No dia 12 de junho, o campus Palmeira das Missões da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoveu o 4º Seminário Regional Maio Furta-cor. O evento foi marcado por momentos de acolhimento, escuta sensível e reflexão profunda, reunindo estudantes, servidores, profissionais da saúde, representantes de serviços e entidades, além de membros da comunidade, todos mobilizados em torno da promoção da saúde mental materna.

A atividade contou com a participação das professoras Andressa da Silveira, Fernanda Beheregaray Cabral e Leila Mariza Hildebrandt, docentes do Departamento de Ciências da Saúde e vinculadas ao Programa de Pós-Graduação em Saúde e Ruralidade, que conduziram as atividades da manhã com sensibilidade e compromisso. O espaço também foi aberto para o compartilhamento de experiências exitosas, com relatos de ações desenvolvidas durante o mês de maio por profissionais de diferentes áreas e instituições.
O evento contou ainda com a participação da Psicóloga Sistêmica Marciele Magalhães, com a personagem Maria Teresa, a qual promoveu um espaço de diálogo com os participantes sobre a maternidade.
A presença ativa dos estudantes, especialmente dos cursos de Enfermagem e do Mestrado em Saúde e Ruralidade, foi fundamental para fortalecer o diálogo interdisciplinar e ampliar as reflexões sobre o cuidado em saúde.
As contribuições dos participantes foram essenciais para enriquecer os debates e consolidar a proposta da campanha, que a cada ano se fortalece com o engajamento dos profissionais, instituições e da comunidade local. A expressão “furta-cor” representa a multiplicidade de sentimentos, vivências e desafios que permeiam a maternidade – um tema que exige sensibilidade, empatia e políticas de cuidado.
Mais do que uma campanha de um mês, o Maio Furta-cor na UFSM reafirma o compromisso com a construção de redes de apoio e com o reconhecimento das complexas realidades maternas, sobretudo no contexto da saúde pública e rural. O engajamento dos serviços e entidades de Palmeira das Missões, que acolheram e abraçaram a proposta, reforça a potência transformadora da ação coletiva.
As professoras Andressa, Fernanda e Leila expressam sua profunda gratidão a todos que participaram dessa jornada de cuidado, resistência e transformação.




