante do grupo a defender sua tese de doutorado. Felipe ingressou no <i>milpa</i> no mesmo ano da criação do laboratório, quando deu início à investigação cujos resultados foram apresentados em 12 de maio. Intitulada “A Operação Condor em livros de jornalistas: testemunho, memória e narrativa”, a tese, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM).</p>
<p style="text-align: justify">O estudo observa e tensiona a construção da memória pelo jornalismo em dois livros sobre a Operação Condor, operação de repressão que promoveu ações de colaboração clandestina entre as ditaduras militares da América do Sul nas décadas de 1970-1980. “Operação Condor: O seqüestro dos uruguaios”, do brasileiro Luiz Cláudio Cunha, e “Las Cenizas del Cóndor”, do uruguaio Fernando Butazzoni, ancoradas no testemunho dos autores jornalistas.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="419" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-23-at-10.06.29-1024x419.jpeg" alt="" />											<figcaption>Defesa de Felipe. </figcaption>
										</figure>
		<p style="text-align: justify">Por meio de uma análise narrativa e de entrevistas em profundidade, Felipe propõe uma reflexão sobre os modos de narrar e de lembrar. O trabalho está articulado a partir dos conceitos de testemunho, memória e narrativa, e discute as categorias de livro-reportagem e livro de repórter como expressões do jornalismo literário. “Entendo que, do mesmo modo que os livros dos jornalistas pesquisados, cumprimos também, com a tese, nosso ‘dever de memória’, como defendia o filósofo Paul Ricoeur, para com as vítimas do terrorismo de Estado”, argumenta o pesquisador.</p>
<p style="text-align: justify">Para Felipe, o trabalho de apuração dos jornalistas como fio condutor da narrativa aproxima as duas obras. O pesquisador conta que o tema surge de suas reflexões sobre o atual contexto de revisionismo histórico, de democracia ameaçada e de retrocesso em direitos, e é pensado como contribuição para lembrar à sociedade que o passado violento e autoritário das ditaduras não pode se repetir. </p>
<p style="text-align: justify">Um dos diferenciais da tese partiu da ideia de Felipe Boff de realizar experimentações com fotografias, desenhos, anotações nas margens de livros e, ao final, na própria tese, como parte de seus movimentos metodológicos. O trabalho teve orientação do professor Reges Schwaab (<a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom">Poscom/UFSM</a>). A Banca Examinadora foi composta pelas professoras Claudia Caimi (<a href="https://www.ufrgs.br/ppgletras/">PPGLET/UFRGS</a>) e Marta Maia (<a href="https://ppgcom.ufop.br/">PPGCOM/UFOP</a>) e pelo professor Cássio Tomaim (Poscom/UFSM).</p>
<p style="text-align: justify">O texto completo está disponível no <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/35660" target="_blank" rel="noopener">repositório Manancial</a>, da UFSM. </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<hr />
<p style="text-align: justify">Texto: Júlia Petenon</p>
<p style="text-align: justify">Edição: Anna Júlia da Silva e Reges Schwaab</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora do milpa integra júri do Prêmio de Jornalismo Digital Socioambiental promovido pela Ajor e pela Embaixada do Reino Unido</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/06/11/pesquisadora-do-milpa-integra-juri-do-premio-de-jornalismo-digital-socioambiental-promovido-pela-ajor-e-pela-embaixada-do-reino-unido</link>
				<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:03:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=121</guid>
						<description><![CDATA[Anna Júlia Carlos da Silva, que desenvolve pesquisa sobre jornalismo socioambiental no doutorado, foi jurada convidada da premiação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Anna Júlia Carlos da Silva, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e integrante do <em>milpa - laboratório de jornalismo</em> (CNPq/UFSM), foi convidada a compor o júri do <a href="https://ajor.org.br/premio-de-jornalismo-digital-socioambiental/">Prêmio de Jornalismo Digital Socioambiental</a>, organizado pela <a href="https://ajor.org.br/">Associação de Jornalismo Digital (Ajor)</a> em parceria com a <a href="https://www.gov.uk/government/publications/international-climate-cooperation-joint-brazil-uk-statement/joint-brazil-uk-statement-on-international-climate-cooperation">Embaixada do Reino Unido no Brasil</a>. No doutorado, a pesquisadora dá continuidade aos estudos sobre jornalismo socioambiental iniciados no mestrado.</p><p>A premiação homenageia o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira e faz parte das comemorações dos 200 anos de relações diplomáticas entre Reino Unido e Brasil. Na categoria Melhor Reportagem Socioambiental, venceu “<a href="https://oeco.org.br/especial/o_futuro_do_marajo/">O futuro do Marajó</a>”, cobertura especial de Alice Martins Morais, publicada por <a href="https://oeco.org.br/">((o))eco</a>. Já em Melhor Cobertura Socioambiental Local, a série “<a href="https://mais.opovo.com.br/reportagens-especiais/impactos-agrotoxicos/2025/02/19/chuva-de-veneno-o-uso-de-drones-na-pulverizacao-de-agrotoxicos-e-uma-populacao-a-deriva.html">Impacto dos Agrotóxicos</a>”, de Karyne Gomes, veiculada por <a href="https://mais.opovo.com.br/">O Povo+</a>, foi a premiada. Cada vencedora recebeu R$ 10 mil.</p><p>A cerimônia ocorreu em 7 de junho de 2025, no Rio de Janeiro, durante o <a href="https://festival3i.org/">Festival 3i</a>, que reúne profissionais de jornalismo digital, comunicadores indígenas, pesquisadores e representantes de organizações nacionais e internacionais. O evento contou com patrocínio do Google e Luminate, apoio da Ford Foundation, Instituto Serrapilheira, Embaixada Britânica, IFPIM (International Fund For Public Interest Media), ITS Rio, Projor, Cenarium, Aos Fatos e ESPM. São parceiros do evento: ICFJ (International Center for Journalists), JournalismAI, Pulitzer Center, SembraMedia e Greenpeace.</p><p>A participação no júri da premiação destaca a inserção de pesquisadores do milpa e do Poscom/UFSM em espaços de relevância voltados à inovação, ao jornalismo independente e à defesa de direitos socioambientais.</p>		
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										<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/06/IMG_1114-1-819x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Anna Júlia C. da Silva, pesquisadora do milpa.</figcaption>
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										<img width="980" height="609" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/06/IMG_4318-980x653-2.jpg" alt="" />											<figcaption>Cerimônia do Prêmio de Jornalismo Digital Socioambiental. Imagem: Gabi Falcão.</figcaption>
										</figure>
		<p>*Arte destacada: Ajor/Divulgação.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrantes do Milpa apresentam artigo no ConbrasCC</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/06/04/integrantes-do-milpa-apresentam-artigo-no-conbrascc</link>
				<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 22:08:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=119</guid>
						<description><![CDATA[Micael Olegário e Reges Schwaab foram autores de um dos quatorze artigos completos aprovados no Congresso
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <hr />
<p style="text-align: justify">O <a href="https://www.conbrascc.com.br/">Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC)</a> reuniu pesquisadores para discutir os desafios e os impactos das mudanças climáticas na saúde, no meio ambiente e na sociedade. Realizado no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o evento ocorreu entre os dias 29 e 31 de maio e contou com mais de 900 inscritos, de diversas regiões do país e áreas do conhecimento. Na programação, foi apresentado o artigo “Confluências para escutar e narrar emergências climáticas no Antropoceno”, de autoria de Micael Olegário e Reges Schwaab, pesquisadores do milpa - laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM). O trabalho foi um dos 14 artigos completos aprovados para o Congresso.</p>
<p style="text-align: justify">A produção, apresentada no segundo dia do evento, é um artigo de reflexão, com caráter teórico e ensaístico, que tem como objetivo pensar formas de narrar diante das emergências climáticas. Segundo Micael, o texto se baseia no diálogo que utiliza de dois conceitos: confluência, do <a href="https://www.ancestralidades.org.br/biografias-e-trajetorias/nego-bispo">Nêgo Bispo</a>, e paisagens multiespécies, da <a href="https://ea.fflch.usp.br/autor/anna-tsing">Anna Tsing</a>, como convites e provocações para o campo da comunicação e do jornalismo narrativo, “na linha de escutar e prestar atenção aos sinais do Antropoceno e as relações entre humanos e não-humanos”. O autor explica que a aproximação com o jornalismo narrativo latino-americano tem como exemplo o realismo mágico do jornalista colombiano Gabriel García Márquez. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-04-at-19.05.04-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Micael Olegário apresentando no ConbrasCC.</figcaption>
										</figure>
		<hr />
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: justify">O que é o ConbrasCC</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: justify">O ConbrassCC, que teve como tema “Enchentes e desmoronamentos – impactos, desafios e perspectivas para a gestão dos serviços de saúde”, foi pensado com o propósito de debater acerca das mudanças climáticas e da crescente dos eventos climáticos extremos no Brasil. Um dos focos do evento foi refletir sobre as consequências das enchentes no Rio Grande do Sul. Além disso, os debates e painéis serviram para colocar em discussão temas que possibilitam a produção de conhecimento, tecnologias e inovação para o fortalecimento de ações estratégicas que previnam agravos futuros. </p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: justify">A primeira edição do ConBrasCC foi promovida pela <a style="color: #204c90" href="https://www.ufsm.br/">Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</a>, em parceria com o <a style="color: #204c90" href="https://husm.ufsm.br/">Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM)</a> e com a <a style="color: #204c90" href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br"> Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH)</a>. Focado principalmente na área da saúde, o evento destacou perspectivas sobre a gestão de serviços de saúde diante dos desastres climáticos, reforçando a intersecção entre pesquisa acadêmica e desafios práticos do setor.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: justify">O Congresso contou com palestras de representantes de entidades que estiveram na linha de frente no enfrentamento das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul - dentre eles gestores de hospitais universitários e representantes das forças de segurança. Além disso, o evento dispôs de momentos destinados a debater sobre a preparação para futuros extremos climáticos, com participação de outras áreas do conhecimento.</p>
<p> </p>
<hr style="background-color: #ffffff;color: #000000;font-size: 16px" />
<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Texto: Júlia Petenon (milpa/UFSM).</i></p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Revisão: Micael Olegário (milpa/UFSM) e Anna Júlia da Silva (milpa/UFSM). </i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jornalismo e memória é tema de Simpósio Internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/05/21/jornalismo-e-memoria-e-tema-de-evento-internacional</link>
				<pubDate>Thu, 22 May 2025 00:46:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[escrituraspossiveis]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=112</guid>
						<description><![CDATA[Da esq. para dir.: pesquisadores colombianos Jorge Iván Bonilla, Patrícia Nieto, Amaury Nuñez González e Raúl Hernando Osório Vargas, palestrantes do evento.   “Escrituras Possíveis, Lugares (in)comuns” aproxima pesquisadores brasileiros e colombianos em quatro momentos de diálogo O milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), ligado ao Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFSM, promove a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/05/capa_fotos_simposio-1024x577.jpg" alt="" width="1024" height="577" /></p><p><em>Da esq. para dir.: pesquisadores colombianos Jorge Iván Bonilla, Patrícia Nieto, Amaury Nuñez González e Raúl Hernando Osório Vargas, palestrantes do evento.</em></p><h4> </h4><h4><em>“Escrituras Possíveis, Lugares (in)comuns” aproxima pesquisadores brasileiros e colombianos em quatro momentos de diálogo</em></h4><p>O <i>milpa - laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM), ligado ao Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFSM, promove a primeira edição do Simpósio Internacional <b>Escrituras Possíveis, Lugares (in)comuns</b>. </p><p>O evento, em formato híbrido, oportunizará o diálogo com quatro pesquisadores colombianos, dedicados à prática e à investigação acadêmica sobre <b>jornalismo, memória e narrativas</b>. As conversações almejam fomentar espaços para a escuta e para o intercâmbio de compreensões e de experiências, resultantes de seus estudos e de suas experimentações em torno do tema central da edição.</p><p>Os quatro momentos previstos estão distribuídos entre os meses de maio, junho e julho (programação a seguir), sendo parte das ações de bolsa de investigação financiada pelo Programa <i>Move La America</i>, da CAPES (Edital 07/2024). </p><p>As inscrições são gratuitas. Há possibilidade de participação em todos os momentos ou em parte deles. A indicação ocorre no momento da inscrição. O formulário ficará aberto sempre até às 11h de cada dia de programação. Os links para ingresso nas salas remotas serão enviados diretamente aos inscritos até 1h antes do início de cada momento. As pessoas presentes receberão certificado de participação.</p><p><a href="https://forms.gle/GaAZM7x3pejfcBAh6"><b>Faça sua inscrição aqui. </b></a></p><p>A certificação ocorrerá mediante marcação da presença na sessão. Os certificados digitais estarão disponíveis em até 48h após o último encontro, marcado para 1 de julho. </p><p><i>Importante: </i>Momentos 1 e 2: em espanhol. Momento 3: em português. Momento 4: bilíngue.</p><p>Dúvidas ou informações complementares: <a href="mailto:milpa@ufsm.br">milpa@ufsm.br</a>.</p><p><b>Programação completa</b></p><p><b>Momento 1 | 27 de maio de 2025 | 17h - 18h30 | 5:00pm-6:30pm (UTC-3) | </b>Remoto / Espanhol</p><blockquote><p style="padding-left: 40px"><b>Tema: </b>A iconografia do conflito: imagens, memória e atrocidade | <i>La iconografia del conflicto: imagenes, memoria y atrocidad</i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Convidado:</b> Prof. Dr. Jorge Ivan Bonilla - Universidad Eafit/Colômbia</p><p style="padding-left: 40px"><i>Professor do Departamento de Comunicação da Universidade EAFIT, em Medellín. Doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Nacional da Colômbia. Mestre  em Comunicação pela Pontifícia Universidade Javeriana e Comunicador Social: Jornalista pela Pontifícia Universidade Bolivariana.</i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Mediação:</b> Doutorando Amaury Nuñez González</p><p style="padding-left: 40px"><i>Universidad de Antioquia/Colômbia, bolsista Capes Doutorado Sanduíche no POSCOM/UFSM pelo programa Move La América/Capes</i></p></blockquote><p><b>Momento 2 | 5 de junho de 2025 | 17h - 18h30 | 5:00pm-6:30pm (UTC-3) | </b>Remoto / Espanhol</p><blockquote><p style="padding-left: 40px"><b>Tema: </b>O jornalismo e seus trabalhos pela memória | <i>El periodismo y sus trabajos por la memoria</i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Convidada: </b>Profa. Dra. Patricia Nieto - Universidad de Antioquia/Colômbia</p><p style="padding-left: 40px"><i>Professora da Faculdade de Comunicação e Filologia da Universidade de Antioquia (Medellín). Doutora em Comunicação, Jornalista e mestre em Ciência Política. Autora de livros que versam sobre memória e conflito armado na Colômbia, como “Os Escolhidos”, “O Céu Não Me Abandona”, “Jamais Esquecerei Seu Nome”, “Onde Pisei, a Grama Ainda Cresce”, os três últimos escritos com vítimas do conflito. Ganhadora do Prêmio Nacional Simón Bolívar e do Prêmio Nacional de Cultura. Diretora do projeto Hacemos Memoria.</i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Mediação:</b> Prof. Dr. Reges Schwaab (POSCOM/Universidade Federal de Santa Maria)</p></blockquote><p><b>Momento 3 | 26 de junho de 2025 | 17h - 18h30 | 5:00pm-6:30pm (UTC-3) | </b>Remoto / Português</p><blockquote><p style="padding-left: 40px"><b>Tema: </b><i>Oratura</i> e metodologias do jornalismo<b> | </b><i>Oratura y metodologías del periodismo</i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Convidado:</b> Prof. Dr. Raúl Hernando Osório Vargas</p><p style="padding-left: 40px"><i>Professor da Faculdade de Comunicação e Filologia da Universidade de Antioquia. Doutor e mestre em Comunicação pela ECA-USP (Brasil) e graduado em Comunicação Social pela Universidade Jorge Tadeo Lozano de Bogotá . Autor de “El reportaje como metodología del periodismo: una polifonía de saberes”. </i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Mediação: </b>Doutorando Wellington Felipe Hack (POSCOM/UFSM)</p></blockquote><p><b>Momento 4 | 1 de julho de 2025 | 14h - 16h</b> | <b> 2:00pm-4:00pm (UTC-3)</b></p><p>Híbrido (Auditório CCSH - Prédio 74C - 2º andar  + <i>Google Meet</i>) / Português e Espanhol</p><blockquote><p style="padding-left: 40px"><b>Tema: </b>Narrativas da memória: processos criativos e formatos inovadores na representação do passado | <i>Narrativas de la memoria: procesos creativos y formatos innovadores en la representación del pasado</i></p><p style="padding-left: 40px"><b>Convidado:</b> Doutorando Amaury Nuñez González </p><p style="padding-left: 40px">Universidad de Antioquia/Colômbia, bolsista Capes Doutorado Sanduíche no POSCOM/UFSM pelo programa <i>Move La América</i>/Capes</p><p style="padding-left: 40px"><b>Mediação:</b> Doutorando Wellington Felipe Hack (POSCOM/UFSM)</p><p style="padding-left: 40px"> </p></blockquote><p><b>Organização</b></p><ul><li><i>milpa - laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM)</li><li>Reges Schwaab (POSCOM/UFSM)</li><li>Amaury Nuñez González (UdeA - POSCOM/UFSM)</li><li>Wellington Hack (POSCOM/UFSM)</li></ul><p><b>Apoio</b></p><ul><li><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Comunicação</a></li><li>Universidade Federal de Santa Maria</li><li>Programa <i>Move La America</i>  CAPES (Edital 07/2024)</li></ul><p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2/2025 - EDITAL No 01/2025 PROCESSO SELETIVO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSA DE PÓS-DOUTORADO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/editais/002-2025-2</link>
				<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 23:38:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-Gradução]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>O Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna pública a abertura de inscrições para o processo de seleção de candidatos para bolsa de pós-doutorado.</p>
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							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna pública a abertura de inscrições para o processo de seleção de candidatos para bolsa de pós-doutorado.</p>
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						<item>
				<title>Milpa dá início às atividades do ano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/03/28/milpa-da-inicio-as-atividades-do-ano</link>
				<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 19:46:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Membros do milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM) deram início aos trabalhos nos projetos previstos para o ano de 2025. A primeira reunião do grupo, na terça-feira, 25 de março, contou com a presença de mestrandos e de doutorandos do Laboratório, ligados ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM/UFSM).  O momento também serviu para dar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Membros do <i>milpa - laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM) deram início aos trabalhos nos projetos previstos para o ano de 2025. A primeira reunião do grupo, na terça-feira, 25 de março, contou com a presença de mestrandos e de doutorandos do Laboratório, ligados ao <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Comunicação</a> (POSCOM/UFSM). </p>
<p>O momento também serviu para dar as boas-vindas aos novos integrantes. Durante o encontro, foram discutidas as ações que serão desenvolvidas ao longo do semestre, com foco na pesquisa e em projetos de formação a partir de grupos de trabalho.</p>
<p>O<i> milpa</i> tem como objetivo fomentar ações de pesquisa, de formação e de experimentação prática em comunicação e em jornalismo. A coordenação é do professor Reges Schwaab. Integram o grupo, como pesquisadores discentes de doutorado, Anna Júlia da Silva, Tuãne Araújo e Wellington Hack. Os pesquisadores discentes de mestrado são Micael Olegário, Gabriel Masarro de Araujo, Josué Ângelo Gris e Júlia Raquel Petenon. Neste semestre, o <i>milpa</i> também conta com a participação do doutorando Amaury Núñez González, da Universidad de Antioquia (Colômbia), que realiza <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2024/12/23/poscom-recebe-doutorando-colombiano-pelo-programa-da-capes-move-la-america" target="_blank" rel="noopener">estágio sanduíche por meio do Programa <i>Move La América</i></a>, da Capes, sob orientação do professor Reges. </p>
<p><em>Texto: Júlia Petenon (milpa/UFSM)</em></p>
[caption id="attachment_110" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-25-at-17.02.04-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /> Parte das/os pesquisadoras/es do <strong>milpa</strong> no primeiro encontro geral de 2025. Da esquerda para direita: Amaury Nuñez González, Josué Gris, Micael Olegário, Wellington Hack, Júlia Petenon, Reges Schwaab e Tuãne Araújo (na tela). <em>Imagem:</em> Lucas Missau/UFSM.[/caption]
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Educação midiática e comunicadores populares podem ajudar a combater a desinformação climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/03/14/educacao-midiatica-comunicadores-populares-combater-desinformacao-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 17:15:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicação de proximidade]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto de extensão ‘Comunicação de Proximidade’ vai criar protocolos de crise para qualificar a comunicação em contextos de emergências]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-545048f2-7fff-e5b9-484b-697b72c448f9" dir="ltr">Quando as chuvas torrenciais transbordaram a Sanga da Restinga em 29 de abril de 2024, o município de Restinga Seca, no Rio Grande do Sul, sofreu alagamentos em casas, estabelecimentos comerciais e sociais. Localizada na região da Quarta Colônia e próxima a Santa Maria, a cidade foi uma das primeiras a ser atingida pelas enchentes de maio de 2024. Um dos locais alagados foi a Rádio Integração, em que Norton Ávila trabalha como jornalista. </p><p><br />Além dos problemas imediatos, como a perda de bens materiais, mantimentos, abrigo e acesso a algumas localidades, a comunicação foi outro elemento afetado. A queda de energia elétrica prejudicou o sinal transmitido pelas torres de internet e, consequentemente, a possibilidade das pessoas se informarem pela televisão e mesmo por redes sociais. Neste momento, as ondas sonoras se tornaram essenciais. “O rádio era praticamente o único meio de comunicação aqui, ainda mais para o pessoal do interior”, relata Norton. Na ausência de luz, o rádio a pilha virou aliado. Na época, a UFSM integrou uma <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/2024/05/09/ufsm-integra-campanha-liderada-pela-unics-para-arrecadacao-de-radios-a-pilha-e-pilhas">campanha</a> liderada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), que arrecadou pilhas e rádios para distribuição na região.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/03/desinformacao-climatica_001-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida de um urso polar branco, que sorri em meio às mudanças climáticas. O urso usa um chapéu marrom, e está sentado em um bloco de gelo que derrete. Ao redor dele, focos de incêndio, e uma xícara de café sobre uma mesa redonda marrom. Ao lado esquerdo do urso, um balão de fala com o texto &#039;Tá tudo bem&#039;. O bloco de gelo está no meio do mar, azul, que se estende no infinito. Na parte superior da imagem, nuvens em tom cinza escuro, e três raios que caem na direção do mar." />													
		<p>Em voga no debate sobre o cenário das mudanças climáticas, a desinformação também ganhou contornos reais durante o acontecimento. Norton conta que surgiram informações desencontradas que se potencializaram pelo compartilhamento em redes sociais e, com isso, acabaram por desinformar. “Qualquer coisa, pequena que fosse, devido ao tamanho da tragédia virava uma grande informação que muitas vezes não se confirmava, que não era verdade”, relembra.</p>		
			<h3>Desinformação climática</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-c0e81d64-7fff-acd4-8667-021f89c41421" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Neste cenário, o fenômeno é nomeado como desinformação climática. Para a professora e pesquisadora Laura Storch, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, a noção do conceito é complexa porque parte de um debate mais amplo, da desinformação e letramento comunicacional e digital, mas também compreende questões emergenciais sobre o clima. “Envolve tanto o conhecimento científico sobre as mudanças climáticas e sobre as transformações que a vida humana no planeta tem gerado para os sistemas ecológicos, mas também um conjunto de informações e desinformações vinculadas ao modo como as mudanças climáticas afetam as populações”, destaca Laura.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As desinformações podem ser classificadas em dois níveis, de acordo com Laura. O primeiro é o que valoriza o absurdo, cujas postagens envolvem teorias da conspiração, como as que dizem que as mudanças climáticas não existem. “E tem desinformações que são muito pelo modo como o próprio conhecimento científico é produzido, que no contexto de uma sociedade muito complexa se torna difícil de popularizar”, cita Laura. Para a pesquisadora, a ideia da divergência no pensamento científico contribui para a criação de questionamentos. “Esse tipo de dúvida que a ciência coloca é muito difícil de ser explicada em um contexto popular, e vai gerar um conjunto de ideias que podem alimentar as desinformações mais catastróficas, como o debate se existe aquecimento global”, explica.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Segundo Laura, a desinformação climática é perigosa de maneira palpável. “Ela também é capaz de gerar morte, de gerar perdas, de gerar destruição, porque ela é capaz de operar com o descaso, com a desorganização das comunidades. Ela é capaz de desarticular ações que já estavam em andamento”, expõe. A problemática é cívica, social e política, e afeta, inclusive, a democracia, porque ela depende também da participação e da confiança. Norton Ávila reflete que o fenômeno afeta seu dia-a-dia no trabalho, principalmente quando disseminado por pessoas que não verificam a informação. ‘Eu sinto na pele’, desabafa. Para o jornalista, a atenção com a questão ambiental ainda não é prioridade para a comunidade restinguense. “Eles estão mais preocupados com a solução, em ter esse bem restabelecido, quem foi atingido em casa, a ponte que apresentava defeitos e ainda não foi reconstruída”, avalia Norton.</p><p> </p>		
			<h3>Comunicação de Proximidade</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-7213739a-7fff-20c7-06d6-98c60c289eac" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As enchentes de maio de 2024 também sacudiram o grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM (Poscom). Com o acontecimento, veio a sensação de impotência. Além da coleta de doações, docentes, estudantes de graduação e pós-graduação participaram do projeto de arrecadação de pilhas e rádios a pilha para as áreas atingidas da Quarta Colônia. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mas uma pergunta continuou presente para as pesquisadoras: qual é o papel da comunicação nesse contexto? Laura conta que começaram a perceber que a atuação do campo não é emergencial, como a da área da saúde. “Ele acontece antes e depois. Deveria ter acontecido antes, deveria estar lá para ajudar essas comunidades a se organizar e a estar preparadas”, comenta.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">É a partir da vontade de compartilhar as pesquisas com a comunidade que surgiu o projeto ‘Comunicação de Proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia’, liderado pelo Poscom e em parceria com os Programas de Pós-Graduação da Geografia (PPGeo), do Patrimônio Cultural (PPGPC), da Enfermagem (PPGEnf) e de Letras (PPGL). “A ideia do projeto nasceu desse desconforto, desse incômodo, de como a gente poderia atuar e gerar ações concretas para a comunidade”, explica Laura. O ‘Comunicação de Proximidade’ é uma das dez propostas contempladas pelo edital do Programa de Extensão 2024/2026.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O projeto parte do conceito que o nomeia para articular os debates de território e governança ao papel da política e do pertencimento regional em uma dinâmica comunicacional, que nasce na comunidade para a comunidade. “O papel da comunicação de proximidade é qualificar a informação e a discussão cívica para gerar protocolos de segurança e de alerta, e para gerar debates que fomentem políticas de prevenção”, destaca Laura. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para a pesquisadora, a questão do território é importante porque a desinformação climática afeta, de maneira mais contundente, os desertos de notícias, ou seja, locais em que há ausência de meios e veículos de comunicação especializados. A cobertura sobre as enchentes, por exemplo, começou pela Quarta Colônia por ser a primeira afetada, mas na medida em que a emergência climática e humanitária tomou proporções grandes na região metropolitana, a cobertura se deslocou e teve maior ênfase em Porto Alegre. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Laura define o jornalismo como prática material, que existe no tempo e no espaço e, por isso, tem limitações do que consegue fazer.</p>		
							<b>“Então essas zonas de sombreamento são naturais. As desinformações vão acompanhar a lógica acontecimental, vão ser olhadas e estar em foco. Enquanto isso, as zonas de sombra informacional, em particular os desertos de notícias, vão gerar apagamentos maiores da possibilidade de desmentir, verificar e corrigir a informação”, evidencia Laura.</b>
			<h3>Educação midiática</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-26ffbd0a-7fff-3dd7-7a31-b68c863eeede" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um dos braços do projeto é a educação midiática. As oficinas em escolas foram uma das formas encontradas para efetivar a extensão. Ministradas por estudantes de pós-graduação da Geografia e da Comunicação em novembro de 2024, as oficinas trataram sobre as características geográficas da Quarta Colônia, a compreensão de como aconteceram os deslizamentos e erosões, e da desinformação, por meio das notícias falsas. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Vanessa Manfio é professora de geografia na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Cândida Zasso, que fica na área urbana de Nova Palma - RS. Esta é uma das escolas que receberam as oficinas. Estudantes do 6º e 7º ano puderam compreender mais sobre o clima na oficina da Geografia, e os do 8º e 9º aprenderam sobre desinformação. Além da parte teórica inicial, os estudantes puderam gravar vídeos e tirar fotos e interagir por meio de seus relatos de experiências. Vanessa conta que muitos dos alunos foram atingidos pela enchente: perderam casas, bens materiais e roupas. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para ela, a experiência foi significativa por permitir que pudessem identificar desinformações. “Circulava muitos vídeos sobre o ‘rompimento’ da barragem de Itaúba, da Usina Hidrelétrica de Nova Palma. Isso assustava muito a gente. Nossos alunos conseguiram perceber que algumas informações que circularam na época das enchentes não eram verdadeiras”, conta Vanessa. A professora avalia que o conhecimento é positivo, pois permite maior cuidado na percepção da origem da informação e, consequentemente, no seu compartilhamento. “Precisamos estar com um olhar atento e aberto de que nem tudo que circula na internet é verdadeiro. Precisamos buscar uma fonte de informações correta, e quando chega um material desse tipo não podemos sair divulgando sem saber se é verdade”, reflete.</p><p> </p>		
			<h3>Próximos passos</h3>		
		<p>Além da educação midiática, o projeto ‘Comunicação de Proximidade’ tem mais dois braços. O primeiro é o da constituição do ecossistema comunicacional da região, que consiste no mapeamento de comunicadores populares que são referências para a informação de qualidade. E o segundo se refere à criação de grupos de discussão com a comunidade para o desenho de protocolos de comunicação de alerta e de segurança. A intenção é que a Quarta Colônia esteja mais preparada, em termos comunicacionais, caso emergências climáticas voltem a acontecer.</p>		
			<h6>Expediente</h6>		
		<p id="docs-internal-guid-d378775d-7fff-57c9-e7e2-c91df15135ce" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Samara Wobeto, jornalista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Luciane Treulieb, jornalista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Design: Evandro Bertol, designer</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dissertação desenvolvida no milpa representa Poscom no prêmio Compós 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/03/12/dissertacao-milpa-compos-2025</link>
				<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 11:42:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=106</guid>
						<description><![CDATA[A dissertação &#8220;“O Lugar do Jornalismo Diante das Emergências Socioambientais nos Discursos de Repórteres”, de Anna Júlia Carlos da Silva, desenvolvida no milpa &#8211; laboratório de jornalismo (UFSM/CNPq), foi selecionada para representar o Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) no Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela 2025. Com o intuito de valorizar a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A dissertação "“O Lugar do Jornalismo Diante das Emergências Socioambientais nos Discursos de Repórteres”, de Anna Júlia Carlos da Silva, desenvolvida no <em>milpa - laboratório de jornalismo</em> (UFSM/CNPq), foi selecionada para representar o Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) no <strong>Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela 2025.</strong></p><p>Com o intuito de valorizar a produção científica em Comunicação, a Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós) realiza anualmente o Prêmio de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela (1933-2014), cujo nome homenageia um dos fundadores da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). A premiação promove um importante intercâmbio de conhecimento, além de incentivar a produção científica e o debate sobre os desafios e inovações na área da Comunicação.</p><p>O trabalho de Anna Júlia foi orientado por Reges Schwaab e selecionado a partir do Edital Unificado de Indicação para Premiações de Teses e Dissertações 2025 do Poscom (2/2025). A comissão de avaliação também definiu a tese representante do programa: <b> “A Trama Tecida por Mulheres Palestinas: relatos biográficos dos usos táticos de tecnologias digitais”, </b>de Simone Munir Dahleh, orientada por Liliane Dutra Brignol.</p><p>Ao longo do ano, novas submissões para diferentes prêmios serão realizadas a partir dos trabalhos inscritos no edital. Em cada ocasião, as produções serão avaliadas por uma comissão, de forma a valorizar tanto as obras como a premiação em questão. </p><h4><b>Dissertação: “O Lugar do Jornalismo Diante das Emergências Socioambientais”</b></h4><p style="color: #000000;font-size: 16px">A pesquisa de Anna Júlia Carlos da Silva analisa os discursos de jornalistas independentes sobre suas práticas nas coberturas da emergência socioambiental latino-americana, destacando as formas de resistência e os potenciais transformadores presentes nessas abordagens. O estudo contribui para uma compreensão mais abrangente da prática jornalística como uma expressão subjetiva e social, a partir da observação da experiência da plataforma <em>Sumaúma: Jornalismo do Centro do Mundo</em>. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">O orientador, Reges Schwaab, relata que "a indicação do trabalho da Anna Júlia para representar o Poscom é motivo de alegria. A leitura que o trabalho recebeu reconhece a pertinência do tema, o esforço metodológico e o percurso analítico empreendido na dissertação. A atualidade e o enquadramento do tema permitem perceber a intencionalidade de contribuir criticamente com o campo das práticas jornalísticas, com o debate das identidades profissional e narrativa e sobre os desenhos que se estabelecem no encontro das mídias independentes com a abordagem das emergências socioambientais. Anna Júlia oferece uma costura conceitual pertinente e suas elaborações são fruto de uma observação e uma escuta atentas e cuidadosas”.</p><p style="color: #000000;font-size: 16px"><em>Texto: Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom/UFSM).</em></p><p style="color: #000000;font-size: 16px"><em>Edição: Micael dos Santos Olegário, mestrando do Poscom e membro do milpa.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1/2025 - Edital de Bolsas 01/2025 – Processo Seletivo para Concessão de Bolsas para os cursos de Mestrado e Doutorado PPG Comunicação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/editais/001-2025</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 21:54:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?post_type=editais&#038;p=3816</guid>
						<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM), amparado pelas Normas para Concessão e Manutenção de Bolsas, abre Chamada Interna para Concessão de Bolsas para os cursos de Mestrado e Doutorado em Comunicação– Edital 01/2025.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify">O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM), amparado pelas Normas para Concessão e Manutenção de Bolsas, abre Chamada Interna para Concessão de Bolsas para os cursos de Mestrado e Doutorado em Comunicação– Edital 01/2025.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PROJETO DO POSCOM GANHA 1,5 MILHÕES EM EDITAL DA FAPERGS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2024/12/20/projeto-do-poscom-ganha-15-milhoes-em-edital-da-fapergs</link>
				<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 21:10:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=3808</guid>
						<description><![CDATA[O projeto foi contemplado como faixa A, obtendo o valor máximo de financiamento
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h1 dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 6pt 0pt">O Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM) obteve aprovação de projeto em edital promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) para o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento voltado a desastres climáticos. Sob a liderança da professora Drª Ada Cristina Machado Silveira, o projeto tem como título “Governança e multidimensionalidade dos riscos climáticos: abordagem multidisciplinar em Comunicação de proximidade, Interpretação geopatrimonial e Economia Ecológica aplicada aos Geoparques Unesco no Rio Grande do Sul” e faz parte de uma parceria entre UFSM, Unipampa e UFRGS. </h1><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O edital FAPERGS 06/2024 tem como objetivo apoiar projetos que auxiliem na elaboração e aperfeiçoamento de políticas públicas de enfrentamento aos desastres climáticos. A coordenadora, professora Drª Ada Silveira, conta que este é o projeto de maior envergadura para o qual já foi contemplada. “Foi uma conquista bastante importante para nós, porque a Comunicação não é considerada prioritária nesses editais temáticos”, afirma.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a professora Ada, o projeto é caracterizado por ser multidisciplinar e interinstitucional, fomentando uma rede estadual de pesquisadores interessados nas repercussões da Comunicação nos processos de governança dos riscos climáticos. Neste sentido, conta com a integração de seis programas de pós-graduação de três universidades e três geoparques: PPG em Comunicação (POSCOM), PPG em Geografia (PPGGEO) e PPG em Patrimônio Cultural (PPGPC), todos da UFSM, o PPG em Dinâmicas Regionais e Desenvolvimento (PPGREDES) e PPG Desenvolvimento Rural (PGDR) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS Litoral), e o PPG em Comunicação e Indústria Criativa (PPGCIC) da Unipampa, junto com os Geoparques Quarta Colônia, Caçapava do Sul e Caminhos dos Cânions do Sul.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O projeto foi organizado em três eixos, o primeiro denominado “Comunicação de proximidade aplicada à governança de Geoparques Mundiais da Unesco no RS face aos riscos climáticos”; o segundo “Interpretação geopatrimonial de Geoparques Mundiais da Unesco no Rio Grande do Sul aplicada à resiliência e adaptação social a riscos climáticos”; e o terceiro “Impactos do desastre climático de 2024 nas comunidades dos territórios dos Geoparques do RS para promoção de capacidades de adaptação e resposta, bem como recomendações de políticas públicas”.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O projeto tem como objetivo propor, a partir da experiência da resposta a eventos extremos no RS, um modelo de governança para os territórios de Geoparques Mundiais da Unesco que permita uma resposta mais eficaz aos desastres climáticos e o incremento da capacidade de resiliência frente às mudanças climáticas em curso. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para<i> </i>a professora Ada Silveira, o projeto possui o potencial de expandir o impacto social da pesquisa em Comunicacão, superando uma visão da Comunicação “como ferramenta, como um procedimento para divulgar, promover, popularizar a ciência feita por outros”, e destacando sua função estratégica na melhoria dos processos sociais, em particular em processos de governança dos riscos climáticos.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2024/10/Dona-Francisca5-Phillipp-Gripp-1-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Visita ao município do Dona Francisca (RS).</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr"><strong>Memória do Desastre Climático</strong></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em maio de 2024, o Estado foi atingido por enchentes, sendo esta a maior desde 1941. A chuva superou 500 milímetros em 20 cidades do Estados, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Santa Maria teve o mês de maio mais chuvoso desde 1961, tendo um acúmulo de 671,1 milímetros. Os impactos das chuvas e cheias extremas dos rios acarretaram em 478 municípios atingidos, 173 mortes e 4 mil desalojados. As pessoas foram privadas de água, energia elétrica e alimentos, tendo municípios que ficaram completamente isolados. Três municípios da região central do RS declararam estado de calamidade pública, Itaara, Silveira Martins e Dilermando de Aguiar. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na UFSM foram desenvolvidas ações para ajudar os municípios da Quarta Colônia junto com as campanhas SOS Comunidade Quarta Colônia e <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/2024/05/09/ufsm-integra-campanha-liderada-pela-unics-para-arrecadacao-de-radios-a-pilha-e-pilhas">Rádio Apoio Comunidade</a>, ambos os projetos tiveram apoio de docentes e alunos do<a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/2024/05/15/organizacao-e-distribuicao-de-doacoes-mobiliza-setores-da-ufsm"> POSCOM</a>, que ajudaram na separação de roupas e alimentos e na arrecadação de pilhas para serem enviadas para as cidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-indent: 35.43307086614173pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Essas atividades resultaram no projeto de extensão “Comunicação de proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia”, coordenado pela professora Aline Dalmolin (POSCOM) e também conta com a parceria do PPG Geografia e faz parte do Edital Proext-PG UFSM/Capes 01/2024, uma chamada para fomento de ações de extensão vinculadas a programas de pós-graduação da UFSM do programa Proext UFSM Além do Arco.</p><p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Texto: Bruna Piedras – Estagiária do Curso de Jornalismo do Poscom</i></p><p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Imagens: Phillipp Gripp (pós-doutorando do Poscom)</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Podcast "Não são vozes da minha cabeça" discute desinformação sobre influenciadores digitais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/17/podcast-nao-sao-vozes-da-minha-cabeca-discute-desinformacao-sobre-influenciadores-digitais</link>
				<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 11:22:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[influência digital]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67967</guid>
						<description><![CDATA[Episódios trazem convidados e estão disponíveis no Spotify e no Youtube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em um mundo repleto de desinformação sobre influenciadores digitais e promessas de "fórmulas mágicas" de sucesso, o podcast "<em>Não São Vozes da Minha Cabeç</em>a", idealizado por Caio Motta, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), trata a influência digital de forma crítica e embasada. O programa derruba mitos da economia dos criadores de conteúdo com uma abordagem educativa. </p>
<p><b>Ciência e mercado de mãos dadas </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O podcast nasceu da pesquisa que investigam os modelos de negócio dos criadores de conteúdo na economia digital. Cada episódio oferece análises aprofundadas e experiências reais, ao conectando teoria com a prática em discussões acessíveis sobre o universo dos influenciadores digitais. </span></p>
<p><b>Convidados que atuam nos bastidores </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O "Não São Vozes da Minha Cabeça" conta com contribuições dos seguintes convidados:</span></p>
<ul>
<li><b>Rafaela Lotto</b><span style="font-weight: 400">: CEO da Youpix, maior consultoria de influenciadores da América Latina. </span></li>
<li><b>Ana Paula Passarelli</b><span style="font-weight: 400">: Cofundadora de uma uma agência de influenciadores no Brasil. </span></li>
<li><b>Deh Bastos</b><span style="font-weight: 400">: Comunicadora, publicitária, membra do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável da Presidência da República e criadora da iniciativa antirracista @CriandoCriançasPretas. </span></li>
<li><b>Marcus Vinícius Freire</b><span style="font-weight: 400">: Medalhista olímpico e sócio da Play9, empresa de mídia criada com Felipe Neto e João Pedro Paes Leme. </span></li>
</ul>
<p><b>Criadores de Conteúdo </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os criadores de conteúdo que já participaram dos episódios estão: </span></p>
<ul>
<li><b>Beatriz Guarezi: </b>especialista <span style="font-weight: 400">em <em>branding</em> e criadora da<em> newsletter</em> "Bits to Brands", com mais de 50 mil leitores. </span></li>
<li><b>Sofia Oliveira</b><span style="font-weight: 400">: escritora do livro "<em>Acreditar em mim é a minha única possibilidade de existir</em>" e criadora do "<em>Colo de Amiga</em>", podcasts sobre autoconhecimento. </span></li>
<li><b>Cris Dias</b><span style="font-weight: 400">: podcaster do "<em>Boa Noite Internet</em>", com mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia e mídia. </span></li>
</ul>
<p><b>Onde ouvir</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Disponível no </span><b>Spotify </b><span style="font-weight: 400">e </span><b>YouTube Podcasts</b><span style="font-weight: 400">. Acesse diretamente pelo link: </span><a href="https://open.spotify.com/show/3O89v2kJfBpm9ds1wl2xb4?si=a5eb841374d24e9a&amp;nd=1&amp;dlsi=6dccf4552f454468"><span style="font-weight: 400">Spotify</span></a> <span style="font-weight: 400">ou</span> <a href="https://www.youtube.com/@Naosaovozesdaminhacabeca"><span style="font-weight: 400">YouTube</span></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Poscom abre Edital para Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da Capes - Edição 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2024/12/11/poscom-abre-edital-para-programa-de-doutorado-sanduiche-no-exterior-pdse-da-capes-edicao-2025</link>
				<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:56:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado-sanduíche]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[pdse]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=3796</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM torna público o Edital nº 02/2024 de Seleção de Bolsistas para o Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) para discentes regularmente matriculados no curso de Doutorado em Comunicação para a seleção de candidaturas ao Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da Capes. As inscrições poderão ser feitas no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM torna público o <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/editais/002-2024-2">Edital nº 02/2024 de Seleção de Bolsistas para o Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE)</a> para discentes regularmente matriculados no curso de Doutorado em Comunicação para a seleção de candidaturas ao <strong>Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da Capes.</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições poderão ser feitas no período de <strong>10/12/2024 a 03/01/2025</strong>, mediante envio de documentação para o email <a href="mailto:poscom@ufsm.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">poscom@ufsm.br</a>, conforme as orientações disponibilizadas no Edital, que pode ser acessado pelo link <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/editais/002-2024-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. A previsão de início nas atividades no exterior para os selecionados será entre setembro e outubro de 2025.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais informações podem ser obtidas através do e-mail <a href="mailto:poscom@ufsm.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">poscom@ufsm.br</a> e através da Capes no link <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/multinacional/programa-de-doutorado-sanduiche-no-exterior-pdse">https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/multinacional/programa-de-doutorado-sanduiche-no-exterior-pdse</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2/2024 - EDITAL Nº 02 DE 10 DE DEZEMBRO DE 2024 PROGRAMA DE DOUTORADO-SANDUÍCHE NO EXTERIOR (PDSE) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SELEÇÃO DE BOLSISTAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/editais/002-2024-2</link>
				<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:36:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado-sanduíche]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[pdse]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?post_type=editais&#038;p=3786</guid>
						<description><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Edital destinado à seleção de bolsistas de doutorado sanduíche no exterior do PDSE, em conformidade com a </span><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/02012018-portaria-289-de-28-12-2018-pdf"><span style="font-weight: 400">Portaria nº 289, de 28 de dezembro de 2018</span></a><span style="font-weight: 400">, a</span> <a href="https://cad.capes.gov.br/ato-administrativo-detalhar?idAtoAdmElastic=14344#anchor"><span style="font-weight: 400">Portaria nº 77, de 8 de março de 2024</span></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/multinacional/programa-de-doutorado-sanduiche-no-exterior-pdse"><span style="font-weight: 400">Edital nº 26/2024 &#8211; PDSE/CAPES</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><span style="font-weight: 400">Edital destinado à seleção de bolsistas de doutorado sanduíche no exterior do PDSE, em conformidade com a </span><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/02012018-portaria-289-de-28-12-2018-pdf"><span style="font-weight: 400">Portaria nº 289, de 28 de dezembro de 2018</span></a><span style="font-weight: 400">, a</span> <a href="https://cad.capes.gov.br/ato-administrativo-detalhar?idAtoAdmElastic=14344#anchor"><span style="font-weight: 400">Portaria nº 77, de 8 de março de 2024</span></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/multinacional/programa-de-doutorado-sanduiche-no-exterior-pdse"><span style="font-weight: 400">Edital nº 26/2024 &#8211; PDSE/CAPES</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Obra vencedora do Prêmio Tese UFSM de 2023 é publicada como livro pela Editora UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/09/obra-vencedora-do-premio-tese-ufsm-de-2023-e-publicada-como-livro-pela-editora-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 15:44:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[premio tese]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67880</guid>
						<description><![CDATA[“Os sentidos do trabalho criativo”, escrito pela jornalista formada pela Universidade, Nathália Drey Costa, foi lançado na última quinta-feira
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/foto-a-lancamento-livro-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Diretor da Editora UFSM, Enéias Tavares, e a vencedora do Prêmio Tese UFSM de 2023, Nathália Drey Costa</figcaption>
										</figure>
		<p>Na tarde da última quinta-feira (5), a Editora UFSM lançou oficialmente em Santa Maria o livro vencedor do Prêmio Tese UFSM de 2023, intitulado “<i>Os sentidos do trabalho criativo</i>”, no espaço da Livraria e Grife UFSM. A obra resulta da tese de doutorado defendida em 2022 pela jornalista Nathália Drey Costa no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM) da Universidade. O livro foi lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro.</p>
<p>“<i style="color: #000000;font-size: 16px;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)">Os sentidos do trabalho criativo</i>” oferece ao leitor uma discussão sobre o trabalho criativo na atualidade a partir da compreensão acerca das mudanças, tanto culturais quanto comunicacionais, ao longo do tempo na área laboral. Ao tratar dos modos que reestruturaram as atividades no ambiente de trabalho, o público-alvo são jornalistas, editores, redatores, publicitários e acadêmicos de Comunicação Social. A autora definiu a sensação de “ver seu nome impresso na capa”: “é bastante emocionante por ser o reconhecimento de uma instituição que eu admiro bastante, da qual eu tenho orgulho de fazer parte desde a graduação, que é a UFSM”.</p>
<p>A tese de Nathália, orientada pela professora Liliane Brignol, indicada ao Prêmio Tese UFSM de 2023 como representante do Centro de Ciências Sociais e Humanas, após ser escolhida pelo POSCOM. Meses antes, o trabalho já havia sido finalista do Prêmio Tese promovido pela Compós, a Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação no Brasil. Foi por conta desta seleção, que abrange todo o território brasileiro, que a jornalista entendeu a capacidade de participar da iniciativa da Universidade.</p>
<p>A assessora de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) contou que a temática das percepções acerca do trabalho criativo sempre fez parte de sua vida, que participa de movimentos sindicais desde jovem. A ideia da temática ainda quando aluna de pós-graduação foi desmistificar a relação entre as atividades laborais e o prazer, muitas vezes inconscientemente conectadas pelas pessoas. “Eu decidi investigar esse tema por entender que a gente precisa olhar para o trabalho com uma perspectiva crítica, assim como para o trabalhador”, explicou.</p>
<p>O processo de transformação da tese em livro pela Editora UFSM durou cerca de um semestre. A revisora de textos Tagiane Mai afirmou que um dos pilares da iniciativa é tornar a leitura mais “palatável” ao público em geral, que não necessariamente está acostumado com a escrita acadêmica. “A gente tenta fazer críticas ao se colocar no lugar do leitor. Nós pensamos: ‘será que um leitor comum, que não está tão familiarizado, por exemplo, com os termos técnicos, vai entender o que a autora está falando?”, destacou.</p>
<p>Nathália disse que a vontade de escrever um livro sempre fez parte de sua vida. Quando era criança, ela criava as próprias histórias mas, com o passar dos anos e a chegada de outras obrigações, o sonho foi ficando distante. Com o Prêmio Tese UFSM, a possibilidade de tornou real e animadora - ainda mais levando em conta que, quando era estudante, integrou a equipe da Editora UFSM. “Quando entrei na Universidade, meu primeiro estágio foi no setor e, de repente, eu também tenho um livro. É um ciclo bem bonito. Não necessariamente um ciclo que se encerra, mas é um ciclo criado, que provoca sentimentos de orgulho e satisfação, além de mostrar as surpresas da vida”.</p>
<p> </p>
<h3><b>Prêmio Tese UFSM</b></h3>
<p> </p>
<p>O Prêmio Tese UFSM vencido pela jornalista, realizado em 2023, foi o primeiro da instituição. A ganhadora foi declarada durante a abertura da Jornada Acadêmica Integrada (JAI) daquele ano. A iniciativa ocorre em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e tem como objetivo valorizar a produção científica promovida entre as diferentes áreas da Universidade. O professor Enéias Tavares, diretor da Editora UFSM, relata a importância da diversidade cultural entre a comunidade.</p>
<p> </p>
<p>“Há muita diversidade, são 20 anos desde que eu cheguei na UFSM, entre graduação, pós-graduação e agora a docência. A nossa instituição é imensa, são muitas áreas, e a gente não conhece tudo. O Prêmio também tem um propósito pedagógico, no sentido de apresentar à comunidade pesquisas feitas em outras áreas. É bacana para quem é do Centro de Artes e Letras, por exemplo, saber o que o pessoal do Centro de Tecnologia está fazendo”, garantiu.</p>
<p> </p>
<p>Neste ano, não foi possível realizar o Prêmio Tese UFSM por conta das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio. A Editora UFSM, por exemplo, <a href="https://www.ufsm.br/2024/05/03/nota-da-editora-da-ufsm-sobre-as-perdas-do-seu-deposito">perdeu aproximadamente 90% do estoque de livros com a catástrofe</a>. Dessa forma, o setor deve discutir com a equipe da PRPGP em janeiro do próximo ano. Existe a possibilidade de que duas teses sejam declaradas campeãs.</p>
<p> </p>
<p><i><b>Texto e fotos</b>: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias </i></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Livro vencedor do Prêmio Tese será lançado na próxima quinta-feira (05) na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/29/livro-vencedor-do-premio-tese-sera-lancado-na-proxima-quinta-feira-05-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 13:41:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#Editora]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho criativo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67801</guid>
						<description><![CDATA[Evento será no Espaço Cultural da Editora UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><img class="wp-image-67802  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/post-lancamento-nathalia-1024x1024.jpg" alt="" width="501" height="501" />“De onde surgem as ideias?” e “Como se estrutura a criação?” são algumas das perguntas que Nathália Drey Costa levanta em sua obra Os sentidos do trabalho criativo. Vencedor do Prêmio Tese 2023, o livro, que tem como base a pesquisa de doutoramento de Nathália, leva-nos a problematizarmos a forma como as tecnologias digitais afetam a evolução da atividade laboral. Construída a partir de uma profunda análise das mudanças culturais, sociais e políticas sofridas pelo ambiente de trabalho ao longo dos anos, Os sentidos do trabalho criativo é uma leitura pensada para inspirar jornalistas, editores, redatores, publicitários e acadêmicos. </p>
<p dir="ltr">Nathália Drey Costa é jornalista, mestre e doutora em Comunicação Midiática pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foi voluntária do Pré-Universitário Popular Alternativa, atuou como bolsista Capes/CNPq junto ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM e participou do Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional (Migraidh), também da UFSM. </p>
<p>A sessão de lançamento da obra será celebrada no dia 5 de dezembro, às 16h, no Espaço Cultural da Editora UFSM, localizado no Centro Comercial do campus de Camobi (ao lado do Arco). O evento será realizado em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa.</p>
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				<title>Doutoranda em Comunicação da UFSM palestra em congresso na Espanha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/22/doutoranda-em-comunicacao-da-ufsm-palestra-em-congresso-na-espanha</link>
				<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 14:48:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[espanha]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Gibsy Lisie Soares Caporal foi convidada para evento na Universidade de Sevilla]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFSM Gibsy Lisie Soares Caporal realizou palestra no 5º Congresso Internacional Nodos del Conocimiento, da Universidade de Sevilla, na Espanha. O evento ocorre de forma online tem como tema "Paradigmas emergentes, polarização social e revisionismo educativo: abordando novos desafios do conhecimento". O convite para a palestra surgiu da coordenadora do Grupo de Pesquisa do qual a doutoranda faz parte na Universidade de Sevilla, Rosalba Mancinas Chávez.</p>
<p>“A palestra tratou da minha pesquisa no doutorado e traz a análise da comunicação e trabalho nas plataformas de mídias sociais, focando o trabalho dos jornalistas brasileiros. Estamos passando por um momento em que as plataformas estão acessando os ambientes de trabalho e trazendo novos desafios aos profissionais da comunicação, especialmente aos jornalistas. Debater a informação e as plataformas é um tema emergente de interesse dos pesquisadores, e na Universidade de Sevilla não é diferente. Analisar o acesso à informação, a liberdade de imprensa, as <em>fakenews </em>e a violência contra os jornalistas brasileiros são elementos importantes quando queremos compreender os novos paradigmas do conhecimento e da tecnologia constituindo o ambiente social, político e econômico em que vivemos”, relata Gibsy. A doutoranda é integrante do Grupo de Pesquisa em Comunicação Institucional e Organizacional, coordenado pela Professora Dra. Maria Ivete Trevisan Fossá. </p>
<p>O Congresso Internacional de Formação ao Longo da Vida “<em>Nodes of Knowledge</em>” é um evento anual, multidisciplinar, aberto à comunidade universitária, docente, científica e de investigação. Este congresso constitui um espaço ideal para dar visibilidade e incentivar a troca de resultados de novas investigações, trabalhos de doutorandos, projetos em desenvolvimento, entre outros, que contribuirão para a atualização, reciclagem e formação permanente necessária no mundo académico e de investigação.</p>
<p>Mais informações no <a href="https://nodos-org.translate.goog/presentacion/?_x_tr_sl=es&amp;_x_tr_tl=en&amp;_x_tr_hl=es" target="_blank" rel="noopener">site do evento</a>.</p>
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				<title>Mestrando do milpa é premiado com o 21º. Prêmio Abecip de Jornalismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2024/11/19/mestrando-do-milpa-e-premiado-com-o-21o-premio-abecip-de-jornalismo</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 12:12:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[O discente recebeu o prêmio por sua reportagem “Chuvas no Sul: reconstrução impõe repensar ocupação urbana e rural”, publicada em 28 de maio de 2024]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Micael Olegário, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), foi premiado com o 21º. Prêmio Abecip de Jornalismo por uma matéria publicada durante o período do maior desastre climático do Rio Grande do Sul. O discente recebeu o prêmio por sua reportagem “Chuvas no Sul: reconstrução impõe repensar ocupação urbana e rural”, publicada em 28 de maio de 2024 na plataforma <i>#Colabora – Jornalismo Sustentável</i>, na qual atua como <i>trainee</i>.</p><p>No Poscom, Micael integra o grupo de pesquisa <i>milpa – laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM), coordenado pelo professor Reges Schwaab (Poscom/UFSM). O grupo investiga o jornalismo em contextos de emergências socioambientais, abordando questões relacionadas ao Antropoceno, ao pensamento decolonial e às interseccionalidades.</p><p>O Prêmio Abecip é promovido pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, fundada em 1967 em São Paulo. A premiação tem como objetivo reconhecer os jornalistas e veículos de comunicação que abordam, de forma clara e precisa, o crédito imobiliário e o mercado habitacional, oferecendo informações relevantes ao público. </p><p>Em 2024, o prêmio recebeu 114 inscrições, de matérias publicadas em jornais e revistas (impressos e digitais), além de reportagens veiculadas por rádio, TV, internet e podcasts, de diferentes estados do Brasil. Ao todo, foram selecionadas apenas 10 materiais premiados. A comissão julgadora optou pelos trabalhos que mais se destacaram nas áreas de Crédito Imobiliário, Políticas Públicas, Custos e Preços da Habitação, Funding para o Crédito Imobiliário, Segurança Jurídica, Digitalização e Eficiência na Contratação do Crédito Imobiliário, e <i>ESG – Environmental, Social and Governance</i> (Ambiental, Social e Governança). </p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2024/11/IMG_20241031_224511849_HDR_AE-1-1024x768.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2024/11/IMG-20241031-WA0069-1024x768.jpg" alt="" />													
		<p><i>Texto: Anna Júlia C. da Silva | Doutoranda (Poscom/UFSM)</i></p>]]></content:encoded>
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				<title>Encontro online internacional discute comunicação organizacional e crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/09/poscom-clima</link>
				<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 18:05:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Trabalho do Poscom será apresentado em atividade organizada por rede latino-americana de pesquisadores de comunicação ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Grupo de Pesquisa Comunicação Institucional e Organizacional do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participará de forma remota do "IV Encuentro Comunicación, Cambio Climático Y Agenda 2030: escuchar a la naturaleza, conversar sobre sostenibilidad". O evento será promovido pela Rede Latino-americana de Pesquisa em Comunicação Organizacional nesta quarta (9) e nesta quinta (10). </p>
<p>O trabalho selecionado é "Comunicação Organizacional, Comunitária e Desenvolvimento Sustentável: desafios e iniciativas após as enchentes no Rio Grande do Sul, Brasil". Elaborado pela professora Maria Ivete Trevisan Fossá, vice-líder do grupo de pesquisa, e Fabio Frá Fernandes, membro do grupo e relações-públicas da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), o estudo também conta com a colaboração de Ademir Tomás Velasco Cargnelutti, da Escola Estadual Padre Pedro Marcelino Copetti. <span style="font-size: revert;color: initial">A pesquisa trata da experiência de um dos nove municípios da Quarta Colônia, no interior do Rio Grande do Sul, impactado pela enchente deste ano. </span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Durante a apresentação, os autores discutirão a urgência de integrar práticas de comunicação organizacional inclusiva e eficaz, especialmente em contextos de calamidade climática. O estudo examina como a mobilização social, representada pelo projeto "Caminhos de Ivorá", tem contribuído para a construção de soluções sustentáveis e para o desenvolvimento econômico, social e cultural das comunidades locais. Além disso, a pesquisa ressalta a importância de uma governança transparente e colaborativa na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.</span></p>
<p>A professora Maria Ivete e o relações-públicas Fabio Frá enfatizam a relevância deste trabalho para o fortalecimento da resiliência das comunidades locais diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. O encontro compartilhar conhecimentos e experiências sobre iniciativas de comunicação voltadas para a sustentabilidade na América Latina.</p>
<p>Mais informações sobre o evento podem ser conferidas no portal: <a id="m_8416876806639872691LPlnk311875" href="https://www.redlaco.org/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.redlaco.org/&amp;source=gmail&amp;ust=1728582157388000&amp;usg=AOvVaw28fE83Aai49d4Ka8I7uP7-">https://www.redlaco.org/</a></p>
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