Territórios conectados pela sororidade: boas práticas para acessibilidade em atravessamentos tecnológicos
Phillipp Dias Gripp e Carlise Schneider Rudnicki (organizadores)
Territórios conectados pela sororidade: boas práticas para acessibilidade em atravessamentos tecnológicos
Este E-book é resultado de um esforço coletivo de pesquisa, extensão, ensino e inovação, consolidado no âmbito do projeto “Territórios conectados pela sororidade: questões de gênero, TICs e fortalecimento de laços em espaços periféricos”. Financiado pelo edital FAPERGS/CNPq 07/2022 (Programa de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil), este projeto teve como objetivo organizar oficinas, reuniões, mentorias e produtos midiáticos a fim de construir uma rede de apoio para jovens, promovendo formações de comunicadores populares. Desse modo, articulou-se encontros organizacionais para compreender as demandas dos públicos, cursos e oficinas presenciais e online, com registros em audiovisuais, para diferentes públicos nas regiões central, da Quarta Colônia e do Litoral Norte do RS sobre as Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs), atravessadas pelas temáticas da cidadania, lugares de fala, desinformação, letramento midiático, acessibilidade, produção cultural, entre outros.
Se de início tínhamos uma proposta de qualificação básica e execução técnica através dos cursos, o decorrer da pesquisa demonstrou a necessidade de uma nova configuração estratégica, avançada e crítica sobre o trabalho comunicacional, sobretudo pela formação de redes. O percurso do projeto Territórios foi atravessado pela complexidade de transformar o planejamento acadêmico em resposta às demandas de territórios em situação de vulnerabilidade, especialmente após os eventos climáticos extremos que assolaram o Rio Grande do Sul em 2024.
As chuvas que devastaram o estado entre abril e maio de 2024 foram o estopim para mudanças, novas conexões e ações coletivas de uma rede que se estabeleceu e congrega pesquisadoras/es de diferentes áreas do conhecimento e distintas instituições, como UFSM, UFRGS Litoral, UNILA, FURG e ONU- -FAO. Essa integração foi vital quando a crise climática no estado exigiu que abandonássemos a rigidez do planejamento inicial. Em vez de ofertar cursos predefinidos, transitamos para uma comunicação dialógica de proximidade que constatou o que as comunidades atingidas necessitavam naquele momento. Esta mudança de rota permitiu enfrentar a evasão e o isolamento social, transformando a extensão universitária em um mecanismo de escuta e reconhecimento dos “lugares de fala” das comunidades atingidas.
Gripp, Phillipp Dias
Rudnicki, Carlise Schneider
Gripp, Phillipp Dias
Rudnicki, Carlise Schneider
Silveira, Ada Cristina Machado Silveira
Scherer, Fernanda
Ribeiro, Ana
Gregolin, Adriana Calderán
Chaustre, Ingrid Zabaleta
Candido, Mario Alex Duarte de
Forno, Marlise Amália Reinehr Dal
Wives, Daniela Garcez
Funes, Emmanuel Salgado
Pereira, Camila Rodrigues
Santos, Diovana Vieira dos
Giazzon, Luana
Dias, Isadora
Marques, Camila
- Publicação
-
- Ano
- 2026
- ISBN
- 978-65-5773-115-4
- Referência
- GRIPP, Phillipp Dias; RUDNICKI, Carlise Schneider (Orgs.). Territórios conectados pela sororidade [livro eletrônico] : boas práticas para acessibilidade em atravessamentos tecnológicos. 1. ed. Santa Maria, RS: FACOS-UFSM, 2026.
- Assuntos
- Acessibilidade;
Comunicação;
Desenvolvimento;
Extensão universitária;
Pesquisa;
Tecnologias da informação;
Território;
Gripp, Phillipp Dias;
Rudnicki, Carlise Schneider - Licença
-
Acesso Aberto;
Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International;
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
- Grande área
- ciencias sociais aplicadas
- Área
- comunicacao
- Grande área
- ciencias sociais aplicadas
- Área
- ciencia da informacao